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Proteção de Sistemas Elétricos Teoria e Prática - Módulo 4

Slides sobre proteção de sistemas elétricos: arranjos e proteção de barramentos, zonas de proteção, proteção diferencial de barras (87B) e alta impedância, saturação de TCs, zonas mortas (STUB), relés de bloqueio (86B), arquiteturas centralizada/descentralizada (IEC 61850 SV) e reatores de potência.

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Proteção de 
Sistemas Elétricos 
Teoria e Prática
Proteção de equipamentos e projeto 
executivo de proteção
Prof. João Ricardo da Mata Soares de Souza
Realização: Organização: Apoio:
Proteção de 
barramentos
Zonas de proteção e proteção de barras
Zonas de proteção e proteção de barras
Arranjos de barras
Arranjos de barras
Barra simples
Chave 
seccionadora
Disjuntor
Vão (“bay”)
Arranjos de barras
Barra simples 
seccionada
Arranjos de barras
Barra principal 
e transferência
BP
BT
Arranjos de barras
Barra dupla
B1
B2
Arranjos de barras
Barra dupla 
com disjuntor 
e meio
B1
B2
Arranjos de barras
Barramento 
em anel
Arranjos de barras
Arranjos de barras
Vão 2Vão 1
Relé do 
vão 1
Relé do 
vão 2
Arranjos de barras
Vão 2Vão 1
Relé do 
vão 1
Relé do 
vão 2
Arranjo de Barras
• No arranjo em anel é possível garantir cobertura instantânea para 
todas as regiões do barramento a partir das proteções de cada 
elemento conectado aos vãos (transformadores, linhas de 
transmissão e etc.).
• Além disso, neste arranjo é difícil trabalhar com o conceito de zonas 
de proteção.
Proteção de barras de alta impedância
Proteção diferencial de barras (87B)
Proteção diferencial de barras (87B)
Proteção diferencial de alta impedância
RCT – Resistência do secundário 
do TC
RL – Resistência da fiação do 
secundário
RR – Resistência do relé (usada 
para converter a unidade de 
corrente em unidade de tensão)
Na condição de falta interna, a 
tensão no relé UR tende a ser 
maior do que a tensão para curto 
externo com TC saturado. Essa 
proteção é ajustada com base 
nesse princípio.
Proteção de barras e saturação de TC
• Para garantir a estabilidade para faltas externas e sensibilidade para 
faltas internas durante a saturação do TC podem ser feitas 3 
abordagens:
• Especificando os TCs de maneira a não permitir que saturem;
• Contemplando a possibilidade de saturação na parametrização (como no 
exemplo da proteção diferencial de alta impedância anterior);
• Com algoritmos específicos de detecção de saturação de TC.
Proteção de barras e saturação de TC
Proteção de barras e saturação de TC
Detecção de saturação 
de TC durante faltas 
externas
Proteção de barras e saturação de TC
Proteção de barras segregada em zonas
Proteção de barras segregada em zonas
Proteção de barras segregada em zonas
Proteção de barras segregada em zonas
Definição das correntes e proteção contra 
zonza morta (STUB)
B1 B2
Zona de proteção da barra 2
Definição das correntes e proteção contra 
zonza morta (STUB)
B1 B2
Zona de proteção da barra 2
Definição das correntes e proteção contra 
zonza morta (STUB)
B1 B2
Zona de proteção da barra 2
Zona de proteção do vão
Definição das correntes e proteção contra 
zonza morta (STUB)
B1 B2
Zona de proteção da barra 2
Definição das correntes e proteção contra 
zonza morta (STUB)
• A proteção da zona morta pode ser feita das seguintes formas:
• Retirando da equação do elemento diferencial 87B a corrente do 
circuito cujas seccionadoras e/ou disjuntores associados estiverem 
abertos.
• Por meio de esquemas lógicos que verificam o estado dos disjuntores 
e as correntes.
Relés de Bloqueio (86B)
Relés de Bloqueio (86B)
• Biestável
Relés de Bloqueio (86B)
Outras 
proteções
87B
Rearme
86B
86B
SR
86B
TC – 52nCC – 521
Fecha
52n
Fecha
521
86B 86B
CC – 52n
Outras 
proteções
86B
TC – 521 ...
...
Proteção diferencial de barras – Arquitetura 
centralizada x descentralizada
SEL 487B
Proteção diferencial de barras – Arquitetura 
centralizada x descentralizada
Proteção diferencial de barras – Arquitetura 
centralizada x descentralizada
Grande número de entradas e 
saídas analógicas
Grande número de entradas 
de corrente
Proteção diferencial de barras – Arquitetura 
centralizada x descentralizada
Proteção diferencial de barras – Arquitetura 
descentralizada usando SV (IEC 61850)
Proteção de reatores
Reatores de potência
• As linhas de transmissão de comprimento longo, normalmente de tensões 
elevadas, possuem uma capacitância própria de valor expressivo que pode 
provocar sobretensões perigosas durante carga leve ou no momento de 
chaveamento. Também algumas linhas de transmissão ou de subtransmissão 
possuem elevados níveis de curto-circuito trifásicos e monofásicos obrigando a 
utilização de equipamentos de elevada capacidade de interrupção (disjuntores) 
ou de elevadas correntes térmicas e dinâmicas (chaves seccionadoras) onerando 
o custo do sistema.
• Para compensar os efeitos negativos desses eventos deve-se inserir uma 
reatância indutiva no sistema por meio de um reator de potência.
Reatores de potência
• Reatores limitadores de corrente;
• Reatores de aterramento de neutro;
• Reatores de filtro de harmônicos;
• Reatores de derivação ou shunt;
• Reatores de amortecimento;
• Reatores de fornos a arco;
• Reatores de partida de motores etc.
Reatores de potência
• Reator isolado a óleo
Reatores de potência
• Reator a seco (núcleo de ar)
Modos de falha de retores
• Falhas em equipamentos como buchas, isolamentos e etc. que 
resultam em uma grande mudança na amplitude das correntes das 
fases.
