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REVISTA CADERNO PEDAGÓGICO – Studies Publicações Ltda. 
ISSN: 1983-0882 
Page 1 
 
REVISTA CADERNO PEDAGÓGICO – Studies Publicações e Editora Ltda., Curitiba, v.21, n.6, p. 01-20. 2024. 
 
Tecnologias assistivas no Atendimento Educacional 
Especializado (AEE) para estudantes com deficiência 
intelectual: desafios e possibilidades 
 
Assistive technologies in Specialized Educational Services 
(SES) for students with intellectual disabilities: challenges and 
possibilities 
 
Tecnologías de asistencia en Servicios Educativos 
Especializados (SEE) para estudiantes con discapacidad 
intelectual: desafíos y possibilidades 
 
DOI: 10.54033/cadpedv21n6-024 
 
Originals received: 05/03/2024 
Acceptance for publication: 05/24/2024 
 
 
Kaellen Antunes Rabelo 
Doutora em Ciências da Educação 
Instituição: Universidad de La Integración de Las Américas (UNIDA) 
Endereço: Ciudade de Del Este, Paraguay 
E-mail: kaellen.antunesr@gmail.com 
 
Fabricio Pinto Rabelo 
Especialista em Gestão e Docência no Ensino Superior 
Instituição: Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) 
Endereço: Manaus, Amazonas, Brasil 
E-mail: fabricio.kl@hotmail.com 
 
 
RESUMO 
O objetivo deste artigo é investigar e compreender a implementação de 
Tecnologias Assistivas no Atendimento Educacional Especializado (AEE) para 
estudantes com Deficiência Intelectual (DI), destacando os desafios enfrentados 
e explorando as possibilidades oferecidas por essas tecnologias. A pesquisa é 
justificada pela necessidade de compreender e aprimorar o papel das 
tecnologias assistivas na educação inclusiva, a mesma tem potencial de 
personalizar o ensino para estudantes com DI, tendo como desafios a sua 
implementação. A pesquisa visa fornecer uma visão abrangente e profunda do 
cenário atual, incorporando uma revisão sistemática da literatura, análise de 
casos de implementação e percepções provenientes de entrevistas com 
profissionais de educação especial. Os resultados indicam que existem barreiras 
significativas referentes a implementação eficaz das Tecnologias Assistivas nas 
escolas inclusivas. Fato que se justifica devido à falta de formação especializada 
dos profissionais da educação, recursos limitados e desafios na seleção e 
 
 
REVISTA CADERNO PEDAGÓGICO – Studies Publicações Ltda. 
ISSN: 1983-0882 
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REVISTA CADERNO PEDAGÓGICO – Studies Publicações e Editora Ltda., Curitiba, v.21, n.6, p. 01-20. 2024. 
 
implementação das tecnologias. Acreditamos que os resultados da pesquisa 
possuem relevância no campo científico, pedagógico e social. No campo 
científico os resultados da pesquisa será um instrumento que colaborará para e 
construção de novos conhecimentos direcionados para a inclusão escolar dos 
estudantes com DI. No campo pedagógicos, os resultados da pesquisa poderão 
contribuir diretamente na área de ação pedagógica inclusiva, no 
desenvolvimento de diretrizes práticas que promovam uma implementação 
eficaz e inclusiva de tecnologias assistivas no contexto do AEE, propondo a 
melhoria do processo educacional para estudantes com DI. A relevância da 
pesquisa no campo social remete-se ao aperfeiçoamento da socialização e 
interação dos estudantes com DI na sociedade e estímulo do desenvolvimento 
das funções sociais adaptativas que colabore para uma educação com equidade 
e qualidade para todos os estudantes público alvo da Educação Especial. 
 
Palavras-chave: Tecnologias. AEE. Deficiência. Educação. 
 
ABSTRACT 
The objective of this article is to investigate and understand the implementation 
of Assistive Technologies in Specialized Educational Assistance (AEE) for 
students with Intellectual Disabilities, highlighting the challenges faced and 
exploring the possibilities offered by these technologies. The research is justified 
by the need to understand and improve the role of assistive technologies in 
inclusive education, which has the potential to personalize teaching for students 
with intellectual disabilities, with its implementation as challenges. The research 
aims to provide a comprehensive and in-depth view of the current scenario, 
incorporating a systematic literature review, implementation case analysis and 
percepções from interviews with special education professionals. The results 
indicate that there are significant barriers to the effective implementation of 
Assistive Technologies in inclusive schools. This fact is justified due to the lack 
of specialized training of education professionals, limited resources and 
challenges in the selection and implementation of technologies. We believe that 
the research results have relevance in the scientific, pedagogical and social 
fields. In the scientific field, the research results will be an instrument that will 
contribute to the construction of new knowledge aimed at the school inclusion of 
students with intellectual disabilities. In the pedagogical field, the research results 
may directly contribute to the area of inclusive pedagogical action, in the 
development of practical guidelines that promote an effective and inclusive 
implementation of assistive technologies in the context of AEE, proposing the 
improvement of the educational process for students with intellectual disabilities. 
The relevance of research in the social field refers to improving the socialization 
and interaction of students with intellectual disabilities in society and stimulating 
the development of adaptive social functions that contribute to an education with 
equity and quality for all students targeted by Special Education. 
 
