Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

NR–13 VASOS DE PRESSÃO
Portaria Nº 915, 30 de julho de 2019
COMPRESSOR DE AR COMPRIMIDO
1
2
OBJETIVO
O objetivo desse treinamento é buscar as melhores 
práticas na operação para os Compressores de Ar 
utilizados pelos colaboradores da Unesul. 
Definindo regras claras para seu uso e informando 
os riscos buscando uma ação prevencionista.
3
COMPRESSOR 
 São máquinas destinadas a elevar a pressão de 
um certo volume de ar, admitido nas condições 
atmosféricas, até uma determinada pressão, 
exigida na execução dos trabalhos realizados pelo 
ar comprimido.
4
 Na mecânica, no centro automotivo, nos 
postos de combustível, na pintura residencial e 
predial, no dentista, na indústria e até mesmo 
em sua casa? Sim, os compressores de ar estão 
em nosso dia a dia através dos diversos setores 
e são essenciais para nossa vida! 
Onde o compressor de ar é utilizado?
5
6
Compressor: é um equipamento industrial 
concebido para aumentar a pressão de um fluido em 
estado gasoso (ar, vapor de água, hidrogênio, etc).
O tipo de compressor a ser empregado é função da 
pressão de trabalho e volume. Basicamente, 
existem dois processos de compressão de ar 
utilizados em compressores:
•Processo de redução de volume -compressores 
volumétricos;
•Processo de aceleração de massa (fluxo) -
compressores dinâmicos.
COMPRESSOR 
7
Ar comprimido
8
Ar comprimido
 A compressão de ar em um reservatório ou 
tubulação é função dos compressores de ar. Este 
tipo de máquina deve ser selecionada de acordo 
com a exigência do equipamento que utiliza o ar 
comprimido produzido, pois este pode conter uma 
série de impurezas tais como, poeira, poeira, 
ferrugem, partículas sólidas, água ou mesmo óleo.
 Por exemplo: ar em ambientes cirúrgico e 
odontológico deve ser limpo; ar para setor de pintura 
deve ser seco, sem óleo e limpo; ar para máquinas que 
utilizam acionamentos pneumáticos isentos de sólidos e 
umidade.
9
Ar comprimido
As vantagens do uso do ar comprimido
• Utilização universal: para utilização nos mais variados setores 
de fábricas, na usinagem, montagem, pintura ou mesmo em 
máquinas;
• Ecológica: limpa pois utiliza o próprio ar como energia;
• Segurança: o ar não combustível, portanto sem risco de 
incêndio;
• Não sofre influência da temperatura: gerado independente da 
temperatura ambiente;
• Armazenável: com os pulmões de ar pequenas e grandes 
quantidades estão rapidamente disponíveis;
• Reação rápida: rápida inversão liga/desliga;
• Ajuste contínuo: pequenos ajustes na pressão do ar;
• Sem retorno: instalação em sentido único ou mesmo em 
método circular.
10
Ar comprimido
As desvantagens do uso do ar comprimido
• Limitação de pressão: economicamente viável até 
aproximadamente 6 bar;
• Manutenção: a necessidade de remoção constante de água 
condensada e impurezas presentes no sistema de ar 
comprimido;
• Vazamentos: vazamentos do sistema de ar comprimido tem 
altos custos para a empresa;
• Ruído: pelo trabalho constante do motor do compressor e das 
válvulas de alívio de ar. É necessário um isolamento acústico 
para estas partes;
• Custo da energia: a produção do ar comprimido é superior ao 
da energia elétrica.
11
Propriedade Física do Ar
 Compressibilidade
O ar permite reduzir o seu volume quando 
sujeito à ação de uma força exterior.
12
 Elasticidade
Propriedade que possibilita ao ar voltar ao 
seu volume inicial uma vez extinto o efeito 
(força) responsável pela redução do volume.
Propriedade Física do Ar
13
 Difusibilidade
Propriedade do ar que lhe permite misturar-se 
homogeneamente com qualquer meio gasoso 
que não esteja saturado.
Propriedade Física do Ar
14
Propriedade Física do Ar
 Expansibilidade
Propriedade do ar que lhe possibilita ocupar 
totalmente o volume de qualquer recipiente, 
adquirindo o seu formato.
15
Peso do Ar
Como toda matéria concreta, o ar tem peso.
 Experiência 1: dois balões idênticos, 
hermeticamente fechados, contendo ar com a 
mesma pressão e temperatura.
16
Peso do Ar
 De um dos balões, retira-se o ar através 
de uma bomba de vácuo.
17
Peso do Ar
 Um litro de ar, a 0°C e ao nível do mar, pesa 
1,293 x 10-3 kgf.
18
Peso do Ar
O Ar Quente é Mais 
Leve que o Ar Frio
19
Pressão Atmosférica
 Sabemos que o ar tem peso, portanto, 
vivemos sob esse peso.
20
Pressão Atmosférica
 A pressão atmosférica varia proporcionalmente 
à altitude considerada. Esta variação pode ser 
notada.
21
Pressão Atmosférica
 Variação da pressão atmosférica com relação a 
altitude.
