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APOSTILA Técnicas de Identificação Veicular

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TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
SILVANI SCHMIDT FILHO 
Bacharel em Direito 
Perito Veicular 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2009 
 
São José - SC 
 2
 PROGRAMA 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
1.1 APRESENTAÇÃO DE VÍDEO 
 
1.2 GENERALIDADES 
 
1.2.1 Rol de Abreviaturas e Siglas 
1.2.2 Rol de Categorias 
 
2. IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
 2.1 CONCEITUAÇÕES DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
 2.2 CONTEÚDO E FUNDAMENTO DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
3. SISTEMA RENAVAM 
 
 3.1 OBJETIVO DO SISTEMA RENAVAM 
 
 3.2 DIVISÕES DO SISTEMA RENAVAM 
 
 3.3 REGISTROS NO SISTEMA RENAVAM 
 
 3.4 DISTRIBUIÇÃO DE PLACAS 
 
 
4. OBJETIVOS DO FURTO E ROUBO DE VEÍCULOS 
 
 
5. VISTORIA COMO FATOR DE SEGURANÇA 
 
 5.1 SIGNIFICADOS DO VIN 
 
 5.2 POSIÇÕES DO VIN 
 
5.2.1 Código Internacional do Fabricante – WMI 
5.2.1.1 Tabela mundial de identificação do continente e País 
5.2.1.2 Tabela da marca com unidade de montagem e código 
 
5.2.2 Seção Descritiva do Veículo – VDS 
 
5.2.3 Seção Indicadora do Veículo – VIS 
5.3 TABELAS DE CÓDIGOS PARA DESIGNAR O ANO DE FABRICAÇÃO OU 
MODELO 
 
 
 
 3
5.4 LOCAIS DE IDENTIFICAÇÃO DO VIN 
 
5.4.1Gravações no Chassi 
 
5.4.2 Gravações do Monobloco 
 
5.4.3 Etiquetas VIS 
 
5.4.4 Gravações do VIS 
 
5.4.5 Outros Sinais Identificadores do VIN 
 
6. ASPECTOS DAS IDENTIFICAÇÕES DO VIN 
 
6.1 FORMAS DE GRAVAÇÃO DO VIN 
 
6.2 DAS ETIQUETAS DESTRUTÍVEIS 
 
6.3 DAS GRAVAÇÕES NOS VIDROS 
 
 6.3.1 Identificação da data de fabricação de vidros automotivos 
 
 
7. IDENTIFICAÇÕES DE MOTORES 
 
 
8. MATERIAIS NECESSÁRIOS A VISTORIA 
 
 
9. TIPOS DE ADULTERAÇÕES DO VIN 
 
 
10. TÉCNICAS DE VISTORIA 
 
 
10.1 OBSERVAÇÕES PARA DETECTAR O VEÍCULO FRAUDADO 
 
10.2 ANÁLISES DO VIN E SEUS AGREGADOS 
 
 
11. EXAME EM DOCUMENTOS DE VEÍCULOS 
 
 
11.1 CERTIFICADOS DE REGISTRO DE VEÍCULO – CRV 
 
11.2 CERTIFICADOS DE REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULO – CRLV 
 
11.3 PRINCIPAIS ELEMENTOS INDICADORES DE AUTENTICIDADE 
 
11.4 DOCUMENTOS FALSOS (COMO SE APRESENTA) 
 
 
 4
1. INTRODUÇÃO 
 
 
 1.1 APRESENTAÇÕES DE VÍDEO 
 
 
 1.2 GENERALIDADES 
 
 
1.2.1 Rol de Abreviaturas e Siglas 
 
 
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas 
ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores 
Art. – Artigo 
BIN – Base de Índice Nacional 
CAT – Categoria 
CC – Código Civil 
CDC – Código de Defesa do Consumidor 
CDI – Comissão de Desenvolvimento Industrial 
CNT – Código Nacional de Trânsito 
CNVR – Cadastro Nacional de Veículos Roubados 
CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito 
CRLV – Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo 
CRT – Conselhos Regionais de Trânsito 
CRV – Certificado de Registro de Veículo 
CSV – Certificado de Segurança Veicular 
CTB – Código de Trânsito Brasileiro 
DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito 
DGP – Delegacia Geral da Polícia Civil 
DETRAN – Departamento Estadual de Trânsito 
DPVAT – Seguro Obrigatório 
FNM – Fábrica Nacional de Motores 
IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotores 
ISO – International Organization for Standardization = Organização Internacional de 
estandardização 
GEIA – Grupo Executivo da Indústria Automobilística 
GM – General Motors 
MJ – Ministério de Justiça 
 5
mm – milímetros 
NBR – Norma Brasileira Registrada 
Port. – Portaria 
RENAVAM – Registro Nacional de Veículos Automotores 
Res. – Resolução 
VW – Volkswagen 
VIN – Número de Identificação Veicular (Vehicle Identification Number) 
VIS – Seções Indicadoras do Veículo (Vehicle Indicator Section) 
VDS – Seção Descritiva do Veículo (Vehicle Descriptor Section) 
WMI – Identificação Internacional do Fabricante (World Manufactrurer Identifier) 
 
 
1.2.2 Rol de Categorias 
 
 
Identificação veicular 
A identificação dos veículos é realizada através de um conjunto de dígitos gravados 
ou inseridos na sua estrutura. 
 
Automóvel 
Veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade de 
para até oito pessoas, exclusive o condutor. 
 
Autoridade de trânsito 
Dirigente máximo de órgão ou entidade executivo integrante do Sistema Nacional 
de Trânsito ou pessoa por ele expressamente credenciada. 
 
Fiscalização 
Ato de controlar o cumprimento das normas estabelecidas na legislação de trânsito, 
por meio do poder de polícia administrativa de trânsito no âmbito da circunscrição dos 
órgãos e entidades executivos de trânsito e de acordo com as competências definidas no 
CTB. 
 
Infração 
Inobservância a qualquer preceito da legislação de trânsito, às normas emanadas 
do Código de Trânsito, do Conselho Nacional de Trânsito e a regulamentação 
estabelecida pelo órgão ou entidade executiva do trânsito. 
 6
 
Licenciamento 
Procedimento anual, relativo a obrigações do proprietário de veículo, comprovado 
por meio de documento específico (Certificado de Licenciamento Anual). 
 
Veículo automotor 
Todo veículo a motor de propulsão que circule por seus próprios meios, e que 
serve normalmente para o transporte viário de pessoas e coisas, ou para a tração viária 
de veículos utilizados para o transporte de pessoas e coisas. O termo compreende os 
veículos conectados a uma linha elétrica e que não circulam sobre trilhos (ônibus elétrico). 
 
Caracteres 
Cada um dos tipos de impressos (letra, número ou sinal). 
 
Cunhar 
É a forma de identificação de algum objeto ou veículo, podendo ser feito por 
compressão ou pressão. 
 
Digito 
Qualquer número de 0 a 9, cada um dos quais podendo combinar ou formar 
números em um sistema que não o decimal. 
 
Numeração 
Série de número ou algarismo destinado a individualizar os veículos de um modo 
geral. 
 
Puncionar 
Punçar, marcar com punção. 
 
