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| → Conjunto de reações químicas que visam a produção de ATP → Vias metabólicas: reações quími- cas que ocorrem para a produ- ção de energia → ATP: adenosina trifosfato (nucleotídeo com mais Fosfato) Quebra de ligação entre P / doar um P = doar uma energia → Energia: é usada para movi- mento, síntese e transporte ativo, relacionado diretamente com a sobrevivência e reações biológicas Carboidratos Metabolismo Lipídeos (via metabólica) Aminoácidos Via metabólica através dos Carboidratos → Respiração celular (pois há ga- ses na reação) Baseia-se na oxidação do carbono, precisa do oxigênio da inspiração Resulta CO2 (liberado pelo pulmão na expiração), H2O e energia → Etapas: 1. Digestão e absorção dos carboidratos (antes) 2. Glicólise 3. Ciclo de Krebs 4. Cadeia respiratória Antecedente Digestão e absorção dos carboidra- tos em forma de monossacarídeos o Monossacarídeos: carboidrato absorvível pela célula do in- testino, exemplo: glicose, fru- tose e galactose 1. Ato mecânico: mastigação Glândula salivar emite a enzima ami- lase salivar para início da quebra de ligações glicosídicas do polissacarí- deos amido → maltose 2. No estomago A enzima amilase salivar é desativada pelo pH ácido Pâncreas libera a enzima amilase pancreática 3. No duodeno: primeira parte do intestino Liberação das enzimas finais, ou seja, as enzimas específicas para a ultima quebra de ligações do dissa- carídeos, como a sacarase, lactase e maltase, formando monossacarí- deos, podendo ser absorvidos pela células intestinais por transporte ativo ou difusão simples → Transporte ativo: há uma força sendo exercida sob a molécula, tendo gasto de energia – Bomba de Na e K. → Difusão facilitada: (90%) por meio de proteínas carregadora – GLUT (exemplo: GLUT 4 em uma célula muscular), precisa de uma sinalização para “liberar” a passagem da molécula Insulina: hormônio proteico li- berado pelo pâncreas, que emite sinalização através do receptor da insulina, para abertura da GLUT Hiperglicêmico: baixa produ- ção de insulina, aumentando a glicemia pois aumenta a quan- tidade de glicose do sangue e diminui a quantidade de gli- cose da célula DIABETE TIPO 1 → Objetivo: é importante ter etapas para a quebra da glicose, para re- tirar energia por partes da que- bra de ligações, e NÂO causar aquecimento e alta dispersão de energia Quebra da glicose → Glicose com 6C 2 piruvatos com 3C → Acontece no citosol – onde está a glicose após absorção → Possui 2 fases Primeira fase Fase preparatória / investimento energético (há gasto de 2 ATP) 1) Glicose Glicose 6 – Fosfato o Enzima: Hexoquinase Enzima quinase: trans- ferência de P P no lugar do H no car- bono 6 o O P veio de uma molécula de ATP = gasto de energia, libe- rando ADP 2) Glicose 6-Fosfato Frutose 6-Fosfato o Enzima: Fosfoglicose Isome- rase Enzima isomerase: al- tera isômeros, a geo- metria da molécula Transformando uma glicose em frutose para aumentar a sime- tria da quantidade de carbono da molécula ao meio o Isômeros – C6H11O6P = sem perda de átomos 3) Frutose 6-Fosfato Frutose 1,6-Fosfato o Enzima: Fosfofruquinase Enzima quinase: trans- ferência de P Adiciona P no carbono 1 o Utiliza OUTRA molécula de ATP = gasto de energia, libe- rando ADP (segundo) o Deixa o molécula totalmente simétrica ATP (adenosina trifosfato) Após gasto de energia = 1 P ADP (adenosina bifosfato) 4. Frutose 1,6-Fosfato 1 -Di-hidroxiacetona fosfato 