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Estômago e Duodeno SUMÁRIO Estômago 1. RELAÇÕES ANATÔMICAS ........................................................................................... 4 2. REGIÕES DO ESTÔMAGO ............................................................................................ 4 3. MUSCULATURA ............................................................................................................ 6 4. HISTOLOGIA ................................................................................................................. 7 5. IRRIGAÇÃO ................................................................................................................... 8 Vascularização Arterial ................................................................................................ 8 Drenagem Venosa ........................................................................................................ 9 Drenagem Linfática .................................................................................................... 10 6. Inervação .................................................................................................................... 10 7. Histologia .................................................................................................................... 12 8. Relações Anatômicas ................................................................................................ 13 Irrigação ...................................................................................................................... 14 9. Irrigação Arterial do Duodeno ................................................................................... 15 10. Drenagem Venosa do Duodeno ............................................................................... 16 11. Drenagem Linfática do Duodeno ............................................................................. 16 12. Inervação do Duodeno ............................................................................................. 17 Referências ..................................................................................................................... 18 Duodeno Estômago e Duodeno 4 O estômago é a parte expandida do sistema digestório entre o esôfago e o intes- tino delgado, especializado para o acúmulo do alimento ingerido, que ele prepara química e mecanicamente para a digestão e passagem para o duodeno. O estômago mistura os alimentos e atua como reservatório, sua principal função é a digestão enzimática. O suco gástrico converte gradualmente a massa de alimento em uma mistura semilíquida, o quimo, que passa rapidamente para o duodeno. O estômago vazio tem calibre apenas ligeiramente maior que o do intestino grosso, entretanto, é capaz de se expandir muito e pode conter 2 a 3 litros de alimento. O tamanho, o formato e a posição do estômago podem variar bastante em pessoas com diferentes tipos corporais (biotipos) e podem mudar até no mesmo indivíduo, de acordo com os movimentos do diafragma durante a respiração, o conteúdo (vazio ou após uma grande refeição) e a posição da pessoa. Na posição de decúbito dorsal, o estômago costuma estar nos quadrantes superiores direito e esquerdo, ou no epi- gástrio, região umbilical, hipocôndrio esquerdo e região lateral esquerda (flanco). Na posição ereta, o estômago desloca-se para baixo. Em indivíduos astênicos (magros), o corpo gástrico pode estender-se até a pelve. 1. RELAÇÕES ANATÔMICAS O estômago é coberto por peritônio, exceto nos locais em que há vasos sanguíneos ao longo de suas curvaturas e em uma pequena área posterior ao óstio cárdico. • As duas lâminas de omento menor estendem-se ao redor do estômago e sepa- ram-se de sua curvatura maior como o omento maior. • Bolsa omental: espaço oco que é formado pelos omentos maior e menor e seus órgãos adjacentes. • Posteriormente: bolsa omental e pâncreas. • Anteriormente: diafragma, lobo hepático esquerdo e parte anterior do abdome. • Inferolateralmente: colo transverso. 