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BEM-VINDOS COMBINADO Expectativas Regras de Convivência Apresentação Pessoal Horários HORÁRIOS INÍCIO – 08:30 COFFEE BREAK 10:15 – 10:30 ALMOÇO 12:00 – 13:30 COFFEE BREAK 15:00 – 15:15 TÉRMINO 16:30 ELÉTRICA E DIAGNÓSTICO 01 02 03 Especificações Gerais Sensores Diagramas Elétricos ESPECIFICAÇÕES GERAIS 01 CABINE CHICOTE PRINCIPAL TERMINADORES CAN CAIXA DE FUSÍVEIS/RELE CONECTORES (BULKHEADS) CAIXA DE FUSÍVEIS E CONECTORES DE DIAGNÓSTICO NOVA CAIXA DE FUSÍVEL ➢ MINI FUSÍVEIS CONECTORES DE DIAGNÓSTICO ➢ PRETO – CAN1 E CAN2 ➢ VERDE – CAN 3 (PRECISION FARMING) ADAPTADOR CAIXA DE FUSÍVEIS E RELES (CABINE) CAIXA DE FUSÍVEIS E RELES (CABINE) MÓDULO DE CONTROLE UNIVERSAL • UCM1 • CONTROLE DA PARTE FRONTAL DA MÁQUINA • FACILIDADE NA RETIRADA DOS CONECTORES BULKHEADS CONECTORES 2 CONECTORES – INTERFACE DA CABINE COM OS CHICOTES EXTERNOS 1 CONECTOR – FONTE DE ALIMENTAÇÃO BATERIA NOVO LOCAL DA BATERIA (LADO DIREITO) PARTIDA 12V AMPERAGEM 100A ALTERNADOR 200A CONTROLADOR MD1 CAIXA DO MOTOR NOVOS CHICOTES E CONECTORES CHICOTE DE FIOS DA CAIXA DO MOTOR TRASEIRO CHICOTES UCM-2 CHICOTES DAS BOMBAS CHICOTES DE FIOS DA CAIXA DO MOTR DIANTEIRO CAIXA DO MOTOR – ACESSO A CAIXA ELÉTRICA ACESSO AOS FUSÍVEIS E AOS RELÊS UCM-2 PLACA DE MONTAGEM ELÉTRICA (BRANCA) MONTADA COM ISOLADORES DE BORRACHA RELÊS / FUSÍVEIS CAIXA DE FUSÍVEIS E RELES (ACIMA DA CAIXA DO MOTOR) CAIXA DE FUSÍVEIS E RELES (ACIMA DA CAIXA DO MOTOR) CAIXA DE FUSÍVEIS E RELES (ACIMA DA CAIXA DO MOTOR) CABOS DA BATERIA FUSÍVEL DA CABINE (PRINCIPAL) POTO PARA TRANSFERÊNCIA DE CARGA DESCONECTAR A BATERIA (ACESSO DO EXTERIOR) Amperagem – 200A PARTE TRASEIRA LADO ESQUERDO TERMINADOR CAN INTERFACE DO CHICOTE DO ELEVADOR INTERFACE COM LUZES TRASEIRAS INTERFACE MOTOR DA ESTEIRA SISTEMA DE LUZES DE SAÍDA RECURSO TRANSFERIDO DAS COLHEITADEIRAS, APÓS DESLIGAR A CHAVE DE IGNIÇÃO E SE OS FARÓIS ESTAVAM ACESOS, AS LUZES PERMANECERÃO ACESAS POR UM PADRÃO DE 90 SEGUNDOS. O OPERADOR PODE AJUSTAR ESSE TEMPO, QUE VARIA DE 30 A 120 SEGUNDOS SISTEMA DE LUZES SERVIÇO ➢ NOVAS LUZES DE SERVIÇO DENTRO DO COMPARTIMENTO DO MOTOR ➢ PARA A LUZ DE SERVIÇO QUE ESTÁ NO CORTADOR DE PONTAS, USADA PARA SERVIÇOS NO CORTE DE BASE, FOI IMPLEMENTADO UM SISTEMA DE SEGURANÇA QUE EVITA O ARRANQUE DO MOTOR QUANDO ESSA LUZ ESTÁ LIGADA SOLENOIDE • TRANSFORMA UM SINAL ELÉTRICO EM UMA AÇÃO MECÂNICA. • COMPOSIÇÃO: BOBINA DE FIO COM UM ÊMBOLO MÓVEL. • FUNCIONAMENTO: A CORRENTE ELÉTRICA PARA PELA BOBINA GERANDO UM CAMPO MAGNÉTICO QUE ACIONA UM ÊMBOLO OU UM CARRETEL PERMITINDO OU BLOQUEANDO A PASSAGEM DE ÓLEO. PWM • SOLENOIDE QUE TRABALHA COM PULSOS VARIÁVEIS, PODENDO ASSIM VARIAR AS POSIÇÕES DO ÊMBOLO OU CARRETEL, TENDO ENUMERAS POSSIBILIDADES DE FLUXO DE ÓLEO. SENSORES • OS SENSORES TRANSFORMAM OS SINAIS NÃO ELÉTRICOS, EM SINAIS ELÉTRICOS. SENSORES 02 Footer Componentes Elétricos Sensores SENSOR DE NÍVEL DE LÍQUIDO REFRIGERANTE • Sensor utilizado para informar ao módulo a presença ou ausencia do líquido de refrigeração. Sensor 2 cabos que Funciona com o conceito de aberto/fechado, acusa presença ou não de agua e não a quantidade de líquido presente. CAVIDADE FUNÇÃO 1 TERRA 2 Sinal Teste: Verificar com multímetro o monitor(Pro 700) a variação de voltajem no sensor conforme presença ou não de objeto metálico próximo ao sensor. Footer 29 Componentes Elétricos Sensores TRANSDUTOR DE