2- Gliceraldeído 3 – fosfato o Enzima: Aldose Quebra a molécula no meio, em duas o Resulta em duas moléculas idênticas numericamente (isô- meros): C3H5O3P – se dife- renciam pela =O o Gliceraldeído 3-fosfato conti- nua na glicólise 5. Di – hidroxiacetona Gliceraldeído 3-fosfato o Enzima: triose fosfato isome- rase → A primeira fase da glicólise re- sulta: 2x Gliceraldeído 3-fosfato (3C) 1. Quebra da frutose 2. Conversão da di-hidroxiacetona fosfato 1 Glicose + 2ATPs 2 Gliceraldeído 3-fosfato (3C) + 2ADPs Segunda Fase Fase de pagamento energético → Tudo acontece por duas vezes, pois há 2x gliceraldeído 3 – fos- fato 6. Gliceraldeído 3-fosfato 1,3 -bifosfatoglicerato o Enzima: gliceraldeído 3-fos- fato desidrogenase o Pi: Pinorgânico, doado pelo ci- tosol – SEM GASTO DE ENERGIA o NAD+ NADH+ + H+ Vão para a mitocôndria H+ = acompanhante doado pelo citosol NAD+ (Dinucleótido de nicoti- namida e adenina) é uma co- enzima transportadora de íons H+ o Entra 2x NAD+ e sai dois NADH 7. 1,3 – bifosfatoglicerato 3- fosfoglicerato o Enzima: fosfoglicertato qui- nase quinase: transfere P Tira para os 2x ADPs da primeira fase que estão no citosol o Recarrega os dois ADPs usa- dos na primeira fase, transfor- mando-o em ATPs – paga- mento da dívida, produção de dois ATPs 8. 3- fosfoglicertato 2 – fosfoglicerato o Enzima: fosfoglicertato mu- tase Mutase: mutação, mu- dança da posição do C3 para o C2 9. 2- fosfoglicerato Fosfonolpiruvato (+ H2O) o Enzima: enolase Desidratação o Perde 2x água (H2O) 10. Fosfoglicertato Piruvato o Enzima: piruvato quinase Transferência de P para dois ADPs o Forma 2x ATPs - colocando o P nos ADPs soltos no citosol ou que já foi gasto a energia dele. o Há produção de duas energia → A segunda fase da glicólise re- sulta: 2x Piruvatos (3C) 4x ATPs - 2x foram gastos na primeira fase 2x são o lucro energético da glicólise 1x H2O 2 Gliceraldeído 3-fosfato + 2NAD+ + 4ADPs 2 piruvatos + 2NADH + 4ATPs + 2H2O • H2O: permanecem na célula, no citoplasma • 4APTs – 2ATPs: vão ser gastos • NADH: vão para a mitocôn- dria • Piruvato: Dependente da alteração de O2, do citosol vão para: o Se ter oxigênio: glicó- lise aeróbica – vão para a mitocôndria e continuam o ciclo de Krebs o Se a célula estiver sem oxigênio: glicólise anae- róbica – fermentação Piruvato fica no citosol Fermentação: glicólise anaeróbica → Alcoólica: resulta etanol Exemplo: bactérias (fermento bioló- gico – pão) e célula eucariótica com síndromes → Láctica: resulta ácido lá- tico Exemplo: células musculares Muito exercício muscular – oxige- nação insuficiente – diminui O2 da célula – aumenta a glicólise anaeró- bica lática – aumento do ácido lá- tico: Dores musculares Cãibra → No caminho aeróbico: o piruvato vai para a mitocôndria, pela en- zima: piruvato translocase → Acontece na mitocôndria em 2x piruvatos → Remove a carboxila, liberando um carbono em forma de CO2 → Por reações de óxido redução: aquelas em que há transferência de elétrons entre as espécies químicas envolvidas. Piruvato Acetil 2 CoA o Complexo/conjunto enzimá- tico: Piruvato desidrogenase (3 enzimas + 5 coenzi- mas) → Resulta 2x CO2 e libera íons H+, formando 2x NADH (NAD+ → NADH + H+) → S – CoA = coenzima com enxo- fre GTP origina ATP GTP: guanosina trifosfato Nucleosídeo: guanina + ribose ATP: adenosina trifosfato Nucleosídeo: adenina + ribose → Descarboxilação e óxido redução a partir de enzimas → Quebrar ligações ao pouco para liberar energia