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Importância da Informação no Mercado

Material da disciplina Controladoria, Sistemas e Tecnologia da Informação: ementa sobre sistemas de informação da controladoria, arquitetura e papel do controller; inclui perfis dos professores, bibliografia, mapa da aula, casos, resumo e avaliação.

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Prévia do material em texto

Lasaro do Carmo Jr.
A informação que no passado era um 
diferencial competitivo, hoje, é obrigação mercadológica.
Com Fernanda da Silva Momo e Alessandro Nunes de Souza
CONTROLADORIA, 
SISTEMAS E TECNOLOGIA 
DA INFORMAÇÃO
Compliance e Auditoria
Pós-Graduação em Controladoria, 
2
c-Conheça o livro da disciplina
CONHEÇA SEUS PROFESSORES 3
Conheça os professores da disciplina. 
EMENTA DA DISCIPLINA 4
Veja a descrição da ementa da disciplina. 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA 5
Veja as referências principais de leitura da disciplina. 
O QUE COMPÕE O MAPA DA AULA? 6
Confira como funciona o mapa da aula.
MAPA DA AULA 7
Veja as principais ideias e ensinamentos vistos ao longo da aula. 
RESUMO DA DISCIPLINA 43
Relembre os principais conceitos da disciplina. 
AVALIAÇÃO 44
Veja as informações sobre o teste da disciplina. 
3
 Mestre em Administração de Empresas - área de Sistemas de 
Informação e Apoio à Decisão (UFRGS, 2002). Bacharel Em Ciências 
da Computação - ênfase em Software Básico (UFRGS, 1997) e 
em Software de Aplicação (UFRGS, 1998). Professor assistente 
da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Tem 
experiência na área de Administração, com ênfase em Sistemas 
de Informação e Apoio à Decisão, atuando principalmente nos 
seguintes temas: sistemas de informação no ambiente corporativo-
empresarial; gestão de projetos, programas e portfólio; modelos 
de maturidade em TI; impactos sócio-culturais de TI; adoção e 
uso de marketing digital.
ALESSANDRO NUNES DE SOUZA
Professor PUCRS
Contadora, graduada pela Faculdade de Ciências Econômicas 
da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestra 
e Doutora em Administração com ênfase em Gestão de Sistemas 
e Tecnologia da Informação pela escola de Administração da 
UFRGS. Professora do Departamento de Ciências Contábeis 
e Atuariais da UFRGS e do Programa de Pós-graduação em 
Contabilidade e Controladoria (PPGCONT). Atua na linha de 
pesquisa de Sistemas de Informações Contábeis, visando 
explorar novas tecnologias e seus impactos nos negócios. As 
publicações científicas estão relacionadas a temáticas que 
envolvem blockchain, governança da informação, tecnologias 
disruptivas, inovação contábil.
FERNANDA DA SILVA MOMO 
Professora Convidada
c-Conheça seus professores
4
Ementa da Disciplina
O sistema de informações da controladoria. Sistemas integrados de 
informação. Premissas para a concepção do modelo de informação e seus 
reflexos no delineamento do sistema de informações. Arquitetura do sistema de 
informações. Conceitos fundamentais subjacentes ao sistema de informações. 
Papel do controller no delineamento do sistema de informações.
2020
Blues
83.670555
5
Bibliografia básica
PADOVEZE, Clóvis Luís. Sistemas de Informações Contábeis: Fundamentos e 
Análise. São Paulo: Atlas, 2019.
CATELLI, Armando. Controladoria: Uma Abordagem da Gestão Econômica GECON. 
São Paulo: Atlas, 2001.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Controladoria estratégica e Operacional. São Paulo: Cengage 
Learing, 2011.
Bibliografia complementar
 
LUZ, Érico Eleuterio da. Controladoria Corporativa. Curitiba: InterSaberes, 2014. 
FRANCISCO FILHO, Valter Pereira. Planejamento e controladoria financeira. São 
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015.
IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Gerencial: da teoria à prática. São Paulo: Atlas, 
2020.
MANZATTI, Rubens. Controladoria contábil, financeira e tributária na pequena 
empresa. São Paulo: Trevisan, 2015.
NASCIMENTO, Auster Moreira; REGINATO, Luciane. Controladoria: Instrumento de 
apoio ao processo decisório. São Paulo: Atlas, 2015.
As publicações destacadas têm acesso gratuito pela Biblioteca da PUCRS. 
-aBibliografia básica
 http://primo-pmtna01.hosted.exlibrisgroup.com/PUC01:PUC01:TN_cdi_proquest_ebookcentral_EBC3237556
 http://primo-pmtna01.hosted.exlibrisgroup.com/PUC01:PUC01:TN_cdi_proquest_ebookcentral_EBC3237556
http://primo-pmtna01.hosted.exlibrisgroup.com/PUC01:PUC01:sfx26800000000014849
6
O que compõe o 
Mapa da Aula?
so
MAPA DA AULA
São os capítulos da aula, demarcam 
momentos importantes da disciplina, 
servindo como o norte para o seu 
aprendizado.
Frases dos professores, que resumem 
sua visão sobre um assunto ou 
situação. 
DESTAQUES
Neste item você relembra o case 
analisado em aula pelo professor. 
CASE
A jornada de aprendizagem não 
termina ao fim de uma disciplina. Ela 
segue até onde a sua curiosidade 
alcança. Aqui você encontra uma lista 
de indicações de leitura. São artigos e 
livros sobre temas abordados em aula. 
LEITURAS INDICADAS
Conteúdos essenciais sem os quais 
você pode ter dificuldade em 
compreender a matéria. Especialmente 
importante para alunos de outras 
áreas, ou que precisam relembrar 
assuntos e conceitos. Se você estiver 
por dentro dos conceitos básicos dessa 
disciplina, pode tranquilamente pular 
os fundamentos.
FUNDAMENTOS
Questões objetivas que buscam 
reforçar pontos centrais da disciplina, 
aproximando você do conteúdo de 
forma prática e exercitando a reflexão 
sobre os temas discutidos. 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Apresentação de figuras públicas 
e profissionais de referência 
mencionados pelo(a) professor(a), 
além de fatos e informações que dizem 
respeito à conteúdos da disciplina.
CURIOSIDADES
Conceituação de termos técnicos, 
expressões, siglas e palavras específicas 
do campo da disciplina citados durante 
a videoaula. 
PALAVRAS-CHAVE
Assista novamente aos conteúdos 
expostos pelos professores em vídeo. 
Aqui você também poderá encontrar 
vídeos mencionados em sala de aula. 
Lembre-se que a diversificação de 
estímulos sensoriais na hora do estudo 
otimiza seu aprendizado. 
VÍDEOS
Inserções de conteúdos da equipe de 
design educacional para tornar a sua 
experiência mais agradável e significar 
o conhecimento da aula. 
ENTRETENIMENTO
Aqui você encontra a descrição 
detalhada da dinâmica realizada pelo 
professor em sala de aula com os alunos. 
MOMENTO DINÂMICA
7
Mapa da Aula
Os tempos marcam os principais momentos das videoaulas.
AULA 1 • PARTE 1
Evolução da contabilidade
O processo de atualização tecnológica é 
algo inerente ao tema da contabilidade. Com 
o advento dos processos de digitalização e 
o acesso cada vez mais facilitado a diversas 
tecnologias, temos uma grande revolução 
no que tange o registro e a transmissão de 
informações contábeis e fiscais. 
Para ilustrar essa questão a professora 
Fernanda traz um breve histórico do 
processo de entrega do imposto de renda, 
no Brasil, e como ele evoluiu desde sua 
criação até os dias atuais. Mesmo com toda 
a revolução tecnológica, os objetivos da 
atividade contábil permanecem os mesmos: 
gerar informações que corroborem os 
fenômenos patrimoniais, de forma que eles 
possam ser controlado. 
Além de fornecer ferramentas para o 
planejamento e a tomada de decisão 
baseada em um contexto temporal da 
administração desse patrimônio. A adoção 
de tecnologias ligadas às atividades fiscais e 
contábeis visam a otimização de processos, 
tempo e recursos nas organizações, 
facilitando suas operações e gerando dados 
organizados e confiáveis.
03:15
A contabilidade sempre passou 
por processo de atualização com 
a evolução da tecnologia.
03:30
07:40
SPED: O Sistema Público de 
Escrituração Digital foi instituído 
pelo decreto nº 6.022, de janeiro 
de 2007. É o sistema criado pelo 
Governo Federal para recebimento 
de informações fiscais e contábeis 
de empresas. Uma plataforma, por 
onde as organizações podem enviar 
suas obrigações acessórias ao FISCO, 
asseguradas pelo uso de certificados 
digitais.
PALAVRAS-CHAVE
O contador está acostumado a 
mudar os seus processos com o 
avanço da tecnologia.
07:30
8
11:01
CURIOSIDADE
Desenvolvida pela empresa Slack 
Technologies, é uma plataforma de 
comunicação corporativa que oferece 
funcionalidades semelhantes às de um 
chat, além de chamadas em vídeo e 
compartilhamento de arquivos diversos. 
Potencializando trabalho remoto e 
comunicação ágil. Disponível para os 
sistemasMicrosoft Windows, macOS, Linux, 
iOS, Android e Windows Phone.
“Slack”
O foco, quando pensamos 
em adoção de tecnologia, é a 
otimização.
12:24
Sistemas de informação 
A professora Fernanda faz uma 
apresentação básica dos conceitos que 
compreendem o funcionamento e a utilidade 
de um sistema de informações. 
A adoção de um sistema de informações 
é um processo que demanda tempo, 
recursos e subsídios técnicos. Sendo assim, 
ele deve ser escolhido de acordo com a 
necessidade e com a capacidade que cada 
empresa dispõe, visando explorar todas 
as suas capacidades. Fernanda pontua 
as distinções entre dados e informações 
e como o conhecimento é fundamental 
para estabelecer regras, procedimentos 
e diretrizes no sentido de gerir essa 
relação, facilitando e instruindo a tomada 
de decisão para fins que dizem respeito a 
questão financeira, contábil e fiscal de uma 
organização. 
Em seguida, a professora traz algumas 
das principais características que uma 
boa informação deve ter, para contribuir 
de forma assertiva na organização. Entre 
elas, podemos destacar sua confiabilidade, 
precisão e praticidade. Além disso, é preciso 
adaptar as informações de acordo com as 
necessidades dos setores e sua capacidade 
de compreensão.
 13:07
16:21Para entendermos a lógica 
sistêmica temos alguns conceitos, 
que seriam, basicamente, o dado 
e a informação.
20:31O que é bom e o que é ruim em 
termos informacionais?
25:01A entrega simples, também, 
da informação, mas, de forma 
efetiva, de forma completa é 
muito importante.
