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S a REGIS FERNANDESDE OLIVEIRA COORDENADOR-GERAL ESTEVAO HORVATH JOSE MAURICIO CONTI FERNANDO FACURY SCAFF COORDENADORES LICOES DE DIREITO FINANCEIRO Alexandre Coutinhoda Silveira » Ana Carla Bliacheriene +» André de Castro Carvalho + Andressa Guimaraes Torquato Fernandes - Basile Georges Campos Christopoulos + Celso de Barros Correia Neto + Cesar AugustoSeijas de Andrade - Emerson Cesar da Silva Gomes + Flavio Rubinstein + Francisco SecafA.Silveira + Gabriel Loretto Lochagin + José Augusto Moreira de Carvalho+ Licurgo Mourao+ UInti Ali Miranda Faiad + Luma Cavaleiro de MacedoScaff- Matheus Carneiro Assuncao+ Michel Haber «Omar Teodoro Silva Neto + Ricardo Ezequiel Torres + Ricart César Coelho + Roberto Mercado Lebrao + Rodrigo Panizza Siqueira » Sérgio Assoni Filho THOMSON REUTERS >roVi ealAoWDAY DOS oNas BOONTNoe LICOES DE DIREITO FINANCEIRO Diretora Responsdvel Marisa Harms. Diretora de OperacGes de Conteudo Juuiana Mayumi 0. Ono Editores:Andréia Regina Schneider Nunes, Cristiane GonzalezBasile de Faria, Diego Garcia Mendonca, Ivié A. M. Loureiro Gomes e LucianaFelix Assistente AdministrativoEditorial:Juliana Camilo Menezes ProdugaoEditorial Coordenagao Daniet Dias oe CARVALHO Analistas Editoriais: Damares Regina Felicio, Danielle Rondon Castro de Morais, Flavia Campos Marcelino Martines, Gabriele Lais Sant'Anna dos Santos, GeorgeSilva Melo, Mauricio Zednik Cassim e Thiago César Goncalves de Souza QualidadeEditorial Coordenacéo Luciana Vaz CAMEIRA Analistas de Qualidade Editorial: Carina XavierSilva, Cinthia Santos Galarza, Cintia Mesojedovas Nogueira, Daniela Medeiros Goncalves Melo, Daniele de Andrade Vintecinco e Maria Angélica Leite Capa: Chrisley Figueiredo Administrativo e Produgao Grafica Coordenagdo Caio Henrique Andrade Analista Administrativo: Antonia Pereira Assistente Administrativo: Francisca Lucélia Carvalho de Sena Analista de Produgdo Grafica: Rafael da Costa Brito DadosInternacionais de Catalogacao na Publicagao (CIP) (Camara Brasileira doLivro, SP, Brasil) Ligdes de direito financeiro / coordenador-geral Regis Fernandes de Oliveira ; coordenadores Estevao Horvath, José Mauricio Conti, Fernando Facury Scaff. -- Sao Paulo : Editora Revista dos Tribunais, 2016. Bibliografia ISBN 978-85-203-6673-8 1. Direito financeiro 2. Direito financeiro - Brasil |. Oliveira, Regis Fernandes de. II. Horvath, Estevao.Ill. Conti, José Mauricio. IV. Scaff, Fernando Facury. 15-10694 CDU-34:336(81) indices para catdlogo sistematico: 1. Brasil : Direito financeiro 34:336(81) REGIS FERNANDESDE OLIVEIRA COORDENADOR-GERAL ESTEVAO HORVATH JOSE MAURICIO CONTI FERNANDO FACURY SCAFF COORDENADORES LICOES DE DIREITO FINANCEIRO Alexandre CoutinhodaSilveira - Ana Carla Bliacheriene - André de Castro Carvalho | + Andressa Guimaraes Torquato Fernandes - Basile Georges Campos Christopoulos + Celso de Barros Correia Neto « Cesar Augusto Seijas de Andrade - Emerson Cesarda Silva Gomes - Flavio Rubinstein + Francisco SecafA.Silveira Gabriel Loretto Lochagin + José Augusto Moreira de Carvalho + Licurgo Mourdo- L'Inti Ali Miranda Faiad - Luma Cavaleiro de MacedoScaff- Matheus Carneiro Assuncao « Michel Haber «OmarTeodoro Silva Neto + Ricardo Ezequiel Torres « Ricart César Coelho « Roberto Mercado Lebrao + Rodrigo Panizza Siqueira - Sérgio AssoniFilho AUTORES THOMSON REUTERS REVISTA DOS TRIBUNAIS LicOes DE Diretto FINANCEIRO