e Carbonos 2xAcetil – CoA (coenzima não entra no ciclo) 1. Acetil (2C) + oxaloacetato (4C) Citrato (6C) 2. Mudança de posições • Saiu uma H2O (OH do C3) e acrescenta uma dupla ligação • Continua com 6C 3. Mudança de posições • Entra um H2O, um OH no C4 4. Saiu um C • Descarboxilação – fica com 5C • Saiu um CO2 e NADH5. Saiu um C • Descarboxilação – fica com 4C • Saiu CO2 e um NADH • Entra coenzima S-CoA no C4 6. Começa a regeneração do oxialoacetato Com mudança de posição (sem mais alteração na quan- tidade de C) • Quebra da reação da coen- zima CoA resulta em GTP (GTP → ATP) 7. Mudança de posição • Enzima desidrogenase – sai 2H = FADH2 8. • Entrou H2O – quebra da du- pla ligação 9. • Tira 2x H e aumenta uma du- pla ligação • NAD+ → NADH + H+ 10. RETORNA O CICLO Ciclo de Krebs = Roda Gigante Oxaloacetato = Cabina Acetil CoA = pessoas → Precisa do equilíbrio/ equivalên- cia entre oxaloacetato e acetil CoA Acumulo de Acetil CoA sintetiza corpos cetônicos – causa aci- dose na circulação = acidose metabólica (+ Acetil CoA – Oxa- loacetato) Corpos cetônicos: 3 moléculas – 2 ácidos Via Alternativa: piruvato origina oxaloacetato → Reação anaplerótica: produção de oxaloacetato, substância prin- cipal que participa do CK, a partir do piruvato, para garantir os ní- veis de oxaloacetato e o equilí- brio → Oque sai do ciclo de Krebs: 2CO2 + 3NADH + 1 FADH + H2O + 1 GTP (= 1 ATP) Resultado de um CK a partir de um Acetil CoA NADH forma 3ATP FADH2 forma 2 ATP Cadeia transportadora de elétrons Fosforilação oxidativa Proteínas: Possuem H+ (sem energia suficiente para atração com o O2) Estão da membrana entre o espaço intermembranar e matriz mitocon- drial/ cristas (membrana interna da mitocôndria) → Complexo 1: NADH REDU- TASE - onde o NADH libera seu H+ → Complexo 11: FADH2 REDU- TASE – onde o FADH2 libera seu H+ → Complexo 111: CITOCROMO Q OXIDASE → Complexo 1V: OXIDASE RE- DUTASE - onde está o O2 que atrai elétrons = H+ libera- dos – oxigênio possui alta ele- tronegatividade → CARRADOR FOSFATO → ATP SINTASE NADH 1. NADH libera H+ (é atraído para o complexo 1V) no complexo 1 2. Há energia para abrir o poro do complexo 1 e liberar 4H+ para o espaço intermembra- nar 3. O H+ passa do complexo 1 para o complexo 111 pela mo- lécula ubiquinona (1 → 111) 4. H+ no complexo 111, surge energia e há a liberação de 4H+ para o espaço inter- membranar 5. O H+ do complexo 111 vai para o complexo 1V, por conta da atração, pela molécula citoc- tomo C (111 → 1V) 6. No complexo 1V o H+ se co- necta com 1 Oxigênio (en- quanto o outro libera outro íon), liberando uma H2O para a matriz mitocondrial 7. O H+ no complexo 1V cria energia para liberar 2H+ com a abertura do polo, para o es- paço intermembranar Há diferença de eletronegatividade entre o espaço intermembranar e a matriz mitocondrial 10 H+ liberados (Esp. Inter.) Membrana mitocondrial 8. O H+ do espaço intermem- branar vai para a matriz mito- condrial para “igualar” cargas, pelo carreador fosfato, le- vando junto um Fosfato Inor- gânico (pois já está na célula, por isso é inorgânico) 9. Na ATP SINTASE o Pi se liga ao lado esquerdo e o ADP (um ATP com a energia já gasta) ao lado direito da bomba 10. A bomba gira, criando uma aproximação e formando um ATP FADH2 1. O FADH2 libera H+ no complexo 11 Não há liberação de ener- gia (H+) para o espaço in- termembranar pois é pe- riférica 2. H+ é atraído para o Oxi- gênio, então vai para o complexo 111 pela molécula ubiquinona (11 → 111) 3. H+ no complexo 111, surge energia e há a liberação de 4H+ para o espaço in- termembranar 4. O H+ do complexo 111 vai para o complexo 1V, por conta da atração, pela molécula citocromo C (111 → 1V) 5. No complexo 1V o H+ se conecta com 1 Oxigênio (enquanto o outro libera outro íon), liberando uma H2O para a matriz mito- condrial 6. O H+ no complexo 1V cria energia para liberar 2H+ com a abertura do polo, para o espaço intermem- branar 6H+ (Esp. Inter.) 