• Falhas entre espiras e, dependendo da localização, entre as espiras e 
a carcaça (no caso de reatores isolados a óleo) que provocam pouca 
variação nas correntes das fases. Podem evoluir para faltas maiores se 
não detectadas.
• Falhas em acessórios como perda de óleo ou problema na ventilação.
Arranjos de Proteção para reatores shunt
Arranjos de Proteção para reatores shunt
Arranjos de Proteção para reatores shunt
Arranjos de Proteção para reatores shunt
Arranjos de Proteção para reatores shunt
Proteção de bancos de 
capacitores
Capacitores - Finalidade
• Correção de fator de potência
• Compensação reativa (shunt)
• Compensação da reatância de linhas de transmissão longas para 
aumentar o fluxo de potência
• Composição de filtros harmônicos
• Partida de motores
Correção de fator de potência
Indutivo CapactivoResistivo
(fp = 1)
Correção de fator de potência
• Cargas com baixo fator de potência:
• Motores de indução trabalhando a vazio, durante um longo período de 
operação.
• Motores superdimensionados para as máquinas a eles acopladas.
• Transformadores em operação a vazio ou em carga leve.
• Grande número de reatores de baixo fator de potência suprindo lâmpadas 
de descarga (lâmpadas fluorescentes, vapor de mercúrio, vapor de sódio 
etc.).
• Fornos a arco.
• Fornos de indução eletromagnética.
• Máquinas de solda a transformador.
• Equipamentos eletrônicos.
• Grande número de motores de pequena potência em operação, durante 
um longo período de tempo.
Correção de fator de potência
Correção de fator de potência
Correção de fator de potência
Compensação reativa
Compensação reativa
Compensação reativa
Compensação série
Compensação série
Compensação série
Filtros harmônicos
• Utilizados em:
• Interface com sistemas HVDC.
• Consumidores industriais com cargas que produzem muito 
harmônico ou muito sensíveis à presença de harmônicos.
Filtros harmônicos
• SE Ibiuna 345 kV (Furnas) – Chegada das LTs HVDC que vêm de Itapu
Filtros harmônicos
Partida de motores
Bancos de capacitores
Bancos de capacitores
Bancos de capacitores
Bancos de capacitores
Bancos de capacitores
Funções de proteção utilizadas em bancos de 
capacitores
• Função 27: proteção contra subtensão
• Função 46: desbalanço de corrente de corrente de fase ou sequência 
negativa
• Função 50: proteção instantânea de fase
• Função 50N: proteção instantânea de neutro
• Função 50BF: proteção contra falha de disjuntor
• Função 51: proteção temporizada de fase
• Função 51N: proteção temporizada de neutro
• Função 59: proteção contra sobretensão
• Função 60: proteção de desbalanço de corrente ou tensão
• Função 86: bloqueio de segurança.
Proteção de unidades capacitivas por fusívelProteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Relé 51 fazendo 
a função 46
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Proteção de unidades capacitivas por relés de 
sobrecorrente
Relé 59N 
fazendo a 
função 60
Proteção de 
compensadores 
estáticos
Compensadores estáticos
Compensadores estáticos
Compensadores estáticos
Compensadores estáticos
Projeto executivo de 
proteção
Subestações
• Subestações são instalações destinadas a:
• Transformar da energia elétrica de um nível de tensão para 
outro (ou outros);
• Acondicionar os diversos tipos de equipamentos de operação e 
controle do sistema elétrico e;
• Distribuir a energia elétrica por diferentes circuitos (linhas de 
transmissão e alimentadores)
Classificação das subestações
• Quanto ao nível de tensão (MAMEDE, 2021):
• Subestação de média tensão nível I – 2,3 kV a 25 kV
• Subestação de média tensão nível II – 34,5 kV a 46 kV
• Subestação de alta tensão nível III – 69 kV a 145 kV
• Subestação de alta tensão nível IV – 230 kV em diante
Distribuição
Transmissão
Classificação das subestações
”Art. 23. A distribuidora deve definir o grupo e o nível de tensão de conexão ao sistema elétrico, observados os 
critérios a seguir:
I - para unidade consumidora:
a) Grupo B, com tensão menor que 2,3 kV em rede aérea: se a carga e a potência de geração instalada na unidade consumidora 
forem iguais ou menores que 75 kW;
b) Grupo B, com tensão menor que 2,3 kV em sistema subterrâneo: até o limite de potência instalada, conforme padrão de 
atendimento da distribuidora, observado o direito de opção para o subgrupo AS do Grupo A disposto no § 3º;
c) Grupo A, com tensão maior ou igual a 2,3 kV e menor que 69 kV: se a carga ou a potência instalada de geração na unidade 
consumidora forem maiores que 75 kW e a maior demanda a ser contratada for menor ou igual a 2.500 kW; e
d) Grupo A, com tensão maior ou igual a 69 kV: se a maior demanda a ser contratada for maior que 2.500 kW;
II - para central geradora, preservada a confiabilidade e a segurança operativa do sistema elétrico, devem ser 
observadas as seguintes faixas de tensão de conexão: 
a) potência instalada menor ou igual a 75 kW: tensão menor que 2,3 kV;
b) potência instalada maior que 75 kW e menor ou igual a 500 kW: tensão menor que 2,3 kV ou tensão maior ou igual a 2,3 kV e 
menor que a 69 kV;
c) potência instalada maior que 500 kW e menor ou igual a 30 MW: tensão maior ou igual a 2,3 kV; e
d) potência instalada maior que 30 MW: tensão maior ou igual a 69 kV;
III - para demais usuários: definido a partir do estudo realizado pela distribuidora, considerando as características 
técnicas da rede e a disponibilidade necessária.” (Resolução ANEEL 1.000 de 7 de Dezembro de 2021)
Classificação das subestações
• Quanto à categoria de utilização (MAMEDE, 2021):
• Subestação elevadora;
• Subestação abaixadora;
• Subestação de distribuição;
• Subestação de manobra;
• Subestação conversora;
• Subestação industrial;
• Subestação móvel;
Classificação das subestações
Elevadora
Abaixadora
Industrial
De distribuição
Classificação das subestações
Subestação 
de manobra
Classificação das subestações
Subestação 
conversora
Classificação das subestações
Subestação 
móvel
Classificação das subestações
• Quanto aos tipos construtivos (MAMEDE, 2021):
• Subestação abrigada;
• Ao tempo em barramentos nus;
• Ao tempo em barramentos isolados compactos;
• Blindada.
