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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Mercado Financeiro
SFN – Sistema Financeiro Nacional e 
Mercado de Crédito
Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
São Paulo, Março 2024
1
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Mini Currículo do Professor
Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Forte experiência em Finanças Corporativas, M&A, Valuation,
Project Finance e Controladoria adquirida durante a vida
acadêmica e profissional em consultorias, boutique de
investimento e em grandes multinacionais, tendo participado
de diversas transações. Atualmente é Assessor Financeiro e
Professor de Finanças Corporativas. Doutor pela Fundação
Getulio Vargas (EAESP-FGV), com estágio doutoral na
Universidade de Columbia em Nova York; Mestre em
Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
(EAESP-FGV), e Mestre em Finanças pela Universidade de São
Paulo (FEA-USP); formado em Administração de Empresas pela
Universidade de São Paulo (FEA-USP). Professor de Finanças no
Insper, na UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo, na FIA,
e na Saint Paul Escola de Negócios. Financial Advisor na Plata
Capital Partners e na Pezco Economic & Business Intelligence.
Sócio fundador do Finanças 101, canal no YouTube com vídeos
e aulas de finanças e economia.
Contato: jose.carrera@unifesp.br
2
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Fonte
• ASSAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro 14a Edição.
Atlas. São Paulo 2018
3
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
O SFN – Sistema Financeiro Nacional
• Conjunto de instituições financeiras e instrumentos financeiros 
que visam transferir recursos dos agentes econômicos (pessoas, 
empresas, governos) superavitários para os deficitários
• Órgão máximo: CMN – Conselho Monetário Nacional
• Constituído por TODAS as instituições financeiras públicas ou 
privadas do país
• Lei da Reforma Bancária em 1964 (Lei 4.595 de 31/12/1964)
• Lei do Mercado de Capitais em 1965 (Lei 4.728 de 14/07/1965)
• Lei de criação dos bancos múltiplos em 1988 (Resolução 1.524, 
de 21/09/1988)
4
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
O Mercado Financeiro
5
• É o Mercado da Intermediação Financeira pelo qual entidades superavitárias transferem 
recursos para entidades deficitárias
• Conjunto de instituições e operações ocupadas com o fluxo de recursos monetários entre os 
agentes econômicos
Superavitários DeficitáriosInstituições 
Financeiras
• Bancos públicos e privados
• Corretoras
• Bolsa de Valores
• Fintechs
Dinheiro Dinheiro
Juros Juros
• Ganham mais do que gastam
• Excedente de Caixa 
• Poupadores
• Gastam mais do que ganham 
• Falta de Caixa para consumo
• Falta de Caixa para Investimento
• Tomadores• Maior Taxa de Juros 
• Incentiva os poupadores a depositarem mais recursos no banco (estimula a poupança)
• Tomadores se sentirão menos dispostos a captar (desestimula investimentos)
• Menor Taxa de Juros 
• Desestimula os poupadores a depositarem recursos no banco - estimula o consumo - aumenta a inflação
• Incentiva os Tomadores a emprestar (estimula o investimento produtivo e o crédito)
• Taxa de Juros de Equilíbrio: a taxa em que os emprestadores desejam fornecer é igual à taxa em que os tomadores 
desejam captar
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Estrutura do SFN: subsistemas
• Subdividido em dois grandes subsistemas:
o Normativo
o Intermediação Financeira ou Operativo
6
Sistema 
Financeiro 
Nacional
Subsistema de 
Intermediação 
Financeira
Subsistema
Normativo
Responsável pela definição de regras e pelo funcionamento 
do mercado financeiro e de suas instituições, fiscalizando e 
regulamentando suas atividades
Operativo: Transferência de recursos 
entre os agentes
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Visão Geral da 
Estrutura do SFN
7
Fonte: Bacen – Banco Central do Brasil
Subsistema de 
Intermediação 
Financeira
(Operativo)
Subsistema
Normativo
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Supervisores e Supervisionados
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Entidades supervisionadas pelo 
Bacen - Banco Central do Brasil
Entidades supervisionadas pela 
Susep - Superintendência de Seguros 
Privados
Entidades supervisionadas pela CVM 
- Comissão de Valores Mobiliários
• Bancos comerciais e múltiplos
• Caixa Econômica Federal
• BNDES
• Cooperativas de crédito
• Bancos de desenvolvimento e 
investimento
• Instituições de câmbio
• Sociedades financeiras
• Sociedades de crédito imobiliário
• Corretoras e distribuidoras de 
títulos e valores mobiliários e de 
câmbio
• Sociedades de arrendamento 
mercantil
• Outras
• Sociedades seguradoras
• Sociedades que atuam no 
resseguro
• Entidades abertas de previdência 
complementar
• Outras
• Companhias abertas com ações 
negociadas em bolsas de valores
• Bolsa de mercadorias e futuros
• Operações com valores 
mobiliários realizadas por 
sociedades corretoras e 
distribuidoras
• Fundos de Investimento
• Outras
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema Normativo
9
Responsável pela definição de regras e pelo funcionamento do mercado financeiro e de suas 
instituições, fiscalizando e regulamentando suas atividades
Subsistema Normativo
Conselho Monetário 
Nacional – CMN
Banco Central do Brasil –
Bacen
Comissão de Valores 
Mobiliários – CVM
Instituições
Especiais
Banco Nacional de 
Desenvolvimento 
Econômico e Social –
BNDES
Banco do Brasil – BB Caixa Econômica 
Federal – CEF
Comissões Consultivas
CMN = 100% Normativo
Bancos
Valores 
Mobiliários Executam
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema Normativo
CMN – Conselho Monetário Nacional
• Órgão NORMATIVO (não exerce nenhuma atividade executiva) responsável por expedir 
diretrizes gerais para o bom funcionamento e controle do SFN
• Objetivo
o Formulação de toda a política de moeda e do crédito, objetivando atender aos interesses econômicos e 
sociais do país
• Atribuições
o Mercado Monetário
 Definir a meta da inflação e os intervalos de tolerância
 Regulamentar as taxas de juros
 Regular o funcionamento das instituições financeiras
 Fixar índices de encaixe, capital mínimo e normas de contabilização
 Acionar medidas de prevenção ou correção de desequilíbrios
o Mercado de Crédito
 Disciplinar o crédito e orientar na aplicação dos recursos
 Regular as operações de redesconto e as operações no mercado aberto
o Mercado Cambial
 Fixar diretrizes e as normas da política cambial
 Regulamentar as operações de câmbio
 Controlar a paridade da moeda e o equilíbrio do Balanço de Pagamentos
• Estrutura
o Composição: 3 representantes
 Ministro(a) da Fazenda, como Presidente do Conselho
 Ministro(a) de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
 Presidente do Banco Central do Brasil
o Comissões consultiva – Assessoram o CMN em assuntos pertinentes. Exemplos:
 Bancária
 Mercado de Capitais e Mercados Futuros
 Crédito Rural
 Crédito Industrial
 Política Monetária
 Política Cambial
10
Adaptar o volume dos meios de 
pagamento às necessidades da 
economia.
Regular o valor internoe externo 
da moeda e o equilíbrio do BP.
Orientar a aplicação dos recursos 
das instituições financeiras.
Propiciar o aperfeiçoamento 
das instituições e instrumentos 
financeiros.
Zelar pela liquidez 
e solvência 
das instituições financeiras.
Coordenar as políticas 
monetária, creditícia, 
orçamentária, e da dívida pública
interna 
e externa.
