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Universidade do Estado do Amazonas
Escola Superior de Tecnologia
Engenharia Elétrica – Materiais Elétricos
CURVA CARACTERÍSTICA
DIODO RETIFICADOR
Manaus (AM) - 2023
Universidade do Estado do Amazonas
Escola Superior de Tecnologia
Engenharia Elétrica – Materiais Elétricos
CURVA CARACTERÍSTICA
DIODO RETIFICADOR
Alunos: Frank Oliveira Almeida Junior
Relatório apresentado para avaliação na
disciplina de Materiais Elétricos do curso
de Engenharia Elétrica, turno Integral, da
Universidade do Estado do Amazonas
ministrado pelo professor Weverson
Cirino.
Manaus (AM) - 2023
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ........................................................................................................................................... 3
1 OBJETIVOS ...................................................................................................................................... 4
1.1 GERAIS: ....................................................................................................................................... 4
1.1.1 Familiarizar-se com medições de corrente contínua no ambiente virtual; .......................... 4
1.1.2 Familiarizar-se com medições de tensão contínua no ambiente virtual; ............................. 4
1.1.3 Familiarizar-se com a plotagem das curvas característica do diodo retificador; ................. 4
1.2 ESPECÍFICOS: .............................................................................................................................. 4
1.2.1 Compreender a utilização do Diodo Retificador; ................................................................ 4
1.2.2 Compreender o funcionamento do software Multisim para medições de corrente contínua.
4
1.2.3 Compreender, analisar, e comparar as curvas características dos diodos no ambiente
virtual, e teórico. ............................................................................................................................. 4
2 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................................................... 4
2.1 DIODO ........................................................................................................................................ 4
2.1.1 Diodo Retificador: .............................................................................................................. 4
2.1.2 Tipos de Diodos ................................................................................................................. 9
2.1.3 Corrente Alternada ............................................................................................................... 15
2.1.3 Corrente Contínua ........................................................................................................... 17
2.1.4 Aplicações do Diodo ........................................................................................................ 18
3 EXPERIÊNCIA ................................................................................................................................. 19
3.1 MATERIAIS UTILIZADOS: ................................................................................................................. 19
3.2 RESISTORES: ................................................................................................................................. 19
3.3 EQUIPAMENTOS ............................................................................................................................ 19
3.4 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL: ...................................................................................................... 20
3.4.1 Circuito 1: ........................................................................................................................ 20
3.4.2 Circuito 2: ........................................................................................................................ 22
3.5 RESULTADOS OBTIDOS:................................................................................................................... 23
3.5.1 Comparação entre as curvas traçadas e curvas dos datasheets. ...................................... 23
3.5.2 Valores de Verificação das Curvas Características – 1N4007 e 1N4148. ........................... 25
3.5.3 Determinação do Ângulo de Inclinação da Reta (A). ........................................................ 25
3.5.4 Questões Discursivas. ...................................................................................................... 26
3.6 DISCURSÃO SOBRE RESULTADOS: ....................................................................................................... 29
4 CONCLUSÃO.................................................................................................................................. 30
REFERÊNCIAS ......................................................................................................................................... 31
3
INTRODUÇÃO
Na era moderna, os dispositivos eletrônicos ocupam um papel vital em
praticamente todos os aspectos de nossa vida, desde tarefas simples até sistemas
intrincados. No contexto desses componentes, o diodo retificador se destaca como um
elemento essencial ao converter corrente alternada em corrente contínua, impulsionando
a eficiência operacional de dispositivos eletrônicos e sistemas de energia. Sua importância
deriva da habilidade de transformar as oscilações periódicas da corrente alternada em um
fluxo unidirecional, eliminando quaisquer flutuações de polaridade. Uma compreensão
aprofundada das operações e traços distintivos desse componente central requer a análise
minuciosa da curva característica do diodo retificador.
O foco principal deste estudo estará na avaliação da curva característica do
diodo retificador. Investigaremos a interdependência entre tensão e corrente nesse
componente, abordando distintos modos de operação, incluindo a fase de condução direta
e o estado de bloqueio reverso. Iremos aprofundar nossa análise ao descrever os princípios
subjacentes à tensão direta de limiar, resistência direta e tensão de ruptura, destacando os
elementos cruciais da curva característica e sua aplicação prática.
4
1 OBJETIVOS
1.1 GERAIS:
1.1.1 Familiarizar-se com medições de corrente contínua no ambiente virtual;
1.1.2 Familiarizar-se com medições de tensão contínua no ambiente virtual;
1.1.3 Familiarizar-se com a plotagem das curvas característica do diodo retificador;
1.2 ESPECÍFICOS:
1.2.1 Compreender a utilização do Diodo Retificador;
1.2.2 Compreender o funcionamento do software Multisim para medições de
corrente contínua.
1.2.3 Compreender, analisar, e comparar as curvas características dos diodos no
ambiente virtual, e teórico.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
2.1 DIODO
2.1.1 Diodo Retificador:
O diodo convencional é composto por dois blocos de material semicondutor um
do tipo N outro do tipo P.
A sua representação esquemática é a seguinte:
Figura 1 - Representações do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
5
O diodo é um componente eletrônico de dois terminais, que conduz corrente
elétrica preferivelmente em um só sentido, bloqueando a sua passagem no sentido
oposto. Esse comportamento unidirecional é chamado retificação, sendo utilizado
para converter corrente alternada em corrente contínua e extrair a informação de
um sinal modulado em amplitude (AM).
Entretanto, o diodo pode ser empregado para outras finalidades além da
retificação. Existem diodos de uso especial utilizados para regulação de tensão
(diodos zener), sintonia eletrônica em receptoresde rádio e TV (varicaps), geração
de rádio frequência (diodos túnel) e produção de luz (leds). Quando o díodo está
polarizado diretamente, conduz e permite circular a corrente.
Se está polarizado inversamente não permite circular corrente.
Figura 2 - Polarização invertida do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Figura 3 - Polarização Direta do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Um díodo é um dispositivo constituído por uma junção de dois materiais
semicondutores (em geral silício ou germânio dopados), um do tipo n e o outro do tipo
p, ou de um material semicondutor e de um metal, sendo usualmente representado pelo
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símbolo da Figura 1. Aos terminais A e K dão-se respectivamente os nomes de Ânodo e
Cátodo.
Figura 4 - Terminais do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Este dispositivo permite a passagem de corrente, com facilidade, num sentido, e
oferece uma grande resistência à sua passagem no sentido contrário.
Assim, quando o Ânodo (A) estiver a um potencial positivo em relação ao Cátodo
(K), o díodo conduz e a corrente terá o sentido (convencional) indicado pela seta. Nestas
condições diz-se que:
O díodo está diretamente polarizado. Quando o Ânodo estiver a um potencial
negativo em relação ao Cátodo, o díodo não conduz e a corrente, que teria o sentido
contrário ao da seta, não é autorizada a passar. Nestas condições diz-se que o díodo
está inversamente polarizado.