ReGis FERNANDES DE OLIVEIRA Coordenador-geral EstevAo HORVATH José Mauricio Conti FERNANDO FACURY SCAFF Coordenadores Diagramacaoeletrénica: TCS- Tata ConsultancyServices - CNP} 04.266.331/0001-29 Impressao e encadernagao: Geo-Grafica e Editora Ltda., CNP) 44.197.044/0001-29. vos a ProView" INCLULVERSAO ELETRONICADO LIVRO © desta edigao [2016] Eprrora Revista DOs TRIBUNAIS LTDA. Marisa HARMS Diretora responsavel Rua do Bosque, 820 - Barra Funda Tel. 11 3613-8400 — Fax 11 3613-8450 CEP 01136-000 — Sao Paulo, SP, Brasil Topos 0s pIREITOS RESERVADOS. Proibida a reprodugaototal ou parcial, por qualquer meio ou processo, especialmente porsistemas graficos, microfilmicos, fotograficos, reprograficos, fonograficos, videograficos. Vedada a memorizagao e/ou a recuperagao total ou parcial, bem comoa inclusao de qualquerparte desta obra em qualquersistema de processamento de dados. Essas proibicdes aplicam-se também As caracteristicas graficas da obra e a sua editoracao. A violacao dosdireitos autorais é punivel comocrime(art. 184 e pardgrafos, do Cédigo Penal), compena deprisao e multa, conjuntamente com busca e apreensaoe inde- nizac6esdiversas(arts. 101 a 110 da Lei 9.610, de 19.02.1998,Lei dos Direitos Autorais). CENTRAL DE RELACIONAMENTO RT (atendimento, em dias titeis, das 8 as 17 horas) Tel. 0800-702-2433 e-mail de atendimento ao consumidor: sac@rt.com.br Visite nosso site: www.rt.com.br Impresso no Brasil [12-2015] Profissional Fechamento desta edigdo: [07.12.2015] poTORz4, ce EDITORA AFILIADA ISBN 978-85-203-6673-8 APRESENTACAO Finalmente chega as maosde leitores curiosos e estudiosos um livro que lhes dara informacoes minimas,precisas e de facil compreensao sobre os problemas de direito financeiro. Hoje, jase pode dizer que ha boa producaode estudos sobredireito financeiro no Brasil. Os temasnele incluidossao: as entradase receitas, as despesas publicas,a Lei de ResponsabilidadeFiscal,as leis sobre orgamento, 0 endividamentopublico, créditos e débitos. Os temas tém sidotratados pela doutrina de formaeficiente. Explicacées técnicas ganham vigor em diversas obras. Estudossobretais itens sao enfocadosde formahabil. O grande vazio que existia era um texto paraa leitura dosleigos. Alguém que quisesse compreender como funciona 0 orgamento (os mecanismosdesua elabo- racao, a chamada Comissao Mista do Congresso Nacional, o poderdeiniciativa, emendasetc.), como o governo arrecada, comogasta e onde, quais oslimites, o endividamentoetc., nao tinha acesso a uma linguagem informale defacil com- preensao. Oestudoelaborado pelos professores do Departamentode Direito Econdmico e Financeiro da Universidade de Sao Paulo vem a lume em boahora. Mestran- dos e doutorandose os que ja obtiveram tais titulos sob a batuta dos professores FernandoScaff, Estevao Horvath e José Mauricio Conti redigiram um texto para estudode leigos. As intmeras matérias sao estudadas de diversos angulos em linguagemco- mui, sem o rebuscamento de trabalhos académicos. Isso, sem perder a qualidade técnica. Foi um trabalhode folego. Os diversos professores foram distribuidos em seis grupos tematicos. A partir dairedigiram o texto. Intmeras reuniéesde trabalho para seu enxugamentoe redacao em linguagemfluida. Nao facil aojurista deixardeladojargoes a que esta habituado.Daias diversas reunides para esvaziar o texto de preciosismosjuridicos, de citagdes de doutri- nadores, de mengao a jurisprudéncia na