Macro Objetivos
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema Normativo
CMN – Conselho Monetário Nacional
• Coordenar
o Política cambial, de crédito e monetária, fixando as diretrizes e normas
• Regular
o Valor externo e interno da moeda
o Constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras
• Disciplinar
o O crédito em todas as suas modalidades
• Limitar
o Sempre que necessário, as taxas de juros, descontos e comissões
• Autorizar
o Emissão de papel moeda
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema Normativo
Bacen – Banco Central do Brasil
• Principais funções 
o Executar as políticas traçadas pelo CMN ao exercer controle sore os meios de pagamentos e taxas de juros da economia
o Fiscalizar e disciplinar o Sistema Financeiro Nacional
o Banco do Governo, ao manter entre outras atribuições, depósitos em moeda nacional e internacional, e representar o país 
no sistema financeiro internacional
o “Banco dos Bancos” por captar depósitos dos bancos (compulsório e livres) e preservar a liquidez do sistema bancário
• Atribuições
o Executar a política monetária, de crédito e cambial
o Garantir o poder aquisitivo da moeda nacional
o Promover a formação de poupança na economia e preservar as reservas internacionais
o Executar o controle dos meios de pagamento e orçamento monetário
o Emitir papel moeda e controlar a liquidez do mercado
o Receber depósitos compulsórios dos bancos
o Efetuar operações de compra/venda de títulos públicos e federais, visando regular a demanda/oferta e as taxas de juros
• Fiscalizar as Instituições Financeiras (Fiscalizador e Disciplinador do Mercado Financeiro)
o Expedir normas, autorizações e promover o controle das instituições financeiras
o Autorizar funcionamento, instalação e transferência de sedes, fusões e incorporações
o Aplicar penalidades, intervenções e liquidações extrajudiciais de instituições financeiras
o Definir regras, limites e condutas das instituições
o Realizar e controlar operações de redesconto e empréstimo
o Supervisionar o sistema de compensação de cheques
o Controlar o crédito e a entrada de capitais estrangeiros
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior 13
Banco dos bancos Compulsório, redesconto
Gestor do Sistema Financeiro
Agente/Executor da Autoridade Monetária
Banco de Emissão
Agente Financeiro do Governo Financia o TN, administra a dívida pública, 
depositário das reservas internacionais
Normatiza, autoriza, fiscaliza, intervém
Controla fluxos e liquidez monetários
Emite e controla fluxos de moeda
SFN – Subsistema Normativo
Funções do Bacen – Banco Central do Brasil
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
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SFN – Subsistema Normativo
Banco Central e Casa da Moeda
• O CMN – Conselho Monetário Nacional autoriza a emissão
• No Brasil, a cunhagem (impressão) da moeda é realizada 
com exclusividade pela Casa da Moeda do Brasil (CMB)
oA Casa da Moeda do Brasil – CMB possui monopólio da emissão do 
dinheiro no Brasil
oA quantidade a ser emitida pela CMB é definida pelo Banco 
Central, sendo programado um estoque de numerário (cédulas e 
moedas) que atenta à efetivas necessidades de dinheiro da 
economia e forme uma reserve de segurança
• A emissão da moeda (entrega do numerário ao Sistema 
bancário) é de responsabilidade do Banco Central
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema Normativo
Regimes Especiais do Bacen
• O Bacen como entidade reguladora do SFN possui diversas alternativas e instrumentos legais para intervir nas 
instituições financeiras diante de qualquer ameaça ou concretização de crises no Sistema bancário
• Esse poder especial concedido pela legislação de intervir no mercado financeiro é executado através de Regimes 
Especiais, que são adotados dependendo sempre das características de cada caso
• Intervenção
o Medida cautelar que tem por objetivo evitar que a crise bancária se agrave
o Os dirigentes atuais são destituídos, sendo nomeado um interventor que irá gerir a instituição por um tempo determinado
o Após o prazo de intervenção a instituição poderá voltar à suas atividades normais, desde que todos os seus problemas 
tenham sido sanados, ou ter decretada sua liquidação extra judicial
• Liquidação Extrajudicial
o Tem por objetivo viabilizar, da melhor forma possível, todos os pagamentos aos credores e decretar sua liquidação 
(extinção)
o Processo coordenado por um “liquidante” nomeado pelo Banco Central com amplos poderes administrativos
• Regime de Administração Especial Temporário (RAET)
o Forma de intervenção na qual o Banco Central costuma manter as atividades normais da instituição, porém com a gestão 
sob responsabilidade de um Conselho Diretor nomeado
o Tem duração limitada e, ao final do período, a instituição pode retomar suas atividades normais ou ter sua liquidação 
extrajudicial decretada
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
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SFN – Subsistema Normativo
CVM – Comissão de Valores Mobiliários
• Estrutura
o Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, que age sob orientação do CMN
o Administrada por um presidente e 4 diretores, todos nomeados pelo Presidente da República
• Atribuição
o Normatização, fiscalização e controle do Mercado de Valores Mobiliários, representado por ações, 
debêntures, commercial papers e outros títulos emitidos pelas sociedades anônimas e autorizados pelo 
CMN
• Funções
o Incentivar a canalização das poupança ao mercado acionário
o Estimular o funcionamento das bolsas de valores e instituições operadoras do mercado acionário
o Promover a expansão dos negócios do mercado acionário
o Assegurar a lisura nas operações de compra/venda de valores mobiliários
o Proteger os investidores do mercado acionário
• Atuação
o Instituições financeiras que negociam com títulos mobiliários
o Companhias de capital aberto com valores mobiliários negociados em Bolsas de Valores e Mercado de 
Balcão (Sociedades Anônimas – S.A.)
o Investidores
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Títulos e Valores Mobiliários
• Definição
o Valor = tem valor / Mobiliários = tem mobilidade, troca de dono, comprado e vendido
o Pode ser transferido e transacionado (como uma ação)
o Art. 2º Lei 6.385/76 (lei que institui a CVM) = “São valores mobiliários quando ofertados publicamente, quaisquer outros títulos ou contratos de 
investimento coletivo, que gerem direito de participação, de parceria ou de remuneração, inclusive resultante de prestação de serviços, cujos 
rendimentos advém do esforço do empreendedor ou de terceiros.
• É uma forma das empresas e terceiros captarem recursos junto ao público
• Exemplos
o Ações (direito de participação)
o Debêntures (direito de remuneração)
o Bônus de subscrição
o Notas comerciais
o Cotas de fundos de investimento em valores mobiliários ou de clubes de investimento em quaisquer ativos
o Contratos futuros, de opções e outros derivativos
o Certificados de depósito de valores mobiliários• Não São Títulos e Valores Mobiliários
o Títulos da dívida pública federal, estadual ou municipal
o Títulos cambiais de responsabilidade de instituição financeira, exceto as debêntures
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
BB – Banco do Brasil
• Sociedade Anônima (S.A.) de capital misto controlada pela União
o Até 1986, era considerado uma autoridade monetária, atuando na emissão de 
moeda no país. Por decisão do CMN, esse privilégio foi revogado
• Funções:
o Agente financeiro do Governo Federal
o Execução da política creditícia e financeira sob a supervisão do CMN
 Nessa atribuição, pode o BB, dentre outras operações, receber os tributos e as rendas federais, 
realizar os pagamentos necessários e constantes do orçamento da União, receber depósitos 
compulsórios e voluntários das instituições financeiras, efetuar redescontos bancários e 
executar a política dos preços mínimos de produtos agropecuários
o Banco Comercial 
 Manutenção de conta corrente de pessoas físicas e jurídicas, opera com caderneta de 
poupança e oferece crédito
o Banco de Investimento e Desenvolvimento
 Financia atividades rurais, industriais, comerciais e de serviços, além de fomentar a economia 
de diferentes regiões ao atender suas necessidades creditícias
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
CEF – Caixa Econômica Federal
• Instituição financeira pública que atua de forma autônoma e apresenta objetivo 
social
• Órgão auxiliar do Governo Federal na execução de sua política creditícia
• Além de executar atividades de banco comercial e múltiplo, é o principal agente do 
SFH - Sistema Financeiro da Habitação (criado em 1964) para o financiamento da 
casa própria, principalmente no segmento de baixa renda
• O antigo órgão fiscalizador e executor do SFH, o BNH – Banco Nacional da Habitação 
foi extinto e incorporado pela CEF, o que tornou o principal agente deste sistema
• Origem dos recursos do SFH – Sistema Financeiro da Habitação
o FGTS, cadernetas de poupança e fundos próprios dos agentes financeiros
• Outros objetivos da CEF
o Administrar, com exclusividade, os serviços de loterias federais
o Principal arrecadador do FGTS
o Ter monopólio das operações de penhor (empréstimos garantidos com bens de valor e alta 
liquidez como joias, metais preciosos, pedras preciosas, etc.)
