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1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA MODALIDADE EAD 2022 2 Apresentação O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Santo Amaro (UNISA), na modalidade da Educação à Distância (EAD), em suas reuniões, analisou e discutiu amplamente a construção e atualização do Projeto Pedagógico de Curso (PPC). Nestas análises, o NDE tomou como base tanto as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação em Engenharia, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação, como o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI vigentes na Universidade. Foram discutidas e analisadas as competências que serão desenvolvidas nos estudantes ao longo de todo o curso e houve uma preocupação em assegurar que o PPC estivesse contextualizado, garantindo a formação de um profissional diferenciado que poderá atuar como agente transformador da realidade social. Todo este processo se alicerçou na tradição de mais de 50 anos da UNISA na formação de profissionais de excelência em todas as áreas de conhecimento, bem como no seu pioneirismo e experiência na oferta de cursos de graduação presenciais e a distância. Neste sentido, o presente projeto é inovador ao coadunar os melhores recursos tecnológicos, com metodologias ativas e integração permanente entre a teoria e a prática, pautado em uma concepção humanista de formação. Deste modo, esta atualização do Projeto Pedagógico de Curso – PPC foi concluída pelo NDE instituído pela Portaria da Reitoria nº 066/2022, que tem como componentes: Prof. Dr. Renato de Brito Sanchez Prof. Me. Claudio Monico Innocencio Profa. Dra. Cristina Ap. Vilas Boas de Sales Oliveira Prof. Me. Cicero Augusto de Souza Prof. Me. Cristiano Alves de Carvalho 3 Sumário 1. Dados Gerais do Curso ............................................................................... 7 1.1. Denominação do Curso ............................................................................... 7 1.2. Periodicidade ............................................................................................... 7 1.3. Carga Horária .............................................................................................. 7 1.4. Modalidade de Curso ................................................................................... 7 1.5. Modalidade de Ensino ................................................................................. 7 1.6. Vagas ........................................................................................................... 7 1.7. Tempo de Integralização .............................................................................. 7 1.8. Atos Legais do Curso ................................................................................... 7 1.8.1. Ato de Criação ......................................................................................... 7 2. Histórico da UNISA ...................................................................................... 8 3. Contextualização e Justificativa do Curso ................................................. 13 3.1. Contextualização ....................................................................................... 13 3.2. Justificativa do curso .................................................................................. 19 4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ............................................... 23 5. Objetivos do Curso .................................................................................... 27 6. Perfil Profissional do Egresso .................................................................... 29 6.1. As Competências ....................................................................................... 31 7. Estrutura Curricular do Curso .................................................................... 33 7.1. Matriz Curricular ........................................................................................ 36 7.2. Disciplinas Eletivas .................................................................................... 40 7.3. Quadro Resumo da Matriz ......................................................................... 42 8. Conteúdos Curriculares ............................................................................. 43 9. Metodologia de Ensino do Curso ............................................................. 132 10. Estágio Curricular Supervisionado ........................................................... 135 4 11. Atividades Complementares .................................................................... 137 12. Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................ 138 13. Apoio ao Discente .................................................................................... 140 13.1. Programas de Bolsas........................................................................... 141 13.1.1. Bolsas da Universidade Santo Amaro ........................................... 142 13.1.2. Bolsas do Governo Federal ........................................................... 143 13.2. Estímulos à Permanência .................................................................... 144 13.3. Programa de Nivelamento ................................................................... 144 13.4. Atendimento Psicopedagógico ............................................................ 145 13.5. Organização Estudantil ........................................................................ 145 13.6. Acolhimento do Ingressante ................................................................ 146 13.7. Acompanhamento dos Egressos ......................................................... 146 13.8. Oportunidade de Internacionalização .................................................. 147 13.9. Ouvidoria ............................................................................................. 148 14. Gestão do Curso e os Processos de Avaliação Interna e Externa .......... 149 15. Atividades de Tutoria ............................................................................... 151 15.1. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de Tutoria ............................................................................................................ 151 16. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino- Aprendizagem ................................................................................................ 154 17. Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ............................................... 156 17.1. Material Didático .................................................................................. 158 18. Procedimentos de Acompanhamento e de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem .................................................................................... 161 19. Estudo para Definição de Vagas ............................................................. 164 20. Gestão Acadêmica .................................................................................. 166 20.1. Coordenação ....................................................................................... 167 20.2. Conselho de Curso .............................................................................. 168 5 20.3. NDE ..................................................................................................... 170 20.4. Equipe Multidisciplinar ......................................................................... 171 21. Corpo Docente ......................................................................................... 172 21.1. Titulação .............................................................................................. 172 21.2. Regime de Trabalho............................................................................ 173 21.3. Experiência Profissional ....................................................................... 173 21.4. Experiência no Exercício da Docência Superior .................................. 173 21.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação a Distância ........ 174 21.6. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica ....................... 174 22. Corpo Tutorial .......................................................................................... 176 22.1. Experiência no Exercício da Tutoria na Educação a Distância ............ 176 22.2. Titulação e Formação do Corpo de Tutores do Curso ......................... 177 22.3. Experiência do Corpo de Tutores em Educação a Distância ............... 177 22.4. Interação entre Tutores, Docentes e Coordenadores de Curso a Distância......................................................................................................... 179 23. Infraestrutura ........................................................................................... 180 23.1. Espaço de Trabalho para Docentes em Tempo Integral...................... 180 23.2. Espaço de Trabalho para o Coordenador ............................................ 180 23.3. Sala Coletiva de Professores ............................................................... 180 23.4. Salas de Aula ....................................................................................... 181 23.5. Laboratórios de Informática ................................................................. 181 23.6. Biblioteca ............................................................................................. 181 23.6.1. Bibliografia Básica e Complementar por Unidade Curricular (UC) ....................... 182 23.6.2. Acervo ................................................................................................................... 183 23.6.3. Biblioteca Virtual .................................................................................................. 185 23.6.4. E-books ................................................................................................................. 185 23.6.5. Periódicos Científicos ............................................................................................ 186 23.6.6. Plano de Contingência .......................................................................................... 187 23.7. Laboratórios Didáticos ......................................................................... 187 6 23.7.1. Laboratórios Didáticos de Formação Básica ......................................................... 188 23.7.2. Laboratórios Didáticos de Formação Específica ................................................... 189 23.8. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de Material Didático 190 24. Atividades de Extensão ........................................................................... 193 25. Atividades de Pesquisa............................................................................ 195 7 1. Dados Gerais do Curso 1.1. Denominação do Curso Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica. 1.2. Periodicidade Trimestral. 1.3. Carga Horária A carga horária total do curso é de 3670 horas (em horas-relógio). 1.4. Modalidade de Curso Bacharelado. 1.5. Modalidade de Ensino Educação à Distância (EAD). 1.6. Vagas O curso conta com 400 vagas totais anuais. 1.7. Tempo de Integralização Tempo de Integralização Mínimo: 5 anos. Tempo de Integralização Máximo: 10 anos. 1.8. Atos Legais do Curso 1.8.1. Ato de Criação O Curso de Engenharia Elétrica foi criado pela Resolução CONSUN nº 031/2017, de 26 de setembro de 2017. 8 2. Histórico da UNISA A Universidade Santo Amaro - UNISA é a realização do sonho coletivo da comunidade em levar educação e desenvolvimento para a região de Santo Amaro, um dos bairros mais tradicionais da maior cidade da América Latina, São Paulo. Um sonho que se manteve firme em seu propósito, mesmo com tantas turbulências econômicas e políticas vivenciadas pelo Brasil nas últimas cinco décadas. Mais que isso, um sonho que conseguiu ultrapassar as ruas da zona sul de São Paulo para ir de Norte a Sul do País, destacando-se também na Educação a Distância. Em mais de 50 anos de história, a UNISA foi responsável pela formação de milhares de profissionais, nas mais diversas áreas de atuação, promovendo valores que não mudam com o tempo, como a confiança, o comprometimento, a liberdade de expressão, a transparência, a ética e a moralidade. A Universidade desperta um sentimento de pertencimento aos que passam por ela, sejam estes professores, alunos ou colaboradores. Este sentimento só pode ser possível porque a UNISA mantém uma proximidade com seu público e tem compromisso com a qualidade. O corpo docente, formado essencialmente por mestres e doutores, sempre esteve focado em promover a melhor aprendizagem em consonância com a realidade do mercado. Além disso, a Universidade se mobiliza para oferecer serviços essenciais para a comunidade, por meio das suas clínicas e assessorias, mostrando, desde o princípio, a necessidade de atuar com responsabilidade social. Em 1967, Santo Amaro era uma região com intensa atividade industrial, esportiva e recreativa, com cerca de 950.000 habitantes, 4.200 casas comerciais, 2.900 indústrias, mas nenhuma instituição de ensino superior. A educação na região era uma necessidade social bastante latente. Os grandes precursores da ideia de construir uma instituição de ensino superior em Santo Amaro foram os próprios moradores. A entidade Sociedade Amigos da Capela do Socorro – SACS, que permanece em atividade até os dias de hoje, enviou uma solicitação formal à prefeitura, em 1967, para a 9 constituição de uma faculdade. O projeto inicial era a abertura dos cursos de Direito, Filosofia, Ciências Econômicas e Administração. O movimento social e político para a construção de uma instituição de ensino superior recebeu o incentivo massivo da população local e da imprensa, como os jornais Gazeta de Santo Amaro, A Tribuna e Jornal do Brooklin, que passaram a noticiar todas as decisões acerca deste tema. Com a doação do terreno do Sr. Emil Heininger para a construção da faculdade, surgiu uma outra necessidade: a de criar uma organização que pudesse responder legalmente pela doação, além do projeto pedagógico e da administração. Foi então que no dia 26 de junho de 1968 criou-se o Estatuto Social da Organização Santamarense de Educação e Cultura – OSEC. Em 1969, foi autorizado o funcionamento do curso de Medicina, que iniciou suas atividades na Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro. As dependências do campus no Jardim das Imbuias, atual Campus Interlagos, ficaram prontas um ano mais tarde. Porém, desde a assinatura do Estatuto, o curso de Medicina se dividia entre o prático, nas instalações da Santa Casa de Santo Amaro, por meio de um convênio com a Instituição, e o teórico no campus do Jardim das Imbuias. Paralelamente acontecia o processo de aprovação e regulamentação do curso de Medicina, junto aos órgãos federais, para o futuro exercício dentro das dependências do Jardim das Imbuias. Em 1974 iniciaram as aulas no Campus Interlagos, bem como os novos cursos de Comunicação Social (habilitação em Relações Públicas), Estudos Sociais com habilitações em História e Geografia, Serviço Social e Turismo, passando a constituir as Faculdades de Santo Amaro - FASA. Em 1975 foi autorizado a funcionar o Curso de Educação Física e neste mesmo ano, formou-se a primeira turma do Curso de Medicina. Em 1976, foi autorizado o Curso de Odontologia. Após a formação de três turmas de Medicina na Santa Casa, em 1978 o curso passa integralmente para o campus do Jardim das Imbuiase a parceria entre as duas instituições é dissolvida. Com isto, inicia a criação de um hospital dentro do próprio campus, o Hospital Escola Wladimir Arruda – HEWA. As Faculdades de Santo Amaro – FASA passaram por uma série de transformações. Em 1992, uma nova mentalidade visualizou a transformação 10 das pioneiras FASA em Universidade. Foi elaborado um projeto através de um Relatório da Comissão de Acompanhamento, para reconhecimento da Instituição como Universidade, o que veio a ocorrer no final de 1994, por meio do Decreto no 1.833 do Ministério da Educação e Desporto, publicado no Diário Oficial da União, em 30 de dezembro. Assim, a Instituição passou a se chamar Universidade de Santo Amaro – UNISA. A partir deste período, a Universidade inicia a multiplicação de unidades, criando novos campi para a continuidade da oferta de educação na região de Santo Amaro e, consequentemente, em São Paulo. Em 1997 foi inaugurado o Campus Metrô Adolfo Pinheiro, na área central de Santo Amaro, em um prédio da década de 1940, onde funcionava a antiga fábrica de relógios industriais, a Hora S.A. As áreas de Ciências Humanas, Sociais Aplicadas, Exatas e Tecnológicas foram transferidas para esta nova unidade. Ainda dentro de seu projeto de expansão, em 18 de agosto de 1999, foi inaugurado o Hospital Veterinário – HOVET da UNISA, com capacidade para atender animais de pequeno, médio e grande porte, tornando-se um espaço fundamental para o aprendizado dos discentes do curso de Medicina Veterinária e para a população, que passou a ter a possibilidade de tratar seus animais com procedimentos de última geração, de forma acessível. Comprometida com a democratização do ensino de qualidade no país e com a inclusão social, a UNISA desenvolveu seu projeto de Educação a Distância (EAD), transmitindo a sua primeira aula via satélite em 2005, com pioneirismo na área. A Portaria 1.176, do Ministério da Educação - MEC credenciou a UNISA para oferecer cursos de graduação, pós-graduação e extensão na modalidade a distância, por todo o território nacional. Em 2017, por meio da Portaria MEC nº 219, a Universidade alcançou o recredenciamento com nota 4 (escala de 1 a 5) para a oferta de seus cursos à distância. Atualmente, a universidade oferece o acesso à Educação Superior em mais de 300 Polos de Apoio Presencial localizados em 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, contando com a mais alta tecnologia e ensino de qualidade já demonstrado em sua tradição e pioneirismo acadêmicos. Em 2008, a UNISA, por meio da Portaria MEC nº 369, de 19 de maio, passou a ser mantida pelas Obras Sociais e Educacionais de Luz – OSEL, e 11 neste mesmo ano, foram criados dois cursos: Engenharia de Produção e Engenharia Ambiental. Em 2011, a UNISA foi recredenciada como universidade pelo MEC, conforme Portaria 1.662 de 28 de novembro, publicada no Diário Oficial da União de 29 de novembro. Em 2015, o Campus Metrô Marechal Deodoro é inaugurado no bairro de Santa Cecília, sendo o primeiro fora do bairro de origem. Em 2018, a UNISA credenciou o seu primeiro campus fora de sede, na cidade de Guarulhos. Neste mesmo ano, também foram lançados os cursos de Engenharia Mecânica e Engenharia Elétrica. A Universidade oferece mais de 80 (oitenta) cursos de graduação, em todas as áreas do saber. Na pós-graduação existem 4 (quatro) Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, mais de 100 (cem) cursos de Pós-Graduação Lato Sensu, 11 (onze) Programas de Residência Médica, 2 (dois) Programas de Residência Multiprofissional, em 7 (sete) áreas profissionais, e o Programa de Aprimoramento em Medicina Veterinária em 8 (oito) áreas. Desde sua criação a UNISA, por meio de ações de Responsabilidade Social, tem colaborado para a melhoria da qualidade de vida da população onde está inserida. Mutirões de atendimento à população da região são realizados continuamente em escolas fundamentais, creches e espaços públicos; atendimento médico, psicológico, fisioterapêutico, esportivo, odontológico, empresarial e jurídico também alcançam a comunidade do entorno. Além disso, a Universidade oferece programas de extensão focados na educação e empoderamento da população local, por meio da troca de saberes e fazeres entre a academia e a comunidade. A UNISA, em seus mais de 50 anos de existência, reafirmando a visão de “ser uma universidade reconhecida pela excelência de sua participação na transformação da sociedade, contribuindo para formação global do cidadão, na sua realização pessoal e profissional”, sustentada e apoiada pelo tripé da educação – ensino, pesquisa e extensão – está fortalecida em todas as áreas acadêmicas. A Universidade conta com uma estrutura de excelência em cada um dos campi e Polos de Apoio Presencial, com parques tecnológicos, laboratórios, clínicas e assessorias para oferecer as melhores condições de ensino aos 12 alunos. São quase 100 mil m2 de áreas construídas dedicadas ao conhecimento prático e teórico, de forma presencial ou a distância, de cursos de Graduação e Pós-Graduação. Toda esta história de sucesso e o compromisso da UNISA com a excelência na formação culminaram no processo de recredenciamento como Universidade pelo Ministério da Educação, alcançando nota máxima, 5, conforme portaria MEC no 420 de 20 de abril de 2020. 13 3. Contextualização e Justificativa do Curso 3.1. Contextualização O sonho de formar talentos criativos, empreendedores e transformadores foi o que despertou a fundação da UNISA. Em suas primeiras décadas, tornou-se referência no desenvolvimento da cidade de São Paulo, constituindo uma história de excelência, qualidade e tradição cinquentenária na zona sul da capital paulista, pelos bairros de Santo Amaro. Todas as realizações que permeiam esta história foram alicerçadas no anseio de transformar a região em um núcleo educacional que atendesse aos moradores e trabalhadores que ali estavam. A UNISA acredita que pensar o processo de construção do conhecimento vai além das questões específicas inerentes à qualificação para o exercício profissional. Um componente bastante importante na concepção do planejamento e desenvolvimento da UNISA é o contexto em que a Universidade está inserida. A compreensão dos aspectos políticos, sociais, culturais, artísticos, econômicos e ambientais não são fenômenos estáticos ou isolados, mas dinâmicos e complexos, determinados pelo modo de organização da sociedade. Neste sentido, faz-se necessária a incorporação do espaço onde acontecem os processos sociais da população, além da reflexão crítica dos modelos vigentes de atenção à saúde, à educação, à cultura e à tecnologia. Esta compreensão ainda favorece a integração do aluno à rede de relações sociais, possibilitando assim a prática da integralidade e uma maior participação na construção de uma sociedade com a melhoria da qualidade de vida. O município de São Paulo, sede da UNISA, apresenta características marcantes, entre elas a diversidade provocada pelas enormes desigualdades entre os diferentes grupos sociais que a habitam, revelada pelas distintas formas de estruturação do espaço urbano e diferentes modos de apropriação dos bens e serviços produzidos pela cidade (Secretaria Municipal de Planejamento, 2000). 14 A cidade de São Paulo foi fundada em 25 de janeiro de 1554 e conforme dados do último CENSO do IBGE, ocorrido em 2010, possuía 11.253.503 habitantes. A população estimada à época para 2020, também pelo IBGE era de 12.325.232 habitantes. A cidade possui 1.521,11 km² e uma densidade demográfica de 8102,79 habitantes por km². O Produto Interno Bruto (PIB) do município é de R$ 699,3 bilhões (2017). As principais atividades econômicas são: a indústria, o comércio, os serviços e a construção civil. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi de 0,783, considerado muito altopelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD. Ainda em 2017, o IDH da Educação era menor e foi aferido em 0,725, com a taxa de alfabetização medida de 96,99%. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS disponibilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego – TEM, atual Ministério do Trabalho e Previdênica, em 2020 a cidade de São Paulo contava com 4.845.415 empregos formais (celetistas e estatutários) em 282.539 estabelecimentos, sendo a Taxa de Desemprego de 13,2% no mesmo ano, conforme os dados do IBGE/Arte/BdF. Em 2020, a Região Metropolitana de São Paulo contava com 1.383 estabelecimentos escolares de Ensino Médio, sendo o total de matrículas de 382.664 estudantes. O Ensino Superior na cidade contava com 340 estabelecimentos de Ensino Superior. O total de matrículas no Ensino Superior em 2020 foi de 948.826 estudantes (SEMESP, 2020). Segundo as informações do GeoCAPES, em 2020 o estado de São Paulo possuía 89.493 estudantes nos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu entre programas de Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e Doutorados. A Secretaria Municipal de São Paulo conta com Subprefeituras que apoiam a gestão do município. As subprefeituras foram criadas mediante a Lei no 13.339/2002. O município também possui um Plano Diretor Estratégico na forma de uma lei municipal que orienta o desenvolvimento e o crescimento da cidade até 2030. Os quatro campi da Universidade se localizam na grande São Paulo, sendo três nas áreas das Prefeituras Regionais de Capela do Socorro, Santo Amaro e Santa Cecília e um no município de Guarulhos. As três Prefeituras 15 Regionais do município de São Paulo somadas possuem mais de 2,5 milhões de habitantes (IBGE e Fundação SEADE em janeiro/2017) e no município de Guarulhos registra-se cerca de 1,3 milhão de habitantes (IBGE e Fundação SEADE em janeiro/2017). O Campus Interlagos, sede da UNISA, está localizado na região da Prefeitura Regional de Capela do Socorro e tem como área de influência também a Prefeitura Regional de Parelheiros, com os distritos de Parelheiros e Marsilac, que abrange uma área de 360,6 km², representando quase que 25% dos 1.521,11 km² da cidade de São Paulo, com muitas nascentes de água que alimentam as represas Billings e Guarapiranga. Em Parelheiros a maior parte da população concentra-se junto ao centro urbano da região, mas ainda existem famílias que residem na zona rural, além de possuir três aldeias indígenas de cultura Tupi – Guarani. Possui seu território coberto pela Estratégia de Saúde da Família e recentemente inaugurou um hospital de nível secundário, cenário de práticas para os cursos da área da saúde da Universidade. Na lista do Índice de Desenvolvimento Humano encontra-se em penúltimo lugar entre os distritos de São Paulo. O distrito administrativo de Marsilac encontra-se na zona rural, apresentando pequenos núcleos urbanos em desenvolvimento. O distrito está situado na última posição do Índice de Desenvolvimento Humano de São Paulo, no que se refere à oferta de serviços, qualidade de vida e desenvolvimento urbano. Tanto na Capela do Socorro como em Parelheiros, há predomínio de população jovem, porém a população idosa, apesar de ser em menor número, possui maior risco, devido ao baixo nível socioeconômico e difícil acesso aos serviços de saúde, possuindo alto nível do índice de necessidades em Saúde, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. O Campus Metrô Adolfo Pinheiro está situado na Prefeitura Regional de Santo Amaro, no centro da região sul, oferecendo cursos nas áreas de Ciências Humanas e Exatas. É uma região dotada de muitos recursos na área da saúde e social, com excelente Índice de Desenvolvimento Humano e baixo Índice de Necessidades em Saúde. Possui população mais idosa e com maior nível socioeconômico. O Campus Metrô Marechal Deodoro está situado no bairro de Santa Cecília, que pertence a Prefeitura Regional da Sé, região central da cidade de 16 São Paulo, com mais de 431 mil habitantes. Esta região abriga um complexo executivo formado por grandes escritórios e órgãos públicos, dentre eles, a Prefeitura e Câmara Municipal, o Tribunal de Justiça de São Paulo, a sede do Ministério Público do Estado de São Paulo, a Biblioteca Mário de Andrade, o Teatro Municipal, entre outros. A oferta de cursos na região central da cidade de São Paulo pela UNISA deve-se principalmente ao atendimento das necessidades de locomoção das pessoas que trabalham no grande centro. Em 2019, a UNISA credenciou seu primeiro campus fora de sede na cidade de Guarulhos, em São Paulo. O Município distante 15 quilômetros da capital paulista é pertencente, juntamente com outros 39 municípios, à chamada Região Metropolitana de São Paulo ou Grande São Paulo. Na Região Metropolitana de São Paulo, é o maior polo de riqueza nacional. Na Educação à Distância (EAD) os espaços geográficos são amplos e capilarizados. Compreendem não apenas a região de Santo Amaro e bairros periféricos, mas várias outras regiões do país, com Polos em vinte e seis estados da Federação, mais o Distrito Federal, marcando sua presença do extremo sul ao extremo norte. Em 2018, a UNISA ultrapassou a marca de 300 Polos de Apoio Presencial, chegando a uma área de abrangência com uma população de aproximadamente 120 milhões de pessoas. A política para identificação das regiões que poderão receber Polos de Apoio Presencial reafirma a história da Universidade Santo Amaro e colabora na consolidação e construção de sua Missão. Todos os Polos estão em territórios que notadamente se beneficiam com a presença de uma instituição pungente que agrega uma visão integrada da relação entre o ensino superior e a sociedade. Neste contexto, a Universidade se tornou parte de comunidades com Índices de Desenvolvimento Humano considerados muito baixos, com valores inferiores a 0,49 na área da Educação. Deste modo, os recursos da Educação a Distância superaram as barreiras territoriais e permitiram à UNISA outras formas de inserção na sociedade por meio da democratização da educação, estimulando o multiculturalismo e, consequentemente, o desenvolvimento humano. Neste sentido e de acordo com o posicionamento apresentado pelo Governo Federal do Brasil, em 2008, na abertura do Congresso Mundial de Engenheiros (WEC – World Engineers’ Convention), organizado pela primeira 17 vez nas Américas, em que se destaca em seu discurso a importância da Engenharia para a implementação de infraestrutura e outras benfeitorias que ofereçam melhores condições de vida à população, viu-se como necessária a formação de novos profissionais da categoria nos próximos anos: “Hoje, há mais demanda por engenheiros do que conseguimos formar.”1 Frente a isso, segundo dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), em 2010, apenas 5,1% dos egressos da educação superior eram do curso de Engenharia, sendo que cursos como Ciências Sociais e Direito alcançavam 27,3%2. Outro dado da pesquisa demonstra que a formação de engenheiros, por parcela de 10.000 habitantes no Brasil, é menor que países como México e Chile3, conforme Tabela 1. Tabela 1 - Porcentagem de Graduados em Engenharia para cada 10.000 habitantes em diferentes países Países Selecionados - 2007- % País Eng/10.000 pessoas País Eng/10.000 pessoas Brasil 1,95 Suíça 7,17 Turquia 3,28 Bélgica 7,51 Grécia 3,89 Reino Unido 7,57 Chile 4,07 Israel 7,89 Eslovênia 4,34 Austrália 8,03 Hungria 4,48 França 8,68 Estados Unidos 4,60 Itália 0,36 Alemanha 5,10 Dinamarca 9,44 Áustria 5,38 Suécia 10,10 Nova Zelândia 5,39 Japão 10,24 México 5,40 Rep. Checa 11,53 Canadá 5,45 Polônia 12,15 Noruega 5,52 Rep. Eslovaca 12,63 Holanda 5,79 China 13,41 Estônia 6,27 Portugal 13,86 Irlanda 6,50 Finlândia 16,37 Espanha 6,53 Coreia do Sul 16,40 Islândia 6,89 Fonte: OECD,2010 1 UNESCO. United Nations Educational, Scientific and Educational Organization. Disponível em: www.unesco.org.br. Acesso em 24/06/2009. 2 3Fonte: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). Julho/2010 18 Neste contexto, a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, durante sua preleção, em 2009, no VII Congresso Nacional dos Engenheiros, citou que nos países que mais crescem no mundo, como China e Índia, a graduação na área tecnológica chega a 30% do total de estudantes, enquanto no Brasil, situa-se em menos de um quarto deste percentual. Estes números indicam, como destacado no pronunciamento, a carência na formação de Engenheiros para que induzam e contribuam para o desenvolvimento nacional. Neste mesmo congresso, o Congresso Nacional do Brasil, discursando sobre a conjuntura e os engenheiros, ressaltou-se que: “Esta é uma nação por fazer e faltam engenheiros para tanto. Não há como superar as assimetrias competitivas sem esses profissionais e sem educação4.” Além disso, frente a uma crise político-econômica, e consequentemente de contenção de gastos públicos, o Governo Federal se viu obrigado a selecionar áreas prioritárias em suas políticas relacionadas à democratização do ensino superior. Juntamente com a formação de professores e profissionais da saúde, a Engenharia é destacada como área prioritária de formação de profissionais. Sobre isto, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão declarou em 02/07/2015: [...] tem o objetivo de responder a necessidade de formação de profissionais em áreas estratégicas para o pleno desenvolvimento econômico e social do Brasil. As engenharias, para incrementar a produtividade da economia brasileira; a formação de professores, para auxiliar na melhoria da educação básica no país; e a área de saúde, para incrementar a qualidade dos profissionais de saúde que atendem, sobretudo, na rede pública de saúde brasileira.5 4 FNE. Federação Nacional dos Engenheiros. Disponível em: www.fne.org.br. Acesso em 24/06/2009. 5 BRASIL. Esclarecimento sobre o novo Fies. Disponível em: http://www.planejamento.gov.br/. Publicado em: 02/07/2015. Acesso em: 21/08/2015. 