Classificação das subestações
Subestação 
abrigada
Classificação das subestações
Ao tempo em 
barramentos 
nus
Classificação das subestações
Ao tempo em 
barramentos 
isolados 
compactos
Classificação das subestações
Blindada
Serviços auxiliares
Serviços auxiliares
• Circuitos de iluminação do pátio de manobra.
• Circuitos de iluminação dos acessos à subestação.
• Circuitos de iluminação e climatização da casa de comando e controle.
• Circuitos dos resistores de desumidificação dos quadros de comando e 
controle dos equipamentos, tais como os transformadores de força, 
chaves seccionadoras etc.
• Circuito de alimentação do retificador-carregador do banco de baterias.
• Circuitos de alimentação do sistema de acionamento dos disjuntores e 
chaves seccionadoras.
Serviços auxiliares
• Cargas essenciais permanentes (P) - São aquelas imprescindíveis ao 
funcionamento da subestação e que operam continuamente.
• Retificador-carregador dos serviços auxiliares.
• Casa de comando e controle: iluminação e climatização da sala dos 
painéis.
• Casa do grupo motor gerador (GMG): retificador-carregador do banco de 
baterias.
• Cargas essenciais intermitentes (I) - São aquelas acionadas em 
intervalos aperiódicos de tempo.
• Transformador de potência: ventilação forçada, principalmente o primeiro 
estágio.
• Iluminação do pátio: tem como valor admissível de 0,30 VA/m2
• Sistema de preaquecimento do óleo do GMG.
Serviços auxiliares
• Cargas essenciais eventuais (E) - São aquelas consideradas 
essenciais ao funcionamento da subestação e que são acionadas 
eventualmente.
• Chaves seccionadoras: bobina de fechamento e motor de carregamento 
da mola quando alimentadas em CA.
• Disjuntores: bobina de fechamento e motor de carregamento da mola 
quando alimentados em CA.
• Transformador de potência: iluminação e tomada do armário.
• Pátio de manobra: tomadas.
• Casa de comando e controle: tomadas.
• Copa, banheiro e vestuário da casa de comando e controle.
Serviços auxiliares
• Cargas não essenciais permanentes - São aquelas consideradas não essenciais 
ao funcionamento da subestação, mas quando utilizadas operam 
continuamente, tais como CFTV (Circuito Fechado de Televisão) e tomadas 
para geladeira e similares.
• Cargas não essenciais eventuais - São aquelas consideradas não essenciais ao 
funcionamento da subestação, mas quando utilizadas operam 
eventualmente. Por exemplo, a tomada de pátio para alimentação do filtro 
de óleo do transformador.
Serviços auxiliares
• Dimensionamento do transformador de serviços auxiliares (TSA)
• Dimensionamento do grupo motor-gerador de serviço auxiliar (GMG)
Projeto
• Levantamentos preliminares:
• Seleção do terreno
• Levantamento topográfico
• Sondagem geotécnica
• Levantamento de resistividade do solo
• Projeto eletromecânico:
• Definição do arranjo físico
• Barramentos de alta tensão
• Barramentos de média tensão
• Estrutura dos barramentos
• Vigas, anéis, suportes capitel e Jabaquara
• Malha de terra
Projeto
• Projeto de arquitetura e de obras civis:
• Edificações – Casa de comando e controle e casa do gerador de emergência
• Base e fundação para postes
• Base do transformador
• Vigas e estruturas verticais
• Sistema de combate a incêndio
Projeto
•Projeto elétrico e mecânico:
• Memoriais técnicos
• Diagramas
• Unifilar
• Trifilar
• Funcionais
Projeto
Diagrama 
unifilar
Projeto
Diagrama unifilar
Diagrama unifilar
Projeto
Disjuntores
Diagrama unifilar
Projeto
Chaves 
seccionadoras
Diagrama unifilar
Projeto
Transformadores 
de corrente
Diagrama unifilar
Projeto
Transformadores 
de potencial
Diagrama unifilar
Projeto
Relés de proteção
Diagrama unifilar
Projeto
Pára-raios e 
centelhadores
Diagrama unifilar
Projeto
Chaves de 
aterramento ou 
lâminas de terra
Projeto
Diagrama unifilar
Projeto
Diagrama unifilar
Projeto
Diagrama 
trifilar
Projeto
Diagrama funcional de proteção
Projeto
Diagrama funcional de proteção
Projeto
Bornes de passagem e régua de bornes
Projeto
Bornes de passagem e régua de bornes
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Contatos normalmente abertos (NA ou NO do inglês 
Normally Opened) – contatosque estão originalmente 
abertos
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Contatos normalmente fechados (NF ou NC do inglês 
Normally Closed) – contatos que estão originalmente 
fechados
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Comando direto
• Comando temporizado no acionamento
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Comando temporizado no desligamento
• Comando temporizado no acionamento e no 
desligamento
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Biestável
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Aplicações de relés biestáveis – Relés de Bloqueio
51 X 876371
Rearme
86T
86T
SR
86T51 H 86T
TC – 52XCC – 52H
Fecha
52X
Fecha
52H
86T 86T
TC – 52HCC – 52X
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Aplicações de relés biestáveis – Relés de Bloqueio
Representação de chaves e contatos em 
diagramas de comando
• Aplicações de relés 
biestáveis – Composição 
de bloqueio de funções 
remota e localmente
Disjuntores e chaves seccionadoras
83-01 83-02
52-01
83-03 83-04
52-02
83 – Chaves seccionadoras
52 - Disjuntores
TC 52-01 CC 52-01
52-01a 52-01b
+ Vcc
0 Vcc
TC – Bobina de abertura (Trip coil)
CC – Bobina de fechamento (Close coil)
52a - Contato auxiliar que acompanha o estado do disjuntor
52b – Contato auxiliar com o estado oposto ao do disjuntor
Circuito Principal Circuito auxiliar e de comando
83-05
Chaves seccionadoras
• Os seccionadoras são utilizados em subestações para permitir manobras de 
circuitos elétricos, sem carga, isolando disjuntores, transformadores de medida e 
de proteção e barramentos. 
