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Memorex IBAMA – Rodada 5
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Parabéns por ter dado esse passo importante na sua preparação, meu amigo(a). Temos 
TOTAL certeza de que este material vai te fazer ganhar muitas questões e garantir a sua 
aprovação. 
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Convém mencionar que todos que adquirirem o material completo irão receber TODAS AS 
RODADAS já disponíveis, independente da data de compra. 
 
Nesse material focamos também nos temas mais simples e com mais DECOREBA, pois, 
muitas vezes, os deixamos de lado e isso pode, infelizmente, custar inúmeras posições no 
resultado final. 
 
Lembre-se: uma boa revisão é o segredo da APROVAÇÃO. 
 
Portanto, utilize o nosso material com todo o seu esforço, estudando e aprofundando cada 
uma das dicas. 
 
Se houver qualquer dúvida, você pode entrar em contato conosco enviando suas dúvidas 
para: atendimento@pensarconcursos.com 
 
 
 
 
 
 
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ÍNDICE 
 
 
LÍNGUA PORTUGUESA ....................................................................................................4 
INFORMÁTICA ...................................................................................................................13 
LEGISLAÇÃO GERAL E MEIO AMBIENTE .............................................................18 
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO ...................................................................................25 
MATEMÁTICA......................................................................................................................30 
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ........................................................................................33 
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ......................................36 
GESTÃO DE PESSOAS ....................................................................................................42 
LEGISLAÇÃO E NORMAS AMBIENTAIS.................................................................46 
MEIO AMBIENTE ...............................................................................................................56 
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...............................................................................................63 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LÍNGUA PORTUGUESA 
DICA 01 
DOMÍNIO DA ORTOGRAFIA OFICIAL - HÁ X A 
Essas palavras possuem o mesmo som, porém são escritas de maneira diferente e 
possuem significados diferentes. 
O “HÁ” vem do verbo “haver” e é utilizado quando a oração é sem sujeito, ou seja, 
impessoal, e o verbo significa “existir”. 
 CUIDADO! Mesmo que a frase esteja no plural, o “há” ficará no singular. 
 Ex.: Há um homem elegante no bar – Existe um homem elegante no bar 
 Há homens elegantes no bar – Existem homens elegantes no bar 
Ainda, o “HÁ” é usado para frases que se referem ao passado. 
 Ex.: Há anos que não visito minha mãe – Faz anos que não... 
→ O “A” pode ser artigo. 
 Ex.: A jovem chora muito. 
→ O “A” pode ser uma preposição. 
 Ex.: Vani mora a um quilômetro de distância da escola José Martins. 
→ Também pode indicar futuro. 
 Ex.: Daqui a cinco anos estarei divorciada. 
DICA 02 
MAL X MAU 
Essas são 2 palavras bem fáceis de confundir na escrita, uma vez que a pronúncia é a 
mesma. 
 Portanto, lembre que, em regra: 
MAL – ADVÉRBIO – CONTRÁRIO DE “BEM” 
MAU – ADJETIVO – CONTRÁRIO DE “BOM” 
O advérbio “mal” é utilizado para indicar que alguma coisa foi feita de modo errado. 
Ainda, “mal” pode ser um substantivo quando indicar uma doença, uma maldade, por 
exemplo (O mal do homem é a vingança). Também, “mal” pode significar uma 
conjunção temporal (com o mesmo sentido de “assim que”). 
O adjetivo “mau” é utilizado para indicar que algo é ruim ou maldoso. Ex.: Os maus 
pensamentos não nos fazem bem. 
 
 
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DICA 03 
SE NÃO X SENÃO 
Essas palavras têm som idêntico, mas a escrita e significado são diferentes. 
 O SENÃO poderá ser usado quando tiver o significado de: 
 MAS SIM: O anel não era de ouro, senão de prata. 
 CASO CONTRÁRIO: Devo trabalhar, senão venderei o carro. 
 EXCETO: Todos, senão meus irmãos, podiam entrar na festa. 
 Já, o SE NÃO, é uma conjunção condicional e quando está junto com o advérbio “não” 
poderá ser utilizada quando tiver o significado de: 
 CASO NÃO: Se não for possível sair hoje, avise seu chefe. 
 QUANDO NÃO: Havia duas pessoas no parque brincando, se não três. 
DICA 04 
ONDE X AONDE 
 Onde: faz referência a um lugar concreto. Dá a ideia de lugar fixo. 
 Ex.: Onde Jonas mora? 
 Quero ficar onde está minha vó. 
 Aonde: é utilizado quando o verbo expressa movimento. É usado com verbos que 
pedem a preposição “a”. 
 Ex.: Aonde estamos indo? 
 Ela foi aonde ontem de madrugada? 
DICA 05 
ACERCA DE X CERCA DE 
 Acerca de: possui o mesmo sentido de “sobre” ou “a respeito de”. 
 Ex.: Eu e meu marido estávamos comentando acerca da festa de casamento. 
→ “sobre” a festa de casamento. 
 A cerca de: possui o mesmo sentido de “aproximadamente”. 
 Ex.: Gravataí fica a cerca de trinta minutos de Porto Alegre. 
→ “aproximadamente” trinta minutos de Porto Alegre. 
 
 
 
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DICA 06 
DEMAIS X DE MAIS 
 “De mais” é uma locução adjetiva e exprime quantidade. É o contrário de “de 
menos”. 
 Ex.: Há pimenta de mais na massa que você serviu. 
 Tenho tema de mais para fazer. 
 Havia gente de mais na loja. 
 “Demais” poderá ser um advérbio de intensidade (indicando um excesso) ou 
poderá ser um pronome indefinido (terá o significado de “os outros”). 
 Ex.: Rimos demais durante a festa. – advérbio 
 É cedo demais para levantar – advérbio 
 Aqueles que fizeram a lição podem ficar na sala, os demais podem sair. 
→ “os outros” podem sair. – Pronome indefinido. 
DICA 07 
MAIS X MAS 
 “Mas” é uma conjunção que exprime adversidade. Você poderá trocá-la por: porém, 
contudo, entretanto. 
 Ex.: Eu olhei vários vestidos, mas não quis comprar nenhum. 
→ “porém não quis comprar nenhum”. 
 Ela tem tantos pijamas, mas não para de comprar outros. 
→ “entretanto não para de comprar outros”. 
Geralmente, o “mais” será um advérbio de intensidade (antônimo de “menos”). 
 Ex.: Lola tem mais amigos do que inimigos. 
DICA 08 
A FIM X AFIM 
 “A fim de” é uma locução prepositiva e possui o mesmo significado de “com a 
finalidade de”. 
 Ex.: Terminei o tema cedo a fim de ir ao teatro. 
→ “com a finalidade de” ir ao teatro.TOME NOTA: Utiliza-se “a fim” para dizer que possui interesse em alguém. 
 Ex.: Estou a fim de um menino ruivo na escola. 
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 “Afim” poderá ser um adjetivo e se referir a coisas que são semelhantes. Ainda, 
poderá ser um substantivo, indicando pessoas que são parentes. 
 Ex.: Eu e meu marido temos metas afins. = metas semelhantes 
 Os afins não comparecerão à reunião. 
DICA 09 
ABSOLVER e ABSORVER 
ABSOLVER X ABSORVER 
 A palavra ABSORVER, geralmente, significa “consumir”; “sorver”. 
 Ex.: O pano que comprei absorve toda a sujeira do Chão. 
 Ainda, pode significar “concentrar-se”. Exemplo: Mônica absorve-se no trabalho. 
 A palavra ABSOLVER significa “perdoar”; “isentar”; “desobrigar”. 
 Ex.: O júri absolveu o réu. 
 
DICA 10 
MACETES PARA O USO DOS PORQUÊS 
 O primeiro macete é o seguinte trecho: 
POR QUE tem acento? 
PORQUE sim! 
Mas POR QUÊ? 
O PORQUÊ eu não sei. 
 
 Outro macete para você revisar de uma forma rápida o que aprendeu sobre o uso dos 
porquês: 
 
 Por que – PERGUNTA – Por que Joana é tão fofa? 
 
 Porque – RESPOSTA – Porque ela é carismática. 
 
 Por quê – FIM DE FRASE – Joana é tão fofa por quê? 
 
 Porquê – SUBSTANTIVO – Joana sabe o porquê de ser tão fofa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DICA 11 
EMINENTE E IMINENTE 
 
EMINENTE X IMINENTE 
 
EMINENTE significa “elevado”; “notável”. 
 
Exemplo: É eminente o fato de que Joana é uma menina 
muito inteligente. 
 
→ É notável o fato de que... 
 
IMINENTE significa que alguma coisa está próxima de acontecer. 
 
Iminente = imediato; pendente; impendente. 
 
Exemplo: Há risco de perigo iminente! 
 
 
DICA 12 
COMPRIMENTO E CUMPRIMENTO - CENSO E SENSO 
 
COMPRIMENTO X CUMPRIMENTO 
 
 
COMPRIMENTO é utilizado com o significado de “tamanho” 
“extensão”. Ex.: Qual o comprimento da calça? 
 
CUMPRIMENTO é utilizado para saudar uma pessoa. 
 
Exemplo: Ele cumprimentou a ex-namorada. 
 
Pode significar “executar”. Exemplo: Mari cumpriu a tarefa. 
 
 
CENSO X SENSO 
 
CENSO tem o sentido de “recenseamento”. Sempre que 
aparecer a palavra “censo” lembre do IBGE, que divulga os 
dados da população. 
 
SENSO pode significar “ter juízo”. 
 
Exemplo: Tenha bom senso, Juliana! 
 
 
 
 
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DICA 13 
DEFERIR E DIFERIR 
 
DEFERIR X DIFERIR 
DEFERIR significa “aprovar”; “autorizar”. O seu 
particípio (“deferido”) significa “aprovado”, “concedido”. 
Exemplos: O Juiz Paulo deferiu a liminar. 
A liminar foi deferida pelo juiz Paulo. 
DIFERIR possui o significado de “diferenciar-se”. 
Ainda, pode significar “adiar”. 
Exemplos: Nós diferimos a data do casamento. 
Os dois vestidos diferem muito. 
CUIDADO! “INDIFERIR” não existe! 
 
DICA 14 
ASCENDER E ACENDER 
 
ASCENDER X ACENDER 
ACENDER significa “atear fogo”; “iluminar”. 
É VERBO TRANSITIVO DIRETO (VTD). 
Exemplo: Mari acendeu a luz da cozinha. 
ASCENDER significa “subir”. É VERBO TRANSITIVO 
INDIRETO (VTI), ou seja, aparece com preposição. 
Exemplo: Pati ascendeu ao cargo de Assessora. 
 
DICA 15 
DESCRIÇÃO E DISCRIÇÃO 
 
DESCRIÇÃO X DISCRIÇÃO 
DESCRIÇÃO possui o significado de “descrever” ou “relatar”. 
É sinônimo de “relato”, “exposição”. 
Exemplo: Veja a minha descrição no Facebook. 
DISCRIÇÃO significa “ser discreto”. É sinônimo de “modéstia”. 
Exemplo: Ronaldo agiu com discrição ao demitir o funcionário. 
 
 
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DICA 16 
MANDATO E MANDADO 
MANDATO X MANDADO 
 Mandato essa palavra significa “procuração”; “delegação”. 
Geralmente, é usada na política. 
 Ex.: O Presidente tem um mandato de quatro anos. 
 Mandado Como substantivo poderá ter o sentido de “ordem judicial”. 
Já, como adjetivo poderá ter o sentido de “receber ordem”, “ser mandado”. 
 Ex.: Ele é mandado pela esposa. – “recebe ordens” 
Recebi um mandado de prisão – “ordem judicial” 
 
DICA 17 
EMPREGO DE TEMPOS E MODOS VERBAIS - TEMPOS E MODOS 
 
TEMPOS 
Presente: A menina ama. 
Pretérito perfeito: A menina amou. 
Pretérito imperfeito: A menina amava. 
Pretérito mais-que-perfeito: A menina amara. 
Futuro do presente: A menina amará. 
Futuro do pretérito: A menina amaria. 
 
MODOS 
Imperativo: exprime pedido/ordem/conselho. 
Indicativo: exprime certeza. 
Subjuntivo: exprime dúvida. 
 
DICA 18 
MODO IMPERATIVO 
 
O modo imperativo é usado para exprimir um conselho, convite, ordem ou 
solicitação. 
 
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Modo imperativo NEGATIVO: 
Não joguem mais futebol! 
Não desliguem o rádio! 
Não amem mais! 
 
 
DICA 19 
TEMPOS DO INDICATIVO 
 
 Presente: indica um fato atual ou que acontece muito. 
 
 Ex.: Joana come na sala todos os dias. 
 
 Pretérito Imperfeito: uma ação contínua que acontecia no passado, mas parou de 
ocorrer. 
 
 Ex.: Jonas jogava futebol no jardim todos os dias. 
 
 Pretérito Perfeito: fato no passado que já foi concluído. 
 
 Ex.: Ele chorou no quarto ontem. 
 
 Pretérito-Mais-Que-Perfeito: fato ocorrido antes de outro fato já terminado. 
 
 Ex.: João amara suas mulheres. 
 
 Futuro do Presente: uma ação que acontece num tempo após o momento atual. 
 
 Ex.: Mara dormirá comigo amanhã. 
 
 Futuro do Pretérito: fato futuro subordinado a um acontecimento anterior. 
 
 Ex.: Se eu tivesse dinheiro, iria ao show do Djavan. 
 
DICA 20 
INFINITIVO, GERÚNDIO E PARTICÍPIO 
 
 Infinitivo: dormir, correr, amar (ações potenciais). O infinitivo pode ser pessoal ou 
impessoal: 
Modo imperativo AFIRMATIVO: 
Joguem mais futebol! 
Desliguem o rádio! 
Amem mais! 
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 12 
INFINITIVO PESSOAL INFINITIVO IMPESSOAL 
O infinitivo pessoal é flexionado, varia em 
número e pessoa. 
 Exemplos: 
Elas comeram muita banana. 
Ouvi eles debocharem baixinho. 
 
O infinitivo impessoal não se refere a 
nenhuma pessoa, apenas manifesta a ação 
e, por vezes, pode ter valor de 
substantivo. 
 Exemplo: 
Amar é lindo! 
 
 Gerúndio: dormindo, correndo, amando (ações em curso). 
 
