Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PEQUENA CIRCULAÇÃO: 
O sangue que chega ao átrio direito através da
veia cava superior e veia cava inferior é forçado
pela contração atrial a passar pela valva tricúspide
e desembocar no ventrículo direito, este bombeia o
sangue através da válvula pulmonar para a artéria
pulmonar, chegando aos pulmões. 
Nos pulmões ocorrem as trocas gasosas, ou seja,
a saída de CO2 do sangue para os pulmões que
será eliminado pela respiração e a entrada de O2
para suprir todas as células do corpo (Circulação
Pulmonar). Logo após, o sangue é levado até o
átrio esquerdo pelas veias pulmonares. 
A contração do átrio esquerdo força o sangue a
passar pela valva mitral para o ventrículo
esquerdo. Com sua contração, o sangue passa
pela válvula aórtica, chegando à artéria aorta que
percorrerá todos os sistemas.
A contração de uma câmara
cardíaca é chamada sístole e
o seu relaxamento é chamada
diástole. Normalmente 2 átrios
se contraem quase que
simultaneamente, e os 2
ventrículos também contraem
simultaneamente.
No sistema cardiovascular humano a circulação é
considerada dupla, porque o sangue passa duas
vezes pelo coração para completar seu percurso,
realizando, assim, dois circuitos, a pequena
circulação ou circulação pulmonar e a grande
circulação ou circulação sistêmica.
GRANDE CIRCULAÇÃO:
O sangue passa ao ventrículo esquerdo,
que o impulsiona com grande potência, e
sai do coração pela artéria aorta.
A artéria aorta se ramifica e dela partem
muitas artérias que vão para todas as
partes do corpo. Assim, o sangue que
seguimos poderá se dirigir à cabeça, ao
braço ou ao abdome. Em qualquer
dessas partes, o sangue chega aos
capilares e fica muito próximo das
células. Então, libera oxigênio e recolhe
gás carbônico.
O sangue volta ao coração por veias cada
vez maiores até que entra no átrio direito
pela veia cava superior ou veia cava
inferior. Termina, assim, a viagem do
sangue começando tudo novamente.
@ENF.RAYBEATRIZ
As artérias transportam sangue
arterial (rico em O2), exceto as
artérias pulmonares.
Veias transportam sangue venoso
(pobre em O2), exceto as veias
pulmonares.
SISTEMA DE CONDUÇÃO:
O sistema de condução do coração é
responsável por regular e coordenar os
batimentos cardíacos, garantindo que o
coração se contraia de maneira eficaz e
bombeie sangue para todo o corpo. O sistema
de condução é composto por várias
estruturas especializadas que trabalham
juntas para gerar e propagar os impulsos
elétricos necessários para o
funcionamento adequado do coração.
As principais estruturas envolvidas no sistema
de condução do coração incluem:
Nó sinoatrial (SA): Localizado na parede do
átrio direito, o nó SA é conhecido como
"marcapasso natural" do coração. Ele gera
impulsos elétricos rítmicos que iniciam os
batimentos cardíacos. Esses impulsos se
propagam pelos átrios, causando sua
contração.
Nó atrioventricular (AV): Localizado no septo
entre os átrios direito e esquerdo, o nó AV
atua como um "nó de atraso". Ele retarda a
propagação dos impulsos elétricos,
permitindo que os átrios se contraiam
completamente antes de os ventrículos serem
estimulados. Esse atraso é essencial para
permitir o enchimento adequado dos
ventrículos.
Feixe de His: Após passar pelo nó AV, os
impulsos elétricos atravessam o feixe de His,
que se divide em dois ramos: o ramo direito e
o ramo esquerdo.
Fibras de Purkinje: Esses ramos se
estendem pelos ventrículos e são compostos
por fibras especializadas chamadas de fibras
de Purkinje. Elas conduzem rapidamente os
impulsos elétricos pelos ventrículos,
estimulando sua contração coordenada e
eficiente.
