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D ) metabólica com ânion-gap elevado isolada. 39- Luísa, 22 anos, portadora de diabetes tipo 1, é admitida em unidade de pronto atendimento com quadro de náuseas e vômitos. Relata que tem utilizado a insulina de modo irregular e que há alguns dias apresenta polidipsia e poliuria. Ao exame físico, encontra-se com pressão arterial de 150 x 90 mmHg, FC: 104 bpm, FR: 32 rpm, com sinais de desidratação, ausculta cardíaca e pulmonar estão inalteradas. Seus exames laboratoriais revelam: Glicose: 385 mg/dL, Sódio 129 mEq/L, Potássio 2,8 mEq/L, Cloro 96 mEq/L. Gasometria: PH 7,1, Bicarbonato: 8 mEq/L; PCO2: 20 mmHg. Considerando o manejo inicial para o caso, devemos iniciar a reposição volêmica com 15 a 20 ml/kg de solução isotônica E ) e reposição de potássio, sendo indicado início de insulina apenas após o potássio estar maior que 3,3 mEq/L. 40- Mulher de 20 anos está em tratamento para cetoacidose diabética desencadeada por infecção urinária. Recebe insulina endovenosa, hidratação e reposição de potássio. Está consciente, orientada e hemodinamicamente estável. A gasometria e os exames laboratoriais mostram: pH 7,32, bicarbonato 14 mEq/L, cloro 115 mEq/L, sódio 139 mEq/L, glicemia 150 mg/dL, albumina: 4,0 g/dL. Os exames laboratoriais sugerem que a paciente A ) recebeu excesso de hidratação com cloreto de sódio. 41- Em relação à doença renal do diabetes e seu tratamento, é correto afirmar que B ) o tratamento envolve redução de risco cardiovascular, controle glicêmico e pressórico e bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona, com o objetivo de reduzir a pressão intraglomerular. 42- Homem, 57a, procura atendimento médico com episódios de vômitos e sonolência. Antecedentes pessoais: diabetes mellitus tipo 2 com diagnóstico há uma semana. Glicemia = 220 mg/dL, bicarbonato = 18 mEq/L, anion gap = 20 mEq/L, pH= 7,21. A classe farmacológica com potencial para desencadear o quadro clínico é: C ) Inibidores de SGLT2. 43- Mulher, 19 anos, procura a emergência por poliúria, polidipsia, náuseas, vômitos e dor abdominal. Está em tratamento irregular para diabete melito tipo 1. Apresenta-se desidratada, com hálito cetônico e com respiração de Kussmaul. Exames iniciais: glicemia capilar 420 mg/dL, pH arterial 7,25, bicarbonato de 8 mEq/L, cetonúria positiva mas com débito urinário normal. Em relação ao manejo inicial dessa paciente, assinale a alternativa correta. C ) É importante medir o potássio antes de iniciar a infusão IV de insulina pelo risco de arritmias 44- Mulher, 66 anos, com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 20 anos, relata vários episódios de hipoglicemia no último mês. Está em uso de losartana, metformina e gliclazida. Nega poliúria, polidipsia ou alteração do peso. Exame físico sem alterações. Glicemia de jejum = 142 mg/dL e hemoglobina glicada = 6,2% (VR: 4,3-6,1). Qual é o principal exame para diagnóstico do quadro clínico atual? A ) Creatinina sérica. 45- Escolar de 8 anos há algumas semanas com perda de peso, apesar de um aumento no apetite, sede excessiva, urina abundante, acorda pelo menos duas vezes para urinar durante a noite. Na última semana apresentou dor abdominal, astenia, diminuiu a ingestão de alimentos, com náuseas e vômitos. Ao exame taquipneia profunda, depletado, função neurocognitiva reduzida. Laboratório mostra uma glicemia de 550 mg/dL, gasometria com pH 6,8 e bicarbonato < 3,0. Urina com glicosúria e cetonúria. Considerando esta situação, analise as asserções abaixo e a relação proposta entre elas. I – Está indicada a utilização de NaHCO3 na dose de 1mEq/kg endovenoso em 6 horas. PORQUE II – Sua utilização nesta situação está comprovadamente associada a melhor desfecho prognóstico. A respeito destas asserções, assinale a opção correta. E ) As asserções I e II são proposições falsas. 