 Particípio: dormido, corrido, amado (ações passadas). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 13 
INFORMÁTICA 
DICA 21 
CORREIO ELETRÔNICO 
Quando se fala em correio eletrônico, sempre lembramos do Yahoo, Gmail, e alguns 
outros. Sim, eles são correios, mas também são considerados webmail. 
Isso se dá ao fato deles serem acessados pelo navegador (browser), e não possuírem um 
programa específico para acesso ao correio, para leitura e para envio de mensagens de 
correio, sendo essa a principal vantagem do webmail, ser acessível de qualquer 
computador com acesso à internet. 
Já os programas Mozilla Thunderbird e Outlook Express, além de serem 
considerados também um correio eletrônico, sãotambém clientes de e-mail. 
DICA 22 
CLIENTES DE EMAIL OU PROGRAMAS DE CORREIO ELETRÔNICO: 
Um cliente de e-mail nada mais é do que um programa de computador que permite 
compor, visualizar, enviar e receber e-mails a partir de um servidor de e-mail. 
Para isso, é necessário cadastrar uma conta de e-mail e uma senha para seu correto 
funcionamento. 
Importante destacar que há diversos clientes de e-mails no mercado que, além de 
manipular e-mails, podem oferecer recursos diversos. 
DICA 23 
OUTLOOK EXPRESS - CONCEITO 
Cliente de e-mails que era nativo do sistema operacional Microsoft Windows (era, pois foi 
descontinuado com o lançamento do Windows vista). A versão Express é uma versão 
mais simplificada e que, em geral, vem por padrão no sistema operacional Windows. Já 
a versão Microsoft Outlook é uma versão que vem no pacote Microsoft Office, possui 
mais recursos, incluindo, além de funções de e-mail, recursos de calendário, agenda (para 
marcar reuniões e com lembretes quando estiver chegando a data/horário do evento). 
O sucessor do Outlook Express é o Windows Mail, aplicativo de e-mail nativo 
do Windows Vista, que permite o usuário efetuar login com e-mail Yahoo, Google, 
Outlook, dentre outros. 
O Outlook Express era nativo em alguns Windows mas também acompanhava 
alguns softwares da Microsoft, como por exemplo, o Internet Explorer a partir da sua 
versão 4.x. 
DICA 24 
MOZILLA THUNDERBIRD - CONCEITO 
O Mozilla Thunderbird é um cliente de e-mails e notícias open-source (de código 
aberto) e gratuito criado pela Mozilla Foundation (mesma criadora do Mozilla Firefox). 
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 14 
No Linux Debian, sistema operacional baseado no sistema Linux que só aceita 
legalmente programas/softwares totalmente livres, o Mozilla Firefox passou a se chamar 
“Iceweasel” e o Mozilla Thunderbird tornou-se o “ICEDOVE”. 
DICA 25 
SOBRE O OUTLOOK EXPRESS 
Instalado juntamente com o Microsoft Internet Explorer (ou nativos em alguns Windows), 
o Outlook Express é um sofisticado aplicativo que permite além da utilização de 
outros serviços on-line, gerenciar uma ou mais contas de e-mail com plena autonomia, 
tornando muito mais agradável e simples a execução desta tarefa que cada vez mais, faz 
corriqueiramente parte do nosso cotidiano, que geralmente não temos mais apenas uma 
conta de e-mail, mas sim várias. 
DICA 26 
REDES SOCIAIS - TELEGRAM 
Outro aplicativo de MENSAGENS INSTANTÂNEAS muito utilizado, além da utilização de 
mensagens privadas, o app acaba se destacando ainda mais na função de mensagens 
coletivas, que permite até 200 mil usuários por grupo, que podem ser canais ou até lista 
de transmissão. 
As conversas do CONCORRENTE DIRETO DO WHATSAPP ficam salvas no servidor, ao 
invés de ficarem salvas nos aparelhos, como normalmente acontece, apesar de haver a 
possibilidade de uma conversa criptografada de ponta a ponte, que nesse caso é sigilosa e 
permite identificar se um dos usuários da conversa tirou print da tela. 
Outros diferenciais do Telegram é a disponibilidade para aplicativo de desktop, 
possibilidade de criação de Bots pelos usuários, sessões em mais de um dispositivo, 
dentre outras funções que o tornam extremamente útil. 
DICA 27 
CURIOSIDADES DO FACEBOOK 
 GRATUITO, com receitas provenientes de anúncios e impulsionamento para 
propagandas pessoais de seus próprios usuários. 
 Instagram e WhatsApp são SUBSIDIÁRIAS DO FACEBOOK 
 Quando surgiu, veio agregando as funções do Orkut e do MSN, o que pode ter sido a 
causa da extinção dessas outras duas redes. 
 Atualmente houve a troca de nome do grupo Facebook para o nome meta, pois a 
empresa vem investindo alto na parte de realidade virtual e do conceito de metaverso. 
DICA 28 
COMPUTAÇÃO NA NUVEM - TIPOS DE SERVIÇOS 
 Os serviços prestados para contratação em nuvem podem ser de três tipos diferentes, 
sendo eles: 
 IAAS; 
 SAAS e; 
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 15 
 PASS. 
 Quanto ao IAAS, vejamos sobre ele e suas características: 
IAAS - Infrastructure as a Service (Infraestrutura como serviço) 
 Olhar para a primeira letra, “I” nos remete à Infraestrutura. 
 Contratação de Recursos computacionais completos (Hardwares, Softwares, Segurança, 
etc.). 
 Tanto o usuário, quanto a provedora podem gerenciar os recursos contratados. 
DICA 29 
TIPOS DE SERVIÇOS 
 Como já sabido por você, no que se refere a computação na nuvem, há três tipos de 
serviços, sendo dois deles o SAAS e o PASS. Vejamos sobre ambos e suas 
características: 
SAAS - Software as a Service (Software como Serviço) 
 Olhar para a primeira letra, “S” nos remete à Software e também à STORAGE. 
 Contratação de Programas em nuvem (pacote office, sistema operacional, antivírus, 
programas de edição e etc.). 
 Contratação de Armazenamento em nuvem. 
 Apenas a provedora pode gerenciar os recursos contratados. 
 A provedora é responsável pela licença do software. 
PAAS - Platform as a Service (Plataforma Como Serviço) 
 Olhar para a primeira letra, “P” nos remete à Plataforma e também à PROGRAMAÇÃO. 
 Contratação de um ambiente/plataforma para desenvolvimento de software (programas 
de desenvolvimento e espaço para armazenamento dos códigos). 
 Apenas a provedora pode gerenciar os recursos contratados. 
 Uma das grandes vantagens da contratação de uma plataforma de desenvolvimento em 
nuvem, é que todo o time pode acessar o trabalho e assim desenvolver juntos a 
programação, além de toda a equipe se preocupar apenas com a programação, pois o 
gerenciamento, manutenção e atualização, ficam a cargo do servidor. 
DICA 30 
BACKUP INCREMENTAL 
 São características desse tipo de backup: 
 Copia apenas os arquivos criados ou alterados recentemente (com o atributo Flag); 
 Ocupa menos espaço de armazenamento do que o backup total; 
 Indicado para ser feito com maior frequência; 
 APAGA (DESMARCA) O FLAG após copiar o arquivo, o que faz com que este arquivo 
não seja copiado no próximo Backup incremental ou diferencial. 
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DICA 31 
BACKUP DIFERENCIAL 
 No que se refere ao backup diferencial, temos as seguintes características: 
 Copia apenas os arquivos criados ou alterados recentemente (com o atributo Flag). 
 Ocupa menos espaço de armazenamento do que o backup total. 
 Também indicado para ser feito com maior frequência. 
 NÃO APAGA (NÃO DESMARCA) O FLAG após copiar o arquivo, o que faz com que 
estes arquivos sejam copiados novamente em um próximo Backup, sendo ele 
incremental, diferencial ou referencial. 
DICA 32 
ARMAZENAMENTO NA NUVEM - CONCEITO 
O conceito de CLOUD STORAGE, como também é conhecido o armazenamento em 
nuvem, se assemelha demais com o conceito de computação em nuvem, porém na 
CLOUD STORAGE se limita apenas na contratação de serviços de armazenamento. 
O armazenamento em nuvem também se assemelha com a computação em nuvem em 
suas características, e também depende da internet para acessar ao conteúdo salvo na 
nuvem. 
Muitas vezes nem percebemos quando utilizamos uma nuvem, como por exemplo em 
nossos smartphones, ao utilizar o Google fotos ou o Icloud. 
DICA 33 
TIPOS DE NUVEM 
Existem três tipos de nuvem quando nos referimos ao FORMATO da nuvem, sendo eles a 
pública, a privada e a híbrida. 
Os formatos de nuvem a seguir também são utilizados na computação em nuvem. 
 Nuvem pública: 
 É a nuvem convencional, utilizada normalmente. 
 A provedora presta o serviço para várias pessoas. 
 Segura (a provedoraé responsável pela segurança e integridade dos dados salvos). 
 Escalável e Flexível (elástica), pois pode ser solicitado alteração e o mesmo será feito 
virtualmente pelo provedor (em alguns casos é até instantaneamente). 
DICA 34 
NUVEM PRIVADA 
 Data Center (Central de Dados) exclusivo de uma organização/empresa; 
 O serviço é dedicado apenas a uma organização; 
 Geralmente fica localizado dentro da própria empresa; 
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 Segura (a provedora é responsável pela segurança e integridade dos dados salvos); 
 Escalável e Flexível (elástica), pois pode ser solicitado alteração e o mesmo será feito 
virtualmente pelo provedor (em alguns casos é até instantaneamente). 
 Nuvem híbrida 
 É a junção das duas anteriores; 
 Utiliza recursos de uma nuvem pública e de uma nuvem privada. 
DICA 35 
SERVIÇOS PÚBLICOS DIGITAIS - CONCEITO 
O nome em si já é autoexplicativo, uma vez que, em suma, trata-se de serviços públicos 
prestados de forma digital à população. Destaca-se que com o avanço da tecnologia, a 
prestação de serviço público à sociedade vem se alterando, migrando um pouco para a 
prestação digital. Com a situação que o país se encontrou durante a pandemia, os 
desafios ajudaram essa migração, que acabou acelerando pela necessidade da sociedade e 
do próprio governo. 
Para se ter noção do quanto esse serviço público digital é utilizado (e vem sendo cada vez 
mais), em 2018, 33% dos jovens acima de 16 anos e adultos utilizavam alguma 
ferramenta digital para acesso ao serviço público. Em 2019, o número subiu para 36% e 
já em 2020 (ano em que o país sentiu a pandemia e começou com o isolamento social), o 
percentual alcançou 54%. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEGISLAÇÃO GERAL E MEIO AMBIENTE 
DICA 36 
POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (PNMA) – LEI N° 6.938/1981 - 
CONCEITOS LEGAIS IMPORTANTES 
 Meio ambiente: é o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem 
física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas; 
 Degradação da qualidade ambiental: é a alteração adversa das características do 
meio ambiente; 
 Poluição: é a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta 
ou indiretamente: 
 prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população 
 criem condições adversas às atividades sociais e econômicas 
 afetem desfavoravelmente a biota 
 afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente 
 lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos 
 Poluidor: pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou 
indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental; 
 Recursos ambientais: a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, 
os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a 
flora. 
DICA 37 
ÓRGÃOS DO SISNAMA 
 Órgão superior: o Conselho de Governo, com a função de assessorar o Presidente 
da República na formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o 
meio ambiente e os recursos ambientais; 
 Órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), 
com a finalidade de assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de 
políticas governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar, no 
âmbito de sua competência, sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente 
ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida; 
 Órgão central: a Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República, com a 
finalidade de planejar, coordenar, supervisionar e controlar, como órgão federal, a política 
nacional e as diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente; 
 Órgãos executores: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais 
Renováveis - IBAMA e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - 
Instituto Chico Mendes, com a finalidade de executar e fazer executar a política e as 
diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente, de acordo com as respectivas 
competências; 
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 19 
 Órgãos seccionais: os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução 
de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a 
degradação ambiental; 
 Órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e 
fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
DICA 38 
COMPETÊNCIA DO CONAMA 
 Para sua prova, é importante que você saiba as competências do CONAMA. São elas: 
 Estabelecer, mediante proposta do IBAMA, normas e critérios para o 
licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras, a ser concedido pelos 
Estados e supervisionado pelo IBAMA; 
 Determinar, quando julgar necessário, a realização de estudos das alternativas e das 
possíveis consequências ambientais de projetos públicos ou privados, requisitando aos 
órgãos federais, estaduais e municipais, bem assim a entidades privadas, as informações 
indispensáveis para apreciação dos estudos de impacto ambiental, e respectivos 
relatórios, no caso de obras ou atividades de significativa degradação ambiental, 
especialmente nas áreas consideradas patrimônio nacional; 
 Homologar acordos visando à transformação de penalidades pecuniárias na obrigação 
de executar medidas de interesse para a proteção ambiental; 
 Determinar, mediante representação do IBAMA, a perda ou restrição de benefícios 
fiscais concedidos pelo Poder Público, em caráter geral ou condicional, e a perda ou 
suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de 
crédito; 
 Estabelecer, privativamente, normas e padrões nacionais de controle da poluição por 
veículos automotores, aeronaves e embarcações, mediante audiência dos Ministérios 
competentes; 
 Estabelecer normas, critérios e padrões relativos ao controle e à manutenção da 
qualidade do meio ambiente com vistas ao uso racional dos recursos ambientais, 
principalmente os hídricos. 
DICA 39 
 INSTRUMENTOS DA PNMA 
 estabelecimento de padrões de qualidade ambiental; 
 zoneamento ambiental; 
 avaliação de impactos ambientais; 
 licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; 
 incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de 
tecnologia, voltados para a melhoria da qualidade ambiental; 
 criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal, 
estadual e municipal, tais como áreas de proteção ambiental, de relevante interesse 
ecológico e reservas extrativistas; 
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 sistema nacional de informações sobre o meio ambiente; 
 cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental; 
 penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas 
necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental; 
 instituição do Relatório de Qualidade do Meio Ambiente, a ser divulgado anualmente 
pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis – IBAMA; 
 garantia da prestação de informações relativas ao Meio Ambiente, obrigando-se o Poder 
Públicoa produzi-las, quando inexistentes; 
 o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras 
dos recursos ambientais; 
 instrumentos econômicos, como concessão florestal, servidão ambiental, seguro 
ambiental e outros. 
DICA 40 
SERVIDÃO AMBIENTAL 
 Proprietário ou possuidor de imóvel; 
 Pessoa natural ou jurídica; 
 Por instrumento público ou particular ou por termo administrativo firmado perante 
órgão integrante do SISNAMA; 
 Não se aplica às Áreas de Preservação Permanente e à Reserva Legal mínima exigida; 
 Restrição: no mínimo a mesma da Reserva Legal; 
 Onerosa ou gratuita, temporária ou perpétua; 
 Prazo mínimo: 15 anos. 
DICA 41 
LICENCIAMENTO AMBIENTAL 
 Sobre licenciamento ambiental, é importante destacar que este é necessário em: 
 Construção; 
 Instalação; 
 Ampliação e funcionamento de estabelecimentos e; 
 Atividades utilizadores de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente 
poluidores ou capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental. 
DICA 42 
PENALIDADES IMPOSTAS AO POLUIDOR 
 O poluidor é obrigado, independentemente da existência de culpa, a indenizar ou 
reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade: 
 Responsabilidade objetiva ambiental; 
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 Penalidades passíveis de imposição: multa simples ou diária; perda ou restrição de 
incentivos e benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público; perda ou suspensão de 
participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito; e 
suspensão de atividades. 
DICA 43 
CÓDIGO FLORESTAL – LEI N° 12.651/2012 - RESPONSABILIDADE COMUM DOS 
ENTES FEDERADOS 
É de responsabilidade comum da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, em 
colaboração com a sociedade civil, na criação de políticas para a preservação e 
restauração da vegetação nativa e de suas funções ecológicas e sociais nas áreas urbanas 
e rurais. 
DICA 44 
OBRIGAÇÃO PROPTER REM 
As obrigações previstas nesta Lei têm natureza real e são transmitidas ao sucessor, 
de qualquer natureza, no caso de transferência de domínio ou posse do imóvel rural. 
 O Código Florestal expressamente estabelece a natureza real (ou propter rem) das 
obrigações ambientais, de modo que, ainda que se transfira a titularidade do imóvel, 
vinculado a este permanecerão eventuais ônus ou deveres de caráter ambiental 
DICA 45 
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE 
 Área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de 
preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, 
facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das 
populações humanas; 
 Prevalência do viés preservacionista, de modo que a restrição à realização de 
atividades dentro das APP’s é de elevada intensidade; 
 As APP’s encontram-se definidas no Código Florestal: 
 faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente; 
 áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais; 
 áreas no entorno dos reservatórios d’água artificiais, decorrentes de barramento ou 
represamento de cursos d’água naturais; 
 áreas no entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes, qualquer que seja sua 
situação topográfica, no raio mínimo de 50 metros; 
 encostas ou partes destas com declividade superior a 45º, equivalente a 100% (cem 
por cento) na linha de maior declive; 
 as restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues; 
 os manguezais, em toda a sua extensão; 
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 as bordas dos tabuleiros ou chapadas, até a linha de ruptura do relevo, em faixa nunca 
inferior a 100 (cem) metros em projeções horizontais; 
 no topo de morros, montes, montanhas e serras, com altura mínima de 100 (cem) 
metros e inclinação média maior que 25º, as áreas delimitadas a partir da curva de nível 
correspondente a 2/3 (dois terços) da altura mínima da elevação sempre em relação à 
base, sendo esta definida pelo plano horizontal determinado por planície ou espelho 
d’água adjacente ou, nos relevos ondulados, pela cota do ponto de sela mais próximo da 
elevação; 
 áreas em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a 
vegetação; 
 em veredas, a faixa marginal, em projeção horizontal, com largura mínima de 50 
(cinquenta) metros, a partir do espaço permanentemente brejoso e encharcado. 
 Possibilidade de áreas cobertas com florestas ou outras formas de vegetação se tornar 
APP após declaração de interesse social por ato do Chefe do Poder Executivo. 
DICA 46 
RESERVA LEGAL 
 Área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, delimitada nos 
termos do art. 12, com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável 
dos recursos naturais do imóvel rural, auxiliar a conservação e a reabilitação dos 
processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade, bem como o abrigo e a 
proteção de fauna silvestre e da flora nativa; 
 Prevalência do viés conservacionista, de modo que a restrição à realização de 
atividades dentro da reserva legal é mais branda; 
 Áreas de reserva legal, nos termos do Código Florestal: 
localizado na Amazônia Legal: 
a) 80% (oitenta por cento), no imóvel situado em área de florestas; 
b) 35% (trinta e cinco por cento), no imóvel situado em área de cerrado; 
c) 20% (vinte por cento), no imóvel situado em área de campos gerais; 
 localizado nas demais regiões do País: 20% (vinte por cento). 
 Não necessitam de reserva legal: 
 empreendimentos de abastecimento público de água e tratamento de esgoto 
 áreas adquiridas ou desapropriadas por detentor de concessão, permissão ou 
autorização para exploração de potencial de energia hidráulica, nas quais funcionem 
empreendimentos de geração de energia elétrica, subestações ou sejam instaladas linhas 
de transmissão e de distribuição de energia elétrica 
 áreas adquiridas ou desapropriadas com o objetivo de implantação e ampliação de 
capacidade de rodovias e ferrovias. 
 