7. O H+ do espaço inter- membranar vai para a ma- triz mitocondrial para “igualar” cargas, pelo car- reador fosfato, levando junto um Fosfato Inorgâ- nico (pois já está na célula, por isso é inorgânico) 8. Na ATP SINTASE o Pi se liga ao lado esquerdo e o ADP (um ATP com a energia já gasta) ao lado direito da bomba 9. A bomba gira, criando uma aproximação e for- mando um ATP Membrana mitocondrial 1 NADH → 10H+ liberados → 3ATPs (2,5 ATPs) 1 FADH2 → 6H+ liberados → 2ATPs (1,5 ATPs) → Formação/ síntese de uma nova molécula de glicose → Acontece 90% no fígado e 10% no rim → A partir de moléculas que não são carboidratos, como: o Lactato o Piruvato o Intermediários do CK o Alguns aminoácidos → É importante para ruminantes, entre refeições e em caso de je- jum Ruminantes: a glicose da celulosa é degradada pelas bactérias e proto- zoários que existem no rumém, in- gerindo apenas ácido graxo, por isso produzem a glicose Células do cérebro, medula renal, hemácia (eritrócitos) e córnea, são exemplos de células que não pos- suem ou possuem pouca mitocôndria, e precisam sempre de glicose para a respiração por fer- mentação Após alimentação: o Por 2h a quebra de glicogênio hepático é o único fornecedor de glicose, podendo durar ate 10 ou 12hrs o A partir de 2h, a gliconeogênese começa a ajudar a quebra do gli- cogênio em fornecer glicose ao organismo Para mantar a glicemia sanguínea (10Mg/DL) → A formação de glicose através do piruvato não é o reverso da glicólise, pois nela há passos irre- versíveis Glicólise Gliconeogenese (Passos Irreversíveis) (Substitutivas) • Hexoquinase/ Glicose Glicoquinase 6-fosfato • Fosfofrutoquinase 1 Frutose 1,6 bis fosfatase • Piruvato quinase Piruvato carboxiquinase Fosfoenolpiruvato carboxiquinase → Formação através de outras substâncias: o Lactato: formado pela glicose anaeróbica o Aminoácido glicogênico: pra- ticamente todos, exceto lisina, leucina e AcetilCoa o Glicerol: proveniente a partir da degradação (quebra) de li- pídeos – não podemos for- mar glicose a partir de lipí- deos (só do glicerol), exceto ruminantes e plantas → Síntese do glicogênio = glicogê- nese → Quebra do glicogênio = glicoge- nólise → Glicogênio Formado por moléculas de glicose ligadas entre si Parte linear – ligação: 1 – 4 Parte ramificada – ligação: 1 - 6 → Glicogênio hepático: é nobre pois fornece a glicose para o sangue, ajudando a manter a glicemia → Glicogênio muscular: egoísta, gasta a glicose com ele mesmo → Síntese de glicogênio → Estimulada pelo hormônio insu- lina, em momentos de fartura de glicose 1. Glicose + ATP → P no C6 (glicose 6-fosfato), para ela não sair mais da célula N o ci to pl as m a Enzima: hexoquinase 2. Glicose 6 – fosfato → P no C1 (alteração de posição) Enzima: fosfoglicomutase 3. Glicose 1-fosfato + UTP → glicose ativa + PPi (ambos perdem um P) Enzima: UDP glicose pirofo- forilase Glicose ativa = UDP-glicose Possibilidade de polime- ração (formação de cadeia) 4. A glicose ativa