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Contrato é o termo surgido no Direito Romano que é um termo jurídico-histórico, isto é, compreende não só a ordem jurídica que teve lugar ao longo da história de Roma, mas também as ideias e experiências surgidas desde o momento da fundação da cidade até a desagregação do Império após a morte de Justiniano, num clima de formalismo, de inspiração religiosa, o contrato se firmou, no direito canônico assegurando à vontade humana a possibilidade de criar direitos e obrigações.
No contexto da definição de contratos, assinale a opção correta.
Diante da formalização do contrato, o objeto ou conteúdo requer que seja ilícito.
Ato unilateral é outro termo que pode ser utilizado no lugar de contrato.
Com o advento do novo código civil em 2002, as relações civis passam por grandes mudanças, sendo as partes relacionadas a contratos as menos afetadas.
O contrato jurídico é inerente e é a partir dele que surge a manifestação de vontade.
Contrato é um negócio jurídico pelo qual as partes se ajustam para alcançar objetivos específicos.

Kant considera ser a norma jurídica um juízo hipotético. No Kantismo encontramos a origem da distinção de imperativo categórico do hipotético. O primeiro impõe dever sem qualquer condição (norma moral), enquanto o hipotético é condicional. O categórico ordena por ser necessário, enquanto no hipotético a conduta imposta é meio para uma finalidade. Assim, o imperativo hipotético estabelece condição para a produção de determinado efeito.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
A norma é apenas um dos meios pelo qual a norma jurídica se expressa.
A norma jurídica não se divide, há apenas a norma jurídica primária.
Norma jurídica não é aquela emanada pelo Estado, significando que não vem do Estado.
Para ordem social, o direito deve se revelar pelas normas que orientam as relações individuais.
Norma jurídica é um conjunto de normas jurídicas que disciplinam um determinado interesse.

O juiz do Trabalho Marcio Jose Zebende, da 23ª vara de Belo Horizonte/MG, deixou de reconhecer o vínculo de emprego entre um motorista e empresa 99 Tecnologia Ltda., dona do aplicativo 99.
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. No caso acima transcrito, o juiz entendeu que o motorista renunciou à sua autonomia de vontade e ao consentimento contratual ao aderir ao serviço do aplicativo de transportes.
II. A autonomia da vontade compreende a liberdade de contratar em suas três dimensões: liberdade de contratar propriamente dita, liberdade de estipular o contrato e liberdade de determinar o conteúdo do contrato, enquanto o consentimento contratual dá origem ao contrato.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.

A DPU (Defensoria Pública da União) elaborou uma nota técnica em que afirma que a portaria publicada nesta semana pelo ministro Sérgio Moro (da Justiça e Segurança Pública) sobre a deportação de “pessoa perigosa” viola a Constituição e legislações sobre o direito migratório.
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A Portaria 666/2019 viola a Constituição Federal, em especial, os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
II. Pelo princípio do devido processo legal, que compreende os princípios do contraditório e da ampla defesa, a parte de um processo tem direito à plenitude de defesa, consistente em conhecer as alegações relevantes do processo e contrapondo-se a elas, utilizar todos os meios jurídicos disponíveis para se defender, e produzir as provas que entende cabíveis.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.

O direito adquirido revela-se como uma faceta de qual princípio constitucional?
Princípio do devido processo legal
Princípio da segurança jurídica
Princípio da proporcionalidade
Princípio do contraditório e da ampla defesa
Princípio da legalidade

A Constituição (CF) de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, é a que rege todo o ordenamento jurídico brasileiro hoje. Desde a independência do Brasil em 1822, é a sétima constituição que nosso país tem – e a sexta desde que somos uma República. A CF/88 faz 30 anos em 2018 e é um marco aos direitos dos cidadãos brasileiros, por garantir liberdades civis e os deveres do Estado. Em 05 de outubro de 1988, sua promulgação foi marcada pelo discurso do então deputado federal e participante da Assembleia Constituinte, Ulysses Guimarães:
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
No texto constitucional não há hipóteses de situações excepcionais.
Constituição é uma estrutura integrada por um conjunto de normas de natureza e finalidades indistintas.
Os elementos orgânicos da Constituição organizam as regras do Direito tributário.
Constituição Federal de 1988 não afirma que a República Federativa do Brasil se constitui em um Estado Democrático de Direito.
Constituição é uma soma dos fatores reais do poder que regem um país.

