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Questões resolvidas

Com relação à presença da Família Real portuguesa no Brasil e CORRETO afirmar que:

A Revolução Farroupilha, ocorrida no sul do Brasil, tinha como principal objetivo expulsar a Corte portuguesa e proclamar a independência da colônia americana.
Salvador foi elevada à condição de capital do Reino Unido de Portugal e Algarves, tornando-se o maior centro político, econômico e cultural da colônia.
A presença da Corte portuguesa no Brasil, exercendo um governo absolutista e conservador, contribuiu para retardar a Independência do Brasil, pois as melhorias administrativas e econômicas deixaram a elite liberal brasileira satisfeita.
Chegando ao Brasil, D. João VI tratou logo de cumprir o prometido aos ingleses e decretou a abertura dos portos, em 1808, para as nações amigas comercializarem diretamente com a colônia.
Em 1821, os franceses foram expulsos de Portugal e D. João VI foi chamado para assumir o trono português, mas ele preferiu ficar no Brasil. Esse fato ficou conhecido como 'Dia do Fico'.
a. Apenas a afirmativa I está correta.
b. Apenas a afirmativa II está correta.
c. Apenas a afirmativa III está correta.
d. Apenas a afirmativa IV está correta.
e. Apenas a afirmativa V está correta.

Esses artigos do Bloqueio Continental, decretado pelo Imperador da França em 1806, permitem notar a disposição francesa de

estimular a autonomia das colônias inglesas na América, que passariam a depender mais de seu comércio interno.
impedir a Inglaterra de negociar com a França uma nova legislação para o comércio na Europa e nas áreas coloniais.
provocar a transferência da Corte portuguesa para o Brasil, por meio da ocupação militar da Península Ibérica.
ampliar a ação de corsários ingleses no norte do Oceano Atlântico e ampliar a hegemonia francesa nos mares europeus.
debilitar economicamente a Inglaterra, então em processo de industrialização, limitando seu comércio com o restante da Europa.
a. I e II
b. II e III
c. III e IV
d. IV e V
e. I e V

Esta descrição das lojas do Rio de Janeiro, feita por uma inglesa que estava no Brasil em 1821, justifica-se historicamente pelo(a):


a. Tratado de Maastricht.
b. Tratado de Fontainebleau.
c. Tratado de Comércio e Navegação.
d. Bloqueio Continental.
e. criação do NAFTA e da ALCA.

Leia o fragmento a seguir atentamente

"Em seguida, veio a mãe de D. João, em seus 73 anos, a rainha Maria l. Dizem que quando a carruagem corria para as docas, ela teria gritado: não vá tão depressa, pensarão que estamos fugindo. Ao chegar ao porto, ela teria se recusado a descer..."

WILCKEN, Patrick. Império a deriva: a corte portugu


a. A mãe de D. João VI, a rainha Maria I, não queria deixar Portugal e se recusou a embarcar para o Brasil.
b. A chegada da Família Real portuguesa ao Brasil foi um processo tranquilo e sem resistência.
c. A vinda da Família Real portuguesa para o Brasil foi motivada pela pressão dos movimentos de independência das colônias espanholas.
d. A presença da Família Real portuguesa no Brasil contribuiu para a modernização do país, com a abertura dos portos e a criação de instituições culturais.
e. A permanência da Família Real portuguesa no Brasil foi um fator que contribuiu para a independência do país, pois a Corte portuguesa se enfraqueceu e perdeu o controle sobre a colônia.

O episódio narrado acima está relacionado com a
a. fuga da Família Real Portuguesa para a Colônia
Brasileira.
b. chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro.
c. chegada da Família Real Portuguesa a Salvador, primeiro
porto após a fuga de Portugal.
d. fuga da Família Real Portuguesa de Recife, antes do
desembarque no Rio de Janeiro.


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Questões resolvidas

Com relação à presença da Família Real portuguesa no Brasil e CORRETO afirmar que:

A Revolução Farroupilha, ocorrida no sul do Brasil, tinha como principal objetivo expulsar a Corte portuguesa e proclamar a independência da colônia americana.
Salvador foi elevada à condição de capital do Reino Unido de Portugal e Algarves, tornando-se o maior centro político, econômico e cultural da colônia.
A presença da Corte portuguesa no Brasil, exercendo um governo absolutista e conservador, contribuiu para retardar a Independência do Brasil, pois as melhorias administrativas e econômicas deixaram a elite liberal brasileira satisfeita.
Chegando ao Brasil, D. João VI tratou logo de cumprir o prometido aos ingleses e decretou a abertura dos portos, em 1808, para as nações amigas comercializarem diretamente com a colônia.
Em 1821, os franceses foram expulsos de Portugal e D. João VI foi chamado para assumir o trono português, mas ele preferiu ficar no Brasil. Esse fato ficou conhecido como 'Dia do Fico'.
a. Apenas a afirmativa I está correta.
b. Apenas a afirmativa II está correta.
c. Apenas a afirmativa III está correta.
d. Apenas a afirmativa IV está correta.
e. Apenas a afirmativa V está correta.

