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Atlas em Hematologia 
 
 
 
AULA 05: 
 
Alterações Qualitativas dos 
Leucócitos (parte 3) – Células 
sanguíneas 
 
 
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Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
http://www.atlasemhematologia.com.br/
Alterações Qualitativas dos Leucócitos 
(parte 3) – Células Sanguíneas 
 
(nossa aula se inicia no tempo ‘5:40’) 
Fazendo um apanhado de tudo o que vimos até hoje, passamos pelas 
células normais e que estão envolvidas no processo de maturação 
fisiológico, bem como suas características normais. Mas, nem sempre, ao 
observarmos uma lâmina, vamos encontrar uma célula da maneira como 
deveria ser. Ou seja, as encontramos alteradas. 
Alterações essas, que podem estar relacionadas a patologias que o 
paciente possa estar apresentando naquele momento. E são alterações 
importantes, que precisam ser reportadas, e que nós, enquanto analistas, 
devemos reconhecer. 
Bem, sem mais rodeios, vem com o Atlas. 
 
 
1. Hipersegmentação: 
 
Ocorre quando os granulócitos apresentam segmentação acima do 
padrão. Esta alteração está presente, principalmente, nos 
neutrófilos. Porém, também podem comprometer outros 
granulócitos. 
Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
Comumente, este tipo de alteração está presente em pacientes 
com anemia megaloblástica, ou após o uso de G-CSF (Fator 
Estimulador de Colônias de Granulócitos). Ocasionalmente, surge 
na SMD e em processos infecciosos. 
 
 
(neutrófilo hipersegmentado) 
 
Para que haja uma correta produção de leucócitos, precisa-se ter 
nutrientes essenciais – tomemos como exemplo a vitamina B12 e 
ácido fólico. A deficiência de qualquer um, tende a causar uma 
hipersegmentação. 
 
Outro exemplo bastante ilustrativo, diz respeito aos pacientes que 
possuem leucemia neutrofílica. Nestes casos, ocorre uma produção 
em demasia de leucócitos, e existe um consumo muito grande 
desses elementos. Tendo, então, um alto consumo, tende a faltar 
na produção de novos leucócitos. 
Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
 
 
 
Segundo o Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ), 
embasado em um documento do Conselho Internacional de 
Padronização em Hematologia (ICSH), a hipersegmentação é 
definida quando qualquer neutrófilo exibe mais de 6 lóbulos. Ou 
quando mais de 3% dos neutrófilos apresentam mais de 5 lóbulos. 
 
Quando o documento cita “3% dos neutrófilos”, ele está se 
referindo a 3% do número total de neutrófilos. Ou seja, supondo 
que você tenha encontrado 50% de neutrófilos, você deve observar 
quantos você contou com 6 lóbulos, fazer uma regra de 3 e dizer 
se são significativos pra reportar no laudo. Como sempre, é 
fundamental ressaltar a importância o contexto onde a célula está 
inserida. 
Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
Muitas pessoas, devido a semelhança, tendem a confundir apoptose 
com hipersegmentação – e vice-versa. Porém, é válido ressaltar que 
são células totalmente diferentes. Uma célula apoptótica, é a célula 
que sofreu uma morte celular programada, e quando isso acontece, 
o núcleo tende a ficar mais compacto e acaba fragmentando-se, 
formando várias “massas” bem definidas. 
 
Enquanto que a célula hipersegmentada, como já supracitada, 
possui uma quantidade maior de lóbulos, e que estão ligados por 
filamentos de cromatina. Então, é fundamental ficar atento a essas 
características. Outro adendo: apesar de não serem relatadas tal 
como as células hipersegmentadas, é necessário saber o que pode 
estar trazendo essas células em apoptose em um número maior. 
 
2. Hipossegmentação: 
 
Como o próprio nome diz, é a presença de segmentação diminuída 
(menos de 3 lóbulos) nos neutrófilos, mas pode estar presente nos 
demais granulócitos. 
 
