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BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES PREVALENTES NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
ENFERMAGEM EM INFECTOLOGIA
ENFª PROFª MAITÊ KAPPEL
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BACTÉRIA GRAM POSITIVA X BACTÉRIA GRAM NEGATIVA
A bactéria positiva é ligeiramente menos nociva ao organismo, uma vez que ela pode ser combatida com mais sucesso pelos antibióticos. Isso é possível porque a sua parede, ou seja, a sua proteção, tem menos resistência e os compostos antibióticos podem destruir a bactéria com mais facilidade.
Já as negativas são as bactérias mais perigosas, mais contagiosas e mais difíceis de ser tratadas por causa da alta resistência que apresentam a diversos antibióticos. Diferente das bactérias positivas, as negativas têm uma parede bem mais resistente e, claro, ela impede que os medicamentos as atinjam.
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BACTÉRIAS MAIS COMUNS
Dentre as bactérias gram negativas mais comuns, há:
Pseudomonas aeruginosas;
Haemophilus influenzae;
Neisseria gonorrhoeae;
Escherichia coli;
Salmonella enterica;
Meningococo
Já alguns exemplos de bactérias gram positivas são:
Pneumococo;
Clostridium perfringens;
Clostridium difficile
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STAPHYLOCOCCUS AUREUS 
É considerado um patógeno humano oportunista e frequentemente está associado a infecções adquiridas na comunidade e no ambiente hospitalar.
Essas bactérias são transmitidas pelo contato direto com uma pessoa infectada, usando um objeto contaminado ou ao inalar pequenas gotículas infectadas dispersas ao espirrar ou tossir.
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STAPHYLOCOCCUS AUREUS 
O Staphylococcus aureus está presente no nariz (em geral temporariamente) de cerca de 30% dos adultos saudáveis e na pele de cerca de 20%. 
Os percentuais são maiores em pessoas que são pacientes ou trabalham em um hospital.
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STAPHYLOCOCCUS AUREUS 
PORTADORES
Portadores são pessoas que têm a bactéria, mas nenhum sintoma causado pela bactéria. Os portadores podem mover a bactéria do nariz para outras partes do corpo com as mãos, por vezes levando à infecção. 
Pessoas que estão hospitalizadas ou trabalham em hospitais têm mais probabilidade de serem portadoras.
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TIPOS DE INFECÇÕES ESTAFILOCÓCICAS
As infecções por Staphylococcus aureus oscilam de leves a potencialmente mortais.
As infecções estafilocócicas mais comuns são:
Infecções cutâneas: muitas vezes causando abscessos. A bactéria pode viajar pela corrente sanguínea (chamado bacteremia) e infectar praticamente qualquer local do corpo, em especial válvulas do coração (endocardite) e ossos (osteomielite). 
Também tende a acumular-se em dispositivos médicos no corpo, tais como válvulas do coração ou articulações artificiais, marca-passos cardíacos e cateteres inseridos pela pele nos vasos sanguíneos.
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INFECÇÕES ESTAFILOCÓCICAS 
Certas infecções estafilocócicas são mais prováveis em certas situações:
Infecções da corrente sanguínea: quando um cateter inserido em uma veia tiver permanecido no local por um longo período
Endocardite: quando as pessoas injetam drogas ilícitas ou têm uma válvula cardíaca artificial ou quando um cateter inserido em uma veia é infectado
Osteomielite: quando o Staphylococcus aureus se espalha para os ossos através de uma infecção na corrente sanguínea ou através de uma infecção no tecido mole próximo, como pode ocorrer em pessoas com úlceras de decúbito profundas ou úlceras dos pés devido ao diabetes
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INFECÇÕES ESTAFILOCÓCICAS 
Infecção pulmonar (pneumonia): quando as pessoas tiverem tido gripe (principalmente) ou infecção na corrente sanguínea, quando estiverem tomando corticosteroides ou medicamentos que suprimem o sistema imunológico (imunossupressores) ou quando forem hospitalizadas porque precisam de intubação traqueal e ventilação mecânica (chamado pneumonia adquirida em hospital).
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Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM)
Como os antibióticos são amplamente usados em hospitais, os funcionários de hospitais geralmente carregam cepas resistentes.
Quando as pessoas são infectadas em um estabelecimento de saúde, as bactérias são geralmente resistentes a vários tipos de antibióticos, incluindo quase todos os antibióticos que são relacionados à penicilina (chamados antibióticos betalactâmicos).
As cepas de bactéria resistentes a quase todos os antibióticos betalactâmicos são chamadas de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM). A meticilina é um tipo de penicilina.
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STAPHYLOCOCCUS AUREUS RESISTENTE À METICILINA (SARM)
As cepas de SARM são comuns quando a infecção é adquirida em um estabelecimento de saúde (denominada infecção adquirida em hospital). Algumas cepas de SARM causam infecções que são adquiridas fora de um estabelecimento de saúde (denominadas infecções adquiridas na comunidade), incluindo abscessos e infecções cutâneas leves.
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RESERVATÓRIOS DO MRSA
Pacientes colonizados e infectados, internados em UTIs, berçários, unidades de queimados;
Profissionais de saúde colonizados e infectados;
Grupos especiais: hemodialisados, pacientes com eczemas extensos, usuários de drogas, DMI;
Artigos hospitalares contaminados (estetoscópio, termômetro, torniquetes etc). Pacientes de risco para infecção ou colonização por MRSA:
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RESERVATÓRIOS DO MRSA
Longa permanência hospitalar;
Uso prévio de antimicrobianos de amplo espectro;
Internação em UTI ou unidade de queimados;
Ter infecção de sítio cirúrgico;
Leito próximo ao de um paciente colonizado ou infectado por MRSA;
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ACINETOBACTER SPP
Acinetobacter é um grupo de bactérias comumente encontradas no solo e na água. É um patógeno essencialmente oportunista.
Podem sobreviver em superfícies secas por até um mês e comumente a pele dos profissionais de saúde é o meio de transmissão, aumentando a probabilidade de pacientes serem colonizados e equipamentos médicos serem contaminados.
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Várias espécies de Acinetobacter já foram reconhecidas e descritas: Acinetobacter calcoaceticus, A. baumannii, A. haemolyticus, A. junii, A. johnsonii, A. lwoffii, A. radioresistens e outras espécies não denominadas,e todos podem causar infecção nos seres humanos, e o Acinetobacter Baumannii é encontrado em 80% dos casos.
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Apesar da preferência das bactérias Gram - por ambientes úmidos, Acinetobacter spp pode sobreviver em locais secos, como chão, colchões, mesas, luvas, termômetros, fluxômetros, travesseiros e materiais de fórmica, como prontuários, por até 13 dias. 
Acinetobacter spp também pode ser encontrado em fontes úmidas no ambiente hospitalar, tais como válvulas e circuitos de ventiladores mecânicos, umidificadores e leite humano proveniente de bancos de leite.
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Acinetobacter baumannii pode ter alto grau de hidrofobicidade, comcapacidade de aderir a plásticos, inclusive superfícies de cateteres, tubos endotraqueais e outros materiais desse tipo. 
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SINTOMAS DA INFECÇÃO
O Acinetobacter pode causar uma grande variedade de doenças, pneumonia, sepse, infecções de pele e feridas infectadas, e os sintomas variam de acordo com o local da infecção.
Acinetobacter pode colonizar pacientes sadios e também pacientes com traqueostomia e feridas abertas.
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TRANSMISSÃO
Alto risco para pacientes com alterações no sistema imune, pacientes com enfermidades pulmonares crônicas e diabéticos. Paciente hospitalizados criticamente enfermos, sob ventilação mecânica , que apresentam feridas abertas e que possuem dispositivos invasivos, apresentam grande risco de contrairem a infecção por Acinetobacter spp.
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PREVENÇÃO
Como o Acinetobacter spp. vive na pele e pode sobreviver vários dias, devemos tomar muito cuidados nos procedimentos invasivos , principalmente com isolamento de contato e cuidados com todos os materiais usados com o paciente e principalmente a higienização das mãos.
