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COLEÇÃO VIAGENS FILOSÓFICAS www.chiadobooks.com Uma Editora para todos! Rua de Cascais, 57, Alcântara – 1300 -260 Lisboa, Portugal Tel.: (+55) (11) 3179 -0085 Conjunto Nacional, cj. 2113, 2114 e 2115, Avenida Paulista 2073, Edifício Horsa 1, CEP 01311 -300 São Paulo, Brasil Todos os direitos estão reservados e protegidos por lei. Nenhuma parte deste livro, sem autorização prévia por escrito da Chiado Books, poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer forma. Obra disponível para venda corporativa e/ou personalizada. Para mais informações contacte: comercial@chiadobooks.com Para informações sobre envio de originais contacte: originais@chiadobooks.com © 2021, Dinei Serpa e Chiado Books E -mail: geral@chiadobooks.com Título: Projeto Oroboro – Autoconhecimento – O Despertar Editor: Andréa Albuquerque | Coordenador editorial: Vasco Duarte Composição gráfica: Manuela Duarte | Capa: Nailan de Oliveira Barbosa Revisão: Sandro Soares 1.ª edição: Janeiro, 2021 ISBN: 978-989-52-9593-7 @ Todos os direitos reservados Nenhuma parte desta obra poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados, sem permissão escrita do autor. Transcrição dos vídeos e seleção das imagens: José Ilton Soares Barbosa As imagens utilizadas nesta publicação foram captadas de sites que as disponibilizam para uso livre. DINEI SERPA PROJETO OROBORO – AUTOCONHECIMENTO – O DESPERTAR Portugal | Brasil | Angola | Cabo Verde Agradecimentos Com todo o amor do meu Ser, para Blanca, Rodrigo, Sara e Sofia. Em especial para meus amigos: Ilton Barbosa, idealizador deste livro, Nailan de Oliveira Barbosa (capa), Renata Prado Renata Prado, Eduardo Eskenazi e Danielle Naufal, Sandro e Patrícia Soares, Patrícia C. Calegari, e Gabriele Amábile Dinali, grandes incentivadores e mecenas do Projeto Oroboro, e aos incontáveis colaboradores deste trabalho como um todo. Sumário Prefácio 11 Apresentação 15 A confusão das palavras 17 Semântica 19 O presente 21 Meditação – posição 23 Meditação – duração 25 Meditação – respiração 27 Meditação – técnica 29 Meditação – local 31 Meditação – horário 33 Meditação e as palavras 35 Meditação simples – parte 1 37 Meditação simples – parte 2 39 Meditação simples – Parte 3 41 Sucesso – Meditação – Autoconhecimento 43 Escolhas e Meditação 45 A Meditação e a Paz 47 Pensamentos condicionados e Meditação 49 Carpe Diem – Meditação é Intensidade 51 Tutorial da medição qualquer 53 Fé sem religião – sem crenças55 Fé e Religião 57 Crenças 59 Crença e fé 61 Acreditar ou Confiar – Crença ou Fé 63 Espiritualidade sem religião 65 Espiritualidade e Religião 67 Espiritualidade em resumo 69 Ateísmo, Religião e Fé 71 Religião – Uso moderado 73 Religião – Religação 75 O Ego 77 O Ego – os pensamentos 79 O Ego e seus Inimigos 81 O Ego e a Ansiedade 83 O Ego e o passado 85 O Ego e a Comparação 87 O Ego e o Paraíso 89 O Ego e o Cansaço 91 O Ego e a teimosia 93 Reencarnação 95 Sofrimento 97 Propósito – Missão de vida 101 Ser Consciente 105 O Amor 107 Arrependimento não é culpa 109 O Desapego 111 Propósito – Missão de vida 113 Reciprocidade 115 Tornar -se como criança 117 Gratidão 119 Os Títulos e o Ser 121 Presença – a verdadeira meditação 123 A verdade sobre o julgamento 125 A paz do silêncio 127 Os ensinamentos dos grandes mestres 129 O sucesso é o propósito em si 133 O céu e o inferno na existência do ser 135 A criatividade é a essência do Ser 137 O Carma 139 Seus conflitos são os conflitos do mundo 143 Idolatria é o Culto ao Pensamento 145 Buscar o reino da Paz 147 Dar a outra face 149 Os conceitos e as suas limitações 151 Resumindo o Ego 153 Apenas você mesmo 155 Destruindo o pecado 157 O silêncio não é externo 159 O perdão nunca é para o outro 161 Humildade não é pobreza 163 O livre arbítrio é total 165 A esperança gera conflito interior 167 Tudo é sagrado 169 Conhecereis a Verdade conhecendo a vós mesmos 171 Acreditar leva a erros de compreensão 173 A saída é para dentro 175 O autoconhecimento é a porta para a paz Interior 177 O Autoconhecimento e a Astrologia 181 Mergulhe -se no autoconhecimento – Não seja raso 185 O Autoconhecimento leva ao conhecer, sentir e saber em lugar de acreditar 187 A Única Medida de Sucesso é a Paz Interior Conquistada 189 A única coisa bloqueando a sua paz interior é você mesmo 191 Somos o universo condensado experimentando a si mesmo 193 Desapego não é pobreza e pobreza não é virtude 197 Desapego – Não Julgamento – Não Resistência 201 A Crença da Separação Causa Conflito e Enfraquece 205 Prefácio Em junho/2017 Dinei Serpa cria o canal no YouTube “Oroboro – Caminho do autoconhecimento”. Após uma série de episódios em sua vida pessoal, que o levaram a rever padrões, conceitos, crenças, valores, pseudo verdades, Dinei Serpa se viu diante de um processo de despertar consciencial que o convidava à desconstrução de si mesmo. O desmoronamento dos castelos (de areia!) de toda uma vida o fez reconstruir -se a partir de seus próprios escombros. Mediante situações e circunstâncias em que o habitual seria vitimizar -se, revoltar -se, magoar -se, a escolha pessoal do autor foi por seguir um caminho alternativo de revisão e aprofundamento de si mesmo. Não que ele não tenha passado por todas as etapas demasiadas humanas de suas dores, mas ele escolheu não “fixar residência” emocional e psíquica nelas e, ao invés disso, trilhou o caminho das pedras e dos espinhos, até chegar no jardim das flores, onde exala o perfume da verdade imperecível, onde brotam as sementes de uma consciência que vislumbra o permanente e ressignifica o transitório. E com base em sua experiência pessoal, num ato de amor genuíno e fraternal, numa inspiração transbordante de sua mais profunda essência, ele escolhe compartilhar seu olhar, seu saber, seu entendimento, sua compreensão com todos nós, buscadores da verdade e da luz (ou ainda não...), que assim como ele, trilhamos estradas rudes, acolhendo -as como aprendizados para o autoconhecimento e a evolução individual e coletiva. Em outubro/2017, foi criada a página no Facebook com mesmo nome do canal que já contabiliza cerca de 25.000 curtidas e seguidores. Em fevereiro/2018 foi criado também no Facebook o grupo de nome Autoconhecimento -Meditação - Espiritualidade -Ser -NãoReligião -Não--Crença. Em maio/2018 foi criado ainda no Facebook o grupo Krishnamurti -Osho - EckhartTolle(Jesus -Buda-Confúcio -Lao -Tsé -Sócrates -Platão. Ambos os grupos são usados em caráter prioritário como meios de divulgação do conteúdo do canal, possibilitando assim, que a amplitude/alcance do conteúdo aumentasse significativamente. O canal do YouTube contabiliza cerca de 5.000 inscritos com 300.000 visualizações (outubro/2020). Ainda com foco na divulgação de seu trabalho que destaca e joga luz prioritariamente à mensagem do processo de despertar consciencial da, para e através da espiritualidade, o autor Dinei Serpa ainda contribui como membro participante e atuante em outros grupos, que aqui apenas em caráter explicativo vamos identificar como sendo “grupos espirituais”, realizando postagens/publicações diárias. Para conhecimento, são eles: Ascenção Cósmica – O Grande Salto da Consciência, de Everton Shirohae e o Projeto Despertar / Conexão Com Seu Mestre Interior, de Danielle Naufal. Discorrendo de forma simples, acessível, facilmente compreensível a leigos e com a devida profundidade à “você que está desperto, a você que está despertando”, Dinei Serpa propõe reflexões que impactam nos mais diversos níveis de consciência de seu público, sempre citando mestres reconhecidos e atemporais como Jesus de Nazaré, o Cristo, Eckhart Tolle, Mooji, J. Krishnamurti, Adyashanti, Sadhguru, Sidarta Gautama, o Buda, Lao -Tsé, Confúcio, Sócrates, Platão, Osho, Rumi, entre outros, de forma esclarecedorae ressignificada, fugindo das padronizações interpretativas das culturas sociais, das filosofias distorcidas e das ideologias, religiosas ou não, desvirtuadas e manipuladoras, que nos mantiveram por tempos milenares, aprisionados em crenças irreais que mais impunham medos que promoviam libertação e iluminação. Dinei Serpa vem nos propor com este conteúdo através do canal, da página e dos grupos, uma revisão profunda em tudo aquilo que sempre consideramos verdades inquestionáveis, às vezes até mesmo absolutas. Agora, em janeiro/2020, devido ao potencial crescimento de acessos, o trabalho do autor foi transformado em projeto, passando a ser subsidiado pelos próprios seguidores de forma voluntária, pois antes era mantido única e exclusivamente com recursos pessoais, situação que não mais se fez possível. Através das colaborações voluntárias, o canal passou por várias alterações/atualizações, mudando seu nome juntamente com a página no Facebook para Projeto Oroboro – Autoconhecimento – Dinei Serpa, os recursos e equipamentos foram atualizados, a localização e as locações passaram a ser externas e, num ato de registrar fisicamente todo este conteúdo virtual, deixando para a posteridade um legado em todas as formas possíveis de manifestação e divulgação acessível, transcrevemos seus saberes dos vídeos para um livro, tornando possível o acesso a mais e mais pessoas, todas as desconstruções às quais o autor nos convida. Os textos desta publicação, são transcrições dos vídeos com conteúdo autoral de Dinei Serpa e no final de cada texto, colocamos o link de acesso aos vídeos. Nem todos os vídeos constantes do canal estão transcritos aqui até porque, após a publicação deste livro, muitos outros vídeos já terão sido acrescentados ao canal, abrindo o precedente para virem a fazer parte de uma possível próxima edição. Intencionalmente algumas proposições estão em re-dundância dentre um texto e outro, no intuito de dar maior ênfase, de afirmar e reafirmar, bem como de melhor esclarecer aquilo que o autor quis dizer naquele contexto. Desejamos -lhes uma boa leitura e, caso queiram emitir algum comentário, compartilhar experiências, saberes e se manifestarem de forma a contribuir com o enriquecimento do conteúdo geral do canal, sintam -se à vontade para fazê -lo no espaço dos comentários ligado diretamente a cada vídeo no canal do Youtube. Equipe ProjetoOroboro. Apresentação Não sou filósofo, nem monge, nem padre, nem professor, não sou cristão, nem budista, não tenho religião e nem sou ateu, entre tantas outras coisas que também não sou. Eu também não sou minoria social, até mesmo porque eu faço parte da maior classe social desse país, ou seja, dos remediados, dos sem recursos, digamos assim. Por isso mesmo é que posso compartilhar com vocês algumas das minhas experiências e conclusões que tive na vida. Então, espero poder ser útil de alguma forma na sua vida. Sou humano e tenho sim uma grande fé, uma grande confiança de que tudo está certo do jeito que está. Talvez você se identifique com isso, talvez não, isso não importa. O objetivo desta publicação é questionar alguns conhecimentos de senso comum da humanidade, como quando alguém pergunta para você “quem você é”, quais são as primeiras respostas que vêm na sua cabeça? Você sabe mesmo quem você é? Você sabe o que é que você está fazendo no mundo? Você já parou para se perguntar se este mundo que foi apresentado para você desde o seu nascimento, é o mundo com o qual você concorda? É o mundo com o qual você está satisfeito? Quando você nasceu, lhe apresentaram um leque de opções para você seguir na vida e você já parou para se perguntar quem é que bolou este leque? Quem é que bolou essa lista? De onde vem essa lista? E mais, eu te pergunto: você já se perguntou o que é que tem além deste leque? Você já tentou olhar adiante deste leque? Ou se manteve sempre olhando para este leque de opções que colocaram diante de você? Governo, religião, emprego, família… É isso? E você está de acordo com o que lhe oferecem? Se você não sabe a resposta, eu te convido para, aos poucos, a gente ir descobrindo como ser feliz neste mundo, diferente daquilo que nos ensinaram. Então sejam bem -vindos e aproveitem. A confusão das palavras Na maioria das vezes não sabemos o real significado das palavras que usamos para nos expressar, sem dizer que quem nos ouve também não sabe. Vida, morte, Deus, religião, amor... e por aí vai. Não é de estranhar que haja tanta confusão no mundo. Este texto trata sobre as palavras, as frases e as expressões que utilizamos no dia a dia para nos comunicar, para nos expressar. Por incrível que possa parecer, as palavras que a gente usa no dia -a -dia, podem ter um significado diferente para cada pessoa e até mesmo para diferentes grupos sociais. Por exemplo, quando eu uso a palavra “Bíblia”, ela pode ter um significado diferente para um cristão do que para um “não cristão”. Quando eu uso a palavra “Deus”, da mesma forma, essa palavra pode ter um significado totalmente diferente de uma pessoa para outra. Por isso, muitas pessoas confundem, por exemplo, a palavra “Amor”, com “Romance”, com “Paixão”... Geralmente se confunde a palavra “Fé” com a palavra “Crença” ou com “Religião”. Uma vez que fé significa “Confiança”, ou até mesmo, a palavra “Espiritualidade” com a palavra “Religião”. Por isso a comunicação verdadeira acaba se tornando uma coisa muito difícil, por causa mesmo da confusão das palavras, da semântica. Um ateu pode vir a ser uma pessoa com uma fé inabalável e inclusive bastante espiritualizado, da mesma forma que um religioso pode acabar sendo uma pessoa sem espiritualização nenhuma, sem fé nenhuma, sem confiança nenhuma. A palavra presta um grande serviço na divulgação das ideias, mas ao mesmo tempo ela também se torna um grande limitador de ideias. A palavra deveria ser vista como uma semente que evolui através dos tempos e até mesmo pode, digamos assim, “variar de espécie” conforme a região onde ela for semeada. Para quem se interessar, é a semântica que estuda o significado e a interpretação das palavras, das frases e das expressões que a gente usa no dia a dia, portanto não se apegue às palavras. Link no Youtube: https://youtu.be/iEQ -pFdwRIk https://youtu.be/iEQ-pFdwRIk Semântica A palavra não é a coisa em si. Tomar as coisas no seu sentido literal é um grande erro, porque nem sempre se conhece o real significado das palavras, nem o valor emocional e/ou mesmo cultural que determinada palavra tem para quem a usa. Talvez muitos já tenham experimentado a situação de um elogio que foi interpretado como uma ofensa… Semântica é o que define o significado das palavras, das frases e das expressões que utilizamos no nosso dia -a -dia e ao longo da nossa vida, na tentativa de nos comunicar uns com os outros. O caso é que as palavras têm um significado definido no dicionário, porém a maioria das pessoas costuma desconhecer até mesmo o significado real de uma palavra. Disso resulta que, muitas pessoas acabam utilizando -se de palavras sem nem mesmo saber o seu real significado. Outra coisa importantíssima é o peso emocional e cultural que uma palavra traz nela mesma. Para cada pessoa, a palavra vai ter um significado de acordo com aquilo que ela vivenciou de acordo com o que aquela palavra trouxe para ela ao longo da vida dela. Então, de acordo com a importância que essa palavra teve, ela vai associar mais ou menos um sentido positivo ou negativo para a palavra. Então é por isso que uma palavra, por exemplo, como “DEUS”, não significa a mesma coisa para duas pessoas. Ela vai ter um peso emocional, cultural diferente para cada um. Citando outras palavras, por exemplo, AMOR, Romance. Para cada um que estiver lendo este texto, eu tenho certeza que estas palavras vão despertar um entendimento e esse entendimento nem sempre é o real significado da palavra e principalmente o real significado do que a pessoa queria dizer quando ela pronunciou ou escreveu a palavra. Então a gente temque ficar muito atento também a esta questão, certo? O nosso mundo é conduzido por palavras, mas, preste bem atenção nisso “a palavra não é a coisa”, a palavra no máximo aponta o sentido a seguir. Ela é uma indicação, uma seta, mas ela não é a coisa. Não se conhece a coisa por conhecer a palavra. Eu posso citar aqui, para vocês a palavra “Montanha”. Vocês vão imaginar uma montanha, mas vocês não vão conhecer a montanha. Link no Youtube: https://youtu.be/zprUdCiZsa8 https://youtu.be/zprUdCiZsa8 O presente A única “verdade” que existe é o agora, o presente. A tão conhecida “porta estreita”, acessível somente através da presença. O passado pesa e o futuro gera ansiedade. Porém, o passado já foi presente e será que foi reconhecido como tal? Se não foi, fica a lição para o agora, para que quando o agora do futuro chegar, estejamos mais preparados e presentes. Esse é na verdade o único tempo que importa, porque é o único tempo sobre o qual nós temos domínio verdadeiro e real. O passado já se foi, nada mais podemos fazer por ele. Eu sei que pode parecer clichê, mas a maioria das pessoas vive mais no passado que no momento presente das suas vidas. Eu digo isso, não só no sentido da pessoa viver remoendo o passado, mas inconscientemente também, da pessoa reviver padrões condicionados do passado o tempo todo. Por outro lado, o futuro ainda não chegou, não há nada que possamos fazer por ele. Tudo o que podemos fazer está no agora, está no presente, no entanto, a nossa mente funciona como uma droga, ela nos tira do momento presente o tempo todo. E não se engane, esse momento é a única vida que temos. Segundo Buda, o segredo da saúde mental e física está em “não lamentar o passado, não se preocupar com o futuro e não se adiantar aos problemas, mas viver sábia e seriamente o presente”. Jesus disse: “qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um dia a mais na sua jornada de vida”, porém, a mente das formas mais variadas possíveis, através dos mais variados pensamentos, inventa desculpas intermináveis para não estar no presente. Mas, o “agora”, o “presente”, é o único momento que realmente existe. Cabe a você descobrir os mecanismos que a sua mente usa para sair do agora, para sair do momento presente.E, a partir daí, se tornar presente na única vida que existe. Link no Youtube: https://youtu.be/AY7PJPXX5FA https://youtu.be/AY7PJPXX5FA Meditação – posição Para meditar, a posição correta é aquela que te fizer sentir melhor. Descubra qual é. Simples assim. A meditação é uma coisa simples. O que eu vejo são muitas pessoas mal informadas, por diversas razões, achando que a meditação é uma coisa complexa, que ela tem que ser uma coisa complexa. Quero trazer numa série de textos (vídeos) curtos, alguns esclarecimentos importantes, simplificando a meditação. Muitos questionam, por exemplo, com relação à posição para meditar. Você já deve ter experimentado ou pode ainda experimentar, entrar no Google, digitar a palavra “Meditação” e clicar na aba “Imagens”. Você vai ver que aparecem somente imagens de pessoas sentadas na posição de “Lótus”, que é aquela com as pernas cruzadas, com as pontas dos dedos encostados uns nos outros. Então vai aparecer somente esse tipo de imagem relativo à meditação! Bom, isso é somente uma imagem, é só uma representação. É claro que, para muitas pessoas, essa posição serve e é útil, mas, eu vou ser franco com vocês, para a maioria das pessoas, essa posição é muito desconfortável e incômoda. O esclarecimento que eu quero trazer para vocês é o seguinte: não precisa dessa posição! Qualquer posição é a posição! Aquela em que você se sentir mais confortável, inclusive deitado. E muitas pessoas se surpreendem quando ficam sabendo que também pode ser deitado! O objetivo da meditação é o relaxamento, então, mesmo que aconteça da pessoa dormir durante a meditação, não tem problema, continue praticando. A meditação é, acima de tudo, persistência. Amanhã tenta de novo e de novo e de novo… até que num momento a pessoa não dorme mais. Mas, se dormir não tem problema nenhum! Não adianta se estressar e ficar pensando: “Poxa eu dormi e não consigo ficar acordado” ou “Então não posso deitar”. Claro que pode sim! Pode dormir, até que um dia não durma mais e a meditação se torne algo consciente, se torne algo desperto. O negócio é não se estressar. Vou trazer outros assuntos e espero ter conseguido esclarecer que “qualquer posição é posição”, seja correndo, sentada, principalmente, seja fazendo qualquer atividade doméstica, lavando a louça, acariciando a cabeça do animalzinho que você tem em casa, brincando com seus filhos. Qualquer posição é posição! Outro detalhe é o tempo. Muitas pessoas ficam preocupadas com o tempo, mas não tem tempo certo, se você conseguir pelo menos uma respiração consciente e presente, já está meditando e daí, só avança. Então “menos estresse e mais meditação”. Link no Youtube: https://youtu.be/AwJiGtYtKmI https://youtu.be/AwJiGtYtKmI https://youtu.be/AwJiGtYtKmI Meditação – duração Um instante de consciência é mais importante do que 40 minutos de luta contra os pensamentos. Meditação é uma atitude. Um modo de vida. Não é algo para se fazer apenas algumas vezes. Um dos maiores objetivos da meditação é abandonar os condicionamentos. Então, ela não pode se tornar outro condicionamento na sua vida. Livre -se das barreiras. Muitos se questionam sobre tempo certo, tempo mínimo ou máximo de duração da meditação e felizmente, não há nada disso. Eu vou dizer para você, inclusive que, alguns momentos de respiração com consciência, são mais significativos do que uma hora de meditação forçada. A meditação não pode ser uma coisa forçada. Medi-tação é relaxamento, não é estresse. Então se você consegue fazer alguns momentos de respiração consciente, já estará meditando. Meditação é presença, meditação é observação. E para observar, você tem que estar consciente. A respiração te torna consciente. Não se preocupe com o tempo. Se você conseguir, algumas vezes, ao longo do dia, alguns momentos de respiração consciente, momentos em que você se dá conta do que está acontecendo ao seu redor, que prestou atenção nos barulhos que estão vindos da rua ou do ambiente que você está isso já é me-ditação. A meditação é um “estado de ser”. Sempre digo: “Não pratique meditação, seja meditativo. Aprenda a ser meditativo”. Então, não se preocupe com o tempo que vai durar sua meditação, muito mais que isso, mantenha atenção. Que seja por alguns segundos, no semáforo, por exemplo, enquanto está esperando o sinal abrir, quando está assistindo televisão, brincando com seus filhos. Respire consciente. A respiração lhe tornará consciente, presente. Tudo o que você faz, torna -se então, mais significativo. Link no Youtube: https://youtu.be/rU8rPoB4OIk https://youtu.be/rU8rPoB4OIk https://youtu.be/rU8rPoB4OIk Meditação – respiração A respiração e a meditação são muito simples. A meditação é orgânica, é diferente de pessoa para pessoa, é uma questão de adaptação, mas acima de tudo ela é muito simples. Muitas pessoas têm dificuldade com a meditação, por causa de uma série de fatores que surgem a partir de uma divulgação errônea e complexa sobre a mesma e não é nada disso. Na questão da respiração, por exemplo, não existe uma técnica específica. Respirar e simplesmente respirar naturalmente, que já é o suficiente. A respiração é o único movimento do corpo humano, sobre o qual temos controle. Podemos dizer que é um processo semiautomático, porque, na maior parte do tempo, respiramos inconscientemente. Mas, o poder da respiração está no momento em que se faz uma respiração consciente. É nesse processo que ela traz um resultado fabuloso, porque a respiração consciente nos traz para o momento presente. É só isso, simples assim. Nada complicado. Não é preciso nenhuma postura correta, não é preciso nenhuma técnica de respiração, com nome complicado, nada disso. Simplesmente respire. Link no Youtube: https://youtu.be/c9vve3aSzZshttps://youtu.be/c9vve3aSzZs https://youtu.be/c9vve3aSzZs Jills-pixabay Meditação – técnica A meditação é algo simples. Pode ser feita em todos os momentos do dia, sem obedecer a nenhuma técnica específica. Não quer dizer que não se possa fazer uso das técnicas, caso a pessoa tenha facilidade para isso. Quer dizer que quem não tem facilidade, NÃO PRECISA TÉCNICA. Existem muitas técnicas disponíveis, mas qual é a melhor delas? Eu digo que, não é necessária nenhuma técnica. Como já mencionei algumas vezes, a meditação é orgânica, é uma descoberta pessoal, não é um processo iniciativo, como se vê em muitas escolas esotéricas, por exemplo, onde se busca a iniciação para se ter um conhecimento maior. No caso da meditação, não há necessidade de um processo iniciático, a meditação é simples. Um momento de meditação ao longo do dia é muito mais importante que a pessoa forçar uma parada no dia, obrigatória, para tentar meditar. A meditação tem que ocorrer naturalmente. Então assim, na questão técnica, tem muitas pessoas que se adaptam ou se adéquam a uma técnica específica, só que nem todos conseguem. Como na Yoga, por exemplo, nem todos conseguem fazer. O objetivo que tenho é tornar a meditação acessível e prática para qualquer pessoa. Com esse objetivo, eu digo e afirmo: a meditação não