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6 HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE 7 EXERCÍCIOS. 1. (Enem 2019) A cidade medieval é, antes de mais nada, uma sociedade da abundância, concentrada num pequeno espaço em meio a vastas regiões pouco povoadas. Em seguida, é um lugar de produção e de trocas, onde se articulam o artesanato e o comércio, sustentados por uma economia monetária. É também centro de um sistema de valores particular, do qual emerge a prática laboriosa e criativa do trabalho, o gosto pelo negócio e pelo dinheiro, a inclinação para o luxo, o senso da beleza. E ainda um sistema de organização de um espaço fechado com muralhas, onde se penetra por portas e se caminha por ruas e praças e que é guarnecido por torres. LE GOFF, J.; SCHMITT, J.-C. Dicionário temático do Ocidente Medieval. Bauru: Edusc, 2006. No texto, o espaço descrito se caracteriza pela associação entre a ampliação das atividades urbanas e a a) emancipação do poder hegemônico da realeza. b) aceitação das práticas usurárias dos religiosos. c) independência da produção alimentar dos campos. d) superação do ordenamento corporativo dos ofícios. e) permanência dos elementos arquitetônicos de proteção. 2. (Enem 2018) A existência em Jerusalém de um hospital voltado para o alojamento e o cuidado dos peregrinos, assim como daqueles entre eles que estavam cansados ou doentes, fortaleceu o elo entre a obra de assistência e de caridade e a Terra Santa. Ao fazer, em 1113, do Hospital de Jerusalém um estabelecimento central da ordem, Pascoal II estimulava a filiação dos hospitalários do Ocidente a ele, sobretudo daqueles que estavam ligados à peregrinação na Terra Santa ou em outro lugar. A militarização do Hospital de Jerusalém não diminuiu a vocação caritativa primitiva, mas a fortaleceu. DEMURGER, A. Os Cavaleiros de Cristo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, O acontecimento descrito vincula-se ao fenômeno ocidental do (a) a) surgimento do monasticismo guerreiro, ocasionado pelas cruzadas. b) descentralização do poder eclesiástico, produzida pelo feudalismo. c) alastramento da peste bubônica, provocado pela expansão comercial. d) afirmação da fraternidade mendicante, estimulada pela reforma espiritual. e) criação das faculdades de medicina, promovida pelo renascimento urbano. 3. (Enem) No início foram as cidades. O intelectual da Idade Média – no Ocidente – nasceu com elas. Foi com o desenvolvimento urbano ligado às funções comercial e industrial – digamos modestamente artesanal – que ele apareceu, como um desses homens de ofício que se instalavam nas cidades nas quais se impôs a divisão do trabalho. Um homem cujo ofício é escrever ou ensinar, e de preferência as duas coisas a um só tempo, um homem que, profissionalmente, tem uma atividade de professor e erudito, em resumo, um intelectual – esse homem só aparecerá com as cidades. LE GOFF, J. Os intelectuais na Idade Média. Rio de Janeiro: José Olympio. O surgimento da categoria mencionada no período em destaque no texto evidencia o(a) a) apoio dado pela Igreja ao trabalho abstrato. b) relação entre desenvolvimento urbano e divisão de trabalho. c) importância organizacional das corporações de ofício. d) progressiva expansão da educação escolar. e) acúmulo de trabalho dos professores e eruditos. 4. (Enem PPL) Veneza, emergindo obscuramente ao longo do início da Idade Média das águas às quais devia sua imunidade a ataques, era nominalmente submetida ao Império Bizantino, mas, na prática, era uma cidade-estado independente na altura do século X. Veneza era única na cristandade por ser uma comunidade comercial: “Essa gente não lavra, semeia ou colhe uvas”, como um surpreso observador do século XI constatou. Comerciantes venezianos puderam negociar termos favoráveis para comerciar com Constantinopla, mas também se relacionaram com mercadores do islã. 8 HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE FLETCHER, R. A cruz e o crescente: cristianismo de islã, de Maomé à Reforma. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004. A expansão das atividades de trocas na Baixa Idade Média, dinamizadas por centros como Veneza, reflete o(a) a) importância das cidades comerciais. b) integração entre a cidade e o campo. c) dinamismo econômico da Igreja cristã. d) controle da atividade comercial pela nobreza feudal. e) ação reguladora dos imperadores durante as trocas comerciais. 5. (Enem) Se a mania de fechar, verdadeiro habitus da mentalidade medieval nascido talvez de um profundo sentimento de insegurança, estava difundida no mundo rural, estava do mesmo modo no meio urbano, pois que uma das características da cidade era de ser limitada por portas e por uma muralha. DUBY, G. et al. “Séculos XIV-XV”. In: ARIÈS, P.; DUBY, G. História da vida privada daEuropa Feudal à Renascença. São Paulo: Cia. das Letras, 1990 (adaptado). As práticas e os usos das muralhas sofreram importantes mudanças no final da Idade Média, quando elas assumiram a função de pontos de passagem ou pórticos. Este processo está diretamente relacionado com a) o crescimento das atividades comerciais e urbanas. b) a migração de camponeses e artesãos. c) a expansão dos parques industriais e fabris. d) o aumento do número de castelos e feudos. e) a contenção das epidemias e doenças. 6. (Enem) A Peste Negra dizimou boa parte da população europeia, com efeitos sobre o crescimento das cidades. O conhecimento médico da época não foi suficiente para conter a epidemia. Na cidade de Siena, Agnolo di Tura escreveu: "As pessoas morriam às centenas, de dia e de noite, e todas eram jogadas em fossas cobertas com terra e, assim que essas fossas ficavam cheias, cavavam-se mais. E eu enterrei meus cinco filhos com minhas próprias mãos (...) E morreram tantos que todos achavam que era o fim do mundo." Agnolo di Tura. The Plague in Siena: An Italian Chronicle. In: William M. Bowsky, The Black Death: a turning point in history? New York: HRW, 1971 (com adaptações). O testemunho de Agnolo di Tura, um sobrevivente da Peste Negra que assolou a Europa durante parte do século XIV, sugere que a) o flagelo da Peste Negra foi associado ao fim dos tempos. b) a Igreja buscou conter o medo, disseminando o saber médico. c) a impressão causada pelo número de mortos não foi tão forte, porque as vítimas eram poucas e identificáveis. d) houve substancial queda demográfica na Europa no período anterior à Peste. e) o drama vivido pelos sobreviventes era causado pelo fato de os cadáveres não serem enterrados. 7. (Enem) Os cruzados avança- vam em silêncio, encontrando por todas as partes ossadas hu- manas, trapos e bandeiras. No meio desse quadro sinistro, não puderam ver, sem estre- mecer de dor, o acampamento onde Gauthier havia deixa- do as mulheres e crianças. Lá os cristãos tinham sido sur- preendidos pelos muçulmanos, mesmo no momento em que os sacerdotes celebravam o sacrifício da Missa. As mulheres, as crianças, os velhos, todos os que a fraqueza ou a doença conservava sob as tendas, perseguidos até os altares, tinham sido levados para a escravidão ou imola- dos por um inimigo cruel. A multidão dos cristãos, massa- crada naquele lugar, tinha ficado sem sepultura. J. F. Michaud. História das cruzadas. São Paulo: Editora das Américas, 1956 (com adaptações). Foi, de fato, na sexta-feira 22 do tempo de Chaaban, do ano de 492 da Hégira, que os franj* se apossaram da Cidade Santa, após um sítio de 40 dias. Os exilados ainda tremem cada vez que falam nisso; seu olhar se esfria como se eles ainda tivessem diante dos olhos aqueles guerreiros louros, protegidos de armaduras, que espelham pelas ruas o sabre cortante, desembainhado, degolando homens, mulheres e crianças, pilhando as casas, saqueando as mesquitas. *franj = cruzados. Amin Maalouf. As Cruzadas vistas pelos árabes. 