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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA
CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Curso de Pós-graduação lato sensu Especialização em filosofia, conhecimento e educação
GIDELCIO FERREIRA DOS SANTOS 
FILOSOFIA DO SÉCULO XVIII E A MODERNIDADE
AMARGOSA – BA
2022
GIDELCIO FERREIRA DOS SANTOS 
FILOSOFIA DO SÉCULO XVIII E A MODERNIDADE
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Pós Graduação latu sensu Especialização em Filosofia, Conhecimento e Educação da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), como requisito necessário para obtenção do título de especialista em Filosofia 
Orientador: Prof. Dr. 
AMARGOSA – BA
2022
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 06
DISCURSOS FILOSOFICOS DO SÉCULO XVIII ............................................... 08
 1.1 Geral ........................................................................................................................ 08
 1.2 Específico ................................................................................................................. 08
PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS .................................................................................... 09
 3.1 Patriarcalismo ......................................................................................................... 10
 3.2 Família Monoparental ............................................................................................. 10
 3.3 Empoderamento Feminino ....................................................................................... 10
 3.4 mulheres chefes de Família ...................................................................................... 11
A MODERNIDADE ..................................................................................................... 15
4.1 Patriarcalismo ......................................................................................................... 10
4.2 Família Monoparental ............................................................................................. 10
4.3 Empoderamento Feminino ....................................................................................... 10
4.4 mulheres chefes de Família ..................................................................................... 11
CONSIDERÇÕES FINAIS ......................................................................................... 17
BIBLIOGRAFIA .......................................................................................................... 18
RESUMO
Este projeto de pesquisa tem como objetivo realizar uma discussão sucinta sobre as formas de dominação política. Pretende-se estabelecer deste modo uma relação entre as notícias contidas nos jornais e o populismo varguista e sua influência na sociedade analisando os aspectos das práticas do populismo na cidade de São Félix no período compreendido entre 1951-1954, tendo como objetivo principal avaliar o direcionamento político através da abordagem qualitativa das notícias do Jornal Correio de São Félix. Desta forma, avaliando a produção da notícia e as relações entre os grupos de poder e as classes populares na determinação dos conteúdos e realizando um cruzamento entre a bibliografia e as fontes, investigando a influência do discurso varguista sobre os jornais no contexto regional. Assim explorando os debates historiográficos sobre traços autoritários, partindo da análise de como estas notícias eram direcionadas com o objetivo de alcançar um público especifico na “construção da realidade” e a determinação do conteúdo.
Palavras – chave: Populismo. Autoritarismo. São Félix.
ABSTRACT
This research project aims to perform a brief discussion about the forms of political domination. It is intended to establish a relationship between the news contained in the newspapers and the Varguista populism and its influence on society by analyzing the aspects of the practices of populism in the city of São Félix in the period 1951-1954, having as main objective to evaluate the political direction through the qualitative approach of news from the newspaper Correio de São Félix. In this way, evaluating the production of news and relations between the groups of power and the popular classes in the determination of content and performing an intersection between the bibliography and sources, investigating the influence of speech varguista on newspapers in the regional context. So exploring the historiographical debates about authoritarian traits, based on the analysis of how these news were targeted with the aim of reaching a specific audience in “construction of reality” and the determination of the content.
Keywords: Populism. Authoritarianism. São Félix.
INTRODUÇÃO
Os movimentos sociais (revoluções) ocorridos durante o Iluminismo[footnoteRef:1] na Europa no século XVIII, repercutem até a atualidade. O Ideário iluminista e os debates filosóficos ocorridos neste período, preenchem as expectativas da realização de uma pesquisa direcionada a este recorte temporal. Este projeto de pesquisa tem como objetivo realizar uma discussão sucinta sobre as Correntes (teorias) filosóficas e seus efeitos na sociedade moderna. [1: A era do Iluminismo foi também a era das revoluções. As guerras civis inglesas (1642-51) fizeram confrontar parlamentaristas e monarquistas. A Revolução Americana (1775-83) viu colonos do Novo Mundo rebelarem-se contra o domínio do monarca inglês, inspirados nas ideias do filósofo inglês John Locke e do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712-78) a respeito do contrato social; esta foi a criação dos Estados Unidos da América. A Revolução Francesa foi estimulada por ideias políticas iluministas a respeito dos direitos dos cidadãos. O rei Luís XVI (1754-93) foi executado, e hoje a França é uma república democrática, embora tenha havido muitas idas e vindas pelo caminho. A execução de reis (a Inglaterra executou Carlos I em 1649) foi o último prego no caixão do poder por direito divino. (TROMBLEY, 2014, p.07)] 
Deste modo buscando a análise dos discursos (logos) dos pensadores deste período e/ou a influência destes pensamentos, nos campos, político, social e econômico. Assim buscando realizar um estudo epistemológico dos métodos (padrões) do campo filosófico[footnoteRef:2]. [2: “A Filosofia apresenta-se, pois, como o exame crítico das condições de certeza das próprias ciências[...]”. (REALE ,2002, p. 25, 2002).