 
(neutrófilo hipossegmentado) 
 
Comum na: anomalia de Pelger-Huet (APH), SMD, LMA, após o uso 
de G-CSF – ocasionalmente, é observado na LMC. Já houve, 
também, associação ao uso de alguns medicamentos, tais como: 
ibuprofeno e tacrolimus. 
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A hipossegmentação ainda pode se apresentar como, apenas, um 
núcleo arredondado, frequentemente visualizada na forma 
homozigota da APH. Os neutrófilos hipossegmentados, geralmente, 
costumam aparecer com dois lóbulos ligados por um filamento – 
muito semelhante a uns óculos. Em laudo, relatamos apenas 
hipossegmentação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os neutrófilos hipossegmentados podem apresenta-se com o 
núcleo bastonado ou bilobulado, conectados por filmaneto de 
cromatina. Já o bastão trata-se de uma morfologia totalmente 
regular, com o núcleo em forma de C ou U, todo um por um, sem 
segmentação da cromatina. 
 
 
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Observando superficialmente, as células são parecidas. Porém, 
analisando atentamente, conseguimos perceber algumas diferenças. 
 
O mielócito é uma célula jovem e, de modo geral, apresenta uma 
cromatina mais frouxa e uma relação núcleo-citoplasma maior. Ao 
analisarmos o neutrófilo hipossegmentado, vemos que ele tem uma 
baixa relação núcleo-citoplasma por se tratar de uma célula madura, 
e uma cromatina condensada. 
 
3. Núcleo em anel 
 
Alteração também conhecida como “donut cell”, e isso se deve ao 
fato dela possuir um formato de rosquinha assumido pelo núcleo 
de alguns leucócitos. 
 
Possui presença mais frequente na LMC e leucemia neutrofílica 
crônica. Também podem ser observados nas SMDs, LMA e, 
ocasionalmente, em indivíduos saudáveis. 
 
 
(núcleo em anel) 
 
Sua forma de reportação é bem simples. Exemplo: presença de 
neutrófilos com núcleo em anel. Claro e objetivo. 
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Uma curiosidade: esse tipo de morfologia é muito comum de ser 
encontrada em roedores – tipo, ratos. 
 
4. Hipogranulação 
 
Diminuição ou ausência (agranulação) dos grânulos citoplasmáticos. 
As condições mais associadas são: SMD, LMA, em resposta a 
administração de G-CSF, deficiência de grânulos específicos. 
 
 
(neutrófilo hipogranular) 
 
Os neutrófilos exercem função fagocítica, e para isso eles precisam 
dos grânulos. É um tipo de alteração que não pode deixar de ser 
reportada, haja visto que o paciente que a possui, terá dificuldades 
frente a um processo infeccioso. É fundamental prestar atenção a 
coloração também. 
 
5. Granulação tóxica 
 
Manutenção de granulação grosseira (primária) nos neutrófilos, 
estas que caracteristicamente estão presentes nos promielócitos. 
Pode ser observada em casos de infecção, inflamação, queimaduras, 
gestação e entre outros. 
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(granulação tóxica) 
 
 
Importante: as colorações excessivamente básicas podem dar 
falsa impressão da presença de granulações grosseiras no 
citoplasma dos neutrófilos. É importante ficar atento a qualidade da 
sua coloração. 
 
6. Vacuolização citoplasmática 
 
Presença de um ou mais vacúolos no citoplasma dos neutrófilos. 
São características de infecções bacterianas, no entanto, podem 
aparecer pelo efeito tóxico da ingestão aumentada de álcool – 
porém, nesse caso, é mais frequente nas células mieloides 
precursoras. 
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(vacuolização citoplasmática) 
 
A presença de vacuolização nos neutrófilos, denota que o processo 
de fagocitose dos agentes invasores, está ocorrendo em sangue 
periférico. 
 
Trata-se de uma situação crítica, pois fagocitose em sangue 
periférico é indicativo de sepse. 
 