9
Atributos da informação
Em um mundo cada vez mais baseado em 
dados e estruturado a partir de informações 
destaca-se a importância de agregarmos, 
tanto os formais quanto os informais, sejam 
eles obtidos de forma interna ou externa 
à organização, para que tenhamos uma 
base de dados cada vez mais completa e 
confiável. 
Não podemos, simplesmente, acreditar que 
os dados obtidos por meio de relatórios 
contábeis e demonstrações obrigatórias são 
satisfatórios para que tenhamos uma base de 
dados que gere informações para uma boa 
gestão ou eventual obtenção de vantagens 
competitivas. É preciso pesquisar o mercado, 
estar atento aos acontecimentos internos da 
empresa e também ao contexto que envolve 
a indústria e sua atuação. Informações 
obtidas nessas fontes são imprescindíveis no 
ambiente organizacional moderno. 
A utilidade de um informação em um 
sistema informatizado é determinada pela 
combinação de:
 1) Qualidade - baseada na precisão e na 
confiabilidade de sua fonte; 
2) Acessibilidade - o quanto é fácil obtê-la e 
manipulá-la; 
3) Apresentação - o nível de complexidade 
que ela traz consigo de acordo com a 
necessidade de seus interlocutores.
25:17
O relacionamento de várias 
informações e variáveis é o que 
gera inteligência dentro dos 
negócios.
27:17
30:00
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Em uma organização, o conjunto de 
procedimentos, métodos ou rotinas 
que objetivam proteger os ativos, 
produzir dados contábeis confiáveis e 
ajudar a administração na condução 
ordenada dos negócios da empresa é 
conhecido como:
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 2
.
CURIOSIDADE
Quadro do programa Fantástico, exibido 
aos domingos, pela Rede Globo. O roteiro 
consiste em colocar um alto executivo de 
uma empresa para trabalhar na linha de 
produção da mesma, estando ele disfarçado 
para não ser reconhecido pelos colegas. 
A ideia é gerar lições para entender as 
necessidades e processos demandados para 
a boa operação do negócio e a como gerir a 
satisfação dos colaboradores envolvidos.
Chefe Secreto
32:42
10
A evolução dos SI
Cronologicamente, os primeis sistemas 
de informação organizacionais surgem na 
década de 1950. Conhecidos como Sistemas 
de Processamento de Transação, eles eram 
capazes de monitorar, coletar e armazenar 
dados de diversas transações como compras, 
controle de estoque, faturamento, folha de 
pagamento e controle de frequência, sem 
estabelecer integração entre elas. 
A década de 1960 é marcada pela introdução 
dos Sistemas de Informação Gerenciais. 
Tais sistemas já tinham uma determinada 
capacidade de prover informações com 
base em dados e processos internos da 
organização, porém, ainda não tinham a 
capacidade de integração, gerando sistemas 
de informação setorizados. 
Os Sistemas de Automatização de Escritório 
são o passo seguinte, na década de 1970. 
Aqui, cria-se uma opção de olhar para a 
parte administrativa da empresa, pensando 
na otimização de custos, processos e 
produtividade.
33:40
Começou a se ter uma 
preocupação com o aumento de 
produtividade, redução de custos 
e uma maior qualidade.
37:48
A evolução dos SI II
O próximo passo nessa cadeia evolutiva está 
ligado ao surgimento dos Sistemas de Apoio 
à Decisão. Os SAD’s oferecem um suporte 
à tomada de decisão, por meio do uso 
de modelos e dados de diferentes fontes, 
aliados a possibilidade de simulação de 
cenários baseados na coleta desses dados. 
Esses sistemas ganham mais mercado na 
década de 1980. Ainda assim, eles não 
tinham, em si, a capacidade de tomar 
decisões de maneira autônoma.
 Ainda na década de 1980, começam a 
surgir iniciativas que exploram a questão 
dos dados na obtenção de vantagens 
competitivas e inteligência voltada aos 
negócios. Os sistemas que utilizam Data 
Warehouses e funções de Data Mining 
passam a trabalhar de maneira automatizada 
com a gestão do banco de dados e, também, 
com a mineração deles. A partir dessa 
mineração, é possível obter informações 
setorizadas, ampliando a capacidade 
analítica do negócio como um todo. 
Ainda no que tange a automação, surgem os 
Sistemas Especialistas. Eles são capazes de 
substituir a interferência humana na solução 
de problemas, por meio de inteligência 
artificial, visando maior agilidade na tomada 
de decisão, melhora da produtividade e do 
acesso ao conhecimento. Ainda assim, eles 
não são ideais pelo possível viés que essa 
automatização traz consigo. 
 39:20
41:57O que é importante do Sistema 
de Apoio à decisão: ele vai dar 
opções de simulação, opções de 
oportunidade de escolha para o 
tomador de decisão.
46:27Se a organização escolhe 
comprar um software, um sistema 
pronto, ela tem que se adaptar, 
muitas vezes, ao processo para 
esse software pronto.
11
AULA 1 • PARTE 2
A evolução dos SI III
Na década de 1990 surgem os Sistemas 
de Informação para Executivos, que se 
assemelham, em grande medida, ao que 
conhecemos no mercado como soluções 
em “BI”. Esse tipo de sistema privilegia 
as informações para a alta gestão da 
organização, agilizando a obtenção de dados 
relevantes para o controle e tomada de 
decisão. Entre suas funcionalidades temos a 
visão mais geral do negócio, sua capacidade 
de recursos gráficos, facilidade de acesso e a 
geração de diversos modelos de relatórios. 
O advento dos ERP’s, entre as décadas 
de 1990 e 2000, traz uma grande ruptura 
quando falamos sobre sistemas de 
informação. Ele integra a administração de 
múltiplas operações, possibilitando um maior 
controle operacional e de custos de uma 
organização. Entre suas principais vantagens, 
temos a customização e criação de módulos 
específicos para a gestão de uma empresa, 
independentemente de sua complexidade e 
da natureza de seus negócios, combinada a 
democratização do acesso às informações 
na empresa.
00:25
Nem todo o tomador de decisão 
gosta do mesmo tipo de 
informação.
01:17
02:36
EBITDA: É um indicador muito 
utilizado para mensurar o quanto 
a empresa gera com sua atividade 
operacional, não incluindo impostos, 
empréstimos e investimentos 
financeiros. Em outras palavras, ele 
representa a geração operacional 
de caixa de uma organização. A 
partir desse indicador conseguimos 
um parâmetro que mede a 
competitividade e a eficiência da 
empresa.
PALAVRAS-CHAVE
05:16
CURIOSIDADE
Empresa alemã é a líder mundial no 
segmento de softwares corporativos. Dona 
de um faturamento superior a 23 bilhões 
de Euros em 2016. Fundada em1972, 
por ex-funcionários da IBM, a empresa 
desenvolve sistemas de gestão empresarial 
que contemplam, em módulos, todas as 
estruturas operacionais, financeiras, de 
gestão e controladoria. Assim como outras 
diversas opções totalmente customizáveis.
SAP
06:00
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Um sistema integrado de gestão 
com foco no cliente, constituído por 
um conjunto de procedimentos ou 
processos organizados e integrados a 
um modelo de gestão de negócios, é 
conhecido como:
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 3
.
12
A evolução dos SI IV
Entre um dos mais modernos sistemas 
de informação disponíveis no mercado 
temos o CRM. Ele tem um caráter tático e 
estratégico, no sentido de obter informações 
personalizadas de cada cliente, criando um 
nível de customização bastante específico. 
Neles encontramos diversas ferramentas 
que agilizam e impulsionam uma relação 
menos automatizada e mais precisa, quando 
pensamos na relação entre um cliente e 
uma marca. A curadoria dos dados de 
cada cliente é importante para melhorar a 
qualidade de atendimento, buscando um 
padrão diferenciado de atendimento, na 
ideia de gerar fidelização e recompra. 
Fernanda apresenta algumas ferramentas 
que fazem parte de sistemas de CRM e 
como elas operam no sentido de estabelecer 
o relacionamento com clientes novos e 
recorrentes, de forma a estreitar essa 
interação, seja por meio de estratégias 
menos ou mais invasivas, baseadas no 
perfil específico de cada consumidor, suas 
preferências e interesses.
 07:07
09:49
CURIOSIDADE
Rede de lojas de varejo norte-americana, 
fundada em 1902. Atualmente, a empresa 
é considerada uma das dez maiores redes 
varejistas do país. Com mais de 1900 lojas, 
trabalhando com eletrônicos, cama, mesa 
e banho, móveis, moda, games e joias, a 
empresa teve uma receita superior a 93 
bilhões de dólares em 2021.
Target
Alinhando negócios e TI
Muitas organizações se preocupam com 
realizar esse planejamento embasadas nos 
valores, missão e visão da organização 
e, se esquecem de buscar alternativas 
práticas que se convertam em ações 
efetivas na otimização de sua operação 
e desenvolvimento. Para Fernanda, uma 
das principais questões do planejamento 
estratégico está ligada à compatibilização de 
oportunidades internas e externas de uma 
organização sempre pensando em satisfazer 
os objetivos propostos. Isso não quer dizer 
adotar todo e qualquer processo, ferramenta 
ou sistema porque outros negócios o 
utilizam. 
Pensando nessa compatibilização, as 
ferramentas de TI são imprescindíveis em 
um mundo cada vez mais guiado por dados 
e digitalizado. O alinhamento entre as 
estratégias organizacionais e a TI inclui não 
apenas a estrutura de tecnologia, em si, mas 
todos os ‘stakeholders’ de uma empresa. 
Quando existe esse alinhamento, temos a 
chance de otimizar processos, recursos e 
operações, gerando vantagens competitivas 
e meios para alcançar os objetivos 
propostos.
14:56
Existe uma estratégia única? Não, 
não existem sete passos para o 
sucesso da sua organização.
15:37
Não é fácil para um tempo e 
refletir sobre estratégia.
18:25
Isso é muito importante dentro 
de planejamento estratégico: 
conseguir transpor as boas 
práticas que temos para a 
realidade da nossa empresa.
20:03
13
22:28
“BYOD”: Acrônimo para o anglicismo 
“bring your own device”. Em 
tradução livre, algo semelhante a 
traga o seu próprio dispositivo. É 
uma política empresarial que permite 
a colaboradores acessar dados e 
informações da empresa por seus 
próprios computadores, laptops ou 
demais dispositivos funcionais.
PALAVRAS-CHAVE
28:07
VPN: Acrônimo para “Virtual Private 
Network” ou, em português, rede 
privada virtual. É um serviço de 
rede intermediário que oferece 
ferramentas adicionais de 
criptografia e navegação sigilosa, 
dificultando a identificação de 
um usuário conectado à internet, 
impedindo a ação de hackers ou 
outros interessados em acesso aos 
dados trafegados por essa rede.
