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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO -ENGENHARIA ELÉTRICA

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1 
 
 
 
PROJETO PEDAGÓGICO DO 
CURSO DE BACHARELADO EM 
ENGENHARIA ELÉTRICA 
MODALIDADE EAD 
 
2022 
2 
 
Apresentação 
 
 
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Engenharia Elétrica 
da Universidade Santo Amaro (UNISA), na modalidade da Educação à 
Distância (EAD), em suas reuniões, analisou e discutiu amplamente a 
construção e atualização do Projeto Pedagógico de Curso (PPC). 
Nestas análises, o NDE tomou como base tanto as Diretrizes 
Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação em Engenharia, 
aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação, como o Projeto Pedagógico 
Institucional – PPI e o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI vigentes 
na Universidade. Foram discutidas e analisadas as competências que serão 
desenvolvidas nos estudantes ao longo de todo o curso e houve uma 
preocupação em assegurar que o PPC estivesse contextualizado, garantindo a 
formação de um profissional diferenciado que poderá atuar como agente 
transformador da realidade social. 
Todo este processo se alicerçou na tradição de mais de 50 anos da 
UNISA na formação de profissionais de excelência em todas as áreas de 
conhecimento, bem como no seu pioneirismo e experiência na oferta de cursos 
de graduação presenciais e a distância. Neste sentido, o presente projeto é 
inovador ao coadunar os melhores recursos tecnológicos, com metodologias 
ativas e integração permanente entre a teoria e a prática, pautado em uma 
concepção humanista de formação. 
Deste modo, esta atualização do Projeto Pedagógico de Curso – PPC foi 
concluída pelo NDE instituído pela Portaria da Reitoria nº 066/2022, que tem 
como componentes: 
 
Prof. Dr. Renato de Brito Sanchez 
Prof. Me. Claudio Monico Innocencio 
Profa. Dra. Cristina Ap. Vilas Boas de Sales Oliveira 
Prof. Me. Cicero Augusto de Souza 
Prof. Me. Cristiano Alves de Carvalho 
 
3 
 
Sumário 
 
1. Dados Gerais do Curso ............................................................................... 7 
1.1. Denominação do Curso ............................................................................... 7 
1.2. Periodicidade ............................................................................................... 7 
1.3. Carga Horária .............................................................................................. 7 
1.4. Modalidade de Curso ................................................................................... 7 
1.5. Modalidade de Ensino ................................................................................. 7 
1.6. Vagas ........................................................................................................... 7 
1.7. Tempo de Integralização .............................................................................. 7 
1.8. Atos Legais do Curso ................................................................................... 7 
1.8.1. Ato de Criação ......................................................................................... 7 
2. Histórico da UNISA ...................................................................................... 8 
3. Contextualização e Justificativa do Curso ................................................. 13 
3.1. Contextualização ....................................................................................... 13 
3.2. Justificativa do curso .................................................................................. 19 
4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ............................................... 23 
5. Objetivos do Curso .................................................................................... 27 
6. Perfil Profissional do Egresso .................................................................... 29 
6.1. As Competências ....................................................................................... 31 
7. Estrutura Curricular do Curso .................................................................... 33 
7.1. Matriz Curricular ........................................................................................ 36 
7.2. Disciplinas Eletivas .................................................................................... 40 
7.3. Quadro Resumo da Matriz ......................................................................... 42 
8. Conteúdos Curriculares ............................................................................. 43 
9. Metodologia de Ensino do Curso ............................................................. 132 
10. Estágio Curricular Supervisionado ........................................................... 135 
4 
 
11. Atividades Complementares .................................................................... 137 
12. Trabalho de Conclusão de Curso ............................................................ 138 
13. Apoio ao Discente .................................................................................... 140 
13.1. Programas de Bolsas........................................................................... 141 
13.1.1. Bolsas da Universidade Santo Amaro ........................................... 142 
13.1.2. Bolsas do Governo Federal ........................................................... 143 
13.2. Estímulos à Permanência .................................................................... 144 
13.3. Programa de Nivelamento ................................................................... 144 
13.4. Atendimento Psicopedagógico ............................................................ 145 
13.5. Organização Estudantil ........................................................................ 145 
13.6. Acolhimento do Ingressante ................................................................ 146 
13.7. Acompanhamento dos Egressos ......................................................... 146 
13.8. Oportunidade de Internacionalização .................................................. 147 
13.9. Ouvidoria ............................................................................................. 148 
14. Gestão do Curso e os Processos de Avaliação Interna e Externa .......... 149 
15. Atividades de Tutoria ............................................................................... 151 
15.1. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às Atividades de 
Tutoria ............................................................................................................ 151 
16. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-
Aprendizagem ................................................................................................ 154 
17. Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ............................................... 156 
17.1. Material Didático .................................................................................. 158 
18. Procedimentos de Acompanhamento e de Avaliação dos Processos de 
Ensino-Aprendizagem .................................................................................... 161 
19. Estudo para Definição de Vagas ............................................................. 164 
20. Gestão Acadêmica .................................................................................. 166 
20.1. Coordenação ....................................................................................... 167 
20.2. Conselho de Curso .............................................................................. 168 
5 
 
20.3. NDE ..................................................................................................... 170 
20.4. Equipe Multidisciplinar ......................................................................... 171 
21. Corpo Docente ......................................................................................... 172 
21.1. Titulação .............................................................................................. 172 
21.2. Regime de Trabalho............................................................................ 173 
21.3. Experiência Profissional ....................................................................... 173 
21.4. Experiência no Exercício da Docência Superior .................................. 173 
21.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação a Distância ........ 174 
21.6. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica ....................... 174 
22. Corpo Tutorial .......................................................................................... 176 
22.1. Experiência no Exercício da Tutoria na Educação a Distância ............ 176 
22.2. Titulação e Formação do Corpo de Tutores do Curso ......................... 177 
22.3. Experiência do Corpo de Tutores em Educação a Distância ............... 177 
22.4. Interação entre Tutores, Docentes e Coordenadores de Curso a 
Distância......................................................................................................... 179 
23. Infraestrutura ........................................................................................... 180 
23.1. Espaço de Trabalho para Docentes em Tempo Integral...................... 180 
23.2. Espaço de Trabalho para o Coordenador ............................................ 180 
23.3. Sala Coletiva de Professores ............................................................... 180 
23.4. Salas de Aula ....................................................................................... 181 
23.5. Laboratórios de Informática ................................................................. 181 
23.6. Biblioteca ............................................................................................. 181 
23.6.1. Bibliografia Básica e Complementar por Unidade Curricular (UC) ....................... 182 
23.6.2. Acervo ................................................................................................................... 183 
23.6.3. Biblioteca Virtual .................................................................................................. 185 
23.6.4. E-books ................................................................................................................. 185 
23.6.5. Periódicos Científicos ............................................................................................ 186 
23.6.6. Plano de Contingência .......................................................................................... 187 
23.7. Laboratórios Didáticos ......................................................................... 187 
6 
 
23.7.1. Laboratórios Didáticos de Formação Básica ......................................................... 188 
23.7.2. Laboratórios Didáticos de Formação Específica ................................................... 189 
23.8. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de Material Didático
 190 
24. Atividades de Extensão ........................................................................... 193 
25. Atividades de Pesquisa............................................................................ 195 
 
7 
 
1. Dados Gerais do Curso 
1.1. Denominação do Curso 
Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica. 
1.2. Periodicidade 
Trimestral. 
1.3. Carga Horária 
A carga horária total do curso é de 3670 horas (em horas-relógio). 
1.4. Modalidade de Curso 
Bacharelado. 
1.5. Modalidade de Ensino 
Educação à Distância (EAD). 
1.6. Vagas 
O curso conta com 400 vagas totais anuais. 
1.7. Tempo de Integralização 
Tempo de Integralização Mínimo: 5 anos. 
Tempo de Integralização Máximo: 10 anos. 
1.8. Atos Legais do Curso 
1.8.1. Ato de Criação 
O Curso de Engenharia Elétrica foi criado pela Resolução CONSUN 
nº 031/2017, de 26 de setembro de 2017. 
 
8 
 
2. Histórico da UNISA 
 
A Universidade Santo Amaro - UNISA é a realização do sonho coletivo 
da comunidade em levar educação e desenvolvimento para a região de Santo 
Amaro, um dos bairros mais tradicionais da maior cidade da América Latina, 
São Paulo. Um sonho que se manteve firme em seu propósito, mesmo com 
tantas turbulências econômicas e políticas vivenciadas pelo Brasil nas últimas 
cinco décadas. Mais que isso, um sonho que conseguiu ultrapassar as ruas da 
zona sul de São Paulo para ir de Norte a Sul do País, destacando-se também 
na Educação a Distância. Em mais de 50 anos de história, a UNISA foi 
responsável pela formação de milhares de profissionais, nas mais diversas 
áreas de atuação, promovendo valores que não mudam com o tempo, como a 
confiança, o comprometimento, a liberdade de expressão, a transparência, a 
ética e a moralidade. 
A Universidade desperta um sentimento de pertencimento aos que 
passam por ela, sejam estes professores, alunos ou colaboradores. Este 
sentimento só pode ser possível porque a UNISA mantém uma proximidade 
com seu público e tem compromisso com a qualidade. O corpo docente, 
formado essencialmente por mestres e doutores, sempre esteve focado em 
promover a melhor aprendizagem em consonância com a realidade do 
mercado. Além disso, a Universidade se mobiliza para oferecer serviços 
essenciais para a comunidade, por meio das suas clínicas e assessorias, 
mostrando, desde o princípio, a necessidade de atuar com responsabilidade 
social. 
Em 1967, Santo Amaro era uma região com intensa atividade industrial, 
esportiva e recreativa, com cerca de 950.000 habitantes, 4.200 casas 
comerciais, 2.900 indústrias, mas nenhuma instituição de ensino superior. A 
educação na região era uma necessidade social bastante latente. 
Os grandes precursores da ideia de construir uma instituição de ensino 
superior em Santo Amaro foram os próprios moradores. A entidade Sociedade 
Amigos da Capela do Socorro – SACS, que permanece em atividade até os 
dias de hoje, enviou uma solicitação formal à prefeitura, em 1967, para a 
9 
 
constituição de uma faculdade. O projeto inicial era a abertura dos cursos de 
Direito, Filosofia, Ciências Econômicas e Administração. 
O movimento social e político para a construção de uma instituição de 
ensino superior recebeu o incentivo massivo da população local e da imprensa, 
como os jornais Gazeta de Santo Amaro, A Tribuna e Jornal do Brooklin, que 
passaram a noticiar todas as decisões acerca deste tema. Com a doação do 
terreno do Sr. Emil Heininger para a construção da faculdade, surgiu uma outra 
necessidade: a de criar uma organização que pudesse responder legalmente 
pela doação, além do projeto pedagógico e da administração. Foi então que no 
dia 26 de junho de 1968 criou-se o Estatuto Social da Organização 
Santamarense de Educação e Cultura – OSEC. 
Em 1969, foi autorizado o funcionamento do curso de Medicina, que 
iniciou suas atividades na Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro. 
As dependências do campus no Jardim das Imbuias, atual Campus 
Interlagos, ficaram prontas um ano mais tarde. Porém, desde a assinatura do 
Estatuto, o curso de Medicina se dividia entre o prático, nas instalações da 
Santa Casa de Santo Amaro, por meio de um convênio com a Instituição, e o 
teórico no campus do Jardim das Imbuias. Paralelamente acontecia o processo 
de aprovação e regulamentação do curso de Medicina, junto aos órgãos 
federais, para o futuro exercício dentro das dependências do Jardim das 
Imbuias. 
Em 1974 iniciaram as aulas no Campus Interlagos, bem como os novos 
cursos de Comunicação Social (habilitação em Relações Públicas), Estudos 
Sociais com habilitações em História e Geografia, Serviço Social e Turismo, 
passando a constituir as Faculdades de Santo Amaro - FASA. 
Em 1975 foi autorizado a funcionar o Curso de Educação Física e neste 
mesmo ano, formou-se a primeira turma do Curso de Medicina. Em 1976, foi 
autorizado o Curso de Odontologia. 
Após a formação de três turmas de Medicina na Santa Casa, em 1978 o 
curso passa integralmente para o campus do Jardim das Imbuiase a parceria 
entre as duas instituições é dissolvida. Com isto, inicia a criação de um hospital 
dentro do próprio campus, o Hospital Escola Wladimir Arruda – HEWA. 
As Faculdades de Santo Amaro – FASA passaram por uma série de 
transformações. Em 1992, uma nova mentalidade visualizou a transformação 
10 
 
das pioneiras FASA em Universidade. Foi elaborado um projeto através de um 
Relatório da Comissão de Acompanhamento, para reconhecimento da 
Instituição como Universidade, o que veio a ocorrer no final de 1994, por meio 
do Decreto no 1.833 do Ministério da Educação e Desporto, publicado no Diário 
Oficial da União, em 30 de dezembro. Assim, a Instituição passou a se chamar 
Universidade de Santo Amaro – UNISA. 
A partir deste período, a Universidade inicia a multiplicação de unidades, 
criando novos campi para a continuidade da oferta de educação na região de 
Santo Amaro e, consequentemente, em São Paulo. Em 1997 foi inaugurado o 
Campus Metrô Adolfo Pinheiro, na área central de Santo Amaro, em um prédio 
da década de 1940, onde funcionava a antiga fábrica de relógios industriais, a 
Hora S.A. As áreas de Ciências Humanas, Sociais Aplicadas, Exatas e 
Tecnológicas foram transferidas para esta nova unidade. 
Ainda dentro de seu projeto de expansão, em 18 de agosto de 1999, foi 
inaugurado o Hospital Veterinário – HOVET da UNISA, com capacidade para 
atender animais de pequeno, médio e grande porte, tornando-se um espaço 
fundamental para o aprendizado dos discentes do curso de Medicina 
Veterinária e para a população, que passou a ter a possibilidade de tratar seus 
animais com procedimentos de última geração, de forma acessível. 
Comprometida com a democratização do ensino de qualidade no país e 
com a inclusão social, a UNISA desenvolveu seu projeto de Educação a 
Distância (EAD), transmitindo a sua primeira aula via satélite em 2005, com 
pioneirismo na área. A Portaria 1.176, do Ministério da Educação - MEC 
credenciou a UNISA para oferecer cursos de graduação, pós-graduação e 
extensão na modalidade a distância, por todo o território nacional. Em 2017, 
por meio da Portaria MEC nº 219, a Universidade alcançou o recredenciamento 
com nota 4 (escala de 1 a 5) para a oferta de seus cursos à distância. 
Atualmente, a universidade oferece o acesso à Educação Superior em mais de 
300 Polos de Apoio Presencial localizados em 26 estados brasileiros e o 
Distrito Federal, contando com a mais alta tecnologia e ensino de qualidade já 
demonstrado em sua tradição e pioneirismo acadêmicos. 
Em 2008, a UNISA, por meio da Portaria MEC nº 369, de 19 de maio, 
passou a ser mantida pelas Obras Sociais e Educacionais de Luz – OSEL, e 
11 
 
neste mesmo ano, foram criados dois cursos: Engenharia de Produção e 
Engenharia Ambiental. 
Em 2011, a UNISA foi recredenciada como universidade pelo MEC, 
conforme Portaria 1.662 de 28 de novembro, publicada no Diário Oficial da 
União de 29 de novembro. 
Em 2015, o Campus Metrô Marechal Deodoro é inaugurado no bairro de 
Santa Cecília, sendo o primeiro fora do bairro de origem. Em 2018, a UNISA 
credenciou o seu primeiro campus fora de sede, na cidade de Guarulhos. 
Neste mesmo ano, também foram lançados os cursos de Engenharia Mecânica 
e Engenharia Elétrica. 
A Universidade oferece mais de 80 (oitenta) cursos de graduação, em 
todas as áreas do saber. Na pós-graduação existem 4 (quatro) Programas de 
Pós-Graduação Stricto Sensu, mais de 100 (cem) cursos de Pós-Graduação 
Lato Sensu, 11 (onze) Programas de Residência Médica, 2 (dois) Programas 
de Residência Multiprofissional, em 7 (sete) áreas profissionais, e o Programa 
de Aprimoramento em Medicina Veterinária em 8 (oito) áreas. 
Desde sua criação a UNISA, por meio de ações de Responsabilidade 
Social, tem colaborado para a melhoria da qualidade de vida da população 
onde está inserida. Mutirões de atendimento à população da região são 
realizados continuamente em escolas fundamentais, creches e espaços 
públicos; atendimento médico, psicológico, fisioterapêutico, esportivo, 
odontológico, empresarial e jurídico também alcançam a comunidade do 
entorno. Além disso, a Universidade oferece programas de extensão focados 
na educação e empoderamento da população local, por meio da troca de 
saberes e fazeres entre a academia e a comunidade. 
A UNISA, em seus mais de 50 anos de existência, reafirmando a visão 
de “ser uma universidade reconhecida pela excelência de sua participação na 
transformação da sociedade, contribuindo para formação global do cidadão, na 
sua realização pessoal e profissional”, sustentada e apoiada pelo tripé da 
educação – ensino, pesquisa e extensão – está fortalecida em todas as áreas 
acadêmicas. 
A Universidade conta com uma estrutura de excelência em cada um dos 
campi e Polos de Apoio Presencial, com parques tecnológicos, laboratórios, 
clínicas e assessorias para oferecer as melhores condições de ensino aos 
12 
 
alunos. São quase 100 mil m2 de áreas construídas dedicadas ao 
conhecimento prático e teórico, de forma presencial ou a distância, de cursos 
de Graduação e Pós-Graduação. 
Toda esta história de sucesso e o compromisso da UNISA com a 
excelência na formação culminaram no processo de recredenciamento como 
Universidade pelo Ministério da Educação, alcançando nota máxima, 5, 
conforme portaria MEC no 420 de 20 de abril de 2020. 
13 
 
3. Contextualização e Justificativa do Curso 
 
3.1. Contextualização 
 
O sonho de formar talentos criativos, empreendedores e 
transformadores foi o que despertou a fundação da UNISA. Em suas primeiras 
décadas, tornou-se referência no desenvolvimento da cidade de São Paulo, 
constituindo uma história de excelência, qualidade e tradição cinquentenária na 
zona sul da capital paulista, pelos bairros de Santo Amaro. Todas as 
realizações que permeiam esta história foram alicerçadas no anseio de 
transformar a região em um núcleo educacional que atendesse aos moradores 
e trabalhadores que ali estavam. 
A UNISA acredita que pensar o processo de construção do 
conhecimento vai além das questões específicas inerentes à qualificação para 
o exercício profissional. Um componente bastante importante na concepção do 
planejamento e desenvolvimento da UNISA é o contexto em que a 
Universidade está inserida. A compreensão dos aspectos políticos, sociais, 
culturais, artísticos, econômicos e ambientais não são fenômenos estáticos ou 
isolados, mas dinâmicos e complexos, determinados pelo modo de 
organização da sociedade. Neste sentido, faz-se necessária a incorporação do 
espaço onde acontecem os processos sociais da população, além da reflexão 
crítica dos modelos vigentes de atenção à saúde, à educação, à cultura e à 
tecnologia. Esta compreensão ainda favorece a integração do aluno à rede de 
relações sociais, possibilitando assim a prática da integralidade e uma maior 
participação na construção de uma sociedade com a melhoria da qualidade de 
vida. 
O município de São Paulo, sede da UNISA, apresenta características 
marcantes, entre elas a diversidade provocada pelas enormes desigualdades 
entre os diferentes grupos sociais que a habitam, revelada pelas distintas 
formas de estruturação do espaço urbano e diferentes modos de apropriação 
dos bens e serviços produzidos pela cidade (Secretaria Municipal de 
Planejamento, 2000). 
14 
 
A cidade de São Paulo foi fundada em 25 de janeiro de 1554 e conforme 
dados do último CENSO do IBGE, ocorrido em 2010, possuía 11.253.503 
habitantes. A população estimada à época para 2020, também pelo IBGE era 
de 12.325.232 habitantes. A cidade possui 1.521,11 km² e uma densidade 
demográfica de 8102,79 habitantes por km². O Produto Interno Bruto (PIB) do 
município é de R$ 699,3 bilhões (2017). As principais atividades econômicas 
são: a indústria, o comércio, os serviços e a construção civil. O Índice de 
Desenvolvimento Humano (IDH) foi de 0,783, considerado muito altopelo 
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD. Ainda em 
2017, o IDH da Educação era menor e foi aferido em 0,725, com a taxa de 
alfabetização medida de 96,99%. 
Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS 
disponibilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego – TEM, atual Ministério 
do Trabalho e Previdênica, em 2020 a cidade de São Paulo contava com 
4.845.415 empregos formais (celetistas e estatutários) em 282.539 
estabelecimentos, sendo a Taxa de Desemprego de 13,2% no mesmo ano, 
conforme os dados do IBGE/Arte/BdF. 
Em 2020, a Região Metropolitana de São Paulo contava com 1.383 
estabelecimentos escolares de Ensino Médio, sendo o total de matrículas de 
382.664 estudantes. O Ensino Superior na cidade contava com 340 
estabelecimentos de Ensino Superior. O total de matrículas no Ensino Superior 
em 2020 foi de 948.826 estudantes (SEMESP, 2020). 
Segundo as informações do GeoCAPES, em 2020 o estado de São 
Paulo possuía 89.493 estudantes nos programas de Pós-Graduação Stricto 
Sensu entre programas de Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e 
Doutorados. 
A Secretaria Municipal de São Paulo conta com Subprefeituras que 
apoiam a gestão do município. As subprefeituras foram criadas mediante a Lei 
no 13.339/2002. O município também possui um Plano Diretor Estratégico na 
forma de uma lei municipal que orienta o desenvolvimento e o crescimento da 
cidade até 2030. 
Os quatro campi da Universidade se localizam na grande São Paulo, 
sendo três nas áreas das Prefeituras Regionais de Capela do Socorro, Santo 
Amaro e Santa Cecília e um no município de Guarulhos. As três Prefeituras 
15 
 
Regionais do município de São Paulo somadas possuem mais de 2,5 milhões 
de habitantes (IBGE e Fundação SEADE em janeiro/2017) e no município de 
Guarulhos registra-se cerca de 1,3 milhão de habitantes (IBGE e Fundação 
SEADE em janeiro/2017). 
O Campus Interlagos, sede da UNISA, está localizado na região da 
Prefeitura Regional de Capela do Socorro e tem como área de influência 
também a Prefeitura Regional de Parelheiros, com os distritos de Parelheiros e 
Marsilac, que abrange uma área de 360,6 km², representando quase que 25% 
dos 1.521,11 km² da cidade de São Paulo, com muitas nascentes de água que 
alimentam as represas Billings e Guarapiranga. 
Em Parelheiros a maior parte da população concentra-se junto ao centro 
urbano da região, mas ainda existem famílias que residem na zona rural, além 
de possuir três aldeias indígenas de cultura Tupi – Guarani. Possui seu 
território coberto pela Estratégia de Saúde da Família e recentemente 
inaugurou um hospital de nível secundário, cenário de práticas para os cursos 
da área da saúde da Universidade. Na lista do Índice de Desenvolvimento 
Humano encontra-se em penúltimo lugar entre os distritos de São Paulo. O 
distrito administrativo de Marsilac encontra-se na zona rural, apresentando 
pequenos núcleos urbanos em desenvolvimento. O distrito está situado na 
última posição do Índice de Desenvolvimento Humano de São Paulo, no que se 
refere à oferta de serviços, qualidade de vida e desenvolvimento urbano. Tanto 
na Capela do Socorro como em Parelheiros, há predomínio de população 
jovem, porém a população idosa, apesar de ser em menor número, possui 
maior risco, devido ao baixo nível socioeconômico e difícil acesso aos serviços 
de saúde, possuindo alto nível do índice de necessidades em Saúde, de 
acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. 
O Campus Metrô Adolfo Pinheiro está situado na Prefeitura Regional de 
Santo Amaro, no centro da região sul, oferecendo cursos nas áreas de 
Ciências Humanas e Exatas. É uma região dotada de muitos recursos na área 
da saúde e social, com excelente Índice de Desenvolvimento Humano e baixo 
Índice de Necessidades em Saúde. Possui população mais idosa e com maior 
nível socioeconômico. 
O Campus Metrô Marechal Deodoro está situado no bairro de Santa 
Cecília, que pertence a Prefeitura Regional da Sé, região central da cidade de 
16 
 
São Paulo, com mais de 431 mil habitantes. Esta região abriga um complexo 
executivo formado por grandes escritórios e órgãos públicos, dentre eles, a 
Prefeitura e Câmara Municipal, o Tribunal de Justiça de São Paulo, a sede do 
Ministério Público do Estado de São Paulo, a Biblioteca Mário de Andrade, o 
Teatro Municipal, entre outros. A oferta de cursos na região central da cidade 
de São Paulo pela UNISA deve-se principalmente ao atendimento das 
necessidades de locomoção das pessoas que trabalham no grande centro. 
Em 2019, a UNISA credenciou seu primeiro campus fora de sede na 
cidade de Guarulhos, em São Paulo. O Município distante 15 quilômetros da 
capital paulista é pertencente, juntamente com outros 39 municípios, à 
chamada Região Metropolitana de São Paulo ou Grande São Paulo. Na Região 
Metropolitana de São Paulo, é o maior polo de riqueza nacional. 
Na Educação à Distância (EAD) os espaços geográficos são amplos e 
capilarizados. Compreendem não apenas a região de Santo Amaro e bairros 
periféricos, mas várias outras regiões do país, com Polos em vinte e seis 
estados da Federação, mais o Distrito Federal, marcando sua presença do 
extremo sul ao extremo norte. Em 2018, a UNISA ultrapassou a marca de 300 
Polos de Apoio Presencial, chegando a uma área de abrangência com uma 
população de aproximadamente 120 milhões de pessoas. 
A política para identificação das regiões que poderão receber Polos de 
Apoio Presencial reafirma a história da Universidade Santo Amaro e colabora 
na consolidação e construção de sua Missão. Todos os Polos estão em 
territórios que notadamente se beneficiam com a presença de uma instituição 
pungente que agrega uma visão integrada da relação entre o ensino superior e 
a sociedade. Neste contexto, a Universidade se tornou parte de comunidades 
com Índices de Desenvolvimento Humano considerados muito baixos, com 
valores inferiores a 0,49 na área da Educação. 
Deste modo, os recursos da Educação a Distância superaram as 
barreiras territoriais e permitiram à UNISA outras formas de inserção na 
sociedade por meio da democratização da educação, estimulando o 
multiculturalismo e, consequentemente, o desenvolvimento humano. 
Neste sentido e de acordo com o posicionamento apresentado pelo 
Governo Federal do Brasil, em 2008, na abertura do Congresso Mundial de 
Engenheiros (WEC – World Engineers’ Convention), organizado pela primeira 
17 
 
vez nas Américas, em que se destaca em seu discurso a importância da 
Engenharia para a implementação de infraestrutura e outras benfeitorias que 
ofereçam melhores condições de vida à população, viu-se como necessária a 
formação de novos profissionais da categoria nos próximos anos: “Hoje, há 
mais demanda por engenheiros do que conseguimos formar.”1 
Frente a isso, segundo dados do Instituto de Estudos para o 
Desenvolvimento Industrial (IEDI), em 2010, apenas 5,1% dos egressos da 
educação superior eram do curso de Engenharia, sendo que cursos como 
Ciências Sociais e Direito alcançavam 27,3%2. Outro dado da pesquisa 
demonstra que a formação de engenheiros, por parcela de 10.000 habitantes 
no Brasil, é menor que países como México e Chile3, conforme Tabela 1. 
 
Tabela 1 - Porcentagem de Graduados em Engenharia para cada 10.000 
habitantes em diferentes países 
Países Selecionados - 2007- % 
País Eng/10.000 pessoas País Eng/10.000 pessoas 
Brasil 1,95 Suíça 7,17 
Turquia 3,28 Bélgica 7,51 
Grécia 3,89 Reino Unido 7,57 
Chile 4,07 Israel 7,89 
Eslovênia 4,34 Austrália 8,03 
Hungria 4,48 França 8,68 
Estados Unidos 4,60 Itália 0,36 
Alemanha 5,10 Dinamarca 9,44 
Áustria 5,38 Suécia 10,10 
Nova Zelândia 5,39 Japão 10,24 
México 5,40 Rep. Checa 11,53 
Canadá 5,45 Polônia 12,15 
Noruega 5,52 Rep. Eslovaca 12,63 
Holanda 5,79 China 13,41 
Estônia 6,27 Portugal 13,86 
Irlanda 6,50 Finlândia 16,37 
Espanha 6,53 Coreia do Sul 16,40 
Islândia 6,89 
Fonte: OECD,2010 
 
1 UNESCO. United Nations Educational, Scientific and Educational Organization. 
Disponível em: www.unesco.org.br. Acesso em 24/06/2009. 
2 3Fonte: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). Julho/2010 
 
18 
 
 
Neste contexto, a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São 
Paulo, durante sua preleção, em 2009, no VII Congresso Nacional dos 
Engenheiros, citou que nos países que mais crescem no mundo, como China e 
Índia, a graduação na área tecnológica chega a 30% do total de estudantes, 
enquanto no Brasil, situa-se em menos de um quarto deste percentual. Estes 
números indicam, como destacado no pronunciamento, a carência na 
formação de Engenheiros para que induzam e contribuam para o 
desenvolvimento nacional. Neste mesmo congresso, o Congresso Nacional do 
Brasil, discursando sobre a conjuntura e os engenheiros, ressaltou-se que: 
“Esta é uma nação por fazer e faltam engenheiros para tanto. Não há como 
superar as assimetrias competitivas sem esses profissionais e sem educação4.” 
Além disso, frente a uma crise político-econômica, e consequentemente 
de contenção de gastos públicos, o Governo Federal se viu obrigado a 
selecionar áreas prioritárias em suas políticas relacionadas à democratização 
do ensino superior. Juntamente com a formação de professores e profissionais 
da saúde, a Engenharia é destacada como área prioritária de formação de 
profissionais. Sobre isto, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 
declarou em 02/07/2015: 
[...] tem o objetivo de responder a necessidade 
de formação de profissionais em áreas estratégicas para 
o pleno desenvolvimento econômico e social do Brasil. As 
engenharias, para incrementar a produtividade da 
economia brasileira; a formação de professores, para 
auxiliar na melhoria da educação básica no país; e a área 
de saúde, para incrementar a qualidade dos profissionais 
de saúde que atendem, sobretudo, na rede pública de 
saúde brasileira.5 
 
 
4 FNE. Federação Nacional dos Engenheiros. Disponível em: www.fne.org.br. 
Acesso em 24/06/2009. 
5 BRASIL. Esclarecimento sobre o novo Fies. Disponível em: 
http://www.planejamento.gov.br/. Publicado em: 02/07/2015. Acesso em: 21/08/2015. 
19 
 
No final da década de 80, com a disseminação do conceito de 
desenvolvimento sustentável e devido aos problemas ambientais decorrentes 
do progresso da nossa civilização, tornou-se necessário um profissional que 
aliasse a evolução tecnológica com a proteção ambiental e o uso racional dos 
recursos naturais, além de promover a sustentabilidade das organizações. 
Neste cenário, surge a Engenharia Elétrica para a formação do 
profissional capacitado para desenvolver, projetar, planejar e executar planos, 
projetos e programas, com atuação eclética, dinâmica e multidisciplinar, que 
representa a base tecnológico-conceitual de diversas ênfases em Engenharia 
Elétrica, tais como as instalações elétricas em baixa e alta tensão, eletrônica, 
robótica, saúde, mobilidade, energia, telecomunicações, dentre outras. 
A necessidade de oferta deste curso envolve toda a extensão territorial 
brasileira, considerando não só a região onde está situada a sede da UNISA. 
Neste contexto, reforça-se que na Educação a Distância em Engenharia 
Elétrica os espaços geográficos são amplos e capilarizados, compreendendo 
não apenas a região de Santo Amaro, seus bairros periféricos e o Município de 
Guarulhos e Alto do Tietê, mas várias outras regiões do país, permitindo que a 
UNISA marque sua presença do extremo sul ao extremo norte, alinhada às 
demandas profissionais necessitadas pelas indústrias, empresas e pesquisas 
científicas no âmbito de atendimento ao Brasil e à sociedade como um todo. 
 
3.2. Justificativa do curso 
 
Existe atualmente no Brasil uma carência de formação de engenheiros, 
cujos impactos técnico, social, econômico e ambiental são imprescindíveis para 
a transformação do cenário socioeconômico corrente e o fomento ao 
desenvolvimento científico e tecnológico nacional. O perfil destes profissionais 
não deve apenas atender às necessidades do mercado de trabalho, mas 
também compreender os contrastes sociais e acompanhar o dinamismo das 
mudanças tecnológicas. 
Embora o interesse pelos cursos de Engenharia Elétrica venha 
crescendo com o passar do tempo, ainda está aquém da demanda nacional. 
Entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria - CNI, têm 
20 
 
feito estudos sobre o impacto da falta de engenheiros no desenvolvimento 
econômico brasileiro, enquanto órgãos governamentais, como a Financiadora 
de Estudos e Projetos - FINEP, patrocinam, desde 2006, programas de 
estímulo à formação de mais engenheiros no País. 
Segundo estimativas do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e 
Agronomia - CONFEA, o Brasil tem um déficit de 20 mil engenheiros por ano. 
Apesar de haver em torno de 600 mil engenheiros no país, o equivalente a 6 
profissionais para cada mil trabalhadores, países como os EUA e o Japão 
apresentam uma proporção da ordem de 25 engenheiros por mil trabalhadores, 
segundo publicações da FINEP. 
Enquanto o Brasil forma cerca de 40 mil engenheiros por ano, a Rússia, 
a Índia e a China formam 190 mil, 220 mil e 650 mil, respectivamente. Contudo, 
dos 40 mil engenheiros que se formam anualmente no Brasil, mais da metade 
opta pela Engenharia Civil, a área que menos utiliza a tecnologia. Assim, 
setores como os de petróleo, gás e biocombustíveis são os que mais sofrem 
com a escassez destes profissionais. 
Para atenuar o problema, o Governo Federal lançou em 2009 o 
programa BNDES Proengenharia, atualmente chamado de BNDES Finem, 
projeto elaborado com o objetivo de duplicar o número de engenheiros 
formados anualmente no país e de reduzir a altíssima taxa de evasão nos 
cursos de Engenharia, que em algumas instituições chega a 55%. 
A Associação Brasileira de Educação em Engenharia - Abenge, listou 
5.583 cursos de Engenharia no Brasil. Segundo dados do INEP, o Brasil 
formou 100.421 novos engenheiros em 2016, sendo 71,58% por instituições de 
ensino privadas e 28,42% públicas. Do total de formandos, 35.360 foram da 
Engenharia Civil, 17.344 de Produção, 11.434 de Mecânica e 9.728 de Elétrica. 
Estes formandos representam apenas 54,28% dos que ingressaram no 
Ensino Superior. Ainda segundo o INEP, de cada mil candidatos que prestam 
vestibular para um curso de Engenharia no Brasil, apenas 175 ingressam numa 
Instituição de Ensino Superior e somente 95 desses concluem os cursos. 
É neste cenário, com enfoque no perfil de egresso que a UNISA 
pretende formar, por meio de reuniões da coordenação do curso com os 
docentes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e do Conselho do Curso 
Superior de Bacharel em Engenharia Elétrica, ouvindo a representação 
21 
 
discente do Curso de Engenharia Elétrica, baseado ainda nos dados 
estatísticos do CONFEA/CREA e da crescente demanda apresentada em 
dados da indústria nacional, que entende-se estar o mercado carente de 
profissionais aptos a atender a estas demandas. 
Com a implantação e o fortalecimento do curso de graduação na área de 
Engenharia Elétrica EAD da UNISA, almeja-se o desenvolvimento e a 
aplicação de inovações tecnológicas nos segmentos industriais no Brasil; o 
desenvolvimento das regiões por meio do apoio técnico; a criação de 
empreendimentos de base tecnológica visando a utilização de recursos 
próprios das regiões; o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa que 
fomentem a inserção de tecnologias inovadores no mercado nacional; o 
desenvolvimento das indústrias por meio de parcerias entre a UNISA e 
empresas. Além disso, a implementação do curso de Engenharia Elétrica visa 
contribuir para a consolidação da UNISA como promotora do desenvolvimento 
técnico e científico em todo o território nacional. É neste sentido que sejustifica 
a oferta do Curso de Engenharia Elétrica na Universidade Santo Amaro, visto 
que a nação está em amplo desenvolvimento e necessita de profissionais 
qualificados que busquem a aplicação das tecnologias, o desenvolvimento de 
inovações tecnológicas, a utilização de tecnologias mais limpas e o 
desenvolvimento de projetos e produtos contemplando as dimensões 
ambientais, econômicas e sociais. 
A formação em Engenharia Elétrica pela UNISA permite ao profissional 
habilitado atuar em diversos setores da economia, permitindo ao(a) 
Engenheiro(a) avaliar problemas de forma global, com forte base científica e 
conhecimentos em diversas áreas da elétrica, referentes à geração, 
transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica, equipamentos, 
materiais e máquinas elétricas, sistemas de medição e controle elétricos, 
materiais elétricos e eletrônicos, equipamentos eletrônicos em geral, sistemas 
de comunicação e telecomunicações, sistemas de medição e controle elétrico e 
eletrônico, seus serviços afins e correlatos, levando em consideração também 
os aspectos humanos e sociais, econômicos, materiais, energéticos, 
tecnológicos e ambientais, visando atender as demandas de empresas dos 
setores primário, secundário e terciário. 
22 
 
Atuando profissionalmente, o egresso formado em Engenharia Elétrica 
na UNISA possui diversas oportunidades para se inserir no mercado de 
trabalho, podendo atuar, por exemplo, nas áreas de indústrias automobilística, 
metalmecânica, química/petroquímica, aeronáutica/aeroespacial, naval, de 
energia, agronegócio, saúde etc; em projeto e manutenção de sistemas 
elétricos, eletrônicos, mobilidade, geração de energia e instalações prediais e 
industriais; no desenvolvimento e montagem de circuitos, máquinas e 
equipamentos; e em atividades acadêmicas. 
Logo, o profissional egresso do curso de Engenharia Elétrica da UNISA 
está apto a desenvolver atividades conforme a Resolução 218/73 do CONFEA 
para: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, 
projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, 
assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, 
avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e 
função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação 
técnica; extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e 
controle de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra 
e serviço técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho 
técnico; condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou 
manutenção; execução de instalação, montagem e reparo; operação e 
manutenção de equipamento e instalação; execução de desenho técnico. 
O perfil do aluno do curso de Engenharia Elétrica deverá ser aquele que 
pressupõe o aperfeiçoamento dos sentidos para viver e compreender o mundo, 
paralelamente à instrumentalização teórico-metodológico e técnica. Este perfil 
deverá ser construído em consonância com a notável evolução que a ciência e 
a tecnologia vêm apresentando nas últimas décadas. 
23 
 
4. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso 
 
Conforme o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI a graduação 
presencial e a distância da Universidade Santo Amaro – UNISA primam pela 
excelência na construção do conhecimento, que ganha relevância quando 
deixa explícita sua potencialidade de ampliar o acesso à educação, sendo um 
forte aliado do processo de democratização da educação e do saber. 
A concepção de educação que fundamenta a prática pedagógica visa, 
sobretudo, um processo de acompanhamento permanente e suporte aos 
alunos, que preserva em seu interior: compromisso político-pedagógico, ética, 
respeito à identidade cultural, competência técnica e rigor científico. 
A concepção de aprendizagem dos cursos presenciais e a distância na 
UNISA contempla a efetiva interação entre os envolvidos no processo, o que 
exige compreender o papel do professor como mediador, e não como 
transmissor da informação, e conceber o aluno como protagonista de seu 
processo de aprendizado. 
As ações didático-pedagógicas estão centradas na estimulação à 
imaginação e à criatividade, procurando exercitar o raciocínio analítico e a 
capacidade de realização. A ideia de mediação perpassa todo o procedimento 
didático do professor. 
Os cursos da UNISA privilegiam o uso de Metodologias Ativas, que são 
empregadas em diferentes Unidades Curriculares, com abordagem 
interdisciplinar. 
O curso de Engenharia Elétrica busca o desenvolvimento integral de 
seus estudantes, tanto nos aspectos profissionais, quanto nos aspectos 
culturais, econômicos, morais, sociais e ambientais. Assim, o Projeto 
Pedagógico do Curso (PPC) está alinhado com o Projeto Pedagógico 
Institucional (PPI) e com o PDI da UNISA. As metodologias adotadas no curso, 
o sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem, a avaliação 
institucional do corpo social e a gestão acadêmica do curso estão alinhados 
com as políticas institucionais da UNISA. 
As ações pedagógicas são discutidas e construídas de forma coletiva, 
com a participação ativa dos docentes que integram o curso, fortalecendo a 
24 
 
cultura da gestão planejada, democrática e participativa, proporcionando o 
desenvolvimento e crescimento das áreas acadêmica e administrativa em 
concordância com a Missão Institucional. A Coordenação de curso e o Núcleo 
Docente Estruturante (NDE) conduzem o processo no âmbito de suas 
competências, nas questões relacionadas ao desenvolvimento do PPC, aos 
Conteúdos Curriculares, às Referências Bibliográficas, às Atividades Práticas e 
outras atividades relacionadas ao curso. 
O PPC apresenta preocupação com a qualidade do curso, mediante a 
um conjunto de atividades que passam pelo acompanhamento, incentivo e 
embasamento teórico do corpo docente, mediante a adoção de um sistema de 
ensino que incentiva o olhar crítico em torno não só dos aspectos ligados à sua 
profissão, mas também aos político-econômicos e sociais. O estímulo à 
execução de um projeto pedagógico democrático, em que as experiências do 
saber empírico sejam consideradas como reserva estratégica para a 
construção do saber científico é inspirado no PDI da UNISA. 
A UNISA implementou linhas básicas de ação comprometidas com a 
indissociabilidade do Ensino, Pesquisa e Extensão que propiciam uma contínua 
avaliação de propostas desenvolvidas e conhecimentos produzidos no âmbito 
do curso. O curso segue as diretrizes do PDI da UNISA quanto à 
responsabilidade de formar profissionais qualificados, com princípios éticos, 
consciência da realidade socioambiental, política, econômica e cultural, 
equipados com adequado instrumental de conhecimento científico e técnico, 
que lhes permitam atender às suas necessidades como seres humanos e atuar 
positivamente na realidade como agentes transformadores do meio 
circundante. 
Neste contexto, está inserida a Pesquisa como instrumento e meio para 
o desenvolvimento do Ensino, viabilizando a aprendizagem e gerando o saber. 
Para tanto, o curso proporciona condições materiais e recursos humanos para 
as atividades de Pesquisa, que visam à solução de problemas inerentes, por 
meio de grupos de pesquisa e incentivos para que os trabalhos acadêmicos 
sejam sistematizados e adequados aos princípios científicos. Os alunos são 
estimulados a submeterem seus trabalhos no Congresso de Iniciação Científica 
da UNISA, realizado anualmente, assim como em eventos na área de 
25 
 
formação, tais como congressos, seminários, mesas redondas, palestras e 
workshops. 
Os trabalhos de pesquisa e atividades complementares são orientados 
tanto para um exercício contextualizado da atividade profissional, quanto para a 
busca de um conhecimento maior da realidade em que o aluno esteja inserido, 
seja tratando de desvendar ou explicitarvocações regionais, seja levantando o 
potencial econômico ou cultural existente. Com isto, o curso e o acadêmico 
podem contribuir para a produção de conhecimento, não apenas a sua 
reprodução. 
O Curso de Engenharia Elétrica integra o Grupo de Pesquisa em 
Engenharia, o qual se encontra devidamente cadastrado no CNPq e visa 
agregar as linhas de pesquisa das Engenharias ministradas na UNISA, 
reforçando seu caráter interdisciplinar. Neste sentido, o grupo busca somar a 
experiência do corpo docente dos cursos para a produção e desenvolvimento 
da ciência, retornando estas atividades para a experiência de ensino e em 
projetos de Extensão para a sociedade. 
Os estudantes da UNISA são estimulados a desenvolver uma interação 
dialógica entre a esfera universitária e a comunidade onde se inserem. Assim, 
eles podem vivenciar e aplicar os seus aprendizados, bem como desenvolver 
novas competências e saberes, em projetos de Extensão construídos 
coletivamente. 
O trabalho junto aos docentes experientes desenvolve um diferencial na 
formação dos discentes que participam das atividades desenvolvidas no curso 
de Engenharia Elétrica e contribuem na capacitação profissional, com 
alinhamento entre teoria e prática, baseando-se no desenvolvimento do 
conhecimento, habilidades e atitudes face aos desafios da contemporaneidade, 
preparando o egresso para atuar e comprovar experiência profissional em sua 
área de formação. Dentre as atividades, são realizadas: 
• Capacitação dos alunos através de palestras e seminários 
ministrados por convidados e mesmo professores que possuem 
excelente experiência no mercado profissional; 
• Atividades científico-culturais que integram a formação intelectual 
dos alunos, como apresentações musicais, teatro de empresa, 
experiências profissionais, exposição de trabalhos dos alunos; 
26 
 
• Promoção de eventos em parcerias com empresas: visitas e 
exposição de trabalhos em empresas, experiência de 
profissionais de destaque no mercado e na mídia, devidamente 
articulados com os alunos; 
• Projetos de Extensão em parceria com a comunidade: 
arrecadação de alimentos, conscientização ambiental e atividades 
científico-culturais promovidas pelos alunos e aberta a 
comunidade. 
O Congresso de Iniciação Científica é o maior evento científico interno 
da UNISA, e por isso está previsto do calendário acadêmico. Com a constante 
valorização da Pesquisa e da produção científica, o objetivo é demonstrar os 
resultados dos esforços de discentes e docentes na produção científica, 
permitir a divulgação dos trabalhos em andamento ou em fase de conclusão e 
favorecer que os estudantes compartilhem suas pesquisas com a comunidade 
acadêmica. 
O curso articula conteúdos que refletem as práticas de ensino, de 
Pesquisa e de Extensão, criando-se um forte vínculo entre teoria e prática por 
meio dos projetos integradores e outras atividades práticas comprovadamente 
exitosas e inovadoras. A partir da avaliação das práticas no curso, as políticas 
institucionais são revistas periodicamente. 
O estabelecimento de parcerias de cooperação com Universidades 
Internacionais e Centros de Pesquisa figuram entre as ações instituídas de 
Internacionalização da UNISA, que contempla a expansão da Área de 
Pesquisa e Extensão, assim com a criação de oportunidades para a mobilidade 
acadêmica. Os Acordos de Cooperação firmados pela UNISA apresentaram 
uma expressiva expansão nos últimos anos. 
27 
 
5. Objetivos do Curso 
 
Os objetivos do curso estão implementados considerando o perfil 
profissional do egresso, a Estrutura Curricular e o contexto educacional, as 
características locais e regionais onde o curso está instalado, os aspectos 
globais, de segurança e saúde, assim como ser capaz de reconhecer as 
necessidades dos usuários, formular, analisar e resolver de forma criativa, os 
problemas de Engenharia, além de práticas inovadoras e emergentes no 
campo do conhecimento relacionado ao curso. 
O curso de graduação em Engenharia Elétrica EAD da UNISA visa 
formar um profissional com base científica e tecnológica sólida para a 
mobilização de conhecimentos, na identificação e resolução de problemas de 
impacto ambiental, além de uma compreensão humanista, crítica e reflexiva de 
sua atuação, sempre exercendo sua profissão dentro dos preceitos da ética. 
Com base no contexto educacional, a Estrutura Curricular forma um egresso 
generalista, capacitado para o planejamento, execução, monitoramento e 
avaliação de sistemas de prevenção e controle da poluição ambiental e a 
promoção da qualidade ambiental através da aplicação de princípios 
tecnológicos. 
Em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e 
ao Plano Pedagógico Institucional (PPI), o Projeto Pedagógico de Curso (PPC), 
com base na indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão, busca 
suportar a contínua e dinâmica evolução do curso de Engenharia Elétrica frente 
às constantes alterações nos cenários tecnológicos, científicos, econômicos, 
ambientais e sociais. 
Neste sentido, o curso de graduação em Engenharia Elétrica da UNISA 
tem por objetivo central ofertar à comunidade um curso moderno e de alta 
qualidade, formando Engenheiros Eletricistas com base científica e tecnológica 
sólida para a mobilização de conhecimentos visando a identificação e 
resolução de problemas. Para isto, o curso oferece um forte embasamento nas 
ciências básicas, capacitando ao egresso aplicar as competências adquiridas, 
permitindo que o mesmo atue de forma inovadora e sustentável, além de gerar 
28 
 
e transferir conhecimentos que garantam a melhoria das condições de vida da 
comunidade em que está inserido. 
Além disso, com base no contexto educacional, a Estrutura Curricular 
forma um egresso generalista, capacitado para o planejamento, execução, 
monitoramento e avaliação de sistemas. 
Por fim, a Estrutura Curricular propiciará que o egresso seja capaz de 
conceber, projetar, implementar, operar, controlar e manter sistemas elétricos, 
eletromecânicos, eletrônicos, telecomunicações, emergoa, automáticos, 
robótica e relacionados à mobilidade de pessoas e coisas. 
Os objetivos específicos da formação na Engenharia Elétrica da UNISA, 
contempla as competências propostas para formação do egresso, são eles: 
• Fornecer sólidos conhecimentos em ciências básicas e 
tecnológicas; 
• Capacitar os profissionais para soluções tecnológicas pela 
abordagem sistêmica dos problemas de Engenharia Elétrica; 
• Formar profissionais voltados à Engenharia Elétrica aptos para 
sua inserção em diferentes setores do mercado de trabalho, 
preparados para o desenvolvimento sustentável da sociedade; 
• Preparar profissionais capazes de compreender e atuar no meio 
de constantes transformações científicas, tecnológicas e culturais; 
• Formar profissionais para promover o desenvolvimento 
sustentável, aliando a aplicação dos conhecimentos tecnológicos 
e a otimização dos recursos disponíveis; 
• Estimular o desenvolvimento do espírito científico e do 
pensamento reflexivo, crítico e criativo na identificação e 
resolução de problemas; 
• Incentivar a pesquisa e a docência, visando ao desenvolvimento 
da ciência e da tecnologia, bem como da criação e difusão dos 
conhecimentos da Engenharia Elétrica; 
• Proporcionar formação humanística para promover o trabalho em 
equipe e desenvolver lideranças na gestão e coordenação 
conjunta de projetos, e, 
• Desenvolver e promover postura ética da profissão. 
29 
 
6. Perfil Profissional do Egresso 
 
O perfil profissional do egresso está de acordo com as Diretrizes 
Curriculares Nacionais (DCN) da área de Engenharia e expressa as 
competências a serem desenvolvidas pelo discente e articula-as com 
necessidades locais e regionais, agregando e contribuindo para o 
desenvolvimento da sociedade onde ele está inserido. 
O Engenheiro Elétrico formado pela UNISA desenvolve habilidadeshumanas, técnicas e a competência adequada para a liderança na condução 
das diversas áreas de atuação relacionadas a sua atribuição, de maneira 
eficiente e eficaz, conforme as DCN para o curso. 
Entre as habilidades humanas estão: as atitudes sob os princípios da 
Ética, dos Direitos Humanos, das relações étnico-raciais, do contexto histórico 
afro-brasileiro Africana e indígena, da Política de Educação Ambiental e da 
Acessibilidade Atitudinal, que conjuntamente caracterizam a postura cidadã, 
privilegiada na formação dos estudantes da UNISA. 
No exercício profissional, este engenheiro está preparado para as 
constantes mudanças que são impostas pelo mercado. Esta postura é 
exercitada, no decorrer do curso e nas atividades de extensão oferecidas. São 
ações interdisciplinares atuando em comunidades de diversos contextos, 
exigindo o exercício dos conceitos supracitados, dos conhecimentos técnicos 
aprendidos no curso e das habilidades de relações interpessoais baseadas na 
ética profissional. 
O egresso da UNISA desenvolve a iniciativa, a criatividade e a 
capacidade de transferir os conhecimentos adquiridos em sala de aula para a 
prática profissional. 
As atividades práticas, promovidas pelo curso, aliadas sempre com a 
teoria, formam um profissional caracterizado pela qualificação tecnológica e 
humana e que são capazes de mobilizar os conhecimentos adquiridos durante 
o curso para tomar decisões eficientes e propor soluções rápidas e eficazes, 
desde os conceitos básicos de Engenharia até aplicações inovadoras nos 
campos da Indústria de Transformação, Agronegócio, Robótica, Mobilidade, 
Saúde e de integração com outras Engenharias. 
30 
 
As atividades obrigatórias como Projeto Integrador, Trabalho de 
Conclusão de Curso e Estágio consolidam a práxis da junção entre teoria e 
prática. 
A sólida base das chamadas ciências puras, aliado ao conhecimento 
tecnológico, profissionalizante e específico, contribuem para o excelente 
desenvolvimento das competências esperadas para o exercício da profissão, 
além de proporcionar desenvoltura necessária para a atuação na área 
acadêmica. Agregado a isso, o desenvolvimento da capacidade crítica e de 
conteúdos de formação humanística no curso proporcionam uma visão holística 
das questões no cotidiano deste profissional. 
A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos 
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e 
habilidades gerais: 
• Formular e conceber soluções desejáveis de Engenharia, 
analisando e compreendendo os usuários dessas soluções e seu 
contexto; 
• Analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos; 
• Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e 
instrumentais à Engenharia; 
• Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; 
• Conceber, desenvolver e analisar produtos, processos, projetos e 
sistemas; 
• Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços 
de Engenharia, de modo a atender os aspectos técnicos e 
econômicos; 
• Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia; 
• Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; 
• Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; 
• Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; 
• Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; 
• Atuar e desenvolver a liderança em equipes multidisciplinares, de 
modo a facilitar a construção coletiva; 
• Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; 
31 
 
• Avaliar o impacto das atividades da Engenharia no contexto social 
e ambiental; 
• Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia; 
• Considerar aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, 
ambientais e de segurança e saúde no trabalho; 
• Adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua 
prática; 
• Assumir a postura de permanente busca de atualização 
profissional. 
O Engenheiro graduado pelo Curso de Engenharia Elétrica da UNISA 
está plenamente capacitado a empreender ou atuar em empresas de porte, 
com natureza e modelos organizacionais diversos, quer seja de caráter público 
ou privado, prestadora de serviços, indústria, terceiro setor ou de maneira 
autônoma. 
6.1. As Competências 
 
A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos 
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e 
habilidades gerais: 
• Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e 
instrumentais à engenharia; 
• Projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados; 
• Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; 
• Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços 
de engenharia; 
• Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; 
• Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; 
• Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; 
• Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; 
• Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; 
• Atuar em equipes multidisciplinares; 
• Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; 
32 
 
• Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social 
e ambiental; 
• Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; 
• Assumir a postura de permanente busca de atualização 
profissional. 
33 
 
7. Estrutura Curricular do Curso 
 
Norteada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) aprovadas pelo 
Conselho Nacional de Educação, a concepção e a atualização dos currículos 
na UNISA se traduzem em estratégias que possibilitam a formação de 
profissionais que atuem como agentes de transformação social, criando 
alternativas para enfrentar os desafios que emergem no mundo 
contemporâneo. 
A Estrutura Curricular implementada considera a flexibilidade, a 
interdisciplinaridade, a acessibilidade metodológica, a compatibilidade da carga 
horária total, a articulação da teoria com a prática, a oferta da disciplina de 
LIBRAS e mecanismos de familiarização com a modalidade a distância, 
explicitando claramente a articulação entre os componentes curriculares no 
percurso de formação e apresentando elementos comprovadamente 
inovadores. 
Das 44 unidades curriculares do curso: 
• 15 (34,1%) Unidades Curriculares, entre gerais e específicas, 
utilizam laboratórios presenciais e/ou virtuais para desenvolver a 
relação entre a teoria e a prática; 
• 8 (18,2%) Unidades Curriculares gerais discutem as aplicações no 
mercado de trabalho e a formação em engenharia por meio de 
conceitos, legislação e normas técnicas; 
• 12 (27,3%) Unidades Curriculares específicas trabalham 
conceitos e projetos de Engenharia Elétrica, trazendo para o 
aprendizado discussões sobre as melhores práticas de 
Engenharia em sua concepção, projeto, implantação, operação e 
manutenção. 
O NDE tem como um de seus objetivos aprimorar e melhorar de forma 
contínua o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica. A Matriz 
Curricular é flexível por ampliar as disciplinas Eletivas e busca a articulação 
entre as Unidades Curriculares, por meio de elementos inovadores, como os 
Projetos Integradores, que auxiliam na interdisciplinaridade e na acessibilidade 
34 
 
metodológica. A carga horária é compatível com a Estrutura Curricular proposta 
e favorece a articulação das teorias e práticas exigidas ao perfil de formação 
dos estudantes. 
Ademais, disciplinas do núcleo básico dos primeiros módulos são 
fundamentais para cursar disciplinas específicas posteriores, que serão 
integradas em disciplinas como Sistemas de Gestão Integrados, Gestão 
Empreendedora e Inovação, Sistemas Mecânicos, Projeto Auxiliado por 
Computador (CAE), Sistemas Automotivos, Projeto e Construção de Máquinas, 
Sistemas Térmicos, Projeto de Fábrica e Manutenção, os Projetos Integradores 
I e II, e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).O curso de Engenharia Elétrica está organizado em 20 módulos e em 
cada Unidade Curricular o curso procura desenvolver competências gerais e 
competências específicas para formação integral do estudante. Por sua vez, os 
demais Componentes Curriculares, como as Atividades Complementares, 
garantem a integração entre as competências desenvolvidas a partir das 
disciplinas. Conforme as DCN, disciplinas dos campos das Ciências dos 
Ambientes, Eletricidade, Expressão Gráfica, Fenômenos de Transporte, 
Metodologia Científica e Tecnológica, e Desenho Universal, estão inseridas na 
Matriz Curricular, respectivamente: Meio Ambiente e Sustentabilidade, Física 
Geral e Experimental II, Desenho Técnico, Mecânica dos Fluidos, Tecnologia, 
Ciência e Pesquisa e Sistemas de Gestão Integrados. Todas as Unidades 
Curriculares rompem as barreiras disciplinares clássicas, organizando-se de 
forma interdisciplinar, visando o desenvolvimento de competências. 
A oferta de disciplinas Eletivas ocorre de acordo com o catálogo 
institucional da UNISA disponibilizado a cada trimestre letivo. O estudante 
poderá optar por cursar quantas disciplinas desejar, dentre as disciplinas 
disponíveis, contanto que ao final do curso tenha totalizado a carga horária 
mínima de 100 horas (em horas-relógio) cursadas de disciplinas eletivas. 
O catálogo de Eletivas da UNISA é um documento institucional e fica 
disponibilizado para todos os docentes e discentes pelo Portal na Internet. 
Todo o processo de inscrição nas disciplinas eletivas que os discentes optam 
por cursar é realizado via sistema disponível no Portal do aluno na UNISA. A 
disciplina de LIBRAS também está prevista na Matriz Curricular e é ofertada 
como disciplina eletiva. 
35 
 
Complementam a Estrutura Curricular do curso de Engenharia Elétrica 
EAD os mecanismos de aproximação com a modalidade a distância, 
desenvolvidos pela equipe Multiprofissional do EAD da UNISA com o objetivo 
de capacitar os estudantes no uso dos recursos utilizados para a metodologia à 
distância. 
Para que o estudante se sinta familiarizado com a metodologia EAD da 
UNISA, desde seu primeiro acesso ao AVA (Ambiente Virtual de 
Aprendizagem), ele é recepcionado por um vídeo de Boas-Vindas do 
Coordenador do curso, que se apresenta e, em linhas gerais, apresenta todo o 
curso. Posteriormente, ao acessar as disciplinas, o aluno é orientado a iniciar 
seus estudos acessando uma área destacada intitulada “Comece por aqui”. 
Nesta área ele irá encontrar um vídeo intitulado “Como fazer EAD da UNISA”, 
com o objetivo de orientá-lo em seus estudos. Além disto, somando aos 
mecanismos de aproximação ao EAD, o estudante pode optar por realizar o 
curso gratuito de Informática Básica, bem como pode contar com o suporte de 
tutores EAD no ambiente virtual e tutores presenciais nos polos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
36 
 
7.1. Matriz Curricular 
 
1º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Meio Ambiente e Sustentabilidade 100 
Sistemas de Gestão Integrados 100 
Subtotal 200 
2º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Gestão Projetos 50 
Engenharia Econômica 50 
Subtotal 100 
3º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Gestão da Qualidade 50 
Ética, Diversidade e Direitos Humanos 100 
Subtotal 150 
4º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Algoritmo e Linguagem de Programação 50 
Cálculo Diferencial e Integral I 100 
Subtotal 150 
5º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Gestão Empreendedora e Inovação 100 
Fundamentos da Administração 100 
Subtotal 200 
6º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Cálculo Diferencial e Integral II 100 
Física Geral e Experimental I 100 
Subtotal 200 
37 
 
7º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Estatística Aplicada a Engenharia 50 
Geometria Analítica e Álgebra Linear 50 
Subtotal 100 
8º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Desenho Técnico 100 
Física Geral e Experimental II 100 
Subtotal 200 
9º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Mecânica dos Fluidos 50 
Cálculo Numérico 50 
Subtotal 100 
10º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Química Experimental 50 
Ciências dos Materiais 50 
Subtotal 100 
11º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Tecnologia, Ciência e Pesquisa 100 
Fundamentos de Instalações Elétricas 100 
Subtotal 200 
12º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Análise de Circuitos Elétricos 50 
Eletromagnetismo Aplicado 50 
Subtotal 100 
 
 
 
38 
 
13º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Materiais Elétricos 50 
Sistemas Trifásicos 50 
Subtotal 100 
14º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Conversão e Conservação de Energia 50 
Distribuição de Energia Elétrica 50 
Eletrônica Básica 50 
Subtotal 150 
15º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Eletrônica Aplicada 50 
Máquinas e Acionamentos Elétricos 100 
Subtotal 150 
16º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Eletrônica de Potência 50 
Modelagem e Simulação de Sistemas 50 
Projeto Integrador I: Projeto Sistema Elétrico 50 
Subtotal 150 
17º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Controle de Sistemas Dinâmicos 50 
Projeto Integrador II: Desenvolvimento de Protótipo 50 
Subtotal 100 
18º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Automação de Sistemas 50 
Microcontroladores 50 
Subtotal 100 
 
39 
 
 
19º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Fundamentos em Telecomunicações 50 
Projetos Elétricos 50 
Trabalho de Conclusão de Curso I 60 
Subtotal 160 
20º MÓDULO 
Disciplinas Carga Horária (h) 
Redes de Computadores e Sistemas de Comunicação 50 
Sistemas Elétricos de Potência 50 
Trabalho de Conclusão de Curso II 60 
Subtotal 160 
 
40 
 
 
7.2. Disciplinas Eletivas 
 
A oferta de disciplinas Eletivas ocorrerá de acordo com o catálogo 
institucional da UNISA disponibilizado a cada semestre letivo. O estudante 
poderá optar por cursar quantas disciplinas desejar, dentre as disciplinas 
disponíveis, contanto que ao final do curso tenha totalizado a carga horária 
mínima de 100 horas (em horas-relógio) cursadas de disciplinas Eletivas. 
O catálogo de Eletivas da UNISA é um documento institucional e fica 
disponibilizado para todos os docentes e discentes pelo Portal na Internet. 
Todo o processo de inscrição nas disciplinas eletivas que os discentes optam 
por cursar é realizado via sistema disponível no Portal do aluno na UNISA. 
 
Disciplinas Eletivas Carga Horária 
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 50 
Administração de Pequenas e Médias Empresas 100 
Auditorias e Sistemas de Certificações 100 
Cenários Econômicos 100 
Certificação e Auditoria Ambiental 100 
Compras e Negociação 100 
Contabilidade Empresarial 100 
Diagnóstico de Riscos e Impactos Ambientais 100 
Direito Empresarial 100 
Doenças Ocupacionais 100 
Ferramentas da Qualidade 100 
Ferramentas de Gestão Automobilística 100 
Geometria e Desenho Geométrico 100 
Gestão da Saúde e Segurança do Trabalho 100 
Gestão de Pessoas 100 
41 
 
Gestão de Resíduos 100 
Gestão e Análise de Riscos 100 
Gestão Financeira 100 
Investigação e Análise de Acidentes 100 
Legislação Trabalhista e Previdenciária 100 
Licenciamento e Legislação Ambiental 100 
Liderança, Cultura e Poder nas Organizações 100 
Logística Internacional 100 
Mapeamento de Processos 100 
Marketing de Serviços 100 
Marketing Digital 100 
Matemática Financeira 50 
Mercado Financeiro 100 
Negociação e Gestão de Conflitos 100 
Orçamento Empresarial 100 
Perícia Aplicada a Segurança do Trabalho 100 
Prevenção a Emergências e Acidentes Industriais 100 
Recrutamento e Seleção 100 
Suply Chain e Logística Reversa 50 
Tecnologia de tratamento de Água, esgoto e efluentes 
industriais 
100 
 
 
 
 
 
42 
 
7.3. Quadro Resumo da Matriz 
 
Módulo Carga Horária (Relógio) 
1º 200 
2º 100 
3º 150 
4º 150 
5º 200 
6º 200 
7º 100 
8º 200 
9º 100 
10º 100 
11º 200 
12º 100 
13º 100 
14º 150 
15º 150 
16º 150 
17º 100 
18º 100 
19º160 
20º 160 
Carga Horária de Disciplinas Regulares 2870 
Estágio Supervisionado 400 
Disciplinas Eletivas 200 
Atividades Complementares 200 
Carga Horária Total do Curso 3670 
 
43 
 
8. Conteúdos Curriculares 
 
A estruturação e reestruturação dos Conteúdos Curriculares na UNISA 
supõe a elaboração de uma seleção, um recorte intencional que tem uma 
lógica justificante. Os conteúdos são selecionados tendo em vista o perfil do 
egresso e as competências a serem desenvolvidas, respeitadas as Diretrizes 
Curriculares Nacionais das áreas e cursos. 
Nos cursos da Universidade Santo Amaro, a Fexibilidade Curricular se 
reflete em diferentes perspectivas, mas particularmente na eliminação da 
rigidez estrutural das Matrizes Curriculares, mediante a redução dos pré-
requisitos. 
Em relação aos componentes curriculares optativos ou eletivos, estes 
visam fornecer subsídios complementares à formação acadêmica do discente. 
Sua previsão nas estruturas curriculares busca garantir uma margem mais 
ampla de escolha quanto aos conhecimentos, habilidades e atitudes que 
deseja construir no processo de formação, com a necessária sugestão do 
Núcleo Docente Estruturante e orientação do Conselho de Curso. 
A flexibilidade curricular permite que a Instituição acompanhe as 
demandas do mundo do trabalho e da sociedade, bem como garante 
oportunidades diferenciadas de integralização dos cursos, possibilitando aos 
estudantes a construção de uma trajetória autônoma. Todas as Unidades 
Curriculares eletivas e regulares são periodicamente revisadas e atualizadas, 
incorporando os novos conhecimentos e vanguardas que emergem 
constantemente nas áreas das engenharias que estão em acelerada evolução. 
Neste sentido, as Atividades Complementares, além de constituírem 
importantes mecanismos capazes de introduzir a flexibilidade, também 
proporcionam oportunidades diferenciadas de aprendizado dentro e fora do 
ambiente universitário. 
Os Conteúdos Curriculares do Curso promovem o efetivo 
desenvolvimento do perfil profissional do egresso, uma vez que que cada 
conteúdo foi selecionado com base nas competências a serem desenvolvidas 
para atingir o perfil almejado. O NDE definiu a carga horária de cada unidade 
44 
 
curricular levando em consideração a complexidade formativa, bem como o 
número de competências a serem construídas. Todo este processo é 
alicerçado na escolha rigorosa e precisa da bibliografia, que dialoga 
harmonicamente com a proposta metodológica, bem como com a definição dos 
conteúdos, habilidades e atitudes que o estudante está desenvolvendo. A 
produção de conteúdos e aulas da UNISA possuem plena acessibilidade 
metodológica, garantida por uma equipe de especialistas em adequação para 
os portadores de diferentes tipos de deficiência, em um processo 
institucionalizado e específico. Encontradas também no curso, abordagem de 
conteúdos pertinentes às políticas de Educação Ambiental, de Educação em 
Direitos Humanos e de educação das Relações étnico-raciais e o ensino de 
História e Cultura afro-brasileira, africana e indígena, diferenciando o curso 
dentro da área profissional e induzindo o contato com conhecimentos recentes 
e inovadores. 
A Matriz Curricular do curso cumpre com excelência os requisitos legais 
da oferta da disciplina de LIBRAS, como disciplina eletiva. O tema Políticas de 
Educação Ambiental é destacado na disciplina “Meio Ambiente e 
Sustentabilidade”, já a disciplina “Ética, Diversidade e Direitos Humanos” 
aborda conteúdos referentes à educação em direitos humanos e educação das 
relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e 
indígena. 
Os conteúdos são contemplados com base numa bibliografia atualizada 
e revisada pelo NDE, devidamente documentada, discutida e aprovada em 
reuniões, registradas em atas. 
 
 
 
 
 
 
 
45 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Meio ambiente e sustentabilidade 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
1º Teórica 100 
Ementa 
Conhecimento do meio ambiente e suas interações. Análise dos problemas 
ambientais. Caracterização de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade. 
Estabelecimento de relações entre desenvolvimento econômico e 
sustentabilidade. Reflexão sobre o estado atual dos Recursos Naturais. 
Investigação sobre poluição e degradação ambiental. Reflexão sobre os desafios 
para alcançar a Sustentabilidade. Desenvolvimento de Educação Ambiental. 
Estudo de Gestão Empresarial Sustentável. Reflexão sobre Responsabilidade 
Socioambiental. Desenvolvimento de melhoria da qualidade ambiental. 
Bibliografia Básica 
DIAS, Reinaldo. Sustentabilidade: origem e fundamentos; educação e 
governança global; modelo de desenvolvimento. São Paulo: Atlas, 2015. E-book 
 
MILLER, G. Tyler; SPOOLMAN, Scott E. Ecologia e sustentabilidade. São 
Paulo: Cengage Learning, 2012. E-book 
 
ROSA, André Henrique; FRACETO, Leonardo Fernandes; MOSCHINI-CARLOS, 
Viviane (orgs.). Meio ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 
2012. E-book 
 
MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE. ISSN 2316-2856. Periódico. 
Disponível em: https://www.revistasuninter.com/revistameioambiente. Acesso 
em: 09 mar. 2022. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE MEIO AMBIENTE & SUSTENTABILIDADE. ISSN 
2763-6763. Periódico. Disponível em: https://rbmaes.emnuvens.com.br/revista. 
Acesso em: 09 mar. 2022. 
Bibliografia Complementar 
46 
 
BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira. Meio Ambiente: guia 
prático e didático. 2. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-book 
 
LUZZI, Daniel. Educação e meio ambiente: uma relação intrínseca. Barueri, 
SP: Manole, 2012. (Série Sustentabilidade). E-book 
 
PHILIPPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir. 
Gestão empresarial e sustentabilidade. Barueri, SP: Manole, 2017. E-book 
 
__________; PELICIONI, Maria Cecília Focesi (editores). Educação ambiental 
e sustentabilidade. 2. ed rev. e atual. Barueri, SP: Manole, 2014. E-book 
 
KOHN, Ricardo. Ambiente e sustentabilidade: metodologias para gestão. Rio 
de Janeiro: LTC, 2015. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE MEIO AMBIENTE. ISSN 2595-4431.Periódico. 
Disponível em: https://www.revistabrasileirademeioambiente.com. Acesso em: 
09 mar. 2022. 
 (Coleção ambiental, v.14). 
 
47 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Sistemas de Gestão Integrados 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
1º Teórica 100 
Ementa 
Introdução aos conceitos básicos de gestão ambiental, saúde e segurança do 
trabalho. Caracterização de acidentes de trabalho, toxicologia, agentes físicos, 
químicos e biológicos e risco ambiental. Compreensão das normas de Gestão 
Ambiental da Série ISO 14000 com abordagem dos aspectos teóricos e práticos. 
Compreensão das normas e legislações aplicáveis a saúde e segurança do 
trabalho. Estabelecimento de relações entre as normas da ISO 14.001:2015 e as 
normas OHSAS 18001 e SA 8000. Descrição do processo de Implantação de 
sistema de gestão integrado – Saúde, Meio ambiente e Segurança (SMS). 
Aplicação de práticas de melhoria contínua no processo. Introdução a ferramenta 
de Análise do Ciclo de Vida de Produtos, Certificação de produtos e processos 
(Selos verdes). Introdução a Ergonomia com abordagem física, cognitiva e 
organizacional. Caracterização dos tipos de ergonomia e riscos ergonômicos. 
Aplicação de ferramentas ergonômicas. Interpretação de normas 
regulamentadoras. Descrição dos tipos de auditorias dos sistemas de gestão. 
Bibliografia Básica 
PHILIPPI JR, A.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. 
Barueri: Manole, 2011. E-book 
 
BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e 
instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2011. E-book 
 
BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Segurança do trabalho: guia prático e 
didático. São Paulo: Erica, 2012. E-book 
 
REVISTA SAÚDE E MEIO AMBIENTE. ISSN 2447-8822. Periódico. Disponivel 
em: https://periodicos.ufms.br/index.php/sameamb.Acesso em 16.mar.22 
 
48 
 
REVISTA BRASILEIRA DE SAÚDE OCUPACIONAL. ISSN 0303-7657. 
Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/rbso/. Acesso em 14.mar.22 
Bibliografia Complementar 
 
CORRÊA, V.M.; BOLETTI, R. R. Ergonomia: fundamentos e aplicações. Porto 
Alegre: Bookman, 2015. E-book 
 
MORAES, M. V. G. Princípios ergonômicos. São Paulo: Erica, 2014. E-book 
 
BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Higiene e segurança do trabalho. São 
Paulo: Erica, 2014. E-book 
 
CHIRMICI, A.; OLIVEIRA, E. A.R. Introdução à segurança e saúde no trabalho. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. E-book 
 
IAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. Rio 
de Janeiro: Atlas, 2017. E-book 
 
REVISTA SAÚDE & MEIO AMBIENTE. ISSN 2316-347X. Periódico. Disponivel 
em: http://www.periodicos.unc.br/index.php/sma/index. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
49 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Gestão de projetos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
2º Teórica 50 
Ementa 
Conceitos básicos de gestão de projetos. Estruturas organizacionais para 
gerenciamento de projetos. O ciclo de vida dos projetos. Áreas de conhecimento 
em projetos. Elaboração de um projeto: plano de projeto, controle integrado de 
mudanças e acompanhamento do projeto (planejamento, execução e controle). 
Perfil do Gerente de Projeto. 
Bibliografia Básica 
AMARAL, D.C. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos 
inovadores. São Paulo: Saraiva, 2011. E-book 
 
Carvalho, F.C.A. Gestão de projetos. 1 ed. -São Paulo: Pearson Education do 
Brasil, 2014. E-book 
 
KEELING, Ralph. Gestão de projetos. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2019. E-book 
 
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. ISSN 1982-7849. 
Periódico. Disponível em: https://rac.anpad.org.br. Acesso em: 14 mar. 2022. 
 
GESTÃO & TECNOLOGIA DE PROJETOS. ISSN 1981-1543. Periódico. 
Disponivel em: https://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos. Acesso em 
14.mar.2022. 
 
 
 
 
 
 
 
50 
 
 
Bibliografia Complementar 
MAXIMIANO, A. C. A. Administração de projetos: como transformar ideias em 
resultados. São Paulo: Atlas, 2010. E-book 
 
GOMES, J. M. Elaboração e análise de viabilidade econômica de projetos: 
tópicos práticos de finanças para gestores não financeiros. São Paulo: Atlas, 
2013. E-book 
 
CLEMENTS, J.P. Gestão de projetos. São Paulo: Cengage Learning, 2013. E-
book 
 
MOLINARI, L. Gestão de projetos: teoria, técnicas e práticas. 1. ed. São Paulo: 
Érica, 2010. E-book 
 
BREMER, C. Gestão de projetos: uma jornada empreendedora da prática à 
teoria. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2017. E-book 
 
KERZNER, H. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3 Ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2016. E-book 
 
ADMINISTRAÇÃO. ISSN 2358-0917. Periódico. Disponível em: 
https://raep.emnuvens.com.br/raep. Acesso em: 10 mar. 2022. 
 
51 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Engenharia Econômica 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
2º Teórica 50 
Ementa 
Conceitos fundamentais e princípios econômicos básicos. Os sistemas 
econômicos. Evolução do pensamento econômico. Análise microeconômica. As 
tarefas do sistema de mercado. A teoria do consumidor: demanda, oferta e 
equilíbrio. Fundamentos da macroeconomia: conceitos de renda, PIB e PNB. 
Balança de pagamentos. Economia e globalização. Matemática financeira. Taxas 
de mercado. Dinheiro no tempo. Sistemas de amortização de financiamento. 
Payback e VPL. Taxa interna de retorno. Outras ferramentas de avaliação de 
investimentos. Opções e fechamento. Análise de substituição de equipamentos, 
aluguel e leasing. Estimativa do custo de capital. 
Bibliografia Básica 
BLANK, L.; TARQUIN, A. Engenharia econômica. 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 
2011. E-book 
 
EHRLICH, P.J.; MORAES, E. A. Engenharia econômica: avaliação e seleção 
de projetos de investimento. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2013. E-book 
 
VASCONCELLOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. Fundamentos de economia. 4. ed. 
São Paulo: Saraiva, 2008. E-book 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. 
Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 
16.mar.22 
 
REVISTA ESTUDOS ECONÔMICOS. ISSN 0101-4161. Periódico. Disponivel 
em: https://www.scielo.br/j/ee/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
52 
 
Bibliografia Complementar 
CAMARGOS, M. A. de. Matemática financeira: aplicada a produtos financeiros e 
à análise de investimentos. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2013. E-book 
 
VIEIRA SOBRINHO, J.D. Matemática financeira: edição compacta. 3 ed. São 
Paulo: Atlas, 2008. E-book 
 
SILVA, E.C. Introdução à administração financeira: uma nova visão econômica 
e financeira para a gestão de negócios das pequenas e médias empresas. Rio de 
Janeiro: LTC, 2009. E-book 
 
GOMES, J.M. Elaboração e análise de viabilidade econômica de projetos: 
tópicos práticos de finanças para gestores não financeiros. São Paulo: Atlas, 
2013. E-book 
 
PUCCINI, A. de L. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 10. ed. São Paulo: 
Saraiva, 2017. E-book 
 
ROSSETTI, J. P. Introdução à economia. 21. ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book 
 
REVISTA ECONOMIA APLICADA. ISSN 1413-8050. Periódico. Disponivel em: 
https://www.scielo.br/j/ecoa/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
53 
 
Gestão da Qualidade 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
3º Teórica 50 
Ementa 
Estudos dos conceitos, princípios e estratégia de implementação da gestão da 
qualidade. Apresentação das ferramentas da qualidade. Introdução ao 
gerenciamento, mapeamento e padronização de processos; Estudo das principais 
normas; Custos da Qualidade; Indicadores de Qualidade; Controle Estatístico do 
Processo; Auditoria no sistema de Gestão; Programas de Melhoria da Qualidade. 
Bibliografia Básica 
JURAN, J.M.; DEFEO, J.A. Fundamentos da qualidade para líderes. Porto 
Alegre: Bookman, 2015. E-book 
 
LÉLIS, E.C., Gestão da Qualidade. 1. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 
2012. E-book 
 
CARPINETTI, L.C.R. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. 3. ed. São 
Paulo: Atlas, 2016. E-book 
 
REVISTA SOBRE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E QUALIDADE. ISSN 2674-
9203. Periódico. Disponivel em: 
http://www.fismaead.edu.br/seer/index.php/jemq. Acesso em 16.mar.22. 
 
REVISTA MANAGEMENT JOURNAL. ISSN 2531-0488. Periódico. Disponivel 
em: http://rausp.usp.br/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia Complementar 
54 
 
CARPINETTI, L.C.R.; GEROLAMO, M.C. Gestão da qualidade ISO 9001:2015: 
requisitos e integração com a ISO 14001: 1. ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book 
 
MELLO, C.H.P. et AL. ISO 9001: 2008: Sistema de gestão da qualidade para 
operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2009. E-book 
 
Kirchner, A.,Kaufmann, H.,Schmid, D.,Fischer, G.,Sell, I., Gestão da Qualidade: 
Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. São Paulo: Bluncher, 2008. E-book 
 
ROBLES JUNIOR, A. Custos da qualidade: aspectos econômicos da gestão da 
qualidade e da gestão ambiental. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2009. E-book. 
 
LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da qualidade. 2.ed. São Paulo: Érica, 2020. 
E-book 
 
REVISTA GEPROS. ISSN 1984-2430. Periódico. Disponivel em: 
https://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros. Acesso em 16.mar.22. 
 
55 
 
 
Disciplina EAD 
Ética, Diversidade e Direitos Humanos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
3º Teórica 100 
Ementa 
Reflexão teórico-crítica da ética, da moral e da cidadania no mundo 
contemporâneo. Estudo do conceito, fundamentos, evolução e significado 
contemporâneo dos direitos e garantias fundamentais. Ética, Direitos Humanos e 
Preconceito. Identificação das diferentes expressões de violação de direitos 
humanos. Exame das lutas e demandas pela concretização dos direitos humanos 
no Brasil e no Mundo. Compreensão dos processos de diversidade étnico-racial e 
étnico-social na formação política, econômica e cultural do Brasil. Exame dasdesigualdades étnico-raciais na sociedade brasileira. Análise das políticas de ação 
afirmativa e da implementação das leis nº 10.639/2003 e 11.645/2008, que 
instituem o estudo da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena. 
Bibliografia Básica 
FERRAZ, Carolina Valença. LEITE, Glauber Salomão (Org.). Direito à 
Diversidade. São Paulo: Atlas, 2015. E-book 
 
GUERRA, Sidney. Curso de direitos humanos. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 2020. 
E-book 
 
MIRANDA, Shirley Aparecida. Diversidade e ações afirmativas: combatendo as 
desigualdades sociais. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010. E-book 
 
EDUCAÇÃO & SOCIEDADE. ISSN: 1678-4626. Periódico. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/es. Acesso em: 10 mar. 2022. 
 
INTERFACE. ISSN 1807-5762. Periódico. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/icse. Acesso em: 10 mar. 2022. 
 
 
56 
 
 
Bibliografia Complementar 
FURROW, Dwight. Ética: conceitos chaves em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 
2007. E-book 
 
JUBILUT, Lilian Lyra. BAHIA, Alexandre Gustavo Melo Branco. MAGALHÃES, 
José Luiz Quadros de (Coord.). Direito à Diferença: Aspectos de proteção 
específica às minorias e aos grupos vulneráveis, volume 2. São Paulo: Saraiva, 
2013. E-book 
 
______. Direito à Diferença: Aspectos institucionais e instrumentais de proteção 
às minorias e aos grupos vulneráveis, volume 3. São Paulo: Saraiva, 2013. E-
book 
 
METCALF, Peter. Cultura e Sociedade. São Paulo: Saraiva, 2015. E-book 
 
SILVA, Giovani José da. História e Culturas indígenas na educação básica. 
Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018. E-book 
 
NÚCLEO DO CONHECIMENTO. ISSN 2448-0959. Periódico. Disponível em: 
https://www.nucleodoconhecimento.com.br. Acesso em: 10 mar. 2022. 
 
 
 
57 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Algoritmo e Linguagem de programação 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
4º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo da Lógica de Programação. Estabelecimento de relações entre constantes 
e variáveis. Fundamentação das estruturas de controle linear, condicional e de 
repetição. Desenvolvimento de Vetores e Matrizes. Elaboração da Estrutura de 
dados. Introdução a Sistemas de arquivos. Resolução de problemas. 
Desenvolvimento, validação e implantação de algoritmo. Desenvolvimento de 
atividades práticas aplicadas a Engenharia. 
Bibliografia Básica 
ALVES, W.P. Linguagem e lógica de programação. 3.ed. São Paulo: Érica, 
2014. E-book 
 
AGUILAR, L.J. Fundamentos de programação: algoritmos, estruturas de 
dados e objetos. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. E-book 
 
MANZANO, J.A.N. G; Algoritmos e lógica para desenvolvimento de 
programação de computadores . 3.ed. São Paulo: Érica, 2016. E-book. 
 
REVISTA ELETRÔNICA CIENTÍFICA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. ISSN 
2236-3890. Periódico. Disponivel em: http://www.re3c.unifenas.br/. Acesso em 
16.mar.22 
 
REVISTA DE COMPUTAÇÃO E TECNOLOGIA. ISSN 2176-7998. Periódico. 
Disponivel em: https://revistas.pucsp.br/index.php/ReCET/about. Acesso em 
16.mar.22 
 
 
 
 
58 
 
 
Bibliografia Complementar 
DASGUPTA, S; PAPADIMITRIOU, C.; VAZIRANI, U. Algoritmos. Porto Alegre: 
AMGH, 2010. E-book 
 
DOBRUSHKIN, V.A. Métodos para análise de algoritmos. Rio de Janeiro: 
LTC, 2012. E-book 
 
SZWARCFITER, J.L; MARKENZON, L. Estruturas de dados e seus 
algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. E-book 
 
SOFFNER, R. Algoritmos e programação em linguagem C. 1 ed. São Paulo: 
Saraiva 2013. E-book 
 
CORMEN, Thomas. Desmistificando algoritmos. Rio de Janeiro: Elsevier, 
2014. E-book 
 
REVISTA NUCLEO DO CONHECIMENTO. ISSN 2448-0959. Periódico. 
Disponivel em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/tag/algoritmo. Acesso 
em 16.mar.22. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
59 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Cálculo Diferencial e Integral I 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
4º Teórica 100 
Ementa 
Determinação de conjuntos numéricos e intervalos. Estudo de diferentes funções 
e gráficos de funções: polinômios, funções exponenciais, logarítmicas, 
trigonométricas e modulares. Estudo de módulo. Definição de limites e tipos de 
limites, bem como a de continuidade de funções de uma variável real. 
Apresentação algumas propriedades e Teoremas Fundamentais referentes a 
limites e continuidades. Estudo das derivadas e Integrais de funções de uma 
variável. Definição de derivada. Resolução de derivadas de funções diversas por 
propriedades e regras de derivação. Apresentação da Regra de L'Hôpital. 
Aplicações das derivadas no estudo de máximos e mínimos. Definição da integral 
indefinida e definida. Apresentação do Teorema Fundamental do Cálculo. 
Aplicações da Integral. Resolução de integrais por técnicas de integração e 
Aplicações dessas integrais em problemas de Física e Engenharia. 
Bibliografia Básica 
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2021. 
E-book 
 
ÁVILA, G.; ARAÚJO, L.C.L. Cálculo: Ilustrado, prático e descomplicado. Rio de 
Janeiro: LTC, 2012. E-book 
 
ANTON, Howard. Cálculo v.1 10.ed. Porto Alegre: Bookman, 2014. E-book 
 
REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. 
Periódico. Disponivel em: 
https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso 
em 16.mar.22 
 
REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. 
Disponivel em: 16.mar.22. 
60 
 
Bibliografia Complementar 
Faccin,G.M..Elementos De Cálculo: Diferencial e Integral. Curitiba: 
Intersaberes, 2015. E-book 
 
HUGHES HALLETT, D. Calculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 
2013. E-book. 
 
ADAMI, A.M, DORNELLES FILHO, A.A., LORANDI, M.M. Pré-cálculo. Porto 
Alegre: Bookman, 2015. E-book 
 
SILVA, P.S.D. Cálculo diferencial integral. 1. ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2017. 
 
BARBONI, A.; PAULETTE, W. Cálculo e análise- Cálculo diferencial e integral a 
uma variável. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book 
 
BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: v.1 cálculo diferencial. São Paulo: 
Blucher, 1983. E-book 
 
REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. 
Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 
16.mar.22 
 
61 
 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Gestão Empreendedora e Inovação 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
5º Teórica 100 
Ementa 
Compreensão dos fundamentos do empreendedorismo e exame do seu contexto 
histórico e desenvolvimento. Análise dos tipos de empreendedorismo. Estudo do 
perfil dos empreendedores. Detalhamento do empreendedorismo social e 
corporativo. O empreendedorismo contemporâneo e sustentável. Fundamentação 
do conceito de inovação. Discussão das relações entre empreendedorismo e 
inovação. A identificação de oportunidades e a inovação. O plano de negócios. 
Ecossistemas de inovação e empreendedorismo. 
Bibliografia Básica 
SERTEK, Paulo. Empreendedorismo. Curitiba: InterSaberes, 2012. E-book 
 
DORNELAS, José. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do 
empreendedor de sucesso. 4.ed. São Paulo: Empreende, 2020. E-book 
 
BESSANT, John. Inovação e empreendedorismo. 3.ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2019. E-book 
 
REGEPE. ISSN 2316-2058. Periódico. Disponível em: 
http://www.spell.org.br/periodicos/ver/124/revista-de-empreendedorismo-e-
gestao-de-pequenas-empresas. Acesso em: 15 mar. 2022. 
 
REVISTA DE EMPREENDEDORISMO E GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS 
EMPRESAS. ISSN 2447-8407. Periódico. Disponível em: 
https://www.revistas.editoraenterprising.net/index.php/regmpe. Acesso em: 15 
mar. 2022. 
 
 
62 
 
 
Bibliografia Complementar 
ARANTES, Elaine Cristina. Empreendedorismo e responsabilidade social.2 
ed. Curitiba:InterSaberes, 2014. E-book 
 
PEARSON EDUCATION DO BRASIL. Criatividade e inovação. São Paulo: 
Pearson Prentice Hall, 2011. E-book 
 
RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócios 
para o século XXI. Curitiba: InterSaberes, 2012. E-book 
 
HENRIQUES,Silvia Helena (org.). Gestão da inovação e competitividade. 
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. E-book 
 
SCHERER, Felipe Ost. Gestão da inovação na prática: como aplicar conceitos, 
ferramentas para alavancar a inovação. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2016. E-book 
 
REVISTA DE EMPREENDEDORISMO, INOVAÇÃO E TECNOLOGIA. ISSN 
2359-3539. Periódico. Disponível em: 
https://seer.imed.edu.br/index.php/revistasi. Acesso em: 15 mar. 2022. 
 
 
63 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Fundamentos da Administração 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
5º Teórica 100 
Ementa 
A busca de compreensão das origens e estruturação das escolas e teorias da 
administração. A reflexão sobre o Comportamento, a Psicologia Organizacional e 
a Liderança. A caracterização do desenvolvimento e modelagem na gestão das 
organizações. A fundamentação do Estruturalismo e da Teoria da Burocracia. A 
discussão sobre a Cultura Organizacional e Poder nas Organizações. A análise da 
Aprendizagem Organizacional e da Teoria do Conhecimento. As interfaces da 
Tecnologia e da Inovação. O aprofundamento das abordagens Ambientais e 
Sustentáveis. O desenvolvimento das Teorias Contemporâneas. 
Bibliografia Básica 
MAXIMIANO, Amaru. Fundamentos da Administração: Introdução à Teoria 
Geral e aos Processos da Administração. Rio de Janeiro: GEN, 2014. E-book 
 
CHIAVENATO, Idalberto. Fundamentos de Administração. Rio de Janeiro: 
Grupo GEN, 2021. E-book. 
 
LACOMBE, Francisco. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva, 
2009. E-book. 
 
ADMINISTRAÇÃO. ISSN 2358-0917. Periódico. Disponível em: 
https://raep.emnuvens.com.br/raep. Acesso em: 10 mar. 2022. 
 
REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA. ISSN 1982-7849. 
Periódico. Disponível em: https://rac.anpad.org.br. Acesso em: 14 mar. 2022. 
 
 
 
 
64 
 
 
Bibliografia Complementar 
ALENCASTRO, Mário S.C. Governança, gestão responsável e ética nos 
negócios. Curitiba: InterSaberes, 2017. E-book 
 
CARAVANTES, Geraldo R., Claudia C.Panno, Monica C.Kloeckner. 
Administração: teorias e processos. SPaulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 
 
ROBBINS, Stephen P. Comportamento Organizacional, 11ª ed., São Paulo: 
Pearson Prentice Hall, 2005. E-book 
 
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos de administração: conceitos essenciais e 
aplicações. 4 ed.São Paulo: Prentice Hall, 2004. E-book 
 
SILVA, Reinaldo O. da - Teorias da Administração. S. Paulo, Pearson Prentice 
Hall, 2008. E-book 
 
COLTRO, Alex. Teoria Geral da Administração. Curitiba: Intersaberes, 2015. 
E-book 
 
REVISTA MANAGEMENT JOURNAL. ISSN 2531-0488. Periódico. Disponivel 
em: http://rausp.usp.br/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
65 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Cálculo Diferencial e Integral II 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
6º Teórica 100 
Ementa 
Definição da integral indefinida e definida. Apresentação do Teorema 
Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral. Resolução de integrais por 
técnicas de integração e Aplicações dessas integrais em problemas de Física e 
Engenharia. O estudo de funções de várias variáveis. Cálculo de limites de 
funções de várias variáveis. Definição e propriedades das derivadas parciais. 
Técnicas de derivação para funções de várias variáveis. Estudo da variação de 
funções de duas variáveis. O Estudo das derivadas direcionais. O estudo de 
integração múltipla. Definição de integrais duplas e triplas. 
Bibliografia Básica 
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,2018. v.2. 
E-book 
 
GONÇALVES, M. B.; FLEMMING, D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis, 
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed.rev.ampl. São 
Paulo: Pearson Education, 2011. E-book 
 
STEWART, J. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Pioneira, 2016. v. 1. E-book 
 
REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. 
Periódico. Disponivel em: 
https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso 
em 16.mar.22 
 
REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. 
Disponivel em: 16.mar.22 
 
 
66 
 
 
Bibliografia Complementar 
FACCIN, G.M. Elementos de cálculo diferencial e integral. Curitiba: 
InterSaberes, 2015. E-book 
 
BASSANEZI, R.C. Introdução ao cálculo e aplicações. São Paulo: Contexto, 
2015. E-book 
 
RODRIGUES, A. C. D; SILVA, Alciony R.H. S. Cálculo diferencial e integral a 
várias variáveis. Curitiba: InterSaberes, 2016. E-book 
 
SPERANDIO, D.; MENDES, J.T; SILVA. L.H.M. Cálculo numérico. 2. ed. São 
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015. E-book 
 
BERTOLDI, N. B. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson 2007. E-book 
 
REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. 
Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 
16.mar.22 
 
67 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Física Geral e Experimental I 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
6º Teórica/Prática 100 
Ementa 
Movimento Uniforme. Movimento Uniformemente Variado. Movimento Circular. 
Movimento Acelerado e Retardado. Energia. Energia Mecânica. Conservação de 
Energia Mecânica. Outros Tipos de Energia. Estática: Princípios de Estática. 
Equilíbrio do corpo extenso. Momento de uma Força. Condições de Equilíbrio. 
Alavancas. Massa e Peso. Dinâmica: As Leis de Newton. Estudo do Plano 
Inclinado. Força e Trabalho das componentes da Força Resultante. Óptica: 
Geométrica e Física. Espelhos Planos e Curvos. Interferência. Difração. 
Instrumentos ópticos. 
Bibliografia Básica 
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de 
física: mecânica. 10. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book 
 
SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de física. São Paulo: 
Cengage Learning, 2014. v. 2. E-book 
 
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e 
engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 2009. v. 1. E-book. 
 
BRAZILIAN JOURNAL OF PHYSICS. ISSN 0103-9733. Periódico. Disponivel 
em: https://www.springer.com/journal/13538/. Acesso em 16.mar.22. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. ISSN 1806-9126. Periódico. 
Disponivel em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
 
68 
 
 
Bibliografia Complementar 
CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Física. 9. ed. São Paulo: LTC, 
2016. v. 1. E-book 
 
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física. São Paulo: 
Bookman, 2009. 3.v. E-book 
 
KNIGHT, Randall D. Física: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2009. v. 4. E-book 
 
SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Física para cientistas e 
engenheiros: mecânica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013. v. 1. E-
book 
 
BREITHAUPT, Jim. Física. 4.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE FÍSICA TECNOLÓGICA APLICADA. ISSN 2358-
0089. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbfta. Acesso em 
16.mar.22 
 
69 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Estatística Aplicada a Engenharia 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
7º Teórica 50 
Ementa 
Estudo da análise combinatória e probabilidades. Análise de tipos de dados. 
Caracterização de População e amostra. Representação de dados amostrais. 
Elaboração de Gráficos: Histograma, Polígono de Frequência, Diagrama de raiz e 
folha. Desenvolvimento de Medidas de posição – média, mediana e quartil – e 
medidas de dispersão – variância, desvio padrão, intervalo interquartil, amplitude e 
coeficiente de variação. Definição de Intervalo de confiança para média 
populacional. Aplicação de Teste de hipótese – significância e poder do teste. 
Comparação entre duas médias. Análise de variância. Demonstração do 
Coeficiente de correlação de Pearson. Aplicação de Regressão Linear. Uso das 
funções estatísticas do MS Excel. 
Bibliografia Básica 
MARTINS, G. A. Princípios de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. E-book 
 
NAVIDI, W. Probabilidade e estatística para ciências exatas. Porto Alegre: 
AMGH, 2012. E-book 
 
MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística Aplicada e 
Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. 
 
REVISTA ÁGORA. ISSN 1980-0096. Periódico. Disponivel em: 
https://periodicos.ufes.br/agora/index. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. ISSN 0034-7175. Periódico. 
Disponivel em: https://rbes.ibge.gov.br/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
70 
 
 
Bibliografia Complementar 
Bonafini, F.C., Estatística. 1 Ed. São Paulo. Editora Pearson Education do 
Brasil. 2012. E-book 
 
Neto, P.L.C.O., Estatística. 3ªEdição . São Paulo . Blucher. 2002. E-book 
 
GUPTA, B. C.; GUTTMAN, I. Estatística e probabilidade com aplicações para 
engenheiros e cientistas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book 
 
HINES, W. W. et al. Probabilidade e estatística na engenharia. Rio de Janeiro: 
LTC, 2011. E-book 
 
MARTINS, Gilberto de A.; DOMINGUES, Osmar. Estatística Geral e Aplicada. 
6.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book 
 
REVISTA MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA EM FOCO. ISSN 2318-0552. 
Periódico. Disponivel em: 
https://seer.ufu.br/index.php/matematicaeestatisticaemfoco. Acesso em 
16.mar.22 
 
71 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Geometria Analítica e Álgebra Linear 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
7º Teórica 50 
Ementa 
Definição de sistema de coordenadas. Desenvolvimento das equações da reta. 
Desenvolvimento das equações do plano. Estudo das posições relativas entre 
retas. Estudo das posições relativas entre planos. Estudo das posições relativas 
entre retas e planos. Sistemas Lineares. Espaços Vetoriais. Coordenadas no 
plano e no espaço. Vetores, produto escalar, produto vetorial, produto misto. 
Subespaços vetoriais, bases. Transformações Lineares. Autovetores e 
autovalores. Produto Interno. 
Bibliografia Básica 
DOS SANTOS, Fabiano José; FERREIRA, Silvimar F. Geometria Analítica. 
Porto Alegre: Grupo A, 2009. E-book. 
 
LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2011. E-book 
 
WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Pearson Education 
do Brasil, 2012. E-book 
 
REVISTA ELETRÔNICA PAULISTA DE MATEMÁTICA. ISSN 2316-9664. 
Periódico. Disponivel em: 
https://www.fc.unesp.br/#!/departamentos/matematica/revista-cqd/sobre/. Acesso 
em 16.mar.22 
 
REVISTA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PESQUISA. ISSN 1983-3156. Periódico. 
Disponivel em: 16.mar.22. 
 
 
 
 
72 
 
 
Bibliografia Complementar 
ANTON, H.; RORES, C. Álgebra linear com aplicações. 10. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2012. E-book 
 
FERNANDES, L. F. D. Geometria analítica. Curitiba: InterSaberes, 2016. E-
book 
 
ZAHN, Maurício. Álgebra linear. São Paulo: Blucher, 2021. E-book. 
 
LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc. Álgebra Linear. Porto Alegre: Grupo A, 
2011. E-book. 
 
LAY, David C.; LAY, David C.; LAY, Steven R.; MCDONALD, Judi J. Álgebra 
Linear e suas Aplicações. 5.ed. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. 
 