19 No final da década de 80, com a disseminação do conceito de desenvolvimento sustentável e devido aos problemas ambientais decorrentes do progresso da nossa civilização, tornou-se necessário um profissional que aliasse a evolução tecnológica com a proteção ambiental e o uso racional dos recursos naturais, além de promover a sustentabilidade das organizações. Neste cenário, surge a Engenharia Elétrica para a formação do profissional capacitado para desenvolver, projetar, planejar e executar planos, projetos e programas, com atuação eclética, dinâmica e multidisciplinar, que representa a base tecnológico-conceitual de diversas ênfases em Engenharia Elétrica, tais como as instalações elétricas em baixa e alta tensão, eletrônica, robótica, saúde, mobilidade, energia, telecomunicações, dentre outras. A necessidade de oferta deste curso envolve toda a extensão territorial brasileira, considerando não só a região onde está situada a sede da UNISA. Neste contexto, reforça-se que na Educação a Distância em Engenharia Elétrica os espaços geográficos são amplos e capilarizados, compreendendo não apenas a região de Santo Amaro, seus bairros periféricos e o Município de Guarulhos e Alto do Tietê, mas várias outras regiões do país, permitindo que a UNISA marque sua presença do extremo sul ao extremo norte, alinhada às demandas profissionais necessitadas pelas indústrias, empresas e pesquisas científicas no âmbito de atendimento ao Brasil e à sociedade como um todo. 3.2. Justificativa do curso Existe atualmente no Brasil uma carência de formação de engenheiros, cujos impactos técnico, social, econômico e ambiental são imprescindíveis para a transformação do cenário socioeconômico corrente e o fomento ao desenvolvimento científico e tecnológico nacional. O perfil destes profissionais não deve apenas atender às necessidades do mercado de trabalho, mas também compreender os contrastes sociais e acompanhar o dinamismo das mudanças tecnológicas. Embora o interesse pelos cursos de Engenharia Elétrica venha crescendo com o passar do tempo, ainda está aquém da demanda nacional. Entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria - CNI, têm 20 feito estudos sobre o impacto da falta de engenheiros no desenvolvimento econômico brasileiro, enquanto órgãos governamentais, como a Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP, patrocinam, desde 2006, programas de estímulo à formação de mais engenheiros no País. Segundo estimativas do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano. Apesar de haver em torno de 600 mil engenheiros no país, o equivalente a 6 profissionais para cada mil trabalhadores, países como os EUA e o Japão apresentam uma proporção da ordem de 25 engenheiros por mil trabalhadores, segundo publicações da FINEP. Enquanto o Brasil forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, a Rússia, a Índia e a China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil, respectivamente. Contudo, dos 40 mil engenheiros que se formam anualmente no Brasil, mais da metade opta pela Engenharia Civil, a área que menos utiliza a tecnologia. Assim, setores como os de petróleo, gás e biocombustíveis são os que mais sofrem com a escassez destes profissionais. Para atenuar o problema, o Governo Federal lançou em 2009 o programa BNDES Proengenharia, atualmente chamado de BNDES Finem, projeto elaborado com o objetivo de duplicar o número de engenheiros formados anualmente no país e de reduzir a altíssima taxa de evasão nos cursos de Engenharia, que em algumas instituições chega a 55%. A Associação Brasileira de Educação em Engenharia - Abenge, listou 5.583 cursos de Engenharia no Brasil. Segundo dados do INEP, o Brasil formou 100.421 novos engenheiros em 2016, sendo 71,58% por instituições de ensino privadas e 28,42% públicas. Do total de formandos, 35.360 foram da Engenharia Civil, 17.344 de Produção, 11.434 de Mecânica e 9.728 de Elétrica. Estes formandos representam apenas 54,28% dos que ingressaram no Ensino Superior. Ainda segundo o INEP, de cada mil candidatos que prestam vestibular para um curso de Engenharia no Brasil, apenas 175 ingressam numa Instituição de Ensino Superior e somente 95 desses concluem os cursos. É neste cenário, com enfoque no perfil de egresso que a UNISA pretende formar, por meio de reuniões da coordenação do curso com os docentes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e do Conselho do Curso Superior de Bacharel em Engenharia Elétrica, ouvindo a representação 21 discente do Curso de Engenharia Elétrica, baseado ainda nos dados estatísticos do CONFEA/CREA e da crescente demanda apresentada em dados da indústria nacional, que entende-se estar o mercado carente de profissionais aptos a atender a estas demandas. Com a implantação e o fortalecimento do curso de graduação na área de Engenharia Elétrica EAD da UNISA, almeja-se o desenvolvimento e a aplicação de inovações tecnológicas nos segmentos industriais no Brasil; o desenvolvimento das regiões por meio do apoio técnico; a criação de empreendimentos de base tecnológica visando a utilização de recursos próprios das regiões; o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa que fomentem a inserção de tecnologias inovadores no mercado nacional; o desenvolvimento das indústrias por meio de parcerias entre a UNISA e empresas. Além disso, a implementação do curso de Engenharia Elétrica visa contribuir para a consolidação da UNISA como promotora do desenvolvimento técnico e científico em todo o território nacional. É neste sentido que sejustifica a oferta do Curso de Engenharia Elétrica na Universidade Santo Amaro, visto que a nação está em amplo desenvolvimento e necessita de profissionais qualificados que busquem a aplicação das tecnologias, o desenvolvimento de inovações tecnológicas, a utilização de tecnologias mais limpas e o desenvolvimento de projetos e produtos contemplando as dimensões ambientais, econômicas e sociais. A formação em Engenharia Elétrica pela UNISA permite ao profissional habilitado atuar em diversos setores da economia, permitindo ao(a) Engenheiro(a) avaliar problemas de forma global, com forte base científica e conhecimentos em diversas áreas da elétrica, referentes à geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica, equipamentos, materiais e máquinas elétricas, sistemas de medição e controle elétricos, materiais elétricos e eletrônicos, equipamentos eletrônicos em geral, sistemas de comunicação e telecomunicações, sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico, seus serviços afins e correlatos, levando em consideração também os aspectos humanos e sociais, econômicos, materiais, energéticos, tecnológicos e ambientais, visando atender as demandas de empresas dos setores primário, secundário e terciário. 22 Atuando profissionalmente, o egresso formado em Engenharia Elétrica na UNISA possui diversas oportunidades para se inserir no mercado de trabalho, podendo atuar, por exemplo, nas áreas de indústrias automobilística, metalmecânica, química/petroquímica, aeronáutica/aeroespacial, naval, de energia, agronegócio, saúde etc; em projeto e manutenção de sistemas elétricos, eletrônicos, mobilidade, geração de energia e instalações prediais e industriais; no desenvolvimento e montagem de circuitos, máquinas e equipamentos; e em atividades acadêmicas. Logo, o profissional egresso do curso de Engenharia Elétrica da UNISA está apto a desenvolver atividades conforme a Resolução 218/73 do CONFEA para: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra e serviço técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico; condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e reparo; operação e manutenção de equipamento e instalação; execução de desenho técnico. O perfil do aluno do curso de Engenharia Elétrica deverá ser aquele que pressupõe o aperfeiçoamento dos sentidos para viver e compreender o mundo, paralelamente à instrumentalização teórico-metodológico e técnica. Este perfil deverá ser construído em consonância com a notável evolução que a ciência e a tecnologia vêm apresentando nas últimas décadas. 23 4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso Conforme o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI a graduação presencial e a distância da Universidade Santo Amaro – UNISA primam pela excelência na construção do conhecimento, que ganha relevância quando deixa explícita sua potencialidade de ampliar o acesso à educação, sendo um forte aliado do processo de democratização da educação e do saber. A concepção de educação que fundamenta a prática pedagógica visa, sobretudo, um processo de acompanhamento permanente e suporte aos alunos, que preserva em seu interior: compromisso político-pedagógico, ética, respeito à identidade cultural, competência técnica e rigor científico. A concepção de aprendizagem dos cursos presenciais e a distância na UNISA contempla a efetiva interação entre os envolvidos no processo, o que exige compreender o papel do professor como mediador, e não como transmissor da informação, e conceber o aluno como protagonista de seu processo de aprendizado. As ações didático-pedagógicas estão centradas na estimulação à imaginação e à criatividade, procurando exercitar o raciocínio analítico e a capacidade de realização. A ideia de mediação perpassa todo o procedimento didático do professor. Os cursos da UNISA privilegiam o uso de Metodologias Ativas, que são empregadas em diferentes Unidades Curriculares, com abordagem interdisciplinar. O curso de Engenharia Elétrica busca o desenvolvimento integral de seus estudantes, tanto nos aspectos profissionais, quanto nos aspectos culturais, econômicos, morais, sociais e ambientais. Assim, o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) está alinhado com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e com o PDI da UNISA. As metodologias adotadas no curso, o sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem, a avaliação institucional do corpo social e a gestão acadêmica do curso estão alinhados com as políticas institucionais da UNISA. As ações pedagógicas são discutidas e construídas de forma coletiva, com a participação ativa dos docentes que integram o curso, fortalecendo a 24 cultura da gestão planejada, democrática e participativa, proporcionando o desenvolvimento e crescimento das áreas acadêmica e administrativa em concordância com a Missão Institucional. A Coordenação de curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE) conduzem o processo no âmbito de suas competências, nas questões relacionadas ao desenvolvimento do PPC, aos Conteúdos Curriculares, às Referências Bibliográficas, às Atividades Práticas e outras atividades relacionadas ao curso. O PPC apresenta preocupação com a qualidade do curso, mediante a um conjunto de atividades que passam pelo acompanhamento, incentivo e embasamento teórico do corpo docente, mediante a adoção de um sistema de ensino que incentiva o olhar crítico em torno não só dos aspectos ligados à sua profissão, mas também aos político-econômicos e sociais. O estímulo à execução de um projeto pedagógico democrático, em que as experiências do saber empírico sejam consideradas como reserva estratégica para a construção do saber científico é inspirado no PDI da UNISA. A UNISA implementou linhas básicas de ação comprometidas com a indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão que propiciam uma contínua avaliação de propostas desenvolvidas e conhecimentos produzidos no âmbito do curso. O curso segue as diretrizes do PDI da UNISA quanto à responsabilidade de formar profissionais qualificados, com princípios éticos, consciência da realidade socioambiental, política, econômica e cultural, equipados com adequado instrumental de conhecimento científico e técnico, que lhes permitam atender às suas necessidades como seres humanos e atuar positivamente na realidade como agentes transformadores do meio circundante. Neste contexto, está inserida a Pesquisa como instrumento e meio para o desenvolvimento do Ensino, viabilizando a aprendizagem e gerando o saber. Para tanto, o curso proporciona condições materiais e recursos humanos para as atividades de Pesquisa, que visam à solução de problemas inerentes, por meio de grupos de pesquisa e incentivos para que os trabalhos acadêmicos sejam sistematizados e adequados aos princípios científicos. Os alunos são estimulados a submeterem seus trabalhos no Congresso de Iniciação Científica da UNISA, realizado anualmente, assim como em eventos na área de 25 formação, tais como congressos, seminários, mesas redondas, palestras e workshops. Os trabalhos de pesquisa e atividades complementares são orientados tanto para um exercício contextualizado da atividade profissional, quanto para a busca de um conhecimento maior da realidade em que o aluno esteja inserido, seja tratando de desvendar ou explicitarvocações regionais, seja levantando o potencial econômico ou cultural existente. Com isto, o curso e o acadêmico podem contribuir para a produção de conhecimento, não apenas a sua reprodução. O Curso de Engenharia Elétrica integra o Grupo de Pesquisa em Engenharia, o qual se encontra devidamente cadastrado no CNPq e visa agregar as linhas de pesquisa das Engenharias ministradas na UNISA, reforçando seu caráter interdisciplinar. Neste sentido, o grupo busca somar a experiência do corpo docente dos cursos para a produção e desenvolvimento da ciência, retornando estas atividades para a experiência de ensino e em projetos de Extensão para a sociedade. Os estudantes da UNISA são estimulados a desenvolver uma interação dialógica entre a esfera universitária e a comunidade onde se inserem. Assim, eles podem vivenciar e aplicar os seus aprendizados, bem como desenvolver novas competências e saberes, em projetos de Extensão construídos coletivamente. O trabalho junto aos docentes experientes desenvolve um diferencial na formação dos discentes que participam das atividades desenvolvidas no curso de Engenharia Elétrica e contribuem na capacitação profissional, com alinhamento entre teoria e prática, baseando-se no desenvolvimento do conhecimento, habilidades e atitudes face aos desafios da contemporaneidade, preparando o egresso para atuar e comprovar experiência profissional em sua área de formação. Dentre as atividades, são realizadas: • Capacitação dos alunos através de palestras e seminários ministrados por convidados e mesmo professores que possuem excelente experiência no mercado profissional; • Atividades científico-culturais que integram a formação intelectual dos alunos, como apresentações musicais, teatro de empresa, experiências profissionais, exposição de trabalhos dos alunos; 26 • Promoção de eventos em parcerias com empresas: visitas e exposição de trabalhos em empresas, experiência de profissionais de destaque no mercado e na mídia, devidamente articulados com os alunos; • Projetos de Extensão em parceria com a comunidade: arrecadação de alimentos, conscientização ambiental e atividades científico-culturais promovidas pelos alunos e aberta a comunidade. O Congresso de Iniciação Científica é o maior evento científico interno da UNISA, e por isso está previsto do calendário acadêmico. Com a constante valorização da Pesquisa e da produção científica, o objetivo é demonstrar os resultados dos esforços de discentes e docentes na produção científica, permitir a divulgação dos trabalhos em andamento ou em fase de conclusão e favorecer que os estudantes compartilhem suas pesquisas com a comunidade acadêmica. O curso articula conteúdos que refletem as práticas de ensino, de Pesquisa e de Extensão, criando-se um forte vínculo entre teoria e prática por meio dos projetos integradores e outras atividades práticas comprovadamente exitosas e inovadoras. A partir da avaliação das práticas no curso, as políticas institucionais são revistas periodicamente. O estabelecimento de parcerias de cooperação com Universidades Internacionais e Centros de Pesquisa figuram entre as ações instituídas de Internacionalização da UNISA, que contempla a expansão da Área de Pesquisa e Extensão, assim com a criação de oportunidades para a mobilidade acadêmica. Os Acordos de Cooperação firmados pela UNISA apresentaram uma expressiva expansão nos últimos anos. 27 5. Objetivos do Curso Os objetivos do curso estão implementados considerando o perfil profissional do egresso, a Estrutura Curricular e o contexto educacional, as características locais e regionais onde o curso está instalado, os aspectos globais, de segurança e saúde, assim como ser capaz de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e resolver de forma criativa, os problemas de Engenharia, além de práticas inovadoras e emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso. O curso de graduação em Engenharia Elétrica EAD da UNISA visa formar um profissional com base científica e tecnológica sólida para a mobilização de conhecimentos, na identificação e resolução de problemas de impacto ambiental, além de uma compreensão humanista, crítica e reflexiva de sua atuação, sempre exercendo sua profissão dentro dos preceitos da ética. Com base no contexto educacional, a Estrutura Curricular forma um egresso generalista, capacitado para o planejamento, execução, monitoramento e avaliação de sistemas de prevenção e controle da poluição ambiental e a promoção da qualidade ambiental através da aplicação de princípios tecnológicos. Em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e ao Plano Pedagógico Institucional (PPI), o Projeto Pedagógico de Curso (PPC), com base na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão, busca suportar a contínua e dinâmica evolução do curso de Engenharia Elétrica frente às constantes alterações nos cenários tecnológicos, científicos, econômicos, ambientais e sociais. Neste sentido, o curso de graduação em Engenharia Elétrica da UNISA tem por objetivo central ofertar à comunidade um curso moderno e de alta qualidade, formando Engenheiros Eletricistas com base científica e tecnológica sólida para a mobilização de conhecimentos visando a identificação e resolução de problemas. Para isto, o curso oferece um forte embasamento nas ciências básicas, capacitando ao egresso aplicar as competências adquiridas, permitindo que o mesmo atue de forma inovadora e sustentável, além de gerar 28 e transferir conhecimentos que garantam a melhoria das condições de vida da comunidade em que está inserido. Além disso, com base no contexto educacional, a Estrutura Curricular forma um egresso generalista, capacitado para o planejamento, execução, monitoramento e avaliação de sistemas. Por fim, a Estrutura Curricular propiciará que o egresso seja capaz de conceber, projetar, implementar, operar, controlar e manter sistemas elétricos, eletromecânicos, eletrônicos, telecomunicações, emergoa, automáticos, robótica e relacionados à mobilidade de pessoas e coisas. Os objetivos específicos da formação na Engenharia Elétrica da UNISA, contempla as competências propostas para formação do egresso, são eles: • Fornecer sólidos conhecimentos em ciências básicas e tecnológicas; • Capacitar os profissionais para soluções tecnológicas pela abordagem sistêmica dos problemas de Engenharia Elétrica; • Formar profissionais voltados à Engenharia Elétrica aptos para sua inserção em diferentes setores do mercado de trabalho, preparados para o desenvolvimento sustentável da sociedade; • Preparar profissionais capazes de compreender e atuar no meio de constantes transformações científicas, tecnológicas e culturais; • Formar profissionais para promover o desenvolvimento sustentável, aliando a aplicação dos conhecimentos tecnológicos e a otimização dos recursos disponíveis; • Estimular o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo, crítico e criativo na identificação e resolução de problemas; • Incentivar a pesquisa e a docência, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, bem como da criação e difusão dos conhecimentos da Engenharia Elétrica; • Proporcionar formação humanística para promover o trabalho em equipe e desenvolver lideranças na gestão e coordenação conjunta de projetos, e, • Desenvolver e promover postura ética da profissão. 29 6. Perfil Profissional do Egresso O perfil profissional do egresso está de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) da área de Engenharia e expressa as competências a serem desenvolvidas pelo discente e articula-as com necessidades locais e regionais, agregando e contribuindo para o desenvolvimento da sociedade onde ele está inserido. O Engenheiro Elétrico formado pela UNISA desenvolve habilidadeshumanas, técnicas e a competência adequada para a liderança na condução das diversas áreas de atuação relacionadas a sua atribuição, de maneira eficiente e eficaz, conforme as DCN para o curso. Entre as habilidades humanas estão: as atitudes sob os princípios da Ética, dos Direitos Humanos, das relações étnico-raciais, do contexto histórico afro-brasileiro Africana e indígena, da Política de Educação Ambiental e da Acessibilidade Atitudinal, que conjuntamente caracterizam a postura cidadã, privilegiada na formação dos estudantes da UNISA. No exercício profissional, este engenheiro está preparado para as constantes mudanças que são impostas pelo mercado. Esta postura é exercitada, no decorrer do curso e nas atividades de extensão oferecidas. São ações interdisciplinares atuando em comunidades de diversos contextos, exigindo o exercício dos conceitos supracitados, dos conhecimentos técnicos aprendidos no curso e das habilidades de relações interpessoais baseadas na ética profissional. O egresso da UNISA desenvolve a iniciativa, a criatividade e a capacidade de transferir os conhecimentos adquiridos em sala de aula para a prática profissional. As atividades práticas, promovidas pelo curso, aliadas sempre com a teoria, formam um profissional caracterizado pela qualificação tecnológica e humana e que são capazes de mobilizar os conhecimentos adquiridos durante o curso para tomar decisões eficientes e propor soluções rápidas e eficazes, desde os conceitos básicos de Engenharia até aplicações inovadoras nos campos da Indústria de Transformação, Agronegócio, Robótica, Mobilidade, Saúde e de integração com outras Engenharias. 30 As atividades obrigatórias como Projeto Integrador, Trabalho de Conclusão de Curso e Estágio consolidam a práxis da junção entre teoria e prática. A sólida base das chamadas ciências puras, aliado ao conhecimento tecnológico, profissionalizante e específico, contribuem para o excelente desenvolvimento das competências esperadas para o exercício da profissão, além de proporcionar desenvoltura necessária para a atuação na área acadêmica. Agregado a isso, o desenvolvimento da capacidade crítica e de conteúdos de formação humanística no curso proporcionam uma visão holística das questões no cotidiano deste profissional. A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: • Formular e conceber soluções desejáveis de Engenharia, analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto; • Analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos; • Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à Engenharia; • Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; • Conceber, desenvolver e analisar produtos, processos, projetos e sistemas; • Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia, de modo a atender os aspectos técnicos e econômicos; • Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia; • Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; • Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; • Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; • Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; • Atuar e desenvolver a liderança em equipes multidisciplinares, de modo a facilitar a construção coletiva; • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; 31 • Avaliar o impacto das atividades da Engenharia no contexto social e ambiental; • Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia; • Considerar aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, ambientais e de segurança e saúde no trabalho; • Adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática; • Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. O Engenheiro graduado pelo Curso de Engenharia Elétrica da UNISA está plenamente capacitado a empreender ou atuar em empresas de porte, com natureza e modelos organizacionais diversos, quer seja de caráter público ou privado, prestadora de serviços, indústria, terceiro setor ou de maneira autônoma. 6.1. As Competências A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: • Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; • Projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados; • Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; • Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; • Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; • Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; • Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; • Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; • Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; • Atuar em equipes multidisciplinares; • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; 32 • Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; • Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; • Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. 33 7. Estrutura Curricular do Curso Norteada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação, a concepção e a atualização dos currículos na UNISA se traduzem em estratégias que possibilitam a formação de profissionais que atuem como agentes de transformação social, criando alternativas para enfrentar os desafios que emergem no mundo contemporâneo. A Estrutura Curricular implementada considera a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga horária total, a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância, explicitando claramente a articulação entre os componentes curriculares no percurso de formação e apresentando elementos comprovadamente inovadores. Das 44 unidades curriculares do curso: • 15 (34,1%) Unidades Curriculares, entre gerais e específicas, utilizam laboratórios presenciais e/ou virtuais para desenvolver a relação entre a teoria e a prática; • 8 (18,2%) Unidades Curriculares gerais discutem as aplicações no mercado de trabalho e a formação em engenharia por meio de conceitos, legislação e normas técnicas; • 12 (27,3%) Unidades Curriculares específicas trabalham conceitos e projetos de Engenharia Elétrica, trazendo para o aprendizado discussões sobre as melhores práticas de Engenharia em sua concepção, projeto, implantação, operação e manutenção. O NDE tem como um de seus objetivos aprimorar e melhorar de forma contínua o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. A Matriz Curricular é flexível por ampliar as disciplinas Eletivas e busca a articulação entre as Unidades Curriculares, por meio de elementos inovadores, como os Projetos Integradores, que auxiliam na interdisciplinaridade e na acessibilidade 34 metodológica. A carga horária é compatível com a Estrutura Curricular proposta e favorece a articulação das teorias e práticas exigidas ao perfil de formação dos estudantes. Ademais, disciplinas do núcleo básico dos primeiros módulos são fundamentais para cursar disciplinas específicas posteriores, que serão integradas em disciplinas como Sistemas de Gestão Integrados, Gestão Empreendedora e Inovação, Sistemas Mecânicos, Projeto Auxiliado por Computador (CAE), Sistemas Automotivos, Projeto e Construção de Máquinas, Sistemas Térmicos, Projeto de Fábrica e Manutenção, os Projetos Integradores I e II, e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).O curso de Engenharia Elétrica está organizado em 20 módulos e em cada Unidade Curricular o curso procura desenvolver competências gerais e competências específicas para formação integral do estudante. Por sua vez, os demais Componentes Curriculares, como as Atividades Complementares, garantem a integração entre as competências desenvolvidas a partir das disciplinas. Conforme as DCN, disciplinas dos campos das Ciências dos Ambientes, Eletricidade, Expressão Gráfica, Fenômenos de Transporte, Metodologia Científica e Tecnológica, e Desenho Universal, estão inseridas na Matriz Curricular, respectivamente: Meio Ambiente e Sustentabilidade, Física Geral e Experimental II, Desenho Técnico, Mecânica dos Fluidos, Tecnologia, Ciência e Pesquisa e Sistemas de Gestão Integrados. Todas as Unidades Curriculares rompem as barreiras disciplinares clássicas, organizando-se de forma interdisciplinar, visando o desenvolvimento de competências. A oferta de disciplinas Eletivas ocorre de acordo com o catálogo institucional da UNISA disponibilizado a cada trimestre letivo. O estudante poderá optar por cursar quantas disciplinas desejar, dentre as disciplinas disponíveis, contanto que ao final do curso tenha totalizado a carga horária mínima de 100 horas (em horas-relógio) cursadas de disciplinas eletivas. O catálogo de Eletivas da UNISA é um documento institucional e fica disponibilizado para todos os docentes e discentes pelo Portal na Internet. Todo o processo de inscrição nas disciplinas eletivas que os discentes optam por cursar é realizado via sistema disponível no Portal do aluno na UNISA. A disciplina de LIBRAS também está prevista na Matriz Curricular e é ofertada como disciplina eletiva. 35 Complementam a Estrutura Curricular do curso de Engenharia Elétrica EAD os mecanismos de aproximação com a modalidade a distância, desenvolvidos pela equipe Multiprofissional do EAD da UNISA com o objetivo de capacitar os estudantes no uso dos recursos utilizados para a metodologia à distância. Para que o estudante se sinta familiarizado com a metodologia EAD da UNISA, desde seu primeiro acesso ao AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), ele é recepcionado por um vídeo de Boas-Vindas do Coordenador do curso, que se apresenta e, em linhas gerais, apresenta todo o curso. Posteriormente, ao acessar as disciplinas, o aluno é orientado a iniciar seus estudos acessando uma área destacada intitulada “Comece por aqui”. Nesta área ele irá encontrar um vídeo intitulado “Como fazer EAD da UNISA”, com o objetivo de orientá-lo em seus estudos. Além disto, somando aos mecanismos de aproximação ao EAD, o estudante pode optar por realizar o curso gratuito de Informática Básica, bem como pode contar com o suporte de tutores EAD no ambiente virtual e tutores presenciais nos polos. 