Keywords: Technologies. AEE. Deficiency. Education. 
 
 
 
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ISSN: 1983-0882 
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RESUMEN 
El objetivo de este artículo es investigar y comprender la implementación de 
Tecnologías de Asistencia en la Asistencia Educativa Especializada (AEE) para 
estudiantes con Discapacidad Intelectual, destacando los desafíos enfrentados 
y explorando las posibilidades que ofrecen estas tecnologías. La investigación 
se justifica por la necesidad de comprender y mejorar el papel de las tecnologías 
de asistencia en la educación inclusiva, que tiene el potencial de personalizar la 
enseñanza para estudiantes con discapacidad intelectual, siendo su 
implementación un desafío. La investigación tiene como objetivo proporcionar 
una visión integral y profunda del escenario actual, incorporando una revisión 
sistemática de la literatura, análisis de casos de implementación y conocimientos 
de entrevistas con profesionales de educación especial. Los resultados indican 
que existen barreras importantes para la implementación efectiva de tecnologías 
de asistencia en escuelas inclusivas. Este hecho se justifica por la falta de 
formación especializada de los profesionales de la educación, los recursos 
limitados y los desafíos en la selección e implementación de tecnologías. 
Creemos que los resultados de la investigación tienen relevancia en el campo 
científico, pedagógico y social. En el ámbito científico, los resultados de la 
investigación serán un instrumento que contribuirá a la construcción de nuevos 
conocimientos encaminados a la inclusión escolar de estudiantes con 
discapacidad intelectual. En el ámbito pedagógico, los resultados de la 
investigación podrán contribuir directamente al área de acción pedagógica 
inclusiva, en el desarrollo de lineamientos prácticos que promuevan una 
implementación efectiva e inclusiva de las tecnologías de asistencia en el 
contexto de la AEE, proponiendo la mejora del proceso educativo. para 
estudiantes con discapacidad intelectual. La relevancia de la investigación en el 
ámbito social se refiere a mejorar la socialización e interacción de los estudiantes 
con discapacidad intelectual en la sociedad y estimular el desarrollo de funciones 
sociales adaptativas que contribuyan a una educación con equidad y calidad 
para todos los estudiantesa los que se dirige la Educación Especial. 
 
Palabras clave: Tecnologías. AEE. Deficiencia. Educación. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
A busca por uma educação inclusiva e equitativa tem sido pauta constante 
em debates educacionais contemporâneos, propondo-se a garantir a 
participação ativa e efetiva de todos os estudantes, independente de suas 
habilidades ou desafios cognitivos. Nesse contexto, as tecnologias assistivas 
têm emergido como recurso valioso para promover a inclusão e maximizar o 
potencial educacional de estudantes com DI no AEE. 
 
 
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Este artigo propõe conduzir uma revisão sistemática da literatura para 
identificar estudos, artigos e pesquisas relacionadas ao tema. Analisar as 
entrevistas com profissionais da educação especial para encontrar desafios 
enfrentados durante a implementação das tecnologias, bem como investigar as 
oportunidades e possibilidades proporcionadas por elas. 
Com base nas análises da literatura de implementação e entrevistas, este 
artigo sugere recomendações práticas e diretrizes para superar os desafios 
identificados e otimizar as possibilidades oferecidas pelas Tecnologias 
Assistivas no AEE. 
O objetivo geral da presenta pesquisa é investigar e compreender de 
maneira abrangente a implementação de Tecnologias Assistivas no AEE para 
estudantes com DI, destacando os desafios enfrentados e explorando as 
possibilidades oferecidas por essas tecnologias. 
A pesquisa é justificada pela necessidade de compreender e aprimorar o 
papel das tecnologias assistivas na educação inclusiva, a mesma em tem 
potencial de personalizar o ensino para estudantes com DI tendo como desafios 
a sua implementação. Esta pesquisa visa preencher lacunas na compreensão 
da integração eficaz dessas tecnologias, abordando questões de infraestrutura, 
formação profissional e aceitação. A pesquisa também busca oferecer diretrizes 
práticas para instituições educacionais, educadores e formuladores de políticas, 
contribuindo assim para o avanço da educação inclusiva e equitativa. 
 