Esses artigos do Bloqueio Continental, decretado pelo Imperador da França em 1806, permitem notar a disposição francesa de

estimular a autonomia das colônias inglesas na América, que passariam a depender mais de seu comércio interno.
impedir a Inglaterra de negociar com a França uma nova legislação para o comércio na Europa e nas áreas coloniais.
provocar a transferência da Corte portuguesa para o Brasil, por meio da ocupação militar da Península Ibérica.
ampliar a ação de corsários ingleses no norte do Oceano Atlântico e ampliar a hegemonia francesa nos mares europeus.
debilitar economicamente a Inglaterra, então em processo de industrialização, limitando seu comércio com o restante da Europa.
a. I e II
b. II e III
c. III e IV
d. IV e V
e. I e V

Esta descrição das lojas do Rio de Janeiro, feita por uma inglesa que estava no Brasil em 1821, justifica-se historicamente pelo(a):


a. Tratado de Maastricht.
b. Tratado de Fontainebleau.
c. Tratado de Comércio e Navegação.
d. Bloqueio Continental.
e. criação do NAFTA e da ALCA.

Leia o fragmento a seguir atentamente

"Em seguida, veio a mãe de D. João, em seus 73 anos, a rainha Maria l. Dizem que quando a carruagem corria para as docas, ela teria gritado: não vá tão depressa, pensarão que estamos fugindo. Ao chegar ao porto, ela teria se recusado a descer..."

WILCKEN, Patrick. Império a deriva: a corte portugu


a. A mãe de D. João VI, a rainha Maria I, não queria deixar Portugal e se recusou a embarcar para o Brasil.
b. A chegada da Família Real portuguesa ao Brasil foi um processo tranquilo e sem resistência.
c. A vinda da Família Real portuguesa para o Brasil foi motivada pela pressão dos movimentos de independência das colônias espanholas.
d. A presença da Família Real portuguesa no Brasil contribuiu para a modernização do país, com a abertura dos portos e a criação de instituições culturais.
e. A permanência da Família Real portuguesa no Brasil foi um fator que contribuiu para a independência do país, pois a Corte portuguesa se enfraqueceu e perdeu o controle sobre a colônia.

O episódio narrado acima está relacionado com a
a. fuga da Família Real Portuguesa para a Colônia
Brasileira.
b. chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro.
c. chegada da Família Real Portuguesa a Salvador, primeiro
porto após a fuga de Portugal.
d. fuga da Família Real Portuguesa de Recife, antes do
desembarque no Rio de Janeiro.


