Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

Fases clínicas do trabalho de parto
UNIRV HAM-4P 16/05/2024
Trabalho de Parto
▪ DEFINIÇÃO:
Período desde início das contrações uterinas regulares 
associadas ao apagamento e à dilatação cervical até a 
expulsão do concepto e da placenta.
Como diagnosticar trabalho de parto?
“ Estou sentindo dores no pé da barriga...
É trabalho de parto?... 
Tenho que ir para a maternidade?”
Cascata de intervenções
INTERNAÇÃO PRECOCE
USO DE OCITOCINA
MONITORIZAÇÃO DOS 
BATIMENTOS FETAL CONTÍNUA
FALHA DE PROGRESSÃO DO 
PARTO
CESÁREA
Medicina Baseada em Evidências
Recomendações de condutas clínicas
Fases clínicas 
 Pródromos
 Primeiro período ( fase de dilatação )
 Segundo período ( fase de expulsão )
 Terceiro período ( dequitação ou secundamento )
 Quarto período ( primeira hora pós-parto ou período de Greenberg )
TRABALHO DE PARTO
Avaliação das contrações – Dinâmica Uterina
▪ Avaliação manual 
▪ Presença ou ausência de contração 
▪ Quantidade (n°) de contrações em 10 minutos 
▪ Intensidade (fraca, moderada, forte) 
▪ Percepção dos movimentos fetais (presentes ou ausentes)
Contrações Uterina - Parâmetros
▪ Tônus (pressão mínima do útero entre as contrações 8-15mmhg)
▪ Intensidade 
▪ Gravidez: 2-4mmhg 
▪ Braxton Hicks: 10-20mmhg 
▪ Parto: >25mmhg chega a 50mmhg
Duração 
▪ 40-60 segundos (fase de contração seguida pelo relaxamento) 
Frequência 
▪ Início do trabalho de parto Frequência de 2 a 3 contrações em 10 min e duração 
de 40seg 
▪ Final primeiro período com 4-5 em 10 min e duração de 60-70 seg
Contrações Uterina - Parâmetros
Avaliação das contrações - cardiotocografia
▪ Método eletrônico não invasivo de avaliação do bem estar fetal 
▪ Registro gráfico 
▪ Detecta contrações uterinas, frequência cardíaca fetal e movimentação fetal
Esvaecimento e dilatação cervical
Esvaecimento 
▪ Incorporação do canal cervical ao corpo do útero
Dilatação 
▪ Afastamento progressivo das bordas da cérvice no nível 
do orifício externo
Exame de Toque vaginal
O colo uterino
▪ Formada por tecido conjuntivo e possui 
dois orifícios (interno e externo) e um 
canal central ligando esses dois 
orifícios 
▪ Permite que o feto se mantenha no 
útero durante a gestação
RELATO DE PARTO ( PRIMIGESTA )
“Meu tampão começou a sair com 39 semanas, saiu o restante apenas um dia antes do parto, que 
ocorreu com 40+3. No dia anterior AO PARTO, eu comecei a sentir contrações , porém sem ritmo, 
ESTAVA EM PRÓDROMOS DO TRABALHO DE PARTO.
Na madrugada do dia 28, à 1h:00 da manhã, comecei a sentir CONTRAÇÕES de sete em sete
minutos.vi que ainda era a fase latente , então fiquei tranquila e entre uma contração e outra eu 
dormia… Consegui dormir até às 6h:00 da manhã, quando as contrações estavam entre seis e cinco 
minutos de espaço, porém como estavam com mais de um minuto de duração, Liguei pra Natália 
(EO), ela me mandou tomar banho quente o máximo DE TEMPO que aguentasse, o que era uma 
faca de dois gumes, porque ao mesmo tempo que relaxava parecia que fazia com que elas viessem 
mais intensas. 
Mesmo assim mantive mais afirmações na minha cabeça: “cada contração é como uma onda que 
traz meu bebê pra mais próximo de mim”, “meu corpo sabe parir”, “estou preparada para ter um 
parto suave e gentil”. Isso fez com que eu não me desesperasse nos intervalos e pude até hidratar 
meu cabelo no meio do banho! Fiquei no banho até às 7h:00 da manhã, tentei Tomar café da 
manhã, mas veio uma contração que me fez vomitar”...
“As contrações só aumentando em intensidade e frequência, e parecia que não 
tinha posição no mundo que me confortasse. 
Eu acho que a Natália (EO) e Karina (DOULA) chegaram por volta de 8h:30, mas dai 
as contrações começaram a ficar de 3 em 3 minutos e mais fortes .