Esse sistema de condução garante que os
átrios se contraiam primeiro, permitindo que o
sangue flua para os ventrículos. Em seguida,
os ventrículos se contraem, bombeando o
sangue para as artérias e para o restante do
corpo. O ciclo de contração e relaxamento do
coração é repetido continuamente, mantendo
o fluxo sanguíneo adequado.
PROPRIEDADES DO MÚSCULO CARDÍACO
Inotropismo = Contração;
Cronotropismo = Frequência;
Dromotropismo = Condução.
1.
2.
3.
regulação da pressão arterial
A pressão arterial é a força exercida pelo
sangue contra as paredes das artérias
enquanto o coração bombeia o sangue
para o corpo. A PA depende do débito
cardíaco (DC) e da resistência periférica total
(RPT). PA = DC (VS x FC) x RVP.
Pressão sanguínea sistólica: É a pressão
arterial máxima exercida nas paredes das
artérias durante a contração do coração,
conhecida como sístole. Representa o valor
mais alto registrado na leitura da pressão
arterial. A pressão sistólica ocorre quando o
coração está bombeando sangue para fora
dos ventrículos.
Pressão sanguínea diastólica: É a pressão
arterial mínima exercida nas paredes das
artérias durante o relaxamento do coração,
conhecido como diástole. É o valor mais
baixo registrado na leitura da pressão arterial.
A pressão diastólica ocorre quando o coração
está relaxado e se enchendo de sangue
antes da próxima contração.
Pressão diferencial: Também conhecida
como pressão de pulso, é a diferença entre
a pressão sanguínea sistólica e a pressão
sanguínea diastólica. Essa medida reflete a
força de impulso do sangue nas artérias a
cada batimento cardíaco e pode fornecer
informações sobre a elasticidade e a
resistência das paredes arteriais. Por
exemplo, se a pressão sistólica for 120
mmHg e a pressão diastólica for 80 mmHg, a
pressão diferencial seria de 40 mmHg.
Resistência vascular periférica: 
É a resistência encontrada nos vasos
sanguíneos que transportam o sangue para
fora do coração e para os tecidos periféricos
do corpo. É influenciada principalmente
pelo diâmetro dos vasos sanguíneos e
pela viscosidade do sangue.
DÉBITO CARDÍACO
Refere-se à quantidade de sangue
bombeada pelo coração em um
minuto. O débito cardíaco é calculado
multiplicando-se o volume sistólico (a
quantidade de sangue bombeada a
cada batimento cardíaco) pela
frequência cardíaca.
De acordo com a Lei de Poiseuille, o fluxo
sanguíneo (e, por extensão, a pressão
sanguínea) é diretamente proporcional ao
débito cardíaco e inversamente proporcional
à resistência vascular periférica.
Em termos práticos, quando o débito cardíaco
aumenta (mais sangue é bombeado pelo
coração), o fluxo sanguíneo aumenta, a
resistência vascular periférica diminui (os vasos
sanguíneos se dilatam), e, consequentemente,
a pressão arterial que está alta tende a diminuir.
Por outro lado, se o débito cardíaco diminui
(menos sangue é bombeado pelo coração), o
fluxo sanguíneo diminui, a resistência vascular
periférica aumenta (os vasos sanguíneos se
contraem), a pressão arterial que está baixa
tende a aumentar.
Pressão sanguínea arterial média: É a média
da pressão exercida nas paredes das artérias
ao longo de um ciclo completo de batimentos
cardíacos. A pressão arterial média é calculada
levando em consideração tanto a pressão
sistólica quanto a pressão diastólica, com uma
ênfase maior na pressão diastólica. 
Geralmente, é estimada usando uma fórmula
que leva em consideração a pressão diastólica
e um terço da diferença entre a pressão sistólica
e a pressão diastólica. 
regulação da pressão arterial
A regulação da pressão sanguínea é um
processo complexo e dinâmico que envolve
mecanismos de curta duração (regulação rápida)
e mecanismos de longa duração (regulação
lenta). Esses mecanismos atuam em conjunto
para manter a pressão arterial dentro de faixas
adequadas.