busca incessante de calco para posicdes conflitantes. A redacao finalviu-se livre do rancodo “juridiqués”. O objetivo do grupo era o de produzir umlivro que fosse entendido por aquele que nao esta habituadoaosestudosjuridicos, mas deles necessita para exercerdi- versos misteres. Por exemplo,o prefeito de uma cidade de porte pequeno e médio que nao tém assessoria ce bom nivel, por nao poderpagar porela. Vereadores de primeiro mandato nao habituadosa lidar com 0 orcamentoe terao que apreciar 0 10 LICOES DE DIREITO FINANCEIRO Plano Anual, a Lei de Diretrizes Orcamentérias e a Lei Orcamentaria Anual. Em seguida, terao de saber o que é um crédito adicional. Deverao analisar um pedido de financiamento, uma operacado AROetc. e nao sabem 0 que€ isso. Olivro poe em suas maos, de formaeficientee clara as orientacdes necessarias para compreendertais problemasde caraterfinanceiro. Foium trabalhode félego porque os autores nao estavamhabituadosase despir da linguagemjuridica e de determinados lugares comuns,de termos técnicos e da citacdo dos doutosou das decisées dos tribunais. Mas, valeu o esforco.Finalmente, nao s6 meiopolitico, mas também 0juridico tem um estribo, um calco seguro para compreenderas artimanhasdograndejogo da dominacao. Muitas vezes o embatepolitico precisa do conhecimentotécnico e financeiro para vencer batalhas e confronto que se instauram entre osatorespoliticos. O texto elaborado porestudiosos do direito financeiro e sob orientacao de professores altamente qualificados vem em boahora. O leigo precisa compreender o jogo da dominacaolegal. Ligdes faceis e claras exp6em os diversos problemasdodireito financeiro propiciandoa todos umaleitura agradavel e bastante elucidativa. Tenho plena conviccao que o livro Li¢ées de Direito Financeiro dara a todos umavisdo segura e ao mesmotempodeleitura agradavel para que participemati- vamente de nossa sociedade e compreendam o emaranhadojuridico em que nos achamosenredados. Parabénsa todosos professores, mestres e doutores que redigiram o texto e a Revista dos Tribunais por ter acreditado na obra. REGIS FERNANDES DE OLIVEIRA SUMARIO APRESENTAGAO wessessssesssesssscsnssssusssessnssssseassssssusnssstnssssiunsssesnsssstseseennensgnsensseseenensceneete 9 CAPITULO 1 - RECEITAS PUBLICASG........ 19 1. Aatividadefinanceira do Estado e as receitas ptiblicas. 19 Qe COncsite’S CENNIGAG ssccssscssensseesrsaesmneunresA RIATEAG UATE aencerenecteyhesid 20 3. ClassificaGGes ....sessecseessesessscsceceeeseecseseneseseeesenseseseesseseseseseseeeestsssesesesesesaeasseseees 20 3.1. Quanto a categoria econdmica (classificagdo legal) .......ceeceeeeeeteteeeeeeeeee 20 B11. Receitas COMENIES oo... eee ceseeeeeseeseneeseessceeseeeteeseeaeteeeeeseneeeeenen 20 312 Recetas de capital sncssssmnsannrcmamaavcaneemes 21 3.2. Quanto a regularidade .......cecececccesesseesesessesesesessesesestsveseaesnsneneasseasecenenenenees 21 3:3. ‘QUANTA CREM ease micasnara emammnemmnmmmeenema er NNTENTS 21 A, Receitas triDutarias.....cccesses seseseseeeeseesesesesneneeesnsneaeesseeneneeeseseeneeseeneaeaneeree 22 4.1. Conceito detributo 22 4.2. Competéncia tributaria... 