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PRÉ-SOCRÁTICOS
PROF. DANIEL
Linha do tempo – Filosofia Antiga
Per. homérico
Pré - socrático
Per. Clássico
Per. Arcaico
Sócrates / Platão / Aristóteles
Per. Helenistico
Cosmogonia
mitologia
Cosmologia
Filosofia
Linha do tempo – Filosofia Antiga
Per. homérico
Pré - socrático
Per. Clássico
Per. Arcaico
Sócrates / Platão / Aristóteles
Per. Helenístico
Cosmogonia
mitologia
Cosmologia
Filosofia
O nascimento
Passagem do mito para filosofia:
Surgimento da polis (cidade-estado)
Explicações colhidas das observações 
 naturais do cotidiano.
Não mais intervenções dos deuses.
Transformações do mundo grego. (slide 16)
Da visão cosmogônica (participação de deuses na criação do mundo) para a cosmológica (explicações materiais e tangíveis)
ESSENCIAL - superação do mito e religião, incorporação do LOGOS.
Transformações do mundo grego.
Nova visão: antropocentrismo
Expansão marítima dos gregos pelo Mediterrâneo.
A vida dentro da polis. 
Intercâmbio cultural
O comércio
Curiosidade grega (investigação filosófica)
Uso da moeda
Desenvolvimento da escrita
A política / retórica
COSMOLOGIA X COSMOGONIA
a cosmologia estuda a origem dos cosmos e contrapondo a tradição mitológica das narrativas cosmogônicas e teogônicas.
A cosmologia surgiu como a parte da filosofia que estuda a estrutura, a evolução e composição do universo, sendo a primeira expressão filosófica apresentada no Período pré-socrático ou cosmológico.
O pensamento cosmogônico, uma tentativa de explicar a realidade através dos mitos, narrava a origem da natureza por meio de genealogias divinas.
MYTHOS é uma fala, um relato ou uma narrativa cujo tema principal é a origem.
A cosmogonia é a especulação sobre a origem e formação do mundo que se encontra em muitos mitos religiosos e na filosofia dos pré-socráticos.
COSMOLOGIA X COSMOGONIA
Filosofia Grega
 Para melhor entender a filosofia grega, vale lembrar como ela está dividida:
Período Pré-Socrático: fase naturalista
Período Socrático: fase antropológica-metafísica
Período Helenístico: fase ética e cética
Filósofos Pré-Socráticos
 Foram os primeiros sábios.
Os filósofos pré-socráticos buscavam nos elementos natureza as respostas sobre a origem do ser e do mundo.
Focando sobretudo, nos aspectos da natureza.
Sendo chamados de “filósofos da physis”.
tinham como escopo especulativo o problema cosmológico, ou cosmo-ontológico, e buscavam o princípio (ou arché) das coisas.
Os Pré – socráticos e suas conclusões
Do fim do séc VII a.c ao fim do séc V a.c
Preocupação primeira era origem do mundo
As causas e as transformações da natureza.
Também conhecido com cosmológico.
Período Pré socrático
Principais Filósofos Pré-Socráticos
Tales de Mileto (624 a.C. 548 a.C.): nascido na cidade de Mileto, região da Jônia, Tales acreditava que a água era o principal elemento, ou seja, era a essência de todas as coisas.
Anaximandro de Mileto (610 a.C.-547 a.C.): discípulo de Tales nascido em Mileto, para Anaximandro o princípio de tudo estava no elemento denominado “ápeiron”, uma espécie de matéria infinita.
Anaxímenes de Mileto (588 a.C.-524 a.C.): discípulo de Anaximandro nascido em Mileto, para Anaxímenes o princípio de todas as coisas estava no elemento ar.
Pitágoras de Samos (570 a.C. 497 a.C.): filósofo e matemático nascido na cidade de Samos, para ele os números foram seus principais elementos de estudo e reflexão, do qual se destaca o “Teorema de Pitágoras”.
Parmênides de Eléia (530 a.C. 460 a.C.): discípulo de Xenófanes, Parmênides nasceu em Eléia. Focou nos conceitos de “aletheia” e “doxa”, donde o primeiro significa a luz da verdade e o segundo, é relativo à opinião.
Principais Filósofos Pré-Socráticos
Demócrito de Abdera (460 a.C.- 370 a.C.): nascido na cidade de Abdera, Demócrito foi discípulo de Leucipo. Para ele, o átomo era o princípio de todas as coisas, desenvolvendo assim, a “Teoria Atômica”.