Figura 5 - Curva característica do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
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Na Figura 2 pode ver-se um gráfico típico da corrente no díodo em função da
tensão nos seus terminais, que resulta do comportamento físico da junção p-n. A tensão e
a corrente são consideradas positivas quando o dispositivo se encontra diretamente
polarizado. A variação da corrente do díodo semicondutor com a tensão aos seus
terminais tem uma forma quase exponencial: em boa aproximação a corrente I é dada por:
𝐼 = 𝐼𝑠(𝑒
𝑉
𝑉𝑟 − 1) Equação 1
𝑉𝑇 = 𝑘𝑇/𝑞 Equação 2
Onde q é a carga do elétron, (≈ 1,6 10-19 C) V a tensão aos terminais do díodo, k a
constante de Boltzman (≈ 1,38 10-23 J /K), T a temperatura absoluta e Is uma constante
designada por corrente de saturação. À temperatura ambiente (300 K) tem-se:
𝑉𝑇 =
𝑘𝑇
𝑞
× 25𝑚𝑉 Equação 3
Este comportamento pode ser aproximado, em certas aplicações, pelo de um díodo
ideal ou por uma característica linearizada.
Figura 6 - Curvas características do Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Pode-se observar as curvas características e correspondentes a modelos eléctricos
do díodo. Da esquerda para a direita: díodo ideal; díodo com comportamento ideal, mas
com uma tensão limiar de condução; díodo com característica linearizada. (V D - tensão
limiar de condução, RD - resistência de condução direta).
Polarização no sentido direto
Considera-se a aplicação de uma diferença de potencial às extremidades do
conjunto PN, de modo que o lado P da junção fique ligado ao polo positivo, e o lado N
8
ao polo negativo. O estabelecimento deste campo eléctrico tende a diminuir o efeito da
barreira de potencial ou até a anulá-la. Do lado N o polo negativo da fonte repele os
electrões de N para P com uma força maior do que a exercida pela barreira de potencial
que os mantinha em N. Do mesmo modo as lacunas deslocam- se mais facilmente de P
para N. Um miliamperímetro instalado no circuito indicará uma corrente de P para N
(sentido convencional).
Para tornar a junção passante é preciso anular a barreira de potencial. É, por
conseguinte necessário aplicar aos terminais da junção, uma tensão suficiente para chegar
a este resultado. Algumas junções de germânio necessitam de um mínimo de 0,1 ou 0,2
Volt para se tornarem passantes. As junções de silício só se tornam passantes a partir de
0,6V.
Polarização no sentido inverso
Liga-se agora o terminal positivo da fonte exterior à extremidade N do conjunto
PN. Este sentido de ligação reforça a barreira de potencial. Os elétrons livres da região N
e as lacunas da região P, isto é, os portadores principais, passam a ter ainda maior
dificuldade em atravessar a junção. Diz-se então que a junção está bloqueada. No entanto,
alguns portadores minoritários conseguem passar através da junção. Uma vez passada a
junção o seu movimento é facilitado, por um lado pelas cargas principais que constituem
a barreira de potencial, e por outro, pelos potenciais aplicados nas extremidades. A
corrente devida aos portadores minoritários pode ser evidenciada através de um micro
amperímetro, intercalado no circuito exterior. A corrente, de sentido convencional, passa
de N para P.
Efeito Zener - Efeito Avalanche
A tensão inversa aplicada às extremidades de uma junção PN não pode ser
aumentada indefinidamente. Com efeito, o aumento da d.d.p.(diferença de potencial) no
sentido inverso provoca uma aceleração dos portadores minoritários. A partir de uma
certa tensão inversa os portadores secundários adquirem uma velocidade suficiente para
arrancarem por choques electrões aos átomos. O fenómeno é cumulativo e provoca um
rápido decréscimo da resistividade. Este efeito é utilizado em um tipo especial e díodos
para regular a tensão diodo zener
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2.1.2 Tipos de Diodos
2.1.2.1 Diodo Varicap
Os díodos de junção têm uma região de depleção entre as camadas P e N.
Um diodo varicap é um diodo que tem uma capacidade variável em função da tensão
aplicada. São basicamente diodos construídos especificamente para funcionarem como
condensadores (capacitores) variáveis cuja capacitância varia de acordo com a tensão
aplicada.
Figura 7 - Curva característica do diodo Varicap
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Um diodo inversamente polarizado pode funcionar como um capacitor
(condensador), cuja capacitância varia de acordo com a tensão aplicada.
Figura 8 - Símbolo do diodo Varicap
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.2.2 Fotodiodo
Uma junção PN pode emitir luz sob ação de uma corrente elétrica (díodo LED).
E o processo inverso também é possível, ou seja, a luz pode gerar uma corrente elétrica
em uma junção PN.
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Figura 9 - Funcionamento do Foto-Diodo
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Seção transversal de um fotodiodo comum de silício. É um díodo de junção com
caraterísticas construtivas para direcionar a incidência de luz para a camada P. Esta, por
sua vez, é bastante fina e sua espessura tem relação com o comprimento de onda da luz a
detectar.
Figura 10 - Fotodiodo num circuito
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Um fotodiodo pode operar no modo fotovoltaico, isto é, sem nenhuma
polarização. Uma vez que a tensão gerada é muito baixa, é comum o uso de um
amplificador operacional. Neste circuito, os pulsos de saída são invertidos em relação aos
pulsos de luz na entrada.
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Figura 11 - Fotodiodo atuando como fovoltaico
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
No modo fotocondutor, o fotodiodo é polarizado por um potencial de uma fonte
externa. Os dois circuitos (sem inversão e com inversão de pulso) mostram a utilização
com amplificadores operacionais. Fotodiodo deve trabalhar com polarização inversa.
2.1.2.3 DiodosSchottky
Nos díodos schottky utiliza-se em vez de material semicondutor tipo P um metal,
não haverá lacunas que possam armadilhar elétrons vindos dos outros materiais durante
a corrente direta. Diodos de junção metálica e semicondutor não são recentes. Os
primitivos rádios de galena, do início do século XX, usavam um fio metálico e um cristal
de galena (sulfeto de chumbo) para formar um diodo detector de radiofrequência.
Figura 12 - Representação Diodo Schottky
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
Diodos de metal/semicondutor (diodos schottky), são obtidos pela deposição, por
evaporação ou por meios químicos, de uma camada metálica sobre a superfície de um
semicondutor. Normalmente há uma camada de óxido na borda para evitar efeitos
12
indesejáveis do campo elétrico mais intenso nessa zona. O principal destaque do diodo
schottky é o menor tempo de recuperação, pois não há recombinação de cargas do diodo
de junção. Outra vantagem é a maior densidade de corrente, o que significa uma queda
de tensão direta menor que a do diodo comum de junção. A contrapartida é uma corrente
inversa maior, o que pode impedir o uso em alguns circuitos. São usados principalmente
em circuitos de alta frequência, de alta velocidade de comutação.