Mecanismos de curta duração (regulação rápida):
Barorreceptores: São sensores de pressão
localizados nas paredes das grandes artérias,
como a artéria carótida e a artéria aorta. Esses
receptores detectam mudanças na pressão
arterial e enviam sinais ao centro cardiovascular
no sistema nervoso central. Quando os
barorreceptores detectam um aumento na
pressão arterial, eles ativam uma resposta
para diminuir a pressão, como a redução da
frequência cardíaca e o relaxamento dos
vasos sanguíneos. 
Por outro lado, se os barorreceptores detectarem
uma diminuição na pressão arterial, eles
desencadeiam uma resposta para aumentar a
pressão, como o aumento da frequênciacardíaca e a constrição dos vasos
sanguíneos.
Reflexo da vasoconstrição e vasodilatação:
Além dos barorreceptores, outros sensores no
corpo detectam mudanças nos níveis de oxigênio,
dióxido de carbono e pH sanguíneo. Esses
sensores ativam respostas de vasoconstrição ou
vasodilatação para ajustar o calibre dos vasos
sanguíneos e modular a resistência vascular
periférica.
• Formado pela dobra da Camada íntima;
• Evitam o movimento retrógrado;
• Não existem em veias muito pequenas e nem
em grandes veias.
VÁLVULAS VENOSAS
Mecanismos de longa duração (regulação
lenta):
Sistema renina-angiotensina-aldosterona:
Este sistema envolve a liberação do hormônio
renina pelos rins em resposta à diminuição do
fluxo sanguíneo renal ou diminuição da
pressão arterial. A renina ativa a
angiotensina, que por sua vez leva à produção
de aldosterona pelas glândulas suprarrenais.
A aldosterona promove a reabsorção de
sódio nos rins, o que aumenta a retenção
de água e, consequentemente, aumenta o
volume sanguíneo e a pressão arterial.
Sistema nervoso simpático: Quando ocorre
uma diminuição da pressão arterial, os
barorreceptores ativam o sistema nervoso
simpático, que libera noradrenalina, um
neurotransmissor que causa vasoconstrição
e aumento da frequência cardíaca,
aumentando assim a pressão arterial.
Excreção de fluidos pelos rins: Quando a
pressão arterial está alta, os rins eliminam o
excesso de água e sal do corpo, reduzindo
assim o volume sanguíneo e a pressão
arterial.
Sistema Respiratório
▪ Trocas gasosas;
▪ Condução do ar;
▪ Aquecimento e umidificação do ar;
▪ Fonação, olfaçao, equilibrio ácido-Base,
regulação da temperatura.
FUNÇÕES:
VIAS RESPIRATÓRIAS SUPERIORES:
VIAS RESPIRATÓRIAS INFERIORES:
A porção condutora é constituída por fossas
nasais, faringe, laringe, traqueia, brônquios
e bronquíolos. Essas estruturas são
responsáveis pela filtragem, aquecimento e
umidificação do ar inspirado, além de
conduzirem o ar para as partes mais profundas
dos pulmões.
ZONAS: CONDUÇÃO X RESPIRATÓRIA
É nos alvéolos que as trocas gasosas
são realizadas.
Enquanto a porção respiratória é
constituída pelos bronquíolos respiratórios,
ductos alveolares e alvéolos, refere-se às
regiões dos pulmões onde ocorrem as trocas
gasosas entre o ar e o sangue.
As vias aéreas são geradas durante o
desenvolvimento embrionário por um processo
de ramificação traqueobrônquica, que
começa com o surgimento do divertículo
respiratório e continua através de múltiplas
divisões e ramificações até formar as
estruturas das vias aéreas, desde a traqueia
até os alvéolos pulmonares.
GERAÇÃO DAS VIAS AÉREAS:
MÚSCULOS DA RESPIRAÇÃO:
PLEURA:
A pleura é uma pequena camada de
tecido fino que reveste os pulmões
(pleura visceral) e a parede interna
do tórax (pleura parietal).
