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UNIVERSIDADE DE FORTALEZA – UNIFOR 
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO – PPGA/UNIFOR 
NOME DO DISCENTE: KARLA KARINE MOREIRA BARROS - MATRÍCULA: 
2419012 
FICHAMENTO 
 
DANIELLE, D.S.C; SIEGLINDE, K.C. Challenges and opportunities for the growth of 
solar photovoltaic energy in Brazil. Energy Policy. Universidade Positivo, R. Professor 
Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba, PR, Brazil. 2019. 
 
 
As problemáticas colocadas frente ao setor elétrico, acentuados pela instabilidade no 
volume de chuvas que vêm afetando de forma direta a produção de energia, pois que sobre 
70% de toda a matriz energética em terras brasileiras é constituída por hidrelétrica, mostrando 
que é preciso elevar a variação com demais origem energética renováveis de energia para 
responder a demanda e assegurar uma garantia maior a todo o sistema elétrico nacional, de 
maneira sustentável e com menores emissões de gases de resultado estufa que corroboram 
para as alterações climáticas. 
A cerca de três anos, o Brasil vem acionando de forma sistemática as usinas 
termelétricas que funcionam a óleo combustível, carvão mineral e/ou gás natural, por causa do 
menor nível dos reservatórios hidrelétricos. No ano de 2014 as térmicas produziram cerca de 
13,3GW médios, cerca de 21% da totalidade da carga do sistema nacional, provocando 
valores à sociedade nacional que estão se traduzindo na elevação das tarifas de energia e no 
crescimento das emissões de gases do efeito estufa em cerca de setenta milhões. 
Assim a energia fotovoltaica vem mostrando diversos benefícios e vantagens, uma 
vez que tem uma função que é a de fazer o complemento às hidrelétricas e demais origens, 
simplifica a elevação do pico da demanda de energia no decorrer do dia, sendo livre e 
emissões no decorrer a geração de energia elétrica e deixa de lado a utilização de 
combustíveis, o que diminui o valor de produção. 
De forma adicional, como a produção ser realizada de maneira local, da mesma 
maneira diminui a carência de novas linhas de transmissões e eleva a segurança energética. 
Devido ao seu imenso tamanho e grande incidência solar, o Brasil pode alargar de forma 
considerável o uso da fonte solar fotovoltaica em sua matriz energética. 
 
CONSIDERAÇÃO DOS AUTORES 
 
Os autores versam acerca da empresa de pesquisa energética ligada ao ministério de 
minas e energia, que espera que acerca a totalidade da consumação de energia elétrica no ano 
de 2011 teria a capacidade de ser produzido com 2.400km² de painéis fotovoltaicos, o que se 
traduziria a menos de 0,03% da totalidade do território brasileiro. 
Para os autores somente no setor residencial, com sistema solares já encontrados nos 
telhados das casas seria viável gerar cerca de 165GW. O Brasil tem a potencialidade de 
produzir dezenas de milhares de GWh de energia solar, bastante maior do que as demais 
juntas. Assim no estudo realizado por tais autores teve como maior intenção as medidas e 
políticas de fomento que terão a capacidade total de elaboração em terras nacionais de origem 
solar fotovoltaica, tanto voltado à produção de energia como o estabelecimento da cadeira 
produtiva vinculada ao setor. 
Entre as medidas e políticas de fomento, os autores verificaram que é necessário o 
aperfeiçoamento das políticas de fomento à produção centralizada, que abrange os imensos 
projetos de parques solares, como para a produção distribuída, que se distingue por ser 
produzida em centros consumidores com o estabelecimento de sistemas solares em telhados 
de casas ou empresas. Para a produção centralizada já foi dado o start inicial com a feitura do 
sexto leilão de energia de reserva ainda em 2014, que teve por consequência na contratação de 
cerca de 1.000 MW de energia solar fotovoltaica. 
Contudo para assegurar todo o desenvolvimento de uma cadeira de produção 
brasileira de equipamentos é preciso garantir demanda capaz dentro dos leilões de energia 
solar desses próximos anos para converter em mais chamativo para os investidores dentro do 
setor de energia solar fotovoltaica. Da mesma maneira é preciso, o alargamento do regime 
especial de incentivo para o desenvolvimento da infraestrutura e a adequação do programam 
de apoio ao desenvolvimento tecnológico da indústria de semicondutores, que isenta da paga 
de certos impostos e taxas para a produção de insumos semicondutores, abrangendo módulos 
fotovoltaicos e células fotovoltaicas, contudo vários materiais, componentes e equipamentos 
precisos para a manufatura de tais produtos ainda não foram completados. 
Tanto para a produção como para a distribuição, iniciativas para disseminar os 
benefícios de tal forma tem a capacidade de ser ligada a incentivos fiscais de forma direta, 
como deduções de impostos de renda e IPTU. Junto a isto, o avanço da geração distribuída em 
terras nacionais tem a capacidade de ser fomentado com a criação de linhas de financiamento 
apropriadas para a compra de sistema fotovoltaicos. 
 
PERGUNTAS 
1. Como a energia solar afeta os valores do meu imóvel? 
2. Como funcionam os painéis solares fotovoltaicos (PV)? 
3. Posso sair da rede com painéis solares? 
4. Eu ainda receberei uma conta de luz se eu tiver painéis solares? 
5. Quanto custa a manutenção do painel solar?

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