22
Medição da Pressão Atmosférica
 Torricelli, o inventor do 
barômetro, mostrou que a 
pressão atmosférica pode ser 
medida por uma coluna de 
mercúrio. 
 Enchendo-se um tubo com 
mercúrio e invertendo-o em 
uma cuba cheia com mercúrio, 
ele descobriu que a atmosfera 
padrão, ao nível do mar, 
suporta uma coluna de mercúrio 
de 760 mm de altura.
23
Medição da Pressão Atmosférica
No S.I. 
F - Newton (Força)
P - Newton/m2 (Pressão)
A - m2 (Área)
No MKS 
F - kgf (Força)
P - kgf/cm2 (Pressão)
A - cm2 (Área)
Temos que: 1 kgf = 9,8 N
24
Ar comprimido
Instalações
 Apesar de ser responsável ativo na produção de 
uma empresa, nem sempre estas instalações do ar 
comprimido recebem os cuidados necessários e à 
partir deste ponto passam a ser uma fonte de 
desperdícios.
 Um sistema de ar comprimido projetado 
corretamente proporcionará, além da minimização 
do custo da energia produzida, um trabalho mais 
eficiente das máquinas e equipamentos a ele 
ligados.
25
Instalações – Redes de distribuição de ar comprimido
As redes de distribuição de ar podem ser construídas de 
formas distintas, dependendo da empresa, existindo 
basicamente três variações: 
• Sistema fechado ou anel: 
permite que o ar 
comprimido seja fornecido 
em dois acessos, 
minimizando a queda de 
pressão quando o 
consumo do ar aumentar 
repentinamente. Facilita 
ainda a produção, pois em 
caso de manutenções o ar 
continua sendo fornecido 
por pelo menos um 
sentido de fornecimento.
Ar comprimido
26
• Sistemas em aberto ou em linha: o fornecimento do ar 
comprimido se dá somente por uma das extremidades. Este 
método prioriza os equipamentos que estão ligados no ponto 
mais próximo ao compressor e eventualmente em um pico de 
utilização de ar, pode diminuir consideravelmente o 
fornecimento de ar para a extremidade final.
• Sistema combinado (fechado e em linha): outra alternativa é a 
mistura dos dois sistemas anteriores, como por exemplo uma 
aplicação da construção da fábrica que não foi abrangida pelo 
sistema fechado instalado.
Instalações – Redes de distribuição de ar comprimido
Ar comprimido
27
Esquema operacional de um sistema de ar comprimido
Ar comprimido
28
Ar comprimido
Instalações – Acessórios
• Filtros: para eliminação das partículas que 
contaminam o ar comprimido (poeiras, umidade 
e óleo);
• Filtro coalescente: objetiva a retirada do óleo 
contido no ar comprimido. A coalescência se 
baseia na coleta de partículas em suspensão nos 
gases, por intermédio da coesão entre elas, 
formando macro partículas que são mais fáceis 
de se captar;
• Manômetros ou reguladores de pressão: vários 
trabalhos são realizados a uma pressão menor 
que a da linha de ar comprimido. Para isso se 
usam os manômetros para ajustar a pressão a 
um nível ideal.
29
Ar comprimido
Instalações – Acessórios
• Lubrificadores: quando se usa o ar 
para acionar motores, cilindros, 
válvulas e outros é necessário instalar 
um lubrificador. Os lubrificantes 
reduzem o atrito, basicamente 
consiste em um depósito de óleo 
projetado de maneira que, quando o 
ar circula por ele, uma quantidade de 
óleo é vaporizada. O óleo conduzido 
pela corrente de ar lubrifica as partes 
móveis do equipamento alimentado.
30
Ar comprimido
Instalações – Acessórios
• Purgadores: eliminador 
automático da água que 
se acumula nas diferentes 
partes da instalação de ar 
comprimido. O tipo de 
eliminador de boiaabre-se 
de forma automática para 
descarregar a água, 
fechando-se logo após a 
sua eliminação.
31
Ar comprimido
Instalações – Acessórios
• Mangueiras: ferramentas pneumáticas e outros 
dispositivos acionados a ar comprimido são em 
geral ligados à rede de ar através de mangueiras. 
Essas mangueiras devem ser leves, flexíveis, 
suportar a pressão do ar e resistir as intempéries. É 
formada por uma camada externa de borracha, 
uma camada intermediária de lona e uma camada 
interna bastante lisa afim de apresentar a mínima 
resistência possível para o ar. Mangueiras de 1” ou 
mais devem preferencialmente ser fixadas no solo.
32
Ar comprimido
 Numa tubulação 
de ar comprimido 
deve-se levar em 
consideração a 
distância que o ar 
percorre para então 
ser utilizado. 
Quanto maior a 
distância maior 
deve ser o diâmetro 
da tubulação para 
que se tenha a 
mesma vazão de 
ar.
Instalações – Diâmetro recomendados as tubulações
PCM (pés cúbicos por minuto). Ele equivale em média 28 litros de ar por minuto.