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
• Empresa pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior
• LEGALMENTE NÃO É UM BANCO DE DESENVOLVIMENTO – É UMA AGÊNCIA DE FOMENTO: Não é estadual nem Sociedade Anônima (S.A.)
• Principal instrumento do Governo Federal para o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira
• Atua de forma direta e geralmente de forma indireta através de agentes financeiros credenciados a operar com linhas de financiamento do BNDES (ex: 
bancos comerciais, bancos de investimento)
o Esses agentes assumem a responsabilidade de analisar e aprovar o crédito solicitado, assim como definir as garantias exigidas, recebendo uma comissão (del 
credere), sendo corresponsáveis na liquidação da dívida junto ao BNDES
• Subsidiárias (Sistema BNDES)
o FINAME (Agência Especial de Financiamento Industrial) – Financiamento à produção e comercialização de máquinas e equipamentos
o BNDESPAR (BNDES Participações) – Capitalização de empresas por meio de participações acionárias (injeção de recursos próprios não exigíveis), sendo que há 
a possibilidade do banco posteriormente vender as ações no mercado mobiliário. Compra ações das empresas, injetando recursos próprios – equity – para 
financiar seus investimentos. Após consolidado o investimento, o banco vende as ações adquiridas no mercado.
• Principais Fundos de Governo Administrados pelo BNDES
o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) – financia o seguro desemprego e abono salarial
o Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) – repassa recursos a agentes financeiros (FINEP, BNDES e Banco do Brasil) para aplicações em empresas de ciência e 
tecnologia (FINEP), de insumos básicos e bens de consumo (BNDES), e pequenas e médias empresas (BNDES e Banco do Brasil)
o Fundo de Garantia a Exportação (FGE) – dar cobertura às garantias oferecidas pela União nas operações de Seguro de Crédito à Exportação. Esse seguro garante 
às exportações brasileiras contra riscos comerciais, políticos, dentre outros
o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (FUNTTEL)
o Fundo de Garantia para a Promoção da Competitividade (FGPC) – fundo de aval que tem por objetivo oferecer garantia parcial do risco das instituições 
financeiras, identificado nas operações de crédito que utilizam recursos de linhas de financiamento do BNDES
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EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
21
FINAME
Agente Especial de 
Financiamento
Industrial
EMBRAMEC
Mecânica
Brasileira
FIBASA
Insumos Básicos
S.A. –
Financiamentos e 
Participações
IBRASA
Investimentos
Brasileiros S.A.
FUSÃO
BNDES Participações S.A. - BNDESPAR
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
TLP – Taxa de Longo Prazo – Nova Taxa de Juros do BNDES
• A TJLP – Taxa de Juros de Longo prazo, taxa adotada desde 1994 pelo BNDES, foi substituída pela TLP (Taxa de Longo Prazo) como 
taxa de juros referencial para empréstimos de longo prazo
• A TLP foi oficialmente adotada em 01/01/2018, sendo implantada gradualmente ao longo de cinco anos
• A expectativa é que a TLP convirja para a taxa de juros praticada pelo Tesouro Nacional na colocação de títulos públicos até 2023 
gradualmente (fator de ajuste)
• A antiga TJLP teve um comportamento geralmente abaixo das taxas de mercado, atuando como uma taxa subsidiada na economia
o Essa taxa era estabelecida a cada três meses com base em metas de política econômica do governo
• A TLP deve seguir uma metodologia de cálculo mais transparente, replicando o comportamento das taxas de juros de mercado
o Subsídios devem ser aprovados pelo Congresso Nacional (elimina-se subsídios implícitos)
o Aumenta a eficácia da política monetária
o Melhora a remuneração do FAT
• A referência definida para a TLP é o título público Tesouro IPCA com juros semestrais (NTN-B)
o Resolução CMN 4600 de 25/9/2019
22
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Instituições Especiais
Taxa Pré TLP (J)
23
Divulgada 
pelo Bacen
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
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SFN – Instituições Especiais
Taxa Efetiva BNDES
24
Custo Financeiro Remuneração Agente 
FinanceiroRemuneração BNDES
• TLP
• Cesta ou dólar
• Spread do risco do 
agente financeiro
• Negociado
• Custo operacional do 
BNDES
• Varia de acordo com a 
linha
EPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
25
Instituições Financeiras
Bancárias ou Monetárias
Instituições Financeiras
Não Bancárias
• Bancos Comerciais
• Bancos Múltiplos
• Caixas Econômicas
• Bancos de Investimento
• Bancosde Desenvolvimento
• Sociedades de Crédito, 
Financiamento e Investimento
• Sociedades de Arrendamento 
Mercantil
• Sociedades de Crédito Imobiliário
• Cooperativas de Crédito
Instituições
não Financeiras
Instituições
Auxiliares
Sistema Brasileiro de Poupança e 
Empréstimo - SBPE
• Caixa Econômica Federal
• Sociedades de Crédito Imobiliário
• Associações de Poupança e Empréstimos
• Bancos Múltiplos
• Bolsas de Valores
• Sociedades Corretoras e Distribuidoras 
de Valores Mobiliários
• Agentes Autônomos de Investimento
• Sociedades de Fomento Comercial –
Factoring
• Seguradoras
Subsistema de 
Intermediação
Operativo
Transferência de recursos 
entre os agentes
Composto pelas 
instituições bancárias e 
não bancárias que atuam 
em operações de 
intermediação financeira
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Criação de moeda pelos bancos
• Prerrogativa exclusiva das Instituições Financeiras 
Bancárias ou Monetárias
oRecebem depósitos à vista e os emprestam
• Depósitos à vista pode ser aplicada sob a forma de 
empréstimos a um tomador de recursos
• Troca de um passivo (depósito à vista) por um direito 
(empréstimos a receber), criando moeda
• O volume de fundos captados que podem ser aplicados é 
definido basicamente pelo nível de reserva voluntária dos 
bancos e por regulamentação das autoridades monetárias
26
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Criação de moeda pelos bancos
Efeito multiplicador da moeda
27
Cliente A Banco Clientes
Depósito à vista
Moeda escritural
Moeda bancária
Moeda privada
$ 1.000
Empréstimo
= $ 750 * 10x
= $ 7.500
Reserva obrigatória do banco
= $ 1.000 * Compulsório (25%)
Reserva Compulsória = $ 250
Valor inicial de dinheiro no mercado = $ 1.000
Meio de pagamento = $ 8.500
+ Moeda escritural = $ 1.000
+ Moeda em poder do público = $ 7.500
• Depósito compulsório: reserva obrigatória recolhida dos depósitos bancários, conforme percentual fixado pelo 
CMN (Conselho Monetário Nacional), com o objetivo de evitar a multiplicação descontrolada da moeda
• Meio de pagamento: soma do papel-moeda em poder do público + moeda escritural ou bancária
• Meio circulante: conjunto de cédulas e moeda com poder liberatório de posse do público e dos bancos
Meio circulante = $ 7.750
+ Posse dos bancos = $250
+ Posse do público = $ 7.500
Empresas
Outros 
Bancos
Suponha que os Bancos 
podem emprestar até 10x o 
valor captado descontado 
do compulsório
Coeficiente de Expansão
Se as reservas forem de 25%, o saldo dos 
depósitos pode criar $ 4 de moeda escritural 
para cada $ 1 de aumento nas reservas
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Instituições Financeiras
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Bancárias ou 
Monetárias
INSTITUIÇÕES 
FINANCEIRAS
Não Bancárias ou
Não Monetárias
Criação de moeda por meio do 
recebimento de depósitos a vista
Exemplos: Bancos Comerciais, Bancos 
Múltiplos e Cooperativas
Exemplos: sociedades corretoras, 
bancos de investimento
Não estão autorizadas a receber 
depósitos a vista
Operam com Ativos Financeiros 
Monetários
Operam com ativos não monetários, 
como ações, letras de câmbio, 
certificados de depósitos bancários, 
debêntures
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Instituições Financeiras Bancárias ou Monetárias
Apresentam capacidade de criar moeda ou meios de pagamento
• Bancos Comerciais
o Sociedades Anônimas (S.A.)
