Prévia do material em texto
TDE’I Introdução a estética Faculdade Florence Aluno (a): Karina Silva Professor (a): Ellen Andressa De Alencar 1• Semestre Coco Chanel Coco Chanel Nascida em uma Pequena vila de Saumur no interior da França em 19 de agosto de 1883. Filha de uma lavadeira e de um vendedor de roupas, Gabriele Bonheur Chanel, seu nome de registro, ficou órfã de mãe quando eu tinha seis anos de idade, foi levada pelo pai, junto com mais quatro irmãos, para um orfanato, na cidade de Auvergne, Onde ficou até 1903. Coco Chanel deixou a escola aos 18 anos de idade, e nunca mais buscando retornar ao ensino superior. Foi uma estilista e uma inovadora no campo da moda, um grande império na produção de roupas, bolsas, sapatos, perfumes, acessórios e etc. Iniciou sua carreira como vendedora em uma loja de tecidos onde costurava, aprendeu a costurar no orfanato que foi criada pelas freiras. Mais tarde se tornou cantora em um cabaré, onde ganhou o apelido "Coco Chanel" por causa da música "Qui qu a lu Coco" Que costumava cantar. Em 1910 recebeu assistência financeira do seu namorado, industrial inglês, Arthur Capel, Ele ajudou a abrir sua primeira loja, a "Chanel Modes", Uma pequena chapelaria que logo se expandiu para o ramo da moda. Nos anos 20, Chanel já era uma design influentes, desenhava roupas elegantes, com tecidos fluídos e peças inspiradas no guarda-roupa masculino. Aos poucos construiu uma grande marca que tinha mais de 2 mil funcionários já no final dos anos 20. Durante a Segunda Guerra Mundial, com a retração dos negócios, Coco Chanel trabalhou como enfermeira e envolveu-se com oficial nazista e acabou exilada na Suíça. Em 1954 voltou a Paris e retomou seus negócios na alta costura. Apresentou o Cardigã, o vestido preto e as pérolas, que se tornou marca registrada do estilo Chanel. Aos poucos passou A vestir grandes personalidades, entre elas a primeira dama americana, Jackie Kennedy, A marca Chanel começou a aparecer nas grandes revistas de moda. Todas essas inovações fizeram com que ela se destacasse no mundo empresarial, afinal, não era apenas uma estilista, mais uma empreendedora. Ela revolucionou o modelo de negócios da moda e a indústria de beleza em poder ando mulheres com peças diversificadas. O estilo visionário e compromisso com a autenticidade não apenas Moldaram a indústria, mas também inspiraram gerações a desafiar as normas preestabelecidas. Coco Chanel entrou para história por conta de uma fragrância: A Chanel N• 5. Depois de testar algumas composições adpresentadas por seu perfumista, ela optou pela 5• que batizou o perfume mundialmente famoso graças a uma revista em que Marilyn Monral Contou que dormia com duas gotinhas dele. “O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça.” Coco Chanel Helena Rubinstein Helena Rubinstein Helena Rubinstein nasceu em 1872 na Cracóvia, Polônia, em uma família modesta de tradições judaicas. Era a primogênita entre 8 filhas. Acredita-se que seu pai permitiu que ela começasse os estudos na área médica, mas Rubinstein, embora gostasse das atividades em laboratório, parecia não tolerar bem a parte mais “carnal” da medicina. Em pouco tempo de estudo perdeu o interesse por esta carreira e recebeu um ultimato de seu pai – casar-se com um candidato que a família havia escolhido (casamentos arranjados eram uma prática comum na época, naquela região). Entretanto, Rubinstein não concordou com a escolha de seus pais. Alguns sugerem que ela tinha um “namoradinho” que conheceu na faculdade. Mas, provavelmente, o fato era que ela preferia tomar decisões por si mesma. Então, optou por ir para longe da família e aos 25 anos se mudou para a Austrália, onde ficara com seu tio Bernard trabalhando na loja dele e sabendo muito pouco da língua inglesa. Eventualmente, mudou-se para Melbourne, onde trabalhou como garçonete no Café Maison Dorée, passando a conhecer as pessoas influentes da cidade. abriu seu primeiro salão de beleza em 1902, na Rua Elizabeth 138, em Melbourne (Austrália). entre 1903-1908, Rubinstein trouxe o creme “Valaze” da Polônia, um hidratante exclusivo feito por químicos europeus, contendo ervas raras das montanhas de