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Brazilian Journal of Development 
 
 Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n. 6, p.33293-33306, jun. 2020. ISSN 2525-8761 
33293 
A implementação da sistematização da assistência de enfermagem no ambiente 
hospitalar 
 
The implementation of the systematization of nursing care in the hospital 
environment 
 
DOI:10.34117/bjdv6n6-039 
 
Recebimento dos originais: 01/05/2020 
Aceitação para publicação: 02/06/2020 
 
Marcela Cordeiro Silva 
Discente do Curso de Enfermagem do Centro Universitário de Goiatuba UNICERRADO. 
E-mail: ma_marcela97@hotmail.com 
 
Jheniffer Sousa Macedo 
Enfermeira. Especialista em UTI. Docente do Centro Universitário de Goiatuba 
UNICERRADO. 
E-mail: jheniffersousa@hotmail.com 
 
Letycia Parreira de Oliveira 
Enfermeira.Especialista. Docente do Centro Universitário de Goiatuba UNICERRADO. 
E-mail: letyciaparreira@gmail.com 
 
Lucíola Silva Sandim 
Enfermeira. Doutoranda em Gerontologia (UCB). Docente do Centro Universitário de Goiatuba 
UNICERRADO. 
E-mail: luciola_sandim@yahoo.com.br 
 
RESUMO 
Objetivo: Identificar se existe a aplicação da SAE nos hospitais dentre suas dificuldades, facilitar 
no entendimento da implementação da SAE a fim de auxiliar na gerência de funcionários em um 
ambiente hospitalar. Metodologia estudo bibliográfico, apresentando caráter qualitativo, estudo 
ocorreu no período de agosto de 2019 a junho de 2020, publicações na base de dados: 
BVS ,COFEN, , MEDLINE e o SCIELO.Resultados: De 300 artigos encontrados na pesquisa foram 
separados 53 para leitura e somente 17 foram utilizados no trabalhos. Conclusão: A aplicação da 
Sistematização da Assistência de Enfermagem requer familiaridade dos diagnósticos de 
enfermagem e sensibilidade para adequar as necessidades do cliente às condições de trabalho o 
cuidado com o paciente e com os familiares a não aplicação da SAE compromete a segurança dos 
pacientes e também do próprio enfermeiro. 
Palavras chave: SAE, enfermagem, hospitais. 
ABSTRACT 
Objective: To identify if there is the application of SAE in hospitals among its difficulties, to 
facilitate the understanding of the implementation of SAE in order to assist in the management of 
employees in a hospital environment. Methodology bibliographic study, presenting a qualitative 
character, a study took place from August 2019 to June 2020, publications in the database: BVS, 
COFEN, MEDLINE and SCIELO. Results: Of 300 articles found in the research, 53 were separated 
for reading and only 17 were used in the work.Conclusion The application of Nursing Care 
Systematization requires familiarity with nursing diagnoses and sensitivity to adapt the needs of the 
mailto:ma_marcela97@hotmail.com
mailto:jheniffersousa@hotmail.com
mailto:letyciaparreira@gmail.com
Brazilian Journal of Development 
 
 Braz. J. of Develop., Curitiba, v. 6, n. 6, p.33293-33306, jun. 2020. ISSN 2525-8761 
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client to the working conditions, care for the patient and family members, the non-application of SAE 
compromises the safety of patients and also of the patient nurse. 
Keywords: SAE, nursing, hospitals. 
 
