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CIPA
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio
1
MINISTRANTE E RESPONSÁVEL TÉCNICO:
BYANCA LORENA BORGES TAVARES
FORMAÇÃO E PROFICIÊNCIA: 
TECNÓLOGA E TÉCNICA EM SEGURANÇA DO TRABALHO; PÓS GRADUADA EM SEGURANÇA DO TRABALHO E GESTÃO AMBIENTAL; PÓS GRADUADA EM ENGENHARIA ELÉTRICA; 
REG. M.T.E.5300160 TO
CREA TO 241668030-7
2
QUAL O OBJETIVO DA CIPA?
Prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho
Tornar compatível o trabalho com a preservação da vida
Promover a saúde do trabalhador
		As organizações e os órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como os órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e Ministério Público, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, devem constituir e manter CIPA.
CAMPO DE APLICAÇÃO
ATRIBUIÇÕES
	a) acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos bem como a adoção de medidas de prevenção implementadas pela organização;
	b) registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem 1.5.3.3 da NR-01, por meio do mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do Serviço 
Especializado em Segurança e 
em Medicina do Trabalho - SESMT, 
onde houver;
ATRIBUIÇÕES
	c) verificar os ambientes e as condições de trabalho visando identificar situações que possam trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;
	d) elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho;
	e) participar no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à 
segurança e saúde no trabalho;
ATRIBUIÇÕES
	f) acompanhar a análise dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos da NR-1 e propor, quando for o caso, medidas para a solução dos problemas identificados;
	g) requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo as Comunicações de Acidente de Trabalho - CAT emitidas pela organização, resguardados o 
sigilo médico e as informações 
pessoais;
ATRIBUIÇÕES
	h) propor ao SESMT, quando houver, ou à organização, a análise das condições ou situações de trabalho nas quais considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle; e
	i) promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT, conforme programação definida pela CIPA.
j) incluir temas referentes à prevenção e ao combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho nas suas atividades e práticas.
CIPA
Constituição e estruturação
Representantes
dos empregados
Representantes da
organização
x
Dimensionamento da CIPA
Voto Secreto
O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição.
Os membros da CIPA, eleitos e designados serão empossados no primeiro dia útil após o término do mandato anterior.
	5.4.8 A organização deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos membros titulares e suplentes da CIPA.
	5.4.10 A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido, bem como não poderá ser desativada pela organização, antes do término do mandato de seus membros, ainda que haja redução do número de empregados, exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento.
	É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da CIPA desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.
	O término do contrato de trabalho por prazo determinado não caracteriza dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção da CIPA.
	O MEI está dispensado de nomear o representante da NR-05.
	A nomeação de empregado como representante da NR-05 e sua forma de atuação devem ser formalizadas anualmente pela organização.
	A nomeação de empregado como representante da NR-05 não impede o seu ingresso na CIPA.
CIPA
Processo eleitoral
	A organização deve comunicar, com antecedência, podendo ser por meio eletrônico, com confirmação de entrega, o início do processo eleitoral ao sindicato da categoria preponderante.
	O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA constituirão dentre seus membros a comissão eleitoral, que será a responsável pela organização e acompanhamento do processo eleitoral.
Inscrição e eleição individual, sendo que o período mínimo para inscrição será de 15 (quinze) dias corridos
	Realização de eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários de turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados do estabelecimento;
							Apuração dos votos, em horário normal de trabalho, 
					com acompanhamento de representante da organização e 				dos empregados, em número a ser definido pela comissão 				eleitoral, facultado o acompanhamento dos candidatos
	Organização da eleição por meio de processo que garanta tanto a segurança do sistema como a confidencialidade e a precisão do registro dos votos.
	Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos empregados na votação, não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá prorrogar o período de votação para o dia subsequente, computando-se os votos já registrados no dia anterior, a qual será considerada válida com a participação de, no mínimo, um terço dos empregados.
	Constatada a participação inferior a um terço dos empregados no segundo dia de votação, não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá prorrogar o período de votação para o dia subsequente, computando-se os votos já registrados nos dias anteriores, a qual será considerada válida com a participação de qualquer número de empregados.
CIPA
FUNCIONAMENTO
CIPA 		 FUNCIONAMENTO
Reunião Ordinária
x
Reunião Extraordinária
 Atas da CIPA e cópias
 Decisões por consenso
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA
 houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência; 
 ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal; 
 houver solicitação expressa de uma das representações. 
 Faltar a mais de 4 reuniões
 Presidente da CIPA afastado – 2 dias úteis para indicar
 Vice-presidente afastado – membros titulares escolhem
O que fazer após vacância de membro representante do empregador e não há substituto?
Eleição extraordinária – prazos reduzido pela metade.
O prazo do mandato será compatibilizado com o mandato dos demais membros da Comissão.
O treinamento em 30 dias.
CIPA
TREINAMENTO
	a) estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo;
	b) noções sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho decorrentes das condições de trabalho e da exposição aos riscos existentes no estabelecimento e suas medidas de prevenção;
	c) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho;
GRADE DO TREINAMENTO
	d) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de prevenção dos riscos;
	e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho;
	f) noções sobre a inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados nos processos de trabalho; e
	g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.
GRADE DO TREINAMENTO
h) prevenção e combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho.