] 
O enfoque nas questões sociais e das estruturas políticas e a construção de ideologias, estabelecem elementos fundamentais para compreensão e desenvolvimento deste projeto, devido a carência de trabalhos específicos sobre o tema/problema específico abordado.
Destacar a influência ideológica dos pensadores europeus no século XVIII, relacionando seus efeitos para a atualidade, cumpre um papel significativo para o desenvolvimento deste projeto. De certa maneira a filosofia representa uma reflexão pautada na razão para muitos problemas do cotidiano.
Na maioria das vezes, os seres humanos estão envolvidos com as tarefas cotidianas e isso lhes furta a necessidade de estudar filosofia. Pelo contrário, sua preocupação com a manutenção de seus arranjos sociais (família, trabalho, educação, lazer, etc.) não lhes permite vislumbrar o que está por trás de muitas de suas atividades. (BARBOSA; COSTA, 2015, p.20).
Desta forma, consideramos a filosofia como uma prática usual de conhecimento, uma reflexão racional condicionada. “A Filosofia está sempre condicionada a uma situação histórica, embora haja problemas filosóficos que transcendem às contingências sociais e históricas mesmas.” (REALE, 2002, p. 25)”.
1 DISCURSOS FILOSOFICOS DO SÉCULO XVIII
1.1 Geral
1. Levantamento das dificuldades das chefias de famíliascom filhos menores de 10 anos do Centro de Artes, Humanidades e Letras para permanecer e concluir a graduação.
1.2 Específicos
1. Levantar os casos de chefias de família no CAHL.
2. Identificar mulheres com experiência de ser chefia de família com filhos menores de 6 anos do CAHL-UFRB.
3. Pontuar as dificuldades vivenciadas pelas chefias de família para permanecer e concluir a graduação do CAHL-UFRB.
4. Propor novas formas de permanência no ensino superior para mulheres chefias de famílias.
5. Identificar o tipo de apoio do genitor das crianças das chefias.
6. Identificar o tipo de apoio da família do genitor das crianças das chefias.
7. Identificar o tipo de apoio das chefias de família.
8. Verificar o desempenho acadêmico das chefias.
9. Levantar possíveis estratégias das chefias de família para conseguir concluir a graduação no CAHL.
2 PRINCIPAIS TEORIAS ILUMINISTAS 
3.1 Patriarcalismo
Segundo Ivana Patricia o fenômeno do patriarcado é uma das principais categorias de análise sobre a qual e fazem os estudos feministas, principalmente no que se diz respeito às consequências para a vida das mulheres, o casamento e a família. Por um bom tempo as relações conjugais eram sinônimos de transações financeiras para garantir o patrimônio da família. De acordo a este fenômeno a família não e uma construção natural e o produto de formas históricas de organização entre os humanos.
A origem do patriarcado é polemica e suas raízes são muito antigas, elas remotam as sociedades primitivas. Ele e considerado, historicamente, o mais antigo sistema de dominação- exploração humana. No entanto, o patriarcado é um ponto constitutivo das sociedades, que atualiza-se de acordo com as transformações sociais, ele encontra-se tão enraizado na cultura que a tendência é naturalizá-lo, de modo a tornar suas manifestações quase imperceptíveis, apesar das atuais críticas feitas por alguns eixos dos estudos feministas. 
Ao evidenciar que as mulheres são subordinadas aos homens em todas as sociedades conhecidas e os efeitos do micromachismo no âmbito conjugal são, sobretudo, nas relações de longa duração, invisibilizados e silenciosos por sustentarem-se nos já discutidos padrões patriarcais que modelam a conjugalidade, permeados por enunciados religiosos e sociais que naturalizam condutas conjugais abusivas. Para denunciá-los e torná-los perceptíveis é necessário um trabalho de conscientização social sobre as atualizações do patriarcado e seus tentáculos nas atuais conjugalidades. Este é um desafio que o feminismo enfrenta desde suas primeiras bandeiras de luta, apesar das visíveis mudanças estruturais, especialmente no bojo da conjugalidade, ainda estamos muito longe de nos livrarmos do machismo e construirmos relações verdadeiramente igualitárias, fomentadas pelo respeito, pelo afeto e pelo companheirismo.
