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A VIDA DAS CRIANÇAS DE 
ELITE DURANTE O IMPÉRIO 
Ana Maria Mauad 
Eni Nara, Jéssica Borges, Katieli Oliveira e Roberta Andrade.
Ina von Binzer
•Professora de piano e alemão
•Relatos de vivências e 
experiências
O olhar adulto
•Discursos que enquadram
•Rotina do adulto
•Século XIX, descoberta humanista
•Criança cria da mulher
•Século XIX, conceito da palavra criança
•Infância 
•Puerícia
•Meninice 
MONUMENTOS INFANTIS
● Somente com a fotografia portátil e 
instantânea na virada do século se poderia 
flagrar o desalinho dos trajes e penteados da 
rotina doméstica.
● O que a fotografia mostra é o enquadramento 
do olhar adulto para o objeto do olhar: a 
criança e o adolescente.
● Se as fotos fossem de férias o fundo variava 
entre temas marítimos ou campestres. Onde 
usava-se chapéus com plumas e as roupas 
em 1860 cintura marcada e saia larga 
1880-corpete definido e saia mais reta.
● A família imperial foi uma das mais 
fotografadas na época.
•Enfeitavam as crianças para tirarem foto, ficavam na cadeira ou no colo 
dos pais.
•Retrato menor: carte-de-visite
•Retrato maior: cabinet size
ATRIBUTOS DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA
● A França era efetivamente um modelo a ser 
seguido ou mesmo adaptado pelas crianças de 
elite.
● As fotografias mostram que os modelinhos de 
meninas e meninos seguiam a risca o figurino 
francês.
● O que variava era o tipo de tecido empregado, 
morim, algodão, morim superior, cambraia, chita, 
cretone, lãzinha, seda, mermó e cetim. Os mais 
caros custavam $1500 res o metro. 
● Em 1829, a relação de roupas da princesa Januária, filha de Dom 
Pedro I contava com 306 peças indispensáveis ao guarda- roupas de 
uma menina nobre com 7 anos de idade.
● A etiqueta orientava para a rígida combinação do traje com o evento 
e o lugar.
● As mulatas costuravam as roupas para os donos das casas 
pois eram cosidas.
● Dom Pedro já largaria os jogos infantis pois era um 
homenzinho. Com 8 anos de idade (Cartão Bristol com um 
bom lápis- estudo divertimento)
● Já suas filhas não abriram tão cedo mão dos regalos infantis.
● Conforme a cidade do Rio de Janeiro foi crescendo, surgiram 
comércios e a partir de então a criança passou a ser vista como 
consumidora.
● Surgimento dos Almanaques possibilitando a divulgação de 
informações.
Educação Oitocentista
- Foco na disciplina.
- Regras rígidas.
- Professor autoridade.
● Conhecimentos acadêmicos, valores morais.
● Ética, religião, civismo.
● Patriotismo.
● Industrialização:
● Qualificação, agricultura, comércio, manufatura.
● Formação profissional.
Sentimentos em relação ao nascimento e 
morte de crianças e adolescentes no século 
XIX.
● Continuidade da linhagem familiar.
● Apoio na velhice.
● Investimento no futuro.
● Taxa significativa de mortalidade.
● Crenças religiosas e culturais.
PRÁTICAS, CUIDADOS E 
COMPORTAMENTOS EM 
RELAÇÃO À CRIANÇA E O 
ADOLESCENTE NO SÉCULO XIX
- Pequeno intervalo entre um filho e 
outro;
- Necessidade amas de leite;
- banho frio era recomendado;
- literatura médica sobre os cuidados 
com as crianças desde o nascimento;
- a febre amarela, foram com 
frequência citadas nas falas do trono 
a cólera e a varíola. As três moléstias 
representaram o grande gargalo 
sanitário do Império.
- cuidados sob o olhar das avós.
-
- “Regulamento, que há de ser 
observado no quarto de minhas 
filhas, tanto por elas como pelas 
criadas”.
- Disciplina por temor a Deus.
- Rígida rotina de estudos aos que 
tinham acesso e podiam estudar.
- Pouco tempo para brincar;
- Muitos compromissos para todas as 
crianças de todas as classes sociais.
PASSADO RECOMPOSTO: VESTÍGIOS INFANTIS E 
JUVENIS NA DOCUMENTAÇÃO DO SÉCULO XIX
- Destaca-se a importância 
dos registros para a 
posteridade.
- Fotos, diários e documentos. 
- Eventos e comemorações glamourosas que 
duravam vários dias;
- Por meio dos registros, percebe-se a pressão e 
cobrança sobre as crianças e adolescentes da 
aristocracia.

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