REVISTA MATEMÁTICA, ENSINO E CULTURA. ISSN 2675-1909. Periódico. 
Disponivel em: http://www.rematec.net.br/index.php/rematec. Acesso em 
16.mar.22 
 
 
73 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Desenho Técnico 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
8º Teórica/Prática 100 
Ementa 
Geometria descritiva. Visão espacial. Padronização dos desenhos técnicos. 
Projeção ortogonal. Projeção em três planos. Rebatimento de três planos de 
projeção. Linhas. Cotas. Desenho em corte. Escalas. Introdução ao CAD - 
Projetos Auxiliados por Computador. Atividades práticas. 
Bibliografia Básica 
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J.L. Manual de desenho técnico para 
engenharia: desenho, modelagem e visualização- 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 
2017. E-book 
 
SILVA, Arlindo. Desenho técnico moderno. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book 
 
ABRANTES, José; FILHO, Carleones Amarante F. Desenho Técnico Básico: 
teoria e prática. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA. 2176-7270. Periódico. 
Disponivel em: https://revistas2.uepg.br/index.php/ret. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. 
Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 
16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
 
74 
 
Bibliografia Complementar 
CRUZ, Michele David da. Desenho técnico. 1. ed. - São Paulo : Érica, 2014. E-
book 
 
ZATTAR, I. C. Introdução ao desenho técnico. Curitiba: InterSaberes, 2016. E-
book 
 
RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho técnico e 
autocad. São Paulo: Pearson, 2013. E-book 
 
CRUZ, M.D.. Projeções e Perspectivas para Desenhos Técnicos. 
São Paulo: Saraiva, 2014. 
 
DA MORIOKA, Carlos A.; CRUZ, Michele David. Desenho Técnico: 
medidas e representação gráfica. São Paulo: Saraiva, 2014. E-book 
 
REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. 
Disponivel 
em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. Acesso em 
16.mar.22 
 
75 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Física Geral e Experimental II 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
8º Teórica/Prática 100 
Ementa 
Temperatura e calor. Dilatação linear, dilatação superficial e dilatação volumétrica. 
Dilatação dos líquidos. Calorimetria. Leis da Termodinâmica. Estudo das 
oscilações e suas aplicações. Dedução das equações do movimento ondulatório. 
Caracterização das ondas mecânicas, comportamento das ondas mecânicas em 
diferentes meios de propagação e suas propriedades. Dedução das ondas 
eletromagnéticas e o estudo do espectro eletromagnético. Carga elétrica, campo 
elétrico. Potencial elétrico. Corrente elétrica. Resistência elétrica. Geradores, 
receptores capacitores e dielétricos. Atividades práticas. 
Bibliografia Básica 
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. Lições de Física. São Paulo: 
Bookman, 2009. 3.v. E-book. 
 
SERWAY, Raymond A.; JEWETT JR, John W. Princípios de física. São Paulo: 
Cengage Learning, 2014. v. 2. E-book. 
 
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros: 
eletricidade e magnetismo, ótica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 2. E-book. 
 
BRAZILIAN JOURNAL OF PHYSICS. ISSN 0103-9733. Periódico. Disponivel 
em: https://www.springer.com/journal/13538/. Acesso em 16.mar.22. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. ISSN 1806-9126. Periódico. 
Disponivel em: http://www.sbfisica.org.br/rbef/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
 
 
76 
 
Bibliografia Complementar 
BAUER, Wolfgang; WESTFALL, Gary D.; DIAS, Helio. Física para 
universitários: eletricidade e magnetismo. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book. 
 
CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Física. 9. ed. São Paulo: LTC, 2016. 
v. 1. E-book. 
 
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: 
mecânica. 10. ed. São Paulo: LTC, 2016. v. 1. E-book. 
 
KNIGHT, Randall D. Física: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2009. v. 4. E-book. 
 
YOUNG H, D.; FREEDMAN R. A. Física III Sears & Zemansky: 
eletromagnetismo. 14. ed. São Paulo: Pearson Education, 2015. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE FÍSICA TECNOLÓGICA APLICADA. ISSN 2358-
0089. Periódico. Disponivel em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbfta. Acesso em 
16.mar.22 
 
77 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Mecânica dos Fluidos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
9º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Propriedades dos fluidos. Estática dos fluidos. Escoamento de um fluido. Equação 
de Bernoulli. Introdução à Hidrometria. Condutos livres. Condutos forçados. 
Escoamento dos fluidos. Máquinas hidraulicas. Redes de condutos. Instalações 
de recalque. Macro e microdrenagem pluvial e subsistemas especiais. Atividades 
práticas. 
Bibliografia Básica 
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2011. E-
book. 
 
AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8. ed. SãoPaulo: Edgard 
Blucher, 2012. E-book 
 
FOX, R. W.; McDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluidos. 7. ed. São 
Paulo: LTC, 2012. E-book 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA. 2176-7270. Periódico. 
Disponivel em: https://revistas2.uepg.br/index.php/ret. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. 
Periódico. Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 
16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
78 
 
 
Bibliografia Complementar 
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2010.E-book. 
 
CANEDO, Eduardo Luís. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: LTC, 
2010. E-book. 
 
ROLLINS, J.P. Manual de ar comprimido e gases. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2004. E-book. 
 
DUARTE, D. A. Mecânica básica. São Paulo: Pearson, 2015. E-book. 
 
BIRD, R.B.; STEWART, W.E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 
2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. E-book. 
 
REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. 
Disponível em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. 
Acesso em 16.mar.22 
 
 
79 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Cálculo Numérico 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
9º Teórica 50 
Ementa 
Iteração, soma de vetores, produto de matrizes. Manipulação de vetores e 
matrizes. Estudo do erro de arredondamento. Aritmética de ponto flutuante. Zeros 
de funções reais. Solução de sistemas lineares. Métodos diretos. Métodos 
iterativos. Método dos gradientes conjugados. Autovalores e Autovetores. 
Interpolação polinomial. Integração numérica. Quadrados mínimos lineares. 
Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias. 
Bibliografia Básica 
DORNELLES FILHO, Adalberto Ayjara. Fundamentos de cálculo numérico. 
São Paulo: Bookman, 2016. E-book 
 
VARGAS, José Viriato Coelho; ARAKI, Luciano Kiyoshi. Cálculo numérico 
aplicado. São Paulo: Manole, 2017. E-book 
 
CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos numéricos para engenharia. 5.ed. 
São Paulo: McGraw-Hill, 2008. E-book 
 
REVISTA ÁGORA. ISSN 1980-0096. Periódico. Disponivel em: 
https://periodicos.ufes.br/agora/index. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ESTATÍSTICA. ISSN 0034-7175. Periódico. 
Disponivel em: https://rbes.ibge.gov.br/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
80 
 
 
Bibliografia Complementar 
SPERANDIO, D.; MENDES, J.T; SILVA. L.H.M. Cálculo numérico. 2. ed. São 
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015. E-book 
 
DEMANA, F. D. et al. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley, 2013. E-book 
 
BERTOLDI, N. B. Cálculo numérico. São Paulo: Pearson 2007. E-book 
 
BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas; BURDEN, Annette M. Análise 
numérica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016. E-book. 
 
FREITAS, Raphael de O.; CORRÊA, Rejane Izabel L.; VAZ, Patrícia Machado S. 
Cálculo numérico. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book 
 
REVISTA MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA EM FOCO. ISSN 2318-0552. 
Periódico. Disponivel em: 
https://seer.ufu.br/index.php/matematicaeestatisticaemfoco. Acesso em 
16.mar.22 
 
81 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Química Experimental 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
10º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo das Funções Inorgânicas: Ácidos, Bases, Sais e Óxidos. Cálculo 
Estequiométrico, Soluções, Gráficos de Solubilidade. Identificação e Classificação 
de Reações Químicas. Cinética Química e Equilíbrio Químico. Ácidos e Bases, 
pH. Atividades práticas. 
Bibliografia Básica 
ATKINS, J. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio 
ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. E-book 
 
CHANG, R. Química geral. 4. ed. São Paulo: MacGraw-Hill, 2010. E-book 
 
BROWN, Lawrence S.; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à 
engenharia. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2021. E-book 
 
REVISTA QUÍMICA NOVA, ISSN 1678-7064. Periódico. Disponível: 
https://www.scielo.br/j/qn/. Acesso em 16.mar.22 
 
BRAZILIAN JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING. ISSN 1678-4383. 
Periódico. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bjce/. Acesso em 16.mar.22 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
82 
 
 
Bibliografia Complementar 
LENZI, E. et al. Química geral e experimental. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 
2012. E-book 
 
BROWN, Theodore et al. Química: a ciência central. 13.ed. São Paulo Pearson, 
2016. E-book 
 
ROSENBERG, Jerome L.; EPSTEINS, Lawrence M.; KRIEGER, Peter J. 
Química geral. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. E-book. 
 
ROZENBERG, Izrael M. Química geral. São Paulo: Blucher, 2002. E-book. 
 
CHRISTOFF, P. Química geral. Curitiba: Intersaberes, 2015. E-book. 
 
REVISTA VIRTUAL DE QUÍMICA. ISSN 1984-6835. Periódico. Disponivel em: 
http://rvq.sbq.org.br/. Acesso em 16.mar.22 
 
83 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Ciências dos materiais 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
10º Teórica 50 
Ementa 
Conceitos fundamentais. Classificação dos materiais. Estruturas dos materiais 
mecânicos e cerâmicos. Diagramas de Fases. Propriedades mecânicas dos 
materiais metálicos e cerâmicos. Normas Técnicas. Características mecânicas e 
termomecânicas. Aplicações e processamento das cerâmicas, polímeros e 
compósitos. 
Bibliografia Básica 
CALLISTER JUNIOR, W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma 
introdução. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. E-book 
 
ASKELAND, Donald R.; FULAY, Pradeep P.; BHATTACHARYA, D K. Ciência e 
Engenharia dos materiais. 3.ed. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2014. E-
book. 
 
SHACKELFORD, J. F. Ciências dos materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 
2011. E-book 
 
ADVANCES MATERIALS RESEARCH. ISSN 1662-8985. Periódico. Disponivel 
em: https://www.scientific.net/AMR. Acesso em 16.mar.22 
 
JOURNAL OF THE BRAZILIAN SOCIETY OF MECHANICAL SCIENCES AND 
ENGINEERING. ISSN 1678-5878. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/jbsmse/. 
Acesso em 16.mar.22 
 
 
 
 
 
84 
 
 
Bibliografia Complementar 
NEWELL, James. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos 
Materiais. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2010. E-book. 
 
GARCIA, A.; ALVARES, J.; SANTOS, C. A. Ensaios dos materiais. 2. ed. Rio 
de Janeiro: LTC, 2012. E-book 
 
PAWLICKA, Agnieszka; FRESQUI, Maíra; TRSIC, Milan. Curso de Química 
para Engenharia, volume II: Materiais. São Paulo: Manole, 2013. E-book 
 
STEIN, Ronei T.; GEHLEN, Rubens Zolar da C.; ROJAS, Fernando C. 
Tecnologia dos materiais. Porto Alegre: Grupo A, 2019. E-book 
CALLISTER, William D J. Fundamentos da Ciência e Engenharia de 
Materiais: uma abordagem integrada. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. E-
book. 
 
REVISTA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. ISSN 2447-7028. Periódico. 
Disponivel em: https://revista.ufrr.br/rct. Acesso em 16.mar.22 
 
85 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Tecnologia, Ciência e Pesquisa 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
11º Teórica 100 
Ementa 
Definição e relação entre ciência, pesquisa e tecnologia. Breve história da 
ciência. Desenvolvimento da tecnologia como processo histórico. Análise da 
relação tecnologia, trabalho e sociedade. Saberes: Conhecimento científico, 
popular, empírico, filosófico e teológico. A função social da ciência, pesquisa e 
tecnologia. Tipos de pesquisa científica. O método científico. Etapas de 
pesquisa. Métodos qualitativos e quantitativos. O projeto de pesquisa. A 
divulgação dos resultados e seus formatos. Estrutura de um relatório de 
pesquisa. Ética na pesquisa. 
Bibliografia Básica 
LAKATOS, Eva M. Metodologia do Trabalho Científico. Rio de Janeiro: Grupo 
GEN, 2021. E-book 
 
LAKATOS, Eva M. Fundamentos de Metodologia Científica. Rio de Janeiro: 
Grupo GEN, 2021. E-book 
 
REIS, José C. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Grupo 
Autêntica, 2007. E-book. 
 
REVISTA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. ISSN 2447-7028. Periódico. 
Disponível em: https://revista.ufrr.br/rct. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA DE ENGENHARIA E PESQUISA APLICADA. ISSN 2525-4251. 
Periódico.Disponivel em: http://revistas.poli.br/index.php/repa. Acesso em 
16.mar.22 
 
 
 
86 
 
 
Bibliografia Complementar 
DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 
2013. E-book 
 
APPOLINÁRIO, Fabio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática da pesquisa. 
2.ed. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2013. E-book 
 
NASCIMENTO, Luiz Paulo D. Elaboração de projetos de pesquisa: 
Monografia, dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia 
científica. São Paulo: Cengage Learning Brasil, 2016. E-book. 
 
DEMO, Pedro. Praticar ciência: Metodologias do conhecimento científico. São 
Paulo: Saraiva, 2007. E-book 
 
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva, 2017. E-
book. 
 
REVISTA DE ENSINO DE ENGENHARIA. ISSN 2236-0158. Periódico. 
Disponível em: http://revista.educacao.ws/revista/index.php/abenge/index. 
Acesso em 16.mar.22 
 
 
87 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Fundamentos de Instalações Elétricas 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
11º Teórica/Prático 50 
Ementa 
Conceitos básicos e leis fundamentais; princípios da eletrostática; princípios da 
eletrodinâmica; corrente contínua; resistência elétrica e leis de Ohm; potência e 
energia elétrica; associação de resistores; leis de Kirchoff; divisores de tensão; 
capacitores e circuitos RC em corrente contínua; indutores e circuitos RL em 
corrente contínua; princípios de corrente alternada; laboratórios. 
Bibliografia Básica 
ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente 
contínua. 21. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. E-book. 
 
CAPUANO, Francisco Gabriel; MARINO, Maria Aparecida Mendes. Laboratório 
de eletricidade e eletrônica. 24. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. 
 
BARRETO, Gilmar, et al. Circuitos de corrente alternada: fundamentos e 
prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. E-book. 
 
JOURNAL OF ELETRICAL SYSTEM. ISSN 1112-5209. Periódico. Disponível 
em: http://journal.esrgroups.org/jes/. Acesso em: 27 abr. 2022. 
 
ELETRECIDADE MODERNA. ISSN 0100-2104. Periódico. Disponível em: 
https://www.arandanet.com.br/revista/em. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
88 
 
Bibliografia Complementar 
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. 
 
BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. 13. ed. São Paulo: 
Pearson, 2018. E-book. 
 
KNIGHT, Randall D. Física 3: uma abordagem estratégica. 2. ed. Porto Alegre 
: Bookman, 2009. E-book. 
 
NISKIER, Júlio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. 7. ed. 
Rio de Janeiro: LTC, 2021. E-book. 
 
NERY, Norberto. Instalações elétricas: princípios e aplicações. 3. ed. São 
Paulo: Érica, 2019. E-book. 
 
REVISTA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E ENGENHARIA 
MECÂNICA. ISSN 2763-5325. Periódico. Disponível em: 
https://periodicos.ufersa.edu.br/index.php/r4em/issue/archive. Acesso em: 29 
abr. 2022 
 
 
89 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Eletromagnetismo Aplicado 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
12º Teórica 50 
Ementa 
Revisão de Cálculo Vetorial. Eletrostática: o campo elétrico e a lei de Coulomb; 
distribuições contínuas de carga; o potencial elétrico; trabalho e energia 
eletrostática; condutores; equação de Poisson; equação de Laplace; separação 
de variáveis; expansão de multipolos. Campos elétricos na matéria: dielétricos; 
polarização elétrica o vetor deslocamento; susceptibilidade, permissividade e 
constante dielétrica; lei de Gauss para dielétricos; condição de contorno; energia 
em sistemas dielétricos. Magnetostática: a força de Lorentz; campos 
magnéticos; corrente elétrica; lei de Biot-Savart; lei de Ampère; potencial vetor 
magnético. Campos magnéticos na matéria I: magnetização; tipos de materais 
magnéticos; o campo magnético H; susceptibilidade e permeabilidade; lei de 
Ampère para materiais magnéticos; condições de contorno. Campos magnéticos 
na matéria II: força eletromotriz; lei de Faraday; indutância; energia em campos 
magnéticos; equações de maxwel; equações de maxwell na matéria e condições 
de contorno. 
Bibliografia Básica 
HAYT JR, W. H.; BUCK, J. A. Eletromagnetismo. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 
2013. E-book 
 
WENTWORTH, S. M. Eletromagnetismo aplicado: abordagem antecipada 
das linhas de transmissão. Porto Alegre: Bookman, 2008. E-book. 
 
EDMINISTER, J. A.; NAHVI, M. Eletromagnetismo. 3. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2015. E-book. 
 
IEEE TRANSACTIONS ON ELECTROMAGNETIC COMPATIBILITY. ISSN 
1558-187X. Disponível em: 
https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=15. Acesso em: 28 
90 
 
anr. 2022. 
 
ELECTROMAGNETICS. ISSN 1532-527X. Disponível em: 
https://www.tandfonline.com/loi/uemg20. Acesso em: 28 abr. 2022. 
Bibliografia Complementar 
NOTAROS, B. M. Eletromagnetismo. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 
2012. E-book. 
 
REGO, R. A. Eletromagnetismo básico. Rio de Janeiro: LTC, 2010. E-book. 
 
RAMOS, A. Eletromagnetismo. São Paulo: Blucher, 2016. E-book. 
 
SILVA, C. E., et al. Eletromagnetismo: fundamentos e simulações. São 
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. E-book. 
 
LALIS, D. M. Introdução ao eletromagnetismo. Curitiba: InterSaberes, 2021. 
E-book. 
 
INTERNATIONAL JOURNAL OF APPLIED ELECTROMAGNETICS AND 
MECHANICS. ISSN 1875-8800. Disponível em: 
https://www.iospress.com/catalog/journals/international-journal-of-applied-
electromagnetics-and-mechanics. Acesso em: 28 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
91 
 
 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Análise de Circuitos Elétricos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
12º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Análise de circuitos elétricos quando alimentados em corrente contínua e 
corrente alternada, utilizando os componentes básicos da eletricidade: 
resistores, capacitores e indutores. Análise em Regime Permanente Senoidal 
com vetores girantes e versores para determinar tensões, correntes e potência 
no circuito. Análise de Transitórios em Circuitos Elétricos através da 
transformada de Laplace. 
Bibliografia Básica 
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos elétricos. 12. ed. São 
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2021. E-book. 
 
IRWIN, J. D.; NELMS, R. M. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. 
ed., Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. 
 
MARIOTTO, P. A. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 
2003. E-book. 
 
REVISTA DO PROFESSOR DE FÍSICA. ISSN 2494-4746. Periódico. Disponível 
em: https://periodicos.unb.br/index.php/rpf/about. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
IEEE OPEN JOURNAL OF POWER ELECTRONICS. ISSN. Periódico. 
Disponível em: 
https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=8782709. Acesso em: 
29 abr. 2022. 
 
 
92 
 
 
 
Bibliografia Complementar 
ALBUQUERQUE, R. O. Análise de circuitos em corrente alternada. 2. ed. 
São Paulo: Érica, 2012. E-book. 
 
NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2014. E-book. 
 
ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. 
ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. 
 
SADIKU, M. N. O.; MUSA, S. M.; ALEXANDER, C. K. Análise de circuitos 
elétricos com aplicações. Porto Alegre: AMGH, 2014. E-book. 
 
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio 
de Janeiro: LTC, 2014. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 19 abr. 2022. 
93 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Materiais Elétricos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
13º Teórica 50 
Ementa 
Estudo das propriedades de materiais condutores, isolantes e semicondutores. 
Efeitos e aplicações em dispositivos dielétricos, condutores, semicondutores, 
termoelétricos, termoresistivos, piezoelétricos, piezoresistivos e magnéticos. 
Noções de estrutura cristalina. Modelo de bandasde energia. Condutividade e 
resistividade. Materiais Semicondutores Intrínsecos e Extrínsecos. Fenômenos 
opto-eletrônicos. Supercondutores. 
Bibliografia Básica 
DA ROCHA, M. F. et al. Materiais Elétricos. São Paulo: Sagah, 2018. E-book. 
 
SCHMIDT, W. Materiais elétricos: condutores e semicondutores. 3. ed. São 
Paulo: Blucher, 2010. v. 1. E-book. 
 
SCHMIDT, W. Materiais elétricos: isolantes e magnéticos. 4. ed. São Paulo: 
Blucher, 2019. v. 2. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
94 
 
Bibliografia Complementar 
SCHMIDT, W. Materiais elétricos: aplicações. São Paulo: Editora Edgard 
Blucher, 2011. V. 3. E-book. 
 
MARQUES, A. E. B.; CHOUERI JÚNIOR, S.; CRUZ, E. C. A. Dispositivos 
semicondutores: diodos e transistores. 13. ed. rev. São Paulo: Érica 2012. E-
book. 
 
CALLISTER Jr., W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e engenharia de 
materiais: uma introdução. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. 
 
CROVADOR, A. Eletricidade e eletrônica básica. Curitiba: Contentus, 2020. E-
book. 
 
SMITH, W. F.; HASHEMI, J. Fundamentos de engenharia e ciência dos 
materiais. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
95 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Sistemas Trifásicos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
13º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Conhecimentos de sistemas trifásicos com o cálculo das tensões, correntes e 
potência e análise de sistemas desequilibrados utilizando componentes 
simétricas e representação de redes e diagramas de sequência. Valores 
Percentuais e Por Unidade (pu). 
Bibliografia Básica 
OLIVEIRA, C. C. B., et al. Introdução a sistemas elétricos de potência: 
componentes simétricas. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. E-book. 
 
PINTO, M. O. Energia elétrica: geração, transmissão e sistemas 
interligados. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. reimp. 2018. E-book. 
 
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos elétricos. 13. ed. São 
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2018. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
96 
 
Bibliografia Complementar 
ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. 
ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. 
 
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos elétricos. 10. ed. São Paulo: Pearson 
Education do Brasil, 2015. E-book. 
 
COSTA, V. M. Circuitos elétricos lineares: enfoques teórico e prático. Rio de 
Janeiro: Interciência, 2013. E-book. 
 
NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos elétricos. 5. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2014. E-book. 
 
ROBBINS, A. H.; MILLER, W. C. Análise de circuitos: teoria e prática. 4. ed. 
São Paulo: Cengage Learning, 2010. v. 2. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
97 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Eletrônica Básica 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
14º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Conhecimentos de eletrônica analógica relativos à eletrônica de baixa e média 
potência com diodos, transistores e amplificadores operacionais e as principais 
aplicações. Conhecimentos de eletrônica digital relativos à lógica, álgebra de 
Boole, análise combinatória e sequencial de circuitos digitais e principais 
aplicações. 
Bibliografia Básica 
BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de 
circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. 
 
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas digitais: princípios e 
aplicações. 12. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018. E-book. 
 
GARCIA, P. A.; MARTINI, J. S. C. Eletrônica digital: teoria e laboratório. 2. 
ed. São Paulo: Érica, 2008. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
98 
 
Bibliografia Complementar 
CRUZ, E. C. A.; CHOUERI JÚNIOR, S. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: 
Érica, 2013. E-book. 
 
ALBUQUERQUE, R. de O.; SEABRA, A. C. Utilizando eletrônica com AO, 
SCR, TRIAC, UJT, PUT, CI 555, LDR, LED, IGBT e FET de potência. 2. ed. 
São Paulo: Érica, 2012. E-book. 
 
MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. vol. 1. 
E-book. 
 
MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016, vol. 2. 
E-book. 
 
SZAJNBERG, M. Eletrônica digital: teoria, componentes e aplicações. Rio 
de Janeiro: LTC, 2014. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
99 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Distribuição de Energia Elétrica 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
14º Teórica 60 
Ementa 
Sistemas de distribuição de energia elétrica, Características das cargas, 
Subestações de distribuição, Redes de distribuição, Estudos e planejamento de 
sistemas de distribuição, Qualidade do fornecimento de energia elétrica. 
Bibliografia Básica 
KAGAN, N.; OLIVEIRA, C. C. B.; ROBBA, E. J. Introdução aos sistemas de 
distribuição de energia elétrica. 2. ed. Editora Edgar Blucher, 2000. Reimp. 
2017. E-book. 
 
ROBBA, E. J., et al. Análise de sistemas de transmissão de energia elétrica. 
São Paulo: Blucher, 2020. E-book. 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15688: redes de 
distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. São Paulo: 
ABNT, 2012. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
100 
 
Bibliografia Complementar 
OLIVERIA, C. C. B., et. al. Sistemas elétrico de potência. 2. ed. São Paulo: 
Editora Edgar Blucher, 2000. reimp. 2017. E-book. 
 
PINTO, M. O. Energia elétrica: geração, transmissão e sistemas 
interligados. Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
REIS, L. B. Geração de energia elétrica. 3. ed. rev., ampl. e atual. Barueri: 
Manole, 2017. E-book. 
 
BARROS, B. F.; BORELLI, B.; GEDRA, R. L. Geração, transmissão, 
distribuição e consumo de energia elétrica. São Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R. L. Gerenciamento de energia: 
ações administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 3. 
ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
101 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Conversão e Conservação de Energia 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
14º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo das formas de energia que são convertidas em energia elétrica, das leis 
de conversão de energia e dos dispositivos que utilizam da conversão 
eletromecânica de energia como transdutores, transformadores e máquinas 
elétricas rotativas. 
Bibliografia Básica 
FALCONE, A. G. Eletromecânica: transformadores e transdutores,conversão eletromecânica de Energia, máquinas elétricas. São Paulo: 
Blucher, 1979. Reimp. 2018. Vols. 1 e 2. E-book. 
 
SIMONE, G. A.; CREPPE, R. C. Conversão eletromecânica de energia. São 
Paulo: Érica, 2010. E-book. 
 
UMANS, S. D. Máquinas elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto 
Alegre: AMGH, 2014. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
102 
 
Bibliografia Complementar 
BEZERRA, E. C., et al. Conversão de energia. Porto Alegre: Sagah, 2018. E-
book. 
 
SIMONE, G. A. Transformadores: teoria e exercícios. São Paulo: Érica, 2010. 
E-book. 
 
CHAPMAN, S. J. Fundamentos de máquinas elétricas. 5. ed. Porto Alegre: 
AMGH, 2013. E-book. 
 
JORDÃO, R. A. Transformadores. São Paulo: Blucher, 2002. Reimp. 2017. E-
book. 
 
SIMONE, G. A. Máquinas de indução trifásicas. 2. ed. São Paulo: Érica, 2010. 
E-book 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
103 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Máquinas e Acionamentos Elétricos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
15º Teórica/Prática 100 
Ementa 
Estudo dos motores elétricos com enfoque nos aspectos de aplicação, 
apresentando os equipamentos utilizados no seu acionamento relacionados com 
a partida, controle, comando e proteção. 
Bibliografia Básica 
PETRUZELLA, F. D. Motores elétricos e acionamentos. Rio de Janeiro: LTC, 
2013. E-book. 
 
RASHID, M. H. Eletrônica de potência. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do 
Brasil, 2014. E-book. 
 
NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 
2018. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
104 
 
Bibliografia Complementar 
RIBAS, S. P. Instalações elétricas industriais: eletrotécnica. Curitiba: 
Contentus, 2020. E-book. 
 
MOHAN, N. Máquinas elétricas e acionamentos: curso introdutório. Rio de 
Janeiro: LTC, 2015. E-book. 
 
LENZ, M. L. L.,et al. Acionamentos elétricos. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-
book. 
 
FRANCHI, C. M. Acionamentos elétricos. 4. ed. São Paulo: Érica, 2013. E-
book. 
 
UMANS, S. D. Máquinas elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto 
Alegre: AMGH, 2014. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
105 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Eletrônica Aplicada 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
15º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Aplicações dos dispositivos da eletrônica analógica e digital para aplicações em 
sistemas computacionais, de controle, aquisição de dados e acionamentos. 
Bibliografia Básica 
CRUZ, E. C. A.; CHOUERI, S. Eletrônica aplicada. 2. ed. São Paulo: Érica, 
2013. E-book. 
 
SCHULER, C. Eletrônica II. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. 
 
STEVAN JÚNIOR, S. L. Automação e instrumentação industrial com 
arduino: teoria e projetos. São Paulo: Érica, 2015. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
106 
 
Bibliografia Complementar 
ALBUQUERQUE, R. de O.; SEABRA, A. C. Utilizando eletrônica com AO, 
SCR, TRIAC, UJT, PUT, CI 555, LDR, LED, IGBT e FET de potência. 2. ed. 
São Paulo: Érica, 2012. E-book. 
 
DACHI, E. P.; HAUPIT, A. G. Eletrônica digital. São Paulo: Blucher, 2018. E-
book. 
 
SZAJNBERG, M. Eletrônica digital: teoria, componentes e aplicações. Rio 
de Janeiro: LTC, 2014. E-book. 
 
SILVEIRA FILHO, E. S. D., et al. Eletrônica. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E-
book. 
 
FLOYD, T. L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto 
Alegre: Bookman, 2007. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
107 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Modelagem e Simulação e Sistemas 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
16º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo do comportamento dinâmico de sistemas físicos mecânicos, elétricos, 
térmicos e hidráulicos com o desenvolvimento dos modelos matemáticos e a 
análise dinâmica destes sistemas. 
Bibliografia Básica 
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5a ed., São Paulo: Pearson, 
2010. 
 
NISE, S. Engenharia de sistemas de controle. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 
2017. 
 
KLUEVER, C. A. Sistemas dinâmicos: modelagem, simulação e controle 1ª 
ed., Rio de Janeiro: LTC, 2018. 
 
Bibliografia Complementar 
SOARES NETO, Vicente; PENEDO, Sergio Ricardo Master. Sistemas de 
controle: matemática aplicada a projetos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias convencionais vol. 
1. 1a ed. Digital, Ed. Edgard Blücher Ltda, 2018. 
 
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos 2ª ed., 
Rio de Janeiro: LTC, 2017. 
 
SOUZA, A. C. Z., et al. Projetos, simulações e experiências de laboratório 
em sistemas de controle. Rio de janeiro: Interciência, 2014. 
 
DORF, R. C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 13ª ed., 
108 
 
Rio de Janeiro: LTC, 2018. 
Disciplina A Distância (EAD) 
Eletrônica de Potência 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
16º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Apresentação dos dispositivos de eletrônica potência aplicado à indústria com 
estudo dos tipos de conversores estáticos CA-CC não controlados e 
controlados, monofásicos e trifásicos (retificadores), choppers e inversores 
observando a operação, a análise, o modelamento, a aplicação, o 
desenvolvimento e o projeto destes dispositivos. 
Bibliografia Básica 
AHMED, A. Eletrônica de potência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2000. E-
book. 
 
RASHID, M. H. Eletrônica de potência. 4. ed. São Paulo: Pearson Education 
do Brasil, 2014. E-book. 
 
ARRABAÇA, D. A.; GIMENEZ, S. P. Eletrônica de potência: conversores de 
energia (CA/CC): teoria, prática e simulação. 2. ed. São Paulo: Érica, 2016. 
E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
109 
 
Bibliografia Complementar 
HART, D. W. Eletrônica de potência: análise e projeto de circuitos. Porto 
Alegre: AMGH, 2011. E-book. 
 
MOHAN, N. Eletrônica de potência: curso introdutório. Rio de Janeiro: LTC, 
2014. E-book. 
 
ALMEIDA, J. L. A. Eletrônica industrial: conceitos e aplicações com SCRs e 
TRIACs. São Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
MARRAUI, F., et al. Eletrônica de potência I. Porto Alegre : SAGAH, 2019. E-
book. 
 
BALDNER, F. O.,et al. Eletrônica de potência. Porto Alegre: SAGAH, 2018. E-
book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
110 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Projeto Integrador I: Projeto de um Sistema Elétrico 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
16º Prática 50 
Ementa 
Estudo prático por meio da Aprendizagem baseadaem Projetos (ABP) com o 
objetivo de integrar as competências específicas e transversais das disciplinas 
da engenharia elétrica. 
Bibliografia Básica 
PAHL, G., et al. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento, 
eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Blucher, 2005. E-book. 
 
PAIXÃO, R. R. Circuitos eletroeletrônicos: fundamentos e desenvolvimento 
de projetos lógicos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
CIPELLI, A. M. V. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos 
eletrônicos. 23. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia Complementar 
111 
 
PHILIPPI JUNIOR., A.; SILVA NETO, A. J. (eds.). Interdisciplinaridade em 
ciência, tecnologia & inovação. São Paulo: Manole, 2011. E-book. 
 
SANTOS, M. C. C.; BARRA, S. R. O projeto integrador como ferramenta de 
construção de habilidades e competências no ensino de engenharia e 
tecnologia. In: XL Congresso de Educação em Engenharia. Belém-PA. 2012. 
Disponível em: < 
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf> Acesso em: 
21. out. 2019. 
 
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de 
circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. 
 
NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 
2018. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
112 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Controle de Sistemas Dinâmicos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
17º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo do controle de sistemas dinâmicos em tempo contínuo e tempo discreto 
segundo as visões clássica e moderna. 
Bibliografia Básica 
PINHEIRO, C. A. M. Sistemas de controle digitais e processamento de 
sinais: projetos, simulações e experiências de laboratório. Rio de Janeiro: 
Interciência, 2017. E-book. 
 
CASTRUCCI, P. L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle automático. 2. ed. Rio 
de Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2010.E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
113 
 
Bibliografia Complementar 
KLUEVER, C. A. Sistemas dinâmicos: modelagem, simulação e controle. 
Rio de Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
SOUZA, A. C. Z., et. al. Projetos, simulações e experiências de laboratório 
em sistemas de controle. Rio de janeiro: Interciência, 2014. E-book. 
 