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ENTEROBACTÉRIAS PRODUTORAS DE CARBAPENEMASE (KPC - Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase)
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KPC
A KPC (superbactéria) foi identificada pela primeira vez em 2000. O micro-organismo possui resistência a múltiplos antibióticos e a outras bactérias.
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As principais enterobactérias produtoras de carbapenemases são: Klebsiella pneumoniae, Morganella Morgani, Providência spp., Enterobacter spp., Escherichia coli, popularmente conhecidas como KPC.
São bactérias restritas ao ambiente hospitalar, cuja característica é a produção de uma betalactamase denominada carbapenemase, que tem a propriedade de inibir a ação dos antibióticos carbapenêmicos (imipenem, meropenem e ertapenem), dificultando ou reduzindo as opções terapêuticas disponíveis.
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Como surgiu a superbactéria
A “superbactéria”, foi identificada pela primeira vez nos Estados Unidos, em 2000, depois de ter sofrido uma mutação genética que lhe conferiu resistência a múltiplos antibióticos (aos carbapenêmicos, especialmente) e a capacidade de tornar resistentes outras bactérias.
Essa característica pode estar diretamente relacionada com o uso indiscriminado ou incorreto de antibióticos.
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Essa bactéria pode causar infecção hospitalar que costuma acometer pacientes imunodeprimidos, especialmente os que se encontram nas unidades de terapia intensiva. 
É importante enfatizar que os pacientes de UTI também apresentam várias portas de entrada para infecções, tais como sonda vesical de demora, cateter venoso central, tubo orotraqueal, cânula de traqueostomia, e às vezes feridas de decúbito, facilitando muito a infecção por bactérias multirresistentes.
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A bactéria KPC pode ser encontrada em fezes, na água, no solo, em vegetais, cereais e frutas. 
As formas de transmissão são, basicamente, pelo contato com secreções ou excreção de pacientes infectados ou colonizados pela bactéria multirresistente, sendo as mãos não lavadas da equipe de saúde, e seus instrumentos de trabalho, como o estetoscópio por exemplo, os principais modos de transmitir de um paciente para outro. 
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SINAIS E SINTOMAS
O paciente com infecção por KPC apresenta sinais e sintomas como febre ou hipotermia, taquicardia, piora do quadro respiratório, e nos casos mais graves hipotensão, inchaço e até falência de múltiplos órgãos.
Em relação ao sítio de infecção, a bactéria produtora de KPC pode causar Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica, Infecção do Trato Urinário, Infecção de Corrente Sanguínea, Infecção de partes moles e outros tipos de infecção.
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TRANSMISSÃO
A transmissão da bactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase pode ser feita através do contato direto com saliva e outras secreções do paciente infectado ou através da partilha de objetos contaminados.
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PREVENÇÃO
Higienizar as mãos antes e depois de manipular um paciente (SEMPRE).
Precauções de contato nos pacientes com infecção ou colonizados por bactéria multirresistente.
Precauções de contato nos pacientes com forte suspeita clínica de infecção por bactéria multirresistente.
Identificação precoce do paciente com infecção, mediante a realização de culturas de vigilância, incluindo a cultura do swab retal.
Educação permanente da equipe de saúde a respeito da lavagem das mãos, precauções de contato e o perigo das bactérias multirresistentes.
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Implementar a adesão dos profissionais de saúde à higienização das mãos;
Reforçar os cuidados com limpeza e desinfecção de superfícies, mobiliários e artigos que entram em contato com o paciente;
Restringir visitas (caso ocorram, os visitantes devem ser orientados à utilização das precauções de contato para evitar a disseminação do microrganismo).
Enfatizar o uso racional de antimicrobiano pelos médicos.
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TRATAMENTO
Existem poucas classes de antibióticos que se mostram efetivas para o tratamento das infecções hospitalares pela bactéria KPC.
Polimixina B ou Tigeciclina
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ENTEROCOCCUS RESISTENTE À VANCOMICINA
ERV OU VRE
“Vancomycin-resistence enterococcus” (VRE)
Os enterococcus são bactérias que habitam o trato gastrointestinal e o trato genital feminino e, geralmente, não são muito virulentas e são considerados a segunda causa de infecções hospitalares nos Estados Unidos (10 a 20%).