1 INTRODUÇÃO 
A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é descrita como método que busca a 
organização de informações, análise, interpretação e avaliação de dados, tem objetivo de reduzir as 
complicações que possam surgir durante o tratamento, contribuindo com a adaptação e recuperação 
do cliente. Através da SAE, o enfermeiro pode ofertar uma melhora na qualidade do atendimento 
prestado, assim como oferece ao profissional segurança e autonomia no cuidado. (LEFEVRE, 2002) 
Considera-se que a SAE representa um avanço para a enfermagem, como profissão, já que 
oferece ao enfermeiro autonomia, permitindo uma aproximação deste com o paciente e aplicando 
sistematicamente o cuidado necessário. A SAE proporciona organização, atendimento individual, 
humanizado, qualificado e integralizado, passando a analisar o paciente como um todo. O enfermeiro 
deve ter em mente a SAE como uma oportunidade de trabalho, visto que a aplicabilidade do processo, 
além de ser uma ação única e exclusiva do profissional, fornece maior segurança, pois os registros 
garantem respaldo legal e técnico. (COSTA, 2012) 
A implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) vem sendo 
amplamente discutida, sua finalidade é organizar o cuidado a partir de um método sistemático, tanto 
para a gestão quanto para a assistência de enfermagem. No entanto, são muitos os desafios para sua 
implementação, como a falta de conhecimento, ausência de educação permanente e a sobrecarga de 
trabalho. Apesar de todo o empenho dos Conselhos, Federal e Regionais, ainda se evidencia 
instituições de saúde em diversos níveis de implantação e implementação efetiva da SAE, seja no uso 
de seus recursos para registros físicos ou digitais, os quais implicam na prática assistencial do 
enfermeiro. Considera-se que a aplicação da SAE é a única possibilidade de o enfermeiro atingir sua 
autonomia profissional e constitui a essência de sua práxis. Dessa maneira, a formação de recursos 
humanos qualificados, principalmente junto aos programas de pós-graduação, pode ser uma 
oportunidade de alavancar e qualificar profissionais e as instituições de saúde nessa temática. (LINCH 
et al., 2019, p. 83) 
A falta de informação sobre o paciente é apontada como problema comum nos setores de 
emergência, uma vez que a maioria deles chega para sem a presença de um acompanhante. Todos os 
serviços de saúde que atendem à demanda de urgência e emergência tendem a sofrer com a lotação e 
alto fluxo de atendimentos diários, que não caracterizam a necessidade desse serviço e que poderiam 
ser resolvidos na Atenção Primária, porém o déficit de profissionais nesses locais e a falta de 
informação dos pacientes sobre qual serviço procurar complicam e contribuem para esse fator. 
(CORDEIRO et al., 2019, p. 31) 
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A SAE se identifica dentre as seguintes ideias: estratégia que norteia o cuidado; atividade 
exclusiva do enfermeiro; e é algo que não funciona na prática. A primeira ideia central - Estratégia 
que norteia o cuidado - fornece direção na prática de trabalho, auxilia na organização e no 
planeamento da assistência prestada, favorecendo melhor resultado na implementação do plano de 
cuidados. De tal forma o enfermeiro sente-se mais seguro durante a prestação dos cuidados, pois a 
SAE também permite uma conduta mais fundamentada, ancorada em conhecimento científico. Isto 
contribui para que o profissional deixe de atuar de forma intuitiva ou impulsiva, só cumprindo tarefas, 
como, na maioria das vezes, é visto. Com a SAE, o enfermeiro adquire a autonomia para a tomada 
de decisão, construindo assim o seu próprio conhecimento e contribuindo cada vez mais para 
consolidar a enfermagem como ciência. Resultados de estudos também mencionam que, com a 
utilização da SAE, os enfermeiros reconhecem que o foco da assistência deve ser o cliente. Mediante 
a sua aplicação, obtém-se a identificação dos problemas e necessidades, promove-se o planejamento 
e a organização e fundamentação dos cuidados, bem como facilita a prática assistencial do 
enfermeiro. (COSTA; SILVA, 2018, p. 142) 
A organização hospitalar é um dos mais complexos serviços de saúde devido à coexistência de 
inúmeros processos assistenciais e administrativos e, uma fragmentação dos processos de decisão 
assistencial com a presença de uma equipe multiprofissional com elevado grau de autonomia. Dessa 
forma, utiliza a tecnologia de forma intensiva e extensiva, podendo ainda, constituir-se em espaço de 
ensino e aprendizagem além de um campo de produção científica. Nesse contexto, o enfermeiro 
vivencia um desafio na edificação e compilação do conhecimento sobre o qual se fundamenta sua 
práticagerencial e assistencial, fazendo parte desse desafio o desenvolvimento do processo de 
trabalho da enfermagem, para concretizar a proposta de promover, manter ou restaurar o nível de 
saúde do paciente. Sendo assim, a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) vem para 
somar o planejamento, a execução, o controle e a avaliação das ações de cuidados diretos e indiretos 
aos pacientes. (SOARES; et al, 2015, p. 49) 
Segundo RESOLUÇÃO COFEN-358/2009 
 