necessita de uma técnica. Como já disse outras vezes, meditação é: observação, atenção, presença, então, num ato de respiração consciente, já está feita a meditação. Por quê? Porque nessa respiração eu estou me sentindo aqui, presente e agora. Respire e perceba isso. Link no Youtube: https://youtu.be/V7TvxcZ8w60 Jose Antonio Alba-Pixabay https://youtu.be/V7TvxcZ8w60 https://youtu.be/V7TvxcZ8w60 Meditação – local Para meditar, qualquer local tem o mesmo significado. Onde estamos sempre é o local ideal para meditar. Depois de falar sobre posição, duração, respiração e técnica, vamos abordar agora a questão do local. Muitas pessoas tem a vontade de preparar o ambiente propício para a meditação, com incenso e objetos que lhe dão prazer, porém não é necessário um local específico para se fazer a meditação. O meu objetivo, como já disse, é simplificar a meditação, tornar a meditação muito mais do que somente um hábito, mas que venha a fazer parte da vida da pessoa, tanto quanto respirar. Que ela possa ser feita habitualmente, normalmente, no dia -a - dia. É lógico que no dia -a -dia, você não vai ter condições de preparar esse local, esse ambiente para fazer a meditação, então você vai ser meditativo o tempo todo em qualquer local que esteja. Como eu disse anteriormente, uma única respiração consciente, é mais do que suficiente. Esta é a meditação em si, meditação é consciência. Se não tem como preparar o ambiente como se gostaria, então quando a pessoa consegue se sentir presente naquilo que ela está fazendo, meditação é presença. Quando a pessoa, em seu trabalho, está dedicando atenção total naquilo que está fazendo, seja até mesmo no momento da sua alimentação, seja correndo, ou mesmo assistindo à televisão, em todos estes momentos e locais, a pessoa pode estar fazendo a respiração consciente. Não há necessidade de um local específico, não há necessidade de rituais específicos. A meditação é mesmo simples. Aqui eu estou não estou em nenhum outro lugar a não ser aqui, agora. Link no Youtube: https://youtu.be/ -sWaPFz92KY pixabay https://youtu.be/-sWaPFz92KY https://youtu.be/-sWaPFz92KY Meditação – horário Meditação não tem hora certa. Toda hora é hora de meditar. Não precisa fechar os olhos. Pode, mas não precisa. Para meditar não tem local, não tem hora, não tem posição, não tem técnica, não tem condições. Não há melhor horário para meditação. A meditação, como já mencionei, é orgânica e é uma coisa que se faz a todo o momento. Tenho insistido que meditação é presença, é atenção, é observação, ou seja, são atitudes, é um estado do ser que nós podemos assumir a toda hora, a todo o momento. Então não tem porque haver um horário específico. Como já falei sobre a respiração, um único ato de respiração consciente que você fizer, pode ser muito mais eficaz do que a pessoa se forçar num determinado horário, impor determinadas condições para conseguir meditar. E eu sei, que muita gente desiste por não conseguir cumprir estas condições. Vou dizer para vocês: meditação não precisa de condições. Nós temos que nos tornar meditativos, muitos mais do que ser praticantes de meditação. Uma única respiração consciente, aqui agora. Você não está em outro lugar a não ser aqui e agora, lendo este livro. Link no Youtube: https://youtu.be/k8jzWQCCmhA https://youtu.be/k8jzWQCCmhA Caique Silva-Pixabay Meditação e as palavras Palavras são símbolos que indicam uma direção, um caminho a seguir. Seu significado depende de quem a usa e quem a percebe, depende das referências tanto do criador quanto do receptor. Na medida em que nos tornamos mais meditativos, passamos a compreender as palavras em profundidade, além do seu simbolismo. A semântica trata do significado das palavras, frases e expressões que utilizamos para nos comunicar. É a interpretação que fazemos das frases e expressões que utilizamos. Uma palavra não tem apenas um único significado. Por mais que busquemos nos dicionários, temos apenas um significado aproximado do que ela quer dizer. Ela muda de acordo com a cultura e o conhecimento da pessoa que está usando, ou ouvindo, ou lendo uma determinada palavra. Então, o que quero propor é uma reflexão sobre aquilo que estamos recebendo de informação da mídia, dos livros, jornais, revistas, enfim, buscar entender o que realmente está tentando se dizer com aquela mensagem. Eu quero propor uma reflexão com algumas palavras que são importantes para o autoconhecimento, para que você faça uma reflexão íntima e com calma. São palavras que toda vez que você lê -la ou ouvi -la, o que é que vem à sua cabeça? Ao que você associa esta palavra? Por exemplo, a palavra “Espiritualidade”, o que ela te lembra ou significa? A palavra “Deus”, o que ela te lembra ou representa para você? A palavra “Amor”, a palavra “Fé”, a palavra “Compaixão”, o que estas palavras significam ou te lembram? Para finalizar, o que eu proponho é o seguinte: a palavra é um símbolo que indica uma direção. A palavra não é a “coisa em si” que você está procurando entender/interpretar. A coisa só pode ser conhecida pela sua experiência. Todas as palavras que você ouve que você conhece qual o significado que elas têm para você? Esses significados condizem com a sua realidade ou acabam te confundindo mais ainda? Link no Youtube: https://youtu.be/G5xKi0JN -wQ https://youtu.be/G5xKi0JN-wQ https://youtu.be/G5xKi0JN-wQ Meditação simples – parte 1 Uma forma de meditação simples e ao alcance de todos, sem complicações, do meu ponto de vista pessoal. O objetivo da meditação é fazer com que você tome conhecimento dos próprios pensamentos. É observar os próprios pensamentos, prestar atenção naquilo que se pensa, mas sem seguir o próprio pensamento, sem acompanhar. Como se estivesse, por exemplo, observando uma nuvem no céu. Você está consciente de que ela está lá, pode observá -la passando, mas você não a acompanha. E assim também é com o pensamento. Para meditar, não é necessário ficar numa determinada posição, ou seja, não há posição única e obrigatória para se fazer isso. Pode ser de pé, pode ser dirigindo, correndo, caminhando, sentado, deitado. O que importa, acima de tudo, é estar presente ao fazer isso. Não existe um tempo mínimo para se meditar, apenas comece, faça sempre que quiser, onde quiser e na posição que quiser. Apenas faça. Uma dica: a respiração é um ato biológico semiautomático, digamos assim, então quando você perceber o pensamento fugir se concentre na respiração. Você vai se perceber, de certa forma, voltando para o corpo. Os benefícios são incontáveis, principalmente a diminuição da ansiedade e o aumento da concentração, onde se podem perceber resultados excelentes. Eusugiro que você persista na prática da meditação e poderá comprovar por si mesmo(a) estes resultados. Tenho certeza que você vai gostar. Também pode colocar como acompanhamento uma música suave, instrumental, que seja do seu agrado, que soe bem aos seus ouvidos, pode ser interessante também e ajudar no seu momento de meditação. Link no Youtube: https://youtu.be/Myujx0dqLgU Pixabay https://youtu.be/Myujx0dqLgU https://youtu.be/Myujx0dqLgU Meditação simples – parte 2 Depois dos primeiros textos sobre meditação simples, um esclarecimento diferente da visão geral de que o objetivo da meditação é ‘silenciar a mente, silenciar os pensamentos’. Será que o objetivo da meditação é somente silenciar a mente ou aquietar os pensamentos? No meu entender estes não são os objetivos principais da meditação. Eu diria que são os efeitos ou as consequências da meditação. O objetivo da meditação, como já mencionei, é a presença, é a observação, é a atenção a você mesmo. Algumas pessoas dizem “poxa, mas minha mente é muito tagarela, quando vou tentar meditar ela não fica quieta”. Na real, o objetivo de meditar é justamente observar o que essa tagarela tanto fala, o que a mente fala o tempo todo. Como disse antes, é observar e não acompanhar, não se deixar levar por estes pensamentos. Não se envolver. Você vai perceber, por exemplo, que está pensando no boleto que tem que pagar amanhã e alguns segundos depois, já tá pensando “será que eu vou morrer amanhã?” ou “será que vou morrer de infarto?”. Então, a mente nos prega essas peças, logo o objetivo da meditação é observar, fazer de você um observador e conhecer os mecanismos do pensamento. Ou seja, tomar consciência dos pensamentos, tomar consciência dos sons em volta da gente. Prestar atenção nos sons. E eu repito, quando a mente começar a fugir, a respiração é um ótimo truque. Respire naturalmente, sem muita frescura, preste atenção na sua respiração e perceba você voltando. É como se você estivesse saindo do corpo, ficasse “viajando na maionese” e depois retornasse para dentro do corpo. E é por isso que quero reforçar que a meditação pode ser feita em qualquer momento, em qualquer posição, em qualquer local, com ganhos excelentes de concentração e controle da ansiedade, na medida em que você começa a tomar conhecimento e prestar atenção nos mecanismos do seu pensamento, porque não é igual para todo mundo. Por isso que a meditação é algo individual. Link do Youtube: -https://youtu.be/XA0WedO_JYA Pixabay https://youtu.be/XA0WedO_JYA Meditação simples – Parte 3 Meditar é algo simples. O que é difícil mesmo é perseverar. Uma vez vencida a barreira do hábito, a meditação torna -se tão fácil quanto respirar. Eu sei que para uma grande maioria a meditação pode parecer, num primeiro momento, uma coisa muito difícil, quase impossível de se praticar, mas, quero dizer neste momento, ajudando de alguma forma, é que essa sensação é igual para todos, inclusive com diferentes graus. A dificuldade é a mesma, tanto para o iniciante quanto para aquele que está há um pouco mais de tempo nessa empreitada. Então, o meu recado é para que não desanime. A meditação é difícil sim, mas não é impossível. E o resultado é prazeroso. Vale sim à pena. O que faz a diferença é a perseverança de cada um. Lidar com os próprios pensamentos não é fácil. Reconhecer as próprias dificuldades, as próprias limitações, não é fácil, mas como já disse, não é impossível e vale sim à pena. Não existe uma técnica única para a meditação, cada um encontra o seu ritmo, cada um encontra o seu momento, a sua maneira de superar a interferência dos pensamentos. Também, a meditação não é uma prática esotérica. Não existe um objeto físico (material), que vai te levar ao autoconhecimento. Dá para resumir assim: observação, presença e autodomínio. Esses são os fundamentos básicos da meditação. Uma forma de auxiliar, bem básica é, em primeiro lugar, escolher uma âncora: geralmente escolhemos a respiração para ser nossa âncora. A respiração tem um poder (vamos dizer assim, vamos usar esta palavra), de nos trazer de volta para a meditação, quando nossa mente viajar demais nos pensamentos, quando começa a divagar. Logo em seguida, percebemos que a mente está divagando, então retomamos a atenção a partir da nossa âncora que escolhemos. E era isso. Espero ter ajudado de alguma forma. Link no Youtube: https://youtu.be/PVr3Wif19PE https://youtu.be/PVr3Wif19PE Sucesso – Meditação – Autoconhecimento O único e verdadeiro sucesso vem do autoconhecimento, através da meditação, que é a conquista de si mesmo. Aqui, quero falar de sucesso, só que não na associação comum que se dá nessa palavra, que é associação com fama, riqueza e poder. Na verdade, não há maior sucesso positivo e verdadeiro na vida de uma pessoa, do que a conquista de si mesmo. Todo o sofrimento humano vem do “não conhecer a si mesmo”, portanto, o autoconhecimento é a única cura verdadeira para o ser humano, todo o resto é paliativo. Ajuda, mas não resolve. O primeiro passo para o autoconhecimento é a meditação. É a observação dos mecanismos do próprio pensamento. Muita coisa acontece depois que se começa a meditar. É o começo do autoconhecimento, é o começo da cura definitiva, é o começo do verdadeiro sucesso, é o fim de todo o sofrimento. Mas você só vai saber experimentando, então fica a dica: experimente, medite, torne -se observador de si mesmo, torne -se senhor de si mesmo. Finalmente, conheça a si mesmo e seja a sua própria cura. Link no Youtube: https://youtu.be/YDhzAXcYpO4 https://youtu.be/YDhzAXcYpO4 https://youtu.be/YDhzAXcYpO4 Susanne Jutzeler-Pixabay Escolhas e Meditação Parece que não temos muitas escolhas na vida, mas a verdade é que escolhemos o tempo todo, infelizmente de forma inconsciente, condicionada. Na maioria das vezes, ficamos descontentes com os resultados. Eu sei que a grande maioria acredita não poder fazer muitas escolhas, acreditamos que somos levados pelas condições que a vida nos impõe, muitas vezes até impiedosamente. Só que não. Não somos folhas ao vento como gostamos de pensar. A maioria das nossas escolhas e das nossas decisões é tomada a partir de pensamentos condicionados que a gente nem percebe que estão lá. O caso é que, tudo o que acontece em nossas vidas é resultado das nossas escolhas sim. O que determina a qualidade desse resultado, do resultado das nossas escolhas, é o nosso nível de consciência, é o nosso nível de presença ao fazermos essas escolhas. A gente acaba se confundindo porque o tempo passa e o que vivemos hoje parece não ter relação com as escolhas que fizemos no passado, mas tem sim, totalmente! Por isso fique atento daqui para a frente. Seja dono dos seus pensamentos e não se deixe comandar por eles. O primeiro passo para isso é através da meditação.A sua libertação destes pensamentos condicionados, a nossa libertação, a libertação de cada um, começa com a meditação. Experimente por si mesmo, comece agora. A meditação te torna dono de si mesmo, te torna dono do seu destino. Link no Youtube: https://youtu.be/iDvkj26TB40 https://youtu.be/iDvkj26TB40 https://youtu.be/iDvkj26TB40 A Meditação e a Paz A paz não vem de fora, e também não é um prêmio por bom comportamento. A paz é uma conquista interior, conseguida com perseverança no autoconhecimento. Estar em paz é estar no reino dos céus. Tem muita controvérsia sobre o assunto paz. A paz é algo que vem de dentro, não é algo que possa vir de fora, porque, se a gente está conectada com os problemas, com as dificuldades do mundo, com os relacionamentos, a gente nunca vai encontrar e entrar em um estado de paz. A paz é uma conquista interior, é um processo que inclui o autoconhecimento, porque na medida em que a pessoa se conhece, ela sabe o que pode lhe tirar a paz, o que pode tirá -la do sério, o que pode lhe causar um desequilíbrio. Existe um conhecimento muito antigo que diz assim (não com estas palavras), mais ou menos assim: só se pode ver o fundodo lago, quando as águas estão calmas. O que quer dizer isso? A gente só vai conseguir resolver as dificuldades da vida, aquilo que a gente chama de problema, somente quando estivermos num estado de paz interior. Num estado de agitação, de perturbação, não conseguiremos ver nada com clareza. Quando a gente se deixa levar pela emoção a gente não consegue ver nada com clareza. Então, a partir do autoconhecimento, a partir da meditação, a partir do momento que conseguirmos dominar a meditação (de maneira simples), entrar em um estado meditativo e permanecer o tempo todo, em qualquer lugar que esteja, você acaba por descobrir onde que está essa paz lá dentro de você e acaba usando isso no seu dia -a -dia, em todo o momento, mesmo com todas as dificuldades. Suas reações e soluções, aos problemas e dificuldades, acabam sendo mais claras e mais lúcidas, reduzindo inclusive problemas futuros. Link no Youtube: https://youtu.be/eXwhAguSzzk Daniel Reche-Pixabay https://youtu.be/eXwhAguSzzk https://youtu.be/eXwhAguSzzk Pensamentos condicionados e Meditação Poucos sabem realmente dizer quais pensamentos são seus, e quais são “herdados” ou “emprestados” do mundo. Pensamentos condicionados acabam virando crenças tão arraigadas dentro da gente que achamos que somos essas crenças. Só que não… Até que ponto somos donos do que pensamos? E até que ponto nós somos levados por nossos pensamentos condicionados? Até que ponto somos autores dos nossos próprios pensamentos? E até que ponto nós recebemos esses pensamentos já prontos? Conhecer os mecanismos de funcionamento dos nossos pensamentos, da nossa mente, é conhecer o nosso próprio ego. Esse é o caminho para a nossa libertação de tudo aquilo que nos prejudica hoje. O pensamento em geral, é um hábito tão compulsivo como qualquer outro hábito. A mente compulsiva, a todo o momento, nos coloca no passado ou no futuro, viciosamente como qualquer outra droga, que nos tira de nós mesmos, que nos tira do presente, que nos tira da presença. A mente compulsiva e incontrolada acaba por criar pensamentos que se transformam em crenças nocivas, mas o conflito só existe pela falta do autoconhecimento. A meditação é a chave que abre a porta para o autoconhecimento. E o autoconhecimento é a libertação das mazelas da vida. Devemos então, conhecer os nossos pensamentos condicionados, os nossos condicionamentos. Link no Youtube: https://youtu.be/a3YYaNuqfn4 Alexandr Ivanov-Pixabay https://youtu.be/a3YYaNuqfn4 https://youtu.be/a3YYaNuqfn4 Carpe Diem – Meditação é Intensidade Ser meditativo é estar presente em tudo aquilo que se faz. Consciência é presença, e presença é intensidade, que é o contrário de superficialidade. Por que intensidade? Pelo que a gente observa na humanidade, um dos maiores problemas da nossa era atual, é a superficialidade, com que tudo é olhado, com que tudo é percebido. Todos nós nos damos conta de que todos os assuntos são observados sempre superficialmente. São comentados superficialmente. Então eu sugiro nessa reflexão o seguinte: seja profundo naquilo que você faz, seja intenso, seja presente. Isso é ser meditativo. É tratar tudo na vida com intensidade, com presença total. Observe, você vai perceber, o quanto as pessoas são superficiais em coisas como na música, nos seus estudos, na vida… Existe uma expressão “Viver a vida louca” e pensam que esta expressão quer dizer se entregar aos excessos. Não!! Carpe Diem: viver a vida louca, colher o dia significa “Viver com intensidade cada momento, com presença total”, é isso que significa. Não significa sair, encher a cara e cometer todos os excessos possíveis. Viver a vida louca é ter coragem de viver com presença. Isto é ser meditativo. Link no Youtube: https://youtu.be/Q3Ih_99X_lk https://youtu.be/Q3Ih_99X_lk Pixabay Tutorial da medição qualquer Uma forma de entender como Ser Meditativo em 3 minutos e meio. Espero que seja útil. Este é um tema muito importante, porque é a meditação que pode causar a grande transformação na vida de qualquer pessoa, levando -a ao autoconhecimento. Então me pediram uma forma de simplificar ao máximo a meditação. E, por isso acabei chamando esta simplificação de “O Tutorial da Medição Qualquer”. Eu escolhi esta palavra para que ela fique bem gravada. Com relação à posição para meditar, o que mais me perguntam e eu respondo: escolha qualquer posição que seja mais confortável para você. Deitado, sentado numa cadeira, sentado no chão, caminhando, correndo, acariciando seu pet… enfim, a posição mais confortável para você. Sobre o local adequado: qualquer local. Seja no trabalho, na sua casa, na loja.... A terceira pergunta que me fazem sempre é com relação ao melhor horário para meditar. Qualquer horário é o melhor horário, “agora” é sempre o melhor horário para meditar. Sobre a duração. Qual o tempo de duração de uma meditação que faria mais efeito? Vinte minutos? Quarenta minutos? Uma hora? Eu respondo: qualquer tempo de duração é válido. Seja um segundo, dez segundos, trinta segundos, um minuto, dez minutos, vinte minutos, horas… que o tempo seja o que for mais adequado para você no momento. Então nisso tudo você deve ter se perguntado: tá, então como é que faço talvez para fechar os olhos em qualquer momento, em qualquer lugar? Eu respondo: tanto faz, qualquer maneira que você fizer a meditação, seja com os olhos abertos ou fechados, ela vai funcionar. O mais importante a se saber é que a meditação é orgânica, é individual, é uma descoberta. Então cada um vai descobrir para si a melhor maneira de meditar. O que mais acontece durante a meditação é a dispersão do pensamento. Quando dispersar, respire fundo e retorne à meditação, consciente daquilo que acabou de acontecer. Não tente parar de pensar, não tente lutar contra os pensamentos, somente observe -os. Esteja alí, esteja presente quando o pensamento surgir e permita que, da mesma forma que ele surgiu, ele se vá. E quando dispersar de novo repita o processo: respire fundo e retorne para dentro de si mesmo, com consciência. Faça isso quantas vezes forem necessárias até que isso se torne parte de ti. A todo o momento você está meditando porque ser meditativo é muito mais importante do que praticar a meditação. E para ser meditativo basta estar presente em tudo aquilo que você faz. Então, qual é o melhor momento para meditar? É sempre e agora. Link no Youtube: https://youtu.be/UjwbZVH66yE https://youtu.be/UjwbZVH66yE https://youtu.be/UjwbZVH66yE Fé sem religião – sem crenças Ver as coisas fora da caixa, fora do convencional, fora das crenças, sem limitações. Ter fé não implica necessariamente ter religião. Ao contrário, muitas vezes se tem religião sem ter fé, confiança de que tudo está certo. Falando de fé, de uma maneira diferente do que a gente está acostumado a ouvir por aí. É comum nos perguntarem: qual é a sua fé? No sentido de qual é a sua crença ou qual é a sua religião? Essa pergunta de certa forma, não está correta, porque existe uma diferença muito grande entre as palavras “Fé” e “Crença”. A fé é um sentimento inato no ser humano. Quer dizer, a gente já nasce com este sentimento que, em última análise, significa pura e simplesmente, confiança. Conforme a vamos crescendo é que as crenças vão surgindo. Pode -se dizer assim até começando pelo Papai Noel, por exemplo, o bicho papão e etc. E as crenças então, vão aumentando. Conforme a gente vai crescendo elas vão se tornando mais sofisticadas. Porém, a confiança na vida, no Universo, em Deus, em nós mesmos, esse sim, é o combustível que nos dá força para superar os nossos medos e seguir em frente. Então, a pergunta “Qual é a sua fé?”, acaba perdendo o sentido, porque nesse caso, o correto seria perguntar “Qual é a sua crença?” ou “Qual é a sua religião?”, que no fundo é a pergunta que se quer fazer. Então, uma vez que se tenha em mente que fé significa confiança, nós podemos tirá -la do contexto religioso, porque uma pessoa pode ter fé, sem necessariamente simpatizar -se com o conjuntode crenças de religião nenhuma. Nessa interpretação um ateu, por exemplo, pode ter uma fé inabalável. Pode ser uma fé em si mesmo, ou na vida, pode ter fé/confiança de que tudo vai dar certo, ou melhor ainda, de que tudo já está certo da forma como está. Eu sei que, para muitas pessoas esse argumento não quer dizer nada, ele não tem sentido algum, mas sei também que tem muita gente, e esse pode ser o seu caso, de não se enquadrar em religião nenhuma, em nenhum conjunto de crenças de nenhuma religião, mas mesmo assim possuir uma fé, uma confiança inabalável, mesmo sendo ateu, mesmo sendo um agnóstico ou até mesmo acreditando em Deus. De todas as crenças e não crenças que existem no mundo, o que fica para valer é realmente a confiança. É a fé nesse sentido. Essa sim pode se dizer talvez, é a única fé que mereça ser chamada de fé verdadeira. Link do Youtube: https://youtu.be/ipWj4VGBxBg https://youtu.be/ipWj4VGBxBg https://youtu.be/ipWj4VGBxBg Fé e Religião Fé e religião NÃO são a mesma coisa. Isso recisa ser esclarecido. Fé é confiança, pura e simplesmente. Não é crença, não é necessário acreditar em algo para se ter fé/confiança, só confiar. A crença é adquirida ao longo da vida, começa com o papai noel e o bicho papão, evoluindo à partir daí, tornando -se cada vez mais complexa e irracional, e muda ao sabor dos ventos. Já a fé/confiança tende a se fortalecer dentro dessa mesma vida, conforme nos tornamos mais e mais resilientes, forjados pelos contratempos. Normalmente se confunde fé com religião, mas não é a mesma coisa. Comecemos por um exemplo, que talvez seja bastante comum, que talvez você possa se identificar: você deve conhecer pessoas à sua volta que frequentam igrejas, frequentam determinadas religiões, qualquer religião, mas que não demonstram fé. Aliás, bem pelo contrário, demonstram mais medo de tudo, reclamam de tudo à sua volta, ou seja, demonstram mais medo do que fé propriamente dita. Por quê? Porque fé é confiança, fé não é crença. A fé, a confiança, é algo muito mais profundo. É algo que vem das profundezas do ser. A confiança na vida, nos resultados, por mais que o momento não demonstre o resultado esperado, a pessoa demonstra uma confiança imensa. Muitos até demonstram uma confiança absoluta nos resultados. As crenças são adquiridas ao longo dos anos da vida de uma pessoa. E também, você já deve ter percebido, que a crença muda ao sabor do vento, porém a fé, a confiança, essas não mudam. Portanto uma pessoa não precisa de nenhuma religião