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Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
CRÂNIO
Neuroanatomia
NEUROCRÂNIO
● Função: dar proteção mecânica ao conteúdo encefálico do sistema nervoso
central.
● As lesões encefálicas normalmente sempre deixam um grande sequela
● Asa maior: fossa média, tem alguns forames de estruturas vasculares e neurais.
● Asa menor: faz contato com o frontal
● A medula dilataria no bulbo, pois tem mais corpos de neurônio, ou seja, tem mais
núcleos dentro dele.
● Espaço entre o tronco e o cerebelo: IV ventrículo, ocupado por células
ependimárias e pelo liquor.
○ Local do plexo coróide que produz o LCR.
○ É formado devido a um resquício do tubo neural, o canal central do bulbo.
● III ventrículo: entre os hemisférios do diencéfalo.
● Tanto o III quanto o IV estão no plano sagital mediano
● Já o I e o II são chamados de laterais, esquerdo e direito, cada um dentro de um
hemisfério cerebral.
● O líquor é produzido pelo 3 e 4 ventrículos e drenado pelo espaço subaracnóide
pelos recessos laterais.
● Vestíbulo: área de transição
● Um trauma pode causar a despolarização mecânica do tronco encefálico, o bulbo
desliga as funções mais básicas do corpo.
○ Demora a retomar as funções do tronco
○ Normalmente os sinais são membros superiores flácidos
● As microlesões cerebrais causadas devido aos traumas com o tempo causam
degeneração.
● Encéfalo: cerebelo, telencéfalo, diencéfalo e tronco encefálico
● Núcleo: acúmulo de neurônios com funções semelhantes.
1
● Processos clinóides: definem a região onde fica a sela turca.
● Medialmente em relação aos processos clinóides tem o canal do nervo óptico.
ESFENÓIDE
2
● Está em uma posição do crânio que se relaciona com todos os outros ossos.
Forames
● Redondo: local de passagem do ramo maxilar do nervo trigêmeo.
○ O ramo maxilar também inerva o seio maxilar da face.
○ O local de saída desse ramo é o forame infraorbitário, quando ele vai fazer
a inervação da face
● Oval: local de passagem do ramo mandibular do nervo trigêmeo.
● Forma lacerado: está na junção do osso temporal, esfenóide e occipital. Não está
dentro do esfenóide.
● Forame espinhoso: não se relaciona com nenhum par craniano.
● No esfenóide tem 3 forames que são redondos - estão dentro do osso
● Clivus: em sua maior parte é do osso occipital e apenas uma pequena do
esfenóide.
○ O tronco encefálico se flete anteriormente ao clivus, ficando inclinado para
acompanhar os movimentos da cervical
● Contém a sela túrcica, que aloja a
hipófise.
TRONCO ENCEFÁLICO
● O tronco encefálico é anterovertido e encosta no clivus.
● É contínuo com a medula ao nível do bulbo.
● Função: Coisas que eu não controlo. Frequência cardíaca, frequência respiratória,
mobilidade visceral, temperatura, regulação hídrica, vigília, regulação hormonal.
○ Organiza várias ações de um recém-nascido.
3
Diferenças entre a medula
● No tronco a substância cinzenta é fragmentada longitudinalmente e
transversalmente formando núcleos, que são os dos nervos cranianos.
○ Correspondem a determinadas áreas da substância cinzenta da medula,
sendo chamados de substância cinzenta homóloga à da medula.
● Existem também porções de substância cinzenta que não tem correspondência
com nenhuma área da medula, chamada substância cinzenta própria do tronco
encefálico.
● Essa formação diferente da substância cinzenta ocorre por causa do grande
número de fibras transversais que não ocorrem na medula.
● Formação reticular: rede de fibras e corpos de neurônios entre os núcleos e
tratos.
○ Não é nem substância branca e nem cinzenta, mas contém corpos
neuronais, axônios e neuróglia.
BULBO
● É um tronco que é contínuo com a medula
● Limite inferior: ao nível do forame magno.
● Limite superior: sulco bulbo pontino, que separa ele da ponte.
● É percorrido pelos mesmos sulcos da medula
Diferenças com a medula
● A partir das olivas as duas estruturas se diferem totalmente.
● Núcleos próprios do bulbo: núcleos grácil, cuneiforme e olivar inferior.
● Decussação das pirâmides (motora): quando as fibras do trato corticoespinhal
se cruzam para continuar como trato corticoespinhal lateral.
○ Atravessam a substância cinzenta contribuindo para separar a cabeça da
base da coluna anterior.
● Decussação dos lemniscos (sensitiva): fibras dos fascículos grácil e cuneiforme
cruzam o plano mediano na coluna posterior e constituem o lemnisco medial.
