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Paixão por Aprender. Prazer em Ensinar. 
 
EJA - EaD 
Outono A2 / História 
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
Rua Joaquim Murtinho, 2.293 - Bairro Itanhangá Park – (67) 3026-1665 www.escolapadrao.com.br 
 
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REGIMES TOTALITÁRIOS 
(NAZISMO E FASCISMO) 
 A crise do capitalismo, gerada pela Primeira Guerra, 
agravou também os problemas enfrentados por diversos 
países da Europa e trouxe consequências desastrosas: 
desemprego, queda na produção, inflação e falências, que 
provocaram o aumento dos conflitos entre as classes sociais. 
É nesse contexto que vão surgir os ideais totalitários na 
Europa. 
 Essas Ideologias totalitárias baseavam-se nos 
seguintes princípios: 
 ►Autoritarismo: centralização do poder executivo, 
enfraquecimento do poder legislativo, estabelecimento da 
censura em todos os setores e o uso da violência para conter 
a oposição. 
 ►Unipartidarismo: cada nação deve possuir apenas 
um partido político, o partido do governo. 
 ►Militarismo: o poderio bélico engrandece o 
homem e fortalece a nação. 
 ►Nacionalismo: tudo deve ser feito em favor do 
país, a vontade pessoal deve submeter-se à vontade nacional. 
 ►Anticomunismo: responsabilizam o comunismo 
pela desordem reinante nos países. 
 
 Dentre os regimes totalitários surgidos na Europa, 
entre as décadas de 1920 e 1930, destacaram-se o nazismo e 
o fascismo. 
 
FASCISMO NA ITÁLIA 
 Ao final da Primeira Guerra Mundial, a Itália estava ao 
lado das nações vencedoras, mas nada havia lucrado com a 
vitória, pois, apesar de perder 700 mil vidas, não conquistou 
nenhum território. Isso gerou uma enorme desilusão no país, 
agravada pela grave crise econômica que afetava a maioria 
das nações europeias. O desemprego, o atraso industrial e o 
aumento da dívida externa, completavam o quadro negativo 
que atingia o país, despertando na população italiana o desejo 
de mudança. 
 Em meio a toda essa crise, surge Benito Mussolini, 
fundador do Partido Fascista Italiano, que pregava a 
necessidade de um governo ditatorial para eliminar os 
problemas sociais. 
 Fortalecidos e aproveitando-se do momento de 
fragilidade da monarquia parlamentar, os fascistas, liderados 
por Mussolini, organizaram, em 1922, uma grande Marcha 
sobre Roma, ocasião em que, aproximadamente, 50 mil 
soldados ocuparam a capital exigindo o poder. Pressionado, o 
rei, Vítor Emanuel III, demitiu o seu primeiro ministro e 
convidou Mussolini para assumir o cargo. 
 No início de 1925, Mussolini deu um golpe de Estado 
e implantou o regime ditatorial fascista, tornando-se o chefe 
supremo da Itália, com o título de “Duce” (aquele que dirige). 
 Divulgando palavras de ordem como: “Acredite, 
obedeça e lute” ou “Mussolini tem sempre razão”, o Duce 
governou com mãos de ferro. Dissolveu os partidos de 
oposição, demitiu seus adversários políticos, instituiu a 
censura à imprensa, proibiu greves e exerceu um rígido 
controle sobre os sindicatos. 
 Mussolini criou ainda uma poderosa máquina de 
propaganda e empenhou-se na organização do ensino público, 
como meios de transmitir a doutrina fascista à sociedade. Os 
professores juravam fidelidade ao governo e os alunos 
vestiam-se com uniformes fascistas em cerimônias especiais. 
O objetivo da educação era manter a juventude submissa ao 
Estado. 
 Em 1929, Mussolini solucionou a antiga Questão 
Romana, entre a Igreja Católica e o Estado Italiano. Pelo 
Tratado de Latrão, o papa Pio XI reconhecia a soberania do 
Estado Italiano e Mussolini aceitava a independência do 
minúsculo Estado do Vaticano. A partir daí, o catolicismo foi 
instituído como a religião oficial da Itália e o governo ganhou 
o apoio do clero. 
 