2 REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA 
 
A tecnologia assistiva desempenha um papel fundamental na promoção 
da inclusão e na melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência ou 
mobilidade reduzida. Esta área interdisciplinar engloba uma variedade de 
produtos, recursos e práticas projetados para potencializar a funcionalidade e 
autonomia desses indivíduos, melhorando a autonomia, qualidade de vida e 
integração social (Brasil, apud Conte; Ourique; Basegio, 2017). 
No âmbito educacional, a tecnologia assistiva apoia a inclusão e o 
aprendizado de estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida, 
 
 
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possibilitando o engajamento dos estudantes com deficiência no ambiente 
escolar de forma funcional ao mesmo tempo em que aprimora as habilidades 
socioadaptativas, através de ferramentas pedagógicas adaptadas. 
Ao proporcionar ferramentas pedagógicas adaptadas, para os estudantes 
com deficiência a tecnologia assistiva incentiva a flexibilização curricular nas 
escolas inclusivas favorecendo a equidade educacional. 
Parafraseando sobre o tema, Filho (2009), afirma que o uso e a eficácia 
das tecnologias assistivas no AEE têm sido objetivo de crescente interesse e 
pesquisa da educação inclusiva pois emerge como uma ferramenta que viabiliza 
a participação ativa das pessoas com deficiências no ambiente escolar. 
O uso das tecnologias assistivas no AEE dos estudantes com DI, é 
importante, pois, os aplicativos e softwares educativos utilizados como recursos 
metodológicos desenvolvem a cognição, motricidade, autonomia pessoal, 
linguagem, comunicação funcional, atenção, autonomia, memória e socialização 
(Pinheiro, 2021; Lima, 2015). 
Os dispositivos de acessibilidade, como teclados adaptados e leitores de 
tela, auxiliam estudantes com deficiência motoras, visuais ou auditivas a interagir 
com recursos digitais. Softwares educacionais especializados, como os de 
comunicação alternativa e aprendizagem adaptativa, são projetados para 
atender necessidades específicas, enquanto materiais didáticos adaptados, 
como livros em braile e recursos táteis, facilitam o aprendizado. Essas 
tecnologias melhoram o engajamento, desenvolvem habilidades acadêmicas e 
sociais, promovem autonomia e independência e facilitam a inclusão e 
acessibilidade, contribuindo para uma educação mais enriquecedora para os 
estudantes com DI. 
O objetivo principal da revisão concentra-se na inteiração dessas 
tecnologias, abrangendo estratégias e instrumentos empregados no AEE para 
potencializar o aprendizado e o crescimento de estudantes com DI além de 
obstáculos e desafios na incorporação e utilização dessa tecnologia. 
As discussões sobre recursos, estratégias, práticas, metodologias e 
serviços de Tecnologia Assistiva para estudantes com DI têm sido fundamentais. 
Essas conversas surgem da necessidade de superar barreiras impostas pelas 
 
 
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limitações intelectuais dos estudantes, visando proporcionar-lhes maior 
autonomia (Borges; Tartuci, 2013). 
Sendo assim, as altercações sobre Tecnologias Assistivas no AEE para 
estudantes com DI buscam superar barreiras educacionais e promover maior 
autonomia ao indivíduo, indo além do simples uso de recursos pedagógicos. 
Quanto aos obstáculos na incorporação e utilização dessas tecnologias, 
Silva e Cardoso (s.d.) afirmam que a crescente visibilidade das pessoas com 
necessidades educacionais de aprendizagem é impulsionada por políticas 
públicas e entidades que combatem a exclusão. No entanto, muitos profissionais 
da educação ainda carecem de formação, metodologias e recursos adequados 
para inclusão dos estudantes com deficiência. 
Partindo dessa premissa a presente pesquisa é importante para fornecer 
uma visão abrangente e atualizada do estado atual do conhecimento sobre 
Tecnologias Assistivas no AEE para estudantes com DI, permitindo a 
identificação de tendências, lacunas e áreas de interesse para futuras pesquisas, 
além de fornecer evidências baseadas em outras pesquisas para informar e 
orientar políticas e intervenções na área de educação especial e inclusiva que 
se transformem em práticas educacionais práticas efetivas e equalitárias. 
 