83-01 83-02
52-01
83-03 83-04
52-02
TC 83-01 CC 83-01
0 Vcc
+ Vcc
52-01 b 52-01 b
Intertravamento
83-05
Seccionadoras simples (BT e MT)
Seccionadoras simples com fusível (BT e MT)
Seccionadoras com abertura lateral singela 
(BT e MT)
Seccionadoras com abertura central (MT e AT)
Seccionadoras com dupla abertura lateral 
(MT e AT)
Seccionadoras com dupla abertura vertical 
(MT e AT)
Seccionadoras pantográficas (MT e AT)
Seccionadoras de abertura vertical (MT e AT)
Instalação de chaves seccionadoras em 
subestação
Manobras de chaves seccionadoras
• https://www.youtube.com/watch?v=HXN9Exo5v10
• https://www.youtube.com/watch?v=L8rcVDEdprw 
• https://www.youtube.com/watch?v=BlutEhZyN2I
• https://www.youtube.com/shorts/6mX9zU6mU78 
• https://www.youtube.com/watch?v=gCzygapAo3s
https://www.youtube.com/watch?v=HXN9Exo5v10
https://www.youtube.com/watch?v=L8rcVDEdprw
https://www.youtube.com/watch?v=BlutEhZyN2I
https://www.youtube.com/shorts/6mX9zU6mU78
https://www.youtube.com/watch?v=gCzygapAo3s
Disjuntores
• Os disjuntores são equipamentos destinados à interrupção e ao restabelecimento 
das correntes elétricas num determinado ponto do circuito.
• Os disjuntores sempre devem ser instalados acompanhados da aplicação dos 
relés respectivos, que são os elementos responsáveis pela detecção das 
correntes, tensões, frequência, etc. do circuito que, após analisadas por sensores 
previamente ajustados, podem enviar ou não a ordem de comando para a sua 
abertura. Um disjuntor instalado sem os relés correspondentes transforma-se 
apenas numa excelente chave de manobra, sem nenhuma característica de 
proteção.
• A função principal de um disjuntor é interromper as correntes de defeito de um 
determinado circuito durante o menor espaço de tempo possível. Porém, os 
disjuntores são também solicitados a interromper correntes de circuitos 
operando a plena carga e a vazio, e a energizar os mesmos circuitos em condições 
de operação normal ou em falta.
Arco elétrico
Arco elétrico
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no ar sob Pressão Atmosférica
• Alongamento e resfriamento do arco
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no ar sob Pressão Atmosférica
• Velocidade de manobra
Mola do mecanismo de 
abertura do disjuntor
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no ar sob Pressão Atmosférica
• Fracionamento do arco
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no óleo
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no óleo
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no vácuo
Extinção do arco elétrico
• Interrupção no vácuo
Extinção do arco elétrico
• Interrupção em gás SF6:
Extinção do arco elétrico
• Interrupção em gás SF6:
Extinção do arco elétrico
• Interrupção com ar comprimido (Nitrogênio sob alta pressão):
Câmara de extinção em “I” e em “V”
Carregamento da mola – Motor x manual
Sincronizador para energização de 
transformadores
~VF
ZF
Corrente de 
Inrush
XP XS
Xmag
Sincronizador para energização de 
transformadores
Sincronizador para energização de 
transformadores
Sincronizador para energização de 
transformadores
Sincronizador para energização de 
transformadores
Sincronizador para energização de 
transformadores
RTC = 6000 – 5 A = 1200
TF 34,5 / 230 kV – 100 MVA
Sincronizador para energização de 
transformadores
Diagrama funcional
Diagrama funcional – Abertura Disjuntor
Relé auxiliar
(comando) Circuito de abertura 
duplicado
Diagrama funcional – Abertura Disjuntor
Chave Local-
remoto
Monitoramen
to de pressão 
do gás
Diagrama funcional – Fechamento Disjuntor
Relé auxiliar
(comando)
Diagrama funcional – Fechamento Disjuntor
Intertravamento 
com 
seccionadoras
Diagrama funcional – Seccionadoras
Relé auxiliar
(comando)
Diagrama funcional – Seccionadoras
Intertravamento 
com disjuntor
Entradas e saídas digitais
IN 101 IN 102
...
IN 107 IN 201
......
OUT 101 OUT 102 OUT 107 OUT 201
Entradas e saídas digitais
BI 1.01 BI 1.02
...
BI 1.07 BI 2.01
......