(Portaria MTP nº 4.219, de 20 de dezembro de 2022 - redação entra em vigor no dia 20 de março de 2023)
CARGA HORÁRIA
a) 8 horas = estabelecimentos de grau de risco 1;
b) 12 horas = estabelecimentos de grau de risco 2;
c) 16 horas = estabelecimentos de grau de risco 3; 
d) 20 horas = estabelecimentos de grau de risco 4.
CIPA
TERCEIRIZADOS
CONTRATANTES E CONTRATADAS
 CIPA’s integradas;
 Responsabilidade solidária;
“in vigilando”
ausência de fiscalização
“in eligendo”má escolha da contratada
	A organização contratada para prestação de serviços, quando desobrigada de constituir CIPA própria, deve nomear um representante da NR-5 para cumprir os objetivos desta NR se possuir 5 (cinco) ou mais empregados no estabelecimento da contratante.
Conscientização dos colaboradores
Medidas Preventivas:
Ações diretas nas fontes geradores
EPCs – Equipamento de Proteção Coletivo
EPIs – Equipamento de Proteção Individual
Riscos Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos e de Acidentes
Riscos Físicos:
Agentes físicos de diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores
Ruído
Barulho ou som indesejável produzidos por maquinas, equipamentos e processos de trabalho.
Danos causados:
Surdez parcial e/ ou total
Irritabilidade e vertigens
Distúrbios gastrintestinais
Nervosismo e aceleração do pulso
Aumento de pressão arterial
Impotência sexual
Danos causados:
1.Alterações musculares e ósseas
2.Problemas em articulações
3.Distúrbios na coordenação motora
4.Enjoo e náuseas
5.Diminuição do tato
Oscilações, tremores, balanços, movimentos vibratórios e trepidações produzidas por máquinas e equipamentos
Vibração
Radiações Ionizantes
E Não Ionizantes
Radiações Ionizantes:
Energia produzida por materiais artificiais que afetam gravemente o organismo humano como: césio, cobalto, aparelho de raio x.
Não Ionizantes:
Energia eletromagnética, apresenta-se na forma de raios infravermelhos, ultravioletas, micro-ondas e laser
Danos causados pela 
 Ionizante
1.Queda de cabelo
2.Lesões na córnea
3.Câncer e mutações genéticas com efeitos em gerações futuras
Danos causados pela 
 Não Ionizante
1.Alterações da pele
2.Cataratas
3.Conjuntivite
4.Câncer de pele
5.Lesões na retina
Calor e Frio:
Alta ou Baixa temperatura utilizada em processos industriais 
Danos causados: Calor
1.Queimaduras
2.Inflamação nos olhos e conjuntivite
3.Cansaço e fadiga
4.Irritação na pele
5.Insolação
Temperaturas Extremas: Calor e Frio
Calor e Frio:
Alta ou Baixa temperatura utilizada em processos industriais 
Danos causados: Frio
1.Alergias
2.Hipotermia
3.Problemas circulatórios
4.Doenças como: resfriados, inflamação das amídalas
Temperaturas Extremas: Calor e Frio
Hiperbárica e Hipobárica:
Atividades que expõe o homem a condição de pressão diferente da pressão atmosférica
Pressões Anormais
Hiperbárica:
Pressões maiores do que a pressão atmosférica. Estas situações ocorrem quando a pessoa está abaixo do nível da terra, como em mergulhos
Hipobárica:
Pressões menores que a pressão atmosférica. Estas situações ocorrem quando o colaborador esta trabalhando em elevadas altitudes, exemplo: no topo de algum arranha-céu
Danos causados:
1.Barotraumas
2.Narcose do nitrogênio no cérebro
3.Embolia gasosa
4.Espasmos musculares
Umidade
Atividades realizada em ambiente alagados ou encharcados
Danos causados:
1.Doenças respiratórias
2.Dermatites e dermatoses
Riscos Químicos
Agentes químicos substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pelas vias de penetração
VIAS DE PENETRAÇÃO NO ORGANISMO:
- Via respiratória: inalação pelas vias Aéreas
- Via cutânea: absorção pela pele
- Via digestiva: ingestão
Poeiras Fibrogênicas e Não Fibrogênicas:
Partículas sólidas, geradas mecanicamente, resultantes de operações, como: serrarias, serralherias, perfuração e beneficiamento de rochas. São irregulares, depositam-se por gravidade. Subdivide-se em poeiras orgânicas (madeira, lã, algodão, cereais, etc.) e poeiras minerais (sílica, amianto, manganês, etc).
Poeiras
Danos causados:
Silicose, pneumoconiose, asbetose
Problemas respiratórios diversos
Fumos Metálicos:
Partículas sólidas resultantes da fusão, oxidação, evaporação e condensação dos metais de certas substâncias. São partículas que se depositam com ar parado. Estão presentes nos processos de soldagem. Ex: fumos de zinco, de chumbo, de cloreto de amônia, etc.
Fumos Metálicos
Danos causados:
 Doença pulmonar
 2. Febre de fumos metálicos
 3. Intoxicação de acordo com o metal 
Névoas e Neblinas:
Suspensão de partículas líquidas no ar, produzidas por ruptura mecânica de líquidos (névoas) e de partículas líquidas que são produzidas por condensação de vapores de substâncias que são líquidas à temperatura normal (neblinas). Ex: névoas ou neblinas de vapor d’água
Névoas e Neblinas
Danos causados:
Irritação nos olhos e das vias aéreas superiores
 2. Atinge o sistema respiratório
 3. Intoxicações
 4. Dermatites
 5. Lesões nos pulmões
Substâncias que se difundem no ar e permanece no estado gasoso em Condições Normais de Temperatura e Pressão.