2. REGIÕES DO ESTÔMAGO O estômago subdivide-se em quatro partes: • Cárdia: a parte que circunda o óstio cárdico, a abertura superior do estômago. No decúbito dorsal, o óstio cárdico geralmente está situado posteriormente à 6a cartilagem costal esquerda, a 2 a 4 cm do plano mediano, no nível da vértebra T XI. Estômago e Duodeno 5 • Fundo gástrico: a parte superior dilatada que está relacionada com a cúpula es- querda do diafragma, limitada inferiormente pelo plano horizontal do óstio cárdico. A incisura cárdica está situada entre o esôfago e o fundo gástrico. O fundo gástrico pode ser dilatado por gás, líquido, alimento ou pela combinação destes. Em decú- bito dorsal, o fundo gástrico geralmente está situado posteriormente à costela VI esquerda, no plano da LMC. • Corpo gástrico: a parte principal do estômago, entre o fundo gástrico e o antro pilórico. • Parte pilórica: a região afunilada de saída do estômago, sua parte mais larga, o antro pilórico, leva ao canal pilórico, sua parte mais estreita. O piloro é a região esfincteriana distal da parte pilórica, é um espessamento acentuado da camada circular de músculo liso que controla a saída do conteúdo gástrico através do óstio pilórico (abertura inferior do estômago) para o duodeno. O estômago possui diversas características adicionais, entre elas a curvatura maior, que desempenha o papel de ancoragem para o ligamento gastroesplênico e o omento maior. A curvatura menor, por sua vez, funciona como ponto de fixação para o omento menor. Além disso, encontramos a incisura cárdica, que corresponde ao ângulo supe- rior formado quando o esôfago penetra no estômago. Por fim, há também a incisura angular, uma curvatura localizada na pequena curvatura do órgão. Figura 1. Regiões do Estômago Fonte: Designua/Shutterstock.com Estômago e Duodeno 6 Saiba mais! Quando contraída, a mucosa gástrica forma estrias longitudinais, denominadas pregas gástricas, mais acentuadas em direção à parte pilórica e ao longo da curvatura maior. Ao longo da curvatura menor, várias pregas mucosas longitudinais estendem-se do esôfago até o piloro, formando o canal gástrico, ao longo do qual seguem os líquidos ingeridos. 3. MUSCULATURA É composta por fibras musculares lisas orientadas em 3 direções: • Camada externa: longitudinal; • Camada média: circular; • Camada interna: oblíqua. No piloro, a camada média é mais espessa, formando o esfíncter pilórico. Figura 2. Músculos do Estômago Fonte: Vectomart/Shutterstock.com Estômago e Duodeno 7 Saiba mais! Estenose Hipertrófica do Piloro é uma anomalia que afeta 1 em cada 150 homens, na qual há acentuado espessamento muscular do piloro (região esfincteriana distal do estômago). Os músculos circulares (principal- mente) e longitudinais são hipertrofiados, que resulta em estenose grave do canal pilórico e obstrução da passagem de alimentos. Como resultado, o estômago se distende acentuadamente. Os principais sinais e sintomas são vômitos em jato e perda de peso. 4. HISTOLOGIA Todas as porções do sistema digestivo têm a tendência de seguir esse mesmo pa- drão de organização das camadas teciduais, o que implica que o estômago é basica- mente uma dilatação do tubo gastrointestinal. A parede interna (mucosa e submucosa) apresenta dobras conhecidas como pregas ou dobras gástricas, que permitem que o estômago se expanda com a entrada dos alimentos. Existem três tipos de glândulas presentes no estômago: cárdicas, gástricas e pilóricas, denominadas de acordo com a região em que são encontradas. Elas são responsáveis pela produção de enzimas digestivas e