BO 1.01 BO 1.02 BO 1.07 BO 2.01
Entradas e saídas digitais
PLC
Entradas e saídas digitais
UAC
Entradas e saídas digitais
UAC
Entradas e saídas digitais
UAC
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas e saídas digitais
Relé digital Alimentação
Entradas e saídas digitais
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas Analógicas
(Aquisição de correntes e tensões)
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas e saídas digitais
Relé digital Entradas e Saídas Digitais
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Entradas e saídas digitais
Relé digital
Portas de 
comunicação 
(Interface com 
SCADA, redes 
IEC61850, sistemas 
de análise de 
perturbação, gestão 
de ativos e etc.)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé GE 
(família 60)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
+ OR
* AND
! NOT
/ BORDA SUBIDA
\ BORDA DESCIDA
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
LT2
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Programação de lógicas em relés digitais
Relé SEL 
(família 3)
Interface com sistema de automação
• IEC 101
•Protocolos proprietários (Modibus, Profibus)
•DNP
• IEC 61850
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Interface com sistema de automação
Exemplo de lógica – Abertura de disjuntor
SET9 = /OC*IN103
RST9 = SV2T+!52A
SV2 = LT9
SV2PU = 12,00
SV2DO = 0,00
Chave Local /Remota
52B
Exemplo de lógica – Fechamento de disjuntor
Falha de Disjuntor
a
d
b
c
Relé
Proteção atua e 
comanda a abertura 
do disjuntor “a” e 
inicializa um 
temporizador
Falha de Disjuntor
a
d
b
c
Relé
Após este 
temporizador 
terminar de contar 
seu tempo 
(aproximadamente 
300 ms) o relé verifica 
que o disjuntor “a” 
não abriu
Falha de Disjuntor
a
d
b
c
Relé
Então, o relé envia 
uma comando para 
um relé auxiliar que 
comanda a abertura 
dos disjuntores “b”, 
“c” e “d” eliminando o 
defeito.
86D
Falha de disjuntor
• Em geral, pode-se considerar que as proteções de retaguarda dos terminais 
remotos das outras linhas e dos outros circuitos gerais de transformadores 
interligadores conectados à barra em que o disjuntor que falhou está conectado 
irão atuar e eliminar este defeito.
• Entretanto, se considerarmos que:
• este defeito pode vir a ocorrer no final da linha protegida e;
• Uma das fontes remotas pode ser fraca (como em casos onde há geração distribuída)
• A adoção de um esquema de falha de disjuntor pode ser importante.
Falha de disjuntor
• Como o relé identifica que o disjuntor não abriu?
• Por corrente
Falha de disjuntor
• Como o relé identifica que o disjuntor não abriu?
• Por contato
Falha de disjuntor
Falha de disjuntor
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Word Bits (SEL)
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Saídas Digitais
OUT207
Saídas Digitais
Saídas Digitais
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Trip
Lógica de Fechamento
Lógica de Fechamento
Lógica de Fechamento
Lógica de Fechamento
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Lógica de Religamento Automático
Introdução à norma 
IEC 61850
Automação de subestações
• Mestre-escravo (Outros protocolos)
Computador da 
subestação
Relé 1 Relé 2
52 83 TC TP
Automação de subestações
• Cliente-servidor (IEC 61850)
Computador da 
subestação
Relé 1 Relé 2
52 83 TC TP
Automação de subestações
• A estrutura cliente-servidor reduz sensivelmente a cablagem.
• Mas para isso é necessário:
• Definir uma estrutura capaz de definir quais grandezas para as quais cada 
equipamento é cliente e servidor.
• Garantir interoperabilidade
• Garantir uma estrutura de rede que tenha confiabilidade e a rapidez
Estrutura da norma
Estrutura da norma
Estrutura da norma
Part 9-3: Precision time protocol profile for power utility automation
Arquitetura da subestação
Barramento de estação
Barramento de processos
Arquitetura da subestação
Arquitetura da subestação
MT10 cubicleMT9 cubicleMT2 cubicleMT1 cubicle 
Armario AT1
Armario RTU
Armario AT2
….
Anillos MT 
Anillos AT
Relação cliente-servidor
Funções e nós lógicos
Funções e nós lógicos
Funções e nós lógicos
Funções e nós lógicos – Proteção (P)
Funções e nós lógicos – Proteção (P)
Funções e nós lógicos – Proteção (P)
Funções e nós lógicos – Relacionadas a 
proteção (R)
Funções e nós lógicos – Relacionadas a 
proteção (R)
Funções e nós lógicos – Relacionadas a 
proteção (R)
Funções e nós lógicos – Relacionadas a 
proteção (R)
Funções e nós lógicos – Controle (C)
Funções e nós lógicos – Interdace, log e 
arquivamento (I)
Funções e nós lógicos – Processos de controle 
automatizados (A)
Funções e nós lógicos – Medição (M)
Funções e nós lógicos – Medição (M)
Funções e nós lógicos – Chaves (X)
Funções e nós lógicos – Chaves (X)
Funções e nós lógicos – Transformadores de 
instrumentos (T)
Funções e nós lógicos – Transformadores de 
potência (Y)
Funções e nós lógicos – Processos genétricos 
I/O (G)
Funções e nós lógicos
Funções e nós lógicos
Funções e nós lógicos
Arquivos XML (SCL)
Arquivos XML (SCL)
• Substation Configuration Description (SCD) file: Descreve todo um 
projeto de subestação, contendo um ou mais IEDs. Na prática, 
representa a soma de diversos arquivos ICD.
• IED Capability Description (ICD) file: Contém a configuração de um 
IED, com as definições de Logical Devices, Logical Nodes, reports, 
datasets, etc. O arquivo ICD é gerado pela ferramenta de configuração 
do IED, fornecido por cada fabricante.
• Configured IED Description (CID) file: Arquivo reduzido com somente 
as informações necessárias ao IED.
Arquivos XML (SCL)
Arquivos XML (SCL)
Arquivos XML (SCL)
Identificação dos sinais
Identificação dos sinais
Sintaxe dos arquivos SCL
• Header (seção de cabeçalho) : Identifica um arquivo SCL com sua 
versão e especifica as opções para mapear os nomes dos sinais
Sintaxe dos arquivos SCL
Sintaxe dos arquivos SCL
Sintaxe dos arquivos SCL
Sintaxe dos arquivos SCL
• Substation (seção de subestação) : Descreve a estrutura funcional da 
subestação e identifica os dispositivos primários com suas conexões.