para ser uma pessoa de fé. Fé e religião não são a mesma coisa, não estão ligadas. O que não quer dizer que uma pessoa que esteja dentro de uma religião não tenha fé. Muitas têm, mas a maioria não. A fé é uma conquista. Link no Youtube: https://youtu.be/xV1iIZu5r6c Enrique Meseguer-Pixabay https://youtu.be/xV1iIZu5r6c https://youtu.be/xV1iIZu5r6c Crenças Crenças, dogmas, doutrinas, tradições, conceitos, ideais, opiniões e convicções são grandes impedimentos para que a vida aconteça. A verdade se encontra logo ali, logo depois das crenças. Bastante gente ainda confunde “Crença” com “Religião”. Quando se usa a palavra “Crença”, muitas pessoas ainda pensam num sentido religioso e, na verdade, a compreensão da “Crença” não se restringe só a isso. A Crença não nasce de uma verdade constatada, mas sim de uma identificação cultural e psicológica que temos com determinado conhecimento de senso comum. Até por isso mesmo que as crenças mudam de região para região. Numa breve análise, a gente percebe que, eu mesmo ou qualquer um de nós, se tivesse nascido em um ambiente diferente ou num país diferente, como em algum país da África ou da Ásia, por exemplo, definitivamente as nossas crenças seriam diferentes daquelas crenças que temos hoje aqui onde estamos. Algumas crenças são mais gritantes, são mais fáceis de serem percebidas e analisadas, mas a maioria das crenças que temos, são na verdade em nível subconsciente, são coisas que a gente aprendeu da sociedade, da escola, da igreja, dos nossos pais, enfim, da família e são crenças muito sutis. Estas crenças, que chamamos de “crenças condicionadas”, é que acabam fazendo com que a gente responda às intempéries da vida, aos desafios da vida, de uma maneira equivocada, porque a gente acaba não enxergando a realidade. E o que é a realidade? A realidade é tudo aquilo que está por trás da crença. Por isso digo que: crenças, dogmas, doutrinas, tradições, conceitos, ideais, opiniões, convicções, enfim, todas estas coisas são barreiras psicológicas, que nos impedem de enxergar, na maioria das vezes, a realidade dos fatos. Você pode me perguntar: qual é a realidade? Mas, eu não estou aqui para dizer qual é a realidade ou qual é a verdade. Estou aqui para dizer que a gente deve analisar todas as nossas crenças, os nossos dogmas, as nossas superstições, enfim, tudo o que serve como barreira, que nos impede de ver, além disso. E, aquilo que está ”além disso”, é onde está a verdade dos fatos. Por isso que duas ou mais pessoas, podem enxergar um mesmo mundo de maneiras tão diferente uma das outras. Isso tem a ver com as crenças que cada um traz bem lá dentro de si. Então é interessante que cada um de nós aprenda a olhar as próprias crenças com honestidade, com franqueza para si mesmo, porque isso é uma coisa muito íntima, uma coisa para si e quanto menos se mentir para si mesmo, mais próximo da verdade cada um vai estar. Link no Youtube: https://youtu.be/YhTNWKw3rtQ https://youtu.be/YhTNWKw3rtQ https://youtu.be/YhTNWKw3rtQ Crença e fé É normal confundir -se a palavra fé com religião, com acreditar em algo. Porém fé significa confiança, pura e simplesmente. Uma pessoa não precisa acreditar (crer) em nada para ter confiança, para ter fé nos resultados. Religião é religião, crença é crença, e fé é confiança.Se a confiança de um ser humano dependesse daquilo em que ele acredita, o mundo seria dominado pelos leões, e não pelos homens. Eu gostaria de começar pedindo para que você faça uma reflexão sobre o significado da palavra “Fé” e sobre o que é “Crença”. Gostaria de propor o seguinte raciocínio: Fé tem muito a ver com confiança, do que com crença, do que com acreditar. “Fé”, “Confiança”, é uma condição inata no ser humano, ou seja, as pessoas já nascem com a sensação de confiança em algo. Seja na própria vida, não necessariamente tem a ver com crença em Deus ou algo mais, que daí já parte para a questão da Crença. Mas eu quero falar sobre a questão “Confiança”. “Confiança” na vida. É isso que faz com que nós tenhamos coragem para enfrentar os desafios da vida. Então a fé, na verdade, não depende de crença alguma, não depende de você acreditar. Fé é um sentimento de confiança. Agora, para exemplificar o que eu quero dizer com “Crença”, convido você também para outra reflexão: um bebê recém - nascido nasce puro, com a sua inteligência zerada. A partir do momento que ele começa a crescer (a se desenvolver), é como se fosse se enchendo de amarras, de correntes, de ataduras (seria a palavra mais correta), que vão cobrindo, que vão tapando a pureza, digamos assim, a luz natural que o bebê traz ao nascer. Então, a crença é mais ou menos isso, algo que vai nos amarrando, atando, acorrentando, limitando ao longo da vida, a partir daquilo que nos é ensinado. Você já deve ter percebido que as crenças mudam de acordo com a cultura de um povo, de acordo com determinada região, etc. Então, a crença, por si só, não é uma garantia de certeza de nada da nossa existência. Bem pelo contrário, eu diria que a crença causa um efeito contrário. Toda crença limita! Podemos entender a crença de forma religiosa, cultural, mas eu estou falando também da crença íntima, das coisas íntimas que nós pensamos compulsivamente no dia -a -dia. Então, é a isso que me refiro. E gostaria de convidar você, mais uma vez, a esta reflexão: Fé significa “Confiança” e Crença significa “Acreditar”. Como já mencionei, as crenças mudam de cultura para cultura, então as crenças não podem servirde base nenhuma para a fé de uma pessoa. Link no Youtube: https://youtu.be/oPGPBDEefYI https://youtu.be/oPGPBDEefYI https://youtu.be/oPGPBDEefYI Acreditar ou Confiar – Crença ou Fé Acreditar (crer) pressupõe basear -se nas experiências de outras pessoas. Confiar (fé) é algo que vem das profundezas do Ser, é uma resposta consciente às experiências vividas por si mesmo. Por mais que as palavras “Acreditar (Crer)” e “Confiar” pareçam ser a mesma coisa, eu vejo nuances que as tornam bastante diferente uma da outra. Eu particularmente não gosto da palavra “Acreditar”, porque esta palavra pressupõe acreditar em algo, acreditar em outros, crer na experiência de outras pessoas, que estão passando para mim. Acreditar na imaginação, no pensamento de outras pessoas… Já a palavra “Confiar”, ela vem de um lugar mais profundo do ser. se você pensar bem, se você meditares bastante nessa palavra e tentar entender estas nuances das quais estou lhe falando, verás que a palavra Confiar faz muito sentido, uma vez que só vais adquirir confiança a partir do momento em que experimentares em si mesmo, em que vivenciar uma experiência por si mesmo. Então existe uma grande diferença entre “Acreditar (Crer)” e “Confiar”. É onde eu coloco o principal significado da palavra “Fé”, – que não tem nada a ver com religião e nem mesmo com espiritualidade. Uma pessoa não precisa ser espiritual ou religiosa para encontrar dentro de si uma Confiança ou uma Fé, inabalável. Já, “Acreditar” é uma coisa diferente. A gente vê muitas crenças diferentes rodando pelo mundo. Todas alegando serem as donas da verdade, mas sem chegar a lugar nenhum. Link no Youtube: https://youtu.be/Ryau5UkZlcM pixabay https://youtu.be/Ryau5UkZlcM https://youtu.be/Ryau5UkZlcM Espiritualidade sem religião Acreditar (crer) pressupõe basear -se nas experiências de outras pessoas. Confiar (fé) é algo que vem das profundezas do Ser, é uma resposta consciente às experiências vividas por si mesmo. Empatia significa se colocar no lugar de outra pessoa. Essa é a definição mais resumida do que significa “espiritualidade”. Também é um conceito bastante conhecido e difundido com as palavras “Não fazer ao outro o que não gostaria que se fizesse a si mesmo”. Isso é espiritualidade, isto é empatia. Espiritualidade também significa “ultrapassar o eu” e aprender sobre o amor incondicional. São experiências que todo mundo vivencia em algum momento da sua vida. Então, resumindo, espiritualidade pode se definir assim: “empatia” – se colocar no lugar do outro; “transcendência” – ultrapassar os limites do outro e “amor incondicional”. O caso é que há muito tempo se tem confundido espiritualidade com religião e a coisa não é bem assim. Espiritualidade e religião nem sempre andam juntas. Ao contrário, no mundo moderno elas têm andado bem afastadas uma da outra. As religiões têm se mostrado cada vez mais elitistas, separatistas, preconceituosas e egoístas, geralmente levando as pessoas que as frequentam, a um caminho contrário da tão buscada espiritualidade. É óbvio então, que transcendência, empatia e amor incondicional não são de uso exclusivo das religiões. O exercício da espiritualidade pode ser para ticado em qualquer momento, em qualquer lugar, na rua, nos encontros do dia a dia... É fácil, com vontade, adquirir o hábito de se colocar no lugar do outro! Até mesmo em situações como escovando os dentes, dirigindo, fazendo as coisas do dia a dia, se pode experimentar a transcendência. O amor incondicional então, nem se fala, esse pode ser exercitado em qualquer momento, tanto quanto os outros que já citei, em qualquer lugar, a qualquer hora. A espiritualidade então, não é exclusiva das igrejas. A espiritualidade, obviamente está dentro de cada um em espírito e verdade. Link Youtube: https://youtu.be/AoNaQVxF6LY https://youtu.be/AoNaQVxF6LY https://youtu.be/AoNaQVxF6LY Espiritualidade e Religião Espiritualidade e religião não são a mesma coisa. O religioso escolhe esse caminho para encontrar a sua espiritualidade, mas esse não é o único caminho. Há muitas pessoas que não se identificam com os dogmas de nenhuma religião, porém são extremamente espiritualizados. Normalmente se confundem estes dois termos. Como já disse, a maioria das pessoas costuma achar que espiritualidade e religião é a mesma coisa, porém a religião, para colocar em termos bem atuais, é representada por organizações, umas maiores, outros menores, que definem dogmas e crenças específicas, que são necessárias serem aceitas para que alguém venha a fazer parte desta organização, ou seja, a religião é uma instituição organizada que define credos e dogmas específicos conforme a cultura, conforme o contexto social onde ela está inserida. Já a espiritualidade é outra coisa. A espiritualidade é uma qualidade inata no ser humano. É uma busca por transcender, por ir além do visível, além do físico. É uma busca por conexão com a vastidão, com o desconhecido. Essa necessidade, essa busca, é inerente ao ser humano e ela não está ligada a nenhum tipo de crença específica ou religião. Eu digo que espiritualidade, para ser entendida, pode ser resumida em três itens: empatia – que é se colocar no lugar do outro; transcendência – que é ir além do pensamento, além do mundo visível, físico; e Amor Incondicional. Essas três características no ser humano, independe de crenças, elas estão presentes, mesmo que adormecidas ainda na maioria, mas elas estão sim presentes em todos os seres humanos. Portanto repito, espiritualidade não é a mesma coisa que religião. A espiritualidade é inata, é inerente, ela está junta, ela nasce com o ser humano e faz parte dele. Por isso ela está presente no religioso, no ateu, no cético, no crente e no descrente. Só esperando para ser descoberta. Link no Youtube: https://youtu.be/I5Kbz0djqwk https://youtu.be/I5Kbz0djqwk https://youtu.be/I5Kbz0djqwk Espiritualidade em resumo Que tal simplificar? Espiritualidade pode ser resumida em três coisas: empatia/compaixão, transcendência e amor incondicional. Como já disse, o objetivo deste trabalho é simplificar algumas informações sobre meditação, espiritualidade, autoconhecimento… Então segue aqui uma simplificação sobre espiritualidade. É um assunto que confunde muita gente. Eu gostaria de sugerir uma reflexão, dividindo a espiritualidade em três bases, em que a pessoa pode trabalhar dentro de si. Uma delas, que se fala muito hoje em dia, é a empatia, que também pode ser associada à compaixão, que é uma das coisas que a pessoa vai trabalhando, vai melhorando conforme vai se espiritualizando. Empatia é sentir o problema do outro como se fosse seu, por isso também associada à compaixão. A outra base é a transcendência. – O que é transcendência? – É transcender os próprios pensamentos. Sair do pensamento, sair da zona da materialidade e entender o mundo, além disso, de uma forma além do pensar. Este é um dos propósitos principais da meditação: – fazer com que a gente aprenda a “Transcender o pensamento” e, por consequência, transcender o mundo físico. E a terceira, tão importante quanto às outras, é caminhar em direção ao “Amor incondicional”. A palavra “Amor” está completamente saturada, a gente sabe disso, porque a mídia massificante, acaba associando “Amor” com “Romance” e não tem nada a ver uma coisa com a outra. Amor é muito mais. O que mais se aproxima da ideia de “Amor incondicional” é o amor de mãe. Não tem como dizer que não.O amor de mãe é aquele que suporta o filho com todos os seus defeitos, com todas as suas complexidades. Então são estas três coisas que pode se entender quando se fala em se tornar uma pessoa espiritual, quando se fala em espiritualidade: – empatia, transcendência e amor incondicional. Link no Youtube: https://youtu.be/s1y67RZP1zI https://youtu.be/s1y67RZP1zI https://youtu.be/s1y67RZP1zI Ateísmo, Religião e Fé Não é necessário ser religioso para se ter fé. Fé é confiança, encontrada em toda a natureza, independente de crenças. O universocom seus mais de 13 bilhões de anos são prova disso. Quando eu utilizo a palavra “Fé”, estou na verdade utilizando somente um dos seus significados, o menos utilizado inclusive, só que para mim, é o significado mais importante de todos: Confiança – Ter fé é confiar não importa o que vem depois do verbo. O ateu, mesmo não acreditando na existência de Deus, “acredita -se” que seja alguém que tenha bom senso suficiente para perceber que o universo, existindo a cerca de 13 bilhões de anos, a Terra, já com seus 4,5 bilhões de anos e a própria vida orgânica, já com seus 3 bilhões e meio de anos, tenham se virado muito bem sozinhos ao longo de todo esse tempo, inclusive sem o auxílio da racionalidade humana. A natureza é “Confiança”! A religião costuma atrelar a fé às mais variadas formas de crenças. Para estar nessa ou naquela religião você precisa aceitar todo o conjunto de crenças que costuma vir junto no pacote. Muitas destas crenças, muitas vezes, sequer fazem o menor sentido! E cada religião também, muitas vezes, costuma ter crenças diferentes sobre o mesmo assunto. Daí é que nasce a “arte de se viver da fé, só não se sabe fé em quê”. Então a fé, no sentido de confiança, é orgânica, biológica e natural. Ela é inata no ser humano. Assim como é próprio de toda a nossa natureza terrestre, ter fé, confiar, independente das crenças. Link no Youtube: https://youtu.be/k0yMFSgV8GA Pixabay https://youtu.be/k0yMFSgV8GA https://youtu.be/k0yMFSgV8GA Religião – Uso moderado Todos os mestres que já passaram pela humanidade ensinaram a libertação, e não a dependência. Pessoas com segundas intenções deturparam muitos desses ensinamentos em seu próprio benefício. Tudo o que existe é ferramenta, e o que temos que fazer é tornar -nos exímios no uso dessas ferramentas, porém sabendo a hora de deixá -las de lado e usar outra mais adequada ao caso. Eu posso e ouso estudar aquilo que Jesus disse, num contexto espiritual. Posso, devo e faço, estudar aquilo que Buda disse, num contexto espiritual também. Modernamente nós temos pessoas como Eckhart Tolle, Osho, Krishnamurti, entre tantos outros mestres espirituais. O Brasil também tem bastante gente boa ensinando bastante coisa boa. Então, nós podemos estudar todos eles. A grande questão é “Seguir algum?”. Eu não vejo necessidade de seguir, até porque quem entende a mensagem dos mestres, entende que eles não falam em seguir, que eles ensinam a se libertar e sermos mestres de nós mesmos. Então, eu comparo qualquer estudo religioso ou qualquer religião, (eu até esqueci de incluir também o estudo da Umbanda, do Candomblé, da mitologia nórdica, o estudo da mitologia africana, do espiritismo…), tudo isso eu coloco da seguinte maneira: são ferramentas para o crescimento espiritual. Eu comparo com o seguinte: quando a pessoa trabalha no meio rural, por exemplo, ela usa as ferramentas próprias, como a enxada, que, quando ela chega em casa, ele guarda no seu lugar apropriado. Ele não sai carregando essas ferramentas por aí. Não se vê um lavrador com uma enxada dentro de um banco, por exemplo. Então, o que estou querendo dizer com isso? O conhecimento é a mesma coisa, eu não preciso me fixar naquilo. Não significa que, se eu estudar o budismo, por exemplo, vou me tornar um budista? Não necessariamente, a não ser que a pessoa goste e se sinta bem com isso. Resumindo ao máximo possível, espiritualidade pode se dizer que é Empatia, Transcendência e Amor Incondicional, então, se o que você está fazendo, utili-zando -se de uma das “ferramentas” que você escolheu, está te trazendo isso, ótimo! Se não está te trazendo isso, então eu sugiro deixar estas ferramentas. Aproveitar todas, usar todas em seu momento certo, porque todas trazem um fundo da verdade tão procurada, mas fazer como o sábio lavrador: pendurar a ferramenta na hora em que ela não for mais necessária e usar outra ferramenta quando aquela não se aplicar ao caso. Link no Youtube: https://youtu.be/puldhysZq6s https://youtu.be/puldhysZq6s https://youtu.be/puldhysZq6s Religião – Religação O mundo atual está provando que a ética e o pensamento crítico são muito mais importantes na formação do caráter de alguém do que a religião. Os mestres sempre tentaram ensinar a ética espiritual, e nenhum deles fez parte de religião nenhuma. Ao contrário, combateram as religiões vigentes em sua época, como combateram ainda hoje, caso “retornassem” ao nosso meio. A palavra “Religião” vem do Latim “Reli -gare”, que significa a religação do ser humano com a sua fonte criadora. Hoje em dia, essa palavra serve especificamente para designar a organização ou instituição religiosa, que adota determinadas crenças, determinados dogmas e rituais que acabam por alcançar resultados contrários daquele sentido original de religação, ou seja, acabam afastando cada vez mais o ser humano da sua fonte criadora. Aliás, não é exagero dizer que, religião nos dias de hoje, é sinônimo de separação. Isso acontece porque algumas mentes gananciosas resolveram se apropriar dos ensinamentos dos mestres. Descobriram que, por meio da religião, eles podem controlar os pensamentos das massas e fazer com que este instrumento trabalhe a favor dos seus próprios interesses. Pode -se dizer, que nesse meio não se tem nada de religioso. Distorceram tudo o que disseram os grandes mestres, para tirarem proveito próprio. A religação do ser é feita de forma íntima e individual. Jesus ensina: “É chegada a hora em que nem no templo e nem no monte adorarão ao Pai” e que “Os verdadeiros adoradores adorarão em espírito e verdade”. Buda ensina: “Não acredite em algo simplesmente porque ouviu, nem porque todos falam a respeito e nem porque está escrito”. A religação com a fonte não está nas religiões. A religação com a fonte está dentro de cada um. Link no Youtube: https://youtu.be/Pzr9z_RWW4E Pixabay https://youtu.be/Pzr9z_RWW4E https://youtu.be/Pzr9z_RWW4E O Ego Segundo Buda, nenhum inimigo pode nos causar mais danos do que nossos próprios pensamentos. Jesus dizia “quem quer vir após mim, negue -se a si mesmo.” A verdade é que o ego, que são nossos pensamentos compulsivos, condicionados, inconscientes que criam um falso eu, são os verdadeiros causadores do sofrimento humano. O Ego é uma construção mental e, ao longo da vida, o Ego é quem acreditamos que somos quem pensamos que somos. Ele é totalmente construído a partir dos pensamentos, por isso mesmo, o Ego pode ser chamado também de “Falso Eu”. Então, por ele ter sido criado a partir de pensamentos errôneos e compulsivos, de pensamentos inconscientes, ele é o grande criador dos sofrimentos da humanidade. Seja em nível individual e/ou coletivo. O Ego é aquela voz incessante que não para de falar na nossa cabeça. Pior ainda, não para de julgar, não para de criticar. Essa voz, que é o Ego, precisa de relevância para existir, precisa de importância para existir, ou seja, precisa ser grande. Mas, para ter essa relevância, para ser grande, essa voz, esses pensamentos no nosso Ego, nos levam sempre aos extremos. Ou ele é vítima de tudo que acontece da vida, dos outros, ou ele é o “Salvador da Pátria”. Por isso mesmo ele passa o tempo todo julgando e criticando os outros para se sentir superior ou inferior. Porém nunca o Ego nos permite sentir aquilo que realmente somos. Somos seres do universo, somos cocriadores com o universo. Buda diz que “nem o nosso pior inimigo pode nos causar tantos danos quanto os nossos próprios pensamentos”. Sobre o Ego, Jesus disse: “Quem quiser vir após mim, negue -se a si mesmo”. Se puder ver assim, que há séculos os grandes mestres da humanidade têm tentado nos ensinar a nos livrar do sofrimento. O caminho para essa libertação é transcender o Ego. Link no Youtube: https://youtu.be/gUkOtAzFDvs https://youtu.be/gUkOtAzFDvs O Ego – os pensamentos Uma maneira simples de identificar o ego, e então passar a conhecê -lo e usá -lo a seu favor. Eu quero com este texto, sugerir uma maneira bem simples de identificar oego para quem tem dúvidas. A melhor maneira de identificar o ego é através do pensamento ou dos pensamentos. É por isso que todos os mestres ensinam que, se queremos nos conhecer verdadeiramente, devemos ir além dos pensamentos. Quer dizer que, para saber quem somos de verdade, temos que ultrapassar essa barreira do ego, através dos pensamentos. Eu percebo muita gente tentando lutar contra o ego, tentando destruir o ego, mas o ego não é algo a ser destruído, ele está mais para uma ferramenta a ser usada, uma ferramenta que temos que aprender a utilizar, ou seja, o ego não é para ser eliminado, ele é para ser entendido e conhecido, de preferência, por meio da meditação. O ato de meditar é, em palavras simples, prestar atenção aos pensamentos, ou seja, é estar atento ao próprio ego. É pela meditação que a gente pode conhecer os mecanismos do ego, até mesmo para poder contorná -lo. Enfim, o ego não é um inimigo a ser derrotado, não lute contra o ego, porque isso só lhe dará mais força. O ego é uma ferramenta que você deve aprender a usar e o manual desta ferramenta está dentro de você, além dos pensamentos. Você pode acessar este manual por meio da meditação. Link no Youtube: https://youtu.be/anbTwv8n50I https://youtu.be/anbTwv8n50I O Ego e seus Inimigos O ego precisa de conflitos para existir. É de onde tira sua energia. Ele nasce dos pensamentos, portanto devemos dominar nossos pensamentos. O Ego costuma encontrar os mais variados tipos de inimigos para sua sobrevivência. O Ego precisa do conflito para sobreviver, por isso é tão difícil encontrar paz e harmonia. Para o Ego isso é a morte. Então projetamos inúmeros inimigos que apontamos como os causadores da nossa falta de paz e falta de harmonia. Ou é a própria vida que está contra nós, ou é o pai, ou é a mãe, ou é o irmão, ou é o vizinho… Às vezes chegamos até ao extremo, culpando, por exemplo, o celular, ou o cãozinho de estimação, tentando sempre encontrar um culpado pelos nossos males. E tudo isso, parte tem origem nos nossos pensamentos. Para encontrarmos paz e harmonia devemos dominar os nossos pensamentos. Esse é um dos grandes ensinamentos de Buda. Jesus também sintetizou esse ensinamento em uma única frase “Orai e Vigiai”. Link no Youtube: https://youtu.be/osza9KY7IaU https://youtu.be/osza9KY7IaU https://youtu.be/osza9KY7IaU Mahir-Uysal-unsplash O Ego e a Ansiedade O ego precisa do conflito para sobreviver. É de onde tira sua energia. A preocupação é um prato cheio para o ego e antecipar -se aos problemas é um grande veneno para a saúde, além de não ajudar em nada na solução dos problemas diários. O Ego só existe com o conflito. A paz e a harmonia representam a morte para o Ego, por isso, através dos nossos pensamentos, o Ego cria conflitos imaginários o tempo todo. É de onde ele tira energia para sobreviver: do conflito. A preocupação é um dos pratos prediletos do Ego. A antecipação aos problemas é o que gera em nós a ansiedade. O caso é que nenhum problema pode ser resolvido por antecipação. Pior ainda, nenhum problema pode ser resolvido de “cabeça cheia”. As soluções são encontradas nos momentos de paz e no silêncio. Sobre isso, Jesus disse: “Não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias atribulações”. Buda também ensina que um dos segredos para a saúde mental é não se preocupar com o futuro e nem se adiantar aos problemas. Link no Youtube: https://youtu.be/oEbaf2ij5dI https://youtu.be/oEbaf2ij5dI https://youtu.be/oEbaf2ij5dI hisham-zayadnh-unsplash O Ego e o passado O ego não existe sem conflito, e o passado é uma grande fonte de energia para sua sobrevivência. Trazendo o passado para o momento presente estamos