secreções mucosas do estômago. As glândulas gástricas (localizadas no fundo e corpo) aumentam a área superficial do estômago e desempenham um papel crucial na produção do suco gástrico digestivo. Por outro lado, as glândulas cárdicas e pilóricas produzem predominantemente secreções mu- cosas que protegem o estômago dos efeitos nocivos do ácido digestivo, prevenindoa autodigestão do órgão. • Células superficiais e do pescoço: barreira da mucosa gástrica (muco e bicarbonato); • Células oxínticas: HCl e fator intrínseco; • Células principais: pepsinogênio e lipase gástrica; • Células G: gastrina; • Células D: somatostatina; • Células ECL: histamina. Estômago e Duodeno 8 Figura 3. Histologia do Estômago Fonte: udaix/Shutterstock.com 5. IRRIGAÇÃO Vascularização Arterial A generosa irrigação sanguínea do estômago tem sua origem no tronco celíaco e em seus ramos. A maior parte do fluxo sanguíneo é proveniente de conexões formadas ao longo da curvatura menor pelas artérias gástricas direita e esquerda, e ao longo da curvatura maior pelas artérias gastromentais direita e esquerda. O fundo gástrico e a porção superior do corpo gástrico recebem sangue das artérias gástricas curtas e posteriores. Em resumo: • Curvatura menor: artérias gástrica esquerda (derivada do tronco celíaco) e direita (derivada da hepática comum). • Curvatura maior: artéria gastromental esquerda (derivada da a. esplênica/tronco celíaco) e artéria gastromental direita (derivada da artéria gastroduodenal/hepá- tica comum). • Fundo do estômago: artérias gástricas curtas e posteriores, que são ramos da artéria esplênica. Estômago e Duodeno 9 Drenagem Venosa As veias gástricas seguem o mesmo posicionamento e percurso das artérias. As veias gástricas direita e esquerda desembocam na veia porta, enquanto as veias gás- tricas curtas e as veias gastromentais esquerdas drenam para a veia esplênica, que se junta à veia mesentérica superior (VMS) para formar a veia porta. A veia gastromental direita drena para a VMS. Uma veia pré-pilórica sobe acima do piloro em direção à veia gástrica direita, e os cirurgiões frequentemente a utilizam para localizar o piloro, já que essa veia é visível nos indivíduos. Em resumo: Veias gástricas direita e esquerda ➜ drenam para a veia porta. Veias gástricas curtas e veias gastromentais esquerdas ➜ veia esplênica. Veia gastromental direita ➜ veia mesentérica superior. Veia pré-pilórica ➜ veia gástrica direita. Figura 4. Vascularização do Estômago Fonte: udaix/Shutterstock.com Estômago e Duodeno 10 Drenagem Linfática Os condutos linfáticos gástricos seguem em paralelo às artérias ao longo das cur- vaturas maior e menor do estômago. Eles transportam a linfa das superfícies anterior e posterior em direção às curvaturas, onde os linfonodos gástricos e gastromentais estão situados. Os vasos que saem desses linfonodos acompanham as artérias principais até os linfonodos celíacos. Figura 5. Inervação e Drenagem do Estômago Fonte: udaix/Shutterstock.com 6. INERVAÇÃO Simpática: é proveniente dos segmentos T6 a T9 da medula espinhal, que seguem para o plexo celíaco por meio do nervo esplâncnico maior. Parassimpática: troncos vagais anterior e posterior e de seus ramos, que entram no abdome através do hiato esofágico. • Tronco vagal anterior: é derivado do nervo vago (NC X) esquerdo. • Tronco vagal posterior: deriva do nervo vago direito. Estômago e Duodeno 11 Figura 6. Inervação do Estômago Fonte: lotan/Shutterstock.com Estômago e Duodeno 11 Figura 6. Inervação do Estômago Fonte: lotan/Shutterstock.com O duodeno é uma parte crucial do sistema digestivo humano, localizado no início do intestino delgado. Ele contém estruturas importantes para a digestão dos alimentos e contribuindo assim com a absorção dos nutrientes. Ele vai ser dividido em 4 porções, sendo elas: a. Porção