22 4,3. Espéciés tributartas cccsciescncnarncismmnranmnasameneame 23 4.4, Principios tributarios........cccceceeseesesesessssessscseseesescscereaeessesseeenseceeesseenenenees 26 4.5. Etapas de execugao dasreceitas tributarias.........c.ccccsesessereesereerereneeneneees 28 4.6. Extincgdo e exclusdo do crédito tributario......ccecececeeecsescseceseeetsesesenerseerseees 29 4.7. Garantias e privilégios do crédito tributario .........cceceeceesssesesesrereeseseenees 30 4.8. Administragao tributaria.......cccccccccccsesesesesesesesssesesesenetscsesesesceecseansteceseaeaes 31 5, Reveltas naestributartasss sic ccscescunnecsnarssncn scumancateasnemaraienneni 32 5.1. Receitas patrimOniais .........ccccccceccesecsesceecsesecseessscecsssecssssssceecsecseeesusseeeaeeas 32 5.2. Receita agropecudria, industrial e de servigOS.........c.csesseseessseseeseseeteeeeees 33 5.3. Operagéesde crédito, amortizagdo de empréstimos e alienagao de bens... 33 Gi DIMIAR ARIE sccssrtccarscssesscossnseccsueuscevensceavssoncannsscees seiwsvecuauamenceseeseciesanevenaEeuaTEESS 34 12 LICOES DE DIREITO FINANCEIRO CAPITULO 2 — DESPESA PUBLICA 37 1. As politicas ptiblicas e a despesa pUblica 0.0... sesecesesesesesesrereseeeseeneeeneseeeaeereees 37 2. Conceito e caracteristicas das despesas pUDIICAS ..........ccssseseseseseeteeseseseseeeeeeneee 38 3. Princfpios que orientam as despesas pUDliCas .......csceccesesesesteeseseeesneeeeseseesetenenees 39 4. ClassificagGes das despesas pUDliCaS.........ceecesceseseseeeseerereeeeretsneneneeeeserensneaeaseeees Al 4.1. Critérios doutrindrios... 41 4.2. Critério legal — Lei 4.320/1964 ....sesssssssssessseesssessensseseeesseseseseeeeneneacesaseereess 42 4.2.1. Despesasde custeio e transferéncias COrrentes ........sceeeeeenetereeeee 43 4.2.2. Investimentos, inversdesfinanceiras e transferéncias de capital ...... 43 4.2.3. Detalhamento das categorias econémicas.. 44 4.3. A classificagao da Portaria Interministerial STN/SOF 163/2001........-.:::e0+ 44 5. Execugdo da despesa publica. ..csinscvrsnsavsesveneccevclicanvnnvensasssvssrawersuvavesedoeveonvevens 46 5.1. Empenho,liquidagdo € pagaMento........cecsesesseessetessseseseeteneseeseeeeeeeeenenenes 46 5.2. Créditos adicionais .....c.ccccccccsesecseseeesseseesesseseeseeestesesssesssseesessseeneasecsseeess 48 5.33. Limitagao de eMmpenhO...csvevsrnceorssncossssvercorsscasenvassesnsnvniesivevesedvanansaavevsiveten 49 6. Restos a pagar 51 6.1. Conceito 51 6.2. Repercussao nas contas ptblicas e tratamento juridico e contabil .............. 52 6.3. Os restos a pagar e a Lei de Responsabilidade Fiscal ........ccccecsseeeeesereeees 53 7. Despesas por determinagao constitucionale legal ........:.cssesseceeeseesesseseseeseeeeseees 54 7.1. Despesas Obrigatorias ....scceseseesesseesseseesesesesseseneseeeseeeetsseeseseeneeneeseseeees 54 7.2. Despesas Vinculadas........ccscecesesesrevessssseesscscsrevescseereeneneessesseeneneaseseereer 54 7.3. Despesas COM PessOal.....ccccccscesesesssesesesereesesssesessesssvsnessscscseseeresueasaseeeeers 54 Bi. PrecatOrS..csnecsevenoescencesonsasnenssvesternsiesnneswexstiaorsessosnuesusavsnsskemnasesavesesveenstenenmesteane 55 8.1. Conceito, caracteristicas e regime geral de pagamentO...........cecsseeseseeeseess 55 8.2. Os parcelamentos promovidospelosarts. 33 e 78 dos ADCTou... 