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
PLEURA PARIETAL
PLEURA 
VISCERAL
CAVIDADE
PLEURAL
VENTILAÇÃO PULMONAR:
Mecânica ventilatória
A ventilação pulmonar refere-se ao processo
de movimentação do ar para dentro e para
fora dos pulmões, permitindo a troca de
gases entre o organismo e o ambiente. Esse
processo ocorre por meio da contração e
relaxamento dos músculos respiratórios,
principalmente o diafragma e os músculos
intercostais.
INSPIRAÇÃO EXPIRAÇÃO
cavidade torácica 
se EXPANDE
cavidade torácica 
se CONTRAI
Músculos intercostais
externos contraem
Músculos intercostais
externos relaxam
Diafragma 
contrai
Diafragma 
relaxa
1. Diferença de Pressão
2. Movimento Muscular
CICLO RESPIRATÓRIO:
O músculo mais importante nesse
processo é o diafragma, que se contrai
e se move para baixo, aumentando o
espaço na cavidade torácica. Os
músculos intercostais também se
contraem, elevando as costelas e
expandindo a caixa torácica lateralmente.
Esse aumento do volume da caixa
torácica resulta em uma pressão
negativa dentro dos pulmões, em
relação ao ambiente externo. Como
resultado, o ar flui para dentro dos
pulmões, seguindo o gradiente de
pressão.
INSPIRAÇÃO:
EXPIRAÇÃO:
O diafragma relaxa e se move para
cima, diminuindo o espaço na cavidade
torácica. As costelas também retornam à
sua posição original, diminuindo a caixa
torácica lateralmente. Esse processo
reduz o volume dos pulmões,
aumentando a pressão dentro deles.
Como resultado, o ar é expelido dos
pulmões, seguindo o gradiente de
pressão.
COMPLACÊNCIA PULMONAR:
É a medida da facilidade com que os
pulmões se esticam quando são
preenchidos de ar. 
A complacência pulmonar depende das
propriedades elásticas (elastina e
colágeno) dos pulmões e dos tecidos que
os envolvem, como o tecido pulmonar, o
tecido conjuntivo e a parede torácica. A
complacência é influenciada por vários
fatores, incluindo:
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
A presença de fibras elásticas nos
alvéolos e nos tecidos pulmonares
contribui para a complacência pulmonar.
Tensão superficial: A presença de uma
fina camada de líquido nos alvéolos cria
uma força de tensão superficial que tende a
colapsar os alvéolos. No entanto, a
presença de surfactante pulmonar
(composta de fosfolipídios e proteínas),
uma substância que reduz a tensão
superficial, diminui a resistência ao colapso
alveolar e aumenta a complacência
pulmonar.
Em bebês prematuros, a produção de
surfactante é insuficiente ou ausente,
resultando em uma alta tensão
superficial que dificulta a expansão e
retração adequadas dos pulmões.
Como resultado, os bebês com SDR
apresentam dificuldades respiratórias
significativas, como respiração rápida e
superficial, cianose (coloração azulada da
pele devido à falta de oxigenação
adequada) e retração das áreas ao redor
das costelas e do esterno durante a
respiração. A falta de complacência
pulmonar adequada torna a respiração
ineficiente e pode levar à insuficiência
respiratória.
 SÍNDROME DO DESCONFORTO
RESPIRATÓRIO DO RECÉM- NASCIDO
RESISTÊNCIA DAS VIAS
RESPIRATÓRIAS:
A resistência das vias respiratórias refere-se
à dificuldade com que o ar flui através das
vias aéreas durante a respiração. É
determinada por vários fatores, incluindo o
diâmetro das vias aéreas, a viscosidade do
ar e a obstrução das vias.
VOLUME E CAPACIDADES
PULMONARES:
São medidas que descrevem a quantidade
de ar que pode ser movimentada dentro e
fora dos pulmões durante a respiração.
Volume corrente (VC): É a quantidade de
ar inspirado ou expirado em uma
respiração tranquila normal, sem esforço
adicional. O VC médio é de cerca de 500
ml.
Volume de reserva inspiratório (VRI): É o
ar que falta inspirar depois da inspiração do
VC.