3 ANÁLISE DE ENTREVISTA COM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 
ESPECIAL 
 
A implementação de Tecnologias Assistivas no AEE representa um 
avanço significativo na educação inclusiva, especialmente quando 
direcionada ao estudante com DI. Esta modalidade de ensino exige 
estratégias pedagógicas específicas e recursos adaptativos para atender às 
necessidades individuais desses estudantes, promovendo seu 
desenvolvimento cognitivo, social e acadêmico. 
A pesquisa realizada em uma escola inclusiva pública de Manaus/AM-
Brasil, por meio de entrevistas com professores atuantes, oferece concepções 
valiosas sobre a integração de Tecnologias Assistivas no AEE. A pesquisa foi 
respondida por professores que atuam nessa escola e abrangeu temas como 
 
 
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formação acadêmica, área de atuação, formação continuada em educação 
especial, tipos de deficiências atendidas, métodos pedagógicos utilizados, 
organização do AEE, materiais pedagógicos, planejamento e colaboração entreprofessores, verificação de desempenho escolar, e assessoramento ao 
estudante e ao professor no ensino regular. Foram coletadas informações de 25 
professores. Ao analisar esses aspectos, este estudo busca identificar desafios 
e oportunidades para otimizar o uso de recursos tecnológicos em benefícios dos 
estudantes com deficiência intelectual. 
 
3.1 DESAFIOS 
 
3.1.1 Falta de Formação Especializada 
 
Com base na entrevista, identificou-se que apenas 38% dos profissionais 
têm formação em educação especial, enquanto a maioria, 62% possuem 
formação inicial em outras áreas, evidenciando uma lacuna na preparação para 
integrar tecnologias assistivas eficazmente. Essa falta de formação 
especializada pode resultar em desconhecimentos sobre as tecnologias, 
dificuldades na adaptação para as necessidades dos estudantes, barreiras nas 
promoções da participação ativa e a necessidade de capacitação profissional. 
Destaca-se a importância de investir em formação e capacitação 
adequadas para apoiar os profissionais na implementação eficaz das 
Tecnologias Assistivas no AEE. Na perspectiva da educação inclusiva, a 
Resolução CNE/CEB nº 2/2001, que estabelece as Diretrizes Curriculares 
Nacionais para a Formação de Professores na Educação Básica, define que os 
profissionais da educação estão capacitados para exercerem suas funções 
laborais com os estudantes público alvo da educação especial, quando possuem 
formação inicial ou continuada em educação especial, pois, assim, poderão 
perceber a necessidades educacionais dos estudantes, flexibilizar as estratégias 
pedagógicas (Conselho Nacional de Eduação, 2001). 
Este documento desempenha um papel de orientar as práticas educativas 
inclusivas, não somente voltadas para deficiência intelectual, mas em todos que 
 
 
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necessitam de aprendizado especial no Brasil. Ele fornece diretrizes claras sobre 
como as instituições educacionais e educadores devem abordar a educação 
especial em todos os segmentos da educação básica. Destaca-se a relevância 
da inclusão e ressalta-se que é “cada vez mais urgente e necessário que o 
educador tenha uma visão mais ampla da realidade e possa investir em sua 
formação continuada e em serviços na área de inclusão” (Costa, 2018, p. 6). 
 
3.1.2 Recursos Limitados 
 
Com base nas respostas da entrevista, observou-se que os profissionais 
enfrentam desafios relacionados à escassez de recursos apropriados. Do total 
de professores entrevistados, 38% dos profissionais utilizam materiais visuais, 
44% utilizam jogos pedagógicos e 18% utilizam aplicativos educativos para 
aprimorar a aprendizagem dos estudantes com DI. Esses dados revelam que 
muitos profissionais podem não ter acesso a uma variedade de recursos 
pedagógicos adequados ou não possuem recursos necessários para adaptar ou 
criar materiais personalizados para atender aos estudantes com DI. 
A falta de recursos adequados pode comprometer a eficácia do AEE, 
impedindo a personalização do ensino, limitando a capacidade dos profissionais 
de implementar práticas pedagógicas inovadoras e de utilizar técnicas assistivas 
de forma eficiente para poiar o desenvolvimento acadêmico e socioemocional 
dos estudantes. 
É essencial investir na disponibilização de recursos apropriados e na 
formação dos profissionais e ir mais além do que isso, pois não se restringe 
exclusivamente a recursos a serem usados em sala de aula, mas, em todos os 
ambientes das escolas (Campos; Cerdeira, 2020). 
 