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
GARCIA, C. Controle de processos industriais: estratégias convencionais. 
São Paulo: Blücher, 2018. vol. 1. E-book. 
 
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed. 
Rio de Janeiro: LTC, 2017. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
114 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Projeto Integrador II: desenvolvimento de um protótipo - eng. elétrica 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
17º Prática 50 
Ementa 
Implementação de um projeto prático que se utiliza da Aprendizagem baseada 
em Projetos (ABP) com o objetivo de integrar as competências específicas e 
transversais das disciplinas da engenharia elétrica. 
Bibliografia Básica 
PAHL, G., et al. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento, 
eficaz de produtos, métodos e aplicações. São Paulo: Blucher, 2005. E-book. 
 
PAIXÃO, R. R. Circuitos eletroeletrônicos: fundamentos e desenvolvimento 
de projetos lógicos. São Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
CIPELLI, A. M. V. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos 
eletrônicos. 23. ed. São Paulo: Érica, 2007. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia Complementar 
115 
 
PHILIPPI JUNIOR., A.; SILVA NETO, A. J. (eds.). Interdisciplinaridade em 
ciência, tecnologia & inovação. São Paulo: Manole, 2011. E-book. 
 
SANTOS, M. C. C.; BARRA, S. R. O projeto integrador como ferramenta de 
construção de habilidades e competências no ensino de engenharia e 
tecnologia. In: XL Congresso de Educação em Engenharia. Belém-PA. 2012. 
Disponível em: < 
http://www.abenge.org.br/cobenge/arquivos/7/artigos/104305.pdf> Acesso em: 
21. out. 2019. 
 
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 13. ed. Rio de 
Janeiro: LTC, 2018. E-book. 
 
BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L. Dispositivos eletrônicos e teoria de 
circuitos. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. E-book. 
 
NASCIMENTO, G. Comandos elétricos: teoria e atividades. São Paulo: Erica, 
2018. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
116 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Microcontroladores 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
18º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo do funcionamento, da arquitetura e das características básicas de 
sistemas microprocessados e microcontrolados. Desenvolvimento de projetos de 
hardware e de software baseados em dispositivos microcontrolados: eletrônica 
embarcada. 
Bibliografia Básica 
PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: programação em C. 7. ed. São Paulo: 
Érica, 2007. E-book. 
 
ALMEIDA, R. M. A.; MORAES, C. H. V. M.; SERAPHIM, T. F. P. Programação 
de sistemas embarcados: desenvolvendo software para 
microcontroladores em linguagem C. Rio de Janeiro: LTC, 2016. E-book. 
 
PEREIRA, F. Microcontrolador PIC18 detalhado: hardware e software. São 
Paulo: Érica, 2010. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
117 
 
Bibliografia Complementar 
FLOYD, T. L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto 
Alegre: Bookman, 2007. E-book. 
 
ZANCO, W. S. Microcontroladores PIC18 com linguagem C: uma 
abordagem prática e objetiva. São Paulo: Érica, 2010. E-book. 
 
LENZ, M. L.; TORRES, F. E. Microprocessadores. Porto Alegre: SAGAH, 2019. 
E-book. 
 
MIYADAIRA, A. N. Microcontroladores PIC 18: aprenda e programe em 
linguagem C. 2. ed. São Paulo: Érica, 2011. E-book. 
 
SOUSA, D. R.; SOUZA, D. J.; LAVINIA, N. C. Desbravando o 
microcontrolador PIC18: recursos avançados. São Paulo: Érica, 2010. E-
book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
118 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Automação de Sistemas 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
18º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo da automação de processos industriais com dispositivos controladores, 
instrumentação, supervisão, comando e redesde comunicação digitais. Estudar 
a programação de controladores lógicos programáveis (CLP). 
Bibliografia Básica 
SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 9. ed. São 
Paulo: Érica, 1998. E-book. 
 
SANTOS, W. E.; GORGULHO JUNIOR, J. H. C. Robótica industrial: 
fundamentos, tecnologias, programação e simulação. São Paulo: Érica, 
2015. E-book. 
 
MORAES, C. C.; CASTRUCCI, P. L. Engenharia de automação industrial. 2. 
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
119 
 
Bibliografia Complementar 
STEVAN JÚNIOR, S. L. Automação e instrumentação industrial com 
arduino: teoria e projetos. São Paulo: Érica, 2015. E-book. 
 
PUHL, F. L. J., et al. Robótica. Porto Alegre: SAGAH, 2019. E-book. 
 
PRUDENTE, F. Automação industrial – PLC: programação e instalação. 2. 
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. 
 
THOMAZINI, D.; ALBUQUERQUE, P. U. B. Sensores industriais: 
fundamentos e aplicações. 9. ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. 
 
LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Redes industriais para a automação 
industrial: AS-I, PROFIBUS e PROFINET. 2. ed. São Paulo: Érica, 2019. E-
book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
120 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Fundamentos em Telecomunicações 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
19º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo dos fundamentos da comunicação para a transmissão da informação com 
a apresentação das principais técnicas e tratamento dos sinais. 
Bibliografia Básica 
SOARES NETO, V. Telecomunicações avançadas e as tecnologias 
aplicadas. São Paulo: Érica, 2018. E-book. 
 
OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W. Processamento em tempo discreto de 
sinais. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. E-book. 
 
MEDEIROS, J. C. O. Princípios de telecomunicações: teoria e prática. 5. ed. 
São Paulo: Érica, 2016. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
121 
 
Bibliografia Complementar 
FRENZEL JUNIOR, L. E. Fundamentos de comunicação eletrônica: 
modulação, demodulação e recepção. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-
book. 
 
ELIAS, F. G. M. Sinais e sistemas: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 
2020. E-book. 
 
YOUNG, P. H. Técnicas de comunicação eletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2006. E-book. 
 
CAMPOS, A. L. P. S. Laboratório de princípios de telecomunicações. Rio de 
Janeiro: LTC, 2015. E-book. 
 
ROBERTS, M. J. Fundamentos de sinais e sistemas. Porto Alegre: AMGH, 
2010. E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
122 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Projetos Elétricos 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
19º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Projetos de instalações elétricas industriais, prediais e residenciais, com 
dimensionamento de circuitos, proteção e dimensionamento dos quadros de 
baixa, média e alta tensão e luminotécnica. 
Bibliografia Básica 
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações elétricas prediais. Porto Alegre: 
Bookman, 2017. E-book. 
 
KANASHIRO, N. M.; NERY, N. Instalações elétricas industriais. 2. ed. São 
Paulo: Érica, 2014. E-book. 
 
SAMED, M. M. A. Fundamentos de instalações elétricas. Curitiba: 
InterSaberes, 2017. E-book. 
 
REVISTA BRASILEIRA DE ENSINO DE FÍSICA. São Paulo: SBF, 2001–. ISSN 
1806-9126. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbef. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
SEMANA ACADÊMICA. Fortaleza: Unieducar, 2013–. ISSN 2236-6717. 
Disponível em: https://semanaacademica.org.br. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
123 
 
Bibliografia Complementar 
BRITTIAN, L. W. Instalações elétricas: guia compacto. Rio de Janeiro: LTC, 
2017. E-book. 
 
MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 9. ed. Rio de Janeiro: 
LTC, 2017. E-book. 
 
RIBAS, S. P. Instalações elétricas industriais: eletrotécnica. Curitiba: 
Contentus, 2020. E-book. 
 
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 7. ed. Rio de Janeiro: 
LTC, 2021. E-book. 
 
CREDER, H. Instalações elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2021 E-book. 
 
RBS MAGAZINE. Curitiba: FRG, [201-]–. ISSN 2526-7167. Disponível em: 
https://www.revistabrasilsolar.com. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
 
124 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Trabalho de Conclusão de Curso I 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
19º Prático 60 
Ementa 
Desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso que envolve a aplicação 
do método científico utilizando-se dos conhecimentos multidisciplinares 
adquiridos na solução de um problema da área de Engenharia Elétrica. Introduzir 
a metodologia científica; Definir a área de pesquisa para elaboração do Trabalho 
de Conclusão de Curso; Definir os métodos da pesquisa; Elaborar a pesquisa e 
iniciar o desenvolvimento do trabalho. 
Bibliografia Básica 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. 
9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. 
 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa, planejamento e 
execução. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. 
 
CASA NOVA, S. P. C., at al. TCC: trabalho de conclusão de curso. São 
Paulo: Saraiva Educação, 2020. E-book. 
 
REVISTA PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. ISSN 1413-9936. 
Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/pci/. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA CADERNOS DE PESQUISA. ISSN 0100-1574. Periódico. Disponivel 
em: https://www.scielo.br/j/cp/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
 
 
 
 
125 
 
Bibliografia Complementar 
CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Education, 2006. 
E-book. 
 
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; Silva, R. Metodologia científica. 6. ed. São 
Paulo: Pearson Education, 2010. E-book. 
 
DIHEL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos 
e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. E-book. 
 
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, 
resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. E-book. 
 
SILVA, D. F., et al. Manual prático para elaboração de trabalhos de 
conclusão de curso. São Paulo: Blucher, 2020. E-book. 
 
REVISTA CIÊNCIA E EDUCAÇÃO. ISSN 1516-7313. Periódico. Disponivel: 
https://www.scielo.br/j/ciedu/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
126 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Redes de Computadores e Sistemas de Comunicação 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
20º Teórica 50 
Ementa 
Introdução do conceito de redes. Características de dispositivos físicos e 
componentes lógicos das redes de comunicação com computadores. Mídias de 
transmissão. Tecnologias de redes locais. Protocolos TCP/IP. Padrões de 
conexão em computação distribuída. Diretrizes, limitações e características dos 
Sistemas de Informação Distribuídos com abordagem da arquitetura física e 
lógica de projeção. 
Bibliografia Básica 
FOROUZAN, B. A.; MOSHARRAF, F. Redes de computadores: uma 
abordagem top-down. Porto Alegre: AMGH, 2013. E-book. 
 
WHITE, C. Redes de computadores e comunicação de dados. São Paulo: 
Cengage Learning, 2012. E-book. 
 
MORAES, A. F. Redes de computadores. 8. ed. São Paulo: Érica, 2020. E-
book. 
 
REVISTA TELECOMUNICAÇÕES. ISSN 2237-8820. Periódico. Disponível em: 
https://www.inatel.br/revista/.Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
JOURNAL OF COMMUNICATION AND INFORMATION SYSTEMS. ISSN 
1980-6604. Periódico. Disponível em: https://jcis.sbrt.org.br/jcis/about. Acesso 
em: 29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
127 
 
 
Bibliografia Complementar 
COMER, D. E. Redes de computadores e internet. 6. ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2016. E-book. 
 
MORAES, A. F. Segurança em redes: fundamentos. São Paulo: Érica, 2010. 
E-book. 
 
KLEINDORFER, P. R.; WIND, Y.; GUNTHER, R. E. O desafio das redes: 
estratégia, lucro e risco em um mundo interligado. Porto Alegre: Bookman, 
2012. E-book. 
 
FOROUZAN, B. A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. 
Porto Alegre: ArtMed, 2010. E-book. 
 
SCHMITT, M. R.; PERES, A.; LOUREIRO. C. H. Redes de computadores: 
nível de aplicação e instalação de serviços. Porto Alegre: Bookman, 2013. 
 
RTI - REDES, TELECOM E INSTALAÇÕES. ISSN 1808-3544. Periódicos. 
Disponível em: https://www.arandanet.com.br/revista/rti. Acesso em: 29 abr. 
2022. 
 
 
128 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Sistemas Elétricos de Potência 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
20º Teórica/Prática 50 
Ementa 
Estudo dos Sistemas Elétricos de Potência com a descrição dos seus 
componentes e de seus modelos matemáticos, métodos de análise e cálculo do 
fluxo de potência, estabilidade e curto-circuito. 
Bibliografia Básica 
ROBBA, E. J. R., et al. Introdução a sistemas elétricos de potência: 
componentes simétricas. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Blucher, 2000. E-
book. 
 
MOHAN, N. Sistemas elétricos de potência: curso introdutório. Rio de 
Janeiro: LTC, 2016. E-book. 
 
MAMEDE FILHO, J.; MAMEDE, D. R. Proteção de sistemas elétricos de 
potência. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2020. E-book. 
 
REVISTA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA. ISSN 1984-557X. Periódico. 
Disponível em: https://sobraep.org.br/revista-edicoes/. Acesso em: 29 abr. 2022. 
 
IEEE OPEN JOURNAL OF POWER ELECTRONICS. ISSN. Periódico. 
Disponível em: 
https://ieeexplore.ieee.org/xpl/RecentIssue.jsp?punumber=8782709. Acesso em: 
29 abr. 2022. 
 
 
 
 
 
 
129 
 
Bibliografia Complementar 
KAGAN, N., et al. Métodos de otimização aplicados a sistemas elétricos de 
potência. São Paulo: Blucher, 2009. E-book. 
 
MAMEDE FILHO, J. Manual de equipamentos elétricos. 5. ed. Rio de Janeiro: 
LTC, 2022. E-book. 
 
SILVEIRA, M. F., et al. Sistemas elétricos de potência. Porto Alegre: SAGAH, 
2021. E-book. 
 
MAMEDE FILHO, J. Subestações de alta tensão. Rio de Janeiro: LTC, 2021. 
E-book. 
 
BARROS, B. F.; BORELLI, R.; GEDRA, R., L. Gerenciamento de energia: 
ações administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 3. 
ed. São Paulo: Érica, 2020. E-book. 
 
 
130 
 
 
Disciplina A Distância (EAD) 
Trabalho de Conclusão de Curso II 
Módulo Tipo de Disciplina Carga Horária 
20º Prático 60 
Ementa 
Desenvolver o Trabalho de Conclusão de Curso baseado na pesquisa realizada; 
Apresentar os resultados obtidos; Concluir o trabalho conforme os objetivos 
traçados.Elaborar a documentação do TCC. 
Bibliografia Básica 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. 
9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. 
 
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Técnicas de pesquisa, planejamento e 
execução. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2021. E-book. 
 
CASA NOVA, S. P. C., at al. TCC: trabalho de conclusão de curso. São Paulo: 
Saraiva Educação, 2020. E-book. 
 
REVISTA PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. ISSN 1413-9936. 
Periódico. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/pci/. Acesso em 16.mar.22 
 
REVISTA CADERNOS DE PESQUISA. ISSN 0100-1574. Periódico. Disponivel 
em: https://www.scielo.br/j/cp/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
131 
 
Bibliografia Complementar 
CASTRO, C. M. A prática da pesquisa. São Paulo: Pearson Education, 2006. 
E-book. 
 
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; Silva, R. Metodologia científica. 6. ed. São 
Paulo: Pearson Education, 2010. E-book. 
 
DIHEL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos 
e técnicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. E-book. 
 
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, 
resenhas. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2019. E-book. 
 
SILVA, D. F., et al. Manual prático para elaboração de trabalhos de 
conclusão de curso. São Paulo: Blucher, 2020. E-book. 
 
REVISTA CIÊNCIA E EDUCAÇÃO. ISSN 1516-7313. Periódico. Disponivel: 
https://www.scielo.br/j/ciedu/. Acesso em 16.mar.22. 
 
 
132 
 
 
9. Metodologia de Ensino do Curso 
 
A proposta pedagógica da UNISA de construir, coletivamente, uma 
Instituição pautada na responsabilidade social, na ética, no respeito às 
diferenças, no diálogo e no compromisso da excelência se reflete nas 
metodologias propostas no desenvolvimento das Unidades Curriculares dos 
cursos. Neste sentido, o processo de construção do conhecimento fundamenta-
se nos princípios da pedagogia interativa, de natureza democrática e pluralista, 
com um eixo metodológico firmemente estabelecido e que prioriza 
Metodologias Ativas de aprendizagem. 
Nesta perspectiva, os estudantes passam à condição de sujeitos ativos 
deste processo, adquirindo conhecimentos de forma significativa pelo contato 
com metodologias de aprendizagem voltadas à construção de competências 
vinculadas ao raciocínio, à reflexão crítica e ressignificadas pela sua história e 
cultura. O professor, por outro lado, passa a desempenhar o papel de 
incentivador, garantindo situações que estimulam a participação do aluno no 
ato de aprender, orientando, mediando e auxiliando a construção do 
conhecimento. 
A UNISA incentiva um processo de aprendizado mais ativo, capaz de 
propiciar a troca de informações entre professores e discentes e entre os 
próprios estudantes, estimulando a criatividade e levando-os a desenvolver a 
habilidade de reagir às novas situações que, de maneira concreta, serão 
impostas pela prática profissional. Facilita o desenvolvimento dos seus próprios 
métodos de estudo, aprendendo a selecionar criticamente os recursos 
educacionais mais adequados, trabalhar em equipe e aprender a aprender. 
A Universidade Santo Amaro estimula a adoção de diferentes 
Metodologias Ativas, principalmente, a Problematização e o Aprendizado 
Baseado em Projetos. Todos os docentes são sistematicamente convidados a 
participar de capacitações que se pautam na desconstrução dos fazeres 
tradicionais e na construção de novas estratégias e métodos, buscando o 
protagonismo do aluno e a inovação pedagógica. 
A problematização dos conteúdos constitui requisito necessário e 
essencial para o desenvolvimento de novas competências. A partir de questões 
133 
 
e situações problematizadoras, o aluno é estimulado a construir novos 
conhecimentos, tomando como base seu cabedal acadêmico prévio e suas 
vivências e experiências, buscando uma síntese que explique ou resolva a 
situação problema que desencadeou a discussão. Nesta perspectiva, os 
elementos curriculares adquirem novas formas e os conteúdos não são 
memorizados, mas apreendidos compreensivamente. Ao final de cada etapa, 
os estudantes são incentivados a avaliar o próprio trabalho, praticando assim a 
autoavaliação, postura indispensável à construção do conhecimento. A 
problematização é o método mais empregado nas atividades práticas 
desenvolvidas nas disciplinas, onde são apresentadas situações problema, que 
o estudante precisa buscar a solução com base nos conhecimentos adquiridos 
na Trilha de Aprendizagem. Exemplos destas disciplinas no curso são: Análise 
de Circuitos Elétricos; Eletromagnetismo Aplicado; Sistemas Trifásicos; 
Conversão e Conservação de Energia; Eletrônica Aplicada; Modelagem e 
Simulação de Sistemas; Controle de Sistemas Dinâmicos; Automação de 
Sistemas. Microcontroladores; Projetos Elétricos; Projeto Integrador I – Projeto 
Sistemas Elétrico; e Projeto Integrador II – Desenvolvimento de Protótipo.Na Aprendizagem Baseada em Projetos, o aluno é estimulado a procurar 
referências e conceitos, construindo novas competências que permitam atingir 
o objetivo de desenvolvimento de uma solução concreta e factível para um 
problema ou situação real. Ao docente cabe estruturar cada situação e projeto 
a ser trabalhado, mediando a construção de competências do aluno e a sua 
interação com o grupo, para garantir que todos os alvos pedagógicos sejam 
atingidos no decorrer do processo. Esta metodologia é utilizada no 
desenvolvimento dos Projetos Integradores. Além disso, é estimulado o uso de 
metodologias de ensino baseadas na interação, tais como a discussão, o 
debate, a mesa redonda, o seminário, o simpósio, o painel, o diálogo, a 
entrevista e o estudo de casos. 
A UNISA continua à frente de seu tempo, mantendo-se reconhecida 
como uma referência em inovação dos processos de ensino-aprendizagem, 
focada no perfil do estudante do século XXI, assim como nos novos contextos 
sociais, tecnológicos e trabalhistas que se desenham. A matriz da Engenharia 
Elétrica EAD está alicerçada em um inovador Ambiente Virtual de 
Aprendizagem, no modelo de Trilhas de Aprendizagem. 
134 
 
Este modelo metodológico está pautado em uma concepção 
socioconstrutivista sobre a educação, privilegiando a construção de 
competências que ganhem significado dentro da história do estudante. Neste 
sentido, tendo como meta as novas habilidades exigidas por um mercado em 
evolução, o estudante é estimulado construir sua formação por meio de 
recursos pedagógicos diferenciados e específicos para cada competência a ser 
aprendida. 
Com essas premissas, a UNISA entende possível empreender um 
processo de formação cujo eixo seja o aprender a aprender com vistas ao 
desenvolvimento de competências para o exercício profissional. Capacitado a 
buscar caminhos convergentes com as necessidades postas pelo mercado, o 
sujeito está em condições potenciais de manter um processo constante de 
aprendizado, alocando sua experiência e suas construções cognitivas por 
ocasião da interação com o meio – social e historicamente situado – e fazendo 
dessa interação elemento propulsor de novas construções, em um aprendizado 
constante. 
A metodologia de ensino do curso de Engenharia Elétrica EAD da 
UNISA, constante no PPC, atende ao desenvolvimento de conteúdos, às 
estratégias de aprendizagem, ao contínuo acompanhamento das atividades, à 
acessibilidade metodológica e à autonomia do discente. As práticas 
pedagógicas estimulam a ação discente numa evidente relação da teoria com a 
prática, que é claramente inovadora e embasada em recursos que 
proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área da engenharia. 
135 
 
10. Estágio Curricular Supervisionado 
 
Ao abrigo da Lei 11.788/2008, o Estágio é entendido como um 
Componente Curricular obrigatório, quando exigido pelas diretrizes curriculares 
dos cursos - previsto na dinâmica curricular do curso, indispensável à 
integralização curricular, com carga horária específica, realizado na própria 
instituição ou em locais de interesse institucional, mediante celebração de 
convênio e termo de compromisso entre as partes. Também como formação 
complementar quando não há sua obrigatoriedade legal - não previsto na 
dinâmica curricular do curso, constituindo opção pessoal de cada aluno, 
objetivando o enriquecimento de sua formação profissional e mediante 
celebração de convênios, em locais de escolha do discente, com intermediação 
e acompanhamento. 
A Central de Estágios é órgão de apoio ao estudante, permitindo a 
intermediação e o acompanhamento para realização de estágios obrigatórios e 
não obrigatórios. 
O Estágio supervisionado integra um conjunto de atividades que o 
acadêmico desenvolve em situações reais de trabalho, sob a supervisão de um 
docente. Propicia a aproximação do futuro profissional com a realidade em que 
irá atuar, permitindo-lhe aplicar, ampliar e fazer revisões nos conhecimentos 
teórico-práticos adquiridos durante sua vida acadêmica, contribuindo para sua 
aprendizagem profissional, social e cultural. 
Para cada aluno é obrigatória a integralização da carga horária total do 
Estágio prevista no Currículo do curso, nela se podendo incluir as horas 
destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades. Os 
Estágios são supervisionados por professores. Á coordenação compete o 
acompanhamento dos relatórios mensais e na apreciação do relatório final dos 
resultados, além de acompanhamento do trabalho de Supervisão. 
As modalidades de Estágio são organizadas de modo a atender a 
especificidade de cada curso, em regulamento específico que definem os 
critérios para as modalidades de estágio adotadas, considerando carga horária, 
formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação. 
136 
 
O Estágio Curricular supervisionado está institucionalizado e contempla 
carga horária adequada, orientação cuja relação orientador/aluno seja 
compatível com as atividades, coordenação e supervisão, existência de 
convênios, estratégias para gestão da integração entre ensino e mundo do 
trabalho, considerando as competências previstas no perfil do egresso, e 
interlocução institucionalizada da IES com o(s) ambiente(s) de estágio, gerando 
insumos para atualização das práticas do estágio. 
As atividades realizadas nos estágios obrigatórios representam uma 
oportunidade significativa de interação com a comunidade, compreensão de 
suas necessidades e proposição de intervenções que respondam às demandas 
da sociedade. Por meio destas atividades, o aluno constrói conhecimento em 
contato direto com a realidade, valorizando a reflexão teórica e a busca de 
soluções para questões técnicas e sociais, o que o habilita para o exercício 
ético, técnico e responsável da profissão. A existência de vínculo empregatício 
entre o estudante e a organização concedente do estágio não invalida o 
estágio e o seu cumprimento dar-se á dentro do próprio trabalho do aluno. 
O estágio Obrigatório no Curso de Engenharia Elétrica desenvolve-se 
apoiado numa interação entre orientação e campo de estágio com o devido 
acompanhamento dos docentes do Curso, com plantões de orientação em 
horários alternativos. A carga horária de Estágio Curricular Supervisionado 
obrigatório é de 400 horas que podem ser cursadas ao longo do curso, a partir 
do 11º módulo letivo. Neste modelo de contrato devem ser cumpridas, 
obrigatoriamente, 400 horas de estágio. 
O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade 
opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória do curso, sem prejuízo 
das atividades acadêmicas, em conformidade com o PPC. Constitui-se em 
atividade de formação acadêmico-profissional do aluno. 
Os programas de estágio deverão acompanhar a formação teórica do 
estudante e o relatório de Estágio, que deve ser avaliado pelo docente 
orientador, constitui-se no produto da atividade. 
O Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado está à disposição 
dos alunos e professores no Portal da UNISA. 
137 
 
11. Atividades Complementares 
 
As Atividades Complementares além de promover a flexibilidade 
curricular, são necessárias para a integração dos cursos. São representadas 
pela participação em eventos técnicos na área de Engenharia, congressos, 
seminários de atualização, colóquios de discussões, cursos livres e 
treinamentos, projetos de Extensão, programas de Iniciação Científica, além de 
outras atividades que asseguram a interdisciplinaridade e a articulação do 
mundo acadêmico com o mundo do trabalho. Deste modo, as Atividades 
Complementares resultam em constante atualização da construção do 
conhecimento do discente, contribuindo para a integração do aprendizado do 
curso com a prática profissional. 
O curso de Engenharia Elétrica busca oferecer ao longo do período 
de integralização diversas oportunidades para que o aluno cumpra asAtividades Complementares, por meio de palestras, visitas técnicas, 
participação nas Semanas de Estudos, atividades de Extensão, a elaboração 
de artigos orientados por docentes do curso e inscritos no Congresso de 
Iniciação Científica da UNISA. 
As Atividades Complementares estão institucionalizadas e 
consideram a carga horária, a diversidade de atividades e de formas de 
aproveitamento e, a aderência à formação geral e específica do discente. Para 
tanto, são adotados mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na 
sua regulação, gestão e aproveitamento. O Regulamento das Atividades 
Complementares está à disposição dos alunos e docentes no Portal da UNISA. 
 
138 
 
12. Trabalho de Conclusão de Curso 
 
A Universidade Santo Amaro acredita que a formação efetiva perpassa a 
necessidade de construção e consolidação do conhecimento pelo próprio 
discente, que ressignifica as competências desenvolvidas com base em toda 
sua história e cultura. Neste sentido, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 
é um recurso estratégico que permite o aprofundamento de conhecimentos e o 
desenvolvimento da habilidade de sintetizar, elaborar e transmitir ideias e 
conceitos. 
Deste modo, o TCC do curso de Engenharia Elétrica é um Componente 
Curricular obrigatório dos cursos de graduação, conforme Diretrizes 
Curriculares Nacionais e os Projetos Pedagógicos, sendo desenvolvido pelo 
discente sob orientação de docente, como parte integrante dos requisitos 
necessários para a colação de grau. 
São modalidades de TCC da Instituição: monografia; artigo científico; 
plano de negócio; projeto experimental; projeto aplicado; estudo de caso; que 
demandem resolução de problemas inerentes às áreas do conhecimento, que 
pressupõem o planejamento, desde a elaboração do projeto e/ou pesquisa, até 
a análise, conclusão e divulgação dos resultados, conforme definido pelo 
Núcleo Docente Estruturante e Conselho de Curso. 
O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado e considera 
carga horária de 120 horas, formas de apresentação, orientação e 
coordenação, a divulgação de manuais atualizados de apoio à produção dos 
trabalhos e a disponibilização dos TCC em repositórios institucionais próprios, 
acessíveis pelaIinternet. 
O TCC de Engenharia Elétrica está alinhado com o contexto regional e 
nacional de profissionalização, com base no empreendedorismo e na inovação, 
permitindo atuar no desenvolvimento das empresas e da sociedade em geral, 
assim como, promove a articulação dos conteúdos do curso na direção de 
novos empreendimentos. 
Os trabalhos são avaliados de duas maneiras: em banca examinadora 
composta pelo Orientador e dois Docentes do curso ao final do 20º módulo do 
curso, ou por submissão, apresentação e aprovação no Congresso de Iniciação 
139 
 
Científica da UNISA. O NDE elabora as normas e orientações aos docentes e 
discentes na realização dos trabalhos. 
A prática pedagógica dos trabalhos possibilita a visão crítica e integrada 
dos conhecimentos, buscando a constante inovação, criatividade, adaptação e 
identificação de oportunidades e alternativas na gestão das organizações. O 
modelo de integração de conhecimentos permite o desenvolvimento de 
competências a partir da aprendizagem pessoal e não somente o ensino 
unilateral. 
Os trabalhos procuram estabelecer a ambientação da aprendizagem, 
propondo a elaboração de uma Pesquisa Científica, que contemple a 
investigação, o desenvolvimento de projetos e a resolução de problemas, 
desenvolvendo assim a capacidade crítica para a identificação e elaboração de 
soluções na Engenharia. 
A Coordenação do Curso faz a atribuição do docente para a orientação 
direta aos discentes que realizam o Trabalho de Conclusão de Curso. A 
orientação dos trabalhos é realizada em horários alternativos. As orientações 
para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso estão à disposição nos 
anexos do Projeto Pedagógico. 
A Coordenação do Curso disponibiliza o Regulamento do Trabalho de 
Conclusão de Curso – TCC para os alunos em diversos canais, como: cópia 
impressa para os representantes de turma, página do Curso de Engenharia 
Elétrica no Portal UNISA e, durante as aulas de orientação, o docente 
responsável também disponibiliza por meio eletrônico aos estudantes. O 
regulamento do TCC está anexo ao Projeto Pedagógico de Curso e é 
permanentemente atualizado pelo Núcleo Docente Estruturante – NDE do 
curso. 
Os trabalhos acadêmicos na UNISA são elaborados conforme o Manual 
de Normatização de Trabalhos Acadêmicos. O Curso de Engenharia Elétrica 
optou pela elaboração de uma pesquisa científica, no entanto, a estrutura 
normativa de formatação deve atender ao manual que está disponível também 
no Portal UNISA na página do Curso de Engenharia Elétrica e é disponibilizado 
aos alunos pela Biblioteca e docentes que orientam o Trabalho de Conclusão 
do Curso. 
140 
 
13. Apoio ao Discente 
 
O Apoio ao discente da UNISA está articulado por órgãos de 
atendimento ao estudante e Programas de Apoio Acadêmico. Entre os órgãos 
e programas, estão: o Programa de Apoio ao Estudante - PAES; o Programa 
de Bolsas e Financiamento Estudantil - PROUNI e FIES; o PROUSA – 
Programa UNISA de Suporte à Aprendizagem; e o PAPU – Programa de Apoio 
Psicológico da UNISA. O aluno ainda conta com a Secretaria Geral e o Portal 
UNISA para suporte às demandas acadêmicas e financeiras, além da 
comunicação por meio do Fale Conosco, Fale com o Tutor, Fale com o 
Professor, Fale com a Coordenação e a Ouvidoria. 
O Programa de Apoio ao Estudante - PAES organiza as ações de apoio 
ao discente e contempla atividades de acolhimento e permanência, 
acessibilidade metodológica e instrumental para facilitação da vida acadêmica. 
Com base na Psicopedagogia enquanto área do conhecimento e de atuação 
dirigida ao processo de ensino e aprendizagem. A principal característica do 
PAES é a de oferecer escuta profissional às dificuldades apresentadas pelo 
estudante na sua vida acadêmica. Esta escuta pode ocorrer de maneira 
presencial ou servindo-se dos recursos tecnológicos oferecidos pela Instituição. 
Afinal, assistir o aluno em sua totalidade é fundamental para que se possa 
assegurar a formação de um profissional crítico e reflexivo, capaz de exercer 
sua profissão com responsabilidade e dignidade. O PAES – Programa de Apoio 
ao Estudante desenvolve serviço gratuito e possui ambiente próprio de escuta, 
estruturada para atendimento psicopedagógico individual e em grupo. O 
programa quando identifica estudante com necessidades especiais conta com 
profissionais especializados, sendo tradutores de LIBRAS e especialista em 
acessibilidade para deficientes visuais, para atendimento personalizado para 
cada necessidade. 
Atuando em parceria com o PAES, o PAPU – Programa de Apoio 
Psicológico da UNISA oferece atendimento e acompanhamento aos discentes 
que apresentem dificuldades psicológicas. 
O momento de chegada do aluno ingressante à Universidade é de 
extrema importância, uma vez que são apresentadas as diversas 
141 
 
possibilidades dentro deste novo universo, que propiciará a ampliação dos 
horizontes com perspectivas de crescimento não só profissional, mas também 
pessoal. É com este pensamento que a UNISA promove semestralmente ações 
denominadas BixUNISA, que propicia acolhimento e a compreensão da 
dinâmica universitária que ao final irão traduzir sua completa inserção neste 
ambiente. 
O Programa UNISA de Suporte a Aprendizagem - PROUSA é um 
programa de nivelamento que tem como objetivo revisar conceitos básicos, 
consistentes e necessários para auxiliar o discente em sua progressão 
universitária. Para tanto, são elaborados e disponibilizados aos alunos 
conteúdos que fortalecem os conhecimentos relativos à Educação Básica, no 
intuito de sanar deficiências e incrementar o conhecimento do aluno. Por meio 
da Educação a Distância são oferecidos os cursosde: Química, Física, 
Biologia, Matemática, Língua Portuguesa e Introdução à Informática. O 
programa é oferecido gratuitamente aos alunos de todos os cursos de 
graduação, nas modalidades presencial e a distância, semestralmente. A 
UNISA também conta com programas de monitoria, a intermediação e 
acompanhamento de estágios não obrigatórios remunerados, participação em 
centros acadêmicos ou intercâmbios nacionais e internacionais, promovendo 
continuamente ações comprovadamente exitosas ou inovadoras no apoio ao 
discente. 
13.1. Programas de Bolsas 
 
Os estudantes de Graduação e Pós-graduação da UNISA contam com 
programas de bolsas estabelecidos pela Universidade Santo Amaro. Uma vez 
aprovado, levando-se em conta critérios de inclusão social, o discente é 
cadastrado no sistema operacional com o tipo de bolsa mais apropriado às 
suas necessidades econômico-financeiras. 
 