33
Ar comprimido
Unidades e equivalências
 Na tabela ao lado mostra-se 
algumas unidades de força sobre 
área utilizadas em sistemas de ar 
comprimido. As unidades variam 
de acordo com o fabricante, 
porém independente de qual a 
unidade de pressão utilizada, a 
referência é sempre a máquina 
ou equipamento. Este 
equipamento deve ter o volume 
e pressão de ar necessário para 
o seu bom funcionamento. Cabe 
ao operador calcular e converter 
estas unidade para que este 
requisito seja atendido.
34
Ar comprimido
Instalações – Problemas frequentes
• Compressor subdimensionado para as necessidades da 
empresa, consequentemente baixa a pressão e pouca 
vazão de ar comprimido;
• Pulmão de ar subdimensionado para o volume de ar 
utilizado na empresa apresentando variações de pressão 
do ar comprimido;
• Rede de distribuição de ar não apresenta nenhum 
desnível no sentido dos purgadores e separadores de 
umidade, fazendo com que toda a umidade contida na 
rede siga para os equipamentos pneumáticos;
• Filtros de ar em número reduzido ou mesmo 
inadequados para a rede de ar comprimido.
35
Ar comprimido
Instalações – Problemas frequentes - vazamentos
Vazamentos em sistemas de ar comprimido são frequentes. Vale 
ressaltar que o ar comprimido é uma energia que tem custos 
altos de produção. Todo o ar que escapa de um sistema é 
reposto (tem portanto os custos de nova compressão), por isso 
deve-se observar atentamente o sistema para eliminar este tipo 
de problema, para evitar estes prejuízos.
36
Conceito de Tratamento de Ar Comprimido
 O tratamento correto de ar comprimido gera como 
por principais benefícios:
* O Aumento a produtividade;
* A diminuição dos custos de manutenção;
* O aumento da vida útil de máquinas e 
dispositivos pneumáticos;
* Proteção das ferramentas pneumáticas;
*Precisão nos equipamentos de medição e 
instrumentação;
* Obtenção de ar isento de óleo, água e 
particulado.
37
 * A estação de compressores deve ser montada 
dentro de um ambiente fechado;
* O ambiente deve apresentar isolamento acústico;
* O ambiente deve ter boa ventilação;
* O ar sugado deve ser fresco, seco e livre de poeira.
Montagem de uma estação de 
Compressor de ar comprimido
38
LOCALIZAÇÃO DO COMPRESSOR
 O compressor de ar deve manter um afastamento mínimo de 
80 cm das paredes e o teto uma altura mínima de 2,5 metros, 
para de garantir uma boa ventilação e facilitar as manutenções 
preventivas, a área total da sala de compressor de ar deve 5 
vezes maior que a área ocupada pelo compressor.
O barulho do compressor 
varia de 74 a 85 dB, 
dependendo do modelo. 
Necessitando quem 
acessa o local utilizar o 
protetor auricular. 
Devem ser alojados o 
compressor de ar sobre 
amortecedores de 
vibração, os pés de 
borracha
39
Instalação do Ar Comprimido
Produção do ar comprimido com pressão 
de trabalho desejada.COMPRESSOR
RESERVATÓRIO 
DE
AR COMPRIMIDO
Armazena o ar comprimido.
Ajuda a preparar o ar comprimido.
Estabiliza e nivela oscilações da rede 
durante o consumo do ar comprimido.
Separa a umidade do ar comprimido em 
forma de água.
40
Em que: 
1.Pressostato; 
2.Válvula de retenção; 
3.Válvula de Segurança (abre: 10% 
acima da pressão máxima de 
operação); 
4.Flange de Controle; 
5.Manômetro; 
6.Válvula de bloqueio de esfera; 
7.Dreno de condensado; 
8.Base para conexões; 
9.Abertura de inspeção; 
10.Mangueira flexível de alta 
pressão. 
Reservatório de Ar Comprimido 
41
Armazenamento de Ar Comprimido
42
CLASSIFICAÇÃO DOS VASOS DE PRESSÃO
São duas as classificações fundamentais para os princípios 
de trabalho:
Deslocamento Positivo:
 - Baseia-se fundamentalmente na redução de volume.
Deslocamento Dinâmico: 
- A elevação da pressão é obtida por meio de conversão de 
energia cinética em energia de pressão, durante a 
passagem do ar através do compressor.
43
Classificação
44
 
Os compressores de pistão são comumente 
aplicados para pequenas vazões (até 100 m³/h).
Os compressores de parafuso são mais indicados 
para pequenas, médias e grandes vazões (50 
m³/h a 2000 m³/h).
Os compressores centrífugos são mais indicados 
para vazões grandes e muito grandes (> 1500 
m³/h). 
45
46
47
CUSTO TOTAL ENTRE COMPRESSORES 
DE PISTÃO E DE PARAFUSOS
48
49
Nos compressores volumétricos, estáticos ou de 
deslocamento positivo, a elevação de pressão é 
conseguida com a redução do volume ocupado 
pelo gás
Compressores Volumétricos
50
Compressor de Pistão
Utiliza-se de um sistema biela-manivela para 
converter o movimento rotativo de um eixo em 
um movimento translacional de um pistão ou 
êmbolo.
