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Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 1 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 2 Como funciona o CFC de A a Z? 1 – O Curso é TOTALMENTE FOCADO na sua prova! 2 – Haverá vídeos (blocos de 30 a 45 minutos) com teoria e resolução de questões. Totalmente atualizados. 3 – Haverá Livros Digitais (PDFs), em módulos de 50 a 70 páginas, objetivos, enxutos e com aquilo que será cobrado no Exame de Suficiência. 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............................................................................................................................................................................... 10 Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 11 CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos ........................................................................................................ 14 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 14 Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 26 CESPE ............................................................................................................................................................................... 30 Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 32 CPC 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis ............................... 35 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 35 Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 44 CESPE ............................................................................................................................................................................... 45 Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 46 Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 49 CPC 04 – Ativo Intangível ................................................................................................................................................ 52 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 52 Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 57 CESPE ............................................................................................................................................................................... 61 Outras .............................................................................................................................................................................. 63 CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil .......................................................................................................... 65 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 65 Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 67 Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 68 CPC 07- Subvenções ........................................................................................................................................................ 69 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 69 Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 72 CESPE ............................................................................................................................................................................... 75 Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 76 Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 78 CPC 08 – Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários ................................................. 80 Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 80 Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 87 Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 88 CPC 12 – Ajuste a Valor Presente .................................................................................................................................... 92 Fundação Carlos Chagas .................................................................................................................................................92 Fundação Getúlio Vargas .............................................................................................................................................. 100 CESPE ............................................................................................................................................................................. 101 CESGRANRIO ................................................................................................................................................................. 101 CPC 15 - Fusão, Cisão e Incorporação de Empresas ..................................................................................................... 105 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 105 CESPE ............................................................................................................................................................................. 108 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 110 CPC 16 – Estoques ......................................................................................................................................................... 113 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 113 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 113 CESPE ............................................................................................................................................................................. 115 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 5 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 116 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 117 CPC 18 – Investimento em Coligada e em Controlada ................................................................................................. 119 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 119 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 123 CESPE ............................................................................................................................................................................. 127 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 129 CPC 20 – Custo de Empréstimos ................................................................................................................................... 130 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 130 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 131 CESPE ............................................................................................................................................................................. 132 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 132 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 135 CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. .............................................................. 