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Material teórico de Segurança da Informação: fundamentos (introdução, tecnologias, fator humano, processos e segurança física), objetivos sobre ataques, vulnerabilidades e técnicas de proteção, orientações de estudo e breve contexto histórico com exemplo Microsoft/Apple.

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Segurança da Informação
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Me. Vagner da Silva
Revisão Textual:
Prof. Me. Luciano Vieira Francisco
Fundamentos da Segurança
• Introdução em Segurança;
• Tecnologias de Segurança;
• Ser Humano;
• Processo – Normas;
• Segurança Física.
• Conhecer como foi feito e a evolução dos ataques aos sistemas de informação, o elo mais 
fraco da segurança e onde são encontradas e geradas as principais vulnerabilidades;
• Estudar a base para manter a rede de computadores e o sistema de informação mais 
seguros e algumas técnicas e recursos empregados para aumentar os bloqueios de 
aceso indevido à rede de computadores;
• Entender os riscos que uma infraestrutura de tecnologia da informação oferece e 
como podem ser tratados para evitar vulnerabilidades e, consequentemente, acesso 
a informações sigilosas.
OBJETIVOS DE APRENDIZADO
Fundamentos da Segurança
Orientações de estudo
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem 
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua 
formação acadêmica e atuação profissional, siga 
algumas recomendações básicas:
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e 
horário fixos como seu “momento do estudo”;
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;
No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e 
sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam-
bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão 
sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus-
são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o 
contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e 
de aprendizagem.
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte 
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Mantenha o foco! 
Evite se distrair com 
as redes sociais.
Determine um 
horário fixo 
para estudar.
Aproveite as 
indicações 
de Material 
Complementar.
Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma 
Não se esqueça 
de se alimentar 
e de se manter 
hidratado.
Aproveite as 
Conserve seu 
material e local de 
estudos sempre 
organizados.
Procure manter 
contato com seus 
colegas e tutores 
para trocar ideias! 
Isso amplia a 
aprendizagem.
Seja original! 
Nunca plagie 
trabalhos.
UNIDADE Fundamentos da Segurança
Introdução em Segurança 
Nos primórdios da humanidade a necessidade de se comunicar sempre esteve 
presente e a informação era, de algum modo, estabelecida sob diversas formas. O ser 
humano buscava registrar os seus costumes, a sua contabilidade e os hábitos recor-
rendo a diversas técnicas que pudessem ser utilizadas pelo indivíduo e coletividade.
A informação é considerada o bem mais valioso que uma empresa possui, de 
modo que a manter em segurança para que outros não tenham acesso tornou-se 
um desafio tão grande quanto à sua própria importância. Com o avanço da tecno-
logia observamos um novo cenário em que os bens mais valiosos de uma empresa 
foram convertidos em bits e bytes armazenados.
Antes mesmo da digitalização das informações, as empresas já se preocupavam 
com as quais, mas as técnicas empregadas para mantê-las seguras eram diferentes 
das atualmente utilizadas.
Na época em que a digitalização das informações e a rede de computadores 
não eram ainda usadas pelas organizações, as preocupações ficavam a cargo das 
práticas de espionagem industrial. Assim, todo o cuidado era necessário para que 
tais informações não “caíssem em mãos erradas”, pois os espiões poderiam se 
beneficiar e até prejudicar a empresa na competitividade que acontecia em cada 
área de negócio.
Muitos são os casos de organizações que se beneficiaram das informações antie-
ticamente obtidas, sendo o episódio mais popular na área de tecnologia aquele que 
envolveu a Microsoft e a Apple, cuja negligência de Steve Jobs acabou por ceder in-
formações para Bill Gates acerca da interface gráfica dos sistemas operacionais que 
ambas as empresas desenvolviam. Por ter acesso a essas informações, a Microsoft 
saiu na frente e atualmente domina as vendas de sistemas operacionais.
Há muitos outros exemplos no mundo, pois onde há competição figuram inte-
resses em saber o que os concorrentes fazem; desta forma, a empresa poderá se 
manter no mercado ou até mesmo ganhar grande parte desse – tal como ocorreu 
com a Microsoft.
Os computadores, ao longo do tempo, foram ficando mais acessíveis, as empresas 
foram investindo na área de Tecnologia da Informação (TI), as informações foram di-
gitalizadas e as redes de computadores foram se tornando cada vez mais importantes. 
Com tais facilidades, as informações foram se multiplicando e um novo formato foi 
dado ao armazenamento e à recuperação das quais, portanto, o que anteriormente 
era registrado em papel, agora é, em sua grande maioria, digitalizado e mantido em 
arquivos no computador, ou armazenado em mídia eletrônica. Consequentemente, 
devido à forma como as informações são agora armazenadas, são proporcionadas 
grandes facilidades para que pessoas impróprias possam obtê-las.