Figura 13 - Símbolo do Diodo Schottky
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.2.4 Díodos Túnel
São diodos de junção PN com elevadas concentrações de impurezas (dopagem) em
ambas as camadas. Nesta situação, a região de depleção é muito estreita, na faixa de
"algumas dezenas de átomos" de espessura.
Figura 14- Representação do Diodo Túnel
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
A proximidade das partes ativas das camadas permite o efeito túnel.
O resultado é o comportamento de resistência negativa, isto é, a corrente diminui com o
aumento da tensão, em uma parte da curva de polarização direta. A característica de
resistência negativa permite a construção de osciladores simples como o circuito da
figura. A elevada dopagem faz com que a maior parte dos portadores sejam buracos e
elétrons, que têm ação bastante rápida. Assim, pode operar em frequências elevadas.
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Os diodos túnel são pouco usados atualmente. As principais desvantagens são a baixa
potência e o custo, fatores com vantagem em outras tecnologias.
Figura 15 - Símbolo do Diodo Túnel
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.2.5 Diodo Gunn
O diodo GUNN é usado como oscilador local cobrindo as frequências de micro-
ondas de 1Ghz a mais de 100Ghz. O diodo Gunn tem uma característica bastante
particular: é construído apenas com semicondutor tipo N, ao contrário do par PN. Na
realidade, é um oscilador de micro-ondas. Denominado-se Diodo Gunn em homenagem
a J Gunn que, em 1963, descobriu o efeito de produção de micro-ondas por
semicondutores N.
Figura 16 - Representação Diodo GUNN
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
São construídos com três camadas. A camada central tem um nível de dopagem
menor. O dispositivo exibe característica de resistência negativa. O material
semicondutor pode ser arsenieto de gálio (GaAs) ou nitreto de gálio (GaN), este último
para frequências mais elevadas.
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Figura 17 –Símbolo do Dio GUNN
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.2.6 Diodo PIN
O nome é deve-se à existência de uma camada I ("intrínseca" - silício sem
dopagem) entre as camadas P e N.
Figura 18 - REpresentação Diodo PIN
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em Acesso em 01 de Agosto de 2023
Quando diretamente polarizado, buracos e elétrons são injetados na camada
intrínseca I e as cargas não se anulam de imediato, ficam ativas por um determinado
período. O efeito resulta numa carga média na camada que possibilita a condução. Na
polarização nula ou inversa, não há carga armazenada e o diodo comporta-se como um
condensador (capacitor) em paralelo com a resistência própria do conjunto. Com tensão
contínua ou de baixa frequência, o diodo PIN tem um comportamento próximo do diodo
de junção PN. Em frequências mais altas, de períodos inferiores ao tempo de duração das
cargas, a resistência apresenta uma variação característica com a corrente. Isso dá ao
componente aplicações variadas em altas frequências (atenuadores, filtros, limitadores).
15
Figura 19 - Símbolo do Diodo PIN
Disponível em :<http://www.eletronicadidatica.com.br>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.3 Corrente Alternada
A Corrente Alternada AC (alternating current), é uma corrente elétrica cujo sentido
varia de acordo com o tempo, regularmente entre dois níveis predefinidos. As formas de
ondas alternadas fornecidas por geradores disponíveis comercialmente, são:
• Senoidal
Figura 20 - Corrente Senoidal
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
• Triangular
Figura 21 - Corrente Triangular
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
• Quadrada
16
Figura 22 - Corrente Quadrática
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
O sinal da tensão AC senoidal é particularmente importante pois é encontrado na
grande maioria das aplicações. Elas podem ser geradas por diversas fontes, a mais comum
é aquela que obtemos nas tomadas residenciais, que fornecem uma tensão alternada cuja
origem é uma usina geradora. Nesse caso, um gerador CA (também denominado
alternador), é o componente mais importante no processo de conversão de energia.
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
A forma de onda de tensão em CA pode ser descrita matematicamente pela fórmula:
v(t) =V. sen (2ft + v) Equação 4
A forma de onda de corrente em CA pode ser descrita matematicamente pela
fórmula:
i(t) = I . sen (2ft + i) Equação 5
Geralmente, a tensão CA é dada quase sempre em seu valor eficaz, que é o valor
quadrático médio desse sinal elétrico (em inglês é chamado de root mean square, ou rms),
sendo escrita como Vef ou Vrms. Para uma tensão senoidal:
17
𝑉𝑟𝑚𝑠 =
𝐴
√2
Equação 6
Sendo A, a tensão de pico (Vp).
2.1.3 Corrente Contínua
A corrente contínua DC (direct current) é o fluxo ordenado de elétrons em uma
mesma direção, onde não há variação de acordo com o tempo.
Esse tipo de corrente é gerado por baterias de automóveis ou de motos (6, 12 ou
24V), pequenas baterias (geralmente de 9V), pilhas (1,2V e 1,5V), dínamos, células
solares e fontes de alimentação de várias tecnologias, que retificam a corrente alternada
para produzir corrente contínua. Normalmente é utilizada para alimentar aparelhos
eletrônicos (entre 1,2V e 24V) e os circuitos digitais de equipamento de informática
(computadores, modems, hubs etc.).
A corrente contínua pode ser de dois tipos: constantes ou pulsantes.
A corrente contínua pode ser considerada como constante quando sua intensidade
e sentido não se altera de acordo com o tempo. É geralmente encontrada em pilhas e
baterias.
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
A corrente contínua pode ser considerada pulsante quando o fluxo de elétrons no
interior do seu fio se comporta como pulsos, fazendo com que a intensidade passe por
variações no decorrer do tempo, porém o sentido permanece constante. Essa variação de
corrente é geralmente encontrada em circuitos retificadores de corrente alternada. Como
18
a corrente não muda de sentido, sua forma de onda nunca trocade sinal.
Disponível em :<http://wwweletronica-pt.com>. Acesso em 01 de Agosto de 2023
2.1.4 Aplicações do Diodo
2.1.4.1 Circuitos ceifadores
• Consistem em prevenir que a saída do circuito exceda um nível predeterminado
de tensão sem distorcer o restante do sinal de entrada.
• O excedente é “ceifado” (eliminado”)
• Usa um diodo e um resistor.
• Opcionalmente uma fonte DC
2.1.4.2 Circuitos grampeadores
• Altera o nível DC do sinal de entrada, sem alterar a forma de onda desse sinal.
• Usa um diodo, um resistor e um capacitor.
• Opcionalmente uma fonte DC.
2.1.4.3 Circuitos retificadores
• Usados para “conversão” de sinais, de AC para CC.
• Retificação ocorre:
• Em meia onda
• Em onda completa
• Usa diodos e transformadores
• Opcionalmente capacitores
19
2.1.4.4 Circuitos multiplicadores de tensão
• Multiplicam em N vezes a tensão de pico da entrada
• Operam como retificador para sinais oscilatórios.