Ex: CO2, CO.
Substâncias que, eventualmente se encontram no estado gasoso, mas que em CNTP são líquidos. Ex: solventes, acetona, tetracloreto de carbono, etc.
Gases e Vapores
Danos causados:
1.Dores de cabeça
2.Náuseas
3.Sonolência
4.Convulsões
5.Coma e morte
Tipos de Produtos: 
É formado por um ou mais compostos químicos que lhe permitem cumprir com uma determina função. Os compostos químicos, por sua vez, são substâncias que contam com dois ou mais elementos que fazem parte da tabela periódica
Produtos Químicos em Geral
Controle de todos Agentes Químicos:
Na Fonte
Ex.: Sistema de exaustão
No Processo
 Ex.: Substituição de um produto tóxico por um menos tóxico
No Trabalhador
 Ex.: Uso de EPI
RISCOS BIOLÓGICOS
São vírus, bactérias, parasitas, protozoários, fungos e bacilos. Os riscos biológicos ocorrem por meio de micro-organismos que, em contato com o homem, podem provocar inúmeras doenças.
Danos causados:
Doenças como: infecções intestinais
brucelose, tuberculose
micoses, 
leptospirose
Microorganismos patogênicos presentes em ambientes de trabalho: alimentos deteriorados, cemitérios, esgotos, laboratórios, lixos urbano e industriais, área hospitalar
VERMES E OUTROS PARASITAS 
Seres biológicos causadores de doenças como: solitária, esquistossoma, ascarides lumbricoides
Estão presentes em esgotos, fossas, animais doentes
Danos causados:
Teníase
Verminose em geral
Diarréia, esquistossomose
INSETOS
Seres vivos portadores de microorganismos patogênicos e substâncias alérgicas e tóxicas
Danos causados:
Cólera, Diarréias, Infecções
Alergias e irritação
Chagas, febre amarela, dengue
Riscos Ergonômicos
Fator Homem x Maquina
Ou
Máquina x Homem
Fatores que podem afetar a integridade física ou mental do trabalhador, proporcionando-lhe desconforto ou doença
ESFORÇO FÍSICO INTENSO
LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESO
EXIGÊNCIA DE POSTURAS INDEQUADAS
MONOTONIA E REPETITIVIDADE
Situações de inadaptação das condições de trabalho com qualidade causadas pelo trabalhador
CONTROLE RIGIDO DE PRODUTIVIDADE
IMPOSIÇÃO DE RITMOS INTENSOS
TRABALHOS EM TURNOS E NOTURNOS
JORNADA DE TRABALHO PROLONGADA
OUTRAS SITUAÇÕES CAUSADORAS DE ESTRESS FÍSICO E/OU PSÍQUICO
Situações de inadaptação das condições de trabalho com qualidade causadas pelo ambiente
Danos causados - Risco Ergonômico:
1.Cansaço
2.Dores musculares
3.Fraqueza e alterações do sono
4.Reflexos na saúde e no comportamento
5.Hipertensão arterial e taquicardia
6.Doenças do aparelho digestivo
7.Tensão, ansiedade e depressão
Riscos Mecânicos
ou de Acidentes
Ocorrem em função das condições físicas (do ambiente físico de trabalho) e tecnológicas impróprias, capazes de colocar em perigo a integridade física do trabalhador
Arranjo físico inadequado
Risco de queda
Eletricidade e choque
Batida contra algo
01
03
02
04
ARRANJO FÍSICO INADEQUADO
Disposição irracional de máquinas, equipamentos e processos no ambiente de trabalho
Causam Acidentes, desgastes físicos excessivos
.
MAQUINAS E EQUIPAMENTOS SEM PROTEÇÃO
Defeito ou ausência nas proteções das partes perigosas de máquinas e equipamentos
Causam Acidentes graves (esmagamentos,
 perfurações
.
ELETRICIDADE
Deficiência nas instalações elétricas (fios e cabos desencapados, utilização de chaves elétricas tipo faca, improvisações “gambiarras”
Curto- circuito, choques elétricos, incêndios,queimaduras, acidentes fatais
PERIGO DE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO
Situações envolvendo produtos de alta inflamabilidade (gasolina, álcool, solventes
Causam Queimaduras, incêndios, explosões
.
ARMAZENAMENTO INADEQUADO
Incompatibilidade entre quantidade, produto e local de armazenamento
Causam Incêndios, desmoronamento, dificuldades de acesso ou fuga em caso de emergências no local de armazenamento
ANIMAIS PEÇONHENTOS
Animais portadores de substâncias venenosas, alérgicas que podem atacar o homem
Causam Alergia, irritações de pele, morte
.
OUTRAS SITUAÇÕES DE RISCOS QUE PODERÃO CONTRIBUIR PARA OCORRÊNCIA DE ACIDENTES 
Transportes de materiais;
Edificações com defeitos;
Deficiência de equipamentos de combate a incêndio
Ausência ou inadequação de Equipamentos de proteção individual – EPI (botas, luvas, capacetes, etc..)
Matéria prima sem especificação.
E os Riscos Específicos da Empresa?