Carta do fabricante (carta laudo) 
 Documento expedido pelo fabricante do veículo, informando sobre a numeração 
dos principais componentes mecânicos agregados de um dado veículo, a fim de subsidiar 
sua perícia. 
 
Código fonético internacional 
 7
 Conjunto de palavras padronizadas em todo mundo, visando à transmissão oral de 
letras e números para evitar eventuais falhas na sua compreensão. 
 
Laudo de perícia técnica em veículo 
 É o documento expedido pelo Instituto Geral de Perícias ou por nomeado e 
compromissado por autoridade policial ou judicial referente a exame pericial efetuado em 
um dado veículo com suspeita de ter sido adulterado. 
 
Laudo de segurança veicular 
 Laudo que atesta que o veículo nele descrito e identificado sofreu perícia sobre 
suas condições de segurança veicular, principalmente quanto a sua estrutura, sistema de 
freios, direção, suspensão, capacidade de carga e dirigibilidade. 
 
Chassi 
 Estrutura composta por longarinas e travessas que forma um conjunto resistente, 
independente da carroçaria, onde se fixam estas e os sistemas, conjuntos ou mecanismos 
de propulsão, suspensão, direção, freios e demais elementos de um veículo. 
 
Monobloco 
 Estrutura autoportante onde se fixam os sistemas, conjuntos ou mecanismos de 
propulsão, suspensão, direção, freios e demais elementos de um veículo. 
 
Número de chassi 
 Conjunto de sinais, gravados sobre o chassi ou sobre o monobloco, que identifica 
um veículo. 
 
 
2. IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
 
 2.1 CONCEITUAÇÕES DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
A identificação dos veículos faz-se necessária para o controle da 
fiscalização, e é extremamente útil à sua proteção contra o flagelo do furto, em níveis 
nacional e internacional. 
 
 8
Sendo a identificação veicular a identidade do veículo, ou como é 
conhecido o número do chassi, aquele é espécie do gênero sinal identificador de veículo 
automotor. A palavra chassi tem origem no francês “châssis”, que significa moldura, 
suporte, quadro. O chassi do veículo é a estrutura de metal, constituída de longarinas e 
travessões, sobre a qual se fixam os demais componentes, como motor, eixos, cabines e 
suspensão. Justamente por ser a base de sustentação do veículo, sua parte mais rude e 
que, em tese,não precisará de reposição ou substituição, é nele que se grava a 
combinação alfanumérica de identificação básica do veículo. 
 
 
2.2 CONTEÚDO E FUNDAMENTO DA IDENTIFICAÇÃO VEICULAR 
 
 
Em 21 de maio de 1998, a Resolução N.º 659/1985 foi alterada pela 
Resolução N.º 024/1998, estabelecendo uma nova redação em alguns dispositivos e 
modificando outros, esta Resolução estabelece os critérios para identificação dos veículos 
previsto no art. 114 do Novo Código de Trânsito Brasileiro, conforme Lei n.º 9.503/1997. 
Neste sentido os dispositivos atualizados seguem a seguinte descrição: 
 
Art. 1º Os veículos produzidos ou importados a partir de 1º de janeiro de 1999, para 
obterem registro e licenciamento, deverão estar identificados na forma desta Resolução. 
 
Art. 2º A gravação do número de identificação veicular (VIN) no chassi ou monobloco, 
deverá ser feita, no mínimo, em um ponto de localização, de acordo com as 
especificações vigentes e formatos estabelecidos pela NBR 3 nº 6066 da Associação 
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, em profundidade mínima de 0,2 mm. 
 
§ 1º Além da gravação no chassi ou monobloco, os veículos serão identificados, no 
mínimo, com os caracteres VIS (número seqüencial de produção) previsto na NBR 3 nº 
6066, podendo ser, a critério do fabricante, por gravação, na profundidade mínima de 0,2 
mm, quando em chapas ou plaqueta colada, soldada ou rebitada, destrutível quando de 
sua remoção, ou ainda por etiqueta autocolante e também destrutível no caso de tentativa 
de sua remoção, nos seguintes compartimentos e componentes: 
 
I - na coluna da porta dianteira lateral direita; 
II - no compartimento do motor; 
III - em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros, quando existentes; 
 9
IV - em pelo menos dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, excetuados 
os quebra-ventos. 
 
§ 2º As identificações previstas nos incisos "III" e "IV" do parágrafo anterior, serão 
gravadas de forma indelével, sem especificação de profundidade e, se adulterados, 
devem acusar sinais de alteração. 
 
 
 
3. SISTEMA RENAVAM 
 
 
 3.1 OBJETIVOS DO SISTEMA RENAVAM 
 
 O objetivo do RENAVAM é de interligar os Estados que, através de 
uma central única – BIN (Base de Índice Nacional) – buscando uma forma mais 
instantânea as comunicações entre as Unidades da Federação, permitindo maior 
confiabilidade das informações e funcionando como mecanismo de combate a 
comercialização ilegal de veículos furtados/roubados. 
 
 
 3.2 DIVISÕES DO SISTEMA RENAVAM 
 
 
 Como forma do controle da frota dos veículos brasileiros o sistema 
RENAVAM está dividido em 05 (cinco) módulos que viabilizam a operação do sistema a 
saber: 
 
 
 
 
5 
OUTRAS 
FUNÇÕES 
4 
 ROUBO 
FURTO 
3 
MULTAS 
2 
ATUALIZAÇÃO 
CADASTRAL 
 
RENAVAM 
1 
PRÉ 
CADASTRAMNETO 
 10 
 Conforme o diagrama anterior observa-se às funções do sistema 
RENAVAM: 
 
 
1. PRÉ-CADASTRO: trata-se da inserção dos veículos novos pelas Montadoras e 
Importadoras (através da Receita Federal), quando o mesmo é faturado para as 
respectivas Concessionárias. Nesta fase os veículos já passam a integrar o Sistema 
Nacional, mesmo sem receber o 1º emplacamento. 
 
2. ATUALIZAÇÃO CADASTRAL: a própria palavra já é explicativa, serve como 
monitoramento do veículo em todo Território Nacional, logicamente dentro dos Estados já 
inclusos no Sistema. Esta função atualiza o proprietário, endereços, cidades onde o 
veículo se encontra emplacado, etc. 
3. MULTAS: é previsto ainda pelo Projeto que todas as multas de trânsito, ao veículo, 
estejam cadastradas no Sistema, onde o veículo somente poderá ser transferido de 
propriedade ou Estado se quitados os débitos no Estado de Origem. Neste caso evita-se 
a sonegação. 
 
4. ROUBO/FURTO: tendo em vista o Projeto ser de âmbito Nacional, todos os veículos 
cadastrados no Sistema ou não, que foram roubados/furtados estão com as informações 
disponíveis a qualquer autoridade em qualquer Estado, visando à apreensão e o “não 
esquentamento” do mesmo, uma vez que o próprio Sistema bloqueia qualquer 
transferência deste com um “gravame” inserido na BIN. 
 
5. OUTRAS FUNÇÕES: neste caso estão às restrições de decisões judiciais, alienações 
e etc., além de estatísticas e controle de fronteiras também foi previsto pelo Projeto, onde 
neste último caso, é possível controlar a entrada e saída de veículos nos Países vizinhos. 
 