o Executam operações de crédito de curto prazo e depósitos a vista, prestação de serviços, pagamento de cheques, 
cobranças, transferências, ordens de pagamentos, aluguel de cofres, custódia de valores, operações de câmbio
o Classificação:
 Bancos de varejo: trabalham com muitos clientes
 Bancos de negócios: voltados a grandes operações
 Private bank: atende pessoas físicas de renda/patrimônio elevado
 Personal bank: atende pessoas físicas de renda elevada e pequenas e médias empresas
 Corporate bank: atende pessoas jurídicas de grande porte
• Bancos Múltiplos
o Formados com base nas atividades de quatro instituições: banco comercial, banco de investimento e desenvolvimento, 
sociedade de crédito, financiamento e investimento e sociedade de crédito imobiliário
o Para ser configurada como Banco Múltiplo, uma instituição deve operar pelo menos duas das carteiras mencionadas 
acima, sendo uma delas a de Banco Comercial ou Banco de Investimento
o Sua criação foi uma evolução natural do mercado financeiro, que mostrava que a segregação de operações impunha 
restrições ao setor financeiro com grandes disponibilidades em algumas instituições financeiras e déficits em outras
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Instituições Financeiras Não Bancárias
Não apresentam capacidade de criar moeda ou meios de pagamento
• Bancos de Investimento
o Instituição privada
o Não mantém conta corrente
o Maiores fornecedores de créditos de médio e longo prazo, suprindo agentes carentes de recursos com 
fundos para capital de giro e capital fixo
o Realizam operações de maior escala como repasse de recursos oficiais e do exterior
o Operações de repasses de recursos oficiais de crédito, repasses de recursos captados no exterior, 
subscrição pública de valores mobiliários (ações e debêntures), operações de financiamento, operações de 
fusões e aquisições, dentre outras
o Prestação de serviços de assessoria financeira, avais, fianças, custódia, administração de carteiras, etc.
o Usam recursos de terceiros provenientes da colocação de CDBs, vendas de cotas de fundos de 
investimento, empréstimos contratados no país e no exterior
• Bancos de Desenvolvimento
o Instituições públicas estaduais que visam promover o desenvolvimento econômico e social da região de 
atuação
o Devem ser Sociedades Anônimas (S.A.) com sede na capital do Estado que detiver seu controle acionário
o Apoiam o setor privado da economia por meio de empréstimos, financiamentos e arrendamento mercantil
o Sua constituição e funcionamento dependem da autorização do Banco Central
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Instituições Financeiras Não Bancárias
Não apresentam capacidade de criar moeda ou meios de pagamento
• Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (SCFI) – Financeiras
o Instituições privadas
o Conhecidas como financeiras, dedicam-se ao financiamento de capital de giro, bens duráveis 
às pessoas físicas por meio do mecanismo de crédito direto ao consumidor (CDC)
o Outra fonte de recursos, além dos próprios, consiste no aceite e colocação de LCs – Letras de 
Câmbio e RDBs – Recibo de Depósito Bancário no mercado
o As letras de câmbio são emitidas pelo devedor, e aceitas pela instituição financeira
o Crédito com Interveniência: a instituição financeira compra os créditos comerciais de uma 
loja. A loja emite as letras de câmbio e a financeira as aceita. O crédito é liberado à loja líquido 
dos encargos financeiros, que são repassados ao cliente no preço da mercadoria. A financeira 
trabalha com a garantia da loja (sacador) e do cliente comprador, cuja participação na 
operação ocorre por meio de um contrato de adesão assinado no momento da compra
o Tipos
 Independentes: atuam sem nenhuma vinculação com outras instituiçõesdo mercado financeiro
 Ligadas a conglomerados financeiros
 Ligadas a grandes estabelecimentos comerciais
 Ligadas a grupos industriais: montadora de veículos por exemplo
31
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
Instituições Financeiras Não Bancárias
Não apresentam capacidade de criar moeda ou meios de pagamento
• Sociedades de Arrendamento Mercantil (leasing)
o Realizam operações de leasing de bens nacionais, adquiridos de terceiros e destinados ao uso dos arrendatários
o Recursos originados de emissões de debêntures e empréstimos no país e no exterior
o Os principais tipos de leasing são:
 Operacional: similar a um aluguel, realizado pelas empresas fabricantes dos bens
 Financeiro: realizado por bancos múltiplos e sociedades de arrendamento mercantil. No final do prazo pode ser exercido o direito de compra pelo valor 
residual
 Lease-back: determinada empresa vende um bem e imediatamente o aluga (automático), sem perder sua posse
• Cooperativas de Crédito
o Voltadas a oferecer crédito e prestar determinados serviços financeiros a seus associados
o Seu funcionamento é regulado e autorizado pelo Banco Central
o Não possuem finalidades lucrativas
o Estão preferencialmente voltadas a seus associados, oferecendo condições mais vantajosas nesses empréstimos, melhores condições para 
aplicações financeiras, cobrança de menores taxas de serviços e menores exigências para concessão de crédito
o Os depósitos à vista são captados de seus associados e não estão sujeitos a recolhimentos compulsórios no Banco Central
o Podem receber depósitos somente de seus associados, e levantar empréstimos em instituições financeiras no país e exterior
• SCI – Sociedades de Crédito Imobiliário
o Criada pela Lei 4380 de 1964 e integrantes do SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo
o Forma de Sociedades Anônimas (S.A.)
o Faz parte do SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo
o Voltam-se ao financiamento de operações imobiliárias, que envolvem compra e venda de imóveis (construção de habitação, construção da casa 
própria, capital de giro para construtoras e distribuidoras de material de construção)
o Recursos são levantados por meio de letras imobiliárias e/ou hipotecárias, cadernetas de poupança, depósitos interfinanceiros, repasses de 
fundos internacionais
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SFN – Subsistema de Intermediação ou Operativo
SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo
• Com a extinção do BNH – Banco Nacional de Habitação, o SFH - Sistema Financeiro de 
Habitação passou a ser constituído pelas integrantes do SBPE
o Caixa Econômica Federal
o Sociedades de Crédito Imobiliário
o Associações de Poupança e Empréstimos
o Bancos Múltiplos com Carteira de Crédito Imobiliário
• Captação de Recursos
o Cadernetas de poupança
o FGTS
33
SBPE
SCI – Sociedades de 
Crédito Imobiliário
APE – Associações de 
Poupança e Empréstimo Bancos MúltiplosCEF – Caixa Econômica 
Federal
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Instituições Não Financeiras: APE – Associação de Poupança e Empréstimo
• APE – Associações de Poupança e Empréstimo
o Criadas pela Lei 6855 de 1980
o Sociedade Civil – Não é Instituição Financeira
o Faz parte do SFH – Sistema Financeiro de Habitação
o Sem fins lucrativos
o Atuam também na área habitacional, por meio de financiamentos 
imobiliários – formação de poupança e financiamento da casa própria
o Depositantes tornam-se associados da instituição
o Associados: ou adquirem financiamento imobiliário e/ou depositam 
dinheiro
o Captam recursos via letras hipotecárias, repasses e refinanciamentos, 
LCIs – Letras de Crédito Imobiliário, LF – Letras Financeiras e depósitos 
interfinanceiros, empréstimos e financiamentos contraídos no exterior
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Instituições Auxiliares
35
Instituições 
Auxiliares
CDTVM - Sociedades Corretoras 
e Distribuidora de Valores 
Mobiliários
Agentes Autônomos de 
investimentoBolsas de Valores
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Instituições Auxiliares
Bolsa de Valores – B3
• Mercado organizado onde são negociados títulos e valores mobiliários de empresas públicas e privadas:
o Ações
o Debêntures
o Bônus de Subscrição
o Contratos futuros
o Opções de compra e venda
o Contrato Derivativos
o Dentre outros
• Responsável por estabelecer as regras de negociação e por criar um ambiente seguro e transparente
• Responsável pela fixação de um preço justo, formado por consenso de mercado mediante mecanismos de oferta e demanda
• A essência da existência de bolsas de valores é proporcionar liquidez aos títulos negociados, atuando por meio de pregões 
contínuos
• Pregão
o Ambiente onde são realizados os negócios
o Atualmente eletrônico
• B3 – Brasil Bolsa Balcão (antiga BM&FBOVESPA – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo)
o Fundada em 1890, hoje é uma das maiores bolsas do mundo
o Presta serviços de registro, compensação e liquidação e a listagem de todos os ativos e valores mobiliários negociados
o Divulga diversas informações de suporte ao mercado.