Principais Filósofos Pré-Socráticos
QUESTÕES 
PRÉ SOCRÁTICOS
Ontologia - significa “estudo do ser”
30
 UENP-PR Mario Quintana, no poema As coisas, traduziu o sentimento comum dos primeiros filósofos da seguinte maneira: O encanto sobrenatural que há nas coisas da Natureza! [...] se nelas algo te dá encanto ou medo, não me digas que seja feia ou má, é, acaso, singular. Os primeiros filósofos da Antiguidade clássica grega se preocupavam com: 
a. a cosmologia, estudando a origem dos cosmos e contrapondo a tradição mitológica das narrativas cosmogônicas e teogônicas. 
b. a política, discutindo as formas de organização da pó- lis e estabelecendo as regras da democracia. 
c. a ética, desenvolvendo uma filosofia dos valores e da vida virtuosa. 
d. a epistemologia, procurando estabelecer as origens e os limites do conhecimento verdadeiro. 
e. a ontologia, construindo uma teoria do ser e do substrato da realidade.
 UENP-PR Mario Quintana, no poema As coisas, traduziu o sentimento comum dos primeiros filósofos da seguinte maneira: O encanto sobrenatural que há nas coisas da Natureza! [...] se nelas algo te dá encanto ou medo, não me digas que seja feia ou má, é, acaso, singular. Os primeiros filósofos da Antiguidade clássica grega se preocupavam com: 
a. a cosmologia, estudando a origem dos cosmos e contrapondo a tradição mitológica das narrativas cosmogônicas e teogônicas. 
b. a política, discutindo as formas de organização da pó- lis e estabelecendo as regras da democracia. 
c. a ética, desenvolvendo uma filosofia dos valores e da vida virtuosa. 
d. a epistemologia, procurando estabelecer as origens e os limites do conhecimento verdadeiro. 
e. a ontologia, construindo uma teoria do ser e do substrato da realidade.
Enem 2015
A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição anuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: Tudo é um.
 NIETZSCHE, F. Crítica moderna. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
O que, de acordo com Nietzsche, caracteriza o surgimento da filosofia entre os gregos?
a) O impulso para transformar, mediante justificativas, os elementos sensíveis em verdades racionais.
b) O desejo de explicar, usando metáforas, a origem dos seres e das coisas.
c) A necessidade de buscar, de forma racional, a causa primeira das coisas existentes.
d) A ambição de expor, de maneira metódica, as diferenças entre as coisas.
e) A tentativa de justificar, a partir de elementos empíricos, o que existe no real.
Enem 2015
A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição anuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque o faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: Tudo é um.
 NIETZSCHE, F. Crítica moderna. In: Os pré-socráticos. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
O que, de acordo com Nietzsche, caracteriza o surgimento da filosofia entre os gregos?
a) O impulso para transformar, mediante justificativas, os elementos sensíveis em verdades racionais.
b) O desejo de explicar, usando metáforas, a origem dos seres e das coisas.
c) A necessidade de buscar, de forma racional, a causa primeira das coisas existentes.
d) A ambição de expor, de maneira metódica, as diferenças entre as coisas.
e) A tentativa de justificar, a partir de elementos empíricos, o que existe no real.
ENEM 2012
 TEXTO I
Anaxímenes de Mileto disse que o ar é o elemento originário de tudo o que existe, existiu e existirá, e que outras coisas provêm de sua descedência. Quando o ar se dilata, transformase em fogo, ao passo que os ventos são ar condensado. As nuvens formam-se a partir do ar por feltragem e, ainda mais condensadas, transformam-se em água. A água, quando mais condensada, transforma-se em terra, e quando condensada ao máximo possível, transforma-se em pedras. BURNET, J. A aurora da filosofia grega. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2006 (adaptado). 
TEXTO II Basílio Magno, filósofo medieval, escreveu: ―Deus, como criador de todas as coisas, está no princípio do mundo e dos tempos. Quão parcas de conteúdo se nos apresentam, em face desta concepção, as especulações contraditórias dos filósofos, para os quais o mundo se origina, ou de algum dos quatro elementos, como ensinam os Jônios, ou dos átomos, como julga Demócrito. Na verdade, dão impressão de quererem ancorar o mundo numa teia de aranha.‖ GILSON, E.: BOEHNER, P. Historia da Filosofia Crista. São Paulo: Vozes, 1991 (adaptado). Filósofos dos diversos tempos históricos desenvolveram teses para explicar a origem do universo, a partir de uma explicação racional. As teses de Anaxímenes, filósofo grego antigo, e de Basílio, filósofo medieval, têm em comum na sua fundamentação teorias que:
A) eram baseadas nas ciências da natureza. 
