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Ascaris
lumbricoides 
Discentes: Emilly Rosa, Milena Martins, Natália Tereza e Sibelly Costa. 
Índice 
Ciclo, epidemiologia,
sintomas.
Métodos de diagnóstico. 
Métodos usados no
artigo de referência.
Principais pontos.
01
04
02
05
03
06
A. lumbricoides
Artigo Metodologia
Morfologia 
Conclusão
Tamanho, cor e outras
características.
Diagnóstico
Referências para
estudo e relatos.
A. lumbricoides
 Ciclo, epidemiologia e sintomas.
01
Condições sanitárias precárias, água e alimentos
contaminados com os ovos e a falta de higiene
pessoal contribuem para a contaminação de
A.lumbricoides. 
Crianças têm maior predisposição a esse
parasito, principalmente na idade pré-
escolar, e, ao passo que a idade avança, a
carga parasitária diminui. 
60% das crianças nas áreas endémicas hospedam
o verme adulto. 
60%
Sintomas
Na maioria das vezes e assintomática, quando presente
os sintomas são: 
vômito
inchaço abdominal
dor abdominal 
Infestação crônica o verme adulto no intestino delgado,
principalmente no jejuno, pode levar a distensão e dor
abdominal, anorexia e diarreia.
Ciclo biológico 
Endêmica em regiões tropicais e
subtropicais, países como África, Ásia
e América do Sul são os principais. 
 Epidemiologia
É uma das parasitoses mais comuns, em especial em locais com
saneamento básico inadequado. 
Em todo o mundo, o Ascaris lumbricoides pode ser encontrado,
sendo que mais de 1 bilhão de pessoas estão infectadas. A doença
é mais comum em crianças e adolescentes e a prevalência reduz ao
longo da vida. 
Popularmente conhecido como lombriga
Morfologia 
02
O parasita Ascaris lumbricoides possui como fase
evolutiva:ovos não fertilizados, ovos fertilizados e sua
forma adulta tendo diferenças entre macho e fêmea.
Ovos não fertilizados
Alongados.
Maiores do que os ovos
férteis.
Concha fina.
Podem possuir
membrana mamilonada
ou não.
Ovos férteis
Arredondados
Possuem uma casca espessa
Podem ter a presença de
camada externa
mamilonada ou não
Medem cerca de 45 a 75 um
de comprimento.
Verme adulto
Macho
20 - 30 cm
Cor leitosa
Extremidade
posterior
curvada
Filiforme
Fêmea
30-40 cm
Cor leitosa
Extremidade
posterior
retilínea
Filiforme
Diagnóstico 
03
Métodos diagnóstico.
Métodos diagnósticos
A ascaridíáse pode ser diagnosticado de diversas
forma.
O exame de parasitário de fezes é o mais comum para
o diagnóstico
Em casos mais avançados podem ser realizados
exames de imagem para detectar massas de vermes.
Método mais comum para detectar a presença de parasito
Amostra fecal
Exame direto a fresco
Método de Hoffman
Identificação de ovos, larvas e vermes adulto (método de kato)
Exames parasitário de fezes 
Podem ser usados para detectar evidência de infecção como a
presença de anticorpos
Amostra de sangue
Sorologia 
Testes moleculares (PCR)
Exames de sangue 
Casos mais avançados ou situações especiais, para detecção de
massas de vermes no trato gastrointestinal
Ultrassonografia
Tomografia computadorizada (TC) 
Ressonância magnética (RM)
Exames de imagem 
Situações específicas, para visualização direta do trato
gastrointestinal
Identificar presença de vermes
Em casos de grande quantidade 
Colonoscopia
Endoscopia 
Artigo
04
Análise da apresentação clínica 
Infestação maciça por Ascaris lumbricoides
Revisão de literatura de acervos médicos de 2000 a 2014
Relação com invasão da vesícula e das vias biliares
Contribuir para reduzir sua morbimortalidade.
Objetivos 
 Migração errática 
Anormalidades das vias biliares
Responsável por 30% dos casos complicados na infância
Exames de imagem
Tratamento convecional
Ascaridíase biliar
Metodologia
2014
Caso de infecção
A. lumbricoides
Registros do prontuário, análise de
exames laboratoriais e de imagem.
Revisão de literatura
LILACS, MedLine e PubMed
Publicados nos últimos 14
anos, sendo utilizados 28
para a confecção deste
trabalho.
05
Idade: 
Genêro: 
4 anos
Feminino
Peso:
Locação: 
18 Kg
Macapá, AP.
Admissão no Pronto
Atendimento Infantil
de Macapá,
apresentação clínica
e necessidade de
intervenção rápida.
Quadro: 
Histórico médico
Dor abdominal
moderada.
Vômitos repetitivos.
Aumento do volume
abdominal.
Ausência de eliminação
de gases e fezes por 3
dias.
EXAMES
Alteração do perfil
hidroelétrico.
Imagem em “miolo de pão”.
Fecaloma
Ausência de níveis
hidroaéreos.
Reposição hidroeletrolítica
Sonda nasogástrica
Mebendazol (100mg) Figura. Radiografia em ortostase evidenciando
distensão de alças de delgado e imagem em
“miolo de pão”.
Eliminação
de vermes
adultos
Transferência
hospitalar.
10 horas
Distensão
abdominal
agravada.
1° Dia
Realização de
ultrassonografia.
5° Dia
A. lumbricoides na
vesícula biliar.
Relato do caso
Figura. USG evidenciando áscaris dentro da
vesícula biliar.
Figura. Ultrassonografia evidenciando áscaris
dentro da via biliar intra-hepática esquerda.
A. lumbricoides na
via biliar intra-
hepática.
Vômitos.8° Dia
10° Dia 
Indicação de
colecistectomia.11° Dia 
15° Dia Ausência de vermes.
. 
Orientações
19° DIA
Albendazol (400mg) - dois dias.
Práticas de higiene .
Radiografia e USG Carga Parasitária
Diagnóstico inicial - infecção em massa por A. lumbricoides 
Discussão
Eliminação oral de vermes.
Identificação de ovos, larvas e
adultos do parasita.
Diagnóstico de imagem para
decisão terapêutica.
Exames realizados com base na
história clínica.
Condições impossibilitam o uso
do EPF.
Conclusão
Ascaridíase
Endemicidade
DESAFIO
PEDIÁTRICO
SINAIS
CLÍNICOS -
TRATAMENTO 
ABORDAGEM
PREVENTIVA -
REDUÇÃO DE MORTES
Por isso é essencial que os profissionais da saúde estejam
bem informados sobre Ascaris lumbricoides para
aprimorar a qualidade e cuidado infantil em regiões onde a
doença é comum.
06
Referências
ARTIGO - DOI: http://dx.doi.org/10.18561/21795746/biotaamazonia.v4n4p101-106
CDC -DPDx -Ascariasis. Disponível em: https://www.cdc.gov/dpdx/ascariasis/index.html
DAVID PEREIRA NEVES. Parasitologia humana. São Paulo: Atheneu, 2012.
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22207d-GPA_-_Parasitoses_intestinais_-
_diagnostico_e_tratamento.pdf
file:///C:/Users/joaop/Downloads/23460-Article-277080-1-10-20211126.pdf
OBRIGADA!

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