Cárpatos (Europa Oriental), que prometia melhorar as piores condições da pele em apenas um mês. Mas outros acreditam que, na verdade, o creme Valaze era produzido e embalado na Austrália, por empresários locais conhecidos de Rubinstein, contendo inclusive ingredientes locais, como a lanolina. De fato, alguns especulam que por conter lanolina é que Rubinstein passou a fazer propagandas do creme Valaze chamando-o de “alimento da pele”. Independentemente da veracidade dos anúncios, o que se nota é que eles eram dotados de uma dialética farmacêutica, quase que científica, ou pseudo-científica como clamado por outros. Helena Rubinstein entendia muito bem o significado do luxo para as mulheres da alta sociedade. Ela acreditava que “algumas mulheres não compram nada, a menos que possam pagar muito”. Para reforçar o glamour de seus salões, Rubinstein fazia frequentes viagens à Europa, especialmente à Londres e Paris, e trazia para a Austrália as novidades que aprendia por lá. Além de vender o creme Valaze e outros produtos da linha, em pouco tempo, os salões de Rubinstein passaram a oferecer tratamentos que eram possíveis apenas com o uso de certos equipamentos de estética. Um dos tratamentos mais populares era a massagem facial, feita com rolos massageadores (semelhantes ao roller de jade), segundo uma técnica de manejo específica aplicada por esteticistas supostamente treinadas na Europa (isto é, familiares de Rubinstein). Outros procedimentos incluíam o uso de 1) aparelhos de sucção à vácuo para redução de rugas; 2) cintas de queixo eletrizadas para tratar papada ou queixo duplo; 3) eletrólise para remoção de pelos indesejáveis; 4) massageadores eletro-vibratórios, que alguns acreditam serem usados em sessões mais “íntimas”; e até mesmo artifícios mais arriscados, como 5) injeções de cera de parafina para preenchimento facial. Rubinstein se especializou nos cuidados com a pele, desenvolvendo as mais variadas preparações estéticas com sua equipe de químicos e esteticistas, presumivelmente inspiradas nos trabalhos de iminentes esteticistas e cientistas europeus, como o Dr. Heinrich Paschkis, a Dra. Mathilde Pokitonoff, e Eleanor Adair. Ela classificava a pele em normal, seca, e oleosa; e também acreditava que a pele se tornava seca pela falta de lubrificantes naturais, exacerbada pelo uso de sabões alcalinos e fragrâncias com álcool. Os salões Rubinstein ofereciam uma diversidade de produtos e tratamentos, focando em limpeza e massagem facial; linhas e rugas; comedões, poros abertos e acne; sardas, bronzeado, e manchas de sol; bem como preparações para aumentar o busto ou diminuir a massa corporal (algo semelhante aos cremes para tratar gordura localizada de hoje em dia). Ela também promovia batons e maquiagem como protetores da pele, amenizando o estigma de usar cosméticos coloridos que permeava aquela época. Com familiares instalados na Austrália e cuidando dos negócios por lá, Rubinstein decidiu expandir para a Europa, abrindo salões em Londres (1908) e Paris (1909). Numa época em que mulheres não eram elegíveis para receber financiamento de bancos, Rubinstein abriu novos salões com recursos próprios. Em Londres, Helena Rubinstein casou-se com seu primeiro marido, um jornalista polaco-americano que lhe auxiliava a redigir o material promocional. Tiveram dois filhos, e uma relação com certos desafios. De fato, aos sinais do início da Primeira Guerra, em 1914, Rubinstein deixou suas irmãs cuidando dos salões em Londres e Paris, e partiu para Nova Iorque. Seu marido e filhos só se mudariam para os EUA mais tarde. Em 1915, Rubinstein abriu seu primeiro salão em Nova Iorque, marcando o início de sua desavença com Elizabeth Arden, a qual se estabelecera na cidade em 1910. os salões de beleza de Rubinstein atraiam publicidade gratuitapor serem decorados com esculturas e pinturas modernistas, que compunham a coleção de arte privada da Madame. Rubinstein abriu novos salões pelos EUA, em São Francisco, Filadélfia, Nova Orleães, Chicago, Boston etc.; além de distribuir seus cosméticos em lojas de departamento. Em 1916, instalou sua primeira fábrica nos EUA, o que lhe permitiu evitar os impostos de