 
 
 
142 
 
13.1.1. Bolsas da Universidade Santo Amaro 
 
A Instituição conta com um sistema de bolsas de estudos próprio e 
direciona as diferentes modalidades de bolsas de acordo com alguns critérios, 
como a situação socioeconômica e financeira dos acadêmicos: 
I. Iniciação Científica – Tem o objetivo de introduzir o aluno no 
mundo da pesquisa científica, como estratégia pedagógica para o 
ensino de qualidade centrado no processo ativo de construção de 
conhecimento. O Programa de Iniciação Científica da 
Universidade Santo Amaro, está sob os auspícios da Pró Reitoria 
de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, que cuida de todo o 
processo de seleção e de acompanhamento dos bolsistas; 
II. Desconto Pontualidade - Tem o objetivo de valorizar a 
pontualidade de pagamento das mensalidades pelos discentes, 
com redução nos seus valores para os pagamentos feitos até o 
último dia útil do mês precedente; 
III. Plano Parentesco - Tem o objetivo de auxiliar famílias que 
possuam mais de um dependente estudando na Universidade 
Santo Amaro. A partir do segundo dependente, mantendo-se a 
pontualidade, a mensalidade sofre redução de 10% (dez por 
cento); 
IV. Bolsa Funcionário ou Dependente - Tem o objetivo de auxíliar o 
funcionário da Universidade Santo Amaro ou dependente, por 
meio de bolsa de estudo, conforme convenção coletiva vigente. 
V. Desconto Convênio - Tem o objetivo de conceder desconto na 
mensalidade escolar de aluno oriundo de empresas conveniadas 
com a Universidade Santo Amaro; 
VI. Desconto Fidelidade - Ex-aluno diplomado pela UNISA, que vier a 
se matricular em outro curso de Graduação ou Pós- Graduação, 
mantendo-se a pontualidade, a mensalidade sofre redução de 
10% (dez por cento); 
VII. Bolsa de Estudo Social - O Processo Seletivo Social, tem por 
objetivo selecionar e classificar candidatos com necessidades 
socioeconômicas para preenchimento de vagas reservadas para 
143 
 
bolsas de estudos nos cursos da UNISA, conforme edital 
publicado em cada período letivo. 
 
13.1.2. Bolsas do Governo Federal 
 
A Universidade Santo Amaro também reserva a seus estudantes um 
programa de bolsas e financiamento estudantil do Governo Federal, a saber: 
I. Prouni - Programa Universidade Para Todos é um programa 
criado pelo MEC que fornece bolsas de estudo parciais e integrais 
em instituições privadas, para estudantes de baixa renda, sem 
diploma de nível superior. A finalidade do projeto é ampliar o 
acesso à educação de nível superior para a população de baixa 
renda. A Universidade Santo Amaro aderiu ao PROUNI em 2004 
oferecendo bolsas de estudos integrais e parciais; 
II. Bolsa Permanência - um benefício com o valor máximo 
equivalente ao praticado na política federal de bolsas de iniciação 
científica, destinada exclusivamente ao custeio das despesas 
educacionais de beneficiário de bolsa integral do Programa 
Universidade para Todos – Prouni. A Bolsa Permanência destina-
se a estudantes com bolsa integral em utilização do Prouni, 
matriculados em cursos presenciais com no mínimo 12 (doze) 
módulos de duração e cuja carga horária média seja igual ou 
superior a 6 (seis) horas diárias de aula, de acordo com os dados 
cadastrados pelas instituições de ensino junto ao MEC. O valor da 
Bolsa Permanência é definido em edital publicado pela Secretaria 
de Educação Superior do Ministério da Educação; 
III. FIES - O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do 
Ministério da Educação destinado a estudantes para o 
financiamento da graduação na educação superior em cursos não 
gratuitos na forma da legislação vigente. Podem recorrer ao 
financiamento os estudantes cujo curso escolhido tenha avaliação 
positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. 
 
144 
 
13.2. Estímulos à Permanência 
 
A UNISA acredita que a realização plena de sua Missão Institucional 
perpassa pela necessidade de se criar estratégias que tornem possível ao 
estudante uma experiência acadêmica exitosa e produtiva no transcurso de sua 
formação. Para tal, é desafio permanente da Instituição, a criação de 
programas, projetos e ações que incentivem a permanência do estudante. 
Além dos programas institucionais, a UNISA visando a continuidade dos 
estudos dos seus alunos e controlar a evasão nas modalidades presencial e 
EAD, monitora diariamente os números dos alunos evadidos e trabalha com 
medidas e ações de permanência e relacionamento para evitar o abandono. O 
Setor de Permanência e Retenção é responsável por analisar os motivos da 
evasão e incentivar a permanência de alunos. 
A cada período é analisada a situação dos alunos evadidos e são 
realizadas ações para o retorno destes alunos e finalização do curso. Com o 
intuito de estreitar a comunicação com os alunos, a UNISA criou uma Régua de 
Relacionamento a qual é encaminhado um lembrete de todas as datas 
importantes, conforme Calendário Acadêmico, aos alunos para que fiquem 
atentos e não percam os prazos, como por exemplo, entrega de atividades, 
período de provas, requerimentos acadêmicos. Também são enviados e-mails 
com aletas sobre o prazo do pagamento das mensalidades, inclusive o prazo 
para pagamento com desconto de pontualidade e período de renovação de 
matrícula. 
A UNISA também elabora microlearning com assuntos de interesse geral 
e institucional a todos os alunos, calouros e veteranos para que fiquem bem-
informados e para facilitar o entendimento dos regulamentos para a realização 
das atividades obrigatórias para a conclusão do curso. 
 
13.3. Programa de Nivelamento 
 
O Programa UNISA de Suporte a Aprendizagem - PROUSA é um 
programa de nivelamento que tem como objetivo revisar conceitos básicos, 
consistentes e necessários para auxiliar o discente em sua progressão 
145 
 
universitária. Para tanto, são elaborados e disponibilizados aos alunos 
conteúdos que fortalecem os conhecimentos relativos à Educação Básica, no 
intuito de sanar deficiências e incrementar o conhecimento do aluno. Por meio 
da Educação a Distância são oferecidos os cursos de: Biologia, Química, 
Física, Matemática, Língua Portuguesa e Introdução à Informática. O programa 
é oferecido gratuitamente aos alunos de todos os cursos de graduação, nas 
modalidades presencial e a distância, semestralmente. 
 
13.4. Atendimento Psicopedagógico 
 
A Universidade Santo Amaro também oferece ao seu corpo discente o 
PAES - Programa de Apoio ao Estudante. Com base na psicopedagogia 
enquanto área do conhecimento e de atuação dirigida ao processo de ensino e 
aprendizagem, a principal característica do PAES é a de oferecer escuta 
profissional às dificuldades apresentadas pelo estudante na sua vida 
acadêmica. Afinal, assistir o aluno em sua totalidade é fundamental para que 
se possa assegurar a formação de um profissional crítico e reflexivo, capaz de 
exercer sua profissão com responsabilidade e dignidade. 
O PAES – Programa de Apoio ao Estudante desenvolve serviço gratuito 
e possui sala própria de escuta, estruturada para atendimentopsicopedagógico 
individual e em grupo. Para os alunos da Educação a Distância o contato é 
sistematizado por meio de web conferências pré-agendadas entre o estudante 
e o psicopedagogo ou por e-mail. 
O PAES pelo seu caráter de acolhimento recebe as demandas 
pedagógicas e administrativas, orientando e direcionando o estudante para os 
setores responsáveis pelas soluções em todos os aspectos da vivência 
universitária. 
 
13.5. Organização Estudantil 
 
Aos acadêmicos da UNISA é assegurada a organização de Grêmios 
Estudantis e Diretórios Acadêmicos como entidades autônomas 
representativas dos interesses dos estudantes. A organização, o 
146 
 
funcionamento e as atividades dos grêmios e diretórios acadêmicos são 
estabelecidos nos seus estatutos aprovados pelo corpo discente. A escolha 
dos dirigentes e dos representantes dos Grêmios e Diretórios Acadêmicos é 
realizada pelo voto direto e secreto de cada estudante. Os acadêmicos têm 
participação nos conselhos consultivos e deliberativos da UNISA por meio de 
seus representantes. Além de grêmios e diretórios acadêmicos, há 
Representantes de Turma que realizam reuniões periódicas com a 
Coordenação de Curso, devidamente registradas em ata. 
 
13.6. Acolhimento do Ingressante 
 
O momento de chegada do aluno ingressante à Universidade é de 
extrema importância, uma vez que são apresentadas as diversas 
possibilidades dentro deste novo universo, que propiciará a ampliação dos 
horizontes com perspectivas de crescimento não só profissional, mas também 
pessoal. É com este pensamento que a UNISA promove semestralmente ações 
denominadas BixUNISA, que propicia acolhimento e a compreensão da 
dinâmica universitária que ao final irão traduzir sua completa inserção neste 
ambiente. 
O BixUNISA é transmitido ao vivo para todos os Polos, realizado em 
parceria com os estudantes veteranos, contemplando aspectos normativos e 
operacionais da Universidade, artísticos, culturais, sociais e ambientais, 
promovendo a perfeita integração do ingressante neste novo espaço. 
 
13.7. Acompanhamento dos Egressos 
 
A UNISA mantém programa de acompanhamento de Egressos. O 
objetivo é o de manter contato com o Egresso, na divulgação de suas políticas 
de Ensino, Pesquisa e Extensão, e possibilitar-lhe retorno à vida acadêmica, 
levando em conta o seu perfil. Em relação ao auxílio financeiro a egressos, 
existe incentivo traduzido na concessão de bolsas de estudos parciais. 
Dentre as inovações no acompanhamento dos egressos está o acesso 
permanente a uma área específica do Portal da UNISA, estando à sua 
147 
 
disposição, como forma de contato, questionário que, respondido 
eletronicamente, serve à instituição como recurso de ciência de sua vida, em 
termos de local de trabalho, renda mensal, aplicabilidade do curso realizado, 
avaliação do currículo cursado no exercício da prática profissional, além da 
necessidade de formação continuada. O Egresso ainda tem acesso aos 
protocolos acadêmicos automatizados no Portal da UNISA, divulgação de 
eventos, cursos e as bibliotecas. 
O Núcleo de Acompanhamento do Egresso é responsável pelo estudo 
comparativo entre a atuação do Egresso e a formação recebida na UNISA, 
avaliando os níveis de empregabilidade, a adesão à formação continuada, o 
desenvolvimento do perfil empreendedor. As avaliações do Núcleo permitem 
ainda a contribuição na melhoria dos Projetos Pedagógicos, orientando o perfil 
do egresso para que alcance a formação adequada aos desafios do mundo do 
trabalho. 
O acompanhamento do egresso tem se mostrado exitoso, considerando 
que a UNISA conta um número expressivo de egressos em seu corpo docente 
e técnico-administrativo, inclusive em cargos estratégicos, o que demonstra a 
eficiência da formação, a adesão e o aproveitamento de talentos pela própria 
instituição. 
 
13.8. Oportunidade de Internacionalização 
 
O estabelecimento de parcerias de cooperação com Universidades e 
Centros de Pesquisa Internacionais figuram entre as ações instituídas no 
projeto de Internacionalização da Universidade Santo Amaro, que contempla a 
expansão das áreas de Pesquisa e Extensão, assim como a criação de 
oportunidades de intercâmbio para discentes da graduação, da pós-graduação, 
docentes e demais colaboradores. 
A Política para Internacionalização da UNISA tem como bases legais as 
portarias normativas do MEC, sendo que o principal objetivo é o 
estabelecimento de Programas de Pesquisas, Ensino, intercâmbio de 
informações técnicas, científicas e culturais, desenvolvimento nos campos de 
Pesquisa, de Extensão, de administração e de capacitação de pessoal técnico, 
148 
 
docente e discente, sem prejuízo das atuações individuais das partes. Para 
sistematizar e estruturar estes esforços a UNISA conta com um Núcleo de 
Internacionalização que está vinculado a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, 
Pesquisa e Extensão. 
A celebração de parcerias, estabelecida por meio de instrumentos 
jurídicos denominados Acordos de Cooperação Internacional e Convênios, 
contribui para a valorização das capacidades institucionais, para a otimização 
do uso de recursos intelectuais e materiais, aumento da produção científica, a 
mobilidade acadêmica de alunos e docentes da graduação e pós-graduação, 
inserção regional, nacional e internacional da UNISA. Nesse sentido, os 
Acordos de Cooperação Internacional são processos amplos e dinâmicos que 
envolvem pesquisa, ensino e prestação de serviços à comunidade, com amplo 
potencial para a formação de profissionais capacitados para atuar em uma 
sociedade globalizada. 
 
13.9. Ouvidoria 
 
A Ouvidoria da UNISA, é um elo entre a comunidade interna e externa e 
as instâncias gestoras da Instituição, que agiliza a administração e contribui 
para a Missão Institucional. São objetivos da Ouvidoria: assegurar a 
participação da comunidade na Instituição para promover a melhoria das 
atividades desenvolvidas; reunir informações sobre diversos aspectos da 
Instituição e contribuir para com a Gestão institucional. 
A Ouvidoria da UNISA é realizada tanto presencialmente, como por meio 
de sistema eletrônico disponibilizado à comunidade acadêmica no Portal da 
UNISA. A comunidade interna e externa encaminha reclamações, sugestões, 
consultas e elogios, contribuindo em relação às demandas postadas, com 
aconselhamentos, soluções e recomendações pertinentes, agindo como 
coparticipante neste elo de comunicação entre os diversos setores 
institucionalizados. 
 
149 
 
14. Gestão do Curso e os Processos de Avaliação 
Interna e Externa 
 
A Avaliação Institucional é entendida como um processo sistemático, 
que possibilita a compreensão da totalidade da Universidade, na inter-relação e 
integração de suas várias dimensões. A gestão do curso é realizada 
considerando a Autoavaliação Institucional e o resultado das avaliações 
externas como insumo para aprimoramento contínuo do planejamento do 
curso, tendo por base a apropriação dos resultados pela comunidade 
acadêmica e a existência de processo de autoavaliação periódica do curso. 
Em 2004, com a Lei 10.861 de 14 de abril de 2004, que institui o 
Sistema Nacional de Avaliação da Educação - SINAES, a Universidade de 
Santo Amaro já constituiu a Comissão Própria de Avaliação - CPA com 
representação de todos os segmentos da comunidade universitária que, a partir 
do processo de Avaliação Institucional já desenvolvido, realizou um 
redirecionamento. Este pautou-se na seguinte Missão: desenvolver um 
processo de avaliação da Universidade buscando explicitar suas vocações 
para o Ensino, Pesquisa e Extensão e integração com a comunidade e colher 
subsídios para a plena realização dessa vocação. 
Os instrumentos de avaliação são elaborados pelos membros da 
Comissão Própria de Avaliação - CPA e aplicados anualmente ao corpo social 
da UNISA. Participam da pesquisa com instrumentos específicos: os 
estudantes dos cursos presenciais,os estudantes dos cursos a distância, o 
corpo docente, os coordenadores de curso e o corpo técnico-administrativo. 
A CPA realiza a apuração e análise estatística dos resultados dos 
instrumentos de avaliação, elabora relatório e parecer e disponibiliza as 
informações para tomada de decisão da gestão da UNISA, assim como, para 
acompanhamento dos estudantes, corpo docente e corpo técnico 
administrativo da instituição. 
No âmbito do curso, o Projeto Pedagógico do Curso é discutido pelo 
NDE. O Núcleo Docente Estruturante NDE é o órgão responsável pela criação, 
alteração, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de 
150 
 
graduação. As propostas de alteração do Projeto Pedagógico são 
encaminhadas aos colegiados superiores para aprovação e registro. 
Diferentes indicadores têm contribuído como objeto de análise, para o 
processo de acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso. 
Dentre estes indicadores, destacam-se os Planos de Ensino; os resultados do 
desempenho acadêmico dos estudantes, resultados alcançados no ENADE e 
opinião dos alunos. O processo de análise destes indicadores ocorre nas 
reuniões sistemáticas do NDE do Curso, nas semanas de planejamento 
pedagógico, nas reuniões periódicas com docentes do curso e nas reuniões 
com a representação discente. 
 
151 
 
15. Atividades de Tutoria 
 
Toda a atividade da tutoria a distância, segue as políticas que detalham 
que o tutor tem a função de promover o conhecimento científico e acadêmico; 
promover espaços de construção coletiva de conhecimento, por meio de 
atividades síncronas e assíncronas. Com esta concepção contemporânea do 
papel do Tutor, as atividades de tutoria atendem as demandas didático-
pedagógicas da Estrutura Curricular. Além disto, a UNISA promove mediação 
constante no processo de aprendizado do estudante por meio de diferentes 
ferramentas, como o Fórum de Dúvidas, o Mural de Notícias, as mensagens 
por email e os telefonemas. Dentro desta perspectiva, nenhum estudante 
permanece mais de 24 horas sem reposta para as suas indagações e 
necessidades. Também existe a mediação pedagógica ativa entre o Tutor e os 
discentes, visando a prevenção do baixo desempenho acadêmico. Este 
processo ocorre por meio de mensagens personalizadas destinadas para os 
alunos com baixos níveis de acesso. Quando o estudante fica sem 
movimentação no AVA, a comunicação passa a ser por telefone, para que o 
diálogo favoreça a identificação do problema e os encaminhamentos para a 
resolução. Todo este processo de comunicação e mediação dos conteúdos 
pedagógicos tem resultado em melhora do aproveitamento acadêmico. 
No Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) existe uma sala 
permanente de comunicação entre tutor, docente e coordenador. Esta 
ferramenta favorece o alinhamento conceitual, bem como o diagnóstico de 
fragilidades e proposição de soluções. Existe ainda atividades de tutoria 
presenciais para suporte e apoio ao discente nos Polos e Campi, no 
desenvolvimento das atividades teóricas e práticas. 
 
15.1. Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Necessárias às 
Atividades de Tutoria 
 
Toda a experiência dos Tutores está pautada nas vivências e nas 
competências mapeadas e desenvolvidas constantemente com cursos de 
152 
 
atualização, que permitem que o discente conte com um processo de 
acompanhamento e mediação pedagógica bem estruturado e de alta 
qualidade, como verificado em relatórios qualitativos de atuação dos tutores. As 
atividades dos tutores estão alinhadas ao Projeto Pedagógico do Curso. 
Desta forma, os tutores devem apresentar como quesitos necessários 
para a composição do quadro que são: 
• Habilidade em identificar e categorizar as dificuldades dos alunos; 
• Habilidade na aplicação e acompanhamento das diferentes 
atividades propostas pelas docentes conteudistas; 
• Conhecimento abrangente da proposta curricular e da 
interlocução das disciplinas na qual realiza a tutoria; 
• Habilidade de propor soluções; 
• Habilidade comunicacional promovendo sinergia no ambiente 
virtual; 
• Habilidade para atuar com parceria, intermediação e facilitação do 
processo de ensino-aprendizagem dos alunos; 
• Habilidade para atender a alta demanda constante de mensagens 
dos discentes, com alta velocidade de resposta, nenhum aluno 
aguarda mais de 24 horas úteis por uma resposta ou orientação; 
• Facilidade dialógica para orientação individualizada e propicia a 
criação de vínculo afetivo entre o estudante e o tutor; 
• Habilidade em curadoria e informação científica, orientando o 
aluno a fazer a seleção adequada das indicações, períodos e 
prazos que possam facilitar a interação do estudante com o 
ambiente virtual no cumprimento dos prazos; 
• Criatividade e inovação na promoção de ambiente de estudos 
interacional integrativo, favorecendo a uma prática mais exitosa 
nas práticas de estudo. 
Além disto, os Tutores são avaliados periodicamente e os resultados das 
avaliações embasam ações corretivas e de aperfeiçoamento para o 
planejamento de atividades futuras. 
O Tutor, durante o acompanhamento das disciplinas e desenvolvimento 
do discente na Trilha de Aprendizagem, tem autonomia para instigar e elaborar 
153 
 
discussões em grupo, mesas redondas e estudos de caso para pontos 
específicos, adotar práticas criativas e inovadoras para êxito dos discentes, 
aplicações profissionais do conteúdo ou mesmo dúvidas sobre a disciplina, de 
modo a promover a atenção do aluno quanto a importância de seus estudos e 
trazê-lo para um acolhimento e retenção ao curso. 
 
154 
 
16. Tecnologias de Informação e Comunicação no 
Processo Ensino-Aprendizagem 
 
A UNISA conta com Tecnologias de Informação e Comunicação para 
assegurar a qualidade e produtividade do processo de ensino-aprendizagem 
dos cursos que oferece. 
A UNISA disponibiliza o Portal (virtual) para acesso dos alunos, 
docentes e tutores da instituição. O estudante acessa o Portal da UNISA para 
acompanhar suas notas, faltas e processos acadêmicos. Os alunos ainda 
acessam os editais, normas e regulamentos da instituição no mesmo portal, 
mediante login e senha. 
O AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem da UNISA disponibiliza os 
conteúdos das disciplinas na forma de Trilhas de Aprendizagem desenvolvida 
por docentes e equipe Multiprofissional do EAD. 
A UNISA conta com sistema acadêmico desenvolvido pela própria 
Instituição, denominado Sistema Método, cujo objetivo é a gestão acadêmica 
dos cursos nas modalidades presencial e a distância, contemplando os 
seguintes módulos: 
• Módulo de Segurança; 
• Gerenciamento de Usuários e Privilégios de Acesso; 
• Módulo de Cadastros Básicos; 
• Cadastro de Unidades – Polos Acadêmicos; 
• Cadastro de Local Físico (Campi e Polos EAD); 
• Módulo de Protocolo; 
• Solicitação de Protocolo; 
• Módulo de Processos Seletivos; 
• Cadastro de Processo Seletivo; 
• Cadastro de Alunos; 
• Geração de Contratos para Calouros; 
• Análise das Inscrições x Matrículas x Vagas; 
• Módulo de Cadastros Acadêmicos; 
• Cadastro de Curso; 
155 
 
• Cadastro de Disciplinas; 
• Cadastro de Turma de Curso; 
• Cadastro de Turma de Ingresso; 
• Módulo de Processos Financeiros; 
• Solicitação e Gerenciamento de Bolsas; 
• Manutenção de Contratos; 
• Processos de Cobrança; 
• Recebimento de Mensalidades/Taxas; 
• Geração de Contratos para Veteranos; 
• Módulo de Repasses; 
• Relatórios Diversos (Inadimplência / Adimplência); 
• Vínculo do Professor na Disciplina; 
• Plano Individual de Trabalho do Professor. 
A UNISA oferece ainda em seus campi e Polos de Apoio Presencial os 
Laboratórios de Informática, equipados com computador e acesso à Internet 
para uso dos estudantes. 
A UNISA oferece acessibilidade por meio de equipamentos e softwares 
que permitam o acesso tecnológico de pessoas com necessidades especiais. 
Os softwares são livres e estão disponíveis no Portal da UNISA,sendo 
utilizados o DosVox e o NonVisual Desktop Acess (NVDA). A UNISA conta 
também com docentes que dominam a Língua Brasileira de SINAIS – LIBRAS. 
As tecnologias de informação e comunicação adotadas no processo de ensino-
aprendizagem da UNISA permitem a execução do Projeto Pedagógico do 
Curso, garantem a acessibilidade digital e comunicacional, promovem a 
interatividade entre docentes, discentes e tutores, asseguram o acesso a 
materiais ou recursos didáticos a qualquer hora e lugar e possibilitam 
experiências diferenciadas de aprendizagem baseadas em seu uso. 
Como usuária Microsoft Business, a UNISA oferece para todos os seus 
alunos e docentes o pacote Microsoft 365 que incluem todos os aplicativos e 
softwares da Microsoft, como conta de e-mail, OneNote, Teams, Stream, 
SharePoint, Forms, Sway, Class Notebook, Planner, Whiteboard, Project entre 
outros. Além disto, todo docente e estudante possui o benefício de baixar o 
pacote Office gratuitamente em até 5 equipamentos pessoais. 
156 
 
 
17. Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) 
 
A UNISA conta com uma consolidada e qualificada equipe interna para a 
concepção e estruturação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), 
destinado às disciplinas a distância, ofertada nos cursos presenciais e a 
distância, composta por Designs Instrucionais, Designs Gráficos, Analista de 
Educação a Distância, especialistas em Learning Management System (LMS), 
Editores, Diretores de Imagem, entre outros. O curso de Engenharia Elétrica 
conta com um AVA cuidadosamente elaborado para que o desenvolvimento 
das disciplinas atinja plenamente o proposto no Projeto Pedagógico do Curso, 
mantendo a consonância com o Projeto Pedagógico Institucional. Neste 
sentido, o AVA UNISA, que foi elaborado na plataforma Moodle, privilegia a 
criação de vínculos e a comunicação permanente entre todos os personagens 
do processo de ensino-aprendizagem: discentes, docentes, tutores e 
coordenação. Para isso, as ferramentas e tecnologias empregadas viabilizam 
múltiplas vias de interação tanto síncronas quanto assíncronas, tais como: 
fórum de dúvidas com tutores e docentes, fórum de discussão com docentes e 
web-conferências pré-agendadas, realizadas por meio do Zoom Cloud 
Meetings. Além das vias de comunicação para os alunos, em todas as 
disciplinas existe uma sala de discussão permanente entre docentes, tutores e 
coordenação, que é utilizada para potencializar a troca de informações e 
experiências, e para que os tutores e docentes proponham discussões e 
melhorias ao processo. 
Todos os conteúdos e habilidades são trabalhados por meio de recursos 
pedagógicos modernos que priorizam a interatividade entre o estudante e o 
AVA, facilitando a compreensão e favorecendo o seu protagonismo. Além disto, 
todos os conteúdos possuem plena acessibilidade metodológica, instrumental e 
comunicacional. Para tal, toda a disciplina é estruturada para favorecer a 
dialogicidade dos recursos, por meio de linguagem clara, direta e acessível 
para o perfil do estudante, bem como com o uso de legendas, imagens, ícones 
e gráficos que permitam o aprendizado por diferentes populações, 
independente de alguma deficiência apresentada. 
157 
 
Ainda que o AVA da UNISA tenha sido planejado e estruturado por meio 
das mais modernas tecnologias disponíveis e pautando-se na vanguarda das 
metodologias pedagógicas, ele está em constante avaliação e aprimoramento. 
Este processo contínuo de discussão e análise se pauta em um fluxo 
consolidado de avaliação e implantação de melhorias. Neste sentido, todo o 
ambiente virtual é avaliado periodicamente por meio dos instrumentos e 
métodos conduzidos pela Comissão Própria de Avaliação. Este processo se 
soma à avaliação de qualidade presente ao final de cada disciplina do curso. 
Estes resultados são trabalhados pela CPA e encaminhados para a 
Coordenação do Curso, que os discute em NDE; para a Equipe Multidisciplinar 
do EAD e para a Reitoria, que dialogam entre si para diagnosticar os pontos de 
fragilidade e propor alterações e melhorias no AVA. Este processo já resultou 
concretamente na atualização da concepção do AVA que se modernizou em 
2018, estando estruturado como uma Trilha de Aprendizagem, sanando as 
principais fragilidades observadas. Após a implantação das Trilhas de 
Aprendizagem, o processo de avaliação e análise do AVA permanece, e a 
análise de Reitoria, NDE e Equipe Multiprofissional resultou em melhorias no 
processo de comunicação e apresentação do conteúdo. Todo este processo é 
resultado de muito diálogo e construção coletiva, devidamente documentados 
em relatórios e atas de reunião. 
Além da modernização dos recursos, todos os conteúdos das 
disciplinas, elaboradas pelos docentes, possuem três etapas de validação, pela 
equipe de Desenho Instrucional, pelo Docente e pela Coordenação. Após as 
três validações, a disciplina é publicada, e novamente avaliada pelos 
estudantes ao final do processo. No decorrer da disciplina, tutores e docente, 
por meio da sala de discussão também indicam necessidades de melhoria e 
propõe correções e/ou atualizações. O resultado desta avaliação do conteúdo é 
analisado pela Equipe Multiprofissional do EAD, pelo NDE do curso e pela 
equipe de Desenho Instrucional. Do diálogo entre as áreas são apontadas as 
fragilidades identificadas, e partir daí é planejada a revisão da disciplina para 
ocorrer antes da próxima publicação. 
O AVA da UNISA está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, 
visto que sua base está hospedada nos servidores da Amazon, nos Estados 
Unidos, com redundância em todas as vias, e com acompanhamento constante 
158 
 
de uma equipe de especialistas em Tecnologia da Informação, que atuam 
imediatamente frente a qualquer indício de instabilidade do acesso. 
O Ambiente Virtual de Aprendizagem, apresenta materiais, recursos e 
tecnologias apropriadas, que permitem desenvolver a cooperação entre 
tutores, discentes e docentes, a reflexão sobre o conteúdo das disciplinas e a 
acessibilidade metodológica, instrumental e comunicacional, e passa por 
avaliações periódicas devidamente documentadas, que resultam em ações de 
melhoria contínua. 
A UNISA acredita que manter um AVA em constante avaliação e 
melhoria é um dos pontos estratégicos para favorecer a formação do aluno, 
garantindo que conteúdo, recursos pedagógicos e tecnológicos estejam em 
sintonia para contemplar o proposto no Projeto Pedagógico do Curso, 
viabilizando a formação de profissionais de excelência. 
 
17.1. Material Didático 
 
A UNISA trabalha incessantemente para desenvolver sua Missão, 
desenvolvendo seus Valores e se norteando por sua Visão. Neste sentido, para 
garantir que todos os seus alunos vivenciem a cultura institucional, a 
Universidade estruturou desde a criação de cursos em Educação a Distância 
em 2004, uma equipe robusta para o planejamento e elaboração dos materiais 
didáticos. Esta estratégia institucional permite que todo o material desenvolvido 
esteja plenamente em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional, 
refletindo sua Missão, Visão e Valores. 
Todo o material didático previsto no Projeto Pedagógico do Curso de 
Engenharia Elétrica foi planejado e desenvolvido em uma interface estreita 
entre o NDE do curso, a Coordenação, o Docente e a equipe de Desenho 
Instrucional. Todo este processo possui um fluxo definido e é documentado, 
bem como acompanhado e validado pela Equipe Multiprofissional do EAD. 
Dentro do novo conceito de Ambiente Virtual de Aprendizagem, implantando 
em 2018, os materiais produzidos são sempre acessíveis e possuem diferentes 
estruturas, métodos e tecnologias de ensino. Dentre vários recursos, pode-se 
159 
 
destacar que no AVA da disciplina o estudante possui acesso à recursos muito 
inovadores como: 
• Videoaulas com interatividade do estudante - onde durante a aula 
virtual o aluno interage, respondendo questõese recendo 
retroalimentações; 
• Storytellings – elaborados a partir de storyboard, este recurso 
permite que o estudante vivencie conteúdos graficamente 
animados, funcionando como facilitador da aprendizagem; 
• Infográficos interativos – criado a partir de conceitos 
Construtivistas, este tipo de metodologia está pautado na 
construção paulatina do conhecimento com a inserção gradual de 
conceitos de acordo com a velocidade do estudante; 
• Entrevistas com especialistas – a UNISA viabiliza que, dentro de 
cada unidade curricular, os docentes entrevistem especialistas, 
que são referências em suas áreas, aproximando a abordagem 
acadêmica da realidade do mercado e seus desdobramentos; 
• Quiz – ao final de cada etapa da trilha de aprendizagem o 
estudante responde a um pequeno questionário, para a 
autoavaliação, que não compõe nota. Este questionário segue o 
padrão de quiz de revistas, incentivando o preenchimento com 
uma abordagem menos formal, mas ao mesmo tempo indicando 
para o estudante as suas fragilidades e necessidades de estudo; 
• Leituras de capítulos de livros da bibliografia básica – a UNISA 
possui um acervo virtual com mais de 8.000 títulos que compõe a 
bibliografia básica do curso. O AVA possui uma estrutura que 
estudante, durante a trilha de aprendizagem, no momento 
oportuno, tenha acesso direto a página do livro que precisa ser 
estudada. 
Cada um dos recursos possui acessibilidade metodológica, instrumental 
e comunicacional, uma vez que são desenvolvidos privilegiando a dialogicidade 
com o estudante sem perder a profundidade necessária para a formação. Este 
processo de elaboração perpassa várias etapas, iniciando pelo Plano de 
Ensino, que garante o desenvolvimento desta etapa do Projeto Pedagógico do 
160 
 
Curso, continua pelo Desenho Instrucional da disciplina, que viabiliza a melhor 
metodologia pedagógica e abordagem para o estudante, seguido pela 
produção, que é acompanhada e validade em cada etapa pela Coordenação do 
curso e Equipe Multiprofissional do EAD. 
Neste contexto, a estrutura moderna do Projeto Pedagógico do Curso de 
Engenharia Elétrica se reflete plenamente nos Materiais Didáticos elaborados, 
que se somam a um AVA contemporâneo, constantemente atualizado. Cada 
um dos materiais é concebido para garantir que etapas do perfil profissional do 
egresso sejam atingidos, desenvolvendo um conteúdo, habilidade e atitude 
previstos. Como o desenvolvimento é interno, este processo é basicamente 
artesanal, pensado em cada uma de suas fases. 
O material didático disponibilizado aos discentes, elaborado ou validado 
pela Equipe Multidisciplinar envolvida neste esforço, permite desenvolver a 
formação definida no Projeto Pedagógico, considerando sua abrangência, 
aprofundamento e coerência teórica, sua acessibilidade metodológica e 
instrumental e a adequação da bibliografia às exigências da formação, e 
apresenta linguagem inclusiva e acessível, com recursos comprovadamente 
inovadores. 
 