○ Por isso, cada lemnisco medial conduz ao tálamo os impulsos do lado
oposto.
○ Essas fibras diminuem conforme subimos pelo bulbo, até terminarem em
seus respectivos núcleos.
4
●
● Abertura do IV ventrículo: o assoalho deste ventrículo tem principalmente
substância cinzenta homóloga à medula, ou seja, núcleos de nervos cranianos.
Parte ventral (anterior) do bulbo
● Pirâmide: eminências alongadas ao lado da fissura mediana anterior.
○ São fibras descendentes que ligam as áreas motoras do cérebro aos
neurônios motores da medula.
○ Constituem o trato corticoespinhal.
○ Decussação das pirâmides: onde esse trato se cruza. Se localizam na região
mais caudal da parte ventral do bulbo.
○ Continuação do funículo anterior.
● Olivas: grande massa de substância cinzenta localizada anterolateralmente na
parte ventral.
○ Projeção de núcleos olivares, acúmulo de corpos de neurônio.
● Ventralmente à oliva surgem os filamentos radiculares que formam o nervo
hipoglosso.
● Do sulco lateral posterior emerge o nervo glossofaríngeo e o vago.
● Área lateral do bulbo: fica entre os sulcos lateral anterior e lateral posterior. É
onde fica localizada a oliva.
Nervos que emergem do bulbo
● Sulco lateral anterior: nervo hipoglosso.
● Sulco lateral posterior: glossofaríngeo, vago, nervo acessório.
○ Essa raiz craniana se encontra com a raiz espinhal que vem da medula e
juntas formam o nervo acessório.
5
Parte dorsal (posterior) do bulbo
● Canal central do bulbo: percorre a porção fechada do bulbo, é continuação do
canal central da medula. Esse canal se abre para formar o 4° ventrículo.
● IV ventrículo: seu assoalho é a parte aberta do bulbo e o teto é o cerebelo.
● Tubérculo grácil e tubérculo cuneiforme: determinados pelos fascículo grácil e
cuneiforme, respectivamente.
○ Localizados entre o sulco mediano posterior e o sulco lateral posterior.
○ Fibras nervosas ascendentes.
○ Após a formação do IV ventrículo eles se afastam lateralmente e continuam
para cima com o pedúnculo cerebelar inferior e penetram no cerebelo.
● Das estrias medulares para baixo tenho o bulbo e delas para cima tenho a ponte.
6
●
Substância cinzenta homóloga à da medula
● Núcleos de nervos cranianos.
● Núcleo ambíguo:motor, saem dele as fibras eferentes viscerais especiais do IX, X
e XI (glossofaríngeo, vago e acessório).
○ Musculatura da laringe e da faringe. Uma lesão nesse núcleo pode causar
disfagia, que é dificuldade de deglutição, isso pois o nervo vago (X) é
relacionado com a deglutição.
● Núcleo do hipoglosso:motor, envia fibras eferentes somáticas.
○ Musculatura da língua
○ Se localiza no trígono do hipoglosso, no assoalho do IV ventrículo.
● Núcleo dorsal do vago: núcleo motor do sistema parassimpático, tem neurônios
pré-ganglionares.
○ Localizado no trígono do vago no assoalho do IV ventrículo.
○ Constitui a coluna lateral da medula.
7
● Núcleos vestibulares: sensitivos, recebem as fibras que penetram pela porção
vestibular do VIII par.
○ Localizado na área vestibular no assoalho do IV ventrículo.
● Núcleo do trato solitário: sensitivo, recebe fibras aferentes viscerais gerais e
especiais do VII, IX e X.
○ Relacionado a gustação.
● Núcleo do trato espinhal do nervo trigêmeo: fibras aferentes somáticas gerais.
○ Sensibilidade de quase toda a cabeça pelos nervos V, VII, IX e X.
○ As fibras que chegam pelos nervos VII, IX e X trazem a sensibilidade geral
do pavilhão e conduto auditivo externo.
● Núcleo salivatório inferior: fibras pré-ganglionares que emergem do
glossofaríngeo para inervação da parótida.
● Macete: tomando um sorvete
○ Língua para lamber o sorvete: núcleo do hipoglosso.
○ Verificar a temperatura dosorvete: núcleo do trato espinhal do nervo
trigêmeo.
○ Gosto do sorvete: núcleo do trato solitário.
○ Boca cheia d’água: núcleos salivatórios (o do bulbo é apenas o inferior)
○ Engolir o sorvete: núcleo ambíguo
○ Sorvete chega ao estômago: núcleo dorsal do vago.