Compressores Volumétricos
51
Compressores Volumétricos
Compressor de Pistão
 Este tipo de compressor tem somente 
uma câmara de compressão aspirando o ar 
do meio e comprimindo-o em um 
reservatório pela simples movimentação 
vertical de um pistão. Variações deste 
modelo se repetem o processo para se 
obter pressões maiores.
52
53
Compressores Volumétricos
Compressor de Pistão
 Os compressores de um 
único estágio produzem 
aproximadamente uma pressão 
de 8 bar. Quando há 
necessidade de pressões mais 
altas, recorre-se a 
compressores de dois (15 bar) 
ou mais estágios (acima de 15 
bar).
Êmbolo de 1 estágio
Êmbolo de dois estágios com 
refrigeração intermediária
54
Compressores Volumétricos
Compressor de Pistão
Simples ação: obtêm a 
compressão do ar somente 
quando o êmbolo realiza seu 
movimento ascendente.
Compressores Volumétricos
Dupla ação: possibilitam a 
compressão do ar em ambos os 
sentidos de deslocamento do 
êmbolo.
55
Deslocamento Positivo:
 - Baseia-se fundamentalmente na redução de volume.
CLASSIFICAÇÃO DO VASO DE PRESSÃO 
Ar Comprimido
56
57
DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES
58
DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES
59
A umidade que se acumula no 
vaso de pressão (reservatório de 
ar) é prejudicial à sua vida útil 
pois ela causa ferrugem nas 
paredes internas do vaso de 
pressão, como a ferrugem 
progride de dentro para fora só 
a notamos quando surge um 
furo no reservatório de ar e 
neste caso, por questões de 
segurança é preciso descartar o 
reservatório, mesmo que 
externamente esteja com uma 
boa aparência.
Qual a importância de se retirar a água do 
compressor de ar?
60
Quais são os riscos do ar comprimido?
Apesar das vantagens que o ar comprimido oferece, é 
necessário manuseá-lo com muito cuidado e cautela. Ele 
apresenta vários perigos se não forem tomadas as precauções 
adequadas.
 Riscos para a pele;
 Riscos para órgãos internos e externos;
 Riscos de choque e explosão.
61
CUIDADOS DE ACORDO COM COMPRESSORES SCHULZ
62
CUIDADOS DE ACORDO COM COMPRESSORES SCHULZ
63
CUIDADOS DE ACORDO COM COMPRESSORES SCHULZ
64
CUIDADOS DE ACORDO COM COMPRESSORES SCHULZ
65
Protetor auricular e óculos translúcido
O compressor de ar é um aparelho que provoca barulho. O ouvido 
humano não está preparado para suportar ruídos acima de 85 
decibéis.Se isso ocorrer por tempo mais prolongado, pode 
ocasionar danos irreversíveis na audição. Como também as 
partículas do ar podem ser projetado aos olhos e estes devem ser 
protegidos.
EPIs Necessários para operação 
66
Instruções Gerais de Segurança
 Ler atentamente todas as instruções de funcionamento, os 
conselhos para a segurança e os avisos do Manual de Instruções, 
quando este possuir.
• Nunca utilizar o compressor de modo impróprio, mas 
somente no modo aconselhado pelo Fabricante, a menos que 
se tenha a absoluta certeza de que não possa ser perigoso, 
nem para o utilizador, nem para as pessoas que se encontrem 
nas proximidades.
• A utilização imprópria e a manutenção deficiente deste 
compressor podem provocar lesões físicas irreversíveis.
• Nunca pôr as mãos, dedos ou outras partes do corpo nas 
partes do compressor em movimento.
• Realizar a manutenção devida somente com o equipamento 
desenergizado e devidamente sinalizado.
• Nunca usar o compressor sem que todas as proteções estejam 
perfeitamente montadas no seu próprio lugar, conforme 
instruções do fabricante.
67
Instruções Gerais de Segurança
• Se a manutenção ou o serviço exigem a remoção destas 
proteções, assegurar-se que, antes de usar novamente o 
compressor, as proteções estão bem fixadas no seu lugar.
• Quando o compressor não é utilizado (neste caso os da 
categoria móveis) deve ser guardado num local seco e 
protegido dos agentes atmosféricos.
• Manter limpa a zona de trabalho e libertar a área de 
ferramentas que não forem necessárias.
• Manter a área de trabalho bem arejada.
• Não usar o compressor na presença de líquidos inflamáveis ou 
gás – o compressor pode provocar faíscas durante o 
funcionamento.
• A limpeza dos componentes poderá ser feita com substâncias 
químicas desde que aguarde o tempo suficiente para 
evaporação antes do seu funcionamento.
• Não usar o compressor em situações onde se possam 
encontrar tintas, gasolinas, substâncias químicas, colas e 
qualquer outro material combustível ou explosivo.
68
Instruções Gerais de Segurança
• Não usar roupas volumosas ou joias, pois estas podem ser 
agarradas pelas partes em funcionamento.
• O compressor nunca deve ser usado quando se estão sob o 
efeito de álcool, drogas ou medicamentos que possam 
provocar sonolência.
• Antes de utilizar novamente o compressor, se uma proteção 
ou outras partes estiverem danificadas, devem ser 
controladas atentamente para verificar se podem funcionar 
como previsto em segurança.
• Utilizar o compressor exclusivamente para as aplicações 
especificadas no manual de instruções, se caso não tiver 
procurar qual o fabricante e entrar em contato para maiores 
esclarecimentos, nunca deverão manusear sem o 
conhecimento específico.
• A área do compressor deverá ser sinalizada ou alguns casos 
a criação da casa dos compressores para evitar presença não 
autorizada.
69
Instruções Gerais de Segurança
• Não deixar pessoas não autorizadas que não conheçam o 
seu funcionamento utilizar o compressor.
• Nunca usar o compressor se este estiver defeituoso.
• Se o compressor trabalha emitindo ruídos estranhos, com 
vibrações excessivas, ou apresenta-se defeituoso, desligá-lo 
imediatamente e verificar o funcionamento.
• Não modificar o compressor – uma modificação não 
autorizada pode reduzir as capacidades do compressor, 
pode também ser a causa de graves acidentes para as 
pessoas que não tenham conhecimentos técnicos 
suficientes para efetuar essas modificações.
• Para evitar queimaduras, não tocar nos tubos, no motor e 
em todas as partes quentes.
13.1 Introdução 
13.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece requisitos 
mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, 
vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos 
relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando 
à segurança e à saúde dos trabalhadores. 
Integridade estrutural – conjunto de propriedades e características físicas necessárias para que um 
equipamento ou item desempenhe com segurança e eficiência as funções para as quais foi 
projetado. 
13.1.2 O empregador é o responsável pela adoção das medidas 
determinadas nesta NR. 
70
NORMA REGULAMENTADORA 13
b) vasos de pressão cujo produto P.V seja superior a 8 (oito), onde P é a 
pressão máxima de operação em kPa , em módulo, e V o seu volume 
interno em m3; 
• 1,0 kgf/cm² = 98,07 kPa
Equipamento: Reservatório de ar
• Volume: 2,0 m³
• PMO: 8,0 kgf/cm² => 784,5 kPa
• P.V = 1569 >> 8
71
13.2 Campo de Aplicação
13.5. VASOS DE PRESSÃO 
13.5.1 Disposições Gerais
 13.5.1.1 Vasos de pressão são equipamentos que contêm fluídos 
sob pressão interna ou externa, diferentemente da atmosférica.
72
13.5.1.2 Para efeito desta NR, os vasos de pressão são classificados em 
categorias segundo a classe de fluido e o potencial de risco. 
a) os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a 
seguir:
CLASSE “A”: 
- Fluidos inflamáveis - combustível com temperatura superior ou igual a 
200ºC;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm; - 
Hidrogênio; 
- Acetileno. 
CLASSE "B”:
- Fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200°C; 
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm. 
CLASSE “C”: 
-Vapor de água, gases asfixiantes simples ou ar comprimido. 
CLASSE “D":
- Água ou outros fluidos não enquadrados nas classes “A”, “B” ou "C", com 
temperatura superior a 50°C. 
b) quando se tratar de mistura, deve ser considerado para fins de classificação o 
fluido que apresentar maior risco aos trabalhadores e instalações, considerando-
se sua toxicidade, inflamabilidade e concentração. 
73
GRUPO 1 – PV >a 100 
GRUPO 2 – 100 < PV >30 
GRUPO 3 – 30 < PV >2,5 
GRUPO 4 – 2,5 < PV >1 
GRUPO 5 – PV < 1 
c) os vasos de pressão são classificados em grupos de potencial de risco 
em função do produto P.V, onde P é a pressão máxima de operação em 
MPa, em módulo, e V o seu volume em m³, conforme segue:
74
Notas:
a) Considerar volume em m³ e pressão em MPa;
b) Considerar 1 MPa correspondente a 10,197 
kgf/cm².
d) a tabela a seguir classifica os vasos de pressão em categorias de 
acordo com os grupos de potencial de risco e a classe de fluido 
contido.
75
76
 Um Compressor Atlas Copco com volume interno de 475 litros e 
pressão máxima de operação de 14,3 kgf/cm². Determine a categoria 
do vaso de pressão do compressor .
P.M.O.= 14,3 kgf/cm²
Volume = 475 litros
Categoria = ?
1 Mpa = 10,197 kgf/cm²
 P = 14,3 = 1,402 MPa 
10,197
1 m³ = 1.000 litros
 V = 475 = 0,475 m³
1.000
Produto = ar comprimido = fluido “classe C“
P.V = 1,402 x 0,475 = 0,665
Portanto grupo de potencial de risco = 5 e fluído de classe “ C “.
Entrando na tabela determinamos que o vaso é categoria V.