Superior: Esta é a primeira parte do duodeno, diretamente ligada ao estô- mago. É onde o processo de digestão começa, recebendo o quimo do estômago. b. Porção Descendente: Localiza-se à direita da coluna vertebral. Aqui, o duodeno recebe os ductos biliares e pancreáticos, essenciais para a digestão de gorduras e carboidratos. c. Porção Horizontal (Inferior): Cruza horizontalmente a coluna vertebral. Esta seção é importante para a continuação da digestão e absorção de nutrientes. d. Porção Ascendente: Conecta-se com o jejuno, a próxima seção do intestino del- gado. Esta parte marca a transição para a absorção intensiva de nutrientes. Estômago e Duodeno 12Estômago e Duodeno 12 Figura 7. Porções do duodeno Fonte: inspiring.team/Shutterstock.com 7. HISTOLOGIA O duodeno é composto por quatro camadas de tecidos, cada uma com uma função específica: a. Mucosa: A camada mais interna, contendo células que secretam enzimas digesti- vas e hormônios. Também possui vilosidades para aumentar a área de absorção. b. Submucosa: Contém glândulas e tecido conjuntivo, fornecendo suporte à mucosa e hospedando a rede de nervos e vasos sanguíneos. c. Muscular Externa: Composta por músculos lisos, responsáveis pelos movimentos peristálticos que movem o conteúdo intestinal. d. Serosa: A camada mais externa, que forma parte do peritônio e ajuda a fixar o duodeno às estruturas vizinhas. Estômago e Duodeno 13Estômago e Duodeno 13 Figura 8: Histologia do duodeno Fonte: Acervo Sanar. 8. RELAÇÕES ANATÔMICAS Porção Superior • Estômago: A porção superior do duodeno é diretamente contígua ao piloro do estômago. • Fígado e Vesícula Biliar: Localizado inferiormente ao lobo direito do fígado e pos- teriormente à vesícula biliar. • Pâncreas: A cabeça do pâncreas repousa posteriormente a esta porção. Porção Descendente • Pâncreas: Esta porção está intimamente relacionada com a cabeça do pâncreas. O ducto biliar comum e o ducto pancreático principal (de Wirsung) se unem para formar a ampola de Vater, que desemboca no duodeno nesta porção. • Vesícula Biliar e Vias Biliares: O ducto cístico da vesícula biliar se une ao ducto hepático para formar o ducto biliar comum, que desemboca no duodeno. • Rim Direito e Glândula Suprarrenal: Posteriormente, o duodeno está relacionado ao rim direito e à glândula suprarrenal. Porção Horizontal (Inferior) • Vasos Mesentéricos Superiores: Esta porção passa anteriormente aos vasos mesentéricos superiores. Estômago e Duodeno 14Estômago e Duodeno 14 • Coluna Vertebral: Localiza-se sobre a terceira vértebra lombar. • Aorta e Veia Cava Inferior: Estão localizadas posteriormente a esta porção do duodeno. Porção Ascendente • Jejuno: Conecta-se com o jejuno, marcando o fim do duodeno e o início do jejuno. • Pâncreas: Continua a estar relacionada com a cabeça do pâncreas. • Mesentério e Vasos Mesentéricos Inferiores: Esta porção é suspensa pelo me- sentério e está próxima aos vasos mesentéricos inferiores. Figura 9: correlações do duodeno Fonte: Acervo Sanar. Irrigação A irrigação sanguínea do duodeno é complexa e vital para suas funções. Ela é asse- gurada principalmente por ramos das artérias mesentérica superior e gastroduodenal, enquanto a drenagem venosa segue um caminho paralelo, drenando para as veias mesentérica superior e porta. Estômago e Duodeno 14 • Coluna Vertebral: Localiza-se sobre a terceira vértebra lombar. • Aorta e Veia Cava Inferior: Estão localizadas posteriormente a esta porção do duodeno. Porção Ascendente • Jejuno: Conecta-se com o jejuno, marcando o fim do duodeno e o início do jejuno. • Pâncreas: Continua a estar relacionada com a cabeça do pâncreas. • Mesentério e Vasos Mesentéricos Inferiores: Esta porção é suspensa pelo me- sentério e está próxima aos vasos mesentéricos inferiores. Figura 9: correlações do duodeno Fonte: Acervo