se liga a um esqueleto (o que restou da degradação), aumentando o número de glicose do polí- mero que já existe UDP – glicose + (glicogênio)N (glicogênio)N + 1 + UDP Enzima: glicogênio sintase 5. O UDP se desliga da glicose, formando de novo um UTP com um P de um ATP UDP + ATP UTP + ADP Enzima: nucleosídeo difos- fato quinase Enzima ramificadora: → Quebra do glicogênio → Estimulada pelo: o No fígado: glucagon (hor- mônio do jejum) e adre- nalina o No músculo: adrenalina • Fosforilase glicogênio: quebra li- gações 1-4 (cadeia linear), ti- rando moléculas de glicose, adici- onando P no C1 Formando: glicose 1-fosfato Quando chega perto do radical, ela “deixa” algumas moléculas de glicose(3/4) • Enzima transferase: deixa apenas a glicose da ramificação da liga- ção 1-6, transferindo as outras moléculas para a cadeia linear – para serem quebradas pela fos- forilase glicogênio • Enzima desramificadora: quebra a única molécula que sobrou do radical, quebra a ligação 1-6 Resulta: glicose 1-fosfato Glicogênio 1-fosfato Glicogênio 6-fosfato Enzima: fosfoglicomutase Para ser usado: o No musculo: obter energia para ele mesmo usar em contrações o No fígado: Glicose 6-fostao Glicose Enzima: glicose 6-fosfatase (só existe no fígado, então só ele é ca- paz de exportação da glicose) Para o organismo todo, man- ter a glicemia – apenas a gli- cose sem fosfato é capaz de sair da célula o Glicose 6-fosfato: para for- mação de energia o Glicose 1-fosfato: para forma- ção de glicogênio o Glicose (sem fosfato): livre → Lipídeos: Alta solubilidade em solventes orgâ- nicos É uma molécula de gordura Formado principalmente por ácidos graxos → Em estado de jejum, acontece a quebra/ degradação de lipídeos (lipólise) e em estado alimentado, se consumir mais Kcal do que gasta, o organismo começa a estocar e sintetizar lipídeos (lipo- gênese) → Triglicerídeo (TAG): é a única gordura que o animal é capaz de estocar, no tecido adiposo em células Formado por 3 ácidos graxos e 1 glicerol → Quebra do lipídeo 1. Em estado de Jejum 2. Hormônio pancreático gluca- gon ativa via da glicogenólise e da lipólise 3. A enzima LHS (lipase hormô- nio sensive) é ativada 4. Separa do Glicerol dos ácidos graxos 5. Os ácidos graxos e o glicerol são transportados dos adipó- citos para células hepáticas/ hepatócitos por lipoproteínas (onde acontece o metabo- lismo) Glicerol Glicerol Glicerol 3-fosfato • Há gasto de energia Glicerol 3-fosfato Di-hidroxicetona fosfato • Sai um NADH + H para a crista mitocondrial = cadeia transportadora de elétrons Gliconeogenese Glicose Di-hidroxicetona Fosfato Glicólise Piruvato Ácido graxo Equilíbrio Acil Acil CoA • Saída da CoA, fornece ener- gia para o acil se conectar a carnitina Acil CoA Acil Carnitina • Lançadeira da carnitina: é res- ponsável por fazer o Acil en- trar na matriz da mitocôndria, por transporte facilitado por uma proteína • CoA NÂO tem afinidade com outra membrana Acil Carnitina Acil CoA • Carnitina volta para o citosol • Acil Coa dentro da matriz mi- tocondrial → Betaoxidação: quebra do Acil- CoA (processo de lipólise do ácido graxo + CoA) 1. • Enzima desidrogenase • Sai um FADH2 para a crista mitocondrial – cadeia respira- tória – complexo 2 2. • Enzima desidratase • Acontece uma hidratação (adição de H2O) 3. • Enzima desidrogenase • Sai um NADH+H para a crista • Final semelhante ao Acetil- CoA (muda quantidade de H no C2) 4. • Separa o acil-CoA 5. • Enzima Acetiltransferase • Entra um H+ e um SCoA 6. O processos se repete com a outra cadeia, até tudo ser liberado em forma de Acetil- CoA (todo ácido graxo possui número par de carbonos) NA ULTIMA: já libera dois acetil-Coa de uma vez → O objetivo da betaoxidação é quebrar o Acil-CoA com in- tuito de formar Acetil-Coa N° de C do acil-CoA : 2 = N° de Acetil-CoA liberados N° de Acetil-CoA – 1 = N° de vias da Betaoxidação N° de CoA usados (1 CoA já tem) N° de vias da Betaoxidação = N° de coenzimas (FAD/NAD) → Muito tempo em lipólise au- menta quantidade de Acetil- CoA – por ligações de acetil- CoA, forma: Síntese de corpos cetônicos Corpos cetônicos: o Dihidroxibutirato o Acetoacetato o Acetona Vão para quebra no encéfalo e mús- culo (onde mais precisa de energia) Acumulo de Corpos Cetôni- cos: cetogênese (letargia, desidrata- ção, apatia e acidose sanguínea) – Tratada com soro → Síntese de triglicerídeo, a partir de proteínas e carboi- dratos 1. Estado alimentado 2. Hormônio pancreático insulina 3. Aumenta a taxa de Glicose 4. Aumenta a taxa de piruvato 5. Aumenta a taxa de acetil-CoA 6. Ligação de Acetil-Coa com oxaloacetato 7. Aumenta o número de Ci- trato dentro da matriz mito- condrial 8. Inibe a proteína do CK 9. Citrato (6C) vai para o citosol CoA (acetil-CoA) não conse- gue sair da mitocôndria 10. Insulina ativa a enzima citrato liase 11. A enzima quebra o citrato em piruvato e acetil-CoA 12. Piruvato volta para a mitocôn- dria Acetil-CoA (no citosol) Acetil-CoA Malonil-CoA (3C) • Enzima: Acetil CoA Carboxi- lase (ativada pelo aumento da insulina e do citrato no citosol) • Reação de carboxilação = adi- ciona CO2 • Há gasto de energia (ATP → ADP) • Essa reação acontece APE- NAS em 80% dos acetil-CoA → Complexo de enzima: Acido graxo sintase 1. • CoA sai do Acetil para que ele ligue na enzima ACP-SH 2. • Acetil sobe para a enzima CIS-S • CoA sai para o malonil entrar na enzima ACP-S 3. • Sai um CO2 Então... o malonil, doa apenas 2 carbonos para a reação 4. • O Acetil “desce” para a ultima enzima (junta todos os C) • Resulta em uma molécula in- saturada – ácido graxo é sa- turado, tirando seu grupo fun- cional 5. Recebe moléculas • Há adição de um NADPH + H → NADP+ (adiciona 2H) 6. • Sai uma molécula de H2O (de- sidratação) 7. • Há adição de NADPH + H → NADP+ (adiciona 2H) 8. • A cadeia de Carbono sobre para a enzima CIS-S • A enzima ACP-S recebe ou- tro malonil (que adiciona mais 2C na cadeia) • Alongamento apenas de Ma- lonil 9. Repete o processo → Síntese de Ácido Graxo: co- meça com um acetil-CoA e o alongamento apenas de ma- lonil-CoA Por isso não transforma to- dos os Acetil em Malonil (N° de C do Ácido graxo – 2) : 2 = N° de malonil usados N° de Malonil = N° de CO2 que 23 saíram N° de Malonil x 2= N° de NADPH + H usados N° de Malonil + 1 (CoA do Acetil) = N° de CoA usados o Animais Ureotilíco: excretam o N dos aminoácidos excedentes na forma de ureia Excretar ureia + H2O (muito afim de água) Exemplo: peixes cartilgenosos o Animais Aminotélico: excretam o N na forma de amônia Exemplo: peixes ósseos o Animais Uricotélico: excretam o N na forma de ácido úrico Exemplo: pássaros (para não ter peso extra pela bexiga) e répteis MAMÍFEROS → os três tipos, mas principalmente em forma de ureia → Sobra depois da formação das proteínas que o corpo precisa → Não podem ser armaze- nados Proteínas que já estão no corpo SEPARA → Quimiosina – tem como fun- ção coalhar o leite (para que ele fique mais tempo no