importação, embora se diz que continuara a sugerir que seus produtos vinham direto de Paris. Com familiares instalados na Austrália e cuidando dos negócios por lá, Rubinstein decidiu expandir para a Europa, abrindo salões em Londres (1908) e Paris (1909). Numa época em que mulheres não eram elegíveis para receber financiamento de bancos, Rubinstein abriu novos salões com recursos próprios. Amante das artes, filantropa, judia, mãe, e exímia empreendedora, Helena Rubinstein criou, expandiu, e administrou um dos maiores “impérios” da indústria da beleza no século XX. Adorada por uns, e criticada por outros, Rubinstein obteve sucesso ímpar em uma época em que usar maquiagem era algo reservado a prostitutas, e as mulheres em geral eram encorajadas a casar, manter um lar, e cuidar da família. “ O trabalho duro mantêm as rugas fora da mente e do espírito.” Helena Rubinstein Elizabeth Arden Elizabeth Arden A mulher que revolucionou a maquiagem das americanas nasceu no Canadá em 1878. Nasceu como Florence Nightingale Graham, mas mudou o nome para Elizabeth Arden em 1910 com o nascimento da marca e fundação da loja na Fifth Avenue, em New York. Um espaço com uma Red Door, ou porta vermelha, que se destacava do cinzento que era aquela avenida dos milionários. O salão dela virou o ponto de encontro das mulheres mais sofisticadas do mundo. Depois da viagem à Paris em 1914, ela trouxe para os Estados Unidos os primeiros pós e blushes tingidos, bem como uma máscara de cílios e sombras para as americanas. Contratou ainda uma equipa de químicos e revolucionou os cuidados da pele ao introduzir uma abordagem científica. Foi ainda pioneira no conceito de makeover e criou uma paleta de cores de maquilhagem e sombras e batons. Se seus cosméticos já realçam a beleza feminina, as fragrâncias de Elizabeth Arden complementa ainda mais a ideia da nova mulher independente, sem perder feminilidade. Um dos perfumes mais clássicos da perfumaria mundial, Red Door, de Elizabeth Arden, foi especialmente elaborado para mulheres que apreciam momentos de sofisticação e requinte. Ele foi inspirado na porta do famoso salão de Elizabeth. Inspirado pela arquitetura clássica e pelo distintivo horizonte de Manhattan, Elizabeth Arden 5th Avenue captura o estilo atraente da rua mais famosa do mundo. A fragrância exala a energia e a emoção de Nova York, mantendo a feminilidade clássica e o luxo. Inspirado pela arquitetura clássica e pelo distintivo horizonte de Manhattan, Elizabeth Arden 5th Avenue captura o estilo atraente da rua mais famosa do mundo. A fragrância exala a energia e a emoção de Nova York, mantendo a feminilidade clássica e o luxo. A cosmetóloga e empresária canadense foi pioneira no conceito completo de beleza, com o lema "limpar, tonificar e hidratar", e começou sua empresa na cozinha de casa, onde formulava cremes para queimaduras com gorduras, leite e outras substâncias. Em 1910, inaugurou seu primeiro salão de beleza em Nova York, que ficou conhecido como Red Door devido às portas vermelhas, estreando o conceito de spa. A homenageada também introduziu nos Estados Unidos a maquiagem para os olhos e a primeira linha completa de cuidados para a pele, sob a marca com seu nome. Atualmente, sua empresa está presente em 18 países e seus produtos são comercializados em mais de cem nações. Mais de três mil batons da marca são vendidos por dia. Esta mulher esteve à frente de seu tempo, o que podemos perceber pelos produtos que desenvolveu, nas embalagens, nas fórmulas e até nos anúncios da época. Ela foi a primeira a distribuir as amadas amostras grátis, por exemplo. Ela inventou a indústria da beleza nos Estados Unidos. Revolucionou o mercado com maquiagens e cosméticos, fazendo com que milhares de mulheres ressaltassem sua beleza. Transformou a simples porta vermelha de suas lojas em um ícone que representa os melhores parâmetros de serviço, elegância e um símbolo de luxo e qualidade. ELIZABETH ARDEN, foi, e ainda é, uma das marcas de cosmético e beleza mais influentes do mundo. “Toda mulher tem o direto de ser bonita.” Elizabeth Arden www.fartetch.com www.ebiografia.com cosmeticaemfoco.com.br blog.anbeauty.com.br