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1/5 Urso polar: características e comportamento 1. O urso polar (Ursus maritimus) é um mamífero solitário que vive nas águas geladas da região do círculo polar ártico. Ele é a maior espécie de ursos que vive em locais com baixa temperatura, sendo muito temido por outros animais que habitam o local. Considerado o maior carnívoro terrestre e principal símbolo de resistências do ártico, o urso polar vem sofrendo com as mudanças climáticas. Características do urso polar 2/5 O urso polar é conhecido pelo seu tamanho exuberante e pelos brancos, os quais auxiliam na camuflagem no gelo no momento de caçar. Para suportar as águas geladas em que vive e ajudar no controle corporal, o urso polar possui uma camada espessa de gordura e pelo. Em relação ao tamanho do urso polar, o macho pode pesar até 800 kg e medir 2,50 metros, quando estiver na posição ereta. Já a fêmea, pode medir até 2 metros com peso de até 300 kg. São considerados ótimos nadadores, especialmente por causa das patas dianteiras que são largas. A velocidade da natação é em média de 10 km/h. Comportamento do urso polar O urso polar é um animal solitário na maior parte de seu tempo de vida. Somente no período de reprodução, eles vivem de forma coletiva. A área de vida pode variar, podendo chegar a até 950 mil quilômetros quadrados. O tamanho da área pode ser influenciada pelas fêmeas e seus filhotes, exigindo assim um espaço maior. Habitat do urso polar 3/5 Urso polar em seu habitat O urso polar vive nas águas geladas do círculo polar ártico, que envolve principalmente cinco países: Dinamarca, Noruega, Rússia, Estados Unidos (Alasca) e Canadá. A disposição do gelo flutuante e do gelo permanente interfere na disposição geográfica que o urso polar pode ser encontrado. Mesmo vivendo tanto no mar quanto em terra firme, é considerado um mamífero marinho por este ser seu ambiente primário. O local preferido para viver é onde o gelo encontra a água, facilitando a caça e a alimentação. Conheça mais sobre outros animais que também vivem em águas geladas: Baleia orca Baleia franca Pinguim Alimentação do urso polar A alimentação do urso polar é feita basicamente por animais que vivem em águas geladas e frias. As presas mais frequentes na dieta do urso polar são as focas, mas também se alimentam de salmão, aves e outros mamíferos como golfinhos e filhotes de leões marinhos. Como estratégia utilizada para capturar a presa, o urso polar cava um buraco no gelo para se esconder e aguardar o momento ideal do ataque. Assim que a vítima surge na superfície, é feito o ataque. https://undefined/baleia-orca/ https://undefined/baleia-franca/ https://undefined/pinguim/ 4/5 Também de alimentam de baleias mortas que ficaram presas nas geleiras, que derretem na estação mais quente. Reprodução do urso polar Urso polar fêmea e seus filhotes Os ursos polares são animais poligâmicos, porém no período de gestação da fêmea o macho permanece junto. O período de reprodução acontece entre os meses de março e junho. A implantação do óvulo fecundado é retardada até o outono, por volta do mês de agosto. A gestação dura entre 195 e 265 dias, que é quando a ingestão de alimentos é intensificada resultando num ganho de aproximadamente 200 kg. O ninho é construído pela fêmea, que cava um túnel na neve nos meses de outubro ou novembro. Após a construção da toca, a fêmea entra em estado de hibernação e seus batimentos cardíacos diminuem de 45 para em média 27 batimentos por minuto. Cada gestação pode nascer até dois filhotes com média de 600 gramas cada e medindo entre 30 e 35 cm. Após o nascimento, os filhotes permanecem com a mãe na toca até atingirem aproximadamente 15 kg e tornam-se independentes até os dois ou três anos de idade. Ameaças ao urso polar 5/5 O urso polar está classificado como vulnerável, correndo risco de extinção. O aquecimento global é uma das causas que prejudicam a sobrevivência dos ursos polares. Os principais danos causados estão relacionados ao derretimento das geleiras, ou seja, de seu habitat. Outro fator de ameaça aos ursos polares é a extração de petróleo. Essa ação causa contaminação da água liberando poluentes que prejudicam a alimentação e comprometem o sistema imunológico do animal.