PALAVRAS-CHAVE
30:00O plano de negócios da minha 
organização sofre alteração e, 
com isso, esse alinhamento entre 
o negócio e a TI vai sofrendo 
alterações, também.
“Shadow IT” e adoção de TI
A professora Fernanda apresenta o conceito 
de “Shadow IT” e como ele pode influenciar 
negativamente nos negócios de uma 
organização. Esse conceito diz respeito 
ao uso de tecnologias e sistemas que não 
são os mesmos utilizados pela empresa 
para gerir dados sensíveis que pertencem a 
organização. 
Toda a vez que um colaborador utiliza, por 
iniciativa própria, algum outro sistema que 
não aqueles que a empresa adota como seus 
oficiais, ele coloca em risco os dados aos 
quais ele teve acesso. É preciso ter muita 
atenção para não comprometer informações 
relevantes ao utilizar tecnologias e sistemas 
que não tem o respaldo da organização. 
Por fim, a professora demonstra como o 
alinhamento entre o negócio e os sistemas 
de TI é fundamental para que escolhamos as 
opções que atendem nossas necessidades 
da melhor maneira. Mais uma vez, ela pontua 
que não necessariamente por ser o sistema 
mais utilizado ou algo que está na moda, 
determinado sistema de informações é o 
ideal para nossos negócios e estratégias.
 30:32
34:15Toda a mudança, toda adoção 
de sistema traz, naturalmente, 
desafios para dentro da 
organização.
34:46Não é porque é novo que serve 
para mim e para minha empresa, 
mas não é porque sempre 
funcionou que eu não preciso 
estar aberto a mudanças.
14
AULA 1 • PARTE 3
Desenvolvimento de SI’s
Para que tenhamos um resultado mais 
preciso na adoção de um sistema de 
informações é preciso que tenhamos 
conhecimento dos requisitos informacionais 
necessários para seu uso. Isto é, precisamos 
alinhar as necessidades de nosso negócio 
com a capacidade do sistema que 
pretendemos utilizar. 
Essa questão está diretamente ligada à 
estratégia do negócio, pois, a partir dela, 
conseguimos definir aonde queremos 
chegar e assim, qual o melhor sistema de 
informação para nos auxiliar a traçar essa 
trajetória. A decisão da escolha do sistema 
deve ser feita coletivamente, respeitando 
as sugestões e pontuações daqueles que 
nele irão operar, independentemente de sua 
posição hierárquica na organização. 
Quando conseguimos objetivar esse 
alinhamento entre negócios e sistemas de 
informação, conseguimos reduzir os custos, 
precisar o escopo e otimizar o tempo que 
necessitamos para desenvolver e implantar 
esse sistema. Isso também favorece a 
adoção de um sistema mais adequado, 
que não precisará ser reformulado por não 
atender a requisitos básicos em termos de 
informação. 
00:25
O negócio tem que saber, 
realmente, para onde ele quer ir. 
Porque, se não, qualquer coisa 
que a TI falar para o negócio, 
serve.
03:24
Todas as partes envolvidas 
precisam ser ouvidas antes de 
desenvolver um sistema, antes 
de comprar um sistema. Todas 
as partes.
06:32
Sistemas de informação contábeis
Quando tratamos especificamente de 
sistemas de informação contábil estamos 
pensando em um nicho particular de gestão 
informacional. Essa ferramenta do sistema 
é responsável por obter dados contábeis, 
processá-los e efetivá-los, para então extraí-
los como informações de suporte para a 
tomada de decisão na organização. 
O processamento e a efetivação desses 
dados necessita de treinamento prévio dos 
operadores do sistema e também de um 
produto que esteja alinhado as necessidades 
e estratégias da organização. Paralelamente, 
a professora Fernanda retoma o CPC 00, 
que diz respeito a estrutura conceitual para 
a elaboração e divulgação de relatórios 
contábeis e financeiros. 
Segundo o CPC 00, para que uma 
informação contábil-financeira seja 
considerada útil ela precisa ser fidedigna 
e relevante. Ela ainda pode ser mais 
qualificada quando é comparável, verificável, 
tempestiva e compreensível.
 11:49
13:07Não adianta ter o melhor sistema 
do mundo se quem interage com 
o sistema, não está, também, 
treinado.
16:51Será que paramos para pensarquando fazemos algum relatório 
sobre essas perspectivas dos 
nossos dados contábeis?
15
Ser tempestivo, muitas vezes, 
limita a qualidade da nossa 
representação, do nosso 
relatório.
19:28
Necessidades informacionais
Mais uma vez, a professora Fernanda chama 
a atenção da necessidade da integração 
da visão do negócio com a construção 
do sistema de informação contábil da 
organização. 
No que tange as necessidades 
informacionais, é preciso que haja uma 
definição entre o que será incluído e 
divulgado pelo plano de contas e pelo 
sistema de informação contábil. Ou seja, 
quais informações contábeis cada setor e ou 
usuários desse sistema compartilharão, de 
acordo com suas necessidades e diretrizes 
estabelecidas pela gestão. 
Não existe um modelo ideal que atenda 
todas as empresas. Quando tratamos de 
necessidades informacionais é preciso 
customizar o fluxo informacional de acordo 
com as demandas de cada setor e da 
estrutura hierárquica dela, para que essa 
informação tenha a utilidade adequada a 
cada usuário do sistema. 
Fernanda traz exemplos para demonstrar 
como a parametrização de um ERP pode 
ser definida, justamente, combinando e 
compartilhando informações que concernem 
diretamente a contabilidade e outros setores 
produtivos e administrativos de um negócio. 
20:35
A contabilidade precisa estar 
nas diversas áreas e na tomada 
de decisão.
22:29
Granularizar no plano de contas, 
na entrada de um sistema de 
informação, conseguir fazer 
essa parametrização dos níveis 
do plano de conta é bem 
importante.
27:32
28:31
Em sua oitava edição, lançada em 2019, 
o livro do Doutor em Controladoria e 
Contabilidade, Clóvis Luís Padoveze, além 
de tratar de ciência contábil, sistema e 
subsistemas de informação contábil, sua 
decisão de escolha e implantação, traz 
temas como ERP e leituras complementares 
direcionadas a controladoria e contabilidade 
gerencial.
Livro: Sistemas de informações 
contábeis: fundamentos e análise
LEITURAS INDICADAS
32:44As organizações, naturalmente, 
traduzem seus processo em 
forma de dinheiro.
16
Subsistemas contábeis
Dentro dos sistemas de informação contábil 
temos uma série de subsistemas que 
são responsáveis por gerir e metrificar 
processos que compõem a complexidade 
das atividades financeiro-contábeis de uma 
organização. 
A professora Fernanda apresenta onze 
subsistemas descrevendo seus objetivos, 
o tipo de informação que cada um deles 
recebe e valida, os relatório que eles 
produzem e quais são seus níveis de 
integração com os demais setores e sistemas 
da empresa. 
Os subsistemas destacados por Fernanda 
são: 1) Contabilidade Societária e Fiscal; 2) 
Controle Patrimonial; 3) Contabilidade em 
outros padrões monetários; 4) Valorização 
de Inventário/Custo Contábil; 5) Gestão 
de Tributos; 6) Análise Financeira e de 
Balanço; 7) Orçamento; 8) Custos Gerenciai/
Preço de Venda; 9) Contabilidade por 
Responsabilidade; 10) Controladoria 
Estratégia e Acompanhamento do Negócio e 
11) Demonstrativos contábeis Básicos.
 35:17
40:55Hoje em dia, muitas empresas 
usam o próprio sistema de 
BI como um sistema para 
plataforma de orçamento.
42:00
Identificam-se três tipos diferentes de 
implicação dos sistemas contábeis na 
tomada de decisão empresarial, sendo 
eles:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 4
.
CURIOSIDADE
Desenvolvido pela empresa Thomson 
Reuters, é uma solução para trabalhar com 
módulos contábeis em nuvem, sem que 
haja a necessidade de instalar softwares em 
seu computador. Dispõe de atualizações 
automáticas e proteção contra roubo ou 
perda de dados.
Domínio Web
44:51
45:47
CURIOSIDADE
Sistema ERP criado pela empresa Rech 
Sistemas de Gestão, é uma solução integrada 
que conecta soluções contábeis a módulos 
comerciais, industriais sendo totalmente 
customizável de acordo com a necessidade 
de cada negócio.
Siger
17
AULA 1 • PARTE 4
Contabilidade e digitalização
Em um ambiente de negócios cada vez mais 
digital, o perfil profissional do contador 
vem sofrendo uma série de transformações. 
Nesse contexto, o contador perpassa as 
funções de meramente reportar aquilo 
que diz respeito a contabilidade de uma 
organização. Agora, ele assume um papel 
mais presente em termos analíticos e deixa 
de cumprir funções automatizadas, que 
podem e deverão ser substituídas por 
ferramentas capazes de realizá-las. 
Isso torna o profissional contábil mais 
completo ao mesmo tempo que mais 
exigido, no sentido de assumir outras 
funções, relacionadas a controladoria e 
análise de dados. Essa capacitação acaba 
colocando o contador em uma posição 
que detém mais poder e maior potencial 
na tomada de decisão. Ainda assim, ela 
leva o contador a uma posição que não se 
restringe àquela que estamos acostumados. 
Ele deixa de ser apenas o profissional que 
relata o que acontece com a empresa em 
termos financeiros, contábeis e patrimoniais 
e passa a ser uma conexão entre essas 
temáticas e outras áreas da organização e 
do negócio.
 00:25
01:56Não é só fazer o balanço 
patrimonial agora. Temos que 
estar ativamente na gestão, no 
controle do patrimônio.
05:47A digitalização pode levar a 
reconfiguração das relações de 
poder e a introdução de novas 
práticas de tomada de decisão.
08:10
CURIOSIDADE
Empreendedor sul-africano é fundador de 
diversas empresas e projetos, como SpaceX, 
Paypal e Tesla Motors. Entre algumas de suas 
iniciativas, temos empreendimentos que 
trabalham com o uso de energias renováveis 
e a redução da emissão de gás carbônico, na 
terra. Aos 50 anos, é dono de uma fortuna 
que supera 315 bilhões de dólares.
Elon Musk
10:00
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
A função do controle interno que tem 
por finalidade orientar e acompanhar 
a gestão governamental, para 
subsidiar a tomada de decisões a 
partir da geração de informações, de 
maneira a garantir a melhoria contínua 
da qualidade das organizações, é 
denominada:
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 3
.
18
Contabilidade e tecnologia
O advento de tecnologias mais presentes 
no ambiente digital como blockchain, 
inteligência artificial, análise de dados e até 
mesmo a automação de processos e o uso 
de recursos robóticos vem transformando 
não apenas a economia como as funções 
atribuídas a profissionais da contabilidade. 