2a ed. São Paulo: Brasiliense, 1989 (com adaptações). HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE 9 Avalie as seguintes afirmações a respeito dos textos, que tratam das Cruzadas. I. Os textosreferem-se ao mesmo assunto - as Cruzadas, ocorridas no período medieval -, mas apresentam visões distintas sobre a realidade dos conflitos religiosos desse período histórico. II. Ambos os textos narram partes de conflitos ocorridos entre cristãos e muçulmanos durante a Idade Média e revelam como a violência contra mulheres e crianças era prática comum entre adversários. III. Ambos narram conflitos ocorridos durante as Cruzadas medievais e revelam como as disputas dessa época, apesar de ter havido alguns confrontos militares, foram resolvidas com base na ideia do respeito e da tolerância cultural e religiosa. É correto apenas o que se afirma em a) I. b) II. c) III. d) I e II. e) II e III. 8. (Unicamp 2022) Na Europa medieval cristã, prevalecia a ideia de que a morte era a transição para uma vida espiritual plena. Os ritos fúnebres buscavam assegurar uma passagem organizada para esse outro plano e evita-se mostrar o processo de decomposição dos corpos. A chegada da peste negra rompeu com essa concepção. De acordo com a historiadora Juliana Schmitt, a doença deixava marcas no corpo, as pessoas morriam de repente, algumas em locais públicos. A ideia apaziguadora da morte, na concepção cristã, foi substituída pela ideia de morte caótica, causada pela peste. As imagens cotidianas relacionadas ao surto da doença passaram a ser reapresentadas no campo das imagens e na literatura, no que hoje se conhece como “estética macabra”. O que caracteriza as obras macabras é a ênfase dada aos processos de decomposição do corpo. A estética é anterior ao período medieval, mas foi impulsionada pela peste negra. (Adaptado de Christina Queiroz, Pandemia como alegoria. Revista Pesquisa Fapesp. Edição 294. ago. 2020.) Com base na imagem e no excerto, assinale a alternativa correta: a) A peste negra, enfrentada pela Europa do século XIV, afetou as representações da morte nas artes visuais, propondo reflexões sobre o potencial das ciências modernas para a resolução da peste à época. b) A estética do macabro, criada na Idade Média, é acionada pelas artes visuais como elemento valorizador da vida, gerando a negação dos contextos sanitários marcados pela peste e pela morte. c) A estética do macabro declinou no período medieval, ficando restrita a um ambiente religioso, católico e temente ao juízo final, como apresenta a obra através das figuras dos reis e das autoridades religiosas. d) A peste negra tornou-se uma referência presente na estética do macabro, que faz alusão a caveiras e cadáveres entre os vivos, compondo um ambiente festivo e aterrador. 9. (Unesp 2021) Até o século XIV, houve uma doença muito disseminada e muito temida: a lepra. Nas cidades, foram construídos hospitais especializados para os leprosos. […] Como se pensava que a lepra era contagiosa, os leprosos que andavam pelas ruas deviam sacudir uma espécie de sineta, a “matraca”. (Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007.) A lepra (ou hanseníase) era temida na Idade Média porque a) o conhecimento científico era precário, desconhecia- se que a doença era facilmente curável e que só era transmitida pelo contato sexual entre as pessoas. 10 HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE b) a única cura conhecida da doença dependia de poções e unguentos mágicos, mas a Igreja católica impedia a divulgação desses rituais de feitiçaria. c) representava, além do risco do sofrimento e da morte, a existência de preconceitos sociais e a crença de que a doença era uma manifestação da vontade e do castigo divinos. d) foi mais devastadora que a peste negra, que era disseminada pelas pulgas dos ratos e que atingia principalmente os moradores das áreas rurais. e) era frequentemente confundida com a disenteria, originária da América, que provocou milhões de mortes nas áreas centrais e orientais da Europa, entre a Idade Média e a Idade Moderna. 