B) refutavam as teorias de filósofos da religião. 
C) tinham origem nos mitos das civilizações antigas. 
D) postulavam um princípio originário para o mundo. 
E) defendiam que Deus é o princípio de todas as coisas. 
A) eram baseadas nas ciências da natureza. 
B) refutavam as teorias de filósofos da religião. 
C) tinham origem nos mitos das civilizações antigas. 
D) postulavam um princípio originário para o mundo. 
E) defendiam que Deus é o princípio de todas as coisas. 
 1 - Como uma onda
 Nada do que foi será/ De novo do jeito que já foi um dia/ Tudo passa/ Tudo sempre passará A vida vem em ondas/ Como um mar/ Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é/ Igual ao que a gente/ Viu há um segundo/ Tudo muda o tempo todo/ No mundo
 Não adianta fugir/ Nem mentir/ Pra si mesmo agora/ Há tanta vida lá fora/ Aqui dentro sempre/ Como uma onda no mar/ Como uma onda no mar/ Como uma onda no mar/ Lulu Santos e Nelson Motta.
 A letra dessa canção de Lulu Santos lembra ideias do filósofo grego Heráclito, que viveu no século VI a.C. e que usava uma linguagem poética para exprimir seu pensamento. Ele é o autor de uma frase famosa: “Não se entra duas vezes no mesmo rio”.
Dentre as sentenças de Heráclito a seguir citadas, marque aquela em que o sentido da canção de Lulu Santos mais se aproxima]:
a) Morte é tudo que vemos despertos, e tudo que vemos dormindo é sono.
b) O homem tolo gosta de se empolgar a cada palavra.
c) Ao se entrar num mesmo rio, as águas que fluem são outras.
d) Muita instrução não ensina a ter inteligência.
e) O povo deve lutar pela lei como defende as muralhas da sua cidade.
 1 - Como uma onda
 Nada do que foi será/ De novo do jeito que já foi um dia/ Tudo passa/ Tudo sempre passará A vida vem em ondas/ Como um mar/ Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é/ Igual ao que a gente/ Viu há um segundo/ Tudo muda o tempo todo/ No mundo
 Não adianta fugir/ Nem mentir/ Pra si mesmo agora/ Há tanta vida lá fora/ Aqui dentro sempre/ Como uma onda no mar/ Como uma onda no mar/ Como uma onda no mar/ Lulu Santos e Nelson Motta.
 A letra dessa canção de Lulu Santos lembra ideias do filósofo grego Heráclito, que viveu no século VI a.C. e que usava uma linguagem poética para exprimir seu pensamento. Ele é o autor de uma frase famosa: “Não se entra duas vezes no mesmo rio”.
Dentre as sentenças de Heráclito a seguir citadas, marque aquela em que o sentido da canção de Lulu Santos mais se aproxima]:
a) Morte é tudo que vemos despertos, e tudo que vemos dormindo é sono.
b) O homem tolo gosta de se empolgar a cada palavra.
c) Ao se entrar num mesmo rio, as águas que fluem são outras.
d) Muita instrução não ensina a ter inteligência.
e) O povo deve lutar pela lei como defende as muralhas da sua cidade.
Sobre os pré-socráticos relacione as colunas abaixo:
( 1 ) Tales de Mileto
( 2 ) Pitágoras
( 3 ) Parmênides
( 4 ) Heráclito
( 5 ) Demócrito
(    ) No ser encontra-se a verdade (aletheia), nos sentidos só pode surgir a opinião.
(    ) Uma vez que todas as coisas eram formadas por átomos.
(    ) O fogo era identificado como elemento de organização e racionalização das mudanças.
(    ) Disse que a água é a origem de todas as coisas, ou seja, o princípio responsável pela vida.
(   ) Os números não eram apenas símbolos para exprimir o valor de uma grandeza, mas o princípio por trás de todas as coisas, verdadeiras divindades.
A seqüência correta é:
A) 4, 3, 2, 5, 1
B) 2, 3, 5, 1, 4
C) 3, 5, 4, 1, 2
D) 4, 1, 2, 5, 3
E) 1, 2, 3, 4, 5
Sobre os pré-socráticos relacione as colunas abaixo:
( 1 ) Tales de Mileto
( 2 ) Pitágoras
( 3 ) Parmênides
( 4 ) Heráclito
( 5 ) Demócrito
(  3 ) No ser encontra-se a verdade (aletheia), nos sentidos só pode surgir a opinião.