 Art. 3º O Processo de Enfermagem deve estar baseado num suporte teórico que oriente 
a coleta de dados, o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem e o planejamento das 
ações ou intervenções de enfermagem; e que forneça a base para a avaliação dos resultados 
de enfermagem alcançados (COFEN-358, 2009) 
 
O Processo de Enfermagem, atua como um instrumento básico de trabalho da enfermagem em 
qualquer cenário de atenção direta ao paciente/cliente/usuário, orientado pelo menos por uma teoria 
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de enfermagem e composto por etapas ordenadas, sequenciais, dinâmicas, inter-relacionadas e 
interdependentes. É utilizado para sistematizar os cuidados dirigidos ao indivíduo, família ou 
comunidade. É importante observar que qualquer instituição de saúde, em qualquer nível: primário, 
secundário ou terciário, pode ter a assistência de enfermagem sistematizada, ou seja, organizada com 
protocolos, normas e rotinas, sem, no entanto, ter o Processo de Enfermagem, com todos seus 
elementos. (MARIA, 2020) 
É informado pelo COFEN-272/2002 – Revogada pela Resolução cofen nº 358/2009 que: 
 
A Sistematização da Assistência de Enfermagem – SAE, sendo atividade privativa do 
enfermeiro, utiliza método e estratégia de trabalho científico para a identificação das 
situações de saúde/doença, subsidiando ações de assistência de Enfermagem que possam 
contribuir para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde do indivíduo, 
família e comunidade. (COFEN, 272/2002) 
 
A Enfermagem, assim como várias profissões, sofreu modificações em sua assistência devido 
a todo cenário sociopolítico-econômico de sua trajetória histórica. Os saberes da profissão 
produzidos, difundidos, questionados, avaliados e reavaliados nas academias deve estar vinculado à 
prática assistencial dos cenários de atuação, desde o processo de formação. Há inúmeras discussões 
acerca das dificuldades de implantação da SAE, o principal fator para essa dificuldade seja a 
dissonância entre a metodologia da assistência ministrada nos cursos de graduação de Enfermagem e 
aquela supostamente adotada pelo serviço. Como consequência, os enfermeiros não conseguem 
implementar a SAE em sua prática, desvinculando mais uma vez a teoria da prática, comprometendo 
a qualidade de sua assistência. (MOSER, et al, 2018 , p. 999) 
Na enfermagem, como vocabulário técnico-científico Sistematização é definida de uma forma 
ampla, como o ato de dispor elementos de forma racional e coordenada para funcionarem 
integralmente no atendimento às necessidades de enfermagem do cliente em todos os aspectos 
relacionados à saúde. Assim, o termo pode ser entendido como um método, aplicado tanto no manejo 
de aspectos administrativos, assistenciais, de ensino e de pesquisa em enfermagem. (MARIA, 2020) 
No Histórico de Enfermagem é possível realizar um levantamento dos problemas do paciente, 
sendo este o primeiro passo para o processo de enfermagem. É composto pelo exame físico e a 
entrevista. Deve estar atento para a comunicação não-verbal (tiques faciais, de membros ou ombros; 
tremores, sudorese, respiração, pulsação, tosse, movimentos oculares), aceitando sempre o paciente 
como ele é, tratando-o de forma individualizada e nunca generalizada. (CAMPEDELLI et al., 1989) 
 Contribuir no entendimento da implementação da SAE no intuito de auxiliar na gerência 
dos servidores em um ambiente hospitalar. Apresentando ações efetivas para a aplicação da SAE. 
 
