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1 UTFPR 2016 Para além das conquistas militares, um dos 
mais importantes feitos de Alexandre, o Grande, foi fa-
vorecer o surgimento de uma nova cultura, com forte 
influência grega. As cidades de Alexandria, no Egi-
to, Pérgamo, na Antióquia, e a Ilha de Rodes, no Mar 
Egeu, constituíram-se em centros difusores de novos 
valores e de novos saberes, que se estenderam pelas 
artes, pelas ciências e por novas vertentes filosóficas. 
O nome dado a essa expressão cultural foi:
A modernista.
b renascentista.
c contemporânea.
d realista.
e helenística.
2 Fatec 2019
Tapeçaria funerária, linho, 1.75m x 1,25m. Sacara, 
Egito, séc. I a.C. Aegyptisches Museum, Berlim.
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o.
A figura mostra uma tapeçaria funerária produzida no 
Egito, durante o chamado Período Helenístico, retra-
tando um homem vestido como grego, posicionado 
entre dois deuses egípcios, Osíris e Anúbis.
Assinale a alternativa que explica, corretamente, a 
fusão das culturas grega e egípcia representada na 
tapeçaria.
A As sucessivas incursões militares empreendidas 
pela rainha Cleópatra VI nos territórios gregos pro-
porcionaram o contato dos egípcios com a arte e 
a filosofia helenística, cuja concepção estética in-
fluenciou a produção dos artesãos do Baixo Egito.
b Educado por Aristóteles, o faraó Menés, responsá-
vel pela unificação dos reinos do Baixo e do Alto 
Egito, tornou-se grande admirador da arte e da fi-
losofia gregas, e foi o responsável pela difusão da 
cultura helenística em seu império.
Revisando
c A política expansionista de Alexandre, o Grande, 
promoveu o contato dos gregos com outros povos 
da Europa, da Ásia e da África, e originou a cultura 
helenística, caracterizada pela miscigenação de di-
versos elementos culturais.
d Os egípcios tomaram contato com a cultura helenís-
tica por meio do comércio com os povos visigodo, 
ostrogodo, viking e alano que, partindo do norte da 
Europa, navegavam até o Nilo levando produtos de 
diferentes procedências.
e Resultado da união política da Grécia e do Egito, por 
meio do casamento de Alexandre, o Grande, com 
Cleópatra VI, a cultura helenística foi imposta, muitas 
vezes à força, a todos os súditos do novo império.
3 UFG 2014 Leia o texto a seguir.
Alexandre não tentou reorganizar a cidade, como 
pretendiam Platão e Aristóteles, mas inaugurou um novo 
modo de governar. Nesse sentido, a sua ação contrariou 
profundamente as orientações que recebera de Aristóteles.
MARTINS, O. S.; MELO, J. J. P. A paideia helenística. Apud ROSSI, 
A. L. D. O. C. (Org.). Migrações e imigrações entre saberes, culturas 
e religiões no mundo antigo e medieval. Assis: Unesp, 2009. p. 35.
O fragmento se refere ao governo do imperador Ale-
xandre Magno no século IV a.C. A partir da análise 
do texto e considerando o contexto a que se refere, 
destaca-se, como uma das características do governo 
de Alexandre Magno, a
A ênfase na política de paz com os impérios orientais, 
por meio de alianças com os persas e os egípcios, 
colocando fim à expansão grega.
b afirmação da cultura grega como a forma de ex-
pressão aceita, estabelecendo o sofismo como 
base para o governo da pólis.
c adoção da religião politeísta e antropomórfica, 
composta de vários deuses que se assemelhava 
aos homens, substituindo a adoração ao imperador.
d valorização da filosofia como fundamento da vida 
cívica, utilizando o estoicismo e o epicurismo para 
justificar a existência da pólis.
e retomada do despotismo em que a autoridade do 
governo era inquestionável, sepultando as conquis-
tas de direitos que fundamentaram a democracia.
4 Unicentro 2012 A alternativa que corresponde à periodi-
zação do tempo histórico da Filosofia antiga grega é a
A Grécia Arcaica (séculos VII e VI a.C.); Grécia 
Clássica (séculos V e IV a.C.); Grécia Helenística 
(séculos III a.C. — III d.C.).
b Grécia Arcaica (séculos VII e VI a.C.); Guerras 
Médicas (século IV a.C.).
c Grécia Helenística (séculos III a.C. — III d.C.) e 
Império Egípcio.
d Grécia Clássica (séculos V e IV a.C.); Roma Antiga 
(século I).
e Grécia Antiga; Mesopotâmia e Império Babilônico.