3.1.3 Falta de Suporte Técnico e Treinamento Contínuo 
 
A ausência de suporte técnico e treinamento contínuo foi mencionada como 
um fator limitante. Os resultados mostram que 61% dos profissionais não possuem 
 
 
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capacitação para realizar o AEE dos estudantes com DI, e somente 39% possuem 
formação específica para trabalhar com esses mesmos estudantes. 
A ausência de suporte técnico adequado implica em dificuldades na 
implementação e manutenção das tecnologias assistivas nas salas de aula e nos 
ambientes escolares. Sem um suporte técnico robusto, os profissionais podem 
encontrar obstáculos ao tentar adaptar ou personalizar as tecnologias de acordo 
com as necessidades individuais dos estudantes com DI. Isso pode resultar em 
subutilização ou uso inadequado, limitando seu potencial para melhorar o 
acesso, a participação e o desempenho acadêmico desses estudantes. 
Além disso, a falta de treinamento contínuo agrava essa situação. Os 
profissionais precisam de atualizações regulares sobre as novas tecnologias e 
metodologias sobre o assunto, bem como sobre as melhores práticas para 
integrá-las de forma eficaz no processo educacional. A falta de treinamento 
contínuo pode levar às lacunas de conhecimento e habilidades entre 
profissionais, comprometendo a qualidade do ensino e o apoio oferecido aos 
estudantes com DI. 
O apoio técnico oferecido pelas escolas não deve se limitar apenas à 
etapa inicial de implementação das Tecnologias Assistivas. Ele deve ser 
estendido às fases subsequentes de acompanhamento, permitindo adaptações 
conforme as necessidades edicacionais dos estudantes, para assegurar que 
elas continuem sendo relevantes e úteis ao longo do tempo (BERSCH, 2008). 
 
3.1.4 Desafios na Seleção e Implementação das Tecnologias Assistivas 
 
Muitos profissionais destacam a dificuldade em identificar as tecnologias 
mais adequadas às necessidades individuais dos estudantes com DI, apontando 
para a falta de formação específica e recursos apropriados como obstáculos 
principais. Dos professores entrevistados, 31% possuem formação específica 
em educação especial. Além disso, quando questionados sobre a existência de 
cursos para realizar AEE dos estudantes com Deficiência Intelectual, 61% dos 
profissionais participantes da pesquisa responderam que não possuem 
capacitação para realizar o AEE. 
 
 
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Esses dados indicam que uma grande proporção de profissionais de 
educação não possui formação específica em educação, consequentemente, 
podem enfrentar dificuldades em identificar e implementar as tecnologias e 
recursos mais adequados para atender às necessidades individuais dos 
estudantes com DI. 
Portanto, esses números sustentam a ideia de que a falta de informação 
específica é um obstáculo para os profissionais da educação ao lidar com as 
necessidades educacionais desses estudantes. Assim, é fundamental investir, 
não somente em formação continuada, mas também em formação específica. 
(Furtado; Leal, 2014) 
 
3.1.5 Falta de Diretrizes Claras 
 
A ausência de diretrizes clara para a integração de Tecnologias Assistivas 
no AEE para estudantes com DI representa um desafio significativo para os 
profissionais da educação. Segundo os dados do resultado da entrevista, 62% 
dos participantes relataram não ter autonomia para sugerir estratégias 
metodológicas ao professor do ensino regular. 
Essa falta de autonomia sugere que muitos profissionais se sentem 
limitados em suas capacidades de implementar e adaptar as tecnologias de 
acordo com as necessidades específicas de seus estudantes. A ausência de 
diretrizes claras pode resultar em uma abordagem fragmentada e inconsistente 
na implementação das tecnologias, o que pode comprometer a eficácia do AEE 
para estudantes de DI. 
A falta de clareza sobre o que constitui a tecnologia pode resultar em 
abordagens inadequadas, falta de direçãona seleção e implementação de 
recursos, e, consequentemente, dificultar a formação de professores e outros 
profissionais da educação. Por isso é necessário “trazer essa discussão para 
demonstrar a imprecisão do atual conceito de Tecnologia Assistiva, o qual abre 
margens para múltiplas interpretações em decorrências da indefinição de seus 
componentes” (Borges; Tartuci, 2017, p. 4). 
 
 
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Essas diretrizes devem incluir informações detalhadas sobre as 
diferenças tecnológicas assistivas disponíveis, estratégias de implementação, 
adaptação e avaliação, bem como recursos de formação e desenvolvimento 
profissional. Ao oferecer diretrizes claras, é possível capacitar os profissionais 
da educação a utilizar as tecnologias de maneira mais eficaz. 
 