Ocorrem em função das condições de trabalho e das atividades exercidas no local de trabalho (ambiente)
Exemplo: Atividades do Frentista:
Riscos:
Explosão
BETX via respiratória e cutânea
Trabalho em pé por muito tempo
Produtos químicos em geral
Repetitividade, postura inadequada
Risco principal:
Combustíveis
Gasolina, óleo diesel e etanol
Presente nas bombas de abastecimento e nos tanques subterrâneos
Outros Riscos no Posto de Serviço:
Cigarros
Utilizar o celular
Óleos lubrificantes
Vasos de pressão (cilindros, botijões e compressor 
PARA CADA ATIVIDADE EXISTEM RISCOS A SEREM IDENTIFICADOS
PRINCIPAIS CAUSAS E EFEITOS
E MEDIDAS PREVENTIVAS
O que pode influenciar sua saúde e integridade física?
Tempo de exposição a um risco
Concentração, intensidade ou natureza do risco existente
Sensibilidade individual aos riscos
Noções sobre Acidentes de Trabalho
São todas as ocorrências indesejáveis, que interrompem o trabalho e causam ferimentos em alguém ou algum tipo de perda à empresa
ATOS INSEGUROS
Relacionados com falhas humanas
Causas de Acidentes do Trabalho
CONDIÇÕES INSEGURAS
Relacionadas com as condições de trabalho
ATOS INSEGUROS
Usar máquinas sem habilitação ou permissão
Lubrificar, ajustar e limpar maquina em movimento
Uso de roupa inadequada
Tentar ganhar tempo
Não utilizar EPI
Fumar em lugar proibido
CONDIÇÕES INSEGURAS
Falta de proteção em máquinas e equipamentos
Instalações elétricas inadequadas
Má arrumação/falta de limpeza
Iluminação inadequada
Risco de fogo ou explosão
São aquelas inerente ou peculiar a determinado ramo de atividade, dispensando a comprovação de nexo causal (comprovação de que houve dano efetivo)
Noções sobre Doenças de Trabalho
Causas de Doenças
 do Trabalho
Ex.: Um trabalhador que trabalhe em posto de gasolina com combustíveis, vindo a adquirir leucemia, bastará comprovar que trabalhou exposto a BETX, para ficar comprovada a doença profissional, dispensando qualquer tipo de outra prova.
Metodologia de Investigação
A investigação de acidente de trabalho é importante para descobrir as causas e evitar que ocorram acidentes parecidos
Não tem como evitar todos os acidentes, ainda que ocorram por falhas do próprio empregado. Trabalhamos para evitar, mas, nem sempre é possível.
Etapas da Investigação
Coletar os fatos, descrevendo o ocorrido
Analisar o acidente, identificando suas causas
Definir as medidas preventivas, acompanhando sua execução
Etapas da Investigação
Inspeção de Segurança
Consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a segurança dos trabalhadores
Tipos de Inspeção
Inspeção geral: Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa. Pode ser realizada no início do mandato da CIPA.
Tipos de Inspeção
Inspeção parcial: Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja por queixas dos trabalhadores por ocorrências. Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa
Tipos de Inspeção
Inspeção específica: É uma inspeção em que se procura identificar problemas ou riscos determinados. Como exemplo podemos citar o manuseio de produtos químicos, postura de trabalho, manuseio das bombas de combustíveis
Análise de Acidentes e Doenças do Trabalho
Análise de Acidentes e Doenças do Trabalho
Controle dos riscos implica verificar, fiscalizar, conferir, inspecionar e dominar as situações de riscos
Verificar
Conferir
Fiscalizar
Inspecionar
01
03
02
04
GERENCIAMENTO
Gerenciamento de riscos tem como objetivo final reduzir os riscos por meio da prevenção (redução da frequência de ocorrências) e da proteção contra os riscos existentes (redução de consequências)
ANÁLISE
Análise de riscos consiste na análise integrada dos riscos inerentes a um determinado produto, sistema, operação, funcionamento, atividade
PERIGO
Antes de iniciar a análise de riscos, é preciso identificar o perigo existente no local a ser analisado
TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS
Técnica de identificação do perigo : “in loco”
Técnica de incidentes críticos: “quase acidente”
Técnica What if: “e se”
Análise preliminar de perigo: “risco direto da atividade”
Riscos operacionais
 Metodologia que examina instalações e/ou processos a encontrar procedimentos e operações que constituam risco real:
Ex.: chegada de combustíveis em um posto de gasolina.
PREVENÇÃO E COMBATE
a Incêndio
O primeiro passo para prevenir um incêndio, é prevenir que surja o fogo
Fogo:
É um fenômeno químico resultante da combustão
É necessário a presença de três elementos:
Combustível
Comburente
Fonte de ignição
COMBUSTÍVEL: É TODA MATÉRIA QUE QUEIMA
COMBURENTE: É TODO AGENTE QUÍMICO QUE CONSERVA A COMBUSTÃO
FONTE DE IGNIÇÃO: TRATA-SE DO PROVOCADOR DA REAÇÃO ENTRE COMBUSTÍVEL E COMBURENTE
CALOR
PARA QUE SE INICIE O FOGO É PRECISO HAVER A PROPORÇÃO ENTRE OS COMPONENTES DA REAÇÃO. REAÇÃO EM CADEIA.