 
 3.3 REGISTROS NO SISTEMA RENAVAM 
 
 
A Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código 
de Trânsito Brasileiro, estabelece nos artigos 120 a 129, todas as regras de como o 
veículo automotor deve ser registrado: 
 
 11 
 Art. 120. Todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou 
semi-reboque, deve ser registrado perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou 
Distrito Federal, no Município de domicílio ou de residência de seu proprietário, na forma 
da lei. 
 
 O art. 125, do CTB/1997 estabelece os critérios do que vai ser 
inserido no sistema RENAVAM, ou seja, o pré-cadastro. As informações sobre o chassi, o 
monobloco, os agregados e as características originais dos veículos deverão ser 
prestadas ao RENAVAM. 
 
 
3.4 DISTRIBUIÇÃO DE PLACAS 
 
 
UF Data implantação Série inicial Série final 
PR – Paraná 20/02/1990 AAA -0001 BEZ-9999 
SP – São Paulo 18/10/1991 BFA-0001 GKI-9999 
MG – Minas Gerais 28/05/1991 GKJ-0001 HOK-9999 
MA – Maranhão 01/10/1991 HOL-0001 HQE-9999 
MS – Mato Grosso do Sul 09/10/1991 HQF-0001 HTW-9999 
CE – Ceará 17/03/1992 HTX-0001 HZA-9999 
SE – Sergipe 13/07/1992 HZB-0001 IAP-9999 
RS – Rio Grande do Sul 22/09/1992 IAQ-0001 JDO-9999 
DF – Distrito Federal 03/08/1992 JDP-0001 JKR-9999 
BA – Bahia 28/12/1992 JKS-0001 JSZ-9999 
PA – Pará 20/07/1993 JTA-0001 JWE-9999 
AM – Amazonas 05/08/1993 JWF-0001 JXY-9999 
MT – Mato Grosso 13/09/1993 JXZ-0001 KAU-9999 
GO – Goiás 09/11/1993 KAV-0001 KFC-9999 
PE – Pernambuco 29/03/1994 KFD-0001 KME-9999 
RJ – Rio de Janeiro 21/03/1994 KMF-0001 LVE-9999 
PI – Piauí 28/03/1994 LVF-0001 LWQ-9999 
SC – Santa Catarina 05/10/1994 LWR-0001 MMM-9999 
PB – Paraíba 30/06/1995 MMN-0001 MOW-9999 
ES – Espírito Santo 22/01/1996 MOX-0001 MTZ-9999 
AL – Alagoas 27/05/1996 MUA-0001 MVK-9999 
TO – Tocantins 25/11/1996 MVL-0001 MXG-9999 
RN – Rio Grande do Norte 12/11/1997 MXH-0001 MZM-9999 
AC – Acre 10/03/1998 MZN-0001 NAG-9999 
RR – Roraima 18/06/1998 NAH-0001 NBA-9999 
RO – Rondônia 08/06/1998 NBB-0001 NEH-9999 
AP – Amapá 28/09/1998 NEI-0001 NFB-9999 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12 
4. OBJETIVOS DO FURTO E ROUBO DE VEÍCULOS 
 
 
 São três os principais motivos que levam ao furto e roubo de 
veículos: 
 
 
a) Para uso 
b) Para subtração de peças e acessórios; 
c) Para comercialização. 
 
 
 No primeiro caso quem pratica a subtração do veículo o faz com a 
finalidade de cometer crimes e sem modificar os sinais identificadores. No segundo 
caso o veículo depois do furto/roubo é levado para local ermo e subtraído peças e 
acessórios desejados. No último caso o veículo sofrerá processos de adulteração, 
tanto documental como nas gravações de suas numerações identificadoras. 
 
 
5. VISTORIA COMO FATOR DE SEGURANÇA 
 
 5.1 SIGNIFICADOS DO VIN 
 
 
O número de chassi não resulta de mera escolha aleatória. 
Consoante a Norma NBR 3-6066, da ABNT, as letras e algarismo que compõem 
constituem códigos que identificam, sequencialmente, o fabricante (WMI– word 
manufacturer identifier), as características gerais do veículo (VDS – vehicle descriptor 
section) e a identificação específica e unitária de cada veículo produzido por aquele 
fabricante (VIS – vehicle indicator section), sendo este último número ou conjunto 
alfanumérico diferente para cada veículo produzido. Esse conjunto de caracteres compõe 
o chamado VIN (vehicle identification number), tudo isso formando o conjuntode símbolos 
ou caracteres, numéricos ou alfanuméricos, que constituem o número de chassi a que se 
refere o tipo. 
 
Assim, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (A.B.N.T.) em 
julho de 1980 baixou uma norma técnica para a regulamentação da numeração de chassi 
para os veículos automotores nacionais. 
 Conforme composição abaixo do Número de Identificação 
Veicular – VIN: 
 
 13 
Norma Técnica ABNT 720/79 = Norma Técnica nº 6066/Jul/80. 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
 
A A A A A A A A A A A A A N N N N 
N N N N N N N N N N N N N 
 
 N.º SEQÜENCIAL 
 
 FABRICANTE FÁBRICA 
 ANO FABRICAÇÃO/MODELO 
 PAÍS 
 ÁREA 
 GEOGRÁFICA 
 
 WMI VDS VIS 
 
Conteúdo Básico do número de identificação do veículo 
 
A = CARACTERE ALFABÉTICO N = CARACTERE NUMÉRICO 
 
 
 
 
5.2 POSIÇÕES DO VIN 
 
 
5.2.1 Código Internacional do Fabricante – WMI 
 
Com o modelo da padronização do VIN, o Brasil teve que se 
adequar ao padrão internacional de identificação, que o número de chassi não resulta de 
mera escolha aleatória. Consoante a Norma NBR 3-6066, da ABNT, as letras e 
algarismos que o compõem constituem códigos que identificam sequencialmente, o 
fabricante (WMI – word manufacturer identifier). 
A NBR 6066/set/2001 estabelece no item 3.3, “Identificador 
Internacional do fabricante – WMI (word manufactures identifier): primeira seção do VIN, 
que identifica o fabricante/montadora do veículo.” 
Dessa forma, o VIN começa a se dividir, a primeira composição 
identificada da seguinte maneira: 
 
1) Primeiro Caractere: 
 
 Identifica a área geográfica (continente). Conforme necessidade, 
mais de um tipo de caractere pode ser designada para uma mesma área geográfica. 
 14 
2) Segundo Caractere: 
 Identifica o país dentro de uma área geográfica específica. Conforme 
necessidade, mais de um tipo de caractere pode ser destinado para um mesmo país. 
 
3) Terceiro Caractere: 
 Identifica o fabricante dentro de um país. Quando o dígito 9 
aparecer nesta posição, indica fabricantes que produzem menos de 500 veículos por ano, 
devendo neste caso a identificação do fabricante ser feita usando o terceiro, quarto e 
quinto caracteres da seção indicadora do veículo. 
 