NAZISMO NA ALEMANHA 
 Com o fim da Primeira Guerra Mundial, a crise alemã 
pode ser comparada à crise italiana, porém, na Alemanha, a 
situação tornou-se muito mais grave. Responsabilizados pela 
Primeira Guerra Mundial e penalizados pelo Tratado de 
Versalhes, os alemães tiveram que assumir a dívida da guerra 
e pagar indenização às potências vencedoras. A economia 
ficou arrasada, as taxas de desemprego eram altíssimas e a 
sociedade apresentava-se completamente desestruturada. 
Além disso, a derrota na guerra e as humilhações impostas 
pelo Tratado de Versalhes deixaram o orgulho nacional 
alemão extremamente abalado. 
 Surgiu em Munique (1919) um grupo político com 
propostas totalitárias, nos moldes do fascismo italiano. O novo 
partido passou a ser chamar Partido Nacional Socialista dos 
Trabalhadores Alemães, mais tarde transformado em Partido 
Nazista e liderado por Adolf Hitler. 
 Em 1923, aproveitando-se do agravamento da crise 
econômica e da incapacidade do governo em solucionar o 
problema, os nazistas tentaram um golpe de Estado para 
derrubar a República de Weimar. Conhecido como o Putsch de 
Munique ou Golpe da Cervejaria, esse levante foi abafado e 
Hitler foi preso. Na prisão, o líder nazista escreveu o livro 
MeinKampf (Minha Luta), no qual estabeleceu os 
fundamentos básicos do nazismo: pregava a luta contra judeus 
e comunistas, responsabilizando-os pela miséria da Alemanha; 
defendia a superioridade da raça ariana (os alemães eram um 
“povo superior”), o nacionalismo, a necessidade de um 
governo totalitário e a expansão territorial, que levasse a 
Alemanha a conquistar o “espaço vital”, ou seja, o território 
necessário para seu desenvolvimento. 
 Ao sair da prisão, Hitler havia intensificado suas 
atividades no partido, promovendo discursos inflamados a fim 
de envolver as massas populares. 
 Nas eleições de 1932, o Partido Nazista elegeu 230 
deputados para o Reichstag (Parlamento) e em 1933 o 
presidente Hindenburg indicou Adolf Hitler para primeiro 
ministro (chanceler). A partir daí, os nazistas criaram 
condições para que Hitler assumisse o poder no país, 
afastando, principalmente, os partidos de oposição. 
 Os planos de Hitler foram sendo postos em prática, 
ou seja, fechamento de todos os partidos (exceto o Nazista) e 
sindicatos, censura à imprensa e às instituições ligadas à 
educação, prisão ou execução dos opositores do regime e 
perseguição aos judeus. 
 
 Em seguida, proclamou a criação do Terceiro Reich 
(Império) e, em 1934, com a morte do presidente Hindenburg, 
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tornou-se líder do governo alemão com o título de Führer, a 
quem todos deviam obediência. 
 A ditadura nazista passou a ser mantida por um 
violento aparato policial formado pela antiga tropa de choque, 
a SA, por uma tropa de elite, a SS e pela polícia secreta, a 
GESTAPO. 
 No campo econômico, o governo nazista incentivou a 
agricultura, a indústria de base (ferro, aço, etc.) e a indústria 
bélica, desrespeitando as imposições do Tratado de Versalhes. 
Foram iniciadas grandes obras públicas (rodovias, ferrovias e 
infraestrutura urbana) com objetivo de absorver a mão-de-
obra, mas também com intuitos estratégicos, como o 
deslocamento de tropas numa possível guerra, já que a 
intenção de Hitler era expandir o território. Aos poucos a 
economia alemã foi sendo recuperada. 
 A partir de 1938, a violência cresceu contra os judeus 
(antissemitismo) e ciganos que passaram a sofrer toda sorte 
de humilhações, e muitos acabaram prisioneiros em campos 
de concentração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXERCÍCIOS 
09) Explique a relação existente entre a crise econômica do 
período entre guerras e a ascensão dos regimes totalitários 
na Europa. 
10) - Exigimos para o povo alemão a igualdade de direitos 
para com outras nações. 
- Exigimos territórios para a alimentaçãode nosso povo e 
para o estabelecimento do seu excedente de população. 
Tendo em vista os aspectos do Programa do Partido Nacional 
Socialista dos Trabalhadores Alemães (1920) ressaltados 
acima, elabore algumas reflexões sobre: 
a) as condições de paz imposta à Alemanha após a Primeira 
Guerra Mundial. 
b) a doutrina do “espaço vital” e suas implicações na conduta 
da política externa alemã. 
11) O que foi o Tratado de Latrão? 
 
