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E.E.Otoniel Mota Eduarda Victoria bonani nº Laura Marques DEfende nº16 Loryn Américo Pereira nº19 Rebeca rosângela Teixeira Lombardi nº30 Violência Física Ribeirão Preto 2022 Eduarda Victoria bonani LAURA Marques DEFENDE Nº16 Loryn Américo Pereira nº 19 Rebeca rosângela Teixeira Lombardi nº30 Violência Física Relatório apresentado EE.Otoniel Mota como requisito parcial para o aproveitamento das disciplina e projeto vida Tutor Presencial: Patricia Ribeirão Preto 2022 Sumário Introdução 4 Desenvolvimento 5 Conclusão 9 Referências 10 Introdução A violência acontece desde o início dos tempos, porém suas formas foram evoluindo, se aprimorando e se versificando. Além de sua publicação, compreensão e intervenção também terem avançado.Observando contra crianças e adolescentes o “Bullying”,Violência contra pessoas adultas “Homem e mulher ” e Violência contra Idosos, etc... Infelizmente, a maioria dos casos de violência física contra ocorre no ambiente familiar e é praticada pelos pais e mães, irmãos, avós ou outros parentes próximos ou pessoas do seu convívio. Assim, todos os profissionais da saúde, escolares e assistência social, precisam estar atentos para identificar as situações de risco, acolher a criança/adolescente e sua família ate mesmo Idoso, promover a atenção integral e atuar na prevenção da violência. Desenvolvimento Sobre a Violência física constitui-se como o uso da força para produzir lesões, traumas, ferimentos, dores e incapacidades em outra pessoa. Ocorre em todos os ambientes, principalmente no espaço familiar e nas instituições de “proteção”. Um exemplo é o castigo corporal, usado para “educar” crianças e adolescentes, o qual deteriora a relação entre pais e filhos e ensina um modelo agressivo de solução para os problemas, quando o ideal seria buscar o diálogo. Sabemos que a infância e a adolescência são etapas fundamentais para a formação do ser humano e que toda criança e adolescente deveria ter uma família carinhosa e protetora, onde pudesse crescer e se desenvolver adequadamente. Infelizmente, a maioria dos casos de violência contra esse grupo ocorre no ambiente familiar e é praticada pelos pais e mães, irmãos, avós ou outros parentes próximos ou pessoas do seu convívio. Assim, todos os profissionais precisam estar atentos para identificar as situações de risco, acolher a criança/adolescente e sua família, promover a atenção integral e atuar na prevenção da violência. Violências contra crianças e adolescentes são quaisquer atos ou omissões dos pais, parentes, responsáveis, instituições e, em última instância, da sociedade em geral, que levam a danos físico, emocional, sexual e moral às vítimas. Esses relatos devem ser valorizados e investigados pelos profissionais, pois nem sempre as pessoas falam sobre a violência que estão sofrendo e, às vezes, os sinais e sintomas dessas vivências não são visíveis e exigem atenção, interesse e sensibilidade do profissional de saúde para identificar esses casos. Em geral, a violência física e algumas formas de negligência são mais facilmente identificadas pelo profissional de saúde, enquanto a violência psicológica e o abuso sexual são de mais difícil diagnóstico. Entre os adolescentes também se identifica como indício de violência: desejo de morte e tentativas de suicídio, uso abusivo de drogas e exposição a situações de risco como sexo desprotegido, dirigir em alta velocidade e após ter ingerido bebida alcoólica, cometer infrações, dentre outros. violência principalmente quando são membros da família, precisam ser acolhidos, orientados e, se necessário, encaminhados para atendimento específico (de saúde, social, jurídico ou outros). Recentemente, o bullying foi reconhecido como uma forma de violência que tem afetado crianças e adolescentes considerados tímidos e retraídos, pouco sociáveis, com poucas habilidades para se impor nos relacionamentos e com dificuldade para pedir ajuda. Bullying consiste na intimidação, humilhação, perseguição e exclusão, através de atitudes agressivas intencionais e repetitivas sem motivo explícito, apesar de normalmente ser relacionada a características físicas ou emocionais da vítima (obesidade, baixa estatura, deficiência física, aspectos culturais, étnicos ou