Sejam eles especialistas em gestão, 
em finanças ou no campo da auditoria, 
suas funções serão combinadas a outras 
habilidades, alterando consideravelmente os 
encargos e responsabilidades do profissional 
contábil. Ainda não é possível pontuar 
com grande clareza, de fato, como essas 
tecnologias influenciarão nas competências 
e na forma de trabalhar do profissional 
contábil. Uma vez que, muitas dessas 
tecnologias ainda são relativamente recentes 
e não têm uma abrangência ou acesso 
difundido em todas as organizações. 
O tempo será um agente importante 
nesse processo. Nesse sentido, é também 
interessante considerar quais são as reais 
necessidades de adoção delas em cada 
negócio. Sempre lembrando que apenas 
ter acesso a tais tecnologias não é o 
suficiente para desempenhar uma melhora 
em suas operações. Muitas vezes, a melhor 
saída é identificar as reais necessidades 
e apostar em soluções que as atendam 
do que contratar outras que podem ser 
subutilizadas.
11:16
Pensar como isso muda o perfil 
do profissional, as necessidades 
e habilidades que ele tem que 
ter, é algo relevante.
15:14
A carga processual dentro da 
contabilidade é muito alta. Não 
dá tempo para o contador olhar 
para a tomada de decisão.
18:50
Que tipo de dados eu tenho? 
Que tipo de dados vale a pena 
eu coletar? Será que eu preciso 
de um milhão de dados para 
tirar uma informação relevante?
22:54
Competências profissionais
A professora Fernanda demonstra um 
panorama atual no que diz respeito aos 
principais sistemas informacionais contábeis 
Em seguida, ela passa a demonstrar como 
competências que vão além de operar com 
planilhas e nos sistemasinformacionais 
mais populares serão necessárias no futuro 
da contabilidade, tanto para quem procura 
oportunidades no mercado, quanto na 
academia. 
Destacam-se entre algumas dessas 
competências as habilidades sociais ou ‘soft 
skills’ assim como o domínio de práticas 
contábeis e o domínio de suas práticas 
harmonizadas. A questão de práticas de 
controladoria também ganha contornos 
mais fortes em termos de competências 
desejadas. 
No que trata de novas tecnologias, por 
mais que seu conhecimento seja sempre 
bem-vindo, ainda é cedo para termos uma 
visão mais prática de seu uso, justamente, 
por muitas delas ainda serem incipientes 
no mercado. Ainda assim, a segurança da 
informação já tem um destaque especial.
 23:34
35:49Eu, como profissional contábil 
tenho que estar atento ao 
ambiente. Tenho que entender 
quais são as novas competências, 
quais são as oportunidades que 
eu tenho, realmente.
39:58Analisem os dados, vale a pena 
parar e pensarmos o que temos 
de dados na nossa organização.
19
AULA 2 • PARTE 1
Recapitulação
A professora Fernanda inicia a aula 
retomando alguns dos principais tópicos 
explorados na aula anterior. Desde 
os conceitos iniciais de Sistemas de 
Informações, seus principais modelos e 
formatos, o que devemos considerar antes 
de implantá-los e como a controladoria 
também participa na gestão da informação 
e na tomada de decisão. Mais uma vez, 
destaca-se a importância do alinhamento 
estratégico entre o negócio e a tecnologia 
de informação, como sendo um dos fatores 
mais importantes a ser considerados na 
adoção de sistemas de informação contábil 
em uma organização. 
A interação entre as informações produzidas 
pelos Sistemas de Informação e os demais 
setores da organização potencializam 
a gestão e criam novas oportunidades, 
no sentido do controle e também do 
desenvolvimento vantagens competitivas, a 
partir do uso dessas informações de forma 
adequadas. Fernanda pontua a importância 
da relação entre o advento da tecnologia 
e como a atividade econômica se atualiza 
conforme elas se firmam no mercado.
01:11
O processamento da informação 
contábil sempre foi evoluindo 
com o surgimento da tecnologia.
03:39
O processo de segurança 
da informação não é apenas 
um cargo da tecnologia da 
informação. O contador também 
tem que estar envolvido nisso.
05:37
CURIOSIDADE
Fundada em 2003, por pesquisadores do 
departamento de Ciências da Computação 
da Universidade Stanford, é uma empresa 
norte-americana que trabalha com softwares 
para visualização de dados. A Tableau foi 
adquirida pela Salesforce, em 2019, por um 
valor superior a quinze bilhões de dólares.
Tableau
10:00
11:00
Considerando o papel da 
Controladoria em uma organização, 
assinale a alternativa correta:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 2
.
20
Recapitulação II
Seguindo na recapitulação das aulas 
anteriores, a professora Fernanda volta a 
explorar a questão da adoção dos Sistemas 
de Informação Contábil, suas necessidades 
e como eles podem ser extremamente úteis 
para otimizar tempo, recursos e processos 
de uma organização. Isso cria a possibilidade 
de melhorias nos resultados e processos de 
uma organização, mas não é uma garantia, 
apenas por sua adoção. É preciso treinar 
os colaboradores e fazer com que eles 
entendam o real funcionamento do sistema 
para que possam aproveitar seus recursos 
ao máximo. 
Em seguida, a professora passa, novamente, 
pela linha do tempo dos Sistemas 
de Informação Contábil, brevemente 
descrevendo como eles se estabeleceram 
ao longo da história. Fernada retoma a 
questão do “Shadow IT” e suas questões 
de segurança, os Sistemas de Informação 
Contábeis como ferramentas operacionais 
e os subsistemas que podem compreendê-
los. Por fim, ela destaca, mais uma vez, a 
importância de conhecermos nosso banco 
de dados e como podemos gerar valor a 
partir dele.
 12:10
16:27A questão da integração e 
a otimização do uso dessa 
informação é, realmente, algo 
muito relevante para o ERP.
20:53Assim como o negócio tem que 
se alinhar a TI, a contabilidade 
também tem que estar alinhada 
aos objetivos estratégicos do 
negócio.
24:26
24:55
“Market Share”: Conhecida no 
Brasil como ‘fatia de mercado’ ou 
‘quota de mercado’, é uma métrica 
de marketing que expressa a 
participação de uma organização em 
um segmento ou canal específico. Ela 
calcula a porcentagem de vendas de 
uma empresa em relação às vendas 
totais do mercado.
PALAVRAS-CHAVE
“KPI´S”: Acrônimo para “Key 
Performance Indicator”, é 
rotineiramente traduzido como 
Indicadores-Chave de Desempenho. 
São métricas utilizadas para 
avaliar ações e iniciativas, medindo 
o desempenho de processos 
realizados por empresas, na busca 
de um determinado objetivo 
preestabelecido.
PALAVRAS-CHAVE
21
A força dos dados internos
Fazendo um paralelo entre uma fazenda 
dedicada a gados de reprodução, a 
professora demonstra como conhecer 
os dados internos de uma organização é 
fundamental para os negócios. Fernanda 
utiliza essa imagem para demonstrar como é 
possível conseguir um aumento significativo 
na melhoria dos negócios quando 
aprendemos com os dados que já temos 
disponíveis em nossas bases de dados.
Antes de contratarmos serviços e soluções 
que explorem o mercado e alternativas 
que podem acabar subutilizadas, devemos 
atentar para os dados que já fazem parte 
do nosso negócio. Muitas vezes, a partir 
deles conseguimos extrair informações 
valiosas que não são aproveitadas e, assim, 
conseguimos auxiliar a tomada de decisão 
de forma mais assertiva. Explorar os dados 
internos da organização é um hábito que 
precisa ser exercitado e, a partir dele, é 
possível minerar informações que podem ser 
determinantes no sucesso ou na melhoria de 
um processo ou do negócio como um todo.
26:54
Toda a empresa é uma empresa 
de dados. Então, naturalmente, 
temos muito dado dentro da 
nossa organização.
28:02
Se eu não conheço o que tenho 
internamente, se eu não exploro 
já, o que tenho internamente, 
não adianta eu olhar para fora.
37:17
A geração de valor depois que 
vocês começam a incrementar, 
realmente, a análise de dados 
dentro da empresa é muito 
melhor.
39:58
45:09
“Text Mining”: A mineração de texto 
é uma tecnologia capaz de processar 
e analisar texto semi-estruturado ou 
não estruturado. Uma das principais 
funções da mineração de texto é 
identificar tópicos, palavras-chave 
e padrões, obtendo informações a 
partir de uma análise automatizada.
PALAVRAS-CHAVE
22
AULA 2 • PARTE 2
Análise do ambiente
Uma boa gestão de dados também depende 
do uso que se dá a eles. Ou seja, não basta 
ter a melhor tecnologia ou as mais modernas 
soluções se esses dados não são explorados 
e transformados em informações de valor. 
Apenas reter uma grande quantidade de 
dados não vai fazer com que se crie uma 
vantagem competitiva ou se encontre uma 
forma de otimizar processos. É preciso 
analisar esses dados e utilizá-los dentro 
de uma janela que compreende período 
e oportunidade. Quando não fazemos 
isso, podemos estar perdendo chances de 
melhorar nossos resultados e desempenho. 
A professora chama a atenção para o 
cuidado que devemos ter com uma base 
de dados. Ainda que tenhamos opções 
como armazenamento em nuvem e outros 
recursos online é fundamental termos 
“backups” dessas informações. E isso não se 
aplica exclusivamente ao banco de dados, 
mas, também aos Sistemas Informacionais 
que utilizamos. Para empresas que decidem 
não utilizar os serviços em nuvem é sempre 
importante manter cópias desses softwares 
e seus dados em locais separados e ou 
fora da empresa. Isso garante uma maior 
segurança a estrutura do negócio no caso de 
um problema como roubo, falhas técnicas e 
assim sucessivamente. 
 00:25
03:17Um projeto de vocês é o dado 
dentro da organização.
07:25Temos que entender o que 
ganhamos e perdemos analisando 
ou não analisando tais dados.
Visualizando dados
A visualização de dados é imprescindívelpara explicitar as informações que 
conseguimos extrair após a análise e 
mineração dos dados coletados. É a partir 
dela que conseguiremos criar argumentos 
para demonstrar aos interessados como 
obtivemos determinada informação e como 
ela é, de fato, importante para o negócio. 
Essa informação pode ser traduzida por 
meio de textos, tabelas, gráficos e outros 
formatos que facilitem sua compreensão, 
garantindo que a mensagem e a informação 
adquirida seja plenamente clara para todos 
os interlocutores. Fernanda acredita que 
temos de não apenas olhar para o passado 
quando estamos tratando de dados. 