O Código Civil de 2002 trata, no seu Livro II, Título I, do “Direito de Empresa”. Desaparece a figura do comerciante, e surge a figura do empresário (da mesma forma, não se fala mais em sociedade comercial, mas em sociedade empresarial). A mudança, porém, está longe de se limitar a aspectos terminológicos. Ao disciplinar o direito de empresa, o direito brasileiro afasta-se, definitivamente, da ultrapassada teoria dos atos de comércio, e incorpora a teoria da empresa ao nosso ordenamento jurídico, adotando o conceito de empresarialidade para delimitar o âmbito de incidência do regime jurídico comercial.
I. É obrigatória a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta Comercial PORQUE II. O registro na Junta Comercial confere existência e regularidade à atividade empresarial, sendo que a principal sanção pela ausência de registro é a responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações empresariais.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.

Interpretar é a busca do sentido, tornar compreensível. Como a lei pode apresentar vários sentidos, há que se escolher um deles, pois só com um deles ela pode ser aplicada.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A hermenêutica jurídica fixa o sentido e alcance das normas para aplicá-las às relações sociais, ocupando-se de interpretar apenas a lei.
II. Ao julgar, o juiz deve interpretar literalmente a lei, aplicando ao caso concreto a sua percepção pessoal sobre as normas jurídicas, de modo a definir com clareza sua incidência ao caso concreto.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.

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Questões resolvidas

Contrato é o termo surgido no Direito Romano que é um termo jurídico-histórico, isto é, compreende não só a ordem jurídica que teve lugar ao longo da história de Roma, mas também as ideias e experiências surgidas desde o momento da fundação da cidade até a desagregação do Império após a morte de Justiniano, num clima de formalismo, de inspiração religiosa, o contrato se firmou, no direito canônico assegurando à vontade humana a possibilidade de criar direitos e obrigações.
No contexto da definição de contratos, assinale a opção correta.
Diante da formalização do contrato, o objeto ou conteúdo requer que seja ilícito.
Ato unilateral é outro termo que pode ser utilizado no lugar de contrato.
Com o advento do novo código civil em 2002, as relações civis passam por grandes mudanças, sendo as partes relacionadas a contratos as menos afetadas.
O contrato jurídico é inerente e é a partir dele que surge a manifestação de vontade.
Contrato é um negócio jurídico pelo qual as partes se ajustam para alcançar objetivos específicos.

Kant considera ser a norma jurídica um juízo hipotético. No Kantismo encontramos a origem da distinção de imperativo categórico do hipotético. O primeiro impõe dever sem qualquer condição (norma moral), enquanto o hipotético é condicional. O categórico ordena por ser necessário, enquanto no hipotético a conduta imposta é meio para uma finalidade. Assim, o imperativo hipotético estabelece condição para a produção de determinado efeito.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
A norma é apenas um dos meios pelo qual a norma jurídica se expressa.
A norma jurídica não se divide, há apenas a norma jurídica primária.
Norma jurídica não é aquela emanada pelo Estado, significando que não vem do Estado.
Para ordem social, o direito deve se revelar pelas normas que orientam as relações individuais.
Norma jurídica é um conjunto de normas jurídicas que disciplinam um determinado interesse.

O juiz do Trabalho Marcio Jose Zebende, da 23ª vara de Belo Horizonte/MG, deixou de reconhecer o vínculo de emprego entre um motorista e empresa 99 Tecnologia Ltda., dona do aplicativo 99.
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. No caso acima transcrito, o juiz entendeu que o motorista renunciou à sua autonomia de vontade e ao consentimento contratual ao aderir ao serviço do aplicativo de transportes.
II. A autonomia da vontade compreende a liberdade de contratar em suas três dimensões: liberdade de contratar propriamente dita, liberdade de estipular o contrato e liberdade de determinar o conteúdo do contrato, enquanto o consentimento contratual dá origem ao contrato.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.

A DPU (Defensoria Pública da União) elaborou uma nota técnica em que afirma que a portaria publicada nesta semana pelo ministro Sérgio Moro (da Justiça e Segurança Pública) sobre a deportação de “pessoa perigosa” viola a Constituição e legislações sobre o direito migratório.
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A Portaria 666/2019 viola a Constituição Federal, em especial, os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
II. Pelo princípio do devido processo legal, que compreende os princípios do contraditório e da ampla defesa, a parte de um processo tem direito à plenitude de defesa, consistente em conhecer as alegações relevantes do processo e contrapondo-se a elas, utilizar todos os meios jurídicos disponíveis para se defender, e produzir as provas que entende cabíveis.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.