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Os fatos citados até aqui e outros motivos fazem da segurança da informação 
um desafio para todos que usam TI, pois esse fenômeno afeta diretamente os 
negócios empresariais.
A princípio, quando as redes de computadores ainda não eram tão usadas, sur-
giram os primeiros vírus digitais, cuja finalidade era principalmente danificação e, 
consequentemente, destruição das informações armazenadas. A disseminação de 
vírus entre os computadores nessa época era mais lenta, pois eram transmitidos 
pelos disquetes infectados e inseridos nas máquinas.
Os focos desses primeiros vírus eram os arquivos com extensões .exe, .bat e .com, 
usados nos sistemas operacionais DOS e Windows. Command.com foi o arquivo 
preferido de contaminação pelos crackers, afinal, uma vez infectado, qualquer outro 
arquivo aberto era automaticamente comprometido, de modo que se fossem levados 
e abertos em outros computadores considerados “limpos”, a proliferação da contami-
nação era certa.
Com o avanço da tecnologia, os computadores foram se conectando uns aos 
outros pelas redes, de modo que os vírus se aproveitaram das conexões físicas 
entre as máquinas para efeito de disseminação; desta forma, um computador in-
fectado poderia contaminar outras máquinas a esse conectadas – bastava ter um 
computador com arquivo infectado na rede e este ser aberto em outro computa-
dor para que a epidemia acontecesse.
A internet possibilitou a contaminação por meio de vírus em escala mundial, 
tornando-se mais fácil disseminar vírus entre as máquinas, pois a rede ficou global, 
portanto, não mais restrita às Local Area Network (LAN) das empresas.
O vírus Melissa foi um dos primeiros que se tem notícias de disseminação em 
nível global, manifestando-se por e-mail, comumente enviado como anexo, em 
um arquivo .doc que, ao ser aberto, além de contaminar as máquinas, enviava 
para cerca de cinquenta outros e-mails da lista de contatos o mesmo arquivo. Essa 
característica fez com que tal vírus rapidamente se disseminasse pelo mundo, cau-
sando sérios problemas aos servidores de e-mail pela quantidade de mensagens 
disparadas em curtíssimo espaço de tempo, ou seja, os servidores não conseguiam 
dar conta de enviar todas as mensagens solicitadas. Assim, o objetivo desse vírus 
foi contaminar o arquivo .dot das versões 97 e 2000 do Windows, pois uma vez 
contaminado, qualquer outro arquivo com o aplicativo Office Word criado seria 
igualmente comprometido, afinal, o arquivo .dot é usado comopadrão de forma-
tação dos novos criados.
Os vírus foram tomando outras formas no decorrer do tempo, a tecnologia foi se 
aperfeiçoando e novas funcionalidades, aplicativos e serviços foram implementados 
nos sistemas operacionais; em consequência disto, os ataques foram se desenvol-
vendo no mesmo ritmo, aproveitando as vulnerabilidades encontradas nesses siste-
mas operacionais, nos serviços e aplicativos.
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
Novas denominações foram criadas aos arquivos com intenção de destruir os 
computadores e seus dados, ou até mesmo buscando obter informações sigilosas, 
portanto, além dos vírus temos o termo malware, que é dividido em duas caracte-
rísticas: vermes – worm – e cavalo de Troia.
Malware é a denominação de arquivos criados para obter informações das má-
quinas onde estão armazenados. Há duas formas diferentes de agir, sendo que uma 
diz respeito à ação de contaminar computadores interconectados à rede e restringir 
os recursos de hardware e de sistemas operacionais, deixando as redes com baixo 
desempenho e agindo em servidores de forma a fazer com que neguem os serviços 
solicitados – a este tipo de malware denominamos vermes.
O outro tipo é chamado de cavalo de Troia e o seu objetivo é causar danos às 
máquinas e até aos softwares instalados. Alguns enviam ao monitor mensagens 
em tempos aleatórios, provocando alterações na configuração do computador. 
Embora possam parecer inofensivos às máquinas, alguns podem trazer consequ-
ências desastrosas aos usuários, pois informações sigilosas podem ser obtidas por 
pessoa má intencionada por meio de portas abertas por esses malwares a fim de 
facilitar a execução remota de comandos.
Em decorrência da evolução da tecnologia, aplicativos e serviços com novas 
vulnerabilidades foram surgindo e com isto apareceram os spywares, adwares e 
stealwares, todos estes se beneficiando da internet como meio para dissemina-
ção e realização de ataques.