• Capacitor anula nível DC da entrada
• Transferência de carga entre capacitores de acordo com o ciclo do sinal de entrada
Os capacitores mais afastados da fonte são paulatinamente carregados até atingir
seus respectivos valores máximos em regime permanente.
3 EXPERIÊNCIA
3.1 Materiais Utilizados:
➢ Diodo Retificador 1N4007
➢ Diodo Retificador 1N4148
3.2 Resistores:
➢ 1 Resistor: 470 Ω; 5%
➢ 1 Resistor: 820 Ω; 5%
➢ 1 Resistor: 4k7 Ω; 5%
➢ 1 Resistor: 1k Ω; 5%
3.3 Equipamentos
➢ Pront-O-Labor
➢ Softwares utilizado:
➢ Multsim versão 14.2.
➢ Multisim Live - Multisim Live Online Circuit Simulator
https://www.multisim.com/
20
3.4 Procedimento Experimental:
Montou-se o circuito 1 e conectou-se à fonte digital DC (V1) conforme a figura abaixo;
Figura 23: Fonte: O Autor > 01 de Agosto de 2023
Para o circuito acima:
Com o multímetro, mediu-se a tensão sobre o diodo, para cada valor de tensão
selecionado em V1;
Com o multímetro, mediu-se a corrente que saía do diodo, para cada valor de
tensão selecionado em V1;
3.4.1 Circuito 1:
Vcc(V) Id (mA) Vd (V)
0,2 0,00146 0,199
0,3 0,00911 0,293
0,5 0,101 0,417
1,0 0,599 0,509
1,5 1,17 0,543
2,0 1,75 0.564
3,0 2,94 0,591
5,0 5,34 0,622
10,0 11,4 0,662
21
Com os valores de tensão e corrente em mãos, plotou-se a curva característica
do diodo 1N4007.
Figura 24: Curva Característica – 1N4007.
Montou-se o circuito 2 e conectou-se à fonte digital DC (V1) conforme a
figura abaixo;
Figura 25: Fonte: O Autor > 01 de Agosto de 2023.
Para o circuito acima:
0,00146 0,00911 0,101
0,599
1,17
1,75
2,94
5,34
11,4
0
2
4
6
8
10
12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Id
(m
A
)
V
Curva Característica - 1N4007
22
Com o multímetro, mediu-se a tensão sobre o diodo, para cada valor de tensão
selecionado em V1;
Com o multímetro, mediu-se a corrente que saía do diodo, para cada valor de
tensão selecionado em V1;
3.4.2 Circuito 2:
Vcc(V) Id (mA) Vd (V)
0,2 0,000000023 0,200
0,3 0,00000109 0.299
0,5 0,00231 0,498
1,0 0,446 0,634
1,5 1,02 0,599
2,0 1,69 0,655
3,0 2,82 0,681
5,0 5,24 0,697
10,0 11,32 0,717
Com os valores de tensão e corrente em mãos, plotou-se a curva característica do diodo
1N4148.
Figura 26: Curva Característica - 1N4148
2,30E-08 1,09E-06 2,31E-03
0,446
1,02
1,69
2,82
5,24
11,32
-2
0
2
4
6
8
10
12
0 2 4 6 8 10
Id
(
m
A
)
V
Curva Característica - 1N4148
23
Tabela 1: Valores de Verificação - 1N4007
R(Ω) 4700 1000 470
Id (Ma) 1,37 6,37 13,5
Vd(V) 0,552 0,631 0,670
Tabela 2: Valores de Verificação - 1N4148
R(Ω) 4700 1000 470
Id (Ma) 1,348 6,297 13,357
Vd(V) 0,662 0,702 0,722
3.5 Resultados Obtidos:
3.5.1 Comparação entre as curvas traçadas e curvas dos datasheets.
Figura 27: Curva Caracteristica do Datasheet – Fabricante EIC - 1N4007.
24
Figura 28: Curva Característica do Datasheet – Fabricante NXP Semiconductors -
1N4148.
Ao compararmos as curvas características plotadas a partir das medições de
tensão e corrente dos diodos já estudados, com a curva presente nos datasheets dos
equipamentos, é possível observar algumas diferenças e semelhanças que podem oferecer
insights valiosos sobre o comportamento do dispositivo. Algumas questões podem ser
destacadas conforme os tópicos abaixo:
I. Tanto a curva característica medida quanto as dos datasheets exibem uma
forma geral similar. Ambas apresentam uma região de condução direta, onde a corrente
aumenta exponencialmente com a tensão, seguida por uma região de saturação onde a
corrente se estabiliza.
II. Ambas as curvas convergem em um ponto de condução direta
característico do diodo, que representa a tensão direta de limiar do dispositivo. Isso ajuda
a confirmar a consistência das medições.
25
III. As curvas dos datasheets são provavelmente derivadas de medições e
testes rigorosos realizados pelo fabricante em condições controladas. Portanto, espera-se
que as curvas dos datasheets sejam mais precisas e confiáveis em comparação com as
curvas plotadas.
IV. Foi observado que a reta (A) não está presente nos datasheets analisados,
sendo representada apenas a reta (B) nas curvas características. Isso se deve
principalmente ao fato de que as correntes são insignificantes antes das tensões de barreira
dos diodos.
3.5.2 Valores de Verificação das Curvas Características – 1N4007 e 1N4148.
A partir dos resultados derivados das avaliações de valores (conforme Tabelas
1 e 2), é evidente que, quando a voltagem sobre o diodo não excede um limiar, associado
ao potencial da barreira VB (referente ao circuito que incorpora um resistor de 4k7Ω), a
corrente fluindo pelo diodo permanece ínfima. Essa circunstância é notória nos dois
cenários em questão, onde Id < 6mA para Vd < 0,7V. Ao diminuirmos a resistência em
série com o diodo, percebemos um acréscimo gradual na voltagem Vd, ainda que em uma
escala modesta, até alcançar o valor VB projetado, em VD = 0,7V. A partir desse ponto,
a corrente através do diodo pode aumentar substancialmente sem provocar um incremento
considerável na queda de tensão através do diodo, claro mantendo os limites de corrente
média de funcionamento previstos nos datasheets. Isso é corroborado pela análise do
circuito com um resistor de 470Ω, onde a tensão sobre o diodo se mantém nominalmente
próxima a 0,7V, enquanto a corrente do circuito praticamente dobra. Esse fenômeno é
discernível nas representações gráficas, mas se torna mais esclarecedor ao considerarmos
a curva de um diodo ideal, na qual a tensão Vd se mantém próxima a VB, e a corrente
cresce de maneira quase linear.
3.5.3 Determinação do Ângulo de Inclinação da Reta (A).
Utilizando o modelo simplificado de diodos mencionado no livro
"Microeletrônica" de SEDRA/SMITH, adotamos uma abordagem que se baseia na
26
relação linear. Essa abordagem visa simplificar a análise da curva característica do diodo.