O direito adquirido revela-se como uma faceta de qual princípio constitucional?
Princípio do devido processo legal
Princípio da segurança jurídica
Princípio da proporcionalidade
Princípio do contraditório e da ampla defesa
Princípio da legalidade

A Constituição (CF) de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, é a que rege todo o ordenamento jurídico brasileiro hoje. Desde a independência do Brasil em 1822, é a sétima constituição que nosso país tem – e a sexta desde que somos uma República. A CF/88 faz 30 anos em 2018 e é um marco aos direitos dos cidadãos brasileiros, por garantir liberdades civis e os deveres do Estado. Em 05 de outubro de 1988, sua promulgação foi marcada pelo discurso do então deputado federal e participante da Assembleia Constituinte, Ulysses Guimarães:
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
No texto constitucional não há hipóteses de situações excepcionais.
Constituição é uma estrutura integrada por um conjunto de normas de natureza e finalidades indistintas.
Os elementos orgânicos da Constituição organizam as regras do Direito tributário.
Constituição Federal de 1988 não afirma que a República Federativa do Brasil se constitui em um Estado Democrático de Direito.
Constituição é uma soma dos fatores reais do poder que regem um país.

O Código Civil de 2002 trata, no seu Livro II, Título I, do “Direito de Empresa”. Desaparece a figura do comerciante, e surge a figura do empresário (da mesma forma, não se fala mais em sociedade comercial, mas em sociedade empresarial). A mudança, porém, está longe de se limitar a aspectos terminológicos. Ao disciplinar o direito de empresa, o direito brasileiro afasta-se, definitivamente, da ultrapassada teoria dos atos de comércio, e incorpora a teoria da empresa ao nosso ordenamento jurídico, adotando o conceito de empresarialidade para delimitar o âmbito de incidência do regime jurídico comercial.
I. É obrigatória a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta Comercial PORQUE II. O registro na Junta Comercial confere existência e regularidade à atividade empresarial, sendo que a principal sanção pela ausência de registro é a responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações empresariais.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.

Interpretar é a busca do sentido, tornar compreensível. Como a lei pode apresentar vários sentidos, há que se escolher um deles, pois só com um deles ela pode ser aplicada.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A hermenêutica jurídica fixa o sentido e alcance das normas para aplicá-las às relações sociais, ocupando-se de interpretar apenas a lei.
II. Ao julgar, o juiz deve interpretar literalmente a lei, aplicando ao caso concreto a sua percepção pessoal sobre as normas jurídicas, de modo a definir com clareza sua incidência ao caso concreto.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa correta da asserção I.