3.2 OPORTUNIDADES 
 
3.2.1 Potencial para Personalização do Aprendizado 
 
As tecnologias assistivas oferecem a oportunidade de personalizar o 
ensino, permitindo adaptar e individualizar o aprendizado de acordo com as 
necessidades específicas de cada estudante com DI, favorecendo um ensino 
mais inclusivo e centrado no aluno, promovendo uma nova pedagogia que 
agencia uma educação mais inclusiva, participativa e adaptativa às 
necessidades e realidades individuais de cada aluno. Para isso Lévy (1999), 
destaca que o ensino ideial pode ser definido com a prática de uma pedagógica 
que estimule as aprendizagens de forma diversificada, adaptada e equitativa. 
Podemos afirmar essa declaração nas amostras coletadas, onde: 
• 92% dos participantes entrevistados responderam que o AEE acontece 
de forma complementar, o que indica uma abordagem personalizada e 
adaptada às necessidades individuais dos estudantes; 
• 84% dos participantes afirmaram que o AEE é ofertado no contraturno de 
matrículas do Ensino Regular. Isso sugere que os estudantes recebem 
atendimento individualizado e especializado; 
• 44% dos participantes responderam que utilizam leitura dialogada, 38% 
técnicas de intervenção verbal e 18% contação de estórias. Esses dados 
indicam a utilização de métodos pedagógicos diversificados e adaptados 
às necessidades específicas dos estudantes. 
Os dados coletados reforçam que as tecnologias assistivas promovem uma 
pedagogia inclusiva e adaptativa. Com alta porcentagem indicando um AEE 
 
 
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personalizado e complementar e métodos pedagógicos variados, os resultados 
mostram um ensino centrado no aluno alinhado com as necessidades individuais. 
 
3.2.2 Aumento da Autonomia dos Estudantes 
 
O uso de tecnologias assistivas pode potencializar a autonomia dos 
estudantes com DI, proporcionando-lhes maior independência nas atividades 
educacionais e promovendo sua participação ativa no processo de 
aprendizagem. Isso reforça no que se refere à Tecnologia Assistiva. A Lei n° 
13.146/2015, capítulo III, artigo 74 afirma que as pessoas com deficiências têm 
o acesso garantido a produtos, recursos, estratégias, práticas 
processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem 
sua autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida (Brasil, 2015). 
Podemos afirmar a oportunidade dessa declaração nas amostras 
coletadas, onde: 
• 20% dos entrevistados responderam que realizam atividades para 
aprimoramento da comunicação e; 
• 80% realizam atividades para estimular as capacidades cognitivas dos 
estudantes com DI, indicando que a grande maioria utiliza estratégias e 
recursos que buscam desenvolver habilidades dos estudantes, mostrando 
relevância e eficácia no uso dessas tecnologias. 
É essencial aumentar a autonomia e independência de estudantes com 
DI, conforme destacado pela lei 13.146/2015. 
 
3.2.3 Melhoria do Engajamento e Motivação 
 
As tecnologias assistivas podem aumentar o engajamento e a motivação 
dos estudantes com DI, tornando o aprendizado mais atrativo e significativo, 
contribuindo para o desenvolvimento de habilidades acadêmicas e 
socioemocionais. Ao adaptar o ensino às necessidades individuais dos 
estudantes, essas tecnologias tornam o conteúdo mais relevante, favorecendo o 
desenvolvimento de autoestima, confiança e habilidades socioemocionais. Isso 
 
 
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também está alinhado com Brasil (2015) na Lei nº 13.146/2015, que indica a 
promoção da autonomia, independência e inclusão social. 
Podemos afirmar a oportunidade dessa declaração nas amostras 
coletadas, em que: 
• 80% dos participantes responderam que realizam atividades para 
estimular as capacidades cognitivas dos estudantes. Isso sugere que os 
profissionais estão utilizando estratégias e recursos pedagógicos voltados 
para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, o que pode incluir o uso 
de tecnologias assistivas. 
As tecnologias assistivas melhoram o engajamento e a motivação de 
estudantes com DI, adaptando o ensino às suas necessidades e apoiando o 
desenvolvimento socioemocional. A utilização dessas estratégias por 80% dos 
profissionais destaca sua importância no contexto educacional inclusivo. 
 
