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1 
LISTA DE EXERCÍCIOS: REVISÃO 4 – HISTÓRIA GERAL 
 
TEMAS ABORDADOS 
AULA 55: História Contemporânea - 2ª Revolução Industrial, Imperialismo e Neocolonialismo (Parte 01). 
AULA 56: História Contemporânea - 2ª Revolução Industrial, Imperialismo e Neocolonialismo (Parte 02). 
AULA 57: História Contemporânea - 2ª Revolução Industrial, Imperialismo e Neocolonialismo (Parte 03). 
 
1. (G1 - ifpe 2016) “As precondições existentes na Inglaterra, no século XVIII, 
possibilitaram o primeiro grande arranco, que se convencionou chamar de Revolução 
Industrial, levando-a ao capitalismo industrial. Foi ali, onde existia o maior comércio 
ultramarino, consequência de sua supremacia naval, que grandes capitais foram 
acumulados, práticas creditícias e financeiras atingiram um alto grau de especialização, 
fábricas e maquinismo se disseminaram, alterando consideravelmente o equilíbrio 
político-econômico mundial e submetendo as nações a uma crescente dominação inglesa 
que perdurou até o princípio do século XX”. 
IANNONE, Roberto Antonio. A Revolução Industrial. São Paulo: Moderna, 1993. p 44. 
 
Sobre a chamada Revolução Industrial, cujas origens e importância são justificadas no 
fragmento acima, podemos ainda afirmar que 
 
I. ocorreu com a substituição da energia física pela energia mecânica e da ferramenta 
pelas máquinas. 
II. teve início na Inglaterra, com o predomínio da indústria têxtil e a utilização da máquina 
vapor. 
III. intensificou-se a produção de bens com o uso de novas tecnologias e da eletricidade 
em sua segunda fase, a partir de 1850. 
IV. podemos registrar, entre suas consequências, a consolidação do capitalismo e o 
surgimento da classe proletária. 
V. o fenômeno atingiu, já no século XIX, outros países europeus, como a França, além 
dos Estados Unidos e do Japão. 
 
Está(ão) CORRETO(S) 
 
A) apenas IV. 
B) I, II, III, IV e V. 
C) apenas I, II e III. 
D) apenas II, III e V. 
E) apenas I e IV. 
 
2. (Unesp 2016) A divisão capitalista do trabalho – caracterizada pelo célebre exemplo 
da manufatura de alfinetes, analisada por Adam Smith – foi adotada não pela sua 
superioridade tecnológica, mas porque garantia ao empresário um papel essencial no 
processo de produção: o de coordenador que, combinando os esforços separados dos seus 
operários, obtém um produto mercante. 
(Stephen Marglin. In: André Gorz (org.). Crítica da divisão do trabalho, 1980.) 
 
Ao analisar o surgimento do sistema de fábrica, o texto destaca 
 
 
 
 
 
2 
A) o maior equilíbrio social provocado pelas melhorias nos salários e nas condições de 
trabalho. 
B) o melhor aproveitamento do tempo de trabalho e a autogestão da empresa pelos 
trabalhadores. 
C) o desenvolvimento tecnológico como fator determinante para o aumento da 
capacidade produtiva. 
D) a ampliação da capacidade produtiva como justificativa para a supressão de cargos 
diretivos na organização do trabalho. 
E) a importância do parcelamento de tarefas e o estabelecimento de uma hierarquia no 
processo produtivo. 
 
3. (Ufrgs 2016) Observe a figura abaixo. 
 
 
 
A Conferência de Berlim (1884) e a subsequente “Partilha da África” pelas potências 
europeias tiveram um papel fundamental na transição de uma dominação informal para 
um colonialismo bastante agressivo, o chamado “novo imperialismo”. 
 
Uma das principais características desse novo imperialismo foi 
 
A) o convívio pacífico entre africanos e europeus, com ampla extensão de direitos 
políticos e sociais aos primeiros, nas regiões colonizadas. 
B) o fomento ao processo de descolonização da África, iniciado na década de 1830 e 
encerrado na década de 1890, com amplo apoio das principais potências europeias. 
C) a exploração econômica direta dos territórios ocupados e a criação de estruturas 
coloniais de administração excludentes e violentas. 
D) a dominação indireta, pelas potências europeias, das regiões colonizadas, restrita 
somente a 10% de todo o território africano. 
E) a limitação do imperialismo europeu somente à África e a exclusão da Ásia e da 
Oceania das pretensões imperiais das potências em disputa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
4. (Enem 2ª aplicação 2016) 
 
 
 
A interpretação da imagem demonstra que a distribuição de países onde se dirige do lado 
direito coincide, em grande parte, com a zona de influência ou dominação exercida pela 
 
A) Índia. 
B) Austrália. 
C) Inglaterra. 
D) Indonésia. 
E) África do Sul. 
 
5. (Ucs 2016) Sobre o Imperialismo ocorrido durante os séculos XIX e XX, é correto 
afirmar que uma de suas principais características foi 
 
A) ser um fenômeno essencialmente econômico que em nada afetou o cotidiano dos povos 
subjugados. 
B) ficar restrito ao Continente Africano, a partir do advento conhecido como “Partilha da 
África”. 
C) representar um acordo entre as potências capitalistas, visando dividir, de forma 
pacífica e ordeira, os mercados mundiais. 
D) permitir a expansão econômica e política em escala mundial das economias 
capitalistas, assegurando o controle de vastos mercados consumidores. 
E) ser um empreendimento europeu e cristão, procurando levar o processo civilizatório 
para os povos da África e da América. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
RESOLUÇÕES 
 
Resposta da questão 1: [B] 
 
Todas as afirmativas estão corretas. 
 
Resposta da questão 2: [E] 
 
O texto deixa claro duas coisas que a Revolução Industrial produziu: (1) a divisão do 
trabalho e (2) a criação do cargo de coordenador ou gerente, gerando uma hierarquia 
dentro das fábricas. 
 
Resposta da questão 3: [C] 
 
No Imperialismo do século XIX, as Potências Europeias buscavam matérias-primas e 
mercados consumidores. Nesse sentido, houve a dominação econômica total de territórios 
na África e na Ásia e a adoção de formas violentas de exploração humana nesses dois 
Continentes. 
 
Resposta da questão 4: [C] 
 
Durante o Imperialismo ou Neocolonialismo, o Reino Unido dominou as regiões 
destacadas em escuro no mapa, como a Índia, a China e parte da África. 
 
Resposta da questão 5: [D] 
 
Somente a proposição [D] está correta. A questão remete ao Imperialismo e ao 
Neocolonialismo que se iniciou após a segunda metade do século XIX. Devido à Segunda 
Revolução Industrial (aço, petróleo e eletricidade), aumentou a produção industrial 
gerando uma necessidade de expansão por parte das potências industrializadas em busca 
de matéria-prima, mercado consumidor, escoar o excedente populacional, investir 
capitais. África, Ásia e Oceania foram as vítimas desta nova etapa do capitalismo 
chamada Monopolista e Financeiro.

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