a
b
c
d

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1. G1 - IFSC 2015
Em 1806, o Imperador francês Napoleão Bonaparte
anunciou o Bloqueio Continental à Inglaterra, estabelecendo
que nenhum país europeu poderia comercializar com os
ingleses. O rei de Portugal, pressionado pela onda liberal da
Revolução Francesa e apoiado pela Inglaterra, fugiu para a
colônia portuguesa, na América, para esperar a situação se
normalizar.
Com relação à presença da Família Real portuguesa no
Brasil e CORRETO afirmar que:
a. A Revolução Farroupilha, ocorrida no sul do Brasil, tinha
como principal objetivo expulsar a Corte portuguesa e
proclamar a independência da colônia americana.
b. Salvador foi elevada à condição de capital do Reino Unido
de Portugal e Algarves, tornando-se o maior centro político,
econômico e cultural da colônia.
c. A presença da Corte portuguesa no Brasil, exercendo um
governo absolutista e conservador, contribuiu para retardar a
Independência do Brasil, pois as melhorias administrativas e
econômicas deixaram a elite liberal brasileira satisfeita.
d. Chegando ao Brasil, D. João VI tratou logo de cumprir o
prometido aos ingleses e decretou a abertura dos portos, em
1808, para as nações amigas comercializarem diretamente
com a colônia.
e. Em 1821, os franceses foram expulsos de Portugal e D.
João VI foi chamado para assumir o trono português, mas
ele preferiu ficar no Brasil. Esse fato ficou conhecido como
"Dia do Fico".
2. UNESP 2011
Artigo 5.° - O comercio de mercadorias inglesas é proibido,
e qualquer mercadoria pertencente à Inglaterra, ou
proveniente de suas fábricas e de suas colônias é declarada
boa presa.
(...)
Artigo 7.° - Nenhuma embarcação vinda diretamente da
Inglaterra ou das colônias inglesas, ou lá tendo estado,
desde a publicação do presente decreto, será recebida em
porto algum. Artigo 8.° - Qualquer embarcação que, por
meio de uma declaração, transgredir a disposição acima,
será apresada e o navio e sua carga serão confiscados
como se fossem propriedade inglesa.
(Excerto do Bloqueio Continental, Napoleão Bonaparte. 
Citado por Kátia M. de Queirós Mattoso. Textos e
documentos para o estudo da história contemporânea
(1789-1963), 1977.)
Esses artigos do Bloqueio Continental, decretado pelo
Imperador da França em 1806, permitem notar a disposição
francesa de
a. estimular a autonomia das colônias inglesas na América,
que passariam a depender mais de seu comércio interno.
b. impedir a Inglaterra de negociar com a França uma nova
legislação para o comércio na Europa e nas áreas coloniais.
c. provocar a transferência da Corte portuguesa para o
Brasil, por meio da ocupação militar da Península Ibérica.
d. ampliar a ação de corsários ingleses no norte do Oceano
Atlântico e ampliar a hegemonia francesa nos mares
europeus.
e. debilitar economicamente a Inglaterra, então em processo
de industrialização, limitando seu comércio com o restante
da Europa.
3. CESGRANRIO 2002
"As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas.
A cada porta, as palavras 'Superfino de Londres' saltam aos
olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro,
mas, acima de tudo, ferragens de Birminghan, podem-se
obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas
do Brasil, além de sedas, crepes e outros artigos da China.”
(GRAHAM, Mary. 'Diário de Uma Viagem ao Brasil', in
Campos, Raymundo. História do Brasil. São Paulo: Atual,
1991, 2a ed. p 98.)
Esta descrição das lojas do Rio de Janeiro, feita por uma
inglesa que estava no Brasil em 1821 , justifica-se
historicamente pelo(a):
a. Tratado de Maastricht.
b. Tratado de Fontainebleau.
c. Tratado de Comércio e Navegação.
d. Bloqueio Continental.
e. criação do NAFTA e da ALCA.
4. UECE 2010
Leia o fragmento a seguir atentamente
"Em seguida, veio a mãe de D. João, em seus 73 anos, a 
rainha Maria l. Dizem que quando a carruagem corria para 
as docas, ela teria gritado: não vá tão depressa, pensarão 
que estamos fugindo. Ao chegar ao porto, ela teria se
FAMÍLIA REAL NO BRASIL
recusado a descer..." 
WILCKEN, Patrick. Império a deriva: a corte portuguesa no
Rio de Janeiro (1808- 1821). Rio de Janeiro: Objetiva, 2010,
p. 44-46.
O episódio narrado acima está relacionado com a
a. fuga da Família Real Portuguesa para a Colônia
Brasileira.
b. chegada da Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro.
c. chegada da Família Real Portuguesa a Salvador, primeiro
porto após a fuga de Portugal.
d. fuga da Família Real Portuguesa de Recife, antes do
desembarque no Rio de Janeiro.
5. ENEM 2010
Eu, o Príncipe Regente, faço saber aos que o presente
Alvará virem: que desejando promover e adiantar a riqueza
nacional, e sendo um dos mananciais dela as manufaturas e
a indústria, sou servido abolir e revogar toda e qualquer
proibição que haja a este respeito no Estado do Brasil.
Alvará de liberdade para as indústrias (1° de Abril de 1808).
In: Bonavides, P.; Amaral, R. Textos políticos da História do
Brasil. Vol. 1. Brasília: Senado Federal, 2002 (adaptado).
O projeto industrializante de D. João, conforme expresso no
alvará, não se concretizou. Que características desse
período explicam esse fato?
a. A ocupação de Portugal pelas tropas francesas e o