Sanar. Irrigação A irrigação sanguínea do duodeno é complexa e vital para suas funções. Ela é asse- gurada principalmente por ramos das artérias mesentérica superior e gastroduodenal, enquanto a drenagem venosa segue um caminho paralelo, drenando para as veias mesentérica superior e porta. Estômago e Duodeno 15 Estômago e Duodeno 15 9. IRRIGAÇÃO ARTERIAL DO DUODENO 1. Artéria Gastroduodenal: • É um ramo da artéria hepática comum. • Fornece sangue para a parte superior do duodeno através de seus ramos, como a artéria supraduodenal e a artéria gastro-omental direita (anteriormente conhecida como artéria gastroepiplóicadireita). 2. Artéria Pancreaticoduodenal Superior: • Origina-se da artéria gastroduodenal. • Irriga a parte superior e descendente do duodeno, bem como a cabeça do pâncreas. 3. Artéria Mesentérica Superior: • Fornece sangue para a maior parte do intestino delgado e parte do cólon. • Dá origem à artéria pancreaticoduodenal inferior, que se anastomosa com a artéria pancreaticoduodenal superior, fornecendo sangue para a parte inferior do duodeno. Figura 10: irrigação arterial do duodeno Fonte: Acervo Sanar. Estômago e Duodeno 15 9. IRRIGAÇÃO ARTERIAL DO DUODENO 1. Artéria Gastroduodenal: • É um ramo da artéria hepática comum. • Fornece sangue para a parte superior do duodeno através de seus ramos, como a artéria supraduodenal e a artéria gastro-omental direita (anteriormente conhecida como artéria gastroepiplóica direita). 2. Artéria Pancreaticoduodenal Superior: • Origina-se da artéria gastroduodenal. • Irriga a parte superior e descendente do duodeno, bem como a cabeça do pâncreas. 3. Artéria Mesentérica Superior: • Fornece sangue para a maior parte do intestino delgado e parte do cólon. • Dá origem à artéria pancreaticoduodenal inferior, que se anastomosa com a artéria pancreaticoduodenal superior, fornecendo sangue para a parte inferior do duodeno. Figura 10: irrigação arterial do duodeno Fonte: Acervo Sanar. Estômago e Duodeno 16 Estômago e Duodeno 16 10. DRENAGEM VENOSA DO DUODENO 1. Veias Pancreaticoduodenais: • Acompanham as artérias pancreaticoduodenais. • Drenam o sangue da cabeça do pâncreas e do duodeno para a veia mesentérica superior. 2. Veia Mesentérica Superior: • Uma das principais veias do sistema portal. • Recebe sangue das veias pancreaticoduodenais e outras veias intestinais. • Conduz o sangue para a veia porta hepática, que leva o sangue ao fígado. 3. Veia Porta Hepática: • Formada pela confluência das veias esplênica e mesentérica superior. • Transporta sangue rico em nutrientes do trato gastrointestinal para o fígado. Figura 11: irrigação venosa do duodeno Fonte: Acervo Sanar. 11. DRENAGEM LINFÁTICA DO DUODENO A drenagem linfática do duodeno é realizada por uma rede de vasos linfáticos que acompanham as artérias e veias. Estes vasos linfáticos drenam para vários grupos de linfonodos: Estômago e Duodeno 16 10. DRENAGEM VENOSA DO DUODENO 1. Veias Pancreaticoduodenais: • Acompanham as artérias pancreaticoduodenais. • Drenam o sangue da cabeça do pâncreas e do duodeno para a veia mesentérica superior. 2. Veia Mesentérica Superior: • Uma das principais veias do sistema portal. • Recebe sangue das veias pancreaticoduodenais e outras veias intestinais. • Conduz o sangue para a veia porta hepática, que leva o sangue ao fígado. 3. Veia Porta Hepática: • Formada pela confluência das veias esplênica e mesentérica superior. • Transporta sangue rico em nutrientes do trato gastrointestinal para o fígado. Figura 11: irrigação venosa do duodeno Fonte: Acervo Sanar. 11. DRENAGEM LINFÁTICA DO DUODENO A drenagem linfática do duodeno é realizada por uma rede de vasos linfáticos que acompanham as artérias e veias. Estes vasos linfáticos drenam para vários grupos de linfonodos: Estômago e Duodeno 17Estômago e Duodeno 17 1. Linfonodos Pancreaticoduodenais: Localizados ao redor das artérias pancrea- ticoduodenais, esses linfonodos recebem a linfa da cabeça do pâncreas e das partes adjacentes do duodeno. 