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28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 1/11
AO2
Iniciado: 28 set em 8:23
Instruções do teste
Importante:
Caso você esteja realizando a atividade através do aplicativo "Canvas Student", é necessário que
você clique em "FAZER O QUESTIONÁRIO", no final da página.
0,6 ptsPergunta 1
Leia o texto a seguir:
Através da definição legal de empresário podem ser extraídos os seus principais
elementos caracterizadores: economicidade; organização; profissionalidade;
assunção do risco; e direcionamento ao mercado.
A economicidade relaciona-se ao fato do empresário – enquanto sujeito de
direitos que exerce a empresa –, desenvolver atividades econômicas, ou seja,
atividades voltadas para a produção de riquezas. A organização é essencial na
vida de qualquer empresário, pois para o bom exercício da atividade empresarial,
é preciso organizar os fatores de produção. Vale lembrar que essa organização
também pode ser de trabalho alheio, de bens, ou de ambos.
Disponível em: https://marciomorena.jusbrasil.com.br/artigos/121943993/quem-e-o-empresario-
na-legislacao-brasileira. Acesso em: 04 de maio de 2021. Adaptado
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
Nem sempre o empresário se vale do trabalho de outras pessoas e usa o capital
próprio na empresa.
Os produtores rurais e “empresários do campo” são distintos, pois o produtor rural
exerce atividade fora da atividade econômica
Empresário é a pessoa que exerce de forma profissional a atividade econômica
organizada.
A empresa não representa o aparato produtivo que coordena a produção
Os produtores rurais e “empresários do campo” são distintos, pois o produtor rural
exerce atividade fora da atividade econômica
A+
A
A-
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 2/11
0,6 ptsPergunta 2
Leia o texto a seguir:
Contrato é o termo surgido no Direito Romano que é um termo jurídico-histórico,
isto é, compreende não só a ordem jurídica que teve lugar ao longo da história de
Roma, mas também as ideias e experiências surgidas desde o momento da
fundação da cidade até a desagregação do Império após a morte de Justiniano,
num clima de formalismo, de inspiração religiosa, o contrato se firmou, no direito
canônico assegurando à vontade humana a possibilidade de criar direitos e
obrigações.
Natural dos canonistas, a teoria da autonomia da vontade foi desenvolvida pelos
enciclopedistas filósofos e juristas que perceberam a Revolução Francesa e
afirmaram a obrigatoriedade das convenções, equiparando-as, para as partes
contratantes à própria lei. Surge assim o princípio: “pacta sunt servanda”.
São os jusnaturalistas que levam o contratualismo ao seu apogeu, baseando num
contrato a própria estrutura estatal (O Contrato Social de Rousseau) e fazendo
com que, em determinadas legislações, o contrato não mais se limite a criar
obrigações podendo criar, modificar ou extinguir qualquer direito, inclusive os
direitos reais.
Disponível em: https://direito.legal/direito-privado/conceito-de-contratos/. Acesso
em: 20 de maio de 2021
No contexto da definição de contratos, assinale a opção correta.
Diante da formalização do contrato, o objeto ou conteúdo requer que seja ilícito.
Ato unilateral é outro termo que pode ser utilizado no lugar de contrato.
Com o advento do novo código civil em 2002, as relações civis passam por grandes
mudanças, sendo as partes relacionadas a contratos as menos afetadas.
O contrato jurídico é inerente e é a partir dele que surge a manifestação de
vontade.
Contrato é um negócio jurídico pelo qual as partes se ajustam para alcançar objetivos
específicos.
0,6 ptsPergunta 3
A+
A
A-
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 3/11
Leia o texto a seguir:
Kant considera ser a norma jurídica um juízo hipotético. No Kantismo
encontramos a origem da distinção de imperativo categórico do hipotético. O
primeiro impõe dever sem qualquer condição (norma moral), enquanto o
hipotético é condicional. O categórico ordena por ser necessário, enquanto no
hipotético a conduta imposta é meio para uma finalidade. Assim, o imperativo
hipotético estabelece condição para a produção de determinado efeito.
Kelsen retomou essa distinção, considerando a norma jurídica um juízo hipotético
por dependerem as suas consequências da ocorrência de uma condição: se
ocorrer tal fato deve ser aplicada uma sanção. Então conclui Kelsen que a
estrutura da norma jurídica é a seguinte: em determinadas circunstâncias,
determinado sujeito deve observar determinada conduta e se não a observar,
outro sujeito, órgão do Estado, deve aplicar ao delinquente a sanção.
Disponível em: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/direito/norma-juridica.htm
(https://monografias.brasilescola.uol.com.br/direito/norma-juridica.htm) . Acesso em: 04 de maio de
2021.
Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta.
 
A norma é apenas um dos meios pelo qual a norma jurídica se expressa.
A norma jurídica não se divide, há apenas a norma jurídica primária.
Norma jurídica não é aquela emanada pelo Estado, significando que não vem do
Estado.
Para ordem social, o direito deve se revelar pelas normas que orientam as relações
individuais
Norma jurídica é um conjunto de normas jurídicas que disciplinam um determinado
interesse.
0,6 ptsPergunta 4
Leia o texto a seguir:
 
