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P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Formação dos raios x P ro f. A le ss an d ro B ar ro s AULA 5- Física das Radiações P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Os raios X tem origem no choque dos elétrons acelerados contra um alvo (anôdo) A interação entre esses elétrons e os átomos do alvo resultará na formação de raios x e calor A liberação dos elétrons ocorre no catodo em função da energia térmica fornecida ao filamento, processo esse conhecido como EMISSÃO TERMOIÔNICA Os elétrons são acumulados entorno do filamento em um coletor eletrônico evitando a dispersão dos eletrons O ajuste da intensidade do feixe de elétrons é dado pela intensidade da corrente do tubo de raios x (mA) INTRODUÇÃO As três partes principais de um equipamento de raios X — o painel de controle, o gerador de alta tensão e o tubo de raios X — são projetadas para fornecer e direcionar, a um pequeno ponto sobre o anodo, grande número de elétrons com elevada energia cinética. A energia cinética é a energia de movimento. P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES A aplicação de uma corrente de alta tensão (KV) no tubo de raios x faz com que o pólo positivo seja o anodo e o pólo negativo seja o catodo Isso faz com que os elétrons seja repelido pelo catodo e atraído pelo anodo O vácuo tem as função de evitar a redução da velocidade no deslocamento dos elétrons Os elétrons são desacelerados no anodo e sua energia será convertida em raios x e calor O tipo de interação entre o elétron incidente e o alvo irá determinar o tipo de radiação formada INTRODUÇÃO A produção de calor no anodo cresce com o aumento da corrente elétrica no tubo de raios X. Ao se -duplicar a corrente do tubo duplica-se o calor produzido. As interações do elétron podem ocorrer com qualquer dos elétrons orbitais de um átomo ( rx característico), ou nas proximidades do núcleo atômico (rx de frenagem) , sendo dependente da energia cinética que esse elétron possui e das características do átomo com o qual interage. As interações transformam a energia cinética do elétron em energia eletromagnética e calor. FÍSICA DAS RADIAÇÕES P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES - RAIOS X + Nuvem de elétrons ou carga espacial FÍSICA DAS RADIAÇÕES P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES PRODUÇÃO DA RADIAÇÃO DE FRENAMENTO NO ANODO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Radiação de Frenamento ou Bremsstrahlung ouBreakingRadiation FORMAÇÃO DOS RAIOS X Ocorre com muita frequência na formação do feixe de raios x na radiologia convencional Essa deflexão faz com que o elétron perca parte ou toda sua energia cinética que será emitida em forma de raios x Ao se aproximar do núcleo, o elétron acelerado é atraído, sendo freado e sofrendo um desvio na sua direção de deslocamento ao sair do processo de interação. O valor da energia do fóton gerado está diretamente relacionado à energia cinética perdida pelo elétron acelerado. Se no processo de interação o elétron perde muita energia cinética, o fóton terá maior energia Alguns fatores também influenciam o valor da energia desse fóton X gerado pelo efeito Bremsstrahlung, tais como as características do material do núcleo com o qual o elétron acelerado interage No entanto, independentemente desses fatores, o fóton gerado por efeito Bremsstrahlung não possui um valor predeterminado e se apresenta com um valor de energia numa faixa que varia de zero até um valor máximo igual à energia cinética de entrada do elétron P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Radiação de Frenamento ou Bremsstrahlung ouBreakingRadiation FÍSICA DAS RADIAÇÕES P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES PRODUÇÃO DA RADIAÇÃO CARACTERÍSTICA NO ANODO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES FORMAÇÃO DOS RAIOS X RadiaçãoCaracterística Tipo de radiação menos frequênte na formação do feixe de raios x Tipo de radiação MENOS frequente na formação do feixe de raios x convencional , diferente na mamografia onde esse feixe é predominante Quando elétrons projetados ionizam um átomo do alvo através da remoção de um elétron da camada K, uma VACÂNCIA ( ou buraco ) temporária é produzida nessa camada. Os raios X característicos são gerados quando um elétron acelerado, ao