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2 METODOLOGIA 
Trata-se de um estudo de revisão narrativa da literatura. A busca ocorreu no período de agosto 
de 2019 a de abril 2020. Buscaram-se publicações na base de dados: BVS – Biblioteca Virtual em 
Saúde e Enfermagem ,COFEN (Conselho Federel de Enfermagem) ,LILACS (Literatura Latino- 
Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), MEDLINE (Sistema Online de Busca e Análise de 
Literatura Médica) e o SCIELO (Scientific Electronic Library Online )sobre a temática da 
implementação da sistematização da assistência de enfermagem no ambiente hospitalar publicados 
entre os anos de 2000 e 2020. Para a busca foram utilizados as seguintes palavras: “sistematização da 
assistência de enfermagem”, “importância e obstáculos dos profissionais de saúde”. 
Foram encontrados 300 artigos, destes 283 foram excluídos da amostra por não abordarem 
especificadamente o tema em estudo. Os critérios de inclusão foram: ano de publicação, que 
abordassem a temática proposta. Os critérios de exclusão foram: estudos que não tinha relação com 
o objetivo do trabalho e que não estivessem na íntegra. Devido aos critérios de seleção, restaram 
quinze artigos, utilizados para análise e discussão dos dados. O recorte temporal deu-se no sentido de 
buscar as publicações mais recentes na área. A análise realizada foi a análise temática dos dados, que 
resultaram em duas categorias: Vantagens da SAE e Obstáculos da SAE. 
 
QUADRO 1: DISTRIBUIÇÃO QUANTITATIVA DOS ARTIGOS. 
 ENCONTRADOS SELECIONADOS POR 
CRITERIOS 
USADOS NO 
ARTIGO 
BVS 182 28 04 
COFEN 03 03 03 
LILACS 85 07 04 
MEDLINE 08 02 01 
MINISTERIO DA 
SAÚDE 
01 01 01 
SCIELO 21 12 04 
TOTAL 300 53 17 
 
(Fonte: autoral) 
 