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DICA 47 
EXPLORAÇÃO FLORESTAL 
 É a possibilidade de exploração de florestas nativas e formações sucessoras, de domínio 
público ou privado, desde que atendimentos os seguintes requisitos legais: 
 Licenciamento pelo órgão do SISNAMA; 
 Aprovação de Plano de Manejo Florestal Sustentável – PMFS; 
 Encaminhamento de relatório anual ao órgão ambiental competente. 
DICA 48 
CONCEITOS LEGAIS IMPORTANTES 
 Vereda: fitofisionomia de savana, encontrada em solos hidromórficos, usualmente com 
a palmeira arbórea Mauritia flexuosa - buriti emergente, sem formar dossel, em meio a 
agrupamentos de espécies arbustivo-herbáceas; 
 Manguezal: ecossistema litorâneo que ocorre em terrenos baixos, sujeitos à ação das 
marés, formado por vasas lodosas recentes ou arenosas, às quais se associa, 
predominantemente, a vegetação natural conhecida como mangue, com influência 
fluviomarinha, típica de solos limosos de regiões estuarinas e com dispersão descontínua 
ao longo da costa brasileira, entre os Estados do Amapá e de Santa Catarina; 
 Salgado ou marismas tropicais hipersalinas: áreas situadas em regiões com 
frequências de inundações intermediárias entre marés de sizígias e de quadratura, com 
solos cuja salinidade varia entre 100 (cem) e 150 (cento e cinquenta) partes por 1.000 
(mil), onde pode ocorrer a presença de vegetação herbácea específica; 
 Apicum: áreas de solos hipersalinos situadas nas regiõesentre marés superiores, 
inundadas apenas pelas marés de sizígias, que apresentam salinidade superior a 150 
(cento e cinquenta) partes por 1.000 (mil), desprovidas de vegetação vascular; 
 Restinga: depósito arenoso paralelo à linha da costa, de forma geralmente alongada, 
produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades 
que recebem influência marinha, com cobertura vegetal em mosaico, encontrada em 
praias, cordões arenosos, dunas e depressões, apresentando, de acordo com o estágio 
sucessional, estrato herbáceo, arbustivo e arbóreo, este último mais interiorizado. 
DICA 49 
REGRAS PARA SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO PARA USO ALTERNATIVO DO SOLO 
 Cadastramento do imóvel no CAR; 
 Prévia autorização do órgão estadual competente do SISNAMA; 
 Não é permitida a conversão de vegetação nativa para uso alternativo do solo no 
imóvel rural que possuir área abandonada; 
 Nas áreas passíveis de uso alternativo do solo, a supressão de vegetação que 
abrigue espécie da flora ou da fauna ameaçada de extinção dependerá da adoção de 
medidas compensatórias e mitigadoras que assegurem a conservação da espécie. 
 
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DICA 50 
ÁREAS DE USO RESTRITO 
 No caso de pantanais e planícies pantaneiras, sendo permitida a exploração 
ecologicamente sustentável, desde que se considere as recomendações técnicas dos 
órgãos oficiais de pesquisa, ficando novas supressões de vegetação nativa para uso 
alternativo do solo condicionadas à autorização do órgão estadual do meio ambiente. 
 Em áreas de inclinação entre 25º e 45º, serão permitidos o manejo florestal 
sustentável e o exercício de atividades agrossilvipastoris, bem como a 
manutenção da infraestrutura física associada ao desenvolvimento das atividades, 
observadas boas práticas agronômicas, sendo vedada a conversão de novas áreas, 
excetuadas as hipóteses de utilidade pública e interesse social. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO 
DICA 51 
ÉTICA E DEMOCRACIA: EXERCÍCIO DA CIDADANIA 
No exercício da cidadanaia, é preciso que o cidadão lembre-se que seu compromisso vai 
muito alem do ato de votar. Todos tem a capacidade de exercer todos os seus direitos, 
sendo de forma direta ou indireta, ainda que a pessoa esteja sob o regime da curatela. 
Importante destacar que o regime de curatela é o encargo que é conferido a uma 
pessoa para que, segundo os limites determinados juridicamente, fundados em lei, cuide 
dos interesses de alguém que não possa licitamente administrá-lo. 
DICA 52 
LEI Nº. 1.171/1994 – CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO – 
DOS PRINCIPAIS DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO 
O servidor público deve resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de 
contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou 
vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las, 
comunicando imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao 
interesse público, exigindo as providências cabíveis. 
DICA 53 
LEI Nº. 1.171/1994 – CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO – 
DOS PRINCIPAIS DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO 
Uma ressalva importante é que é garantido o direito de greve ao agente do serviço 
público de todos os entes da federação, desde que ele não componha as forças 
armadas de segurança nacional, mas durante o ato de greve, o agente deve zelar 
pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva, nunca colocando 
em risco aos demais. 
DICA 54 
LEI Nº. 1.171/1994 – CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO – 
DOS PRINCIPAIS DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO 
 O agente precisa sempre participar dos movimentos e estudos que se 
relacionem com a melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do 
bem comum, bem como deve apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao 
exercício da função. Além do mais, deve ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza de 
que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo 
o sistema. 
 DICA 55 
LEI Nº. 1.171/1994 – CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO – 
DOS PRINCIPAIS DEVERES DO SERVIDOR PÚBLICO 
É dever manter-se atualizado com as instruções, as normas de serviço e a legislação 
pertinentes ao órgão onde exerce suas funções, cumprindo as tarefas de seu cargo ou 
função, tanto quanto possível, com critério segurança e rapidez, mantendo tudo sempre 
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em boa ordem e exercendo, com estrita moderação, as prerrogativas funcionais que lhe 
sejam atribuídas, abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos 
usuários do serviço público e dos jurisdicionados administrativos. 
DICA 56 
LEI Nº. 1.171/1994 – CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO – 
DAS VEDAÇÕES AO SERVIDOR PÚBLICO 
 É vedado ao servidor público: 
 O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influências, para 
obter qualquer favorecimento, para si ou para outrem; 
 
 Prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles 
dependam; 
 
 Ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração a este 
código de ética ou ao código de ética de sua profissão; 
 
 Usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por 
qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou material; 
 
 Deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu 
conhecimento para atendimento do seu mister; 
 
 Permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de 
ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos 
ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores. 
DICA 57 
LEI Nº 8.112/ 1990 – REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO 
- REGIME DISCIPLINAR (DA ACUMULAÇÃO) 
Lembre que há uma diferença sutil entre o ato de sindicância e o ato de processo 
adminsitratvivo. Ambos são processos administrativos que visam a aplicação de 
penalidades aos servidores. 
Da sindicância poderá resultar a aplicação de penalidades mais leves como advertência ou 
suspensão de até 30 dias. O prazo para conclusão não excederá 30 dias, podendo ser 
prorrogado por igual período, a critério da autoridade superior. 
Já o processo administrativo disciplinar – PAD -, sempre será necessário para aplicação 
de penalidades mais graves. Entre elas, demissão, cassação de aposentadoria ou 
disponibilidade, destituição de cargo em comissão ou função de confiança e suspensão 
superior a 30 dias. O prazo para conclusão é de 60 (sessenta) dias prorrogável por mais 
60. 
 
 
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DICA 58 
LEI Nº 8.112/ 1990 – REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO 
- REGIME DISCIPLINAR (DAS PENALIDADES) 
 São penalidades disciplinares: 
 CaDe DeDe SuAD 
CA CAssação de aposentadoria 
DE DEmissão 
DE DEstituição do cargo em comissão 
DE DEstituição de função comissionada 
SU SUspensão 
AD ADvertência 
DICA 59 
LEI Nº 8.112/ 1990 – REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO 
- REGIME DISCIPLINAR (DAS PENALIDADES) 
 Na aplicação das penalidadesserão consideradas a natureza e a gravidade da 
infração cometida, os danos que dela provierem para o serviço público, as circunstâncias 
agravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais. 
O ato de imposição da penalidade mencionará sempre o fundamento legal e a 
causa da sanção disciplinar. 
 
DICA 60 
LEI Nº 8.112/ 1990 – REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO 
- REGIME DISCIPLINAR (DAS PENALIDADES) 
 A advertência só será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição 
constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional 
previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de 
penalidade mais grave. 
 
 
 
 
 
 
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DICA 61 
LEI Nº 8.112/ 1990 – REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA UNIÃO 
- REGIME DISCIPLINAR (DAS PENALIDADES) 
 A demissão será aplicada nos seguintes casos: 
 CrIA CoR, ApOIA LeTra II 
CR CRime contra a administração pública; 
I Inassiduidade habitual; 
A Abandono de cargo; 
CO COrrupção; 
R Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo; 
AP APlicação irregular de dinheiros públicos; 
O Ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima 
defesa própria ou de outrem; 
I Improbidade administrativa; 
A Acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; 
LE LEsão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional; 
TRA TRAnsgressão dos incisos IX a XVI do art. 117; 
I Insubordinação grave em serviço; 
I Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição; 
DICA 62 
LEI 8.429/1992 SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE 
ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO. – ATOS DE 
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 
Lembre-se que o sucessor ou o herdeiro daquele que causar danos ao erário ou que se 
enriquecer ilicitamente estão sujeitos apenas à obrigação de repará-lo até o limite do 
valor da herança ou do patrimônio transferido. Contudo, a responsabilidade 
sucessória aplica-se também na hipótese de alteração contratual, de transformação, 
de incorporação, de fusão ou de cisão societária. 
 Nas hipóteses de fusão e de incorporação, a responsabilidade da sucessora 
será restrita à obrigação de reparação integral do dano causado, até o limite do 
patrimônio transferido, não lhe sendo aplicáveis as demais sanções previstas na Lei 
decorrentes de atos e de fatos ocorridos antes da data da fusão ou da incorporação, 
exceto no caso de simulação ou de evidente intuito de fraude, devidamente 
comprovados. 
 