interagir com a eletrosfera do átomo, cede energia arrancando um elétron de uma camada mais interna, frequentemente da camada K. Ao gerar essa lacuna na eletrosfera, os elétrons do átomo tendem a se reorganizar, e um elétron orbital de uma camada mais externa da eletrosfera ocupa a lacuna criada, perdendo parte de sua energia. Esse fenômeno físico gera fótons denominados “raios X característicos” porque os valores da energia dos fótons X gerados são predeterminados e dependem do átomo com o qual o elétron acelerado interagiu, do elétron que foi arrancado da estrutura atômica, e do elétron que migrou perdendo a energia transformada em um fóton X. P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES O rendimento na produção do raios x é muito pequeno, pois aproximada mente 99% da energia de frenagem é convertida em calor e apenas 1% é convertida em raios x Do volume de raios x produzidos (1%) apenas 10% aproximadamente pode ser aproveitado para realização do exame radiográfico (feixe útil de radiação) O raios x são produzido em toda área de impacto dos elétrons no anodo dispersando-se em linha reta em todas as direções No tubo de raios x pode ocorrer o choque de alguns elétrons com outra estrutura do tubo podendo produzir uma radiação de baixa energia denominada RADIAÇÃO EXTRA FOCAL FORMAÇÃO DOS RAIOS X Feixe de Radiação Vista frontal área focal ou alvo P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES QUALIDADE DO FEIXE DE RAIOS X QUANTIDADE DE RAIOS X A Miliamperagem (mA) controla o número de elétron pela temperatura (grau de incandescimento) do filamento do catodo. Quanto mais quente for o filamento, maior o número de elétrons disponível para formar a corrente de elétron que atingira o alvo do anodo. Aumentando a miliamparagem aumenta- se a intensidade de raios X, e que diminuindo a miliamparagem, diminue-se a intensidade Tensão elétrica ou Kv =kilovoltagem. Quando a energia de um feixe de raios X cresce, a sua capacidade de penetração também é aumentada. A penetrabilidade se refere à capacidade do feixe de radiação de penetrar no tecido. A penetrabilidade de um feixe de raios X é chamada de qualidade do feixe IMPORTANTÍSSIMO : Quanto maior a tensão elétrica ( Kv) maior será: A penetração do feixe, frequencia , D.D.P, velocidade dos elétrons e MENOR SERÁ O COMPRIMENTO DE ONDA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES O feixe de radiação que emerge do anódio não é mono energético O feixe é formado por fótons que variam com a tensão total (KV) aplicado ao tubo de raios x (fótons menos energéticos e fótons mais energéticos em um mesmo feixe) A energia máxima do feixe de radiação é determinada pelo KVp (tensão de pico), Quanto menor a flutuação da tensão total aplicada ao tubo ( mais próxima da tensão de pico) mais homogênea tende a ser o feixe de radiação formado Não podemos esquecer que quanto maior o número de pulsações por ciclo de um transformador melhor será a qualidade do feixe de raios x P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES A qualidade do feixe pode ser medida pela camada semi – redutora Camada semi – redutora é a espessura de um material (alumínio) que colocado diante do feixe de radiação reduz sua intensidade a metade do valor original Quanto mais energético o feixe maior será a espessura necessária para reduzir sua intensidade a metade do valor original e consequentemente maior será sua qualidade Para produção de raios x é necessário o aquecimento prévio do filamento até a temperaturade emissão dos elétrons Em tubo com anódio giratório a produção de raios x acontece em dois estágios Em tubo com anódio fixo o filamento é aquecido ao ligar o aparelho FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES O feixe que sai pela janela da cúpula são denominado feixe útil de radiação e corresponde apenas cerca de 10% de toda radiação da radiação gerada O feixe útil de radiação é divergente e de formato cônico Não é uniforme em intensidade em um plano transversal devido basicamente a dois fatores: 1- lei do inverso do quadrado da distância 2- Efeito anódio FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES 1- lei do inverso do quadrado da distância A intensidade da radiação decresce proporcionalmente ao quadrado da distância Devido ao formato cônico do feixe de radiação, todos os seus pontos em um plano transversal