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Cilindro músculo-cartilaginoso - medianamente na região anterior do pescoço Interna - mucosa Totalmente revestida por epitélio respiratório, exceto pelas pregas vocais Fixa-se: (através de ligamentos e músculos) Superior -> hipofaringe Inferior -> traqueia Abre-se: Superior -> hipofaringe Inferior -> traqueia LARINGELARINGE LARINGE Importante relação com a laringe Corpo Corno maior Corno menor Sustentação laríngea Toda musculatura infra e suprahioidea vão ser responsáveis pelos movimentos da laringe durante a mastigação e deglutição Proteção de via aérea Não ligado ao esqueleto OSSO HIOIDE Participam da respiração, fonação e proteção Epiglote - 1 Tireoide - 1 Cricoide - 1 Aritenoides - 2 CARTILAGENS Cartilagem elástica Ímpar Fica em uma posição mediana Tem muitas terminações nervosas - altamente sensível Muito importante no reconhecimento para proteção da via aérea inferior Em crianças a laringe é mais alta - é fácil ver a epiglote na oroscopia da criança! Tem várias depressões e forames EPIGLOTE Ímpar Bífida Formato de livro aberto para trás Escudo de proteção Eminência anterior - no homem, por conta da testosterona é mais proeminente (pomo de Adão) Partes Bordo superior Bordo inferior Cornos sup Cornos inferiores CARTILAGEM TIREOIDE C6 Formato de anel com monograma com medalhão para trás Divide-se em: Lâmina e arco Interna - subglote Posteriormente se articula com as aritenoides CARTILAGEM CRICOIDE São duas Localizadas na parte superior e posterior da cricoide Inserção das PPVV Apófise ou processo muscular: Posterior e externa (mm cricoaritenoideos posterior e lateral) Apófise ou processo vocal: Mm tireoaritenoideos (PPVV - pregas vocais) Onde as pregas vocais vão se inserir! CARTILAGENS ARITENOIDES Sinovial Corno menor da cartilagem tireoide e a face articular lateral da cricoide Movimentos de deslizamento e báscula - promove o estiramento e o "encolhimento" das pregas vocais Quando aumenta a superfície ântero-posterior da glote e estira as PPVV Esse movimento é o que modula os tons graves e agudos LARINGELARINGE ARTICULAÇÃO CRICOTIREOIDEA É a mais complexa da laringe Situa-se entre as facetas articulares de ambas as cartilagens Sinovial, capsular Tem forma elíptica ARTICULAÇÕES CRICOARITENOIDEA Espaço entre as pregas vocais Divide-se em: Glote fonatória/ membranosa Anterior Médio Local onde ficam os nódulos vocais (abaulamentos brancos) Posterior Lesões do terço médio e anterior são, em geral, causadas por fonotrauma - disfonia Glote respiratória Lesões aqui, não há a disfonia como sintoma comum Em geral: granulomas de prega vocal (vermelho) GLOTE EXTRÍNSECOS Supra-hioideos Elevam o hioide e são considerados elevadores da laringe; Entram em ação na fase final da fase faríngea da deglutição, a fim de proteger a via aérea inferior Digástrico Milo-hioideo Estilo-hioideo Gênio-hioideo Infra-hioideos Abaixam a laringe e levam ela ao lugar de origem após a deglutição Esterno-hioideo Esterno-tireoideo Omo-hioideo Tireo-hioideo Constritor médio e inferior da faringe Constrição na fase de deglutição e proteção de via aérea inferior INTRÍNSECOS Abdutores Abrem as pregas vocais Cricoaritenoideos posteriores Adutores Aproxima as pregas vocais Cricoaritenoideos laterais Aritenoideos Tireoaritenoideos (m. vocal) Tensores Movimento de báscula das pregas vocais Cricotireoideos MÚSCULOS DA LARINGE Supraglote Vem do broto digestório Vai da ponta da epiglote até a borda superior das pregas vocais Glote - entre as pregas vocais Subglote Vem do broto respiratório Porção inferior das PPVV até o final da cartilagem cricoide CAVIDADE LARÍNGEA Função respiratória Face posterior da cricoide - processo muscular aritenoide Gira os processos vocais para fora promovendo a abertura das