o Plataforma eletrônica de negociação
o Fiscalizada pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários
• Emolumentos
o Taxa cobrada pela bolsa
o Incide sobre o volume financeiro negociado
36
Clearing (câmara de liquidação) atua nos pregões e tem por 
função básica registras, liquidar e compensar as várias 
operações processadas na B3. Estão habilitadas para receber 
depósitos e garantias exigidas em certas operações
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Instituições Auxiliares
Sociedades Corretoras e Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários
• CDTVM – Sociedades Corretoras e Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários
o Efetuam, com exclusividade, a intermediação financeira nos pregões das bolsas de valores
o Promovem ou participam de lançamentos públicos de ações
o Administram e custodiam carteiras de títulos e valores mobiliários
o Organizam e administram fundos e clubes de investimento
o Efetuam a intermediação de títulos e valores mobiliários
o Efetuam compra/venda de metais preciosos
o Operam em câmbio
o Assessoria técnica em assuntos inerentes ao mercado financeiro
• Agentes autônomos de investimentos
o São pessoas físicas credenciadas pelas instituições financeiras intermediadoras (corretoras, 
distribuidoras, bancos e financeiras) para atuarem na colocação de títulos e valores 
mobiliários e outros serviços, pelo recebimento de uma comissão
o São fiscalizados pelo Banco Central e pela CVM
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Instituições Não Financeiras
• Sociedades de Fomento Comercial - Factoring
o Empresas comerciais que operam por meio da compra de duplicatas, 
cheques e outros títulos, de forma similar ao desconto bancário
o Assumem o risco do título negociado
o Recursos provenientes de empréstimos bancários ou fundos próprios
o Factoring não é considerado uma operação financeira de crédito, e sim 
uma transferência (cessão) plena dos títulos da empresa
o Fonte de recursos próprios e empréstimos bancários
• Companhias Seguradoras
o Estão consideradas no SFN por terem a obrigação de aplicar parte de 
suas reservas técnicas no mercado de capitais
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Mercado de Crédito
• Crédito
o Liberação de dinheiro com base numa relação de confiança entre duas ou mais partes, feita a uma 
determinada taxa de juros previamente acordada.
• Mercado de Crédito
o Visa suprir as necessidades de caixa de curto e médio prazos de vários agentes econômicos, por meio de 
crédito a pessoas físicas ou empréstimos e financiamentos às empresas
o Engloba as operações de empréstimo e financiamento de curto e médio prazos, direcionadas aos ativos 
permanentes e capital de giro das empresas
o Esse mercado é constituído, basicamente, pelos Bancos Comerciais, Bancos Múltiplos e Sociedades 
Financeiras
39
Suprir necessidades de caixa 
de curto e médio prazos 
Crédito à Pessoa Física
Empréstimos e Financiamentos às empresas
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Mercado de crédito: intermediação entre deficitários e superavitários
40
O banco “compra e vende” dinheiro
 A Instituição financeira recebe recursos de poupadores, assumindo a obrigação de devolver o principal acrescido de juros
 Com o capital levantado, a instituição financeira realiza operações de empréstimos e financiamentos a tomadores carentes 
de recursos, na expectativa de receber no futuro o principal acrescido de juros
 As taxas cobradas nas operações ativas são geralmente maiores do que as pagas nas operações passivas, e a diferença é o 
spread.
 Preço do dinheiro = taxa juros
 Diferença entre juros pago e recebido = spread bancário ou lucro 
Agente Superavitário
Poupador
Agente Deficitário
Tomador
Banco “compra” 
dinheiro do poupador 
e para tal paga juros
Banco “vende” o dinheiro 
para o tomador e para tal 
cobra juros
Juros Juros
Capital Capital
Operações PassivasOperações Ativas
Instituição Financeira
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Visão Tradicional do Processo de Crédito
• Conjunto de critérios e procedimentos, descritos pela 
instituição financeira, a serem adotados pelos gestores de 
crédito na análise do cliente e do negócio proposto, 
preservando a qualidade, agilidade e segurança exigidos por 
ela 
41
Clientes
Concessão 
de crédito
Monitoramento 
de crédito
Reestruturação e 
recuperação 
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Rating de Crédito
• A classificação do risco de crédito (rating) atribui uma 
“nota” que expressa o risco de inadimplência, ou seja, 
a possibilidade de os tomadores de recursos não 
honrarem seus compromissos financeiros
• O rating torna a análise de risco menos subjetiva e 
promove um melhor controle e gestão do risco de 
crédito aos bancos
• O Banco Central tornou obrigatória às instituições 
financeiras classificar as operações de crédito 
conforme seu risco, a expectativa de risco e o 
percentual de provisionamento para a possível perda
• A definição do percentual de provisionamento definido 
pelo Banco Central deve ser feita segundo o modelo de 
risco desenvolvido por cada banco. Esses modelos de 
risco são geralmente probabilísticos, medindo as 
chances de cada evento ocorrer. Periodicamente, 
ainda, por ocasião da publicação das demonstrações 
contáveis publicadas pelas instituições financeiras, 
deve ser feita a atualização dos níveis de classificação 
de risco
42
TABELAS DE RISCO SUGERIDA PELO BANCO CENTRAL
Dias de atrasoPercentual de 
Provisionamento
Classe de 
Risco
0%AA
0,5%A
15 a 30 dias1,0%B
31 a 60 dias3,0%C
61 a 90 dias10,0%D
91 a 120 dias30,0%E
121 a 150 dias50,0%F
151 a 180 dias70,0%G
Acima de 180 dias100,0%H
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Empréstimos vs. Financiamento
• Empréstimos
o Operação pela qual o consumidor obtém recursos para antecipar a realização de seus desejos
o Não está vinculado à compra de um produto ou serviço específico
o O tomador do empréstimo utiliza o dinheiro para objetivo que lhe convier
o Exemplos:
 Capital de Giro
 Desconto de duplicatas
 Cheque especial, 
 Etc.
• Financiamentos
o É o ato de pagar um produto ou serviço de uma pessoa, ou de outra empresa, através de 
empréstimo.
o O financiamento diferencia-se do empréstimo por estar vinculado à venda de um bem ou 
serviço específico
o Exemplos:
 Leasing,
 Crédito Imobiliário
 Veículos
 etc.