5.2.1.1 Tabela mundial de identificação do Continente e País 
 
CONTINENTE PAÍS CÓDIGO 
AMÉRICA DO NORTE Estados Unidos 1A a 1Z - 4A a 4Z 
5A a 5Z - 11 a 10 
41 a 40 - 51 a 50 
 Canadá 2A a 2Z - 21 a 20 
 México 3A a 3W 
AMÉRICA CENTRAL Costa Rica 3X a 3Z - 31 a 37 
 Trindad & Tobago 9X a 9Z 
AMÉRICA DO SUL Argentina 8A a 8E 
 Equador 8L a 8R 
 Venezuela 8x a 8Z - 81 a 82 
 Brasil 9A a 9E - 93 a 99 
 Chile 8F a 8J 
 Peru 8S a 8W 
 Paraguai 9L a 9R 
 Colômbia 9F a 9J 
 Uruguai 9S a 9W 
ÁFRICA Africa do Sul AA a AH 
 Costa do Marfim AJ a NA 
 Angola BA a BE 
 Quênia BF a BK 
 Tanzânia BL a BR 
 Benin CA a CE 
 Tunísia CL a CR 
 Egito DA a DE 
 Marrocos DF a DK 
 Zâmbia Dl a DR 
 Etiópia EA a EE 
 Moçambique EF a EK 
 Gana FA a FE 
 Nigéria FF a FK 
 Madagascar GA a GE 
ÁSIA Japão JÁ a JZ - J1 a 10 
 15 
 Siri Lanka KA a KE 
 Israel KF a KK 
 Coréia do Sul KL a KR 
 China LA a LZ - L1 a LO 
 Índia MA a ME 
 Indonésia MF a MK 
 Tailândia Ml a MR 
 Irã NA a NE 
 Turquia NL a NR 
 Filipinas PA a PE 
 Cingapura PF a PK 
 Malásia PL a PR 
 Bangladesh PS a PV 
 Emirados Árabes Unidos RF a RE 
 Taiwan RL a RR 
 Arabia Saudita RS a RV 
 Cazaquistão TJ a TP 
EUROPA Inglaterra SA a SM 
 Suíça TA a TH 
 Hungria TR a TV 
 Portugal T1 a T2 - TW a TZ 
 Irlanda UM a UT 
 Eslováquia U5 a U7 
 Iugoslávia V1 a V2 - VX a VZ 
 Croácia V3 a V5 
 Luxemburgo XX a XZ - X1 a X2 
 Alemanha WA a WZ - W1 a W0 
 Rússia X3 a X0 - XS a XW 
 Finlândia YF a YK 
 Suécia YS a YW 
 Noruega Y1 a Y2 - YX a YZ 
 Ucrânia Y6 a Y0 
 Bulgaria XA a XE 
 Eslovênia ZX a ZZ 
 Polonia Su a SZ 
 Dinamarca UH a UM 
 Romênia UV a UZ 
 Austria VA a VE 
 Espanha VS a VW 
 França VF a VR 
 Estônia V6 a V0 
 Grécia XF a XK 
 Holanda XL a XR 
 Bélgica YA a YE 
 Malta YL a YR 
 Belarus Y3 a Y5 
 Lituânia Z1 a Z2 
 Itália ZA a ZR 
OCEANIA Austrália 6A a 6W 
 Nova Zelândia 7A a 7E 
 16 
 
 
 
5.2.1.2 Tabela da marca com unidade de montagem e código 
 
 
MARCA UNIDADE DE MONTAGEM CÓDIGO 
AGRALE Agrale Brasil 9BY 
AGRALE MOTO Agrale Brasil/RS 
Agrale Brasil/AM 
9C5 
9C8 
ALFA ROMEU Alfa Romeu Itália 
Alfa Romeu Brasil 
ZAR 
9BU 
ASIA MOTORS KIA KN 
AUDI Audi Brasil 
Audi Alemanha 
Audi Hungria 
93U 
WAU 
TRU 
CITROEN Citroen França 
Grupo PSA/Citroen Brasil 
WF7 
935 
DAIMLER / CHRYSLER / 
JEEP 
Chrysler Argentina S.A – Jeep 
Chrysler Brasil Ltda. – Dodge 
Daimler Chrysler EUA – Chrysler 
Daimler Chrysler EUA – Jeep 
8B4 
937 
1C3 
1C4 
1C8 
1J4 
DAIHATSU Daihatsu JDA 
FIAT/ALFA ROMEO Fiat Argentina Córdoba 
Fiat Itália 
Fiat Brasil 
Fiat Argentina até mod.96 
8AP 
ZFA 
9BD 
8AS 
FORD Ford Argentina 
Ford Brasil 
Ford Canadá 
Ford EUA 
 
 
Ford Alemanha 
8AF 
9BF 
2FT 
1FM 
1FA 
1LM 
WFO 
 17 
GENERAL MOTORS GM Adam Opel Alemanha 
GM EUA 
 
GM Argentina 
 
GM Austrália 
GM Brasil 
SAAB – GM Seécia 
WOL 
1GN 
1GD 
8AK 
8AG 
6G1 
9BG 
YS3 
GURGEL Gurgel Brasil 9BU 
HONDA Honda Canadá 
Honda EUA 
Honda Brasil 
Honda Japão 
 
Honda México 
2HG 
1HG 
93H 
JHM 
JHL 
3HG 
HONDA MOTO Honda Brasil 9C2 
INTERNACIONAL Internacional do Brasil 
Internacional EUA 
93S 
n/d 
ISUZU Isuzu Japão JAA 
IVECO Iveco Argentina 
Iveco/Fiat Brasil (Daily) 
Iveco/Fiat Itália 
Iveco/Fiat Brasil (Ducato) 
8AT 
93Z 
ZCF 
93W 
JAGUAR Jaguar Motors Inglaterra SAJ 
LADA Lada Rússia XTA 
LAND ROVER Land Rover do Brasil 
Rover Motors Inglaterra 
93R 
SAL 
MAZDA Mazda EUA 
Mazda Japão 
 
1J1 
JM1 
JM3 
MERCEDES BENZ MB Alemanha 
MB Argentina 
MB Brasil 
 
WDB 
8AC 
9BM 
 18 
MITSUBISHI Mitsubish Brasil 
Mitsubish Japão 
 
Mitsubishi EUA 
93X 
JMY 
JA3 
4A3 
NISSAN Nissan Japão 
Nissan Brasil 
JN? 
94D 
PEUGEOT Peugeot França 
Grupo PSA/Peugeot Brasil 
VF3 
936 
RANDON Randon Brasil 9AD 
RENAULT Renault Argentina 
Renault do Brasil 
Renault Europa 
Renault Uruguai 
8A1 
93Y 
VF1 
9U5 
SSANGYONG SsangYong Coréia KPD 
KPT 
SEAT Seat Espanha VSS 
SCANIA Scania Argentina 
Scania Suécia 
 
Scania Brasil 
Scania Malta 
8A3 
YS2 
YS4 
9BS 
YLE 
SUBARU Subaru Japão JF1 
SUZUKI Suzuki Japão 
 
Suzuki Canadá 
JSA 
JS3 
2S3 
SUZUKI MOTO Suzuki Brasil 9CD 
TOYOTA Toyota Argentina 
Toyota Brasil 
 