 
3 REVISÃO DA LITERATURA 
Existem diversos modos de sistematizar a assistência de enfermagem, entre os quais se podem 
citar os planos de cuidados, os protocolos, a padronização de procedimentos e o processo de 
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enfermagem. Trata-se de diferentes formas de se desenvolver o cuidado, ou seja, diversos métodos 
podem ser utilizados para se solucionar uma situação real em um determinado tempo, a fim de 
alcançar resultados positivos para a saúde dos pacientes. Essas modalidades de agir não são 
excludentes e têm naturezas diferentes. (SOARES et al., 2015, p. 50) 
De acordo com Teodoro (2015), é possível ressaltar que a aplicação da SAE requer tempo e 
qualidade, ou seja, um olhar holístico voltado ao cliente, priorizando dados dentro de uma 
investigação, realizando um levantamento de tudo que antecede possíveis causas que levem o cliente 
a necessitar de ajuda, acompanhado de um exame físico criterioso, para então desenvolver o plano de 
cuidados específico a cada indivíduo. Segundo Teodoro (2015) os gestores de hospitais ou de 
unidades de atendimento básico de saúde tem a preocupação de atender, se esquecendo de que cada 
cliente é único com situações específicas e individuais. 
Utilizar teorias e métodos de Enfermagem ao campo de prática profissional remete à 
visibilidade da profissão e ao reconhecimento dos pares e de outros profissionais de saúde, 
descaracteriza o tecnicismo (rótulo empregado diversas vezes à Enfermagem) e a repetição de ações 
rotineiras, desencadeando uma prática equânime e segura ao profissional. (MOSER, et al, 2018, p. 
1001) 
O apoio da administração do hospital é essencial já que é ela que irá viabilizar os recursos 
necessários para implantação e manutenção da SAE, por isso é pertinente que sejam realizadas 
discussões nas instituições sobre seus aspectos e o real papel do enfermeiro. (MARIA; QUADROS; 
GRASSI, 2012, p. 299) 
As questõesassociadas à segurança do paciente são um grave problema de saúde pública em 
todo mundo, uma vez que o risco e a ocorrência de eventos adversos/iatrogenias têm aumentado em 
todos os ambientes da saúde, fatos estes relacionados principalmente ao maior número de opções 
terapêuticas e diagnósticas. Observa-se ainda que, mesmo em instituições de saúde mais bem 
estruturadas, os pacientes e familiares estão em constante risco de serem vítimas de erros e/ou eventos 
adversos evitáveis. Desta forma, como recurso para a Sistematização da Assistência de Enfermagem, 
além da implantação do Processo de Enfermagem, se faz necessário a adoção de medidas 
sistematizadas, visando a prevenção dos riscos e a segurança dos usuários dos serviços de saúde. 
(SANTOS, et al, 2016, p. 40) 
Silva et al. (2011 , p. 1982) nos diz que a aplicação da SAE envolve mais do que uma sequência 
de passos para serem seguidos, requerendo do profissional maior familiaridade dos diagnósticos de 
enfermagem e sensibilidade para adequar as necessidades do cliente às condições de trabalho, 
tornando-as menos simples do que sugere a teoria. 
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O enfermeiro em âmbito hospitalar desenvolve inúmeras tarefas com alto grau de exigências e 
responsabilidades as quais dependendo da forma como estão sistematizadas e do seu conhecimento 
acerca das ferramentas gerenciais capaz de auxiliá-lo, podem prejudicar a qualidade da assistência 
prestada. (SOARES et al., 2015, p. 51) 
 Medeiros, Santos e Cabral (2013 , p. 48) destaca que as dificuldades enfrentadas pelos 
enfermeiros para implantação da SAE são o número reduzido de profissionais de enfermagem, a falta 
de credibilidade dos técnicos de enfermagem frente ao sistema e a sobrecarga de trabalho do 
enfermeiro justificando que a sobrecarga de trabalho do enfermeiro, associada ao número reduzido 
de profissionais de enfermagem nas instituições de saúde, tem interferido diretamente na aplicação 
do processo de enfermagem. 
Porém, o cenário hospitalar, não raro, é precário em recursos físicos e humanos, necessários 