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DICA 63 
LEI 8.429/1992 SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE 
ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO. – ATOS DE 
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 
A sentença que julgar procedente a ação fundada nos arts. 9º e 10 da lei condenará ao 
ressarcimento dos danos e à perda ou à reversão dos bens e valores ilicitamente 
adquiridos, conforme o caso, em favor da pessoa jurídica prejudicada pelo ilícito. se 
houver necessidade de liquidação do dano, a pessoa jurídica prejudicada procederá a 
essa determinação e ao ulterior procedimento para cumprimento da sentença referente ao 
ressarcimento do patrimônio público ou à perda ou à reversão dos bens. caso a pessoa 
jurídica prejudicada não adote as providências no prazo de 6 (seis) meses, contado do 
trânsito em julgado da sentença de procedência da ação, caberá ao ministério público 
proceder à respectiva liquidação do dano e ao cumprimento da sentença referente ao 
ressarcimento do patrimônio público ou à perda ou à reversão dos bens, sem prejuízo de 
eventual responsabilização pela omissão verificada. 
Para fins de apuração do valor do ressarcimento, deverão ser descontados os serviços 
efetivamente prestados. 
DICA 64 
LEI 8.429/1992 SANÇÕES APLICÁVEIS AOS AGENTES PÚBLICOS NOS CASOS DE 
ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO. – ATOS DE 
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA 
Somente haverá improbidade administrativa quando for comprovado na conduta funcional 
do agente público o fim de obter proveito ou benefício indevido para si ou para outra 
pessoa ou entidade, aplicado a quaisquer atos de improbidade administrativa tipificados 
nesta lei e em leis especiais e a quaisquer outros tipos especiais de improbidade 
administrativa instituídos por Lei. O enquadramento de conduta funcional na categoria 
artigo pressupõe a demonstração objetiva da prática de ilegalidade no exercício da 
função pública, com a indicação das normas constitucionais, legais ou infralegais violadas. 
DICA 65 
CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DOS AGENTES PÚBLICOS DO IBAMA (PORTARIA 
IBAMA Nº 2.534/2019) – DA PARTICIPAÇÃO EM REDES SOCIAIS 
O agente público não deve utilizar o e-mail institucional para uso pessoal e/ou para criar 
perfis em suas mídias sociais, cuidando ainda do material que o mesmo compartilha em 
suas mídias sociais, e deve tomar ciências de que seu nome está ligado a instituição; 
ressalva-se que não caracteriza privação de liberdade de expressão, mas sim conduta 
ética ao cargo exercido. os direitos autorais sobre textos e imagens produzidas no IBAMA 
devem ser respeitados, não devendo o agente público reproduzi-los sem a transmissão 
dos respectivos créditos. 
 
 
 
 
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 30 
MATEMÁTICA 
DICA 66 
JUROS COMPOSTOS 
Em Regime de Juros Compostos, o Montante é calculado pela seguinte equação 
M=C(1+i) ^t e M=J+C. 
Josué alugou uma máquina digital por R$ 1.000,00, por 2 meses, a juros compostos de 
5% ao mês → o Montante será M = C(1+i)^t =1.000(1,05)² = 10001,1025= R$ 
1.102,50. 
O juro composto obtido na aplicação de um capital de R$ 2.000,00 durante um 
bimestre, com uma taxa de 10% ao mês → M = C(1+i)^t = 2000(1,1)² = 20001,21 = 
2.420, e como M=J+C → 2.420 = J+2000 → Juros= 420,00. 
Uma pessoa contratou um empréstimo de R$ 6.000,00 em uma agência bancária, a juros 
compostos de 10% ao mês. Exatamente dois meses após contratar esse empréstimo, essa 
pessoa foi ao banco e pagou R$ 4.000,00 e dois meses, após esse pagamento, essa 
pessoa quitou o seu empréstimo. Dessa forma, o valor do último pagamento foi de → 
M=C(1+i)²=6.000(1,1)²=7.260, como a pessoa pagou R$ 4.000,00, ficou restando ainda 
um valor de R$ 3.260,00 (7.260-4000=3.260). Incidindo juros de 10 % a.m com 2 meses 
→ M1=3260(1,1) ²=3.944,60. Portanto para quitar o empréstimo, o último pagamento foi 
de R$ 3.944,60. 
DICA 67 
JUROS COMPOSTOS 
Taxa efetiva é a Taxa de Juros em que a unidade de tempo da Taxa é coincidente 
com a unidade de tempo do período de capitalização. 
 Ex.: i_1=5% ao mês capitalizados mensalmente, i_2=8% ao trimestre capitalizados 
trimestralmente. 
Taxa Nominal é a Taxa de Juros em que a unidade de tempo da Taxa não é coincidente 
com a unidade de tempo do período de capitalização. 
 Ex.: i_1=10% ao bimestre capitalizados mensalmente e i_2=12% ao semestre 
capitalizados bimestralmente. 
Nas fórmulas matemáticas de Juros Compostos não podemos utilizar a Taxa Nominal, 
por isso temos que fazer a conversão para a taxa efetiva. 
Para fazer a conversão para a taxa efetiva devemos dividir ou multiplicar, por exemplo 
taxa nominal de 10% ao bimestre capitalizados mensalmente, ficará assim → devemos 
passar para a unidade da capitalização → como nesse caso a capitalização é mensal e 1 
bimestre=2 meses →10% / 2 meses= 5% ao mês. 
 
 
 
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DICA 68 
JUROS COMPOSTOS 
Um indivíduo aplicou R$ 10.000 em um investimento que paga taxa de juros compostos 
de 12% ao ano com capitalização bimestral, sabendo que 1,02^12=1,27, vamos calcular 
o montante após 2 anos: 
 Ex.: Primeiro passo é converter a Taxa Nominal para a Taxa Efetiva, i=12% a.a 
capitalizados bimestralmente e 1 ano=6 bimestres, i=12% /6 bimestre=2% ao bimestre, 
M = C (1+i) ^t = 10000 (1,02) ^12 = 10000 1,27 = 12.700. 
Taxas Equivalentes são as taxas de juros com unidades de tempo diferentes que 
aplicadas a um mesmo Capital, por um mesmo período, sob o regime de juros compostos, 
produziriam o mesmo Montante (e, por consequência, mesmo Juro). 
Diferentemente do que ocorre no Regime de Capitalização Simples, em Juros Compostos, 
as Taxas Equivalentes não são proporcionais. 
Vamos calcular a Taxa composta bimestral equivalente a 5% ao mês → 
M1=M2→(1,05)^mês=(1+i)^bimestre → 1 bimestre=2 meses → (1,05)²=(1+i) 
→1,1025=1+i → i=0,1025=10,25% ao bimestre. Logo, 5% ao mês é equivalente a 
10,25% ao bimestre. 
DICA 69 
JUROS COMPOSTOS 
Vamos calcular a Taxa de juros composta trimestral equivalente a 6% ao semestre 
capitalizados mensalmente→ calculando a taxa efetiva → 1 semestre= 6 meses → i=6%/ 
(1 semestre= 6 meses) = 1% ao mês → Calculando a taxa equivalente → 
M1=M2→(1,01)^mês=(1+i)^trimestre → (1,01)^3=(1+i) → 1,030301=1+i → 
i=0,0303= 3,03%. 
A taxa de 15% ao ano, capitalizada ao quadrimestre, tem como taxa efetiva anual → 1 
ano=3 quadrimestres → 15%/3=5% ao quadrimestre → calculando a taxa equivalente → 
M1=M2 → (1,05)^quadrimestre = (1+i)^ano → (1,05)^3 = (1+i) → 1,1576=1+i → 
i=0,1576=15,76% ao ano. 
Convenção Exponencial é utilizado o regime de Capitalização Composta para todo o 
período, isto é, tanto para a parte inteira quanto para a parte fracionária → M=C(1+i)^t. 
Já na Convenção Linear utiliza-se o regime de Capitalização Composta para a parte 
inteira do tempo de aplicação e o regime de Capitalização Simples para a parte 
fracionária. 
Primeiramente, calcula-se o Montante em regime de Juros Compostos para a parte inteira 
do período de aplicação, de posse do Montante calculado, utilizar a fórmula dos Juros 
Simples para a parte fracionária. 
 
 
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DICA 70 
JUROS COMPOSTOS 
Um capital no valor de R$ 20.000,00 foi investido a uma taxa de juros compostos de 10% 
ao ano, durante 2 anos e 3 meses. O montante no final do período, adotando a 
convenção linear, foi igual: 
M=C(1+i)^t1(1+it2), t1=2 anos e 1 ano= 12 meses, t2=3/12=1/4 de ano, M = 20000 
(1,1)² x (1+0,1x1/4) = 24.200 x (1+0,025) = 24.200 x 1,025 = 24.805. 
Uma dívida de R$ 5.000 foi liquidada pelo valor de R$ 11.250, pagos de uma única vez, 
dois anos após ter sido contraída. Nesse caso, no regime de juros compostos, a taxa anual 
de juros empregada nesse negócio foi de: 
M=C(1+i)^t → 11.250=5.000(1+i)² → (1+i)² =2,25=225/100 → 1+i=√
𝟐𝟐𝟓
𝟏𝟎𝟎
 → 
1+i=15/10=1,5 → 1+i=1,5 → i= 0,5 = 50% a.a. 
Raul fez 2 aplicações semestrais e consecutivas de R$ 50.000 cada uma (sendo a primeira 
no tempo 0), que renderam juros à taxa de juros compostos de 10% ao semestre. Raul 
resgatou o saldo total ao final do terceiro semestre, vamos calcular o valor resgatado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observe que as duas aplicações são semestrais e consecutivas e a primeira realizada no 
tempo 0. O montante final será igual a soma dos Montantes de cada aplicação 
separadamente. Perceba que a primeira aplicação será capitalizada por 3 semestres 
enquanto e que a segunda será capitalizada apenas por 2 → M_final = M_1+M_2 → 
M_final = 50.000(1,1)^3+50.000(1,1)² = 50.000x1,331+50.000x1,21=66.550+60.500 
→ Montante Final = 127.050. 
 
 
 
 
 