Nathy me massageando de um lado, marido confortando do outro e logo me deu 
vontade de fazer força. 
Por volta de 09h:20, PARTIU MATERNIDADE!
Pensei, de verdade, que fosse ter o bebê no carro, mas como já estava na famosa 
partolândia, as únicas lembranças que tenho é da Karina maravilhosa falando 
“relaxa! Manda oxigênio pro seu bebê”, dai eu respirava e aguentava a vontade de 
fazer força”...
“Chegando na maternidade, Fizemos o toque e dilatação total! Nessa hora, a bolsa 
rompeu e foi aquele auê…
Descemos pra sala de parto e eu fiquei com medo do expulsivo (nem me toquei que já 
estava nele tinha um tempo).
Pedi analgesia e a médica disse: Não dá tempo, sente aqui a cabeça do seu bebê! Não 
me lembro quantos puxos foram, só sei que dei entrada na maternidade às 10h:07 e 
às 10h:52 meu bebê nasceu! “...
”Veio direto para o meu braço! Papai cortou o cordão após parar de pulsar e 
passamos toda a primeira hora juntinhos, com todo respeito à golden hour. Recebi 
oct endovenosa, minha médica já havia me falado que iria receber. Tive laceração 
de primeiro grau, baby com apgar 9/10, com plantonista porque não deu tempo do 
meu médico chegar; mas tudo bem, pois o parto era meu e do meu bebê e nós 
sabíamos exatamente o que fazer! Só posso dizer que nunca imaginei que teria um 
parto tão perfeito assim! Só gratidão!”
QUAL O HORMÔNIO DESENCADEIA 
O trabalho de parto?
TRABALHO DE 
PARTO
Pródromos 
Sinalizam algo que vai 
acontecer...
PRÓDROMOS
▪ Aviso do trabalho de parto
▪ É o momento onde a pressão da contração faz com que a cabeça do 
feto pressione o colo, afinando e preparando este para começar a 
dilatar.
▪ É caracterizada por presença de contrações irregulares, de 
intensidade e frequência variadas, incômodos na região lombar e/ou 
cólicas. Podem durar dias e para algumas pessoas é quase 
imperceptível. 
▪ OBSERVAÇÕES:
▪ É uma fase para relaxamento, para reservar energias, tomar muito 
líquido, se alimentar bem e dormir, para que haja reserva de energia 
para quando houver o trabalho de parto.
Primeiro período 
( DILATAÇÃO)
Dilatação e apagamento do colo do útero 
promovido pelas contrações uterinas.
Esse período compreende as 
fases latente e ativa do TP.
Fase latente 
Nessa fase, os hormônios estão 
sendo produzidos de forma 
contínua.
A intensidade moderada das 
contrações começa a incomodar.
Aqui, vamos caminhando 
à fase ativa.
É hora de chamar a doula!
Ela quem dará todo suporte físico e 
emocional, além de aplicar métodos não 
farmacológicos para alívio da dor, como 
massagem, compressa e cuidar do 
ambiente, para que esteja aconchegante 
e acolhedor.
FASE LATENTE
▪ Contrações uterinas dolorosas e regulares :
▪ em tempo (a cada 5 minutos ou menos),
▪ em intensidade (fortes) e ,
▪ em duração (50 a 60 segundos) e ainda ,
▪ colo uterino com apagamento superior a 50%, centralizando e dilatação do colo 
até 4 cm.
Quanto tempo pode durar?
É hora de internar?
Fase Latente 
A fase latente prolongada (>20 horas em nulíparas e >14 horas em multíparas) 
não deve ser uma indicação para cesariana.
Assistência na Fase Latente
▪ Tranquilização 
▪ Relaxamento 
▪ Alimentação 
▪ Orientação dos sinais de alerta 
▪ Estimular atividades que diminuam a ansiedade (música, caminhada, banho, 
meditação, sono...)
Fase Ativa
A mulher percebe realmente que o 
seu bebê irá nascer.
Ela fala que sente dor, seu 
comportamento muda, ela fica mais 
reclusa, já não fala com a mesma 
frequência, não tem fome ou não 
consegue comer. 
FASE ATIVA
(MS – CONITEC Brasil 2017)
▪ Presença de contrações uterinas 
regulares
▪ Dilatação cervical progressiva a 
partir dos 4 cm.
(WHO, 2018)
▪ Presença de contrações uterinas 
regulares
▪ Certo grau de apagamento do colo e
▪ Dilatação cervical 5 cm. 