36 7.1. Matriz Curricular 1º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Meio Ambiente e Sustentabilidade 100 Sistemas de Gestão Integrados 100 Subtotal 200 2º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Gestão Projetos 50 Engenharia Econômica 50 Subtotal 100 3º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Gestão da Qualidade 50 Ética, Diversidade e Direitos Humanos 100 Subtotal 150 4º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Algoritmo e Linguagem de Programação 50 Cálculo Diferencial e Integral I 100 Subtotal 150 5º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Gestão Empreendedora e Inovação 100 Fundamentos da Administração 100 Subtotal 200 6º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Cálculo Diferencial e Integral II 100 Física Geral e Experimental I 100 Subtotal 200 37 7º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Estatística Aplicada a Engenharia 50 Geometria Analítica e Álgebra Linear 50 Subtotal 100 8º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Desenho Técnico 100 Física Geral e Experimental II 100 Subtotal 200 9º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Mecânica dos Fluidos 50 Cálculo Numérico 50 Subtotal 100 10º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Química Experimental 50 Ciências dos Materiais 50 Subtotal 100 11º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Tecnologia, Ciência e Pesquisa 100 Fundamentos de Instalações Elétricas 100 Subtotal 200 12º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Análise de Circuitos Elétricos 50 Eletromagnetismo Aplicado 50 Subtotal 100 38 13º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Materiais Elétricos 50 Sistemas Trifásicos 50 Subtotal 100 14º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Conversão e Conservação de Energia 50 Distribuição de Energia Elétrica 50 Eletrônica Básica 50 Subtotal 150 15º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Eletrônica Aplicada 50 Máquinas e Acionamentos Elétricos 100 Subtotal 150 16º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Eletrônica de Potência 50 Modelagem e Simulação de Sistemas 50 Projeto Integrador I: Projeto Sistema Elétrico 50 Subtotal 150 17º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Controle de Sistemas Dinâmicos 50 Projeto Integrador II: Desenvolvimento de Protótipo 50 Subtotal 100 18º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Automação de Sistemas 50 Microcontroladores 50 Subtotal 100 39 19º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Fundamentos em Telecomunicações 50 Projetos Elétricos 50 Trabalho de Conclusão de Curso I 60 Subtotal 160 20º MÓDULO Disciplinas Carga Horária (h) Redes de Computadores e Sistemas de Comunicação 50 Sistemas Elétricos de Potência 50 Trabalho de Conclusão de Curso II 60 Subtotal 160 40 7.2. Disciplinas Eletivas A oferta de disciplinas Eletivas ocorrerá de acordo com o catálogo institucional da UNISA disponibilizado a cada semestre letivo. O estudante poderá optar por cursar quantas disciplinas desejar, dentre as disciplinas disponíveis, contanto que ao final do curso tenha totalizado a carga horária mínima de 100 horas (em horas-relógio) cursadas de disciplinas Eletivas. O catálogo de Eletivas da UNISA é um documento institucional e fica disponibilizado para todos os docentes e discentes pelo Portal na Internet. Todo o processo de inscrição nas disciplinas eletivas que os discentes optam por cursar é realizado via sistema disponível no Portal do aluno na UNISA. Disciplinas Eletivas Carga Horária Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 50 Administração de Pequenas e Médias Empresas 100 Auditorias e Sistemas de Certificações 100 Cenários Econômicos 100 Certificação e Auditoria Ambiental 100 Compras e Negociação 100 Contabilidade Empresarial 100 Diagnóstico de Riscos e Impactos Ambientais 100 Direito Empresarial 100 Doenças Ocupacionais 100 Ferramentas da Qualidade 100 Ferramentas de Gestão Automobilística 100 Geometria e Desenho Geométrico 100 Gestão da Saúde e Segurança do Trabalho 100 Gestão de Pessoas 100 41 Gestão de Resíduos 100 Gestão e Análise de Riscos 100 Gestão Financeira 100 Investigação e Análise de Acidentes 100 Legislação Trabalhista e Previdenciária 100 Licenciamento e Legislação Ambiental 100 Liderança, Cultura e Poder nas Organizações 100 Logística Internacional 100 Mapeamento de Processos 100 Marketing de Serviços 100 Marketing Digital 100 Matemática Financeira 50 Mercado Financeiro 100 Negociação e Gestão de Conflitos 100 Orçamento Empresarial 100 Perícia Aplicada a Segurança do Trabalho 100 Prevenção a Emergências e Acidentes Industriais 100 Recrutamento e Seleção 100 Suply Chain e Logística Reversa 50 Tecnologia de tratamento de Água, esgoto e efluentes industriais 100 42 7.3. Quadro Resumo da Matriz Módulo Carga Horária (Relógio) 1º 200 2º 100 3º 150 4º 150 5º 200 6º 200 7º 100 8º 200 9º 100 10º 100 11º 200 12º 100 13º 100 14º 150 15º 150 16º 150 17º 100 18º 100 19º160 20º 160 Carga Horária de Disciplinas Regulares 2870 Estágio Supervisionado 400 Disciplinas Eletivas 200 Atividades Complementares 200 Carga Horária Total do Curso 3670 43 8. Conteúdos Curriculares A estruturação e reestruturação dos Conteúdos Curriculares na UNISA supõe a elaboração de uma seleção, um recorte intencional que tem uma lógica justificante. Os conteúdos são selecionados tendo em vista o perfil do egresso e as competências a serem desenvolvidas, respeitadas as Diretrizes Curriculares Nacionais das áreas e cursos. Nos cursos da Universidade Santo Amaro, a Fexibilidade Curricular se reflete em diferentes perspectivas, mas particularmente na eliminação da rigidez estrutural das Matrizes Curriculares, mediante a redução dos pré- requisitos. Em relação aos componentes curriculares optativos ou eletivos, estes visam fornecer subsídios complementares à formação acadêmica do discente. Sua previsão nas estruturas curriculares busca garantir uma margem mais ampla de escolha quanto aos conhecimentos, habilidades e atitudes que deseja construir no processo de formação, com a necessária sugestão do Núcleo Docente Estruturante e orientação do Conselho de Curso. A flexibilidade curricular permite que a Instituição acompanhe as demandas do mundo do trabalho e da sociedade, bem como garante oportunidades diferenciadas de integralização dos cursos, possibilitando aos estudantes a construção de uma trajetória autônoma. Todas as Unidades Curriculares eletivas e regulares são periodicamente revisadas e atualizadas, incorporando os novos conhecimentos e vanguardas que emergem constantemente nas áreas das engenharias que estão em acelerada evolução. Neste sentido, as Atividades Complementares, além de constituírem importantes mecanismos capazes de introduzir a flexibilidade, também proporcionam oportunidades diferenciadas de aprendizado dentro e fora do ambiente universitário. Os Conteúdos Curriculares do Curso promovem o efetivo desenvolvimento do perfil profissional do egresso, uma vez que que cada conteúdo foi selecionado com base nas competências a serem desenvolvidas para atingir o perfil almejado. O NDE definiu a carga horária de cada unidade 44 curricular levando em consideração a complexidade formativa, bem como o número de competências a serem construídas. Todo este processo é alicerçado na escolha rigorosa e precisa da bibliografia, que dialoga harmonicamente com a proposta metodológica, bem como com a definição dos conteúdos, habilidades e atitudes que o estudante está desenvolvendo. A produção de conteúdos e aulas da UNISA possuem plena acessibilidade metodológica, garantida por uma equipe de especialistas em adequação para os portadores de diferentes tipos de deficiência, em um processo institucionalizado e específico. Encontradas também no curso, abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de Educação Ambiental, de Educação em Direitos Humanos e de educação das Relações étnico-raciais e o ensino de História e Cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciando o curso dentro da área profissional e induzindo o contato com conhecimentos recentes e inovadores. A Matriz Curricular do curso cumpre com excelência os requisitos legais da oferta da disciplina de LIBRAS, como disciplina eletiva. O tema Políticas de Educação Ambiental é destacado na disciplina “Meio Ambiente e Sustentabilidade”, já a disciplina “Ética, Diversidade e Direitos Humanos” aborda conteúdos referentes à educação em direitos humanos e educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. Os conteúdos são contemplados com base numa bibliografia atualizada e revisada pelo NDE, devidamente documentada, discutida e aprovada em reuniões, registradas em atas. 45 Disciplina A Distância (EAD) Meio ambiente e sustentabilidade Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 1º Teórica 100 Ementa Conhecimento do meio ambiente e suas interações. Análise dos problemas ambientais. Caracterização de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade. Estabelecimento de relações entre desenvolvimento econômico e sustentabilidade. Reflexão sobre o estado atual dos Recursos Naturais. Investigação sobre poluição e degradação ambiental. Reflexão sobre os desafios para alcançar a Sustentabilidade. Desenvolvimento de Educação Ambiental. Estudo de Gestão Empresarial Sustentável. Reflexão sobre Responsabilidade Socioambiental. Desenvolvimento de melhoria da qualidade ambiental. Bibliografia Básica DIAS, Reinaldo. Sustentabilidade: origem e fundamentos; educação e governança global; modelo de desenvolvimento. São Paulo: Atlas, 2015. E-book MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ecologia e sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012. E-book ROSA, André Henrique; FRACETO, Leonardo Fernandes; MOSCHINI-CARLOS, Viviane (orgs.). Meio ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2012. E-book MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE. ISSN 2316-2856. Periódico. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistameioambiente. Acesso em: 09 mar. 2022. REVISTA BRASILEIRA DE MEIO AMBIENTE & SUSTENTABILIDADE. ISSN 2763-6763. Periódico. Disponível em: https://rbmaes.emnuvens.com.br/revista. Acesso em: 09 mar. 2022. Bibliografia Complementar 46 BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira. Meio Ambiente: guia prático e didático. 2. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-book LUZZI, Daniel. Educação e meio ambiente: uma relação intrínseca. Barueri, SP: Manole, 2012. (Série Sustentabilidade). E-book PHILIPPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir. Gestão empresarial e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2017. E-book __________; PELICIONI, Maria Cecília Focesi (editores). Educação ambiental e sustentabilidade. 2. ed rev. e atual. Barueri, SP: Manole, 2014. E-book KOHN, Ricardo. Ambiente e sustentabilidade: metodologias para gestão. Rio de Janeiro: LTC, 2015. REVISTA BRASILEIRA DE MEIO AMBIENTE. ISSN 2595-4431.Periódico. Disponível em: https://www.revistabrasileirademeioambiente.com. Acesso em: 09 mar. 2022. (Coleção ambiental, v.14). 47 Disciplina A Distância (EAD) Sistemas de Gestão Integrados Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 1º Teórica 100 Ementa Introdução aos conceitos básicos de gestão ambiental, saúde e segurança do trabalho. Caracterização de acidentes de trabalho, toxicologia, agentes físicos, químicos e biológicos e risco ambiental. Compreensão das normas de Gestão Ambiental da Série ISO 14000 com abordagem dos aspectos teóricos e práticos. Compreensão das normas e legislações aplicáveis a saúde e segurança do trabalho. Estabelecimento de relações entre as normas da ISO 14.001:2015 e as normas OHSAS 18001 e SA 8000. Descrição do processo de Implantação de sistema de gestão integrado – Saúde, Meio ambiente e Segurança (SMS). Aplicação de práticas de melhoria contínua no processo. Introdução a ferramenta de Análise do Ciclo de Vida de Produtos, Certificação de produtos e processos (Selos verdes). Introdução a Ergonomia com abordagem física, cognitiva e organizacional. Caracterização dos tipos de ergonomia e riscos ergonômicos. Aplicação de ferramentas ergonômicas. Interpretação de normas regulamentadoras. Descrição dos tipos de auditorias dos sistemas de gestão. Bibliografia Básica PHILIPPI JR, A.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2011. E-book BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2011. E-book BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Segurança do trabalho: guia prático e didático. São Paulo: Erica, 2012. E-book REVISTA SAÚDE E MEIO AMBIENTE. ISSN 2447-8822. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.ufms.br/index.php/sameamb.Acesso em 16.mar.22 48 REVISTA BRASILEIRA DE SAÚDE OCUPACIONAL. ISSN 0303-7657. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/rbso/. Acesso em 14.mar.22 Bibliografia Complementar CORRÊA, V.M.; BOLETTI, R. R. Ergonomia: fundamentos e aplicações. Porto Alegre: Bookman, 2015. E-book MORAES, M. V. G. Princípios ergonômicos. São Paulo: Erica, 2014. E-book BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Higiene e segurança do trabalho. São Paulo: Erica, 2014. E-book CHIRMICI, A.; OLIVEIRA, E. A.R. Introdução à segurança e saúde no trabalho. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. E-book IAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2017. E-book REVISTA SAÚDE & MEIO AMBIENTE. ISSN 2316-347X. Periódico. Disponivel em: http://www.periodicos.unc.br/index.php/sma/index. Acesso em 16.mar.22. 49 Disciplina A Distância (EAD) Gestão de projetos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 2º Teórica 50 Ementa Conceitos básicos de gestão de projetos. Estruturas organizacionais para gerenciamento de projetos. O ciclo de vida dos projetos. Áreas de conhecimento em projetos. Elaboração de um projeto: plano de projeto, controle integrado de mudanças e acompanhamento do projeto (planejamento, execução e controle). Perfil do Gerente de Projeto. Bibliografia Básica AMARAL, D.C. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos inovadores. São Paulo: Saraiva, 2011. E-book Carvalho, F.C.A. Gestão de projetos. 1 ed. -São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. E-book KEELING, Ralph. Gestão de projetos. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2019. E-book REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. ISSN 1982-7849. Periódico. Disponível em: https://rac.anpad.org.br. Acesso em: 14 mar. 2022. GESTÃO & TECNOLOGIA DE PROJETOS. ISSN 1981-1543. Periódico. Disponivel em: https://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos. Acesso em 14.mar.2022. 50 Bibliografia Complementar MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. São Paulo: Atlas, 2010. E-book GOMES, J. M. Elaboração e análise de viabilidade econômica de projetos: tópicos práticos de finanças para gestores não financeiros. São Paulo: Atlas, 2013. E-book CLEMENTS, J.P. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2013. E- book MOLINARI, L. Gestão de projetos: teoria, técnicas e práticas. 1. ed. São Paulo: Érica, 2010. E-book BREMER, C. Gestão de projetos: uma jornada empreendedora da prática à teoria. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2017. E-book KERZNER, H. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3 Ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. E-book ADMINISTRAÇÃO. ISSN 2358-0917. Periódico. Disponível em: https://raep.emnuvens.com.br/raep. Acesso em: 10 mar. 2022. 51 Disciplina A Distância (EAD) Engenharia Econômica Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 2º Teórica 50 Ementa Conceitos fundamentais e princípios econômicos básicos. Os sistemas econômicos. Evolução do pensamento econômico. Análise microeconômica. As tarefas do sistema de mercado. A teoria do consumidor: demanda, oferta e equilíbrio. Fundamentos da macroeconomia: conceitos de renda, PIB e PNB. Balança de pagamentos. Economia e globalização. Matemática financeira. Taxas de mercado. Dinheiro no tempo. Sistemas de amortização de financiamento. Payback e VPL. Taxa interna de retorno. Outras ferramentas de avaliação de investimentos. Opções e fechamento. Análise de substituição de equipamentos, aluguel e leasing. Estimativa do custo de capital. Bibliografia Básica BLANK, L.; TARQUIN, A. Engenharia econômica. 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. E-book EHRLICH, P.J.; MORAES, E. A. Engenharia econômica: avaliação e seleção de projetos de investimento. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2013. E-book VASCONCELLOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. Fundamentos de economia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. E-book REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 16.mar.22 REVISTA ESTUDOS ECONÔMICOS. ISSN 0101-4161. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/ee/. Acesso em 16.mar.22 52 Bibliografia Complementar CAMARGOS, M. A. de. Matemática financeira: aplicada a produtos financeiros e à análise de investimentos. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. E-book VIEIRA SOBRINHO, J.D. Matemática financeira: edição compacta. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2008. E-book SILVA, E.C. Introdução à administração financeira: uma nova visão econômica e financeira para a gestão de negócios das pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: LTC, 2009. E-book GOMES, J.M. Elaboração e análise de viabilidade econômica de projetos: tópicos práticos de finanças para gestores não financeiros. São Paulo: Atlas, 2013. E-book PUCCINI, A. de L. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. E-book ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 21. ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book REVISTA ECONOMIA APLICADA. ISSN 1413-8050. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/ecoa/. Acesso em 16.mar.22 Disciplina A Distância (EAD) 53 Gestão da Qualidade Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 3º Teórica 50 Ementa Estudos dos conceitos, princípios e estratégia de implementação da gestão da qualidade. Apresentação das ferramentas da qualidade. Introdução ao gerenciamento, mapeamento e padronização de processos; Estudo das principais normas; Custos da Qualidade; Indicadores de Qualidade; Controle Estatístico do Processo; Auditoria no sistema de Gestão; Programas de Melhoria da Qualidade. Bibliografia Básica JURAN, J.M.; DEFEO, J.A. Fundamentos da qualidade para líderes. Porto Alegre: Bookman, 2015. E-book LÉLIS, E.C., Gestão da Qualidade. 1. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. E-book CARPINETTI, L.C.R. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book REVISTA SOBRE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E QUALIDADE. ISSN 2674- 9203. Periódico. Disponivel em: http://www.fismaead.edu.br/seer/index.php/jemq. Acesso em 16.mar.22. REVISTA MANAGEMENT JOURNAL. ISSN 2531-0488. Periódico. Disponivel em: http://rausp.usp.br/. Acesso em 16.mar.22 Bibliografia Complementar 54 CARPINETTI, L.C.R.; GEROLAMO, M.C. Gestão da qualidade ISO 9001:2015: requisitos e integração com a ISO 14001: 1. ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book MELLO, C.H.P. et AL. ISO 9001: 2008: Sistema de gestão da qualidade para operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. E-book Kirchner, A.,Kaufmann, H.,Schmid, D.,Fischer, G.,Sell, I., Gestão da Qualidade: Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. São Paulo: Bluncher, 2008. E-book ROBLES JUNIOR, A. Custos da qualidade: aspectos econômicos da gestão da qualidade e da gestão ambiental. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. E-book. LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da qualidade. 2.ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book REVISTA GEPROS. ISSN 1984-2430. Periódico. Disponivel em: https://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros. Acesso em 16.mar.22. 55 Disciplina EAD Ética, Diversidade e Direitos Humanos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 3º Teórica 100 Ementa Reflexão teórico-crítica da ética, da moral e da cidadania no mundo contemporâneo. Estudo do conceito, fundamentos, evolução e significado contemporâneo dos direitos e garantias fundamentais. Ética, Direitos Humanos e Preconceito. Identificação das diferentes expressões de violação de direitos humanos. Exame das lutas e demandas pela concretização dos direitos humanos no Brasil e no Mundo. Compreensão dos processos de diversidade étnico-racial e étnico-social na formação política, econômica e cultural do Brasil. Exame dasdesigualdades étnico-raciais na sociedade brasileira. Análise das políticas de ação afirmativa e da implementação das leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, que instituem o estudo da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena. Bibliografia Básica FERRAZ, Carolina Valença. LEITE, Glauber Salomão (Org.). Direito à Diversidade. São Paulo: Atlas, 2015. E-book GUERRA, Sidney. Curso de direitos humanos. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2020. E-book MIRANDA, Shirley Aparecida. Diversidade e ações afirmativas: combatendo as desigualdades sociais. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010. E-book EDUCAÇÃO & SOCIEDADE. ISSN: 1678-4626. Periódico. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es. Acesso em: 10 mar. 2022. INTERFACE. ISSN 1807-5762. Periódico. Disponível em: https://www.scielo.br/j/icse. Acesso em: 10 mar. 2022. 56 Bibliografia Complementar FURROW, Dwight. Ética: conceitos chaves em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2007. E-book JUBILUT, Lilian Lyra. BAHIA, Alexandre Gustavo Melo Branco. MAGALHÃES, José Luiz Quadros de (Coord.). Direito à Diferença: Aspectos de proteção específica às minorias e aos grupos vulneráveis, volume 2. São Paulo: Saraiva, 2013. E-book ______. Direito à Diferença: Aspectos institucionais e instrumentais de proteção às minorias e aos grupos vulneráveis, volume 3. São Paulo: Saraiva, 2013. E- book METCALF, Peter. Cultura e Sociedade. São Paulo: Saraiva, 2015. E-book SILVA, Giovani José da. História e Culturas indígenas na educação básica. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018. E-book NÚCLEO DO CONHECIMENTO. ISSN 2448-0959. Periódico. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br. Acesso em: 10 mar. 2022. 57 Disciplina A Distância (EAD) Algoritmo e Linguagem de programação Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 4º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo da Lógica de Programação. Estabelecimento de relações entre constantes e variáveis. Fundamentação das estruturas de controle linear, condicional e de repetição. Desenvolvimento de Vetores e Matrizes. Elaboração da Estrutura de dados. Introdução a Sistemas de arquivos. Resolução de problemas. Desenvolvimento, validação e implantação de algoritmo. Desenvolvimento de atividades práticas aplicadas a Engenharia. Bibliografia Básica ALVES, W.P. Linguagem e lógica de programação. 3.ed. São Paulo: Érica, 2014. E-book AGUILAR, L.J. Fundamentos de programação: algoritmos, estruturas de dados e objetos. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. E-book MANZANO, J.A.N. G; Algoritmos e lógica para desenvolvimento de programação de computadores . 3.ed. São Paulo: Érica, 2016. E-book. REVISTA ELETRÔNICA CIENTÍFICA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. ISSN 2236-3890. Periódico. Disponivel em: http://www.re3c.unifenas.br/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA DE COMPUTAÇÃO E TECNOLOGIA. ISSN 2176-7998. Periódico. Disponivel em: https://revistas.pucsp.br/index.php/ReCET/about. Acesso em 16.mar.22 58 Bibliografia Complementar DASGUPTA, S; PAPADIMITRIOU, C.; VAZIRANI, U. Algoritmos. Porto Alegre: AMGH, 2010. E-book DOBRUSHKIN, V.A. Métodos para análise de algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book SZWARCFITER, J.L; MARKENZON, L. Estruturas de dados e seus algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. E-book SOFFNER, R. Algoritmos e programação em linguagem C. 1 ed. São Paulo: Saraiva 2013. E-book CORMEN, Thomas. Desmistificando algoritmos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. E-book REVISTA NUCLEO DO CONHECIMENTO. ISSN 2448-0959. Periódico. Disponivel em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/tag/algoritmo. Acesso em 16.mar.22. 59 Disciplina A Distância (EAD) Cálculo Diferencial e Integral I Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 4º Teórica 100 Ementa Determinação de conjuntos numéricos e intervalos. Estudo de diferentes funções e gráficos de funções: polinômios, funções exponenciais, logarítmicas, trigonométricas e modulares. Estudo de módulo. Definição de limites e tipos de limites, bem como a de continuidade de funções de uma variável real. Apresentação algumas propriedades e Teoremas Fundamentais referentes a limites e continuidades. Estudo das derivadas e Integrais de funções de uma variável. Definição de derivada. Resolução de derivadas de funções diversas por propriedades e regras de derivação. Apresentação da Regra de L'Hôpital. Aplicações das derivadas no estudo de máximos e mínimos. Definição da integral indefinida e definida. Apresentação do Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral. Resolução de integrais por técnicas de integração e Aplicações dessas integrais em problemas de Física e Engenharia. Bibliografia Básica GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book ÁVILA, G.; ARAÚJO, L.C.L. Cálculo: Ilustrado, prático e descomplicado. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book ANTON, Howard. Cálculo v.1 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. E-book REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. Periódico. Disponivel em: https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. Disponivel em: 16.mar.22. 60 Bibliografia Complementar Faccin,G.M..Elementos De Cálculo: Diferencial e Integral. Curitiba: Intersaberes, 2015. E-book HUGHES HALLETT, D. Calculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. ADAMI, A.M, DORNELLES FILHO, A.A., LORANDI, M.M. Pré-cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2015. E-book SILVA, P.S.D. Cálculo diferencial integral. 1. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2017. BARBONI, A.; PAULETTE, W. Cálculo e análise- Cálculo diferencial e integral a uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: v.1 cálculo diferencial. São Paulo: Blucher, 1983. E-book REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 16.mar.22 61 Disciplina A Distância (EAD) Gestão Empreendedora e Inovação Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 5º Teórica 100 Ementa Compreensão dos fundamentos do empreendedorismo e exame do seu contexto histórico e desenvolvimento. Análise dos tipos de empreendedorismo. Estudo do perfil dos empreendedores. Detalhamento do empreendedorismo social e corporativo. O empreendedorismo contemporâneo e sustentável. Fundamentação do conceito de inovação. Discussão das relações entre empreendedorismo e inovação. A identificação de oportunidades e a inovação. O plano de negócios. Ecossistemas de inovação e empreendedorismo. Bibliografia Básica SERTEK, Paulo. Empreendedorismo. Curitiba: InterSaberes, 2012. E-book DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso. 4.ed. São Paulo: Empreende, 2020. E-book BESSANT, John. Inovação e empreendedorismo. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2019. E-book REGEPE. ISSN 2316-2058. Periódico. Disponível em: http://www.spell.org.br/periodicos/ver/124/revista-de-empreendedorismo-e- gestao-de-pequenas-empresas. Acesso em: 15 mar. 2022. REVISTA DE EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. ISSN 2447-8407. Periódico. Disponível em: https://www.revistas.editoraenterprising.net/index.php/regmpe. Acesso em: 15 mar. 2022. 62 Bibliografia Complementar ARANTES, Elaine Cristina. Empreendedorismo e responsabilidade social.2 ed. Curitiba:InterSaberes, 2014. E-book PEARSON EDUCATION DO BRASIL. Criatividade e inovação. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. E-book RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócios para o século XXI. Curitiba: InterSaberes, 2012. E-book HENRIQUES,Silvia Helena (org.). Gestão da inovação e competitividade. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. E-book SCHERER, Felipe Ost. Gestão da inovação na prática: como aplicar conceitos, ferramentas para alavancar a inovação. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book REVISTA DE EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. ISSN 2359-3539. Periódico. Disponível em: https://seer.imed.edu.br/index.php/revistasi. Acesso em: 15 mar. 2022. 63 Disciplina A Distância (EAD) Fundamentos da Administração Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 5º Teórica 100 Ementa A busca de compreensão das origens e estruturação das escolas e teorias da administração. A reflexão sobre o Comportamento, a Psicologia Organizacional e a Liderança. A caracterização do desenvolvimento e modelagem na gestão das organizações. A fundamentação do Estruturalismo e da Teoria da Burocracia. A discussão sobre a Cultura Organizacional e Poder nas Organizações. A análise da Aprendizagem Organizacional e da Teoria do Conhecimento. As interfaces da Tecnologia e da Inovação. O aprofundamento das abordagens Ambientais e Sustentáveis. O desenvolvimento das Teorias Contemporâneas. Bibliografia Básica MAXIMIANO, Amaru. Fundamentos da Administração: Introdução à Teoria Geral e aos Processos da Administração. Rio de Janeiro: GEN, 2014. E-book CHIAVENATO, Idalberto. Fundamentos de Administração. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. LACOMBE, Francisco. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva, 2009. E-book. ADMINISTRAÇÃO. ISSN 2358-0917. Periódico. Disponível em: https://raep.emnuvens.com.br/raep. Acesso em: 10 mar. 2022. REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. ISSN 1982-7849. Periódico. Disponível em: https://rac.anpad.org.br. Acesso em: 14 mar. 2022. 64 Bibliografia Complementar ALENCASTRO, Mário S.C. Governança, gestão responsável e ética nos negócios. Curitiba: InterSaberes, 2017. E-book CARAVANTES, Geraldo R., Claudia C.Panno, Monica C.Kloeckner. Administração: teorias e processos. SPaulo: Pearson Prentice Hall, 2005. ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional, 11ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. E-book ROBBINS, Stephen P. Fundamentos de administração: conceitos essenciais e aplicações. 4 ed.São Paulo: Prentice Hall, 2004. E-book SILVA, Reinaldo O. da - Teorias da Administração. S. Paulo, Pearson Prentice Hall, 2008. E-book COLTRO, Alex. Teoria Geral da Administração. Curitiba: Intersaberes, 2015. E-book REVISTA MANAGEMENT JOURNAL. ISSN 2531-0488. Periódico. Disponivel em: http://rausp.usp.br/. Acesso em 16.mar.22 65 Disciplina A Distância (EAD) Cálculo Diferencial e Integral II Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 6º Teórica 100 Ementa Definição da integral indefinida e definida. Apresentação do Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral. Resolução de integrais por técnicas de integração e Aplicações dessas integrais em problemas de Física e Engenharia. O estudo de funções de várias variáveis. Cálculo de limites de funções de várias variáveis. Definição e propriedades das derivadas parciais. Técnicas de derivação para funções de várias variáveis. Estudo da variação de funções de duas variáveis. O Estudo das derivadas direcionais. O estudo de integração múltipla. Definição de integrais duplas e triplas. Bibliografia Básica GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,2018. v.2. E-book GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed.rev.ampl. São Paulo: Pearson Education, 2011. E-book STEWART, J. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Pioneira, 2016. v. 1. E-book REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. Periódico. Disponivel em: https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. Disponivel em: 16.mar.22 66 Bibliografia Complementar FACCIN, G.M. Elementos de cálculo diferencial e integral. Curitiba: InterSaberes, 2015. E-book BASSANEZI, R.C. Introdução ao cálculo e aplicações. São Paulo: Contexto, 2015. E-book RODRIGUES, A. C. D; SILVA, Alciony R.H. S. Cálculo diferencial e integral a várias variáveis. Curitiba: InterSaberes, 2016. E-book SPERANDIO, D.; MENDES, J.T; SILVA. L.H.M. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015. E-book BERTOLDI, N. B. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson 2007. E-book REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 16.mar.22 67 Disciplina A Distância (EAD) Física Geral e Experimental I Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 6º Teórica/Prática 100 Ementa Movimento Uniforme. Movimento Uniformemente Variado. Movimento Circular. Movimento Acelerado e Retardado. Energia. Energia Mecânica. Conservação de Energia Mecânica. Outros Tipos de Energia. Estática: Princípios de Estática. Equilíbrio do corpo extenso. Momento de uma Força. Condições de Equilíbrio. Alavancas. Massa e Peso. Dinâmica: As Leis de Newton. Estudo do Plano Inclinado. Força e Trabalho das componentes da Força Resultante. Óptica: Geométrica e Física. Espelhos Planos e Curvos. Interferência. Difração. Instrumentos ópticos. Bibliografia Básica HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 10. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning, 2014. v. 2. E-book TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. E-book. BRAZILIAN JOURNAL OF PHYSICS. ISSN 0103-9733. Periódico. Disponivel em: https://www.springer.com/journal/13538/. Acesso em 16.mar.22. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. ISSN 1806-9126. Periódico. Disponivel em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/. Acesso em 16.mar.22. 68 Bibliografia Complementar CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Física. 9. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física. São Paulo: Bookman, 2009. 3.v. E-book KNIGHT, Randall D. Física: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. v. 4. E-book SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Física para cientistas e engenheiros: mecânica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. v. 1. E- book BREITHAUPT, Jim. Física. 4.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE FÍSICA TECNOLÓGICA APLICADA. ISSN 2358- 0089. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbfta. Acesso em 16.mar.22 69 Disciplina A Distância (EAD) Estatística Aplicada a Engenharia Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 7º Teórica 50 Ementa Estudo da análise combinatória e probabilidades. Análise de tipos de dados. Caracterização de População e amostra. Representação de dados amostrais. Elaboração de Gráficos: Histograma, Polígono de Frequência, Diagrama de raiz e folha. Desenvolvimento de Medidas de posição – média, mediana e quartil – e medidas de dispersão – variância, desvio padrão, intervalo interquartil, amplitude e coeficiente de variação. Definição de Intervalo de confiança para média populacional. Aplicação de Teste de hipótese – significância e poder do teste. Comparação entre duas médias. Análise de variância. Demonstração do Coeficiente de correlação de Pearson. Aplicação de Regressão Linear. Uso das funções estatísticas do MS Excel. Bibliografia Básica MARTINS, G. A. Princípios de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. E-book NAVIDI, W. Probabilidade e estatística para ciências exatas. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. REVISTA ÁGORA. ISSN 1980-0096. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.ufes.br/agora/index. Acesso em 16.mar.22 REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. ISSN 0034-7175. Periódico. Disponivel em: https://rbes.ibge.gov.br/. Acesso em 16.mar.22 70 Bibliografia Complementar Bonafini, F.C., Estatística. 1 Ed. São Paulo. Editora Pearson Education do Brasil. 2012. E-book Neto, P.L.C.O., Estatística. 3ªEdição . São Paulo . Blucher. 