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A aquisição da infecção por ERV geralmente ocorre a partir da microbiota endógena após manipulação do trato gastrointestinal, por transmissão cruzada através das mãos dos profissionais de saúde e através de equipamentos/artigos médicos (termômetros, estetoscópios) e superfícies (mesa, maçaneta, telefone, bandeja de medicação) contaminadas que servem como fontes de transmissão.
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FATORES DE RISCO
Pacientes com doença de base severa (neoplasias, hepatopatas, nefropatas) ou imunossupressão (pacientes submetidos a transplantes ou em quimioterapia).
Pacientes submetidos à cirurgia abdominal ou cárdio-torácica.
Pacientes submetidos à sondagem vesical ou cateterismo venoso central.
Pacientes com internação prolongada ou que receberam múltiplos antibióticos, incluindo vancomicina.
Intensificação das medidas de precauções padrão, especialmente a higiene de mãos.
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PSEUDOMONAS AERUGINOSA
É uma bactéria gram-negativa. Seu ambiente de origem é o solo, mas sendo capaz de viver mesmo em ambientes hostis,sua ocorrência é comum em outros ambientes.
É um patogênico oportunista, ou seja, que raramente causa doenças em um sistema imunológico saudável, mas explora eventuais fraquezas do organismo para estabelecer um quadro de infecção.
Essa característica, associada à sua resistência natural a um grande número de antibióticos e antissépticos a torna uma importante causa de infecções hospitalares.
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CLOSTRIDIUM DIFFICILE
Clostridium difficile é uma bactéria que está naturalmente presente na flora intestinal de cerca de 3% dos adultos e 66% das crianças.
Esta bactéria não causa problemas a pessoas saudáveis, contudo, alguns antibióticos utilizados para tratar outros problemas de saúde podem interferir com o equilíbrio das “bactérias boas” da flora intestinal.
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Quando isto acontece, a clostridium difficile pode multiplicar-se e causar sintomas como diarréias e febre. Como estas infecções são geralmente causadas por antibióticos, a maioria dos casos ocorre num ambiente de cuidados de saúde, no hospital, por exemplo.
Na maioria dos casos, as infecções desta bactéria podem ser evitadas ao assegurar-se uma boa prática de higiene nos ambientes de cuidados de saúde. No entanto, é uma infecção extremamente contagiosa e espalha-se com facilidade.
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SINTOMAS
Os sintomas da infecção incluem diarréia ligeira a severa, fezes com sangue, febre e cãibras no estômago.
A maioria das pessoas com esta infecção sentirá os sintomas quando está a tomar os antibióticos. Contudo, os sintomas podem aparecer até 10 semanas depois de terem terminado os antibióticos.
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CAUSAS
O clostridium difficile não precisa de oxigênio para sobreviver e se multiplicar (reproduzir), o que significa que sobrevive bem no intestino grosso. Esta bactéria normalmente não afeta crianças e adultos saudáveis, porque as bactérias saudáveis “boas” do intestino controlam-na.
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Contudo, alguns antibióticos podem interferir com o equilíbrio saudável das bactérias, permitindo que a clostridium difficile comece a multiplicar-se e a produzir toxinas. 
A bactéria então espalha-se através de esporos que deixam o organismo pela diarréia da pessoa infectada. Os esporos podem contaminar o que os rodeia, sanitários, roupas de cama, pele e vestuário.
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Também se podem espalhar através do ar (por exemplo, ao fazer a cama). Qualquer pessoa que entre em contacto com as superfícies contaminadas pode espalhar a infecção. 
Os esporos podem infectar outras pessoas ao entrarem no organismo pela boca. 
As pessoas que têm esta bactéria naturalmente na flora intestinal não podem espalhá-la a menos que esta comece a produzir toxinas.
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PREVENÇÃO
Infelizmente, a bactéria clostridium difficile pode espalhar-se facilmente, e poderá não ser possível evitar que se espalhe. Contudo, podem tomar-se precauções para diminuir o risco de infecção.
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