desperdiçando importantes energias que seriam utilizadas na solução de problemas. O Ego precisa do conflito para existir. Ele busca esse conflito onde quer que seja. E o passado é o lugar preferido do Ego. A verdade é que o passado não é para ser vivido mais. Já foi vivido. Não pode ajudar em mais nada. Muitos dizem que o passado ajuda a não repetir erros. Claro, ele pode ajudar onde está. Não há nenhuma necessidade de trazê -lo para o presente. Buda disse que “Um dos segredos da saúde mental está em não se lamentar pelo passado”. Sobre isso, Jesus ensina através da célebre frase: “Deixe aos mortos que enterrem seus mortos”. O passado na mente presente é um sugador de energia. É justamente uma fuga do presente e da responsabilidade de “SER”. Link no Youtube: https://youtu.be/bcfBQ9rKVGs https://youtu.be/bcfBQ9rKVGs https://youtu.be/bcfBQ9rKVGs christopher-campbell-unsplash O Ego e a Comparação O ego somente sobrevive com o conflito, nos extremos, por isso é tão difícil encontrar a paz. Onde houver algum sinal de paz e harmonia, o ego evita, e nós o seguimos na maioria das vezes docilmente. Cada um de nós é único no universo. Embora estejamos todos interligados, não existe cópia, não existe réplica, porém o Ego não se contenta com isso, ele busca por comparações o tempo todo. Seja pela aparência física, seja pelas posses materiais, seja pela suposta inteligência alheia. Então, nessa comparação, o Ego tem que ser “mais” ou tem que ser “menos”, não importa. O Ego sempre se sente superior ou inferior, nunca se sente “Único”, nunca se sente incomparável. O caso é que o amor próprio e a autoestima não vêm da comparação. Eles são justamente o reconhecimento do próprio valor, que não é “mais” e não é “menos” do que ninguém. Link no Youtube: https://youtu.be/BsSm78vQ3NE https://youtu.be/BsSm78vQ3NE O Ego e o Paraíso O “paraíso” está logo ali, além do ego, só aguardando a vontade para começar a ser acessado. Você já pensou no significado de “Paraíso”? O que Buda chama de “Nirvana” é o mesmo do que Jesus chama de “Reino dos Céus”. Ambos significam a cessação do sofrimento. Um reino ou um estado de paz e de graça plena. Tanto Buda quanto Jesus, dizem que, para o homem alcançar este estado de paz e de graça plena na terra, ele deve aprender a superar o apego aos sentidos, ao material e à ignorância, enfim, o apego ao EU, o apego ao EGO e, para chegar lá, somente por meio do autoconhecimento, o qual Jesus chamou de “porta estreita”, muito significativamente. Jesus diz: “Se alguém quiser vir após mim, negue -se a si mesmo”. Tanto para Buda, quanto para Jesus, o supremo desapego é o desapego do EGO. O nirvana ou o reino dos céus estão logo ali, dentro de cada um, além dos pensamentos. O Reino dos Céus ou o Nirvana, logo ali, ao alcance da vontade e do autoconhecimento. Link no Youtube: https://youtu.be/jFclvJ2a81U https://youtu.be/jFclvJ2a81U https://youtu.be/jFclvJ2a81U alexander-krivitskiy-unsplash O ego e o Cansaço Nosso cansaço emocional e consequentemente físico pode ser combatido através da meditação e do autoconhecimento. Cansaço, esgotamento, medo, confusão mental, instabilidade emocional, desesperança, até mesmo depressão, normalmente estes sintomas são causados por uma falha na nossa compreensão da vida. Basicamente nós nascemos com dois impulsos magnéticos: de ligação e rejeição. Pelo fenômeno da ligação a gente atrai o que nos é compatível, que tem a ver com a nossa energia, com a nossa vibração e com os nossos pensamentos. E pela rejeição, rejeitamos tudo aquilo que não queremos para a nossa vida. Então, basicamente, estes impulsos eletromagnéticos emocionais, que fazem com que a nossa vida seja exatamente do jeito que é. São estes impulsos que determinam o que nós temos na nossa vida e o que nós deixamos de ter. Estes impulsos eletromagnéticos são a base do que nós chamamos de EGO. É a formação da nossa individualidade, é o que faz com que uma pessoa seja diferente da outra. Acontece que, ao longo do tempo, nós acabamos por responder a situações da vida, de uma forma condicionada. Ou seja, reagimos conforme determinadas maneiras que nós reagimos a situações no nosso passado, na nossa infância, na nossa adolescência. Vamos só repetindo estas reações ao longo davida. As situações hoje talvez sejam completamente diferentes, mas nós sempre reagimos da mesma forma. Resultado: sempre acontecerá a mesma coisa, sempre teremos o mesmo resultado das nossas reações. Esses padrões subconscientes acabam assumindo o controle das nossas vidas sem que nos queiramos. E até mesmo, sem que nós saibamos. Então, a saída para isso é o autoconhecimento. A partir da meditação, a partir da busca interior é que vamos começar a nos compreender, a nos entender e conhecer estas respostas condicionadas que nós não queremos mais. Link no Youtube:https://youtu.be/ - -L6RAEixg0 https://youtu.be/--L6RAEixg0 O Ego e a teimosia Gostamos de nos isentar das nossas decisões e indecisões diante da vida. Somos teimosos, e não nos responsabilizamos pelo resultado da nossa teimosia. Somos crianças birrentas brincando de ser adultos maduros. Nós somos teimosos na maior parte do tempo. Nós somos como crianças mimadas que queremos as coisas do nosso jeito e, quando as coisas não são do nosso jeito, nós sofremos, choramos, brigamos e muitas vezes, literalmente, nós batemos o pé. Normalmente temos uma postura teimosa diante da vida, o que acaba gerando com o tempo, pela própria natureza da teimosia, uma ingratidão profunda, com aquilo que a vida nos oferece. “Eu não gosto de suco”, “eu não gosto de fruta”, “eu não gosto…” enfim de muitas coisas que a natureza oferece inclusive como indicativos de saúde. Mas a natureza geralmente nos oferece uma proteção, um amparo, que não é da maneira como a gente gostaria. Mas ele vem, vem na forma de coisas sutis que na maioria das vezes, na nossa postura teimosa diante da vida, nós recusamos. Então,o resultado mais uma vez, é de nossa inteira responsa-bilidade. Normalmente criamos uma série de justificativas, seja na nossa cabeça, seja falando para outras pessoas, para manter nossa postura de teimosia: “Ah, eu nasci assim”, “Eu fui criado assim”, “Eu aprendi assim” e tudo vai impedindo a mudança. E quanto mais a gente se recusa a mudar, mas vai doer, mais o sofrimento se perpetua, o corpo físico padece, a gente adoece achando que isso é natural, mas não é. É antinatural. A saúde é natural. Link no Youtube: https://youtu.be/VNhT3r5_rRY Frank Winkler-Pixabay https://youtu.be/VNhT3r5_rRY https://youtu.be/VNhT3r5_rRY Reencarnação Vivenciar diversas experiências com o objetivo de evoluir é um dos sentidos da consciência. Vida é consciência. Essa diversidade de experiências é o que nos torna maduros, preparados e, portanto capazes de participar da criação de forma positiva. A evolução parece ser um dos fatores determinantes de toda a natureza do universo. Se assim é, não se torna tão difícil entender as razões da reencarnação, fora de qualquer contexto religioso, e sim num contexto científico, comprovável, num entendimento contemporâneo, através da física quântica e da neurociência. Primeiro quero propor a você, que esqueça que limpe da sua mente qualquer conotação religiosa que esta palavra pode trazer na sua memória. É claro que este é um assunto que é mais debatido pelas religiões, que vem sendo mais debatido pelas religiões ao longo dos séculos. Tanto que se tornou quase que um “vício mental”, toda vez que alguém fala em reencarnação, atribuí -lo a religião. Por mais que não pareça assim, a reencarnação é um fenômeno puramente biológico, tanto quanto o nascimento físico e a morte. Ou seja, a reencarnação é um fenômeno que obedece a leis físicas e biológicas, tanto quanto o nascimento e a morte física. Então, por mais que gere controvérsias a respeito, este é um assunto de domínio científico e não religioso. É claro que este assunto acaba gerando debates religiosos ou espiritualistas, no entanto, no fim das contas, a reencarnação acaba se tornando, por isso mesmo, de domínio muito mais da física quântica e da neurociência. Em sua essência, o ser humano integral é consciência. E essa consciência não tem limites. Nós sabemos que o nosso corpo físico não limita a nossa consciência de forma alguma. O propósito da reencarnação é o mesmo propósito biológico da existência física. Ou seja, a evolução darwiniana pura e simplesmente. Logo, a evolução biológica e a evolução da consciência têm os mesmos propósitos. Em ambos os casos, a evolução se dá em milhões de anos, de aprimoramentos de erros e acertos. Portanto, a reencarnação não depende de crenças para funcionar, da mesma forma que a existência como um todo. Toda a evolução obedece a leis físicas e biológicas que independem de quaisquer ideologias humanas. Link no Youtube: https://youtu.be/za0zrOm2dGU https://youtu.be/za0zrOm2dGU https://youtu.be/za0zrOm2dGU Sofrimento “Até você se tornar consciente, o inconsciente irá dirigir sua vida e você vai chamá -lo de destino.” Carl Gustav Jung. O sofrimento é algo bastante mal compreendido, mal interpretado. Muitas pessoas acham que o sofrimento é necessário e que faz parte da vida do ser humano. A verdade é que NÃO! O que acontece é que, na maioria das vezes, o sofrimento é o nosso único professor. A única maneira de aprendermos, de mudarmos nossa visão de mundo, de melhorarmos nossa visão de mundo, é através do sofrimento. Mas, a verdade é que não necessariamente tenha que ser por este caminho. Pedro, nos evangelhos, chegou a afirmar que “o amor cobre a multidão de pecados”. Guardadas as interpretações errôneas a estas palavras envolvidas, tanto a palavra “amor” quanto a palavra “pecado”, que têm que ser analisadas e compreendidas em profundidade, essa é uma grande verdade porque a nossa mudança pode causar mudanças no sofrimento da nossa vida. O sofrimento na verdade, tem mais a ver com a nossa “não compreensão” de todos os fatos envolvidos para a nossa situação atual ser da maneira que é. Para falar a verdade, tudo aquilo pelo que passamos hoje, é consequência direta das ações que tivemos no passado, tanto nessa existência quanto em outras existências. Muitas vezes os nossos padrões repetitivos condicionados de resposta a determinadas situações, é que acabam criando mais e mais situações indesejadas em nossas vidas. Então, o sofrimento não é obrigatório. O sofrimento é livre! Sim, esta é a palavra que pode ser utilizada “Livre”. A partir do momento que a gente não cria resistências ao “que é”, a gente acaba aceitando “o que é” (aceitando as coisas como elas são), e com a palavra “aceitar”, não estou querendo dizer “passividade diante da vida”. Quando é possível tomar atitude, toma -se atitude, mas uma atitude tomada com consciência, conhecendo - se uma maior possibilidade de resultados, é lógico que vai trazer resultados melhores. E assim, não vai acarretar sofrimentos. Então, mais uma vez volto à frase de Pedro: “O amor cobre a multidão de pecados”. Outra coisa que faz parte do amor é o conhecimento. Quando a gente conhece as causas do nosso sofrimento fica muito mais fácil de lidar com ele e se livrar dele (do sofrimento). Do que estou falando? Estou falando do autoconhecimento. O autoconhecimento é a grande arma que qualquer pessoa nesse universo tem, para eliminar o sofrimento na sua vida. O autoconhecimento parte principalmente, da meditação. Ao longo da vida a pessoa vai se conhecendo o suficiente para evitar os pensamentos condicionados. Então, esta é a reflexão que proponho para hoje no caso: que realmente o sofrimento não é obrigatório. Muitos costumam pensar que “a gente vem neste mundo para sofrer”: NÃO! A gente não veio a este mundo para sofrer. A gente veio a este mundo para se autoconhecer. Então o sofrimento, quando a gente não se conhece o suficiente, ele se torna necessário como um impulso para o autoconhecimento. Sendo que o autoconhecimento é sempre o fim de tudo. Link no Youtube: https://youtu.be/LIgW8Bi5TW4 unsplash.com https://youtu.be/LIgW8Bi5TW4 https://youtu.be/LIgW8Bi5TW4 dhruv-weaver-unsplash Propósito – Missão de vida A partir do momento em que nascemos, o mundo já nos aguarda com suas condições para que possamos viver nele. É como se um leque fossecolocado diante de nossos olhos, dizendo: “você pode fazer isso, aquilo e mais isso”. Cada cultura ao redor do mundo tem seu leque. Se você nascesse na China ou na Índia, ou em inúmeros outros lugares, os leques seriam completamente diferentes. Você seria alguém diferente. Talvez seja hora de se perguntar o que o está impedindo de alcançar o seu verdadeiro potencial, ou melhor ainda, seja a hora de começar a descobrir qual é o seu verdadeiro potencial. Tire o leque da frente da sua vista, olhe além dele. Propósito e Missão de Vida, na verdade são duas formas de expressar a mesma questão. Eu sei que todos nós acreditamos que em algum momento da nossa vida, se questiona sobre qual é o nosso propósito ou qual a nossa missão de vida. Um dos grandes propósitos da nossa existência, enquanto ser humano aqui na terra é nos conectar ou nos reconectar com o que pode ser chamado de “Inteligência Universal” ou “A fonte do ser”, ou “O Todo”, a “Consciência Universal”... enfim, são tantos nomes que existem para uma mesma fonte! Pode -se inclusive até utilizar a palavra “Deus”, embora eu acho que esta palavra esteja ultra desgastada pelo uso, ou melhor, até pelo “mal -uso” que se tem feito dela ao longo dos séculos. Mas, para quem se agrada com esta palavra, não há problema. Enfim, tudo se resume em “a conexão com o Todo”, “voltar a se reconectar com o Todo”. O segundo ponto, não menos importante, é a conquista de si mesmo, não há maior conquista do que conquistar a si mesmo. O terceiro ponto, a partir da combinação dos dois primeiros é expressar a “Fonte do ser”, expressar a “Inteligência Universal”, expressar a “Consciência Universal”. Como se faz isso? Cada um se expressa no mundo de uma forma diferente. É individual. Não são todas as pessoas que estão fazendo a mesma coisa o tempo todo. Então, cada um tem uma aptidão individual. E é assim, a partir do momento em que a pessoa descobre essa aptidão, é que ela vai expressar a cons-ciência universal aqui na dimensão material (no mundo físico). Você pode estar se perguntando sobre o que está impedindo de você descobrir qual é então o seu propósito, qual é a tua forma de expressar. E eu vou ser bem franco: o que nos impede de nos expressar nesse mundo material, são as nossas crenças, todas elas, sem exceção. Tudo aquilo que a gente aprendeu desde que botamos a cara nesse mundo é o que nos impede de entrar em contato com o nosso propósito. Se você quer entrar em contato com o seu verdadeiro propósito existencial então, abandone todas as suas crenças. Como fazer isso? Por meio do autoconhecimento. Porque existem crenças tão arraigadas, crenças tão embutidas no nosso subconsciente que nós nem nos damos conta delas, além das outras que são fáceis de detectar. Mas quando eu falo “Crença”, eu falo todas as crenças. Cabe a cada um de nós esse autoconhecimento para descobrir quais são as crenças em nós mesmos, que estão nos impedindo de alcançar o nosso potencial, o nosso propósito e a nossa expressão maior nesse universo material. Link no Youtube: https://youtu.be/YkdN -yBqbmk vale-zmeykov-unsplash https://youtu.be/YkdN-yBqbmk https://youtu.be/YkdN-yBqbmk Ser Consciente “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8,32). “Conhece -te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os deuses.” (Sócrates 469 a.C. – 399 a.C). A verdade é a consciência e a consciência é a libertação. Ser consciente é estar acordado. Seria o equivalente à sensação que a gente tem quando desperta depois de uma noite de sono. Nem sempre isso acontece logo que a gente sai da cama. Eu estou me referindo ao momento em que realmente a gente acorda ao longo do dia. Ser consciente é estar desperto, é estar acordado, mas acima de tudo é “estar presente”, observando seus pensamentos, observando as suas ações, observando principalmente as suas reações, às suas crenças, os seus julgamentos, suas críticas, os seus ideais, as suas idéias, as suas opiniões, as suas convicções. Tudo acontece num âmbito subconsciente, num âmbito inconsciente na nossa vida. Totalmente condicionado. O que significa “Condicionado”? Significa que é repetitivo, automático, portanto inconsciente. Para te tornar consciente, primeiro tu tens que te tornar um “observador”, um observador de ti mesmo. Prestar muita atenção em ti, nas tuas respostas aos desafios do dia -a -dia, a todas as situações do dia -a -dia, ou seja, te tornar “Presente” destas respostas, destas reações, e descobrir onde elas são condicionadas. Em última análise, isto é meditação. Isto é tomar uma atitude meditativa diante de vida. É assumir uma atitude meditativa diante da vida. Tornar -se um observador de si mesmo a todo o momento, a todo instante. Link no Youtube: https://youtu.be/9nkWJMAdvSo Melk Hagelslag-Pixabay https://youtu.be/9nkWJMAdvSo https://youtu.be/9nkWJMAdvSo Amor “Se você quiser descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração” Nikola Tesla. Já abordei aqui sobre a questão da semântica, então, quando eu uso a palavra “Amor”, muito provavelmente cada um de vocês leitores, vai pensar em algo, vai mentalizar, vai imaginar algo que se enquadre dentro desta palavra, que esteja de acordo com as suas experiências e com aquilo que você acredita que seja “Amor”. Amor não é romance. O amor romântico é uma coisa vendida, uma idéia vendida, justamente para nos manter afastados do que realmente significa o “Amor”. Então, quando se fala em amor, deve se estar muito mais pensando na questão da vibração, em termos de frequência vibratória. O amor é a mais alta frequência que existe e é por isso mesmo que é esta frequência que sustenta o universo. Amor é a vibração, é a frequência que cura, que cuida, que protege, que alimenta, que ampara, que abriga, que leva ao crescimento, que leva o ser à realização do seu potencial individual. Nós podemos chamar essa frequência vibratória de “Pai”, “Mãe”, “Vida”, “Consciência Universal” do que nós quisermos. Isso não vai mudar a essência dessa energia. O ar que nós respiramos tudo aquilo que sustenta o universo é a vibração, é a energia, é a frequência do amor. O amor romântico vendido nos filmes, vendido nas novelas, nos livros, nos romances, faz até com que a gente desvie a nossa atenção daquilo que o “Amor” realmente é. Link no Youtube: https://youtu.be/1BoqC7D8buc Pixabay https://youtu.be/1BoqC7D8buc https://youtu.be/1BoqC7D8buc Arrependimento não é culpa A emoção do arrependimento, quando bem compreendida, torna -se uma poderosa fonte de energia para o despertar da consciência, uma vez que é o reconhecimento de um padrão de comportamento que não cabe mais na sua consciência atual. Essa libertação dos erros cometidos revela uma força incrível para continuar a crescer. A emoção do arrependimento, normalmente é mal compreendida. Fomos condicionados a comparar ou sentir o arrependimento como se fosse um sentimento de culpa. O arrependimento não é isso, o arrependimento é uma energia poderosíssima tanto quanto a energia do perdão, quando são compreendidos na sua essência. O arrependimento surge quando nós tomamos consciência de algo que fizemos que não é mais compatível com o nosso estado de ser, com a nossa nova consciência. – O que fazer com esta descoberta? Quando a pessoa toma consciência, o arrependimento rompe com esse padrão do passado. Jesus tem uma frase bem conhecida, que diz “Vá e não peques mais” (João 8.11). Quer dizer, se errou, vá, continue sua vida e não erres mais. Essa é a verdade por trás do arrependimento do qual nós temos tão pouco conhecimento. É uma energia poderosa quando desvinculada do sentimento de culpa. No dicionário, a palavra “arrependimento” significa “pesar ou lamentação pelo mal cometido, compunção, contrição” e também “negação ou desistência de algo feito ou pensado em tempos passados”. É justamente isso, negação ou desistência de algo do passado. Então a energia do arrependimento, – quando compreendida esta emoção pelas pessoas que estão nessa trilha do autoconhecimento–, vai entender até melhor o que estou falando. Com o autoconhecimento a gente acaba rompendo com tudo aquilo que aprendemos e que fomos condicionados a pensar de uma determinada forma, principalmente pela religião. Mas agora sabemos que não é nada disso. O arrependimento é uma emoção que precisamos trabalhar em nós e conhecer melhor. Minha sugestão é “aceite os seus arrependimentos” e faça como disse Jesus: – vá e não peques mais. Link no Youtube: https://youtu.be/zrXy -n3mSEE https://youtu.be/zrXy-n3mSEE https://youtu.be/zrXy-n3mSEE O Desapego Desapego não é a mesma coisa que ser pobre. Essa é uma retórica das religiões para manter as pessoas no ‘cabresto’. Desapegar -se é saber o que te faz feliz ou infeliz, e decidir livremente pela felicidade. Essa palavra também se faz muita confusão sobre o seu significado. Como já disse antes, “palavras são símbolos, as palavras apontam somente um caminho”, portanto também com as frases, construídas de palavras e expressões que nós utilizamos, não é diferente. Diversos mestres, ao longo da história da humanidade, já tentaram explicar que uma pessoa só pode ser feliz se ela for desapegada. Maldosamente esses ensinamentos foram transformados em manipulação ao longo dos séculos, pelas diversas religiões que existe e que existiram na humanidade. O Desapego, por exemplo, acabou sendo transformado para o significado de pobreza. – Desapego não é sinônimo da pobreza. Buda é um mestre que ensina que “nós só podemos perder aquilo a que nos apegamos”. Em forma de alerta ele ensina que se não tivermos o apego não temos nada a perder. Jesus, outro grande mestre iluminado da humanidade, diz a seguinte frase: “Se queres ser perfeito, vende tudo e doa aos pobres e me segue”. Ele está dizendo nesta frase, que para ser feliz você precisa se desfazer de tudo aquilo que te faz infeliz. Nesta frase de Jesus pode ter ocorrido um erro de tradução, até mesmo propositalmente, justamente com o objetivo de levar à confusão. Ele não quis dizer que todos nós devemos vender tudo o que temos, Ele está simplesmente ensinando o “Desapego”. Outra frase que ele diz é “A raposa tem sua toca, mas o filho do homem não tem nem onde repousar a cabeça”. Outra frase muito significativa que Jesus fala: “Que os mortos enterrem seus mortos”. Aqui ele está dizendo claramente dos problemas que temos com o apego ao passado. O passado pertence aos mortos é isso que ele quer dizer. É muito simples, não é difícil. Muitas pessoas se apegam a idéias, muitas pessoas se apegam a pessoas, muitas pessoas se apegam a bens, e posses materiais, mesmo que isso esteja causando a sua infelicidade. Então esse é o grande sentido da palavra “Desapego”, que os mestres têm tentado nos ensinar a milênios, que como tudo e como sempre, estes ensinamentos têm sido transformados em manipulação religiosa ou política, com o fim de manter as pessoas pobres e acreditando que a pobreza é uma grande virtude. – A virtude é o desapego. Link no Youtube: https://youtu.be/arrRF_VgAQY https://youtu.be/arrRF_VgAQY https://youtu.be/arrRF_VgAQY Propósito – Missão de vida Todos querem saber seus propósitos na vida. Para isso, há que estar alinhado CONSIGO MESMO. Nem todos estão dispostos a colocar sua energia nessa busca. Querem, mas não se aprofundam. O resultado é que quem não se aprofundar naquilo que quer, não consegue nada. Muitas pessoas se perguntam sobre qual a missão delas nesta vida. Percebo que há uma grande romantização que, pode -se dizer, “até prejudicial”, sobre esse assunto, porque muitas pessoas têm aquela visão de grandeza, que é algo que vem do ego, de achar que viemos a este planeta para fazer grandes coisas e grandes feitos, quando na verdade, o nosso verdadeiro propósito nesse mundo é a “Conquista de nós mesmos”, ou seja, a conquista de si mesmo. Este é o propósito mais profundo que cada ser tem neste planeta. Conhecer a si mesmo, não é nada romântico, nada grandioso, mas a recompensa é fantástica. A recompensa está intrínseca nesse processo. Não há realização maior do que conquistar a si mesmo. Vivemos em uma época em que estamos habituados a pegar tudo pronto, a buscar o passo -a -passo para desenvolver alguma ação. Vivemos em um tempo muito acelerado, então se formou este conceito de que tudo tem que ser feito passo -a -passo, então fica buscando saber qual é o primeiro passo para se conseguir me conquistar e descobrir a minha essência, o meu propósito de vida. O primeiro passo é a meditação. A meditação é a chave para tudo. O segundo passo é o autoconhecimento, que é o efeito da meditação. O terceiro passo, tão importante quanto o outro é, “Seja profundo”, não seja raso. Busque o conhecimento que te falta. Procure conhecer a fundo aquilo que tu gostas. Esse é o passo importante. Estes três passos então, seriam o que dá para se considerar um começo de um conhecimento de descoberta do propósito, da missão de