2ª GUERRA MUNDIAL 
ANTECEDENTES 
 As raízes da Segunda Guerra Mundial podem ser 
identificadas nos tratados de paz assinados no final da 
Primeira Guerra e na crise econômica do período pós-guerra. 
O Tratado de Versalhes, elaborado pelos países vencedores 
(Estados Unidos, Grã-Bretanha e França), estabelecia duras 
penas às nações derrotadas. As cláusulas desse tratado eram 
humilhantes e feriam profundamente a soberania dos países 
submetidos a ele, principalmente da Alemanha, que foi 
considerada responsável pelo primeiro conflito. Essa situação 
gerou um clima de revanche, acirrado pela crise econômica 
que teve início nos Estados Unidos e alastrou-se por toda a 
Europa. 
 Sem os empréstimos norte-americanos, muitas 
nações industrializadas aumentaram suas taxas alfandegárias 
com o intuito de diminuir as importações e proteger a 
economia interna. Dessa forma, o comércio internacional 
ficou praticamente paralisado. Países, como a França e a 
Inglaterra, que possuíam vastos impérios coloniais, puderam 
suprir suas necessidades comerciais, porém aqueles que 
tinham poucas ou nenhuma colônia, como a Itália, a 
Alemanha e o Japão, foram profundamente prejudicados. 
 Foi nesse contexto econômico que as rivalidades 
comerciais e o revanchismo se agravaram e surgiram os 
regimes totalitários, prometendo a recuperação econômica e 
o resgate da soberania dos povos. Para isso, esses regimes 
desenvolveram uma política militarista e expansionista. 
 O Japão, também sob um governo totalitário e 
ultranacionalista, não aceitava sua insignificante posição 
perante as potências ocidentais e, para fortalecer-se, invadiu 
a Manchúria (China), em 1931. A Itália, apesar de ter 
pertencido ao grupo de países vencedores da Primeira Guerra, 
estava descontente com a atitude de seus aliados, pois não 
obteve os benefícios territoriais desejados. Sob o regime 
fascista liderado por Benito Mussolini, os italianos 
conquistaram a Etiópia (África), em 1935. 
 A Alemanha Nazista de Hitler que, desobedecendo ao 
Tratado de Versalhes, já havia se militarizado, pretendia 
reconquistar territórios considerados de extrema importância 
para seu desenvolvimento. Em 1936, Hitler ocupou a Renânia, 
região alemã sob ocupação francesa desde o final da Primeira 
Guerra. 
 Em novembro de 1936, ameaçado pelos soviéticos 
em suas conquistas na Ásia, o Japão assinou com a Alemanha 
o Pacto Antikomintern (anticomunista), contra a União 
Soviética. No ano seguinte, a Itália, já aliada a Hitler na Guerra 
Civil Espanhola, aderiu ao pacto, dando origem ao chamado 
grupo do Eixo Roma-Berlim-Tóquio. 
 
 
 
 
 
 Sem freios para suas ambições imperialistas, as 
nações totalitárias continuaram suas conquistas. Alegando a 
necessidade de unir os povos de origem germânica, os 
alemães invadiram e anexaram a Áustria (Anschluss) em 1938, 
que não ofereceu resistência. Em seguida, voltaram-se para a 
conquista dos Sudetos, região que havia sido tirada da 
Alemanha para compor a Tchecoslováquia, após a Primeira 
Guerra Mundial. Como o governo da Tchecoslováquia mostrou 
resistência, a Liga das Nações resolveu interferir 
diplomaticamente para evitar conflitos na região. 
 Com esse propósito, reuniram-se na Conferência de 
Munique (29/09/1938) Hitler, Mussolini e os representantes 
da Inglaterra e da França, Chamberlain e Deladier. Esses países 
firmaram um acordo, pelo qual entregavam os Sudetos à 
Alemanha e, em troca, Hitler comprometia-se a cessar seus 
interesses expansionistas e a resolver os problemas 
internacionais de forma diplomática. Aparentemente a paz 
estava selada, porém a tranquilidade durou pouco, pois em 
1939 os alemães invadiram e conquistaram o resto da 
Tchecoslováquia, beneficiando-se de suas indústrias. A 
Polônia seria o próximo alvo, já que a Alemanha ambicionava 
retomar a região do corredor polonês e o porto de Dantzig 
(Gdansk). A essa altura dos acontecimentos, a França e a 
IMPORTANTE: O Nazismo e o Fascismo foram 
muito semelhantes, porém, os nazistas 
defendiam a tese da Raça Ariana (raça pura) 
e realizavam o Antissemitismo (perseguição a 
Judeus). Coisa que os italianos não faziam. 
 