58 8.2.1. Oart. 33 dOADCT...ccccccesesseseseeresessereesseecsesnersesseaeesetsneneneneneasenes 59 822. Oat 78.dOADET sascsissnnnnamnnnnnnammneERR 59 8.3. Regime Especial Provis6rio (EC 62/2009).......ceseesseseeseseseeteteeseseseeteeeenenes 60 8.4. Compensagaode tributos com precatérios 62 8.5. A utilizagao de precatérios como garantia em execucaofiscal ...........e 62 8.6. Requisigdo de pequeno valor — RPV ......ccsesseseseseeeseseseetetsseseseseeteneneeeneaeees 62 9. Gastos SigilOSOS ........ccsesesseseesesessseeseecseseeeeneeeaseeseessesesseceesnseeneateciereseeneeneaeeeesee 63 SUMARIO | 13 CAPITULO 3 —ORGAMENTO PUBLICO \ssssscessssssscnvoiovecssieccusssosoonnnansnunsasonsseniavansiodensevoussdiva 67 1; |CONERIO CIUTNCOOS'- sescccs csrnverseessamammemnminemaauRATERS 67 1.1. Orgamento comoinstrumento de controle politico 1.2. Orgamento comoinstrumento de planejamento da acado governamental..... 70 2. Naturezajuridica da lei de orgaMent0 .....cecesesessseseseeesesestesesesteneseseaeeneneneaeaeaeaes 71 3. (Prine!pias orgamentanios).cu.. 0 scon.nssensanrvnaseonmnensnvannoanenvenateanatssveeencnnwenctarervesan 72 3.1, Unidade.... 73 3.2. Universalidade 73 BiB. AnUalidadeiscccinccsivcvssssussivscsistssonsvssvcavevssvexavcenavecsecsuessior asics siseneereenatee 74 3.4. N&o vinculagao de reCeitas 0... ccecccccscssesesecseseescssescscsescecsescseeseueatessesese 74 S.5i. EXGlusividades..ccwsncvssnensenasnsnvinenconventcannivionniestarkrreeneebeuee senses awnveutsvat 76 3.63) ESpeCifiaGao iwnsscasanansnsamiancusmmnarmniammaa 76 B17. EQUIIIDIIO Lee eeceseeeseesesseseesestesesesssueseesssussreseesssesseesssesessesesiseseesesereneenene 77 3.8). TRANSPALENCIA wisesisscesronsevsrucevencceccivevsteercoueusteicecausttOE a SVR ERTS SANTEE NNSADE 77 A. Leis Orgamentarias.....c.ccceceeccceseneeseseeseeeeseeseseeseseeseseeesensesesecsesscsessesecassasseesseaeee 78 4.1. O planejamento econdmico e o planejamentofinanceiro.. 78 4.2. Caracteristicas do planejamento governamental ...........ceceesteeetesesteseeteeees 79 4.3. O orgamentobrasileiro como instrumento de planejamentofinanceiro...... 79 4.4. Plano plurianual — PPA... 81 4.5. Lei de diretrizes orgamentarias — LDO........ccsceseeessssseeeeseseseseseeseeesvscseneenes 82 4.6. Lei orgamentdria anual — LOA .....cccscessseseeesseseseseseseseseseseseveseessstscsesseasacseees 84 Be Cielo GCSEIG sccccsrre mse srsunrssarenanenremaeEES 86 5.1. Elaboragao do orgament........ccceeeceeseseeseseeseseseseseseseneaeeeneesnscaeseseeeeesseseeeee 86 Sala. COMpClnCla sccaccscsccrnsvasessnnvevanavewesireniveanesseuennayeeeeaees86 5.1.2. Prazos.... 87 5.1.3. Consolidagao da proposta orgament€aria ........c.cceeseeteeeeteeeeeeees 88 5.2. Orgamentoparticipativo.... 90 5.3. Fase legislativa de aprovagao do orgaMentO ........c.csceesseeeeseeteseeseseeneeteneeeee 91 5.3.1. Fungoesido:Pader Legislative csvscssasssesisiveovsevenserseiarscnecancaitercss 91 FiBDe EMendas vcsssccccassvssssssscucsascasscasssstsssersterscecoseereresnenanenereernenetennenenseses 92 5.3.3. Aprovagaore promulgagao)....scssssersrnesssrimensensencounamnonesaneerienses 92 5s4, EXSCUCAG ORGAMENtal ids. aneseruaannnmeEaaamusNEES 93 5.5. Controle do Orgamento.........ceceeceeeseseseseseseseseseseseensnseseseseseseaeescssaeseseeeeseaes 94 14 LICOES DE DIREITO FINANCEIRO CAPITULO 4 — DIVIDA PUBLICA sssssissoscssaossssscscosssscesyssanssocareensiassssin coinbostenvasbenessouss 95 1. Qrendividamento puUblicOr. scccosscscisssnsssscsmeorversensaysaeenvenanenesmeem 95 2. Adivida ptiblica COMO NEgSCIO jUTIAICO ....eeseecescessceeesteseecesterteseeteseeneetenteeseeeeees 97 3. Classificagdes da divida publica.. 