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C6 Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos. H26 – Identificar em fontes diversas o processo de ocupação dos meios físicos e as relações da vida humana com a paisagem. MEIOS FÍSICOS • A ciência da terra é a área da geografia que estuda o meio físico. Os principais elementos que estudam esse segmento da geografia são: relevo, águas (rios, oceanos, mares, lagos...), clima, flora (biomas/vegetação) CLIMA BIOMAS VEGETAÇÃO • Temp. média 26 a 28° C • menor AT no BR • 2000 a 3000 mm/ano (todo o ano) CLIMA EQUATORIAL • Temp. média 25 a 27° C • 500 a 700 mm/ano (dez a mar) TROPICAL SEMIÁRIDO (14 – 2013) Então, a travessia das veredas sertanejas é mais exaustiva que a de uma estepe nua. Nesta, ao menos, o viajante tem o desafogo de um horizonte largo e a perspectiva das planuras francas. Ao passo que a outra o afoga; abrevia-lhe o olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama espinescente e não o atrai; repulsa- o com as folhas urticantes, com o espinho, com os gravetos estalados em lanças, e desdobra-se-lhe na frente léguas e léguas, imutável no aspecto desolado; árvore sem folhas, de galhos estorcidos e secos, revoltos, entrecruzados, apontando rijamente no espaço ou estirando-se flexuosos pelo solo, lembrando um bracejar imenso, de tortura, da flora agonizante… CUNHA, E. Os sertões. Disponível em: http://pt.scribd.com. Acesso em: 2 jun. 2012. Os elementos da paisagem descritos no texto correspondem a aspectos biogeográficos presentes na a) composição de vegetação xerófila. b) formação de florestas latifoliadas. c) transição para mata de grande porte. d) adaptação à elevada salinidade. e) homogeneização da cobertura perenifólia. (14 – 2013) Então, a travessia das veredas sertanejas é mais exaustiva que a de uma estepe nua. Nesta, ao menos, o viajante tem o desafogo de um horizonte largo e a perspectiva das planuras francas. Ao passo que a outra o afoga; abrevia-lhe o olhar; agride-o e estonteia-o; enlaça-o na trama espinescente e não o atrai; repulsa- o com as folhas urticantes, com o espinho, com os gravetos estalados em lanças, e desdobra-se-lhe na frente léguas e léguas, imutável no aspecto desolado; árvore sem folhas, de galhos estorcidos e secos, revoltos, entrecruzados, apontando rijamente no espaço ou estirando-se flexuosos pelo solo, lembrando um bracejar imenso, de tortura, da flora agonizante… CUNHA, E. Os sertões. Disponível em: http://pt.scribd.com. Acesso em: 2 jun. 2012. Os elementos da paisagem descritos no texto correspondem a aspectos biogeográficos presentes na a) composição de vegetação xerófila. b) formação de florestas latifoliadas. c) transição para mata de grande porte. d) adaptação à elevada salinidade. e) homogeneização da cobertura perenifólia. • Temp. média 16 a 19° C • maior AT no BR • 1500 a 2200 mm/ano (bem distribuída todo o ano) CLIMA SUBTROPICAL • Temp. média 18 a 24° C • 2000 mm/ano (primavera + verão) CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE • Temp. média 19 a 28° C • Elevada AT no BR (continentalidade) • 1000 a 1500 mm/ano (verão chuvoso e inverno seco) CLIMA TROPICAL TIPICO • Temp. média 19 a 28° C • Baixa amplitude térmica • 1500 a 2000 mm/ano (todo o ano) CLIMA TROPICAL ÚMIDO (89 – 2019) Os moradores de Utqiagvik passaram dois meses quase totalmente na escuridão Os habitantes desta pequena cidade no Alasca – o estado dos Estados Unidos mais ao norte – já estão acostumados a longas noites sem ver a luz do dia. Em 18 de novembro de 2018, seus pouco mais de 4 mil habitantes viram o último pôr do sol do ano. A oportunidade seguinte para ver a luz do dia ocorreu no dia 23 de janeiro de 2019, às 13h04 min (horário local). Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 16 maio 2019 (adaptado). O fenômeno descrito está relacionado ao fato de a cidade citada ter uma posição geográfica condicionada pela: a) continentalidade. b) maritimidade. c) longitude. d) latitude. e) altitude. (89 – 2019) Os moradores de Utqiagvik passaram dois meses quase totalmente na escuridão Os habitantes desta pequena cidade no Alasca – o estado dos Estados Unidos mais ao norte – já estão acostumados a longas noites sem ver a luz do dia. Em 18 de novembro de 2018, seus pouco mais de 4 mil habitantes viram o último pôr do sol do ano. A oportunidade seguinte para ver a luz do dia ocorreu no dia 23 de janeiro de 2019, às 13h04 min (horário local). Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 16 maio 2019 (adaptado). O fenômeno descrito está relacionado ao fato de a cidade citada ter uma posição geográfica condicionada pela: a) continentalidade. b) maritimidade. c) longitude. d) latitude. e) altitude. (87 – 2019 – 2ª aplicação) A topografia predominante no Planalto Central é a de uma região horizontal, chata, que me fez recordar muito do Planalto Central da África do Sul: o mesmo horizonte circular, a mesma vegetação baixa e rala, que permite à vista varrer extensões infinitas. WEIBEL, L. Capítulos de geografia tropical e do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1979. Quais formações vegetais pertencem às paisagens apresentadas? a) Os cerrados e as savanas. b) Os garrigues e as pradarias. c) As caatingas e os maquis. d) As coníferas e as estepes. e) As restingas e os chaparrais. (87 – 2019 – 2ª aplicação) A topografia predominante no Planalto Central é a de uma região horizontal, chata, que me fez recordar muito do Planalto Central da África do Sul: o mesmo horizonte circular, a mesma vegetação baixa e rala, que permite à vista varrer extensões infinitas. WEIBEL, L. Capítulos de geografia tropical e do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1979. Quais formações vegetais pertencem às paisagens apresentadas? a) Os cerrados e as savanas. b) Os garrigues e as pradarias. c) As caatingas e os maquis. d) As coníferas e as estepes. e) As restingas e os chaparrais. CLIMOGRAMAS BRASIL TABELA BIOMAS MAPA BRASIL VEGETAÇÃO MATA DOS COCAIS MATA DE ARAUCÁRIA MANGUEZAIS RELEVO RELEVO PLANALTO DEPRESSÕES PLANÍCIES RELEVO BRASIL Relevo antigo – sofre ação, somente de agentes externos 90% das cotas altimétricas não ultrapassam 1.200mm Não apresenta dobramentos modernos Predomínio de planaltos e depressões Planícies: áreas reduzidas em torno de rios e na faixa litorânea. (29 – 2012) De repente, sente-se uma vibração que aumenta rapidamente; lustres balançam, objetos se movem sozinhos e somos invadidos pela estranha sensação de medo do imprevisto. Segundos parecem horas, poucos minutos são uma eternidade. Estamos sentindo os efeitos de um terremoto, um tipo de abalo sísmico. ASSAD, L. Os (não tão) imperceptíveis movimentos da Terra. ComCiência: Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, n. 117, abr. 2010. Disponível em: http://comciencia.br. Acesso em: 2 mar. 2012. O fenômeno físico descrito no texto afeta intensamente as populações que ocupam espaços próximos às áreas de a) alívio da tensão geológica. b) desgaste da erosão superficial. c) atuação do intemperismo químico. d) formação de aquíferos profundos. e) acúmulo de depósitos sedimentares. (29 – 2012) De repente, sente-se uma vibração que aumenta rapidamente; lustres balançam, objetos se movem sozinhos e somos invadidos pela estranha sensação de medo do imprevisto. Segundos parecem horas, poucos minutos são uma eternidade. Estamos sentindo os efeitos de um terremoto, um tipo de abalo sísmico. ASSAD, L. Os (não tão) imperceptíveis movimentos da Terra. ComCiência: Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, n. 117, abr. 2010. Disponível em: http://comciencia.br. Acesso em: 2 mar. 2012. O fenômeno físico descrito no texto afeta intensamente as populações que ocupam espaços próximos às áreas de a) alívio da tensão geológica. b) desgaste da erosão superficial. c) atuação do intemperismo químico. d) formação de aquíferos profundos.e) acúmulo de depósitos sedimentares. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS ESCUDO CRISTALINO • Minerais metálicos/solos rasos • Minerais metálicos/solos rasos • Principalmente era pré cambriana ESCUDO CRISTALINO • Minerais metálicos/solos rasos • Principalmente era pré cambriana • Rochas cristalinas. Ex: granito/gnaisse ESCUDO CRISTALINO • Minerais metálicos/solos rasos • Principalmente era pré cambriana • Rochas cristalinas • Ocorrência: Planaltos ESCUDO CRISTALINO BACIAS SEDIMENTARES • Formação nas eras: Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica BACIAS SEDIMENTARES • Formação nas eras: Palozóica, Mesozóica E Cenozóica • Combustíveis fósseis BACIAS SEDIMENTARES • Formação nas eras: Palozóica, Mesozóica E Cenozóica • Combustíveis fósseis • Predomínio em Depressões, Planícies e Planalto e Chapada Da Bacia do Parnaíba e Planalto da Amazônia Oriental ROCHAS VULCÂNICAS • Era Mesozóica ROCHAS VULCÂNICAS • Era Mesozóica • Pedras semipreciosas ROCHAS VULCÂNICAS • Era Mesozóica • Pedras semipreciosas • Solo grande fertilidade (roxa) ROCHAS VULCÂNICAS • Era Mesozóica • Pedras semipreciosas • Solo grande fertilidade (roxa) • Planalto e Chapadas da Bacia Do Paraná HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas • Predomínio de rios de Planalto HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas • Predomínio de rios de planalto • Geração de energia elétrica HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas • Predomínio de rios de planalto • Geração de energia elétrica • Predomínio de foz em estuário HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas • Predomínio de rios de planalto • Geração de energia elétrica • Predomínio de foz em estuário • Regime pluvial tropical austral HIDROGRAFIA • Todas bacias são exorréicas • Predomínio de rios de planalto • Geração de energia elétrica • Predomínio de Foz em estuário • Regime pluvial tropical austral • Predomínio de rios perenes HIDROGRAFIA BRASIL AMAZÔNICA • Maior potencial hidráulico, embora não instalado • Hidrelétricas de Balbina e Belo Horizonte TOCANTINS ARAGUAIA • Maior bacia hidrográfica totalmente brasileira • Principal fornecedora de energia para a região norte • Hidrelétrica Tucurui (Projeto grande Carajas) PARANÁ • Principal geradora de energia para o Brasil (60% energia elétrica no Brasil) • Hidrelétrica Itaipu – Binacional (50% Brasil – 50% Paraguai) SÃO FRANCISCO • Abastece 70% água semiárido brasileiro • Transposição • Hidrelétricas 3 Marias, Paulo Afonso e Sobradinho PARAGUAI • Basicamente de planície • Hidrovia do Mercosul: Bacia Paraguai + Bacia Paraná • Banha o pantanal • Assoreamento • Lagoas temporárias URUGUAI • Menor bacia brasileira • MAB (movimento dos atingidos por barragens) • Hidrelétricas: Itá, Machadinho e Foz do Chapecó (66 – 2020 – digital) Os canais meândricos são encontrados, com frequência, nas áreas úmidas cobertas por vegetação ciliar, descrevem curvas sinuosas harmoniosas e semelhantes entre si. Várias são as condições essenciais para o desenvolvimento dos meandros: camadas de detritos de granulação móvel, coerentes, firmes e não soltas; gradientes moderadamente baixos; fluxos contínuos e regulares; cargas em suspensão e de fundo em quantidades mais ou menos equivalentes. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Org.). Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994. A drenagem fluvial apresentada desenvolve-se em qual ambiente topográfico? a) Vales encaixados. b) Escarpas íngremes. c) Depressões absolutas. d) Planícies sedimentares. e) Cordilheiras montanhosas. (66 – 2020 – digital) Os canais meândricos são encontrados, com frequência, nas áreas úmidas cobertas por vegetação ciliar, descrevem curvas sinuosas harmoniosas e semelhantes entre si. Várias são as condições essenciais para o desenvolvimento dos meandros: camadas de detritos de granulação móvel, coerentes, firmes e não soltas; gradientes moderadamente baixos; fluxos contínuos e regulares; cargas em suspensão e de fundo em quantidades mais ou menos equivalentes. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (Org.). Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994. A drenagem fluvial apresentada desenvolve-se em qual ambiente topográfico? a) Vales encaixados. b) Escarpas íngremes. c) Depressões absolutas. d) Planícies sedimentares. e) Cordilheiras montanhosas.