É preciso também desenvolver a 
capacidade de fazer previsões futuras, 
projetando possíveis cenários. Isso se torna 
possível quando fazemos as medições 
e parametrizações em intervalos mais 
frequentes de medição.
09:49
Qual a informação eu vou ter 
que analisar? Qual a informação 
eu vou ter que apresentar?
12:26
A visualização de dados ajuda 
a contar essa história. Ajuda a 
convencer para uma tomada de 
decisão diferenciada.
16:29
23
21:06Viram como muda essa 
percepção do indicador?
Qual é a estratégia da sua 
empresa? O que esse indicador 
chave está querendo medir?
24:51
Visualizando dados II
Outro fenômeno que precisa ser 
compreendido na questão dos dados é 
quais deles, de fato, são relevantes para 
seu negócio. Ou seja, não adianta adotar 
uma metrificação gigantesca e que analise 
parâmetros e temas que não trazem 
benefícios ou não são capazes de gerar 
informações que tragam melhorias para o 
negócio ou seus processos. 
É preciso também coerência na hora 
de trabalhar com indicadores. Não é só 
porque um indicador está relatando maus 
resultados que ele pode ser rejeitado ou 
excluído. Muitas vezes, esse resultado, 
ainda que negativo, pode ser de grande 
importância para que procuremos soluções 
mais adequadas para tratá-lo. Além disso, 
é importante entender que os objetivos 
de uma organização não dependem 
exclusivamente de seus colaboradores e de 
sua gestão. 
Uma empresa é um organismo que depende 
de fatores internos e externos, sendo assim, 
manter um bom relacionamento e gerir as 
variáveis que podem ser controladas podem 
ser guias que levem para o caminho do 
sucesso. 
25:26
Organizações não são sistemas 
fechados. Nos relacionamos 
com várias partes interessadas.
27:48
30:00
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Em um mapa estratégico de uma 
fábrica de cadeiras, que visa ao 
aumento de lucro em sua base 
estratégica, é definido o indicador 
“velocidade na entrega do produto”. 
Nesse contexto, em que nível do 
Balanced Scorecard (BSC) esse 
indicador se encaixa?
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 3
.
24
Balanced Scorecard
A professora Fernanda apresenta o Balanced 
Scorecard, um modelo de gestão estratégica 
que considera outros indicadores além dos 
financeiros e contábeis para a obtenção 
do sucesso de um empreendimento. Nesse 
modelo vamos considerar: 
1) A perspectiva de aprendizado e 
crescimento - ou seja, a experiência e o 
conhecimento presente na organização, 
focando em capacitação, desenvolvimento 
de cultura e em iniciativas que promovam a 
satisfação de seus colaboradores; 
2) A perspectiva dos processos internos 
- identificar e aperfeiçoar processos no 
sentido de otimizar a produtividade e a 
qualidade dos serviços e produtos ofertados; 
3) A perspectiva dos clientes - no sentido 
de adquirir e retê-los, por meio de um 
relacionamento mais próximo entre a marca 
e seu consumidor e; 
4) Perspectiva financeira - avaliar os 
objetivos de curto, médio e longo prazo, 
considerando as expectativas de seus 
investidores na busca de resultados 
satisfatórios, por meio de métricas como 
ROI, LTV, CAC, ticket médio e Churn rate. 
 33:06
35:22Eu não consigo fazer melhoria de 
processos se quem executa os 
processos não tem conhecimento 
sobre aquilo.
38:27
CURIOSIDADE
Iniciativa da Holding Óbvio Brasil, é um 
site, que está no ar desde 2000, e recebe 
diversos tipos de reclamações contra 
empresas. Envolvendo problemas ligados 
ao atendimento, vendas e ofertas dos mais 
variados produtos e serviços.
Reclame Aqui
25
AULA 2 • PARTE 3
Mapeando relacionamentos
Outro fator determinante para o sucesso 
de um empreendimento está atrelado ao 
relacionamento que é desenvolvido entre 
ele e suas partes interessadas. Sendo 
assim, precisamos identificar todos esses 
‘stakeholders’ e entender quais são as 
razões pelas quais eles se relacionam 
com a empresa. Aqui, existe uma troca de 
interesses entre as partes, ou seja, cada 
stakeholder tem uma pretensão, assim como 
a empresa também tem as suas. Essa relação 
se estende aos consumidores dessa empresa 
e seus produtos, serviços ou soluções. 
Fernanda traz um exemplo para demonstrar 
como essa relação se dá envolvendo 
quatro atores: a empresa, os clientes, os 
fornecedores e colaboradores. Ela pontua 
como os indicadores atribuídos a cada 
ator trabalham em conjunto e de maneira 
estruturada para atingir o principal objetivo 
estabelecido pela organização. Quando 
conseguimos estabelecer essas relações fica 
mais fácil identificar onde estão as possíveis 
barreiras e quais são os indicadores 
fundamentais para o melhor desempenho do 
negócio.
 00:25
01:59
“Trade-off”: Anglicismo comumente 
utilizado em tópicos associados à 
economia. Ele define situações em 
que existem conflitos de escolha, 
ou seja, ele explora o resultado de 
uma escolha comparando aquilo que 
foi selecionado em detrimento das 
outras opções possíveis, as quais se 
abriu mão.
PALAVRAS-CHAVE
06:00Para apreciar totalmente como 
um KPI afeta o outro, é necessário 
mapear o relacionamento entre 
os próprios KPI’s.
08:25Só quando planificamos realmente, 
controlamos, colocamos no papel, 
conseguimos fazer uma melhor 
gestão.
30:00
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Qual das alternativas abaixo 
relacionadas define, de maneira mais 
precisa, um indicador-chave?
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 2
.
26
Intervalos de medição
Para que uma métrica ou indicador tenha 
características preditivas ele precisa ser 
medido regularmente. Não é possível 
determinar um período exato para cada 
indicador escolhido. Isto quer dizer que, 
de acordo com cada métrica devemos 
estabelecer um intervalo de medição 
distinto. 
Determinadas métricas podem ser medidas 
com intervalos maiores ou menores, porém, 
não podemos deixar de entender qual a 
periodicidade cada métrica irá necessitar 
e como elas se relacionam entre si. Isso só 
acontecerá a partir da prática e da execução 
dessa tarefa. A proposta desse intervalo 
de medições é justamente evitar grandes 
surpresas, sejam para bem ou para mal e 
compreender com mais clareza quais são, de 
fato, as métricas mais importantes para cada 
negócio. Fernanda destaca a importância de 
medirmos a relação de custo, envolvendo 
recursos e tempo e os benefícios que essas 
métricas podem trazer como vantagens para 
o negócio.
14:06
16:33
“Turnover”: Quando aplicado ao 
marketing está ligado a rotatividade 
de clientes em relação ao consumo 
de uma determinada marca, produto 
ou serviço. Também traduz a questão 
da rotatividade em funcionários de 
uma organização. 
PALAVRAS-CHAVE
Agora, se o monitoramento é 
constante, ele já tem um valor 
preditivo muito maior.
20:29
É somente assim que ele vai 
poder ser uma ferramenta de 
gestão preditiva: quando o 
olhamos de forma sistemática.
24:41
30:25
5W2H: Ferramenta administrativa 
utilizada para determinar prazos, 
responsabilidade e atividades em 
projetos, respondendo as perguntas: 
o que sera feito? (what); por que 
será feito? (why); onde será feito? 
(where); quando será feito? (when), 
por quem será feito? (who); como 
será feito? (how) e quanto custará? 
(how much).
PALAVRAS-CHAVE
O que são indicadores?
Indicadores ou métricas-chave são os 
principais meios de entender se uma 
empresa está no caminho de atingir seus 
objetivos e metas. Utilizá-los irá lhe ajudar 
a identificar os motivosque podem ser 
barreiras para um melhor progresso do 
trabalho, além de direcionar à novas 
oportunidades de melhorar tais falhas. 
É sempre preciso pensar que esses 
indicadores estão envolvidos em uma cadeia 
complexa de ‘stakeholders’ e expectativas. 
Sendo assim, eles precisam ser confiáveis, 
passíveis de mensuração e obtidos a um 
custo razoável. Segundo Fernanda, os 
fatores críticos de sucesso são formas de 
influenciar a escolha dos indicadores. Esses 
fatores destacam as áreas de atividade 
onde é preciso excelência para atingir os 
principais objetivos da organização.
 33:23
35:25O indicador tem que permitir 
também essa visualização do que 
está dando errado e dar tempo de 
correção.
27
AULA 2 • PARTE 4
Visualizando dados III
A entrega de relatórios contábeis pode ser 
realizada de diversas maneiras, considerando 
as necessidades de cada cliente. Ainda 
que estejamos muito habituados com os 
formatos tradicionais, muitas vezes, eles não 
fazem mais sentido, de acordo com o tipo 
do negócio e suas expectativas em relação a 
esse processo. Quando tratamos do aspecto 
visual de uma entrega que envolva relatórios 
financeiros ou contábeis precisamos 
considerar quais são as informações que, de 
fato, interessam ao cliente. Nem sempre a 
produção de gráficos complexos ou páginas 
e mais páginas de descrições detalhadas é o 
que faz sentido para determinado cliente. 
Atualmente, diversas tecnologias nos 
permitem realizar essas entregas de 
modo mais coeso e visualmente amigável. 
Ainda dentro do espectro da tecnologia 
precisamos nos atentar para os formatos 
com os quais trabalhamos na entrega desses 
relatórios. Ou seja, é preciso adaptá-los 
para os dispositivos e sistemas, de maneira 
que os clientes possam acessá-los sem 
incorrer em questões de compatibilidade. O 
papel do contador é justamente traduzir as 
informações desejadas em um formato visual 
que seja adequado com as necessidades de 
sua organização ou cliente.
01:25
O padrão também faz com que a 
entrega de valor seja menor.
02:48
A forma como entregamos 
informação, a forma como 
comunicamos é, realmente, muito 
importante.
05:18
11:04
Publicado originalmente, em 2015, o livro 
da especialista em dados Cole Nussbaumer 
Knaflic descreve estratégias para exemplificar 
como dados são um excelente guia na 
hora de explicar análises complexas em 
apresentações e relatórios de diversas 
naturezas.
Livro: Storytelling com Dados
LEITURAS INDICADAS
14:37
Scott Berinato, editor sênior da revista 
Harvard Business Review comenta 
brevemente os desafios de se criar 
soluções visuais adequadas para 
resolver problemas de comunicação 
entre dados e gráficos.
Visualização de dados e bons 
gráficos
VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=TMz3_6hFSos
28
14:58
Produção norte-americana de 2011, dirigida 
por Bennett Miller e estrelada por Brad Pitt e 
Jonah Hill, conta a história do gerente-geral 
do time de basebol Oakland Athletics, Billy 
Beane, e como ele tenta mudar a realidade da 
equipe a partir da análise de estatísticas dos 
jogadores.