religiosos). Trata-se de uma forma de comunicação entre eles na qual, tanto os meninos como as meninas, costumam ser ao mesmo tempo vítimas e autores de agressões físicas, psicológicas ou sexuais contra seus parceiros. Quando possui uma rede de apoio social, formada por amigos, vizinhos, parentes e instituições como escolas, unidades de saúde, conselhos de direitos, delegacias, entre outros, a criança/adolescente é capaz de superar as dificuldades e buscar ajuda para enfrentar os eventos negativos da vida. A vida adulta, compreendida entre os 18 e 59 anos é marcada por um conjunto de experiências, como o trabalho e consequente independência financeira, a aquisição de direitos civis e políticos, a construção de relações sexuais e afetivas e a formação da família, entre outros. No Brasil e no mundo os estudos mostram que os adultos jovens são as principais vítimas da violência, associando essas ocorrências a comportamentos que os expõem mais a eventos como consumo de drogas, envolvimento em atos ilícitos e descumprimento das regras de convivência social. Vamos agora refletir juntos sobre a diferente distribuição da violência a partir das características citadas acima. É interessante perceber que tanto homens como mulheres são vítimas e autores deste exercício de poder e opressão, chamado violência de gênero, já definida anteriormente. Esses homicídios são gerados pela violência urbana, envolvendo autores desconhecidos nas brigas de rua, nos bares, no trânsito, nas atividades de lazer e nas atividades ilícitas do tráfico de drogas e armas, e outros crimes e contravenções. As mulheres morrem menos por violências que os homens, mas sofrem mais a violência de gênero onde o principal agressor costuma ser seu atual ou ex parceiro íntimo, conhecidos, membros da família, estranhos ou agentes do Estado. Os episódios de violência vividos por elas tendem a ser repetitivos e a se tornar mais graves no decorrer do tempo. Os locais mais comuns das agressões são a residência, a comunidade, o local de trabalho e as instituições públicas como os serviços de saúde Violência contra a mulher é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada. Tanto no namoro quanto na vida conjugal, homens e mulheres, em relações homossexuais ou heterossexuais, podem vivenciar diferentes formas de violência que refletem a dificuldade de resolver os conflitos por meio do diálogo, pois muitas vezes um se sente dono dos sentimentos, desejos e experiências do outro. Nestas relações é mais comum que os homens sejam vitimizados pela violência psicológica e as mulheres pelas demais violências, principalmente a física e a sexual. No entanto, nele é possível vivenciar situações de violência como condições inapropriadas, exploração, opressão e baixa remuneração. Passamos agora a falar sobre os sinais e sintomas da violência na vida adulta, mas antes precisamos reconhecer que apenas uma parte das violências, as mais graves, gera sinais visíveis e chega aos serviços de saúde. Sabemos também que a grande maioria das pessoas em situação de violência tem dificuldade de falar sobre isso porque sente vergonha e constrangimento. Assim, os profissionais de saúde precisam conquistar a confiança dos usuários e para isso, necessitam estar capacitados para enxergar as formas de violência que não deixam marcas visíveis, identificar esses casos, acolhe-los e atuar neles, como você poderá ver mais adiante. Outros sinais mais comum associados à violência, mas nem sempre identificados como tal, porque são percebidos como «acidentais», são repetidasqueimaduras, quedas e fraturas no ambiente doméstico ou fora dele. Já entre as mulheres, situações como gravidez indesejada, abortos, morte materna, pré-natal tardio, gravidez na adolescência, diabetes gestacional, placenta prévia e doenças sexualmente transmissíveis podem estar relacionadas à violência entre parceiros íntimos. Sobre os idoso,de acordo com o Estatuto do Idoso, essa fase da vida inicia a partir dos 60 anos. A violência contra a pessoa idosa é definida como um ou repetidos atos, ou falta de ações apropriadas, ocorrendo em qualquer relação que cause danos ou omissões em relação a ela. Contra este grupo específico são cometidas várias violências de natureza física, psicológica e também sexual. Algumas são particularmente