77
Categoria de Vasos de Pressão – 
Compressor de ar (Unisinos)
13.5. VASOS DE PRESSÃO 
13.5.1.3. Os vasos de pressão devem ser dotados dos seguintes itens: 
a) válvula ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura 
ajustada em valor igual ou inferior à PMTA, instalado diretamente 
no vaso ou no sistema que o inclui, considerados os requisitos do 
código de projeto relativos a aberturas escalonadas e 
tolerâncias de calibração; 
78
b) vasos de pressão submetidos a vácuo devem ser dotados de 
dispositivos de segurança ou outros meios previstos no projeto; se 
também submetidos à pressão positiva devem atender à alínea “a” 
deste subitem;
c) sistema de segurança que defina formalmente o(s) meio(s) para 
evitar o bloqueio inadvertido de dispositivos de segurança (Dispositivo 
Contra Bloqueio Inadvertido DCBI),sendo que, na inexistência de tal 
sistema formalmente definido, deve ser utilizado no mínimo um 
dispositivo físico associado à sinalização de advertência;
79
d) instrumento que indique a pressão de operação, instalado 
diretamente no vaso ou no sistema que o contenha. 
“Os instrumentos paraindicação de pressão, por exemplo, manômetros, 
poderão ter mostrador analógico ou digital, e a instalação dos mesmos 
poderá ser feita no próprio vaso ou em sala de controle apropriada”. 
80
13.5.1.4 Todo vaso de pressão deve ter afixado em seu corpo, em local 
de fácil acesso e bem visível, placa de identificação indelével com, no 
mínimo, as seguintes informações:
a) fabricante;
b) número de identificação;
c) ano de fabricação;
d) pressão máxima de trabalho admissível;
e) pressão de teste hidrostático de fabricação;
f) código de projeto e ano de edição.
81
82
13.5.1.5 Além da placa de identificação, deve constar, em local visível, 
a categoria do vaso, conforme item 13.5.1.2, e seu número ou código de 
identificação.
83
13.5.1.6. Todo vaso de pressão deve possuir, no estabelecimento 
onde estiver instalada, a seguinte documentação devidamente 
atualizada:
a) Prontuário do vaso de pressão a ser fornecido 
 pelo fabricante, contendo as seguintes informações: 
 - código de projeto e ano de edição;
 - especificação dos materiais;
 - procedimentos utilizados na fabricação, montagem e inspeção final;
 - metodologia para estabelecimento da PMTA;
 - conjunto de desenhos e demais dados necessários para o monitoramento 
 
 da sua vida útil;
 - pressão máxima de operação;
 - registros documentais do teste hidrostático;
 - características funcionais, atualizadas pelo empregador sempre que 
 alterada as originais;
 - dados dos dispositivos de segurança, atualizados pelo empregador 
 sempre que alterados os originais;
 - ano de fabricação;
 - categoria do vaso, atualizada pelo empregador sempre que alterada a 
 original. 84
85
b) Registro de Segurança em conformidade com o item 13.5.1.8; 
c) Projeto de alteração ou reparo em conformidade com os itens 
13.3.3.3 e 13.3.3.4; 
d) Relatórios de inspeção em conformidade com o item 13.5.4.14; 
e) Certificados de calibração dos dispositivos de segurança, onde 
aplicável. 
Projeto de Vaso de Pressão
86
13.5.1.8 O Registro de Segurança deve ser constituído por livro de 
páginas numeradas, pastas ou sistema informatizado do estabelecimento 
com segurança da informação onde serão registradas:
a) todas as ocorrências importantes capazes de influir nas condições 
de segurança dos vasos de pressão;
b) as ocorrências de inspeções de segurança inicial, periódica e 
extraordinária, devendo constar a condição operacional do vaso, o 
nome legível e assinatura de PH no caso de registro em livro físico ou 
cópias impressas;
Registro de Segurança 
87
13.5.1.9 A documentação referida no subitem 13.5.1.6 deve estar 
sempre à disposição para consulta dos operadores, do pessoal de 
manutenção, de inspeção e das representações dos trabalhadores e do 
empregador na CIPA, devendo o empregador assegurar o livre e pleno 
acesso a essa documentação inclusive à representação sindical da 
categoria profissional predominante do estabelecimento, quando 
formalmente solicitado.
88
13.5.2 Instalação de vasos de pressão.
 13.5.2.1 Todo vaso de pressão deve ser instalado de modo que todos 
os drenos, respiros, bocas de visita e indicadores de nível, pressão e 
temperatura, quando existentes, sejam facilmente acessíveis.
89
13.5.2.2 Quando os vasos de pressão forem instalados em ambientes 
fechados, a instalação deve satisfazer os seguintes requisitos:
a) dispor de pelo menos 2 (duas) saídas amplas, permanentemente 
desobstruídas, sinalizadas e dispostas em direções distintas;
b) dispor de acesso fácil e seguro para as atividades de manutenção, 
operação e inspeção, sendo que, para guarda-corpos vazados, os vãos 
devem ter dimensões que impeçam a queda de pessoas;
c) dispor de ventilação permanente com entradas de ar que não 
possam ser bloqueadas;
d) dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes;
e) possuir sistema de iluminação de emergência.
13.5.2.3 Quando o vaso de pressão for instalado em ambiente 
aberto, a instalação deve satisfazer as alíneas “a”, “b”, “d” e “e” do 
subitem 13.5.2.2.