Montante final 
50.000 50.000 
Semestres 
0 1 2 3
 
4
 
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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 
DICA 71 
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA UNIÃO 
É o conjunto da União, Estado, DF e Municípios, compondo esse grupo a administração 
direta, razão pela qual podemos dizer que todos, tanto da administração pública direta e 
indireta, consistem em pessoas de natureza jurídica. 
A União tem o poder de subdividir, da forma que achar necessária, os seus órgãos, 
podendo criar uma desconcentração administrativa. 
DICA 72 
IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA UNIÃO 
Tem como finalidade permitir as instituições controlar de maneira eficaz as atividades 
rotineiras; 
Como principal propósito de facilitar a visualização da estrutura e das relações hierárquica 
e a responsabilidade das competências dos servidores, além do processo de divisões de 
tarefas e o compartilhamento de poder. 
DICA 73 
CARACTERÍSTICAS DAS ORGANIZAÇÕES ADMINISTRATIVA DA UNIÃO 
Podemos destacar a principal característica de uma organização pública pela ausência de 
personalidades jurídicas. 
 São organizações que não possuem autonomia estando ligadas e submetidas à 
pessoas jurídicas que pertencem. Listamos aqui suas características: 
 Não possuem patrimônio próprio; 
 Não possuem capacidade postulatória. 
DICA 74 
ORGANIZAÇÃO ADMINISTIVA DA UNIÃO 
Sua principal diretriz é focada na definição dos órgãos e agentes que controlam os 
recursos, bem como realizam as atividades necessárias para manutenção do estado 
brasileiro. 
O foco da administração pública compreende os órgãos da administração direta e indireta, 
voltados para melhor desenvolvimento dos recursos. 
DICA 75 
ESTRUTURA DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA UNIÃO 
A Estrutura das atividades administrativa da União é controlada pelo próprio governo 
através dos órgãos de competência. 
 Não possuem personalidade jurídica própria; 
 É a desconcentração da administração pública; 
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Na administração direta o estado é o responsável, razão pela qual responde pelo serviço 
público. 
DICA 76 
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA 
É a parte de administração que corresponde a prestação de serviço diretamente pelo 
próprio estado e seus órgãos. 
 Esse tipo de administração é composto pelos órgãos diretamente ligados a federação: 
 União; 
 Estado; 
 Distrito federal; 
 Municípios. 
DICA 77 
ADMISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA 
 É criada por órgãos descentralizados e autônomos, mas sujeita ao controle do estado; 
 É um formato encontrado pelo setor público de descentralizar as atividades e flexibilizar 
a atuação do estado em diferentes setores da sociedade; 
 São criadas entidades com proposito de prestar serviços fundamentais ao público. 
DICA 78 
DIFERENÇA ENTRE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA 
A principal característica que notamos é que a descentralização de algumas atividades 
econômicas ou de serviço são divididas entre as esferas do poder público, da União, 
Estado, Municípios ou Distrito Federal. Criando assim uma pessoa jurídica para atuar 
com poderes e autonomia, e com uma gestão própria. 
DICA 79 
IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA 
Um item importante que precisamos observar sempre é que as entidades sempre sejam 
criadas através de leis específicas. 
Essas entidades terão a responsabilidade e capacidade específica para melhorar a 
execução de determinados serviços, com o propósito de auxiliar o poder público. 
DICA 80 
GESTÃO DE PROCESSOS 
É uma união de práticas que auxiliam o aperfeiçoamento contínuo dos processos 
organizacionaisvoltados a uma empresa ou instituição. Esses processos podem ter 
inúmeras variações desde uma simples compra de uma matéria-prima até a entrega de 
um produto para o cliente. 
É um aglomerado de práticas voltado a desenvolver, monitorar e melhorar os 
processos de uma empresa. Na administração pública é uma disciplina gerencial com 
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objetivo de controlar, sustentar e transformar os processos da organização para atingir 
melhores resultados. 
DICA 81 
GESTÃO DE CONTRATOS 
De regra podemos dizer que é a combinação de algumas técnicas, procedimentos, 
medidas e controle, que visa a eficiência na administração de todas as variáveis 
envolvidas na contratação. 
 Essas variáveis são divididas por etapas: 
 Proposta negocial; 
 Negociação do contrato; 
 Discussão e redação de cláusula; 
 Cautela e formalização; 
 Por fim assinatura. 
DICA 82 
IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CONTRATOS 
Em uma administração Pública a guarda e fiscalização de contratos garante a execução e 
a qualidade de forma correta dos termos firmados contratuais, evitando também possíveis 
danos ao erário. 
Com a gestão de contrato podemos garantir a eficiência e eficácia do que foi 
contratado, podendo observar os melhores meios quanto os melhores resultados 
conseguindo cumprir e termos e atendendo os interesses públicos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA 
DICA 83 
ADMINISTRAÇÃO ORÇAMENTÁRIA, FINANCEIRA E ORÇAMENTO PÚBLICO - 
ORÇAMENTO PÚBLICO NA CONSTITUIÇÃO 
É proibido, sem autorização legislativa, utilizar de recursos do orçamento para suprir 
necessidade de empresas, fundações ou fundos públicos. 
Nenhum investimento no qual ultrapasse um exercício financeiro poderá ser feito se 
não estiver no PPA ou em alguma lei no qual o incorpore no PPA. 
Importante destacar que é proibido o pagamento de benefícios R.G.P.S com recursos das 
contrições sociais. 
DICA 84 
ORÇAMENTO PÚBLICO NA CONSTITUIÇÃO 
É proibido a concessão de empréstimos do governo federal/estadual ou por meio de suas 
instituições para pagamento de pessoal, sendo ativo, inativo ou pensionista. 
Também, é proibido a instituição de fundo, sem a autorização legislativa. 
 Novidade da Emenda constitucional 109/2021: é proibido a criação de fundo 
público, quando seus objetivos puderem ser alcançados por meio de vinculação de 
receita ou por programação direta de órgão ou entidade da administração. 
DICA 85 
CICLO ORÇAMENTÁRIO 
O ciclo orçamentário inicia-se no exercício anterior, no qual é elaborado para entrar 
em vigência no próximo exercício. O ciclo orçamentário é contínuo, não para sempre, uma 
vez que pode haver modificações ou criação dentro dos prazos. Destaca-se que o ciclo 
orçamentário não é autossuficiente, pois está sempre se renovando anualmente. 
DICA 86 
CICLO ORÇAMENTÁRIO 
A Elaboração do PPA, LDO e LOA é de iniciativa exclusiva do Presidente da República, 
não sendo, portanto, delegável, uma vez que se caracteriza como sendo de competência 
obrigatória (vinculada). 
Os outros poderes, judiciário, legislativo e MP, elaboram suas propostas orçamentárias e 
as enviam para poder executivo, para inclusão na proposta orçamentária. 
Se a proposta não for enviada ao legislativo dentro do prazo, será considerado as 
estimativas do orçamento vigente, fazendo os ajustes necessários conforme a LDO. 
DICA 87 
CICLO ORÇAMENTÁRIO 
Caso o executivo, não faça o envio dentro do prazo, o legislativo irá considerar como 
proposta orçamentária, a LOA que está vigente; 
O PPA, LDO e LOA, serão publicados por meio de Lei Complementar, dispondo de 
vigência, prazo, organização, elaboração e o exercício financeiro, dispor também a 
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equidade de emendas tanto individuais como de bancada, esta última de execução 
obrigatória (adicionada pela EC 100/2019); 
Na Lei Complementar também irá dispor sobre normas de gestão financeira e 
patrimonial. 
DICA 88 
CICLO ORÇAMENTÁRIO 
Proposta enviada, assim irá começar a discussão sobre a aprovação e as modificações, a 
proposta será apreciada pelas duas casas, sendo também obrigatória sua aprovação na 
comissão mista de planos orçamentos e fiscalização – comissão essa permanente e mista, 
no qual tem presença de senadores e deputados. Enquanto ainda estiver na comissão 
o presidente poderá enviar mensagens para propor modificações no projeto orçamentário. 
DICA 89 
CICLO ORÇAMENTÁRIO 
A aprovação da proposta será por maioria simples. 
Lembrando que terá punição apenas se o LDO não for aprovado, e, não sendo aprovada 
no prazo a sessão legislativa não pode ser interrompida. 
 OBS.: Essa regra não se aplica com a PPA e LOA. 
As normas normais de aprovação legislativa serão aplicadas. 
DICA 90 
CICLO ORÇAMENTÁRIO EXECUÇÃO 
Após todo o ciclo de aprovação e sanção, finalmente a LOA, pode ser executada, no 
caso o uso financeiro e o uso das dotações orçamentárias, sendo que após a 
publicação o executivo precisa estabelecer a programação financeira e cronograma de 
atividades de desembolso. 
Lembrando, que se faz necessário o cumprimento das metas, e a finalidade, sendo usados 
especificamente para atender seu objeto de vinculação, ainda que em exercício 
diverso. 
DICA 91 
CICLO ORÇAMENTÁRIO CONTROLE 
 Controle externo: feita pelo congresso com apoio do tribunal de contas da União. 
 Principalmente: 
 se as metas tiverem seus objetivos alcançados e se houve um bom grau de 
atendimento da população (resultado); 
 se estes resultados usaram os recursos e; 
 se realmente houve transformação na sociedade por conta deste orçamento e dos seus 
objetivos = se tem uma garantia legal e se; 
 se os recursos foram aplicados conforme a lei, com isso garantindo “efetividade das 
ações”. 
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 38 
DICA 92 
CICLO ORÇAMENTÁRIO CONTROLE EXTERNO 
 O Congresso Nacional, faz o controle: 
 Contábil: se os recursos foram usados de forma correta; 
 Orçamentária: Utilização conforme planejamento; 
 Financeira: Fluxo de recursos administrados; 
 Operacional: verificação de cumprimento de metas, resultados, eficácia e eficiência; 
 Patrimonial: Controle dos bens públicos. 
DICA 93 
CICLO ORÇAMENTÁRIO CONTROLE INTERNO 
A banca gosta de trocar a palavra controle “interna” por “externo”, então tenha cuidado. 
No caso do controle interno, é o próprio controle da execução orçamentária. 
 Necessário para observar a legalidade nos atos; 
 Exercer o controle das operações de crédito. 
DICA 94 
CICLO ORÇAMENTÁRIO CONTROLE EXTERNO 
 Comandada pelo congresso nacional com auxílio do Tribunal de Contas da União 
(TCU), este último que tem como prerrogativa artigo 71 da Constituição Federal, no qual: 
 Aprecia as contas do presidente da república; 
 Julga as contas de quem administra dinheiro e bens públicos; 
 Fiscaliza a aplicação dos bens repassados pela união por meio de convênios, acordos ou 
ajustes; 
 Aplica sanções aos responsáveis por irregularidades na prestação e contas; 
 A cada três meses o TCU, repassa ao congresso um relatório de suas atividades. 
DICA 95 
RECEITA PÚBLICA - CODIFICAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
Categoria 
Econômica 
Origem Espécie 
Desdobramentos para 
identificar peculiaridades 
 
Tipo 
1 2 34 5 6 7 8
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DICA 96 
RECEITA PÚBLICA 
 1º digito: Categoria econômica. 
 Receitas correntes: 
 Tributárias; 
 Patrimoniais; 
 Agropecuárias; 
Transferência de correntes e outras. 
 Receitas de capital: 
 Da realização de recursos oriundos da constituição de dívidas; 
 Da conversão em espécie de bens/direitos; 
 Transferência de capital; 
 Superávit do orçamento corrente. 
DICA 97 
RECEITA PÚBLICA 
 2º Digito: Origem. 
Identificador da origem da receita no momento do ingresso no patrimônio público 
 Receitas correntes: 
 Impostos, taxa e contribuições de melhoria; 
 Contribuições; 
 Receita patrimonial – de aluguéis, permissões, juros; 
 Receita agropecuária; 
 Receita industrial; 
 Receita de serviços; 
 Transferências correntes; 
 Outras receitas correntes. 
 Receitas de capital: 
 Operações de crédito; 
 Alienação de bens; 
 Amortização de empréstimos; 
 Transferência de capital; 
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 Outras receitas de capital. 
DICA 98 
RECEITA PÚBLICA 
 3º Digito: Espécie. 
 Detalha mais ainda o fato gerador: 
 Ex.: Contribuições (origem), detalha para: Contribuições sociais, contribuições 
econômicas, contribuições para entidades privadas de serviços social e formação 
profissional. 
DICA 99 
RECEITA PÚBLICA 
 4º ao 7º Digito. 
 Desdobramentos para identificar peculiaridades: 
 É uma classificação facultativa, conforme a necessidade de especificação do recurso. 
Exemplo são as receitas exclusivas dos estados e municípios. 
DICA 100 
RECEITA PÚBLICA 
 8º Digito: Tipo. 
 Identifica o tipo de arrecadação: 
 Tipo 0: natureza não valoriza; 
 Tipo 1: Principal; 
 Tipo 2: Multas e juros de mora da receita; 
 Tipo 3: Dívida Ativa; 
 Tipo 4: Multas e juros de mora da receita; 
 Tipo 5: Multa da receita principal; 
 Tipo 6: Juros da receita principal; 
 Tipo 7: multa da dívida ativa; 
 Tipo 8: Juros da dívida ativa; 
 Tipo 9: Desdobramento a ser criado no SOF. 
DICA 101 
RECEITA PÚBLICA 
 Codificação: Onde é indicada a destinação dos recursos; 
 O controle deve ser feito da elaboração a execução do orçamento; 
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 Destinação dos recursos: 
 Destinação vinculada: para suprir as necessidades já imposta na constituição, 
priorizando-as. 
 Destinação Ordinária: livre alocação de recursos entre a origem e a aplicação de 
recursos. 
DICA 102 
RECEITA PÚBLICA 
 Recursos do tesouro: Geridos de forma centralizada pelo poder executivo; 
 Recursos de outras fontes: Arrecadados e controlados de forma descentralizada; 
 Recursos condicionados: incluídos na previsão da receita orçamentária, mas 
dependem da aprovação de alterações legislativas para integrar o recurso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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GESTÃO DE PESSOAS 
DICA 103 
SEU PRINCIPAL OBJETIVO GESTÃO DE PESSOAS 
 Tome nota: 
Promover mecanismo para que a organização e colaborador tenham relações 
vantajosas, o chamado Win-Win (Ganha-Ganha), onde os envolvidos são 
contemplados com a mesma proporção de vantagens, fazendo com que ambas as 
partes saiam satisfeita com os resultados atingidos, funcionário exercendo o seu 
trabalho e tendo sua contrapartida garantida. 
 
DICA 104 
CLIMA ORGANIZACIONAL GESTÃO DE PESSOAS 
Nada mais é que as boas práticas à busca incessante e ao equilíbrio entre as pessoas 
dentro da organização, que engaja todos os envolvidos no processo diário da companhia, 
visando estabelecer o melhor convívio entre as partes. Para o sucesso da empresa, 
esse clima e de suma importância, uma vez que traz harmonia interna da empresa 
permitindo avançar com novos objetivos e diretrizes mais arrojadas. 
DICA 105 
PROMOVENDO O DESENVOLVIMENTO DO COLABORADOR GESTÃO DE PESSOAS 
A empresa promove e constrói atitudes que levam os indivíduos a superar seus desafios 
rumo a jornada de sucesso. Com o desenvolvimento, os colaboradores acabam por se 
surpreender com suas próprias habilidades, correndo atrás de novas possibilidades de 
aprendizado e se esforçando cada vez mais dando o seu melhor para chegar aos 
resultados esperados. 
 Essas atitudes são divididas em etapas que são elas: 
 Necessidade: primeira etapa para se criar o projeto; 
 Mapeamento de perfil: segunda etapa para conhecer o colaborador. 
DICA 106 
POLITÍCAS GESTÃO DE PESSOAS 
A gestão de pessoas é a Política de gestão de pessoas tem por objetivo a implantação 
de uma cultura organizacional mais humana aos colaboradores. 
Por esse motivo, ela proporciona uma série de ações e etapas que permitem essa 
sinergia entre os envolvido uma característica interessante é compartilhar as 
responsabilidades e, partindo disso, definir planos de carreira, cargos e salários. 
 
 
 
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DICA 107 
GESTÃO PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 
Gestão de pessoas e sistemas de informações gerenciais são ferramentas que são 
utilizadas para auxiliar a tomada de decisão conforme a necessidade do 
desenvolvimento da empresa, objetivando aprimorar as técnicas praticadas, montando um 
padrão operacional. 
 Ex.: Planilhas de Controle de Pessoas, Planejamento e Reciclagem de colaboradores, 
Quadro de metas mensais etc. 
DICA 108 
COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA GESTÃO DE PESSOAS 
Como o próprio nome diz, comportamento, no contexto empresarial, é desde respeitar os 
colegas - não agir de forma errada -, divulgando informações sigilosas que dizem 
respeito apenas aos processos particulares da organização. Frisa-se que esses são 
alguns exemplos de como podemos ter um comportamento organizacional ético. 
DICA 109 
NÍVEL DE COMPORTAMENTO NA GESTÃO DE PESSOAS 
O comportamento organizacional é dividido em níveis. Podemos citar dois mais 
comuns, são eles: individual e o grupal. 
O individual é a análise em si e concentra-se no colaborador, seus interesses, objetivos, 
motivações, habilidades e competências profissionais, além de valores, percepções, bem 
como atitudes. 
O grupal, é o nível que em que responsável por analisar comportamento de forma 
coletiva, observa as importâncias e a influência das pessoas no grupo. 
DICA 110 
RELAÇÃO INDIVIDUO NA GESTÃO DE PESSOAS 
Resumindo e simplificando, vamos dizer que a relação do indivíduo na gestão de pessoas 
resume-se na união das habilidades e estratégias dos responsáveis pelo processo, que 
precisam ter para gerenciar os seus colaboradores, voltada para o sucesso da realização 
das tarefas e comprimento das metas. 
DICA 111 
MOTIVAÇÃO E DESEMPENHO 
Algumas empresas não dão muita importância a motivação dentro das organizações, 
porém ela é um elemento fundamental para a o desenvolvimento, produtividade e 
eficiência de uma equipe. Com organização e mantendo os funcionários motivados, a 
empresa estará deixando de escorregar pelo ralo o potencial de seus talentos e, na 
sua sequência, perdera competividade no mercado. 
 
 
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DICA 112 
GESTÃO DE PESSOAS E SUA IMPORTÂNCIA MOTIVAÇÃO 
A motivação de seus gestores é de suma importância para passar credibilidade a 
seus liderados. 
A empresa que aposta na virtude de uma pessoa motivada, passará confiança, energia, 
espiração e coragem a seus subordinados, para irem em busca atingimento das metas 
diárias, fazendo com que a equipe produza com eficiência e eficácia suas tarefas diárias. 
DICA 113 
FOCO NA LIDERANÇA 
O líder que mantem o foco na equipe, no talento de cada indivíduo, nas suas habilidades e 
necessidades, tende a ter um grupo de sucesso. 
A liderança precisa ser forte, eficiente, para demostrar confiança e espirar o grupo a 
trazer melhores resultado esperado a organização, mantendo o foco sempre voltado a 
missão e visão da empresa, cuidando e respeitando a individualidade de cada pessoa, 
promovendo o melhor de cada indivíduo e satisfação ao atingimento de suas metas 
pessoais. 
DICA 114 
HABILIDADES NA GESTÃO DE PESSOAS 
 Poder de decisão: Proporciona uma liderança segura para fazer as ações necessárias 
para resolução de problemas; 
 Dinamismo: Uma pessoa com agilidade e com energia, estimula os indivíduos a seu 
redor; 
 Inteligência emocional: A capacidade de ter imparcialidade na hora da decisão; 
 Comunicação transparente: Ser sempre sincero com os feedbacks; 
 Empatia: colocar-se no lugar do outro, ter sensibilidade e olhar certo para a resolução 
dos problemas; 
 Capacidade de assumir riscos e responsabilidades: Não temer desafios e ser 
responsável com as ações presando sempre o melhor resultado. 
DICA 115 
IMPORTÂNCIA DE PERSONALIDADE PARA A GESTÃO DE PESSOAS 
Frisa-se que o que a pessoa tem de mais importante, no caso um conjunto de 
características marcantes da personalidade, relaciona muito com o formato de como 
direcionar os indivíduos, auxiliar a pessoa encontrar o seu lugar certo, e desenvolvendo as 
habilidades corretas para cada tarefa executada, fazendo com que o indivíduo se sinta 
satisfeito no lugar onde se encontra, motivando para novos desafios. 
 