Spy significa espião, tendo como principal objetivo obter informações de usuários 
ou organizacionais sem prévia autorização. Os computadores podem ser contamina-
dos pelos spywares de diversas formas, seja por meio de cavalo de Troia, verme ou 
vírus, todos adquiridos, principalmente, pela internet.
Já ad é a abreviação de advertisement, traduzido como anúncio, tendo surgido 
com a finalidade de apresentar propagandas embutidas, geralmente em softwares 
freewares ou sharewares, no entanto, foram adaptados para propósitos ilegais, 
tais como obter informações dos usuários por meio de aplicativos da web que pos-
suem vulnerabilidades.
Por sua vez, steal significa roubo, agindo sobre os links patrocinados apresen-
tados em sites da internet. Seu propósito é fazer com que os valores monetários 
que deveriam ser dados ao site que divulga determinado produto ou serviço sejam 
desviados para outra conta. Um exemplo corresponde aos links patrocinados pelo 
Google, de modo que um administrador de website que tenha um site e deseja 
disponibilizar um espaço para propaganda, poderá fazê-lo por meio de um simples 
cadastro no mencionado Google. Assim, pelas informações que os robôs colhem 
do referido site, são automaticamente disponibilizadas propagandas de acordo com 
o ramo de atuação do mesmo. O valor monetário é, então, depositado em uma 
conta bancária informada pelo dono do site após atingir determinado patamar, de 
modo que os stealwares agem justamente nesse trâmite financeiro, ou seja, des-
viando tais valores para outra conta bancária.
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Para que uma rede seja considerada segura, deve oferecer mecanismos que ga-
rantam integridade, confidencialidade, autenticidade, disponibilidade e não repúdio, 
cujos significados de cada termo são os seguintes:
• Integridade: as mensagens trocadas entre emissor e receptor devem estar 
providas de mecanismos que garantam que não serão alteradas durante o seu 
trajeto, ou seja, a mesma mensagem que foi transmitida será entregue ao re-
ceptor sem alteração por pessoas mal-intencionadas. As assinaturas digitais e 
funções hash são mecanismos que fornecem integridade aos dados;
• Confidencialidade: a rede deve manter mecanismos que garantam que a in-
formação será conhecida apenas pela pessoa à qual foi transmitida, de modo 
que nenhum outro indivíduo terá conhecimento dessa informação; ou seja, é 
confidencial, cabendo somente ao destinatário ter conhecimento sobre a qual 
– um método usado para manusear informações confidenciais é a criptografia;
• Autenticidade: trata-se de verificar se a mensagem foi enviada pela pes-
soa que realmente ficou de fazê-lo, ou seja, certificar-se de que não foi 
emitida por outra pessoa. Isto pode ser aplicado por um indivíduo mal-
-intencionado que venha a forjar um endereço de e-mail, obtendo sucesso 
na comunicação entre as partes, passando-se por outra pessoa e obtendo 
as informações desejadas;
• Disponibilidade: a rede deve ser capaz de manter e, de certa forma, tornar 
fácil o acesso às informações, mesmo em situação de perda, garantindo plena, 
rápida e confiável recuperação por meio de backups ou até mesmo usando o 
esquema de contenção. Comumente os ataques Denial of Service (DoS) são 
usados para prejudicar os serviços disponibilizados por servidores, nos quais 
diversas solicitações são simultaneamente formuladas, causando sobrecarga 
no processamento e, consequentemente, sua paralisação;
• Não repúdio: está relacionado a uma das partes negar a participação em de-
terminado evento ou comunicação, sendo que houve, de fato, a participação. 
Para melhor exemplificar, imagine a seguinte situação: você comprou deter-
minado produto pela internet, pagando pelo qual, mas a empresa não lhe 
entrega tal produto, alegando que não houve o pagamento, ou seja, nega uma 
participação que, neste caso, seria o pagamento do produto.
Esses cinco itens quando aplicados juntos são considerados essenciais para uma 
rede mais segura e podem ser obtidos pelos softwares e hardwares disponíveis no 
mercado, de modo que alguns procedimentos podem ser executados para melhorar 
a segurança em redes de computadores, por exemplo: 
• Forte uso de criptografia;
• Educação dos funcionários em relação ao acesso à internet, intranet e aos 
recursos de informática da empresa;
• Usar tecnologias que possibilitem certo grau de segurança, ou seja, que este-
jam de acordo com a importância que a organização dá às suas informações;
• Ter um planejamento estratégico em relação a treinamentos e administração 
da segurança;
• Usar mecanismos que permitam identificar e alertar ataques e ameaças.