○ A pessoa tomou o sorvete de pé, mantendo equilíbrio: núcleos vestibulares
inferior e medial.
Substância cinzenta própria
● Núcleos grácil e cuneiforme: dão origem às fibras arqueadas internas que
cruzam o plano mediano para formar o lemnisco medial.
● Núcleo olivar inferior: recebe fibras do córtex cerebral, medula e do núcleo
rubro.
○ Se liga ao cerebelo pelas fibras olivocerebelares que penetram no cerebelo
pelo pedúnculo cerebelar inferior.
○ Aprendizagem motora (conseguimos realizar tarefas mais rápido quando
já repetimos várias vezes)
● Núcleos olivares acessórios medial e dorsal.
Fibras transversais
● Fibras arqueadas internas: tem dois grupos, algumas são constituídas pelos
axônios de neurônios dos núcleos grácil e cuneiforme e outras pelas fibras
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olivocerebelares.
○ Grácil e cuneiforme: depois vão formar o lemnisco medial
○ Olivocerebelares: cruzam o plano mediano para penetrar pelo pedúnculo
cerebelar inferior do lado oposto.
Fibras longitudinais
● Formam as vias ascendentes e descendentes.
Vias ascendentes
● Fascículo grácil e cuneiforme: porção fechada do bulbo.
○ Enviam, pelas fibras arqueadas internas, fibras para o lemnisco medial,
que cruzam contralateralmente e chegam ao tálamo, depois essas
informações serão enviadas ao córtex cerebral.
○ Núcleo grácil: recebe informações sensitivas dos membros inferiores.
○ Enviam suas informações sensoriais pelo lemnisco medial.
● Lemnisco medial: terminam no tálamo
● Trato espinotalâmico lateral: localizado na área lateral do bulbo.
● Trato espinotalâmico anterior: mesma posição da medula no bulbo.
● Trato espinocerebelar anterior: área lateral do bulbo, entre o núcleo olivar e o
trato espinocerebelar posterior.
○ Continua na ponte pois entra no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar sup.
● Trato espinocerebelar posterior: área lateral do bulbo entre o trato
espinocerebelar e o pedúnculo cerebelar inferior.
● Pedúnculo cerebelar inferior: percorre as bordas laterais da metade inferior do IV
ventrículo até o nível dos recesso laterais e depois penetra no bulbo.
○ Fibras olivocerebelares, trato espinocerebelar posterior e fibras arqueadas
externas.
Fibras descendentes
● Tratos do sistema lateral da medula
○ Trato corticoespinhal: denominado piramidal, motor voluntário.
■ Lateral: trato que decussa.
■ Anterior: não decussa.
○ Trato rubroespinhal: originado de neurônios do núcleo rubro do
mesencéfalo. Não passa pelas pirâmides, é motor voluntário também.
● Tratos do sistema medial da medula: corticoespinhal anterior, tetoespinhal,
vestibuloespinhais e reticuloespinhais.
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● Trato corticonuclear: terminam nos núcleos ambíguo e hipoglosso, controle
voluntário dos músculos da laringe, faringe e da língua.
● Trato espinhal do nervo trigêmeo: fibras sensitivas do nervo trigêmeo, descem ao
longo do trato espinhal do nervo trigêmeo.
● Trato solitário: fibras aferentes viscerais, VII, IX e X. Tomam o trajeto descendente
ao longo do núcleo do trato solitário.
Vias de associação
● Fascículo longitudinal medial: liga todos os núcleos motores dos nervos cranianos,
principalmente os do movimento do bulbo ocular (III, IV e VI) e da cabeça (nervo
acessório).
○ Recebe fibras dos núcleos vestibulares que trazem impulsos que informam
sobre a posição da cabeça.
○ Importante para reflexos que coordenam os movimentos da cabeça com os
do olho.
Formação reticular do bulbo
● Preenche o espaço não ocupado pelos núcleos de tratos mais compactos.
● Contém o centro respiratório, o vasomotor e o do vômito.
PONTE
● Sulco bulbo pontino: ponto de emergência de alguns pares de nervos cranianos e
separa o bulbo da ponte na parte ventral.
○ É de onde emergem o VI, VII e o VIII pares de nervos cranianos.
○ Síndrome do ângulo ponto-cerebelar: devido a grande quantidade de
nervos que saem do sulco, quando há algum tumor ou problema nessa área
os sintomas são muitos causando essa síndrome.
● A parte dorsal não apresenta linha de demarcação com a parte dorsal da porção
aberta do bulbo e ambas constituem o assoalho do IV ventrículo.
● A ponte é a estrutura que repousa sobre o clivus.
● As fibras da ponte na parte anterior são transversais para formar a estrutura que
vai fixar o cerebelo.