IMPORTANTE 
OS PAÍSES QUE FORMAVAM O EIXO ERAM ALEMANHA, 
ITÁLIA E JAPÃO 
 
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Inglaterra não viam mais possibilidades de negociações 
diplomáticas com a Alemanha e resolveram firmar um acordo 
com a Polônia dando garantia de defesa em caso de invasão. 
 
 
 
 
 
 Stálin, temendo que a aliança anglo-francesa com a 
Polônia fosse apenas uma armadilha para facilitar a invasão da 
União Soviética, aceitou o acordo de não agressão por 10 anos, 
proposto por Hitler, pois este lhe garantiria o domínio de uma 
parte da Polônia. Apesar de contraditório, o Pacto Germano-
Soviético (23/08/1939) garantia à Alemanha a neutralidade 
soviética no caso de guerra, evitando a luta do lado oriental. 
 Em primeiro de setembro de 1939, Hitler invadiu a 
Polônia e em três semanas o exército alemão dominou o país. 
Como já era esperado, Inglaterra e França declararam guerra 
ao Terceiro Reich (Terceiro Império Alemão), iniciando assim 
a Segunda Guerra Mundial e intensificando a cruel e insana 
perseguição nazista aos judeus. 
 
CONFLITO 
 Até o final de 1939, não ocorreram grandes batalhas, 
pois os países ainda se preparavam para a guerra. A ofensiva 
alemã, conhecida como Blitzkrieg (guerra relâmpago), 
manifestou-se a partir de abril de 1940, com ataques maciços 
de navios de guerra, carros blindados e aviões. 
 A França foi dominada e obrigada a assinar um 
armistício (acordo de paz), pelo qual Paris e todo o norte do 
território ficariam sob controle alemão, já que o sul teria um 
governo francês representado pelo Marechal Pétain, com 
capital na cidade de Vichy. A Inglaterra não aceitou essa 
decisão da França e abrigou um governo de resistência 
francesa, liderado pelo general De Gaulle. 
 Em outra frente de batalha, o Japão, procurando 
manter sua política expansionista, tentava estabelecer sua 
hegemonia no Oceano Pacífico, mas esbarrava sempre nos 
interesses norte-americanos. 
 
 
 
 
 
 
 