não estão em uma mesma distância do foco Isso que disser que os raios periféricos estão mais distante do foco que o raio central FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA O feixe de raios-x ao emergir do ponto focal tem uma forma cônica e divergente Nesse feixe cônico tem o que incide de forma ao objeto e ao anteparo. FOCO EMISSOR RAIO CENTRAL PERPENDICULAR As outras partes do cone incidem de maneira pois se propagam em linha reta mais divergente. oblíqua O feixe que sai pela janela da cúpula são denominado feixe útil de radiação e corresponde apenas cerca de 10% de toda radiação da radiação gerada P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES 1. Lei do inverso do quadrado da distância A intensidade da radiação decresce proporcionalmente ao quadrado da distância da fonte emissora Fonte Emissora devido basicamente a dois fatores O feixe de radiação Não é uniforme em intensidade em um plano transversal FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES 1- lei do inverso do quadrado da distância 1mIntensidade = 1 2m Intensidade = 1/4 3m Intensidade = 1/9 Como se pode observar na figura acima, a partir de do local de geração, os raios – x se propagam em linha reta, fazendo com que as áreas dos quadrados originados pela projeção dos raios – x aumentem na razão inversa do quadrado da distância ao ponto focal´, ou seja , quando a distância do ponto de geração duplica, a energia irradiada cai para ¼ do valor original e que , quando essa triplica em relação ao mesmo ponto, a energia cai para 1/9 do valor original I1 I2 = D 2 1 D 2 2 I1 = intensidade medida na distancia 1 D1= distancia 1 de medição I2= intensidade medida na distancia 2 D2 = distancia 1 de medição Geração dos raios – x P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Na pratica o feixe útil de radiação pode ser considerado homogêneo em intensidade FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO Corresponde a absorção pelo próprio anódio, do feixe de raios x que emerge do anodo isso determina uma atenuação do lado do mesmo Essa atenuação (cerca de 5%) torna-se mais evidente em angulações menores e na menores distância foco receptor Efeito anodio , Efeito Calcanhar , Efeito Talão ou Efeito Heel FÍSICA DAS RADIAÇÕES P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES - RAIOS X + Nuvem de elétrons ou carga espacial A intensidade da radiação emitida pela extremidade do catodo e maior do que a emita pela extremidade do anodo devido a própria absorção pelo ângulo do ÂNODO, é um processo INERENTE da produção de raios –x . EFEITO TERMOIÔNICA – após uma passagem de uma corrente de miliamperagem que aquece o filamento e o ioniza produzindo uma nuvem de elétron P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO FATORES QUE AFETAM O ESPECTRO RADIOGRÁFICO TENSÃO RADIOGRÁFICA( KV) OU VOLTAGEM Um ajuste da tensão é o principal parâmetro da técnica radiográfica, pois determina decisivamente o espectro radiográfico, na medida em que o kV aumenta , a quantidade de fótons aumenta aproximadamente pelo quadrado do fator (kV ) , e há produção de maior quantidade de fótons de maior energia, ele controla a penetrabilidade do feixe com isso ele controla o contraste radiográfico. 2 MILIAMPÈRE-SEGUNDO (MAS) O ajuste no conjunto formado pela corrente radiográfica e pelo tempo de exposição é um parâmetro fundamental da técnica radiográfica, pois permite controlar a quantidade de fótons produzidos, quando se dobra o mAs dobramos o n° de elétrons produzidos, assim dobrando a quantidade de radiação , vale lembrar que o mA e o tempo são grandezas inversamente proporcionais, alterando-se um deles o mAs final não haverá alteração ou constante . Corrente (mA) Tempo ( s) mAs 200 1 400 0,5 800 2000 0,25 0,1 200 200 200 200 P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO FATORES QUE AFETAM O ESPECTRO RADIOGRÁFICO FILTRAÇÃO ADICIONAL A filtração é utilizada com a finalidade de reduzir a quantidade de fótons de baixa energia ( maior comprimento de onda ) aumentando a energia média do feixe, resultando em maior penetrabilidade, efeito semelhante ao aumento do kV, normalmente utiliza-se o alumínio , porém segundo João Gilberto T.Jr, pode-se utilizar em alguns casos cobre ou molibdênio. P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES FORMAÇÃO DOS RAIOS-X -FEIXE DE RADIAÇÃO FATORES