 
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DICA 116 
MOTIVAÇÃO - OBJETIVOS ATINGÍVEIS 
A Empresa precisa mapear de forma muito analítica suas metas, para que se torne um 
resultado atingível de busca incentivadora. Os objetivos atingíveis são aqueles bem 
definidos e mapeados de forma que o colaborador ou grupo, até mesmo a empresa, 
consiga montar estratégias para resultados positivos com ferramentas apropriadas e 
voltadas a informações importantes para a tomada de decisão rápidas, para modelagem 
de mecanismo, alcançando assim suas metas estabelecidas. 
DICA 117 
MEDIDOR QVT DENTRO GESTÃO DE PESSOAS 
 Integração social: a socialização das pessoas no ambiente do trabalho; 
 Compensação justa: cargos e salários adequados; 
 Oportunidade de crescimento: possibilidade de carreira desenvolvimento 
profissional; 
 Condição de trabalho: locais de trabalhos apropriados e confortáveis para seu dia a 
dia; 
 Liberdade de execução do trabalho: liberdade para o uso de suas habilidades e 
capacidades plenas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LEGISLAÇÃO E NORMAS AMBIENTAIS 
DICA 118 
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE RESERVATÓRIO D’ÁGUA ARTIFICIAL: 
APROVEITAMENTO DA ÁREA 
O empreendedor, no âmbito do licenciamento ambiental, elaborará Plano Ambiental de 
Conservação e Uso do Entorno do Reservatório, em conformidade com termo de 
referência expedido pelo órgão competente do Sistema Nacional do Meio Ambiente - 
SISNAMA, não podendo o uso exceder a 10% (dez por cento) do total da Área de 
Preservação Permanente, faixa essa que somente poderá ser ocupada respeitadas a 
legislação municipal, estadual e federal, e desde que a ocupação esteja devidamente 
licenciada pelo órgão ambiental competente. 
ATENÇÃO! 
Obrigatoriedade de audiência pública. Segundo consta na Resolução em análise 
(302/2002), a aprovação do plano ambiental de conservação e uso do entorno dos 
reservatórios artificiais deverá ser precedida da realização de consulta pública, sob 
pena de nulidade do ato administrativo, informando-se ao Ministério Público com 
antecedência de trinta dias da respectiva data. 
DICA 119 
RESOLUÇÕES CONAMA: RESOLUÇÃO Nº 303/2002 - ÁREAS DE PRESERVAÇÃO 
PERMANENTE ESPECÍFICAS 
Tal como a Resolução 302/2002, com a declaração do STF de inconstitucionalidade da 
Resolução n° 500/2020 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), a qual 
revogava essa Resolução 303, volta a valer com todas as suas forças, em especial naquilo 
que não confrontar com o Código Florestal (Lei n° 12.651/12). 
 E, de relevante, vale destacar que a Resolução prevê proteção diferenciada para: 
 RESTINGAS: 
 em faixa mínima de trezentos metros, medidos a partir da linha de preamar máxima 
(não prevista na Lei 12.651/12) 
 em qualquer localização ou extensão, quando recoberta por vegetação com função 
fixadora de dunas ou estabilizadora de mangues (assim também prevista na Lei 
12.651/12). 
 MANGUEZAL: 
 Em toda a sua extensão (assim também prevista na Lei 12.651/12). 
Vale pontuar que, quanto a prever faixas diferentes ao redor de lagos e nascentes, acaba 
por contrariar a Lei n° 12.651/12, cuja norma deve prevalecer. 
 
 
 
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DICA 120 
RESOLUÇÕES CONAMA: RESOLUÇÃO Nº 369/2006 - ÁREA DE PRESERVAÇÃO 
PERMANENTE: INTERVENÇÃO E SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO 
Esta Resolução define os casos excepcionais em que o órgão ambiental competente 
pode autorizar a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação 
Permanente - APP para a implantação de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade 
pública ou interesse social, ou para a realização de ações consideradas eventuais e de 
baixo impacto ambiental. 
Tanto esta Resolução como o Código Florestal traçam o regime das APP’s, prevendo 
exceções nas quais é possível a intervenção e supressão de vegetação em APP, que, 
basicamente, são catalogados como sendo de utilidade pública, interesse social, ou 
atividade de baixo impacto ambiental. 
Buscando uma distinção entre as normas, a Resolução 369/2006 diz será apenas em 
utilidade pública quando se tratar de nascentes, veredas, manguezais e dunas 
originalmente providas de vegetação. 
Já o Código Florestal (Lei n° 12.651/12) excepciona de forma diversa, colocando nesta 
exceção apenas nascentes, dunas e restingas. Ou seja, pela Lei n° 12.651/12 poderia 
haver a supressão de vegetação em veredas e manguezais, não apenas nas situações de 
utilidade pública, mas também de interesse social e baixo impacto ambiental e eventual. 
DICA 121 
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE: INTERVENÇÃO E SUPRESSÃO DE 
VEGETAÇÃO 
 Quando permitida a supressão e a intervenção, o órgão ambiental competente 
estabelecerá, previamente à emissão da autorização para a intervenção ou supressão de 
vegetação em APP, as medidas ecológicas, de caráter mitigador e compensatório, que: 
 consistem na efetiva recuperação ou recomposição de APP; e 
 deverão ocorrer na mesma sub-bacia hidrográfica, e prioritariamente: 
 na área de influência do empreendimento, ou 
 nas cabeceiras dos rios. 
DICA 122 
ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE: INTERVENÇÃO E SUPRESSÃO DE 
VEGETAÇÃO 
 Em todos os casos em que for viabilizada a intervenção ou supressão de vegetação 
eventual e de baixo impacto ambiental em APP, incluindo os reconhecidospelo conselho 
estadual de meio ambiente, não poderá comprometer as funções ambientais destes 
espaços, especialmente: 
 a estabilidade das encostas e margens dos corpos de água; 
 os corredores de fauna; 
 a drenagem e os cursos de água intermitentes; 
 a manutenção da biota; 
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 a regeneração e a manutenção da vegetação nativa; e 
 a qualidade das águas. 
Ainda, essa intervenção ou supressão, sob o rótulo de eventual e de baixo impacto 
ambiental, da vegetação em APP não pode, em qualquer caso, exceder ao percentual 
de 5% (cinco por cento) da APP impactada localizada na posse ou propriedade. 
Ademais, o órgão ambiental competente poderá exigir – leia-se: deverá exigir sempre – 
que o requerente comprove, mediante estudos técnicos, a inexistência de alternativa 
técnica e locacional à intervenção ou supressão proposta. É interpretação que deve ser 
dada após o julgamento das ADI 4901, 4902 e 4903, além da ADC 42. 
DICA 123 
RESOLUÇÕES CONAMA: RESOLUÇÃO Nº 357/2005 - ENQUADRAMENTO DOS 
CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS E PADRÕES DE LANÇAMENTOS DE EFLUENTES 
É premissa básica e fundamental o fato de que que a água integra as preocupações do 
desenvolvimento sustentável, baseado nos princípios da função ecológica da propriedade, 
da prevenção, da precaução, do poluidor-pagador, do usuário-pagador e da integração, 
bem como no reconhecimento de valor intrínseco à natureza. E, o seu enquadramento e 
classificação consiste numa importantíssima ferramenta para maior eficácia no combate e 
controle da poluição, pois permite conferir o adequado tratamento em consonância às 
peculiaridades de cada contexto. 
Na sua regulação, a Resolução se desenvolve em cima de três categorias de água: águas 
doces, salobras e salinas; cada qual sendo classificada segundo a qualidade requerida 
para os seus usos preponderantes, em treze classes de qualidade, sendo que, para cada 
uma, traz um rol de substâncias admitidas, até determinado volume. 
Detalhe interessante é que as águas de melhor qualidade podem ser aproveitadas em uso 
menos exigente, desde que este não prejudique a qualidade da água, e atendidos outros 
requisitos pertinentes. 
DICA 124 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: ÁGUAS DOCES 
 Assim são classificadas as águas doces: 
 classe especial: águas destinadas: 
 ao abastecimento para consumo humano, com desinfecção; 
 à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas; e, 
 à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção 
integral. 
 classe 1: águas que podem ser destinadas: 
 ao abastecimento para consumo humano, após tratamento simplificado; 
 à proteção das comunidades aquáticas; 
 à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, 
conforme Resolução CONAMA n° 274, de 2000; 
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 à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam 
rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película; e 
 à proteção das comunidades aquáticas em Terras Indígenas. 
 classe 2: águas que podem ser destinadas: 
 ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional; 
 à proteção das comunidades aquáticas; 
 à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, 
conforme Resolução CONAMA n° 274, de 2000; 
 à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e 
lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; e 
 à aqüicultura e à atividade de pesca. 
 classe 3: águas que podem ser destinadas: 
 ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional ou avançado; 
 à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forrageiras; 
 à pesca amadora; 
 à recreação de contato secundário; e 
 à dessedentação de animais. 
 classe 4: águas que podem ser destinadas: 
 à navegação; e 
 à harmonia paisagística. 
DICA 125 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: ÁGUAS SALINAS 
 Assim são classificadas as águas salinas: 
 classe especial: águas destinadas: 
 à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção 
integral; e 
 à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas 
 classe 1: águas que podem ser destinadas: 
 à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA no 274, de 2000; 
 à proteção das comunidades aquáticas; e 
 à aqüicultura e à atividade de pesca. 
 classe 2: águas que podem ser destinadas: 
 à pesca amadora; e 
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 à recreação de contato secundário. 
 classe 3: águas que podem ser destinadas: 
 à navegação; e 
 à harmonia paisagística. 
DICA 126 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: ÁGUAS SALINAS 
 Assim são classificadas as águas salobras: 
 classe especial: águas destinadas: 
 à preservação dos ambientes aquáticos em unidades de conservação de proteção 
integral; e, 
 à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas. 
 classe 1: águas que podem ser destinadas: 
 à recreação de contato primário, conforme Resolução CONAMA n° 274, de 2000; 
 à proteção das comunidades aquáticas; 
 à aqüicultura e à atividade de pesca; 
 ao abastecimento para consumo humano após tratamento convencional ou avançado; e 
 à irrigação de hortaliças que são consumidas cruas e de frutas que se desenvolvam 
rentes ao solo e que sejam ingeridas cruas sem remoção de película, e à irrigação de 
parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter 
contato direto. 
 classe 2: águas que podem ser destinadas: 
 à pesca amadora; e 
 à recreação de contato secundário. 
 classe 3: águas que podem ser destinadas: 
 à navegação; e 
 à harmonia paisagística. 
DICA 127 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO 
O Poder Público poderá, a qualquer momento, acrescentar outras condições e padrões de 
qualidade, para um determinado corpo de água, ou torná-los mais restritivos, tendo em 
vista as condições locais, mediante fundamentação técnica. 
 Inclusive, quando a vazão do corpo de água estiver abaixo da vazão de referência, o 
Poder Público poderá estabelecer restrições e medidas adicionais, de caráter excepcional e 
temporário, a exemplo de quando os lançamentos de efluentes possam, dentre outras 
consequências: 
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 Acarretar efeitos tóxicos agudos em organismos aquáticos; ou 
 Inviabilizar o abastecimento das populações. 
Até mesmo porque, grande parâmetro é justamente a vazão de referência, sendo que os 
valores máximos estabelecidos/admitidos para os parâmetros relacionados em cada uma 
das classes de enquadramento deverão ser obedecidos nas condições de vazão de 
referência. 
Contudo, quanto às águas (doce, salina ou salobra) de classe especial, deverão ser 
mantidas as condições naturais do corpo de água. 
DICA 128 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO – 
EMISSÃO DE EFLUENTES 
Sem afastar a necessidade de uma leitura conjunta com a Lei n° 9.433/97 (Política 
Nacional de Recursos Hídricos), que impõe a necessidade de o empreendedor obter a 
outorga de uso de recursos hídricos para lançamentos de efluentes/resíduos à água, 
estipula a Resolução que os efluentesde qualquer fonte poluidora somente poderão ser 
lançados, direta ou indiretamente, nos corpos de água, após o devido tratamento e desde 
que obedeçam às condições, padrões e exigências dispostos nesta Resolução e em outras 
normas aplicáveis, sendo vedado o lançamento e a autorização de lançamento de 
efluentes em desacordo com as condições e padrões estabelecidos nesta Resolução. 
 exceção! O órgão ambiental competente poderá, excepcionalmente, autorizar o 
lançamento de efluente acima das condições e padrões estabelecidos nesta Resolução, 
desde que observados os seguintes requisitos: 
 Comprovação de relevante interesse público, devidamente motivado; 
 Atendimento ao enquadramento e às metas intermediárias e finais, progressivas e 
obrigatórias; 
 Realização de Estudo de Impacto Ambiental-EIA, às expensas do empreendedor 
responsável pelo lançamento; 
 Estabelecimento de tratamento e exigências para este lançamento; e 
 Fixação de prazo máximo para o lançamento excepcional. 
DICA 129 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO – 
EMISSÃO DE EFLUENTES - PROBIÇÕES 
É também vedado, nos efluentes, o lançamento de Poluentes Orgânicos Persistentes-
POP’s mencionados na Convenção de Estocolmo, ratificada pelo Decreto Legislativo no 
204, de 7 de maio de 2004. 
Atente-se: os Poluentes Orgânicos Persistentes (POP’s) são substâncias químicas que 
possuem características de alta persistência, capazes de ser transportadas por longas 
distâncias pelo ar, pela água e pelo solo e de se acumularem em tecidos gordurosos dos 
organismos vivos, sendo toxicologicamente preocupantes para a saúde humana e o meio 
ambiente. 
Tais poluentes são listados em três anexos da Convenção, distintos pelo tratamento 
específico que recebem, assim catalogados: Anexo A – POP’s para ser eliminados; Anexo 
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B – POP’s com usos restritos (mas com a perspectiva de serem eliminados); e Anexo C – 
POP’s produzidos não intencionalmente. 
No caso, a Resolução n° 357/05, então, estipula que nos processos em que possa ocorrer 
a formação de dioxinas e furanos (produzidos não intencionalmente) deverá ser 
utilizada a melhor tecnologia disponível para a sua redução, até a completa eliminação. 
Assim, a Resolução veda o lançamento de tais substâncias, e, para as hipóteses 
(dioxinas e furanos) de produção não intencional, impõe a adoção de medidas que se 
destinem a sua eliminação completa. 
DICA 130 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO – 
EMISSÃO DE EFLUENTES - PROBIÇÕES 
Nas águas (doces, salinas, salobras) de classe especial é vedado o lançamento de 
efluentes ou disposição de resíduos domésticos, agropecuários, de aquicultura, industriais 
e de quaisquer outras fontes poluentes, mesmo que tratados. 
 exceção: será admitido o lançamento nas demais classes de água, desde que, 
simultaneamente: 
 Atenda às condições e padrões de lançamento de efluentes; 
 Não ocasione a ultrapassagem das condições e padrões de qualidade de água, 
estabelecidos para as respectivas classes, nas condições da vazão de referência; 
 Atenda a outras exigências aplicáveis. 
DICA 131 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO – 
LICENCIAMENTO 
O lançamento de efluente em corpo d’água é ponto de análise minuciosa no 
Licenciamento, sendo que, inclusive, no caso de empreendimento de significativo impacto, 
o órgão ambiental competente exigirá, nos processos de licenciamento ou de sua 
renovação, a apresentação de estudo de capacidade de suporte de carga do corpo de água 
receptor. 
Compete ao empreendedor, às suas expensas, demonstrar à Administração que o corpo 
d’água é capaz, tem capacidade de suportar o volume de efluente a ser lançado, cujo 
estudo considerará, no mínimo, a diferença entre os padrões estabelecidos pela classe e 
as concentrações existentes no trecho desde a montante, estimando a concentração após 
a zona de mistura. 
Ainda sobre o licenciamento, destaque-se que o empreendedor deve informar ao órgão 
ambiental as substâncias, entre aquelas previstas nesta Resolução para padrões de 
qualidade de água, que poderão estar contidas no seu efluente. Sob pena de nulidade 
caso não o faça, lembrando que, é causa de revisão, modificação, suspensão, 
cancelamento (revogação e anulação) de licenças concedidas, quando houver omissão ou 
falsa descrição de informações relevantes que embasaram o licenciamento (Resolução 
CONAMA 237/97). 
 
