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CENTRO UNIVERSITÁRIO REDENTOR GRADUAÇÃO EaD Disciplina: Linguística Geral Professor(a): Frederico Ludugerio Aluna: Jerusa Eliezer Santos Pereira Matricula: 1901612 DIFERENÇAS ENTRE O ESTRUTURALISMO SAUSSUREANO E O GERATIVISMO DE NOAM CHOMSKY. A teoria linguística que define a língua de uma maneira diferente da de Saussure. Iniciada por um linguista americano, chamado Noam Chomsky, no final dos anos 50; Conhecida como Gramática Gerativa. Para Chomsky, a língua é um sistema de princípios radicados na mente humana. É esse sistema de princípios mentais que é o objeto de estudo da Gramática Gerativa. Estruturalismo linguístico de Suassure, que na linguística também movimentou esforços para adotar o estruturalismo como modo de estudar o fenômeno da linguagem. Ferdinand Saussure, linguista suíço, é um dos primeiros estruturalistas da história e o primeiro a implementar o estruturalismo na ciência linguística. Diferenciando-se dos linguistas de sua época, Saussure não acreditava em uma formação puramente histórica da linguagem. Para o estudioso suíço, o que levantava a necessidade e a cientificidade dos estudos linguísticos era, justamente, a possibilidade de uma estrutura comum da linguagem, indiferente do idioma em que essa linguagem se manifestasse. Há uma diferença fundamental entre os dois modelos teóricos: na teoria saussuriana, a língua é considerada um objeto fundamentalmente social, na Gramática Gerativa, a língua é um objeto mental. Gramática Gerativa é uma teoria mentalista, não se interessa pela análise das expressões linguísticas consideradas em si mesmas, separadas das propriedades mentais que estão envolvidas em sua produção e compreensão. Ela também não se interessa pelo aspecto social que a língua apresenta, sendo seu foco está no aspecto mental da língua Saussure X Chomsky Saussure definiu a língua como um sistema de valores que se opõem uns aos outros, numa relação de dependência mútua, isto é, num sistema em que os termos não se definem por si só, isoladamente, mas por uma relação de dependência recíproca. Para o estruturalista, a língua é um sistema homogêneo, um conjunto de signos exterior aos indivíduos que deve ser estudado separado da fala. Por outro lado Chomsky em sua teoria gerativista afirma que os seres humanos apresentam uma predisposição genética que permite a aquisição da linguagem. Segundo Noam Chomsky, a língua é um sistema de princípios radicados na mente humana, diferentemente da teoria de Saussure que considera a língua um objeto fundamentalmente social. Relaciona, ainda, a aquisição da língua a termos conhecidos como: competência e desempenho. Para Saussure a linguagem é dividida em duas partes: a língua e a fala. Chomsky principiou a teorização da Gramática Gerativo-transformacional, na qual reformula o conceito de Linguística e atribui a ela um valor em que o objeto de estudo é a competência linguística do falante ouvinte ideal pertencente a uma comunidade ideal. O problema de Platão era a respeito da pobreza de estímulos, pois questionava como podemos saber tanto, se temos tão poucas evidências. Platão estava analisando a cognição de forma geral. Aristóteles defendia que a lógica seria o instrumento que precede o exercício do pensamento e da linguagem, oferecendo-lhes meios para realizar o conhecimento e o discurso. Platão x Aristóteles O problema de Platão apresentado por Noam Chomsky. Problema de Platão é a designação dada por Noam Chomsky para a lacuna existente entre o conhecimento e experiência, e que é aplicada a perguntas a respeito de como os seres humanos sabem o que sabem, e como nosso conhecimento se relaciona com nossa experiência. A Chomsky é atribuída a criação desta designação, que tenta explicar a capacidade que as crianças têm de usar a linguagem. Do outo lado, a forma aristotélica buscava descrever a forma pura e geral do pensamento, ao invés de se preocupar com os conteúdos por ela veiculados. Outro aspecto ligado à visão aristotélica é de que o mundo em vivemos possui existência independente de nossa capacidade de expressá-lo. Chomsky: a fala é um fenômeno inato O Linguista americano defende que a linguagem é um órgão mental do homem. Para ele as crianças não falavam por repetição nem por uma questão cultural, como as teorias anteriores sugeriam, mas porque todos os seres humanos já nasciam com a competência da linguagem. Reconhece ainda, que a arbitrariedade é limitada por associações e motivações relativas: assim, "vinte" é imotivado, mas "dezenove" não o é no mesmo grau, porque evoca os termos dos quais se compõe, "dez" e "nove". Para Saussure, a língua é SOCIAL, não estando ao alcance do indivíduo nela promover mudanças. Ele reconhece que a arbitrariedade é limitada por associações e motivações relativas: assim, "vinte" é imotivado, mas "dezenove" não o é no mesmo grau, porque evoca os termos dos quais se compõe, "dez" e "nove". Saussure observa ainda que o princípio da arbitrariedade do signo lingüístico não implica a compreensão de que o significado dependa da livre escolha do falante. De acordo com Chomsky (1986), a gramática gerativa nada mais é do que uma gramática explícita que se preocupa com a forma e o significado das expressões dessa língua e ainda mais: com a mente/cérebro do indivíduo A gramática internalizada nasce de uma concepção gerativista da linguagem e não prescinde de uma visão interacionista do processo de aquisição e amadurecimento da linguagem. Isso significa que essa gramática tem como pressuposto um conceito de língua que se produz nas relações sociais vividas pelo falante, produzida também pelo falante que opera sobre a linguagem construindo hipóteses a respeito de seu funcionamento. Com o surgimento da gramática internalizada, não houve mais noção de erro. O verdadeiro objeto da lingüística passa a ser um componente do mundo natural. GRAMÁTICA INTERNALIZADA image1.png image2.jpeg image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg