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LIBERAÇÃO DE
OCITOCINA
L I B E R A Ç Ã O D E P G F
R E F L E X O D E F E R G U S O N
E X P U L S Ã O
F E T A L
A Ç Ã O D A 
R E L A X I N A
R E F O R Ç O
E S T R E S S E F E T A L
GRAVIDEZ ECTÓPICA
PATOLOGIAS DA
GESTAÇÃO
DIABETE MÉLLITUS
TOXEMIA DA PRENHEZ
PUERPÉRIO
FASE DE INVOLUÇÃO UTERINA: 
EM CÃES REQUER APROX. 12 SEM.
AS CAMADAS CELULARES DA SUPERFICIE
ENDOMETRIAL SÃO DESTRUIDAS POR
APOPITOSE CARACTERIZADA POR
DEGENERAÇÃO GORDUROSA, DANDO
ORIGEM A SECREÇÃO SEROSADA CAV
UTERINA, CONSTITUINDO LÓQUIOS
OS LÓQUIOS VÃO GRADATIVAMENTE
DIMINUINDO EM INTENSIDADE E
DESAPARECEM AO REDOR DE 4 A 5 SEM.
POS PARTO.
O TAMANHO DA VULVA E O DIAMETRO DA
VAGINA VOLTAM AO NORMAL
 A INCISÃO CIRURGICA REALIZADA
DURANTE A CESARIANA NÃO AFETA A
PROGRESSÃO DO PUERPÉRIO
COMPORTAMENTO
MATERNO
ALTERAÇÕES ENDOCRINAS ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS
INFLUENCIADO POR PROLACTINA E
OXITOCINA, LH E FSH EM
CONCENTRAÇÕES BASAIS
P4 NÃO EXCEDE NÍVEIS DE 2ng/ml
CONCENTRAÇÃO DE ESTRÓGENO
VARIÁVEL
FASE DE DELIVRAMENTO: INICIA IMEDIATAMENTE
APÓS O PARTO, TERMINANDO COM A
ELIMINAÇÃO DAS MEMBRANAS FETAIS.
DOIS MECANISMOS ESTÃO LIGADOS A
ELIMINAÇÃO DAS SECUNDINAS 
A ATIVIDADE CONTRÁTIL DO MIOMETRIO
PERDA DA ADERENCIA MATERNO-FETAL
A PROLACTINA RESPONSÁVEL PELA
PRODUÇÃO DE LEITE E PELO
COMPORTAMENTO MATERNO
AUMENTA ANTES DO PARTO DE 41
PARA 117ng/ml E PERMANECE ALTA NO
PUERPÉRIO
O DECRÉCIMO NA [ ] DE PROLACTINA
ESTÁ ASSOCIADA A REDUÇÃO NA
PRODUÇÃO DE LEITE, APRESENTA
CONCENTRAÇÃO INFERIOR A 20ng/ml
CINCO SEM. APOS O PÓS-PARTO E
INFERIOR A 10ng/ml DEZ SEM. APÓS.
A OXITOCINA É RESPONSÁVEL PELA
DESCIDA DO LEITE E INVOLUÇÃO
UTERINA
APRESENTA CONCENTRAÇÃO
REDUZIDA DA RELAXINA
 DEPENDE DE FATORES HORMONAIS E
GENÉTICOS, CONTROLADO PELA OXITOCINA E
PROLACTINA
A MAIORIA DAS FÊMEAS APRESENTAM
INSTINTO MATERNO SATISFATÓRIO
PORÉM A EXPERIENCIA DE PARTOS
ANTERIORES, ESTIMULOS SENSORIAIS, SAUDE E
BEM ESTAR DA MÃE, AMBIENTE E TRATAMENTO
OFERECIDO PELO TUTOR SÃO FUNDAMENTAIS 
NO DESENVOLVIMENTO DO
COMPORTAMENTO DA MÃE PERANTE A
NINHADA.
HIPOCALCEMIA
PUERPERAL
Diagnóstico
Tratamento
Sinais Clínicos
HISTÓRICO 
EXAME FÍSICO
DOSAGENS PLASMÁTICAS DE
CÁLCIO
ADMINISTRAÇÃO DE GLUCONATO DE CÁLCIO A 10% NA DOSE
DE 0,2 A 0,4 ml/Kg POR VIA INTRAVENOSA A CADA 10 OU 30
MINUTOS
SOLUÇÃO DE DEXTROSE A 10%
FLUIDOTERAPIA IV
CORREÇÃO DA HIPERTERMIA
ANIMAIS EM ESTADO GRAVE PODEM APRESENTAR
DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA E EDEMA CEREBREAL E DEVEM SER
TRATADOS COM DIURÉTICOS : MANITOL OU FUROSEMIDA
EM EPISÓDIOS DE CONVULSÃO: 1 A 5 mg/Kg DE DIAZEPAM IV
Valores de calcio total
Menores que 6,5mg/dL em
cadelas e inferiores que
6mg/dL em gatas
REALIZAR DOSAGEM DA
GLICEMIA PARA DESCARTAR
HIPOGLICEMIA DEVIDO A
CONTRAÇÕES MUSCULARES
INTENSAS
Importante!
cadelas: tremores, contrações musculares,
taquicardia, arritimia, taquipnéia, salivação,
midríase, hipertermia, poliúria, polidpsia, êmese,
agressividade, hipersensibilidade e
desorientação
gatas: letargia aguda, anorexia, fasciculações
musculares, desidratação, fraqueza, palidez,
hipotermia, bradicardia e taquipnéia
Afecções 
Uterinas
Tratamento
Subinvolução dos Sitios Placentários
Metrite: 
Curetagem dos sítios placentários ou OSH
Os benefícios da aplicação de prostaglandinas
e oxitocina para subinvolução dos sítios
placentários não é comprovado, porém sabe-se
que a aplicação de oxitocina no pós parto
imediato pode ajudar na prevenção.
Corresponde a falha na subinvolução de um ou mais sítios
placentários no período de 12 semanas de puerpério.
Acomete principalmente primíparas em que o sistema
imune falha em reconhecer e eliminar as células
trofoblásticas no endométrio, mantendo os sítios
placentários ativos. 
Pode ocorrer também devido a permanência de tecidos
placentários nos sítios de implantação, em que o útero
continua fornecendo suprimento sanguíneo a esses
tecidos resultando em secreção vaginal hemorrágica. 
Sinais Clínicos
 secreção vaginal
hemorrágica persistente, 
anemia,
 emagrecimento. 
Em consequência de retenção fetal ou
placentária, aborto, trauma uterino após
distocia, manipulações obstétricas e de
infecção ascendente do canal vaginal
quando a cervix apresenta-se aberta
como no parto e no pós parto
Retenção de Placenta e Fetos
Condição grave principalmente quando
associada a retenção e fetos.
Acompanhada ou não de infecção secundária.
Fetos em maceração, putrefação ou mumificação.
Ocorre a falha na eliminação dos anexos fetais ou
morte do feto que permanece no útero após um
parto laborioso. 
Tratamento: OSH 
Afecções 
Uterinas
Tratamento
Prolapso Uterino
Ruptura Uterina
OSH, 
remoção do feto solto na cavidade
tratamento de suporte. 
É a eversão e protusão do útero pela cervix para dentro
da vagina ou sua eversão através da vulva, durante ou
próximo ao parto. 
Pode ser um prolapso completo com exteriorização dos
dois cornos uterinos ou parcial com exposição do corpo
do útero ou apenas um dos cornos.
Decorrente de partos laboriosos, associado a força
excessiva. O prolapso pode romper o ligamento largo e
a artéria uterina e levar ao choque hipovolêmico.
Diagnóstico
durante o exame físico
 palpação digital da vagina 
 pela visualização
Aumento de volume perineal. 
Decorrente de: trauma, de forma espontânea em úteros predispostos
devido ao enfraquecimento do epitélio por áreas de degeneração,
obstrução, necrose, hiperplasia endometrial cística, torção uterina,
defeitos no epitélio uterino, distocia materna ou fetal, sobrecarga fetal,
manobras obstétricas errôneas, morte fetal, utilização indevida de
prostaglandina ou oxitocina, comprometimento miometrial após
infecção bacterina e cicatriz cirúrgica de cesariana.
Sinais clínicos: dor e distenção abdominal, sangramento vaginal,
alterações hemodinâmicas significativas, redução de batimentos
cardíacos fetais. Em rupturas extensas pode haver extravasamento do
feto para cavidade abdominal, resultando em peritonite e aderências.
Tratamento
lavagem da massa exteriorizada 
 lubrificação para reposicionamento manual do
útero 
 OSH
Aplicação de açúcar e gelo podem auxiliar na
redução do edema para reposicionamento
Caso a massa não possa ser reposicionada pode
ser feita a amputação uterina com posterior OSH. 
Afecções da
Glândula 
Mamária
Galactose
 Mastite
Agalactia
Acumulo de leite nas glândulas mamárias em consequência do atraso
ou a dificuldade na descida do leite devido a problemas anatômicos
glandulares, fêmeas com alta produção de leite, poucos filhotes ou após
a morte de toda a ninhada.
Acomete principalmente as mamas inguinais. 
Tratamento: aplicação de massagem e compressas quentes, restrição
alimentar de 24 horas associada ao uso de diuréticos em baixas doses.
Afecção de etiologia bacteriana causada por Escherichia coli,
staphylococcus spp. E streptococcus spp., que se desenvolve em
uma ou mais glândulas mamárias durante a lactação, após a
contaminação ascendente por orifício do teto ou contaminação
hematógena.
Predisposição: congestão da glândula mamária, trauma,
ambiente inadequado.
Sinais clínicos: dor, apatia, anorexia, hipertermia, aumento de
volume da glândula mamária, que se torna hiperêmica, quente e
dolorida. O leite apresenta-se viscoso, coloração amarelada ou
amarronzada. Os filhotes podem apresentar diarreia.
Diagnóstico
exame clinico,
 hematológico, cultura do leite
 citologia contendo neutrófilos
degenerados e bactérias. 
Incapacidade de lactação devido a ausência de produção ou
descida do leite pelos ductos lactíferos e tetos.
Consequência de problemas anatômicos, secreção prejudicada
de prolactina ou de resposta inadequada dos receptores táteis
dos tetos ao estimulo de sucção.
Pode ocorrer após cesariana, parto prematuro ou em fêmeas
acometidas por mastite, metrite ou infeção sistêmica ou
distúrbios hormonais.
Fêmeas primíparas estressadas podem apresentar agalactia
temporária.
Tratamento: domperidona 2,2mg/kg , BID, VO, durante 5 a 7 dias
ou metoclopramida 0,1 a 0,2 mg/kg a cada 6 ou 8 horas, VO,
durante 5 dias pode resultar na liberação de prolactina.
Ocitocina 0,5a 2 UI por via SC ou IM, repetidamente conforme o
necessário. 
Retirar a fonte de estresse
Tratamento
desmame e separação da ninhada
 antibioticoterapia sistêmica
 massagens e compressas quentes,
associadas a administração de metergolina ou
cabergolina
Palpação do
frêmito 
Teste do
baloteamento
Teste do
beliscamento
Tração da
cérvix
DIAGNÓSTICO
DE
GESTAÇÃO
Palpação de
placentomas 
CADELA
GATA
TIPOS DE PLACENTA
ENDOTÉLIOCORIAL
4 CAMADAS
ZONARIA
DECIDUADA
ENDOTÉLIOCORIAL
4 CAMADAS
ZONARIA
DECIDUADA
ÉGUA VACA
EPITÉLIOCORIAL
3 CAMADAS
COTILEDONÁRIA
ADECIDUADA
EPITÉLIOCORIAL
6 CAMADAS
MICROTILEDONARIA DIFUSA
ADECIDUADA

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