Sintaxe dos arquivos SCL
Sintaxe dos arquivos SCL
Definição básica dos 
elementos utilizados
Sintaxe dos arquivos SCL
Tipo de subestação
Sintaxe dos arquivos SCL
Nível de tensão
Sintaxe dos arquivos SCL
Nível de bay
Sintaxe dos arquivos SCL
Equipamentos de potência 
- conturores
Sintaxe dos arquivos SCL
Equipamentos de potência 
- transformadores
Sintaxe dos arquivos SCL
Terminal
Sintaxe dos arquivos SCL
Subequipamento
Sintaxe dos arquivos SCL
Nós lógicos
Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
Tipos de mensagem
Tipos de mensagem
Testes
Interface com outros sistemas
Protocolo Tradicional
IEC-61850
GATEWAY
IED
Dispositivo Logico Dispositivo Logico Dispositivo Logico
Nodo Logico
LN
LN
LN
LN
LN
OPC Por Ejemplo
Contacto
Interface com outros sistemas
IEC-61850 GOOSE
GATEWAY
Contacto
Contacto - SALIDA
Contacto - ENTRADA
Referências
• ZIEGLER, G. Numerical Differential Protection – Principles and Applications. 
Siemens, 2005.
• SEL , SEL-487B-1 Bus Differential and Breaker Failure Relay – Instruction 
Manual. SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, 2022. 
• STEENKAMP, L., LABUSCHAGNE, C., STOKES-WALKER, E. Turotial: Complex Busbar 
Protection Application. Apresentado no 34th Annual Western Protective Relay 
Conference Spokane, Washington October 16–18, 2007.
• GUZMAN, A., LABUSCHAGNE, C., QIN, B. Reliable Busbar And Breaker Failure 
Protection With Advanced Zone Selection, apresentado na 31st Annual Western 
Protective Relay Conference Spokane, Washington October 19–21, 2004.
• LABUSCHAGNE, C., FISCHER, N., KASZTENNY, Simplifying and Improving 
Protection of Temporary and Unusual Bus Configurations With Microprocessor-
Based Relays, apresentado na 67th Annual Georgia Tech Protective Relaying 
Conference Atlanta, Georgia May 8–10, 2013
Referências
• ANDERSON, P. M. Power System Protection. IEEE Press e John Willey & Sons, 
1998.
• MAMEDE FILHO, J. Subestações de Alta Tensão. LTC, 2021.
• MAMEDE FILHO, J., MAMEDE, D. R. Proteção de Sistemas Elétricos de Potência. 
LTC, 2011.
• MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. LTC, 2022.
• SEL , SEL 311L -1, -7 Relay Protection and Automation System – Instruction 
Manual. SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES, 2021. 
• IEC – International electrotechnical Commission. TS IEC 61850 - Communication 
networks and systems in substations. 2003.
• JWG IEC 61850 - Grupo de Trabajo ConjuntoIEC 61850 RIAC (Región Ibero-
Americana de Cigré). Informe Técnico - Tecnologías necesarias para 
implementación de subestaciones IEC 61850. CIGRÉ (Comitê Internacional de 
Produção e Transmissão de Energia Elétrica), 2010.
	Slide 1: Proteção de Sistemas Elétricos Teoria e Prática
	Slide 2: Proteção de barramentos
	Slide 3: Zonas de proteção e proteção de barras
	Slide 4: Zonas de proteção e proteção de barras
	Slide 5: Arranjos de barras
	Slide 6: Arranjos de barras
	Slide 7: Arranjos de barras
	Slide 8: Arranjos de barras
	Slide 9: Arranjos de barras
	Slide 10: Arranjos de barras
	Slide 11: Arranjos de barras
	Slide 12: Arranjos de barras
	Slide 13: Arranjos de barras
	Slide 14: Arranjos de barras
	Slide 15: Arranjo de Barras
	Slide 16: Proteção de barras de alta impedância
	Slide 17: Proteção diferencial de barras (87B)
	Slide 18: Proteção diferencial de barras (87B)
	Slide 19: Proteção diferencial de alta impedância
	Slide 20: Proteção de barras e saturação de TC
	Slide 21: Proteção de barras e saturação de TC
	Slide 22: Proteção de barras e saturação de TC
	Slide 23: Proteção de barras e saturação de TC
	Slide 24: Proteção de barras segregada em zonas
	Slide 25: Proteção de barras segregada em zonas
	Slide 26: Proteção de barras segregada em zonas
	Slide 27: Proteção de barras segregada em zonas
	Slide 28: Definição das correntes e proteção contra zonza morta (STUB)
	Slide 29: Definição das correntes e proteção contra zonza morta (STUB)
	Slide 30: Definição das correntes e proteção contra zonza morta (STUB)
	Slide 31: Definição das correntes e proteção contra zonza morta (STUB)
	Slide 32: Definição das correntes e proteção contra zonza morta (STUB)
	Slide 33: Relés de Bloqueio (86B)
	Slide 34: Relés de Bloqueio (86B)
	Slide 35: Relés de Bloqueio (86B)
	Slide 36: Proteção diferencial de barras – Arquitetura centralizada x descentralizada
	Slide 37: Proteção diferencial de barras – Arquitetura centralizada x descentralizada
	Slide 38: Proteção diferencial de barras – Arquitetura centralizada x descentralizada
	Slide 39: Proteção diferencial de barras – Arquitetura centralizada x descentralizada
	Slide 40: Proteção diferencial de barras – Arquitetura descentralizada usando SV (IEC 61850)
	Slide 41: Proteção de reatores
	Slide 42: Reatores de potência
	Slide 43: Reatores de potência
	Slide 44: Reatores de potência
	Slide 45: Reatores de potência
	Slide 46: Modos de falha de retores
	Slide 47: Arranjos de Proteção para reatores shunt
	Slide 48: Arranjos de Proteção para reatores shunt
	Slide 49: Arranjos de Proteção para reatores shunt
	Slide 50: Arranjos de Proteção para reatores shunt
	Slide 51: Arranjos de Proteção para reatores shunt
	Slide 52: Proteção de bancos de capacitores
	Slide 53: Capacitores - Finalidade
	Slide 54: Correção de fator de potência
	Slide 55: Correção de fator de potência
	Slide 56: Correção de fator de potência
	Slide 57: Correção de fator de potência
	Slide 58: Correção de fator de potência
	Slide 59: Compensação reativa
	Slide 60: Compensação reativa
	Slide 61: Compensação reativa
	Slide 62: Compensação série
	Slide 63: Compensação série
	Slide 64: Compensação série
	Slide 65: Filtros harmônicos
	Slide 66: Filtros harmônicos