90
13.5.3 Segurança na operação de vasos de pressão.
 13.5.3.1 Todo vaso de pressão enquadrado nas categorias I ou II 
deve possuir manual de operação próprio ou instruções de operação 
contidas no manual de operação de unidade onde estiver instalado, 
em língua portuguesa, em local de fácil acesso aos operadores, 
contendo no mínimo:
 a) procedimentos de partidas e paradas;
 b) procedimentos e parâmetros operacionais de rotina;
 c) procedimentos para situações de emergência;
 d) procedimentos gerais de segurança, saúde e de preservação do 
meio ambiente.
91
13.5.4 Inspeção de segurança de vasos de pressão.
 13.5.4.1 Os vasos de pressão devem ser submetidos a 
inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária.
 13.5.4.2 A inspeção de segurança inicial deve ser feita em 
vasos de pressão novos, antes de sua entrada em funcionamento, 
no local definitivo de instalação, devendo compreender exames 
externo e interno.
92
Inspeção de segurança inicial - inspeção realizada no equipamento novo, 
montado no local definitivo de instalação e antes de sua entrada em 
operação.
Inspeção de segurança periódica - inspeções realizadas durante a vida útil 
de um equipamento, com critérios e periodicidades determinados por PH, 
respeitados os intervalos máximos estabelecidos nesta Norma. 
Inspeção de segurança extraordinária - inspeção realizada devido a 
ocorrências que possam afetar a condição física do equipamento, tais como 
hibernação prolongada, mudança de locação, surgimento de deformações 
inesperadas, choques mecânicos de grande impacto ou vazamentos, entre 
outros, envolvendo caldeiras, vasos de pressão e tubulações, com 
abrangência definida por PH.
93
13.5.4.3. Os vasos de pressão devem obrigatoriamente ser 
submetidos a Teste Hidrostático - TH em sua fase de fabricação, 
com comprovação por meio de laudo assinado por PH, e ter o valor 
da pressão de teste afixado em sua placa de identificação. 
94
 13.5.4.3.1. Na falta de comprovação documental de que o Teste 
Hidrostático-TH tenha sido realizado na fase de fabricação, se aplicará 
o disposto a seguir: 
a) para os vasos de pressão fabricados ou importados a partir da 
vigência da Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014, o TH 
deve ser feito durante a inspeção de segurança inicial;
b) para os vasos de pressão em operação antes da vigência da 
Portaria MTE n.º 594, de 28 de abril de 2014, a execução do TH 
fica a critério do PH e, caso seja necessária à sua realização, o TH 
deve ser realizado até a próxima inspeção de segurança periódica 
interna.
95
13.5.4.4. Os vasos de pressão categorias IV ou V de fabricação em 
série, certificados pelo INMETRO, que possuam válvula de segurança 
calibrada de fábrica ficam dispensados da inspeção inicial, desde que 
instalados de acordo com as recomendações do fabricante. 
13.5.4.4.1. Deve ser anotada no 
Registro de Segurança a data da 
instalação do vaso de pressão a partir da 
qual se inicia a contagem do prazo para 
a inspeção de segurança periódica. 
96
13.5.4.5 A inspeção de segurança periódica, constituída por exames 
externo e interno, deve obedecer aos seguintes prazos máximos 
estabelecidos a seguir:
 a) para estabelecimentos que não possuam SPIE, conforme citado no Anexo 
II:
 b) para estabelecimentos que possuam SPIE, conforme citado no Anexo II,
 consideradas as tolerâncias nele previstas:
SPIE = Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos.
97
13.5.4.6 Vasos de pressão que não permitam acesso visual para o 
exame interno ou externo por impossibilidade física devem ser 
submetidos alternativamente a outros exames não destrutivos e 
metodologias de avaliação da integridade, a critério do PH, baseados 
em normas e códigos aplicáveis à identificação de mecanismos de 
deterioração.
98
13.5.4.10 As válvulas de segurança dos vasos de pressão devem ser 
desmontadas,inspecionadas e calibradas com prazo adequado à sua 
manutenção, porém, não superior ao previsto para a inspeção de 
segurança periódica interna dos vasos de pressão por elas 
protegidos. 
99
13.5.4.12 A inspeção de segurança deve ser executada sob a 
responsabilidade técnica de PH. 
13.5.4.11 A inspeção de segurança extraordinária deve ser feita nas 
seguintes oportunidades:
 a) sempre que o vaso de pressão for danificado por acidente ou outra 
 ocorrência que comprometa sua segurança;
 b) quando o vaso de pressão for submetido a reparo ou alterações 
 importantes, capazes de alterar sua condição de segurança;
 c) antes do vaso de pressão ser recolocado em funcionamento, quando 
 permanecer inativo por mais de 12 (doze) meses;
 d) quando houver alteração do local de instalação do vaso de pressão, 
 exceto para vasos móveis.
100
13.5.4.13 Imediatamente após a inspeção do vaso de pressão, deve ser 
anotada no Registro de Segurança a sua condição operacional, e, em 
até 60 (sessenta) dias deve ser emitido o relatório, que passa a fazer 
parte da sua documentação, podendo este prazo ser estendido para 90 
(noventa) dias em caso de parada geral de manutenção. 
 Efetuamos nesta data a inspeção de segurança do vaso sob pressão, 
posicionado na Horizontal, fabricado pela empresa xxxxxxxxxxxxxxx, 
com capacidade para X litros, atendendo a legislação vigente na 
presente data.