 
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DICA 132 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: REGIME JURÍDICO – 
RELATÓRIO ANUAL 
O responsável por fontes potencial ou efetivamente poluidoras das águas deve apresentar 
(anualmente) ao órgão ambiental competente, até o dia 31 de março de cada ano, 
declaração de carga poluidora, referente ao ano civil anterior, subscrita pelo administrador 
principal da empresa e pelo responsável técnico devidamente habilitado, acompanhada da 
respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica. 
Nada obstante, o órgão ambiental competente poderá estabelecer critérios e formas para 
apresentação da declaração mencionada, seja simplificando, seja, inclusive, dispensando-
a se for o caso para empreendimentos de menor potencial poluidor. 
DICA 133 
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D’ÁGUA ARTIFICIAIS: USOS PREPONDERANTES 
MAIS RESTRITIVOS 
O princípio da vedação ao retrocesso socioambiental, traz consigo, segundo se 
compreende doutrinariamente, um dever de progressividade, em que tutela ambiental 
deve sempre ser aprimorada. 
De certo modo, a Resolução 357/05 vem nesse sentido, sendo que, em suas diretrizes, 
expressamente estipula que o enquadramento do corpo hídrico será definido pelos usos 
preponderantes mais restritivos da água, atuais ou pretendidos. 
E, detectando a condição de qualidade dos corpos de água esteja em desacordo com os 
usos preponderantes pretendidos, deverão ser estabelecidas metas obrigatórias, 
intermediárias e final, de melhoria da qualidade da água para efetivação dos respectivos 
enquadramentos, excetuados nos parâmetros que excedam aos limites devido às 
condições naturais. 
DICA 134 
RESOLUÇÕES CONAMA: RESOLUÇÃO Nº 393/2007 - DESCARTE DE EFLUENTE 
(ÁGUA PRODUZIDA) DE PLATAFORMAS MARÍTIMAS DE PETRÓLEO E GÁS 
NATURAL 
Esta Resolução é complementar à Resolução 357/05, dispondo, especificadamente, sobre 
o descarte contínuo de água de processo ou de produção em plataformas marítimas de 
petróleo e gás natural, estabelecendo padrão de descarte de óleos e graxas, além de 
definir os respectivos parâmetros de monitoramento. 
 O objeto de preocupação é justamente a água produzida (água de processo ou de 
produção), que é a água normalmente produzida junto com o petróleo, direcionando-se 
a regular o seu lançamento, direto ou indireto, ao mar, assim possível apenas quando: 
 obedeça às condições, padrões e exigências dispostos nesta Resolução; e 
 Há exceção a esta exigência: excepcionalmente, o órgão ambiental competente 
poderá autorizar o descarte de água produzida acima das condições e padrões 
estabelecidos nesta Resolução: 
 em condições de contingências operacionais temporárias, 
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 mediante aprovação de programa e cronograma elaborados pelo empreendedor para 
solução destas condições. 
 não acarrete ao mar, no entorno do ponto de lançamento, características diversas da 
classe de enquadramento para a área definida, com exceção da zona de mistura. 
Portanto, há exceção quantoà zona de mistura, que, representativa de um raio de 500 
m do ponto de descarte, nela é admitida a alteração das características. 
DICA 135 
DESCARTE DE EFLUENTE (ÁGUA PRODUZIDA) DE PLATAFORMAS MARÍTIMAS DE 
PETRÓLEO E GÁS NATURAL 
Há uma regra específica para o perímetro de plataformas situadas a menos de doze 
milhas náuticas da costa. A possibilidade de descarte de água produzida e suas condições 
serão definidas pelo órgão ambiental competente, baseado em estudo de dispersão 
apresentado pelo empreendedor, sendo preferencialmente(!) vazão zero. 
 OBS.: Atente-se quanto à esta expressão: preferencialmente! Não há a 
obrigatoriedade, sendo que a questão será cotejada com outros fatores, podendo ser 
admitido o descarte ainda que não se atinja vazão zero. 
 Por outro lado, dada a proximidade possível com determinados espaços territoriais 
especialmente protegidos (art. 225, §1º, III, CF, Lei 9.985/00, Lei 102.651/12, etc.), a 
resolução traz vedação expressa, sem exceções: 
 Em unidade de conservação (L. 9985/00): é vedado o descarte de água produzida em 
um raio inferior a 10 quilômetros; 
 Em áreas ecologicamente sensíveis (regiões das águas marítimas ou interiores, 
definidas por ato do Poder Público, onde a prevenção, o controle da poluição e a 
manutenção do equilíbrio ecológico exigem medidas especiais para a proteção e a 
preservação do meio ambiente, com relação à passagem de navios, art. Lei 9.966/00): é 
vedado o descarte de água produzida em um raio inferior a cinco quilômetros. 
DICA 136 
SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL: NBR ISSO 14001:2015 - SISTEMA DE GESTÃO 
AMBIENTAL 
 A Política Nacional de Resíduos Sólidos surge pautada nos seguintes princípios: 
A ISO 14001 (Sistemas da gestão ambiental – Requisitos com orientações para uso) é 
uma norma internacional, pertencente à série de normas ISO 14000, que especifica 
requisitos para implementação e operação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) nas 
organizações. 
Um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) é uma estrutura desenvolvida para auxiliar as 
organizações, independentemente de seu tipo ou porte, a planejar consistentemente 
ações, prevenir e controlar impactos significativos sobre o meio ambiente, gerenciar riscos 
e melhorar continuamente o desempenho ambiental e a produtividade; e o princípio 
básico de um SGA é o ciclo Planejar, Executar, Verificar e Agir (PDCA, plan, do, check, 
action), que permite que as organizações busquem a melhoria contínua de seu sistema de 
gestão. 
 
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 55 
DICA 137 
REQUISITOS DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 
Requisitos de sistema de gestão ambiental representam a enumeração de 
necessidades ou expectativas declaradas, ainda que implícitas ou mesmo também 
obrigatórias. Existem, pois, os requisitos que são de costume ou prática comum para 
determinada organização, frisando que os requisitos podem ser aqueles 
legais/obrigatórios como também aqueles que o empreendimento opta por adotá-los. 
Os requisitos se espalham por todas as atividades possíveis do empreendimento, em seus 
vários processos de negócio, como projeto e desenvolvimento, compras, recursos 
humanos, vendas, marketing, etc. 
 Podem ser citados como requisitos legais mandatários: 
 os requisitos de organizações governamentais ou outras autoridades pertinentes; 
 as leis e os regulamentos internacionais, nacionais e locais; 
 os requisitos especificados em permissões, licenças ou outras formas de autorização; 
 ordens, regras ou orientações de agências regulamentadoras; 
 e sentenças de tribunais ou órgãos administrativos. 
 Podem ser citados como requisitos que tem de cumprir ou opta por cumprir: 
 acordos com grupos comunitários ou organizações não governamentais; 
 acordos com autoridades públicas ou clientes; 
 requisitos organizacionais; 
 princípios voluntários ou código de práticas; 
 rotulagem voluntária ou compromissos ambientais; 
 obrigações decorrentes de acordos contratuais com a organização; 
 normas organizacionais ou industriais pertinentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MEIO AMBIENTE 
DICA 138 
BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 
 No Brasil, as emissões de gases de efeito estufa (GEE) por unidade de energia 
consumida nas indústrias são pequenas quando comparadas a outros países, motivo pelo 
qual o país é destaque em relação ao setor de energia. 
Balanço feito pelo Ministério de Minas e Energia, o Balanço Energético Nacional, revela 
que 83,3% da matriz elétrica do país corresponde a fontes de energia renováveis. A 
geração hidráulica correspondeu a 66,6% desse total, a eólica a 7,6%, a biomassa a 
8,5% e a solar a 0,5%. Outros comparativos podem ser vistos em documento 
disponibilizado pela CNI. 
Apesar do destaque, a gestão sustentável de energia no Brasil ainda não é comparável à 
de países desenvolvidos, principalmente em relação ao consumo de energia per capita, 
que deverá aumentar até 2030. 
DICA 139 
BIOECONOMIA 
Aproximadamente 40% da economia global é fundamentada em produtos derivados da 
biodiversidade e seus componentes. Inovações relacionadas ao uso sustentável da 
biodiversidade são conduzidas pela indústria na produção de biocombustíveis e na 
fabricação de insumos aos setores como o alimentício, químico, têxtil, farmacêutico e de 
cosméticos. 
O Brasil é o país que detém a maior biodiversidade do mundo, o que deve ser visto como 
um ativo econômico com muitas oportunidades de negócios. Uma das iniciativas 
necessárias é a valoração da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. 
Ao quantificar o valor econômico da biodiversidade, pode-se propor políticas públicas que 
a conservem e estimulem seu uso sustentável, de modo a inserir esta atividade em um 
modelo de desenvolvimento que traga benefícios sociais e econômicos. 
DICA 140 
ECONOMIA CIRCULAR 
A economia circular associa desenvolvimento econômico ao melhor uso de recursos 
naturais, por meio de novas oportunidades de negócios e da otimização na fabricação de 
produtos. A ideia é depender menos de matéria-prima virgem, priorizando insumos mais 
duráveis, recicláveis e renováveis. 
Essa tendência faz com que as empresas não apenas reduzam custos e perdas produtivas, 
mas também criem fontes de receita, por exemplo, com estímulo à inserção de matéria-
prima secundária nos processos produtivos e fomento ao mercado de resíduos. 
VOCÊ SABIA? - Florestas - O Brasil possui uma grande cobertura florestal, a segunda 
maior do mundo, ficando atrás apenas da Rússia. A expansão das áreas de concessões 
florestais, pautadas no manejo florestal sustentável, é uma oportunidade para a 
ampliação da oferta de madeira tropical de florestas nativas e uma importante estratégia 
para conservação das áreas florestais remanescentes. 
 
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DICA 141 
POLUIÇÃO INDUSTRIAL 
 De um modo geral as principais origens da poluição industrial são: 
As tecnologias utilizadas, muitas vezes envelhecidas e fortemente poluentes, com 
elevados consumos energéticos e de água, sem tratamento adequado dos efluentes com 
rara valorização de resíduos; 
A inexistência de sistemas de tratamento adequado dos líquidos; 
A inexistência de circuitos de eliminação adequados dos resíduos, em particular dos 
perigosos; 
Localização das unidades na proximidade de áreas urbanas, causando poluição do ar, 
incômodos e aumentando os riscos; 
Localização das unidades em solos agrícolas, causando a sua contaminação e prejudicando 
as culturas;Localização das unidades em zonas ecologicamente sensíveis, perturbando e prejudicando 
a fauna e a flora; 
Realização das descargas de resíduos em águas subterrâneas ou superficiais, com risco de 
contaminação das águas de consumo; 
Depósitos indevidos de resíduos, cuja infiltração é fonte de poluição do solo e do meio 
hídrico. 
DICA 142 
INVERSÃO TÉRMICA 
 Segura esse tema para a sua prova! Fluxo normal x Inversão Térmica: 
 