	Slide 67: Filtros harmônicos
	Slide 68: Partida de motores
	Slide 69: Bancos de capacitores
	Slide 70: Bancos de capacitores
	Slide 71: Bancos de capacitores
	Slide 72: Bancos de capacitores
	Slide 73: Bancos de capacitores
	Slide 74: Funções de proteção utilizadas em bancos de capacitores
	Slide 75: Proteção de unidades capacitivas por fusível
	Slide 76: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 77: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 78: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 79: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 80: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 81: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 82: Proteção de unidades capacitivas por relés de sobrecorrente
	Slide 83: Proteção de compensadores estáticos
	Slide 84: Compensadores estáticos
	Slide 85: Compensadores estáticos
	Slide 86: Compensadores estáticos
	Slide 87: Compensadores estáticos
	Slide 88: Projeto executivo de proteção
	Slide 89: Subestações
	Slide 90: Classificação das subestações
	Slide 91: Classificação das subestações
	Slide 92: Classificação das subestações
	Slide 93: Classificação das subestações
	Slide 94: Classificação das subestações
	Slide 95: Classificação das subestações
	Slide 96: Classificação das subestações
	Slide 97: Classificação das subestações
	Slide 98: Classificação das subestações
	Slide 99: Classificação das subestações
	Slide 100: Classificação das subestações
	Slide 101: Classificação das subestações
	Slide 102: Serviços auxiliares
	Slide 103: Serviços auxiliares
	Slide 104: Serviços auxiliares
	Slide 105: Serviços auxiliares
	Slide 106: Serviços auxiliares
	Slide 107: Serviços auxiliares
	Slide 108: Projeto
	Slide 109: Projeto
	Slide 110: Projeto
	Slide 111: Projeto
	Slide 112: Projeto
	Slide 113: Projeto
	Slide 114: Projeto
	Slide 115: Projeto
	Slide 116: Projeto
	Slide 117: Projeto
	Slide 118: Projeto
	Slide 119: Projeto
	Slide 120: Projeto
	Slide 121: Projeto
	Slide 122: Projeto
	Slide 123: Projeto
	Slide 124: Projeto
	Slide 125: Projeto
	Slide 126: Projeto
	Slide 127: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 128: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 129: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 130: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 131: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 132: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 133: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 134: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 135: Representação de chaves e contatos em diagramas de comando
	Slide 136
	Slide 137
	Slide 138: Disjuntores e chaves seccionadoras
	Slide 139: Chaves seccionadoras
	Slide 140: Seccionadoras simples (BT e MT)
	Slide 141: Seccionadoras simples com fusível (BT e MT)
	Slide 142: Seccionadoras com abertura lateral singela (BT e MT)
	Slide 143: Seccionadoras com abertura central (MT e AT)
	Slide 144: Seccionadoras com dupla abertura lateral (MT e AT)
	Slide 145: Seccionadoras com dupla abertura vertical (MT e AT)
	Slide 146: Seccionadoras pantográficas (MT e AT)
	Slide 147: Seccionadoras de abertura vertical (MT e AT)
	Slide 148: Instalação de chaves seccionadoras em subestação
	Slide 149: Manobras de chaves seccionadoras
	Slide 150: Disjuntores
	Slide 151: Arco elétrico
	Slide 152: Arco elétrico
	Slide 153: Extinção do arco elétrico
	Slide 154: Extinção do arco elétrico
	Slide 155: Extinção do arco elétrico
	Slide 156: Extinção do arco elétrico
	Slide 157: Extinção do arco elétrico
	Slide 158: Extinção do arco elétrico
	Slide 159: Extinção do arco elétrico
	Slide 160: Extinção do arco elétrico
	Slide 161: Extinção do arco elétrico
	Slide 162: Extinção do arco elétrico
	Slide 163: Câmara de extinção em “I” e em “V”
	Slide 164: Carregamento da mola – Motor x manual
	Slide 165: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 166: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 167: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 168: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 169: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 170: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 171: Sincronizador para energização de transformadores
	Slide 172: Diagrama funcional
	Slide 173: Diagrama funcional – Abertura Disjuntor
	Slide 174: Diagrama funcional – Abertura Disjuntor
	Slide 175: Diagrama funcional – Fechamento Disjuntor
	Slide 176: Diagrama funcional – Fechamento Disjuntor
	Slide 177: Diagrama funcional – Seccionadoras
	Slide 178: Diagrama funcional – Seccionadoras
	Slide 179: Entradas e saídas digitais
	Slide180: Entradas e saídas digitais
	Slide 181: Entradas e saídas digitais
	Slide 182: Entradas e saídas digitais
	Slide 183: Entradas e saídas digitais
	Slide 184: Entradas e saídas digitais
	Slide 185: Entradas e saídas digitais
	Slide 186: Entradas e saídas digitais
	Slide 187: Entradas e saídas digitais
	Slide 188: Entradas e saídas digitais
	Slide 189: Entradas e saídas digitais
	Slide 190: Entradas e saídas digitais
	Slide 191: Entradas e saídas digitais
	Slide 192: Entradas e saídas digitais
	Slide 193: Entradas e saídas digitais
	Slide 194: Entradas e saídas digitais
	Slide 195: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 196: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 197: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 198: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 199: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 200: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 201: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 202: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 203: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 204: Programação de lógicas em relés digitais