43
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Garantias Pessoais e Reais
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Fiança
Aval
Garantia em que terceiros assumem com o devedor a obrigação pelo pagamento
da dívida (responsabilidade subsidiária para contratos em geral – só será acionada
caso o devedor não cumpra a obrigação)
Garantia por meio da qual terceiros assumem com o devedor a obrigação pelo
pagamento da dívida (responsabilidade solidária para títulos de crédito)
Devedor solidário Há solidariedade na mesma obrigação concorre mais de um devedor à dívida total
Hipoteca
Alienação 
fiduciária
Bem imóvel com garantia da operação de crédito – princípio posse + propriedade
O devedor transfere para a instituição financeira a propriedade de um bem, ficando
com apenas a posse
Penhor Devedor dá à instituição financeira bens móveis ou aplicações como posse e
propriedade em garantia da operação de crédito
Garantias Pessoais ou Fidejussórias
Garantias Reais
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Títulos de Crédito
• DUPLICATA
o Título de crédito representativo de uma transação de compra e venda mercantil, ou prestação de serviços, a prazo
o Derivada de uma fatura/nota fiscal de compra e venda
o Quem emite a duplicata é quem vende (sacador)
• FATURA (NÃO É TÍTULO DE CRÉDITO)
o Documento que comprova a operação comercial realizada, podendo incorporar uma ou mais notas fiscais. Entretanto, não 
é permitida a emissão de uma duplicata representativa de várias faturas (apenas uma fatura por duplicata)
o Discrimina as mercadorias e/ou serviços, e as demais informações das notas fiscais emitidas pelas transações realizadas
• LETRA DE CÂMBIO
o Ordem de pagamento emitida pelo credor (sacador) contra o devedor (sacado). O favorecido da letra de câmbio pode ser 
o próprio sacador ou um terceiro
o Muito comum serem emitidas por financeiras (SCFI) para captação de recursos (similar a um CDB para bancos)
o Tem cobertura do FGC – Fundo Garantidor de Crédito
• NOTA PROMISSÓRIA
o Título de crédito que representa uma promessa de pagamento feita/emitida pelo devedor em favor de um credor
45
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Crédito Concedido pelos Bancos
46
CRÉDITO 
CONCEDIDO 
PELOS BANCOS
• Maior parte das operações dos bancos
• Taxas de juros livremente estabelecidas 
entre tomadores e instituições 
financeiras
• Uma parcela deve necessariamente ser 
direcionada para operações de crédito 
específicas, com taxas, volume e prazo 
preestabelecidos pelo Banco Central
• Beneficiários: setor rural, infraestrutura 
e habitacional
Recursos Livres
Recursos Direcionados
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Principais Produtos de Crédito
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PF – Pessoa Física
• Cheque especial
• Cartão de crédito
• Empréstimos “consignados”
• CDC – Crédito direto ao 
consumidor
• Empréstimo pessoal
• Crédito Imobiliário
• Etc.
PJ – Pessoa Jurídica
• Capital de Giro
• Desconto de Duplicatas
• ContaGarantida
• Vendor /Compror
• Leasing
• Financiamento ao Comércio 
Exterior (ACC e ACE)
• Etc.
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60 milhões de brasileiros desbancarizados: todos maiores de 18 anos, 
majoritariamente na região Norte e Nordeste, movimentam R$ 665 bilhões
48
DESBANCARIZADOS
60 milhões de brasileiros30%
Os desbancarizados brasileiros movimentam cerca de R$
665 milhões ao ano – valor maior do que o PIB do Chile.
29 milhões destas pessoas pertencem à classe
média e 20 milhões à classes mais baixas
Fonte: Estadão – https://link.estadao.com.br/noticias/inovacao,startups-miram-brasileiros-que-nao-tem-acesso-ao-sistema-
bancario,70002339265
http://www.aserc.org.br/2018/10/25/cerca-de-30-da-populacao-brasileira-nao-possui-conta-em-banco/
50% se encontram no Norte e Nordeste, 31% no
Centro-Oeste e o restante no Sul e Sudeste.
Movimentam mais dinheiro do que todo o PIB Chileno
48% de Classe Média e 33% da Classe Baixa
50% Estão no Norte e Nordeste
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Mercado Financeiro – Prof. Dr. José Marcos Carrera Junior
Falta de recursos e preço alto dos serviços são os principais motivos que os 
brasileiros não possuem uma conta bancária
49
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
Distância como 
fator importante, 
porém não o 
principal
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Quase 85% das operações de crédito estão concentradas nos 5 maiores 
bancos
50
Fonte: Bacen e Estadão (https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,concentracao-bancaria-no-brasil-tem-leve-queda-em-2018-
aponta-bc,70002846579)
Total das 
Operações 
de Crédito
Total dos 
Ativos
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Mercado de Crédito no Brasil – Maio/2020
51
Pessoa Física, 
R$ 2.029 bi , 
56%
Pessoa 
Jurídica, R$ 
1.567 bi , 44% R$ 3.596 bi 
Saldos – R$ bilhões
Recursos 
Livres, R$ 
1.100 bi , 54%
Recursos 
Direcionados, 
R$ 929 bi , 
46%
R$ 2.029 bi 
Recursos 
Livres, R$ 
1.001 bi , 64%
Recursos 
Direcionados, 
R$ 565 bi , 
36% R$ 1.567 bi 
Saldos Pessoa Física – R$ bilhõesSaldos Pessoa Jurídica – R$ bilhões
Fonte: Bacen – Banco Central do Brasil: https://www3.bcb.gov.br/sgspub/localizarseries/localizarSeries.do?method=prepararTelaLocalizarSeries
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Mercado de Crédito no Brasil – Maio/2020
52
Saldos Pessoas Físicas Recursos Livres e Taxa de Juros – R$ bilhões e % ao ano
R$ 0 bi 
R$ 1 bi 
R$ 1 bi 
R$ 12 bi 
R$ 23 bi 
R$ 24 bi 
R$ 27 bi 
R$ 40 bi 
R$ 44 bi 
R$ 137 bi 
R$ 143 bi 
R$ 162 bi 
R$ 204 bi 
R$ 232 bi 
28%
32%
62%
117%
30%
138%
30%
81%
21%
19%
18%
0% 20% 40% 60% 80% 100 % 120% 140 % 160 %
- R$ 50 bi R$ 100 bi R$ 150 bi R$ 200 bi R$ 250 bi
Arrendamento mercantil de outros bens
Arrendamento mercantil de veículos
Desconto de Cheques
Aquisição de outros bens
Cheque Especial
Crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor privado
Cartão de crédito parcelado
Outros Créditos Livres
Cartão de crédito rotativo
Crédito Pessoal Não Consignado
Crédito pessoal consignado para aposentados e pensionistas do INSS
Cartão de crédito à vista
Aquisição de veículos
Crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor público
Fonte: Bacen – Banco Central do Brasil: https://www3.bcb.gov.br/sgspub/localizarseries/localizarSeries.do?method=prepararTelaLocalizarSeries
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Mercado de Crédito no Brasil – Maio/2020
53
Saldos Pessoas Físicas Recursos Direcionados e Taxa de Juros – R$ bilhões e % ao ano
R$ 0 bi 
R$ 1 bi 
R$ 1 bi 
R$ 6 bi 
R$ 52 bi 
R$ 53 bi 
R$ 209 bi 
R$ 660 bi 
10%
0%
8%
35%
8%
7%
7%
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40%
- R$ 100 bi R$ 200 b i R$ 300 bi R$ 400 bi R$ 500 b i R $ 600 bi R$ 700 bi
Microcrédito destinado a consumo
Outros créditos direcionados
Financiamento de investimentos com recursos do BNDES
Microcrédito destinado a microempreendedores
Financiamento agroindustrial com recursos do BNDES
Financiamento com recursos do BNDES - Repasses
Crédito rural
Financiamento imobiliário
Fonte: Bacen – Banco Central do Brasil: https://www3.bcb.gov.br/sgspub/localizarseries/localizarSeries.do?method=prepararTelaLocalizarSeries
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Fintechs no Brasil
54
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Alta Concentração Bancária
As cinco maiores instituições financeiras detém detém 81,2% dos ativos
Fonte: Estadão – https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,concentracao-bancaria-no-brasil-tem-leve-queda-em-2018-aponta-bc,70002846579
Total Ativos
Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, 
Caixa Econômica Federal e 
Santander 
81,2%
Operações de Crédito
Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, 
Caixa Econômica Federal e 
Santander 
84,8%
55
E mesmo assim, segundo o IBGE, 
mais de 60 milhões de brasileiros 
(1/3) estão desbancarizados
Entre os que não têm o acesso, uma 
fatia de 85% usa os serviços de 
telefonia celular e 60% estão 
conectados a internet
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Falta de recursos e preço alto dos serviços são os principais motivos que os 
brasileiros não possuem uma conta bancária
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Altas Tarifas Pagas – e crescendo ...