É um fenômeno natural que ocorre principalmente nos grandes centros urbanos 
industrializados. Ele consiste no impedimento de circulação do ar frio (mais denso) devido 
à uma camada de ar quente (menos denso), o que provoca alteração da temperatura. 
DICA 143 
CHUVAS ÁCIDAS 
As chuvas são naturalmente ácidas, mas este fenômeno refere-se ao aumento desta 
acidez causado pela ação antrópica, o que traz prejuízos tanto à natureza quanto ao 
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Homem. A queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, aumenta consideravelmente 
a emissão de dióxido de carbono (CO2), também podendo ser encontrados enxofre 
(SO2), óxidos de nitrogênio e ácido sulfúrico (H2SO4). 
Dentre os efeitos deste fenômeno, encontram-se a acidificação dos solos, a contaminação 
de mananciais de água e a diminuição da cobertura vegetal. Como solução, destaca-se o 
uso de biocombustíveis. 
DICA 144 
CLIMA EQUATORIAL 
Este clima está presente nas regiões próximas à Linha do Equador e é caracterizado por 
ser bastante úmido e apresentar uma pequena variação da temperatura ao longo do ano, 
que fica em torno de 26°. 
No climograma, as barras verticais, que expressam a pluviosidade ao longo do ano, são 
bastante elevadas, com a exceção dos meses de julho, agosto e setembro, período em 
que o índice de precipitação fica em torno de 100mm. 
Um exemplo de região que apresenta este clima é a cidade de Manaus, no estado do 
Amazonas! 
DICA 145 
CLIMA TROPICAL 
Este tipo de clima está presente na maior parte do território brasileiro, estendendo-se pela 
parte central do país. 
É caracterizado por apresentar o inverno e o verão bem definidos por seus índices 
pluviométricos, respectivamente baixo e elevado. Sendo assim, no climograma, o clima 
Tropical é apresentado com barras elevadas nos meses de inverno e baixas nos meses de 
verão. Quando à temperatura, esta não sofre grandes variações, ficando em torno de 18° 
a 28°. 
Um exemplo deste clima é a cidade de Goiânia, no estado de Goiás. 
 Clima Tropical Semi-árido: 
Este clima tem como características mais marcantes o baixo índice pluviométrico e 
elevadas temperaturas. Um exemplo de região que apresenta este clima é o estado de 
Pernambuco. 
DICA 146 
EL NIÑO 
El Niño é o nome dado a um fenômeno que ocorre nas águas do pacífico e que altera as 
condições climáticas em diversas partes do mundo. Este nome foi dado por pescadores do 
Peru em razão de a costa do país ser muito atingida pelo fenômeno e causar graves danos 
aos pescadores, principalmente. 
O El Niño dura de 12 a 18 meses em média em intervalos de 2 a 7 anos com diferentes 
intensidades. Quando ocorre o fenômeno as mudanças do clima são diferentes em cada 
parte afetada do mundo como por exemplo secas no sudeste asiático, invernos mais 
quentes na América do norte e temperaturas elevadas na costa oeste da América do sul, 
que faz com que os pescadores do Peru sejam prejudicados. 
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Todas estas mudanças ocorrem devido ao aumento da temperatura na superfície do mar 
nas águas do pacífico equatorial, principalmente na região oriental. Isto faz com que a 
pressão na região diminua, a temperatura do ar aumente e fique mais úmido, no pacífico 
oriental. 
DICA 147 
EFEITOS DO EL NIÑO NO BRASIL 
Os efeitos do El Niño no Brasil causam prejuízos e benefícios. Mas os danos causados são 
muito maiores que os benefícios, então para o Brasil o fenômeno é muito temido, 
principalmente por agricultores. 
A região sul é, talvez, a mais afetada. Em cada episódio do El Niño é observado na região 
sul um grande aumento de chuvas e o índice pluviométrico, principalmente nos meses de 
primavera, fim do outono e começo de inverno, pode sofrer um acréscimo de até 150% 
de precipitação em relação ao seu índice normal. 
Isto faz com que nos meses da safra a chuva atrapalhe a colheita e haja graves prejuízos 
aos agricultores, principalmente de grãos. Estas chuvas também podem atingir o estado 
de São Paulo. 
DICA 148 
LA NIÑA 
O fenômeno La Niña, ou episódio frio do Oceano Pacífico, é o resfriamento anômalo das 
águas superficiais no Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental. 
De modo geral, pode-se dizer que La Niña é o oposto do El Niño, pois as temperaturas 
habituais da água do mar à superfície nesta região, situam-se em torno de 25ºC, ao 
passo que, durante o episódio La Niña, tais temperaturas diminuem para cerca de 23º a 
22ºC. As águas mais frias estendem-se por uma estreita faixa, com largura de cerca de 
10 graus de latitude ao longo do Equador, desde a costa Peruana, até aproximadamente 
180 graus de longitude no Pacífico Central. 
 Os principais efeitos de episódios do La Niña observados sobre o Brasil são: 
 passagens rápidas de frentes frias sobre a Região Sul, com tendência de diminuição da 
precipitação nos meses de setembro a fevereiro, principalmente no Rio Grande do Sul, 
além do centro-nordeste da Argentina e Uruguai; 
 temperaturas próximas da média climatológica ou ligeiramente abaixo da média sobre a 
Região Sudeste, durante o inverno; 
 chegada das frentes frias até a Região Nordeste, principalmente no litoral da Bahia, 
Sergipe e Alagoas; 
 tendência às chuvas abundantes no norte e leste da Amazônia; 
 possibilidade de chuvas acima da média sobre a região semi-árida do Nordeste do 
Brasil. 
 
 
 
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DICA 149 
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL 
A recuperação, de acordo com o Decreto Federal nº 97.623/89, é o “retorno do sítio 
degradado a uma forma de utilização, de acordo com o plano preestabelecido para o uso 
do solo, visando à obtenção de uma estabilidade do meio ambiente” 
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), 
baseado nesse decreto, estabelece que a recuperação significa que o sítio degradado será 
retornado a uma forma de utilização de acordo com o plano preestabelecido para o uso do 
solo. 
Implica que uma condição estável será obtida em conformidade com os valores 
ambientais, estático e sociais da circunvizinhança. 
DICA 150 
REABILITAÇÃO 
Segundo Majer (1989), A REABILITAÇÃO é o retorno da área degradada a um estado 
biológico apropriado. Esse retorno não significa necessariamente que a área poderá ter 
um uso produtivo em longo prazo, mas pode ser usada como uma atividade alternativa, 
adequada ao uso humano e não aquela de reconstituir a vegetação original, como 
valorização estético-ecológica e para fins de recreação. 
O planejamento dessa atividade deve ser projetado de modo a não causar impactos 
negativos no ambiente. 
Alguns exemplos de reabilitação para fins recreativos é a construção do Centro 
Educacional e Recreativo do Butantã, que foi instalado na área de uma antiga pedreira, e 
o lago do parque Ibirapuera em São Paulo, instalado em uma antiga cava de extração de 
areia. 
DICA 151 
RESTAURAÇÃO 
 O termo RESTAURAÇÃO refere-se à obrigatoriedade do retorno ao estado original da 
área, tais como eram antes de serem alteradas pela intervenção humana, ou seja,todos 
os aspectos relacionados com topografia, vegetação, fauna, solo, hidrologia e outros, 
devem apresentar as mesmas características de antes da degradação. Devido a essa 
complexidade, a restauração de um ecossistema muito alterado torna-se praticamente 
inatingível, pois é tecnicamente e economicamente questionável. Quando a degradação se 
refere apenas ao corte da vegetação, a restauração torna-se viável com o plantio misto de 
espécies nativas ou até mesmo com a regeneração natural da área. 
 
 
 
 
 
 
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DICA 152 
EXEMPLO PRÁTICO EXIGIDO EM PROVAS 
Na existência de área ambientalmente degradada, inicia-se a recuperação de todo 
ecossistema para uma condição de recuperação, que torna o ambiente útil, obtendo a 
estabilidade do meio ambiente. 
Em seguida há a reabilitação ambiental, que leva o ambiente ao estado apropriado 
biologicamente, e a restauração ambiental que é o retorno da área afetada pelo 
homem, ao seu estado original (como era antes). 
 
 
 
DICA 153 
AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO 
A Constituição Federal diz, em seu artigo 225, que “todos têm direito ao meio ambiente 
ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de 
vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo 
para as presentes e futuras gerações”. 
Em seu parágrafo 2º, está estabelecido que “aquele que explorar recursos minerais fica 
obrigado a recuperar o meio ambiente degradado de acordo com a solução técnica exigida 
pelo órgão público competente, na forma da lei”. 
DICA 154 
POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - RECUPERAÇÃO 
A recuperação de áreas degradadas, qualquer que seja o estado de degradação, encontra 
suporte também em normas infraconstitucionais e há duas décadas constitui um dos 
pilares da Política Nacional do Meio Ambiente. 
 A Lei nº 6.938, de 31/08/1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio 
Ambiente, determina em seu artigo 2º que: 
 A política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e 
recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições 
ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção 
da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios: 
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 Recuperação de Áreas Degradadas. 
DICA 155 
PROIBIÇÃO DE DEGRADAÇÃO 
 A Lei nº 9.985, de 18/07/2000, também proíbe atividades que degradam o meio 
ambiente em Unidades de Conservação de Proteção Integral como: 
 Estações Ecológicas; 
 Reservas Biológicas; 
 Parques Nacionais, Estaduais e Municipais; 
 Monumentos Naturais; 
 Refúgios de Vida Silvestre. 
DICA 156 
 INSTRUMENTOS DO PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL 
 No parágrafo único do artigo 9º, do decreto 7.830, são considerados instrumentos do 
Programa de Regularização Ambiental: 
 O Cadastro Ambiental Rural – CAR; 
 O termo de compromisso; 
 O Projeto de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas; 
 As Cotas de Reserva Ambiental – CRA, quando couber. 
DICA 157 
O QUE É REUSO DE ÁGUA? 
O REÚSO DE ÁGUA ocorre quando é dada uma nova finalidade a este recurso após sua 
primeira utilização, ou seja, um objetivo prático ao invés de apenas ir para o esgoto ou 
galeria pluvial. 
É necessário lembrar do papel crucial da sociedade na preservação da água. Para tal, 
podemos nos apoiar em modelos de reuso, sejam residenciais ou industriais. Dependendo 
da origem e destino, pode ser necessário um tratamento da água para essas águas. 
Em determinados países é comum o uso de medidas de contenção de gastos da água e 
sua reutilização. 
No Japão, por exemplo, a água que sai das pias, ralos do box ou banheiras vão para 
reservatórios para serem reutilizadas em vasos sanitários de condomínios, hotéis, 
hospitais, clínicas, etc. 
 
 
 
 
 
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
DICA 158 
POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (LEI Nº 9.795/1999) – DA 
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO NÃO-FORMAL 
Fique ligado, a Lei traz como o entendimento de educação ambiental não-formal as ações 
e práticas educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as Questões 
Ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente. 
 E, o Poder Público, em níveis federal, estadual e municipal, incentivará: 
 a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de 
programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao 
meio ambiente; 
 a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não-governamentais 
na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental 
não-formal; 
 a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de 
educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não-
governamentais; 
 a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação; 
 a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de 
conservação; 
 a sensibilização ambiental dos agricultores; 
 o ecoturismo. 
DICA 159 
POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (LEI Nº 9.795/1999) – DA 
EXECUÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
O Art. 15 traz as atribuições do órgão, que vai buscar desenvolver a nossa chamada: 
 Mnemônico: DAP 
 Definição de diretrizes para implementação em âmbito nacional; 
 Articulação, coordenação e supervisão de planos, programas e projetos na área de 
educação ambiental, em âmbito nacional; 
 Participação na negociação de financiamentos a planos, programas e projetos na área 
de educação ambiental. 
DICA 160 
POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (LEI Nº 9.795/1999) – DA 
EXECUÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
Ainda sobre a execução das políticas, o art. 17 fala sobre a eleição de planos e programas, 
para fins de alocação de recursos públicos vinculados à Política Nacional de Educação 
Ambiental, e ela deve ser realizada levando-se em conta os seguintes critérios: 
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 Mnemônico: ConPrEco dos recursos públicos. 
 CONformidade com os princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de 
Educação Ambiental; 
 PRioridade dos órgãos integrantes do SISNAMA e do Sistema Nacional de 
Educação; 
 ECOnomicidade, medida pela relação entre a magnitude dos recursos a alocar e o 
retorno social propiciado pelo plano ou programa proposto. 
Vamos chamá-lo de: 
DICA 161 
LEI 9.394/1996 (LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA) 
 Na LDB atualizada, são quatorze princípios da Educação, sendo eles: 
 Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
 Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte 
e o saber; 
 Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; 
 Respeito à liberdade e apreço à tolerância; 
 Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
 Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
 Valorização do profissional da educação escolar; 
 Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos 
sistemas de ensino; 
 Garantia de padrão de qualidade; 
 Valorização da experiênciaextra-escolar; 
 Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. 
 Consideração com a diversidade étnico-racial. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 Garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida. (Incluído pela 
Lei nº 13.632, de 2018). 
 Respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas 
surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva. (Incluído pela Lei nº 14.191, de 2021). 
DICA 162 
CIDADANIA AMBIENTAL 
A cidadania Ambiental é um panorama sobre o art. 225 da constituição federal, a partir da 
responsabilidade dos cidadãos no processo de planejamento, discussão e execução de 
políticas ambientais. esse discurso é voltado para o desenvolvimento sustentável. a 
preservação do meio ambiente é dever do estado e da coletividade. 
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DICA 163 
AGENDA AMBIENTAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) 
Dentro da A3P temos a governança ambiental, que criou sintonia aos órgãos colegiados e 
entidades vinculadas à política ambiental, construindo mecanismos de gestão para 
subsidiar políticas, planos, programas e projetos de contabilidade e valoração econômica 
dos recursos naturais, remuneração dos serviços ambientais, promoção da inovação do 
setor produtivo e estímulo ao consumo sustentável. 
DICA 164 
AGENDA AMBIENTAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) 
Ainda sobre questões de governança ambiental, precisamos falar sobre o papel do 
Brasil frente à organização mundial do comércio, essa forte inserção no mercado 
internacional e a crescente preocupação com as questões ambientais, fazem que o 
Ministério do Meio Ambiente desempenhe um papel decisivo no ordenamento das 
regras de comércio internacional com requisitos ambientais. Internamente, o desafio é a 
construção de uma política de integração entre o setor produtivo e o Meio Ambiente, na 
busca pela antecipação das incertezas, transformações e dos problemas, promovendo a 
adequação do país às novas exigências de competitividade no comércio internacional. 
DICA 165 
AGENDA AMBIENTAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) 
Fique atento ao artigo art. 3º da Lei n° 12.587 que define o Sistema Nacional de 
Mobilidade Urbana como sendo o conjunto organizado e coordenado dos modos de 
transporte, de serviços e de infraestruturas que garante os deslocamentos de pessoas e 
cargas no território do Município. Definindo os modos de transporte (§ 1º); os serviços 
de transporte urbano (§ 2º) e infraestruturas de mobilidade urbana (§ 3º). 
DICA 166 
AGENDA AMBIENTAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) 
Devido às mudanças na mobilidade urbana, foi criada a Lei Federal nº 12.587/12, que 
trata da política nacional de mobilidade urbana, que tem como um de seus objetivos 
trazer instruções de planejamento que priorizem os modos de transportes não 
motorizados sobre os motorizados e dos serviços de transporte público coletivo sobre o 
transporte individual motorizado, a integração entre os modos e serviços de transporte 
urbano e a mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos dos deslocamentos 
de pessoas e cargas na cidade; 
 Temas de mobilidade urbana são uma grande aposta apara essa prova. 
DICA 167 
AGENDA AMBIENTAL NA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) 
Na Política Ambiental Urbana, constam dispositivos de incentivo econômico à preservação 
de áreas de interesse ambiental, como a transferência do direito de construir, existente no 
artigo 35 do Estatuto das Cidades. 
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Também pode ser citada, na esfera da gestão ambiental, a iniciativa intitulada "ICMS 
ECOLÓGICO", que teve início em 1992 com a inclusão de critérios ambientais a uma 
parcela do ICMS que é repassado dos estados aos municípios. 
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