Em dezembro de 1941, os japoneses atacaram Pearl 
Harbor, uma das maiores bases navais norte-americanas no 
sul do Pacífico, provocando a entrada dos Estados Unidos na 
guerra. 
 Os países do Eixo dominaram o conflito até o início de 
1942, quando começaram a sofrer suas primeiras derrotas. 
Depois de acirrada luta contra os soviéticos, os alemães foram 
violentamente derrotados pelas tropas de Stálin, na épica 
Batalha de Stalingrado. O contra-ataque soviético continuou 
até 1944. 
 Em 6 de junho de 1944 – Dia D – tropas inglesas e 
norte-americanas invadiram a Normandia, no norte da 
França, derrotando os alemães no Atlântico norte e, em 
seguida, libertando Paris do domínio nazista. 
 Em abril de 1945, Mussolini foi capturado por tropas 
de resistência italianas e executado pelos próprios 
conterrâneos, tendo seu corpo pendurado em uma Praça de 
Milão. 
 Pressionado, Hitler suicidou-se juntamente com Eva 
Braun, sua mulher. Finalmente, no dia 8 de maio de 1945, a 
Alemanha rendeu-se incondicionalmente. 
 O grande conflito ainda continuava no Pacífico, 
porém, os japoneses já vinham sofrendo derrotas desde 1942. 
O golpe definitivo foio bombardeio nuclear norte-americano 
sobre as cidades de Hiroxima e Nagasaki, obrigando o Japão a 
assinar a rendição em 19 de agosto de 1945. 
EXERCÍCIOS 
01) A primeira metade do século XX foi marcada por conflitos 
e processos que a inscreveram como um dos mais violentos 
períodos da história humana. 
Entre os principais fatores que estiveram na origem dos 
conflitos ocorridos durante a primeira metade do século XX 
estão 
a) a crise do colonialismo, a ascensão do nacionalismo e do 
totalitarismo. 
b) o enfraquecimento do império britânico, a Grande 
Depressão e a corrida nuclear. 
c) o declínio britânico, o fracasso da Liga das Nações e a 
Revolução Cubana. 
d) a corrida armamentista, o terceiro-mundismo e o 
expansionismo soviético. 
e) a Revolução Bolchevique, o imperialismo e a unificação da 
Alemanha. 
02) Sobre as características da propaganda nazista, assinale 
a alternativa correta. 
a) A ascensão de Hitler se deu pela natureza científica de suas 
afirmações, sendo a propaganda e o terror utilizados apenas 
quando se tratava da oposição política. 
b) A propaganda utiliza fundamentos dissociados da cultura e 
das disposições sociais da população, por esta razão usa de 
insinuações indiretas, veladas. 
c) O terror e a propaganda tiveram semelhante grau de 
importância no estabelecimento da ideologia nazista, ao 
mostrar à população os benefícios de quem a ela aderisse e o 
horror destinado aos inimigos. 
d) A ameaça, a efetiva violência, o uso político da ciência e a 
propaganda alinhada aos princípios culturais de um povo 
nunca foram usados como estratégia de doutrinação das 
massas. 
03) O Nazismo e o Fascismo surgiram: 
a) do desenvolvimento de partidos nacionalistas, com 
pregações em favor de um Executivo forte, totalitário, com o 
objetivo de solucionar crises generalizadas diante da 
desorganização, após a Primeira Guerra Mundial. 
b) da esperança de conseguir estabilidade na união das 
"doutrinas liberais" de tendências individualistas. 
c) com a instituição do parlamentarismo da Itália e na 
Alemanha, agregando partidos populares. 
d) com o enfraquecimento da alta burguesia e o apoio do 
governo às camadas lideradas pelos sindicatos e socialistas. 
e) do coletivismo pregado pelos marxistas 
04) Quais dos fatores a seguir contribuíram para a ascensão do 
fascismo na Itália, durante a década de 1920? 
a) antinacionalismo e ascensão do proletariado 
b) crescimento econômico e fortalecimento do poder real 
IMPORTANTE 
O FATO QUE CAUSOU O INÍCIO DA SEGUNDA GUERRA 
MUNDIAL FOI A INVASÃO ALEMÃ NA POLÔNIA 
 
IMPORTANTE 
A SEGUNDA GUERRA SE DIVIDIU EM DUAS PARTES: DE 
1939 A 1941 O EIXO GANHOU PRATICAMENTE TODAS 
AS BATALHAS, MAS DE 1941 A 1945 O EIXO PERDE E 
TERMINA DERROTADO. 
 
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c) ascensão do campesinato e expansão colonial 
d) nacionalismo e crise econômica 
e) fortalecimento do liberalismo e aliança ítalo-russa. 
05)” Na guerra eterna a humanidade se torna grande - na paz 
eterna, a humanidade se arruinaria." Este discurso, pelas 
ideias que defende, só pode ter sido proferido por: 
a) o atual Rei da Espanha 
b) Hitler 
c) O Primeiro Ministro atual de Portugal 
d) Getúlio Vargas 
e) Malthus 
06) Entre as duas Grandes Guerras Mundiais (1918- 1939) 
ocorreram alguns eventos históricos relevantes merecendo 
destaques a: 
a) ascensão da República de Weimar, a eclosão da Guerra da 
Coréia e a proclamação da República no Egito. 
b) quebra da Bolsa de Nova York, a proclamação da República 
Popular da China e a criação do Estado de Israel. 
c) deflagração da guerra entre Grécia e Turquia, a eleição de 
presidentes socialistas na França e em Portugal e a 
constituição do Pacto de Varsóvia. 
d) ascensão do Nazismo alemão, o início da Nova Política 
Econômica na Rússia e a deflagração da Guerra Civil na 
Espanha. 
e) ascensão do Fascismo italiano, a criação do Mercado 
Comum Europeu e a invasão do Afeganistão pela União 
Soviética. 
07) Considere os seguintes itens: 
I. nacionalismo e unitarismo; 
II. controle estatal da imprensa, educação, teatro, cinema, 
rádio e muitos setores da produção e do comércio; 
III. economia dirigida, visando às indústrias de guerra e fim do 
desemprego; 
IV. militarismo e "espaço vital". 
I, II, III, IV identificam características do Estado: 
a) nazista. 
b) liberal. 
c) absolutista. 
d) democrático. 
e) constitucional. 
GABARITO 
1) A 2) C 3) A 4) D 5) B 6) D 7) A

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