A+
A
A-
https://monografias.brasilescola.uol.com.br/direito/norma-juridica.htm
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 4/11
Toda a caracterização do Constitucionalismo ao longo da história se funda na
pluralidade de teorizações e práticas jurídicas construídas em torno do
pressuposto de limitar os poderes do Estado e defender os direitos fundamentais
do ser humano.
Esses traços essenciais permanecem em vigor e fazem parte do transfundo dos
atuais debates sobre a razão de ser das Constituições e as tarefas do Direito
Constitucional.
Certamente, o Constitucionalismo contemporâneo apresenta traços que o
diferenciam daquele surgido no bojo dos processos revolucionários do século
XVIII e que permaneceu à sombra dos códigos durante o século XIX. Amparados
nessa constatação alguns autores identificam o surgimento de uma possível nova
cultura jurídica e recorrem à expressão neoconstitucionalismo para sintetizar essa
mudança. Como veremos no decurso da exposição, o que seja inédito ou
realmente inovador é algo que deve ser convenientemente estudado, detectando
suas virtudes e dificuldades. A expressão é polêmica, muito embora seja
aglutinadora de uma série de tópicos que marcam um processo crescente de
constitucionalização dos ordenamentos jurídicos.
A advertência resulta a nosso juízo importante porque é de se considerar que a
Ciência do Direito e a cultura jurídica se encontram numa espécie de “revolução
permanente”. Isso significa que o que seja o Constitucionalismo de nossos dias
contém algo do pretérito, remoto ou imediato. Sabe-se que não há cortes
epistemológicos tão radicais que não permitam pensar no passado para negar ou
confirmar categorias jurídicas que viajam no tempo. Como tampouco, que não
fórmulas constitucionais desprendidas de intenções e esperanças para o futuro.
Disponível em: https://enciclopediajuridica.pucsp.br/verbete/98/edicao-1/constitucionalismo
 (https://enciclopediajuridica.pucsp.br/verbete/98/edicao-1/constitucionalismo) . Acesso em: 19
de maio de 2021
É preciso dizer que o constitucionalismo
 
é um movimento social, político, jurídico e ideológico.
não tem um objetivo definido
é definido como conjunto de princípios escritos ou costumeiros
surgiu junto com a Constituição de 88 por ser considerado moderno.
não é marcado por movimento sociais no início de sua fase.
A+
A
A-
https://enciclopediajuridica.pucsp.br/verbete/98/edicao-1/constitucionalismo
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take5/11
0,6 ptsPergunta 5
Leia o texto abaixo:
O juiz do Trabalho Marcio Jose Zebende, da 23ª vara de Belo Horizonte/MG,
deixou de reconhecer o vínculo de emprego entre um motorista e empresa 99
Tecnologia Ltda., dona do aplicativo 99. Para o magistrado, a relação jurídica
entre as partes não foi a de emprego, mas de autêntico trabalho autônomo.
(…)
O magistrado verificou que era o autor que escolhia o modo e a forma de
execução do trabalho, decidindo a jornada e os dias em que iria ou não exercer o
labor, podendo, até mesmo, trabalhar em plataformas concorrentes, como a Uber
e Cabify. O julgador entendeu que ficou demonstrado que o motorista possuía um
mínimo de capacidade econômica para suportar os riscos da atividade, inclusive
com os gastos com a manutenção do veículo utilizado.
"A meu ver, o reclamante livremente aderiu à reclamada, e, agora, busca
simplesmente abjurar o ajuste, renegar o pactuado, renunciar a sua autonomia de
vontade e ao seu consentimento contratual, e, contrariando o que vivenciou, vir
bater às portas da Justiça do Trabalho para se transformar em uma mero
empregado."
(MIGALHAS. Motorista não consegue vínculo empregatício com app 99. Disponível em:
https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI292763,41046-
Motorista+nao+consegue+vinculo+empregaticio+com+app+99. Acesso em: 31 jul. 2019). 
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação
proposta entre elas.
I. No caso acima transcrito, o juiz entendeu que o motorista renunciou à sua
autonomia de vontade e ao consentimento contratual ao aderir ao serviço do
aplicativo de transportes.
 PORQUE
II. A autonomia da vontade compreende a liberdade de contratar em suas três
dimensões: liberdade de contratar propriamente dita, liberdade de estipular o
contrato e liberdade de determinar o conteúdo do contrato, enquanto o
consentimento contratual dá origem ao contrato.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma
justificativa correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa
A+
A
A-
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 6/11
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa
correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira
As asserções I e II são proposições falsas.
0,6 ptsPergunta 6
Leia o texto abaixo:
 