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
Há certa distinção entre ataque e ameaça, embora pareçam ter o mesmo sentido, 
dado que na prática se diferem nos seguintes aspectos: em uma ameaça não há invasão, 
mas sim a ação para parar determinado serviço, operação, disponibilidade, integridade 
da rede ou do sistema; já no ataque a rede ou o computador é invadido por vulnerabili-
dades encontradas.
As ameaças acontecem por meio de falhas de segurança, das vulnerabilidades 
quer seja em aplicativos ou hardwares, devendo ser identificadas e corrigidas ao 
máximo para evitar que as informações “caiam em mãos alheias”.
Mesmo implantando todos esses mecanismos não se garantirá segurança total. 
Na verdade, a execução das técnicas descritas dificultará ao máximo uma invasão, 
mas poderá trazer sérios problemas, visto que a motivação para uma invasão está, 
na maioria das vezes, vinculada à dificuldade para se infiltrar em determinada rede, 
computador ou servidor.
Assim, a empresa deve, como primeira ação para garantir maior segurança, 
desenvolver um planejamento em que os riscos sejam levantados e analisados 
para estarem isentos de vulnerabilidades. 
De qualquer forma, não é fácil dimensionar como e quais equipamentos deverão 
ser usados para criar os obstáculos a um ataque ou uma invasão, de modo que cada 
organização deverá decidir em conjunto com um especialista o que deve ser feito.
Seja qual for a decisão em relação ao graude segurança a se aplicar, pelo menos 
três passos devem ser seguidos: primeiro, deve-se avaliar as ações a serem execu-
tadas para prevenir uma invasão ou roubo de informações; segundo, necessita-se 
obter mecanismos para detectar uma invasão ou roubo de informações; e terceiro, 
deve-se ter planejado o que será realizado caso a rede seja invadida ou os dados 
roubados, ou seja, necessita-se ter uma política de recuperação das informações 
caso esta seja destruída, além de metodologias para identificar onde está a vulnera-
bilidade com o objetivo de corrigi-la.
No geral, sendo a empresa de pequeno, médio ou grande porte, deve-se iden-
tificar os focos relacionados à segurança da informação e aplicar uma análise de 
riscos em todos os ativos includentes à segurança, considerando tecnologias, seres 
humanos, processos e estruturas físicas.
Tecnologias de Segurança
As tecnologias para segurança de redes atualmente disponíveis são capazes de 
evitar a grande maioria de ataques realizados, de modo que algumas organizações 
têm áreas específicas para pesquisar as formas de ataques e ameaças a fim de 
desenvolverem equipamentos e softwares para ajudar a combater estas novas téc-
nicas de invasão.
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Quanto mais segurança uma empresa exigir, mais afetará a usabilidade da rede 
e maior será o custo com equipamentos e softwares; de modo que o ideal é reali-
zar um planejamento para alcançar um equilíbrio entre tecnologias de segurança, 
usabilidade e custo. Talvez seja necessário sacrificar um pouco da usabilidade ou do 
custo para ter um equipamento que evite o roubo das informações, chegando-se 
à conclusão de que isto é necessário em detrimento da segurança da informação, 
então deverá ser aplicado e os usuários precisarão se adequar às novas condições.
Todas as empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, deverão adotar um 
planejamento de segurança, pois as informações estão, em sua grande maioria, 
no formato mídia e devem ser tomadas todas as precauções para que não caiam 
em mãos erradas. É certo que quanto maior a organização, maior deverá ser o 
investimento em segurança, pois pela sua importância perante os concorrentes, 
trará preocupações que exigirão tal precaução; no entanto, as pequenas e médias 
empresas deverão ter equivalente cuidado, afinal, quase sempre terão concorren-
tes diretos que estarão interessados em suas informações.
Para que seja possível começar a definir as tecnologias de segurança que uma em-
presa precisará, esta deverá identificar alguns itens por meio das seguintes perguntas:
• A rede possui um único ponto de firewall ou apenas usa o firewall do sis-
tema operacional?
• O firewall consiste em um equipamento ou software instalado no servidor, ou 
em uma ou mais máquinas?
• Há algum método de detecção de invasão virtual ou biométrico?
• Qual tipo de antivírus é usado? Cobre os requisitos necessários de um 
bom antivírus?
• É usada rede wireless? Se sim, estão configurados os principais pontos de 
segurança para torná-la protegida?
• A rede conta com detector de anomalias, ou seja, há alguma técnica usada 
para detectar mudança de padrões na rede?
• Há necessidade de gerenciador de identidade, ou seja, de técnicas que garantam 
a manutenção de acesso a recursos e sistemas?