(  5 ) Uma vez que todas as coisas eram formadas por átomos.
(  4 ) O fogo era identificado como elemento de organização e racionalização das mudanças.
(  1  ) Disse que a água é a origem de todas as coisas, ou seja, o princípio responsável pela vida.
(  2 ) Os números não eram apenas símbolos para exprimir o valor de uma grandeza, mas o princípio por trás de todas as coisas, verdadeiras divindades.
A seqüência correta é:
A) 4, 3, 2, 5, 1
B) 2, 3, 5, 1, 4
C) 3, 5, 4, 1, 2
D) 4, 1, 2, 5, 3
E) 1, 2, 3, 4, 5
(UEL – PR) “Tales foi o iniciador da filosofia da physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário (origem) único, causa de todas as coisas que existem, sustentando que esse princípio é a água. Essa proposta é importantíssima... podendo com boa dose de razão ser qualificada como a primeira proposta filosófica daquilo que se costuma chamar civilização ocidental.” (REALE, Giovanni. História da filosofia: Antigüidade e Idade Média. São Paulo: Paulus, 1990. p. 29.)
A filosofia surgiu na Grécia, no século VI a.C. Seus primeiros filósofos foram os chamados pré-socráticos. De acordo com o texto, assinale a alternativa que expressa o principal problema por eles investigado.
A)A ética, enquanto investigação racional do agir humano.
B)A estética, enquanto estudo sobre o belo na arte.
C)A epistemologia, como avaliação dos procedimentos científicos.
D)A cosmologia, como investigação acerca da origem e da ordem do mundo.
E)A filosofia política, enquanto análise do Estado e sua legislação.
(UEL – PR) “Tales foi o iniciador da filosofia da physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário (origem) único, causa de todas as coisas que existem, sustentando que esse princípio é a água. Essa proposta é importantíssima... podendo com boa dose de razão ser qualificada como a primeira proposta filosófica daquilo que se costuma chamar civilização ocidental.” (REALE, Giovanni. História da filosofia: Antigüidade e Idade Média. São Paulo: Paulus, 1990. p. 29.)
A filosofia surgiu na Grécia, no século VI a.C. Seus primeiros filósofos foram os chamados pré-socráticos. De acordo com o texto, assinale a alternativa que expressa o principal problema por eles investigado.
A)A ética, enquanto investigação racional do agir humano.
B)A estética, enquanto estudo sobre o belo na arte.
C)A epistemologia, como avaliação dos procedimentos científicos.
D)A cosmologia, como investigação acerca da origem e da ordem do mundo.
E)A filosofia política, enquanto análise do Estado e sua legislação.
Sobre a origem da filosofia: “Conforme a tradição histórica, a palavra filosofia foi usada pela primeira vez pelo pensador grego Pitágoras (570 – 490 a.c), quando o príncipe Leonte perguntou-lhe sobre a natureza de sua sabedoria. Pitágoras respondeu: ‘Sou apenas um filósofo’. Com essa resposta,
pretendia esclarecer que não detinha a posse da sabedoria. Assumia a posição de ‘amante do saber’, isto é, alguém que quer , ama e deseja o saber”.
Sobre a finalidade da filosofia, assinale a alternativa incorreta, levando em consideração o texto acima:
A) Para encontrar soluções aos problemas da existência – a minha e a de outras pessoas.
B) Para viver melhor. Para me sentir bem, em paz comigo mesmo.
C) Filosofar para pensar melhor sobre tudo: os fatos, as pessoas, a vida.
D) É aquela que está por detrás de todas as finalidades mais imediatas e conscientes de uma ação. É o motivo fundamental de uma conduta.
E) Ganhou um significado mais específico, passando a designar a busca de um tipo especial de sabedoria: aquela que nasce do uso metódico da emoção, da investigação emocional.
Sobre a origem da filosofia: “Conforme a tradição histórica, a palavra filosofia foi usada pela primeira vez pelo pensador grego Pitágoras (570 – 490 a.c), quando o príncipe Leonte perguntou-lhe sobre a natureza de sua sabedoria. Pitágoras respondeu: ‘Sou apenas um filósofo’. Com essa resposta, pretendia esclarecer que não detinha a posse da sabedoria. Assumia a posição de ‘amante do saber’, isto é, alguém que quer , ama e deseja o saber”.