2002. E-book GUPTA, B. C.; GUTTMAN, I. Estatística e probabilidade com aplicações para engenheiros e cientistas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book HINES, W. W. et al. Probabilidade e estatística na engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2011. E-book MARTINS, Gilberto de A.; DOMINGUES, Osmar. Estatística Geral e Aplicada. 6.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book REVISTA MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA EM FOCO. ISSN 2318-0552. Periódico. Disponivel em: https://seer.ufu.br/index.php/matematicaeestatisticaemfoco. Acesso em 16.mar.22 71 Disciplina A Distância (EAD) Geometria Analítica e Álgebra Linear Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 7º Teórica 50 Ementa Definição de sistema de coordenadas. Desenvolvimento das equações da reta. Desenvolvimento das equações do plano. Estudo das posições relativas entre retas. Estudo das posições relativas entre planos. Estudo das posições relativas entre retas e planos. Sistemas Lineares. Espaços Vetoriais. Coordenadas no plano e no espaço. Vetores, produto escalar, produto vetorial, produto misto. Subespaços vetoriais, bases. Transformações Lineares. Autovetores e autovalores. Produto Interno. Bibliografia Básica DOS SANTOS, Fabiano José; FERREIRA, Silvimar F. Geometria Analítica. Porto Alegre: Grupo A, 2009. E-book. LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2011. E-book WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. E-book REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. Periódico. Disponivel em: https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. Disponivel em: 16.mar.22. 72 Bibliografia Complementar ANTON, H.; RORES, C. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. E-book FERNANDES, L. F. D. Geometria analítica. Curitiba: InterSaberes, 2016. E- book ZAHN, Maurício. Álgebra linear. São Paulo: Blucher, 2021. E-book. LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc. Álgebra Linear. Porto Alegre: Grupo A, 2011. E-book. LAY, David C.; LAY, David C.; LAY, Steven R.; MCDONALD, Judi J. Álgebra Linear e suas Aplicações. 5.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 16.mar.22 73 Disciplina A Distância (EAD) Desenho Técnico Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 8º Teórica/Prática 100 Ementa Geometria descritiva. Visão espacial. Padronização dos desenhos técnicos. Projeção ortogonal. Projeção em três planos. Rebatimento de três planos de projeção. Linhas. Cotas. Desenho em corte. Escalas. Introdução ao CAD - Projetos Auxiliados por Computador. Atividades práticas. Bibliografia Básica LEAKE, J. M.; BORGERSON, J.L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho, modelagem e visualização- 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book SILVA, Arlindo. Desenho técnico moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book ABRANTES, José; FILHO, Carleones Amarante F. Desenho Técnico Básico: teoria e prática. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book REVISTA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA. 2176-7270. Periódico. Disponivel em: https://revistas2.uepg.br/index.php/ret. Acesso em 16.mar.22 REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 16.mar.22 74 Bibliografia Complementar CRUZ, Michele David da. Desenho técnico. 1. ed. - São Paulo : Érica, 2014. E- book ZATTAR, I. C. Introdução ao desenho técnico. Curitiba: InterSaberes, 2016. E- book RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho técnico e autocad. São Paulo: Pearson, 2013. E-book CRUZ, M.D.. Projeções e Perspectivas para Desenhos Técnicos. São Paulo: Saraiva, 2014. DA MORIOKA, Carlos A.; CRUZ, Michele David. Desenho Técnico: medidas e representação gráfica. São Paulo: Saraiva, 2014. E-book REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. Disponivel em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. Acesso em 16.mar.22 75 Disciplina A Distância (EAD) Física Geral e Experimental II Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 8º Teórica/Prática 100 Ementa Temperatura e calor. Dilatação linear, dilatação superficial e dilatação volumétrica. Dilatação dos líquidos. Calorimetria. Leis da Termodinâmica. Estudo das oscilações e suas aplicações. Dedução das equações do movimento ondulatório. Caracterização das ondas mecânicas, comportamento das ondas mecânicas em diferentes meios de propagação e suas propriedades. Dedução das ondas eletromagnéticas e o estudo do espectro eletromagnético. Carga elétrica, campo elétrico. Potencial elétrico. Corrente elétrica. Resistência elétrica. Geradores, receptores capacitores e dielétricos. Atividades práticas. Bibliografia Básica FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física. São Paulo: Bookman, 2009. 3.v. E-book. SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning, 2014. v. 2. E-book. TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo, ótica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2. E-book. BRAZILIAN JOURNAL OF PHYSICS. ISSN 0103-9733. Periódico. Disponivel em: https://www.springer.com/journal/13538/. Acesso em 16.mar.22. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. ISSN 1806-9126. Periódico. Disponivel em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/. Acesso em 16.mar.22. 76 Bibliografia Complementar BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Helio. Física para universitários: eletricidade e magnetismo. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book. CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Física. 9. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 10. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book. KNIGHT, Randall D. Física: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. v. 4. E-book. YOUNG H, D.; FREEDMAN R. A. Física III Sears & Zemansky: eletromagnetismo. 14. ed. São Paulo: Pearson Education, 2015. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE FÍSICA TECNOLÓGICA APLICADA. ISSN 2358- 0089. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbfta. Acesso em 16.mar.22 77 Disciplina A Distância (EAD) Mecânica dos Fluidos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 9º Teórica/Prática 50 Ementa Propriedades dos fluidos. Estática dos fluidos. Escoamento de um fluido. Equação de Bernoulli. Introdução à Hidrometria. Condutos livres. Condutos forçados. Escoamento dos fluidos. Máquinas hidraulicas. Redes de condutos. Instalações de recalque. Macro e microdrenagem pluvial e subsistemas especiais. Atividades práticas. Bibliografia Básica BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2011. E- book. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. SãoPaulo: Edgard Blucher, 2012. E-book FOX, R. W.; McDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 7. ed. São Paulo: LTC, 2012. E-book REVISTA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA. 2176-7270. Periódico. Disponivel em: https://revistas2.uepg.br/index.php/ret. Acesso em 16.mar.22 REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 16.mar.22 78 Bibliografia Complementar OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.E-book. CANEDO, Eduardo Luís. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010. E-book. ROLLINS, J.P. Manual de ar comprimido e gases. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. E-book. DUARTE, D. A. Mecânica básica. São Paulo: Pearson, 2015. E-book. BIRD, R.B.; STEWART, W.E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. E-book. REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. Disponível em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. Acesso em 16.mar.22 79 Disciplina A Distância (EAD) Cálculo Numérico Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 9º Teórica 50 Ementa Iteração, soma de vetores, produto de matrizes. Manipulação de vetores e matrizes. Estudo do erro de arredondamento. Aritmética de ponto flutuante. Zeros de funções reais. Solução de sistemas lineares. Métodos diretos. Métodos iterativos. Método dos gradientes conjugados. Autovalores e Autovetores. Interpolação polinomial. Integração numérica. Quadrados mínimos lineares. Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias. Bibliografia Básica DORNELLES FILHO, Adalberto Ayjara. Fundamentos de cálculo numérico. São Paulo: Bookman, 2016. E-book VARGAS, José Viriato Coelho; ARAKI, Luciano Kiyoshi. Cálculo numérico aplicado. São Paulo: Manole, 2017. E-book CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos numéricos para engenharia. 5.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. E-book REVISTA ÁGORA. ISSN 1980-0096. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.ufes.br/agora/index. Acesso em 16.mar.22 REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. ISSN 0034-7175. Periódico. Disponivel em: https://rbes.ibge.gov.br/. Acesso em 16.mar.22 80 Bibliografia Complementar SPERANDIO, D.; MENDES, J.T; SILVA. L.H.M. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015. E-book DEMANA, F. D. et al. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2013. E-book BERTOLDI, N. B. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson 2007. E-book BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas; BURDEN, Annette M. Análise numérica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. E-book. FREITAS, Raphael de O.; CORRÊA, Rejane Izabel L.; VAZ, Patrícia Machado S. Cálculo numérico. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book REVISTA MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA EM FOCO. ISSN 2318-0552. Periódico. Disponivel em: https://seer.ufu.br/index.php/matematicaeestatisticaemfoco. Acesso em 16.mar.22 81 Disciplina A Distância (EAD) Química Experimental Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 10º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo das Funções Inorgânicas: Ácidos, Bases, Sais e Óxidos. Cálculo Estequiométrico, Soluções, Gráficos de Solubilidade. Identificação e Classificação de Reações Químicas. Cinética Química e Equilíbrio Químico. Ácidos e Bases, pH. Atividades práticas. Bibliografia Básica ATKINS, J. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. E-book CHANG, R. Química geral. 4. ed. São Paulo: MacGraw-Hill, 2010. E-book BROWN, Lawrence S.; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2021. E-book REVISTA QUÍMICA NOVA, ISSN 1678-7064. Periódico. Disponível: https://www.scielo.br/j/qn/. Acesso em 16.mar.22 BRAZILIAN JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING. ISSN 1678-4383. Periódico. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bjce/. Acesso em 16.mar.22 82 Bibliografia Complementar LENZI, E. et al. Química geral e experimental. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2012. E-book BROWN, Theodore et al. Química: a ciência central. 13.ed. São Paulo Pearson, 2016. E-book ROSENBERG, Jerome L.; EPSTEINS, Lawrence M.; KRIEGER, Peter J. Química geral. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. E-book. ROZENBERG, Izrael M. Química geral. São Paulo: Blucher, 2002. E-book. CHRISTOFF, P. Química geral. Curitiba: Intersaberes, 2015. E-book. REVISTA VIRTUAL DE QUÍMICA. ISSN 1984-6835. Periódico. Disponivel em: http://rvq.sbq.org.br/. Acesso em 16.mar.22 83 Disciplina A Distância (EAD) Ciências dos materiais Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 10º Teórica 50 Ementa Conceitos fundamentais. Classificação dos materiais. Estruturas dos materiais mecânicos e cerâmicos. Diagramas de Fases. Propriedades mecânicas dos materiais metálicos e cerâmicos. Normas Técnicas. Características mecânicas e termomecânicas. Aplicações e processamento das cerâmicas, polímeros e compósitos. Bibliografia Básica CALLISTER JUNIOR, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book ASKELAND, Donald R.; FULAY, Pradeep P.; BHATTACHARYA, D K. Ciência e Engenharia dos materiais. 3.ed. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2014. E- book. SHACKELFORD, J. F. Ciências dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2011. E-book ADVANCES MATERIALS RESEARCH. ISSN 1662-8985. Periódico. Disponivel em: https://www.scientific.net/AMR. Acesso em 16.mar.22 JOURNAL OF THE BRAZILIAN SOCIETY OF MECHANICAL SCIENCES AND ENGINEERING. ISSN 1678-5878. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/jbsmse/. Acesso em 16.mar.22 84 Bibliografia Complementar NEWELL, James. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2010. E-book. GARCIA, A.; ALVARES, J.; SANTOS, C. A. Ensaios dos materiais. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book PAWLICKA, Agnieszka; FRESQUI, Maíra; TRSIC, Milan. Curso de Química para Engenharia, volume II: Materiais. São Paulo: Manole, 2013. E-book STEIN, Ronei T.; GEHLEN, Rubens Zolar da C.; ROJAS, Fernando C. Tecnologia dos materiais. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book CALLISTER, William D J. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: uma abordagem integrada. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. E- book. REVISTA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. ISSN 2447-7028. Periódico. Disponivel em: https://revista.ufrr.br/rct. Acesso em 16.mar.22 85 Disciplina A Distância (EAD) Tecnologia, Ciência e Pesquisa Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 11º Teórica 100 Ementa Definição e relação entre ciência, pesquisa e tecnologia. Breve história da ciência. Desenvolvimento da tecnologia como processo histórico. Análise da relação tecnologia, trabalho e sociedade. Saberes: Conhecimento científico, popular, empírico, filosófico e teológico. A função social da ciência, pesquisa e tecnologia. Tipos de pesquisa científica. O método científico. Etapas de pesquisa. Métodos qualitativos e quantitativos. O projeto de pesquisa. A divulgação dos resultados e seus formatos. Estrutura de um relatório de pesquisa. Ética na pesquisa. Bibliografia Básica LAKATOS, Eva M. Metodologia do Trabalho Científico. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book LAKATOS, Eva M. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book REIS, José C. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Grupo Autêntica, 2007. E-book. REVISTA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. ISSN 2447-7028. Periódico. Disponível em: https://revista.ufrr.br/rct. Acesso em 16.mar.22 REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. Periódico.Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 16.mar.22 86 Bibliografia Complementar DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2013. E-book APPOLINÁRIO, Fabio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática da pesquisa. 2.ed. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2013. E-book NASCIMENTO, Luiz Paulo D. Elaboração de projetos de pesquisa: Monografia, dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2016. E-book. DEMO, Pedro. Praticar ciência: Metodologias do conhecimento científico. São Paulo: Saraiva, 2007. E-book FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2017. E- book. REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. Disponível em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. Acesso em 16.mar.22 87 Disciplina A Distância (EAD) Fundamentos de Instalações Elétricas Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 11º Teórica/Prático 50 Ementa Conceitos básicos e leis fundamentais; princípios da eletrostática; princípios da eletrodinâmica; corrente contínua; resistência elétrica e leis de Ohm; potência e energia elétrica; associação de resistores; leis de Kirchoff; divisores de tensão; capacitores e circuitos RC em corrente contínua; indutores e circuitos RL em corrente contínua; princípios de corrente alternada; laboratórios. Bibliografia Básica ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente contínua. 21. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. E-book. CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 24. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. BARRETO, Gilmar, et al. Circuitos de corrente alternada: fundamentos e prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. E-book. JOURNAL OF ELETRICAL SYSTEM. ISSN 1112-5209. Periódico. Disponível em: http://journal.esrgroups.org/jes/. Acesso em: 27 abr. 2022. ELETRECIDADE MODERNA. ISSN 0100-2104. Periódico. Disponível em: https://www.arandanet.com.br/revista/em. Acesso em: 29 abr. 2022. 88 Bibliografia Complementar CREDER, Hélio. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. 13. ed. São Paulo: Pearson, 2018. E-book. KNIGHT, Randall D. Física 3: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre : Bookman, 2009. E-book. NISKIER, Júlio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. NERY, Norberto. Instalações elétricas: princípios e aplicações. 3. ed. São Paulo: Érica, 2019. E-book. REVISTA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E ENGENHARIA MECÂNICA. ISSN 2763-5325. Periódico. Disponível em: https://periodicos.ufersa.edu.br/index.php/r4em/issue/archive. Acesso em: 29 abr. 2022 89 Disciplina A Distância (EAD) Eletromagnetismo Aplicado Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 12º Teórica 50 Ementa Revisão de Cálculo Vetorial. Eletrostática: o campo elétrico e a lei de Coulomb; distribuições contínuas de carga; o potencial elétrico; trabalho e energia eletrostática; condutores; equação de Poisson; equação de Laplace; separação de variáveis; expansão de multipolos. Campos elétricos na matéria: dielétricos; polarização elétrica o vetor deslocamento; susceptibilidade, permissividade e constante dielétrica; lei de Gauss para dielétricos; condição de contorno; energia em sistemas dielétricos. Magnetostática: a força de Lorentz; campos magnéticos; corrente elétrica; lei de Biot-Savart; lei de Ampère; potencial vetor magnético. Campos magnéticos na matéria I: magnetização; tipos de materais magnéticos; o campo magnético H; susceptibilidade e permeabilidade; lei de Ampère para materiais magnéticos; condições de contorno. Campos magnéticos na matéria II: força eletromotriz; lei de Faraday; indutância; energia em campos magnéticos; equações de maxwel; equações de maxwell na matéria e condições de contorno. Bibliografia Básica HAYT JR, W. H.; BUCK, J. A. Eletromagnetismo. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book WENTWORTH, S. M. Eletromagnetismo aplicado: abordagem antecipada das linhas de transmissão. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book. EDMINISTER, J. A.; NAHVI, M. Eletromagnetismo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015. E-book. IEEE TRANSACTIONS ON ELECTROMAGNETIC COMPATIBILITY. ISSN 1558-187X. Disponível em: https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=15. Acesso em: 28 90 anr. 2022. ELECTROMAGNETICS. ISSN 1532-527X. Disponível em: https://www.tandfonline.com/loi/uemg20. Acesso em: 28 abr. 2022. Bibliografia Complementar NOTAROS, B. M. Eletromagnetismo. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. E-book. REGO, R. A. Eletromagnetismo básico. Rio de Janeiro: LTC, 2010. E-book. RAMOS, A. Eletromagnetismo. São Paulo: Blucher, 2016. E-book. SILVA, C. E., et al. Eletromagnetismo: fundamentos e simulações. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. E-book. LALIS, D. M. Introdução ao eletromagnetismo. Curitiba: InterSaberes, 2021. E-book. INTERNATIONAL JOURNAL OF APPLIED ELECTROMAGNETICS AND MECHANICS. ISSN 1875-8800. Disponível em: https://www.iospress.com/catalog/journals/international-journal-of-applied- electromagnetics-and-mechanics. Acesso em: 28 abr. 2022. 91 Disciplina A Distância (EAD) Análise de Circuitos Elétricos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 12º Teórica/Prática 50 Ementa Análise de circuitos elétricos quando alimentados em corrente contínua e corrente alternada, utilizando os componentes básicos da eletricidade: resistores, capacitores e indutores. Análise em Regime Permanente Senoidal com vetores girantes e versores para determinar tensões, correntes e potência no circuito. Análise de Transitórios em Circuitos Elétricos através da transformada de Laplace. Bibliografia Básica BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos elétricos. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2021. E-book. IRWIN, J. D.; NELMS, R. M. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. ed., Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. MARIOTTO, P. A. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. E-book. REVISTA DO PROFESSOR DE FÍSICA. ISSN 2494-4746. Periódico. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/rpf/about. Acesso em: 29 abr. 2022. IEEE OPEN JOURNAL OF POWER ELECTRONICS. ISSN. Periódico. Disponível em: https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=8782709. Acesso em: 29 abr. 2022. 92 Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, R. O. Análise de circuitos em corrente alternada. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012. E-book. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. E-book. ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. SADIKU, M. N. O.; MUSA, S. M.; ALEXANDER, C. K. Análise de circuitos elétricos com aplicações. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 19 abr. 2022. 93 Disciplina A Distância (EAD) Materiais Elétricos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 13º Teórica 50 Ementa Estudo das propriedades de materiais condutores, isolantes e semicondutores. Efeitos e aplicações em dispositivos dielétricos, condutores, semicondutores, termoelétricos, termoresistivos, piezoelétricos, piezoresistivos e magnéticos. Noções de estrutura cristalina. Modelo de bandasde energia. Condutividade e resistividade. Materiais Semicondutores Intrínsecos e Extrínsecos. Fenômenos opto-eletrônicos. Supercondutores. Bibliografia Básica DA ROCHA, M. F. et al. Materiais Elétricos. São Paulo: Sagah, 2018. E-book. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: condutores e semicondutores. 3. ed. São Paulo: Blucher, 2010. v. 1. E-book. SCHMIDT, W. Materiais elétricos: isolantes e magnéticos. 4. ed. São Paulo: Blucher, 2019. v. 2. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 94 Bibliografia Complementar SCHMIDT, W. Materiais elétricos: aplicações. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2011. V. 3. E-book. MARQUES, A. E. B.; CHOUERI JÚNIOR, S.; CRUZ, E. C. A. Dispositivos semicondutores: diodos e transistores. 13. ed. rev. São Paulo: Érica 2012. E- book. CALLISTER Jr., W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. CROVADOR, A. Eletricidade e eletrônica básica. Curitiba: Contentus, 2020. E- book. SMITH, W. F.; HASHEMI, J. Fundamentos de engenharia e ciência dos materiais. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 95 Disciplina A Distância (EAD) Sistemas Trifásicos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 13º Teórica/Prática 50 Ementa Conhecimentos de sistemas trifásicos com o cálculo das tensões, correntes e potência e análise de sistemas desequilibrados utilizando componentes simétricas e representação de redes e diagramas de sequência. Valores Percentuais e Por Unidade (pu). Bibliografia Básica OLIVEIRA, C. C. B., et al. Introdução a sistemas elétricos de potência: componentes simétricas. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. E-book. PINTO, M. O. Energia elétrica: geração, transmissão e sistemas interligados. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. reimp. 2018. E-book. BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos elétricos. 13. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2018. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 96 Bibliografia Complementar ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos elétricos. 10. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. E-book. COSTA, V. M. Circuitos elétricos lineares: enfoques teórico e prático. Rio de Janeiro: Interciência, 2013. E-book. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. E-book. ROBBINS, A. H.; MILLER, W. C. Análise de circuitos: teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. v. 2. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 97 Disciplina A Distância (EAD) Eletrônica Básica Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 14º Teórica/Prática 50 Ementa Conhecimentos de eletrônica analógica relativos à eletrônica de baixa e média potência com diodos, transistores e amplificadores operacionais e as principais aplicações. Conhecimentos de eletrônica digital relativos à lógica, álgebra de Boole, análise combinatória e sequencial de circuitos digitais e principais aplicações. Bibliografia Básica BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 12. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. E-book. GARCIA, P. A.; MARTINI, J. S. C. Eletrônica digital: teoria e laboratório. 2. ed. São Paulo: Érica, 2008. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 98 Bibliografia Complementar CRUZ, E. C. A.; CHOUERI JÚNIOR, S. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-book. ALBUQUERQUE, R. de O.; SEABRA, A. C. Utilizando eletrônica com AO, SCR, TRIAC, UJT, PUT, CI 555, LDR, LED, IGBT e FET de potência. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012. E-book. MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. vol. 1. E-book. MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016, vol. 2. E-book. SZAJNBERG, M. Eletrônica digital: teoria, componentes e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2014. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 99 Disciplina A Distância (EAD) Distribuição de Energia Elétrica Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 14º Teórica 60 Ementa Sistemas de distribuição de energia elétrica, Características das cargas, Subestações de distribuição, Redes de distribuição, Estudos e planejamento de sistemas de distribuição, Qualidade do fornecimento de energia elétrica. Bibliografia Básica KAGAN, N.; OLIVEIRA, C. C. B.; ROBBA, E. J. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. 2. ed. Editora Edgar Blucher, 2000. Reimp. 2017. E-book. ROBBA, E. J., et al. Análise de sistemas de transmissão de energia elétrica. São Paulo: Blucher, 2020. E-book. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15688: redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. São Paulo: ABNT, 2012. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 100 Bibliografia Complementar OLIVERIA, C. C. B., et. al. Sistemas elétrico de potência. 2. ed. São Paulo: Editora Edgar Blucher, 2000. reimp. 2017. E-book. PINTO, M. O. Energia elétrica: geração, transmissão e sistemas interligados. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. REIS, L. B. Geração de energia elétrica. 3. ed. rev., ampl. e atual. Barueri: Manole, 2017. E-book. BARROS, B. F.; BORELLI, B.; GEDRA, R. L. Geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica. São Paulo: Érica, 2014. E-book. BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R. L. Gerenciamento de energia: ações administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 3. ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 101 Disciplina A Distância (EAD) Conversão e Conservação de Energia Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 14º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo das formas de energia que são convertidas em energia elétrica, das leis de conversão de energia e dos dispositivos que utilizam da conversão eletromecânica de energia como transdutores, transformadores e máquinas elétricas rotativas. Bibliografia Básica FALCONE, A. G. Eletromecânica: transformadores e transdutores,conversão eletromecânica de Energia, máquinas elétricas. São Paulo: Blucher, 1979. Reimp. 2018. Vols. 1 e 2. E-book. SIMONE, G. A.; CREPPE, R. C. Conversão eletromecânica de energia. São Paulo: Érica, 2010. E-book. UMANS, S. D. Máquinas elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 102 Bibliografia Complementar BEZERRA, E. C., et al. Conversão de energia. Porto Alegre: Sagah, 2018. E- book. SIMONE, G. A. Transformadores: teoria e exercícios. São Paulo: Érica, 2010. E-book. CHAPMAN, S. J. Fundamentos de máquinas elétricas. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. JORDÃO, R. A. Transformadores. São Paulo: Blucher, 2002. Reimp. 2017. E- book. SIMONE, G. A. Máquinas de indução trifásicas. 2. ed. São Paulo: Érica, 2010. E-book RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 103 Disciplina A Distância (EAD) Máquinas e Acionamentos Elétricos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 15º Teórica/Prática 100 Ementa Estudo dos motores elétricos com enfoque nos aspectos de aplicação, apresentando os equipamentos utilizados no seu acionamento relacionados com a partida, controle, comando e proteção. Bibliografia Básica PETRUZELLA, F. D. Motores elétricos e acionamentos. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. RASHID, M. H. Eletrônica de potência. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. E-book. NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 2018. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 104 Bibliografia Complementar RIBAS, S. P. Instalações elétricas industriais: eletrotécnica. Curitiba: Contentus, 2020. E-book. MOHAN, N. Máquinas elétricas e acionamentos: curso introdutório. Rio de Janeiro: LTC, 2015. E-book. LENZ, M. L. L.,et al. Acionamentos elétricos. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E- book. FRANCHI, C. M. Acionamentos elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica, 2013. E- book. UMANS, S. D. Máquinas elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 105 Disciplina A Distância (EAD) Eletrônica Aplicada Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 15º Teórica/Prática 50 Ementa Aplicações dos dispositivos da eletrônica analógica e digital para aplicações em sistemas computacionais, de controle, aquisição de dados e acionamentos. Bibliografia Básica CRUZ, E. C. A.; CHOUERI, S. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-book. SCHULER, C. Eletrônica II. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. STEVAN JÚNIOR, S. L. Automação e instrumentação industrial com arduino: teoria e projetos. São Paulo: Érica, 2015. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 106 Bibliografia Complementar ALBUQUERQUE, R. de O.; SEABRA, A. C. Utilizando eletrônica com AO, SCR, TRIAC, UJT, PUT, CI 555, LDR, LED, IGBT e FET de potência. 2. ed. São Paulo: Érica, 2012. E-book. DACHI, E. P.; HAUPIT, A. G. Eletrônica digital. São Paulo: Blucher, 2018. E- book. SZAJNBERG, M. Eletrônica digital: teoria, componentes e aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2014. E-book. SILVEIRA FILHO, E. S. D., et al. Eletrônica. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E- book. FLOYD, T. L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 107 Disciplina A Distância (EAD) Modelagem e Simulação e Sistemas Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 16º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo do comportamento dinâmico de sistemas físicos mecânicos, elétricos, térmicos e hidráulicos com o desenvolvimento dos modelos matemáticos e a análise dinâmica destes sistemas. Bibliografia Básica OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5a ed., São Paulo: Pearson, 2010. NISE, S. Engenharia de sistemas de controle. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. KLUEVER, C. A. Sistemas dinâmicos: modelagem, simulação e controle 1ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 2018. Bibliografia Complementar SOARES NETO, Vicente; PENEDO, Sergio Ricardo Master. Sistemas de controle: matemática aplicada a projetos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias convencionais vol. 1. 1a ed. Digital, Ed. Edgard Blücher Ltda, 2018. ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 2017. SOUZA, A. C. Z., et al. Projetos, simulações e experiências de laboratório em sistemas de controle. Rio de janeiro: Interciência, 2014. DORF, R. C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 13ª ed., 108 Rio de Janeiro: LTC, 2018. Disciplina A Distância (EAD) Eletrônica de Potência Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 16º Teórica/Prática 50 Ementa Apresentação dos dispositivos de eletrônica potência aplicado à indústria com estudo dos tipos de conversores estáticos CA-CC não controlados e controlados, monofásicos e trifásicos (retificadores), choppers e inversores observando a operação, a análise, o modelamento, a aplicação, o desenvolvimento e o projeto destes dispositivos. Bibliografia Básica AHMED, A. Eletrônica de potência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2000. E- book. RASHID, M. H. Eletrônica de potência. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. E-book. ARRABAÇA, D. A.; GIMENEZ, S. P. Eletrônica de potência: conversores de energia (CA/CC): teoria, prática e simulação. 2. ed. São Paulo: Érica, 2016. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 109 Bibliografia Complementar HART, D. W. Eletrônica de potência: análise e projeto de circuitos. Porto Alegre: AMGH, 2011. E-book. MOHAN, N. Eletrônica de potência: curso introdutório. Rio de Janeiro: LTC, 2014. E-book. ALMEIDA, J. L. A. Eletrônica industrial: conceitos e aplicações com SCRs e TRIACs. São Paulo: Érica, 2014. E-book. MARRAUI, F., et al. Eletrônica de potência I. Porto Alegre : SAGAH, 2019. E- book. BALDNER, F. O.,et al. Eletrônica de potência. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E- book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 110 Disciplina A Distância (EAD) Projeto Integrador I: Projeto de um Sistema Elétrico Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 16º Prática 50 Ementa Estudo prático por meio da Aprendizagem baseadaem Projetos (ABP) com o objetivo de integrar as competências específicas e transversais das disciplinas da engenharia elétrica. Bibliografia Básica PAHL, G., et al. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento, eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Blucher, 2005. E-book. PAIXÃO, R. R. Circuitos eletroeletrônicos: fundamentos e desenvolvimento de projetos lógicos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. CIPELLI, A. M. V. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 23. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. Bibliografia Complementar 111 PHILIPPI JUNIOR., A.; SILVA NETO, A. J. (eds.). Interdisciplinaridade em ciência, tecnologia & inovação. São Paulo: Manole, 2011. E-book. SANTOS, M. C. C.; BARRA, S. R. O projeto integrador como ferramenta de construção de habilidades e competências no ensino de engenharia e tecnologia. In: XL Congresso de Educação em Engenharia. Belém-PA. 2012. Disponível em: < http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf> Acesso em: 21. out. 2019. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 2018. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 112 Disciplina A Distância (EAD) Controle de Sistemas Dinâmicos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 17º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo do controle de sistemas dinâmicos em tempo contínuo e tempo discreto segundo as visões clássica e moderna. Bibliografia Básica PINHEIRO, C. A. M. Sistemas de controle digitais e processamento de sinais: projetos, simulações e experiências de laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2017. E-book. CASTRUCCI, P. L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle automático. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 113 Bibliografia Complementar KLUEVER, C. A. Sistemas dinâmicos: modelagem, simulação e controle. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. SOUZA, A. C. Z., et. al. Projetos, simulações e experiências de laboratório em sistemas de controle. Rio de janeiro: Interciência, 2014. E-book. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias convencionais. São Paulo: Blücher, 2018. vol. 1. E-book. ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 114 Disciplina A Distância (EAD) Projeto Integrador II: desenvolvimento de um protótipo - eng. elétrica Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 17º Prática 50 Ementa Implementação de um projeto prático que se utiliza da Aprendizagem baseada em Projetos (ABP) com o objetivo de integrar as competências específicas e transversais das disciplinas da engenharia elétrica. Bibliografia Básica PAHL, G., et al. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento, eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Blucher, 2005. E-book. PAIXÃO, R. R. Circuitos eletroeletrônicos: fundamentos e desenvolvimento de projetos lógicos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. CIPELLI, A. M. V. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 23. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. Bibliografia Complementar 115 PHILIPPI JUNIOR., A.; SILVA NETO, A. J. (eds.). Interdisciplinaridade em ciência, tecnologia & inovação. São Paulo: Manole, 2011. E-book. SANTOS, M. C. C.; BARRA, S. R. O projeto integrador como ferramenta de construção de habilidades e competências no ensino de engenharia e tecnologia. In: XL Congresso de Educação em Engenharia. Belém-PA. 2012. Disponível em: < http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf> Acesso em: 21. out. 2019. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 2018. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 116 Disciplina A Distância (EAD) Microcontroladores Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 18º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo do funcionamento, da arquitetura e das características básicas de sistemas microprocessados e microcontrolados. Desenvolvimento de projetos de hardware e de software baseados em dispositivos microcontrolados: eletrônica embarcada. Bibliografia Básica PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: programação em C. 7. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. ALMEIDA, R. M. A.; MORAES, C. H. V. M.; SERAPHIM, T. F. P. Programação de sistemas embarcados: desenvolvendo software para microcontroladores em linguagem C. Rio de Janeiro: LTC, 2016. E-book. PEREIRA, F. Microcontrolador PIC18 detalhado: hardware e software. São Paulo: Érica, 2010. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 117 Bibliografia Complementar FLOYD, T. L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. E-book. ZANCO, W. S. Microcontroladores PIC18 com linguagem C: uma abordagem prática e objetiva. São Paulo: Érica, 2010. E-book. LENZ, M. L.; TORRES, F. E. Microprocessadores. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. MIYADAIRA, A. N. Microcontroladores PIC 18: aprenda e programe em linguagem C. 2. ed. São Paulo: Érica, 2011. E-book. SOUSA, D. R.; SOUZA, D. J.; LAVINIA, N. C. Desbravando o microcontrolador PIC18: recursos avançados. São Paulo: Érica, 2010. E- book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 118 Disciplina A Distância (EAD) Automação de Sistemas Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 18º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo da automação de processos industriais com dispositivos controladores, instrumentação, supervisão, comando e redesde comunicação digitais. Estudar a programação de controladores lógicos programáveis (CLP). Bibliografia Básica SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 9. ed. São Paulo: Érica, 1998. E-book. SANTOS, W. E.; GORGULHO JUNIOR, J. H. C. Robótica industrial: fundamentos, tecnologias, programação e simulação. São Paulo: Érica, 2015. E-book. MORAES, C. C.; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 119 Bibliografia Complementar STEVAN JÚNIOR, S. L. Automação e instrumentação industrial com arduino: teoria e projetos. São Paulo: Érica, 2015. E-book. PUHL, F. L. J., et al. Robótica. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. PRUDENTE, F. Automação industrial – PLC: programação e instalação. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. THOMAZINI, D.; ALBUQUERQUE, P. U. B. Sensores industriais: fundamentos e aplicações. 9. ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Redes industriais para a automação industrial: AS-I, PROFIBUS e PROFINET. 2. ed. São Paulo: Érica, 2019. E- book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 120 Disciplina A Distância (EAD) Fundamentos em Telecomunicações Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 19º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo dos fundamentos da comunicação para a transmissão da informação com a apresentação das principais técnicas e tratamento dos sinais. Bibliografia Básica SOARES NETO, V. Telecomunicações avançadas e as tecnologias aplicadas. São Paulo: Érica, 2018. E-book. OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W. Processamento em tempo discreto de sinais. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. E-book. MEDEIROS, J. C. O. Princípios de telecomunicações: teoria e prática. 5. ed. São Paulo: Érica, 2016. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 121 Bibliografia Complementar FRENZEL JUNIOR, L. E. Fundamentos de comunicação eletrônica: modulação, demodulação e recepção. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E- book. ELIAS, F. G. M. Sinais e sistemas: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2020. E-book. YOUNG, P. H. Técnicas de comunicação eletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. E-book. CAMPOS, A. L. P. S. Laboratório de princípios de telecomunicações. Rio de Janeiro: LTC, 2015. E-book. ROBERTS, M. J. Fundamentos de sinais e sistemas. Porto Alegre: AMGH, 2010. E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 122 Disciplina A Distância (EAD) Projetos Elétricos Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 19º Teórica/Prática 50 Ementa Projetos de instalações elétricas industriais, prediais e residenciais, com dimensionamento de circuitos, proteção e dimensionamento dos quadros de baixa, média e alta tensão e luminotécnica. Bibliografia Básica GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações elétricas prediais. Porto Alegre: Bookman, 2017. E-book. KANASHIRO, N. M.; NERY, N. Instalações elétricas industriais. 2. ed. São Paulo: Érica, 2014. E-book. SAMED, M. M. A. Fundamentos de instalações elétricas. Curitiba: InterSaberes, 2017. E-book. REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 123 Bibliografia Complementar BRITTIAN, L. W. Instalações elétricas: guia compacto. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book. MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book. RIBAS, S. P. Instalações elétricas industriais: eletrotécnica. Curitiba: Contentus, 2020. E-book. NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. CREDER, H. Instalações elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021 E-book. RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 124 Disciplina A Distância (EAD) Trabalho de Conclusão de Curso I Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 19º Prático 60 Ementa Desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso que envolve a aplicação do método científico utilizando-se dos conhecimentos multidisciplinares adquiridos na solução de um problema da área de Engenharia Elétrica. Introduzir a metodologia científica; Definir a área de pesquisa para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso; Definir os métodos da pesquisa; Elaborar a pesquisa e iniciar o desenvolvimento do trabalho. Bibliografia Básica LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa, planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. CASA NOVA, S. P. C., at al. TCC: trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Saraiva Educação, 2020. E-book. REVISTA PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. ISSN 1413-9936. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/pci/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA CADERNOS DE PESQUISA. ISSN 0100-1574. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/cp/. Acesso em 16.mar.22. 125 Bibliografia Complementar CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Education, 2006. E-book. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; Silva, R. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. E-book. DIHEL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. E-book. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. E-book. SILVA, D. F., et al. Manual prático para elaboração de trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Blucher, 2020. E-book. REVISTA CIÊNCIA E EDUCAÇÃO. ISSN 1516-7313. Periódico. Disponivel: https://www.scielo.br/j/ciedu/. Acesso em 16.mar.22. 126 Disciplina A Distância (EAD) Redes de Computadores e Sistemas de Comunicação Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 20º Teórica 50 Ementa Introdução do conceito de redes. Características de dispositivos físicos e componentes lógicos das redes de comunicação com computadores. Mídias de transmissão. Tecnologias de redes locais. Protocolos TCP/IP. Padrões de conexão em computação distribuída. Diretrizes, limitações e características dos Sistemas de Informação Distribuídos com abordagem da arquitetura física e lógica de projeção. Bibliografia Básica FOROUZAN, B. A.; MOSHARRAF, F. Redes de computadores: uma abordagem top-down. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. WHITE, C. Redes de computadores e comunicação de dados. São Paulo: Cengage Learning, 2012. E-book. MORAES, A. F. Redes de computadores. 8. ed. São Paulo: Érica, 2020. E- book. REVISTA TELECOMUNICAÇÕES. ISSN 2237-8820. Periódico. Disponível em: https://www.inatel.br/revista/.Acesso em: 29 abr. 2022. JOURNAL OF COMMUNICATION AND INFORMATION SYSTEMS. ISSN 1980-6604. Periódico. Disponível em: https://jcis.sbrt.org.br/jcis/about. Acesso em: 29 abr. 2022. 127 Bibliografia Complementar COMER, D. E. Redes de computadores e internet. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2016. E-book. MORAES, A. F. Segurança em redes: fundamentos. São Paulo: Érica, 2010. E-book. KLEINDORFER, P. R.; WIND, Y.; GUNTHER, R. E. O desafio das redes: estratégia, lucro e risco em um mundo interligado. Porto Alegre: Bookman, 2012. E-book. FOROUZAN, B. A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2010. E-book. SCHMITT, M. R.; PERES, A.; LOUREIRO. C. H. Redes de computadores: nível de aplicação e instalação de serviços. Porto Alegre: Bookman, 2013. RTI - REDES, TELECOM E INSTALAÇÕES. ISSN 1808-3544. Periódicos. Disponível em: https://www.arandanet.com.br/revista/rti. Acesso em: 29 abr. 2022. 128 Disciplina A Distância (EAD) Sistemas Elétricos de Potência Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 20º Teórica/Prática 50 Ementa Estudo dos Sistemas Elétricos de Potência com a descrição dos seus componentes e de seus modelos matemáticos, métodos de análise e cálculo do fluxo de potência, estabilidade e curto-circuito. Bibliografia Básica ROBBA, E. J. R., et al. Introdução a sistemas elétricos de potência: componentes simétricas. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Blucher, 2000. E- book. MOHAN, N. Sistemas elétricos de potência: curso introdutório. Rio de Janeiro: LTC, 2016. E-book. MAMEDE FILHO, J.; MAMEDE, D. R. Proteção de sistemas elétricos de potência. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. REVISTA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA. ISSN 1984-557X. Periódico. Disponível em: https://sobraep.org.br/revista-edicoes/. Acesso em: 29 abr. 2022. IEEE OPEN JOURNAL OF POWER ELECTRONICS. ISSN. Periódico. Disponível em: https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=8782709. Acesso em: 29 abr. 2022. 129 Bibliografia Complementar KAGAN, N., et al. Métodos de otimização aplicados a sistemas elétricos de potência. São Paulo: Blucher, 2009. E-book. MAMEDE FILHO, J. Manual de equipamentos elétricos. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2022. E-book. SILVEIRA, M. F., et al. Sistemas elétricos de potência. Porto Alegre: SAGAH, 2021. E-book. MAMEDE FILHO, J. Subestações de alta tensão. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R., L. Gerenciamento de energia: ações administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 3. ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. 130 Disciplina A Distância (EAD) Trabalho de Conclusão de Curso II Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 20º Prático 60 Ementa Desenvolver o Trabalho de Conclusão de Curso baseado na pesquisa realizada; Apresentar os resultados obtidos; Concluir o trabalho conforme os objetivos traçados.Elaborar a documentação do TCC. Bibliografia Básica LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa, planejamento e execução. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. CASA NOVA, S. P. C., at al. TCC: trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Saraiva Educação, 2020. E-book. REVISTA PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. ISSN 1413-9936. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/pci/. Acesso em 16.mar.22 REVISTA CADERNOS DE PESQUISA. ISSN 0100-1574. Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/cp/. Acesso em 16.mar.22. 131 Bibliografia Complementar CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Education, 2006. E-book. CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; Silva, R. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Education, 2010. E-book. DIHEL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. E-book. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. E-book. SILVA, D. F., et al. Manual prático para elaboração de trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Blucher, 2020. E-book. REVISTA CIÊNCIA E EDUCAÇÃO. ISSN 1516-7313. Periódico. Disponivel: https://www.scielo.br/j/ciedu/. Acesso em 16.mar.22. 132 9. Metodologia de Ensino do Curso A proposta pedagógica da UNISA de construir, coletivamente, uma Instituição pautada na responsabilidade social, na ética, no respeito às diferenças, no diálogo e no compromisso da excelência se reflete nas metodologias propostas no desenvolvimento das Unidades Curriculares dos cursos. Neste sentido, o processo de construção do conhecimento fundamenta- se nos princípios da pedagogia interativa, de natureza democrática e pluralista, com um eixo metodológico firmemente estabelecido e que prioriza Metodologias Ativas de aprendizagem. Nesta perspectiva, os estudantes passam à condição de sujeitos ativos deste processo, adquirindo conhecimentos de forma significativa pelo contato com metodologias de aprendizagem voltadas à construção de competências vinculadas ao raciocínio, à reflexão crítica e ressignificadas pela sua história e cultura. O professor, por outro lado, passa a desempenhar o papel de incentivador, garantindo situações que estimulam a participação do aluno no ato de aprender, orientando, mediando e auxiliando a construção do conhecimento. A UNISA incentiva um processo de aprendizado mais ativo, capaz de propiciar a troca de informações entre professores e discentes e entre os próprios estudantes, estimulando a criatividade e levando-os a desenvolver a habilidade de reagir às novas situações que, de maneira concreta, serão impostas pela prática profissional. Facilita o desenvolvimento dos seus próprios métodos de estudo, aprendendo a selecionar criticamente os recursos educacionais mais adequados, trabalhar em equipe e aprender a aprender. A Universidade Santo Amaro estimula a adoção de diferentes Metodologias Ativas, principalmente, a Problematização e o Aprendizado Baseado em Projetos. Todos os docentes são sistematicamente convidados a participar de capacitações que se pautam na desconstrução dos fazeres tradicionais e na construção de novas estratégias e métodos, buscando o protagonismo do aluno e a inovação pedagógica. A problematização dos conteúdos constitui requisito necessário e essencial para o desenvolvimento de novas competências. A partir de questões 133 e situações problematizadoras, o aluno é estimulado a construir novos conhecimentos, tomando como base seu cabedal acadêmico prévio e suas vivências e experiências, buscando uma síntese que explique ou resolva a situação problema que desencadeou a discussão. Nesta perspectiva, os elementos curriculares adquirem novas formas e os conteúdos não são memorizados, mas apreendidos compreensivamente. Ao final de cada etapa, os estudantes são incentivados a avaliar o próprio trabalho, praticando assim a autoavaliação, postura indispensável à construção do conhecimento. A problematização é o método mais empregado nas atividades práticas desenvolvidas nas disciplinas, onde são apresentadas situações problema, que o estudante precisa buscar a solução com base nos conhecimentos adquiridos na Trilha de Aprendizagem. Exemplos destas disciplinas no curso são: Análise de Circuitos Elétricos; Eletromagnetismo Aplicado; Sistemas Trifásicos; Conversão e Conservação de Energia; Eletrônica Aplicada; Modelagem e Simulação de Sistemas; Controle de Sistemas Dinâmicos; Automação de Sistemas. Microcontroladores; Projetos Elétricos; Projeto Integrador I – Projeto Sistemas Elétrico; e Projeto Integrador II – Desenvolvimento de Protótipo.Na Aprendizagem Baseada em Projetos, o aluno é estimulado a procurar referências e conceitos, construindo novas competências que permitam atingir o objetivo de desenvolvimento de uma solução concreta e factível para um problema ou situação real. Ao docente cabe estruturar cada situação e projeto a ser trabalhado, mediando a construção de competências do aluno e a sua interação com o grupo, para garantir que todos os alvos pedagógicos sejam atingidos no decorrer do processo. Esta metodologia é utilizada no desenvolvimento dos Projetos Integradores. Além disso, é estimulado o uso de metodologias de ensino baseadas na interação, tais como a discussão, o debate, a mesa redonda, o seminário, o simpósio, o painel, o diálogo, a entrevista e o estudo de casos. A UNISA continua à frente de seu tempo, mantendo-se reconhecida como uma referência em inovação dos processos de ensino-aprendizagem, focada no perfil do estudante do século XXI, assim como nos novos contextos sociais, tecnológicos e trabalhistas que se desenham. A matriz da Engenharia Elétrica EAD está alicerçada em um inovador Ambiente Virtual de Aprendizagem, no modelo de Trilhas de Aprendizagem. 134 Este modelo metodológico está pautado em uma concepção socioconstrutivista sobre a educação, privilegiando a construção de competências que ganhem significado dentro da história do estudante. Neste sentido, tendo como meta as novas habilidades exigidas por um mercado em evolução, o estudante é estimulado construir sua formação por meio de recursos pedagógicos diferenciados e específicos para cada competência a ser aprendida. Com essas premissas, a UNISA entende possível empreender um processo de formação cujo eixo seja o aprender a aprender com vistas ao desenvolvimento de competências para o exercício profissional. Capacitado a buscar caminhos convergentes com as necessidades postas pelo mercado, o sujeito está em condições potenciais de manter um processo constante de aprendizado, alocando sua experiência e suas construções cognitivas por ocasião da interação com o meio – social e historicamente situado – e fazendo dessa interação elemento propulsor de novas construções, em um aprendizado constante. A metodologia de ensino do curso de Engenharia Elétrica EAD da UNISA, constante no PPC, atende ao desenvolvimento de conteúdos, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do discente. As práticas pedagógicas estimulam a ação discente numa evidente relação da teoria com a prática, que é claramente inovadora e embasada em recursos que proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área da engenharia. 135 10. Estágio Curricular Supervisionado Ao abrigo da Lei 11.788/2008, o Estágio é entendido como um Componente Curricular obrigatório, quando exigido pelas diretrizes curriculares dos cursos - previsto na dinâmica curricular do curso, indispensável à integralização curricular, com carga horária específica, realizado na própria instituição ou em locais de interesse institucional, mediante celebração de convênio e termo de compromisso entre as partes. Também como formação complementar quando não há sua obrigatoriedade legal - não previsto na dinâmica curricular do curso, constituindo opção pessoal de cada aluno, objetivando o enriquecimento de sua formação profissional e mediante celebração de convênios, em locais de escolha do discente, com intermediação e acompanhamento. A Central de Estágios é órgão de apoio ao estudante, permitindo a intermediação e o acompanhamento para realização de estágios obrigatórios e não obrigatórios. O Estágio supervisionado integra um conjunto de atividades que o acadêmico desenvolve em situações reais de trabalho, sob a supervisão de um docente. Propicia a aproximação do futuro profissional com a realidade em que irá atuar, permitindo-lhe aplicar, ampliar e fazer revisões nos conhecimentos teórico-práticos adquiridos durante sua vida acadêmica, contribuindo para sua aprendizagem profissional, social e cultural. Para cada aluno é obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio prevista no Currículo do curso, nela se podendo incluir as horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades. Os Estágios são supervisionados por professores. Á coordenação compete o acompanhamento dos relatórios mensais e na apreciação do relatório final dos resultados, além de acompanhamento do trabalho de Supervisão. As modalidades de Estágio são organizadas de modo a atender a especificidade de cada curso, em regulamento específico que definem os critérios para as modalidades de estágio adotadas, considerando carga horária, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 136 O Estágio Curricular supervisionado está institucionalizado e contempla carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de convênios, estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso, e interlocução institucionalizada da IES com o(s) ambiente(s) de estágio, gerando insumos para atualização das práticas do estágio. As atividades realizadas nos estágios obrigatórios representam uma oportunidade significativa de interação com a comunidade, compreensão de suas necessidades e proposição de intervenções que respondam às demandas da sociedade. Por meio destas atividades, o aluno constrói conhecimento em contato direto com a realidade, valorizando a reflexão teórica e a busca de soluções para questões técnicas e sociais, o que o habilita para o exercício ético, técnico e responsável da profissão. A existência de vínculo empregatício entre o estudante e a organização concedente do estágio não invalida o estágio e o seu cumprimento dar-se á dentro do próprio trabalho do aluno. O estágio Obrigatório no Curso de Engenharia Elétrica desenvolve-se apoiado numa interação entre orientação e campo de estágio com o devido acompanhamento dos docentes do Curso, com plantões de orientação em horários alternativos. A carga horária de Estágio Curricular Supervisionado obrigatório é de 400 horas que podem ser cursadas ao longo do curso, a partir do 11º módulo letivo. Neste modelo de contrato devem ser cumpridas, obrigatoriamente, 400 horas de estágio. O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória do curso, sem prejuízo das atividades acadêmicas, em conformidade com o PPC. Constitui-se em atividade de formação acadêmico-profissional do aluno. Os programas de estágio deverão acompanhar a formação teórica do estudante e o relatório de Estágio, que deve ser avaliado pelo docente orientador, constitui-se no produto da atividade. O Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado está à disposição dos alunos e professores no Portal da UNISA. 137 11. Atividades Complementares As Atividades Complementares além de promover a flexibilidade curricular, são necessárias para a integração dos cursos. São representadas pela participação em eventos técnicos na área de Engenharia, congressos, seminários de atualização, colóquios de discussões, cursos livres e treinamentos, projetos de Extensão, programas de Iniciação Científica, além de outras atividades que asseguram a interdisciplinaridade e a articulação do mundo acadêmico com o mundo do trabalho. Deste modo, as Atividades Complementares resultam em constante atualização da construção do conhecimento do discente, contribuindo para a integração do aprendizado do curso com a prática profissional. O curso de Engenharia Elétrica busca oferecer ao longo do período de integralização diversas oportunidades para que o aluno cumpra asAtividades Complementares, por meio de palestras, visitas técnicas, participação nas Semanas de Estudos, atividades de Extensão, a elaboração de artigos orientados por docentes do curso e inscritos no Congresso de Iniciação Científica da UNISA. As Atividades Complementares estão institucionalizadas e consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento e, a aderência à formação geral e específica do discente. Para tanto, são adotados mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na sua regulação, gestão e aproveitamento. O Regulamento das Atividades Complementares está à disposição dos alunos e docentes no Portal da UNISA. 138 12. Trabalho de Conclusão de Curso A Universidade Santo Amaro acredita que a formação efetiva perpassa a necessidade de construção e consolidação do conhecimento pelo próprio discente, que ressignifica as competências desenvolvidas com base em toda sua história e cultura. Neste sentido, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um recurso estratégico que permite o aprofundamento de conhecimentos e o desenvolvimento da habilidade de sintetizar, elaborar e transmitir ideias e conceitos. Deste modo, o TCC do curso de Engenharia Elétrica é um Componente Curricular obrigatório dos cursos de graduação, conforme Diretrizes Curriculares Nacionais e os Projetos Pedagógicos, sendo desenvolvido pelo discente sob orientação de docente, como parte integrante dos requisitos necessários para a colação de grau. São modalidades de TCC da Instituição: monografia; artigo científico; plano de negócio; projeto experimental; projeto aplicado; estudo de caso; que demandem resolução de problemas inerentes às áreas do conhecimento, que pressupõem o planejamento, desde a elaboração do projeto e/ou pesquisa, até a análise, conclusão e divulgação dos resultados, conforme definido pelo Núcleo Docente Estruturante e Conselho de Curso. O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera carga horária de 120 horas, formas de apresentação, orientação e coordenação, a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios, acessíveis pelaIinternet. O TCC de Engenharia Elétrica está alinhado com o contexto regional e nacional de profissionalização, com base no empreendedorismo e na inovação, permitindo atuar no desenvolvimento das empresas e da sociedade em geral, assim como, promove a articulação dos conteúdos do curso na direção de novos empreendimentos. Os trabalhos são avaliados de duas maneiras: em banca examinadora composta pelo Orientador e dois Docentes do curso ao final do 20º módulo do curso, ou por submissão, apresentação e aprovação no Congresso de Iniciação 139 Científica da UNISA. O NDE elabora as normas e orientações aos docentes e discentes na realização dos trabalhos. A prática pedagógica dos trabalhos possibilita a visão crítica e integrada dos conhecimentos, buscando a constante inovação, criatividade, adaptação e identificação de oportunidades e alternativas na gestão das organizações. O modelo de integração de conhecimentos permite o desenvolvimento de competências a partir da aprendizagem pessoal e não somente o ensino unilateral. Os trabalhos procuram estabelecer a ambientação da aprendizagem, propondo a elaboração de uma Pesquisa Científica, que contemple a investigação, o desenvolvimento de projetos e a resolução de problemas, desenvolvendo assim a capacidade crítica para a identificação e elaboração de soluções na Engenharia. A Coordenação do Curso faz a atribuição do docente para a orientação direta aos discentes que realizam o Trabalho de Conclusão de Curso. A orientação dos trabalhos é realizada em horários alternativos. As orientações para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso estão à disposição nos anexos do Projeto Pedagógico. A Coordenação do Curso disponibiliza o Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC para os alunos em diversos canais, como: cópia impressa para os representantes de turma, página do Curso de Engenharia Elétrica no Portal UNISA e, durante as aulas de orientação, o docente responsável também disponibiliza por meio eletrônico aos estudantes. O regulamento do TCC está anexo ao Projeto Pedagógico de Curso e é permanentemente atualizado pelo Núcleo Docente Estruturante – NDE do curso. Os trabalhos acadêmicos na UNISA são elaborados conforme o Manual de Normatização de Trabalhos Acadêmicos. O Curso de Engenharia Elétrica optou pela elaboração de uma pesquisa científica, no entanto, a estrutura normativa de formatação deve atender ao manual que está disponível também no Portal UNISA na página do Curso de Engenharia Elétrica e é disponibilizado aos alunos pela Biblioteca e docentes que orientam o Trabalho de Conclusão do Curso. 