161 
 
18. Procedimentos de Acompanhamento e de Avaliação 
dos Processos de Ensino-Aprendizagem 
 
Conforme as Normas Acadêmicas e Financeiras da UNISA, na 
modalidade presencial e EAD, a avaliação é um processo dinâmico, 
permanente e de aprimoramento do processo ensino-aprendizagem. 
O processo de avaliação deve ser realizado de forma contínua, 
cumulativa e sistemática, favorecendo as múltiplas formas de avaliação e a 
exploração de potencialidades dos alunos, na aquisição de conhecimentos, 
habilidades e atitudes. A avaliação do processo de ensino e aprendizagem 
deve ser realizada da seguinte forma para as disciplinas regulares e eletivas 
dos cursos na UNISA: 
• A regra de aprovação definida no Plano de Ensino de cada 
disciplina deverá conter Avaliação Contínua (AVC), Avaliação 
Global (AVG) e Avaliação Integrada (AVI), o aluno deverá 
obrigatoriamente realizar as três etapas avaliativas; 
• A AVC é aplicada no transcorrer do processo de aprendizagem, 
pois se propõe a verificar o desenvolvimento das competências 
objetivadas. A AVC é desenvolvida no Ambiente Virtual de 
Aprendizagem, utilizando-se de diferentes ferramentas (resenha, 
estudo de caso, resolução de situações problemas, planos de 
negócios, projetos, desafios etc.), de acordo com a especificidade 
das competências trabalhadas e do Plano de Ensino. Sempre que 
a disciplina é prática e/ou teórico-prática a AVC está relacionada 
a uma atividade prática desenvolvida em laboratório. O resultado 
da avaliação contínua deve ser expresso em nota de zero a dez; 
• A AVG tem o objetivo de avaliar a aplicação integrada de todas as 
competências desenvolvidas ao fim da unidade curricular. Trata-
se de um instrumento estruturado, que privilegia a verificação da 
capacidade lógica do estudante em aplicar os conceitos 
aprendidos, superando as questões que testem apenas a 
memorização de conteúdo. A AVG será realizada por meio de 
uma prova única para cada disciplina, presencial, individual e sem 
162 
 
consulta, aplicada no final do período letivo, abordando todo o 
conteúdo ministrado na disciplina. O resultado da avaliação global 
deve ser expresso em nota de zero a dez; 
• A AVI é uma avaliação integrada, que será realizada por meio de 
uma prova única para todas as disciplinas do período letivo, 
composta por questões interdisciplinares desenvolvidas por todos 
os docentes envolvidos. Esta avaliação é realizada 
individualmente, no período estabelecido pelo calendário 
acadêmico. O resultado da avaliação integrada deve ser expresso 
em nota de zero a dez; 
• Nas Unidades Curriculares obrigatórias com regra de aprovação 
com nota única, tais como os Projetos Integradores e o TCC, a 
nota será o resultado de uma ou mais etapas realizadas durante o 
período letivo, de acordo com os objetivos estabelecidos no Plano 
de Ensino do Componente Curricular. O resultado final deve ser 
expresso por meio de nota única. O lançamento dos resultados no 
sistema deve obedecer às datas estabelecidas no Calendário 
Acadêmico UNISA. O resultado da nota única deve ser expresso 
com valor de zero a dez; 
• Avaliação Especial – Tem o objetivo de substituir qualquer 
avaliação, mediante compensação de ausência, com base na 
legislação vigente, que preconiza que qualquer avaliação é 
passível de reposição para os alunos impedidos de realizá-las. 
O aluno aprovado em todas as Unidades Curriculares do trimestre 
cursado será promovido ao trimestre letivo seguinte. O aluno será considerado 
aprovado, em cada Componente Curricular se obtiver a Média Final igual ou 
maior que 6 (seis). 
As disciplinas Eletivas obedecerão às regras de aprovação já descritas. 
Os alunos reprovados em disciplinas Eletivas não terão o aproveitamento da 
carga horária correspondente à disciplina cursada. A retenção em disciplina 
Eletiva não gera dependência. 
A avaliação das disciplinas cursadas em regime de dependências e 
adaptação está prevista nas Normas Acadêmicas e Financeiras. 
163 
 
Neste contexto, os procedimentos de avaliação, previstos para os 
processos de aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, 
possibilitando o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua 
e efetiva, e implicam informações sistematizadas e disponibilizadas aos 
estudantes com mecanismos que garantem sua natureza formativa, sendo 
planejadas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das 
avaliações realizadas. 
 
164 
 
19. Estudo para Definição de Vagas 
 
O número de 400 vagas anuais para o curso de Engenharia Elétrica da 
UNISA está fundamentado em estudos periódicos, quantitativos e qualitativos, 
e em pesquisas com a comunidade acadêmica, que comprovam sua 
adequação à dimensão do Corpo Docente e Tutorial e às condições de 
infraestrutura física e tecnológica para o Ensino e a Pesquisa. 
Para efetivar as preconizações do PDI, o atual estudo para definição do 
número de vagasutilizou como indicadores: população local, densidade 
demográfica, crescimento demográfico, renda média, número de matriculados 
no Ensino Médio, previsão de empregabilidade futura na área e adequação à 
dimensão do corpo docente e tutorial, e às condições de infraestrutura física e 
tecnológica para o Ensino, a Pesquisa e a Extensão. Com base na análise dos 
indicadores supracitados, o NDE do curso de Engenharia Elétrica EAD 
desenvolveu o estudo e propôs o número de vagas anuais a serem ofertas no 
processo seletivo. Este estudo foi deferido pela Reitoria que o encaminhou 
para aprovação do Conselho Universitário. 
As Obras Sociais e Educacionais de Luz - OSEL, mantenedora da 
Universidade Santo Amaro – UNISA, conta com Departamento de 
Controladoria para elaboração diária de relatórios que reportam o número de 
alunos matriculados e as projeções de demanda para cada curso. O 
Departamento de Marketing elabora estudo de tendências e mapeamento das 
demandas pelo Ensino Superior nas diferentes regiões onde a UNISA se 
insere. Os relatórios são disponibilizados sistematicamente para análise da 
Mantenedora e Reitoria da UNISA, estarão em anexo. A Reitoria também 
consulta a comunidade acadêmica por meio de reuniões com os 
Coordenadores de Curso e Corpo Docente, além de seus pares de mercado 
para mapeamento das demandas por cursos nos locais onde a UNISA se 
insere. Os relatórios analíticos do Censo da Educação Superior também 
fornecem informações que são úteis à definição de tendências para a oferta de 
cursos superiores no país e subsidiam também a tomada de decisão para 
definição de vagas na UNISA. 
165 
 
A partir da análise dos relatórios elaborados pela Controladoria, a 
demanda mapeada pelo Departamento de Marketing, a consulta à comunidade 
acadêmica e os pares de mercado e os relatórios do Censo da Educação 
Superior - CENSUP, o NDE elabora o estudo de proposta do número de vagas 
e a Mantenedora e a Reitoria da UNISA definem as vagas a serem ofertadas 
nos Processos Seletivos e, eventualmente, a diminuição ou demanda pelo 
aumento de vagas para cada curso, considerando a dimensão do Corpo 
Docente e Tutorial e a capacidade de infraestrutura física, tecnológica e de 
investimento da instituição. 
As decisões e propostas estão alinhadas com as políticas de Ensino e 
Pesquisa que constam do Projeto de Desenvolvimento Institucional – PDI e são 
dinamicamente atualizadas, conforme os estudos e projeções. 
Os ajustes ou pedidos de aumento de vagas são efetivados no sistema 
e-MEC, conforme Portaria da Reitoria da UNISA e encaminhamento junto ao 
Ministério da Educação – MEC, na legislação vigente. 
A Diretoria de Regulação da UNISA acompanha os processos de 
diminuição e aumento de vagas sistematicamente, de acordo com as Portarias 
Normativas do MEC que orientam o tema. 
 
166 
 
20. Gestão Acadêmica 
 
O Estatuto da UNISA regulamenta a administração superior da 
Universidade que é composta por uma Reitoria, pelas Pró-Reitorias, Diretorias 
e o Colegiado Superior (CONSUN). 
O CONSUN, órgão superior máximo em matéria normativa, deliberativa, 
recursal e consultiva da UNISA, para todos os assuntos acadêmico-
administrativos decididos de forma colegiada, é constituído pelo Reitor, 
representantes dos Corpos Docente, indicados por seus pares, em lista tríplice, 
e escolhidos pelo Reitor; discente, indicado pelo órgão de representação 
estudantil, eleito na forma da legislação vigente e Técnico-administrativo, da 
Mantenedora e da Comunidade. Sua composição, mandato e competências 
são definidos no Regimento Geral. 
A Reitoria, órgão executivo de administração superior da UNISA, é 
exercida pelo Reitor, de livre escolha e nomeação da Mantenedora, com 
mandato de 4 (quatro) anos, podendo ser reconduzido. É constituída pelo 
Reitor, Pró-reitorias, Diretorias, estas criadas pelo CONSUN, mediante 
proposta do Reitor, segundo as necessidades de planejamento, gestão e 
avaliação das funções e atividades da UNISA. 
Atualmente, conta com as seguintes Pró-Reitorias: 
• Pró-Reitoria de Graduação e Inovação 
• Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa e Extensão; além de 
duas Diretorias de Ensino. 
A representação docente e discente está garantida tanto no Conselho 
Universitário, como nos Conselhos de Curso. 
Os Conselhos de Curso, constituídos pelo Coordenador de Curso, seu 
presidente e por representação do corpo docente, considerando o número de 
professores que compõem o curso, sendo no mínimo 3 (três) docentes e no 
máximo 7 (sete) docentes, contemplando as áreas básicas e 
profissionalizantes. Conta ainda com a participação de 1 (um) representante do 
corpo discente, indicado pelo órgão de representação estudantil, eleito na 
forma da legislação vigente. 
167 
 
 
20.1. Coordenação 
 
O Coordenador do curso de Engenharia Elétrica é o Prof. Dr. Renato de 
Brito Sanchez, Engenheiro Eletricista (2009), Engenheiro Industrial Mecânico 
(2019), Especialista em Gestão de Projetos (2020), Especialista em Machine 
Learning e Inteligência Artificial (2021), Especialização em Engenharia de 
Segurança do Trabalho (2022), Mestre em Engenharia Mecânica (2015), 
Doutor em Engenharia Biomédica (2021), Pós-doutorado em Engenharia 
Biomédica (2023). 
O Coordenador também atua como docente de diversas disciplinas para 
outros cursos de Engenharia, tanto na modalidade presencial como a distância 
(EAD), assim como em cursos de pós-graduação. 
A atuação do Coordenador atende à demanda existente, considerando a 
gestão do curso, a relação com os Docentes e Discentes, com Tutores e 
Equipe Multidisciplinar (quando for o caso) e a representatividade nos 
colegiados superiores, é pautada em um plano de ação documentado e 
compartilhado, dispõe de indicadores de desempenho da Coordenação 
disponíveis e públicos e administra a potencialidade do corpo docente do seu 
curso, favorecendo a integração e a melhoria contínua. 
Além disto, o Coordenador apresenta uma atuação ativa na busca 
incessante dos parâmetros de qualidade para a formação do futuro Engenheiro 
Elétrico. Possui a responsabilidade de gerenciar as principais atividades de 
Ensino, Pesquisa e Extensão no âmbito do curso, de acordo com as diretrizes 
emanadas do Conselho de Curso, do Núcleo Docente Estruturante e dos 
Colegiados Superiores. Suas principais atribuições estão determinadas 
regimentalmente, entre quais se destacam: 
• Acompanhar e fiscalizar o cumprimento do Projeto Pedagógico do 
Curso e seu aprimoramento; 
• Promover a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão; 
• Convocar e presidir as reuniões de NDE e o Conselho do Curso; 
• Propor a admissão, demissão e promoção de carreira de 
docentes, segundo as normas da instituição; 
168 
 
• Representar o curso onde se fizer necessário; 
• Promover a avaliação do curso periodicamente; 
• Zelar, acompanhar e orientar o desenvolvimento acadêmico dos 
alunos do curso, criando condições para orientação e 
aconselhamento deles; 
• Primar pela excelência do curso, promovendo e coordenando as 
atividades de pesquisa e de extensão relacionadas ao mesmo; 
• Propor e implementar melhorias contínuas para o curso, 
mantendo excelente relação com o corpo docente e discente; 
• Divulgar o curso e zelar por sua imagem junto à comunidade 
externa. 
 
20.2. Conselho de Curso 
 
O Curso de Engenharia Elétrica da UNISA, garante ao seu corpo 
docente e discente a efetiva participação no Conselho do Curso, nos termos 
normativos discriminados a seguir, conforme Regimento da UNISA. O 
Conselho de Curso é constituído: 
I. Pelo Coordenador de Curso, seu presidente; 
II. Por representação do corpo docente, considerando o número de 
professores que compõem o curso, sendo: 
a. No mínimo 3 (três) docentes e no máximo 7 (sete) docentes, 
contemplando as áreas básicas e profissionalizantes. 
III. Por 1 (um) representante do corpo discente, indicado pelo órgão 
de representaçãoestudantil, eleito na forma da legislação vigente. 
O Coordenador de Curso tem a incumbência de indicar os docentes que 
irão compor o Conselho de Curso, priorizando: 
a) Titulação; 
b) Tempo de serviço na Instituição; 
c) Disponibilidade de tempo para participar das reuniões; 
d) Regime de trabalho de tempo integral ou parcial. 
Os docentes indicados serão nomeados e empossados pelo Conselho 
Universitário - CONSUN. 
169 
 
A representação docente terá mandato de 2 (dois) anos e a 
representação discente terá mandato de 1 (um) ano, podendo ambas serem 
reconduzidas. 
É obrigatória e preferencial a qualquer outra atividade a presença dos 
representantes nas reuniões plenárias, implicando a perda do mandato no caso 
de ausência por motivos não aceitos como justificados a 3 (três) reuniões 
consecutivas ou a 4 (quatro) alternadas. 
Compete ao Conselho de Curso: 
I. Emitir parecer sobre assuntos disciplinares que envolvam 
docentes e/ou discentes; 
II. Manifestar, quando solicitado, em processos acadêmicos 
administrativos; 
III. Emitir parecer sobre projetos especiais, semanas de estudos e 
atividades extraclasse propostas por docente e/ou Coordenador 
de Curso; 
IV. Deliberar sobre matéria que for submetida à sua apreciação; 
V. Estimular o professor na participação do processo de avaliação 
interna, visando à melhoria das condições de ensino-
aprendizagem; 
VI. Decidir recurso contra atos de docente, interposto por discente, 
em matéria relacionada com ensino e trabalho escolar, 
respeitando os prazos previstos no art. 2º do Regimento; 
VII. Homologar ato do Coordenador de Curso praticado ad 
referendum do colegiado; 
VIII. Manifestar, quando solicitado, em processos acadêmicos que 
envolvam aproveitamento de estudos, transferência de curso e 
outras de natureza acadêmica; 
IX. Estabelecer diretrizes para a elaboração e desenvolvimento de 
projeto(s) de iniciação científica e de pesquisa; 
X. Propor realização de projetos de extensão relacionados ao curso, 
obedecendo às normas próprias da UNISA; 
XI. Examinar e aprovar proposta para criação de Ligas Acadêmicas e 
Grupos de Estudo; 
170 
 
XII. Apreciar proposta de criação de Programas de Residências, 
quando solicitado. 
O Conselho de Curso se reúne, ordinariamente, no início de cada 
período letivo e, extraordinariamente, por convocação do Coordenador de 
Curso ou por 2/3 (dois terços) de seus representantes, devendo constar da 
convocação a pauta dos assuntos. 
As reuniões e decisões são devidamente registradas em atas e 
encaminhadas a Secretaria e CONSUN, quando necessário. As reuniões são 
lavradas em ata e há acompanhamento e execução de processos e decisões 
emanadas do Conselho de Curso. A Pró-Reitoria de Graduação e Inovação 
realiza avaliações periódicas sobre o desempenho do Conselho de Curso para 
implementação ou ajuste de práticas de gestão. 
 
20.3. NDE 
 
O Núcleo Docente Estruturante - NDE é o órgão responsável pela 
criação, alteração, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do 
Curso de Engenharia Elétrica da UNISA. 
O NDE é institucionalizado e atua na concepção e construção do Projeto 
Pedagógico. Atualmente, o NDE interage com o Conselho de Curso realizando 
seu acompanhamento. O NDE do Curso de Engenharia Elétrica realiza 
reuniões mensais, registradas em Atas. 
O Núcleo Docente Estruturante é composto pelos docentes indicados 
pelo Coordenador do Curso e aprovado pela Reitoria da UNISA. 
O NDE possui , no mínimo, 5 docentes do curso; seus membros atuam 
em regime de tempo integral ou parcial (mínimo de 20% em tempo integral); 
pelo menos 60% de seus membros possuem titulação stricto sensu; tem o 
coordenador de curso como integrante; atua no acompanhamento, na 
consolidação e na atualização do PPC, realizando estudos e atualização 
periódica, verificando o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na 
formação do estudante e analisando a adequação do perfil do egresso, 
considerando as DCN e as novas demandas do mundo do trabalho; e mantém 
parte de seus membros desde o último ato regulatório. 
171 
 
 
20.4. Equipe Multidisciplinar 
 
A UNISA é uma das universidades pioneiras na oferta de cursos na 
modalidade a distância. Desde o primeiro curso, a Universidade optou por 
possuir equipes internas de desenvolvimento e elaboração de materiais, 
garantindo a excelência de seus cursos dentro do previsto pelos Planos de 
Desenvolvimento Institucionais. Neste contexto, desde o início do EAD a 
UNISA contou com Equipes Multiprofissionais que discutiram e gerenciaram 
sistematicamente o desenvolvimento dos cursos. Com a publicação dos novos 
instrumentos de avaliação, esta estrutura foi novamente repensada e, 
aproveitando as experiências anteriormente exitosas, bem como as 
prerrogativas atuais do Ministério da Educação, o Conselho Universitário, órgão 
máximo da Instituição, nomeou em 2018 a Equipe Multidisciplinar do EAD, 
segundo a Resolução nº 021/2018. A Equipe Multidisciplinar é constituída por 
profissionais de diferentes áreas do conhecimento, é responsável pela 
concepção, produção e disseminação de tecnologias, metodologias e os 
recursos educacionais para a educação a distância e possui plano de ação 
documentado e implementado e processos de trabalho formalizados. 
A Equipe analisa e moderniza o Plano de Ação de EAD de forma 
perene, mantendo-o alinhado com as necessidades do mercado do século XXI, 
bem como com as vanguardas tecnológicas e metodológicas da educação. 
Suas reuniões são periódicas e sistemáticas, bem como todas as decisões são 
documentadas em atas. Dentro desta modernização da concepção da gestão 
do EAD, a equipe passou a ser responsável por analisar a Educação a 
Distância dentro de um conceito mais holístico, acompanhando e validando a 
concepção, produção e divulgação de toda a estrutura do Ambiente Virtual de 
Aprendizagem, bem como de todo o Material Didático. Esta equipe, assim 
como realizado anteriormente, trabalha em plena consonância com a 
Coordenação e NDE do curso Engenharia Elétrica, bem como com a Comissão 
Própria de Avaliação. A Equipe Multidisciplinar já foi responsável por indicação 
e estruturação de melhorias no Ambiente Virtual de Aprendizagem, 
aperfeiçoando a comunicação com os estudantes e o método pedagógico. 
172 
 
Neste sentido, a UNISA acompanha, no âmbito do curso de Engenharia 
Elétrica, as tendências da Educação a Distância, incrementando a sua 
estrutura gerencial que favorece o diálogo, a construção coletiva e o 
desenvolvimento e aprimoramento constante de seus cursos e processos. 
 
21. Corpo Docente 
 
O corpo docente do curso de Engenharia Elétrica da UNISA conta com 
docentes titulados em programas de Pós-Graduação stricto sensu e lato sensu. 
A experiência profissional e no magistério superior do corpo docente é bastante 
relevante para a formação dos estudantes e supera os requisitos de qualidade 
exigidos pelo MEC. 
A UNISA conta com Plano de Carreira Acadêmica registrado e 
homologado no Mistério do Trabalho e Previdência. 
 
21.1. Titulação 
 
O Corpo Docente do curso conta com percentuais de titulação que 
atendem com excelência aos requisitos de qualidade do MEC, sendo mais de 
90% com título de Doutor ou Mestre, obtido em programas de pós-graduação 
recomendados pela CAPES. 
O corpo docente analisa os conteúdos dos componentes curriculares, 
abordando a sua relevância para a atuação profissional e acadêmica do 
discente, fomenta o raciocínio crítico com base em literatura atualizada, para 
além da bibliografia proposta, proporciona o acesso aos conteúdos de pesquisa 
de ponta, relacionando-os aos objetivos das disciplinas e ao perfil do egresso, 
e incentiva a produção do conhecimento, por meio de grupos de estudo ou de 
pesquisa e da publicação, fruto dos trabalhos desenvolvidos especialmente 
pelos Projetos Integradores. 
 
173 
 
21.2. Regime de Trabalho 
 
O regime de trabalhodo corpo docente do Curso de Engenharia Elétrica 
possui mais de 90% dos docentes em regime de trabalho em tempo integral ou 
parcial. 
O regime de trabalho do Corpo Docente permite o atendimento integral 
da demanda existente, considerando a dedicação à docência, o atendimento 
aos discentes, a participação no NDE e no Conselho de Curso, o planejamento 
didático e a preparação e correção das avaliações de aprendizagem, havendo 
documentação sobre as atividades dos professores em registros individuais de 
atividade docente, utilizados no planejamento e gestão para melhoria contínua. 
 
21.3. Experiência Profissional 
 
Os docentes do curso contam com experiência profissional, excluída a 
experiência no exercício da docência superior, que permite apresentar 
exemplos contextualizados com relação a problemas práticos, de aplicação da 
teoria ministrada em diferentes Componentes Curriculares, em relação ao fazer 
profissional. Os docentes estão capacitados e atualizados com relação aos 
conteúdos e práticas empresariais e promovem a compreensão da aplicação 
da interdisciplinaridade no contexto laboral e analisam e discutem as 
competências previstas no Projeto Pedagógico do Curso considerando a teoria 
e prática na área de conhecimento do curso. 
 
21.4. Experiência no Exercício da Docência Superior 
 
Os Docentes do Curso contam experiência na docência superior. A 
experiência dos docentes permite a identificação de dificuldades dos discentes 
e superação destas dificuldades por meio de linguagem aderente às 
características dos estudantes. Os docentes ainda são capazes de apresentar 
exemplos contextualizados com os conteúdos previstos no Projeto Pedagógico 
do Curso, elaborando atividades específicas que promovem a aprendizagem 
174 
 
dos discentes que apresentam dificuldades e avaliações diagnósticas, 
formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de sua prática 
docente no período, exerce liderança e é reconhecido pela sua produção. 
 
21.5. Experiência no Exercício da Docência na Educação a 
Distância 
 
Do total de docentes do Curso de Engenharia Elétrica, 95% contam com 
mais de 5 anos de experiência na docência superior, incluindo a modalidade a 
distância, que implica na tutoria por meio do ambiente virtual de aprendizagem 
(AVA). A experiência dos docentes na modalidade a distância permite a 
identificação de dificuldades dos discentes e superação destas dificuldades, 
por meio de linguagem e atributos tecnológicos aderentes às características 
dos estudantes. Os docentes ainda são capazes de apresentar exemplos 
contextualizados com os conteúdos previstos no Projeto Pedagógico do Curso, 
elaborando atividades específicas que promovem a aprendizagem dos 
discentes que apresentam dificuldades. Os docentes do curso de Engenharia 
Elétrica exercem liderança na condução dos Componentes Curriculares sob 
sua responsabilidade e são reconhecidos por sua produção. 
 
21.6. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica 
 
As atividades de pesquisa da Universidade Santo Amaro buscam 
fomentar o conhecimento tanto de seu corpo discente quanto do docente, por 
meio de projetos inovadores e aprofundamento científico, com a finalidade de 
ampliar e renovar conteúdos ministrados nas diversas áreas do conhecimento, 
bem como servir à comunidade em que se insere. 
As atividades de Pesquisa têm o envolvimento dos discentes em todos 
os níveis de formação, sob a orientação dos docentes da Instituição. Estas 
atividades de pesquisa estão, normalmente, vinculadas a um grupo de 
Pesquisa Institucional, cadastrado no CNPq, mantendo estreita relação com as 
áreas de conhecimento e linhas de pesquisa estabelecidas pela UNISA. 
175 
 
A Pesquisa na UNISA tem como principais objetivos, estimular o espírito 
investigativo; identificar e diagnosticar problemas e dificuldades das áreas do 
saber, em face aos desafios da contemporaneidade; contribuir para o 
desenvolvimento e aplicabilidade da política institucional; buscar soluções para 
os problemas específicos identificados nas respectivas áreas; colaborar para o 
aprimoramento do desempenho dos alunos em seus cursos superiores. 
Os programas de Pesquisa Institucional criam oportunidades de 
interação entre docentes, discentes, técnicos e a comunidade em geral, 
incentivando e aprimorando a qualidade da produção e divulgação científica da 
UNISA. 
A inserção regional e a continuada interação com a comunidade balizam 
os programas de Extensão Universitária e incentivam a criação de projetos 
assistenciais, gerando resultados para publicações científicas e a melhoria da 
qualidade de vida da comunidade. 
A Pesquisa ainda promove a produção científica que favorece o 
desenvolvimento artístico e cultural das regiões em que está inserida. Entre as 
atividades estão: a sistematização da história da Universidade, na forma de 
publicações, e a criação da Revista Veredas, cujo objetivo é a preservação e 
divulgação da cultura brasileira. 
A UNISA busca promover uma política de estímulo à iniciação científica, 
compreendendo desde a concessão de bolsas para os estudantes até a 
atribuição de carga horária para os docentes-orientadores, viabilizando 
trabalhos que sejam considerados de relevância. Assim, o Programa de Bolsas 
de Iniciação Científica da UNISA tem como objetivo incentivar os jovens 
acadêmicos a participar da pesquisa científica e tecnológica desenvolvida pelos 
docentes da Universidade. 
 
176 
 
22. Corpo Tutorial 
 
22.1. Experiência no Exercício da Tutoria na Educação a 
Distância 
 
A UNISA foi uma das instituições pioneiras na oferta de cursos à 
distância no Brasil, promovendo uma evolução permanente de seus conceitos, 
modelos e tecnologias. Ao longo de mais de uma década, a visão da UNISA 
sobre a atividade de tutoria foi amadurecendo, ficando evidente para a 
instituição que a mediação pedagógica por meio da interface tecnológica era 
um dos fatores chaves na formação de alta qualidade para os estudantes da 
educação superior. 
Com essa visão, o exercício da Tutoria na UNISA é cuidadosamente 
delimitado e acompanhado, permitindo um alto índice de satisfação do 
estudante com o Corpo Tutorial, como verificado em relatórios institucionais 
periódicos. Toda esta atividade segue as Políticas de Ensino e de educação a 
distância preconizada no Plano de Desenvolvimento Institucional, que detalha 
que o tutor tem a função de promover o conhecimento científico e acadêmico; 
promover espaços de construção coletiva de conhecimento, por meio de 
atividades síncronas e assíncronas. Com esta concepção contemporânea do 
papel do Tutor, a UNISA investe na seleção de tutores com alta experiência e 
no processo permanente de atualização do corpo tutorial. 
Neste contexto, dos tutores vinculados ao curso de Engenharia Elétrica, 
a maior parte possui experiência maior que 5 anos de dedicação à educação a 
distância, o que lhes permite fornecer suporte às atividades dos docentes, 
realizar mediação pedagógica junto aos discentes, demonstrar inequívoca 
qualidade no relacionamento com os estudantes, incrementando processos de 
ensino aprendizagem, e orientar os alunos, sugerindo atividades e leituras 
complementares que auxiliam sua formação. Todas estas atividades estão 
descritas para a sua função e são constantemente acompanhadas pela Equipe 
Multiprofissional do EAD e avaliadas pela CPA, com a proposição de melhorias 
e incrementos ao processo. 
177 
 
 
22.2. Titulação e Formação do Corpo de Tutores do Curso 
 
A UNISA entende que a mediação pedagógica realizada pelos Tutores é 
uma atividade estratégica na construção do conhecimento pelo estudante, 
favorecendo o desenvolvimento das competências necessárias para que se 
atinja o perfil de egresso proposto. Deste modo, a Universidade investe na 
contratação de tutores altamente qualificados e com vasta experiência na 
Educação a Distância.Neste contexto, o Corpo Tutorial do curso de Engenharia Elétrica é 
formado por Tutores todos graduados nas áreas das disciplinas pelas quais 
são responsáveis. A maior parte dos Tutores alocados no curso de Engenharia 
Elétrica possui Mestrado em Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu, 
reconhecidos pela CAPES. 
 
22.3. Experiência do Corpo de Tutores em Educação a 
Distância 
 
Dado que a tutoria é compreendida como um fator estratégico para se 
garantir a excelência dos cursos de educação a distância, a UNISA investe 
constantemente no desenvolvimento e na seleção de tutores. Todo tutor que 
compõe o quadro da universidade passou por uma seleção muito rigorosa que 
garantiu a análise do perfil acadêmico e competências, bem como a avaliação 
de sua atividade profissional. 
Neste contexto, todos os tutores do curso de Engenharia Elétrica 
possuem experiência na atuação como mediadores pedagógicos por meio de 
interfaces tecnológicas. O Corpo Tutorial do curso possui, em média, 5 anos de 
contratação na UNISA, nesta área, sendo que todos estão trabalhando nesta 
função há mais de 2,5 anos. Durante este período, os Tutores já foram 
convidados a participar de diferentes cursos de atualização, planejados pelas 
equipes de gestão do EAD e pela Coordenação do curso com base nos 
resultados das avaliações da CPA e da avaliação de qualidade dos cursos. 
178 
 
Toda a experiência dos tutores, pautada em suas vivências e nas 
competências desenvolvidas constantemente nos cursos de atualização, 
permite que o discente conte com um processo de acompanhamento e 
mediação pedagógica bem estruturado e de alta qualidade, como verificado em 
relatórios qualitativos de atuação dos tutores. Os tutores são hábeis em 
identificar e categorizar as dificuldades dos alunos, bem como propor soluções. 
Este processo também corrobora com a atividade docente, multiplicando e 
consolidando o desenho pedagógico elaborado, assim como viabilizando a 
aplicação e acompanhamento das diferentes atividades propostas pelos 
docentes. Este processo sinérgico é mantido por meio das diferentes vias de 
comunicação entre tutores e docentes. 
A análise sistemática da atuação tutorial, resultado de sua experiência, 
permite identificar que os estudantes do curso de Engenharia Elétrica possuem 
alto nível de satisfação com a mediação pedagógica, identificando no tutor um 
parceiro facilitador do seu processo de aprendizagem. A troca constante de 
mensagens entre tutores e discentes permite a orientação individualizada com 
alta velocidade de resposta, nenhum aluno aguarda mais de 24 horas úteis por 
uma resposta ou orientação. Este diálogo propicia a criação de vínculo afetivo 
entre o estudante e o tutor. Dentro do planejamento da disciplina, o estudante 
possui acesso a inúmeros materiais de apoio, disponíveis no acervo virtual, 
sendo que o tutor atua, em muitos momentos, como curador de informação 
científica, orientando o aluno e fazendo a seleção e indicação de conteúdo 
adicional e mídias que possam facilitar a interação com o estudante. Este 
processo inovador de interação com afetividade é a prática mais exitosa 
desenvolvida recentemente, como são verificados nos relatórios qualitativos. 
Portanto, a experiência do corpo tutorial permite fornecer suporte às 
atividades dos docentes, realizar mediação pedagógica junto aos discentes, 
demonstrar inequívoca qualidade no relacionamento com os estudantes, 
incrementando processos de ensino aprendizagem, e orientar os alunos, 
sugerindo atividades e leituras complementares que auxiliam sua formação. 
 
179 
 
22.4. Interação entre Tutores, Docentes e Coordenadores de 
Curso a Distância 
 
Assim como preconizado no Plano de Desenvolvimento Institucional - 
PDI, a UNISA entende que a educação se define como um processo de 
construção de relações, em que os alunos como seres ativos e interativos, na 
relação com o mundo, são responsáveis pela direção e significado daquilo que 
aprendem. Este processo se estrutura, então, em virtude do fazer e do refletir 
sobre o fazer. Para consolidar este preceito, o Projeto Pedagógico do Curso de 
Engenharia Elétrica prevê a interação permanente entre Tutores, Docentes e 
Coordenação, visando a excelência da implementação do curso para manter o 
estudante como protagonista de seu processo de aprendizado. 
Este processo de interação está sistematizado e conta com uma 
vigorosa ferramenta de interação por meio da sala de discussão entre tutores, 
docentes e coordenação no ambiente de cada disciplina. Todos participam e 
constroem a discussão sobre as disciplinas e todo este processo fica 
documentado no Fórum. O produto desta discussão é encaminhado para o 
NDE, que conjuntamente com a Coordenação analisa e sugere 
aprimoramentos do processo. São realizadas avaliações periódicas para a 
identificação de problemas ou incremento na interação entre os interlocutores. 
Além da interação por meio do AVA, a UNISA também conta com uma 
ferramenta desenvolvida internamente, o GLPI, que viabiliza a comunicação 
sistemática entre Coordenadores de Polo, equipe Multidisciplinar do EAD e 
Coordenação de curso. Esta ferramenta é toda documentada, de tal forma que 
cada solicitação e fluxo de resposta é passível de ser mapeado e é gerenciado 
por relatórios periódicos. Neste fluxo, todas as comunicações precisam ser 
respondidas em 24 horas. Este processo permite a identificação rápida dos 
problemas e a possibilidade de resolver as fragilidades. 
A UNISA entende que apenas o processo fortalecido de comunicação e 
interação entre todos os interlocutores permite a gestão eficaz do processo 
educativo para se garantir que o estudante tenha acesso a um curso de 
excelência que o destaque como principal agente de sua formação acadêmica. 
 