Sobre a finalidade da filosofia, assinale a alternativa incorreta, levando em consideração o texto acima:
A) Para encontrar soluções aos problemas da existência – a minha e a de outras pessoas.
B) Para viver melhor. Para me sentir bem, em paz comigo mesmo.
C) Filosofar para pensar melhor sobre tudo: os fatos, as pessoas, a vida.
D) É aquela que está por detrás de todas as finalidades mais imediatas e conscientes de uma ação. É o motivo fundamental de uma conduta.
E) Ganhou um significado mais específico, passando a designar a busca de um tipo especial de sabedoria: aquela que nasce do uso metódico da emoção, da investigação emocional.
UEL-PR Mais que saber identificar a natureza das contribuições substantivas dos primeiros filósofos, é fundamental perceber a guinada de atitude que representam. A proliferação de óticas que deixam de ser endossadas acriticamente, por força da tradição ou da “imposição religiosa”, é o que mais merece ser destacado entre as propriedades que definem a filosoficidade. 
OLIVA, Alberto; GUERREIRO, Mario. Pré socráticos: a invenção da filosofia. Campinas: Papirus, 2000. p. 24. Assinale a alternativa que apresenta a “guinada de atitude” que o texto afirma ter sido promovida pelos primeiros filósofos.
a. A aceitação acrítica das explicações tradicionais relativas aos acontecimentos naturais. 
b. A discussão crítica das ideias e posições, que podem ser modificadas ou reformuladas. 
c. A busca por uma verdade única e inquestionável, que pudesse substituir a verdade imposta pela religião. 
d. A confiança na tradição e na “imposição religiosa” como fundamentos para o conhecimento. 
e. A desconfiança na capacidade da razão em virtude da “proliferação de óticas” conflitantes entre si. 
UEL-PR Mais que saber identificar a natureza das contribuições substantivas dos primeiros filósofos, é fundamental perceber a guinada de atitude que representam. A proliferação de óticas que deixam de ser endossadas acriticamente, por força da tradição ou da “imposição religiosa”, é o que mais merece ser destacado entre as propriedades que definem a filosoficidade. 
OLIVA, Alberto; GUERREIRO, Mario. Pré socráticos: a invenção da filosofia. Campinas: Papirus, 2000. p. 24. Assinale a alternativa que apresenta a “guinada de atitude” que o texto afirma ter sido promovida pelos primeiros filósofos.
a. A aceitação acrítica das explicações tradicionais relativas aos acontecimentos naturais. 
b. A discussão crítica das ideias e posições, que podem ser modificadas ou reformuladas. 
c. A busca por uma verdade única e inquestionável, que pudesse substituir a verdade imposta pela religião. 
d. A confiança na tradição e na “imposição religiosa” como fundamentos para o conhecimento. 
e. A desconfiança na capacidade da razão em virtude da “proliferação de óticas” conflitantes entre si. 
Assinale a alternativa que apresenta o pensador do ex- certo a seguir. Tal filósofo não diz “isto é”, mas “é” no que concerne a isto ou aquilo. Trata-se, pois, como diz Burnet, de um monismo corporal, que identifica ser e pensar, convertendo qualquer espécie de movimento numa ilusão. Em suma, afirma energicamente o princípio de identidade, A é A, e o princípio da não contradição: Não (A e não A), valendo tanto no nível do ser como no da linguagem: o que é não pode não ser. 
GIANNOTTI, J. A. Lições de filosofia primeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 35. 
a. Tales de Mileto 
b. Heráclito de Éfeso 
c. Demócrito de Abdera 
d. Pitágoras de Samos 
e. Parmênides de Eleia 
Assinale a alternativa que apresenta o pensador do ex- certo a seguir. Tal filósofo não diz “isto é”, mas “é” no que concerne a isto ou aquilo. Trata-se, pois, como diz Burnet, de um monismo corporal, que identifica ser e pensar, convertendo qualquer espécie de movimento numa ilusão. Em suma, afirma energicamente o princípio de identidade, A é A, e o princípio da não contradição: Não (A e não A), valendo tanto no nível do ser como no da linguagem: o que é não pode não ser. 
GIANNOTTI, J. A. Lições de filosofia primeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 35. 
a. Tales de Mileto (agua)
b. Heráclito de Éfeso (fogo, movimento)
c. Demócrito de Abdera (átomo)
d. Pitágoras de Samos (os números)
e. Parmênides de Eleia (“o ser é” e “o não-ser não é”)
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