QUE AFETAM O ESPECTRO RADIOGRÁFICO MATERIAL DO ÂNODO O n° atômico (Z) do material do anodo afeta a quantidade e a energia média dos fótons do feixe de radiação. A eficiência na produção de radiação de frenagem no raios –x convencial da-se por usar um material de alto número atômico ( w=74) , já na mamografia a predominância e dos raiso-x característicos devido a utilização do molibdênio (Z=42) ou ródio (Z=45). TIPO DE GERADOR DE ALTA TENSÃO OU FORMA DA ONDA DA VOLTAGEM APLICADA Existem vários tipos de gerados como vimos na aula 2, monofásicos, trifásicos e o de alta frequência, a eficiência de produção aumenta do monofásico para o de alta frequência, quanto maiores a quantidade e a energia média dos fótons de um feixe maior será sua eficiência . P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Formação da Imagem Radiográfica P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES A formação da imagem é regida pelas leis da óptica geométrica Obedece uma relação direta das distâncias relativas entre: 1. Foco 2. Objeto 3. Filme A imagem radiográfica é uma projeção cônica do objeto, onde a projeção da imagem no filme radiográfico sofrerá sempre uma ampliação Essa ampliação é o resultado da divergência do feixe de raios x Conceitos Básicos FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Conceitos Básicos Esquema mostrando o feixe de raios x cônico e divergente Essa característica do feixe projeta uma imagem ampliada do objeto No feixe cônico temos o raio central que incide perpendicular ao objeto e ao anteparo As outras partes do cone incidem de maneira obliqua pois se propagam em linha reta mais divergentemente FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Imagem Projetada O tamanho da imagem projetada de um objeto vai depender 1 - Do tamanho do objeto radiografado 2 - Da distância foco filme que influenciara no tamanho da imagem projetada 3 - E na distância foco objeto que também influenciara no tamanho da imagem projetada FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Onde: I = tamanhoda imagem O = tamanho do objeto dFoFi = distância foco filme dFoO = distância Foco objeto Imagem Projetada O tamanho da imagem projetada é calculada pela seguinte fórmula: FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES A = coeficiente de ampliação Imagem Projetada E a razão entre as dimensões lineares da imagem radiográfica e as dimensões correspondentes do objeto O coeficiente de ampliação é calculada pela formula: FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA I = DfoA ou imagem projetada no filme O = DfoO ou objeto radiografado P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES A limitação das bordas da imagem projetada tem uma relação direta com a nitidez da imagem radiográfica Uns dos fatores geométricos importante no tamanho da zona de penumbra é o tamanho do foco emissor Quanto maior o foco emissor maior será a zona de penumbra, maior será a distorção da imagem e menor será a nitidez e o detalhe da imagem A zona de penumbra também é conhecida como flou geométrico, que corresponde a falta de nitidez da imagem radiográfica causada pela distorção geométrica FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA Imagem Projetada P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Imagem Projetada A zona de penumbra pode ser calculada pela fórmula: Onde: P = tamanho da zona de penumbra FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Imagem Projetada Área de Penumbra FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Para uma mesma distância objeto filme, uma maior distância foco objeto resultará em uma menor ampliação da imagem radiográfica e uma menor zona de penumbra Imagem Projetada FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Imagem Projetada Para uma mesma distância Foco filme, uma menor distância objeto filme resultará em uma menor ampliação da imagem radiográfica e uma menor zona de penumbra FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA P ro f. A le ss an d ro B ar ro s FÍSICA DAS RADIAÇÕES Imagem Projetada Conclusão Para evitar a falta de nitidez geométrica (flou geométrico) devemos usar a combinação dos seguintes parâmetros: 1- maior distância foco filme 2 - menor distância objeto filme 3 - menor foco emissor FORMAÇÃO DA IMAGEM RADIOGRÁFICA Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36