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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DE BELO HORIZONTE – FLORESTA Curso: Enfermagem Disciplina: Microbiologia e Imunologia Professora: Natasha Delaqua Ricci Aluna: Magali Simone S. Couto Matrícula: 2022-0266-4502 Turno: Noite Turma: Sala Teams TÉCNICA DE COLORAÇÃO DE GRAM Belo Horizonte, 26 de Setembro de 2022 INTRODUÇÃO: O método de coloração de Gram é muito importante em bacteriologia, pois facilitam a visualização das bactérias ao microscópio de luz. Alguns métodos são denominados de diferenciais, isto é permitem a classificação das bactérias em “grupos”. Um método de coloração diferencial muito importante em bacteriologia é o Método de Gram que classifica a maioria das bactérias em Gram positivas e Gram negativas. OBJETIVO: A coloração de Gram é utilizada para classificar bactérias com base no tamanho, morfologia celular e comportamento diante dos corantes. No laboratório de microbiologia clínica é um teste adicional rápido para o diagnóstico de agentes infecciosos, sendo também utilizado para avaliar a qualidade da amostra clínica analisada. METODOLOGIA: 1. Alt.+6 – Fui direcionada até o armário para utilizar os equipamentos de proteção (EPis). 2. Alt+ 1 – Voltei para a mesa. 3. Alt+4 – Bico de Bunsen - Acendi o bico de Bulsen, liguei o gás, acendi o fogo para eu esterilizar a alça inoculadora e a pinça, utilizei o frasco conta gotas do soro fisiológico e coletei a amostra de bactérias e esterilizei a lâmina com a amostra no bico de Bulsen. 4. Alt+3 – Pia e soluções · Levei a Lãmina para a pia. Utilizei soluções Violeta de Genciana, Lugol, Álcool Acetona e Fruscina (cada intervalo tirei o excesso com água e esperei 1 minuto para aplicar a próxima solução). · Cobri o esfregaço com a Solução de Cristal Violeta por 1 minuto; · Desprezei o corante e lavar a lâmina com água corrente ( para não deixar que o jato de água incida diretamente sobre o esfregaço); · Cobrir o esfregaço com o Solução de Lugol (iodo + iodeto de potássio) por 1 minuto; · Desprezei o mordente e lavar a lâmina com água corrente; · Cobri o esfregaço com o Solução Descorante, imprimir movimentos ondulares à lâmina por alguns segundos; · Desprezei o descorante e lavar a lâmina com água corrente; · Cobri o esfregaço com a Solução de Contracorante (safranina ou da fucsina de Ziehl-Neelsen diluída) por 30 segundos; · Desprezei o contracorante e lavar a lâmina com água corrente; · Sequei a lâmina e observei ao microscópio óptico com objetiva de imersão. Alt+5 – Voltei com a lâmina para a mesa e coloquei no microscópio. Utilizei o óleo de imersão. · As lâminas 1 e 2, cor roxa, Gram positivo. · A lâmina 3, cor rosa, Gram negativo. RESULTADO: As bactérias Gram-positivas retêm o cristal-violeta e se apresentam com coloração violeta enquanto as Gram-negativas são descoradas pelo álcool-acetona, sendo coradas com o corante de fundo (fucsina) e se apresentam róseas. Resultados esperados: • Bacilos Gram-negativos, coloração rósea. • Cocos Gram-positivos, coloração violeta. CONCLUSÃO Após a visualização das bactérias no microscópio é possível que sejam feitos outros testes em laboratório que permitem identificar a espécie da bactéria. No entanto, por meio do Gram e associação com sinais e sintoma apresentados pela pessoa do médico pode indicar um tratamento preventivo até que os resultados de exames mais específicos estejam disponíveis, pois assim é possível diminuir a taxa de replicação bacteriana e prevenir complicações. Referências Bibliográficas MÓDULO, V. Detecção e Identificação de Bactérias de Importância Médica. PEREIRA, Rose Elisabeth Peres; PETRECHEN, Guilherme Grande. Principais métodos diagnósticos bacterianos: revisão de literatura. Rev Cient Eletr Med Vet, v. 9, n. 16, p. 1-12, 2011. PROCOP, Gary W. et al. Koneman. Diagnóstico Microbiológico: Texto Y Atlas: 7. a Edición. Wolters Kluwer, 2018. Técnica de Coloraçao de Gram. Brasilia: Ministerio da Saúde, Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, 1997. 63 p.: iI. (Série TELELAB) 1. Gram I. Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, (Brasil). II. Série TELELAB TORTORA, Gerard J.; CASE, Christine L.; FUNKE, Berdell R. Microbiologia-12ª Edição. Artmed Editora, 2016.