Volume de reserva expiratório (VRE): É
o ar que falta expirar depois da expiração
do VC.
Volume residual (VR): É a quantidade de
ar que permanece nos pulmões após uma
expiração máxima. O VR é importante
porque mantém os alvéolos pulmonares
abertos e ajuda na troca gasosa. 
Capacidade inspiratória (CI): É o volume
máximo de ar que pode ser inspirado após
uma expiração tranquila. É a soma do
volume corrente e do volume de reserva
inspiratória.
Capacidade funcional residual (CFR): É
a quantidade de ar que permanece nos
pulmões após uma expiração tranquila. É a
soma do volume residual e do volume de
reserva expiratória. 
Capacidade vital (CV): É o volume
máximo de ar que pode ser expirado após
uma inspiração máxima. É a soma do
volume corrente, volume de reserva
inspiratória e volume de reserva
expiratória.
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
Capacidade pulmonar total (CPT): É a
capacidade máxima de ar que os pulmões
podem conter. É a soma de todos os
volumes pulmonares, incluindo o volume
residual. A CPT média é de cerca de 5,8 a
6 litros.
A avaliação das medidas de volume e
capacidades pulmonares pode ser
realizada por meio de testes de função
pulmonar, como a espirometria, que é um
procedimento comum para medir o fluxo e
a capacidade pulmonar.
trocas gasosas:
As trocas gasosas ocorrem nos pulmões,
onde ocorre a transferência de oxigênio
(O2) dos alvéolos para o sangue e a
eliminação de dióxido de carbono (CO2) do
sangue para os alvéolos.
Artérias Pulmonares: transportam sangue
venoso do ventrículo direito do coração
para ospulmões. Ao contrário das artérias
sistêmicas, as artérias pulmonares
transportam sangue com baixo teor de
oxigênio. 
Capilares Pulmonares: são pequenos
vasos sanguíneos localizados nas paredes
dos alvéolos pulmonares. É nesses
capilares que ocorrem as trocas
gasosas entre o sangue e o ar inspirado.
O oxigênio difunde-se dos alvéolos para os
capilares e se liga à hemoglobina nos
glóbulos vermelhos, enquanto o dióxido de
carbono se difunde dos capilares para os
alvéolos para ser expirado.
Veias Pulmonares: são responsáveis por
transportar o sangue arterial dos pulmões
de volta ao coração, especificamente para
o átrio esquerdo. 
PRINCIPAIS CÉLULAS
PULMONARES:
Pneumócitos tipo I: Essas células são
células epiteliais finas e planas que revestem
os alvéolos pulmonares. Sua principal função
é facilitar as trocas gasosas, permitindo a
difusão eficiente de oxigênio e dióxido de
carbono entre os alvéolos e os capilares
pulmonares.
Pneumócitos tipo II: Essas células secretam
uma substância chamada surfactante
pulmonar. O surfactante reduz a tensão
superficial nos alvéolos, evitando que eles se
colapsem. Além disso, os pneumócitos tipo II
também desempenham um papel na defesa
pulmonar, produzindo substâncias que
ajudam a proteger os pulmões contra
patógenos e outros agentes irritantes.
Após uma lesão:
• Células do tipo I se degeneram;
• Células do tipo II se proliferam e cobrem o
espaço alveolar, reestabelecendo a
continuidade da camada epitelial. Assim,
células do tipo II parecem servir também como
células de reparo.
É a estrutura responsável pelas trocas gasosas
nos pulmões. Ela é composta por várias
camadas e estruturas que permitem as trocas
gasosas.
A membrana respiratória é formada pelos
seguintes componentes:
Membrana alveolar: É a camada mais interna
da membrana respiratória e é composta pelos
pneumócitos tipo I, que são células epiteliais
finas e planas. 
MEMBRANA RESPIRATÓRIA:
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
Membrana capilar: É a camada externa da
membrana respiratória e é composta pelas
células endoteliais dos capilares pulmonares.