frequentes nesta fase da vida, como a negligência e a auto negligência, o abandono e o abuso econômico e financeiro. Esse último se refere à apropriação indevida ou ilegal e não consentida, dos recursos monetários e patrimoniais do idoso, geralmente por parte dos familiares. Na maioria das vezes, os idosos procuram o serviço de saúde para tratar de uma lesão física provocada por violência no trânsito, quando são vítimas de assaltantes ou por uma queda. É muito comum os idosos não revelarem que estão vivendo uma situação de violência, principalmente quando esta envolve pessoas mais próximas como membros da família ou cuidadores. Há ainda outras formas de violência que não o levam a procurar atendimento de saúde como, por exemplo, a violência financeira. Se o idoso não revela que está passando por uma situação de violência, como podemos identificá-la, preciso observar os sinais que permitem ao profissional suspeitar e, posteriormente, confirmar ou não esta situação. Estes sinais podem se referir ao comportamento do idoso e à relação do idoso com a família e com seu cuidador. Embora os principais agressores das pessoas idosas sejam filhos, genros/noras, netos e companheiros, em nossa sociedade a família ainda é o local onde elas também encontram a proteção e os cuidados de que necessitam. Equipe são fundamentais neste acompanhamento para avaliar a adesão e a aceitação do paciente e sua família ao tratamento, as necessidades específicas de cada caso, a capacidade de intervenção das equipes, as responsabilidades dos profissionais envolvidos, o compartilhamento das impressões, a articulação com outros setores da rede.Serviços pode ajudar são ONG, escola, conselho tutelar, centro de referência especializada de assistência social (crea),centro de referência de assistência social (cras) etc... Conclusão O trabalho sobre a Violência contra crianças e adolescentes “Bullying”,Violência contra pessoas adultas “Homem e mulher ” Violência contra Idosos, sofrimento de cada um deles falamos neste desenvolvimento. Violências contra crianças e adolescentes são quaisquer atos ou omissões dos pais, parentes, responsáveis, instituições e, em última instância, da sociedade em geral, que levam a danos físico, emocional, sexual e moral às vítimas. O abuso físico, sexual, psicológico, negligência e abandono, já definidos anteriormente, são os tipos de violência mais frequentemente cometidos contra eles. Bullying consiste na intimidação, humilhação, perseguição e exclusão, através de atitudes agressivas intencionais e repetitivas sem motivo explícito, apesar de normalmente ser relacionada a características físicas ou emocionais da vítima (obesidade, baixa estatura, deficiência física, aspectos culturais, étnicos ou religiosos). A violência contra os Homens é comum observar uso prejudicial de álcool e outras drogas e envolvimento em situações de risco (atividades ilícitas, sexo desprotegido, direção agressiva e envolvimento em brigas). Já entre as mulheres, situações como gravidez indesejada, abortos, morte materna, pré-natal tardio, gravidez na adolescência, pré eclampsia, diabetes gestacional, placenta prévia e doenças sexualmente transmissíveis podem estar relacionadas à violência entre parceiros íntimos. A violência contra a pessoa idosa é definida como um ou repetidos atos, ou falta de ações apropriadas, ocorrendo em qualquer relação que cause danos ou omissões em relação a ela Referências Texto http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/dados/txt_469588428.pdf Acesso em 07/09/2022 O Estatuto da Criança e Adolescente no site http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm A proteção de crianças e adolescentes consulte a cartilha Cuidar sem violência no site http://www.promundo.org.br/wp-content/uploads/2010/03/cuidar-semviolencia.pdf Acesso em: 09/09/2022. A cartilha a Maria da Penha http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/impressos/folheto/03_0755_FL.pdf http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato 2004 2006/2006/lei/l11340.htm Acesso em 109/09/2022 o Estatuto do Idoso consulte o site http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741.htm Acesso em 11/09/2022 Conselho Tutelar : http://www.portaldoconselhotutelar.com.br Acesso em 11/09/ 2022 3 image1.jpeg