Brasileiros pagaram R$ 33,5 bilhões em tarifas bancárias em 2017
• Todos os bancos são obrigados pelo 
Banco Central a oferecer alguns 
serviços sem nenhum tipo de tarifa. 
Dentre eles estão:
• 4 saques por mês
• 2 transferências entre contas da própria 
instituição
• 2 extratos
• 2 folhas de cheque
• 10 folhas de cheque
• Consultas pela internet
• Fora isso, fica a critério dos bancos os 
valores de cobrança por cada serviço e 
transação
57
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Taxa de Juros Empréstimo Não Consignado
Os juros cobrados também são altos
Fonte: Bacen (17/Junho/2018)
% a.a.% a.m.InstituiçãoPosição
6,770,55BANCO PAN1
14,081,10BCO SAFRA S.A.2
17,121,33BANCOOB3
20,391,56AMAGGI S.A. CFI4
21,631,65BCO BS2 S.A.5
23,331,76BCO OURINVEST S.A.6
25,331,90BCO DO ESTADO DO RS S.A.7
29,102,15BCO BARIGUI INV FIN S/A8
29,752,19HS FINANCEIRA9
31,652,32BCO A.J. RENNER S.A.10
32,102,35BCO TRICURY S.A.11
34,062,47BCO DA AMAZONIA S.A.12
38,932,78BCO DO EST. DE SE S.A.13
40,042,85CREDITÁ S.A. CFI14
46,063,21PORTOSEG S.A. CFI15
48,143,33BCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A.16
49,813,43FINANC ALFA S.A. CFI17
49,933,43SINOSSERRA S/A – SCFI18
52,593,58SANTANA S.A. – CFI19
52,833,60BRB - BCO DE BRASILIA S.A.20
55,443,74BCO MAXINVEST S.A.21
57,013,83BCO DO BRASIL S.A.22
% a.a.% a.m.InstituiçãoPosição
59,963,99ITAÚ UNIBANCO S.A.23
65,354,28NU FINANCEIRA S.A. CFI24
65,584,29CAIXAECONOMICA FEDERAL25
67,354,38BCO BANESTES S.A.26
68,084,42OMNI SA CFI27
71,554,60BCO SANTANDER (BRASIL) S.A.28
79,224,98BCO BRADESCO S.A.29
84,385,23BANCO ORIGINAL30
89,555,47CENTROCRED S.A. CFI31
90,325,51BCO DO EST. DO PA S.A.32
105,416,18BV FINANCEIRA S.A. CFI33
110,206,39FINAMAX S.A. CFI34
111,116,43BCO DAYCOVAL S.A35
113,926,54BANCO TOPÁZIO S.A.36
141,267,62BCO LOSANGO S.A.37
149,087,90BANCO CBSS38
153,688,07KREDILIG S.A. - CFI39
154,338,09SOROCRED CFI S.A.40
160,248,30GOLCRED S/A - CFI41
160,388,30BECKER FINANCEIRA SA - CFI42
223,2210,27BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.43
226,1710,35SENFF S.A. - CFI44
% a.a.% a.m.InstituiçãoPosição
227,0510,38REALIZE CFI S.A.45
249,2010,98ESTRELA MINEIRA46
257,2211,19GAZINCRED S.A. SCFI47
266,4711,43SAX S.A. CFI48
281,1511,80CREDIARE CFI S.A.49
281,5111,80BANCO SEMEAR50
299,8012,24GRAZZIOTIN FINANCIADORA SA 
CFI
51
306,4812,40VIA CERTA FINANCIADORA S.A. –
CFI
52
320,5512,72BIORC FINANCEIRA - CFI S.A.53
321,0112,73LEBES FINANCEIRA CFI SA54
326,7812,85LECCA CFI S.A.55
327,1212,86PORTOCRED S.A. - CFI56
342,1613,19DACASA FINANCEIRA S/A - SCFI57
344,3413,23AGORACRED S/A SCFI58
372,5213,82NEGRESCO S.A. - CFI59
473,5015,67MIDWAY S.A. - SCFI60
492,9915,99PERNAMBUCANAS FINANC S.A. 
CFI
61
560,5517,04BCO AGIBANK S.A.62
640,0318,15BCO BMG S.A.63
848,4620,62FACTA S.A. CFI64
931,2521,46CREFISA S.A. CFI65
1.569,2526,44JBCRED S.A. SCFI66
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E no cartão de 
crédito, nossos juros
são os maiores do 
mundo
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Evolução do Spread Bancário no Brasil
• Históricamente nosso spread bancário é elevado
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Spread Bancário no Mundo
• No ranking global, ficamos atrás apenas de Madagascar
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Top-10 Reclamações no Bacen por Assunto (1o Tri 2019)
A insatisfação é grande em relação a alguns pontos (segurança/atendimento)
Fonte: Bacen (17/Junho/2018)
QuantidadeAssuntoRank
2.094Oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada1
1.277Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das 
operações e serviços relacionados a cartões de crédito2
Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das 
operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet 
banking e ATM 
976 
3
792Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade dos 
serviços relacionados à operações de crédito4
749Débito em conta de depósito não autorizado pelo cliente5
439Restrição à realização de portabilidade de operações de crédito consignado relativas a 
pessoas naturais6
414Irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das 
operações e serviços disponibilizados em internet banking7
343Cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados8
298Insatisfação com a resposta recebida da instituição financeira referente à reclamação 
registrada no BCB9
288Concessão de crédito consignado sem a formalização do título adequado10
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• Uma geração
conectada
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: 
https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-
atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Dai surgiu o Nubank, a maior fintech do país
2013
• David Vélez levanta Seed de US$ 2 milhões da Sequoia Capital e Kaszek
Ventures
• David recruta Edward Wible e Cristina Junqueira e fundam o Nubank
2014
• A primeira transação com um cartão Nubank acontece
• Series A - US$ 15 milhões - Investidores: Sequoia Capital e Kaszek Ventures
2015
• Series B - US$ 30 milhões - Investidores: Tiger Global, Sequoia Capital, 
Kaszek Ventures e QED.
• Series C - US$ 52 milhões - Investidores: Founders Fund, Tiger Global, 
Sequoia Capital e Kaszek Ventures.
2016
• Series D - US$ 80 milhões - Investidores: DST Global, Sequoia Capital, 
Founders Fund e Tiger Global.
2018
• Series E: US$ 150 milhões - Investidores: DST Global, QED Investors, 
Redpoint Ventures, Ribbit Capital, Dragoneer Investment Group, Thrive
Capital.
• Investimento de US$ 90 milhões da Tencent.
• 5 milhões de clientes
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Fintech
• Do inglês: finance and technology
• Termo que surgiu da união das palavras financial (financeiro) e 
technology (tecnologia)
• Fintech são maioritariamente Startups que trabalham para inovar e 
otimizar serviços do Sistema Financeiro
• Essas empresas possuem custos operacionais muito menores 
comparadas às instituições tradicionais do setor
• Usam tecnologias que elevam a eficiência dos processos e barateiam 
os serviços ofertados, exemplo disso é o uso de smartphones para o 
uso de bancos móveis e a possibilidade de realizar investimentos são 
exemplos da aplicação da tecnologia que tornam o acesso a serviços 
financeiros e bancários mais acessíveis à população
• Para ser definida Fintech, a empresa precisa ter base tecnológica e 
modelo de negócio altamente escalável
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Destaques na Mídia
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Vantagens
• Praticidade
o Quase exclusivamente online 
o Integram com a rotina do século XXI
• Controle sobre operações
o Disponibilizam plataformas interligadas ao acesso da internet para o usuário ter a disponibilidade para conseguir lidar 
sobre a gestão do seu próprio dinheiro atuando praticamente como um “auto-gerente” de sua própria conta financeira
• Burocracia
o Modelos de negócio atualizados e menos processos burocráticos, contemplados com mais fluidez de serviços, operados 
através da internet e com praticidade na utilização desses serviços.