	Slide 205: Interface com sistema de automação
	Slide 206: Interface com sistema de automação
	Slide 207: Interface com sistema de automação
	Slide 208: Interface com sistema de automação
	Slide 209: Interface com sistema de automação
	Slide 210: Interface com sistema de automação
	Slide 211: Interface com sistema de automação
	Slide 212: Interface com sistema de automação
	Slide 213: Interface com sistema de automação
	Slide 214: Interface com sistema de automação
	Slide 215: Interface com sistema de automação
	Slide 216: Exemplo de lógica – Abertura de disjuntor
	Slide 217: Exemplo de lógica – Fechamento de disjuntor
	Slide 218: Falha de Disjuntor
	Slide 219: Falha de Disjuntor
	Slide 220: Falha de Disjuntor
	Slide 221: Falha de disjuntor
	Slide 222: Falha de disjuntor
	Slide 223: Falha de disjuntor
	Slide 224: Falha de disjuntor
	Slide 225: Falha de disjuntor
	Slide 226: Word Bits (SEL)
	Slide 227: Word Bits (SEL)
	Slide 228: Word Bits (SEL)
	Slide 229: Word Bits (SEL)
	Slide 230: Word Bits (SEL)
	Slide 231: Word Bits (SEL)
	Slide 232: Word Bits (SEL)
	Slide 233: Word Bits (SEL)
	Slide 234: Word Bits (SEL)
	Slide 235: Word Bits (SEL)
	Slide 236: Word Bits (SEL)
	Slide 237: Word Bits (SEL)
	Slide 238: Word Bits (SEL)
	Slide 239: Word Bits (SEL)
	Slide 240: Saídas Digitais
	Slide 241: Saídas Digitais
	Slide 242: Saídas Digitais
	Slide 243: Saídas Digitais
	Slide 244: Saídas Digitais
	Slide 245: Saídas Digitais
	Slide 246: Saídas Digitais
	Slide 247: Saídas Digitais
	Slide 248: Saídas Digitais
	Slide 249: Saídas Digitais
	Slide 250: Saídas Digitais
	Slide 251: Lógica de Trip
	Slide 252: Lógica de Trip
	Slide 253: Lógica de Trip
	Slide 254: Lógica de Trip
	Slide 255: Lógica de Trip
	Slide 256: Lógica de Trip
	Slide 257: Lógica de Trip
	Slide 258: Lógica de Trip
	Slide 259: Lógica de Trip
	Slide 260: Lógica de Trip
	Slide 261: Lógica de Fechamento
	Slide 262: Lógica de Fechamento
	Slide 263: Lógica de Fechamento
	Slide 264: Lógica de Fechamento
	Slide 265: Lógica de Religamento Automático
	Slide 266: Lógica de Religamento Automático
	Slide 267: Lógica de Religamento Automático
	Slide 268: Lógica de Religamento Automático
	Slide 269: Lógica de Religamento Automático
	Slide 270: Lógica de Religamento Automático
	Slide 271: Lógica de Religamento Automático
	Slide 272: Lógica de Religamento Automático
	Slide 273: Lógica de Religamento Automático
	Slide 274: Introdução à norma IEC 61850
	Slide 275: Automação de subestações
	Slide 276: Automação de subestações
	Slide 277: Automação de subestações
	Slide 278: Estrutura da norma
	Slide 279: Estrutura da norma
	Slide 280: Estrutura da norma
	Slide 281: Arquitetura da subestação
	Slide 282: Arquitetura da subestação
	Slide 283: Arquitetura da subestação
	Slide 284: Relação cliente-servidor
	Slide 285: Funções e nós lógicos
	Slide 286: Funções e nós lógicos
	Slide 287: Funções e nós lógicos
	Slide 288: Funções e nós lógicos – Proteção (P)
	Slide 289: Funções e nós lógicos – Proteção (P)
	Slide 290: Funções e nós lógicos – Proteção (P)
	Slide 291: Funções e nós lógicos – Relacionadas a proteção (R)
	Slide 292: Funções e nós lógicos – Relacionadas a proteção (R)
	Slide 293: Funções e nós lógicos – Relacionadas a proteção (R)
	Slide 294: Funções e nós lógicos – Relacionadas a proteção (R)
	Slide 295: Funções e nós lógicos – Controle (C)
	Slide 296: Funções e nós lógicos – Interdace, log e arquivamento (I)
	Slide 297: Funções e nós lógicos – Processos de controle automatizados (A)
	Slide 298: Funções e nós lógicos – Medição (M)
	Slide 299: Funções e nós lógicos – Medição (M)
	Slide 300: Funções e nós lógicos – Chaves (X)
	Slide 301: Funções e nós lógicos – Chaves (X)
	Slide 302: Funções e nós lógicos – Transformadores de instrumentos (T)
	Slide 303: Funções e nós lógicos – Transformadores de potência (Y)
	Slide 304: Funções e nós lógicos – Processos genétricos I/O (G)
	Slide 305: Funções e nós lógicos
	Slide 306: Funções e nós lógicos
	Slide 307: Funções e nós lógicos
	Slide 308: Arquivos XML (SCL)
	Slide 309: Arquivos XML (SCL)
	Slide 310: Arquivos XML (SCL)
	Slide 311: Arquivos XML (SCL)
	Slide 312: Arquivos XML (SCL)
	Slide 313: Identificação dos sinais
	Slide 314: Identificação dos sinais
	Slide 315: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 316: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 317: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 318: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 319: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 320: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 321: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 322: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 323: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 324: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 325: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 326: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 327: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 328: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 329: Sintaxe dos arquivos SCL
	Slide 330: Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
	Slide 331: Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
	Slide 332: Sintaxe dos arquivos SCL - Exemplo
	Slide 333: Tipos de mensagem
	Slide 334: Tipos de mensagem
	Slide 335: Testes
	Slide 336: Interface com outros sistemas
	Slide 337: Interface com outros sistemas
	Slide 338: Referências
	Slide 339: Referências

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