• Em qual local se encontram os equipamentos estratégicos da empresa e, em 
linhas gerais, quem está autorizado a acessá-los?
• A empresa permite que funcionários, parceiros e clientes acessem a rede 
corporativa remotamente? Se sim, como são validados e controlados estes 
acessos remotos?
• Há configurada uma Rede Desmilitarizada (DMZ) na empresa? Se sim, está, 
realmente, separada da rede interna?
• Qual técnica é empregada para separar a rede interna da DMZ?
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
Um ponto importante a ser considerado em um planejamento de segurança 
de rede corresponde aos riscos e sobre os níveis que serão dados aos quais; em 
consequência, pode-se definir as ações a serem tomadas caso ocorram. Esse pro-
cedimento evita que ações sejam tomadas aleatoriamente caso tenha alguma ocor-
rência, de modo que para facilitar na decisão na tomada de ação, uma metodologia 
sobre os procedimentos deve estar definida e documentada. Assim, todos os pon-
tos levantados, principalmente aqueles que envolvem falhas humanas, necessitam 
estar bem estabelecidos entre o administrador ou responsável pela rede e os res-
ponsáveis pela empresa.
Como a tecnologia evolui muito rápido, deve-se estruturar a rede atual para 
comportar os novos recursos, ou seja, necessita-se considerar equipamentos que 
pelas atualizações, de preferência de software, forneçam possibilidades de me-
lhoria da rede. Portanto, mesmo que a organização não tenha intenções de im-
plantar determinado recurso, deve considerar a troca total do equipamento, pois 
se planejada, tal ação pode trazer economia à empresa em um futuro próximo. 
Ademais, por se tratar de tecnologia, muitas vezes não é possível estabelecer um 
planejamento futuro acima de três anos, mas pode-se considerar equipamentos 
modulares e atualizações por software.
De acordo com os itens aqui listados, algumas soluções devem ser tomadas, de 
modo que veremos determinadas ações e até equipamentos que podem ser usados 
para proteger a rede e, consequentemente, as informações:
• Use firewalls que separam de forma eficiente a rede da empresa da rede 
internet. Prefira aqueles que monitoram e controlam o tráfego desejado com 
base em um conjunto de regras sobre o tráfego permitido, as aplicações do 
dia a dia, tais como correio eletrônico, navegadores da web e mensagens 
instantâneas, consideradas neste conjunto de regras. O firewall deve ser a 
primeira linha de defesa em qualquer organização, sendo esta e as demais 
compatíveis com a política de segurança estabelecida na empresa;
• Use técnicas e equipamentos que permitam comunicações protegidas. As Virtual 
Private Network (VPN) empregam técnicas de encriptação das informações antes 
de serem enviadas; por meio de chaves pública e privada, autentica os usuários, 
protegendo as informações. A encriptação das informações deve ser usada por 
usuários, parceiros e fornecedores ao acessarem a rede remotamente;
• Os sistemas de prevenção de intrusões previnem e impedem invasões e ata-
ques, de modo que a sua função é pesquisar a rede à procura de comporta-
mentos fora do padrão de tráfego. Alguns recursos efetuam ações corretivas a 
ataques e na ocorrência dos quais ainda informam os administradores de rede;
• O gerenciamento de acesso dos usuários também deve ser considerado, pois 
evita que pessoas não cadastradas possam acessar a rede; 
• Quando há redes wireless, deve-se dar preferência a sistemas e equipamentos 
que trabalhem de forma integrada, fornecendo escalabilidade, segurança e mo-
bilidade. Os protocolos de segurança devem ser configurados para fornecer al-
goritmos criptográficos confiáveis, tal como o Advanced Encryption Standard 
(AES) usado no protocolo WPA2;
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• Para evitar a contaminação da rede por vírus, spyware, spam, stealware e 
cavalo de Troia, deve-se usar antivírus conceituados no mercado.
Muitos administradores de redes acabam se identificando com determinado 
produto e seguem usando mesmo que no mercado existam melhores opções. 
Portanto, sempre pesquise e estude as características de outros antivírus e, caso 
seja necessário, mude para aquele mais adequado.
As empresas desenvolvedoras de equipamentos de rede projetam opções 
cada vez mais sofisticadas, isto é uma resposta à evolução dos ataques e amea-
ças. Assim, alguns equipamentos já utilizam bancos de dados centralizados para 
capturar formas de ataques, enquanto que outros equipamentos espalhados pelo 
mundo podem acessar esses bancos de dados e automaticamente considerar tal 
ataque ou ameaça para defender a rede. Tratam-se de equipamentos considera-
dos adaptativos, ou seja, não precisam de configuração prévia para responder a 
um ataque específico. Muitas pesquisas e estudos são realizados em universida-des e organizações a fim de contribuir na evolução de equipamentos e softwares 
inteligentes, chegando a empregar métodos de inteligência artificial para identi-
ficar, controlar, filtrar e eliminar arquivos maliciosos. 