▪ Fase ativa se inicia a partir dos 6cm 
de dilatação.
(ACOG – 2016 ) 
Partograma
Duração do trabalho de parto ativo
A duração do TP ativo pode variar:
▪ nas primíparas dura em média 8 
horas e é pouco provável que dure 
mais que 18 horas; 
▪ nas multíparas dura em média 5 
horas e é pouco provável que dure 
mais que 12 horas
Outros sinais
▪ perda de tampão mucoso
▪ discreto sangramento transvaginal(trabalho de colo) ou 
▪ rompimento da bolsa das águas
▪ Podem acompanhar o TP, porém, são sinais 
variáveis e não devem ser usados como 
critérios diagnósticos.
Recomendações para prevenção segura de 
cesariana no primeiro período (ACOG)
▪ A fase latente prolongada (>20 horas em nulíparas e >14 horas em multíparas) 
não deve ser uma indicação para cesariana. 1B
▪ Velocidade lenta, mas progressiva, da dilatação, não deve ser , por si só, motivo 
de indicação de cesariana. 1B
▪ Velocidade de dilatação < 1 cm/h antes de 6 cm pode ser considerada normal 
para a maioria das mulheres; assim, antes de atingir 6 cm de dilatação, é 
aceitável a não intervenção. 1B
▪ Indicação de cesariana por ausência de progressão no 1º período deve ser 
reservado para mulheres com dilatação ≥ 6cm, com bolsa rota, com falha de 
progressão após 4h de atividade uterina adequada, ou pelo menos 6h de 
administração de ocitocina com atividade uterina inadequada e ausência de 
modificação cervical. 1B
Tampão mucoso
Aqui entra em cena a equipe
▪ Se o parto é domiciliar, a equipe irá para a casa da parturiente.
▪ Se o parto é em hospitalar com equipe de plantão, é hora de ir para o hospital 
fazer uma avaliação.
▪ Se o parto é hospitalar com equipe particular, uma obstetriz irá até a casa da 
parturiente avaliar, para que a parturiente não vá muito cedo ou com dilatação 
total.
Na Fase Ativa – o que esperar?
▪ Vômitos 
▪ Sede 
▪ Irritabilidade 
▪ Emotividade 
▪ Agressividade 
▪ Pânico 
▪ Sentimento de impotência e desespero 
▪ Vontade de desistir 
▪ Pouco ou nenhum contato verbal
FASE ATIVA
▪ Entre 7cm e 10cm é onde ocorre a partolândia, não é um termo 
científico, é como as mulheres chamam essa fase. Há uma 
mudança no comportamento. Uma conexão interior poderosa.
▪ Ocorrem as vocalizações, uma expressão, libertação.
▪ E com o avanço dessa fase até alcançar os 10cm de dilatação, 
entramos na fase expulsiva.
Assistência na Fase Ativa
▪ Oferecer alimentação (de escolha) 
▪ Permitir privacidade 
▪ Manter o ambiente confortável 
▪ Massagens e banho 
▪ Respeitar o processo de interiorização 
▪ Caminhada e movimentação LIVRE 
▪ Permitir o acompanhante (ou não)
SEGUNDO PERÍODO 
(O EXPULSIVO)
Após a dilatação total, o feto começa a 
descer.
As contrações continuam, mas 
mudam o padrão.
A sensação é uma mescla de alívio, 
pressão do feto descendo e vontade 
de fazer força.
A concentração da mulher se volta 
totalmente para o canal de parto.
As vocalizações mudam o padrão de 
som, é algo interno, é o expulsivo.
(ACOG)
https://www.instagram.com/tv/CYls1fHKHby/?igshid=MDlmYmQ2NmI=
FASE DO EXPULSIVO
Puxos 
▪ Caracterizado pelos PUXOS 
involuntários;
▪ Uma vontade incontrolável de fazer 
força e/ou empurrar para baixo. 
Quadro clássico
▪ Puxos involuntários 
▪ Aumento da perda de muco e/ou 
sangue 
▪ Abaulamento do períneo e vulva -
Vontade de evacuar
O TEMPO QUE LEVA O PARTO NATURAL ?
EXPULSIVO?
(ACOG)
O Expulsivo 
Assistência
O profissional deve manter-se 
tranquilo, renovar a auto confiança 
da parturiente e NUNCA deixá-la 
sozinha, pois o feto pode nascer a 
qualquer momento! 