es- tômago do bebe), quebrando a caseína, que esta da origem a paracaseína = coalha → Pepsina e as enzimas pan- creáticas são FORTES, e po- dem quebrar a membrana da própria célula, por isso são produzidas na forma inativa: As proteínas proteolíticas (que quebram proteínas) poderiam agir sobre as proteínas que exis- tem na própria membrana da cé- lula. Assim, para evitar esta ação danosa, as enzimas são que que- bram proteínas são produzidas na forma inativa (zimogênio ou pro-enzima), sendo ativadas no momento certo - Pepsina é ativada pelo ácido es- tomacal - Tripsina é ativada pela enzima enteroquinase e age sobre os outros zimogênios pancreáticos Pancreatite: alto digestão do pâncreas, a partir da ativação de enzimas no ligar errado, por impedimento da passa- gem das enzimas para seu devido lugar Passagens: Ducto caledoso (desembica no intestino) é formado pela Ducto Builar (que sai da vesícula) e Ducto pancreático (que sai do pân- creas)Causas: litialise (calculo na ve- sícula), alcoolismo, medica- mentos, etc Diagnóstico: dosagem de ami- lase e lipase pancreática no sangue • Enzima Transaminase e co- enzima Vitamina B6 (piridoxal P) +1N extras • Os aminoácidos extras não podem sair da células para ir ao fígado, pois seria formado AMONIA (NH3) ou íon amônio (NH4) = substância tóxica ao sangue • Glutamato possui carga -, então recebe um N tem- porário, para ter carga 0 e poder sair da célula para o fígado, formando a gluta- mina Sangue Glutamina N N Fígado Glutamina N N Glutamato N Alfa Cetoglutarato CK → O glutamato é o ÚNICO ami- noácido que pode sofrer de- saminação, pois no fígado só existe a enzima específica para ele Ele sai da célula “disfarçado” de glutamina Enzima glutaminase Sai NH4+ Enzima Glutamato desidrogenase (desaminação) Sai NH4+ → Aminoácidos cetogênico: originam Acetil-CoA (pode originar corpos cetônicos) → Aminoácidos glicogênicos: originam piruvato e interme- diários do CK (pode originar glicose) → Aminoácidos glitocetogeni- cos: podem originar Acetil- CoA, piruvato e intermediá- rios do CK → Morte programada Processos fisiológico normal Participação ativa da célula Regulação de mecanismos Exemplos: fase embrionária, eliminação das membranas interdigitais, etc Apoptose e morte autofágica → Morte traumática/ acidental Processo patológico (não pode interromper) Causada por traumatismo, doença e obstrução vascula- rizada Necrose → É usada em linfócitos hipera- tivos (os que sobraram após a finalização da regeneração) ou não reativos, em modula- ção de órgão → Homeostase do organismo: equilíbrio entre divisão celular e apoptose 1. Célula normal 2. Sinalização 3. Condensação da cromatina 4. Desintegração da membrana (citoesqueleto sofre rupturas) 5. Rompimento de organela e núcleo 6. A membrana envolve orga- nelas que estão se auto des- truindo 7. Formação de corpos apoptó- ticos 8. São absorvidos e destruídos por fagocito (exemplo: ma- crófago) Sinalização A mitocôndria possui proteínas pro-apoptótica – família BCL (BAX e BAK) Quando ativadas, ativam o cito- cromo C para sair da mitocôndria Este ativa a Caspase iniciadora, que ativará a Caspases efetoras o Fatores de transcrições da BCL-2: Proteína P53 (encontrada em check points da divisão celular), sintetiza a P21 que trans- creve proteínas BCL-2 para apoptose Há proteínas sintéticas, que substituem a P21, que transcreve proteína BCL- 2 → Aciona uma resposta infecci- osa, causando um dano → Desorganizada