É certo que essas soluções levarão um tempo para atingir pequenas e médias 
empresas devido ao custo inicial, mas com o decorrer do tempo será possível ter 
tais recursos a um custo satisfatório.
Ser Humano
O maior problema entre os recursos necessários para implantar a segurança está 
no ser humano, pois somos passíveis de falhas e instáveis no decorrer do tempo. 
Não importa o grau de educação, religião, credo ou cor, em algum momento poderá 
ocorrer situações geradoras de insatisfação e, por este ou outros motivos, acabando 
por permitir que informações importantes “caiam em mão alheias”. 
Não devemos levar isto como regra geral, mas nunca sabemos o que se passa 
pela cabeça de um ser humano. Já houve casos em que um engenheiro insatisfeito 
com a demissão formatou o Hard Disk (HD) onde estavam gravados desenhos em 
AutoCAD que ainda não tinham sido enviados à documentação, trazendo signifi-
cativos prejuízos para a empresa.
Em determinados locais informações sigilosas são vendidas livremente, as quais, 
certamente, com envolvimento humano, ou seja, em que algum funcionário da or-
ganização teve acesso ao banco de dados e copiou tais informações, repassando-as 
à venda ilícita.
Não se tratam dos únicos fatores que credenciam o ser humano como o elo 
mais fraco dos recursos de segurança de uma rede de computadores, de modo que 
outros aspectos, tais como passar informações sigilosas em uma conversa infor-
mal, acessar sites impróprios e que tenham scripts, abrir arquivos em e-mails com 
conteúdo suspeito, atender a solicitações tentando ser gentil podem ser também 
consideradas atitudes perigosas e praticadas pelo ser humano – mesmo que não 
sejam intencionais.
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
A engenharia social é uma técnica de manipulação de pessoas empregada para 
obter informações sigilosas com o objetivo de cometer fraudes; restringe-se a uma 
boa conversa com o indivíduo-alvo. Geralmente, as pessoas que aplicam esse tipo de 
artifício estudam e colhem o máximo de informações para poder convencer ou até 
obter o que desejam; investigam não apenas a rotina da pessoa-alvo, mas também 
tudo que a cerca; assim, obtêm meios de planejar e colocar em prática o “ataque”.
Nota-se que a engenharia social tem como foco o recurso mais fraco dentro 
daqueles usados em segurança de rede, o ser humano. Por este motivo, cada in-
divíduo deve ser considerado como parte do planejamento de segurança da rede 
de uma empresa, carecendo de frequente treinamento, além da adoção de uma 
clara política de uso dos recursos de informática, certificando-se de sua ciência e 
concordância ao exposto, assim como auditorias devem ser realizadas para tentar 
identificar pontos vulneráveis e, com isto, evitar potenciais problemas.
Processo – Normas
As informações seguem um fluxo dentro da empresa, de modo que há processos 
implementados que auxiliam no funcionamento da organização pelas informações 
que trafegam pela qual. Analisando esses processos há como identificar os elos 
mais fracos, assim como aqueles que oferecem maior vulnerabilidade em relação 
às informações corporativas.
A avaliação dos processos inclui também as pessoas e os níveis de acessibilidade 
às informações que possuem, o que garantirá que pessoas e equipamentos estejam 
configurados conforme o que foi definido pela instituição.
Logo, o modelo de segurança de rede de uma empresa não pode estar volta-
do apenas aos equipamentos que serão usados, mas em um conjunto que inclua 
processos e metodologias que garantam disponibilidade, confiabilidade e integridade 
das informações. Deve-se atentar também aos métodos e às técnicas empregadas à 
transmissão e recepção dos dados, ao armazenamento, processamento e a qualquer 
outra situação passível de acidentes.
Devido ao crescimento da área de TI houve a necessidade de organizar comitês 
para padronização e metodologias, onde o mais importante é o de governança de 
TI, tendo como função o alinhamento de objetivos de negócios da empresa com a 
tecnologia da informação; ou seja, deve-se ter conhecimento das metas dos negócios 
empresariais e fazer com que sejam definidas as melhores estratégias para que a TI 
atenda às suas necessidades e ajude a atingir os seus objetivos. 
