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Prof.ª Fabíola Soares 
 
 
 
AULA 07 – SINTAXE I 
 
 
- quando o objeto é um substantivo próprio: Amamos a Deus. 
- quando o objeto é representado por um pronome pessoal oblíquo tônico: Ofenderam a 
mim, não a ela. 
- quando o objeto é representado por um pronome substantivo indefinido: O diretor elogiou a 
todos. 
- quando o objeto é representado por uma parte de um todo: Bebeu do vinho que lhe 
ofereceram. 
- para evitar ambiguidade: Venceu ao inimigo o nosso colega. 
Obs.: caso o objeto direto não viesse preposicionado, o sentido da oração ficaria ambíguo, 
pois não poderíamos apontar com precisão o sujeito (o nosso colega). 
 
• Outro ponto importante, mas que não costuma muito ser cobrado em provas, é 
o chamado objeto direto interno (ou cognato) 
 
Vimos que verbos intransitivos são aqueles que, por terem sentido completo, não 
reclamam um complemento (objeto). É comum, no entanto, o emprego desses verbos 
com um objeto, representado por um substantivo da mesma área semântica do verbo: 
 
Vivia uma vida de rei. / Combater o bom combate. / Rir meu riso. 
 
 
4.2 Objeto indireto 
É o termo que completa o sentido de um verbo transitivo indireto. Vem sempre regido 
de preposição clara ou subentendida. Atuam como objeto indireto os pronomes: lhe, lhes, me 
te, se, nos, vos. 
Exemplos: 
Carlos gosta de música. 
 
Objeto Indireto 
 
 
 
 
 
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Prof.ª Fabíola Soares 
 
 
 
AULA 07 – SINTAXE I 
 
O professor confia em seus alunos. (Preposição clara "em") 
 
Objeto Indireto 
 
A resposta interessava-lhe . (Interessava a ele - a preposição a está subentendida) 
 Objeto Indireto 
 
Obs.: muitas vezes o objeto indireto inicia-se com crase (à, àquele, àquela, àquilo). Isso 
ocorre quando o verbo exige a preposição "a", que acaba se contraindo com a palavra 
seguinte. 
Por Exemplo: 
Entregaram à professora o presente. (à = "a" preposição + "a" artigo definido. 
 
 
 
Observações Gerais: 
- Muitas vezes, por uma questão de ênfase, antecipamos o objeto, colocando-o 
no início da frase, e depois o repetimos por meio de um pronome oblíquo átono. 
A esse objeto repetido damos o nome de objeto pleonástico. 
 
O livro não o encontrei em nenhum lugar. 
 
 Objeto direto pleonástico 
 Objeto direto 
 
 
 
Ao gerente, não lhe pedi nada. 
 
 Objeto indireto pleonástico 
 Objeto indireto 
 
 
- Os pronomes oblíquos o, a, os, as (e as variantes lo, la, los, las, no, na, nos, nas) são sempre 
objeto direto. Os pronomes lhe, lhes são sempre objeto indireto. 
 
 
 
 
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Prof.ª Fabíola Soares 
 
 
 
AULA 07 – SINTAXE I 
 
 Exemplos: 
Eu o encontrei na sala. (OD) 
Vou vendê-la.(OD) 
Eu lhe pagarei um sorvete.(OI) 
- Os pronomes oblíquos me, te, se, nos, vos podem ser objeto direto ou indireto. Para 
determinar sua função sintática, podemos substituir esses pronomes por um substantivo: se o 
uso da preposição for obrigatório, então se trata de um objeto indireto; caso contrário, de 
objeto direto. 
Por Exemplo: Felipe me viu no curso. (OD) 
Substituindo-se "me" por um substantivo qualquer (amigo, por exemplo), tem-se: "Felipe viu 
o amigo no curso." Veja que a preposição não foi usada. Portanto, "me" é objeto direto. 
Observe o próximo exemplo: Clara me telefonou. (OI) 
Substituindo-se "me" por um substantivo qualquer (amigo, por exemplo), tem-se: “Clara 
telefonou para o amigo". A preposição foi usada. Portanto, "me" é objeto indireto. 
 
 
4.3 Complemento nominal 
 
É o termo que completa o sentido de uma palavra que não seja verbo. 
Assim, pode referir-se a substantivos abstratos, adjetivos ou advérbios, sempre por 
meio de preposição. 
Confira a seguir alguns exemplos: 
Fabíola tem orgulho dos seus alunos. 
 substantivo complemento nominal 
Fabíola estava apta para o trabalho. 
 adjetivo complemento nominal 
A professora agiu favoravelmente aos alunos. 
 advérbio complemento nominal 
Saiba que: 
O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração expressa 
por um nome. É regido pelas mesmas preposições do objeto indireto. Difere deste apenas

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