Importante: as vacuolizações também podem ser artefatuais. 
Amostras envelhecidas, ocasionalmente, exibem vacuolização nos 
neutrófilos. Isso ocorre pela fagocitose ativa do EDTA pelos 
neutrófilos,imitando assim, uma fagocitose em sangue periférico. 
 
7. Corpos de Dohle 
 
 
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Inclusão de coloração azul pálida localizada na periferia da célula, e 
geralmente é formada por conta da liquefação do retículo 
endoplasmático. 
 
Podem aparecer em gestações, processos infecciosos e/ou 
inflamatórios, em casos de queimaduras, administração de G-CSF e 
GM-CSF (fator de estimulação de colônia de granulócitos e 
macrófagos). 
 
É comum, além do corpúsculo de Dohle, a presença de granulações 
tóxicas e vacuolização na mesma célula. É um tipo de alteração que 
é importante precisa ser reconhecida. 
 
8. Cristais da morte 
 
Inclusões (apenas uma ou mais) de coloração azul esverdeada no 
citoplasma dos neutrófilos, ou em outros leucócitos – os 
monócitos, por exemplo. 
 
Observados em pacientes debilitados, e com maior frequência, em 
casos de injúria tecidual grave e em doenças hepáticas. Ademais, 
casos de sepse e câncer metastático. 
 
 
(cristais de morte) 
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Uma curiosidade: com o surgimento da COVID-19, começaram a 
sair relatos da presença desses cristais em algumas células. 
 
Esses cristais recebem esse nome, pois alguns pacientes acabam 
evoluindo para um óbito; a presença dessas inclusões, caracteriza 
um mal prognóstico. Porém, isso não quer dizer que todos os 
pacientes que apresentarem os cristais vão morrer. 
 
É importante salientar que, em um laudo, por questões éticas, não 
se coloca que há presença de cristais da morte, e sim presença de 
inclusões azul esverdeadas e em qual célula estava. Muitos médicos 
ainda não estão acostumados com essa aparição, então é 
importante que o analista entre em comunicação para explicações. 
 
9. Histoplasma capsulatum 
 
Os casos dessas alterações são bem raros, porém, quando 
identificados, se apresentam como inclusões citoplasmáticas nos 
neutrófilos ou monócitos. Trata-se de uma micose – em geral – 
benigna e primariamente pulmonar. 
 
Pode ser dividida em três formas clínicas: assintomática, pulmonar 
e disseminada. Pode ser visível uma inclusão única ou em vários 
numa mesma célula. 
 
 
(Histoplasma capsulatum) 
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Essa alteração, também, está muito ligada a pacientes HIV positivo, 
porque são pacientes imunodeprimidos. A forma de reportar é bem 
simples. Deve-se informar presença de inclusões sugestivas de 
Histoplasma capsulatum. 
 
É um resultado crítico, portanto, importante. Mais uma vez se faz 
necessária a comunicação com o médico, haja visto que se trata de 
um microrganismo incluído em um neutrófilo, e que muito 
provavelmente esteja circulando no sangue. 
 
 
10. Bastonete de Auer 
 
Trata-se de uma estrutura fina e alongada semelhante a uma agulha. 
Geralmente, está presente no citoplasma de blastos. O bastonete 
de Auer é formado pela fusão de grânulos primários, assim indicam 
leucemias do tronco mieloide. 
 
Os bastonetes são comuns na LMA-M3, onde os 
promielócitos/blastos possuem inúmeros bastonetes em seu 
citoplasma. Estes achados são chamados de faggot cell. Estas 
inclusões podem ser encontradas em células maduras também, 
inclusive nos neutrófilos quando estes fazem parte do clone 
neoplásico. 
 
 
(bastonete de Auer) 
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Passemos agora para a categoria dos eosinófilos. 
 
1. Hipersegmentado 
 
Pode ocorrer hipersegmentação na anemia megaloblástica, 
síndrome mielodisplásica, leucemia eosinofílica. 
 