Essas células formam uma parede capilar muito
fina, permitindo uma troca eficiente de gases
entre o sangue e o ar alveolar.
Entre a membrana alveolar e a membrana
capilar, existem algumas estruturas que facilitam
as trocas gasosas:
Líquido alveolar: Esse líquido contém o
surfactante pulmonar, que reduz a tensão
superficial nos alvéolos. Além disso, também
ajuda a manter a umidade necessária para a
difusão eficiente dos gases.
Membrana basal: É uma camada fina de tecido
conjuntivo localizada entre a membrana alveolar
e a membrana capilar. A membrana basal
fornece suporte estrutural e contribui para a
integridade da membrana respiratória.
• Fatores que afetam a velocidade de difusão
dos gases através da membrana: Espessura
da membrana; Área de superfície da membrana;
Coeficiente de difusão do gás.
VENTILAÇÃO-PERFUSÃO:
Ventilação refere-se ao movimento de ar para
dentro e para fora dos pulmões, enquanto
perfusão é o fluxo sanguíneo através dos
capilares pulmonares.
A distribuição da ventilação e perfusão nos
pulmões não é uniforme e varia de acordo com a
posição anatômica. A base dos pulmões, que é
a região inferior, é mais ventilada e
perfundida em comparação com o ápice, que
é a região superior. Existem algumas razões
para essa diferença na distribuição da ventilação
e perfusão:
Gravidade: A base dos pulmões é mais
gravitacionalmente dependente, o que
significa que há uma maior pressão
hidrostática na base em comparação com
o ápice.
Pressão intrapleural: A pressão
intrapleural é menor na região basal em
comparação com o ápice dos pulmões.
Isso ocorre devido à força da gravidade
que puxa os pulmões para baixo,
resultando em uma expansão maior das
vias aéreas e dos alvéolos nas regiões
basais. Essa expansão facilita a
ventilação nessa região.
A combinação de uma ventilação mais
eficiente e uma menor perfusão sanguínea
resulta em uma relação ventilação-
perfusão maior no ápice dos pulmões.
HEMATOSE:
Consiste na troca de gases através da
membrana respiratória (alvéolo- capilar) entre
o ar alveolar e o sangue capilar, de modo que
o oxigênio tende a se difundir do ar alveolar
para o sangue e o dióxido de carbono tende
a fazer o inverso.
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
transporte dos gases EFEITO HALDANE:
Existem três principais mecanismos de
transporte dos gases respiratórios:
Transporte de oxigênio (O2): A maior parte
do oxigênio é transportado no sangue ligado à
hemoglobina nos glóbulos vermelhos. Uma
pequena quantidade de oxigênio também se
dissolve diretamente no plasma sanguíneo.
Transporte de dióxido de carbono (CO2): O
CO2 é transportado de três maneiras: como
íons bicarbonato (HCO3-) no plasma
sanguíneo, dissolvido diretamente no plasma
sanguíneo e ligado à hemoglobina.
Transporte de outros gases: Outros gases,
como monóxido de carbono (CO) e óxido
nítrico (NO), também podem ser transportados
no sangue ligados à hemoglobina.
Esses mecanismos garantem a captação de
oxigênio nos pulmões e a eliminação de
dióxido de carbono, fornecendo os gases
necessários para as células e tecidos do
organismo.
Fatores que reduzem a afinidade da Hb-O2:
1. Redução do pH (Aumento da concentração de
H+) → Efeito Bohr: Em um ambiente ácido
(baixo pH), a afinidade da hemoglobina pelo
oxigênio diminui, e ela libera mais facilmente o
oxigênio para os tecidos. Isso é benéfico porque
permite que o oxigênio seja liberado nos tecidos
onde há uma maior necessidade metabólica;
2. Aumento da 2,3 bifosfoglicerato (BPG);
3. Aumento da concentração de gás carbônico;
4. Aumento da Temperatura.
Quando a hemoglobina se liga ao oxigênio,
sua afinidade pelo CO2 é diminuída, e quando
se desoxigena, sua afinidade pelo CO2
aumenta.