para a implementação da SAE os pacientes atendidos no pronto-socorro geralmente encontram-se 
bastante ansiosos e estressados devido a situação crítica de saúde e ao ambiente que culturalmente 
está associado a sentimentos de temor e morte, portanto, eles exigem uma maior atenção nos aspectos 
relacionados a interação e comunicação, necessitando que o profissional tenha empatia, sendo 
sensível ao sofrimento humano em relação a todo o contexto em que o paciente e sua família estão 
inseridos. A SAE neste ponto proporciona envolvimento dos profissionais em um atendimento 
individualizado, ou seja, a estruturação e aplicação de um plano de assistência orientado 
particularmente a cada paciente garante que suas peculiaridades sejam respeitadas, articulando os 
métodos terapêuticos às suas características próprias. (MARIA; QUADROS; GRASSI, 2012, p. 300) 
A uma inexistência de formulários da SAE mesmo onde eles existem, alguns enfermeiros 
negaram o manuseio deles, indicando uma assistência distanciada da fundamentação teórica. Os 
formulários são importantes porque padronizam os registros e respaldam legalmente as ações de 
enfermagem. As anotações devem conter termos técnicos, numa sequência lógica e objetiva, para que 
permita a continuidade do planejamento dos cuidados prestados. Mantê-los arquivados junto ao 
prontuário do cliente é útil para consulta de pesquisa e ensino, fonte de dados e para processos 
administrativos. (SILVA et al., 2011, p. 1384) 
Observam-se dificuldades de relacionar a teoria à prática, quando se trata de SAE, pois se têm 
dificuldade de operacionalizá-la, por considerarem uma atividade teórica, que se encontra apenas no 
papel, muito distante da realidade. (MEDEIROS; SANTOS; CABRAL, 2013, p. 50) 
A não utilização da SAE pelos profissionais deve-se ao distanciamento entre o pensar e o fazer, 
entre teoria e prática, principalmente por não haver uma preocupação maior com a qualidade da 
assistência e sim com a demanda do serviço. (SILVA et al., 2011, p. 1384) 
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Para uma efetiva implantação da SAE, é necessário comprometimento da gestão de 
enfermagem com a proposta, promovendo reuniões e elaborando um plano de ação, incluindo a 
sensibilização da equipe para a importância dessa metodologia. Devendo também promover um 
estudo aprofundado do tema com o envolvimento de toda a equipe, bem como construir coletivamente 
os meios para viabilizar a execução do processo. A SAE deve ser reconhecida por todos os 
profissionais de enfermagem como uma metodologia de trabalho que visa a promover um cuidado 
sistematizado ao cliente. (MEDEIROS; SANTOS; CABRAL, 2013, p. 51) 
Enfermeiros realizam a SAE na prática cotidiana, mesmo sem compromisso com a 
metodologia, essa situação subsidie à falta de conhecimento teórico que refere ao processo de 
enfermagem ou mesmo ao funcionamento do processo em si. Entretanto a SAE representa aos 
profissionais de enfermagem, instituição e clientes um importante instrumento técnico-científico 
capaz de assegurar a qualidade e a continuidade da assistência de enfermagem e a contenção de 
custos, sendo uma garantia para fins legais, elaborada pelo enfermeiro ela permite a integralidade do 
cuidado humanizado e a valorização do enfermeiro sua equipe. (MEDEIROS; SANTOS; CABRAL, 
2013, p. 52) 
Em art. 6° da resolução do Cofen n° 543/2017 é fornecido pelo enfermeiro o registro diário 
da(s):- ausências ao serviço de profissionais de enfermagem; presença de crianças menores de 06 
(seis) anos e de clientes crônicos, com mais de 60 (sessenta) anos, sem acompanhantes; e classificação 
dos clientes segundo o SCP, para subsidiar a composição do quadro de enfermagem para as unidades 
assistenciais. Disposto em art° dessa mesma resolução que dá garantia a autonomia do enfermeiro 
nas unidades assistenciais, para dimensionar e gerenciar o quadro de profissionais de enfermagem, 
descritos nos incisos a seguir. 
 