FILOSOFIA Capítulo 6 Filosofia Helenística 68
5 UEM 2013 “Acostuma-te à ideia de que a morte para nós 
não é nada, visto que todo bem e todo mal residem nas 
sensações, e a morte é justamente a privação das sensa-
ções. A consciência clara de que a morte não significa 
nada para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem 
querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o de-
sejo de imortalidade. Não existe nada de terrível na vida 
para quem está perfeitamente convencido de que não há 
nada de terrível em deixar de viver. É tolo, portanto, quem 
diz ter medo da morte, não porque a chegada desta lhe 
trará sofrimento, mas porque o aflige a própria espera.”
(Epicuro, Carta sobre a felicidade [a Meneceu]. São Paulo: 
ed. Unesp, 2002, p. 27. In: COTRIM, G. Fundamentos 
da Filosofia. SP: Saraiva, 2006, p. 97).
A partir do trecho citado, é correto afirmar que
01 morte, por ser um estado de ausência de sensação, 
não é nem boa, nem má.
02 a vida deve ser considerada em função da morte 
certa.
04 o tolo não espera a morte, mas vive apoiado nas 
suas sensações e nos seus prazeres.
08 a certeza da morte torna a vida terrível.
16 a espera da morte é um sofrimento tolo para aquele 
que a espera.
Soma: 
6 UFSJ 2012 Sobre a ética na Antiguidade, é cORReTO 
afirmar que
A o ideal ético perseguido pelo estoicismo era um 
estado de plena serenidade para lidar com os 
sobressaltos da existência.
b os sofistas afirmavam a normatização e verdades 
universalmente válidas.
c Platão, na direção socrática, defendeu a necessi-
dade de purificação da alma para se alcançar a 
ideia de bem.
d Sócrates repercutiu a ideia de uma ética intimista 
voltada para o bem individual, que, ao ser exercida, 
se espargiria por todos os homens.
7 UFSJ 2011 Sobre o ceticismo, é cORReTO afirmar que
A os céticos buscaram uma mediação entre “o ser” e 
o “poder-ser”.
b o ceticismo relativo tem no subjetivismo e no relati-
vismo doutrinas manifestamente apoiadas em seu 
princípio maior: toda interatividade possível.
c Protágoras (séc. V a.C.), relativista, afirmou que “o 
Homem só entende a natureza porque o conheci-
mento emana dela e nela se instala”.
d Górgias (485-380 a.C.) e Pirro (365-275 a.C.) são 
apontados como possíveis fundadores do ceticis-
mo absoluto.
8 UEM O Período Helenístico inicia-se com a conquista 
macedônica das cidades-Estado gregas. As correntes 
filosóficas desse período surgem como tentativas de 
remediar os sofrimentos da condição humana indivi-
dual: o epicurismo ensinando que o prazer é o sentido 
da vida; o estoicismo instruindo a suportar com a mes-
ma firmeza de caráter os acontecimentos bons ou 
maus; o ceticismo de Pirro orientando a suspender os 
julgamentos sobre os fenômenos. Sobre essas cor-
rentes filosóficas, assinale o que for correto.
01 Os estoicos, acreditando na ideia de um cosmo 
harmonioso governado por uma razão universal, 
afirmaram que virtuoso e feliz é o homem que vive 
de acordo com a natureza e a razão.
02 Conforme a moral estoica, nossos juízos e paixões 
dependem de nós, e a importância das coisas pro-
vém da opinião que delas temos.
04 Para o epicurismo, a felicidade é o prazer, mas o 
verdadeiro prazer é aquele proporcionado pela 
ausência de sofrimentos do corpo e de perturba-
ções da alma.
08 Para Epicuro, não se deve temer a morte, porque 
nada é para nós enquanto vivemos e, quando ela 
nos sobrevém, somos nós que deixamos de ser.
16 O ceticismo de Pirro sustentou que, porque todas 
as opiniões são igualmente válidas e nossas sen-
sações não são verdadeiras nem falsas, nada se 
deve afirmar com certeza absoluta, e da suspensão 
do juízo advém a paz e a tranquilidade da alma.
Soma:
9 Unicentro Sobre o conceito de ética, analise as asser-
tivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s)
I. Para Aristóteles, as ações humanas não são como 
as operações naturais. Na natureza cada ser se-
gue necessariamente as exigências impostas por 
sua matéria e por sua forma, ou seja, o acidente é 
secundário. Em relação às ações humanas dá-se 
exatamente o contrário, nelas o acidente predo-
mina, pois embora o homem possua vontade e 
poder de escolher a ação que deseja realizar, ele 
também se engana e pode não alcançar aquilo 
que almejou.
II. A ética epicurista é basicamente um hedonismo. 
O motor e a meta da vida humana são identifica-
dos ao prazer. Prazer, mas prazer com medida e 
senso de limite. O hedonismo epicurista alia pra-
zer e serenidade.
III. A primeira e mais importante ideia geral do estoi-
cismo é a exaltação da natureza, daí o primeiro 
princípio da ética estoica: todos devem viver em 
conformidade com a natureza. Nisto resume-se 
a virtude. Pautar a vida segundo as prescrições 
da natureza significa, para os estoicos, servir ao 
interesse geral da coletividade, antes que seu 
próprio.