Comburente
Calor
Combustível
Limite de Explosividade:
Concentração de gases ou vapores inflamáveis no ar, em condições de ambiente e temperatura, que podem-se inflamar com uma fonte de ignição
Técnicas de Extinção do Fogo
1.ABAFAMENTO
Consiste em impossibilitar a chegada de oxigênio à combustão
Técnicas de Extinção do Fogo
2. RESFRIAMENTO 
Quando se baixa a “temperatura de ignição”. Extingue-se o fogo por resfriamento
Técnicas de Extinção do Fogo
3. RETIRADA DE COMBUSTÍVEL 
Poderá ser parcial ou total, diminui o tempo de fogo ou extingue o incêndio
Classes de Incêndio
OS INCÊNDIOS DIVIDEM-SE EM QUATRO CLASSES:
Classes de Incêndio
OS INCÊNDIOS DIVIDEM-SE EM QUATRO CLASSES:
Classes de Incêndio
OS INCÊNDIOS DIVIDEM-SE EM QUATRO CLASSES:
Classes de Incêndio
OS INCÊNDIOS DIVIDEM-SE EM QUATRO CLASSES:
Métodos de Transmissão de Calor
1- IRRADIAÇÃO
É a forma de transmissão de calor por meio de ondas caloríficas que atravessam o ar, irradiadas do corpo em chamas
Métodos de Transmissão de Calor
2- CONDUÇÃO
É a forma de transmissão de calor que se processa de um elemento a outro, de molécula a molécula
Métodos de Transmissão de Calor
3- CONVECÇÃO
É a forma de transmissão de calor através da circulação de um meio transmissor gasoso ou líquido
Manejo dos Extintores de Incêndio:
A finalidade de um extintor é combater, de maneira imediata, os focos de incêndios
Manejo dos Extintores de Incêndio:
A finalidade de um extintor é combater, de maneira imediata, os focos de incêndios
Retirar o
lacre de 
segurança
Manejo dos Extintores de Incêndio:
A finalidade de um extintor é combater, de maneira imediata, os focos de incêndios
Manejo dos Extintores de Incêndio:
A finalidade de um extintor é combater, de maneira imediata, os focos de incêndios
Noções Básicas de
Primeiros Socorros
NR-7 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO
TODO ESTABELECIMENTO DEVERÁ ESTAR EQUIPADO COM MATERIAL NECESSÁRIO À PRESTAÇÃO DOS PRIMEIROS SOCORROS
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO MINISTRADO A UM ACIDENTADO OU DOENTE, GERALMENTE NO PRÓPRIO LOCAL 
FERIMENTOSLeves e / ou superficiais
Extensos e / ou profundos
FERIMENTOS LEVES E / OU SUPERFICIAIS
lavar o ferimento com água e sabão
não colocar pastas, pomadas, óleos ou pó secante
proteger o ferimento com gaze ou pano limpo
não tentar retirar farpas, vidros ou partículas de metal do ferimento
FERIMENTOS EXTENSOS E/OU PROFUNDOS
cobrir o ferimento com pano limpo
não remover objetos fixados no ferimento
não lavar para não aumentar o risco de hemorragia
usar técnicas para cessar hemorragia
HEMORRAGIA INTERNA
Manter o paciente calmo, deitado com a cabeça de lado
Aplicar compressas frias ou gelo no local suspeito de hemorragia
Afrouxar a roupa
Providenciar transporte urgente 
Não oferecer líquidos e alimentos
HEMORRAGIA NASAL
Sentar a vítima
Apertar com os dedos a narina, fazendo a vítima respirar pela boca
Colocar um chumaço de algodão na narina
Colocar toalha úmida, fria ou gelo sobre o rosto
Não assoar nariz pelo menos 1 hora após cessar sangramento
HEMORRAGIA EXTERNA
Pressão direta
Elevação dos membros
Pontos de pressão arterial
Torniquete (domínio da técnica)
Se sentada, posicionar a cabeça entre as pernas e pressionar para baixo 
Deitar a vítima com a cabeça e ombros mais baixo que o resto do corpo
Colocar a vítima em ambiente arejado e afrouxar a roupa
DESMAIO
CONVULSÃO
NÃO SEGURE A VÍTIMA
NÃO DÊ TAPAS
NÃO JOGUE ÁGUA SOBRE A VÍTIMA
AFASTAR OBJETOS AO REDOR
AFASTAR OS CURIOSOS
PROTEGER A CABEÇA 
AFROUXAR AS ROUPAS
TERMINADA A CONVULSÃO SOLICITAR TRANSPORTE 
QUEIMADURAS
Lesão decorrente da ação do calor, frio, produtos químicos, corrente elétrica, radiações e substâncias biológicas (animais e plantas)
QUEIMADURAS
1° GRAU
Lesão das camadas superficiais da pele:
Vermelhidão
Dor local suportável
Não há formação de bolhas
QUEIMADURAS
2° GRAU
Acometem a epiderme (camada superficial da pele) ou a derme (segunda camada da pele). É comum o surgimento de bolhas ou o desprendimento da pele (total ou parcial).
QUEIMADURAS
3º Grau
Lesão de todas as camadas da pele:
Comprometimento de tecidos, mais profundos até o osso
QUEIMADURAS
Atenção :
NÃO aplique óleos, loções ou outras substâncias em queimaduras externas
NÃO retire nada aderido na queimadura
NÃO fure as bolhas
NÃO toque na queimadura
 FRATURA
Colocar a vítima em posição confortável
Fraturas
Expor o local: cortar ou remover as roupas
Controlar hemorragias e cobrir feridas antes de imobilizar
Providenciar remoção da vítima
INTOXICAÇÃO
Manter a calma
Não tomar medidas sem consultar profissional
Rapidez é essencial
Remover a vítima ao serviço de saúde imediatamente 
SINAL DE PARADA RESPIRATÓRIA
INCONSCIÊNCIA
 PARADA DOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS ( ver, ouvir, sentir)
 AUSÊNCIA DE PULSAÇÃO 
Noções sobre Legislação Trabalhista
Entende-se por legislação trabalhista ao conjunto de leis e normas que tem como objetivo regulamentar as atividades trabalhistas seja em relação aos direitos do trabalhador como também em suas obrigações.