99 A, “Titles dardividst PUD CAs. cccscscecossscacmsnsumasssennmsonsisceusmenesiaetererereets 100 4.1, Eficacia dostitulos da divida publica....ccececssesseesseeeesssesssesesesesessensnens 101 4.2, QuestGes POLEMICAS .....eee eseeeesesesestseeseststeseseseeneaesesesensseaveveneneneneneees 102 5. (Controledadivida publica.ss.ccccvscsccrevreciinisicrcavscsusacscespesneneeteeieets 102 5.1. Mecanismosde controle do endividamento subnacional........cccceeeeee 103 5.1.1. Controle pelo mercado.......csceccesesesseseeseseseesseesseeesteeteeesenseeeneeees 103 5.1.2. Controle cooperativo .. 104 5.1.3. Controle normativo oc cceeeeceseseeseessereeeeeeeessesesnsnseessesneeeneneneaee 104 5.1.4. Controle administrativo ........c.ccccecesesesseseseeeersseresesreneneevereeseeeeeneees 104 5.2. Controle do endividamento ptiblico no Brasil......ccceseseseseseseeseseseseseenenenees 105 5.2.1. Controle normativo .......cccccesesecsesesessesseesstssesesesteseseseseeneeasseseeeseees 105 5.2.2. Controle administrativoocceseeeseeeeescseseseseeseeneeseseeeseeeteeseeeeee 112 5.2.2.1. Autorizacgado das operagées de crédito externo pelo Se- nado.. 112 5.2.2.2. Intervengao em caso deinadimpléncia da divida consoli- dada 112 5.2.2.3. Controle pelo Ministério da Fazenda .......cececeseseteeeeeeee 113 5.2.2.4. Controle pelo BancoCentral .........c.ccceeseseseseseesessenesenes 114 5.2.2.5. Controle pelosTribunais de Contas.........c.ccccseeseseserseeeees 114 5.2.2.6. Desafios e dificuldades no controle da divida.......eee 115 6. Retengaofinanceira por inadimplemento da divida..........c.cccseeceseeseseeseeeeseseens 116 7. Garantias, contragarantias e vinculagao de receitas em operagéesde crédito...... 116 8. Responsabilizacao, sangéese divida publica... 117 CAPITULO 5 — FISCALIZACAO FINANCEIRA E ORGAMENTARIA....ssscssssssossssveessesessseseeese 119 VT. COMCEIOLe eeeeeeceecceseseeseeeeseescsecsesscsececseceeseseseeecsesesecescaceecseseceeseeercaseeeneeneenseees 119 2. Tipesderconttole scsi sccswsevecserssisnccassisoccusiavcessisveswesccswcensavasssseseearetueinseenateet 120 23s CONWOlS INEIGasccncesmsrmasarnrmmaaarti peetteennerenenenters 120 suMARIO 15 2.2, Controle extern ......ccccccseccecsesesssessssssesssssessesseesnsenssresssanessesteasesseseeseeesserees 122 2.2.1, Controle pelo Poder Legislativo ..........cescssessessecsesseesteatesteseeseeeee 122 2.2.2. Controle pelo PoderJUdICIATIO.....cccccecsccscsscsesssseseseststssescavevereeeseaee 122 2.2.3. Controle realizado pelo Ministério Publico.. 123 2.2.4. Controle realizado pelos Tribunais de Contas ....c.cccccccescsesseseeeesees 124 2.2.5. Controle social... 125 3. Momentosde controle: prévio, concomitante e subsequent........:c.ccescescesceeeeeees 125 4. Tribunais de Contas. 126 Ala, FUNQOGS sesnevseucoreesmearinveiirsncnrnserennnenenererpnenmnnnnernnnnansnvsepseenennetenennuencoveren 128 4.1.1. Fungaofiscalizadora (fiscalizatoria) 128 4.1.2 FUNGAO CONCHA corse cvsoxonensaonene secon stebiensnancecreursmvecesestepeetsieds 129 4.1.3. Fungao opinativa (consultiva) 130 A.V.A. FUungao sancionadora......c.ceccccsssessssssessssscscsscsescsssesscscsvsveereesaveveeee 132 4.1.5. Fungao jurisdicional (judicante):sccsscsscscesssevessssssvascsssveseeceosoiensscoess 134 4.1.6. FUNGAO infOrmativa ....ceeecesecessesesseseseeeeteseseecseescsescsvsvsueavsvsvsvsvevenee 138 4.1.7. FUumgao de OUVIdOTIA .....eeecceeeccsscessseteceeeeeceescsescscscscsesvsvsvacseneevaees 138 4.2. Abrangéncia da fiscalizagao e limites de atuag40 ....c.c.ceccsesceseseseeverersveereees 138 4.3. Controle da legalidade, legitimidade, economicidadee eficiéncia. 