REGULAÇÃO DA RESPIRAÇÃO:
A regulação da respiração é um processo
complexo que envolve o sistema nervoso
central, os quimiorreceptores, os receptores
periféricos e outros mecanismos de
retroalimentação. O objetivo principal da
regulação da respiração é manter um
suprimento adequado de oxigênio e eliminar o
dióxido de carbono do corpo.
Sensores = receptores (aferentes);
Efetores = músculos respiratórios
(eferentes)
CENTRO RESPIRATÓRIO:
GRUPO RESPIRATÓRIO DORSAL:
GRUPO RESPIRATÓRIO VENTRAL:
É responsável por gerar os impulsos
nervosos que estimulam os músculos
inspiratórios, para iniciar a inspiração. O
GRI está localizado no bulbo, na região
conhecida como núcleos respiratórios dorsais.
Ele é responsável pela atividade básica de
respiração em repouso. Começa fracamente
e aumenta de forma constante, dura 2s e
cessa 3s subsequentes.
É responsável por controlar a atividade dos
músculos expiratórios durante a
respiração. Está localizado na ponte, na
região conhecida como núcleos respiratórios
ventrais. Ele é ativado principalmente
durante a respiração forçada ou em certas
condições fisiológicas, como o exercício
físico.
@ENF.RAYBEATRIZ
Sistema Respiratório
CENTRO PNEUMOTÁXICO:
Localizado no tronco cerebral, na região
conhecida como núcleo pneumotáxico, esse
centro desempenha um papel na regulação da
frequência e profundidade das respirações.
Ele inibe a atividade do GRD, promovendo
uma respiração mais curta e rápida.
Receptores:
- Terminais nervosos mielinizados localizados
na musculatura lisa das vias aéreas.
- Informam ao centro respiratório o grau de
insuflação pulmonar.
REFLEXO DE INSUFLAÇÃO DE 
HERING-BREUER:
Quando os pulmões estão excessivamente
esticados devido a uma grande inspiração, os
receptores de estiramento pulmonar enviam
sinais para inibir o centro respiratório,
reduzindo a frequência e a profundidade da
respiração. Esse reflexo é importante para
evitar a sobredistensão dos pulmões e
proteger contra danos pulmonares.
DA RESPIRAÇÃO:
Refere-se à regulação da respiração com
base em sinais químicos no organismo,
principalmente os níveis de dióxido de
carbono (CO2), oxigênio (O2) e pH no
sangue. Existem dois principais mecanismos
químicos envolvidos no controle da
respiração: os quimiorreceptores centrais eos
quimiorreceptores periféricos.
controle químico
QUIMIORRECEPTORES CENTRAIS:
QUIMIORRECEPTORES PERIFÉRICOS:
OUTROS RECEPTORES:
Localizados no bulbo, na região conhecida
como centro respiratório, esses
quimiorreceptores são sensíveis às mudanças
nos níveis de dióxido de carbono (CO2) e pH
no líquido cerebrospinal. 
Quando os níveis de CO2 aumentam no
sangue, o CO2 se difunde para o líquido
cerebrospinal, levando a um aumento na
concentração de íons de hidrogênio (H+), o que
diminui o pH. 
Essas alterações químicas são detectadas
pelos quimiorreceptores centrais, que
estimulam o centro respiratório a aumentar a
frequência e a profundidade das respirações
para eliminar o excesso de CO2 e normalizar
o pH sanguíneo.
Localizados nas artérias carótidas e aórticas, e
são sensíveis aos níveis de oxigênio no
sangue. Baixos níveis de oxigênio (hipóxia)
estimulam esses quimiorreceptores,
desencadeando uma resposta no sistema
nervoso central para aumentar a ventilação
pulmonar e melhorar a captação de oxigênio.
Essa resposta é importante para garantir que os
tecidos do corpo recebam oxigênio suficiente.
Receptores do nariz e vias aéreas
superiores, receptores articulares, sistema
gama, nociceptores, pressorreceptores
arteriais.
@ENF.RAYBEATRIZ

Mais conteúdos dessa disciplina