• Custos baixos
o Procuram baratear seus processos, como por exemplo: realizar transferências por DOC e TED, emitir boletos de cobrança 
digitalmente, através de aplicativos ou uso do e-mail e também trabalhar com carteiras virtuais, as e-wallets, são serviços 
que a sociedade digital passou a ser habilitada a fazer ,sem a necessidade de uma instituição tradicional do sector 
financeiro por trás.
o Fazer isso pelo smartphone ou por computadores reduz custos e em geral
• Impacto social
o Carência de novas ofertas de serviços inovadores das instituições tradicionais do sector financeiro e com o avanço da 
desbancarização em classes menos abastadas da sociedade, os serviços que conseguem baratear e os serviços oferecidos, 
conseguem atender a população de baixa renda interligada no mundo
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Atualmente há mais de 529 fintechs no Brasil
Crescimento Exponencial – mercado ainda não está consolidado
81 121
176 219
404
529
Dez/2014 Dez/2015 Dez/2016 Dez/2017 Dez/2018 Jun-19
67
Fonte: Abfintece Fintechlab
Quantidade de Fintechs
Mapeadas no Brasil
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Setores de Atuação Diversos, porém com maior concentração em meios de 
pagamento e crédito
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Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Concentração em São Paulo e demais estados do Sul e Sudeste
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Entretanto, a maioria das fintechs brasileiras ainda engatinham
• Apenas uma de cada cinco recebeu investimentos do tipo 
anjo ou de venture capital desde sua fundação, segundo 
estudo da Visa com mais de 230 empresas
• E mesmo dentre as que captaram recursos de investidores, 
mais da metade — 55,4% — captaram até R$ 500 mil cada
o Só 10,6% das pesquisadas receberam mais de R$ 2 milhões
• A maioria esmagadora do setor ainda tem números de 
receita bastante tímidos
oO faturamento de 78 das fintechs pesquisadas foi de menos de R$ 
500 mil nos últimos 12 meses
o Só 16,6% delas superou a faixa de R$ 1 milhão
Fontes: G1 - https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2018/11/09/maioria-das-fintechs-brasileiras-ainda-engatinha-afirma-estudo-da-visa.ghtml
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Pesquisa da PwC confirma que a grande maioria das fintechs brasileiras estão em 
fase inicial de operação e apenas 12% faturam mais do que R$ 10 Mn anuais 
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdf
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Casos de Sucesso no Brasil
• Nubank
o Pioneira no segmento de serviços financeiros, atuando como operadora de cartões de crédito e banco 
digital com operações no Brasil, sediada em São Paulo e fundada em 6 de maio de 2013.
• GuiaBolso
o Presente no mercado desde 2014, é um aplicativo financeiro que permite a sincronização com a conta 
bancária do usuário para analisar e classificar as informações conforme o tipo de gasto
• Bidu
o Fundado em 2012, o Bidu é uma ferramenta que realiza comparações de seguros de saúde, casa, 
automóveis, entre outros. Também fornece serviços de empréstimo pessoal e cartão de crédito
• PicPay
o Disponível no mercado desde 2012, o PicPay funciona como um aplicativo de pagamento, onde o cliente 
pode receber ou pagar qualquer pessoa utilizando o saldo da conta ou o cartão de crédito
• Creditas
o Criada em 2012 com nome de BankFacil, disponibiliza empréstimos com taxas abaixo do mercado para os 
clientes que dão alguma garantia de pagamento, como um imóvel ou um carro
• Toro Investimentos
o Primeira fintech brasileira que abriu uma corretora de valores de forma totalmente independente dos 
bancos
• Méliuz
o Portal que disponibiliza, gratuitamente, cupons de desconto das melhores lojas online do Brasil e ainda te 
devolve parte do valor gasto em suas compras, direto em sua conta bancária (cashback).
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Regulamentação das Fintechs
Resolução nº 4.656, apresentada pelo Banco Central em abril de 2018
• Ficam permitidas operações de empréstimo e financiamento entre pessoas por meio de plataforma eletrônica 
através de dois modelos:
o Capital Social de R$ 1 milhão
o Forma S.A. – Sociedade Anônima
o Exclusivamente por meio de plataforma eletrônica
o Recursos financeiros que tenham como única origem capital próprio
o Podem analisar e cobrar créditos para terceiros, atuar como representante de seguros e emitir moedas eletrônicas
• Sociedade de Crédito Direto (SCD)
o Realização de operações de empréstimo, de financiamento e de aquisição de direitos creditórios
o Pode realizar a venda ou cessão dos créditos para instituições financeiras, FIDCs cujas cotas sejam destinadas 
exclusivamente a investidores qualificados
o Bacen concede primeira autorização para fintech de crédito: Dez/2018: QI Sociedade Direta de Crétito
• Sociedade de Empréstimo entre Pessoas(SEP)
o Intermediação financeira em que recursos financeiros coletados dos credores são direcionados aos devedores, após 
negociação em plataforma eletrônica
o O credor da operação de empréstimo e de financiamento não pode contratar com um mesmo devedor, na mesma SEP, 
operações cujo valor nominal ultrapasse o limite máximo de R$15.000,00 (quinze mil reais)
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Vantagens dos Empréstimos Online
• Empréstimo mais barato
• Resposta rápida de aprovação de crédito
• Pode ser feito diretamente pelo celular
• Processo eficiente de consulta ao crédito
• Melhor análise de crédito e maior garantia de emprestar a 
juros baixos
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Processo
• Processo
*CCB – Cédula de Crédito Bancário
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CCB – Cédula de Crédito Bancário
• Título de crédito emitido de forma escrita por pessoa física ou jurídica, em favor de uma instituição financeira. Foi criada através 
da MP 1.925/99 e incluída na Lei nº 10.931/04.
• Em resumo, o documento representa uma promessa de pagamento, em dinheiro, que é decorrente de uma operação de crédito. 
• Assim, toda vez que alguém contrata um empréstimo (independente da modalidade) com uma instituição financeira deve assinar 
a CCB, declarando ciência do crédito e do pagamento. O documento tem, portanto, a mesma validade de um contrato.
• A diferença é que, por ser um título executivo extrajudicial, tem andamento judicial simplificado. Em outras palavras, o emitente 
pode ser acionado diretamente em caso de inadimplência e o banco pode requerer a garantia – caso tenha sido citada alguma.
• O emitente do título pode conceder as seguintes garantias:
o Fidejussórias (fiança, aval)
o Reais (hipoteca, penhor, anticrese)
o Além dos institutos de cessão e alienação fiduciária, que poderão ter como lastro imóveis, recebíveis, valores mobiliários, aplicações financeiras, 
entre outras.
• Vantagens
o Captação de recursos através de operação estruturada que atenda às necessidades especificas de cada segmento, como fluxos diferenciados e 
garantias flexíveis.
• Público-Alvo
o Clientes Pessoa Jurídica que buscam captar recursos no sistema financeiro
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Regulamentação é um primeiro passo para maior independência das Fintechs 
(estão deixando de ser correspondentes bancários)
CCBs / Boletos / etc…
Regulação
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Desafios: Pessoas, escalabilidade e funding
• Funding / Capital de Giro
• Estruturação inicial
• Pessoas
• Sistema / Base de Dados
• Escalabilidade / Comercial
• Interiorização do País
• Democratização (acesso à 
smartphones)
• Aquisição por Grandes 
Bancos
Fonte: PwC – Fintech Deep Dive 2018: https://www.pwc.com.br/pt/setores-de-atividade/financeiro/2018/pub-fdd-18.pdfEPPEN – Escola Paulista de Política, Economia e Negócios – Curso de Ciências Contábeis
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Estamos caminhando para o aperfeiçoamento da Inteligência Artificial, 
Blockchain, Análise de Dados e Gestão de Identidades
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jose.carrera@unifesp.br
80
Obrigado!
Dúvidas?

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