10. (Unisc 2021) "As lutas entre a nobreza, a Igreja e os príncipes por suas respectivas parcelas no controle e produção da terra prolongaram-se durante toda a Idade Média, de modo que nos séculos XII e XIII emergiu mais um grupo como participante desse entrechoque de forças". ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993, 2v, p.15. Marque a alternativa relacionada ao conceito que contempla o grupo social emergente naquele contexto histórico: a) Os cruzados. b) A elite. c) O empresariado. d) A maçonaria. e) A burguesia. 11. (Fuvest 2020) Afirmo, portanto, que tínhamos atingido já o ano bem farto da Encarnação do Filho de Deus, de 1348, quando, na mui excelsa cidade de Florença, (...) sobreveio a mortífera pestilência. (...) apareciam no começo, tanto em homens como nas mulheres, ou na virilha ou na axila, algumas inchações (...) chamava-as o populacho de bubões (...). Giovanni Boccaccio, Decamerão. A respeito da Peste Negra do século XIV, é correto afirmar: a) Provocou gravíssima queda demográfica, que afetou grande parte da produção econômica europeia. b) Originou-se no Oriente, penetrou no continente europeu pelos portos e manteve-se restrita à Península Itálica. c) Foi provocada pela fome e pela desnutrição dos camponeses e favoreceu o processo de centralização política. d) Foi contida pelo caráter de subsistência da economia europeia, que dificultava o contato humano e, assim, o contágio. e) Estimulou as investidas contra os territórios muçul- manos no movimento conhecido como Segunda Cruzada. 12. (Espcex (Aman)) A crise do sistema feudal motivou uma série de mudanças sociais e culturais com o revigoramento do comércio e das cidades, entre os séculos XI e XIII, na Europa. Nas alternativas abaixo, assinale aquela que se relaciona com o surgimento da burguesia. a) Os avanços tecnológicos adotados na agricultura não foram suficientes para ampliar o comércio de alimentos, incentivando a produção e comercialização de bens manufaturados. b) A intensificação das invasões bárbaras motivou o surgimento de cidades fortificadas onde a prática comercial era intensa. c) A Peste Negra, por ser mais facilmente combatida nas cidades, onde havia melhores condições de higiene, fez com que as cidades multiplicassem suas populações e ampliassem as trocas comerciais. d) O crescimento do comércio com o Oriente e o surgimento de feiras nas principais rotas comerciais da Europa favoreceram o estabelecimento de uma nova classe social de mercadores e artesãos, assim como o surgimento de várias cidades no interior europeu. e) O advento da Guerra Santa desmotivou as práticas comerciais entre os artesãos e os organizadores das Cruzadas, em função de sérias ameaças às rotas comerciais no Oriente, limitando o comércio ao continente europeu. 13. (Espm) Dionísio Cartuxo redigiu o tratado ‘De Venustate Mundi et Pulchritudine Dei’ (Sobre o Encanto do Mundo e da Beleza Divina). De imediato, o título nos diz que a beleza verdadeira é atribuída unicamente a Deus; o mundo pode ser apenas venustus, belo, agradável. As belezas da criação, diz ele, não passam de um respingo da beleza máxima; uma criatura é chamada de bela na medida em que é parte da beleza da natureza divina e com isso, de certo modo, passa a ter a mesma forma que ela. Johan Huizinga HISTÓRIA GERAL COM RODRIGO BIONE 11 O conceito de beleza tratado no texto deve ser associado: a) ao pensamento iluminista; b) ao antropocentrismo característico do renascimento cultural; c) ao teocentrismo característico da cultura medieval; d) ao mecanicismo desenvolvido por Newton para compreender os fenômenos físicos; e) ao racionalismo cartesiano. 