▪ Não incentivar o puxo dirigido
▪ Auxiliar a respiração adequada 
▪ Oferecer suporte e chamar equipe 
de saúde
Assistência ao segundo período
▪ Monitorar BCF a cada 5’; 
▪ Proteger o períneo para evitar 
lacerações: 
▪ Técnica de “mãos sobre” e “mãos 
prontas”; 
▪ Não realizar episiotomia de rotina;
▪ Identificar se há circular de cordão;
▪ Contato pele à pele imediato; 
▪ Permitir o acompanhante no parto;
▪ Promover um parto ativo
Posições maternas para o período expulsivo
- Posição inglesa, de Gaskin, ou de quatro apoios 
- Posição de Sims, francesa ou decúbito lateral esquerdo - Posição de cócoras - Posição semissentada em cama de parto 
Posição sentada em banquinho de parto
https://www.instagram.com/reel/Ci0L5eBvTni/?igshid=MDlmYmQ2Nm=
EXPULSÃO – desprendimento cefálico
https://www.instagram.com/reel/CceA60ulFe-/?igshid=MDlmYmQ2NmI=
56
57
58
59
60
61
Nascimento... 
Cada mulher é um indivíduo 
único, com as suas 
particularidades, experiências, 
história e fisiologia ...
Golden Hour
▪ O parto acontece naturalmente por 
ele mesmo, o parto que se pariu por 
si só, simples assim...
▪ Nosso papel é assistir acima de 
tudo,
▪ Empoderar e se libertar, vendo o 
poder delas, o poder do corpo, do 
natural.
Terceiro período
(dequitação ou 
secundamento)
Inicia após a expulsão 
completa do feto e 
termina com a saída 
da placenta.
DEQUITAÇÃO 
Assistência ao terceiro período
▪ OMS não evidenciou benefício da 
tração controlada do cordão.
▪ Dura, em média, de 5 a 10 minutos, 
sendo considerado prolongado 
quando passar de 30 minutos, pois, 
após esse período, o risco de 
sangramento materno é maior;
▪ Nesse período ocorre a perda natural 
de cerca de 300 a 500mL de sangue 
por conta da dequitação placentária 
(descolamento da placenta).
▪ Administrar ocitocina IM 10UI
▪ Avaliar integridade da placenta e do 
cordão; 
▪ Avaliar a formação do globo de 
segurança de Pinard; 
▪ Monitorar hemorragias.
Dequitação 
Placenta 
Quarto período
Período de Greenberg
Primeira hora após a expulsão 
da placenta;
É nesse período em que há 
maior risco de hemorragia 
pós-parto e, por isso, a mulher 
fica em observação.
Quarto período (primeira hora pós-parto ou período 
de Greenberg)
▪ Nessa fase, após a saída da 
placenta, o útero de contrai e forma 
coágulos internos para controle do 
sangramento. 
▪ Após a primeira hora, o útero 
mantém contratura mais fixa, 
controlando o sangramento.
▪ Quando ocorre ativação da cascata 
da coagulação e contratura uterina 
(globo de segurança de Pinard), que 
promove a obliteração dos vasos 
para cessar sangramento.
▪ Nessa primeira hora, o útero ainda 
mantém contrações, alternando com 
relaxamento muscular uterino;
▪ Globo de segurança de Pinard: ocorre imediatamente após a saída da 
placenta, o útero contrai e é palpável. 
▪ Miotamponamento: retração e laqueadura dos vasos uterinos
▪ Trombotamponamento: formação de trombos nos grandes vasos útero 
placentários, constituindo hematoma intrauterino que recobre a ferida 
aberta no sítio placentário
(Período de Greenberg)
“Está relacionado ao resgate do respeito, acolhimento,
privacidade, compartilhamento de informações reais e a
segurança. É uma busca por uma sociedade onde existe mais ajuda, 
colaboração e proximidade.”
Atividades de 
compreensão
▪ Gestante de 39 semanas, gestação normal, com exames de pré-natal
normais e classificação de risco habitual.
▪ Paciente internada em trabalho de parto, batimentos cardíacos fetais
normais, contrações fortes e regulares, progredindo bem no seu
partograma e com dilatação completa, apresentação cefálica em +2
DeLee e inicio de puxos espontâneos. Está sem analgesia no momento.
Manifestou, ao internar, desejo de realizar o parto em posição de
cócoras.
▪ Qual o período do parto em que a paciente está?
▪ O período do parto em que a paciente do caso clínico está é o segundo, 
também chamado de período expulsivo, que inicia quando a dilatação 
atinge os 10cm e termina com a saída do feto.