141 4.3.1. Controle da legalidade. 141 4.3.2. Controleidalegititnidad::..cssccsvssseesenmssnaeseerecawsamnanaiaidceeee 141 4.3.3. Controle da economicidade € efici€ncia .....c.ccccscsceccesesseseeseseeseseees 142 5. Responsabilidade fimanceira .........cccccccecscseessessecsesseesseestssnesnscnseressessessisseeseseenees 142 5.1. Esferasideresponsabilizagae sessssscsssccssassananseceerearorasssictiatarcerssceereseeseanaseenen 145 5.2. Responsabilidade financeira e responsabilidade Civil ......c.cccccccccsesssseesesees 145 5.3. Responsabilidade financeira e responsabilidade administrativa .............0006+ 146 5.4. Responsabilidade financeira e responsabilidade por ato de improbidade AAP MIMISHALIVE . sox ocesmvcvissnsvassesvosscsssssveranscrsecurepespeeaneee neta uetmuscumutreTeaeeatE 147 5.5. Responsabilidade financeira e responsabilidade penal ..........c.ccscccccesseeseeees 147 6. Transparéncia e controle social 7. Fiscalizagao do Ministério da Fazenda e do Banco Central.......cccccscscssesesseeeeeeeeeee 149 16 LICOES DE DIREITO FINANCEIRO. CAPITULO 6 — INFRACOES E SANGOES.....ssssssssssessssssseccssssescssssnecsesssesccsssnecesssnnecessucseesnecesse 153 TV. INtrOUUGAO oo. eeesesseseseseeeenesesescscevesescscscscscensscscsrensasseesnsasseesusisscssareseacscscseseaeeets 153 2, (Esferas dé CONdENAGIO secsinasnasmscomannamnnaremmaRES 154 2.1. Esfera administrativa.. 154 2.2. Esfera penal.. 155 2.3. Esfera politica... 156 3. SangGes administrativas.. 156 Birks: NOGOOS) POVAlS.. cess sans csseenarcrs cana excsennenasesrannesianmamarnnendenelsestrivaneuvantaaceten 156 3.2. Infragdes e sangdes comuns no ambito dos Tribunais de Contas............005 157 3.2.1. Ressarcimento'e Mul tal nsscessscssssinsvsevnsavevsssisecevennareeseecenevvectoaseees 157 3.2.2. Distingdes quanto a destinagaoe legitimidade da cobranga........... 159 Bi2.3. Extingdorda punibilidade...smixsssvessdsSesssusionsenvcenassneceeseensuerveascenene 160 323.15 PresctCsG wacmennoummmmuncaanonnRESS 160 3.2.3.2. Falecimento:do:responsavel ...csccossssiveconssssassevsversensesiseeness 161 4. SanG0es pends asccsmmeanusaocea 162 Acl, NOQGES QErAlS .i.csssvesnssecsvecssscrsevanesessservssenstvenviatouievsnnnatia sitcusonsvasseesbascsiitse 162 4.2. SangGes previstas nO Cédigo Peral.......sccccccssceseeeseseesesessesessesesresestenestenees 162 4.3. Sangéesprevistas na Lei dos Crimes de Responsabilidade...........:.ccccseee 166 4.4, SangGesprevistas no Dec.-lei 601, de 27.02.1967oo.ceecesees renner 168 5a SangOes. polltieds..ssvessscevsssssavevesnseunscasseesionsesovervsvsnevrvcesavsnnivannmawaversnenaavevecaseees 169 5.1. Direitos politicos positivos e direitos politicos negativos 170 Bi2. Mnelegibilidades..:.ssiscssascivssssviacscsnsevesssnsinessvavvessccesonsseotvvess 5.2.1. A “Lei da Ficha Limpa” 5.3. Suspensdo dos direitos politicOs:svcsssecsersovsversosevoessesvenossesvensevereeneeenarnive 172 CAPITULO 7 —RENUNCIA DE RECEITAScsssssssssecssssssssscssosscsccsscessescecssecenccssessonoussssseesesesseseenes 175 L., INT6dUCSS.... ncinoncaserunmnnnmmnmaranunmaniiiUeie pasateeaarees 175 2. Tributagao: arrecadagao e extrafiscalidade.........c ces esssessseecesceeeeeseeeeeseeaenenss 176 3. RENGNEde TECeita: CONCEIOcasos sscsssesesenveansearsenetisicaseceresaaieaacdeertereegenenenteieerdest 176 4. Rentincia fiscal na Constituigado.....ssssrsisenvesessvsnerssvevesonvesonseveesannaseastennsveatseoass 