Legislação trabalhista é um ramo novo do direito em comparação aos outros ramos, pois surgiu no século XX após muitos anos de protestos e reclamações de setores trabalhistas que reivindicavam por melhores condições de trabalho
A legislação trabalhista se diferencia em duas instâncias: no direito individual e no direito coletivo
PRIMEIRO REPRESENTA OS DIREITOS PARTICULARES DO EMPREGADOR OU TRABALHADOR, POR EXEMPLO, A QUANTIDADE DE HORAS, O SALÁRIO MÍNIMO, AS POSSÍVEIS LICENÇAS.
O DIREITO COLETIVO TEM A VER COM A FIGURA DO SINDICATO. O SINDICATO É UMA ORGANIZAÇÃO SOCIAL QUE SURGIU PARA DEFENDER OS DIREITOS DOS TRABALHADORES 
Conhecer a legislação trabalhista serve para o trabalhador poder reclamar de seus direitos em caso de não serem cumpridos.
Estabelecem alguns elementos muito importantes na hora de iniciar uma relação trabalhista: Veja a seguir...
Necessidade de ser voluntária (isto é, que nenhuma das duas partes seja forçada a manter essa relação, como acontece, por exemplo, com as formas de trabalho ilegais ou de escravos)
Ser retribuível (que se refere a um determinado tipo de atividade, onde o trabalhador deve ser retribuído de alguma maneira com um pagamento)
Dependente (que estabelece uma relação firme entre ambas as partes, onde o trabalhador depende do empregador para receber um pagamento e o empregador depende do trabalhador para obter resultado)
O Direito Previdenciário é um ramo do Direito Público que trata da seguridade social, que está pautada na necessidade social
Noções sobre Legislação Previdenciária
A seguridade é destinada a prover os mínimos vitais, isto é, o necessário à sobrevivência com dignidade
Legislação Previdenciária:
O objeto do Direito Previdenciário é disciplinar a Seguridade Social, que se desdobra em Assistência Social, Previdência Social e Direito à Saúde
É direito social, é um dos instrumentos de preservação da dignidade da pessoa humana e de redução das desigualdades sociais e regionais.
Os direitos sociais são os seguintes:
Educação
Saúde
Trabalho
Lazer
Segurança
Previdência social
Proteção à maternidade e à infância
Assistência aos desamparados
BENEFÍCIOS GARANTIDOS PELA
PREVIDÊNCIA SOCIAL
Aposentadoria por invalidez
Aposentadoria por idade
Aposentadoria por tempo de contribuição
Aposentadoria especial
Aposentadoria especial para pessoas com deficiência
Auxílio-doença
Salário-família
Salário-maternidade
Auxílio-acidente
Pensão por morte
Auxílio-reclusão
Seguro-desemprego
Princípios de Higiene e Medicina do Trabalho
CONJUNTO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS VOLTADO PARA A INTEGRIDADE FÍSICA E MENTAL DO TRABALHADOR
Objetivos da Higiene do trabalho 
Manutenção da saúde;
Eliminação das causas das doenças profissionais;
Prevenção do agravamento de doenças e lesões; 
Aumento da produtividade pelo controle do ambiente de trabalho
Plano de Higiene do trabalho
Exames admissionais
Primeiros socorros
Registros médicos
Controle de áreas insalubres
Exames periódicos
Atenção às doenças ocupacionais
PREVENÇÃO DE RISCOS À SAÚDE 
Químicos (intoxicações, dermatoses, alergias)
Físicos (ruídos, temperaturas extremas)
Biológicos (microorganismos, contaminações, contágios
Ambiente físico de trabalho
Iluminação – suficiente, constante e uniformemente distribuída
Ventilação- circulação de ar, ausência de gases
Temperatura – umidade, altas e baixas 
Ruídos – contínuos, intermitentes ou variáveis Limite 85 decibéis
Ambiente psicológico de trabalho
Relacionamentos agradáveis; 
 Atividade laboral motivadora;
Gerência participativa e democrática; 
Eliminação de stress
Aplicação do princípios de ergonomia
Máquinas e equipamentos adequados;
Mesas e instalações ajustadas;
Ferramentas que reduzam o esforço físico
Ausência de Saúde ocupacional
aumento nas indenizações
afastamentos por doenças
aumento dos custos de seguro
elevação do absenteísmo e rotatividade de pessoal
baixa produtividade e qualidade
Medidas de Controle dos Riscos Ocupacionais
Controle na Fonte
Seleção de Tecnologias Limpas e Seguras
Substituição de Materiais
Substituição/Modificação de Processos e Equipamentos
Métodos de Manutenção de Processos e Equipamentos 
Outras Medidas Relativas ao Ambiente de Trabalho
Layout e Organização do Trabalho
Limpeza
Armazenamento e Rotulagem
Adequados Sinais e Avisos
Áreas Restritas
Vigilância Ambiental
Monitorização e Sistemas de Alarme
Medidas Preventivas Relativas ao Trabalhador
Práticas de Trabalho Adequadas
Educação, Treinamento e Comunicação de Riscos
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para cada Atividade da Empresa: Exemplos
Vigilância da Saúde
Higiene Pessoal e das Roupas
Limitação da Exposição
LEI DE INCLUSÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
A Lei 13.146/2015, conhecida como Lei de Inclusão, foi aprovada em 6 de julho de 2015, trazendo garantias fundamentais para a equiparação das pessoas com deficiência em relação à sociedade. Num conceito claro, ela considera como pessoa com deficiência:
"Aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, eminteração com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas."