A.B. C., 20 anos de idade, branca, solteira, do lar, G2P0A1, 39 semanas de gestação, pré-natal
conduzido sem intercorrências, com sete consultas verificadas no cartão e vacinação completa.
▪ Na primeira consulta no pronto atendimento, a queixa principal era dor em baixo ventre há 4 horas.
▪ História pregressa da moléstia atual: gestante refere que há aproximadamente 4 horas iniciou com
dores leves que se irradiam da região lombar para o hipogástrio, em cólica. Nega perdas vaginais,
refere boa movimentação fetal. Nega outras queixas.
▪ Os exames apresentaram:
• bom estado geral (BEG), hidratada, acianótica, anictérica, PA – 100x60mmHg, FC – 98bpm;
• aparelho respiratório – murmúrio vesicular (MV) regularmente distribuído, sem ruído adventício (RA);
• aparelho cardiovascular – bulha normofonética(BNF) em dois tempos (2T), sem sopros;
• altura uterina – 34cm;
• movimentação fetal presente;
• atividade uterina – uma contração moderada de 40 segundos em 10 minutos de observação;
• batimentos cardíacos fetais (BCF) – 140bpm, sem desacelerações, com acelerações transitórias;
• especular – sem alterações;
▪ Qual a hipótese diagnóstica ?
Período premonitório ou pródromo de trabalho de parto 
▪ Qual a conduta ?
Alta para casa com orientações.
▪ No dia seguinte, houve a segunda consulta no pronto atendimento. As queixas principais
eram cólicas em baixo ventre e perda de catarro há 2 horas.
▪ História pregressa da moléstia atual: gestante refere estar apresentando contrações há
dois dias, já esteve no serviço e foi dispensada, mas há aproximadamente 2 horas as
dores aumentaram em número e em intensidade. Refere ter perdido tampão mucoso e
boa movimentação fetal. Nega outras queixas.
▪ Os exames apresentaram:
• BEG, PA – 120x60mmHg;
• FC – 100bpm;
• movimentação fetal presente;
• atividade uterina – três contrações mais intensas de 45 segundos em 10 minutos de 
observação;
• BCF – 150bpm sem desacelerações, com acelerações transitórias;
• especular – grande quantidade de muco na cavidade vaginal e colo entreaberto, sendo
possível visualizar bolsão;
• toque – amolecido, centrado, fino, curto, 6cm, cefálico, -2 DeLee.
▪ Qual a hipótese diagnóstica ?
Trabalho de parto/fase ativa da dilatação.
▪ A gestante está na fase ativa de trabalho de parto com 6cm de dilatação.
Quais condutas são recomendadas para sua assistência?
A) A rotina assistencial do serviço não permite acompanhante e, portanto, a paciente
deve permanecer no quarto, no leito, em posição confortável escolhida por ela.
B) Durante essa fase, a gestante deve realizar enema e tricotomia para evitar infecção
no RN.
C) Durante essa fase, a gestante deve ser estimulada a deambular, a se acomodar em
posições confortáveis e deve ter suporte de acompanhante de sua escolha durante
todo o trabalho.
D) Durante a fase ativa, toques vaginais devem ser realizados a cada 2 horas, com
ausculta fetal intermitente e amniotomia quando estiver no período expulsivo.
▪ Com relação aos cuidados após o nascimento, marque V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O uso de ocitocina 10UI intramuscular ou endovenoso deve ser realizado em todas as parturientes de 
baixo risco.
( ) Deve-se realizar tração controlada do cordão umbilical para favorecer a dequitação da placenta.
( ) Deve-se realizar revisão do canal de parto após a saída da placenta e favorecer o contato pele a pele 
do RN na primeira hora de vida.
( ) Promover contato precoce e contínuo entre mãe o RN favorece os laços afetivos e estimula a 
amamentação imediata.
▪ Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
A) V – V – F – V
B) V – F – V – V
C) F – V – V – V
D) F – F – V – V
MUITO Obrigada !
80
REFERÊNCIAS
▪ WHO recommendations: intrapartum care for a positive childbirth experience. Geneva: World Health Organization; 2018. 
▪ Rotinas em Obstetrícia: Artmed, 2017.
▪ Ministério da Saúde. CONITEC. Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal. Relatório de Recomendação; 2016.
▪ Montenegro CAB, Rezende Filho J. Obstetrícia Fundamental; Guanabara Koogan; 2014
▪ Alexandre Coimbra – A humanização 
▪ FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Portal 
de Boas Práticas em Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente. Rio de Janeiro, 2018.

Mais conteúdos dessa disciplina