vida que todo mundo busca. Não tem como acelerar o processo, não há atalhos. Eu sei que seria bom se a gente conseguisse saber facilmente qual a nossa missão de vida, mas isso não existe. O único jeito é vivendo e se autoconhecendo, conhecendo os próprios defeitos e conquistando estes próprios defeitos e conhecendo as próprias qualidades também. Link no Youtube: https://youtu.be/n7DIbchMGBw https://youtu.be/n7DIbchMGBw https://youtu.be/n7DIbchMGBw Reciprocidade Se não somos recíprocos com a vida até nas coisas mais simples, como esperamos receber as coisas maiores? Nossa consciência funciona como um ninho que fazemos para acomodar nossas ‘crias’. Ser recíproco é corresponder às coisas que a gente recebe na vida, das pessoas, enfim no dia -a -dia. Eu quero propor uma reflexão da seguinte maneira: se a gente não consegue ser recíprocos nas coisas simples, por exemplo, no nosso próprio pensamento, se a gente não consegue ser grato no pensamento, que é a forma mais simples de reciprocidade que pode existir, o que a gente pode esperar receber em troca da vida? Inclusive esta palavra “Receber em troca”, ela pode nos levar a um engano, porque na verdade, quando a gente cria dentro da nossa consciência (o universo é consciência), um campo de mesquinhez, ou seja – eu recebo mas não devolvo, não sou recíproco –, esse campo que eu estou criando na consciência vai criar na minha vida a mesquinhez. Na verdade, não há troca, não há devolução, sou eu que sempre estou criando este campo já na minha consciência e estou me tornando receptivo para esta mesquinhez. Então, se eu crio a reciprocidade na minha consciência eu estou me tornando receptivo para a reciprocidade na minha vida. Então, hoje, nos nossos dias, quando temos, por exemplo, as redes sociais, onde posso ser recíproco simplesmente numa curtida que faço em um post, que parece ser nada, mas não é. Muitas vezes o que uma pessoa posta é algo que é importante para ela, então quando eu retenho essa possibilidade de reciprocidade, quando deixo de fazer esse simples ato de curtir um post, por exemplo, já estou criando mesquinhez para a minha vida. Então será isso que a minha vida vai me devolver. Link no Youtube: https://youtu.be/NBkTL0i1VAM unsplash.com https://youtu.be/NBkTL0i1VAM https://youtu.be/NBkTL0i1VAM Tornar -se como criança É possível encontrar a paz. O «reino dos céus», “reino de deus’ ou “nirvana” é uma dimensão interior, que pode ser alcançada através da meditação e consequentemente do autoconhecimento”. Todo o teu esforço na vida deveria ser empenhado nessa conquista, que é a maior de todas e na verdade a única que interessa: a conquista de si mesmo. Quero falar -lhes sobre esta frase dita por Jesus: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes e se não vos tornardes como crianças, não podereis entrar no reino dos céus”. Primeiro esclarecer que, o reino dos céus não é um lugar e não é uma meta a ser alcançada. O reino dos céus a que Ele se refere é o reino da paz, aquela paz inabalável, uma paz interior conquistada individualmente com o próprio esforço, com o próprio sacrifício,com a conquista de si mesmo. Uma paz que ninguém tira e nenhuma intempérie externa pode abalar. Este é o reino dos céus a que tanto Ele se referia. A nossa mente tridimensional sempre tenta colocar as coisas no espaço e no tempo, mas a verdade é essa, que não é um lugar e não é uma meta a ser alcançada no futuro. O que Ele quer dizer com “nos converter e nos tornar como crianças”, é o seguinte: – nós todos já fomos criança –, mas, observe que a criança não tem crenças, não têm convicções, não tem preconceitos, ela é inocente em relação ao mundo, ela é aventureira, porém o que se fala é que, ao longo da vida, nós não vamos voltar a ser crianças (é lógico né?). Podemos ser inocentes, mas ingênuas não, porque a vida vai nos ter ensinado algumas coisas e estaremos mais espertos em relação à ela. Mas, com relação a tudo aquilo que acreditamos, o nosso copo estará cheio. Então é impossível que nós possamos receber novas informações, receber intuitivamente aquela voz, escutar aquela voz profunda que nos diz o caminho correto a seguir, o que fazer para seguir. Então, tanto Jesus quanto outros mestres, também falam sobre “voltar a ser como crianças”, que é esvaziar o copo, esvaziar o vaso. Por meio da meditação, por meio do autoconhecimento é que saberemos como nos desfazer das nossas crenças atuais, porque são as nossas crenças atuais é que nos metem em encrencas. Somos responsáveis por tudo o que acontece na nossa vida, – cem por cento! Infelizmente, eu sei que algumas pessoas pensam que são vítimas do destino, ou da vida, ou de outras pessoas. – Mas não! Infelizmente, enquanto não aprendermos que somos responsáveis pelas nossas vidas, não avançaremos. Repense em tudo aquilo que você acredita. Repense e reavalie por meio da meditação, por meio do autoconhecimento. Reavalie todas as suas crenças e, na minha humilde opinião,jogue todas fora! Comece tudo de novo. Link no Youtube: https://youtu.be/jS7RKCZCwIk https://youtu.be/jS7RKCZCwIk https://youtu.be/jS7RKCZCwIk Gratidão Algumas pessoas que não têm posses, saúde ou até mesmo portadoras de limitações físicas ou mentais, são extremamente gratas à existência e levam uma vida plena. Outras pessoas que têm seus membros no lugar, seu cérebro em “perfeito” estado (sem uso), com posses ou não, vivem reclamando e são extremamente ingratas, à ponto de auto infernizarem suas próprias vidas, transformando -as em vidas em que a escassez impera. A gratidão é a maior, a melhor, a mais completa, e mais perfeita oração que se pode elevar ao universo. Eu sei que para muitas pessoas, tudo isso parece clichê, mas não é. Realmente eu já pude comentar em outras oportunidades sobre isso. Nossa consciência é como um ninho que nós construímos para receber tudo aquilo que nós queremos ou nos permitimos receber. Então, a gratidão nos deixa mais receptivos para tudo aquilo que nós queremos. Se nós aprendermos a ser grato a tudo aquilo que temos, se nós aprendermos a não olhar aquilo que não temos a nossa vida se torna, por si só, abundante. Não que mude alguma coisa externamente imediatamente, mas muda no nosso interior, no ninho da nossa consciência, do qual eu falei. E é interessante o seguinte: muitas pessoas que possuem determinadas deficiências, lutam, batalham para conseguir resultados, para conseguir o que nós chamamos de “sucesso na vida” e acabam conseguindo. E é interessante o quanto outras pessoas, com a saúde perfeita, não conseguem nem ao menos agradecer aquilo que tem. Então o que é que diferencia entre uma pessoa e outra? Entre a pessoa que não tem e consegue e a pessoa que tem e não consegue? – Esse é o grande mérito da meditação, é o grande mérito do autoconhecimento. Essa resposta somente cada um pode dar para si mesmo. Essa resposta só interessa para si mesmo. – Qual a diferença entre uma pessoa que não tem e consegue, de uma pessoa que tem e não consegue chegar, seja lá onde for? Link no Youtube: https://youtu.be/yv403xMVXKI unsplash.com https://youtu.be/yv403xMVXKI https://youtu.be/yv403xMVXKI Os Títulos e o Ser A boa notícia é que não há necessidade de nenhum título para o despertar nem para a iluminação. Para encontrar a Paz do Ser, só precisa a vontade de procurar. Não existe (ainda) a “universidade da paz” ou do “Ser”. Quem sabe um dia encontrar a felicidade do Ser seja mais importante do que o título. Quem já teve a oportunidade de assistir a alguns dos meus vídeos mais antigos, percebeu que eu costumava começar sempre dizendo: – eu não sou médico, eu não sou padre, eu não sou professor, eu não sou pastor, eu não sou filósofo, eu não sou historiador… Entre tantas outras coisas que eu não sou. E por que eu começava dessa forma? – É que na sociedade que a gente vive, se confunde muito a capacidade intelectual de uma pessoa, com a sua graduação, com a sua formação em uma faculdade, em uma universidade. E a minha preocupação é deixar claro que o alcance da paz interior, o alcance do tão falado reino dos céus, reino de Deus, ou nirvana, – que é isso que é a paz interior –, está ao alcance de qualquer pessoa. Eu não sei se vocês já perceberam, mas, toda vez que se começa uma entrevista, principalmente na televisão, aparece sempre o nome da pessoa e, logo em baixo, o que ela faz: fulano de tal – engenheiro, fulano de tal – médico, fulano de tal – pesquisador... Como se o nome dela não bastasse para atestar aquilo que ela está dizendo na entrevista. É horrível isso! Porque todos nós, que não temos esse “Título” para colocar no nosso nome ficamos de fora, como se nós não tivéssemos a capacidade de “Ser”, mas nós temos! – Então, por isso que eu decidi começar meus vídeos antigos assim e achei importante voltar nesse assunto. Outra coisa que também a gente vê, é que os nossos modelos, os nossos mestres, que aparecem para ser entrevistados na televisão, todos também são pessoas que tem essa classificação: ou é um historiador, ou é um filósofo, ou é um pastor, ou é um médico, professor, yogue, monge, etc… ou seja, como se nós que não temos estes títulos, não pudéssemos falar por nós mesmos e não pudéssemos inclusive conquistar o nosso sucesso, ou seja “A conquista sobre nós mesmos”. Link no Youtube: https://youtu.be/at_uEuW2l -c https://youtu.be/at_uEuW2l-c https://youtu.be/at_uEuW2l-c Presença – a verdadeira meditação Como sempre tem acontecido ao longo da história com todo conhecimento que possa libertar a humanidade, a meditação também chegou ao nosso mundo ocidental de um modo deturpado, complicado sem o ser. A meditação é algo simples, que pode ser definido pela palavra Presença. Se aprendermos a ser presentes em tudo o que fizermos, saberemos meditar, porque meditação e presença são a mesma coisa. Experimente. Aqui trato da importância da “Presença” em tudo aquilo que a gente faz. Presença é viver, viver momento a momento. Quando a gente coloca a nossa presença, a gente está colocando a nossa vida em tudo aquilo que a gente faz. Nós vivemos divididos ou, por consequência, não vivemos, – melhor dizendo –, porque estamos sempre divididos entre passado e futuro. A nossa mente nos leva ou para o passado ou para o futuro. Os nossos pensamentos, que definem o nosso ego, que é a nossa falsa identidade, nos levam sempre para o passado ou para o futuro. Nunca nos deixam no presente que é onde nós somos a nossa essência. Isso é um desperdício gigantesco de energia e quando eu falo em energia, eu estou falando em combustível mesmo, tanto a energia imaterial quanto a energia física. – Imagine, por exemplo, um trator agrícola, que fica preso na lama e gasta todo o seu combustível tentando sair da lama. Não é para isso que ele foi criado. Ele foi criado para colher a plantação, mas ele não consegue, porque ele acabou gastando todo o seu combustível em algo imprevisto, inesperado. No nosso caso, como somos criaturas inteligentes, podemos conduzir o uso da nossa energia de uma forma inteligente, ou seja, controlando os nossos pensamentos. Não permitindo que ele nos leve nem para o passado,nem para o futuro. Vivendo presentes em tudo aquilo que a gente faz. Isso é ser meditativo, isso é se tornar meditativo. Faça a experiência. Isso é estar vivo, isso é viver. Não importa o que o momento traga. Se for algo que para você é desagradável, não importa. Aceite, viva! Link no Youtube: https://youtu.be/2qkU1E6W8dk https://youtu.be/2qkU1E6W8dk https://youtu.be/2qkU1E6W8dk A verdade sobre o julgamento O julgamento nos impede de ver a Realidade, que é a essência das coisas, inclusive da existência em si. Por isso sabemos tão pouco sobre a vida, pois tudo passa pelo nosso julgamento antecipado e apressado. Sobre a realidade, nada sabemos. As religiões transformaram os ensinamentos dos grandes mestres em meios de manipular o ovo em seu benefício próprio, principalmente criando castigos imaginários para gerar o medo, que é a maior peça de manipulação, sempre usada pelos governantes. A verdade é sempre mais simples. O observador atento aprende, e a meditação é a chave que abre esta porta. Hoje quero falar sobre o julgamento citando aquela máxima de Jesus: “Não julgueis para não serdes julgados (Mateus 7,1)” e também a outra máxima: “Com a mesma medida que medires serás medido (Mateus 7,2)”. Muitas pessoas acham que, quando julgam, pode ter alguém ou um ser superior que a julgará de volta. Outras pessoas acreditam que isto seja “pecado” (embora esta palavra seja mal interpretada). O que há é o que os mestres têm explicado ao longo do tempo, inclusive Jesus e, nos tempos modernos, a psicanálise. Quando uma pessoa julga o outro ou algo, ela está projetando para fora uma dificuldade que ela tem dentro de si mesma. Então o ato de julgar mostra algo que eu tenho dentro de mim mesmo. Mas para mim, o mais importante, é o fato de que o julgamento cria uma divisão interior. Uma vez que eu considero que uma coisa é boa e que outra é ruim, estou criando uma divisão dentro de mim mesmo. Por consequência, essa divisão causa uma confusão dentro de mim mesmo e esta confusão obviamente vai consumir a minha energia que eu deveria estar utilizando para o meu autoconhecimento, para minha cura principalmente. Mas, essa energia acaba sendo desviada para trabalhar em cima da confusão que eu mesmo crio. Então por isso, os grandes mestres nos ensinam a não julgar, para não criar essa divisão dentro da gente. Isso eu gosto, isso eu não gosto. Isso eu quero, isso eu não quero. Isso é bom, isso não é bom. – Tudo isso é divisão. Conserve a sua energia procure não julgar, procure observar. Inclusive porque o julgamento é uma barreira que eu coloco entre mim e o objeto que estou observando. Então o objeto já não é mais puro, já não é mais a sua essência, porque eu coloquei uma barreira, eu coloquei o julgamento. Então a minha observação está contaminada. Então observe os diversos males do julgamento e o que realmente Jesus e os outros mestres da humanidade tentaram ensinar com relação ao julgamento. Link no Youtube: https://youtu.be/zRLj3NTj528 https://youtu.be/zRLj3NTj528 https://youtu.be/zRLj3NTj528 A paz do silêncio Muito se fala sobre paz, mas quantos realmente já pararam seus afazeres e se aprofundaram nessa questão? Será que se realmente estivessem interessados na paz de espírito mais do que tudo na vida, não encontrariam de fato? No momento em que a paz for realmente a questão mais urgente na vida de uma pessoa, podemos ter certeza de que ela a encontrará. Todos os grandes mestres iluminados da humanidade falam sobre o silêncio, falam da paz. Tem uma passagem em especial, que Jesus diz assim: “Ajuntai para vós tesouros no céu, onde as traças e a ferrugem não destroem e nem os ladrões podem entrar e roubar” (Mateus 6,20). Esse ensinamento é muito profundo e Ele fala especificamente em conquistar a paz. Toda vez que Jesus fala em “Céu”, “Reino dos céus”, “Reino de Deus”, Ele está se referindo a um reino interior,a um reino de paz interior, a um estado de paz interior. Não é um lugar, não é um momento, é uma dimensão interior que está ao nosso alcance, ao alcance de qualquer pessoa, esse estado de paz inabalável. E essa paz só pode ser conseguida no silêncio interior. Mas não é o silêncio da rua – Muitos podem pensar: “Ah, eu preciso ir para a floresta”! Eu preciso ir para o mar, eu preciso ir para onde tem silêncio! – Mas não é esse silêncio a que me refiro. É um silêncio conquistado, é um silêncio interior, é aquele silêncio da mente que somente a meditação e o autoconhecimento podem trazer para uma pessoa. É a esse silêncio que se refere o silêncio da conquista. É a essa paz que se refere, a paz do silêncio. Link no Youtube: https://youtu.be/V9sEBfRKzJQ Benjamin Balazs por Pixabay https://youtu.be/V9sEBfRKzJQ https://youtu.be/V9sEBfRKzJQ https://pixabay.com/pt/users/brenkee-2021352/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1287207 https://pixabay.com/pt/users/brenkee-2021352/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1287207 https://pixabay.com/pt/users/brenkee-2021352/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1287207 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1287207 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1287207 Os ensinamentos dos grandes mestres É preciso livrar -se das crenças condicionadas por séculos de manipulação pela desinformação. Só assim pode -se entender os verdadeiros ensinamentos de todos os mestres da humanidade, que levam o homem à plena felicidade que reside na realização completa do Ser. Quero sugerir a vocês que esqueçam tudo aquilo que já ouviram falar pelas religiões, sobre os ensinamentos dos grandes mestres, principalmente em se tratando de Jesus. Na nossa sociedade ocidental é sempre mais complicado porque a religião tomou a frente dos ensinamentos. E quero dizer para vocês assim: – Todos os mestres, até hoje, que existiram na humanidade, vieram trazer um único ensinamento para nós humanos, sobre como viver. Tanto Jesus, quanto Buda, Confúcio, Lao Tsé, Zoroastro/Zaratustra, Maomé, Krishna, Gandhi e tantos outros nomes, eles levam ao aprendizado da paz interior. A paz interior da conquista de si mesmo. Se procurares com calma, mesmo na Bíblia, naquilo que Jesus diz, e tiver um discernimento, vais entender isso. Tudo o que Ele ensina leva ao encontro da paz interior a partir da conquista de si mesmo. Nós sabemos, temos maturidade e acesso ao conhecimento hoje em dia, para saber que as religiões distorceram todos estes ensinamentos, com objetivos escusos, egoístas, que levam ao medo, à confusão, principalmente à confusão semântica, com o objetivo de controle, com o objetivo de manipulação. O medo é usado sempre, ao longo da história, como forma de manipulação. Então os ensinamentos dos mestres acabam se tornando quase irreconhecíveis. Por isso eu sugiro: – esqueçam tudo o que vocês aprenderam! – Não existe castigo. Nada vem de fora. Não existe pecado no sentido como foi ensinado. A palavra “pecado” simplesmente significa “errar o alvo” literalmente. Então, quer dizer, “quando se erra, se recomeça”. Então o ensinamento sempre deve ser o de “recomeço”, nunca é de castigo. Como eu disse, essa ideia de castigo e medo, só favorecem aos manipuladores. E uma coisa importantíssima também: – o ensinamento dos mestres não se refere à moral, os mestres nunca tentaram ensinar moral. A evolução ética é um fator, um fenômeno natural, que surge a partir do momento em que a pessoa encontra a paz interior, uma paz inabalável dentro de si, que faz com que a ética surja naturalmente. Existe uma autorregulação natural no universo que funciona em torno dos nossos feitos. Tudo parte de mim e volta para mim. Portanto não há necessidade de sermos castigados. Nós mesmos sofremos as consequências daquilo que semeamos, como um aprendizado constante. A semeadura é livre e a colheita obrigatória. Os nossos pensamentossão as sementes. Todo pensamento que nós colocamos em atividade é a nossa semente plantada, então a colheita vai vir de acordo com esta semente. Com relação à paz de espírito, acredito que o principal ensinamento de Jesus, como eu já disse, é quando Ele nos diz para não ajuntarmos tesouros que as traças e a ferrugem destroem, mas sim aqueles tesouros no céu. O céu é uma expressão que ele sempre usou para exemplificar a paz. Link no Youtube: https://youtu.be/j_h0riDIQHA jvalley-pixabay https://youtu.be/j_h0riDIQHA https://youtu.be/j_h0riDIQHA marc-olivier-jodoin-unsplash O sucesso é o propósito em si Diferente do que nos é ensinado e até exigido, o sucesso é A Conquista de Si Mesmo. Ensinam que é juntar, porém nada pode ser mais prazeroso do que ser autor da própria paz e da própria felicidade. Este é o grande propósito da existência: o autoconhecimento e a auto conquista.Esse é o “retorno ao lar” do filho pródigo. O sucesso acabou sendo associado sempre ao dinheiro, sempre aos resultados financeiros que a gente consegue na vida, sempre associado à conquista material. Mas, é claro, que o bom sucesso ele acontece a partir do autoconhecimento. O verdadeiro sucesso vem da conquista de si mesmo, a partir do autoconhecimento, a partir da meditação, quando nós somos capazes de reconhecer as nossas fraquezas, quando somos capazes de reconhecer as nossas dificuldades diante dos desafios. Mas, principalmente, quando conseguimos, a partir da meditação e autoconhecimento, reconhecer as nossas crenças. Aquilo que nós acreditamos profundamente que trazem os resultados que nós vemos diante de nós hoje. Essas crenças profundas inconscientes, condicionadas é que fazem com que a nossa vida, de cada um de nós, seja da maneira que é. Então, realmente não pode haver sucesso maior na vida de uma pessoa, do que descobrir, do que ficar de frente com essas crenças limitantes, com essas fraquezas. E isso só pode ser feito de si para si, nunca pode vir de fora. É algo que não pode ser ensinado, é algo que só pode ser vivenciado, experienciado por cada pessoa. Link no Youtube: https://youtu.be/q6wueUty_Ww papagnoc-Pixabay https://youtu.be/q6wueUty_Ww https://youtu.be/q6wueUty_Ww O céu e o inferno na existência do ser Céu e inferno não são locais no espaço e nem metas a serem alcançadas no futuro, no tempo. São realidades interiores que acontecem no Agora, e que podem ser alcançados já, conforme nossas crenças mais profundas. Começo pedindo a você que apague da sua memória, que esqueçam tudo aquilo que vocês aprenderam até hoje das nossas religiões, da nossa sociedade sobre este assunto, porque ao longo da história, o que os grandes mestres, inclusive Jesus, Buda, Confúcio e todos os outros tentaram ensinar à humanidade é “Como alcançar a paz interior”, então muitas palavras acabaram sendo associadas com um lugar e com alguma meta a ser alcançada. Então o céu, acabou sendo associado como um lugar, lá em cima, a ser alcançado depois da morte, assim como o inferno ficou embaixo, também como um lugar, uma meta a ser alcançada depois da morte. Na verdade, o que eles tentaram ensinar para nós é, “Como alcançar um estado de Paz”. Toda vez que Jesus usou a palavra “Reino dos Céus” ou “Reino de Deus”, ou Buda tentou ensinar o Nirvana, eles estavam falando sobre “Estados Interiores”, uma dimensão de paz que existe dentro de nós mesmos, que podemos alcançar em qualquer momento. Ou seja, não é uma meta a ser alcançada. Se formos falar em termos de “Lugar”, este lugar será sempre dentro de nós mesmos, alcançados por meios da vontade, por meio da conquista de nós mesmos, através do autoconhecimento, do conhecimento das nossas falhas, das nossas dificuldades. Então, céu é um estado de espírito de paz imperturbável. Essa paz é interior, não é exterior. Significa que quando eu alcançar esse estado de paz interior nada exterior pode me perturbar. – Esse é o céu, esse é o paraíso! – São tantas palavras mal interpretadas. E o inferno vem a partir da minha confusão mental, que é derivada da minha ignorância. Ignorância atual, ignorância neste momento, não uma ignorância no futuro. Eu digo isso porque a ignorância sempre pode ser sanada com a busca do conhecimento. Link no Youtube: https://youtu.be/Z0B03SOxIps https://youtu.be/Z0B03SOxIps https://youtu.be/Z0B03SOxIps A criatividade é a essência do Ser Não tem como separar o viver do ser criativo. Nossa sociedade moderna trata de adormecer a criatividade das pessoas, transformando -as desde cedo em força de trabalho e tirando suas características únicas. A criatividade é a inteligência se divertindo. Por isso quando estamos nos divertindo, somos criativos, e é justamente quando experimentamos a vida plena. Já na Parábola dos Talentos Jesus ensina que não se deve enterrar os talentos. A criatividade na nossa sociedade moderna fica sempre associada a uma forma de ganhar dinheiro, a uma forma de ganho financeiro. E aí há uma grande perda porque muitas pessoas acabam não desenvolvendo seu potencial criativo, porque não condiz com aquilo que ela trabalha, com aquilo com que ela ganha o seu sustento. A criatividade é desvalorizada por aquilo que ela realmente é: – A expressão máxima do ser, a expressão máxima da essência de uma pessoa. A criatividade é a auto expressão, a criatividade é vida. É no momento em que se está vivendo de verdade que a pessoa se torna criativa. Ela aflora na gente, a partir do momento em que a gente aprende a não nos comparar com ninguém. A partir do momento em que tomamos consciência de que somos únicos e de que não podemos ser comparados a ninguém, a nossa criatividade surge. A criatividade é a maneira como nós afetamos o mundo em nossa volta e essa maneira é muito única, essa maneira é muito individual. Cada um tem a sua forma de expressão. Então, se criatividade está diretamente ligada à expressão do ser, quer dizer que quando eu me expresso eu estou sendo criativo e afetando o mundo ao meu redor, da minha maneira única. Isso pode ser conseguido a partir do autoconhecimento, a partir da meditação, é quando nós podemos encontrar o nosso potencial. Einstein costumava dizer que a criatividade é a inteligência se divertindo. Nada