180 
 
23. Infraestrutura 
 
23.1. Espaço de Trabalho para Docentes em Tempo Integral 
 
A UNISA em sua sede conta com espaço de trabalho para docentes em 
tempo integral. O espaço viabiliza as ações acadêmicas, como planejamento 
didático-pedagógico, e atendem às necessidades institucionais. O local possui 
recursos tecnológicos de informação e comunicação apropriados e garantem a 
privacidade para os docentes e os discentes que são atendidos no espaço. O 
espaço destinado aos docentes em tempo integral também permite a guarda 
de material e equipamentos pessoais com segurança. 
 
23.2. Espaço de Trabalho para o Coordenador 
 
A UNISA em sua sede conta com espaço de trabalho individual para o 
Coordenador. O espaço viabiliza as atividades de planejamento e gestão da 
coordenação e atende às necessidades institucionais. O local possui recursos 
tecnológicos de informação e comunicação apropriados e garantem a 
privacidade dos docentes e discentes que são atendidos pela Coordenação. O 
espaço destinado à Coordenação também possibilita formas distintas de 
trabalho e local seguro para a guarda de material e equipamentos pessoais. 
 
23.3. Sala Coletiva de Professores 
 
A UNISA conta com sala coletiva de professores que facilita o trabalho 
docente, os recursos tecnológicos de informação e comunicação são 
apropriados para o quantitativo de docentes. O local ainda permite o descanso 
e atividades de lazer e integração, a guarda de equipamentos e materiais 
pessoais dos docentes de maneira segura, e dispõe de equipe técnico-
administrativa própria. 
 
181 
 
23.4. Salas de Aula 
 
As salas de aula da UNISA, tanto na Sede quanto nos Polos, mantêm 
um padrão institucional: conta com recursos tecnológicos de informação e 
comunicação apropriados, carteiras escolares estofadas, conforto térmico, 
flexibilidade relacionada às configurações espaciais, e viabilizam diferentes 
possibilidades para ensino-aprendizagem comprovadamente exitosos. 
A UNISA conta com equipe permanente de manutenção das salas de 
aula. 
 
23.5. Laboratórios de Informática 
 
Os alunos da UNISA contam com laboratório de informáticaem todos os 
Campi e Polos. Os laboratórios nos Polos atendem às necessidades 
institucionais e do curso em relação à disponibilidade de equipamentos, o 
conforto, a estabilidade e velocidade de acesso à Internet, contando com rede 
sem fio, hardware e softwares atualizados. Os laboratórios passam por 
avaliação periódica para verificação da adequação, qualidade e pertinência. 
 
23.6. Biblioteca 
 
O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Santo Amaro - 
UNISA tem como propósito atender toda a comunidade acadêmica em suas 
necessidades informacionais, apoiando o desenvolvimento dos cursos 
existentes, a pesquisa científica e a difusão do conhecimento para toda a 
comunidade. 
Pautada pela inovação e criatividade, nossas bibliotecas colaboram 
permanentemente no cumprimento da Missão institucional de “Formar 
profissionais de excelência, éticos, empreendedores, com visão humanística e 
crítica, que respeitem a diversidade e atuem de maneira inovadora, 
contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e 
sustentável.” 
182 
 
Os serviços oferecidos pela biblioteca compreendem: 
• Comutação Bibliográfica; 
• Consulta local e online dos catálogos; 
• Elaboração de ficha catalográfica para Trabalhos de Conclusão 
de Curso; 
• Empréstimo domiciliar; 
• Empréstimo entre Bibliotecas – EEB; 
• Levantamento bibliográfico; 
• Normalização de trabalhos acadêmicos; 
• Repositório Institucional; 
• Reserva e renovação local e online; 
• Serviço de referência especializado; 
• Serviços específicos ao portador de necessidades especiais; 
• Treinamento para acesso e uso das bases de dados; 
• Visita guiada. 
 
23.6.1. Bibliografia Básica e Complementar por Unidade 
Curricular (UC) 
 
O acervo físico da UNISA está tombado e informatizado, tanto na sede 
como nos Polos de Apoio Presencial. O acervo virtual das Bibliotecas Pearson 
e Minha Biblioteca possuem contrato que garante o acesso ininterrupto pelos 
usuários. Os acervos estão registrados em nome da Mantenedora da 
Universidade. O acervo da bibliografia básica é adequado em relação às 
unidades curriculares e aos conteúdos descritos no Projeto Pedagógico do 
Curso e está atualizado, considerando a natureza dos componentes 
curriculares. 
O NDE do curso referenda a adequação da bibliografia, comprovando a 
compatibilidade, em cada bibliografia básica dos componentes curriculares do 
curso e a relação entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de 
outros que utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou 
assinatura de acesso) disponível no acervo. 
183 
 
Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na sede e 
nos Polos de Apoio Presencial, com instalações e recursos tecnológicos que 
atendem à demanda e à oferta ininterrupta via internet, bem como de 
ferramentas de acessibilidade e de soluções de apoio à leitura, estudo e 
aprendizagem. O acervo possui exemplares e assinaturas de acesso virtual, de 
periódicos especializados que suplementam o conteúdo administrado nos 
componentes curriculares. 
O acervo é gerenciado de modo a atualizar a quantidade de exemplares 
e assinaturas de acesso mais demandadas, sendo que a Biblioteca da UNISA 
adota plano de contingência para a garantia do acesso e do serviço na sede e 
nos Polos de Apoio Presencial. 
 
23.6.2. Acervo 
 
O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Santo Amaro - 
UNISA é automatizado, no que diz respeito ao processamento técnico, aos 
trabalhos de circulação de materiais, aos usuários, à catalogação, à aquisição, 
aos parâmetros, aos relatórios e à consulta ao catálogo on-line, por meio da 
utilização do sistema Pergamum. 
O catálogo online do Sistema de Bibliotecas está disponível para 
consulta, reservas e renovações 24 horas por dia e o acesso se dá pelo site 
institucional da UNISA. 
O processamento técnico do acervo é feito de acordo com padrões 
bibliográficos, adotando as regras de catalogação Anglo-Americano e o sistema 
de Classificação Decimal Dewey. 
Todas as aquisições da biblioteca estão documentadas por notas fiscais 
e/ou termos de doações. 
 
184 
 
 
 
 
As bibliografias de cada curso são discutidas e referendadas pelo 
Núcleo Docente Estruturante que analisa e garante, no âmbito de cada unidade 
curricular, a relevância para o processo de formação, a compatibilidade e a 
relação entre o número de vagas autorizadas (do próprio curso e de outros que 
utilizem os títulos) e a quantidade de exemplares por título (ou assinatura de 
acesso) disponível no acervo. 
A atualização do acervo é feita através de um trabalho conjunto entre a 
Biblioteca, Coordenadores de Curso e Pró Reitoria de Graduação e Inovação 
em função das bibliografias adotadas nos Planos de Ensino e devidamente 
validadas pelo NDE – Núcleo Docente Estruturante. Este trabalho é realizado 
no início de cada semestre, obedecendo a Política de Desenvolvimento de 
Coleções da Biblioteca. 
São analisados e indicados títulos de abrangência temática, distribuídos 
entre as principais áreas do curso, para isto, o ponto de referência é o Projeto 
Pedagógico dos Cursos (PPCs). 
185 
 
Os títulos são adquiridos após a aprovação da implantação do curso na 
UNISA pelo seu Conselho Superior e são renovados e atualizados 
periodicamente. 
Outras indicações podem ser feitas no decorrer do Curso, mediante 
necessidade e adequação. 
 
23.6.3. Biblioteca Virtual 
 
A Biblioteca Virtual da UNISA foi criada para atender as necessidades 
de nossos alunos e professores dos cursos presenciais e a distância, com o 
objetivo de ampliar o acesso a informação, estendendo o conhecimento em 
seus diversos campos. 
Atualmente, a Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza de forma geral 
títulos de e-books, normas técnicas, jurisprudências e legislações e periódicos 
científicos, nas diversas áreas do conhecimento, com acesso de forma remota. 
 
23.6.4. E-books 
 
A Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza acesso às bases de dados 
Minha Biblioteca e Biblioteca Virtual 3.0 (Pearson), que juntas oferecem 
milhares de títulos em todas as áreas do conhecimento: 
 
Quadro 2 - Acervo Geral de E-Books 
 
186 
 
Nos casos dos títulos virtuais, há garantia de acesso físico na Sede, com 
instalações e recursos tecnológicos que atendem à demanda e à oferta 
ininterrupta via Internet, bem como de ferramentas de acessibilidade e de 
soluções de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. O acervo possui 
exemplares e assinaturas de acesso virtual, de periódicos especializados que 
suplementam o conteúdo administrado nos Componentes Curriculares. 
 
23.6.5. Periódicos Científicos 
A Biblioteca Virtual UNISA disponibiliza acesso as bases de dados 
EBSCO, RT Online, Target GedWeb, dentre outras, que juntas oferecem 
milhares de títulos em todas as áreas do conhecimento: 
 
 
 
187 
 
 
23.6.6. Plano de Contingência 
 
No Sistema Integrado de Bibliotecas da UNISA, o plano de contingência 
adotado tem como finalidade apresentar potenciais situações de risco dentro 
do ambiente das Bibliotecas e estabelecer diretrizes de ações para 
contingência desses eventos, assim como propor medidas preventivas para 
atenuar a probabilidade de ocorrência. 
No entanto, sabe-se que as realidades são mutáveis e podem 
apresentar variações ao longo do tempo. A fim de solucionar a questão 
apresentada, novas adversidades são previstas de adição nas reformulações e 
atualizações no Plano de Contingência, propondo-se sua revisitação constante 
e elaboração de uma nova versão a cada dois anos de uso. 
23.7. Laboratórios Didáticos 
 
Os laboratórios são elementos fundamentais para o desenvolvimento e 
construção do conhecimento discente visto permitirem articular competências e 
habilidades, integrando a teoria das disciplinas com sua aplicação e prática do 
mercado de trabalho em que atuará em nível de estágio, profissionalmente ecomo egresso do curso. 
Neste contexto os laboratórios didáticos de dividem em dois grupos, 
Formação Básica e Formação Específica, aderentes com a justificativa para 
formação discente e que unificam os meios acadêmicos e profissional para 
permitir o contato com atividades práticas que exploram e instigam o discente a 
pesquisar, discutir, planejar, projetar, elaborar, criar soluções, seja baseada em 
premissas e pré requisitos para novidades, quanto para a solução de 
problemas e estudos de caso baseado em casos e necessidades reais de 
mercado e para atendimento da sociedade em geral. 
Os laboratórios, de Formação Básica e de Formação Específica, contam 
com metodologias que são complementares, onde se desenvolvem em 
determinadas disciplinas presencialmente para que o discente possa explorar 
as adversidades e dificuldades do dia a dia e de equipamentos, montagens e 
projetos reais, considerando variáveis externas durante sua execução, assim 
188 
 
como verificar o comportamento de máquinas, equipamentos, dispositivos e 
elmentos, seja pela sua diversidade de formas de operação e configuração, 
seja por possíveis problemas a serem solucionados, assim como pela extensa 
possibilidade na elaboração de diagramas, códigos e programas. 
Complementar a metodologia de práticas presenciais há os laboratórios 
virtuais, os quais apresentam modelos e simulação com rigor de detalhes e 
características dos sistemas reais, minimizando as abstrações da realidade, 
com a finalidade de proporcionar ao discente uma experiência imersiva no 
desenvolvimento e exploração de atividades cotidianas da atuação profissional 
nos mais diversos segmentos, assim como prepara para que o egresso tenha 
construído ao longo do curso conhecimentos, e desenvolvidos competências e 
habilidades no que se refere à virtualização da indústria, ou seja, virtualização 
dos mais diversos segmentos e setores de atuação que no contexto inovador 
exploram largamente a inserção da tecnologia, da Indústria 4.0 e das 
inovações. 
Ambas as metodologias, Presencial e Vitual, permitem formar um perfil 
egresso competitivo ao mercado, com habilidades e competências para unificar 
e articular as diversas tecnologias existentes, em desenvolvimento e as 
inovações aplicadas em sua trajetória profissional. 
 
23.7.1. Laboratórios Didáticos de Formação Básica 
 
Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo 
com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e 
segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio 
técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e 
comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem 
quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os 
espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica 
quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, 
sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o 
incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das 
aulas ministradas. 
189 
 
O Curso de Engenharia Elétrica conta com laboratórios de formação 
básica, como: Informática, Laboratório Multidisciplinar de Física e Química e 
Laboratório Virtual. Os equipamentos e materiais utilizados nos laboratórios de 
formação básica estão detalhadamente descritos no Manual de Atividades 
Práticas do Curso. O Laboratório de informática oferece apoio às unidades 
curriculares de Tecnologia, Ciência e Pesquisa, Algoritmo e linguagem de 
Programação, Desenho Técnico; o Laboratório Multidisciplinar e o Laboratório 
Virtual atendem as demandas de Física Geral e Experimental I, Física Geral e 
Experimental II, Mecânica dos Fluidos e Ciência dos Materiais; e o Laboratório 
de Química e Biologia é utilizado para atender as demandas de Química 
Experimental. 
 
23.7.2. Laboratórios Didáticos de Formação Específica 
 
Os laboratórios didáticos atendem às necessidades do curso, de acordo 
com o PPC e com as respectivas normas de funcionamento, utilização e 
segurança, apresentam conforto, manutenção periódica, serviços de apoio 
técnico e disponibilidade de recursos de tecnologias da informação e 
comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas, e possuem 
quantidade de insumos, materiais e equipamentos condizentes com os 
espaços físicos e o número de vagas, havendo, ainda, avaliação periódica 
quanto às demandas, aos serviços prestados e à qualidade dos laboratórios, 
sendo os resultados utilizados pela gestão acadêmica para planejar o 
incremento da qualidade do atendimento, da demanda existente e futura e das 
aulas ministradas. 
O Curso de Engenharia Elétrica conta com laboratórios de formação 
específica, como: Informática, Laboratório de Elétrica e Laboratório Virtual. Os 
equipamentos e materiais utilizados nos laboratórios de formação específica 
estão detalhadamente descritos no Manual de Atividades Práticas do Curso. O 
Laboratório de Informática oferece apoio às Unidades Curriculares de 
Conversão e Conservação de Energia, Eletrônica Básica, Eletrônica Aplicada, 
Eletrônica de Potência, Máquinas e Acionamentos Elétricos, 
Microcontroladores, Projetos Elétricos, Modelagem e Simulação de Sistemas, 
Controle de Sistemas Dinâmicos; e os Laboratórios de Elétrica e o Virtual 
190 
 
atendem as demandas de Eletrônica Básica, Eletrônica Aplicada, Eletrônica de 
Potência, Automação de Sistemas, Microcontroladores, Projetos Elétricos, 
Modelagem e Simulação de Sistemas, Controle de Sistemas Dinâmicos. 
 
23.8. Processo de Controle de Produção ou Distribuição de 
Material Didático 
 
A UNISA, ao longo dos seus mais de 15 anos de experiência na 
produção de materiais instrucionais para cursos a distância, acumulou muita 
experiência e aprimorou todos os seus processos de gestão e controle para 
permitir a expansão de suas atividades mantendo a alta qualidade de seus 
cursos. Para isso, a UNISA desenvolveu internamente sistemas informatizados 
robustos e desenhados especificamente para suprir as demandas 
institucionais, de acordo com suas políticas definidas no Plano de 
Desenvolvimento Institucional. 
Todo fluxo de produção de material instrucional está estruturado e 
documentado, com validação da Equipe Multidisciplinar do EAD e da Reitoria. 
Como se trata de um processo complexo e multiprofissional, além da 
delimitação do desenho, todas as equipes envolvidas no processo possuem 
reuniões quinzenais de alinhamento, para troca de experiências e discussão de 
demandas. 
A produção possui seu início na consolidação do Projeto Pedagógico 
Institucional, bem como na discussão do Plano de Ensino, atrelada ao Projeto 
Pedagógico do Curso. Após a análise sistemática do Plano de Ensino, validado 
pelo NDE do curso e aprovado pelo Conselho de Curso, inicia-se a fase de 
Desenho Instrucional da Disciplina, em plena articulação entre designs 
instrucionais, docentes e coordenação de curso. Finalizado o desenho, inicia-
se o processo de produção propriamente dito, com o desenvolvimento de cada 
recurso que comporá a Trilha de Aprendizagem. 
Quando a produção é concluída todo o material passa por nova 
validação de docente, design instrucional e coordenador. Todo esse processo é 
acompanhado pela Equipe Multidisciplinar do EAD. Após as validações a 
equipe de LMS realiza o upload do material no ambiente virtual. O fluxo de 
191 
 
produção macro, bem como os fluxos de produção de cada mídia estão 
definidos e documentados. 
Para gerenciar este processo, as equipes contam com o auxílio de 
diferentes ferramentas, sendo que as duas principais foram desenvolvidas 
internamente. Todo o controle de disciplinas em oferta e matérias a serem 
produzidos é realizado por meio do sistema acadêmico, o Método, 
desenvolvido pela UNISA, em base Oracle. O repositório e controle de 
Unidades Curriculares é realizado por meio da Intranetna rede interna. A 
gestão da produção ocorre por meio do Portal dos colaboradores, também 
desenvolvido pela UNISA. Quando se inicia o upload de materiais, a UNISA 
possui rotinas estabelecidas de geração de relatórios gerenciais para garantir 
que todas as disciplinas estão disponíveis e os estudantes vinculados 
corretamente. 
No caso das provas presenciais, a UNISA utiliza o sistema AvaliA 
fornecido pelo Grupo A. O estudante agenda a prova dentro dos prazos 
definidos no calendário acadêmico, no dia da AVG se dirige ao Polo e realiza a 
prova em um computador do Polo. Cada Polo possui acesso controlado ao 
sistema Avalia e o Tutor Presencial precisa inserir uma senha para dar o 
acesso da prova para o estudante. Enquanto o aluno realiza a prova, o Tutor 
monitora e acompanha-o presencialmente. Deste modo, é possível quantificar 
e analisar cada etapa do processo, permitindo correções gerenciais e 
operacionais durante todo o fluxo. 
Ao longo dos anos a UNISA foi refinando seus indicadores e, hoje, conta 
com diferentes análises quantitativas e qualitativas para garantir a excelência 
de seus cursos. Neste sentido, a produção de material instrucional é avaliada 
por meio de indicadores objetivos tais como, número de mídias, tempo de 
aulas, número de páginas de leitura, número de acesso dos estudantes, notas 
atribuídas pelos estudantes para cada recurso disponibilizado, além de 
indicadores qualitativos como impressão dos estudantes sobre o processo, 
discutidos em grupos focais de avaliação, adequação dos conteúdos com o 
PPC do curso, analisado pelos NDEs, dentre outros fatores. 
Como a UNISA possui mais de 15 anos de experiência na produção de 
material instrucional, ela conta hoje com um vasto repositório de materiais 
produzidos, permitindo muita tranquilidade em seus planos de contingência, 
192 
 
uma vez que praticamente todas as disciplinas possuem versões prontas para 
publicação. Ainda assim, visando evitar a publicação de material não 
modernizado, a UNISA trabalha com um cronograma de trabalho antecipado 
que é seguido rigidamente por todas as áreas. 
Assim, o processo de controle de produção ou distribuição de material 
didático está formalizado, atende à demanda e possui plano de contingência 
para a garantia de continuidade de funcionamento e dispõe de um sistema 
informatizado de acompanhamento para gerenciamento dos processos, com 
uso de indicadores bem definidos. 
 
193 
 
24. Atividades de Extensão 
 
Entre as atividades de Extensão promovidas pelo Curso Superior de 
Bacharelado em Engenharia Elétrica estão: a capacitação dos alunos através 
de palestras e seminários ministrados por convidados e mesmo professores 
que possuem excelente experiência no mercado profissional; também estão as 
atividades culturais oferecidas pela UNISA, que integram a formação intelectual 
dos alunos, como apresentações musicais, teatro de empresa, experiências 
profissionais, exposição de trabalhos dos alunos; a promoção de eventos em 
parcerias com empresas: visitas e exposição de trabalhos em empresas, 
experiência de profissionais de destaque no mercado e na mídia, devidamente 
articulados com os alunos; os projetos de extensão em parceria com a 
comunidade: Trote Solidário - arrecadação de alimentos, conscientização 
ambiental e atividades científico-culturais promovidas pelos alunos e aberta a 
comunidade; além das Semanas de Estudos que é realizada com a 
participação da Coordenação do Curso, representantes de turmas, professores 
do curso e palestrantes externos, transmitidas ao vivo e gravadas para todos 
os Polos de Apoio Presencial da UNISA. 
A Semana de Engenharia e Tecnologia visa integrar os cursos das áreas 
de Engenharia e Tecnologia da UNISA que beneficiam aos estudantes dos 
Cursos Superiores de Engenharia e de Tecnologia. 
As atividades e eventos desenvolvidos contam com a participação de 
docentes e discentes que integram os grupos das Engenharias I, II, III, IV e 
Arquitetura, Urbanismos e Design e que são ofertados pela UNISA, 
considerando Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia 
Mecatrônica, Engenharia Elétrica, Engenahria da Computação, Engenharia de 
Software, Engenharia Civil, Engenharia Química, Engenharia de Meio 
Ambiente, Arquitetura e Urbanismo, CST em Gestão da Produção Industrial, 
CST em Automação Industrial, CST em Análise e Desenvolvimento de 
Sistemas, CST em Design de Interiores, CST em Segurança do Trabalho. A 
oferta é realizada por meio digital, no caso de atividades e eventos UNISA por 
meio de seus canais oficiais, e atividades e eventos externo à organização, em 
acordo com a UNISA, são divulgados em ambos os canais oficiais, UNISA e 
194 
 
Organizador/Realizador. As atividades e eventos são ofertadas gratuitamente 
para todos os discentes dos cursos descritos acima, integrando nesta oferta 
todos os módulos e discentes. 
As atividades de Extensão são uma marca dos Cursos Superiores de 
Engenharia e Tecnologia e refletem a premissa do PDI da UNISA, no concerne 
a sua Missão e Visão institucional. Os alunos do curso Superior de 
Bacharelado em Engenharia Elétrica ainda realizam visitas técnicas com a 
finalidade de manter estreita a relação entre a Instituição e atividades práticas 
importantes para os futuros profissionais. A equipe de visitação é composta por 
docentes ou tutores nos Polos e discentes e é um importante instrumento de 
troca de experiências, integração e transformação. 
 
195 
 
25. Atividades de Pesquisa 
 
As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro – UNISA 
buscam gerar conhecimento por meio de projetos de inovação tecnológica, 
científica, humana, social e/ou artística, com a finalidade de engrandecer a 
área de conhecimento, servindo ao progresso da comunidade em que se 
insere. 
Estas atividades de Pesquisa encontram-se sempre vinculadas a um 
curso superior, presencial ou a distância, da área do objeto do estudo, e estão 
estruturadas em projetos, desenvolvidos por docentes, membros de Grupo de 
Pesquisa, que podem, ou não, orientar discentes, devendo manter relação 
direta com uma Linha de Pesquisa estabelecida pela Coordenação do curso e 
o NDE. 
A UNISA incentiva fortemente o estabelecimento de Projetos de 
Pesquisas que se utilizem da riqueza das diferentes regiões do país, em que 
existem Polos de Apoio Presencial, com a ativa participação de alunos do 
ensino a distância. 
Neste contexto, a inserção regional e a continuada interação com o 
mundo do trabalho, baliza o programa de incentivo a projetos de Iniciação 
Científica, que são implantados como parte do Projeto Pedagógico para os 
cursos de graduação e pós-graduação desenvolvidos. 
A definição das linhas de Pesquisa, bem como a aprovação dos projetos 
e Pesquisa na UNISA são de responsabilidade da Comissão de Pesquisa. 
Todas as atividades de pesquisa na UNISA visam: 
a) Gerar conhecimento na área do saber, colaborando para seu 
desenvolvimento; 
b) Propiciar aos discentes, formação diferenciada, introduzindo-os 
ao Método Científico, sua lógica e filosofia, dentro da 
indissociabilidade com ensino formal; 
c) Aprimorar os conteúdos técnico-científicos dos cursos superiores 
ao agregar novos conhecimentos de caráter interdisciplinar e de 
apoio instrumental; 
d) Contribuir para o desenvolvimento e aplicabilidade da política 
institucional de Pesquisa; 
196 
 
e) Criar oportunidades de interação entre docentes, discentes e a 
comunidade em geral; 
f) Incentivar e aprimorar a qualidade da produção científica da 
UNISA; 
g) Envolver docentes e discentes dos cursos superiores na 
realização de atividades de Pesquisa universitária e em ações 
voltadas ao estímulo da iniciação científica, contribuindo para a 
formação de excelência acadêmica e para o aperfeiçoamento da 
cidadania; 
h) Estimular o espírito investigativo e crítico; 
i) Identificar e diagnosticar problemas e dificuldades das áreasdo 
saber em face dos desafios da contemporaneidade; 
j) Buscar soluções para os problemas específicos identificados nas 
respectivas áreas; 
k) Incentivar a busca de temas interdisciplinares articulados com as 
atividades de Pesquisa; 
l) Estabelecer parcerias com órgãos públicos, privados e do terceiro 
setor, visando ao benefício da comunidade por meio da Ação 
Universitária; 
m) Cooperar para o desenvolvimento das propostas de convênios 
com entidades que ofereçam oportunidades de aprendizagem e 
aplicabilidade em atividades de Pesquisa. 
Os Coordenadores dos cursos oferecidos pela UNISA divulgam e 
incentivam a adesão de docentes e discentes aos programas de Incentivo à 
Pesquisa e de Iniciação Científica. A UNISA entende que a produção científica 
e cultural é uma dimensão imprescindível para a plena realização do caráter 
transformador do ensino e, desta forma, pretende estimular seu corpo docente 
não só a explorar e desenvolver as potencialidades de seus alunos, mas 
também na produção conjunta de trabalhos acadêmicos, sejam relacionados 
com os conteúdos das disciplinas ou com a especificidade do ensino a 
distância, que possam ser divulgados no Portal UNISA e em outras 
publicações. 
O Curso de Engenharia Elétrica integra o Grupo de Pesquisa em 
Engenharia, o qual se encontra devidamente cadastrado no CNPq e visa 
197 
 
agregar as linhas de pesquisa das Engenharias ministradas na UNISA, 
reforçando seu caráter interdisciplinar. Neste sentido, o grupo busca somar a 
experiência do corpo docente dos cursos para a produção e desenvolvimento 
da ciência, retornando estas atividades para a experiência de ensino e em 
projetos de extensão para a sociedade. 
O curso de Engenharia Elétrica da UNISA atualmente integra dois 
grupos de Pesquisa, diretamente o Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial 
e Robótica (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1870072019741944), e colabora 
com o Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais 
(dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/7990308722424658). 
O Grupo de Pesquisa em Inteligência Artificial e Robótica tem por 
objetivo integrar as engenharias que compõem as concentrações III e IV da 
CAPES com a finalidade de desenvolver pesquisa, tecnologia e inovações por 
meio da base em sistemas robóticos e em inteligência artificial de modo a 
prover soluções para os ambientes industriais e processos, mobilidade 
processual e logística, ambientes médico odonto hospitalares, através de 
sistemas colaborativos, autônomos, aprendizagem de máquina e visão 
computacional, tecnologias assistiva e estudo de biônica. 
Neste grupo de pesquisa o curso de Engenharia Elétrica por meio de 
seus Pesquisadores, Docentes e Discentes atua colaborando e desenvolvendo 
Projetos de Pesquisa dentre as cinco linhas de pesquisa disponibilizadas: 
I. Sistemas Autônomos e Colaborativos: Pesquisar tecnologias e 
inovações; desenvolver algoritmos, sistemas e componentes 
mecânicos, eletromecânicos, eletrônicos que permitam 
desenvolver sistemas autônomos e colaborativos; estudar e 
desenvolver soluções para processos industriais e mobilidade 
processual e logística; estudar o impacto de sistemas autônomos 
e colaborativos inseridos nos processos e estrutura industrial, 
mobilidade e em ambientes médicos e odontológicos. 
II. Sistemas Embarcados e Robótica Avançada: Pesquisar 
tecnologias e inovações; desenvolver sistemas eletrônicos e 
embarcados para aplicação em processos, máquinas e 
equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos e técnicas de 
controle; desenvolver e aplicar sistemas de sensoriamento 
198 
 
inteligente; estudar o impacto da robótica avançada inserida nos 
processos e estrutura industrial, mobilidade processual e logística 
e em ambientes médicos e odontológicos; estudar e desenvolver 
sistemas embarcados com aplicação médica, ondotológica e 
hospitalar. 
III. Visão Computacional e Aprendizagem de Máquina: Pesquisar 
tecnologias e inovações; desenvolver sistemas de visão 
computacional para aplicação em processos, máquinas e 
equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos de 
aprendizagem de máquina; desenvolver e aplicar sistemas de 
visão computacional; estudar e desenvolver soluções com visão 
computacional e aprendizagem de máquina para controle de 
autonomia de processos industriais e mobilidade processual e 
logística; estudar e desenvolver soluções com visão 
computacional e aprendizagem de máquina como ferramenta 
auxiliar para monitoramento, diagnótico e tratamento de pacientes 
médicos e ondotológicos. 
IV. Aquisição e Processamento Digital de Sinais e Imagens: 
Pesquisar tecnologias e inovações; desenvolver métodos para 
aquisição de sinais e imagens em processos, máquinas e 
equipamentos; estudar e desenvolver algoritmos de 
processamento digital para sinais e imagens; desenvolver e 
aplicar sistemas controle baseado na aquisição e processamento 
digital de sinais e imagens; estudar e desenvolver soluções com 
inteligência artifical e aprendizagem de máquina para 
monitoramento remoto e controle de processos, máquinas e 
equipamentos; estudar e desenvolver tecnologias para mobilidade 
processual e logística; estudar tecnologias para aquisição e 
processamento de sinais biomédicos; estudar diagnóticos de 
doenças em exames com imagens médicas. 
V. Tecnologias Assistiva e Biônica: Pesquisar tecnologias e 
inovações; desenvolver métodos flexíveis e viáveis para 
fabricação de tecnologias assistiva; aplicar manufatura aditiva e 
flexível na fabricação de tecnologias assistiva; estudar e 
199 
 
desenvolver tecnologias assistiva que se utilizam de mecânica, 
eletrônica, elétrica e/ou computação; estudar materiais mecânicos 
e eletrônica para aplicação em biônica; estudar e desenvolver 
tecnologias para biônica e tecnologias assistiva. 
O Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais tem por objetivo 
desenvolver a Pesquisa e Extensão na UNISA, contribuindo para a apropriação 
do conhecimento pelo estudante, mas também que este seja um multiplicador e 
que contribua para a sociedade dentro de sua linha de atuação. O grupo 
congrega pontos de vista da Engenharia Ambiental e Química e sua inserção 
na cidade, contribuindo para a construção do meio urbano de maneira mais 
sustentável. 
I. Energias Renováveis: A atuação concentra-se no 
desenvolvimento, aplicação, uso de soluções energéticas 
renováveis, estas que podem contribuir para diversos aspectos do 
meio urbano como mobilidade, contribuir para tomada de decisão, 
propor alternativas ao mercado de energia, políticas de incentivo 
etc. 
II. Poluição Ambiental: Concentrando-se na investigação e análise 
da poluição no meio urbano como corpos d’água, solo e ar, 
formas de prevenção, mitigação e soluções são abordados. A 
relação entre poluição e implementação de políticas públicas 
também são discutidas nesta linha de pesquisa. 
Tratando-se de pesquisa da área de Saúde ou do âmbito das Ciências 
Humanas que envolva experimentação com seres humanos, o projeto de 
Iniciação Científica deverá conter uma seção em que se explicite como estão 
sendo contemplados os aspectos éticos. Além disto, todos os Projetos de 
Pesquisa envolvendo seres humanos serão submetidos ao Comitê de Ética em 
Pesquisa (CEP) da UNISA, para análise à luz das exigências éticas e 
científicas fundamentais. Para os estudos com modelos animais também é 
exigida análise a aprovação prévia da Comissão de Ética no Uso de Animais 
(CEUA) da UNISA. 
O Comitê de Ética em Pesquisa – CEP da Universidade Santo Amaro – 
UNISA, denominado CEP-UNISA, está devidamente regular junto à Comissão 
Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP, na forma da Resolução nº 466 de 
200 
 
2012 do Conselho Nacional de Saúde – CNS, que define as diretrizes e normas 
regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. 
O CEP-UNISA é um colegiado interdisciplinar e independente, de caráter 
consultivo, deliberativo e educativo, criado para defender osinteresses dos 
sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no 
desenvolvimento da pesquisa dentro dos padrões éticos. O CEP-UNISA 
atualmente conta com 10 membros, sendo 9 docentes das Áreas de Saúde, 
das Ciências Exatas, Sociais e Humanas, além de 1 membro da sociedade 
representando os usuários da UNISA.

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