● Essas fibras transversais são os pedúnculos cerebelares. São bilaterais.
○ Esses pedúnculos formam um losango.
○ Pedúnculo cerebelar superior: liga o cerebelo ao mesencéfalo.
○ Pedúnculo cerebelar médio: liga o cerebelo à ponte e constitui a parede
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dorsolateral da metade cranial do IV ventrículo.
○ Limite entre a ponte e o pedúnculo cerebelar: emergência do nervo
trigêmeo.
○ Pedúnculo cerebelar inferior: liga o cerebelo à medula.
● Sulco basilar: aloja a artéria basilar na base da ponte, sulco mediano no plano
sagital mediano e ocupa a base da ponte
○ Dessa artéria surgem as artérias pontinas, que irrigam a ponte.
● Limite superior da ponte: ao nível da emergência dos pedúnculos cerebrais.
MESENCÉFALO
● É no mesencéfalo que localiza o pedúnculo cerebral.
● Entre os pedúnculos cerebrais fica a fossa interpeduncular, e dentro dessa fossa
fica localizada a substância perfurada posterior.
● O nervo óculo motor sai da fossa interpeduncular.
● Está entre a ponte e o diencéfalo.
11
● Aqueduto cerebral: canal que atravessa o mesencéfalo, une o III ao IV ventrículo.
● Teto do mesencéfalo: parte localizada dorsal ao aqueduto.
●
● Ventral ao teto estão os pedúnculos cerebrais.
● Os pedúnculos se dividem em duas partes.
○ Parte dorsal: predominantemente celular, chamada tegmento.
○ Parte ventral: base do pedúnculo.
12
●
● O tegmento é separado da base pela substância negra.
● Entre os pedúnculos cerebrais têm a fossa interpeduncular, que é limitada
anteriormente pelos corpos mamilares (que pertencem ao diencéfalo).
○ No fundo da fossa interpeduncular tem orifícios para passagem de vasos
que se chama substância perfurada posterior.
● Toda a região do tegmento até a base é o pedúnculo cerebral.
● Substância negra: neurônio com afinidade para o neurotransmissor dopamina.
Relacionada à doença de Parkinson, depleção de anatomia.
13
●
Corpo geniculado
● Existe o lateral e o medial, ambos se ligam aos colículos.
● Esses colículos estão localizados no teto do mesencéfalo.
● Abaixo do colículo inferior emerge o nervo troclear (único par que emerge
dorsalmente).
● Colículos: são núcleos.
● Corpo geniculado lateral: se liga ao colículo superior e está relacionado com a
visão.
● Corpo geniculado medial: se liga ao colículo inferior e está relacionado com a
audição. Relacionado com o nervo estato acústico.
● Essa ligação entre o colículo e seu corpo geniculado ocorre por meio dos braços
dos colículos, que são feixes de fibras nervosas.
IV VENTRÍCULO
● Cavidade do rombencéfalo
● Tem forma losângica.
● Continua caudalmente com o canal central do bulbo e cranialmente com o
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aqueduto cerebral.
● Aqueduto cerebral: cavidade através do qual o IV se comunica com o III
ventrículo.
● Recessos laterais: produzidos pelo prolongamento do ventrículo de cada lado, faz
a comunicação com o espaço subaracnóide por meio das aberturas laterais do IV
ventrículo ou forames de Luschka.
Assoalho
● Constituído pela parte dorsal da ponte e pela porção aberta do bulbo.
● Limite inferior: pedúnculos cerebelares inferiores e pelos tubérculos do núcleo
grácil e do núcleo cuneiforme.
● Limite superior: pedúnculos cerebelares superiores.
● É percorrido pelo sulco mediano em toda sua extensão. Ao lado do sulco tem a
eminência medial que é limitada lateralmente pelo sulco limitante.
● O sulco mediano separa os núcleos motores, da placa basal, dos núcleos sensitivos,
derivados da placa alar.
● Fóvea inferior e superior: formada pelo alargamento do sulco mediano.
● Colículo facial: dilataçãoda eminência medial.
● Trígono do nervo hipoglosso e do nervo vago são os núcleos desses nervos.
● Área vestibular: tá lateral ao sulco limitante e se estende aos recessos laterais.
Núcleos vestibulares do nervo estato acústico.
Teto
● Formado pelo cerebelo
● Cranial: substância branca chamada véu medular
● Caudal: plexo corióide.
● Plexo corióide: epitélio ependimário + pia-máter.
○ Produz LCR.
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●
● Do pedúnculo cerebelar médio para dentro é a base da ponte, dele para o lado é
pedúnculo lateral
● Os fascículos e a parte aberta ficam na parte posterior
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