177 4.1. lsonomia 4.2. Legalidade. SUMARIO 17 AsB. ThansparenGlaesicusscssorwernrsasecsccssssascerceoneenenesnesnentenssnsonsanenenseneansnensansensens 179 5. Modalidades de rentincia fiscal .........cescescescssseestsssesessesseessessecsecsessssssssestesseseesees 180 SV ISCHGAG x ccaxcesvsssasesapsaaesavassccesse scasereneeannennoneesonennnnense noeronoeransioneetunce 180 5.2. Anistia © remissao .....ccccccccesesesesesestessseseenesssesssssssescsvescsvevsusscscscsvevsensvenees 182 5.3. Redugao de base de CalCUlO. .cececccccsscsessesesesessescstsssscsvsrsevavscstereaeacavavavavave 184 5.4. Crédito presumido......c.cccccccssesessesestsseesestesesseanesccsesscstesessesesssssssessesveveeveves 185 5.5. Redug&o de aliquota e aliquota Z€r0 w....ceecesseessesseestessesseeseeseeseestesessesessesss 186 5.6. Parcelamento, moratoria e diferiMeNntO......cccccccccssessesessstssssescacavesesesesesveceve 187 57 REStitUIGAO Ae tiIbUtG g.ccyssescsocsvesusesseyeeeuaeeiaeAsiecereneeneeneneersneenenannennensensnes 189 6. Rentincia de receitas na Lei de Responsabilidade Fiscal .......c.ccccccsescssseesseseeseeeees 189 7. Rentincias de receitas LC 24/1975 v.cceccescssesseesessessesesscscsscsessessesessssecersacarsecerenees 191 CAPITULO 8 — FEDERALISMO FISCAL ..ssscscscssssoneecssssssssssssssssssessssenenensevnensnsersesnenanasssecnece 195 1. Fundamentosdo federalismofiscal .. 195 Tad QO Patado federal x. caxcosessseusrsansxvscveneswasaesenesinisieih Sig AOTERIRIIA Utbemeanerennneene 195 1.2. Conceito e caracteristicas do federalismo fiscal ....c.c.ccccccscscessecssesesesesesesveees 196 1.3. Principios do federalismofiscal ...........cccccscesseesessssesssseessesseesessessessessesseeses 197 2. Reparticdo das receitas tributarias ....... ccs eeeeseesessestesessessestesesscsessesesscssssesesveceevens 198 2.1. Competénciastributarias préprias na Constituigado Federal ...........cccccscseese 198 2.2. Receitas tributdrias transferidas oo... sceseeseeessesteseeseetssessesceseseesseessseasaeees 200 2.2.1. Transferéncias intergovernamentais diretas.........ccccccssesseesesseeseeees 201 2.2.2. Transferéncias intergovernamentais indiretas............sccsesceseeceeseesees 202 3. Repartigdo de receitas oriundas de recursos Maturais .......c.ccesescescesessesesseseseseeeees 206 3.1. Regime Constitucional .........c.sccccccescesecseestssesseesseseeseeeeenesatesisseseeseateneese 206 3.2. Petrdleo e gas matural oo... cesceceessessseesessesessestsscssssecsesscsvesesssseseeees 207 3:3 IMINGHOS sees ceuarissonserseorerememmmneli,, «. 214 3.4. Recursos HidricOs......cceccccesscsssessessesssestesessesuesssseasssessescssesucsesuesessesesscieseees 214 A. Transfer€ncias VOIUNtATiaS ..........sscsccessesessesessessecsescsecssesessesesssssssesssarcnestentsesaesnenes 217 4.1. Convénios, contratos de repasse e termos de COOperaGdO........cscsceessseeseeeeee 217 A.D. ROSWIGOES. sscsssvecunenacprpessseresanueialstuaes sR W UENCE BRENT, eecasareneeennenneaenenee 219 5. Ofinanciamento dosservigos de satide € CAUCAGAO .......scecesseseeseesesesseseseesesseseeees 220 Balls PUNE cscssassasaxcvassacessuacoccngysseagyasuanaguunnsaues vaNGEINOAtOONSAEERUICAUT acoeensnenenenanen 223 18 LICOES DE DIREITO FINANCEIRO 6. Ocondicionamento da entrega de reCursOS wo...ccc esseseseseessseseseeesesesessseerenes 7. Dimensaofederativa dos incentivosfiscais e guerra fisCal.........cccccceeeeeeeeseeeeees BIBLIOGRAFIA