3.2 Família monoparental 
A família nuclear, que se constitui da figura de pai, mãe e filhos já não permeia a nossa sociedade com a força de alguns anos atrás. As famílias estão passando por um processo de reestruturação em seu interior, na qual afeta toda a sociedade. Esta reestruturação se deve a vários fatores e mudanças. A família monoparental vem crescendo substancialmente em nossa sociedade e definir família, nunca foi alto tão fácil pois existem diversos tipo e a concepção q cada uma delas tem de si mesma precisa e deve ser respeitada, portanto não existe família certa ou errada, cada família e única na sociedade.
As famílias estão se transformando, o que no passado poderia parecer algo impossívelna estrutura familiar, hoje, no entanto já é uma realidade. As mulheres estão tornando-se chefes de família no lar mesmo com a presença do homem, os casais estão aderindo à união estável ao invés do casamento civil, as famílias monoparentais estão crescendo a cada dia.
3.3 Empoderamento feminino
E a consciência coletiva, expressada por ações para fortalecer as mulheres e desenvolver a equidade de gênero, uma consequência do movimento feminista e, mesmo estando interligados, são coisas diferentes. Empoderar-se é o ato de tomar poder sobre si. Pessoas oprimidas ou que recebem menos atenção na nossa sociedade, muitas vezes não têm consciência de seu próprio poder, e as mulheres estão incluídas neste grupo. É daí que surge o empoderamento.
Segundo Ferrari a construção da autoestima é o caminho para a mulher reformular sua questão de poder, de dentro para fora. De nada adianta conquistar poder na sociedade, se a mulher continuar a ser a única cuidadora no seio familiar e interiorizar esta função. O empoderamento significa que a mulher, deve tomar para si seus direitos, revestindo-se e investindo-se de poder, pois “luta por seus direitos quem os reconhece, mas acima de tudo, quem se reconhece como digno deles.
Para Lima o Estado também deve fazer seu papel, não apenas legislando, de modo a tentar coibir discriminações e abusos contra a mulher, sob ameaças de sanção. Efetivamente, deve promover a conscientização e maximizar a igualdade entre os gêneros, por meio de políticas públicas de ações afirmativas. Cabe ao Estado a garantia dos meios necessários à realização da mulher como cidadã e agente de desenvolvimento. Além disso, deve promover ações capazes de enaltecer a dignidade, oportunizando à mulher a participação ativamente nas escolhas e na condução dos caminhos da cidadania com inclusão na sociedade.
Para as politicas publicas de empoderamento feminino, estas devem ser acompanhadas de capital social, de forma a combater toda e qualquer situação que se afaste da liberdade, do respeito e da garantia de direitos. A população feminina empoderada sob capital social poderá, com certeza, buscar e conseguir benefícios sociais, poder, melhores condições de trabalho e de vida.
3.4 Mulheres Chefes de família
Um Segundo o estudo “Mulheres chefes de Família no Brasil: avanços e desafios” O Brasil tem passado por muitas transformações nas últimas décadas. Com o aumento da urbanização, a maior complexidade da estrutura produtiva, a redemocratização política, e as mudanças sociais e demográficas, o país viu crescer a pluralidade dos arranjos familiares e apresentou um enorme crescimento da quantidade de famílias “chefiadas” por mulheres.
Embora o despontar da chefia feminina, em parte, tenha ocorrido em decorrência de mudanças conceituais e na forma de coleta dos dados nas várias pesquisas domiciliares, não há dúvida de que represente um fenômeno social da mais absoluta relevância. De fato, a própria alteração na coleta da informação é devido às mudanças sociais em curso, visto que mesmo o termo “chefe”, para designar a pessoa responsável pela família, tem sido criticado ao longo dos anos, seja esta uma “chefia” masculina ou feminina. 
De modo geral, a expressão “mulheres chefes de família” é vista como um fenômeno positivo em termos do empoderamento feminino dentro da família. Porém, esse termo é mais complexo e retrata distintas situações dos arranjos familiares, nem sempre favoráveis a um maior padrão de vida das mulheres e, de fato, situações de empoderamento. De muitas maneiras, ser a pessoa responsável pela família, ou a pessoa de referência ou chefe da família, pode envolver circunstâncias que são resultados de oportunidades e outras que são fatalidades, com relação à pessoa que mora sozinha. Tal recorrência pode ser estendida para outros tipos de famílias. 
Existem diversos tipos de arranjos familiares em que se encontram as mulheres chefes de família, como casal sem filhos, casal com filhos (mulher, cônjuge, filhos e outras pessoas), monoparental feminino (mulher sem cônjuge e com filhos e/ou outras pessoas), arranjo unipessoal (mulher morando sozinha) e outras famílias (como grupos aparentados sem núcleo reprodutor e pessoas sem laço de parentesco marido-esposa ou pais-filhos).