fechamento das manufaturas portuguesas.
b. A dependência portuguesa da Inglaterra e o predomínio
industrial inglês sobre suas redes de comércio.
c. A desconfiança da burguesia industrial colonial diante da
chegada da família real portuguesa.
d. O confronto entre a França e a Inglaterra e a posição
dúbia assumida por Portugal no comércio internacional.
e. O atraso industrial da colônia provocado pela perda de
mercados para as indústrias portuguesas.
6. PUC-CAMP 2004
" 'A 3 de setembro de 1825, partimos do Rio de Janeiro. Um
vento fresco ajudou-nos a vencer, em 24 horas, a travessia
de 70 léguas, até Santos, e isto significou dupla vantagem,
porque a embarcação conduzia, também, 65 negros novos,
infeccionados por sarna da cabeça aos pés'. Assim começa
o mais vivo, completo e bem documentado relato da famosa
Expedição de Langsdorff, que na sua derradeira e longa
etapa, entre 1825 e 1829, percorreu o vasto e ainda bravio
interior do Brasil, por via terrestre e fluvial - do Tietê ao
Amazonas. Seu autor é um jovem francês de 21 anos,
Hércules Florence, no cargo de desenhista topográfico.
Encantado com as maravilhas das terras brasileiras e com
seu povo hospitaleiro, Hércules Florence permaneceu aqui,
ao término da expedição, escolhendo a então Vila de São
Carlos, como Campinas foi conhecida até 1842, para viver o
resto de sua vida. Florence morreu em 27 de março de 1879
(...)." 
(Revista: Scientific American Brasil, n. 7, São Paulo: Ediouro,
2002. p. 60)
Muitos franceses, principalmente professores, cientistas,
arquitetos, escultores e pintores vieram ao Brasil no século
XIX a partir da instalação da Corte portuguesa no Rio de
Janeiro. Pode-se explicar a presença desses franceses no
país com o argumento de que
a. a maioria deles chegou ao Brasil com o intuito de
colonizar as regiões desabitadas do interior do país,
constituindo núcleos de exploração de produtos tropicais,
que seriam comercializados na Europa.
b. eles tinham como missão convencer o rei D. João VI a
romper relações diplomáticas com a Inglaterra, uma vez que
este país tinha estabelecido o Bloqueio Continental,
impedindo as relações comerciais entre França e Brasil.
c. grande parte deles desembarcou no Rio de Janeiro
estimulados por D. João VI, que tinha como um dos seus
grandes projetos trazer uma missão artística francesa, com o
objetivo de constituir no Brasil uma base de desenvolvimento
cultural.
d. todos esses franceses chegaram ao Brasil como
refugiados políticos, uma vez que os mesmos discordavam
da política cultural do imperador Napoleão Bonaparte, que
perseguia os artistas contrários às suas determinações
políticas.
e. parte significativa da população francesa emigrou para o
Brasil em razão dos intensos combates ocorridos durante a
Comuna de Paris, instalando-seprincipalmente nos Estados
do Maranhão e do Pará e trabalhando na extração da
borracha.
7. ENEM 2014
A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a
família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e
sobretudo, boa parte do aparato administrativo português.
Personalidades diversas e funcionários régios continuaram
embarcando para o Brasil atrás da corte, dos seus empregos
e dos seus parentes após o ano de 1808. 
NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no
Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.
Os fatos apresentados se relacionam ao processo de
independência da América portuguesa por terem:
a. incentivado o clamor popular por liberdade.
b. enfraquecido o pacto de dominação metropolitana.
c. motivado as revoltas escravas contra a elite colonial.
d. obtido o apoio do grupo constitucionalista português.
e. provocado os movimentos separatistas das províncias.
8. FUVEST 2012
Fui a terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas
inglesas, tais como celeiros e armazéns não diferentes do
que chamamos na Inglaterra de armazéns italianos, de
secos e molhados, mas, em geral, os ingleses aqui vendem
suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou
franceses. (...) As ruas estão, em geral, repletas de
mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de
Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos
largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de
Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em
nossa terra nas lojas do Brasil.
Maria Graham. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo,
Edusp, 1990, p. 230 (publicado originalmente em 1824).
Adaptado.
Esse trecho do diário da inglesa Maria Graham refere-se
à sua estada no Rio de Janeiro em 1822 e foi escrito em
21 de janeiro deste mesmo ano. Essas anotações mostram
alguns efeitos
a. do Ato de Navegação, de 1651, que retirou da Inglaterra o
controle militar e comercial dos mares do norte, mas permitiu
sua interferência nas colônias ultramarinas do sul.
b. do Tratado de Methuen, de 1703, que estabeleceu a troca
regular de produtos portugueses por mercadorias de outros
países europeus, que seriam também distribuídas nas
colônias.
c. da abertura dos portos do Brasil as nações amigas,
decretada por D. João em 1808, após a chegada da família
real portuguesa à América.