PRESSÃO (BAIXA) DO AR CONDICIONADO • Os sensores transformam os sinais não elétricos, em sinais elétricos. CAVIDAD FUNCIÓN 1 ALIMENTAÇÃO 2 SINAL 3 TERRA Especificações Elétricas Alimentação: 5 +/- 0.5 Volts Corrente máxima: 7 mA Temperatura de operação: 40 – 135º C • Eles são sensores que convertem a pressão em um sinal analógico ou digital para uma ECU. Em qualquer dos casos as suas funções são proteger o compressor por falta de fluido refrigerante ou por excesso de pressão no sistema e controlar os ventiladores elétricos, mantendo a pressão de trabalho dentro dos limites adequados. Teste: No Monitor(Pro 700) ou com o multímetro, verificar a variação de tensão X pressão no pino 2 do conector SENSOR DO PICADOR E CORTE DE BASE • Sensor indutivo • A proximidade do sensor com uma parte metálica modifica o campo magnético do imã permanente existente no sensor. Quando está parado, o campo magnético fica estável. Quando se movimenta, a movimentação do componente gera uma perturbação do campo magnético. Ou seja, o movimento gera uma variação no fluxo magnético e isso faz com que surja na bobina do sensor (indutor) uma tensão induzida. • Tensão varia de 5 a 30v dc SENSOR DO AUTOTRACKER • SENSOR DE POSIÇÃO, DE ACORDO COM A VARIAÇÃO DA SUSPENSÃO DA MÁQUINA, TEM- SE UMA VARIAÇÃO DA HASTE • COM A VARIAÇÃO DA HASTE TEM UMA VARIAÇÃO NA TENSÃO DO SENSOR DENTRO DO CILINDRO • FIO VERDE SINAL = TENSÃO DE 0,5V A 4,5V • FIO MARROM = POSITIVO • FIO BRANCO = NEGATIVO NOVO SENSOR DE ALTURA DO CORTE DE BASE AUTOTRACKER SENSOR DE NÍVEL DO TANQUE HIDRÁULICO • SENSORES DE NÍVEL, TAMBÉM CONHECIDOS COMO “CHAVE DE NÍVEL” OU “BÓIA DE NÍVEL“, FUNCIONAM COM CONTATO REED SWITCH E FLUTUADOR MAGNÉTICO. O MOVIMENTO DESSE FLUTUADOR ABRE OU FECHA O CONTATO DO REED SWITCH. • TENSÃO MÁXIMA DE 100V DC SENSOR DE TEMPERATURA NO CATALISADOR • SENSOR DO TIPO PTC • OS SENSORES DO TIPO PTC POSSUEM RESISTÊNCIA PROPORCIONAL À TEMPERATURA, ATUAM NUMA FAIXA RESTRITA EM VIRTUDE DA FALTA DE LINEARIDADE E TEM COMO PECULIARIDADE POSSUÍREM UM PONTO DE TRANSIÇÃO, OU SEJA, SOMENTE A PARTIR DE UMA DETERMINADA TEMPERATURA EXIBIRÁ UMA VARIAÇÃO ÔHMICA COM A VARIAÇÃO DA TEMPERATURA. SENSOR DE RODA • SENSOR DO TIPO HALL • OS SENSORES HALL SÃO SENSORES DE CAMPO MAGNÉTICOS E, O SENSORIAMENTO MAGNÉTICO É FEITO POR MEIO DE SEMICONDUTORES. ESTE TIPO DE SENSOR RECEBE UMA ALIMENTAÇÃO VINDA DA CENTRAL ELETRÔNICA. QUANDO UM CAMPO MAGNÉTICO PASSA PELO SENSOR, GERA-SE UMA TENSÃO ENTRE OS TERMINAIS A E B DEVIDO AO DESVIO DA CORRENTE ELÉTRICA. ESSE DESVIO FOI PROVOCADO PELO CAMPO MAGNÉTICO EXTERNO. O SINAL GERADO SERÁ PROCESSADO PELO CIRCUITO INTERNO DO SENSOR E PRODUZIRÁ UM SINAL DE SAÍDA DIGITAL PARA A CENTRAL ELETRÔNICA. 36 Sensor de Roda Teoria de Funcionamento • Para que se forneça os valores de direção e velocidade é necessário a atuação de uma força magnética no sensor. Dentro do motor hidráulico encontra-se um anel magnético polarizado. Portanto, de acordo com a rotação do anel e a posição do sensor em relação ao anel, gera-se os sinais de direção e velocidade. O anel do magnético do lado direito e do lado esquerdo são invertidos, um sensor lê primeiro o polo norte e o outro polo sul. 37 Sensor de Roda Verificação do funcionamento em Diagnóstico no monitor • A primeira verificação que deve ser feita para validar se o sensor está funcionamento corretamente é analisar os valores de tensão em diagnóstico no monitor. 