A lei serve para ampará-las no convívio social, regulando as relações em busca da diminuição da desigualdade, a fim de que ninguém se sinta inferior e excluído.
Deficiências de natureza física:
Deficiências de natureza física: caracterizam-se por alteração total ou parcial no corpo, sujeitando a pessoa ao comprometimento de funções motoras. Paralisias, amputações ou ausência de membros, nanismo, deformidades congênitas, paraplegias e tetraplegias são exemplos de deficiências físicas.
Deficiências mentais ou intelectuais
Deficiências mentais ou intelectuais: caracterizam-se pela limitação do desenvolvimento mental da pessoa, ocasionando redução na capacidade cognitiva em comparação com a média da população geral ou da faixa etária. A deficiência mental pode ser congênita, sendo o exemplo mais conhecido a Síndrome de Down
Deficiências sensoriais
Deficiências sensoriais: afetam um dos cinco sentidos, causando seu não-funcionamento parcial ou total e incapacitando sua utilização plena. Embora, classicamente, as deficiências sensoriais sejam a surdez e a cegueira, outras formas de diminuição do tato, olfato e paladar podem ser enquadrados nessa classificação.
Os avanços da Lei
Capacidade civil: a nova lei garante o direito de casar, exercer direitos sexuais e reprodutivos, bem como de poder aderir a um processo chamado “decisão apoiada”, que nomeia alguém para decidir pela pessoa com deficiência em atos da vida civil, sendo seu porta-voz.
Os avanços da Lei
Proibição de qualquer preconceito: a discriminação já encontra-se proibida há bastante tempo, mas a nova lei acertou em desenvolver e especificar o tema. Hoje, quem discriminar, abandonar ou excluir uma pessoa com deficiência pode pegar de um a três anos de reclusão e multa.
Os avanços da Lei
Auxílio-inclusão: na busca por equidade, foi criado um regime previdenciário próprio obrigatório para a pessoa com deficiência, que favorece sua inclusão como beneficiária de assistência social no mercado de trabalho.
Os avanços da Lei
Acessibilidade: agora, prédios e edificações devem ter garantia de um percentual mínimo de unidades internamente acessíveis.
Os avanços da Lei
Convívio social de igualdade: muitas vezes, a pessoa com deficiência tem dificuldade em se sentir integrante da sociedade. Com a Lei de Inclusão, muitos palestrantes relatam que essa é uma das condições mais importantes, porque faz com que o indivíduo se sinta bem-vindo, visibilizado e contemplado pela sociedade civil.
SEGURANÇA DO TRABALHO
	Quando tudo vai bem, ninguém lembra que ela existe.
	Quando algo vai mal, dizem que não existe.
	Quando é para gastar, acha-se que não é preciso que exista.
	Porém, quando realmente não existe, todos concordam que deveria existir.
CIPA
Obrigada
ASSÉDIO MORAL
Assédio moral é toda e qualquer conduta que caracteriza comportamento abusivo, frequente e intencional, através de atitudes, gestos, palavras ou escritos que possam ferir a integridade física ou psíquica de uma pessoa, vindo a pôr em risco o seu emprego ou degradando o seu ambiente de trabalho.
				–Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde
LEGISLAÇÃO
A República Federativa do Brasil tem como fundamentos: a dignidade da pessoa humana e o valor social do trabalho (art. 1º, III e IV). 
É assegurado o direito à saúde, ao trabalho e à honra (art. 5º, X, e 6º). 
LEGISLAÇÃO
Código Civil
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito (art. 186).
TIPOS DE ASSÉDIO MORAL
INTERPESSOAL
Ocorre de maneira individual, direta e pessoal, com a finalidade de prejudicar ou eliminar o profissional na relação com a equipe.
INSTITUCIONAL
Ocorre quando a própria organização incentiva ou tolera atos de assédio. 
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TIPOS DE ASSÉDIO MORAL
HORIZONTAL
Ocorre entre pessoas que pertencem ao mesmo nível de hierarquia. 
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VERTICAL
Ocorre entre pessoas de nível hierárquico diferentes, chefes e subordinados, e pode ser subdividido em duas espécies: Descendente e Ascendente
MISTO
Consiste na acumulação do assédio moral vertical e do horizontal. 
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Situações isoladas podem causar dano moral, mas não necessariamente configuram assédio moral. Para que o assédio seja caracterizado, as agressões devem ocorrer repetidamente, por tempo prolongado, e com a intenção de prejudicar emocionalmente a vítima. 
ATENÇÃO!