Na figura 29, observa-se que a curva exponencial é aproximada por duas retas distintas.
A reta (A) possui uma inclinação de zero, enquanto a reta (B) apresenta uma inclinação
equivalente a 1/rD.
.
Figura 29: Disponível em :<SEDRA/SMITH – Microeletrônica 5a Ed>. Acesso em 01 de Agosto de
2023
3.5.4 Questões Discursivas.
Explique o que é um material intrínseco?
Um material intrínseco é um tipo de semicondutor que exibe características
naturais de condução elétrica devido à sua estrutura atômica, em contraste com os
semicondutores dopados (extrínsecos), que contêm impurezas adicionadas
intencionalmente. Esses materiais possuem uma banda de valência completa de elétrons
e uma banda de condução vazia em seu estado não excitado. A aplicação de energia, como
luz ou calor, permite que elétrons ganhem energia e se movam para a banda de condução,
gerando lacunasde elétrons na banda de valência. Isso resulta na formação de portadores
de carga, possibilitando a condução elétrica. Apesar de terem uma presença limitada em
aplicações práticas, os materiais intrínsecos são essenciais para compreender os
princípios subjacentes dos semicondutores.
27
O que e como se dá o processo de Dopagem? Explique um processo.
A dopagem é um processo fundamental na fabricação de semicondutores, no
qual são introduzidas impurezas controladas em um material semicondutor para modificar
suas propriedades elétricas de maneira desejada. Isso é feito deliberadamente para criar
semicondutores com características específicas para aplicações em dispositivos
eletrônicos, como transistores e diodos. Existem dois tipos principais de dopagem: a
dopagem tipo N e a dopagem tipo P.
Dopagem tipo P: Nesse caso, o material semicondutor intrínseco é dopado
com átomos de impurezas trivalentes, como o boro. Esses átomos têm apenas três elétrons
na camada de valência, criando um "aceitador" de elétrons. Isso cria uma deficiência de
elétrons, ou seja, uma lacuna na estrutura cristalina, aumentando a concentração de
portadores de carga positiva (lacunas). Isso torna o material tipo P mais condutivo para
cargas positivas.
Explique como se dá, internamente através do comportamento dos portadores
minoritários e majoritários (elétrons livres e lacunas), os três tipos de polarização
de um diodo.
A operação de um diodo, um componente eletrônico crucial, é profundamente
influenciada pelo movimento dos portadores majoritários (elétrons e lacunas em maior
quantidade) e minoritários (elétrons livres e lacunas) no material semicondutor. A
polarização, que se refere à direção da tensão aplicada, desempenha um papel
fundamental nesse comportamento.
Polarização Direta: Quando um diodo é polarizado diretamente, a região
tipo N (com excesso de elétrons) está conectada ao terminal positivo da fonte de tensão,
enquanto a região tipo P (com excesso de lacunas) está conectada ao terminal negativo.
Isso resulta em um impulso para os elétrons na região N migrarem em direção à região P,
preenchendo as lacunas. Essa migração causa a recombinação dos elétrons com as
lacunas, liberando energia na forma de luz. Esse processo leva a um fluxo de corrente
elétrica, tornando o diodo condutor na polarização direta.
28
Polarização Reversa: Na polarização reversa, o terminal positivo da fonte
de tensão é ligado à região tipo N e o terminal negativo à região tipo P. Isso cria um
campo elétrico que afasta os elétrons da região P e as lacunas da região N. Como
resultado, a região sem portadores de carga, chamada de região de depleção, aumenta.
Com poucos portadores disponíveis, a corrente é quase nula, e o diodo se comporta como
um isolante na polarização reversa.
Polarização de Ruptura (ou Zener): Quando a tensão reversa aplicada
atinge um certo limite, conhecido como tensão de ruptura, ocorre a polarização de ruptura.
Nesse ponto, os elétrons ganham energia suficiente para romper as ligações atômicas,
criando pares elétron-lacuna. Esses pares podem desencadear um efeito cascata,
resultando em uma corrente reversa considerável. Diodos Zener são configurados para
operar nesse modo, permitindo o controle da tensão reversa e sendo usados para
regulagem precisa de tensão.
Como se dá a nomenclatura de um diodo? O que quer dizer 1N e 40/41?
A nomenclatura de um diodo segue um padrão que ajuda a identificar suas
características e especificações. Embora possa variar um pouco entre diferentes
fabricantes, a estrutura geral é consistente.
Prefixo: Geralmente, a nomenclatura começa com um prefixo que indica o
tipo de dispositivo. Por exemplo, "1N" é um prefixo comum usado para diodos
retificadores.
Série ou Família: Em seguida, vem um número ou série que identifica uma
categoria ou família específica de diodos. Isso agrupa diodos com características
semelhantes. Por exemplo, "1N400x" é uma série de diodos retificadores de uso geral.
Código Identificador: O código identificador é um número ou letra que indica
características específicas do diodo, como sua capacidade de corrente, tensão reversa
máxima, encapsulamento etc. Esse código varia conforme o fabricante e a série do diodo.
Sufixo Opcional: Alguns diodos podem ter um sufixo que fornece
informações adicionais sobre o dispositivo, como sua velocidade de comutação ou
temperatura de operação. Esse sufixo não é tão comum quanto os elementos anteriores.
29
O "40" e o "41" são exemplos de nomenclatura usada para diodos da família
"1N40xx" e "1N41xx". Aqui, o "1N" é o prefixo genérico para diodos, o "40" ou "41"
representa uma série de diodos específica e os "xx" indicam que podem ser quaisquer
outros números ou letras que caracterizem o diodo.
3.6 Discursão sobre resultados:
Foi viável visualizar os padrões das curvas de acordo com as expectativas
delineadas no guia no contexto das simulações virtuais. Contudo, foi requerido um
entendimento mais detalhado para assimilar o funcionamento intrínseco dos diodos
retificadores.
Inicialmente, nos deparamos com um desafio concernente à acessibilidade dos
diodos retificadores no software de simulação Multisim 14.2, especificamente o modelo
identificado como 1N4148. Diante dessa situação, optamos por recorrer ao Multisim
Live, uma plataforma online pertencente à mesma família de software. Essa alternativa
ofereceu uma base de dados mais abrangente em comparação com a versão 14.2 do
Multisim, possibilitando uma gama mais ampla de dispositivos disponíveis.
Ao compararmos os resultados obtidos no ambiente virtual com os valores
esperados com base nas teorias subjacentes, conseguimos confirmar o correto
funcionamento do diodo retificador em sua polarização direta. Isso incluiu a confirmação
do limiar de ativação, que ocorre aproximadamente a 0,7V, bem como a observação do
crescimento exponencial nas curvas traçadas. Essa tendência foi comparável à curva de
um componente ideal, que apresentaria um crescimento linear evidente.
