Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

HISTÓRIA - A segunda etapa do período colonial
IM
PR
IM
IR
Voltar
GA
BA
RI
TO
Avançar
4
10. UFSC
...” Que estava plenamente provado o crime de lesa-majestade (...) a que premeditadamente
concorriam de se subtraírem da sujeição em que nasceram e que como vassalos deviam ter a dita
senhora (Dona Maria I), para constituírem uma República, por meio de uma formal rebelião, pela
qual assentaram de assassinar ou depor General e Ministros, a quem a mesma senhora tinha dado
jurisdição e poder de reger e governar os povos da Capitania (...)
Portanto condenam o réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha Tiradentes, Alferes que foi da tropa
paga da Capitania de Minas, a que com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da
forca e nela morra morte natural, para sempre. E que depois de morto, lhe seja cortada a cabeça e levada
a Vila Rica, onde em lugar mais público dela, seja pregada em um poste alto, até que o tempo a consuma
e o seu corpo será dividido em quatro quartos e pregados em postas pelo caminho de Minas...”
CASTRO, Therezinha de. História documental do Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1968, p. 123-124.
Analisando o texto, o momento e as circunstâncias em que foi escrito, assinale a(s)
proposição(ões) verdadeira(s).
01. A conspiração pretendia ainda a abolição da escravatura, independência das colôni-
as americanas e a adoção dos princípios da Declaração dos Direitos do Homem e do
Cidadão, proclamada na França.
02. Segundo o texto, entre outros objetivos do movimento conspiratório, estava o de
proclamar uma República.
04. Trata-se da condenação de Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiraden-
tes, que com outros não citados no trecho, foram julgados por terem participado de
uma insurreição contra o governo português.
08. O movimento por cuja participação foi condenado Tiradentes é conhecido, na Histó-
ria do Brasil, como Revolta de Vila Rica.
16. Os réus foram condenados não só por conspirarem, mas por crime de assassinato de
autoridades da Colônia e da rainha de Portugal.
32. O movimento que motivou a condenação de Tiradentes teve forte participação popu-
lar. Muitos dos que foram presos eram operários, soldados, agricultores pobres e
mesmo alguns clérigos, como Frei Caneca, também condenado e executado.
Dê, como resposta, a soma das alternativas corretas.
11. U. Santa Ursula-RJ A “corrida do ouro” às minas brasileiras (século XVIII) proporcio-
nou significativas mudanças na Economia e na sociedade colonial. Assinale as mais im-
portantes transformações:
a) O grande desenvolvimento urbano, crescente aumento populacional, aumento do mer-
cado interno e as grandes obras do período barroco.
b) Foi considerado o “século das luzes” pois a educação foi extensiva a toda a população,
sem distinção de classe.
c) Houve uma grande resistência indígena e uma intensificação do tráfico negreiro.
d) Os olhos do colonizador estavam mais voltados para os grandes senhores dos enge-
nhos açucareiros que proporcionavam maiores lucros.
e) A resistência indígena à exploração do ouro e a situação de Portugal tendo que pagar
sua dívida com a Inglaterra.
12. Univali-SC As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras tinham como objetivo a
procura de riquezas minerais e/ou a caça ao índio, para escravizá-lo e vendê-lo no litoral.
O papel histórico das Entradas e Bandeiras, pode ser assim resumido:
a) Determinaram a ocupação efetiva do interior do Brasil e deram ao nosso país sua atual
configuração geográfica.
b) Contribuíram para a implantação de uma nova política colonizadora, aproximando
índios e colonos.
c) Iniciaram aproveitamento verdadeiro das terras agrícolas do oeste mudando a situa-
ção econômica da Colônia.
d) Por razões políticas e econômicas, contribuíram para a mudança da capital do Vice-
Reino, do Rio de Janeiro para a Bahia.
e) Respeitaram o Meridiano de Tordesilhas, evitando, assim, conflitos armados entre
portugueses e espanhóis.
HISTÓRIA - A segunda etapa do período colonial
IM
PR
IM
IR
Voltar
GA
BA
RI
TO
Avançar
5
13. UFRN Analise a tabela a seguir.
Com base na tabela, é correto afirmar que:
a) o crescimento vegetativo da população escrava, no Novo Mundo, foi mais intenso na
América Latina;
b) a mestiçagem é um aspecto da formação étnica americana importante somente para a
América Latina;
c) a extinção do tráfico negreiro nas possessões britânicas, no séc. XIX, marcou o fim da
importância econômica da escravidão no Novo Mundo;
d) as sociedades coloniais portuguesa, francesa e britânica do séc. XVIII podem indis-
tintamente, ser qualificadas de escravistas.
14. Cefet-RJ
“A escravidão na terra chamada ‘Brasil’ teve início com a invasão portuguesa em 1500. Só no
final do século XVIII e início do XIX começa-se a não admitir a escravidão como algo natural.
Praticamente trezentos anos se passaram.”
MONTENEGRO, Antônio Tomas. Reinventando a liberdade: a abolição da escravatura no Brasil.
In: História em documentos. São Paulo: Atual. 1989, p. 6.
Entre os acontecimentos que contribuíram de forma decisiva para disseminar a idéia de
que a escravidão é inaceitável, podemos destacar:
a) a Revolução Francesa, que se inspirou nos princípios da Liberdade, Igualdade e Fra-
ternidade, e a Revolução Industrial, na Inglaterra, que levou à percepção de que o
trabalho livre era mais lucrativo do que o escravo;
b) o Quilombo dos Palmares, que demonstrou o grau de revolta do negro frente à escra-
vidão, e a Guerra dos Mascates, gerada pela oposição entre senhores de engenho e
comerciantes em Pernambuco;
c) A Revolta de Beckman, que foi deflagrada em virtude do alto preço do escravo africa-
no no Maranhão, e a Guerra dos Emboabas, que acirrou as disputas pelas jazidas de
ouro e mão-de-obra escrava;
d) o Humanismo e a Revolução Pernambucana de 1817 que desencadearam movimentos
revoltosos contra o poder dos brancos portugueses;
c) A Revolução do Porto e a Revolução Farroupilha, que se pautaram em princípios do
liberalismo e colocaram como central a questão racial.
Fonte: CARDOSO, Ciro F. A Afro-América: a escravidão no Novo Mundo.
São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 23. (Tudo é História, 44)
DESEMBARQUES DE ESCRAVOS AFRICANOS E POPULAÇÃO NEGRA
E MULATA, POR ÀREA, NO NOVO MUNDO
ÁREAS
América do Norte Britânica
Caribe Britânico
Caribe Francês
Brasil
Cuba
Possessões holandesas,
dinamarquesas
e espanholas (exceto Cuba)
ESCRAVOS
DESEMBARCADOS
1701-1810
348.000
1.401.300
1.348.400
2.891.400
131.800
930.800
1811-1870
-
-
96.000
1.145.400
570.200
35.800
POPULAÇÃO NEGRA
E MULATA
1770
(aprox.)
489.800
434.000
401.400
1.988.000
75.200
-
1830/50
(aprox.)
2.328.600
735.000
1.112.700
2.515.500
603.000
-

Mais conteúdos dessa disciplina