pregas vocais LARINGELARINGE MM. CRICOARITENOIDEOS POSTERIORES FEIXE EXTERNO Adutor Processo muscular da aritenoide Contração isométrica: aumento da força com mesmo comprimento Produção e manutenção da firmeza glótica FEIXE INTERNO Tensor Processo vocal da aritenoide Promove contrações isotônicas - sons graves M. TIREOARITENOIDEO Cricoide e processo muscular da aritenoide Gira o processo vocal internamente provocando adução parcial, isto é, da porção membranosa É parcial porque a glote respiratória (entre as cartilagens aritenoides) permanece aberta MM. CRICOARITENOIDEOS LATERAIS Ou inter-aritenoideo Ramos transverso e oblíquo Aproxima as bases das cartilagens aritenoides - fechando (aduzindo) a porção cartilaginosa da glote MÚSCULO ARITENOIDEO Tensor Porção reta e oblíqua Báscula anterior da tireoide "esticando" as pregas vocais Diminuindo a massa mucosa livre para vibrar -> emitindo sons agudos É INERVADO PELO N. LARINGEO SUPERIOR externo (RAMO DO VAGO NC X) Os outros anteriormente citados são inervados pelo n. laringeo inferior A inervação sensitiva da laringe é pelo n. laringeo superior interno; M. CRICOTIREOIDEO Em forma de ampulheta: Muitos linfáticos em supraglote Poucos linfáticos em glote Muitos linfáticos em região de subglote Na disseminação tumoral - tumores de supraglote e subglote têm disseminação linfática quase que certa LARINGELARINGE DRENAGEM LINFÁTICA Funções Proteção Respiração Fonação PROTEÇÃO DE VIAS AÉREAS Deglutição - fase faríngea: Fechamento velo-faríngeo Peristalse faríngea Proteção da via aérea: fechamento pela musculatura adutora e elevação pelos mm supra- hioideos e epiglote fechando passivamente Abertura do esfíncter superior do esôfago ELEVAÇÃO E FECHAMENTO DA LARINGE RESPIRAÇÃO Resistor de resistência variada Regula o fluxo ins e expiratório Cricoaritenoideo posterior - diminui a resistência Contração ocorre sistematicamente antes da contração diafragmática Ritmo acentuado pela hipercapnia e obstrução ventilatória FONAÇÃO Menos vital das funções laríngeas Fala Produção do som glótico - vibração Ressonância do som Articulação do som Voz - é o som Teoria mio-elástica Músculos em posição fonatória (massa, tensão e elasticidade) Forças aerodinâmicas - Efeito Bernoulli Afirma que toda a musculatura encontra-se em posição fonatória (adução), com as pregas vocais aproximadas. O efeito Bernoulli mostra que o aumento da pressão gerada pela passagem de ar pela laringe vai causar aproximação considerável e afastamento, gerando a voz; A partir da musculatura tensora -> modula-se a voz FISIOLOGIA Camada epitelial Membrana basal Lâmina própria Camada superficial - espaço de Reinke Mais fluida e permite o deslizamento do epitélio da prega vocal sobre o ligamento vocal Camada intermediária Camada profunda Intermediária + profunda = ligamento vocal Músculo tireoaritenoideo HISTOLOGIA DAS PREGAS VOCAIS Sintomas laríngeos: Alteração da voz; Dor; Dispneia; Estridor; Tosse; Disfagia; Pigarro ANAMNESE Avaliação perceptiva e auditiva da voz - RASATI avalia: Rouquidão: decorre de um processo inflamatório por alteração na vascularização. Aspereza: ausência de movimento mucoventilatório com enrijecimento do tecido. Soprosidade: decorrente de fenda glótica, não havendo o fechamento completo das pregas vocais e gerando um som de fraca intensidade e com pausas por escape de ar. Astenia: voz de fraca intensidade, sem energia, geralmente de origem neurológica. Tensão: decorre do fechamento glótico intenso, semelhante a um som estrangulado. Disfonia espasmósdica Instabilidade. VISUALIZAÇÃO LARÍNGEA Laringoscopia indireta Espelho de Garcia; Laringoscópios rígidos e flexíveis; Estroboscopia. Laringoscopia direta Laringoscópio de suspensão; Laringoscópio; Microscopia. PALPAÇÃO CERVICAL LARINGELARINGE EXAME FÍSICO