1. Elevada participação das fontes renováveis na matriz brasileira – chamou minha atenção porque o Brasil apresenta uma condição diferenciada em relação ao cenário mundial. O BEN 2025, ano-base 2024, registrou 50% de renovabilidade na matriz energética e 88,2% na matriz elétrica. Isso mostra uma vantagem ambiental importante, mas também reforça a necessidade de diversificação para reduzir vulnerabilidades. 2. Crescimento das fontes eólica, solar e da micro e minigeração distribuída – considerei esse aspecto relevante porque demonstra uma mudança do modelo tradicional de geração. Em 2024, eólica e solar juntas representaram 23,7% da geração de eletricidade, enquanto a MMGD alcançou 5,6% da geração total. O avanço dessas fontes amplia a participação de recursos renováveis e aproxima parte da geração dos centros de consumo. 3. Eficiência energética como instrumento complementar à expansão da oferta – esse ponto chamou atenção porque o atendimento da demanda não depende somente da construção de novas usinas. O Atlas da Eficiência Energética mostra a importância de acompanhar indicadores de eficiência e de avaliar o consumo por setores e usos finais.