Em 2010 o excedente de mulheres no Brasil foi de quase 4 milhões de indivíduos. Como falta homem, as mulheres vão preenchendo os espaços sem ter que pedir permissão para umregime que ainda guarda muitos resquícios de um patriarcado.
O Gráfico 1.7 mostra que os homens constituíam quase 75% dos universitários do país em 1970. Contudo, a situação mudou rapidamente. Em 1980, a participação relativa dos homens entre a população com curso superior caiu para 54,5% e, praticamente, atingiu a paridade em
1991. Porém, a história se inverteu no século XXI. No ano 2000, as mulheres alcançaram quase 53% do total e atingiram 58,2% da população universitária brasileira em 2010. 
Ou seja, a reversão do hiato de gênero na educação atingiu os níveis superiores. As mulheres deixaram de ser minoria para se tornarem a maioria das pessoas com curso superior no Brasil.
Gráfico 1:
3 CONTEXTO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO PARA MULHERES
Desde o período colonial as mulheres brasileiras foram dispensadas da escassa educação formal que existia no País, tendo sido apenas educadas para as funções do lar, para o marido e filhos. As primeiras manifestações de preocupação com a educação feminina ocorreram em 1822, com a independência do Brasil, quando estabeleceu-se que o ensino primário era responsabilidade do Estado e deveria também ser ofertado às meninas. Porém, não despertou o interesse dos pais e, por não haver professoras qualificadas, poucas alunas foram ensinadas apenas a ler e escrever. (BELTRÃO; ALVES, 2009, p. 127 - 128). 
Um decreto imperial de 1881 facultava o acesso das mulheres aos cursos superiores, mas o ingresso era dificultado uma vez que os cursos secundários não as habilitavam para a faculdade.  A constituição da República, de 1891, descentralizou o ensino: a União era o responsável pela criação e controle das instituições de ensino superior. Os Estados, responsáveis de criar e controlar o ensino primário e o ensino profissional de nível médio, que compreendia as escolas técnicas para homens e escolas normais para as mulheres, na época.  
O acesso da mulher no ensino secundário e superior cresceu a partir do início do século XX, permanecendo sempre menor ao dos homens.  Este acesso passou a ser possível com as exigências da industrialização que crescia com a Revolução de 1930. Outro fator que influenciou ocorreu em 1932, através do Decreto Lei do Presidente Getúlio Vargas, que dava à mulher direito a voto. E uma vez que só podiam votar os alfabetizados, passou a ser interessante aos políticos que toda população fosse alfabetizada. E por último, a influência do feminismo na década de 1970, foi o principal fato para o acesso das mulheres ao ensino secundário.
Em 1985, com a “Nova República”, o ensino brasileiro continuou expandindo. No ensino superior, houve o crescimento das universidades privadas, ultrapassando em muito o número de estudantes matriculados nas universidades públicas. Essa expansão das vagas favoreceu especialmente as mulheres que souberam aproveitar as oportunidades que surgiram através das transformações estruturais e institucionais que ocorreram no Brasil. Já na segunda metade do século XX, elas reverteram o abismo que existiam entre os homens, em todos os níveis da educação. (Beltrão; Alves, 2009, p.130).
Atualmente, as mulheres são maioria nas escolas, nos cursos de qualificação, e nas universidades, de acordo com os dados do Plano Nacional de Qualificação, do Ministério do Trabalho e Previdência Social – MTPS (BRASIL, 2016, p.1). Também segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o número de mulheres que ingressam no ensino superior é maior que o número de homens. 
O percentual médio de ingresso de alunas até 2013 foi de 55% do total em cursos de graduações presenciais. Se o recorte for feito para os concluintes, o índice sobe para 60%.  Nos últimos dez anos, do total aproximado de 6 milhões de matrículas, 3,4 milhões foram de mulheres, contra 2,7 milhões do sexo oposto. (BRASIL, 2017, p. 1). 
Segundo Urpia é inegável que as mulheres são hoje a maioria entre os estudantes universitários. Entretanto, o ingresso no ensino superior, bem como no mercado de trabalho, não as desobriga das funções domésticas e do cuidado com os filhos.
4 METODOLOGIA 
Em uma primeira etapa, o trabalho se inicia com uma revisão de literatura, partindo do contexto histórico do patriarcalismo, familia monoparental, empoderamento feminino e educação para mulheres até suas múltiplas funções. Tendo uma observação simples do público alvo que são graduandas chefes de família do CAHL-URB.
5 BIBLIOGRAFIA
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