30
4 CONCLUSÃO
Neste trabalho, exploramos em profundidade o diodo retificador e sua curva
característica, revelando a importância crucial desse componente na eletrônica e na
engenharia elétrica. Ao converter corrente alternada em corrente contínua, o diodo
retificador desempenha um papel fundamental no funcionamento eficiente de uma ampla
gama de dispositivos eletrônicos e sistemas de potência.
A análise minuciosa da curva característica nos permitiu compreender como a
relação entre tensão e corrente se manifesta em diferentes regimes de operação, desde a
condução direta até o bloqueio reverso. Exploramos conceitos-chave, como a tensão
direta de limiar, a resistência direta e a tensão de ruptura, que desempenham papéis
fundamentais na determinação do comportamento do diodo retificador.
A comparação entre a curva característica obtida experimentalmente e aquela
apresentada nos datasheets ressaltou a importância da precisão das medições e das
condições controladas nos testes de dispositivos eletrônicos. Identificamos as
discrepâncias entre as curvas como oportunidades de aprendizado, fornecendo insights
sobre os desafios inerentes às medições reais e à caracterização de componentes.
31
REFERÊNCIAS
NEWTON, BRAGA. Aprenda a usar o NI Multsim. Editora Saber
Robert L. Boylestad, Introdução aos Circuitos Elétricos, 8º ed, 1998.
Sedra. Adel S./Smith, Kenneth C., Microeletrônica, 5º ed, 2007.
Charles K. Alexander, Matthew N. O. Sadiku, Fundamentos de circuitos elétricos. 5º ed.
Porto alegre: AMGH, 2013
Robert L. Boylestad, Introdução à Análise de Circuitos. 12º ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012
ABNT 14724
32ANEXOS
1N4001 - 1N4007 SILICON RECTIFIER DIODES
BY133
PRV : 50 - 1300 Volts
Io : 1.0 Ampere
FEATURES :
* High current capability
* High surge current capability
* High reliability
* Low reverse current
* Low forward voltage drop
MECHANICAL DATA :
* Case : DO-41 Molded plastic
* Epoxy : UL94V-O rate flame retardant
* Lead : Axial lead solderable per MIL-STD-202,
Method 208 guaranteed
* Polarity : Color band denotes cathode end
* Mounting position : Any
* Weight : 0.34 gram
MAXIMUM RATINGS AND ELECTRICAL CHARACTERISTICS
Rating at 25 °C ambient temperature unless otherwise specified.
Single phase, half wave, 60 Hz, resistive or inductive load.
For capacitive load, derate current by 20%.
DO - 41
Dimensions in inches and ( millimeters )
1.00 (25.4)
MIN.
0.107 (2.7)
0.080 (2.0)
0.205 (5.2)
0.166 (4.2)
1.00 (25.4)
MIN.0.034 (0.86)
0.028 (0.71)
SYMBOL 1N4001 1N4002 1N4003 1N4004 1N4005 1N4006 1N4007 BY133 UNIT
Maximum Repetitive Peak Reverse Voltage VRRM 50 100 200 400 600 800 1000 1300 V
Maximum RMS Voltage VRMS 35 70 140 280 420 560 700 1000 V
Maximum DC Blocking Voltage VDC 50 100 200 400 600 800 1000 1300 V
Maximum Average Forward Current
0.375"(9.5mm) Lead Length Ta = 75 °C
Maximum Peak Forward Surge Current
8.3ms Single half sine wave Superimposed
on rated load (JEDEC Method)
Maximum Forward Voltage at IF = 1.0 Amp. VF 1.1 V
Maximum DC Reverse Current Ta = 25 °C IR 5.0 µA
at rated DC Blocking Voltage Ta = 100 °C IR(H) 50 µA
Typical Reverse Revcovery Time
(IF = 0.5 A, IR = 1.0 A, Irr = 0.25 A.)
Typical Junction Capacitance (Note1) CJ 15 pF
Typical Thermal Resistance (Note2) RθJA 26 °C/W
Junction Temperature Range TJ - 65 to + 175 °C
Storage Temperature Range TSTG - 65 to + 175 °C
Notes : (1) Measured at 1.0 MHz and applied reverse voltage of 4.0VDC
(2) Thermal resistance from Junction to Ambient at 0.375" (9.5mm) Lead Lengths, P.C. Board Mounted.
Page 1 of 2 Rev. 05 : March 25, 2005
Trr 2.0 µs
IFSM 30 A
RATING
IF(AV) 1.0 A
* Pb / RoHS Free
RATING AND CHARACTERISTIC CURVES ( 1N4001 - BY133 )
FIG.1 - DERATING CURVE FOR OUTPUT FIG.2 - MAXIMUM NON-REPETITIVE PEAK
RECTIFIED CURRENT FORWARD SURGE CURRENT
0 25 50 75 100 125 150 175 1 2 4 6 10 20 40 60 100
AMBIENT TEMPERATURE, ( °C) NUMBER OF CYCLES AT 60Hz
FIG.3 - TYPICAL FORWARD CHARACTERISTICS FIG.4 - TYPICAL REVERSE CHARACTERISTICS
0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0
FORWARD VOLTAGE, VOLTS
Page 2 of 2 Rev. 05 : March 25, 2005
0.8
0.6
0.4
0.2
1.0
10
1.0
40
0
50
0
30
20
10
1.0
80
0.1
0.01
10
0.1
100 1400 20 40 60 120
PERCENT OF RATED REVERSE
VOLTAGE, (%)
P
E
A
K
F
O
R
W
A
R
D
S
U
R
G
E
C
U
R
R
E
N
T
,
A
M
P
E
R
E
S
A
V
E
R
A
G
E
F
O
R
W
A
R
D
O
U
T
P
U
T
C
U
R
R
E
N
T
, A
M
P
E
R
E
S
F
O
R
W
A
R
D
C
U
R
R
E
N
T
,
A
M
P
E
R
E
S
R
E
V
E
R
S
E
C
U
R
R
E
N
T
, M
IC
R
O
A
M
P
E
R
E
S
Ta = 25 °C
Ta = 100 °C
TJ = 25 °C
Ta = 25 °C
Pulse Width = 300 µs
2% Duty Cycle
0.01
ASS3
DATA SHEET
Product specification
Supersedes data of 1996 Sep 03
1999 May 25
DISCRETE SEMICONDUCTORS
1N4148; 1N4448
High-speed diodes
M3D176
1999 May 25 2
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
FEATURES
• Hermetically sealed leaded glass
SOD27 (DO-35) package
• High switching speed: max. 4 ns
• General application
• Continuous reverse voltage:
max. 75 V
• Repetitive peak reverse voltage:
max. 75 V
• Repetitive peak forward current:
max. 450 mA.
APPLICATIONS
• High-speed switching.
DESCRIPTION
The 1N4148 and 1N4448 are high-speed switching diodes fabricated in planar
technology, and encapsulated in hermetically sealed leaded glass SOD27
(DO-35) packages.
Fig.1 Simplified outline (SOD27; DO-35) and symbol.