A DPU (Defensoria Pública da União) elaborou uma nota técnica em que afirma
que a portaria publicada nesta semana pelo ministro Sérgio Moro (da Justiça e
Segurança Pública) sobre a deportação de “pessoa perigosa” viola a Constituição
e legislações sobre o direito migratório.
A análise, feita por coordenadores da DPU, afirma que a portaria 666/2019 fere
diversos dispositivos da Constituição, da Lei de Migração (13.445/2017) e da Lei
do Refúgio (9.474/1997). Segundo o texto, ficam prejudicados em especial a
garantia do devido processo legal no âmbito migratório, o contraditório e a ampla
defesa.
(…)
O documento chama atenção para o fato de a portaria criar um novo mecanismo
no direito migratório chamado de “deportação sumária”. Os técnicos afirmam que
o instituto não existe no ordenamento brasileiro e permitirá, com base em portaria
ministerial, que qualquer imigrante esteja sob risco de ser deportado a qualquer
momento “sob alegações genéricas de periculosidade, por meio de um processo
administrativo materialmente inexistente, sem a adequada possibilidade de
defesa e produção de prova e sem qualquer vinculação com a regularidade, ou
não, de sua situação migratória no País”.
(O SUL. Portaria de Sergio Moro sobre a deportação de estrangeiros viola a Constituição, diz a Defensoria da
União. Disponível em: http://www.osul.com.br/a-portaria-de-sergio-moro-sobre-a-deportacao-de-estrangeiros-
viola-a-constituicao-diz-a-defensoria-da-uniao/. Acesso em: 31 jul. 2019).
De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação
proposta entre elas.
I. A Portaria 666/2019 viola a Constituição Federal, em especial, os princípios do
devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
 PORQUE
A+
A
A-
28/09/2023, 08:45 Teste: AO2
https://famonline.instructure.com/courses/31490/quizzes/159235/take 7/11
II. Pelo princípio do devido processo legal, que compreende os princípios do
contraditório e da ampla defesa, a parte de um processo tem direito à plenitude
de defesa, consistente em conhecer as alegações relevantes do processo e
contrapondo-se a elas, utilizar todos os meios jurídicos disponíveis para se
defender, e produzir as provas que entende cabíveis.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa
correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma
justificativa correta da asserção I.
0,6 ptsPergunta 7
Leia o texto abaixo:
O trabalhador que já tiver o direito de se aposentar poderá utilizar as regras
atuais mesmo que entre com pedido após a aprovação da reforma da
Previdência. O relatório com as novas regras da aposentadoria deve ser discutido
no plenário da Câmara nesta terça-feira (9), com previsão de aprovação antes do
dia 18, quando começa o recesso parlamentar. 
Quem cumpriu os requisitos para se aposentar pelas regras atuais está
preservado pelo direito adquirido e não será afetado pela reforma da Previdência.
Nesses casos, o trabalhador mantém o direito de se aposentar pelos critérios
presentes, mesmo que Projeto de Emenda à Constituição da reforma entre em
vigor.
Isso vale para qualquer direito, porque a legislação, em tese, não pode retroagir,
apenas ser aplicada a partir do momento em que passar a vigorar.
“Essa é uma questão definida dentro do sistema judiciário. Durante a reforma da
Previdência no fim dos anos 1990, houve uma controvérsia, mas o STF [Supremo
Tribunal Federal] se posicionou na época sobre o assunto e determinou que o
direito adquirido vale para quem tenha completado os requisitos nos termos da
norma anterior. Não precisa ter feito o requerimento, basta ter completado o
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direito”, explica o mestre em direito constitucional Rodrigo Mello, professor de
direito no Centro Universitário de Brasília (Uniceub).
(R7. Quem tem já direito a se aposentar pode usar regra atual após reforma. Disponível em:
https://noticias.r7.com/economia/quem-tem-ja-direito-a-se-aposentar-pode-usar-regra-atual-apos-reforma-
08072019. Acesso em: 30 jul. 2019)
O direito adquirido revela-se como uma faceta de qual princípio constitucional?
Princípio da legalidade
Princípio da proporcionalidade
Princípio da segurança jurídica
Princípio do devido processo legal
Princípio do contraditório e da ampla defesa
0,6 ptsPergunta 8
Leia o texto a seguir:
 