Dependendo do tamanho da empresa, novas áreas podem surgir para melhor ges-
tão dos recursos, dos riscos e da avaliação de performance. Dessa forma, a possibilida-
de de atingir os objetivos aumenta, afinal, as políticas determinadas pela alta gerência, 
diretoria e presidente se tornam alcançáveis de maneira íntegra e eficiente.
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Com o aumento da importância e necessidade de implantar controles de se-
gurança relativos à informação, foram originadas várias associações cujo objetivo 
passou a ser mais amplo que apenas disciplinar profissionais, alertando-os sobre 
todos os conceitos associados à governança de TI e segurança da informação. Com 
isto, o conhecimento das melhores práticas geradas por essas associações deve ser 
revertido em processos na empresa, auxiliando-a a receber certificações mundial-
mente reconhecidas.
Entre alguns órgãos criados para tratar itens como segurança da informação, des-
tacam-se o Instituto de Governança da Tecnologia da Informação e a Associação 
de Auditoria e Controle de Sistemas de Informações, esta que criou os Objetivos de 
Controle para Informação e Tecnologias relacionadas (CobiT), o qual fornece uma 
fonte de conhecimento ao desenvolvimento de políticas claras e melhores práticas 
aos controles de TI das organizações. Ademais, divide os conceitos de segurança da 
informação em quatro domínios, onde cada um é triado em vários processos, estes 
que ainda são desmembrados em subprocessos onde é apresentada toda a base de co-
nhecimento para implantação de controles no ambiente da tecnologia da informação.
Para que você tenha ideia sobre como as regras descritas no CobiT podem aju-
dar na definição de estratégias à segurança da informação, veja os exemplos des-
critos a seguir e como os pontos relacionados ao CobiT podem ser referenciados.
Os aparelhos móveis usando sistemas operacionais Windows, Móbile Symbian, 
Android e outros têm crescido significativamente dentro das empresas e passa-
ram a ser ameaças corporativas devido aos vários recursos disponíveis, tais como 
acessar e-mail corporativo. Pelo fato de ser uma tecnologia relativamente nova, 
há ainda vulnerabilidades que são exploradas por crackers, de modo que já foram 
identificados vírus e malwares que afetaram dispositivos portáteis. Ademais, como 
tais aparelhos ficam expostos a diversas ameaças, a rede corporativa também es-
tará em risco no momento em que o gadget do funcionário for sincronizado ao 
servidor exchange.
É certo que a utilização de dispositivos móveis é uma tendência e não pode ser 
completamente evitada ou minimizada, porém, a importância da análise de riscos 
se torna evidente nesse ponto; de modo que uma vez realizada, é possível ter um 
banco de dados de riscos relacionados exclusivamente ao uso de gadgets pessoais 
e/ou corporativos. Com tal banco pode-se gerenciar os riscos e, em conjunto, pro-
mover treinamentos para prover melhores instruções sobre o uso de equipamentos 
portáteis na rede corporativa. A função da organização é bem definida e cabe aos 
funcionários seguir os procedimentos e utilizar os recursos de maneira segura. Para 
este caso os itens que se aplicam ao CobiT são os seguintes:
• Manage IT human resources – PO07: práticas de treinamento dos funcioná-
rios em relação ao uso de dispositivos portáteis dentro do ambiente corporativo;
• Assess and manage IT risk – PO09: analisar e gerenciar riscos relaciona-
dos ao uso de portáteis e utilizá-los como base ao desenvolvimento de treina-
mento que endereça e esclareça os problemas;
• Educate and trainusers – DS07: aplicação dos treinamentos, de forma 
que os usuários tenham o devido conhecimento provido pelo material desen-
volvido no tópico Manage IT human resources.
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
Como você pode perceber, as normas estabelecidas não descrevem como fazer, 
mas o que fazer; dessa forma, uma empresa poderá criar critérios específicos para 
eliminar os problemas.
Vejamos outro caso:
Uma situação típica e preocupante de roubo de informações foi descrita no link: 
 https://goo.gl/PwxzB1. 
A matéria relata o roubo de um laptop cujo conteúdo não estava criptografado – embora 
todos os dados eram protegidos por senhas. Aqui constatamos que criptografia de dados é 
essencial em qualquer ambiente empresarial, visto que frequentemente lida-se com infor-
mações sensíveis – como as citadas nesse exemplo –, ou mesmo secretas, tais como novos 
projetos ou planos de lançamento. Assim, a perda de informações dessa natureza reflete em 
significativo impacto para qualquer corporação.