The diodes are type branded.
handbook, halfpage
MAM246
k a
LIMITING VALUES
In accordance with the Absolute Maximum Rating System (IEC 134).
Note
1. Device mounted on an FR4 printed circuit-board; lead length 10 mm.
SYMBOL PARAMETER CONDITIONS MIN. MAX. UNIT
VRRM repetitive peak reverse voltage − 75 V
VR continuous reverse voltage − 75 V
IF continuous forward current see Fig.2; note 1 − 200 mA
IFRM repetitive peak forward current − 450 mA
IFSM non-repetitive peak forward current square wave; Tj = 25 °C prior to
surge; see Fig.4
t = 1 µs − 4 A
t = 1 ms − 1 A
t = 1 s − 0.5 A
Ptot total power dissipation Tamb = 25 °C; note 1 − 500 mW
Tstg storage temperature −65 +200 °C
Tj junction temperature − 200 °C
1999 May 25 3
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
ELECTRICAL CHARACTERISTICS
Tj = 25 °C unless otherwise specified.
THERMAL CHARACTERISTICS
Note
1. Device mounted on a printed circuit-board without metallization pad.
SYMBOL PARAMETER CONDITIONS MIN. MAX. UNIT
VF forward voltage see Fig.3
1N4148 IF = 10 mA − 1 V
1N4448 IF = 5 mA 0.62 0.72 V
IF = 100 mA − 1 V
IR reverse current VR = 20 V; see Fig.5 25 nA
VR = 20 V; Tj = 150 °C; see Fig.5 − 50 µA
IR reverse current; 1N4448 VR = 20 V; Tj = 100 °C; see Fig.5 − 3 µA
Cd diode capacitance f = 1 MHz; VR = 0; see Fig.6 4 pF
trr reverse recovery time when switched from IF = 10 mA to
IR = 60 mA; RL = 100 Ω;
measured at IR = 1 mA; see Fig.7
4 ns
Vfr forward recovery voltage when switched from IF = 50 mA;
tr = 20 ns; see Fig.8
− 2.5 V
SYMBOL PARAMETER CONDITIONS VALUE UNIT
Rth j-tp thermal resistance from junction to tie-point lead length 10 mm 240 K/W
Rth j-a thermal resistance from junction to ambient lead length 10 mm; note 1 350 K/W
1999 May 25 4
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
GRAPHICAL DATA
Fig.2 Maximum permissible continuous forward
current as a function of ambient
temperature.
handbook, halfpage
0 100 200
300
200
0
100
MBG451
Tamb (
oC)
IF
(mA)
Device mounted on an FR4 printed-circuit board; lead length 10 mm.
Fig.3 Forward current as a function of forward
voltage.
handbook, halfpage
0 1 2
600
0
200
400
MBG464
VF (V)
IF
(mA)
(1) (2) (3)
(1) Tj = 175 °C; typical values.
(2) Tj = 25 °C; typical values.
(3) Tj = 25 °C; maximum values.
Fig.4 Maximum permissible non-repetitive peak forward current as a function of pulse duration.
Based on square wave currents.
Tj = 25 °C prior to surge.
handbook, full pagewidth
MBG704
10 tp (µs)
1
IFSM
(A)
102
10−1
104102 103
10
1
1999 May 25 5
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
Fig.5 Reverse current as a function of junction
temperature.
(1) VR = 75 V; typical values.
(2) VR = 20 V; typical values.
handbook, halfpage
0 100
Tj (
oC)
200
103
102
10−1
10−2
10
(1)
1
IR
(µA)
MGD290
(2)
Fig.6 Diode capacitance as a function of reverse
voltage; typical values.
f = 1 MHz; Tj = 25 °C.
handbook, halfpage
0 10 20
1.2
1.0
0.6
0.4
0.8
MGD004
VR (V)
Cd
(pF)
1999 May 25 6
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
Fig.7 Reverse recovery voltage test circuit and waveforms.
handbook, full pagewidth
t rr
(1)
I F
t
output signal
t r
t
t p
10%
90%
VR
input signal
V = V I x RR F S
R = 50S Ω
IF
D.U.T.
R = 50i Ω
SAMPLING
OSCILLOSCOPE
MGA881
(1) IR = 1 mA.
Fig.8 Forward recovery voltage test circuit and waveforms.
t r
t
t p
10%
90%
I
input
signal
R = 50S Ω
I
R = 50i Ω
OSCILLOSCOPE
Ω1 k Ω450
D.U.T.
MGA882
Vfr
t
output
signal
V
1999 May 25 7
Philips Semiconductors Product specification
High-speed diodes 1N4148; 1N4448
PACKAGE OUTLINE
DEFINITIONS
LIFE SUPPORT APPLICATIONS
These products are not designed for use in life support appliances, devices, or systems where malfunctionof these
products can reasonably be expected to result in personal injury. Philips customers using or selling these products for
use in such applications do so at their own risk and agree to fully indemnify Philips for any damages resulting from such
improper use or sale.
Data Sheet Status
Objective specification This data sheet contains target or goal specifications for product development.
Preliminary specification This data sheet contains preliminary data; supplementary data may be published later.
Product specification This data sheet contains final product specifications.
Limiting values
Limiting values given are in accordance with the Absolute Maximum Rating System (IEC 134). Stress above one or
more of the limiting values may cause permanent damage to the device. These are stress ratings only and operation
of the device at these or at any other conditions above those given in the Characteristics sections of the specification
is not implied. Exposure to limiting values for extended periods may affect device reliability.
Application information
Where application information is given, it is advisory and does not form part of the specification.
REFERENCESOUTLINE
VERSION
EUROPEAN
PROJECTION ISSUE DATE IEC JEDEC EIAJ
Note
1. The marking band indicates the cathode.
SOD27 DO-35A24 SC-40 97-06-09
Hermetically sealed glass package; axial leaded; 2 leads SOD27
UNIT b
max.
mm 0.56
D
max.
G1
max.
25.44.251.85
L
min.
DIMENSIONS (mm are the original dimensions)
G1LD L
b
(1)
0 1 2 mm
scale
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without notice. No liability will be accepted by the publisher for any consequence of its use. Publication thereof does not convey nor imply any license
under patent- or other industrial or intellectual property rights.