A Constituição (CF) de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, é a que rege
todo o ordenamento jurídico brasileiro hoje. Desde a independência do Brasil em
1822, é a sétima constituição que nosso país tem – e a sexta desde que somos
uma República. A CF/88 faz 30 anos em 2018 e é um marco aos direitos dos
cidadãos brasileiros, por garantir liberdades civis e os deveres do Estado. Em 05
de outubro de 1988, sua promulgação foi marcada pelo discurso do então
deputado federal e participante da Assembleia Constituinte, Ulysses Guimarães:
“A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo
à mudança. Que a promulgação seja nosso grito: Mudapara vencer! Muda,
Brasil!”
Disponível em: https://www.politize.com.br/constituicao-de-1988/
(https://www.politize.com.br/constituicao-de-1988/) . Acesso em: 19 de maio de 2021
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
No texto constitucional não há hipóteses de situações excepcionais.
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Constituição é uma estrutura integrada por um conjunto de normas de natureza e
finalidades indistintas.
Os elementos orgânicos da Constituição organizam as regras do Direito tributário.
Constituição Federal de 1988 não afirma que a República Federativa do Brasil se
constitui em um Estado Democrático de Direito.
Constituição é uma soma dos fatores reais do poder que regem um país.
0,6 ptsPergunta 9
Leia o texto abaixo:
O Código Civil de 2002 trata, no seu Livro II, Título I, do “Direito de Empresa”.
Desaparece a figura do comerciante, e surge a figura do empresário (da mesma
forma, não se fala mais em sociedade comercial, mas em sociedade
empresarial). A mudança, porém, está longe de se limitar a aspectos
terminológicos. Ao disciplinar o direito de empresa, o direito brasileiro afasta-se,
definitivamente, da ultrapassada teoria dos atos de comércio, e incorpora a teoria
da empresa ao nosso ordenamento jurídico, adotando o conceito de
empresarialidade para delimitar o âmbito de incidência do regime jurídico
comercial.
Não se fala mais em comerciante, como sendo aquele que pratica habitualmente
atos de comércio. Fala-se agora em empresário, sendo este o que “exerce
profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a
circulação de bens ou de serviços” (CC/02, art. 966).
(RAMOS, André Luiz Santa Cruz. Direito Comercial ou Direito Empresarial? – Notas sobre a evolução do ius
mercatorum. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/mod/resource/view.php?id=887391. Acesso em: 29 jul.
I. É obrigatória a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta Comercial
 PORQUE
II. O registro na Junta Comercial confere existência e regularidade à atividade
empresarial, sendo que a principal sanção pela ausência de registro é a
responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações empresariais.2019).
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa
correta da asserção I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira
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As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma
justificativa correta da asserção I
As asserções I e II são proposições falsas.
0,6 ptsPergunta 10
Leia o texto abaixo:
Interpretar é a busca do sentido, tornar compreensível. Como a lei pode
apresentar vários sentidos, há que se escolher um deles, pois só com um deles
ela pode ser aplicada.
Saber qual deva ser, no seu tipo abstrato, o sentido decisivo para o efeito da
aplicação da lei, qual seja — dum modo geral — o ponto de vista em que o
intérprete deve colocar-se para determinar o sentido legal prevalecente, eis aqui
o primeiro e capital problema que a doutrina da interpretação das leis terá de
resolver. (ANDRADE, 1987, p. 10)
Applicare em seu sentido original aponta para a idéia de enroscar, juntar. No
jargão jurídico aplicar é colocar a norma em contato com um referente objetivo,
que são os fatos e atos (FERRAZ JÚNIOR, 2003, p. 485).
(BROCHADO, Mariá. Apontamentos sobre hermenêutica jurídica. Revista Jurídica da Presidência, v. 13, n. 100,
jul./set. 2011, pp. 227-261. Disponível em:
https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/155/148. Acesso em: 31 jul. 2019).
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação
proposta entre elas.
I. A hermenêutica jurídica fixa o sentido e alcance das normas para aplicá-las às
relações sociais, ocupando-se de interpretar apenas a lei.
 PORQUE
II. Ao julgar, o juiz deve interpretar literalmente a lei, aplicando ao caso concreto a
sua percepção pessoal sobre as normas jurídicas, de modo a definir com clareza
sua incidência ao caso concreto.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificativa
correta da asserção I.
As asserções I e II são proposições falsas.
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A asserção I é uma proposição falsa, e a asserção II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a asserção II é uma proposição falsa
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma
justificativa correta da asserção I.
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