1° Passo entrar em Diagnóstico. 2° Passo clicar em acionamento de avanço e selecionar “Dir motor acion avanço esq” e “Dir motor acion avanço dir”. 38 Sensor de Roda Verificação do funcionamento em Diagnóstico no monitor • 3° passo – Quando a máquina não está em movimento, os valores de tensão serão iguais do lado direito e esquerdo. E se clicar na seta ao lado, os valores tem que ser “Baixa” e “Alta”. 39 Sensor de Roda Verificação do funcionamento em Diagnóstico no monitor Máquina para Frente Máquina para Trás • 4° passo – Movimentar a máquina para frente e para trás, os valores que devem ser observados em “elétrico” devem ser um valor de tensão baixa de um lado, conforme a figura (valor de 2,5V a 2,6V) e do outro lado deve ser um valor de alta tensão (valor de 8V a 8,3V), conforme figura. Esse valor de baixa e alta tensão sempre estarão invertidos, isso significa queo sensor esta funcionando adequadamente. 40 Sensor de Roda Ajuste do Conector do Sensor Conector do Chicote do sensor, que deve ser ajustado • Caso os valores de tensão encontrados, não estejam corretos. Deve-se fazer o ajuste do conector do chicote do sensor. 41 Sensor de Roda Ajuste do conector do sensor Lado Esquerdo Lado Direito Lado DireitoLado Esquerdo • Existem duas possibilidades para fazer o correto ajuste desse conector do chicote que alimenta sensor. Um ponto importante é que o deslocamento dos sensores deve ser 22° em relação a linha horizontal e os sensores devem estar invertidos a 90° um em relação ao outro. Uma dica é primeiro posicionar o conector do sensor de um lado e de acordo com esse posicionamento, fazer o ajuste do conector do outro lado. Remover um dos conectores com uma chave e, rosqueá-lo até o final no motor; depois retornar ¼ de volta e verificar a tensão dos sensores dentro de diagnóstico no monitor da máquina (verificação conforme Passo 4). Caso as tensões não estejam dentro do especificado no passo 4, continuar a ajustar o conector e rotacioná-lo no sentido horário, até que os parâmetros corretos. 42 Sensor de Roda Calibração - • Após ter feito o ajuste e as verificações dos sensores, deve-se fazer a calibração referente a esse sensor Hall. 1° passo, clicar em calibrações e selecionar a calibração “Solenóide acionamento avanço Saeur”. 43 Sensor de Roda Calibração - • 2° passo - Seguir os passos do monitor e colocar a máquina em rotação de trabalho, então selecionar “Continuar”. 3° passo é aguardar que a máquina faça a calibração do sensor. Ela fará a calibração para o sensor do lado direito e para o lado esquerdo, nesse terceiro passo será feita para a máquina em colheita. O objetivo dessa calibração é fazer a análise do sinal e dos parâmetros do sensor que estão sendo lidos pela central eletrônica e calibrá-los para que estejam corretos. 44 Sensor de Roda Calibração - • 4° passo após realizado esse primeira calibração automática, será fornecido o valor de corrente de alimentação para o sensor do lado direito e esquerdo. 5° passo – pressionar “Continuar” para que a máquina também faça a calibração dos valores para reversão, ou seja, quando a máquina está em ré. Esse passo também será feito de forma automática pela máquina e, não é preciso nenhuma ação. 45 Sensor de Roda Calibração - • 6° passo A calibração será bem sucedida e os Transdutores por efeito Hall estarão calibrados e ajustados da forma correta. DIAGRAMAS 03