§ 1º – O responsável técnico de enfermagem da instituição de saúde deve gerenciar os 
indicadores de performance do pessoal de enfermagem. 
§ 2º – Os indicadores de performance devem ter como base a infraestrutura institucional e os 
dados nacionais e internacionais obtidos por “benchmarking”. 
§ 3º – Os índices máximo e mínimo de performance devem ser de domínio público. 
 
Art. 8º – O responsável técnico de enfermagem deve dispor de 3 a 5% do quadro geral de 
profissionais de enfermagem para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e 
participação de programas de educação continuada. 
Com a utilização da SAE, há uma melhora significativa da qualidade da assistência, a profissão 
ganha cientificidade, além de garantir vantagens, como promoção da integração entre a equipe de 
enfermagem e demais membros da equipa de saúde, pacientes e familiares. Entretanto, ainda a falta 
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de consciencialização para o fortalecimento da implementação da SAE, pois são poucas as 
instituições que fazem uso dessa metodologia. (COSTA; SILVA, 2018, p. 144) 
Acredita-se na importância da educação permanente nos serviços de saúde, tendo em vista que 
vários profissionais, ao adentrarem o mercado de trabalho, sobrecarregados em cargas horárias 
abusivas, acabam distanciando-se do processo contínuo de formação profissional. A educação 
permanente torna-se também espaço oportuno para a tomada/retomada de assuntos inerentes à prática 
profissional, porém sem espaço para discussões por parte dos profissionais que os utilizam como 
ferramentasde trabalho. O processo de Enfermagem acontece sob a direção do enfermeiro, porém 
toda equipe de Enfermagem deve estar envolvida para que seu resultado seja positivo; logo, atina-se 
para a necessidade de capacitação e estímulo aos técnicos e auxiliares na efetivação de todo o 
processo. (MOSER et al, 2018, p. 1003) 
O art. 8° da resolução do Cofen n° 543/2017 diz que o responsável técnico de enfermagem deve 
dispor de 3 a 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem para cobertura de situações 
relacionadas à rotatividade de pessoal e participação de programas de educação continuada. 
 
Parágrafo único – O quantitativo de Enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, 
educação continuada e comissões permanentes, deverá ser dimensionado de acordo com a 
estrutura da organização/empresa. 
 
Os enfermeiros alinham a realização da sistematização como uma etapa do processo de trabalho 
que envolve apenas o preenchimento da ferramenta no prontuário do paciente. O método constitui-se 
em um processo mental que envolve o pensar, investigar, planejar e propor ações, sendo que o registro 
dessa ação é o que evidencia a sua aplicabilidade e importância na prática, e nota-se que a SAE ocorre, 
porém, de forma fragmentada e apenas como forma de processo mental.Alinhado à forma de trabalho 
do setor e às tecnologias e ferramentas à disposição pelos enfermeiros, os enfermeiros avaliam de 
forma positiva o uso de ferramentas informatizadas visando a SAE. (CORDEIRO et al., 2019, p. 33) 
Existe um programa dentro da SAE que os enfermeiros reconhecem como ferramenta 
importante, chamado PEP (Prontuario Eletronico do Paciente ), ele apresenta dificuldades pela 
necessidade de otimizar o tempo, devido à alta rotatividade de pacientes e acúmulo de tarefas, falta 
de informações sobre o paciente, mudança das necessidades do paciente de forma rápida, falta de 
recursos humanos e materiais, o que acarreta na falta de registro no PEP. Há uma necessidade de 
adequação do PEP, para que se tenha maior praticidade na realização dos registros, sendo ele uma 
ferramenta que contribui para a SAE no setor de emergência e permite que as informações registradas 
sejam facilmente acessadas a qualquer momento. No entanto, o processo de trabalho e o perfil dos 
pacientes atendidos configuram-se como obstáculos para a consolidação da SAE nesse setor. 
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Considera-se como limitação do estudo o fato de que a amostra se restringiu aos enfermeiros, não 
abrangendo toda a equipe de enfermagem que é parte fundamental da SAE. (CORDEIRO et al., 2019, 
p. 35) 
Ao se tratar do conhecimento dos profissionais acerca da legislação que rege a SAE, existe um 
maior percentual de acertos. Dessa forma, infere-se que houve entendimento sobre o que define a 
legislação que regulamenta o exercício da profissão, bem como a obrigatoriedade da SAE em 
estabelecimentos que utilizem o cuidado profissional de enfermagem. Embora seja obrigatória, a SAE 
ainda é subutilizada. Este estudo foi relevante visto que o conhecimento da equipe de enfermagem 
sobre a SAE interfere diretamente na assistência integralizada e individualizada ao paciente, além 
disso, uma assistência sem embasamento teórico científico sólido e sem conscientização coletiva da 
sua importância torna o cuidado mecanizado e voltado apenas para o cumprimento de obrigações 
como empregado. (MOLA et al., 2019 , p. 888) 
É apresentado sob Prescrição de Enfermagem foi apresentada na Resolução 272(4:2) como “o 
conjunto de medidas decididas pelo enfermeiro, que direciona e coordena a assistência de 
Enfermagem ao paciente de forma individualizada e contínua…” e Evolução de Enfermagem como 
o registro feito pelo enfermeiro após a avaliação do estado geral do paciente, onde constam os 
problemas novos identificados, um resumo sucinto dos resultados dos cuidados prescritos e os 
problemas a serem abordados nas 24 horas subsequentes. Pela minha avaliação, ambas as definições 
eram pertinentes para a época e centradas nos pontos principais: medidas e avaliação dos resultados 
dos cuidados prescritos pelo enfermeiro. Porém, não vejo a evolução limitada a 24 horas 
subsequentes, o que é válido apenas para pacientes institucionalizados e instáveis. Pacientes crônicos, 
acompanhados em consultas de enfermagem e em visitas domiciliares podem ter a evolução 
estabelecida em prazos diferentes. (MARIA, 2020) 
A resolução - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013 estabelece em art. 2° que se aplica aos 
serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles 
que exercem ações de ensino e pesquisa. 
 