ATITUDES QUE CARACTERIZAM O ASSÉDIO
- Retirar a autonomia do colaborador ou contestar, a todo o momento, suas decisões;
- Sobrecarregar o colaborador com novas tarefas ou retirar o trabalho que habitualmente competia a ele executar, provocando a sensação de inutilidade e de incompetência;
- Ignorar a presença do assediado, dirigindo-se apenas aos demais colaboradores;
- Passar tarefas humilhantes;
- Gritar ou falar de forma desrespeitosa;
- Espalhar rumores ou divulgar boatos ofensivos a respeito do colaborador
ATITUDES QUE CARACTERIZAM O ASSÉDIO
- Não levar em conta seus problemas de saúde;
- Criticar a vida particular da vítima;
- Atribuir apelidos pejorativos;
- Impor punições vexatórias (dancinhas, prendas);
- Postar mensagens depreciativas em grupos nas redes sociais;
- Evitar a comunicação direta, dirigindo-se à vítima apenas por e-mail, bilhetes ou terceiros e outras formas de comunicação indireta;
- Isolar fisicamente o colaborador para que não haja comunicação com os demais colegas;
ATITUDES QUE CARACTERIZAM O ASSÉDIO
- Desconsiderar ou ironizar, injustificadamente, as opiniões da vítima;
- Retirar cargos e funções sem motivo justo;
- Impor condições e regras de trabalho personalizadas, diferentes das que são cobradas dos outros profissionais;
- Delegar tarefas impossíveis de serem cumpridas ou determinar prazos incompatíveis para finalização de um trabalho;
- Vigilância excessiva;
ATITUDES QUE CARACTERIZAM O ASSÉDIO
- Manipular informações, deixando de repassá-las com a devida antecedência necessária para que o colaborador realize suas atividades;
- Limitar o número de vezes que o colaborador vai ao banheiro e monitorar o tempo que lá ele permanece;
- Advertir arbitrariamente; e
- Instigar o controle de um colaborador por outro, criando um controle fora do contexto da estrutura hierárquica, para gerar desconfiança e evitar a solidariedade entre colegas.
O QUE NÃO É ASSÉDIO MORAL? 
Exigências profissionais
Aumento do volume de trabalho 
Uso de mecanismos tecnológicos de controle
Más condições de trabalho
Estão ligadas a fatores econômicos, culturais e emocionais. 
- Abuso do poder diretivo;
- Busca incessante do cumprimento de metas;
- Cultura autoritária;
- Despreparo do chefe para o gerenciamento de pessoas;
- Rivalidade no ambiente de trabalho; e
- Inveja.
CAUSAS
CONSEQUÊNCIAS
Para o indivíduo
Dores generalizadas;
Palpitações;
Distúrbios digestivos;
Dores de cabeça;
Hipertensão arterial (pressão alta);
Alteração do sono;
Irritabilidade;
Crises de choro;
Abandono de relações pessoais;
Problemas familiares;
Isolamento;
Depressão;
Síndrome do pânico;
Estresse;
Esgotamento físico e emocional;
Perda do significado do trabalho; e
Suicídio.
CONSEQUÊNCIAS
Para a organização
Redução da produtividade;
Rotatividade de pessoal;
Aumento de erros e acidentes;
Absenteísmo (faltas);
Licenças médicas;
Exposição negativa da marca;
Indenizações trabalhistas; e
Multas administrativas.
CONSEQUÊNCIAS
Para o estado
Custos com tratamentos médicos;
Despesas com benefícios sociais; e
Custos com processos administrativos e judiciais.
MEDIDAS PREVENTIVAS
Incentivar a efetiva participação de todos os colaboradores na vida da empresa, com definição clara de tarefas, funções, metas e condições de trabalho;
Instituir e divulgar um código de ética da instituição, enfatizando que o assédio moral é incompatível com os princípios organizacionais;
Promover palestras,oficinas e cursos sobre o assunto;
Incentivar as boas relações no ambiente de trabalho, com tolerância à diversidade de perfis profissionais e de ritmos de trabalho; 
Ampliar a autonomia para organização do trabalho, após fornecer informações e recursos necessários para execução de tarefas;
Reduzir o trabalho monótono e repetitivo;
MEDIDAS PREVENTIVAS
Observar o aumento súbito e injustificado de absenteísmo;
Realizar avaliação de riscos psicossociais no ambiente de trabalho;
Garantir que práticas administrativas e gerenciais na organização sejam aplicadas a todos os colaboradores de forma igual, com tratamento justo e respeitoso; 
Dar exemplo de comportamento e condutas adequadas, evitando se omitir diante de situações de assédio moral;
Oferecer apoio psicológico e orientação aos colaboradores que se julguem vítimas de assédio moral;
Estabelecer canais de recebimento e protocolos de encaminhamento de denúncias. 
O QUE FAZER?
VÍTIMA
Reunir provas do assédio. Anotar, com detalhes, todas as situações de assédio sofridas com data, hora e local, e listar os nomes dos que testemunharam os fatos;
Buscar ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato ou que já passaram pela mesma situação;
Buscar orientação psicológica sobre como se comportar para enfrentar tais situações;
O QUE FAZER?
VÍTIMA
Comunicar a situação ao setor responsável, ao superior hierárquico do assediador ou à Ouvidoria;
Caso não tenha sucesso na denúncia, procurar o sindicato profissional ou o órgão representativo de classe ou a associação;
Avaliar a possibilidade de ingressar com ação judicial de reparação de danos morais.
O QUE FAZER?
OS COLEGAS
Oferecer apoio à vítima;
Disponibilizar-se como testemunha; e
Comunicar ao setor responsável, ao superior hierárquico do assediador ou à entidade de classe situações de assédio moral que presenciou.
Bibliografia: Cartilha de prevenção ao assédio moral (TST)
ASSÉDIO MORAL
OBRIGADO
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