Toyota Inglaterra 
Toyota Japão 
8AJ 
9BR 
93U 
SB1 
JT1 
JT2 
JTA 
JTB 
JTD 
JTE 
 
 19 
VOLKSWAGEN VW Alemanha Automóveis 
VW Alemanha Comercial 
VW Argentina 
VW Brasil 
VW México 
WVW 
WV2 
8AW 
9BW 
3VW 
VOLVO Volvo Suécia 
Volvo Brasil caminhões plataforma 
Volvo Brasil caminhões tratores 
Volvo Truck Bélgica 
Volvo Truck Bélgica incompletos 
Volvo Truck Suécia incompletos 
Volvo Truck Suécia 
YV1 
93K 
9BV 
YB1 
YB3 
YV5 
YV2 
YAMAHA Yamaha Brasil/AM 
Yamaha Brasil/SP 
9C0 
9C6 
 
 
 
 
5.2.2 Seção Descritiva do Veículo – VDS 
 
 
Então a seção descritiva do veículo – VDS é composto de seis 
caracteres, cada um dos quais alfabéticos ou numéricos e deve identificar as 
características gerais do veículo. 
Neste modulo do VIN são necessários observar que a codificação e 
seqüência desta seção devem ser estabelecidas pelo fabricante. Se o fabricante não 
necessitar de todos os caracteres, os espaços não usados devem ser preenchidos por 
caracteres numéricos ou alfabéticos de escolha do fabricante. 
 
 
5.2.3 Seção Indicadora do Veículo – VIS 
 
Esta será a última composição é a da individualização do veículo, 
ou seja, a identificação específica e unitária de cada veículoproduzido por aquele 
fabricante (VIS – vehicle indicator section), sendo este último número ou conjunto 
alfanumérico diferente para cada veículo produzido. 
 
Portanto a terceira posição estabelece o diferencial na identificação 
dos veículos, e dá a individualização para cada um, sendo assim: 
 
Terceira Posição: 
 
 20 
 Seção Indicadora do Veículo (VIS) a qual é composta de oito (8) 
caracteres seqüência entre as posições dez (10) e dezessete (17) com o seguinte 
significado: 
 
1) Primeiro Caractere: determina o ano de fabricação e/ou modelo do veículo; 
 
2) Segundo caractere: determina a fábrica onde o veículo foi montado, 
podendo ser inscrito com alfabético ou numérico; 
 
3) Do Terceiro ao Oitavo caractere: determina o número seqüencial de 
montagem do veículo. 
 
Portanto, os dígitos finais do VIN, ou seja, do décimo ao décimo 
sétimo dígito, que são o VIS, estabelecem os sinais particulares de cada veículo. 
 
 
5.3 TABELAS DE CÓDIGOS PARA DESIGNAR O ANO DE FABRICAÇÃO OU ANO 
MODELO 
 
 
Como a identificação do veículo além de codificar vários caracteres 
que vai descrevendo a quem ele pertence, o legislador também teve a preocupação que 
ficasse no VIN inserido a idade do veículo, o artigo 114 § 1º do CTB, que foi alterado pelo 
artigo 2º, § 6º da Resolução 024/1998 do CONTRAN que além do ano de fabricação é 
permitido inserir o ano modelo, desse modo: 
 
ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO ANO CÓDIGO 
1971 1 1986 G 2001 1 2016 G 
1972 2 1987 H 2002 2 2017 H 
1973 3 1988 J 2003 3 2018 J 
1974 4 1989 K 2004 4 2019 K 
1975 5 1990 L 2005 5 2020 L 
1976 6 1991 M 2006 6 2021 M 
1977 7 1992 N 2007 7 2022 N 
1978 8 1993 P 2008 8 2023 P 
1979 9 1994 R 2009 9 2024 R 
1980 A 1995 S 2010 A 2025 S 
1981 B 1996 T 2011 B 2026 T 
1982 C 1997 V 2012 C 2027 V 
1983 D 1998 W 2013 D 2028 W 
1984 E 1999 X 2014 E 2029 X 
1985 F 2000 Y 2015 F 2030 Y 
 21 
5.4 LOCAIS DE IDENTIFICAÇÃO DO VIN 
 
 
5.4.1 Gravação no Chassi: 
 
 
GRUPO 01 
 
• GM: C10, C14, C15, D10, D20, (demais caminhões): Longarina direita, face superior; 
• FORD: F100 a F1000 e F4000, de 1973 até 1986: Longarina direita face superior; 
• JEEP: Longarina direita, face externa, plaqueta no painel de fogo até 1963; 
• MERCEDES BENZ: até julho de 1979; 
• MITSUBISHI: L 200; 
• AGRALE: a partir de 1987 : Longarina direita, face externa; 
• VOLVO 
• PEUGEOT: Boxer; 
• SCANIA: a partir de 1981; 
• TOYOTA: Longarina direita face; 
• FIAT: FNM. 
GRUPO 02 
 
• MERCEDES BENZ: a partir de agosto de 1979; 
• SCANIA: a partir de 1981; 
• VW, 6-80, 6-90, 11-130,13-130, 7-110SCO e 7-110SCE; 
• GM: Trafic/Space Van, gravado no assoalho, embaixo do carpete, atrás do banco 
dianteiro direito, próximo da coluna central, S10 até 2002, Blazer até 2002; 
• AGRALE; 
• JEEP: a partir 1963; 
• CHYSLER: Dakota; 
• FORD: Rural, F75, Cargo a partir 1991, F250; 
• LAND-ROVER: Defender. 
 
GRUPO 03 
 
• FORD: Cargo, Longarina direita, face externa, demais caminhões até 1986, 
longarina direita face superior, F1000 a F4000 e outros modelos após 1987, 
longarina direita, na aba inferior da face externa; 
• VW; 
• DODGE: Face externa. 
 
 22 
GRUPO 04 
 
• MITSUBISHI: L 200 e demais modelos; 
• FORD: F-250 e demais modelos, Ford Cargo: longarina direita, face externa; 
• GM: Silverado, S10 e Blazer (a partir modelos 2003); 
• ALFA ROMEO: FNM. 
 
 
EXCEÇÕES DA LOCALIZAÇÃO DO VIN 
 
 
• SCANIA: até 1980 Longarina dianteira esquerda face externa; 
• FORD: Longarina dianteira esquerda face superior, até junho de 1972; 
• AGRALE: Longarina central esquerda face externa. 
 
 
 
5.4.2 Gravação no Monobloco 
 
 
 
 
GRUPO 01 
 
 
• VW: Passat, Santana, Quantum, Voyage, Gol, Parati, Saveiro, Bora, Polo até 2001, 
Passat importado, Jetta, Golf; 
• FORD: Versailles, Royalle, Maverick lado esquerdo até 1974, Maverick torre 
amortecedor esquerdo a partir de 1975; 
• RENAULT: Laguna, Twing ; 
• TOYOTA: Corolla; 
• SEAT: Córdoba, Ibiza, Vario; 
• SUBARU: Forester, Legacy, Imprenza; 
 23 
• SUZUKI: Gran Vitara; 
• PEUGEOT: 106, 406, 607, Partner; 
• ALFA ROMEU travessa de sustentação do motor lado esquerdo até 1980; 
• DODGE: Charger e Dart travessa superior da grade do radiador lado esquerdo, Le 
Baron; 
• CITROEN: Xsara Picasso, Berlingo, C3, C5, C8; 
• AUDI: A3; 
• HONDA: Civic; 
• GURGEL; 
• MERCEDE BENZ: Classe A 160 e 190. 
 