d. do Tratado de Comércio e Navegação, de 1810, que deu
início à exportação de produtos do Brasil para a Inglaterra e
eliminou a concorrência hispano-americana.
e. da ação expansionista inglesa sobre a América do Sul,
gradualmente anexada ao Império Britânico, após sua vitória
sobre as tropas napoleônicas, em 1815.
9. MACKENZIE 1996
A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil
beneficiou:
a. França e Inglaterra, cujos produtos foram favorecidos por
tarifas protecionistas.
b. Portugal, porque a instalação da administração
portuguesa na colônia passou a ser mais rígida, favorecendo
suas finanças.
c. o Brasil, pois a presença da Corte Portuguesa beneficiou
a ruptura do Pacto Colonial sem grandes convulsões sociais.
d. a Inglaterra, que passou a comercializar com a França o
seu excedente de mercadorias.
e. a França, pois a vinda da Família Real para o Brasil
consolidou o Bloqueio Continental.
10. UEL 2007
A transferência da Corte de D. João VI para a colônia
portuguesa teve apoio do governo britânico, uma vez que:
a. Portugal negociou o domínio luso na Península Ibérica
com a Inglaterra, em troca de proteção estratégica e bélica
na longa viagem marítima ao Brasil.
b. Em meio à crescente Revolução Industrial, os negociantes
ingleses precisavam expandir seus mercados rumo às
Américas, já que o europeu era insuficiente.
c. O bloqueio continental imposto por Napoleão fechou o
comércio inglês com o continente europeu; a instalação do
governo luso no Brasil propiciou a retomada dos negócios
luso-anglicanos.
d. O exercito napoleônico invadiu Portugal visando a instituir
o regime democrático republicano de paz e comercio, em
franca oposição ao expansionismo da monarquia britânica.
e. Os ingleses pretendiam consolidar novos mercados na
América Portuguesa, tendo em vista antigas afinidades
socioculturais com os ibéricos.
11. ENEM PPL 2013
A vinda da família real deslocou definitivamente o eixo da
vida administrativa da Colônia para o Rio de Janeiro,
mudando também a fisionomia da cidade. A presença da
Corte implicava uma alteração do acanhado cenário urbano
da Colônia, mas a marca do absolutismo acompanharia a
alteração.
FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995
(fragmento).
As transformações ocorridas na cidade do Rio de Janeiro em
decorrência da presença da Corte estavam limitadas
à superfície das estruturas sociais porque
a. a pujança do desenvolvimento comercial e industrial
retirava da agricultura de exportação a posição de atividade
econômica central na Colônia.
b. a expansão das atividades econômicas e o
desenvolvimento de novos hábitos conviviam com a
exploração do trabalho escravo.
c. a emergência das práticas liberais, com a abertura dos
portos, impedia uma renovação política em prol da formação
de uma sociedade menos desigual.
d. a integração das elites políticas regionais, sob a liderança
do Rio de Janeiro, ensejava a formação de um projeto
político separatista de cunho republicano.
e. a dinamização da economia urbana retardava o
letramento de mulatos e imigrantes, importante para as
necessidades do trabalho na cidade.
12. PUC-SP
21 de janeiro de 1822 – Fui à terra fazer compras com
Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como seleiros e
armazéns, de secos e molhados; mas, em geral, os
ingleses aqui vendem as suas mercadorias em grosso a
retalhistas nativos ou franceses. Quanto a alfaiates, penso
que há mais ingleses do que franceses, mas poucos de uns
e outros. Há padarias de ambas as nações (...). As
ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A
cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos
olhos: algodão estampado, panos largos, (...), mas, acima de
tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco
mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil, além de
sedas, crepes e outros artigos da China. Mas qualquer
cousa comprada a retalho numa loja inglesa ou francesa é,
geralmente falando, muito cara. ( GRAHAM, Maria. Diário de uma
viagem ao Brasil. São Paulo: Edusp, 1990).
O texto acima, de Maria Graham, uma inglesa que esteve no
Brasil em 1821, remete-nos a um contexto que engloba:
a. os efeitos da abertura dos portos e dos tratados de 1810.
b. o processo de globalização da economia no Brasil.
c. as reformas econômicas do Marquês de Pombal.
d. a suspensão do Tratado de Methuen, com a ampliação da
influência inglesa no Brasil.
e. os efeitos da mineração, que contribuíram para interligar
as várias regiões do Brasil ao Exterior.
13. UNICENTRO 2009
A independência do Brasil foi um processo lento, maturado
no início do século XIX, até a ruptura política com Portugal.
Para esse processo, concorreu
a. a rebelião escrava que, apoiada pela aristocracia rural,
minou o poder autoritário da Metrópole.
b. o desejo da elite agrária em industrializar o país como
alternativa para a crise da cana-de-açúcar, resultante da
concorrência do açúcar antilhano.
c. a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil e o
estabelecimento da liberdade comercial, obtida com a
“Abertura dos Portos às Nações Amigas”.
d. o governo revolucionário francês, que apoiou com armas
e homens a luta de independência brasileira, objetivando
enfraquecer Portugal, aliado da Inglaterra.
14. UECE 1996
Com a vinda da família Real portuguesa para o Brasil (1808),
muitas mudanças se verificaram na estrutura da capital, Rio
de Janeiro. Sobre estes melhoramentos, pode-se afirmar
corretamente que:
a. além da Abertura dos Portos e do incentivo às atividades
industriais, muitos equipamentos urbanos foram criados,
como o Jardim Botânico e o Banco do Brasil.
b. a vida na cidade mudoucompletamente, com sua total
remodelação baseada nos moldes da reconstrução de
Lisboa após o terremoto de 1777, destacando-se o sistema
de esgotos.
c. os melhoramentos se limitaram às reformas nas casas
que iriam abrigar os membros da Corte, nada alterando na
vida de uma cidade colonial.
d. a situação sanitária na cidade melhorou bastante, o que
ocasionou o fim das epidemias que periodicamente
aconteciam.
15. UNESP 2013
Leia o texto para responder à questão.
Com a vinda da Corte, pela primeira vez, desde o início da
colonização, configuravam-se nos trópicos portugueses
preocupações próprias de uma colônia de povoamento e não
apenas de exploração ou feitoria comercial, pois que no Rio
teriam que viver e, para sobreviver, explorar “os enormes
recursos naturais” e as potencialidades do Império nascente,
tendo em vista o fomento do bem-estar da própria população
local.
(Maria Odila Leite da Silva Dias. A interiorização da metrópole e outros
estudos, 2005.)
A vinda da Corte portuguesa para o Brasil, ocorrida em 1808
e citada no texto, foi provocada, sobretudo
a. pelo fim da ocupação francesa em Portugal e pelo projeto,
defendido pelos liberais portugueses, de iniciar a gradual
descolonização do Brasil.
b. pela pressão comercial espanhola e pela disposição, do
príncipe regente, de impedir a expansão e o sucesso dos
movimentos emancipacionistas na colônia.
c. pelo interesse de expandir as fronteiras da colônia,
avançando sobre terras da América Espanhola, para
assegurar o pleno domínio continental do Brasil.
d. pela invasão francesa em Portugal e pela proximidade e
aliança do governo português com a política da Inglaterra.
e. pela intenção de expandir, para a América, o projeto de
união ibérica, reunindo, sob a mesma administração colonial,
as colônias espanholas e o Brasil.
16. UNIPAM 2011
“Entre os séculos 17 e 18, podemos observar que algumas
revoltas foram fruto da incompatibilidade de interesses
existentes entre os colonos e os portugueses. Algumas
vezes, a situação de conflito não motivou uma ruptura radical
com a ordem vigente, mas apenas a manifestação por
simples reformas que se adequassem melhor aos interesses
locais.”
(FIGUEIREDO, Luciano. Rebeliões no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 2005).
Todas as rebeliões apresentadas abaixo correspondem a
episódios localizados e limitados a contestar aspectos
específicos da colonização. Assinale a alternativa que
contém o único movimento que colocou em xeque o sistema
colonial português.
a. Revolta de Beckman
b. Guerra dos Mascates
c. Guerra dos Emboabas
d. Revolução Pernambucana
17. FEI
O ato de D. João VI, proclamando a abertura dos portos do
Brasil, na verdade garantia direitos preferenciais ao comércio
inglês, que:
a. na época dependia economicamente de Portugal;
b. estava prejudicado pelo bloqueio imposto por Napoleão
Bonaparte;
c. assegurava o desenvolvimento econômico da colônia;
d. pretendia favorecer os franceses, aliados tradicionais da
Inglaterra;
e. era carente de produtos industriais e bom fornecedor de
matérias primas.
18. UNIMONTES 2011
Em 1808, chega ao Rio de Janeiro a família real portuguesa,
iniciando-se um processo de mudanças que vai culminar
com a separação do Brasil do domínio português. O
chamado “período Joanino” (1808-1821) assinala uma série
de eventos que contribuíram para a superação da
dominação colonial metropolitana. Apesar das mudanças
promovidas, D. João VI também enfrentou movimentos de
contestação a suas políticas. Pode ser considerada uma
reação, ocorrida no Brasil, à política joanina:
a. a Confederação do Equador, em 1824.
b. a Revolução do Porto, em 1820.
c. a Revolução Pernambucana, em 1817.
d. a Independência do Brasil, em 1822.
19. UNIFENAS 2017
Em março de 1817, um grupo de revolucionários assumiu o
poder na província, declarando-a uma república separada do
Brasil. Foi o conflito interno mais grave ocorrido durante a
permanência da Família Real portuguesa no Brasil. O
movimento tinha forte inspiração republicana e separatista.
Três meses depois tropas portuguesas reprimiram o
movimento e os principais líderes foram fuzilados.
(Eduardo Bueno, Brasil Uma História, Leya, SP, 2012, p. 157).
Assinale a alternativa que indica o nome do movimento ao
qual o texto faz referência. 
a. Revolta de Vila Rica.
b. Conjuração Baiana.
c. Revolução Pernambucana.
d. Guerra dos Mascates.
e. Confederação do Equador.
20. UFLA 2013
“O Marechal Junot, da Infantaria francesa, entrou em Lisboa
junto com a chuva. Uma chuva fina, matinal, que agulhava
os ossos. A corte tinha de fugir, conforme o combinado com
a Inglaterra.
[...]
E D. João? Corria que já embarcara.
[...]
Agora é a vez da rainha-mãe. [...] Achavam que a coitada