mais verdadeiro! Prestem atenção que nos momentos em que você se sentiu mais vivos até hoje, foram coincidentemente os momentos de maior criatividade. Mas não a criatividade para encontrar formas de ganhar mais dinheiro, não! – A criatividade pela criatividade somente. Criatividade é vida, não dá para separar as duas coisas. Link no Youtube: https://youtu.be/_g3X_LaWmtQ https://youtu.be/_g3X_LaWmtQ https://youtu.be/_g3X_LaWmtQ O Carma A Lei da Ação e Reação, ou Lei do Retorno, ou ainda Lei da Semeadura, já está amplamente difundida. O pensamento é a fonte criadora de toda a nossa realidade, e essa é a lei que regula os resultados desses pensamentos. O pensamento em si já é a ação, e muitas pessoas não sabem disso. Fique atento. Sobre a lei da ação e reação, sobre a lei do retorno, muitos de vocês, senão todos, já tiveram conhecimento sobre ela. Mas esta informação é manipulada e acaba chegando até nós de uma forma muito distorcida. Prestem atenção como é interessante como determinadas informações que seriam importantes para a libertação do indivíduo, para libertação do ser, são deturpadas, chegam até nós de forma completamente distorcida. O nosso pensamento é o princípio de tudo. O nosso pensamento é a semente. Somos livres para semear, porém somos prisioneiros da colheita. A colheita é obrigatória. Esse é um conhecimento antigo. Tudo aquilo que nós pensamos retorna para nós. Inclusive utilizar a palavra “retorno” nesse caso, fica meio estranho, porque nunca sai de nós. Quando a gente pensa algo, a gente cria na nossa própria consciência, o campo para esse algo acontecer e atrair os semelhantes, o que acaba criando a nossa realidade. Não tem como falar de Karma sem falar na reencarnação, que é outra informação bastante distorcida por pessoas, com o objetivojustamente de causar confusão. E por que é que algumas pessoas têm interesse na confusão com as palavras, com o significado das coisas? Porque imaginem, quando as pessoas se tornarem conscientes o suficiente do seu próprio potencial, de se tornarem líderes de si mesmo, de tudo aquilo que tem dentro de si, qual será então a necessidade de políticos? Qual a necessidade de sacerdotes, padres, pastores? – Qual a necessidade da religião no momento em que a pessoa interioriza a ética cósmica dentro de si mesmo? Então existem muitos interesses escusos para que a informação da libertação, da consciência não chegue até nós, de forma limpa e clara. Então o Carma, no contexto de múltiplas existências ao longo da nossa eternidade, ele acaba sendo como um nativo. Ele não é um efeito de castigo, não é um efeito maldoso em cima de nós. É simplesmente o resultado de tudo aquilo que nós pensamos. A terra é o planeta das crenças, aqui nós colocamos as nossas crenças em prática. Então o que acontece? É autoeducativo. Se nossas crenças no passado foram errôneas, no presente elas irão nos mostrar esse erro para que nós façamos de forma diferente, ou erramos de forma diferente. Então o Carma não tem mistério, o Carma é uma coisa simples. A lei do retorno é simples. Não é só os atos maldosos, como muitas pessoas pensam, falam em Carma ruim. Não existe Carma ruim, existe só o retorno daquilo que foi pensado. Então não se trata de receber o mal, se trata de receber tudo o que foi pensado. Sabendo disso, nós podemos melhorar aquilo que nós pensamos hoje, para ter melhores resultados no futuro. Então, quer dizer, se eu não tivesse errado no passado, eu também não teria possibilidade agora de ver o quanto errei e assim me corrigir. O Carma, o retorno, a colheita faz parte do processo didático desse nosso planeta. Link no Youtube: https://youtu.be/oUkt4C7gB98 truthseeker08 por Pixabay https://youtu.be/oUkt4C7gB98 https://youtu.be/oUkt4C7gB98 https://pixabay.com/pt/users/truthseeker08-2411480/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3304118 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3304118 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3304118 erol-ahmed-unsplash Seus conflitos são os conflitos do mundo Ser consciente não é apenas selecionar o lixo, amar os animais e a natureza, etc. É mais profundo. Trata -se de ser consciente dos próprios pensamentos, dos próprios conflitos internos, é ser honesto consigo mesmo e buscar resolver suas mazelas, para então ajudar o mundo de uma forma ativa, e não somente apontando responsáveis. Todos somos responsáveis, e só podemos auxiliar ativamente indo para dentro de nós mesmos. Se cada um fizer a sua parte… Aqui falo sobre esse nosso hábito de buscar responsáveis, buscar culpados por tudo o que acontece à nossa volta. Em nível familiar, em nível nacional, em nível internacional… É, por mais incrível que pareça, nunca nos foi ensinado dessa forma, mas nós temos responsabilidade por tudo o que acontece à nossa volta. Geralmente, quando a gente pede o fim da corrupção, por exemplo, quando a gente pede paz para o mundo… Até já existe uma certa consciência de que temos tam-bém a nossa responsabilidade nas corrupções diárias. Já existe um começo de conscientização, mas isso ainda é extremamente superficial. A coisa é mais profunda. A responsabilidade que nós temos com tudo o que acontece no mundo, ela começa do nosso próprio conflito interior. Enquanto individualmente nós não conseguirmos resolver os nossos conflitos interiores, enquanto não conseguirmos descobrir quais são e quais são as causas desses conflitos, nós estaremos projetando estes conflitos para o mundo externo. E ajudando, inclusive a nível internacional, a desestabilizar o mundo. Ao invés de criticarmos, ao invés de procurarmos culpados para a corrupção nacional, que é uma coisa que está acontecendo muito… para a paz internacional, como por exemplo o caso da Síria. Nós não podemos resolver isso! – Então, o que eu posso fazer? Eu posso resolver os meus conflitos internos. Não é um raciocínio difícil. Cada pessoa resolvendo os seus conflitos internos, tornaria o mundo melhor. Porque uma pessoa em paz consigo mesmo não entra em conflito com ninguém e nem com nada. Então o primeiro passo é buscar a paz dentro de si. É o mais difícil na verdade e é por isso que poucos fazem, porque é mais cômodo, é preferível jogar a responsabilidade, jogar a culpa em cima de outros, do que fazer esse extremo esforço, esse tremendo esforço de perseverança, de honestidade. Porque eu preciso, eu tenho que ser honesto comigo mesmo, sobre as minhas próprias deficiências, sobre as minhas próprias falhas. Este é o único caminho possível: – Entrar dentro de si mesmo e resolver os conflitos internos. Por meio da meditação, no caso eu me refiro à meditação simples. A presença constante no agora. E, a partir disso, o autoconhecimento, através da observação de nós mesmos, que surge naturalmente dessa meditação. É o que cada um de nós pode fazer agora para ajudar o mundo. Link no Youtube: https://youtu.be/KUMkybzXW4A https://youtu.be/KUMkybzXW4A Idolatria é o Culto ao Pensamento Todos os mestres espirituais são unânimes em atestar que o ‘reino dos pensamentos’, o ‘reino da mente’ é o grande inimigo do ser humano. Todos tentam ensinar a meditação e o autoconhecimento como a forma de sair dos pensamentos e acessar diretamente a Fonte do Ser, que está além das ideias, do mundo exterior e das imagens mentais e físicas. Por mais que as religiões tenham tentado apropriar -se desses ensinamentos ao longo dos séculos, a humanidade encontra -se madura o suficiente para entender os seus significados profundos. Eu gostaria que você apagasse, esquecesse ao menos por um tempo, tudo aquilo que já aprendeu por meio das nossas religiões, da nossa sociedade, o significado dessa palavra “Idolatria”. Porque quero dizer o seguinte: A palavra “Idolatria”, na sua origem, ela quer dizer um culto, uma adoração a uma imagem, só que na raiz da palavra Ídolo (Eidolon), está a palavra “Ideia” (Eidos), que é de onde vem “Eidolon” (ídolo). Então o que isso tudo quer dizer, é que não se deve prestar culto às idéias. O que os grandes mestres tentaram passar para a humanidade sempre foi que nós podemos encontrar dentro de nós mesmos tudo aquilo que precisamos. Nos tempos atuais, nessa nova era, nossa humanidade já está madura para entender finalmente este recado: Está tudo dentro de nós mesmos! Então, o que acontece com a idolatria? Com o fato de prestarmos culto, adoração a ideias fora de nós mesmos? – É óbvio que, por ideias, entenda -se convicções, opiniões formadas, principalmente crenças enraizadas, crenças condicionadas que temos… Então, o tempo todo estamos prestando culto às ideias e não percebemos. Por razões escusas, essas pequenas verdades sempre foram escondidas de nós, porque elas são uma forma de libertação. Quando temos conhecimento do nosso potencial íntimo, do fato de sermos únicos e de todo o potencial contido dentro de nós mesmos, os manipuladores, os governantes enfim, tremem! E é por isso que estas verdades não chegam até nós. Então, isso que eu queria dizer sobre a idolatria. Não é aquilo que tem sido ensinado para nós e não tem nada a ver com religião. É, simplesmente, não se apegar a nada fora de si mesmo. Todo o potencial está dentro de si mesmo, basta descobrir. Através do autoconhecimento a pessoa descobre todos os seus potenciais. Então, quando se idolatra está se tirando de dentro de si a energia necessária para o autoconhecimento e colocando essa energia para algo que está fora de si. E, mesmo que pareça clichê, a verdade é “Nada está fora, está tudo dentro de si”. Este é o grande mal da idolatria: – é tirar o foco da pessoa do seu próprio centro. Mais uma vez eu digo “Não está fora, está dentro”. Link no Youtube: https://youtu.be/ecN4XkqukdYhttps://youtu.be/ecN4XkqukdY Buscar o reino da Paz Buscai o reino da paz, e tudo o mais vos será acrescentado. Tudo é possível para uma mente silenciosa e um coração em paz. Mas não a paz momentânea oferecida por momentos breves que o mundo exterior nos proporciona, mas sim a paz interior conquistada com muita meditação (presença) e autoconhecimento, a paz que nada mais pôde abalar, porque não depende de nada mais além de ti mesmo. Quando tu começas a se aprofundar nos ensinamentos dos grandes mestres da humanidade, dos grandes mestres espirituais, começas a perceber que a principal mensagem que eles tentaram transmitir é o ensinamento, melhor dizendo, do encontro da Paz Interior. Tanto Jesus, quando Buda, quanto Lao Tsé, Confúcio, Sócrates, mais recentemente Francisco de Assis, Jalaluddim Rumi… enfim, umas infinidades de mestres que surgiram ao longo da história da humanidade, tentaram sempre ensinar a Paz Interior. É curioso como no nosso mundo ocidental, onde predomina o Cristianismo, essa essência da mensagem de Jesus tenha ficado bastante confusa, bastante distorcida e praticamente irreconhecível. Tem uma passagem bastante conhecida, onde ele diz em especial, “Busque em primeiro lugar o Reino de Deus e tudo o mais vos será dado por acréscimo (Mateus 6,33)”, essa passagem acabou gerando muita confusão, porque ninguém sabe o que é realmente o “Reino de Deus”. A religião nos coloca esse reino como um lugar no futuro, que alcançaremos depois da morte, um lugar no espaço e no tempo. O mais interessante é que se a gente pensar em termos de Paz, quando Jesus utiliza os termos “Reino de Deus”, “Reino dos Céus” e “Paraíso”, é na verdade este reino de paz interior. Então quando a pessoa o alcança em qualquer momento da sua existência, principalmente a existência física, essa é a maior conquista que uma pessoa pode ter, a sua Paz Interior. Essa paz é uma dimensão, um reino dentro de si que nada pode abalar. É um reino de segurança, de confiança interior que nada abala. Todos estes ensinamentos, mas principalmente o de Jesus, que predomina na nossa cultura ocidental, ganha um novo sentido, porque acaba se tornando o que realmente deveria ser: – um guia, um caminho para cada um de nós encontrar a própria segurança na paz interior, porque é a única que pode valer. Porque no mundo exterior, essa segurança e essa paz, vocês já viram que não existe. É interessante sempre pensar nesses ensinamentos que chegam aos nossos ouvidos de uma forma simples, sem nada de culto, nada de rituais, nada de dogmas. Paz Interior, essa deveria ser a busca, a grande busca de todo ser humano. Esse é o verdadeiro “Santo Graal” que deve estar sendo procurado. Essa é a verdadeira alquimia, é o elemento comum sendo transformado em ouro. Link no Youtube: https://youtu.be/_F9YjcImfYc https://youtu.be/_F9YjcImfYc Dar a outra face Os ensinamentos espirituais chegam até nossos ouvidos de forma deturpada, porque ao longo da história da humanidade interesses diversos comandaram essa confusão, na maioria das vezes intencional. Aprender a potencializar e usar sabiamente a energia de que dispomos para viver em paz e evoluir talvez seja o maior ensinamento legado pelos grandes mestres, embora seja o menos entendido. Dar a outra face (não interiorizar a maldade alheia) é essencialmente economizar a nossa energia interior que seria dissipada num conflito interior inútil que ocuparia o espaço destinado ao mais importante na vida: a paz interior. Tenho falado em diversas oportunidades, que os ensinamentos dos grandes mestres da humanidade, tem sido voltados para o encontro da paz interior. Todos estes mestres Jesus, Buda, Confúcio, Lao Tsé e todos os outros como os mestres gregos Sócrates, Platão… Todos estes mestres tentaram ensinar à sua maneira, ao indivíduo a encontrar a paz interior. Para isso, usaram determinadas nomenclaturas, cada um na sua maneira, na sua língua, na sua época e isso acabou virando um emaranhado de palavras e de conceitos que geram por sua vez, uma certa dificuldade nos dias de hoje de entender o que são estes ensinamentos, inclusive muitas vezes, mal ensinados, com objetivos escusos de, por exemplo, ganhar dinheiro ao longo da história, de manipular… Hoje vou falar de um ensinamento de Jesus, que tem gerado muita confusão no seu entendimento, que é sobre “dar a outra face”. Esta nunca foi uma expressão que tem a intenção de expressar moralidade. O que significa é que quando a pessoa toma a atitude de relevar, ela está se libertando dessa ofensa, ela está se libertando do conflito. Principalmente do conflito interior que ela estaria gerando no momento em que ela aceitasse a ofensa, ou que ela interiorizasse a ofensa. Então, na verdade, a pessoa não está retendo a energia da ofensa em si mesmo. Esse ensinamento tem muito a ver, como eu disse, com a paz interior. Uma pessoa que têm autoconhecimento suficiente, ou seja, que conhece a si mesmo suficientemente, que tenha encontrado dentro de si um estado de paz interior, não vai abrir mão disso de forma alguma. Nada vale perder a paz conquistada. É árduo para se conquistar a paz, então a pessoa que tem essa paz dentro de si não vai abrir mão dela. Então, na verdade, esse ensinamento de Jesus é um ensinamento muito simples, que não expressa de forma alguma, valores morais, não tem nada a ver com bondade, não tem nada a ver com superioridade. Link no Youtube: https://youtu.be/9hlchRq9Gr0 https://youtu.be/9hlchRq9Gr0 Os conceitos e as suas limitações Desde que nascemos somos condicionados das formas mais variadas possíveis. Somos presenteados com uma infinidade de ideias prontas a respeito de tudo e de todos. Está mais do que na hora de começarmos a reavaliar tudo aquilo que nos é ensinado, seja com a intenção de nos manter na ignorância, seja por simples e pura ingenuidade dos que nos ensinam. Tudo aquilo que limita nossa mente é ruim. Eu já falei aqui sobre as palavras, sobre os perigos do apego às palavras. É importante sabermos o significado delas. Já coloquei isso, falando sobre a semântica. É muito importante a gente saber das variações de significados, de quando uma palavra é dita por uma pessoa ou outra, como a gente entende o contexto onde ela é falada. Mas, o apego à palavra em si, é uma coisa ruim, é para a mente, porque limita a compreensão e o alcance de alguma coisa. Ao conhecer uma palavra, não significa conhecer a coisa que a palavra representa. Isso também se aplica aos conceitos. Nós damos tanta importância aos conceitos. O conceito tem a mesma função de uma palavra. Ele é uma representação, ele mostra uma direção a seguir, mas que não é definitivo. Tanto o conceito quanto a palavra, eles nos dão somente uma direção a seguir, para tentarmos entender algo. Mas isso não quer dizer que conheçamos esse algo somente por entendermos o conceito ou entender o significado de uma palavra. Sobre muitas coisas temos conceitos na nossa sociedade, na nossa história, conceitos, por exemplo, sobre “céu”, “inferno”, toda a mitologia concebida e disponível ao longo da história da humanidade são conceitos que apontam direções. Tudo que aprisiona a mente, tudo que aprisiona a capacidade de exploração que nós temos com a mente, por si só é ruim, é bloqueio. Conceitos, crenças, ideias, convicções, opiniões, julgamentos, conclusões, certezas… tudo isso acaba nos tirando a possibilidade de realmente entender alguma coisa. Link no Youtube: https://youtu.be/hWD7jXXAGao carmen camacho por Pixabay https://youtu.be/hWD7jXXAGao https://pixabay.com/pt/users/menchu-1733307/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1425733 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1425733 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1425733 Resumindo o Ego O ego é aquela voz na mente que não se cala nunca, da qual poucas vezes tomamos consciência de que existe, de tão tagarela queé. Porém, se podemos tomar consciência dessa voz, então não somos ‘ela’, somos aquele que está tomando consciência... somos o mestre da voz, e não seu escravo passivo. É aí que a coisa começa a ficar interessante... Eu vejo que bastante gente tem dúvida, bastante gente pergunta sobre o que é o Ego. O Ego é o falso “EU”, o falso centro, é o que nós acreditamos ser. É a nossa herança social e cultural. – Eu sou “fulano de tal”, filho, marido, esposa, o meu título profissional… Tudo isso faz parte do ego, ele é a identidade cultural que nós construímos ao longo da nossa vida, a partir daquilo que o mundo exterior diz sobre nós. Nossos pais, depois a sociedade... Então nós vamos acumulando crenças, nós vamos acumulando conceitos, histórias, de raças, de religiões, de países, de familiares… que vão formando nosso falso “EU”, a nossa falsa identidade. O Ego geralmente se manifesta, por pensamentos condicionados e esses pensamentos acabam se tornando atitudes e então, a partir dessas atitudes condicionadas, a gente acaba pensando e reagindo ao mundo sempre de forma condicionada com aquilo nós aprendemos desde lá na nossa infância, com os condicionamentos que nós tivemos na nossa infância e no nosso desenvolvimento, no nosso crescimento. O principal é que o Ego sobrevive do conflito. A energia criada com o nosso conflito interior é o alimento para o Ego. E por isso o Ego reluta em existir com esse alimento. Geralmente quando a gente pensa na hipótese de começar a meditar e começar a trabalhar o autoconhecimento, o Ego cria todas as barreiras possíveis para que isso não aconteça, porque isso significa a morte dele. Até porque a meditação e o autoconhecimento são a chave para a superação do Ego, para que nós possamos enfim conhecer quem nós somos realmente, na essência, sem títulos sem nada dessas coisas, quem sou eu. Link no Youtube: https://youtu.be/IXUGHkz7Su0 https://youtu.be/IXUGHkz7Su0 Apenas você mesmo O ‘reino’ (dimensão) da paz (reino dos céus, reino de deus, nirvana, deus, pai, paraíso) está ao seu alcance, bem pertinho, logo após todas as suas crenças condicionadas que você recebeu desde que você nasceu. A chave para acessar este reino está em você, e é mais fácil do que alguma vez você já possa ter imaginado. Eu quero dizer para você, que você não precisa ser nem cristão, nem budista, nem yogue, nem ateu, nem nada dessas coisas para alcançar a paz interior tão prometida e tão ensinada pelos mestres da humanidade. A meditação é a chave e o autoconhecimento é a porta para alcançar essa paz tão desejada. A paz interior, o Reino de Deus, o Reino dos Céus, o Nirvana… ensinados tanto por Jesus quanto Buda e outros mestres. Para isso também não precisa ser nem monge, nem padre, nem pastor, nem professor, nem filósofo… Basta ser apenas você mesmo. Link no Youtube: https://youtu.be/ -EKhv65O -AU https://youtu.be/-EKhv65O-AU jonathan-pendleton-unsplash Destruindo o pecado Ao longo de eras o conceito de pecado tem sido usado maliciosamente como forma de controle. à luz da consciência desperta, o ‘pecado’ ganha um novo sentido (seu sentido original, inclusive), que é ERRAR O ALVO. Uma vez que se ‘erra o alvo’, o que resta fazer? Tentar de novo, não cometendo o erro, ou cometendo novos erros. Maturidade é responsabilidade, e no universo é cobrada a responsabilidade por nossos erros, nada mais que isso. É a didática do universo. Não se preocupe que eu não pretendo dar nenhum sermão aqui. Bem pelo contrário. Eu quero explicar para vocês que o pecado, da forma como ele nos foi ensinado, não existe. Ele foi usado como uma forma de controle, mais ou menos da seguinte maneira: o castigo pense bem, a ideia do castigo ainda hoje, serve para educar as crianças. A ideia do castigo e da recompensa é o que nós usa-mos na nossa sociedade moderna, ainda até os dias de hoje, para educar as crianças. E, na medida em que a criança vai amadurecendo, ela vai se tornando respon-sável. Essa é a definição de amadurecimento que nós temos. Ela vai se tornando responsável pelos seus próprios erros. Relembrando, a palavra pecado, na sua origem, significa “errar o alvo”, ou seja, quando uma pessoa erra, ela só tem uma opção: não errar mais. Então, agora a nossa humanidade está chegando numa maturidade, está começando a despertar, a acordar, a se tornar madura. – Como eu disse maturidade significa responsabilidade –, estamos aptos a entender que o que realmente existe é somente a responsabilidade. Não existe castigo, não existe recompensa. O que existe é a responsabilidade pelos nossos atos, mal domados, – pode -se dizer assim –, no passado. Que é regulado pela lei da ação e reação, que é a lei do carma (Carma é responsabilidade (reação), não é castigo), como já foi explicado. Inclusive na nossa sociedade ocidental, no cristianismo se fala muito em semeadura. “A semeadura é livre e a colheita obrigatória”, que é a uma forma de explicar a lei da ação e reação. Lembremo -nos da frase “Nem eu te condeno. Vai e não peques mais” (Jesus – João 8,11). O que existe são erros e acertos. Não é uma questão de moralidade, nunca foi já falei em outras ocasiões. Os grandes mestres da humanidade, inclusive Jesus, sempre tiveram a intenção de ensinar o indivíduo a encontrar dentro de si a sua Paz Interior. A partir da Paz Interior, tudo é possível. Busque a Paz interior e tudo o mais vos será dado por acréscimo. Link no Youtube: https://youtu.be/mR3UrGVxpoI https://youtu.be/mR3UrGVxpoI https://youtu.be/mR3UrGVxpoI O silêncio não é externo O silêncio que tanto se fala é da mente e do coração. Alcançar esse estado em que nenhum ruído ou aborrecimento do mundo exterior abale nossa paz interior requer autoconhecimento, e vale a pena, porque toda a nossa visão do mundo muda quando estamos em silêncio (interior) e nossa mente está calma para tomar decisões e resolver os desafios que a vida oferece, independentemente de nossa confusão mental. O que é o silêncio? Como encontrá -lo? Enfim, o silêncio que tanto se fala na meditação, na espiritualidade… não é o silêncio exterior, não é o silêncio de ruídos, é o silêncio da mente, é o silêncio dos pensamentos, que são realmente o que tem de mais barulhento no ser. O que se fala é do silêncio interior, é um silêncio de emoções, é quando a gente consegue silenciar o coração, porque somos extremamente reativos. Nós, na maioria das vezes, reagimos de maneira emotiva e de forma condicionada a situações que a vida nos oferece, ou seja, de acordo com padrões que a gente nem percebe, que a gente foi adquirindo ao longo da vida e nem sabe de onde, quando e nem como começou a ser assim a forma como devemos reagir. Então, o silêncio que se fala é esse silêncio: alcançar um estado de silêncio interior onde esse tipo de ruído emocional não entre e, principalmente, o ruído da mente. Então, entrar em um estado de silêncio não depende, por exemplo, de ter cães latindo na rua, carros passando… Muitas pessoas acham que para encontrar o silêncio tem que ir para a floresta, para o mar… Isso até ajuda, mas não resolve. Isso é quase como tomar um medicamento alopático, ele vai mascarar, vai resolver a dor, mas não vai resolver a doença. Então só ajuda, mas não resolve. Então o silêncio que se fala é esse silêncio emocional. É não se tornar reativo. É dar aquele tempo, respirar fundo, aquela respirada consciente, para poder então entrar de uma forma lúcida para resolver qualquer problema, ou qualquer desafio, melhor dizendo, que a vida nos oferece. É esse silêncio a que se refere. Então, para ficar bem entendido, silêncio da