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acho que não sairei vivo daqui. Assim, Por que não contam a eles o que aconteceu com o dinheiro? — propôs Oates. A multidão silenciosa concordou com movimentos de cabeça e olhares interrogativos. Burt conseguira levar Rose para o outro extremo do balcão, deixando a linha de tiro livro. Oates já analisara suas ações. Balearia dois dos ajudantes, os mais próximos e mais perigosos, depois se esconderia atrás do balcão. Billy, um dos ajudantes, estava inquieto. Seu pai e seus irmãos haviam morrido na guerra. Ele, mais do que todos, tinha motivos para odiar os ianques e todos os que se ligavam a eles, como o delegado federal. Não podia admitir, porém, que a memória de seus mortos em batalha fosse usada para fins tão mesquinhos. — Ele tem razão, Robert. Se o que ele afirma é verdade, temos de reconhecer que é um homem morto mesmo. Assim, onde está o dinheiro? — quis ele saber. O rapaz encolheu-se, olhando o xerife com apreensão. O homem da lei percebeu que a situação começava a se inverter. — Acho que temos de perguntar isso a Rose — devolveu o xerife. — O dinheiro foi entregue a ela, ela tem que dar conta. — Pois aí está ele, a seus pés, xerife — disse ela. — Estão sendo enganados, rapazes. Rose e esse renegado estão nos enganando. Pegaram o dinheiro e... — O dinheiro foi mandado para a casa do Coronel e não chegou lá. O que houve com