não percebia nada. A chuva, contudo, acordou-lhe a razão.
Começou a berrar.
– Não corram tanto! Acreditarão que estamos fugindo. Por
que fugir sem ter combatido?”
Fonte: SANTOS, Joel Rufino dos. História do Brasil. SP: Marco Editorial. 1979.
p. 77. (Adaptado).
O texto acima trata de um episódio importante no processo
de independência do Brasil: a fuga da corte portuguesa.
Sobre esse episódio, é CORRETO afirmar:
a. A França invadiu Portugal em represália a D. João VI, que
decretara o bloqueio comercial do continente europeu aos
produtos franceses.
b. D. Maria, a rainha-mãe, assinara com o governo da
Espanha um acordo de cooperação mútua por ocasião da
invasão francesa.
c. Inglaterra e Portugal combinaram a fuga da corte para o
Brasil, pois as duas nações eram parceiras na diplomacia.
d. O príncipe regente de Portugal, em território brasileiro,
proibiu a importação de quaisquer produtos da Inglaterra.
21. Espcex (Aman) 2015
No início do século XIX, Napoleão Bonaparte ordenou a
ocupação de Portugal, motivando com isso a fuga da família
real portuguesa para o Brasil. Esse evento desencadeou
primeiramente a(o)
a. Conjuração Baiana.
b. abdicação de D. Pedro I.
c. elevação do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal
e Algarves.
d. introdução das ideias revolucionárias francesas no Brasil.
e. estabelecimento do Pacto Colonial.
22. ENEM PPL 2014
TEXTO I
O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal.
Nesse caso, o Brasil com certeza não existiria. A Colônia se
fragmentaria, como se fragmentou a parte espanhola da
América. Teríamos, em vez do Brasil de hoje, cinco ou seis
países distintos.
José Murilo de Carvalho
TEXTO II
Há no Brasil uma insistência em reforçar o lugar-comum
segundo o qual foi D. João VI o responsável pela unidade do
país. Isso não é verdade. A unidade do Brasil foi construída
ao longo do tempo e é, antes de tudo, uma fabricação da
Coroa. A ideia de que era preciso fortalecer um Império com
os territórios de Portugal e Brasil começou já no século XVIII.
Evaldo Cabral de MeIlo. 1808 – O primeiro ano do resto de nossas vidas.
Folha de S. Paulo, 25 nov. 2007(adaptado).
Em 2008, foi comemorado o bicentenário da chegada da 
família real portuguesa ao Brasil. Nos textos, dois 
importantes historiadores brasileiros se posicionam diante de
um dos possíveis legados desse episódio para a história do
país. O legado discutido e um argumento que sustenta a
diferença do primeiro ponto de vista para o segundo estão
associados, respectivamente, em:
a. Integridade territorial – Centralização da administração
régia na Corte.
b. Desigualdade social – Concentração da propriedade
fundiária no campo.
c. Homogeneidade intelectual – Difusão das ideias liberais
nas universidades.
d. Uniformidade cultural – Manutenção da mentalidade
escravista nas fazendas.
e. Continuidade espacial – Cooptação dos movimentos
separatistas nas províncias.
23. UNB
No tocante às transformações verificadas no Brasil durante a
crise do sistema colonial, julgue os itens seguintes.
(1) As críticas ao absolutismo feitas na Europa assumiram,
no Brasil, o sentido de críticas ao sistema colonial.
(2) Em princípio, a Coroa funcionava como mediadora dosconflitos entre seus súditos, como no caso das divergências
entre os produtores no Brasil e os comerciantes de Portugal.
(3) Chegando ao Brasil, uma das primeiras medidas
tomadas por D. João foi a abertura dos portos brasileiros ao
comércio direto estrangeiro.
(4) A invasão francesa na Península Ibérica e a transferência
da corte portuguesa para o Brasil pouco modificaram as
relações entre metrópole e colônia.
a. V - V - F - F.
b. F -V -F - F.
c. F - F - V - V.
d. V - V - V - F.
e. V - F - V - V.
24. UNAMA 2013
Os primeiros atos da regência Joanina no Brasil resultaram
do movimento – definido pelas guerras napoleônicas –
destacando-se a abertura dos portos às nações amigas (em
28 de janeiro de 1808) que quebrou o fim de monopólio
comercial característico da condição de colônia.
(NEVES, Lucia Bastos Pereira das. A vida política. In SILVA, Alberto da Costa
e (org.) Crise colonial e independência (1808-1830) Rio de Janeiro: Objetiva,
2011, p.78).
O ato acima descrito trouxe para Portugal continental um (a)
a. período de prosperidade, pois após a expulsão das tropas
francesas do território português, as manufaturas lusas
passam a desfrutar de incentivos técnicos levados pelos
ingleses para Lisboa, o que contribuiu para que seus
produtos ganhassem qualidade e mantivessem sua
exportação para o vasto império colonial.
b. exclusão total do comércio com o Brasil e demais colônias
portuguesas, isto porque, as condições impostas pelos
Tratados assinados com a Inglaterra em 1810, dava a esse
país o monopólio da atividade comercial por um período de
20 anos.
c. situação financeira difícil, pois os comerciantes
portugueses, assim como os donos de manufaturas
constataram que não estavam excluídos do comércio com o
Brasil, mas teriam que competir com produtos e
comerciantes de outros lugares, particularmente os ingleses,
grandes beneficiados com a assinatura dos Tratados de
1810.
d. confortável situação econômico-financeira, pois a aliança
materializada, a partir da assinatura com a Inglaterra, dos
