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Considere que sua empresa foi qualificada para substituir uma outra equipe e trabalhar numa instalação que irá captar água numa represa e trazê-la, por gravidade, até uma estação geradora para acionar uma turbina e, assim, gerar eletricidade, conforme o esquema a seguir: Fonte: Elaborada pelo autor. No cálculo realizado pela empresa anterior, uma tubulação de aço rebitado novo, com C = 110, estava já dimensionada, com diâmetro de 150 mm, quando foi constatada a inexistência daquele material na região. A tubulação que substituirá aquela já calculada tem C = 140. Sua empresa deverá reavaliar o mesmo dimensionamento e estabelecer o novo diâmetro que terá a nova tubulação para atender as mesmas exigências hidráulicas da anterior. Considerando que a vazão e a perda de carga serão as mesmas (o problema pede as mesmas exigências hidráulicas do cálculo da empresa anterior), pode-se utilizar a equação de Hazen- Williams para resolver esse problema: 𝐽 = 10,643 ∙ 𝑄1,85 ∙ 𝐶−1,85 ∙ 𝐷−4,87 onde J é a perda de carga, Q é a vazão, C é o coeficiente de Hazen-Williams e D é o diâmetro da tubulação. Isolando os termos J e Q na equação, temos: 𝐽 ∙ 𝑄−1,85 10,643 = 𝐶−1,85 ∙ 𝐷−4,87 Sabendo que J1=J2 e Q1=Q2, então: 𝐶1 −1,85 ∙ 𝐷1 −4,87 = 𝐶2 −1,85 ∙ 𝐷2 −4,87 Isolando D2 e substituindo C1 por 110, D1 por 0,15 m e C2 por 140, dados no enunciado, temos que: 𝐷2 −4,87 = 𝐶1 −1,85 ∙ 𝐷1 −4,87 𝐶2 −1,85 = 110−1,85 ∙ 0,15−4,87 140−1,85 = 16076,67 𝐷2 = (16076,67) −1 4,87⁄ = 0,1369 𝑚 ≅ 137 𝑚𝑚 Portanto, o diâmetro da tubulação com o coeficiente de Hazen-Williams de 140, único disponível, será de 137 mm para atender as mesmas exigências hidráulicas do cálculo prévio.