140 13. Apoio ao Discente O Apoio ao discente da UNISA está articulado por órgãos de atendimento ao estudante e Programas de Apoio Acadêmico. Entre os órgãos e programas, estão: o Programa de Apoio ao Estudante - PAES; o Programa de Bolsas e Financiamento Estudantil - PROUNI e FIES; o PROUSA – Programa UNISA de Suporte à Aprendizagem; e o PAPU – Programa de Apoio Psicológico da UNISA. O aluno ainda conta com a Secretaria Geral e o Portal UNISA para suporte às demandas acadêmicas e financeiras, além da comunicação por meio do Fale Conosco, Fale com o Tutor, Fale com o Professor, Fale com a Coordenação e a Ouvidoria. O Programa de Apoio ao Estudante - PAES organiza as ações de apoio ao discente e contempla atividades de acolhimento e permanência, acessibilidade metodológica e instrumental para facilitação da vida acadêmica. Com base na Psicopedagogia enquanto área do conhecimento e de atuação dirigida ao processo de ensino e aprendizagem. A principal característica do PAES é a de oferecer escuta profissional às dificuldades apresentadas pelo estudante na sua vida acadêmica. Esta escuta pode ocorrer de maneira presencial ou servindo-se dos recursos tecnológicos oferecidos pela Instituição. Afinal, assistir o aluno em sua totalidade é fundamental para que se possa assegurar a formação de um profissional crítico e reflexivo, capaz de exercer sua profissão com responsabilidade e dignidade. O PAES – Programa de Apoio ao Estudante desenvolve serviço gratuito e possui ambiente próprio de escuta, estruturada para atendimento psicopedagógico individual e em grupo. O programa quando identifica estudante com necessidades especiais conta com profissionais especializados, sendo tradutores de LIBRAS e especialista em acessibilidade para deficientes visuais, para atendimento personalizado para cada necessidade. Atuando em parceria com o PAES, o PAPU – Programa de Apoio Psicológico da UNISA oferece atendimento e acompanhamento aos discentes que apresentem dificuldades psicológicas. O momento de chegada do aluno ingressante à Universidade é de extrema importância, uma vez que são apresentadas as diversas 141 possibilidades dentro deste novo universo, que propiciará a ampliação dos horizontes com perspectivas de crescimento não só profissional, mas também pessoal. É com este pensamento que a UNISA promove semestralmente ações denominadas BixUNISA, que propicia acolhimento e a compreensão da dinâmica universitária que ao final irão traduzir sua completa inserção neste ambiente. O Programa UNISA de Suporte a Aprendizagem - PROUSA é um programa de nivelamento que tem como objetivo revisar conceitos básicos, consistentes e necessários para auxiliar o discente em sua progressão universitária. Para tanto, são elaborados e disponibilizados aos alunos conteúdos que fortalecem os conhecimentos relativos à Educação Básica, no intuito de sanar deficiências e incrementar o conhecimento do aluno. Por meio da Educação a Distância são oferecidos os cursosde: Química, Física, Biologia, Matemática, Língua Portuguesa e Introdução à Informática. O programa é oferecido gratuitamente aos alunos de todos os cursos de graduação, nas modalidades presencial e a distância, semestralmente. A UNISA também conta com programas de monitoria, a intermediação e acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, participação em centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais, promovendo continuamente ações comprovadamente exitosas ou inovadoras no apoio ao discente. 13.1. Programas de Bolsas Os estudantes de Graduação e Pós-graduação da UNISA contam com programas de bolsas estabelecidos pela Universidade Santo Amaro. Uma vez aprovado, levando-se em conta critérios de inclusão social, o discente é cadastrado no sistema operacional com o tipo de bolsa mais apropriado às suas necessidades econômico-financeiras. 142 13.1.1. Bolsas da Universidade Santo Amaro A Instituição conta com um sistema de bolsas de estudos próprio e direciona as diferentes modalidades de bolsas de acordo com alguns critérios, como a situação socioeconômica e financeira dos acadêmicos: I. Iniciação Científica – Tem o objetivo de introduzir o aluno no mundo da pesquisa científica, como estratégia pedagógica para o ensino de qualidade centrado no processo ativo de construção de conhecimento. O Programa de Iniciação Científica da Universidade Santo Amaro, está sob os auspícios da Pró Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, que cuida de todo o processo de seleção e de acompanhamento dos bolsistas; II. Desconto Pontualidade - Tem o objetivo de valorizar a pontualidade de pagamento das mensalidades pelos discentes, com redução nos seus valores para os pagamentos feitos até o último dia útil do mês precedente; III. Plano Parentesco - Tem o objetivo de auxiliar famílias que possuam mais de um dependente estudando na Universidade Santo Amaro. A partir do segundo dependente, mantendo-se a pontualidade, a mensalidade sofre redução de 10% (dez por cento); IV. Bolsa Funcionário ou Dependente - Tem o objetivo de auxíliar o funcionário da Universidade Santo Amaro ou dependente, por meio de bolsa de estudo, conforme convenção coletiva vigente. V. Desconto Convênio - Tem o objetivo de conceder desconto na mensalidade escolar de aluno oriundo de empresas conveniadas com a Universidade Santo Amaro; VI. Desconto Fidelidade - Ex-aluno diplomado pela UNISA, que vier a se matricular em outro curso de Graduação ou Pós- Graduação, mantendo-se a pontualidade, a mensalidade sofre redução de 10% (dez por cento); VII. Bolsa de Estudo Social - O Processo Seletivo Social, tem por objetivo selecionar e classificar candidatos com necessidades socioeconômicas para preenchimento de vagas reservadas para 143 bolsas de estudos nos cursos da UNISA, conforme edital publicado em cada período letivo. 13.1.2. Bolsas do Governo Federal A Universidade Santo Amaro também reserva a seus estudantes um programa de bolsas e financiamento estudantil do Governo Federal, a saber: I. Prouni - Programa Universidade Para Todos é um programa criado pelo MEC que fornece bolsas de estudo parciais e integrais em instituições privadas, para estudantes de baixa renda, sem diploma de nível superior. A finalidade do projeto é ampliar o acesso à educação de nível superior para a população de baixa renda. A Universidade Santo Amaro aderiu ao PROUNI em 2004 oferecendo bolsas de estudos integrais e parciais; II. Bolsa Permanência - um benefício com o valor máximo equivalente ao praticado na política federal de bolsas de iniciação científica, destinada exclusivamente ao custeio das despesas educacionais de beneficiário de bolsa integral do Programa Universidade para Todos – Prouni. A Bolsa Permanência destina- se a estudantes com bolsa integral em utilização do Prouni, matriculados em cursos presenciais com no mínimo 12 (doze) módulos de duração e cuja carga horária média seja igual ou superior a 6 (seis) horas diárias de aula, de acordo com os dados cadastrados pelas instituições de ensino junto ao MEC. O valor da Bolsa Permanência é definido em edital publicado pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação; III. FIES - O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do Ministério da Educação destinado a estudantes para o financiamento da graduação na educação superior em cursos não gratuitos na forma da legislação vigente. Podem recorrer ao financiamento os estudantes cujo curso escolhido tenha avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. 144 13.2. Estímulos à Permanência A UNISA acredita que a realização plena de sua Missão Institucional perpassa pela necessidade de se criar estratégias que tornem possível ao estudante uma experiência acadêmica exitosa e produtiva no transcurso de sua formação. Para tal, é desafio permanente da Instituição, a criação de programas, projetos e ações que incentivem a permanência do estudante. Além dos programas institucionais, a UNISA visando a continuidade dos estudos dos seus alunos e controlar a evasão nas modalidades presencial e EAD, monitora diariamente os números dos alunos evadidos e trabalha com medidas e ações de permanência e relacionamento para evitar o abandono. O Setor de Permanência e Retenção é responsável por analisar os motivos da evasão e incentivar a permanência de alunos. A cada período é analisada a situação dos alunos evadidos e são realizadas ações para o retorno destes alunos e finalização do curso. Com o intuito de estreitar a comunicação com os alunos, a UNISA criou uma Régua de Relacionamento a qual é encaminhado um lembrete de todas as datas importantes, conforme Calendário Acadêmico, aos alunos para que fiquem atentos e não percam os prazos, como por exemplo, entrega de atividades, período de provas, requerimentos acadêmicos. Também são enviados e-mails com aletas sobre o prazo do pagamento das mensalidades, inclusive o prazo para pagamento com desconto de pontualidade e período de renovação de matrícula. A UNISA também elabora microlearning com assuntos de interesse geral e institucional a todos os alunos, calouros e veteranos para que fiquem bem- informados e para facilitar o entendimento dos regulamentos para a realização das atividades obrigatórias para a conclusão do curso. 13.3. Programa de Nivelamento O Programa UNISA de Suporte a Aprendizagem - PROUSA é um programa de nivelamento que tem como objetivo revisar conceitos básicos, consistentes e necessários para auxiliar o discente em sua progressão 145 universitária. Para tanto, são elaborados e disponibilizados aos alunos conteúdos que fortalecem os conhecimentos relativos à Educação Básica, no intuito de sanar deficiências e incrementar o conhecimento do aluno. Por meio da Educação a Distância são oferecidos os cursos de: Biologia, Química, Física, Matemática, Língua Portuguesa e Introdução à Informática. O programa é oferecido gratuitamente aos alunos de todos os cursos de graduação, nas modalidades presencial e a distância, semestralmente. 13.4. Atendimento Psicopedagógico A Universidade Santo Amaro também oferece ao seu corpo discente o PAES - Programa de Apoio ao Estudante. Com base na psicopedagogia enquanto área do conhecimento e de atuação dirigida ao processo de ensino e aprendizagem, a principal característica do PAES é a de oferecer escuta profissional às dificuldades apresentadas pelo estudante na sua vida acadêmica. Afinal, assistir o aluno em sua totalidade é fundamental para que se possa assegurar a formação de um profissional crítico e reflexivo, capaz de exercer sua profissão com responsabilidade e dignidade. O PAES – Programa de Apoio ao Estudante desenvolve serviço gratuito e possui sala própria de escuta, estruturada para atendimentopsicopedagógico individual e em grupo. Para os alunos da Educação a Distância o contato é sistematizado por meio de web conferências pré-agendadas entre o estudante e o psicopedagogo ou por e-mail. O PAES pelo seu caráter de acolhimento recebe as demandas pedagógicas e administrativas, orientando e direcionando o estudante para os setores responsáveis pelas soluções em todos os aspectos da vivência universitária. 13.5. Organização Estudantil Aos acadêmicos da UNISA é assegurada a organização de Grêmios Estudantis e Diretórios Acadêmicos como entidades autônomas representativas dos interesses dos estudantes. A organização, o 146 funcionamento e as atividades dos grêmios e diretórios acadêmicos são estabelecidos nos seus estatutos aprovados pelo corpo discente. A escolha dos dirigentes e dos representantes dos Grêmios e Diretórios Acadêmicos é realizada pelo voto direto e secreto de cada estudante. Os acadêmicos têm participação nos conselhos consultivos e deliberativos da UNISA por meio de seus representantes. Além de grêmios e diretórios acadêmicos, há Representantes de Turma que realizam reuniões periódicas com a Coordenação de Curso, devidamente registradas em ata. 13.6. Acolhimento do Ingressante O momento de chegada do aluno ingressante à Universidade é de extrema importância, uma vez que são apresentadas as diversas possibilidades dentro deste novo universo, que propiciará a ampliação dos horizontes com perspectivas de crescimento não só profissional, mas também pessoal. É com este pensamento que a UNISA promove semestralmente ações denominadas BixUNISA, que propicia acolhimento e a compreensão da dinâmica universitária que ao final irão traduzir sua completa inserção neste ambiente. O BixUNISA é transmitido ao vivo para todos os Polos, realizado em parceria com os estudantes veteranos, contemplando aspectos normativos e operacionais da Universidade, artísticos, culturais, sociais e ambientais, promovendo a perfeita integração do ingressante neste novo espaço. 13.7. Acompanhamento dos Egressos A UNISA mantém programa de acompanhamento de Egressos. O objetivo é o de manter contato com o Egresso, na divulgação de suas políticas de Ensino, Pesquisa e Extensão, e possibilitar-lhe retorno à vida acadêmica, levando em conta o seu perfil. Em relação ao auxílio financeiro a egressos, existe incentivo traduzido na concessão de bolsas de estudos parciais. Dentre as inovações no acompanhamento dos egressos está o acesso permanente a uma área específica do Portal da UNISA, estando à sua 147 disposição, como forma de contato, questionário que, respondido eletronicamente, serve à instituição como recurso de ciência de sua vida, em termos de local de trabalho, renda mensal, aplicabilidade do curso realizado, avaliação do currículo cursado no exercício da prática profissional, além da necessidade de formação continuada. O Egresso ainda tem acesso aos protocolos acadêmicos automatizados no Portal da UNISA, divulgação de eventos, cursos e as bibliotecas. O Núcleo de Acompanhamento do Egresso é responsável pelo estudo comparativo entre a atuação do Egresso e a formação recebida na UNISA, avaliando os níveis de empregabilidade, a adesão à formação continuada, o desenvolvimento do perfil empreendedor. As avaliações do Núcleo permitem ainda a contribuição na melhoria dos Projetos Pedagógicos, orientando o perfil do egresso para que alcance a formação adequada aos desafios do mundo do trabalho. O acompanhamento do egresso tem se mostrado exitoso, considerando que a UNISA conta um número expressivo de egressos em seu corpo docente e técnico-administrativo, inclusive em cargos estratégicos, o que demonstra a eficiência da formação, a adesão e o aproveitamento de talentos pela própria instituição. 13.8. Oportunidade de Internacionalização O estabelecimento de parcerias de cooperação com Universidades e Centros de Pesquisa Internacionais figuram entre as ações instituídas no projeto de Internacionalização da Universidade Santo Amaro, que contempla a expansão das áreas de Pesquisa e Extensão, assim como a criação de oportunidades de intercâmbio para discentes da graduação, da pós-graduação, docentes e demais colaboradores. A Política para Internacionalização da UNISA tem como bases legais as portarias normativas do MEC, sendo que o principal objetivo é o estabelecimento de Programas de Pesquisas, Ensino, intercâmbio de informações técnicas, científicas e culturais, desenvolvimento nos campos de Pesquisa, de Extensão, de administração e de capacitação de pessoal técnico, 148 docente e discente, sem prejuízo das atuações individuais das partes. Para sistematizar e estruturar estes esforços a UNISA conta com um Núcleo de Internacionalização que está vinculado a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. A celebração de parcerias, estabelecida por meio de instrumentos jurídicos denominados Acordos de Cooperação Internacional e Convênios, contribui para a valorização das capacidades institucionais, para a otimização do uso de recursos intelectuais e materiais, aumento da produção científica, a mobilidade acadêmica de alunos e docentes da graduação e pós-graduação, inserção regional, nacional e internacional da UNISA. Nesse sentido, os Acordos de Cooperação Internacional são processos amplos e dinâmicos que envolvem pesquisa, ensino e prestação de serviços à comunidade, com amplo potencial para a formação de profissionais capacitados para atuar em uma sociedade globalizada. 13.9. Ouvidoria A Ouvidoria da UNISA, é um elo entre a comunidade interna e externa e as instâncias gestoras da Instituição, que agiliza a administração e contribui para a Missão Institucional. São objetivos da Ouvidoria: assegurar a participação da comunidade na Instituição para promover a melhoria das atividades desenvolvidas; reunir informações sobre diversos aspectos da Instituição e contribuir para com a Gestão institucional. A Ouvidoria da UNISA é realizada tanto presencialmente, como por meio de sistema eletrônico disponibilizado à comunidade acadêmica no Portal da UNISA. A comunidade interna e externa encaminha reclamações, sugestões, consultas e elogios, contribuindo em relação às demandas postadas, com aconselhamentos, soluções e recomendações pertinentes, agindo como coparticipante neste elo de comunicação entre os diversos setores institucionalizados. 149 14. Gestão do Curso e os Processos de Avaliação Interna e Externa A Avaliação Institucional é entendida como um processo sistemático, que possibilita a compreensão da totalidade da Universidade, na inter-relação e integração de suas várias dimensões. A gestão do curso é realizada considerando a Autoavaliação Institucional e o resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do curso, tendo por base a apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica e a existência de processo de autoavaliação periódica do curso. Em 2004, com a Lei 10.861 de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação - SINAES, a Universidade de Santo Amaro já constituiu a Comissão Própria de Avaliação - CPA com representação de todos os segmentos da comunidade universitária que, a partir do processo de Avaliação Institucional já desenvolvido, realizou um redirecionamento. Este pautou-se na seguinte Missão: desenvolver um processo de avaliação da Universidade buscando explicitar suas vocações para o Ensino, Pesquisa e Extensão e integração com a comunidade e colher subsídios para a plena realização dessa vocação. Os instrumentos de avaliação são elaborados pelos membros da Comissão Própria de Avaliação - CPA e aplicados anualmente ao corpo social da UNISA. Participam da pesquisa com instrumentos específicos: os estudantes dos cursos presenciais,os estudantes dos cursos a distância, o corpo docente, os coordenadores de curso e o corpo técnico-administrativo. A CPA realiza a apuração e análise estatística dos resultados dos instrumentos de avaliação, elabora relatório e parecer e disponibiliza as informações para tomada de decisão da gestão da UNISA, assim como, para acompanhamento dos estudantes, corpo docente e corpo técnico administrativo da instituição. No âmbito do curso, o Projeto Pedagógico do Curso é discutido pelo NDE. O Núcleo Docente Estruturante NDE é o órgão responsável pela criação, alteração, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de 150 graduação. As propostas de alteração do Projeto Pedagógico são encaminhadas aos colegiados superiores para aprovação e registro. Diferentes indicadores têm contribuído como objeto de análise, para o processo de acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso. Dentre estes indicadores, destacam-se os Planos de Ensino; os resultados do desempenho acadêmico dos estudantes, resultados alcançados no ENADE e opinião dos alunos. O processo de análise destes indicadores ocorre nas reuniões sistemáticas do NDE do Curso, nas semanas de planejamento pedagógico, nas reuniões periódicas com docentes do curso e nas reuniões com a representação discente. 151 15. Atividades de Tutoria Toda a atividade da tutoria a distância, segue as políticas que detalham que o tutor tem a função de promover o conhecimento científico e acadêmico; promover espaços de construção coletiva de conhecimento, por meio de atividades síncronas e assíncronas. Com esta concepção contemporânea do papel do Tutor, as atividades de tutoria atendem as demandas didático- pedagógicas da Estrutura Curricular. Além disto, a UNISA promove mediação constante no processo de aprendizado do estudante por meio de diferentes ferramentas, como o Fórum de Dúvidas, o Mural de Notícias, as mensagens por email e os telefonemas. Dentro desta perspectiva, nenhum estudante permanece mais de 24 horas sem reposta para as suas indagações e necessidades. Também existe a mediação pedagógica ativa entre o Tutor e os discentes, visando a prevenção do baixo desempenho acadêmico. Este processo ocorre por meio de mensagens personalizadas destinadas para os alunos com baixos níveis de acesso. Quando o estudante fica sem movimentação no AVA, a comunicação passa a ser por telefone, para que o diálogo favoreça a identificação do problema e os encaminhamentos para a resolução. Todo este processo de comunicação e mediação dos conteúdos pedagógicos tem resultado em melhora do aproveitamento acadêmico. No Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) existe uma sala permanente de comunicação entre tutor, docente e coordenador. Esta ferramenta favorece o alinhamento conceitual, bem como o diagnóstico de fragilidades e proposição de soluções. Existe ainda atividades de tutoria presenciais para suporte e apoio ao discente nos Polos e Campi, no desenvolvimento das atividades teóricas e práticas. 15.1. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de Tutoria Toda a experiência dos Tutores está pautada nas vivências e nas competências mapeadas e desenvolvidas constantemente com cursos de 152 atualização, que permitem que o discente conte com um processo de acompanhamento e mediação pedagógica bem estruturado e de alta qualidade, como verificado em relatórios qualitativos de atuação dos tutores. As atividades dos tutores estão alinhadas ao Projeto Pedagógico do Curso. Desta forma, os tutores devem apresentar como quesitos necessários para a composição do quadro que são: • Habilidade em identificar e categorizar as dificuldades dos alunos; • Habilidade na aplicação e acompanhamento das diferentes atividades propostas pelas docentes conteudistas; • Conhecimento abrangente da proposta curricular e da interlocução das disciplinas na qual realiza a tutoria; • Habilidade de propor soluções; • Habilidade comunicacional promovendo sinergia no ambiente virtual; • Habilidade para atuar com parceria, intermediação e facilitação do processo de ensino-aprendizagem dos alunos; • Habilidade para atender a alta demanda constante de mensagens dos discentes, com alta velocidade de resposta, nenhum aluno aguarda mais de 24 horas úteis por uma resposta ou orientação; • Facilidade dialógica para orientação individualizada e propicia a criação de vínculo afetivo entre o estudante e o tutor; • Habilidade em curadoria e informação científica, orientando o aluno a fazer a seleção adequada das indicações, períodos e prazos que possam facilitar a interação do estudante com o ambiente virtual no cumprimento dos prazos; • Criatividade e inovação na promoção de ambiente de estudos interacional integrativo, favorecendo a uma prática mais exitosa nas práticas de estudo. Além disto, os Tutores são avaliados periodicamente e os resultados das avaliações embasam ações corretivas e de aperfeiçoamento para o planejamento de atividades futuras. O Tutor, durante o acompanhamento das disciplinas e desenvolvimento do discente na Trilha de Aprendizagem, tem autonomia para instigar e elaborar 153 discussões em grupo, mesas redondas e estudos de caso para pontos específicos, adotar práticas criativas e inovadoras para êxito dos discentes, aplicações profissionais do conteúdo ou mesmo dúvidas sobre a disciplina, de modo a promover a atenção do aluno quanto a importância de seus estudos e trazê-lo para um acolhimento e retenção ao curso. 154 16. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem A UNISA conta com Tecnologias de Informação e Comunicação para assegurar a qualidade e produtividade do processo de ensino-aprendizagem dos cursos que oferece. A UNISA disponibiliza o Portal (virtual) para acesso dos alunos, docentes e tutores da instituição. O estudante acessa o Portal da UNISA para acompanhar suas notas, faltas e processos acadêmicos. Os alunos ainda acessam os editais, normas e regulamentos da instituição no mesmo portal, mediante login e senha. O AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem da UNISA disponibiliza os conteúdos das disciplinas na forma de Trilhas de Aprendizagem desenvolvida por docentes e equipe Multiprofissional do EAD. A UNISA conta com sistema acadêmico desenvolvido pela própria Instituição, denominado Sistema Método, cujo objetivo é a gestão acadêmica dos cursos nas modalidades presencial e a distância, contemplando os seguintes módulos: • Módulo de Segurança; • Gerenciamento de Usuários e Privilégios de Acesso; • Módulo de Cadastros Básicos; • Cadastro de Unidades – Polos Acadêmicos; • Cadastro de Local Físico (Campi e Polos EAD); • Módulo de Protocolo; • Solicitação de Protocolo; • Módulo de Processos Seletivos; • Cadastro de Processo Seletivo; • Cadastro de Alunos; • Geração de Contratos para Calouros; • Análise das Inscrições x Matrículas x Vagas; • Módulo de Cadastros Acadêmicos; • Cadastro de Curso; 155 • Cadastro de Disciplinas; • Cadastro de Turma de Curso; • Cadastro de Turma de Ingresso; • Módulo de Processos Financeiros; • Solicitação e Gerenciamento de Bolsas; • Manutenção de Contratos; • Processos de Cobrança; • Recebimento de Mensalidades/Taxas; • Geração de Contratos para Veteranos; • Módulo de Repasses; • Relatórios Diversos (Inadimplência / Adimplência); • Vínculo do Professor na Disciplina; • Plano Individual de Trabalho do Professor. A UNISA oferece ainda em seus campi e Polos de Apoio Presencial os Laboratórios de Informática, equipados com computador e acesso à Internet para uso dos estudantes. A UNISA oferece acessibilidade por meio de equipamentos e softwares que permitam o acesso tecnológico de pessoas com necessidades especiais. Os softwares são livres e estão disponíveis no Portal da UNISA,sendo utilizados o DosVox e o NonVisual Desktop Acess (NVDA). A UNISA conta também com docentes que dominam a Língua Brasileira de SINAIS – LIBRAS. As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensino- aprendizagem da UNISA permitem a execução do Projeto Pedagógico do Curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a interatividade entre docentes, discentes e tutores, asseguram o acesso a materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar e possibilitam experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em seu uso. Como usuária Microsoft Business, a UNISA oferece para todos os seus alunos e docentes o pacote Microsoft 365 que incluem todos os aplicativos e softwares da Microsoft, como conta de e-mail, OneNote, Teams, Stream, SharePoint, Forms, Sway, Class Notebook, Planner, Whiteboard, Project entre outros. Além disto, todo docente e estudante possui o benefício de baixar o pacote Office gratuitamente em até 5 equipamentos pessoais. 156 17. Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) A UNISA conta com uma consolidada e qualificada equipe interna para a concepção e estruturação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), destinado às disciplinas a distância, ofertada nos cursos presenciais e a distância, composta por Designs Instrucionais, Designs Gráficos, Analista de Educação a Distância, especialistas em Learning Management System (LMS), Editores, Diretores de Imagem, entre outros. O curso de Engenharia Elétrica conta com um AVA cuidadosamente elaborado para que o desenvolvimento das disciplinas atinja plenamente o proposto no Projeto Pedagógico do Curso, mantendo a consonância com o Projeto Pedagógico Institucional. Neste sentido, o AVA UNISA, que foi elaborado na plataforma Moodle, privilegia a criação de vínculos e a comunicação permanente entre todos os personagens do processo de ensino-aprendizagem: discentes, docentes, tutores e coordenação. Para isso, as ferramentas e tecnologias empregadas viabilizam múltiplas vias de interação tanto síncronas quanto assíncronas, tais como: fórum de dúvidas com tutores e docentes, fórum de discussão com docentes e web-conferências pré-agendadas, realizadas por meio do Zoom Cloud Meetings. Além das vias de comunicação para os alunos, em todas as disciplinas existe uma sala de discussão permanente entre docentes, tutores e coordenação, que é utilizada para potencializar a troca de informações e experiências, e para que os tutores e docentes proponham discussões e melhorias ao processo. Todos os conteúdos e habilidades são trabalhados por meio de recursos pedagógicos modernos que priorizam a interatividade entre o estudante e o AVA, facilitando a compreensão e favorecendo o seu protagonismo. Além disto, todos os conteúdos possuem plena acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional. Para tal, toda a disciplina é estruturada para favorecer a dialogicidade dos recursos, por meio de linguagem clara, direta e acessível para o perfil do estudante, bem como com o uso de legendas, imagens, ícones e gráficos que permitam o aprendizado por diferentes populações, independente de alguma deficiência apresentada. 157 Ainda que o AVA da UNISA tenha sido planejado e estruturado por meio das mais modernas tecnologias disponíveis e pautando-se na vanguarda das metodologias pedagógicas, ele está em constante avaliação e aprimoramento. Este processo contínuo de discussão e análise se pauta em um fluxo consolidado de avaliação e implantação de melhorias. Neste sentido, todo o ambiente virtual é avaliado periodicamente por meio dos instrumentos e métodos conduzidos pela Comissão Própria de Avaliação. Este processo se soma à avaliação de qualidade presente ao final de cada disciplina do curso. Estes resultados são trabalhados pela CPA e encaminhados para a Coordenação do Curso, que os discute em NDE; para a Equipe Multidisciplinar do EAD e para a Reitoria, que dialogam entre si para diagnosticar os pontos de fragilidade e propor alterações e melhorias no AVA. Este processo já resultou concretamente na atualização da concepção do AVA que se modernizou em 2018, estando estruturado como uma Trilha de Aprendizagem, sanando as principais fragilidades observadas. Após a implantação das Trilhas de Aprendizagem, o processo de avaliação e análise do AVA permanece, e a análise de Reitoria, NDE e Equipe Multiprofissional resultou em melhorias no processo de comunicação e apresentação do conteúdo. Todo este processo é resultado de muito diálogo e construção coletiva, devidamente documentados em relatórios e atas de reunião. Além da modernização dos recursos, todos os conteúdos das disciplinas, elaboradas pelos docentes, possuem três etapas de validação, pela equipe de Desenho Instrucional, pelo Docente e pela Coordenação. Após as três validações, a disciplina é publicada, e novamente avaliada pelos estudantes ao final do processo. No decorrer da disciplina, tutores e docente, por meio da sala de discussão também indicam necessidades de melhoria e propõe correções e/ou atualizações. O resultado desta avaliação do conteúdo é analisado pela Equipe Multiprofissional do EAD, pelo NDE do curso e pela equipe de Desenho Instrucional. Do diálogo entre as áreas são apontadas as fragilidades identificadas, e partir daí é planejada a revisão da disciplina para ocorrer antes da próxima publicação. O AVA da UNISA está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, visto que sua base está hospedada nos servidores da Amazon, nos Estados Unidos, com redundância em todas as vias, e com acompanhamento constante 158 de uma equipe de especialistas em Tecnologia da Informação, que atuam imediatamente frente a qualquer indício de instabilidade do acesso. O Ambiente Virtual de Aprendizagem, apresenta materiais, recursos e tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre tutores, discentes e docentes, a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas e a acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, e passa por avaliações periódicas devidamente documentadas, que resultam em ações de melhoria contínua. A UNISA acredita que manter um AVA em constante avaliação e melhoria é um dos pontos estratégicos para favorecer a formação do aluno, garantindo que conteúdo, recursos pedagógicos e tecnológicos estejam em sintonia para contemplar o proposto no Projeto Pedagógico do Curso, viabilizando a formação de profissionais de excelência. 17.1. Material Didático A UNISA trabalha incessantemente para desenvolver sua Missão, desenvolvendo seus Valores e se norteando por sua Visão. Neste sentido, para garantir que todos os seus alunos vivenciem a cultura institucional, a Universidade estruturou desde a criação de cursos em Educação a Distância em 2004, uma equipe robusta para o planejamento e elaboração dos materiais didáticos. Esta estratégia institucional permite que todo o material desenvolvido esteja plenamente em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional, refletindo sua Missão, Visão e Valores. Todo o material didático previsto no Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica foi planejado e desenvolvido em uma interface estreita entre o NDE do curso, a Coordenação, o Docente e a equipe de Desenho Instrucional. Todo este processo possui um fluxo definido e é documentado, bem como acompanhado e validado pela Equipe Multiprofissional do EAD. Dentro do novo conceito de Ambiente Virtual de Aprendizagem, implantando em 2018, os materiais produzidos são sempre acessíveis e possuem diferentes estruturas, métodos e tecnologias de ensino. Dentre vários recursos, pode-se 159 destacar que no AVA da disciplina o estudante possui acesso à recursos muito inovadores como: • Videoaulas com interatividade do estudante - onde durante a aula virtual o aluno interage, respondendo questõese recendo retroalimentações; • Storytellings – elaborados a partir de storyboard, este recurso permite que o estudante vivencie conteúdos graficamente animados, funcionando como facilitador da aprendizagem; • Infográficos interativos – criado a partir de conceitos Construtivistas, este tipo de metodologia está pautado na construção paulatina do conhecimento com a inserção gradual de conceitos de acordo com a velocidade do estudante; • Entrevistas com especialistas – a UNISA viabiliza que, dentro de cada unidade curricular, os docentes entrevistem especialistas, que são referências em suas áreas, aproximando a abordagem acadêmica da realidade do mercado e seus desdobramentos; • Quiz – ao final de cada etapa da trilha de aprendizagem o estudante responde a um pequeno questionário, para a autoavaliação, que não compõe nota. Este questionário segue o padrão de quiz de revistas, incentivando o preenchimento com uma abordagem menos formal, mas ao mesmo tempo indicando para o estudante as suas fragilidades e necessidades de estudo; • Leituras de capítulos de livros da bibliografia básica – a UNISA possui um acervo virtual com mais de 8.000 títulos que compõe a bibliografia básica do curso. O AVA possui uma estrutura que estudante, durante a trilha de aprendizagem, no momento oportuno, tenha acesso direto a página do livro que precisa ser estudada. Cada um dos recursos possui acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, uma vez que são desenvolvidos privilegiando a dialogicidade com o estudante sem perder a profundidade necessária para a formação. Este processo de elaboração perpassa várias etapas, iniciando pelo Plano de Ensino, que garante o desenvolvimento desta etapa do Projeto Pedagógico do 160 Curso, continua pelo Desenho Instrucional da disciplina, que viabiliza a melhor metodologia pedagógica e abordagem para o estudante, seguido pela produção, que é acompanhada e validade em cada etapa pela Coordenação do curso e Equipe Multiprofissional do EAD. Neste contexto, a estrutura moderna do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica se reflete plenamente nos Materiais Didáticos elaborados, que se somam a um AVA contemporâneo, constantemente atualizado. Cada um dos materiais é concebido para garantir que etapas do perfil profissional do egresso sejam atingidos, desenvolvendo um conteúdo, habilidade e atitude previstos. Como o desenvolvimento é interno, este processo é basicamente artesanal, pensado em cada uma de suas fases. O material didático disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado pela Equipe Multidisciplinar envolvida neste esforço, permite desenvolver a formação definida no Projeto Pedagógico, considerando sua abrangência, aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação, e apresenta linguagem inclusiva e acessível, com recursos comprovadamente inovadores. 