Tratados de Comércio e Navegação e Aliança e Amizade,
em 1810, dava aos produtos portugueses em Londres, as
mesmas vantagens alfandegárias concedidas aos produtos
ingleses no Brasil,
25. UNIMONTES 2009
A abertura dos portos brasileiros, em 1808, produziu, entre
outros efeitos, o/a
a. enfraquecimento do domínio lusitano sobre a economia
brasileira.
b. crescimento expressivo do tráfico negreiro, estimulado
pelos ingleses.
c. crescimento duradouro da indústria local, por causa do fim
do monopólio português.
d. adesão do Brasil ao bloqueio continental e a conseqüente
separação de Portugal.
26. UPE 2014
A instalação do aparelho de Estado português no Rio,
proclamando a intenção de fundar um grande Império
Luso-brasileiro que recuperasse a posição de Portugal no
sistema de equilíbrio europeu, deu seguramente inflexão
imprevista à emancipação da América Portuguesa.
(MELLO, Evaldo Cabral de. A outra independência: O federalismo
pernambucano de 1817 a 1824. São Paulo: Editora 34, 2004, p. 27.)
Sobre a realidade apresentada no texto, assinale a
alternativa CORRETA.
a. O apoio britânico à coroa portuguesa conseguiu postergar
a emancipação da América Portuguesa para a segunda
metade do século XIX.
b. A crise do sistema colonial já se fazia presente na
América Portuguesa antes da chegada da família real ao
Brasil, como atestam as conjurações mineira e baiana ainda
no século XVIII.
c. No processo de transmigração da coroa lusitana para o
Brasil, o apoio logístico dos franceses foi essencial para o
sucesso da empreitada.
d. A Igreja apoiou o movimento emancipacionista, como
atesta o movimento pernambucano de 1817.
e. A França foi o primeiro país europeu a reconhecer a
Independência do Brasil.
27. UPE 2014
A crise do sistema colonial no Brasil foi marcada pela
ocorrência de várias revoltas políticas. Em Pernambuco,
podemos destacar a
a. Revolução de 1817.
b. Confederação do Equador.
c. Praieira.
d. Guerra de Palmares.
e. Sabinada.
28. UFV 2011
Leia o texto abaixo:
Vários historiadores têm procurado entender a originalidade
da monarquia brasileira vinculando-a à chegada da família
real ao Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado
pensar numa colônia sediando a capital de um império.
Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a
“internalização da metrópole”, a instalação no Brasil da corte
portuguesa, que fugia das tropas napoleônicas, significou
não apenas um acidente fortuito, mas antes um momento
angular da história nacional e de um processo singular de
emancipação.
(SCHWARCZ, Lilia Moritz. Nasce um império nos trópicos. In: As barbas do
imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998, p. 35.)
Sobre o processo de “internalização da metrópole” e a
construção do Estado Nacional, é INCORRETO afirmar que:
a. no período em que a monarquia lusitana permaneceu
sediada no Brasil, a colônia passou por uma série de
mudanças políticas e econômicas significativas.
b. o Estado nacional e a sociedade brasileira sustentaram-se
no governo monárquico, na manutenção da unidade
nacional, no grande latifúndio agroexportador e no trabalho
escravo.
c. a elevação do Brasil a Reino Unido em 1815 reforçou seu
antigo estatuto colonial, acentuando a dependência política e
econômica da metrópole e impedindo a autonomia da
colônia.
d. ao retornar a Portugal em 1820, a monarquia lusitana
pretendeu submeter novamente o Brasil à condição de
colônia portuguesa, em uma tentativa de recolonização.
29. PUC-RJ 2008
Sobre as transformações político-sociais e econômicas
ocorridas durante a permanência da Corte portuguesa no
Brasil
(1808-1821), estão corretas as afirmações abaixo, À
EXCEÇÃO DE:
a. A vinda da família real para o Brasil transformou a colônia
no principal centro das decisões políticas e econômicas do
Império português.
b. A abertura dos portos favoreceu os interesses dos
proprietários rurais produtores de açúcar e algodão, uma vez
que se viram livres do monopólio comercial.
c. A permanência da Corte portuguesa no Rio de
Janeiro satisfez os interesses dos diferentes grupos sociais
da colônia e trouxe benefícios para todas as regiões do
Brasil.
d. Durante o Período Joanino, organizaram-se novos
órgãos e instituições, como o Banco do Brasil e a Casa da
Moeda.
e. Dentre as medidas que mudaram o perfil
político-econômico da colônia, destacaram-se os tratados de
Aliança e Amizade e de Comércio e Navegação, que deram
benefícios aos ingleses.
30. PUC-RJ 2006
Entre as ações empreendidas pelo governo joanino durante
a permanência da Corte portuguesa no Rio de Janeiro
(1808-1821), NÃO É CORRETO afirmar que houve:
a. a extinção do monopólio português sobre o comércio com
o Brasil.
b. a concessão de vantagens econômicas aos comerciantes
ingleses.
c. a suspensão do tráfico intercontinental de escravos.
d. a efetivação de uma política de expansão territorial.
e. a elevação do Brasil à condição de reino.
GABARITO: 1) d, 2) e, 3) c, 4) a, 5) b, 6) c, 7) b, 8) c, 9) c,
10) c, 11) b, 12) a, 13) c, 14) a, 15) d, 16) d, 17) b, 18) c, 19)
c, 20) c, 21) c, 22) a, 23) d, 24) c, 25) a, 26) b, 27) a, 28) c,
29) c, 30) c,

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