Ex
pl
or
Nesse sentido e de acordo com o descrito, os seguintes tópicos podem ser 
referenciados:
• Ensure systems security – DS05: assegura que as informações são protegidas 
de acordo com a sua necessidade, por meio dos devidos controles;
• Manage data – DS11: para a apropriada identificação dos dados e, com 
base nas definições do DS05 – Ensure systems security –, implementação 
dos devidos controles.
Nesse caso é evidente a necessidade de criptografia de dados, que é uma das 
possibilidades de controle, podendo ser estabelecida sobre a operação de armaze-
namento de informações.
Deve-se clarificar que a criptografia, por si, não evita determinados acontecimen-
tos e não bloqueia definitivamente o acesso a informações criptografadas, porém, 
dificulta consideravelmente essa condição.
Igualmente é possível adotar outros tópicos do CobiT que em conjunto provêm 
concreta base de conhecimento para gerenciar e proteger informações corporati-
vas de maneira eficaz e segura.
Na verdade, não há modelo único que funcione para todas as empresas, logo, 
podendo variar em relação ao tamanho da organização e como esta considera 
as suas informações; o que se pode fazer é apresentar algumas possibilidades. 
Seguir uma norma é essencial para que a empresa trate a sua individualidade ao 
seu modo, conforme a sua identidade. Por exemplo, não importa como tratará 
a questão de criptografia, mas necessitará apresentar soluções que sejam viáveis 
para que as mensagens sejam criptografadas – mesmo que desenvolva uma técnica 
própria para isto. 
As auditorias realizadas para certificação da organização verificarão, então, as ações 
tomadas e se estão de acordo com as normas implantadas, de modo que se a solução 
resolver os problemas, então essa empresa corresponderá à segurança desejada.
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Segurança Física
No aspecto físico, deve-se avaliar as vulnerabilidades de acesso a equipamentos 
físicos e possíveis falhas que possam disponibilizar os dados para pessoas não auto-
rizadas. Geralmente, para evitar acesso a áreas restritas, a biometria pode ser usada, 
esta que objetiva o estudo das características físicas ou comportamentais; portanto, 
toda característica comportamental ou fisiológica relacionada ao ser humano é con-
siderada uma biometria.
Em segurança da informação, a biometria é empregada para restringir acesso 
físico a determinados locais pela identificação ou autenticação. Portanto, as salas, 
os laboratórios, cofres e determinados locais da empresa que exijam controle de 
acesso físico podem usar a biometria para permitir somente percurso às pessoas 
que têm esse direito.
Ademais, há várias outras formas de garantir acesso a áreas específicas, tais 
como por aquilo que o indivíduo: 
• Possui, por exemplo, crachá, cartão magnético ou matrícula;
• Sabe, por exemplo, senha ou frase secreta;
• É ou faz, por exemplo, características biométricas como impressão digital ou 
dinâmica da assinatura.
Ademais, algumas técnicas de biometria, tais como impressão digital, geometria 
da mão e leitura da íris, são bem antigas, de modo que foram aperfeiçoadas con-
forme a evolução tecnológica.
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UNIDADE Fundamentos da Segurança
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Livros
Fundamentos em segurança da informação
Ademais, o seguinte livro trata da segurança da informação: GALVÃO, M. C. 
Fundamentos em segurança da informação. São Paulo: Pearson Education do 
Brasil, 2015.
 Vídeos
Invasores (Vírus, Malware, Spyware...)
Assista ao vídeo desenvolvido pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil sobre vírus, 
spyware, worm e outros.
https://youtu.be/BoLjhqbx35g
Segurança da Informação nas Empresas | Eventos ComSchool
Você entenderá mais sobre segurança da informação e algumas técnicas para proteger 
a rede de computadores.
https://youtu.be/feix-BlbfOg
Webinar: A Importância do Sistema de Informação para a Gestão de Empresas
Finalmente, este vídeo discorre sobre a importância do sistema de informação para a 
gestão da empresa, o bem mais valioso que uma organização possui.
https://youtu.be/DyRAGeEFeeY
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Referências
DOURADO, L. Um estudo sobre os habilitadores do CobiT 5 sob perspectiva da 
segurança da informação. [20--]. Disponível em: <https://lmdourado.wordpress.
com>. Acesso em: 26 jul. 2018.
GALVÃO, M. C. Fundamentos em segurança da informação. São Paulo: Pearson 
Education do Brasil, 2015.
MITNICK, K. D. A arte de enganar: ataques de hackers. São Paulo: Pearson 
Makron Books, 2006.
STALLINGS, W. Network security essentials: applications and standards. 2rd ed. 
New Jersey: Pearson Education, 2003.
WADLOW, T. A. Segurança de redes: projeto e gerenciamento de redes seguras. 
Rio de Janeiro: Campus, 2000.
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