 
GRUPO 02 
 
• FIAT: Marea Weekend, Tipo, Uno, Elba, Fiorino, Prêmio, Pick-up até 1995, Tempra até 
1995, Fiat 147; 
• FORD: Corcel I e II até 1983, Belina I e II até 1983, Del Rey até 1983, Pampa até 1983, 
Ecosport, Fiesta a partir 2002; 
• ALFA ROMEU a partir de 1981, 156, 166; 
• PEUGEOT: 206/207 Hatch a partir 2006, 206/207 SW, 206/207 Sedan, 306/307 Hatch, 
306/307 SW, 306/307 Sedan; 
• RENAULT: Sandero; 
• VW: Polo a partir 2002; 
• DODGE: Polara e 1800. 
 
 
GRUPO 03 
 
• FORD: Corcel II, Belina II, Del Rey, todos a partir 1983, Escort, Courier, Verona, KA, 
Focus, Fiesta, Pampa; 
• GM: Vectra, Kadett a partir 1995, Corsa, Corsa Pick-up, Monza a partir de 1988, Chevy, 
Chevette, Omega Importado, Meriva, Zafira, Montana, Astra, Ômega Nacional a partir 
1995, Suprema, Tigra, Celta; 
• FIAT: Uno, Elba, Fiorino, Prêmio, Pick-up a partir 1996, Tempra a partir 1996, Palio, 
Palio W, Siena, Strada, Marea, Stilo, Idea, Brava, Doblô, Ducato; 
• VW: Kombi a partir 1983, Pointer, Logus, Gol novo, Apollo; 
• RENAULT: Clio, Clio Sedan, Kangoo, Trafic, Megame; 
• CITROEN: Jamper; 
• PEUGEOT: Boxer; 
• HONDA: New Civic. 
 
 
GRUPO 04 
 
• VW: Fusca Sedan 1300, 1500,1600, Brasília, Variant, SP1, SP2, TL, TC, Karman-ghia, 
Fox, Spacefox, New Beetle; 
• DIVERSOS: Puma, Miura, Puma, MP Laffer, Bugre; 
• GM: Opala e Caravan até 1988/1989 e Chevette até 1988. 
 
 
 
 24 
GRUPO 05 
 
• GM: Monza a partir 1989, Chevette a partir 1989, Opala a partir 1989, Caravan a partir 
1989, Omega até 1995, Suprema, Ipanema e Marajó a partir 1989, Vectra, Ômega 
nacional até 1995 e Lumina; 
• VW: Kombi até 1982; 
• RENAULT: Scenic; 
• PEUGEOT: 206 até 2005; 
• FORD: Galaxie a partir 1970. 
 
GRUPO 06 
 
• GM: Chevette Hatchback, Chevette 04 portas, Kadett até 1994; 
• FORD: Galaxie até 1969. 
 
 
 
5.4.3 Etiquetas VIS 
 
 
a) VIS etiqueta no assoalho do veículo, sob um dos bancos*; 
 
b) VIS etiqueta na coluna da porta dianteira lateral direita; 
 
c) VIS etiqueta no compartimento do motor; 
 
 
� * Etiqueta do assoalho foi extinta pela Resolução 024/98. 
 
 
5.4.4 Gravações do VIS 
 
a) VIS gravação em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros quando existentes; 
 
b) VIS gravação em pelo menos dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, 
exceto nos quebra ventos; 
 25 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.4.5 Outros Sinais Identificadores do VIN 
 
a) Gravações, plaquetas, e etiquetas diversas. 
 
 
 
 26 
 
 
 
 
 
 27 
6. ASPECTOS DAS IDENTIFICAÇÕES DO VIN 
 
 
 A gravação de chassi apresenta-se sempre gravada em baixo 
relevo. Portanto, a identificação dos veículos é realizada através de um conjunto de 
dígitos gravados ou inseridos na sua estrutura. 
 
 Além dessa numeração o veículo também é identificado através da 
plaqueta de identificação e/ou etiqueta autocolante e seus agregados (motor, carroceria, 
caixa de câmbio, eixos, etc.). 
 
 Desta maneira observa-se que a identificação veicular é instrumento 
importante na individualização dos veículos automotores, buscando assim maior 
segurança no comércio destes. 
 
 
6.1 Formas de Gravação do Chassi 
 
 
Puncionamento: 
 
Forma mais antiga e comum, com a impressão feita por pressão (estampa), 
produzindo o baixo relevo. (forma mais utilizada pelos adulteradores). 
 
 
Figura 1: VW 
 
 
 28 
 
 
Figura 2: BMW 
 
 
 
 
Ponto sobre Ponto: 
 
Gravação por pontos sobrepostos (remontados), feita com uma agulha rotativa. 
 
Figura 3: GM 
 
 29 
 
 
 
Figura4: FIAT 
 
 
 
 
 
 
 
 30 
Ponto a Ponto: 
 
Mesmo tipo de gravação da anterior, entretanto, os pontos encontram-se unidos, 
poucos sobrepostos. 
 
 
Figura 5: RENAULT 
 
 
Escavado: 
 
Processo de gravação mais moderno, onde se remove (escavamento) material da 
superfície da chapa de forma linear, após a pintura final do veículo (fundo do número 
brilhante e com uma etiqueta adesiva transparente sobreposta). 
 
 31 
 
Figura 6: VW 
 
 
 
 
Figura 7: FORD 
 
 
 
 32 
Observação: 
 
A gravação da numeração de chassi pode ser realizada antes ou após a pintura 
final do veículo, por isso, sempre é interessante identificar que tipo de gravação você esta 
examinando. 
 
 
6.2 Das Etiquetas Destrutíveis 
 
 
Introduzidas nos veículos nacionais no final de 1988 (norma CONTRAN 691/88), 
devendo ser fixadas em 03 pontos distintos (compartimento do motor / porta dianteira 
direita / assoalho dianteiro). A partir de 1º de janeiro/1999, tornou-se obrigatório somente 
a fixação de duas etiquetas (resolução 024/1998), na porta dianteira direita e 
compartimento do motor, juntando-se a elas a indicação do ano de fabricação (gravado no 
chassi ou etiqueta adesiva). 
A etiqueta VIS é denominada tecnicamente de Etiqueta de Identificação – Confirm, 
composta de um Filme de Segurança CONFIRM, laminado sobre um outro filme 
SCOTCHCAL, também da 3M. Uma janela é pré-cortada no filme Scotchcal e neste é, 
então, impresso o número personalizado do VIN. Portanto, a imagem de fundo 
retrorrefletiva e clara contrastam com a imagem customizada do fabricante do automóvel 
e, com uma lanterna apropriada, é possível ver uma imagem embutida no filme. Assim, 
pode-se avaliar o veículo, quanto à autenticidade ou não do selo. 
 