 Conforme relatório de inspeção entregue para a 
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx, o vaso sob pressão inspecionado encontra-se 
em condições normais de funcionamento e segurança conforme 
constante no referido relatório, podendo ser utilizado para o fim a que 
se destina, obedecido os padrões de funcionamento registrados no 
mesmo.
 
Cidade, dia de mês de ano.
 
 
Engº Luís Fernando A. Gomes
CREA Nº 058941
101
13.5.4.14 O relatório de inspeção, mencionado no item 13.5.1.6, 
alínea “e”, deve ser elaborado em páginas numeradas, ou em sistema 
informatizado do estabelecimento com segurança de informação, no 
qual o PH esteja identificado como o responsável pela respectiva 
aprovação, e conter no mínimo:
a) identificação do vaso de pressão; 
b) categoria do vaso de pressão;
c) fluidos de serviço; 
d) tipo do vaso de pressão; 
e) tipo de inspeção executada; 
f) data de início e término da inspeção; 
g) descrição dos exames e testes executados; 
h) registro fotográfico das anomalias do exame interno do vaso de 
pressão;
i) resultado das inspeções e intervenções executadas; 
j) recomendações e providências necessárias; 
k) parecer conclusivo quanto a integridade do vaso de pressão até a 
próxima inspeção;
l) data prevista para a próxima inspeção; 
m) nome legível, assinatura e número do registro no conselho 
profissional do PH e nome legível e assinatura de técnicos que 
participaram da inspeção. 102
103
Anexo II 
Requisitos para Certificação de Serviço Próprio 
de Inspeção de Equipamentos – SPIE. 
A Norma Regulamentadora n.°13, do Ministério do Trabalho 
e Emprego, estabelece, entre outros requisitos, os prazos 
máximos para inspeção em vasos de pressão e caldeiras. 
Possibilita a extensão desses prazos se o estabelecimento 
possuir um Serviço Próprio de Inspeção certificado pelo 
INMETRO. 
As vantagens são a redução das intervenções periódicas e 
das paradas dos equipamentos, com evidentes vantagens 
econômicas. O maior dos benefícios dentre todos é a 
redução de acidentes nos equipamentos inspecionados. 
104
Agora vamos verificar o GRUPO POTENCIAL DE RISCO
1 Kgf/cm2 = 0,098 MPA
Então temos 2 Kgf/cm2 de vapor, que é equivalente a 0,196 MPA 
 
P (0,196) x V (2 m3) = 0,392
Por exemplo:
Um vaso que opera com vapor a 2 kgf/cm2 de pessão e possui um volume de 2 m3
Vamos verificar se ele é um vaso de pressão através do produto P x V > 8 onde:
 - P = KPA sendo que 1 kgf/cm2 = 98,066 KPA
 - V = m3
Fazendo as contas, temos: P (196,132 KPA) x V (2 m3) = 392,2
Portanto, 392,2 é > que 8, logo é considerado um vaso de pressão!
 Enquadramento do Vaso de Pressão
105
CLASSIFICAÇÃO DO FLUIDO DOS VASOS DE PRESSÃO
1 - PARA EFEITO DESTA NR OS VASOS DE PRESSÃO SÃO CLASSIFICADOS EM CATEGORIAS 
SEGUNDO O TIPO DE FLUIDO E O POTENCIAL DE RISCO.
1.1 Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito 
a seguir:
CLASSE “A”:
- Fluidos inflamáveis - combustível com temperatura superior ou igual a 200ºC;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm;
- Hidrogênio;
- Acetileno.
CLASSE "B”:
- Fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200°C;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm.
CLASSE “C”: 
- Vapor de água, gases asfi xiantes simples ou ar comprimido.
CLASSE “D": 
- Água ou outros fluidos não enquadrados nas classes “A”, “B” ou "C", com 
temperatura superior a 50°C.
 Enquadramento do Vaso de Pressão
106
107
FOTOS COMPRESSORES 
Calibração dos 
manômetros, 
pressostato e 
válvula de alívio
Purgador automático
Categoria e TAG do vaso
108
FOTOS COMPRESSORES 
Compressor geral e 
dispositivos de segurança 
Compressor na casa coberta 
109
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38
	Slide 39
	Slide 40
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57
	Slide 58
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64
	Slide 65
	Slide 66
	Slide 67
	Slide 68
	Slide 69
	Slide 70
	Slide 71
	Slide 72
	Slide 73
	Slide 74
	Slide 75
	Slide 76
	Slide 77
	Slide 78
	Slide 79
	Slide 80
	Slide 81
	Slide 82
	Slide 83
	Slide 84
	Slide 85
	Slide 86
	Slide 87
	Slide 88
	Slide 89
	Slide 90
	Slide 91
	Slide 92
	Slide 93
	Slide 94
	Slide 95
	Slide 96
	Slide 97
	Slide 98
	Slide 99
	Slide 100
	Slide 101
	Slide 102
	Slide 103
	Slide 104
	Slide 105
	Slide 106
	Slide 107
	Slide 108
	Slide 109

Mais conteúdos dessa disciplina