161 18. Procedimentos de Acompanhamento e de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem Conforme as Normas Acadêmicas e Financeiras da UNISA, na modalidade presencial e EAD, a avaliação é um processo dinâmico, permanente e de aprimoramento do processo ensino-aprendizagem. O processo de avaliação deve ser realizado de forma contínua, cumulativa e sistemática, favorecendo as múltiplas formas de avaliação e a exploração de potencialidades dos alunos, na aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes. A avaliação do processo de ensino e aprendizagem deve ser realizada da seguinte forma para as disciplinas regulares e eletivas dos cursos na UNISA: • A regra de aprovação definida no Plano de Ensino de cada disciplina deverá conter Avaliação Contínua (AVC), Avaliação Global (AVG) e Avaliação Integrada (AVI), o aluno deverá obrigatoriamente realizar as três etapas avaliativas; • A AVC é aplicada no transcorrer do processo de aprendizagem, pois se propõe a verificar o desenvolvimento das competências objetivadas. A AVC é desenvolvida no Ambiente Virtual de Aprendizagem, utilizando-se de diferentes ferramentas (resenha, estudo de caso, resolução de situações problemas, planos de negócios, projetos, desafios etc.), de acordo com a especificidade das competências trabalhadas e do Plano de Ensino. Sempre que a disciplina é prática e/ou teórico-prática a AVC está relacionada a uma atividade prática desenvolvida em laboratório. O resultado da avaliação contínua deve ser expresso em nota de zero a dez; • A AVG tem o objetivo de avaliar a aplicação integrada de todas as competências desenvolvidas ao fim da unidade curricular. Trata- se de um instrumento estruturado, que privilegia a verificação da capacidade lógica do estudante em aplicar os conceitos aprendidos, superando as questões que testem apenas a memorização de conteúdo. A AVG será realizada por meio de uma prova única para cada disciplina, presencial, individual e sem 162 consulta, aplicada no final do período letivo, abordando todo o conteúdo ministrado na disciplina. O resultado da avaliação global deve ser expresso em nota de zero a dez; • A AVI é uma avaliação integrada, que será realizada por meio de uma prova única para todas as disciplinas do período letivo, composta por questões interdisciplinares desenvolvidas por todos os docentes envolvidos. Esta avaliação é realizada individualmente, no período estabelecido pelo calendário acadêmico. O resultado da avaliação integrada deve ser expresso em nota de zero a dez; • Nas Unidades Curriculares obrigatórias com regra de aprovação com nota única, tais como os Projetos Integradores e o TCC, a nota será o resultado de uma ou mais etapas realizadas durante o período letivo, de acordo com os objetivos estabelecidos no Plano de Ensino do Componente Curricular. O resultado final deve ser expresso por meio de nota única. O lançamento dos resultados no sistema deve obedecer às datas estabelecidas no Calendário Acadêmico UNISA. O resultado da nota única deve ser expresso com valor de zero a dez; • Avaliação Especial – Tem o objetivo de substituir qualquer avaliação, mediante compensação de ausência, com base na legislação vigente, que preconiza que qualquer avaliação é passível de reposição para os alunos impedidos de realizá-las. O aluno aprovado em todas as Unidades Curriculares do trimestre cursado será promovido ao trimestre letivo seguinte. O aluno será considerado aprovado, em cada Componente Curricular se obtiver a Média Final igual ou maior que 6 (seis). As disciplinas Eletivas obedecerão às regras de aprovação já descritas. Os alunos reprovados em disciplinas Eletivas não terão o aproveitamento da carga horária correspondente à disciplina cursada. A retenção em disciplina Eletiva não gera dependência. A avaliação das disciplinas cursadas em regime de dependências e adaptação está prevista nas Normas Acadêmicas e Financeiras. 163 Neste contexto, os procedimentos de avaliação, previstos para os processos de aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, possibilitando o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e implicam informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes com mecanismos que garantem sua natureza formativa, sendo planejadas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das avaliações realizadas. 164 19. Estudo para Definição de Vagas O número de 400 vagas anuais para o curso de Engenharia Elétrica da UNISA está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, e em pesquisas com a comunidade acadêmica, que comprovam sua adequação à dimensão do Corpo Docente e Tutorial e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o Ensino e a Pesquisa. Para efetivar as preconizações do PDI, o atual estudo para definição do número de vagasutilizou como indicadores: população local, densidade demográfica, crescimento demográfico, renda média, número de matriculados no Ensino Médio, previsão de empregabilidade futura na área e adequação à dimensão do corpo docente e tutorial, e às condições de infraestrutura física e tecnológica para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão. Com base na análise dos indicadores supracitados, o NDE do curso de Engenharia Elétrica EAD desenvolveu o estudo e propôs o número de vagas anuais a serem ofertas no processo seletivo. Este estudo foi deferido pela Reitoria que o encaminhou para aprovação do Conselho Universitário. As Obras Sociais e Educacionais de Luz - OSEL, mantenedora da Universidade Santo Amaro – UNISA, conta com Departamento de Controladoria para elaboração diária de relatórios que reportam o número de alunos matriculados e as projeções de demanda para cada curso. O Departamento de Marketing elabora estudo de tendências e mapeamento das demandas pelo Ensino Superior nas diferentes regiões onde a UNISA se insere. Os relatórios são disponibilizados sistematicamente para análise da Mantenedora e Reitoria da UNISA, estarão em anexo. A Reitoria também consulta a comunidade acadêmica por meio de reuniões com os Coordenadores de Curso e Corpo Docente, além de seus pares de mercado para mapeamento das demandas por cursos nos locais onde a UNISA se insere. Os relatórios analíticos do Censo da Educação Superior também fornecem informações que são úteis à definição de tendências para a oferta de cursos superiores no país e subsidiam também a tomada de decisão para definição de vagas na UNISA. 165 A partir da análise dos relatórios elaborados pela Controladoria, a demanda mapeada pelo Departamento de Marketing, a consulta à comunidade acadêmica e os pares de mercado e os relatórios do Censo da Educação Superior - CENSUP, o NDE elabora o estudo de proposta do número de vagas e a Mantenedora e a Reitoria da UNISA definem as vagas a serem ofertadas nos Processos Seletivos e, eventualmente, a diminuição ou demanda pelo aumento de vagas para cada curso, considerando a dimensão do Corpo Docente e Tutorial e a capacidade de infraestrutura física, tecnológica e de investimento da instituição. As decisões e propostas estão alinhadas com as políticas de Ensino e Pesquisa que constam do Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e são dinamicamente atualizadas, conforme os estudos e projeções. Os ajustes ou pedidos de aumento de vagas são efetivados no sistema e-MEC, conforme Portaria da Reitoria da UNISA e encaminhamento junto ao Ministério da Educação – MEC, na legislação vigente. A Diretoria de Regulação da UNISA acompanha os processos de diminuição e aumento de vagas sistematicamente, de acordo com as Portarias Normativas do MEC que orientam o tema. 166 20. Gestão Acadêmica O Estatuto da UNISA regulamenta a administração superior da Universidade que é composta por uma Reitoria, pelas Pró-Reitorias, Diretorias e o Colegiado Superior (CONSUN). O CONSUN, órgão superior máximo em matéria normativa, deliberativa, recursal e consultiva da UNISA, para todos os assuntos acadêmico- administrativos decididos de forma colegiada, é constituído pelo Reitor, representantes dos Corpos Docente, indicados por seus pares, em lista tríplice, e escolhidos pelo Reitor; discente, indicado pelo órgão de representação estudantil, eleito na forma da legislação vigente e Técnico-administrativo, da Mantenedora e da Comunidade. Sua composição, mandato e competências são definidos no Regimento Geral. A Reitoria, órgão executivo de administração superior da UNISA, é exercida pelo Reitor, de livre escolha e nomeação da Mantenedora, com mandato de 4 (quatro) anos, podendo ser reconduzido. É constituída pelo Reitor, Pró-reitorias, Diretorias, estas criadas pelo CONSUN, mediante proposta do Reitor, segundo as necessidades de planejamento, gestão e avaliação das funções e atividades da UNISA. Atualmente, conta com as seguintes Pró-Reitorias: • Pró-Reitoria de Graduação e Inovação • Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa e Extensão; além de duas Diretorias de Ensino. A representação docente e discente está garantida tanto no Conselho Universitário, como nos Conselhos de Curso. Os Conselhos de Curso, constituídos pelo Coordenador de Curso, seu presidente e por representação do corpo docente, considerando o número de professores que compõem o curso, sendo no mínimo 3 (três) docentes e no máximo 7 (sete) docentes, contemplando as áreas básicas e profissionalizantes. Conta ainda com a participação de 1 (um) representante do corpo discente, indicado pelo órgão de representação estudantil, eleito na forma da legislação vigente. 167 20.1. Coordenação O Coordenador do curso de Engenharia Elétrica é o Prof. Dr. Renato de Brito Sanchez, Engenheiro Eletricista (2009), Engenheiro Industrial Mecânico (2019), Especialista em Gestão de Projetos (2020), Especialista em Machine Learning e Inteligência Artificial (2021), Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (2022), Mestre em Engenharia Mecânica (2015), Doutor em Engenharia Biomédica (2021), Pós-doutorado em Engenharia Biomédica (2023). O Coordenador também atua como docente de diversas disciplinas para outros cursos de Engenharia, tanto na modalidade presencial como a distância (EAD), assim como em cursos de pós-graduação. A atuação do Coordenador atende à demanda existente, considerando a gestão do curso, a relação com os Docentes e Discentes, com Tutores e Equipe Multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos colegiados superiores, é pautada em um plano de ação documentado e compartilhado, dispõe de indicadores de desempenho da Coordenação disponíveis e públicos e administra a potencialidade do corpo docente do seu curso, favorecendo a integração e a melhoria contínua. Além disto, o Coordenador apresenta uma atuação ativa na busca incessante dos parâmetros de qualidade para a formação do futuro Engenheiro Elétrico. Possui a responsabilidade de gerenciar as principais atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão no âmbito do curso, de acordo com as diretrizes emanadas do Conselho de Curso, do Núcleo Docente Estruturante e dos Colegiados Superiores. Suas principais atribuições estão determinadas regimentalmente, entre quais se destacam: • Acompanhar e fiscalizar o cumprimento do Projeto Pedagógico do Curso e seu aprimoramento; • Promover a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão; • Convocar e presidir as reuniões de NDE e o Conselho do Curso; • Propor a admissão, demissão e promoção de carreira de docentes, segundo as normas da instituição; 168 • Representar o curso onde se fizer necessário; • Promover a avaliação do curso periodicamente; • Zelar, acompanhar e orientar o desenvolvimento acadêmico dos alunos do curso, criando condições para orientação e aconselhamento deles; • Primar pela excelência do curso, promovendo e coordenando as atividades de pesquisa e de extensão relacionadas ao mesmo; • Propor e implementar melhorias contínuas para o curso, mantendo excelente relação com o corpo docente e discente; • Divulgar o curso e zelar por sua imagem junto à comunidade externa. 20.2. Conselho de Curso O Curso de Engenharia Elétrica da UNISA, garante ao seu corpo docente e discente a efetiva participação no Conselho do Curso, nos termos normativos discriminados a seguir, conforme Regimento da UNISA. O Conselho de Curso é constituído: I. Pelo Coordenador de Curso, seu presidente; II. Por representação do corpo docente, considerando o número de professores que compõem o curso, sendo: a. No mínimo 3 (três) docentes e no máximo 7 (sete) docentes, contemplando as áreas básicas e profissionalizantes. III. Por 1 (um) representante do corpo discente, indicado pelo órgão de representaçãoestudantil, eleito na forma da legislação vigente. O Coordenador de Curso tem a incumbência de indicar os docentes que irão compor o Conselho de Curso, priorizando: a) Titulação; b) Tempo de serviço na Instituição; c) Disponibilidade de tempo para participar das reuniões; d) Regime de trabalho de tempo integral ou parcial. Os docentes indicados serão nomeados e empossados pelo Conselho Universitário - CONSUN. 169 A representação docente terá mandato de 2 (dois) anos e a representação discente terá mandato de 1 (um) ano, podendo ambas serem reconduzidas. É obrigatória e preferencial a qualquer outra atividade a presença dos representantes nas reuniões plenárias, implicando a perda do mandato no caso de ausência por motivos não aceitos como justificados a 3 (três) reuniões consecutivas ou a 4 (quatro) alternadas. Compete ao Conselho de Curso: I. Emitir parecer sobre assuntos disciplinares que envolvam docentes e/ou discentes; II. Manifestar, quando solicitado, em processos acadêmicos administrativos; III. Emitir parecer sobre projetos especiais, semanas de estudos e atividades extraclasse propostas por docente e/ou Coordenador de Curso; IV. Deliberar sobre matéria que for submetida à sua apreciação; V. Estimular o professor na participação do processo de avaliação interna, visando à melhoria das condições de ensino- aprendizagem; VI. Decidir recurso contra atos de docente, interposto por discente, em matéria relacionada com ensino e trabalho escolar, respeitando os prazos previstos no art. 2º do Regimento; VII. Homologar ato do Coordenador de Curso praticado ad referendum do colegiado; VIII. Manifestar, quando solicitado, em processos acadêmicos que envolvam aproveitamento de estudos, transferência de curso e outras de natureza acadêmica; IX. Estabelecer diretrizes para a elaboração e desenvolvimento de projeto(s) de iniciação científica e de pesquisa; X. Propor realização de projetos de extensão relacionados ao curso, obedecendo às normas próprias da UNISA; XI. Examinar e aprovar proposta para criação de Ligas Acadêmicas e Grupos de Estudo; 170 XII. Apreciar proposta de criação de Programas de Residências, quando solicitado. O Conselho de Curso se reúne, ordinariamente, no início de cada período letivo e, extraordinariamente, por convocação do Coordenador de Curso ou por 2/3 (dois terços) de seus representantes, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos. As reuniões e decisões são devidamente registradas em atas e encaminhadas a Secretaria e CONSUN, quando necessário. As reuniões são lavradas em ata e há acompanhamento e execução de processos e decisões emanadas do Conselho de Curso. A Pró-Reitoria de Graduação e Inovação realiza avaliações periódicas sobre o desempenho do Conselho de Curso para implementação ou ajuste de práticas de gestão. 20.3. NDE O Núcleo Docente Estruturante - NDE é o órgão responsável pela criação, alteração, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica da UNISA. O NDE é institucionalizado e atua na concepção e construção do Projeto Pedagógico. Atualmente, o NDE interage com o Conselho de Curso realizando seu acompanhamento. O NDE do Curso de Engenharia Elétrica realiza reuniões mensais, registradas em Atas. O Núcleo Docente Estruturante é composto pelos docentes indicados pelo Coordenador do Curso e aprovado pela Reitoria da UNISA. O NDE possui , no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; tem o coordenador de curso como integrante; atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC, realizando estudos e atualização periódica, verificando o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do estudante e analisando a adequação do perfil do egresso, considerando as DCN e as novas demandas do mundo do trabalho; e mantém parte de seus membros desde o último ato regulatório. 171 20.4. Equipe Multidisciplinar A UNISA é uma das universidades pioneiras na oferta de cursos na modalidade a distância. Desde o primeiro curso, a Universidade optou por possuir equipes internas de desenvolvimento e elaboração de materiais, garantindo a excelência de seus cursos dentro do previsto pelos Planos de Desenvolvimento Institucionais. Neste contexto, desde o início do EAD a UNISA contou com Equipes Multiprofissionais que discutiram e gerenciaram sistematicamente o desenvolvimento dos cursos. Com a publicação dos novos instrumentos de avaliação, esta estrutura foi novamente repensada e, aproveitando as experiências anteriormente exitosas, bem como as prerrogativas atuais do Ministério da Educação, o Conselho Universitário, órgão máximo da Instituição, nomeou em 2018 a Equipe Multidisciplinar do EAD, segundo a Resolução nº 021/2018. A Equipe Multidisciplinar é constituída por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, é responsável pela concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os recursos educacionais para a educação a distância e possui plano de ação documentado e implementado e processos de trabalho formalizados. A Equipe analisa e moderniza o Plano de Ação de EAD de forma perene, mantendo-o alinhado com as necessidades do mercado do século XXI, bem como com as vanguardas tecnológicas e metodológicas da educação. Suas reuniões são periódicas e sistemáticas, bem como todas as decisões são documentadas em atas. Dentro desta modernização da concepção da gestão do EAD, a equipe passou a ser responsável por analisar a Educação a Distância dentro de um conceito mais holístico, acompanhando e validando a concepção, produção e divulgação de toda a estrutura do Ambiente Virtual de Aprendizagem, bem como de todo o Material Didático. Esta equipe, assim como realizado anteriormente, trabalha em plena consonância com a Coordenação e NDE do curso Engenharia Elétrica, bem como com a Comissão Própria de Avaliação. A Equipe Multidisciplinar já foi responsável por indicação e estruturação de melhorias no Ambiente Virtual de Aprendizagem, aperfeiçoando a comunicação com os estudantes e o método pedagógico. 172 Neste sentido, a UNISA acompanha, no âmbito do curso de Engenharia Elétrica, as tendências da Educação a Distância, incrementando a sua estrutura gerencial que favorece o diálogo, a construção coletiva e o desenvolvimento e aprimoramento constante de seus cursos e processos. 21. Corpo Docente O corpo docente do curso de Engenharia Elétrica da UNISA conta com docentes titulados em programas de Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu. A experiência profissional e no magistério superior do corpo docente é bastante relevante para a formação dos estudantes e supera os requisitos de qualidade exigidos pelo MEC. A UNISA conta com Plano de Carreira Acadêmica registrado e homologado no Mistério do Trabalho e Previdência. 21.1. Titulação O Corpo Docente do curso conta com percentuais de titulação que atendem com excelência aos requisitos de qualidade do MEC, sendo mais de 90% com título de Doutor ou Mestre, obtido em programas de pós-graduação recomendados pela CAPES. O corpo docente analisa os conteúdos dos componentes curriculares, abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do discente, fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada, para além da bibliografia proposta, proporciona o acesso aos conteúdos de pesquisa de ponta, relacionando-os aos objetivos das disciplinas e ao perfil do egresso, e incentiva a produção do conhecimento, por meio de grupos de estudo ou de pesquisa e da publicação, fruto dos trabalhos desenvolvidos especialmente pelos Projetos Integradores. 173 21.2. Regime de Trabalho O regime de trabalhodo corpo docente do Curso de Engenharia Elétrica possui mais de 90% dos docentes em regime de trabalho em tempo integral ou parcial. O regime de trabalho do Corpo Docente permite o atendimento integral da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento aos discentes, a participação no NDE e no Conselho de Curso, o planejamento didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem, havendo documentação sobre as atividades dos professores em registros individuais de atividade docente, utilizados no planejamento e gestão para melhoria contínua. 21.3. Experiência Profissional Os docentes do curso contam com experiência profissional, excluída a experiência no exercício da docência superior, que permite apresentar exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da teoria ministrada em diferentes Componentes Curriculares, em relação ao fazer profissional. Os docentes estão capacitados e atualizados com relação aos conteúdos e práticas empresariais e promovem a compreensão da aplicação da interdisciplinaridade no contexto laboral e analisam e discutem as competências previstas no Projeto Pedagógico do Curso considerando a teoria e prática na área de conhecimento do curso. 21.4. Experiência no Exercício da Docência Superior Os Docentes do Curso contam experiência na docência superior. A experiência dos docentes permite a identificação de dificuldades dos discentes e superação destas dificuldades por meio de linguagem aderente às características dos estudantes. Os docentes ainda são capazes de apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos previstos no Projeto Pedagógico do Curso, elaborando atividades específicas que promovem a aprendizagem 174 dos discentes que apresentam dificuldades e avaliações diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática docente no período, exerce liderança e é reconhecido pela sua produção. 21.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação a Distância Do total de docentes do Curso de Engenharia Elétrica, 95% contam com mais de 5 anos de experiência na docência superior, incluindo a modalidade a distância, que implica na tutoria por meio do ambiente virtual de aprendizagem (AVA). A experiência dos docentes na modalidade a distância permite a identificação de dificuldades dos discentes e superação destas dificuldades, por meio de linguagem e atributos tecnológicos aderentes às características dos estudantes. Os docentes ainda são capazes de apresentar exemplos contextualizados com os conteúdos previstos no Projeto Pedagógico do Curso, elaborando atividades específicas que promovem a aprendizagem dos discentes que apresentam dificuldades. Os docentes do curso de Engenharia Elétrica exercem liderança na condução dos Componentes Curriculares sob sua responsabilidade e são reconhecidos por sua produção. 21.6. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica As atividades de pesquisa da Universidade Santo Amaro buscam fomentar o conhecimento tanto de seu corpo discente quanto do docente, por meio de projetos inovadores e aprofundamento científico, com a finalidade de ampliar e renovar conteúdos ministrados nas diversas áreas do conhecimento, bem como servir à comunidade em que se insere. As atividades de Pesquisa têm o envolvimento dos discentes em todos os níveis de formação, sob a orientação dos docentes da Instituição. Estas atividades de pesquisa estão, normalmente, vinculadas a um grupo de Pesquisa Institucional, cadastrado no CNPq, mantendo estreita relação com as áreas de conhecimento e linhas de pesquisa estabelecidas pela UNISA. 175 A Pesquisa na UNISA tem como principais objetivos, estimular o espírito investigativo; identificar e diagnosticar problemas e dificuldades das áreas do saber, em face aos desafios da contemporaneidade; contribuir para o desenvolvimento e aplicabilidade da política institucional; buscar soluções para os problemas específicos identificados nas respectivas áreas; colaborar para o aprimoramento do desempenho dos alunos em seus cursos superiores. Os programas de Pesquisa Institucional criam oportunidades de interação entre docentes, discentes, técnicos e a comunidade em geral, incentivando e aprimorando a qualidade da produção e divulgação científica da UNISA. A inserção regional e a continuada interação com a comunidade balizam os programas de Extensão Universitária e incentivam a criação de projetos assistenciais, gerando resultados para publicações científicas e a melhoria da qualidade de vida da comunidade. A Pesquisa ainda promove a produção científica que favorece o desenvolvimento artístico e cultural das regiões em que está inserida. Entre as atividades estão: a sistematização da história da Universidade, na forma de publicações, e a criação da Revista Veredas, cujo objetivo é a preservação e divulgação da cultura brasileira. A UNISA busca promover uma política de estímulo à iniciação científica, compreendendo desde a concessão de bolsas para os estudantes até a atribuição de carga horária para os docentes-orientadores, viabilizando trabalhos que sejam considerados de relevância. Assim, o Programa de Bolsas de Iniciação Científica da UNISA tem como objetivo incentivar os jovens acadêmicos a participar da pesquisa científica e tecnológica desenvolvida pelos docentes da Universidade. 176 22. Corpo Tutorial 22.1. Experiência no Exercício da Tutoria na Educação a Distância A UNISA foi uma das instituições pioneiras na oferta de cursos à distância no Brasil, promovendo uma evolução permanente de seus conceitos, modelos e tecnologias. Ao longo de mais de uma década, a visão da UNISA sobre a atividade de tutoria foi amadurecendo, ficando evidente para a instituição que a mediação pedagógica por meio da interface tecnológica era um dos fatores chaves na formação de alta qualidade para os estudantes da educação superior. Com essa visão, o exercício da Tutoria na UNISA é cuidadosamente delimitado e acompanhado, permitindo um alto índice de satisfação do estudante com o Corpo Tutorial, como verificado em relatórios institucionais periódicos. Toda esta atividade segue as Políticas de Ensino e de educação a distância preconizada no Plano de Desenvolvimento Institucional, que detalha que o tutor tem a função de promover o conhecimento científico e acadêmico; promover espaços de construção coletiva de conhecimento, por meio de atividades síncronas e assíncronas. Com esta concepção contemporânea do papel do Tutor, a UNISA investe na seleção de tutores com alta experiência e no processo permanente de atualização do corpo tutorial. Neste contexto, dos tutores vinculados ao curso de Engenharia Elétrica, a maior parte possui experiência maior que 5 anos de dedicação à educação a distância, o que lhes permite fornecer suporte às atividades dos docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes, demonstrar inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando processos de ensino aprendizagem, e orientar os alunos, sugerindo atividades e leituras complementares que auxiliam sua formação. Todas estas atividades estão descritas para a sua função e são constantemente acompanhadas pela Equipe Multiprofissional do EAD e avaliadas pela CPA, com a proposição de melhorias e incrementos ao processo. 177 22.2. Titulação e Formação do Corpo de Tutores do Curso A UNISA entende que a mediação pedagógica realizada pelos Tutores é uma atividade estratégica na construção do conhecimento pelo estudante, favorecendo o desenvolvimento das competências necessárias para que se atinja o perfil de egresso proposto. Deste modo, a Universidade investe na contratação de tutores altamente qualificados e com vasta experiência na Educação a Distância.Neste contexto, o Corpo Tutorial do curso de Engenharia Elétrica é formado por Tutores todos graduados nas áreas das disciplinas pelas quais são responsáveis. A maior parte dos Tutores alocados no curso de Engenharia Elétrica possui Mestrado em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu, reconhecidos pela CAPES. 22.3. Experiência do Corpo de Tutores em Educação a Distância Dado que a tutoria é compreendida como um fator estratégico para se garantir a excelência dos cursos de educação a distância, a UNISA investe constantemente no desenvolvimento e na seleção de tutores. Todo tutor que compõe o quadro da universidade passou por uma seleção muito rigorosa que garantiu a análise do perfil acadêmico e competências, bem como a avaliação de sua atividade profissional. Neste contexto, todos os tutores do curso de Engenharia Elétrica possuem experiência na atuação como mediadores pedagógicos por meio de interfaces tecnológicas. O Corpo Tutorial do curso possui, em média, 5 anos de contratação na UNISA, nesta área, sendo que todos estão trabalhando nesta função há mais de 2,5 anos. Durante este período, os Tutores já foram convidados a participar de diferentes cursos de atualização, planejados pelas equipes de gestão do EAD e pela Coordenação do curso com base nos resultados das avaliações da CPA e da avaliação de qualidade dos cursos. 178 Toda a experiência dos tutores, pautada em suas vivências e nas competências desenvolvidas constantemente nos cursos de atualização, permite que o discente conte com um processo de acompanhamento e mediação pedagógica bem estruturado e de alta qualidade, como verificado em relatórios qualitativos de atuação dos tutores. Os tutores são hábeis em identificar e categorizar as dificuldades dos alunos, bem como propor soluções. Este processo também corrobora com a atividade docente, multiplicando e consolidando o desenho pedagógico elaborado, assim como viabilizando a aplicação e acompanhamento das diferentes atividades propostas pelos docentes. Este processo sinérgico é mantido por meio das diferentes vias de comunicação entre tutores e docentes. A análise sistemática da atuação tutorial, resultado de sua experiência, permite identificar que os estudantes do curso de Engenharia Elétrica possuem alto nível de satisfação com a mediação pedagógica, identificando no tutor um parceiro facilitador do seu processo de aprendizagem. A troca constante de mensagens entre tutores e discentes permite a orientação individualizada com alta velocidade de resposta, nenhum aluno aguarda mais de 24 horas úteis por uma resposta ou orientação. Este diálogo propicia a criação de vínculo afetivo entre o estudante e o tutor. Dentro do planejamento da disciplina, o estudante possui acesso a inúmeros materiais de apoio, disponíveis no acervo virtual, sendo que o tutor atua, em muitos momentos, como curador de informação científica, orientando o aluno e fazendo a seleção e indicação de conteúdo adicional e mídias que possam facilitar a interação com o estudante. Este processo inovador de interação com afetividade é a prática mais exitosa desenvolvida recentemente, como são verificados nos relatórios qualitativos. Portanto, a experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às atividades dos docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes, demonstrar inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando processos de ensino aprendizagem, e orientar os alunos, sugerindo atividades e leituras complementares que auxiliam sua formação. 