3.2.4 Facilitação do Acesso ao Currículo e Participação Inclusiva 
 
As tecnologias assistivas podem facilitar o acesso dos estudantes com DI 
ao currículo escolar, promovendo sua participação ativa nas atividades 
educacionais, interação com os colegas e integração na comunidade escolar, 
contribuindo para uma educação mais inclusiva e equitativa. Leite (2011) 
destaca a relevância das adaptações curriculares como um meio de assegurar 
a permanência de estudantes com necessidades especiais nas escolas. As 
tecnologias assistivas proporcionam os recursos necessários para que as 
adaptações curriculares sejam efetivamente implementadas e atendam às 
necessidades individuais dos estudantes. 
Podemos afirmar a oportunidade dessa declaração nas amostras 
coletadas, em que: 
• 38% dos professores têm formação em educação especial, enquanto 62% 
têm formação inicial em outras áreas. Isso sugere que uma parte 
significativa dos profissionais pode não estar totalmente preparada para 
atender às necessidades específicas desses estudantes sem o auxílio de 
recursos adicionais, como tecnologias assistivas; 
 
 
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• apenas 31% dos profissionais têm formação específica para o AEE de 
estudantes com DI, o que pode indicar a necessidade de recursos 
adicionais, como tecnologias assistivas, para apoiar esses estudantes de 
forma eficaz; 
• no que se refere ao material pedagógico utilizado no AEE, 38% dos 
profissionais utilizam materiais visuais, 44% utilizam jogos pedagógicos e 
18% utilizam aplicativos educativos. Esses recursos são exemplos de 
tecnologias assistivas que podem ser eficazes para melhorar o 
aprendizado e a participação dos estudantes com DI; 
• 46% dos profissionais não confeccionam ou adaptam materiais para 
trabalhar o letramento dos estudantes, o que reforça a importância de 
recursos pré-existentes, como tecnologias assistivas, para apoiar o 
processo de ensino e aprendizagem dos estudantes; 
quanto ao assessoramento aos estudantes com DI na sala regular, 46% 
dos professores afirmaram que o assessoramento ocorre através de adaptações 
das atividades e avaliações. Esse assessoramento pode ser potencializado com 
o uso das tecnologias assistivas, facilitando aparticipação ativa do aluno nas 
atividades educacionais e promovendo sua integração na comunidade escolar. 
Com base nos dados apresentados, fica claro que as tecnologias 
assistivas desempenham um papel fundamental no apoio ao acesso, 
participação e integração dos estudantes com DI no ambiente escolar. Ao facilitar 
o acesso ao currículo escolar e promover uma interação e inclusão desses 
estudantes, as tecnologias assistivas contribuem significativamente para uma 
educação mais inclusiva. 
 
3.2.5 Apoio ao Desenvolvimento de Habilidades Específicas 
 
As tecnologias assistivas podem apoiar o desenvolvimento de habilidades 
específicas dos estudantes com DI, como comunicação, leitura, escrita e 
matemática, oferecendo ferramentas e recursos adaptados às suas 
necessidades individuais, possibilitando uma aprendizagem mais eficaz e 
significativa. 
 
 
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Hamari (2015) afirma que para apoiar os estudantes com DI é preciso 
implementar rotinas, oferecer espaços organizados e promover atividades 
lúdicas e adaptadas à idade. Estas práticas beneficiam o desenvolvimento 
cognitivo e social. 
Podemos afirmar a oportunidade dessa declaração nas amostras 
coletadas, pois: 
• 38% dos profissionais do AEE utilizam materiais visuais; 
• 44% empregam jogos pedagógicos; 
• 18% usam aplicativos educativos para aprimorar a aprendizagem dos 
estudantes com DI; 
• 80% dos profissionais realizam atividades para estimular as capacidades 
cognitivas dos estudantes com DI. 
Esses dados evidenciam que as tecnologias assistivas, como materiais 
visuais, jogos pedagógicos e aplicativos educativos, são recursos amplamente 
utilizados pelos profissionais do AEE para apoiar e potencializar o processo de 
aprendizagem desses estudantes. Essas ferramentas adaptadas às 
necessidades individuais dos estudantes possibilitam uma abordagem 
pedagógica mais inclusiva, eficaz e significativa. 
 
4 RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS PARA MAXIMIZAR O USO DE 
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS NO AEE: SUPERANDO DESAFIOS E 
POTENCIALIZANDO OPORTUNIDADES 
 
A inclusão de estudantes com DI é um desafio atual. As tecnologias 
assistivas são fundamentais para essa inclusão, mas exigem preparo dos 
educadores. 
Oliveira (2012) destaca que elas são essenciais para promover 
independência e inclusão desses indivíduos, mas frequentemente são subutilizadas 
e mal compreendidas. No entanto, ela observa uma lacuna significativa entre o 
potencial dessas tecnologias e sua aplicação real. Essa subutilização pode ser 
atribuída por várias razões, como falta de conhecimento técnicos, recursos 
 