46- Mulher de 23 anos encontra-se na sala de emergência em tratamento para cetoacidose diabética há 3 horas. É portadora de diabetes mellitus tipo 1. Está recebendo solução EV (500ml de cloreto de sódio 0,9% e 20mL de cloreto de potássio 10%) a 250mL/h. Recebe, ainda, insulina regular 6Ui/h pela via EV na bomba de infusão continua. Os dados vitais são PA 110 / 78 mmHb, FC 96bpm, FR 25ipm. Seu peso é de 60kg e apresentou diurese de 250mL desde a admissão. Exames de laboratório 3 horas após a admissão evidencia: Na+ 141mEq/L; K+ 3,6mEq/L; Cl- 95mEq/L; creatinina 0,9mg/dL glicemia 194 mg/dL; Gasometria arterial pH 7,2; pO2 92 mmHg, pCO2 28mmHg; HCO3- 13mEq/L. SaO2 95%; lactato 1,5mEq/L.O ajuste imediato MAIS ADEQUADO no tratamento é: B ) Soroterapia a 250mL/h; 500mL de cloreto de sódio 0,45%, 20mL cloreto de potássio 10%, glicose 50%; insulina regular a 3UI/h; 47- Mulher de 23 anos encontra-se na sala de emergência em tratamento para cetoacidose diabética há 3 horas. É portadora de diabetes mellitus tipo 1. Está recebendo solução EV (500ml de cloreto de sódio 0,9% e 20mL de cloreto de potássio 10%) a 250mL/h. Recebe, ainda, insulina regular 6Ui/h pela via EV na bomba de infusão continua. Os dados vitais são PA 110 / 78 mmHb, FC 96bpm, FR 25ipm. Seu peso é de 60kg e apresentou diurese de 250mL desde a admissão. Exames de laboratório 3 horas após a admissão evidencia: Na+ 141mEq/L; K+ 3,6mEq/L; Cl- 95mEq/L; creatinina 0,9mg/dL glicemia 194 mg/dL; Gasometria arterial pH 7,2; pO2 92 mmHg, pCO2 28mmHg; HCO3- 13mEq/L. SaO2 95%; lactato 1,5mEq/L. Após 12h da admissão, a paciente queixa-se de fome. Encontra-se bem disposta, alerta e orientada, com as mucosas coradas e hidratadas. Apresentou 800mL de diurese no período. Exames de laboratório evidenciam: Na+ 132mEq/L; K+ 3,6mEq/L; CL- 105 mEq/L; glicemia 135 mg/dL; gasometria arterial: pH 7,31, pCO2 25mmHg, HCO3 15mEq/L, base excess-5,3. A interpretação MAIS ADEQUADA para os achados gasométricos neste momento é: A ) Há acidose metabólica com anion gap normal causada, em parte, pela perda urinária de corpos cetônicos COMPLICAÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS 2018 1- Uma paciente de 16 anos, diabética tipo 1, chega ao pronto-socorro desidratada, com dor abdominal, náuseas e vômitos. Sinais vitais e exames iniciais: FC = 130 bpm, FR = 30 ipm, PA = 100 x 70 mmHg, glicemia capilar = 600 mg/dL, potássio = 4 mEq/L, glicemia plasmática = 800 mg/dL, pH = 7,15 e HCO3 = 8 mEq/L. Após 8 horas: glicemia plasmática = 150 mg/dL (em uso bomba de insulina 2UI/h), pH = 7,2 e HCO3 = 13mEq/L. Qual é a conduta mais adequada nesse momento? A ) soro glicosado 5% 100mL/h e manter a bomba de insulina 2- Uma menina de 12 anos refere emagrecimento, polidipsia e poliúria. Ao exame clínico, apresenta-se desidratada, taquidispneica e torporosa. Exames laboratoriais: glicemia = 620mg/dL; gasometria: pH = 7,08, HCO3 = 4mEq/L, BE = -20; Na = 135mEq/L; K = 3,5mEq/L; urina tipo I: cetonúria +++. Qual é a 1ª conduta a ser tomada? C ) hidratação com soro fisiológico 0,9% 3- Um paciente de 3 anos, 17 kg, sabidamente diabético há 6 meses, foi admitido no pronto- socorro com quadro de desidratação, dor abdominal, hálito cetônico e os seguintes exames: glicose = 620 mg/dL; Na = 131 mEq/L; K = 4,2 mEq/L. Recebeu 1500 mL de soro fisiológico (0,9%) e insulina regular contínua por 6 horas. Os exames após esse período são: pH = 7,1; pCO2 = 20; Bic = 12; Na = 138; Cl = 117; K = 3,5; glicose = 180. A provável etiologia da acidose, ao final das 6 horas do tratamento inicial, é: E ) acidose hiperclorêmica, pois o ânion-gap é normal 4- A nefropatia diabética é causa importante de doença renal crônica no meio médico e, portanto, o entendimento da fisiopatologia da glomeruloesclerose diabética é fundamental. Com relação a esse assunto, assinale a alternativa correta: A ) o rastreamento da lesão renal diabética incipiente é reconhecida por albuminúria em amostra isolada de urina 5- Uma adolescente de 17 anos dá entrada no pronto-socorro sonolenta, com dor abdominal e vômitos.O laboratório mostra 16.000 leucócitos no hemograma, PCR = 6,7mg/dL, glicemia = 465mg/dL, K+ = 3,2mEq/L e Cl- = 96mEq/L. A gasometria arterial revela pH = 7,21, bicarbonato = 14mEq/L, pO2 = 98mmHg e pCO2 = 33mmHg. E mais: lactato normal e beta-hidroxibutirato