Filme:O Homem Que Mudou o 
Jogo
ENTRETENIMENTO
18:39Porque o ‘dashboard’ da empresa 
precisa ser tão difícil de entender?
Visualizando dados IV
A comunicação de informações contábeis 
e financeiras quando realizada de forma 
eficaz pode ser uma vantagem competitiva. 
Ou seja, quando conseguimos produzir 
relatórios e outros meios de comunicação 
desses parâmetros, temos a chance de tomar 
decisões de maneira mais ágil e assertiva. 
Sendo assim, temos que pensar em facilitar 
a transmissão dessa informação entre seus 
interlocutores, buscando sempre a melhor 
forma ofertar as informações que são 
necessárias, de maneira rápida e de forma a 
otimizar sua interpretação. 
Nesse sentido, precisamos olhar para como 
nossos clientes consomem esses recursos 
visuais. Isto é, cada organização ou cliente 
terá preferências na hora de receber essas 
informações. Logo, não necessariamente um 
gráfico extremamente complexo, que lista 
a relação de diversas variáveis será o mais 
adequado para todas as situações, embora 
ele possa ser em outras. Precisamos utilizar 
recursos visuais que estejam alinhados 
com as expectativas dos receptores da 
mensagem que queremos transmitir.
19:09
Nós não vamos em ordem 
quando estamos falando de 
dados visuais. Os dados visuais 
não são lidos de forma linear.
26:07
26:30
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Com relação a Demonstração de 
Resultado do Exercício (DRE), é 
correto afirmar que:
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 3
.
29
Visualizando dados V
Algumas características de recursos visuais 
são importantes na composição de relatórios 
ou gráficos que transmitem informações 
contábeis e financeiras. Em grande medida, 
quando olhamos informações traduzidas 
visualmente não as lemos de forma linear, 
como fazemos com textos. 
Nosso primeiro reflexo é olhar os itens 
desenhados e em seguida buscar 
informações que o contextualizem. A 
presença de cores e as mudanças bruscas, 
quando consideramos gráficos também são 
importantes para destacar a informação que 
está sendo transmitida. Sendo assim, eles 
podem ser recursos importantes na hora de 
representar a mensagem desejada. 
Outra questão importante é a quantidade 
de métricas expressas em um mesmo 
gráfico. O ideal é não saturá-lo. Isso 
dificulta a percepção mais precisa das 
informações e confunde o receptor da 
mensagem. É preciso, também, apresentar 
os elementos visuais de maneira com que 
eles estabeleçam relações significativas, 
facilitando a compreensão e evitando 
com que haja a possibilidade de leituras 
equivocadas. Por fim, manter convenções 
populares faz com que o visual seja mais 
compreensível, sendo assim, trocar cores, 
posições ou formas pode fomentar perda de 
credibilidade e gerar dúvidas.
26:41
Se nós precisarmos focar em 
pontos individuais de dados, 
devemos desenhar o mínimo 
possível.
31:50
Tem algum manual escrito que 
o vermelho é para ser prejuízo? 
Não, mas é uma convenção. 
Sabendo disso fazemos escolhas 
mais assertivas.
36:48
Exemplo prático
Finalizando sua aula, a professora Fernanda 
traz um exemplo prático para demonstrar 
como é possível combinar diversas 
informações relevantes à gráficos, desenhos 
e outros recursos visuais. Nele, é possível 
detectar as informações necessárias de 
maneira que facilitam sua compreensão e 
entregam valor ao cliente. 
A ideia desse relatório é justamente se 
mostrar o mais transparente e preciso 
possível no que tange as expectativas 
do cliente em relação a exposição de 
informações relevantes para sua tomada de 
decisão. Isso prova que é possível apresentar 
informações sensíveis de forma descontraída 
e objetiva. 
Sempre lembrando que, esse dinamismo 
vai variar de acordo com as expectativas 
de cada cliente e que suas preferências 
devem ser respeitadas dentro das relações 
estabelecidas. Logo, se um cliente deseja 
algo mais formal, é dessa forma que 
devemos atendê-lo.
 37:05
40:03
“Benchmarking”: É tomar uma ou 
várias empresas como referência, 
analisando e estudando suas 
técnicas, processos ou resultados. 
Identificando pontos fortes e 
adaptando-os à realidade de outra 
empresa para medir, comparar e 
melhorar seu desempenho.
PALAVRAS-CHAVE
45:09A melhor maneira para começar 
a aprender como produzir bons 
dados é pensar visualmente.
30
AULA 3 • PARTE 1
Governança em TI
Quando consideramos a controladoria 
contábil como responsável pela gestão 
orçamentária e administrativa de uma 
organização, precisamos entender que ela 
abrange a governança em TI. 
Ela é um braço da governança corporativa 
que compreende as estratégias de uma 
organização e o comportamento desejável 
que se espera dela, traduzidas em ativos que 
podem ser representados pela informação e 
pelos bens de TI, que incluem mecanismos 
de governança de suas tecnologias e 
recursos informacionais. 
A governança em TI exerce um papel 
de grande relevância no ambiente 
organizacional. Sendo assim,assumimos que 
seus principais objetivos estejam alinhados 
com os princípios universais de governança 
tarefas e processos relacionados a 
responsabilização corporativa, transparência, 
prestação de contas e equidade.
 01:11
03:22
Matriz RACI: Ferramenta de 
gestão que auxilia a atingir 
o objetivo de um projeto, 
descrevendo as responsabilidades 
e ações necessárias atribuídas 
a cada participante, facilitando 
a comunicação organizando a 
gestão de tarefas. O acrônimo RACI 
significa: Responsável, Autoridade, 
Consultado e Informado.
PALAVRAS-CHAVE
Objetivos & governança em TI
O professor Alessandro elenca oito principais 
objetivos como sendo os principais da 
governança em TI: 1) Eficiência na resposta 
- estar sempre preparada para as mudanças 
do mercado volátil; 2) Redução de custos 
e tempo - na manutenção de sistemas, 
garantindo seu pleno funcionamento e 
integridade; 3) Impulsionar os negócios 
- a tecnologia permite novos modelos 
de negócios e fomenta a transformação 
digital; 4) Efetividade - buscando soluções 
que permitam manter ou aumentar a 
performance, reduzindo custos para 
soluções em informática, sistemas e demais 
recursos; 5) Simplicidade - entregar sistemas 
funcionais e dinâmicos, em um curto período 
de tempo, capaz de agregar valor aos seus 
usuários; 6) Padronizar sistemas - manter 
padrões de sistemas para facilitar suas 
manutenções e atualizações; 7) Flexibilizar 
o negócio - desenvolver a capacidade de 
adaptar sistemas a cada tipo de negócio, 
permitindo sua gestão completa e; 8) 
Efetividade - encontrar os melhores recursos 
humanos para operar e desenvolver sistemas 
e soluções conectados ao propósito e 
expectativas do negócio. 
06:15
A TI impulsiona os negócios. A 
TI transforma os negócios.
07:49
O desenvolvimento de sistemas 
preza há muito tempo e agora, 
cada vez mais, por soluções 
simples.
10:33
Cerca de 70 a 75% do 
investimento que se faz no 
departamento de TI tem a ver 
com recursos humanos.
13:56
31
Mecanismos & governança em TI
Para que a governança em TI possa ser 
executada em uma organização ela necessita 
de determinados mecanismos para por 
em prática suas capacidades e benefícios. 
Entre eles, temos a comunicação formal que 
busca assegurar o conhecimento e o melhor 
tratamento da informação organizacional. 
Isso também inclui as formas de distribuição, 
análise e extração de dados da maneira 
mais adequada, de acordo com o perfil e 
necessidades entre setores, departamentos 
e níveis hierárquicos da organização. 
A comunicação formal corrobora a estrutura 
de tomada de decisão, outro mecanismo da 
TI. Por meio dele, definem-se os arquétipos, 
que são responsáveis por determinar 
como se dá o controle realizado a partir 
das estruturas de TI. Esses arquétipos 
são fundamentais para a identificação 
e expressão da cultura organizacional 
e para determinar as decisões chave da 
organização, tanto em termos de negócio 
quanto da própria TI. Incluindo a arquitetura 
e infraestrutura da tecnologia, como 
adoção de sistemas e planejamento das 
necessidades tecnológicas alinhadas ao 
negócio e suas necessidades. 
Outro mecanismo com o qual a governança 
em TI trabalha são os processos de 
alinhamento. A partir dele gerenciamos 
os investimentos, as exceções à 
arquitetura, acordos de nível de serviço e 
acompanhamento de projetos, buscando 
agregar valor ao negócio.
 17:25
20:23
Publicado em 2005, o livro de Peter Weill 
e Jeanne W. Ross propõe estratégias para 
gerenciar os processos decisórios da TI 
na busca de soluções que impulsionem o 
negócio, demonstrando o que as empresas 
podem fazer para potencializar seus 
investimentos em TI. 
Livro: Governança de TI - 
Tecnologia da Informação
LEITURAS INDICADAS
24:01A arquitetura também define a 
infraestrutura de TI.
 27:43
“SLA”: Acrônimo para ‘Service Level 
Agreement’, é conhecido, no Brasil, 
como Acordo de Nível de Serviço. 
Ele determina quesitos, regras e 
cláusulas contratuais referentes 
a entrega, responsabilidades e 
demais condições entre um serviço 
contratado e seu contratante.
PALAVRAS-CHAVE
32
30:00
Considerando os arquétipos que 
existem dentro da estrutura de 
tomada de decisão da governança 
em TI, podemos determinar que uma 
monarquia de TI é:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
O que o meu departamento 
entrega para a empresa, 
colaboradores, clientes, 
fornecedores que agrega valor 
ao negócio.
33:37
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 4
.
33
AULA 3 • PARTE 2
Segurança da informação
A segurança da informação é um tema cada 
vez mais presente não apenas no ambiente 
empresarial mas, também, em nossas 
vidas pessoais. Com o advento do acesso 
a dispositivos móveis e da transformação 
digital estamos cada vez mais conectados. 
Isso também faz com que transacionemos 
mais dados nas redes que, infelizmente, nem 
sempre se mostram um ambiente totalmente 
seguro e confiável. 
O professor Alessandro destaca a 
importância de desenvolvermos estratégias 
de educação para segurança online, pois, 
ainda hoje, grande parte dos usuários de 
internet e demais sistemas, como sistemas 
informacionais, não estão preparados para 
lidar com boa parte das questões ligadas a 
segurança de dados. 