mente (dos pensamentos) e silêncio do coração. Vale à pena buscar, vale à pena procurar, muita meditação e autoconhe-cimento. Link no Youtube: https://youtu.be/3d_69J5oqTY https://youtu.be/3d_69J5oqTY https://youtu.be/3d_69J5oqTY O perdão nunca é para o outro O rancor, a mágoa e o ódio são gigantescos nós energéticos que nos impedem de alcançar a paz interior. Perdoar é desatar esses nós, é destruir a barreira gigantescaque nos impede de entrar nesse ‘reino’ de paz que todos os grandes mestres espirituais da humanidade tentam nos ensinar. O perdão nunca se tratou do ‘outro’. Eu tenho falado nos outros textos sobre os ensinamentos dos grandes mestres da humanidade, que sempre foram voltados para a paz interior. Não seria diferente com o perdão. Normalmente o que a gente vê é o perdão sendo ensinado como uma forma de gentileza de grandiosidade, como uma libertação do outro que está sendo perdoado. Mas, na verdade, o perdão é uma libertação para nós mesmos, uma vez que ele é uma barreira gigantesca para que possamos encontrar a paz interior. O rancor, a mágoa, a raiva… são emoções, entre tantas outras, são grandes barreiras que impedem o ser de alcançar a paz interior. Então, o perdão na verdade, não tem nada a ver com o outro que está sendo perdoado. Essencialmente ele tem a ver com a própria pessoa que está perdoando. Ele tem a ver com “eu estar alcançando a minha paz”. Então vale à pena eu perdoar, uma vez que eu vou estar me desfazendo dessa barreira, dessa energia que não me deixa encontrar esse reino da paz que os grandes mestres tentaram ensinar, que, mais uma vez eu digo, não tem nada a ver com moral. Os ensinamentos dos mestres nunca tiverem a ver com moralidade, porque a ética e a moral são efeitos naturais da consciência, do despertar. Não precisam ser ensinados. Uma vez que a pessoa desperte a consciência, ela vai aprendendo naturalmente o que é certo e errado. O verdadeiro ensinamento dos grandes mestres, são ensinamentos para o alcance individual da paz interior. A partir da paz alcançada tudo é possível! Link no Youtube: https://youtu.be/hb2NOpmSQJg https://youtu.be/hb2NOpmSQJg https://youtu.be/hb2NOpmSQJg Humildade não é pobreza Existem interesses ocultos que disseminam o que eu chamo de ‘a confusão das palavras’, em que as palavras são deliberadamente usadas com um sentido malicioso para levar as pessoas ao erro por ‘ingenuidade’. É o caso da humildade, que é um valor profundo e positivo de caráter espiritual, sendo confundida com pobreza, que é uma condição imposta pelo egoísmo e a ganância de alguns. Pobreza não é sinônimo de virtude, a virtude está na humildade. Vocês já devem ter percebido o quanto a humildade é confundida com a pobreza. Até por uma questão cultural, uma questão de preconceito que se tem com a pobreza, normalmente se confunde a palavra humildade com a pobreza. Eu já tenho dito em outras oportunidades, sobre a importância da semântica, a importância da gente tentar entender o que o outro está querendo dizer, tentar compreender o que a gente entende sobre aquilo que está sendo dito. É muito importante entender o significado das coisas. A gente vê, geralmente na televisão, – que é o meio de comunicação mais massificado –, que quando uma pessoa, por exemplo famosa, vai contar a história dela, costuma dizer assim “eu venho de uma origem humilde, de uma família humilde”. Essa é uma vergonha cultural de falar a verdade, que veio de uma origem pobre, de uma família pobre. Pobreza não é vergonha, de forma alguma. Porque humildade não tem nada a ver com pobreza. É muito importante a gente saber dessa diferença. Sempre fomos levados a acreditar que a pobreza é uma virtude. – Não é! A pobreza em si, não significa absolutamente nada, mas os valores sim. Então a humildade é um valor muito importante. Quantas pessoas pobres vocês conhecem que são arrogantes, que são metidas e quantas pessoas endinheiradas a gente conhece que são na verdade humildes (não digo “ricas”, porque para mim o sentido de riqueza é algo completamente diferente). Eu pelo menos já tive a oportunidade de conhecer várias. A humildade é uma virtude, é uma coisa muito importante na humanidade. Não é se declarar pequeno, fraco. Não! – Ser humilde é uma coisa que está dentro, que está no íntimo. Antes de tudo ser humilde é reconhecer as próprias fraquezas e as próprias forças, com uma extrema honestidade, uma franqueza consigo próprio, uma sinceridade consigo próprio e, a partir desse reconhecimento, buscar o seu melhor, para si e para os outros. Isso é humildade! – É o reconhecimento das próprias limitações, das próprias potencialidades e usar isso em favor de si mesmo e dos outros. Então, humildade não tem nada a ver com pobreza. Pobreza realmente é falta de recursos financeiros e humildade é um valor interior, valor de caráter. Link no Youtube: https://youtu.be/LpvaUbJX3bc https://youtu.be/LpvaUbJX3bc https://youtu.be/LpvaUbJX3bc O livre arbítrio é total Somos responsáveis por tudo o que pensamos e fazemos. Isso é fato. Não dá mais para viver essa versão imatura e infantil da humanidade em que todas as responsabilidades são atribuídas aos outros, nunca a nós mesmos. TUDO parte de nós, sem exceção. Quanto menos consciência, maiores as chances de termos uma colheita insatisfatória no futuro, porque a verdade é a consciência, e a consciência é a libertação de tudo aquilo que nos faz mal. Se nós pararmos e analisarmos a questão da lei do retorno, ou seja, a lei do carma, a lei da ação e reação, a lei da semeadura, colocamos o Livre Arbítrio como realmente sendo total no ser humano. O que acontece é que, como diz a lei da ação e reação, para toda ação existe uma reação, existe uma responsabilidade. Então, o livre arbítrio é fato sim! – Ele vai se desenvolvendo a partir da evolução da consciência do indivíduo. O livre arbítrio vai se tornando também mais evoluído, mais consciente. Quanto mais consciente nós estamos maior é o nosso nível de decisão acertada, que vai gerar uma responsabilidade mais satisfatória no futuro. Mais ou menos, dá para se dizer assim: o livre arbítrio é relativo ao nosso estado de consciência. Quanto mais consciente mais responsável é a nossa decisão. Se nós pensarmos na questão da reencarnação, das múltiplas existências, o livre arbítrio passa a fazer total sentido, porque a situação em que estamos vivendo hoje, também se refere à correção de atitudes errôneas, de caminhos errôneos que nós tomamos no passado. Link no Youtube: https://youtu.be/iY0pYFYqSCc Musthaq Nazeer por Pixabay https://youtu.be/iY0pYFYqSCc https://youtu.be/iY0pYFYqSCc https://pixabay.com/pt/users/musthaqsms-63054/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=245113 https://pixabay.com/pt/users/musthaqsms-63054/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=245113 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=245113 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=245113 A esperança gera conflito interior “A Grande Confusão das Palavras.” Gosto de usar esta expressão para apontar algo que considero bastante danoso para a humanidade, e que tem sido usado maliciosamente como meio de disseminar a confusão e o conflito entre os desavisados e os desatentos. Uma vez que começamos a entender o real significado de tudo aquilo que é dito como verdade no mundo, tudo ganha um novo sentido. Como pode a ‘esperança’ ser equivalente à confiança, aceitação, entrega e gratidão ensinada pelos grandes mestres espirituais, se ela gera uma expectativa e uma ansiedade, sem falar de uma ingratidão para com o momento presente, tirando -nos da verdadeira vida, que é exatamente o presente? Falando mais uma vez sobre a questão da semântica, da grande confusão das palavras, já sabemos que isso causa um grande conflito interno, quando a gente não entende o significado de palavras que são usadas diariamente, nas diversas situações da vida. E uma destas palavras é a Esperança, que, se não bem compreendida pode levar a uma grande confusão, a um grande conflito interior. Então é uma palavra bem simples, mas ela é normalmente confundida com expectativa e a expectativa geralmente acaba nos levando à frustração, porque o resultado nunca é do nosso controle. Uma das bases fundamentais do bem -estar emocional, mental,físico do ser humano é a aceitação das coisas como elas são e não como nós gostaríamos que fosse. Porque essa é a realidade da vida: as coisas são como são e não como nós gostaríamos que fosse. Então a aceitação das coisas nos propicia alcançar o tão propagado reino de paz que nós temos dentro de nós mesmos e que é difícil de alcançar. Precisa muita disciplina, muita força de vontade, perseverança, meditação e autoconhecimento para acessar este reino de paz tão propagado pelos mestres espirituais. Então, a esperança quando não compreendida como simplesmente esperar, ela acaba nos levando a um erro que pode nos causar ainda mais conflito interior. O erro da expectativa, o erro da não aceitação do momento presente, sempre pensando que o amanhã será melhor do que o hoje. O amanhã não existe, tudo o que existe sempre é o hoje, sempre é o agora. Então a esperança, ela pode, se não compreendida, acabar se tornando um veneno mental, tirando a sua possibilidade de paz interior. Esperança é esperar, esperança não é expectativa no resultado. A esperança é uma grande inimiga da tão falada “fé”, que significa confiança. Porque se você coloca a sua expectativa no futuro, significa que você não aceita o mundo que você está vivendo hoje. Isso cria um gigantesco conflito interior e com conflito não há Paz. Link no Youtube: https://youtu.be/5lVTKyS7yCY https://youtu.be/5lVTKyS7yCY https://youtu.be/5lVTKyS7yCY Tudo é sagrado Quando despertamos, percebemos que qualquer tipo de divisão é nociva, porque gera conflito interior. Também nos damos conta de que há aqueles que querem que o mundo continue assim dividido, confuso e com medo, porque alimentam a sua ganância com isso. Achar que uma coisa poderia ser mais valiosa, preciosa ou sagrada do que outra gera uma imensa divisão interior, e conflito, por sua vez, impedindo o ser de alcançar a tão sonhada paz interior. Esse poderia ser o texto mais curto de todos até agora, porque eu poderia começar e terminar ele somente com uma pergunta: – como pode uma coisa ser mais sagrada do que outra? Esse é um conceito que já está realmente bastante desgastado na nossa realidade atual. Como poderia um templo de concreto ser mais sagrado que um morador de rua, por exemplo? Do que uma criança órfã? Como poderia algo ser mais sagrado do que a nossa natureza, que tudo provê? – a nossa alimentação, a nossa medicina, a nossa cura. Como algo poderia ser mais sagrado do que os animais, as plantas, do que o ar que respiramos, do que a água que bebemos? Como poderia o sexo não ser sagrado? Como algo poderia ser mais sagrado do que a vida e a liberdade intrínseca à vida, em todas as suas formas de manifestação?– Todas mesmo. Como pode um livro ser mais sagrado do que a vida e a liberdade? Porque vocês sabem que, ao longo da história da humanidade, os livros sagrados de cada religião por todo o mundo, têm causado guerras, têm causado matanças, holocaustos humanos em nome desse livro. Ou seja, a vida foi considerada sendo de muito menor valor do que o próprio livro. – Como pode isso? Como pode uma religião ser considerada acima do direito à vida e à liberdade, sendo que a religião é apenas um aspecto cultural? – A religião só depende de onde você nasceu. Conforme o lugar que você nasceu, a religião vai ser diferente, a cultura vai ser diferente, o seu pensar vai ser diferente… – Como pode? Então, esse poderia sim ter sido o texto mais curto de todos, porque só essa pergunta teria bastado: – como é que alguma coisa pode ser mais sagrada do que outra?– Tudo é sagrado. Link no Youtube: https://youtu.be/uFrOweO5H8Y https://youtu.be/uFrOweO5H8Y https://youtu.be/uFrOweO5H8Y Conhecereis a Verdade conhecendo a vós mesmos A verdade absoluta não nos é dada a conhecer, porém a verdade relativa é alcançada conforme desenvolvemos a nossa consciência, analogamente ao que acontece ao universo. Vamos expandindo a nossa consciência, abarcando maiores parcelas da verdade. Todos os mestres que já passaram pela humanidade ensinaram um caminho: conhecer a si mesmo. Esse é o caminho para encontrar a verdade, é o único caminho. Quando, por exemplo, Jesus diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), como fica essa frase dita por si mesmo? Experimente dizer você: – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Sim, isso mesmo! – Eu sou. Quando Jesus diz: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8,32), o que mais importa nesta frase é a palavra “conhecereis”, porque nada pode ser verdade para ninguém a não ser de conhecimento próprio, a não ser de vivência, a não ser de experiência própria. Uma frase atribuída a Sócrates, que está escrita no templo de Delfos é “Conhece -te a ti mesmo e conhecerás todos os deuses e o universo”, também é uma frase clara que diz “Conhece -te” – não é “Acredite” é “Conhece -te” mesmo. Conhecer não é acreditar. Também posso citar uma frase de Rumi, que diz “o universo inteiro está dentro de ti, pergunte tudo a ti mesmo”. Buda e todos os outros mestres sempre indicaram este caminho do autoconhecimento para se chegar à verdade. Essa frase de Jesus “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, ela tem o seguinte significado: a verdade é a consciência. Quanto maior o nosso crescimento em consciência, mais verdades nós conseguimos abarcar e inclusive aceitar. Repito, “Conhecerei a verdade” – a verdade é a consciência. “E a verdade vos libertará”, ou seja, a consciência nos libertará. Claro que isso é um processo individual. A verdade não pode ser contada, a verdade tem que ser vivida e experimentada. Link no Youtube: https://youtu.be/NSPZ4uCoKAI https://youtu.be/NSPZ4uCoKAI https://youtu.be/NSPZ4uCoKAI Acreditar leva a erros de compreensão Assim como já foi dito que a palavra ‘esperança’ pode levar à um erro grave na interpretação da vida, a ‘acreditar’ se não for entendida pode causar isso também. Estes erros de interpretação acabam por nos levar cada vez mais longe da tão sonhada paz interior, porque geram conflito. Já falamos da confusão de algumas palavras, dentre elas a palavra “esperança”, agora vamos falar da confusão da palavra “Acreditar”. Tem uma diferença muito grande entre “acreditar” e “confiar”, porque acreditar, apesar de também ter essa noção de confiar, tem também a idéia de que, para confiar eu preciso acreditar em algo. Não precisamos citar exemplos, você pode pensar nas diferenças entre as milhares de religiões que existem na face da terra. Cada uma tem um conjunto de crenças diferentes, então não vai ser difícil de entender. E a “confiança”, – que no fim é a fé –, fé é ter confiança de que tudo está certo do jeito que está. Eu faço a minha parte e aprendo, cresço, evoluo a minha consciência, encontro a minha paz interior e o resto vai acontecendo. Então, confiar tem esse sentido. A palavra “acreditar” sempre foi muito bem aproveitada pelos gananciosos, pelos ilusionistas do mundo, colocando empecilhos e colocando peças diferentes em cada templo, em cada casa onde se ensina algum tipo de acreditar diferente, um conjunto de crenças diferentes que acaba mais confundindo do que esclarecendo. Tudo é interior, tudo é vivência, tudo é conhecer. Conhecer só pode ser de dentro para fora. Então a fé (a confiança), é uma conquista interior. E as crenças, nesse caso, elas mais atrapalham do que ajudam, porque elas impedem você de se autoconhecer. Elas funcionam como uma parede, como uma barreira para esse autoconhecimento. Então há uma grande diferença entre “acreditar” e “confiar”. Link para o Youtube: https://youtu.be/wDrhEPc6teQ https://youtu.be/wDrhEPc6teQ https://youtu.be/wDrhEPc6teQ A saída é para dentro O ‘reino da paz’, ‘reino dos céus’, ‘reino de deus’, ‘nirvana’, ‘paraíso’, está dentro. Ainda teimamos em procurar fora. Não sei bem qual seria a melhor definição para ‘loucura”, mas essa teimosia passa bem perto. Isso mesmo, “a saída é para dentro”! – Para você que está confuso, para você que está em constante conflito interior e que não consegue encontrarum tantinho de paz que seja nos seus dias, é isso que eu tenho a dizer para você: – A saída da confusão, a saída da baderna, do caos que se vê no mundo, a única saída inclusive, é para dentro. Meditação, autoconhecimento. O autoconhecimento é a grande porta que tu podes abrir para encontrar certa ordem dentro desse caos, para encontrar a paz tão desejada. Como que você poderia encontrar a paz, sem antes conhecer a si próprio, sem conhecer os próprios mecanismos dos seus pensamentos, os próprios mecanismos das tuas emoções, que te levam à confusão? – A única pessoa que pode conhecer tudo isso é você mesmo. Enquanto nós estamos na verdade, tentando conhecer aos outros sem nem mesmo conhecermos a nós mesmos. Sem ao menos ter dedicado um tempo da nossa vida, um instante sequer, ao autoconhecimento. A saída é para dentro. Link para o Youtube: https://youtu.be/b3DSI5B -13Q https://youtu.be/b3DSI5B-13Q https://youtu.be/b3DSI5B-13Q SplitShire-Pixabay O autoconhecimento é a porta para a paz Interior Não pode haver paz se não conhecermos os caminhos que nossa mente usa para constantemente nos levar ao conflito. É um processo individual, que ninguém pode ensinar: o autoconhecimento. Vale o esforço de uma vida inteira. Vale colocar TODA sua energia na aventura do autoconhecimento. O resultado é a paz e a felicidade. Você é o único empecilho. Remova -se da equação, e seja feliz. Todos os grandes mestres iluminados da humanidade tentaram ensinar o caminho da paz interior. Esse é o caminho mais importante para cada ser humano: encontrar a sua paz interior. Resume -se em uma palavra: autoconhecimento. Quando Jesus diz: “negue -se a si mesmo” (Mateus 16,24), Ele está dizendo “negue o seu ego”. Para negar o seu ego, em primeiro lugar tens que conhecer teu ego. Conhecer o teu ego leva tempo, leva dedicação. Tens que te tornar uma pessoa observadora, aprender a observar os caminhos dos seus pensamentos, os mecanismos dos seus pensamentos que te levam a agir, ou melhor reagir, de forma condicionada às situações, às dificuldades e desafios que a vida apresenta. Esse é o conceito básico do autoconhecimento. Todo ser humano tem em si, à vontade, a necessidade, intrínseca a si mesmo, de ser feliz. É isso que leva todo ser humano a buscar a felicidade onde puder. Quando somos dirigidos pelo nosso inconsciente, pelo nosso subconsciente, ou seja, pelo nosso ego, pelos nossos condicionamentos, acabamos buscando essa felicidade nas coisas efêmeras que o mundo oferece. Justamente por serem efêmeras essas coisas não podem nos trazer felicidade. Pelo contrário, elas nos trazem uma felicidade momentânea, mas quando elas deixam de existir, a felicidade se vai e pode se transformar em tristeza. Na verdade é isso que se vê no mundo o tempo todo. A depressão virou uma verdadeira pandemia. Ser feliz é retornar àquele reino de paz interior, de silêncio e equilíbrio que todo mundo tem dentro de si. A única maneira de encontrar esse reino de paz, que Jesus chamou de “Reino dos Céus” ou “Reino de Deus”, que Buda chamou de “Nirvana”, é através do autoconhecimento. O autoconhecimento leva à felicidade, porque, como eu já disse, com o autoconhecimento nós podemos conhecer os caminhos da nossa mente que nos leva à infelicidade. Sócrates também, quando diz “conhece -te a ti mesmo e conhecereis a todos os deuses e ao universo”, também está ensinando este caminho, como todos os mestres, com as suas próprias linguagens, ensinaram. Porque cada ser é um universo em si, nós somos o universo. – Nós somos o universo tomando consciência de si mesmo! Só que todo o poder de sermos felizes está bloqueado pela nossa falta de autoconhecimento. O autoconhecimento é o verdadeiro poder que pode nos levar à paz interior. Tenha isso em mente. Esse é o caminho. https://youtu.be/auDS2fbdAFA https://youtu.be/auDS2fbdAFA Link no Youtube: https://youtu.be/auDS2fbdAFA Andreas Danang Aprillianto por Pixabay toa-heftiba-unsplash https://youtu.be/auDS2fbdAFA https://youtu.be/auDS2fbdAFA https://pixabay.com/pt/users/andreas_danang_a-15216408/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4886317 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4886317 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4886317 O Autoconhecimento e a Astrologia Um machado na mão de um sábio vira uma ferramenta de construção. Na mão de um tolo vira uma arma de destruição. A diferença entre um e outro está no conhecimento, mas acima de tudo no conhecimento de si mesmo. O autoconhecimento tem sido escondido ao longo da história da humanidade, tem sido obscurecido e deixado longe do alcance das massas, justamente porque é ele, o autoconhecimento que pode provocar uma grande reviravolta na maneira como vemos o mundo e na maneira como o mundo sempre funcionou até hoje. Não é à toa que a educação seja algo sempre deixado em segundo, terceiro plano para todos. Existe um plano sim, de manter a população sempre em um nível de conhecimento apenas o suficiente para funcionar como força de trabalho, de maneira que não haja uma consciência suficiente de que as coisas poderiam ser diferentes. Então, da maneira como as coisas estão funcionando hoje, a educação jamais foi e jamais vai ser estimulada. Não acreditem, nem por um segundo, que não há dinheiro suficiente para uma boa educação, saúde e alimentação. Então, eu quero dizer para vocês o seguinte: diversas áreas de conhecimento da humanidade, que poderiam proporcionar o autoconhecimento, sempre foram menosprezadas pela mídia, pelos interessados (ou interesseiros, vamos dizer assim). Diversos campos de esoterismo, por exemplo, estão relacionados à “caça às bruxas”, que ocorreu durante a inquisição. – O que é que foi isso? Foi uma caça a todo tipo de conhecimento que estava sendo disseminado fora dos meios legais e oficiais. Então houve essa caça, que nada mais foi do que, a caça ao autoconhecimento. E essa caça continua. Todas as áreas que possam levar ao autoconhecimento e dar -nos poder individual são menosprezados, ridicularizadas. Não é diferente com a astrologia. A astrologia é o bê -a -bá do autoconhecimento, é a base para o autoconhecimento, porque quando a gente veio para este mundo, nós viemos com ferramentas para a autocura. O objetivo deste planeta é a autocura. A astrologia nos proporciona essas ferramentas. Não estou dizendo que você tenha que se tornar astrólogo, não é isso, mas pelo menos como base de autoconhecimento, se você se aprofundar um pouquinho no seu signo, como o primeiro impulso do autoconhecimento, você vai perceber determinadas características que são comuns entre pessoas de determinados signos. – São comuns sim! Mas, mesmo não sendo o signo um fator determinante, de a influência astrológica não determinar sua vida, ele é uma influência importante sim. Não seria exagero dizer que nós somos 99% comandados por forças ocultas. Nem sei se temos esse 1% de consciência e de livre arbítrio, de escolha, mas a partir do momento que tomamos consciência, e a nossa consciência aumenta o nosso autoconhecimento vai aumentando, então vamos tomando as rédeas do nosso destino sim. Inclusive, a psicanálise concorda com isso. Então, faça uso, faça bom uso, procure profissionais competentes de cada área esotérica para usar isso como ferramenta para se autoconhecer. Quero reforçar isso: – Astrologia, para você que está iniciando no autoconhecimento, é excelente! É uma ótima base para você começar a se entender, olhando para dentro de si mesmo. Link no Youtube: https://youtu.be/LIXEV_CBREY Pixabay https://youtu.be/LIXEV_CBREY https://youtu.be/LIXEV_CBREY prophsee-journals-unsplash Mergulhe -se no autoconhecimento – Não seja raso O mundo está cheio de pessoas rasas, que vivem ao sabor da inconsciência. Ao sabor do ego. Alguns despertam, mas acabam se prendendo na superfície, sem dar o ‘salto de fé’, de confiança em si mesmo e navida. As mensagens positivas são importantes, mas só farão algum sentido real com a profundidade do autoconhecimento. Se ficarem somente na admiração inerte, vão nos manter presos como qualquer outra distração que exista fora de nós mesmos. Aprofunde - se em si mesmo, não fique boiando na superfície. Muitos falam nos dias de hoje, sobre o pensamento positivo e os benefícios do pensamento positivo na nossa vida. É óbvio que o pensamento positivo é muito mais produtivo do que o pensamento negativo, uma vez que o pensamento é criador, o pensamento por si só já é a força criadora. Tenha sempre isso em mente, quando você está pensando, tudo o que você estiver pensando é criação. Este é o fundamento básico da lei da atração. Porém, existem muitas escolas hoje vendendo a ideia de que tudo aquilo que você desejar, você atrai. Muitas vezes é “muito mais do mesmo” disfarçado em “novas embalagens”, geralmente para nos manter presos ao ego, para nos manter presos aos nossos desejos, para nos manter presos a essa ânsia, a essa urgência de “ter”, de “adquirir”. Fazem -nos ser como crianças mimadas: – eu quero! eu quero! eu quero! Defina dentro de você, em primeiro lugar, o que é mais importante. A paz, a felicidade… Essa definição só pode vir com o autoconhecimento. Como você vai tomar uma decisão, como você vai saber o que quer da vida sem se conhecer? – Mergulhe dentro de si mesmo, sem superficialidades. Não seja raso, mergulhe no autoconhecimento e só assim você vai ter as bases do conhecimento necessárias para tomar as suas decisões. Hoje em dia existem bastantes mensagens positivas. A gente costuma ver sempre, principalmente nas redes sociais. As mensagens são realmente importantes, mas, muito mais importante do que a mensagem é viver a mensagem, é entender a partir do “sentir”, do “vivenciar”, do “experimentar” esta mensagem. As mensagens podem nos levar à verdade sim, porém somente com o autoconhecimento é que se vai alcançar o teor destas mensagens. Mais uma vez eu reforço, não seja raso, mergulhe dentro de si mesmo, defina o que você quer. Quer ser feliz? Quer viver em paz? – Coloque então TODA a sua energia nessa busca. Não se distraia pelo caminho, concentre -se em você o tempo todo, sem se distrair. Link no Youtube: https://youtu.be/PMW8n14QYO8 https://youtu.be/PMW8n14QYO8 https://youtu.be/PMW8n14QYO8 O Autoconhecimento leva ao conhecer, sentir e saber em lugar de acreditar “Eu não quero acreditar. Eu quero conhecer.” Célebre frase do astrofísico norte americano Carl Sagan. O autoconhecimento é a porta que leva ao conhecer e ao saber. “Conhece -te a ti mesmo, e conhecerás os deuses e o universo”, outra frase célebre atribuída a Sócrates, há cerca de 2500 anos atrás. Vocês já pararam para observar como nós temos o incrível hábito de olhar para alguma coisa e achar que já sabemos tudo sobre aquela coisa? De olhar, principalmente situações envolvendo pessoas, ou para pessoas, sempre achando que a gente já “matou a charada”? Então, a gente costuma achar que sabe o que é que está se passando com o outro. Nosso olhar sempre parte de um pré - julgamento. Vocês já pararam para pensar de onde vem essa sua capacidade de julgar e de saber? De onde vem esses preconceitos sobre tudo? Como dizia Raul Seixas: “De onde vêm essas velhas opiniões formadas sobre tudo?”