Internet: http://www.semiconductors.philips.com
1999 65
Philips Semiconductors – a worldwide company
Netherlands: Postbus 90050, 5600 PB EINDHOVEN, Bldg. VB,
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New Zealand: 2 Wagener Place, C.P.O. Box 1041, AUCKLAND,
Tel. +64 9 849 4160, Fax. +64 9 849 7811
Norway: Box 1, Manglerud 0612, OSLO,
Tel. +47 22 74 8000, Fax. +47 22 74 8341
Pakistan: see Singapore
Philippines: Philips Semiconductors Philippines Inc.,
106 Valero St. Salcedo Village, P.O. Box 2108 MCC, MAKATI,
Metro MANILA, Tel. +63 2 816 6380, Fax. +63 2 817 3474
Poland: Ul. Lukiska 10, PL 04-123 WARSZAWA,
Tel. +48 22 612 2831, Fax. +48 22 612 2327
Portugal: see Spain
Romania: see Italy
Russia: Philips Russia, Ul. Usatcheva 35A, 119048 MOSCOW,
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Singapore: Lorong 1, Toa Payoh, SINGAPORE 319762,
Tel. +65 350 2538, Fax. +65 251 6500
Slovakia: see Austria
Slovenia: see Italy
South Africa: S.A. PHILIPS Pty Ltd., 195-215 Main Road Martindale,
2092 JOHANNESBURG, P.O. Box 58088 Newville 2114,
Tel. +27 11 471 5401, Fax. +27 11 471 5398
South America: Al. Vicente Pinzon, 173, 6th floor,
04547-130 SÃO PAULO, SP, Brazil,
Tel. +55 11 821 2333, Fax. +55 11 821 2382
Spain: Balmes 22, 08007 BARCELONA,
Tel. +34 93 301 6312, Fax. +34 93 301 4107
Sweden: Kottbygatan 7, Akalla, S-16485 STOCKHOLM,
Tel. +46 8 5985 2000, Fax. +46 8 5985 2745
Switzerland: Allmendstrasse 140, CH-8027 ZÜRICH,
Tel. +41 1 488 2741 Fax. +41 1 488 3263
Taiwan: Philips Semiconductors, 6F, No. 96, Chien Kuo N. Rd., Sec. 1,
TAIPEI, Taiwan Tel. +886 2 2134 2886, Fax. +886 2 2134 2874
Thailand: PHILIPS ELECTRONICS (THAILAND) Ltd.,
209/2 Sanpavuth-Bangna Road Prakanong, BANGKOK 10260,
Tel. +66 2 745 4090, Fax. +66 2 398 0793
Turkey: Yukari Dudullu, Org. San. Blg., 2.Cad. Nr. 28 81260 Umraniye,
ISTANBUL, Tel. +90 216 522 1500, Fax. +90 216 522 1813
Ukraine : PHILIPS UKRAINE, 4 Patrice Lumumba str., Building B, Floor 7,
252042 KIEV, Tel. +380 44 264 2776, Fax. +380 44 268 0461
United Kingdom: Philips Semiconductors Ltd., 276 Bath Road, Hayes,
MIDDLESEX UB3 5BX, Tel. +44 181 730 5000, Fax. +44 181 754 8421
United States: 811 East Arques Avenue, SUNNYVALE, CA 94088-3409,
Tel. +1 800 234 7381, Fax. +1 800 943 0087
Uruguay: see South America
Vietnam: see Singapore
Yugoslavia: PHILIPS, Trg N. Pasica 5/v, 11000 BEOGRAD,
Tel. +381 11 62 5344, Fax.+381 11 63 5777
For all other countries apply to: Philips Semiconductors,
International Marketing & Sales Communications, Building BE-p, P.O. Box 218,
5600 MD EINDHOVEN, The Netherlands, Fax. +31 40 27 24825
Argentina: see South America
Australia: 34 Waterloo Road, NORTH RYDE, NSW 2113,
Tel. +61 2 9805 4455, Fax. +61 2 9805 4466
Austria: Computerstr. 6, A-1101 WIEN, P.O. Box 213,
Tel. +43 1 60 101 1248, Fax. +43 1 60 101 1210
Belarus: Hotel Minsk Business Center, Bld. 3, r. 1211, Volodarski Str. 6,
220050 MINSK, Tel. +375 172 20 0733, Fax. +375 172 20 0773
Belgium: see The Netherlands
Brazil: see South America
Bulgaria: Philips Bulgaria Ltd., Energoproject, 15th floor,
51 James Bourchier Blvd., 1407 SOFIA,
Tel. +359 2 68 9211, Fax. +359 2 68 9102
Canada: PHILIPS SEMICONDUCTORS/COMPONENTS,
Tel. +1 800 234 7381, Fax. +1 800 943 0087
China/Hong Kong: 501 Hong Kong Industrial Technology Centre,
72 Tat Chee Avenue, Kowloon Tong, HONG KONG,
Tel. +852 2319 7888, Fax. +852 2319 7700
Colombia: see South America
Czech Republic: see Austria
Denmark: Sydhavnsgade 23, 1780 COPENHAGEN V,
Tel. +45 33 29 3333, Fax. +45 33 29 3905
Finland: Sinikalliontie 3, FIN-02630 ESPOO,
Tel. +358 9 615 800, Fax. +358 9 6158 0920
France: 51 Rue Carnot, BP317, 92156 SURESNES Cedex,
Tel. +33 1 4099 6161, Fax. +33 1 4099 6427
Germany: Hammerbrookstraße 69, D-20097 HAMBURG,
Tel. +49 40 2353 60, Fax. +49 40 2353 6300
Hungary: see Austria
India: Philips INDIA Ltd, Band Box Building, 2nd floor,
254-D, Dr. Annie Besant Road, Worli, MUMBAI 400 025,
Tel. +91 22 493 8541, Fax. +91 22 493 0966
Indonesia: PT Philips Development Corporation, Semiconductors Division,
Gedung Philips, Jl. Buncit Raya Kav.99-100, JAKARTA 12510,
Tel. +62 21 794 0040 ext. 2501, Fax. +62 21 794 0080
Ireland: Newstead, Clonskeagh, DUBLIN 14,
Tel. +353 1 7640 000, Fax. +353 1 7640 200
Israel: RAPAC Electronics, 7 Kehilat Saloniki St, PO Box 18053,
TEL AVIV 61180, Tel. +972 3 645 0444, Fax. +972 3 649 1007
Italy: PHILIPS SEMICONDUCTORS, Piazza IV Novembre 3,
20124 MILANO, Tel. +39 02 67 52 2531, Fax. +39 02 67 52 2557
Japan: Philips Bldg 13-37, Kohnan 2-chome, Minato-ku,
TOKYO 108-8507, Tel. +81 3 3740 5130, Fax. +81 3 3740 5057
Korea: Philips House, 260-199 Itaewon-dong, Yongsan-ku, SEOUL,
Tel. +82 2 709 1412, Fax. +82 2 709 1415
Malaysia: No. 76 Jalan Universiti, 46200 PETALING JAYA, SELANGOR,
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Mexico: 5900 Gateway East, Suite 200, EL PASO, TEXAS 79905,
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Middle East: see Italy
Printed in The Netherlands 115002/03/pp8 Date of release: 1999 May 25 Document order number: 9397 750 05892
FEATURES
DESCRIPTION
APPLICATIONS
LIMITING VALUES
ELECTRICAL CHARACTERISTICS
THERMAL CHARACTERISTICS
GRAPHICAL DATA
PACKAGE OUTLINE
SOD27
DEFINITIONS
LIFE SUPPORT APPLICATIONS