Parágrafo único. Excluem-se do escopo desta Resolução os consultórios 
individualizados, laboratórios clínicos e os serviços móveis e de atenção domiciliar. 
Em art. 4º A direção do serviço de saúde deve constituir o Núcleo de Segurança do Paciente 
(NSP) e nomear a sua composição, conferindo aos membros autoridade, responsabilidade e poder 
para executar as ações do Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde. E explicita no art. 
6º que o NSP deve adotar os seguintes princípios e diretrizes: 
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I - A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde; 
II - A disseminação sistemática da cultura de segurança; 
III - A articulação e a integração dos processos de gestão de risco; 
IV - A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde. 
Art. 8º O Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (PSP), elaborado pelo NSP, 
deve estabelecer estratégias e ações de gestão de risco, conforme as atividades desenvolvidas 
pelo serviço de saúde para: 
I - identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de 
saúde, de forma sistemática; 
II - integrar os diferentes processos de gestão de risco desenvolvidos nos serviços de saúde; 
III - implementação de protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saude; 
IV - identificação do paciente; 
V - higiene das mãos; 
VI - segurança cirúrgica; 
VII - segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos; 
VIII - segurança na prescrição, uso e administração de sangue e hemocomponentes; 
IX - segurança no uso de equipamentos e materiais; 
X - manter registro adequado do uso de órteses e próteses quando este procedimento for 
realizado; 
XI - prevenção de quedas dos pacientes; 
XII - prevenção de úlceras por pressão; 
XIII - prevenção e controle de eventos adversos em serviços de saúde, incluindo as infecções 
relacionadas à assistência à saúde; 
XIV- segurança nas terapias nutricionais enteral e parenteral; 
XV - comunicação efetiva entre profissionais do serviço de saúde e entre serviços de saúde; 
XVI - estimular a participação do paciente e dos familiares na assistência prestada. 
XVII - promoção do ambiente seguro 
 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
A aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem envolve mais do que uma 
sequência de passos para serem seguidos, requerendo familiaridade dos diagnósticos de enfermagem 
e sensibilidade para adequar as necessidades do cliente às condições de trabalho o cuidado com o 
paciente e com os familiares. 
 Destaca-se que a não aplicação da SAE a grande maioria das vezes se dá por falta da adesão 
dos profissionais, refletindo diretamente no déficit da assistência e comprometendo a segurança dos 
pacientes assistidos. 
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Para uma implantação da SAE, é necessário comprometimento da gestão de enfermagem com 
propostas, promovendo reuniões e elaborando um plano de ação, incluindoa sensibilização da equipe 
para a importância dessa metodologia, para sua segurança e para a do paciente. 
 
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