2. Linfonodos Mesentéricos Superiores:** Recebem linfa dos linfonodos pancrea- ticoduodenais. Eles estão localizados ao longo da artéria mesentérica superior. 3. Linfonodos Celiacos: Alguns vasos linfáticos do duodeno podem drenar diretamen- te para os linfonodos celiacos, que estão localizados ao redor da artéria celiaca. 4. Linfonodos Hepáticos: Especialmente relevantes para a porção superior do duo- deno, que está próxima ao fígado. Figura 12: drenagem linfática do duodeno Fonte: Acervo Sanar. 12. INERVAÇÃO DO DUODENO O duodeno recebe inervação tanto do sistema nervoso simpático quanto do paras- simpático, que regulam suas funções, incluindo motilidade, secreção e fluxo sanguíneo. A inervação do duodeno é essencial para a coordenação da digestão e absorção de nutrientes, respondendo a estímulos tanto locais quanto do sistema nervoso central. Alterações na inervação podem levar a distúrbios digestivos, como a gastroparesia. 1. Inervação Parassimpática: • Proveniente principalmente do nervo vago (X par craniano). • Estimula a secreção de sucos digestivos e promove a motilidade do duodeno. Estômago e Duodeno 17 1. Linfonodos Pancreaticoduodenais: Localizados ao redor das artérias pancrea- ticoduodenais, esses linfonodos recebem a linfa da cabeça do pâncreas e das partes adjacentes do duodeno. 2. Linfonodos Mesentéricos Superiores:** Recebem linfa dos linfonodos pancrea- ticoduodenais. Eles estão localizados ao longo da artéria mesentérica superior. 3. Linfonodos Celiacos: Alguns vasos linfáticos do duodeno podem drenar diretamen- te para os linfonodos celiacos, que estão localizados ao redor da artéria celiaca. 4. Linfonodos Hepáticos: Especialmente relevantes para a porção superior do duo- deno, que está próxima ao fígado. Figura 12: drenagem linfática do duodeno Fonte: Acervo Sanar. 12. INERVAÇÃO DO DUODENO O duodeno recebe inervação tanto do sistema nervoso simpático quanto do paras- simpático, que regulam suas funções, incluindo motilidade, secreção e fluxo sanguíneo. A inervação do duodeno é essencial para a coordenação da digestão e absorção de nutrientes, respondendo a estímulos tanto locais quanto do sistema nervoso central. Alterações na inervação podem levar a distúrbios digestivos, como a gastroparesia. 1. Inervação Parassimpática: • Proveniente principalmente do nervo vago (X par craniano). • Estimula a secreção de sucos digestivos e promove a motilidade do duodeno. Estômago e Duodeno 18 2. Inervação Simpática: • Origina-se dos nervos esplâncnicos, que são ramos do plexo celíaco. • Controla a constrição dos vasos sanguíneos e modula a atividade do duodeno, geralmente tendo um efeito inibitório sobre a secreção e motilidade. 3. Plexo Mientérico (de Auerbach): • Localizado entre as camadas musculares do duodeno. • Importante para a regulação da motilidade intestinal. 4. Plexo Submucoso (de Meissner): • Encontrado na submucosa. • Principalmente envolvido na regulação das funções das glândulas e da muscu- latura lisa na mucosa. Estômago e Duodeno 18 Estômago e Duodeno 19 REFERÊNCIAS 1. Moore, Keith, L. et al. Anatomia Orientada para Clínica. Disponível em: Minha Biblioteca, (8th edição). Grupo GEN, 2022. 2. GOSS, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1988. 3. TORTORA, Gerald J.; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Princípios de Anatomia e Fisiologia. 9ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 4. GUYTON, A.C. e Hall J.E.– Tratado de Fisiologia Médica. Editora Elsevier. 13ª ed., 2017. sanarflix.com.br Copyright © SanarFlix. Todos os direitos reservados. Sanar Rua Alceu Amoroso Lima, 172, 3º andar, Salvador-BA, 41820-770