Figura 8: Etiqueta VIS 
 
 33 
 
Figura 9: Lanterna confirme 
 
 
Figura 10: Sinal holográfico 
 
 
 
6.3 Das Gravações nos Vidros 
 
 
Também introduzida nos veículos nacionais no final de 1988, estabelecia a 
gravação da parte final do chassi (VIS): nos vidros dianteiro e traseiro, dois vidros em 
cada lateral. A gravação é feita por fosqueamento, através de um processo químico a 
base de ácido fluorídrico. 
 
 34 
 
Figura 11: FIAT 
 
 
 
6.3.1 Identificação data de fabricação de vidros automotivos 
 
 
 
 
 
 35 
 
 
 
 
 
 36 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 37 
 
 
 
 
 
 38 
 
 
 
 
 
 
7. IDENTIFICAÇÕES DOS MOTORES 
 
 
 Conforme a Resolução n. 282 de 26 de junho de 2008, além de outros 
critérios relacionados aos veículos registrados em nosso País, esta norma estabelece 
procedimentos para vistoriar também os motores automotivos dos veículos, ou seja: 
 
Das Vistorias 
 
Art. 1º Na realização das vistorias de regularização e transferência em veículos previstos 
na Resolução nº 05/98, os órgãos de trânsito, ou empresas pelo DENATRAN 
credenciadas deverão coletar por meio óptico a numeração do chassi, do motor e da parte 
traseira do veículo com a numeração da placa de identificação legível e comparar com as 
numerações e restrições nas seguintes bases: 
 39 
I – o cadastro informatizado do veículo na BIN/RENAVAM; 
 
II – o cadastro informatizado do veículo em campo próprio da Base Estadual ou no campo 
das “observações” do CRV/CRLV; 
 
III – na documentação física existente nos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do 
Distrito Federal. 
 
 Portanto, a numeração do motor sendo um agregado do veículo exigido na 
vistoria então recebe gravações das respectivas fábricas, devendo a marcação do motor 
ser analisada da mesma forma que a numeração do VIN, ou seja, seguir os padrões de 
gravações de cada fabricante. 
 
 
 Seguem abaixo alguns modelos: 
 
AUDI: Gravação por ponto sobre ponto. 
 
 
GM: Gravação por puncionamento. 
 
 
 
 
 40 
GM: Gravação por ponto sobre ponto 
 
 
GM: Gravação por ponto sobre ponto. 
 
 
GM: Gravação por ponto sobre ponto. 
 
 
FORD: Gravação por ponto sobre ponto. 
 
 41 
FORD/VW: Plaqueta de motor. 
 
 
VW: Gravação por puncionamento. 
 
 
VW: Gravação por ponto a ponto. 
 
 
VW: Gravação por ponto sobre ponto. 
 
 42 
VW: Gravação por ponto a ponto. 
 
 
FIAT: Gravação por puncionamento. 
 
 
FIAT: Gravação ponto a ponto. 
 
 
 
8. MATERIAIS NECESSÁRIOS A VISTORIA 
 
 
 Tratamento da superfície suporte da gravação: Consiste na limpeza da área 
de gravação do VIN e seus agregados com materiais adequados, pois é imprescindível. 
 
 Material utilizado nesta fase: 
 
 43 
a) Estopa; 
b) Esponja de aço; 
c) Solvente; 
d) Removedor em pasta; 
e) Pincel; 
f) Luva; 
g) Espelho comum e de grau; 
h) Lupa; 
i) Lanterna; 
j) Algodão; 
k) Giz branco; 
l) Fita métrica. 
 
 NOTA: Não utilizar lixas, escovas de aço e outros materiais abrasivos, 
estes se utilizados poderão deixar vestígios nos locais de gravações e desta forma 
confundir ou prejudicar o raciocínio dos peritos no momento do exame pericial. 
 
 
9. TIPOS DE ADULTERAÇÕES DO VIN 
 
Ocorre a adulteração do chassi quando o agente, valendo-se de 
qualquer instrumento, ferramenta ou processo (mecânico, térmico, químico etc.), altera a 
numeração original. 
 
Dos tipos de adulterações: 
 
 
1. Ausência da numeração do VIN: 
 
 Neste processo a numeração do VIN é removida, por meio de 
instrumento abrasivo, com o objetivo de dificultar a identificação do veículo. 
 
 
2. Regravação ou remarcação: 
 
 Consiste na remoção parcial ou total da numeração do VIN, para 
posterior gravação de outra numeração. 
3. Adulteração simples: 
 44 
 
 
 É aquele em que um ou mais caracteres sofre alteração em sua 
configuração inicial, por meio de sobreposição, dando origem a leitura de outros. 
 
 
4. Recobrimento da peça suporte: 
 
 
 É o recobrimento parcial ou total da numeração do VIN, para posterior 
gravação de outra numeração em outro local. 
 
 
5. Colocação de chapa metálica sobre a superfície da gravação original: 
 
 
 Consiste no recobrimento parcial ou total com uma chapa de aço, da 
peça suporte onde se encontra gravada a numeração do VIN, nesta chapa será realizado 
uma nova gravação ou aquela já possui a gravação original do VIN. 
 
6. Substituição da peça suporte (implante): 
 
 
 Neste processo ocorre à substituição parcial ou total da peça suporte 
onde se encontra gravado a numeração do VIN, por outra com a gravação original ou não. 
 
 
7. Ocultação da numeração original e regravação próxima ao local: 
 
 
 Consiste na remoção da numeração original do VIN e outra gravação 
em loca próximo. 
 
 
8. Remontagem: 
 
 
 É o aproveitamento de uma das partes do veículo (dianteira ou 
traseira) onde se encontra a gravação do VIN, ou ainda a substituições de vários 
equipamentos do veículo (cabine, motor, caixa de câmbio, eixos, etc.), este com as 
identificações adulteradas. 
 
 
 
 45 
10. TÉCNICAS DE VISTORIA 
 
 
10.1 OBSERVAÇÕES PARA DETECTAR O VEÍCULO FRAUDADO 
 
 
a) Ano fabricação/modelo; 
 
b) Numero de chassi – VIN; 
 
c) Identificação nos vidros – VIS; 
 
d) Plaqueta e etiqueta; 
 
e) Placas; 
 
f) Etiqueta – VIS; 
 
g) Chave de ignição; 
 
h) Bocal do tanque de combustível; 
 
i) Violência no quebra vento; 
 
j) Manual de garantia; 
 
k) Pneus; 
 
l) Ranhuras nos vidros; 
 
m) Fechaduras; 
 
n) Peças em geral; 
 
o) Furação da placa. 
 