. – E qual a necessidade delas na sua vida, no seu dia -a -dia? Por isso, eu costumo sempre falar sobre a palavra “acreditar” (“crer”) e os possíveis erros a que essa palavra pode nos conduzir. Porque acreditar em algo, baseado na experiência dos outros, sempre vai ser um problema. Porque viver, é viver por si, não existe uma forma de viver a partir do outro. Cada um experimenta a vida por si própria. Então este é a grande contradição do “acreditar”. A não ser que a pessoa tenha uma noção perfeita de que “acreditar” tenha o significado de “confiar”. Aí é diferente, porém, “acreditar” é o oposto de “conhecer”, “sentir”, “saber”, “vivenciar”, “experimentar”. E a vida só pode ser real no momento em que ela é sentida, vivida, experimentada… só assim ela pode ser sabida e só assim a pessoa pode vir a “ser”. Jamais por acreditar, ninguém jamais vai se sentir completo, por somente acreditar. E o que eu estou falando é visível pela observação. A centenas de anos somos induzidos a acreditar e a aceitar que acreditar é o caminho. Sentir, vivenciar, experimentar, conhecer e saber – esse é o caminho. “Conhecerei a verdade e a verdade vos libertará” (Jesus – João 8, 32). Link no Youtube: https://youtu.be/udB4CkAy4aU iqbal nuril anwar por Pixabay https://youtu.be/udB4CkAy4aU https://youtu.be/udB4CkAy4aU https://pixabay.com/pt/users/iqbalnuril-12845379/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4297449 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4297449 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=4297449 A Única Medida de Sucesso é a Paz Interior Conquistada De que adianta ao homem conquistar o mundo e perder a si mesmo? Até hoje a grande maioria da humanidade não entendeu a profundidade dessas palavras. Nada pode dar mais preenchimento e felicidade ao ser humano do que a conquista de si mesmo, dos seus medos, das suas ansiedades, inseguranças e limitações. Um dos questionamentos mais recorrentes que eu tenho ouvido ao longo da minha jornada espiritual, é se há possibilidade de aplicar no nosso dia -a -dia, no cotidiano, os ensinamentos dos grandes mestres espirituais. É verdade que a religião tem colocado esses ensinamentos de forma tão confusa, de forma que fica inaplicáveis, que deixam a desejar no sentido do entendimento, da aplicabilidade deles no nosso dia -a -dia normal, digamos assim, como por exemplo, no pagamento de contas, no ganhar dinheiro, no auto sustento, enfim. Houve uma época em que eu ouvia essa pergunta e não sabia exatamente como responder também. Antes de iniciar o meu processo de autoconhecimento, antes de entender a maneira mais eficaz de me tornar meditativo e, para justamente, poder aplicar isso aí no meu dia -a -dia, também não sabia responder. Mas, depois que a gente começa esse processo de autoconhecimento, tudo começa a fazer um sentido diferente. O autoconhecimento leva à desconstrução das crenças. Existe uma linguagem além da linguagem, ou seja, uma meta linguagem, nos ensinamentos dos mestres, e o principal deles são sobre a paz interior. Tudo muda no momento em que a gente encontra um determinado nível de paz interior. Buscai a paz interior e todo o resto vos será acrescentado. É um entendimento diferente daquela frase pronunciada por Jesus, em que Ele diz: “Buscai o reino de Deus e tudo o mais vos será acrescentado” (Mateus 6,33), porque era isso que Ele queria dizer. No momento em que a gente encontra essa âncora de paz dentro da gente, tudo fica diferente. Toda a nossa realidade fica diferente. Então esse é o encontro com a nossa essência, é o encontro com o nosso “ser”, com os nossos verdadeiros anseios. Então, automaticamente, a partir deste encontro, que surge a partir do autoconhecimento de si mesmo, – é óbvio que fica inclusive mais fácil, talvez não no primeiro momento –, de aplicar os ensinamentos espirituais no dia -a -dia, no ganhar dinheiro, no ganhar o sustento. Não para satisfazer os nossos desejos, – mas isso é outra história. Porque, quase sempre, nossos desejos são infantis e egoístas, porque são impulsionados pela nossa consciência. Ganhar dinheiro deve ser para satisfazer as nossas necessidades. Link no Youtube: https://youtu.be/mDU8Gj5eLd4 https://youtu.be/mDU8Gj5eLd4 https://youtu.be/mDU8Gj5eLd4 A única coisa bloqueando a sua paz interior é você mesmo O autoconhecimento leva à desconstrução das crenças, à desconstrução do ego. Na mesma medida em que você vai conhecendo a si mesmo, as barreiras para a paz interior e a felicidade vão caindo, gradativamente. Saia do caminho. Deixe -o livrepara a iluminação acontecer. O único impedimento entre você e a paz interior e a felicidade, que é uma consequência da paz interior, é você mesmo. Essa é a boa e essa é a má notícia. A famosa “porta estreita”, da qual Jesus falava (Mateus 7,13), é justamente o autoconhecimento. O autoconhecimento é o que pode te conduzir naturalmente à paz interior, a uma paz duradoura, a uma paz verdadeira, não uma paz que depende de condições exteriores e, consequentemente, a felicidade que vem logo após isso. O que é que tem te impedido de alcançar essa paz? – Como eu disse – Você mesmo! – As crenças funcionam mais ou menos assim, alguém chega pra você com um pacote de presente e diz: – Eu encontrei a felicidade! – E você compra essa felicidade dela. A felicidade está ali, mas você não pode abrir o pacote. O pacote tem que ficar sempre fechado. Então você acredita que dentro daquele pacote está a felicidade. Toda vez que alguém vem com outros pacotes oferecendo pra você, dizendo também ser a felicidade, você não aceita porque você já tem, você acredita que dentro daquele pacote que você já recebeu, já está a felicidade, então você não precisa de outro. Tudo porque você acredita que ali está. Você não sente essa felicidade, simplesmente acredita que ela está ali. É assim que funciona a crença. Então o que tem impedido você de alcançar a paz e a felicidade subsequente é todas as suas crenças. A crença é na verdade um impedimento para a compreensão e para a iluminação a respeito da verdade. A crença funciona igual ao preconceito. Pra que fique bem claro, preconceito é o pré -julgamento de algo. Então, uma vez que você já tem um conceito, um julgamento sobre algo, aquele algo nunca vai chegar a você de forma pura, de forma natural e essencial. Então, você nunca vai conhecer a essência porque você acredita já ter uma ideia do que seja. Então isso lhe impede de ver a realidade. Isso, se tratando de tudo na existência humana. Link no Youtube: https://youtu.be/bfaEaUTpwDo https://youtu.be/bfaEaUTpwDo https://youtu.be/bfaEaUTpwDo Somos o universo condensado experimentando a si mesmo Esta é a dimensão onde são experimentadas as ideias, as crenças (o acreditar), onde nós aprendemos o que é verdadeiro através do que é relativamente falso. Falso é tudo aquilo que nos leva à tristeza e ao vazio. Verdadeiro é tudo aquilo que gera felicidade e completude, e fica dentro da gente, aconteça o que acontecer. Levamos para a eternidade em que estamos inseridos desde sempre. Quanto mais consciências adquiriram, maior nossa capacidade de compreensão, sobre nós mesmos e o universo que somos dentro e fora. O autoconhecimento é a porta que conduz à consciência. A verdade é a consciência e a consciência é a libertação. Cada um de nós é um universo em si. Cada um de nós é esse universo experimentando a si mesmo, de forma condensada para se manifestar nesse plano físico. Esse é o plano das crenças, esse é o plano onde se testa as crenças, por isso a lei do retorno é tão importante, porque, de acordo com as nossas crenças, é como nós vamos agir e é como vai ser o nosso resultado no futuro, ou seja, a nossa colheita. Ao contrário do que somos ensinados a acreditar, a crer, somos sim criadores da nossa própria realidade. Então a grande pergunta é: – O que é que lhe impede de mudar? O que é que lhe impede de enxergar principalmente esse potencial que pode te levar à mudança? – Uma vez que você não esteja satisfeito com a vida que você leva. – Por quê? Pois são justamente os condicionamentos, as crenças condicionadas, que trazem estas limitações. Você já parou para se perguntar de onde vem as suas crenças? Você já se conhece a si mesmo o suficiente para saber de onde vem tudo aquilo em que você acredita nessa vida? Quando somos crianças, somos levados a acreditar em “Papai Noel” e que seremos recompensados de acordo com o nosso bom comportamento. Na idade adulta somos também doutrinados a acreditar em um ser que nos recompensa de acordo com o nosso bom comportamento. No outro extremo, quando somos crianças, nos ensinam também sobre o “bicho papão” que vai nos levar, seja pra onde for, se não nos comportamos bem, adequadamente. E, quando adultos, somos ensinados a acreditar que tem um “diabo”, um ser que nos castiga de acordo com o nosso mau comportamento. A grande maioria da população, inclusive você que está lendo este texto, provavelmente não sente a verdade nestes ensinamentos. Não se sente confortável com estes ensinamentos, porque eles são crenças. A sua vivência lhe diz outra coisa, a sua vivência lhe diz outro ensinamento. E este é um exemplo básico do que se esconde do outro lado da toca do coelho. Isso é só a superfície, a toca é muito mais funda. Aprofunde -se! Aprofunde -se em si mesmo! – Essa é a única saída. O autoconhecimento é a sua única proteção. É conhecendo o seu potencial e conhecendo as suas limitações. Só assim você vai poder contornar toda e qualquer situação que se colocar diante de ti. Descubra -se a si mesmo e revele -se para si. Link no Youtube: https://youtu.be/tZvt5gLdn20 Hermann e F. Richtera - Pixabay paul-green-unsplash https://youtu.be/tZvt5gLdn20 https://youtu.be/tZvt5gLdn20 Desapego não é pobreza e pobreza não é virtude Com o despertar da consciência, fica evidente o processo de doutrinamento pelo qual somos levados a acreditar na nossa pequenez, na nossa insignificância e na nossa incapacidade de mudar a nossa realidade. É isso que a crença faz. Desapegue -se do que você acredita ser. Descubra o que você É de verdade. Está mais do que na hora. Ao longo da história da humanidade, tentou associar a palavra “desapego” a “pobreza”. Uma grande jogada, porque é interessante o quanto a pobreza é importante para os pobres, mas para os líderes não. Os mesmos líderes que ensinam que “a pobreza é uma virtude”, vivem em palácios, vivem na ostentação. Todos nós vemos isso dia após dia. Os nossos líderes religiosos, dizem que, “para nós sermos felizes devemos ser pobres”, mas eles não precisam. Na verdade, o desapego sempre foi um ensinamento em relação a si mesmo, em relação à renúncia do ego. Ou, poderemos dizer, à renúncia de si mesmo, a renúncia àquela identificação mental que temos de nós mesmos. Tudo aquilo que sabemos de nós mesmos, vem de uma referência externa. É sobre aquilo que dizem que nós somos que nós acreditamos que somos. Então essa é a verdadeira renúncia para chegarmos ao verdadeiro desapego, ao desapego de si mesmo. A coisa ficou tão complicada, tão confusa que chegamos a se apegar à nossa própria tristeza, às causas das nossas tristezas, dos nossos sofrimentos. Quantas pessoas, inclusive você mesmo, pode ter passado por isso? Quantas pessoas se apegam às causas dos seus próprios sofrimentos, reclamam dessas causas, mas não tem coragem de abandoná -las? Isso é um grande paradoxo. Por isso, os grandes mestres espirituais do passado, foram taxativos nessa questão. Jesus, por exemplo, disse: – “Negue -se a si mesmo” (Mateus 16,24). Buda ensina que “o apego é exatamente o oposto do amor”, e nós sabemos que “Amor é vida”, onde não há amor, não há vida. Então, onde há apego não há vida. Buda também diz que “a causa de todo sofrimento humano é o desejo e o apego”. Todo sofrimento humano provém do desejo e do apego, porque, quando a gente está inconsciente, quando a gente não está maduro o suficiente, o desejo ele parte sempre do ego. O ego é uma criança dizendo “eu eu eu!” – “eu quero! eu quero! eu quero!”. Isso tem que ser entendido. – No momento em que você começar a conhecer essa criança e superar essa criança, essa criança mimada, – vamos dizer assim –, aí você começa a poder atrair coisas que realmente lhe fará feliz. Num outro momento, numa outra passagem, Jesus diz para alguém: “ - Vai, vende todos os seus bens, doa aos pobres e me segue” (Mateus 19, 20). Essa passagem foi utilizada, ao longo da história, maliciosamente, maldosamente, para que os pobres não se revoltassem e aceitassem a sua pobreza. – Gente, desapego não é pobreza!– Pobreza não é virtude! – Essa crença faz com que a gente atraia mais pobreza para as nossas vidas. Num outro momento, Jesus diz: “Quem quiser salvar sua vida, perdê -la -á” (Mateus 16, 25). Em outra ocasião, ele diz para outra pessoa: “Segue -me e deixe que os mortos enterrem seus mortos” (Mateus 8, 22). – Todas estas passagens são figuras de linguagem que ele usou para expressar o seguinte: “Abandone tudo aquilo que está te deixando triste”, – abandone tudo aquilo! Se está te deixando triste, não vale à pena, se tira a sua paz, não vale à pena. Este sempre foi o recado dos grandes mestres. Link no Youtube: https://youtu.be/MEeBR -9jwr4 https://youtu.be/MEeBR-9jwr4 https://youtu.be/MEeBR-9jwr4 oussema-rattazi-unsplash Desapego – Não Julgamento – Não Resistência Toda a nossa vontade, toda a nossa energia vital deveria estar voltada para um único propósito: encontrar a paz interior. TODA. Não pode haver conquista maior na vida do Ser do que a paz interior. Todos os mestres espirituais tentaram ensinar isso. Porém, um povo em paz não serviria aos propósitos dos gananciosos, que desde sempre distorcem os ensinamentos espirituais, semeando o veneno da separação, por meio da confusão das palavras. Nesse texto, uma dica que pode ajudar. Os ensinamentos dos grandes mestres espirituais do passado, como Jesus, Buda, Lao Tsé, Confúcio, Sócrates, Platão e tantos outros, sempre tiveram o objetivo principal de nos levar à “Paz interior”. Nada na nossa existência pode ser mais importante do que alcançar a “Paz interior”. E também nada pode ser alcançado, conhecido, entendido e compreendido de fato, sem que estejamos em um estado de espírito de completa “paz interior”. Apesar de todos os acontecimentos externos, o nosso ser continua inalterável. Esse é o estado de espírito que todo mundo deveria alcançar. Nesses ensinamentos, – lógico, nós sabemos que as religiões sempre se apropriaram dos ensinamentos espirituais para transformar isso em doutrinação, em forma de controle, transformando em ensinamentos morais, sendo que não são. A moralidade, a ética, são coisas decorrentes do aprendizado da paz, então não haveria realmente necessidade de leis, não haveria necessidade de moralidade nenhuma, uma vez que a paz fosse estimulada e ensinada. A moralidade nós sabemos que é uma questão cultural, uma questão de época, porém os ensinamentos espirituais não. – Existe um tripé, recomendado por alguns mestres, que levam à paz, que se trata do “desapego”, o “não julgamento” e a “não resistência” com relação à vida. A questão do “desapego”, eu já tive a oportunidade de abordar em um texto/vídeo anterior, somente sobre ele. Eu recomendo que releia ou reveja este conteúdo, onde falo sobre o que é o “desapego”, o desapego de si mesmo, o desapego das crenças, de opiniões, das convicções, o desapego de si mesmo. O “não julgamento” é uma coisa interessante, porque, como nós sabemos, foi levado para uma questão moral e religiosa. Jesus disse: “Não julgueis para não serdes julgados” (Mateus 7,1) – Em primeiro lugar, não há ninguém julgando! – Não é essa a questão. A psicanálise já aborda amplamente este tema, com a questão da projeção, a gente projeta nos outros os nossos defeitos, nossas falhas. Então, na verdade, tudo parte de nós mesmos, esse é o ensinamento do julgamento. Na linguagem da época, foi o que Jesus usou “Não julgueis para não serdes julgados”. Outra coisa que o julgamento faz, é que vejamos as coisas de forma distorcida, ou seja, colocamos a nossa crença, a nossa opinião diante de algo, antes mesmo de conhecê -lo, porque, no momento em que o conhecemos de fato, não sentimos necessidade de julgar ou opinar. Nada acaba sendo o que nós pensamos ou julgamos ser. O que nós estamos colocando acima da essência do fato é a nossa opinião, o nosso julgamento. Então não conhecemos praticamente nada deste mundo. Tudo o que nos olhamos no dia -a -dia, às pessoas e tudo enfim… não é real, porque é visto com os nossos olhos julgadores. E sobre a “não resistência”, existe um ensinamento muito interessante, que conta uma historinha rápida de um iluminado na Índia que foi acusado de ter engravidado injustamente uma menina da vila, então os pais vieram furiosos diante dele e esbravejam e tal e ele simplesmente disseram: – É mesmo? Então, quando a criança nasceu, a trouxeram diante dele e disseram: – Você vai criá -la. E ele novamente simplesmente disse: – É mesmo? Depois de um ano em que ele estava cuidando da criança, a menina confessou que era mentira e então os pais vieram e pediram desculpas para o iluminado e disseram que iam levar a criança embora. Ele disse: – É mesmo? Então essa é uma postura de não resistência diante da vida. A vida é o que é. Existe outro dito popular que diz: “O problema não é tropeçar, o problema é se apegar à pedra”. E nós vivemos nos apegando à pedra, às dificuldades, às traições..., enfim a tudo aquilo que nos acontece ao longo da vida, nós nos apegamos e não largamos mais, fica tudo ocupando espaço e impedindo que nós continuemos caminhando e crescendo. Sobre o “desapego”, coloque uma frase na sua cabeça que você pode usar constantemente: “desapego, isso também vai passar”. Nada é permanente é a lei da impermanência. O não julgamento é quando a gente diz pra tudo que acontece conosco na vida, pode ser como tem que ser. Ou seja, não temos mais certeza absoluta, opinião formada ou um julgamento final. Simplesmente, diante de tudo que a vida te colocar, você assume uma postura de “Pode ser!”. Como eu já disse, a não resistência“- – É mesmo?”. Guarde as frases: “Isso também vai passar”, “Pode ser!” e “ – É mesmo?”. Esse tripé pode te auxiliar muito a encontrar a sua paz interior. Link no Youtube: https://youtu.be/zx16uG4c5co pasja1000 por Pixabay https://youtu.be/zx16uG4c5co https://youtu.be/zx16uG4c5co https://pixabay.com/pt/users/pasja1000-6355831/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=5528190 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=5528190 https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=5528190 A Crença da Separação Causa Conflito e Enfraquece Somos doutrinados (surpresa) a acreditar que somos separados de tudo e de todos, então somos ensinados desde crianças a competir uns com os outros. Sim, o egoísmo é algo ensinado de geração a geração, servindo aos interesses obscuros dos gananciosos.Se cooperássemos ao invés de competir, teríamos o mundo em nossas mãos. Porém, primeiro temos que resolver nossos conflitos interiores, para então saber o que é cooperar. A nossa sociedade é constituída, – a séculos, não é de hoje –, de uma forma que nos leve à separação. Observando a natureza, nós podemos concluir que, quando um predador quer abater uma presa, ele a separa do bando, ou ele escolhe aquela que esteja mais fraca, mais doente para ser sua presa. É um ensinamento fácil de observar e tem sido utilizado de forma muito hábil e maldosa conosco mesmo. Criando -nos essa crença, – é por isso que falo muito do risco do simplesmente “acreditar –, de que somos separados do “todo” e “uns dos outros”“. As religiões exercem um papel preponderante nessa questão, uma vez que as religiões trabalham com a eletividade, ou seja, quando participando de uma religião, acreditamos que somos “os eleitos”. Não há exceção, infelizmente, não preciso citar nomes de religiões para que seja entendido, ou fique mais claro. Então, a nossa sociedade é constituída, para que, desde o início, desde a escola, a gente aprenda a separação. Seja nos esportes, na competitividade das provas, nas notas… Toda a nossa vida é levada a essa crença horrorosa, maldosa de que somos separados. O que digo pra você é que na medida do aumento da consciência de cada um, por meio da meditação, do autoconhecimento e da paz gradativa que vamos conquistando, surge uma clareza de mente que nos ajuda a entender como é que o mundo funcionae qual o nosso papel no mundo. Então esta é a forma de, entre aspas, “lutar contra o sistema”. É através do autoconhecimento e sabendo como ele funciona para saber como desviar, desvencilhar, como não incentivar, como não estimular e como estar fora deste círculo vicioso que já perdura há séculos. Link no Youtube: https://youtu.be/ffI5IIf94U0 https://youtu.be/ffI5IIf94U0 https://youtu.be/ffI5IIf94U0 jonathan-borba-unsplash CoverImage projeto_oroboro projeto_oroboro-1 projeto_oroboro-2 projeto_oroboro-3 projeto_oroboro-4 projeto_oroboro-5 projeto_oroboro-6 projeto_oroboro-7 projeto_oroboro-8 projeto_oroboro-9 projeto_oroboro-10 projeto_oroboro-11 projeto_oroboro-12 projeto_oroboro-13 projeto_oroboro-14 projeto_oroboro-15 projeto_oroboro-16 projeto_oroboro-17 projeto_oroboro-18 projeto_oroboro-19 projeto_oroboro-20 projeto_oroboro-21 projeto_oroboro-22 projeto_oroboro-23 projeto_oroboro-24 projeto_oroboro-25 projeto_oroboro-26 projeto_oroboro-27 projeto_oroboro-28 projeto_oroboro-29 projeto_oroboro-30 projeto_oroboro-31 projeto_oroboro-32 projeto_oroboro-33 projeto_oroboro-34 projeto_oroboro-35 projeto_oroboro-36 projeto_oroboro-37 projeto_oroboro-38 projeto_oroboro-39 projeto_oroboro-40 projeto_oroboro-41 projeto_oroboro-42 projeto_oroboro-43 projeto_oroboro-44 projeto_oroboro-45 projeto_oroboro-46 projeto_oroboro-47 projeto_oroboro-48 projeto_oroboro-49 projeto_oroboro-50 projeto_oroboro-51 projeto_oroboro-52 projeto_oroboro-53 projeto_oroboro-54 projeto_oroboro-55 projeto_oroboro-56 projeto_oroboro-57 projeto_oroboro-58 projeto_oroboro-59 projeto_oroboro-60 projeto_oroboro-61 projeto_oroboro-62 projeto_oroboro-63 projeto_oroboro-64 projeto_oroboro-65 projeto_oroboro-66 projeto_oroboro-67 projeto_oroboro-68 projeto_oroboro-69 projeto_oroboro-70 projeto_oroboro-71 projeto_oroboro-72 projeto_oroboro-73 projeto_oroboro-74 projeto_oroboro-75 projeto_oroboro-76 projeto_oroboro-77 projeto_oroboro-78 projeto_oroboro-79 projeto_oroboro-80 projeto_oroboro-81 projeto_oroboro-82 projeto_oroboro-83 projeto_oroboro-84 projeto_oroboro-85 projeto_oroboro-86 projeto_oroboro-87 projeto_oroboro-88 projeto_oroboro-89 projeto_oroboro-90 projeto_oroboro-91 projeto_oroboro-92 projeto_oroboro-93 projeto_oroboro-94 projeto_oroboro-95 projeto_oroboro-96 projeto_oroboro-97 projeto_oroboro-98