O professor traz alguns exemplos do cinema 
e também de casos verídicos que envolvem 
empresas, para ilustrar questões atreladas a 
ataques e invasões realizadas por hackers, 
vazamento de informações acidentais 
ou propositais e como elas podem ser 
extremamente prejudiciais para os negócios, 
seja em termos financeiros, de imagem e 
principalmente de credibilidade de uma 
organização.
00:25
Segurança da informação é um 
aspecto que deve ser ensinado 
desde cedo, em casa, para as 
crianças.
01:36
04:06
Produção norte-americana de 2001, dirigida 
e produzida por Michael Bay, estrelada por 
Ben Affleck, Cuba Godding Jr e Alce Baldwin, 
retrata uma versão fictícia do ataque aéreo 
japonês a Peral Harbor, em 1941, durante a 
Segunda Guerra Mundial.
Filme:Pearl Harbor
ENTRETENIMENTO
34
05:09
05:54
Baseado na biografia de Alan Turing, a 
produção britânica e norte-americana 
entrou em cartaz em 2014. Dirigida por 
Morten Tyldum e estrelada por Benedict 
Cumberbatch eKeira Knightley, relata a 
participação britânica na Segunda Guerra 
Mundial e como foi decifrado o código 
Enigma, utilizado pelos alemães para enviar 
mensagens aos seus submarinos.
Filme: O Jogo da Imitação
ENTRETENIMENTO
Dirigido por John Woo e estrelado por 
Nicolas Cage, a produção norte-americana 
de 2002, relata a história verídica de como 
a língua da tribo indígena dos Navajos 
foi utilizada para impedir que o inimigo 
conseguisse decifrar a comunicação das 
tropas americanas.
Filme: Códigos de Guerra
ENTRETENIMENTO
09:57
CURIOSIDADE
Acrônimo para ‘National Association of 
Securities Dealers Automated Quotations’, 
é o segundo maior mercado de ações 
em capitalização de mercado do mundo. 
Na NASDAQ estão listadas mais de 2700 
empresas de capital aberto dos ramos 
de tecnologia, eletrônica, informática, 
telecomunicações e áreas afins.
Nasdaq
35
Impactos & Segurança
Toda a vez que temos problemas que 
envolvam a segurança de dados eles podem 
refletir em uma série de impactos para a 
organização. Esses impactos estão presentes 
em diversas esferas, entre elas: 
1) Ética - no que tange questões de 
privacidade, espionagem industrial e 
comercial, o uso não autorizado de marcas 
e até mesmo a queda da qualidade dos 
serviços prestados; 
2) Social - pode afetar diretamente a 
imagem da empresa e, paralelamente, seus 
stakeholders, reduzindo sua confiabilidade e 
trazendo prejuízos para o negócio; 
3) Políticos - dizem respeito as legislações 
nacionais de proteção de dados e sua 
eficácia, assim como a interferência do 
governo ou agências reguladoras na 
transmissão das informações; 
4) Autorais - especialmente nos problemas 
sobre o conhecimento intelectual 
desenvolvido por uma organização e o 
quanto ele pode ser exposto e; 
5)Financeiro - o impacto financeiro não está 
apenas ligado ao quanto pode ser subtraído, 
em termos de valores de uma empresa. 
Existem custos muito representativos para 
reestruturar e recuperar os sistemas ou os 
danos nele causados.
 11:08
14:30Tu vais roubar pela internet, tens 
chance de conseguir R$ 1.800,000, 
em média, e tem 5% de chances de 
ser preso.
Ameaças & vulnerabilidade
Assim como em todos os aspectos de 
nossas vidas, os sistemas informacionais e as 
relações que estabelecemos online também 
estão sujeitas a risco e níveis distintos de 
vulnerabilidade. 
A tecnologia permite que produzamos 
diversas formas de informação, sejam elas 
falada, escrita em e-mails, armazenada 
em bancos de dados, entre outras. Essa 
informação pode estar armazenada em 
computadores, em discos rígidos, trafegando 
pela rede ou até mesma impressa ou escrita 
em papel. Todas essas fontes podem trazem 
consigo informações sensíveis que precisam 
ser protegidas e resguardadas até mesmo na 
hora de descartá-las. 
O professor Alessandro exemplifica uma 
série de ameaças à segurança e exemplifica 
as formas de ataque que podem acontecer 
tanto nos meios digitais quanto nos 
físicos. Todos eles podem gerar graves 
consequências para as organizações, 
que podem ser traduzidas desde perdas 
financeiras, impacto na imagem da marca 
ou empresa e até mesmo expor a falta de 
conformidade com a legislação vigente.
17:12
Sempre existe um risco. Não 
existe nada 100% seguro em 
nada na nossa vida.
17:36
O vazamento da informação 
pode ocorrer de diversas 
formas.
20:39
36
25:00
Qual das alternativas abaixo 
relacionadas descreve de maneira 
mais precisa o conceito de “Phishing”:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
R
es
p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 4
.
O fator humano é o mais falho 
nessa questão de segurança da 
informação.
28:29
Técnicas de segurança
Uma organização ou um negócio sempre 
irão produzir informações de natureza 
sensível e privada. Pensando assim, é preciso 
que tenhamos consciência e adotemos as 
medidas corretas para gerir esses dados. 
Mais uma vez, o professor Alessandro 
demonstra que a segurança informacional 
não está ligada exclusivamente a gestão 
digital de dados e informações. Muito antes 
pelo contrário. As informações pertinentes a 
um negócio correm riscos em diversas fases, 
como: manuseio, armazenamento, transporte 
e descarte. Logo é preciso que criemos 
tanto medidas preventivas quanto corretivas 
nessa gestão. 
Não basta apenas olharmos para o 
fator tecnológico e nos preocuparmos 
exclusivamente com as ameaças que ele 
propõe. Muitas vezes, os fatores humanos e 
físicos também tem um caráter fundamental 
nessa relação que aba sendo esquecido, 
negligenciado ou tolerado. Sendo assim, é 
preciso alinhar essas medidas de prevenção 
e correção com outros departamentos 
e setores do negócio que perpassa a 
governança em TI.
 33:04
34:29Eu tenho que proteger a 
informação. Se ela está na cabeça 
da pessoa, no papel, no sistema 
de computador, eu tenho que 
proteger.
37
LGPD
O professor Alessandro apresenta 
brevemente a Lei Geral de Proteção de 
Dados Pessoais. Ela surge como uma 
ferramenta para administrar dados pessoais 
e sensíveis de usuários dos mais diversos 
sistemas informacionais, até mesmo aqueles 
que não são digitalizados como cadastros 
realizados em papel. 
Alessandro comenta como a coleta dos 
dados pode ser feita em diversas situações 
e como nem sempre ela depende do 
consentimento de quem os fornece. O 
professor lista os dez princípios para o 
tratamento dos dados pessoais e quais são 
os direitos do cidadão, em se tratando do 
acesso, correção, portabilidade e eliminação 
de seus dados pessoais dos sistemas nos 
quais ele foi incluído.
39:08
CURIOSIDADE
A Autoridade Nacional de Proteção de 
Dados é uma agência fiscalizadora vinculada 
a Presidência da República, criada pela 
Lei nº 13.853/2019. Entre suas atribuições 
temos a fiscalização do cumprimento da 
LGPD, colocando o país de acordo com o 
Regulamento Geral sobre a Proteção de 
Dados da União Europeia.
ANPD
43:29
AULA 3 • PARTE 3
Métodos ágeis 
Essas metodologias contrapõem os modelos 
considerados tradicionais, onde temos o 
desenvolvimento de um produto/serviço/
solução de maneira dividida em etapas 
pontuais. A principal ideia das metodologias 
ágeis é justamente criar ciclos de entrega 
menores, flexíveis e adaptáveis, na intenção 
de agregar valor ao processo produtivo, por 
meio de melhorias contínuas, testes e com a 
participação ativa de todos os envolvidos no 
processo. 
Em grande medida, a concepção 
das metodologias ágeis está ligada a 
desburocratização do processo produtivo. 
Elas priorizam a interação entre os 
colaboradores das equipes, a funcionalidade 
dos produtos/serviços/soluções, a 
colaboração entre equipes e clientes, 
objetivando as necessidades do projeto 
e a agilidade na resposta à mudanças do 
projeto, sem gerar um extenso retrabalho 
ou grandes custos, com entregas cíclicas 
e testes que possam identificar eventuais 
falhas.
00:25
Eu acabo conseguindo fazer um 
desenvolvimento usando teste 
para evitar erro. Eu consigo 
evoluir e ir testando ao mesmo 
tempo.
02:25
O cliente não quer uma 
documentação extensa e 
detalhada, ele quer o produto 
funcionando.
05:02
38
Scrum & Kanban
O professor Alessandro apresenta duas das 
principais metodologias ágeis utilizadas 
no mercado, atualmente: Scrum e Kanban. 
Ele demonstra como o processo de 
desenvolvimento de um produto, serviço ou 
solução pode ser realizado por meio dessas 
metodologias. 
No Scrum vamos ter papéis, como o 
Product Owner, o Scrum Master, o time do 
Scrum e cerimônias mais definidas como 
os Sprints e Backlogs, todas alinhadas no 
sentido de agregar valor a necessidade do 
cliente, buscando melhorias contínuas e a 
customização do projeto ao longo de seu 
desenvolvimento e entregas. 
O Kanban é uma ferramenta que já era 
utilizada dentro da metodologia ‘Scrum”. 
Por meio de seu uso foi possível criar uma 
forma de visualizar o que precisa ser feito, 
o que está sendo feito e o que já foi feito 
em se tratando de um projeto. Isso faz com 
que as equipes se tornem mais presentes a 
alinhadas em relação ao trabalho. 
Ainda assim, o Kanban vai muito além de 
um mural que demonstra as atividades que 
envolvem tal projeto. Um de seus principais 
papéis é justamente modelar o fluxo e 
processos de execução de trabalho, ou seja, 
ele pode reunir uma série de informações 
que tenham abrangência das tarefas 
divididas por cada especialidade/cargo da 
equipe.
 06:28
10:52
“Backlog”: Um ‘Backlog’ é composto 
por hipóteses de solução para 
necessidades claras do projeto. Elas 
são frutos de carências dos usuários. 
Entender a complexidade das 
necessidades descritas e priorizá-las 
é basal para trabalharmos na busca 
de soluções eficazes.
PALAVRAS-CHAVE
12:09
“Trello”: Software de gerenciamento 
de projetos com versão gratuita e 
online. Ele organiza projetos em 
quadros onde é possível inserir 
listas de tarefas a serem realizadas 
individualmente ou em equipe, 
descrevendo-as e determinando 
prazos e objetivos a serem atendidos. 
Versões do programa com mais 
recursos também estão disponíveis 
mediante assinaturas mensais.
PALAVRAS-CHAVE
Recomendo a vocês darem 
uma olhada muito séria em 
métodos ágeis. Ajuda muito no 
planejamento de times.