 
 
 
10.2 ANÁLISES DO VIN E SEUS AGREGADOS 
 
 
a) Limpar a área onde se encontra gravada a numeração do VIN com o solvente 
líquido, caso a tinta começar a desprender-se com facilidade, pode indicar neste 
caso possíveis irregularidades na peça suporte da gravação; 
 
b) Observar se os números do VIN estão dispostos de maneira uniforme quanto ao 
alinhamento, espaçamento (0,4mm) e profundidade (0,2mm); 
 
 46 
c) Analisar a peça suporte da gravação do VIN quanto a sua uniformidade, 
ondulações, formações emarcas de abrasivo (lixa) e solda e analisando também 
quando possível o verso da gravação do VIN; 
 
d) Observar se as gravações e outras identificações dos agregados (motor, caixa de 
câmbio, eixo, carroceria, cabina, caixa de direção, bomba injetora, diferencial) não 
apresentam sinais de remoções ou adulterações; 
 
e) Verificar quando existente a numeração de segredo, ou seja, mesma gravação do 
VIN em local discreto; 
 
f) Analisar as gravações do VIS nos vidros, quanto a marcas de material abrasivo e 
polimento, analisando também os códigos da data de fabricação; 
 
g) Analisar as etiqueta VIS se estão de forma homogênea; 
 
h) Observar nas plaquetas a região dos rebites; 
 
i) Comparar os dados anotados com os do pré-cadastro na BIN e DETRAN. 
 
 
 
11. EXAME EM DOCUMENTOS DE VEÍCULOS 
 
 
11.1 CERTIFICADOS DE REGISTRO DE VEÍCULO – CRV 
 
1. Dimensão: Altura: 152mm e Largura: 109mm 
 
2. Papel: 
 
De segurança branco, com gramatura de 94 +/- 4g/m2, que contenha em sua massa 
fibras coloridas nas cores azul, verde e vermelha, de comprimento variável entre 3 e 5mm 
e distribuídas alternadamente no papel, na proporção de 5 a 7 fibras por centímetro 
quadrado. 
 
3. Impressão: 
 
Tarja (cercadura) em talho doce na cor azul, com altura mínima da altura do relevo, em 
relação ao nível do papel, de 25 micra; 
 47 
 
Texto vazado na tarja “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL” e “MINISTÉRIO DAS 
CIDADES”, na horizontal; 
 
Texto vazado ma tarja “CONTRAN” e “DENATRAN”, na vertical; 
 
Microtexto “CONTRAN” e “DENATRAN”, na horizontal; 
 
Imagem fantasma com a palavra “BRASIL” na tarja vertical; 
 
Cabeçalho e texto em off-set na cor azul; 
 
“UF” e “Nº” em off-set na cor azul; 
 
Número de série com dez dígitos, em impressão eletrônica por impacto; 
 
Fundo invisível: medalhão impresso em off-set, a duas combinações de cores, arco-íris 
com resultado visual laranja e azul, com predominância amarelada, incorporada as armas 
da República Federativa do Brasil e na sua base o texto “CONTRAN” e “DENATRAN” na 
horizontal e vazado no fundo o texto “DOCUMENTO VÁLIDO SOMENTE PARA 
TRANSFRÊNCIA, GUARDE EM LOCAL SEGURO. 
 
 
4. Observação: O modelo original, a cores e com todas as especificações, ficará 
arquivado no CONTRAN. 
 
 
 
 
 11.2 CERTIFICADOS DE REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULO – 
CRLV 
 
Além de ter todas as especificações do CRV, são acrescentadas outras, 
como: 
Microtexto “CONTRAN” e “DENATRAN”, na vertical; 
 
Fundo invisível: medalhão impresso com tinta invisível fluorescente amarelo, tornando-se 
visível quando submetida à luz ultravioleta; e 
 
Fundo invisível: medalhão impresso em off-set, a duas combinações de cores, arco-íris 
com resultado visual laranja e azul, com predominância amarelada, incorporada as armas 
da República Federativa do Brasil e na sua base o texto “CONTRAN” e “DENATRAN”. 
Microtexto “CONTRAN” e “DENATRAN” na horizontal e vazado no fundo o texto 
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“SEGURO OBRIGATÓRIO” e “DOCUMENTO DE PORTE OBRIGATÓRIO NÃO VÁLIDO 
PARA TRANSFRÊNCIA”. 
 
Verso: 
 
Texto em off-set na cor preta, com caixetas para autenticação mecânica. 
 
 
 
 11.3 PRINCIPAIS ELEMENTOS INDICADORES DE AUTENTICIDADE 
 
 
1. Papel de segurança; 
2. Tipos de impressão; 
3. Micro-impressões; 
4. Imagem latente. 
 
 
 11.4 DOCUMENTOS FALSOS (COMO SE APRESENTA) 
 
 
a) Papel de qualidade inferior; 
b) Ausência de fibras coloridas; 
c) Falta de nitidez nos dizeres e desenhos de fundo; 
d) Sinais de violação na numeração do documento e sua UF. 
 
A adulteração pertinente a documento, ocorre em duas 
circunstâncias: 
 
• O documento é totalmente falsificado; 
• As falsificações foram efetuadas em documentos autênticos. 
 
A falsificação do documento de veículo pode ser observada por 
técnicas, sendo a verificação e/ou a constatação de falsidade de um documento pelo seu 
simples exame, é um dos trabalhos mais difíceis de serem realizados e é executado por 
especialistas que possuem um treinamento especial e grande prática. Algumas alterações 
são de tais formas grosseiras, que pela simples verificação do documento é possível 
distinguirem-se um caractere ou caracteres alterados. 
 
 
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REFERÊNCIA DAS FONTES CITADAS 
 
BRASIL. Coletânea de legislação de trânsito : código de trânsito brasileiro – lei 9.503, 
de 23 de setembro de 1997. Organizador Sérgio de Bona Portão. 7. ed. Tubarão, 2004. 
 
DOREA, Luiz Eduardo Carvalho; STUMVOLL, Victor Paulo e QUINTELA, Victor. 
Criminalística . 3. ed. – Campinas, SP : Millennium. 2005. 
 
FERRARA, Fernando. Manual de identificação veicular – CNVR. 2002. 
 
GODOY, Valdemar de; MACHADO, Vilson Vitória; MACEDO, Juvelino da Silva. A 
identidade dos automotores . 3 ed. Giga3 : Porto Alegre, 2005. 
 
GODOY, Valdemar de; MACHADO, Vilson Vitória. Identificação veicular e documental : 
legislação aplicada à vistoria e fiscalização. Porto Alegre : Giga3, 2005. 
 
MENDES, Lamartine Bizarro. Documentoscopia . 2. ed. – Campinas, SP : Millennium, 
2003. 
 
MINISTÉRIO DA FAZENDA – Banco Central do Brasil. Glossário. 
http://www.bcb.gov.br/glossario.asp?id=GLOSSARIO&q=gramatura. Acesso em 
14/11/2006 às 22h:50min. 
 
PARANÁ. DETRAN – Curso de aperfeiçoamento em identificação de chassi (apostila). 
Curitiba : novembro de 1997. 
 
PRADO, Luiz Regis. Curso de direito penal brasileiro . 3. ed. São Paulo : Revista dos 
Tribunais, v. 4, 2004. 
 
QUINTELA, Victor M.; LIONELLO, Orlando Laitano Filho. Novo manual de vistoria : para 
identificação de veículos automotores. 4. ed. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1997, p. 12. 
 
QUINTELA, Victor M.; LIONELLO, Orlando Laitano Filho. Veículos automotores : vistoria 
e perícia. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1998. 
 
SILVA, João Baptista da. Código de trânsito brasileiro explicado . Belo Horizonte : O 
Lutador, 1999.