14. (Ufjf-pism 1) Leia com atenção o texto a seguir sobre o fim do período medieval. ... o final do milênio medieval costuma ser visto sob a forma de uma crise profunda e generalizada. Brutal, a mortalidade provocada pelo bacilo da peste espalha- se rápida e maciçamente. Os doentes sucumbem em alguns dias, sem remédio nem alívio possíveis. No dizer das testemunhas, todaorganização social, até os laços familiares, foi violentamente perturbada por isso. BASCHET, J. A civilização feudal: do ano mil à colonização da América. São Paulo: Globo, 2006, p. 247-248. Adaptado. Acerca da chamada “Crise do século XIV”, assinale a alternativa CORRETA: a) a expansão agrícola que precedeu a crise do século XIV foi realizada à custa de arroteamentos, o que contribuiu para minimizar o impacto ambiental e conter o processo inflacionário. b) a diminuição da produtividade levou a uma maior exploração da mão de obra camponesa. Nesse momento a teoria das três ordens foi responsável pela aceitação do aumento da tributação, evitando, assim, as revoltas camponesas. c) os deslocamentos de camponeses que fugiam para as cidades ajudaram na eliminação da epidemia nas zonas rurais, já que a peste apenas atingia as populações mais pobres e desnutridas. d) tentando fazer frente à crise do século XIV, a Igreja transferiu sua sede de Roma para Avignon, na França. Essa medida contribuiu para manter a unidade da cristandade, a autonomia e o caráter universalista da Igreja. e) nesse contexto, a fome e as epidemias contribuíram para o processo de desintegração do feudalismo e o fortalecimento do poder dos reis, que aos poucos foram tomando para si a autoridade administrativa e militar até então em mãos senhoriais. 15. (G1 - ifba) Leia com atenção o texto sobre a Idade Média. Idade Média: “Idade das Trevas” ou uma “Belle Époque”? Contexto Europeu do século X ao século XIII “Idade das Trevas” foi o termo adotado pelo humanistas do século XVII, quando generalizaram toda a civilização da Europa do século IV ao século XV como um tempo de ruína e flagelo. Esta ideologia de obscuridade das trevas é resultado de fatos e acontecimentos negativos ocorridos no longo período da Idade Média, tais como as guerras, as invasões bárbaras, as crises da agricultura, as epidemias, 1a imposição da Igreja, a inquisição em relação aos hereges, a centralização da economia restrita aos feudos, as desigualdades sociais, dentre outros aspectos, mas que não justificam criar uma terminologia pejorativa para uma gigante e envolvente civilização que, em contraste com esse lado negativo, muito criou, muito inventou e muito desenvolveu, lembrando que o período medieval é o carro chefe da historiografia contemporânea. Disponível em: http://meuartigo.brasilescola.com;historia/idade- media-idade-trevas.htm. Acesso em: 22.09.2015. Assinale a alternativa correta, considerando o período da Idade Média: a) apesar da existência de servos, a Idade Média tinha nos escravos sua principal força produtiva. b) nos Feudos, durante a Idade Média, surgiu a burguesia como classe econômica, porém, o poder da Igreja fez com que a burguesia tivesse pouca importância. c) o pensamento medieval expressado no texto foi dominado pela burguesia, sobretudo no que se refere aos assuntos científicos, pois só as corporações de ofício tinham acesso a este conhecimento. d) o texto aponta que o uso do termo “Idade das Trevas” não seria o melhor para definir a Idade Média, pois, apesar dos problemas e desigualdades sociais, esse período deixou grandes legados para a História Contemporânea. e) o trecho “a imposição da Igreja, a inquisição em relação aos hereges...” (ref. 1) demonstra o poder da Igreja como classe dominante nos campos da economia e da política, cabendo aos servos somente o direito ao voto, porém, sem direito a se eleger a nenhum cargo político. Gabarito: 1: [E]; 2: [A]; 3: [B]; 4: [A]; 5: [A]; 6: [A]; 7: [D]; 8: [D] 9: [C]; 10: [E]; 11: [A]; 12: [D]; 13: [C]; 14: [E]; 15: [D]