IV. O pensamento ético-teológico de São Tomás de 
Aquino afasta-se inteiramente do aristotelismo. 
O primeiro e inabalável postulado do sistema to-
mista é o de que o homem não foi dotado pelo 
Criador da capacidade de separar a verdade do 
erro, por isso o juízo ético está absolutamente li-
gado aos sentimentos e emoções.
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A Apenas I, III e IV estão corretas.
b Apenas I está correta.
c Apenas I e IV estão corretas.
d Apenas I, II e III estão corretas.
e Apenas IV está correta.
10 Uece 2019 Com a morte de Alexandre, o Grande, 
iniciou-se a fase conhecida como Helenismo. Con-
siderando os valores e ideais desse período, atente 
para os seguintes itens:
I. favorecimento da unificação entre a cultura supe-
rior e a cultura popular;
II. reforço dos elos entre o indivíduo e a comunida-
de, repudiando o individualismo;
III. destaque para os ideais filosóficos do epicurismo 
e do estoicismo.
É correto somente o que consta em
A II e III.
b III.
c I e II.
d I.
1 UENP 2011 Sobre os períodos da filosofia grega antiga, 
relacione as colunas e assinale a alternativa que con-
tém a combinação correta:
Período Problema
I. Período pré-socrático 
(séc. VII – V a.C.)
A. Problemas morais
II. Período socrático 
(séc. IV a.C.)
B. Problemas cosmológicos
III. Período pós-socrático 
(séc. IV a.C. – VI d.C.)
C. Problemas antropológicos
A I – A; II – B e III – C.
b I – B; II – A e III – C.
c I – C; II – B e III – A.
d I – A; II – C e III – B.
e I – B; II – C e III – A.
2 UEM 2012 Afirma o filósofo Epicuro (séc. III a.C.), conhe-
cido pela defesa de uma filosofia hedonista:
“(...) o prazer é o começo e o fim da vida feliz. É ele 
que reconhecemos como o bem primitivo e natural e é a 
partir dele que se determinam toda escolha e toda recusa 
e é a ele que retornamos sempre, medindo todos os bens 
pelo cânon do sentimento. Exatamente porque o prazer é 
o bem primitivo e natural, não escolhemos todo e qualquer 
prazer; podemos mesmo deixar de lado muitos prazeres 
quando é maior o incômodo que os segue.”
(EPICURO, A vida feliz. In: ARANHA, M. L.; MARTINS, M. P. 
Temas de filosofia. 3.ª ed. rev. São Paulo: Moderna, 2005, p. 228.)
Considerando os conceitos de Epicuro, é correto afir-
mar que
01 estudar todo dia não é bom porque a falta de pra-
zer anula todo conhecimento adquirido.
02 todas as escolhas são prazerosas porque natural-
mente os seres humanos rejeitam toda dor.
04 comer uma refeição nutritiva e saborosa em dema-
sia é ruim porque as consequências são danosas 
ao bem-estar do corpo.
08 a beleza corporal é uma finalidade da vida humana 
porque o prazer de ser admirado é a maior felici-
dade para o ser humano.
16 o prazer não é necessariamente felicidade porque 
ele pode gerar o seu contrário, a dor.
Soma: 
3 UEM 2013 No século IV a.C., a Grécia foi conquistada 
pelo rei macedônio Felipe II. Seu filho Alexandre, o 
Grande, consolidou o domínio macedônio da Grécia 
e expandiu seu império pelo Oriente, chegando suas 
conquistas às margens do rio Indo, na Índia. Educado 
por Aristóteles, Alexandre assimilou a cultura grega e 
levou-a para suas conquistas no Oriente, resultando 
daí uma intensa troca cultural entre os gregos e os 
povos orientais. O império de Alexandre não resistiu 
à sua morte, ocorrida em 323 a.C., aos 33 anos de 
idade, mas seus resultados culturais foram duradou-
ros com a emergência da chamada cultura helenística. 
Sobre essa questão, assinale o que for correto.
01 O Epicurismo, corrente filosófica fundada por Epi-
curo de Samos, é caracterizada como hedonista, 
porque pregava a busca imediata do prazer.
02 Alexandria, no Egito, tornou-se importante centro de 
desenvolvimento e de difusão da cultura helenista.
04 O cristianismo, em seus primórdios, foi influencia-
do por correntes filosóficas que floresceram no 
período helenístico, como o neoplatonismo e o 
estoicismo.
08 O ceticismo possui raízes no período clássico da 
filosofia grega, mas teve, no período helenístico, 
um de seus maiores representantes, Pirro de Élida.
16 No plano social, um dos traços mais salientes da 
filosofia grega na fase helenística foi a crítica à es-
cravidão. No plano político, os filósofos do período 
helenístico criticaram o despotismo e a divinização 
dos reis.
Soma: 
Exercícios propostos