16:53
17:10
O professor Alessandro convia os 
participantes da aula a refletir sobre como 
funcionaria a implementação de métodos 
ágeis nas suas rotinas de trabalho. Utilizando 
as metodologias como Scrum ou Kanban, 
no sentido de otimizar a realização de 
tarefas, agregando mais valor na entrega 
dos produtos e introduzindo um ambiente 
mais proativo e colaborativo em termos de 
trabalho.
MOMENTO DINÂMICA
39
Criptomoedas
As criptomoedas surgem como uma 
alternativa digital ao dinheiro físico. Ou seja, 
elas tem rigorosamente a mesma função 
monetária que atribuímos as moedas físicas, 
como o real e o dólar,por exemplo. 
A principal concepção do uso de moedas 
virtuais está ligado com três características: 
1) Descentralização - não existe mais 
um órgão regulador que interfira na sua 
existência, como um governo ou banco 
central. A regulamentação se dá de acordo 
com o “Blockchain” que valida as transações 
e as oscilações de valor das próprias 
criptomoedas; 
2) Anonimato - não é necessária a 
identificação por meio de informações 
pessoais de quem realiza as transações. 
Ainda assim, esse não é um fator 
que favorece fraudes, uma vez que a 
“Blockchain” garante a confiabilidade das 
mesmas; 
3) Ausência de taxação - Nenhum tipo de 
tributação incide nas transações realizadas 
em criptomoedas. Por mais que o Bitcoin 
seja a criptomoeda mais conhecida, 
atualmente, já existem uma série de outras 
disponíveis no mercado. 
Por fim, Alessandro destaca algumas 
críticas e relação as criptomoedas, como 
o alto custo para sua mineração incluindo 
gastos energéticos substanciais, a demora 
na realização das transações, a volatilidade 
do mercado e o perigo das bolhas 
especulativas. 
 18:51
25:00
Uma das principais razões para a 
adoção do uso de criptomoedas, 
como o Bitcoin, está também 
relacionado(a) a?
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
20:16O único elemento central que 
existe em uma criptomoeda é o 
blockchain.
R
es
p
o
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a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
 1
.
40
AULA 3 • PARTE 4
Blockchain
A tecnologia tem como uma de suas 
principais características sua capacidade 
de confiança, conhecida como consenso 
distribuído. Um dos grandes atributos do 
Blockchain é a imutabilidade. 
Seus registros permanentes, uma vez 
inseridos no blockchain são praticamente 
inalteráveis. Uma transação na rede é 
bastante similar ao que conhecemos 
no sistema tradicional bancário: um 
endereço de conta, envia uma quantia X 
de criptomoedas para outro endereço de 
conta. Dentro dessa transação temos alguns 
campos como o time-stamp, que registra a 
hora de sua realização e o op_return, criado 
especificamente para comportar qualquer 
informação que seja. 
A função criptográfica SHA256 é um 
algoritmo criado pela NSA que tem a 
característica de ser unidirecional. Essa 
funcionalidade tem a capacidade de 
criar um registro único que não pode ser 
alterado sobre determinada informação. Ou 
seja, uma identidade exclusiva para essa 
informação. Essa referência vai ser gravada 
no op_return da transação, garantindo seu 
caráter inalterável. Além disso, a criptografia 
também garante o anonimato desses 
registros.
00:38
 04:11
“Miner”: São softwares que realizam 
a mineração das criptomoedas. 
Além de atualizar as informações 
da mineração junto ao blockchain, 
validando-as, ele também pode 
ser utilizado por aqueles usuários 
que desejam usar seus próprios 
computadores para extrair as 
criptomoedas. Entre alguns modelos 
temos: CGMiner, EasyMiner e 
GUIMiner.
PALAVRAS-CHAVE
Blockchain II
O blockchain é uma tecnologia que tende 
a se firmar e a ser cada vez mais utilizada 
dentro do contexto de nossas vidas. O 
blockchain é mais do que apenas uma 
forma de se lidar com dinheiro de forma 
descentralizada. 
Da mesma forma que a internet, ela 
possibilita uma série de outras inovações 
e pode ter muitos outros usos que vão 
além dessa única função. Sempre que 
uma nova tecnologia surge, ela é alvo de 
muita desconfiança e descrença. Mas, com 
o passar do tempo, dependendo de sua 
aceitabilidade e funcionalidade ela pode se 
tornar algo indispensável. 
Existem os blockchains que são abertos 
e públicos, como é o caso dos que são 
utilizados pelas criptomoedas. E também, 
aqueles que são privados. Eles tem acesso 
restrito a determinados usuários autorizados 
previamente. O professor Alessandro 
apresenta outras aplicações da tecnologia 
e questiona a importância de seu uso na 
tomada de decisão organizacional de acordo 
com as necessidades de uma empresa.
 09:19
11:37O uso de contratos inteligentes 
é mais viável. Eu posso ter o 
blockchain da minha empresa 
transacionando com quem eu 
tenho contratos.
15:24Essa questão de ‘blockchain’ me 
ajudaria no papel de ‘controller’? 
Muito.
41
Ciência de dados
Segundo o professor Alessandro a ciência de 
dados pode ser definida como a intersecção 
entre as ciências da computação, 
matemática e estatística e o domínio de uma 
área de negócios. 
As atividades que fomentam a ciência 
de dados incluem o desenvolvimento de 
software, técnicas que de aprendizagem de 
máquinas por meio de inteligência artificial 
e algoritmos e a pesquisa tradicional, como 
a conhecemos. Quando direcionada a um 
negócio, tudo começa com o entendimento 
dele. 
A partir disso traçamos estratégias de 
modelagem e aquisição e compreensão de 
dados, combinando ambas para desenvolver 
as soluções que atendam as necessidades 
do negócio. Essa combinação precisa ser 
testada e aperfeiçoada, no sentido de atingir, 
de fato, os objetivos a qual ela se propõe. É 
um processo complexo e não linear.
16:59
Você que trabalha com 
controladoria, já trabalha com 
ciência de dados.
17:17
MADA
Na estrutura do MADA (Managerial 
Accounting Data Analytics Framework), a 
contabilidade gerencial é separada em três 
categorias: contabilidade de custos, medição 
de desempenho e planejamento e tomada 
de decisão. 
A contabilidade de custos concentra-se 
em dados internos para gerar relatórios 
financeiros. A medição de desempenho 
também se concentra principalmente em 
dados internos, embora dados externos 
possam ser usados para benchmarking. O 
planejamento e a tomada de decisões se 
concentram nos dados internos gerados 
pela contabilidade de custos e medição de 
desempenho, bem como nos dados externos 
relacionados que normalmente não são 
estruturados. 
A análise de dados é aplicável a todas as 
três categorias: Ferramentas analíticas 
descritivas são úteis para contabilidade de 
custos, ferramentas descritivas e preditivas 
são usadas para medição de desempenho 
e todas as três ferramentas, descritivas, 
preditivas e prescritivas são utilizadas para 
planejamento e tomada de decisão. 
Técnicas analíticas descritivas são usadas 
para fornecer informações da perspectiva 
financeira do balanced scorecard, já os 
algoritmos analíticos preditivos também são 
úteis para estimar o desempenho financeiro 
futuro. Esses resultados podem ser utilizados 
para aplicar análises prescritivas e gerar 
recomendações para soluções baseadas em 
resultados estimados.
 25:13
28:25Com esse framework, eu acabo 
tendo uma visão muito analítica da 
empresa, que eu não tinha antes.
31:00O software está fazendo para ti 
muita coisa que, muitas vezes, 
você está tendo que fazer em um 
trabalho braçal.
42
37:38
Lei de Benford: Também conhecida 
como lei do primeiro dígito é, em 
grande medida atribuída ao físico 
Frank Benford, embora já fora 
explorada pelo astrônomo Simon 
Newcomb. A lei afirma que afirma 
que, em conjuntos de números 
aleatórios, a probabilidade de o 
primeiro dígito desses números 
ser 1 é maior do que a dos dígitos 
seguintes. 
PALAVRAS-CHAVE
CURIOSIDADE
Empresa norte-americana da indústria de 
energia sediada em Houston, no estado 
do Texas. A distribuidora de gás natural e 
eletricidade, envolveu-se em um escândalo 
contábil que gerou dívidas de mais de 13 
bilhões de dólares, onde seus executivos 
e contadores foram responsabilizados, 
encerrando suas atividades em 2001.
Enron
39:36
43
Resumo da disciplina
Veja nesta página, um resumo dos principais conceitos vistos ao longo da disciplina. 
AULA 1
AULA 2
AULA 3
Metodologias ágeis, criptomoedas e 
blockchain como novas alternativas na 
gestão informacional. 
Analisando o ambiente interno de 
uma empresa em termos de base 
de dados e compreendendo sua 
relevância para o negócio.
O papel, os objetivos e mecanismos 
da governança em TI no ambiente 
organizacional. 
 A segurança da informação, 
vulnerabilidades e como mitigar 
riscos nesse quesito.
A importância do alinhamento entre 
os sistemas informacionaise o 
cerne do negócio.
A evolução dos sistemas informacionais 
e como a contabilidade acompanha esse 
processo em seu ofício.
Relações estabelecidas entre 
a tecnologia da informação, 
controladoria, contabilidade e 
sistemas informacionais.
O que são indicadores-chave e como 
e importante manter uma rotina 
de metrificação para obter dados 
fidedignos.
Como a análise de dados internos 
e a sua visualização são fatores 
fundamentais na produção 
informacional.
44
Avaliação
Já está disponível o teste online da disciplina. O prazo para realização 
é de dois meses a partir da data de lançamento das aulas. 
Lembre-se que cada disciplina possui uma avaliação online. 
A nota mínima para aprovação é 6. 
Fique tranquilo! Caso você perca o prazo do teste online, ficará aberto 
o teste de recuperação, que pode ser realizado até o final do seu curso. 
A única diferença é que a nota máxima atribuída na recuperação é 8. 
Veja as instruções para realizar a avaliação da disciplina.
 Controladoria, Compliance e Auditoria
Pós-Graduação em
	Conheça seus professores
	Conheça os professores da disciplina.​
	Ementa da Disciplina
	Veja a descrição da ementa da disciplina. ​
	Bibliografia básica
	Veja as referências principais de leitura da disciplina.​
	O que compõe o Mapa da Aula?
	Confira como funciona o mapa da aula.
	Mapa da Aula
	Resumo da disciplina
	Relembre os principais conceitos da disciplina.​
	Avaliação
	Veja as informações sobre o teste da disciplina.​
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	Botão 1049: 
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	Botão 1053: 
	Botão 1055: 
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	Botão 1057: 
	Botão 1058:

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