179 22.4. Interação entre Tutores, Docentes e Coordenadores de Curso a Distância Assim como preconizado no Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI, a UNISA entende que a educação se define como um processo de construção de relações, em que os alunos como seres ativos e interativos, na relação com o mundo, são responsáveis pela direção e significado daquilo que aprendem. Este processo se estrutura, então, em virtude do fazer e do refletir sobre o fazer. Para consolidar este preceito, o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica prevê a interação permanente entre Tutores, Docentes e Coordenação, visando a excelência da implementação do curso para manter o estudante como protagonista de seu processo de aprendizado. Este processo de interação está sistematizado e conta com uma vigorosa ferramenta de interação por meio da sala de discussão entre tutores, docentes e coordenação no ambiente de cada disciplina. Todos participam e constroem a discussão sobre as disciplinas e todo este processo fica documentado no Fórum. O produto desta discussão é encaminhado para o NDE, que conjuntamente com a Coordenação analisa e sugere aprimoramentos do processo. São realizadas avaliações periódicas para a identificação de problemas ou incremento na interação entre os interlocutores. Além da interação por meio do AVA, a UNISA também conta com uma ferramenta desenvolvida internamente, o GLPI, que viabiliza a comunicação sistemática entre Coordenadores de Polo, equipe Multidisciplinar do EAD e Coordenação de curso. Esta ferramenta é toda documentada, de tal forma que cada solicitação e fluxo de resposta é passível de ser mapeado e é gerenciado por relatórios periódicos. Neste fluxo, todas as comunicações precisam ser respondidas em 24 horas. Este processo permite a identificação rápida dos problemas e a possibilidade de resolver as fragilidades. A UNISA entende que apenas o processo fortalecido de comunicação e interação entre todos os interlocutores permite a gestão eficaz do processo educativo para se garantir que o estudante tenha acesso a um curso de excelência que o destaque como principal agente de sua formação acadêmica. 180 23. Infraestrutura 23.1. Espaço de Trabalho para Docentes em Tempo Integral A UNISA em sua sede conta com espaço de trabalho para docentes em tempo integral. O espaço viabiliza as ações acadêmicas, como planejamento didático-pedagógico, e atendem às necessidades institucionais. O local possui recursos tecnológicos de informação e comunicação apropriados e garantem a privacidade para os docentes e os discentes que são atendidos no espaço. O espaço destinado aos docentes em tempo integral também permite a guarda de material e equipamentos pessoais com segurança. 23.2. Espaço de Trabalho para o Coordenador A UNISA em sua sede conta com espaço de trabalho individual para o Coordenador. O espaço viabiliza as atividades de planejamento e gestão da coordenação e atende às necessidades institucionais. O local possui recursos tecnológicos de informação e comunicação apropriados e garantem a privacidade dos docentes e discentes que são atendidos pela Coordenação. O espaço destinado à Coordenação também possibilita formas distintas de trabalho e local seguro para a guarda de material e equipamentos pessoais. 23.3. Sala Coletiva de Professores A UNISA conta com sala coletiva de professores que facilita o trabalho docente, os recursos tecnológicos de informação e comunicação são apropriados para o quantitativo de docentes. O local ainda permite o descanso e atividades de lazer e integração, a guarda de equipamentos e materiais pessoais dos docentes de maneira segura, e dispõe de equipe técnico- administrativa própria. 181 23.4. Salas de Aula As salas de aula da UNISA, tanto na Sede quanto nos Polos, mantêm um padrão institucional: conta com recursos tecnológicos de informação e comunicação apropriados, carteiras escolares estofadas, conforto térmico, flexibilidade relacionada às configurações espaciais, e viabilizam diferentes possibilidades para ensino-aprendizagem comprovadamente exitosos. A UNISA conta com equipe permanente de manutenção das salas de aula. 23.5. Laboratórios de Informática Os alunos da UNISA contam com laboratório de informáticaem todos os Campi e Polos. Os laboratórios nos Polos atendem às necessidades institucionais e do curso em relação à disponibilidade de equipamentos, o conforto, a estabilidade e velocidade de acesso à Internet, contando com rede sem fio, hardware e softwares atualizados. Os laboratórios passam por avaliação periódica para verificação da adequação, qualidade e pertinência. 23.6. Biblioteca O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Santo Amaro - UNISA tem como propósito atender toda a comunidade acadêmica em suas necessidades informacionais, apoiando o desenvolvimento dos cursos existentes, a pesquisa científica e a difusão do conhecimento para toda a comunidade. Pautada pela inovação e criatividade, nossas bibliotecas colaboram permanentemente no cumprimento da Missão institucional de “Formar profissionais de excelência, éticos, empreendedores, com visão humanística e crítica, que respeitem a diversidade e atuem de maneira inovadora, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e sustentável.” 182 Os serviços oferecidos pela biblioteca compreendem: • Comutação Bibliográfica; • Consulta local e online dos catálogos; • Elaboração de ficha catalográfica para Trabalhos de Conclusão de Curso; • Empréstimo domiciliar; • Empréstimo entre Bibliotecas – EEB; • Levantamento bibliográfico; • Normalização de trabalhos acadêmicos; • Repositório Institucional; • Reserva e renovação local e online; • Serviço de referência especializado; • Serviços específicos ao portador de necessidades especiais; • Treinamento para acesso e uso das bases de dados; • Visita guiada. 23.6.1. Bibliografia Básica e Complementar por Unidade Curricular (UC) O acervo físico da UNISA está tombado e informatizado, tanto na sede como nos Polos de Apoio Presencial. O acervo virtual das Bibliotecas Pearson e Minha Biblioteca possuem contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários. Os acervos estão registrados em nome da Mantenedora da Universidade. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no Projeto Pedagógico do Curso e está atualizado, considerando a natureza dos componentes curriculares. O NDE do curso referenda a adequação da bibliografia, comprovando a compatibilidade, em cada bibliografia básica dos componentes curriculares do curso e a relação entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. 183 Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na sede e nos Polos de Apoio Presencial, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares e assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nos componentes curriculares. O acervo é gerenciado de modo a atualizar a quantidade de exemplares e assinaturas de acesso mais demandadas, sendo que a Biblioteca da UNISA adota plano de contingência para a garantia do acesso e do serviço na sede e nos Polos de Apoio Presencial. 23.6.2. Acervo O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Santo Amaro - UNISA é automatizado, no que diz respeito ao processamento técnico, aos trabalhos de circulação de materiais, aos usuários, à catalogação, à aquisição, aos parâmetros, aos relatórios e à consulta ao catálogo on-line, por meio da utilização do sistema Pergamum. O catálogo online do Sistema de Bibliotecas está disponível para consulta, reservas e renovações 24 horas por dia e o acesso se dá pelo site institucional da UNISA. O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano e o sistema de Classificação Decimal Dewey. Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais e/ou termos de doações. 184 As bibliografias de cada curso são discutidas e referendadas pelo Núcleo Docente Estruturante que analisa e garante, no âmbito de cada unidade curricular, a relevância para o processo de formação, a compatibilidade e a relação entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de acesso) disponível no acervo. A atualização do acervo é feita através de um trabalho conjunto entre a Biblioteca, Coordenadores de Curso e Pró Reitoria de Graduação e Inovação em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino e devidamente validadas pelo NDE – Núcleo Docente Estruturante. Este trabalho é realizado no início de cada semestre, obedecendo a Política de Desenvolvimento de Coleções da Biblioteca. São analisados e indicados títulos de abrangência temática, distribuídos entre as principais áreas do curso, para isto, o ponto de referência é o Projeto Pedagógico dos Cursos (PPCs). 185 Os títulos são adquiridos após a aprovação da implantação do curso na UNISA pelo seu Conselho Superior e são renovados e atualizados periodicamente. Outras indicações podem ser feitas no decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação. 23.6.3. Biblioteca Virtual A Biblioteca Virtual da UNISA foi criada para atender as necessidades de nossos alunos e professores dos cursos presenciais e a distância, com o objetivo de ampliar o acesso a informação, estendendo o conhecimento em seus diversos campos. Atualmente, a Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza de forma geral títulos de e-books, normas técnicas, jurisprudências e legislações e periódicos científicos, nas diversas áreas do conhecimento, com acesso de forma remota. 23.6.4. E-books A Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza acesso às bases de dados Minha Biblioteca e Biblioteca Virtual 3.0 (Pearson), que juntas oferecem milhares de títulos em todas as áreas do conhecimento: Quadro 2 - Acervo Geral de E-Books 186 Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na Sede, com instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta ininterrupta via Internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui exemplares e assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nos Componentes Curriculares. 23.6.5. Periódicos Científicos A Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza acesso as bases de dados EBSCO, RT Online, Target GedWeb, dentre outras, que juntas oferecem milhares de títulos em todas as áreas do conhecimento: 187 23.6.6. Plano de Contingência No Sistema Integrado de Bibliotecas da UNISA, o plano de contingência adotado tem como finalidade apresentar potenciais situações de risco dentro do ambiente das Bibliotecas e estabelecer diretrizes de ações para contingência desses eventos, assim como propor medidas preventivas para atenuar a probabilidade de ocorrência. No entanto, sabe-se que as realidades são mutáveis e podem apresentar variações ao longo do tempo. A fim de solucionar a questão apresentada, novas adversidades são previstas de adição nas reformulações e atualizações no Plano de Contingência, propondo-se sua revisitação constante e elaboração de uma nova versão a cada dois anos de uso. 23.7. Laboratórios Didáticos Os laboratórios são elementos fundamentais para o desenvolvimento e construção do conhecimento discente visto permitirem articular competências e habilidades, integrando a teoria das disciplinas com sua aplicação e prática do mercado de trabalho em que atuará em nível de estágio, profissionalmente ecomo egresso do curso. Neste contexto os laboratórios didáticos de dividem em dois grupos, Formação Básica e Formação Específica, aderentes com a justificativa para formação discente e que unificam os meios acadêmicos e profissional para permitir o contato com atividades práticas que exploram e instigam o discente a pesquisar, discutir, planejar, projetar, elaborar, criar soluções, seja baseada em premissas e pré requisitos para novidades, quanto para a solução de problemas e estudos de caso baseado em casos e necessidades reais de mercado e para atendimento da sociedade em geral. Os laboratórios, de Formação Básica e de Formação Específica, contam com metodologias que são complementares, onde se desenvolvem em determinadas disciplinas presencialmente para que o discente possa explorar as adversidades e dificuldades do dia a dia e de equipamentos, montagens e projetos reais, considerando variáveis externas durante sua execução, assim 188 como verificar o comportamento de máquinas, equipamentos, dispositivos e elmentos, seja pela sua diversidade de formas de operação e configuração, seja por possíveis problemas a serem solucionados, assim como pela extensa possibilidade na elaboração de diagramas, códigos e programas. Complementar a metodologia de práticas presenciais há os laboratórios virtuais, os quais apresentam modelos e simulação com rigor de detalhes e características dos sistemas reais, minimizando as abstrações da realidade, com a finalidade de proporcionar ao discente uma experiência imersiva no desenvolvimento e exploração de atividades cotidianas da atuação profissional nos mais diversos segmentos, assim como prepara para que o egresso tenha construído ao longo do curso conhecimentos, e desenvolvidos competências e habilidades no que se refere à virtualização da indústria, ou seja, virtualização dos mais diversos segmentos e setores de atuação que no contexto inovador exploram largamente a inserção da tecnologia, da Indústria 4.0 e das inovações. Ambas as metodologias, Presencial e Vitual, permitem formar um perfil egresso competitivo ao mercado, com habilidades e competências para unificar e articular as diversas tecnologias existentes, em desenvolvimento e as inovações aplicadas em sua trajetória profissional. 23.7.1. Laboratórios Didáticos de Formação Básica Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas. 189 O Curso de Engenharia Elétrica conta com laboratórios de formação básica, como: Informática, Laboratório Multidisciplinar de Física e Química e Laboratório Virtual. Os equipamentos e materiais utilizados nos laboratórios de formação básica estão detalhadamente descritos no Manual de Atividades Práticas do Curso. O Laboratório de informática oferece apoio às unidades curriculares de Tecnologia, Ciência e Pesquisa, Algoritmo e linguagem de Programação, Desenho Técnico; o Laboratório Multidisciplinar e o Laboratório Virtual atendem as demandas de Física Geral e Experimental I, Física Geral e Experimental II, Mecânica dos Fluidos e Ciência dos Materiais; e o Laboratório de Química e Biologia é utilizado para atender as demandas de Química Experimental. 23.7.2. Laboratórios Didáticos de Formação Específica Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das aulas ministradas. O Curso de Engenharia Elétrica conta com laboratórios de formação específica, como: Informática, Laboratório de Elétrica e Laboratório Virtual. Os equipamentos e materiais utilizados nos laboratórios de formação específica estão detalhadamente descritos no Manual de Atividades Práticas do Curso. O Laboratório de Informática oferece apoio às Unidades Curriculares de Conversão e Conservação de Energia, Eletrônica Básica, Eletrônica Aplicada, Eletrônica de Potência, Máquinas e Acionamentos Elétricos, Microcontroladores, Projetos Elétricos, Modelagem e Simulação de Sistemas, Controle de Sistemas Dinâmicos; e os Laboratórios de Elétrica e o Virtual 190 atendem as demandas de Eletrônica Básica, Eletrônica Aplicada, Eletrônica de Potência, Automação de Sistemas, Microcontroladores, Projetos Elétricos, Modelagem e Simulação de Sistemas, Controle de Sistemas Dinâmicos. 23.8. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de Material Didático A UNISA, ao longo dos seus mais de 15 anos de experiência na produção de materiais instrucionais para cursos a distância, acumulou muita experiência e aprimorou todos os seus processos de gestão e controle para permitir a expansão de suas atividades mantendo a alta qualidade de seus cursos. Para isso, a UNISA desenvolveu internamente sistemas informatizados robustos e desenhados especificamente para suprir as demandas institucionais, de acordo com suas políticas definidas no Plano de Desenvolvimento Institucional. Todo fluxo de produção de material instrucional está estruturado e documentado, com validação da Equipe Multidisciplinar do EAD e da Reitoria. Como se trata de um processo complexo e multiprofissional, além da delimitação do desenho, todas as equipes envolvidas no processo possuem reuniões quinzenais de alinhamento, para troca de experiências e discussão de demandas. A produção possui seu início na consolidação do Projeto Pedagógico Institucional, bem como na discussão do Plano de Ensino, atrelada ao Projeto Pedagógico do Curso. Após a análise sistemática do Plano de Ensino, validado pelo NDE do curso e aprovado pelo Conselho de Curso, inicia-se a fase de Desenho Instrucional da Disciplina, em plena articulação entre designs instrucionais, docentes e coordenação de curso. Finalizado o desenho, inicia- se o processo de produção propriamente dito, com o desenvolvimento de cada recurso que comporá a Trilha de Aprendizagem. Quando a produção é concluída todo o material passa por nova validação de docente, design instrucional e coordenador. Todo esse processo é acompanhado pela Equipe Multidisciplinar do EAD. Após as validações a equipe de LMS realiza o upload do material no ambiente virtual. O fluxo de 191 produção macro, bem como os fluxos de produção de cada mídia estão definidos e documentados. Para gerenciar este processo, as equipes contam com o auxílio de diferentes ferramentas, sendo que as duas principais foram desenvolvidas internamente. Todo o controle de disciplinas em oferta e matérias a serem produzidos é realizado por meio do sistema acadêmico, o Método, desenvolvido pela UNISA, em base Oracle. O repositório e controle de Unidades Curriculares é realizado por meio da Intranetna rede interna. A gestão da produção ocorre por meio do Portal dos colaboradores, também desenvolvido pela UNISA. Quando se inicia o upload de materiais, a UNISA possui rotinas estabelecidas de geração de relatórios gerenciais para garantir que todas as disciplinas estão disponíveis e os estudantes vinculados corretamente. No caso das provas presenciais, a UNISA utiliza o sistema AvaliA fornecido pelo Grupo A. O estudante agenda a prova dentro dos prazos definidos no calendário acadêmico, no dia da AVG se dirige ao Polo e realiza a prova em um computador do Polo. Cada Polo possui acesso controlado ao sistema Avalia e o Tutor Presencial precisa inserir uma senha para dar o acesso da prova para o estudante. Enquanto o aluno realiza a prova, o Tutor monitora e acompanha-o presencialmente. Deste modo, é possível quantificar e analisar cada etapa do processo, permitindo correções gerenciais e operacionais durante todo o fluxo. Ao longo dos anos a UNISA foi refinando seus indicadores e, hoje, conta com diferentes análises quantitativas e qualitativas para garantir a excelência de seus cursos. Neste sentido, a produção de material instrucional é avaliada por meio de indicadores objetivos tais como, número de mídias, tempo de aulas, número de páginas de leitura, número de acesso dos estudantes, notas atribuídas pelos estudantes para cada recurso disponibilizado, além de indicadores qualitativos como impressão dos estudantes sobre o processo, discutidos em grupos focais de avaliação, adequação dos conteúdos com o PPC do curso, analisado pelos NDEs, dentre outros fatores. Como a UNISA possui mais de 15 anos de experiência na produção de material instrucional, ela conta hoje com um vasto repositório de materiais produzidos, permitindo muita tranquilidade em seus planos de contingência, 192 uma vez que praticamente todas as disciplinas possuem versões prontas para publicação. Ainda assim, visando evitar a publicação de material não modernizado, a UNISA trabalha com um cronograma de trabalho antecipado que é seguido rigidamente por todas as áreas. Assim, o processo de controle de produção ou distribuição de material didático está formalizado, atende à demanda e possui plano de contingência para a garantia de continuidade de funcionamento e dispõe de um sistema informatizado de acompanhamento para gerenciamento dos processos, com uso de indicadores bem definidos. 193 24. Atividades de Extensão Entre as atividades de Extensão promovidas pelo Curso Superior de Bacharelado em Engenharia Elétrica estão: a capacitação dos alunos através de palestras e seminários ministrados por convidados e mesmo professores que possuem excelente experiência no mercado profissional; também estão as atividades culturais oferecidas pela UNISA, que integram a formação intelectual dos alunos, como apresentações musicais, teatro de empresa, experiências profissionais, exposição de trabalhos dos alunos; a promoção de eventos em parcerias com empresas: visitas e exposição de trabalhos em empresas, experiência de profissionais de destaque no mercado e na mídia, devidamente articulados com os alunos; os projetos de extensão em parceria com a comunidade: Trote Solidário - arrecadação de alimentos, conscientização ambiental e atividades científico-culturais promovidas pelos alunos e aberta a comunidade; além das Semanas de Estudos que é realizada com a participação da Coordenação do Curso, representantes de turmas, professores do curso e palestrantes externos, transmitidas ao vivo e gravadas para todos os Polos de Apoio Presencial da UNISA. A Semana de Engenharia e Tecnologia visa integrar os cursos das áreas de Engenharia e Tecnologia da UNISA que beneficiam aos estudantes dos Cursos Superiores de Engenharia e de Tecnologia. As atividades e eventos desenvolvidos contam com a participação de docentes e discentes que integram os grupos das Engenharias I, II, III, IV e Arquitetura, Urbanismos e Design e que são ofertados pela UNISA, considerando Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Elétrica, Engenahria da Computação, Engenharia de Software, Engenharia Civil, Engenharia Química, Engenharia de Meio Ambiente, Arquitetura e Urbanismo, CST em Gestão da Produção Industrial, CST em Automação Industrial, CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, CST em Design de Interiores, CST em Segurança do Trabalho. A oferta é realizada por meio digital, no caso de atividades e eventos UNISA por meio de seus canais oficiais, e atividades e eventos externo à organização, em acordo com a UNISA, são divulgados em ambos os canais oficiais, UNISA e 194 Organizador/Realizador. As atividades e eventos são ofertadas gratuitamente para todos os discentes dos cursos descritos acima, integrando nesta oferta todos os módulos e discentes. As atividades de Extensão são uma marca dos Cursos Superiores de Engenharia e Tecnologia e refletem a premissa do PDI da UNISA, no concerne a sua Missão e Visão institucional. Os alunos do curso Superior de Bacharelado em Engenharia Elétrica ainda realizam visitas técnicas com a finalidade de manter estreita a relação entre a Instituição e atividades práticas importantes para os futuros profissionais. A equipe de visitação é composta por docentes ou tutores nos Polos e discentes e é um importante instrumento de troca de experiências, integração e transformação. 195 25. Atividades de Pesquisa As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro – UNISA buscam gerar conhecimento por meio de projetos de inovação tecnológica, científica, humana, social e/ou artística, com a finalidade de engrandecer a área de conhecimento, servindo ao progresso da comunidade em que se insere. Estas atividades de Pesquisa encontram-se sempre vinculadas a um curso superior, presencial ou a distância, da área do objeto do estudo, e estão estruturadas em projetos, desenvolvidos por docentes, membros de Grupo de Pesquisa, que podem, ou não, orientar discentes, devendo manter relação direta com uma Linha de Pesquisa estabelecida pela Coordenação do curso e o NDE. A UNISA incentiva fortemente o estabelecimento de Projetos de Pesquisas que se utilizem da riqueza das diferentes regiões do país, em que existem Polos de Apoio Presencial, com a ativa participação de alunos do ensino a distância. Neste contexto, a inserção regional e a continuada interação com o mundo do trabalho, baliza o programa de incentivo a projetos de Iniciação Científica, que são implantados como parte do Projeto Pedagógico para os cursos de graduação e pós-graduação desenvolvidos. A definição das linhas de Pesquisa, bem como a aprovação dos projetos e Pesquisa na UNISA são de responsabilidade da Comissão de Pesquisa. Todas as atividades de pesquisa na UNISA visam: a) Gerar conhecimento na área do saber, colaborando para seu desenvolvimento; b) Propiciar aos discentes, formação diferenciada, introduzindo-os ao Método Científico, sua lógica e filosofia, dentro da indissociabilidade com ensino formal; c) Aprimorar os conteúdos técnico-científicos dos cursos superiores ao agregar novos conhecimentos de caráter interdisciplinar e de apoio instrumental; d) Contribuir para o desenvolvimento e aplicabilidade da política institucional de Pesquisa; 196 e) Criar oportunidades de interação entre docentes, discentes e a comunidade em geral; f) Incentivar e aprimorar a qualidade da produção científica da UNISA; g) Envolver docentes e discentes dos cursos superiores na realização de atividades de Pesquisa universitária e em ações voltadas ao estímulo da iniciação científica, contribuindo para a formação de excelência acadêmica e para o aperfeiçoamento da cidadania; h) Estimular o espírito investigativo e crítico; i) Identificar e diagnosticar problemas e dificuldades das áreasdo saber em face dos desafios da contemporaneidade; j) Buscar soluções para os problemas específicos identificados nas respectivas áreas; k) Incentivar a busca de temas interdisciplinares articulados com as atividades de Pesquisa; l) Estabelecer parcerias com órgãos públicos, privados e do terceiro setor, visando ao benefício da comunidade por meio da Ação Universitária; m) Cooperar para o desenvolvimento das propostas de convênios com entidades que ofereçam oportunidades de aprendizagem e aplicabilidade em atividades de Pesquisa. Os Coordenadores dos cursos oferecidos pela UNISA divulgam e incentivam a adesão de docentes e discentes aos programas de Incentivo à Pesquisa e de Iniciação Científica. A UNISA entende que a produção científica e cultural é uma dimensão imprescindível para a plena realização do caráter transformador do ensino e, desta forma, pretende estimular seu corpo docente não só a explorar e desenvolver as potencialidades de seus alunos, mas também na produção conjunta de trabalhos acadêmicos, sejam relacionados com os conteúdos das disciplinas ou com a especificidade do ensino a distância, que possam ser divulgados no Portal UNISA e em outras publicações. O Curso de Engenharia Elétrica integra o Grupo de Pesquisa em Engenharia, o qual se encontra devidamente cadastrado no CNPq e visa 197 agregar as linhas de pesquisa das Engenharias ministradas na UNISA, reforçando seu caráter interdisciplinar. Neste sentido, o grupo busca somar a experiência do corpo docente dos cursos para a produção e desenvolvimento da ciência, retornando estas atividades para a experiência de ensino e em projetos de extensão para a sociedade. O curso de Engenharia Elétrica da UNISA atualmente integra dois grupos de Pesquisa, diretamente o Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial e Robótica (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1870072019741944), e colabora com o Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7990308722424658). O Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial e Robótica tem por objetivo integrar as engenharias que compõem as concentrações III e IV da CAPES com a finalidade de desenvolver pesquisa, tecnologia e inovações por meio da base em sistemas robóticos e em inteligência artificial de modo a prover soluções para os ambientes industriais e processos, mobilidade processual e logística, ambientes médico odonto hospitalares, através de sistemas colaborativos, autônomos, aprendizagem de máquina e visão computacional, tecnologias assistiva e estudo de biônica. Neste grupo de pesquisa o curso de Engenharia Elétrica por meio de seus Pesquisadores, Docentes e Discentes atua colaborando e desenvolvendo Projetos de Pesquisa dentre as cinco linhas de pesquisa disponibilizadas: I. Sistemas Autônomos e Colaborativos: Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver algoritmos, sistemas e componentes mecânicos, eletromecânicos, eletrônicos que permitam desenvolver sistemas autônomos e colaborativos; estudar e desenvolver soluções para processos industriais e mobilidade processual e logística; estudar o impacto de sistemas autônomos e colaborativos inseridos nos processos e estrutura industrial, mobilidade e em ambientes médicos e odontológicos. II. Sistemas Embarcados e Robótica Avançada: Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver sistemas eletrônicos e embarcados para aplicação em processos, máquinas e equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos e técnicas de controle; desenvolver e aplicar sistemas de sensoriamento 198 inteligente; estudar o impacto da robótica avançada inserida nos processos e estrutura industrial, mobilidade processual e logística e em ambientes médicos e odontológicos; estudar e desenvolver sistemas embarcados com aplicação médica, ondotológica e hospitalar. III. Visão Computacional e Aprendizagem de Máquina: Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver sistemas de visão computacional para aplicação em processos, máquinas e equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos de aprendizagem de máquina; desenvolver e aplicar sistemas de visão computacional; estudar e desenvolver soluções com visão computacional e aprendizagem de máquina para controle de autonomia de processos industriais e mobilidade processual e logística; estudar e desenvolver soluções com visão computacional e aprendizagem de máquina como ferramenta auxiliar para monitoramento, diagnótico e tratamento de pacientes médicos e ondotológicos. IV. Aquisição e Processamento Digital de Sinais e Imagens: Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver métodos para aquisição de sinais e imagens em processos, máquinas e equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos de processamento digital para sinais e imagens; desenvolver e aplicar sistemas controle baseado na aquisição e processamento digital de sinais e imagens; estudar e desenvolver soluções com inteligência artifical e aprendizagem de máquina para monitoramento remoto e controle de processos, máquinas e equipamentos; estudar e desenvolver tecnologias para mobilidade processual e logística; estudar tecnologias para aquisição e processamento de sinais biomédicos; estudar diagnóticos de doenças em exames com imagens médicas. V. Tecnologias Assistiva e Biônica: Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver métodos flexíveis e viáveis para fabricação de tecnologias assistiva; aplicar manufatura aditiva e flexível na fabricação de tecnologias assistiva; estudar e 199 desenvolver tecnologias assistiva que se utilizam de mecânica, eletrônica, elétrica e/ou computação; estudar materiais mecânicos e eletrônica para aplicação em biônica; estudar e desenvolver tecnologias para biônica e tecnologias assistiva. O Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais tem por objetivo desenvolver a Pesquisa e Extensão na UNISA, contribuindo para a apropriação do conhecimento pelo estudante, mas também que este seja um multiplicador e que contribua para a sociedade dentro de sua linha de atuação. O grupo congrega pontos de vista da Engenharia Ambiental e Química e sua inserção na cidade, contribuindo para a construção do meio urbano de maneira mais sustentável. I. Energias Renováveis: A atuação concentra-se no desenvolvimento, aplicação, uso de soluções energéticas renováveis, estas que podem contribuir para diversos aspectos do meio urbano como mobilidade, contribuir para tomada de decisão, propor alternativas ao mercado de energia, políticas de incentivo etc. II. Poluição Ambiental: Concentrando-se na investigação e análise da poluição no meio urbano como corpos d’água, solo e ar, formas de prevenção, mitigação e soluções são abordados. A relação entre poluição e implementação de políticas públicas também são discutidas nesta linha de pesquisa. Tratando-se de pesquisa da área de Saúde ou do âmbito das Ciências Humanas que envolva experimentação com seres humanos, o projeto de Iniciação Científica deverá conter uma seção em que se explicite como estão sendo contemplados os aspectos éticos. Além disto, todos os Projetos de Pesquisa envolvendo seres humanos serão submetidos ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UNISA, para análise à luz das exigências éticas e científicas fundamentais. Para os estudos com modelos animais também é exigida análise a aprovação prévia da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UNISA. O Comitê de Ética em Pesquisa – CEP da Universidade Santo Amaro – UNISA, denominado CEP-UNISA, está devidamente regular junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP, na forma da Resolução nº 466 de 200 2012 do Conselho Nacional de Saúde – CNS, que define as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. O CEP-UNISA é um colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, criado para defender osinteresses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro dos padrões éticos. O CEP-UNISA atualmente conta com 10 membros, sendo 9 docentes das Áreas de Saúde, das Ciências Exatas, Sociais e Humanas, além de 1 membro da sociedade representando os usuários da UNISA.