 
 
 
2. Hipossegmentado 
(eosinófilo hipersegmentado) 
 
Os eosinófilos hipossegmentados podem ser observados na 
anomalia de Pelger-Huët, na deficiência de grânulos específicos, 
SMD, mielofibrose, entre outras condições. 
 
 
(eosinófilo hipossegmentado) 
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3. Hipogranulação 
 
Os eosinófilos podem apresentar hipogranulação na eosinofilia 
reacional, SMD e, em alguns casos, de leucemia eosinofílica crônica. 
 
 
(eosinófilo hipogranular) 
 
Em relação as alterações dos basófilos 
 
Sem lobulação nuclear, alteração, geralmente, associada a anomalia 
de Pelger-Huët. Ou hipogranulares presentes na SMD, neoplasias 
mieloproliferativas e em alguns casos alérgicos agudos. 
 
Sobre os linfócitos reativos 
 
Os linfócitos quando reagem a estímulos imunológicos, como os 
que ocorrem em casos de processos inflamatórios ou infecciosos 
– principalmente, os virais – podem apresentar diversas alterações 
morfológicas e aumentar em quantidade. 
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Esses linfócitos são chamados de atípicos, reativos, monocitóides, 
entre outros. 
 
 
(linfócito reativo) 
 
As anormalidades incluem: 
 
• Aumento no tamanho da célula; 
• Contorno nuclear irregular; 
• Cromatina com regiões mais frouxas – alguns podem 
apresentar presença de nucléolos; 
• Citoplasma apresenta basofilia variável podendo ou não ter 
vacúolos; 
• O citoplasma pode ser abundante com uma variação de cores, 
que vai desde o azul pálido até o azul intenso, principalmente, 
nos pontos de contatos com as células adjacentes. 
Vale ressaltar: presença de nucléolos não caracteriza apenas 
blastos. 
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Para diferenciar ambas as células, inicialmente analise o citoplasma. O 
citoplasma do monócito possui um aspecto empoeirado; opaco. Em 
contrapartida, o linfócito possui um aspecto limpo. 
O linfócito tem seu citoplasma mais azulado, enquanto que o 
monócito puxa para o acinzentado. A cromatina do linfócito é bem 
mais condensada do que a do monócito. 
 
1. Célula de Mott 
 
Trata-se de um plasmócito com diversos vacúolos ricos em 
imunoglobulinas do tipo M (IgM). Também conhecida como célula 
morular, célula em uva ou em amora, a célula de Mott pode ter os 
vacúolos de tamanho e quantidade variável. 
 
Tem seu aparecimento, principalmente, em casos reacionais. Mas, 
também, podem estar presentes em doenças de células plasmáticas. 
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2. Monócito displásico 
(célula de Mott) 
 
 
 
 
Células que podem apresentar tantas anormalidades de citoplasma 
(granulação) quanto de núcleo. 
 
Esses monócitos apresentam segmentação de núcleo, sabe-se que, 
mesmo apresentando, normalmente, núcleo irregular, estas células 
não apresentam segmentação. 
Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
Um exemplo clássico de sua presença é na SMD, além da leucemia 
mielomonocítica crônica. Mas podem estar presentes em outras 
leucemias. 
Nossa equipe agradece a sua atenção. Não deixe de ficar de olho nas 
nossas atualizações. 
Atenciosamente, 
Time Atlas. 
Maione Lins de Araújo - maionelins@gmail.com - CPF: 704.179.161-08
	1. Hipersegmentação:
	2. Hipossegmentação:
	3. Núcleo em anel
	4. Hipogranulação
	5. Granulação tóxica
	6. Vacuolização citoplasmática
	7. Corpos de Dohle
	8. Cristais da morte
	10. Bastonete de Auer
	1. Hipersegmentado
	2. Hipossegmentado
	3. Hipogranulação
	Em relação as alterações dos basófilos
	Sobre os linfócitos reativos
	As anormalidades incluem:
	1. Célula de Mott
	2. Monócito displásico

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