 
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inadequados ou barreiras sistemáticas. Além disso, a mal compreensão pode levar 
a estigmas e preconceitos, limitando ainda mais o seu uso eficaz. 
Baseado nessa afirmação e nos resultados desta pesquisa, são 
apresentadas recomendações para capacitar escolas e profissionais na 
implementação eficaz de Tecnologias Assistivas no AEE, com o objetivo de 
obter uma educação mais inclusiva e adaptada às necessidades individuais 
dos estudantes. 
A seguir, as recomendações: 
Formação Especializada – É essencial implementar programas 
contínuos de formação em educação especial e tecnologias assistivas para 
professores, visando sua capacitação no AEE. Isso pode ser alcançado através 
de parcerias entre instituições de ensino superior e escolas, oferecendo cursos 
específicos e promovendo workshops. 
Ampliação e Acesso a Recursos – É fundamental investir em recursos 
pedagógicos e tecnológicos adaptados para atender às necessidades dos 
estudantes com DI. Isso inclui estabelecer um sistema de compartilhamento de 
materiais entre escolas e profissionais para otimizar o uso desses recursos. Além 
disso, parcerias com empresas e organizações são importantes para obtenção 
de doações ou fornecimento de tecnologias assistivas, como aplicativos e 
softwares adaptativos. 
Suporte técnico e Treinamento Contínuo – É importante implementar 
programas de suporte técnico para ajudar os professores na escolha, adaptação 
e manutenção das Tecnologias Assistivas no AEE. Além disso, é importante 
fornecer treinamentos regulares sobre novas tecnologias e práticas inclusivas 
para manter os profissionais atualizados. Uma rede de colaboração entre 
profissionais deve ser criada para compartilhar conhecimentos e soluções 
relacionados ao uso de tecnologias assistivas. 
Seleção e Implementação de Tecnologias Assistivas – É relevante 
estabelecer diretrizes criteriosas para a seleção e implementação de tecnologias 
assistivas, levando em conta as necessidades individuais dos estudantes com 
DI. Isso inclui a criação de um banco de recursos tecnológicos e pedagógicos 
avaliados, facilitando a escolha de ferramenta adequadas. Além disso, é 
 
 
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importante estimular a participação ativa dos profissionais no processo de 
avaliação e feedback das tecnologias assistivas, buscando a melhoria contínua 
e personalização das intervenções. 
Diretrizes Claras para Integração de Tecnologias Assistivas – É 
indispensável desenvolver e divulgar diretrizes claras para a integração de 
Tecnologias Assistivas no AEE, abrangendo estratégias de implementação, 
adaptação, avaliação e formação profissional. Isso deve ser feito em 
colaboração com especialistas e organizações da área para garantir atualização 
regulares das diretrizes. 
 
5 CONCLUSÃO 
 
Os resultados da pesquisa apontam que o uso das Tecnologias Assistivas 
no AEE para estudantes com DI é muito importante para os campos científico, 
pedagógico e social. 
No campo científico, os resultados da pesquisa podem contribuir para o 
avanço do conhecimento científico. Fornecendo evidências empíricas sobre a 
eficácia de diferentes tecnologias e abordagens no apoio ao aprendizado dos 
estudantes com DI, estimulando novas pesquisas e estudos sobre práticas 
educacionais inclusivas. 
No campo pedagógico, os resultados podem fornecendo um espaço de 
desenvolvimento, aplicação e avaliação de intervenções pedagógicas baseadas 
em tecnologia, garantindo a aquisição das habilidades e competências 
necessárias para os profissionais da educação apoiarem eficazmente os 
estudantes com DI. 
No campo social, os resultados podem promover uma maior 
sensibilização sobre a importância das tecnologias assistivas na educação 
inclusiva, destacando os desafios enfrentados pelos estudantes com DI e as 
possibilidades oferecidas por essas tecnologias para superá-los. Isso pode levar 
a uma maior aceitação e adoção dessas tecnologias nas escolas e na 
comunidade em geral, facilitando a inclusão e a participação ativa das pessoas 
com deficiência na sociedade. 
 
 
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A pesquisa também revelou que, embora as Tecnologias Assistivas 
tenham um grande potencial para melhorar a aprendizagem e a inclusão, 
existem barreiras significativas à sua implementação eficaz. Estas incluem a falta 
de formação especializada, recursos limitados e desafios na seleção e 
implementação das tecnologias. 
Para superar esses desafios e aproveitar ao máximo as oportunidades, 
as recomendações enfatizam a necessidade de formação contínua para 
educadores, ampliação do acesso a recursos, suporte técnico e diretrizes claraspara a seleção e implementação de tecnologias assistivas. 
 
 
 
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