136 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 136 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 137 CESPE ............................................................................................................................................................................. 140 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 140 CPC 24 – Eventos Subsequentes ................................................................................................................................... 145 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 145 CESPE ............................................................................................................................................................................. 148 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 148 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 149 CPC 25 – Provisões, Passivo Contingente e Ativo Contingente. ................................................................................... 151 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 151 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 156 CESPE ............................................................................................................................................................................. 160 CPC 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis ............................................................................................... 165 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 165 CESPE ............................................................................................................................................................................. 166 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 167 CPC 27 – Ativo Imobilizado ........................................................................................................................................... 171 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 171 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 176 CESPE .............................................................................................................................................................................181 CPC 28 – Propriedade para Investimento ..................................................................................................................... 183 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 183 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 184 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 188 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 189 CPC 29 – Ativos Biológicos ............................................................................................................................................ 191 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 191 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 191 CESPE ............................................................................................................................................................................. 192 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 192 CPC 31 – Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada ....................................................... 194 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 194 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 194 CESPE ............................................................................................................................................................................. 197 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 197 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 198 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 6 CPC 32 – Tributos sobre o Lucro ................................................................................................................................... 203 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 203 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 204 CESPE ............................................................................................................................................................................. 205 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 206 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 206 CPC 36 – Consolidação das Demonstrações Contábeis ................................................................................................ 212 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 212 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 220 CESPE ............................................................................................................................................................................. 222 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 224 CPC 46 – Mensuração do Valor Justo ........................................................................................................................... 226 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 226 CESPE ............................................................................................................................................................................. 226 Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 229 CPC 47 – Receita de Contrato de Clientes .................................................................................................................... 230 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 230 Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 230 Outras Questões ........................................................................................................................................................... 232 CPC 48 – Instrumentos Financeiros .............................................................................................................................. 233 Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 233 Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 237 CESPE ............................................................................................................................................................................. 238 GABARITO ..................................................................................................................................................................... 239 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 7 CPC 00 – Estrutura Conceitual Fundação Carlos Chagas (FCC) 1. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) Sobre as características qualitativas fundamentais da informação contábil-financeira, considere: I. Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. II. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e materialidade são características qualitativas que melhoram a utilidade da informação que é relevante e que é representada com fidedignidade. III. Comparabilidade refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. IV. Verificabilidade significa que diferentes observadores, cônscios e independentes, podem chegara um consenso, embora não cheguem necessariamente a um completo acordo, quanto ao retrato de uma realidade econômica em particular ser uma representação fidedigna. Está correto o que se afirma APENAS em A) I, III e IV. B) I e II. C) II e III. D) I e IV. E) III e IV. 2. (FCC/TCE GO/Contabilidade/2014) Os três atributos para que uma demonstração financeira seja considerada fidedigna são: A) Completa, neutra e livre de erro. B) Suficiente, prudente e livre de fraude. C) Limitada, suficiente e livre de erro. D) Integral, prudente e livre de fraude. E) Adequada, possível e livre de erro. 3. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) Sobre as características qualitativas fundamentais da informação contábil-financeira, considere: I. Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 8 II. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e materialidade são características qualitativas que melhoram a utilidade da informação que é relevante e que é representada com fidedignidade. III. Comparabilidade refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. IV. Verificabilidade significa que diferentes observadores, cônscios e independentes, podem chegar a um consenso, embora não cheguem necessariamente a um completo acordo, quanto ao retrato de uma realidade econômica em particular ser uma representação fidedigna. Está correto o que se afirma APENAS em A) I, III e IV. B) I e II. C) II e III. D) I e IV. E) III e IV. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 4. (FGV/Técnico Contábil/AL/BA/2014) Os investidores, credores por empréstimo e outros credores, existentes e em potencial, representam os usuários primários dos relatórios contábil‐financeiros de propósito geral. Neste sentido, assinale a afirmativa correta. a) Esses usuários individuais possuem as mesmas necessidades de informação. b) Esses usuários podem requerer que as entidades, que reportam a informação, prestem as informações de que necessitam, diretamente. c) Os relatórios contábil‐financeiros de propósito geral devem atender a todas as informações que esses usuários necessitam. d) Esses usuários precisam considerar informação pertinente de outras fontes, como condições econômicas gerais e expectativas, eventos políticos e clima político, e perspectivas e panorama para a indústria e para a entidade. e) Os relatórios contábil‐financeiros de propósito geral devem divulgar o valor da entidade que reporta a informação. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 9 5. (FGV/Analista/DPE MT/2015) Assinale a opção que não representa a liquidação de um passivo de uma entidade. a) Renúncia do credor. b) Prestação de serviços de valores já recebidos. c) Conversão da obrigação em item do patrimônio líquido. d) Transferência de outros ativos. e) Recebimento de mercadorias que haviam sido encomendadas. 6. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. a) Confiabilidade e materialidade. b) Relevância e representação fidedigna. c) Essência sobre a forma e neutralidade. d) Comparabilidade e tempestividade. e) Compreensibilidade e verificabilidade. 7. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. a) Confiabilidade e materialidade. b) Relevância e representação fidedigna. c) Essência sobre a forma e neutralidade. d) Comparabilidade e tempestividade. e) Compreensibilidade e verificabilidade. 8. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. a) Confiabilidade e materialidade. b) Relevância e representação fidedigna. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 10 c) Essência sobre a forma e neutralidade. d) Comparabilidade e tempestividade. e) Compreensibilidade e verificabilidade. CESPE 9. (CESPE/Perito Criminal– Ciências Contábeis/PC/PE/2016) As decisões dos usuários da informação contábil implicam, muitas vezes, a escolha entre alternativas, como vender ou manter um investimento, ou, ainda, investir em uma entidade ou em outra. Conforme a NBC TG 1374/2011, essa necessidade dos usuários reforça, em especial, a importância da característica qualitativa de melhoria denominada a) comparabilidade. b) compreensibilidade. c) representação fidedigna. d) relevância. e) verificabilidade. 10. (CESPE/Auditor de Controle Externo/TCE/SC/2016) O público-alvo dos relatórios contábil-financeiros de propósito geral são, primariamente, os órgãos reguladores. 11. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) Com relação aos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), julgue o item a seguir. A intenção ou necessidade de uma entidade entrar em processo de liquidação não é condição suficiente para que suas demonstrações contábeis sejam elaboradas em bases distintas das utilizadas pelas entidades que têm a continuidade como premissa. 12. (CESPE/MPU/Atuarial/2015) Julgue o item seguinte, acerca dos componentes patrimoniais, suas características e contabilização. Segundo a atual perspectiva contábil, o patrimônio líquido representa o valor justo econômico mínimo de uma empresa, caso os seus sócios desejem comercializá-la sem sofrer perda econômica. 13. (CESPE/Auditor Federal de Controle Externo/TCU/2013) A característica qualitativa da comparabilidade é obtida quando são usados os mesmos métodos para os mesmos itens, pressupondo-se que as características qualitativas de melhoria tenham sido satisfeitas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 11 Outras Bancas 14. (CESGRANRIO/Auditor Júnior/Petrobras/2018) O entendimento da importância da elaboração das demonstrações contábeis em IFRS passa pelo pronunciamento da estrutura conceitual para a elaboração das demonstrações contábeis, conhecido na prática por CPC 00, correspondente ao framework, do IFRS. Nesse entendimento são reportadas, dentre os aspectos técnico-conceituais, características qualitativas das demonstrações contábeis. Nesse contexto das características qualitativas das demonstrações contábeis e de acordo com o IFRS 8, uma informação da empresa sobre seus segmentos operacionais, que permita a potenciais usuários identificar quais são suas áreas de atuação e negócios, é um exemplo prático da característica qualitativa da a) relevância b) materialidade c) verificabilidade d) comparabilidade e) compreensibilidade 15. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) A NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgaçãode Relatório Financeiro, aprovada pela Resolução CFC no 1.374/2011, tem como um de seus objetivos suportar e promover a harmonização das regulações, das normas contábeis e dos procedimentos relacionados à apresentação das demonstrações contábeis, visando a reduzir o número de tratamentos contábeis alternativos permitidos pelas normas, interpretações e comunicados técnicos. Nesse contexto, a norma apresenta as características qualitativas da informação contábil financeira útil, destacando, dentre elas, a característica da Verificabilidade, que ajuda a assegurar aos usuários que a informação (A) é classificada e apresentada de forma clara e concisa. (B) está disponível para os tomadores de decisão, a tempo de influenciar suas decisões. (C) possibilita fazer escolhas entre alternativas igualmente válidas. (D) representa, fidedignamente, o fenômeno econômico que se propõe representar. (E) tem capacidade para fazer diferença nas decisões que o usuário possa tomar (relevância). 16. (CESPE/CAGE-RS/Auditor do Estado/2018) Assinale a opção que apresenta a premissa subjacente para a elaboração das demonstrações contábeis, de acordo com a NBC TG Estrutura Conceitual. relevância tempestividade essência econômica sobre a forma jurídica Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 12 representação fidedigna continuidade 17. (CONSULPLAN/Analista/TRF 2/2017) A Resolução CFC nº 1.374/2011 apresenta, entre outros, os conceitos das características qualitativas da informação contábil-financeira útil; uma destas características é a relevância. Sobre esta característica, a Resolução afirma que uma informação, para ser relevante, deve ter valor preditivo, valor confirmatório ou ambos. De acordo com a Resolução CFC nº 1.374/2011, a informação contábil-financeira tem valor preditivo se: a) Somente for uma predição ou uma projeção. b) For confirmada pela informação confirmatória. c) Retroalimentar – servir de feedback – avaliações prévias (confirmá-las ou alterá-las). d) Puder ser utilizada como dado de entrada em processos empregados pelos usuários para predizer futuros resultados. 18. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) A empresa Patrimônio S.A. efetuou a depreciação utilizando os percentuais fiscais, ainda que soubesse que a vida econômica do bem era maior do que as taxas fiscais. A decisão foi tomada em função das dificuldades em controlar as duas depreciações, o que levaria a empresa a ter custos de controle não suportáveis pelo porte e situação financeira da empresa, inviabilizando o negócio. Referida situação a) afeta diretamente a neutralidade na apresentação de uma demonstração contábil fidedigna, não sendo possível considerar a demonstração fidedigna. b) altera a demonstração contábil de forma material, impedindo o reconhecimento como uma demonstração contábil fidedigna. c) permite considerar a demonstração contábil fidedigna, uma vez que o custo para geração de uma informação com melhor qualidade não justificaria o benefício. d) atende ao princípio da prudência, visto que a decisão de adotar a depreciação que atribui maior valor ao resultado permite a geração de uma demonstração conservadora mais fidedigna. e) distorce a possibilidade do usuário em analisar a demonstração contábil, sendo necessário o ajuste para considerá-la fidedigna. 19. (ESAF/AFRFB/2012) Entre as características qualitativas de melhoria, a comparabilidade está entre as que os analistas de demonstrações contábeis mais buscam. Dessa forma, pode-se definir pela estrutura conceitual contábil que comparabilidade é a característica que: a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles nas Demonstrações Contábeis. b) utiliza os mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro, considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. c) considera a uniformidade na aplicação dos procedimentos e normas contábeis, onde, para se obter a comparabilidade, as entidades precisam adotar os mesmos métodos de apuração e cálculo. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 13 d) garante que usuários diferentes concluam de forma completa e igual, quanto à condição econômica e financeira da empresa, sendo levados a um completo acordo. e) estabelece procedimentos para a padronização dos métodos e processos aplicados em demonstrações contábeis de mesmo segmento. 20. (FBC/Exame Suficiência/CFC/2016.2) Uma Sociedade Empresária mensura suas propriedades para investimento ao Valor Justo, tal como previsto pela NBC TG 28 (R3) – PROPRIEDADES PARA INVESTIMENTO, mas deixou de apresentar, em sua nota de conciliação dos valores contábeis da Propriedade de Investimento no início e no fim do período, o item “ganhos ou perdas líquidos provenientes de ajustes de valor justo”. Essa omissão restringiu a capacidade analítica do usuário e, entre outras perdas de qualidade, prejudicou o valor confirmatório. De acordo com o disposto pela NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – ESTRUTURA CONCEITUAL PARA ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE RELATÓRIO CONTÁBIL-FINANCEIRO, o valor confirmatório é uma das marcas da característica qualitativa da: a) Materialidade. b) Relevância. c) Representação Fidedigna. d) Tempestividade. 21. (FBC/Exame de Suficiência/2016.1) De acordo com a NBC TG Estrutura Conceitual – Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, é INCORRETO afirmar que: a) as características qualitativas fundamentais são comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e compreensibilidade, pois tornam a informação útil. A utilidade da informação contábil-financeira é melhorada se ela for relevante e representar com fidedignidade o que se propõe a representar. Portanto, relevância e representação fidedigna são características qualitativas de melhoria. b) a informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser tomadas pelos usuários. A informação pode ser capaz de fazer diferença em uma decisão mesmo no caso de alguns usuários decidirem não a levar em consideração, ou já tiverem tomado ciência de sua existência por outras fontes. c) as características qualitativas de melhoria podem também auxiliar a determinar qual de duas alternativas, que sejam consideradas equivalentes em termos de relevância e fidedignidade de representação, deve ser usada para retratar um fenômeno. d) a informação contábil-financeira é capaz de fazer diferença nas decisões se tiver valor preditivo, valor confirmatório ou ambos. A informação contábil financeira tem valor preditivo se puder ser utilizada como dado de entrada em processos empregados pelos usuários para predizer futuros resultados. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 14 CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos Fundação Carlos Chagas (FCC) 22. (FCC/Prefeitura do Recife/Analista/2019) A Cia. Incorpórea tinha registrado, em 31/12/17, um ativo intangível com vida útil indefinida (marca X), cujo valor contábil de R$ 520.000,00 era composto por: Custo de aquisição R$ 650.000,00. Perda por desvalorização (reconhecida em 2016) R$ 130.000,00. Nesta data, antes de elaborar as demonstrações contábeis, a Cia. realizou o teste de recuperabilidade do ativo intangível e obteve as seguintes informações: Valor em uso R$ 470.000,00. Valor justo líquido de despesas de venda R$ 670.000,00. Com base nas informações acima, a Cia. Incorpórea, em 31/12/17, (A) reconheceu um ganho no valor de R$ 150.000,00. (B) não fez nenhum registro contábil. (C) reconheceu um ganho no valor de R$ 130.000,00.(D) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 50.000,00. (E) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 180.000,00. 23. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Uma empresa adquiriu uma marca que poderá ser explorada pelo prazo de 10 anos, não podendo ser revendida no final deste prazo. O preço pago foi R$ 5.000.000,00 e a aquisição ocorreu em 31/12/2016. Em 31/12/2017, antes do fechamento das Demonstrações Contábeis, a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de “impairment”) e obteve as seguintes informações sobre a marca adquirida: − Valor em uso da marca: R$ 4.200.000,00. − Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 4.000.000,00. Com base nessas informações, no resultado de 2017 a empresa deveria ter reconhecido uma (A) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00, apenas. (B) perda por desvalorização no valor de R$ 1.000.000,00, apenas. (C) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 500.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 15 (D) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 300.000,00. (E) perda por desvalorização no valor de R$ 800.000,00, apenas. 24. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Em 28/02/2017, a empresa Monta e Desmonta comprou uma nova máquina no valor de R$ 160.000,00, à vista, com vida útil econômica estimada de 5 anos e valor residual de R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, após utilizar a máquina por 10 meses, a empresa Monta e Desmonta reavaliou a vida útil econômica remanescente da máquina em 40 meses e valor residual de R$ 15.000,00. Em 31/10/2018, a empresa Monta e Desmonta decidiu vender esta máquina por R$ 130.000,00, à vista. Com base nessas informações, o resultado obtido pela empresa Monta e Desmonta com a venda da máquina foi, em reais, (A) 25.000,00, de ganho. (B) 28.000,00, de ganho. (C) 5.000,00, de prejuízo. (D) 5.000,00, de ganho. (E) 40.000,00, de ganho. 25. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) A Cia. das Tintas apresentava, em seu balanço patrimonial de 31/12/2017, um ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 880.000,00 e composto por: Custo: R$ 990.000,00. Perda por desvalorização reconhecida (em 2016): R$ 110.000,00. Em 31/12/2017, a Cia. realizou o teste de recuperabilidade do ágio (teste de “impairment”) e obteve as seguintes informações: − Valor em uso: R$ 1.050.000,00. − Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 830.000,00. Com base nessas informações, o valor que a Cia. das Tintas apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2017 para este ativo (ágio) foi, em reais, A) 1.050.000,00. B) 830.000,00. C) 990.000,00. D) 770.000,00. E) 880.000,00. 26. (FCC/Prefeitura de São Luís /Auditor de Tributos Municipais/2018) Uma empresa adquiriu o direito sobre uma tecnologia e definiu que a vida útil esperada pela sua utilização será de 15 anos. O valor pago Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 16 foi R$ 30.000.000,00 e, quando terminar o prazo de vida útil, o ativo não apresentará valor para negociação. O início de utilização do direito foi em 31/12/2014 e no final de 2015 a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de “impairment”), utilizando-se das seguintes informações: − Valor em uso da tecnologia R$ 25.700.000,00. − Valor justo líquido das despesas de venda da tecnologia R$ 24.000.000,00. Na demonstração do resultado do ano de 2015 a empresa (A) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 2.300.000,00. (B) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 4.000.000,00. (C) não reconheceu nenhuma despesa de amortização e reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 1.700.000,00. (D) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00, apenas. (E) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 4.300.000,00, apenas. 27. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) A Cia. Papa Legus possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida útil indefinida, cujo valor contábil de R$ 1.200.000,00 era composto dos seguintes valores em reais: Custo de Aquisição 1.500.000,00 Perda por Desvalorização (300.000,00) Em dezembro de 2017, a Cia. realizou novamente o teste de recuperabilidade do ativo (Teste de Impairment) e obteve as seguintes informações, com valores em reais: Valor em uso 1.100.000,00 Valor justo líquido das despesas de venda 1.600.000,00 As evidências indicaram que a vida útil desse ativo continua indefinida. Com base nestas informações, a Cia. Papa Legus, em dezembro de 2017, (A) não fez nenhum registro. (B) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 100.000,00. (C) reconheceu um ganho no valor de R$ 400.000,00. (D) reconheceu um ganho no valor de R$ 300.000,00. (E) reconheceu um ganho no valor de R$ 100.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 17 28. (FCC/SABESP/Analista Contabilidade/2018) A Cia. de Águas Marítimas adquiriu um estoque de mercadorias para revenda no valor de R$ 500.000,00. A compra foi realizada no dia 30/12/2017, o prazo para pagamento concedido pelo fornecedor foi de 300 dias e sabe-se que o preço das mercadorias seria R$ 453.000,00 se a compra fosse efetuada à vista. A Cia. de Águas Marítimas pagou, adicionalmente, R$ 7.000,00 referente a frete e seguro para retirada das mercadorias junto ao fornecedor. A Cia. possui um estudo estatístico confiável e auditado por empresa independente e avalia, por este modelo, que as perdas de estoque, em função do seu processo de armazenagem e distribuição, representa 2% do valor total de cada compra. Com base nestas informações, os valores líquidos reconhecidos pela Cia. de Águas Marítimas nas demonstrações contábeis de 2017 foram: (A) Estoque = 453.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00; Despesa com Frete = 7.000,00; Despesa Financeira = 47.000,00. (B) Estoque = 443.940,00; Fornecedores a Pagar = 453.000,00; Despesa com Frete = 7.000,00; Despesa com Impairment = 9.060,00. (C) Estoque = 507.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00. (D) Estoque = 450.800,00; Fornecedores a Pagar = 453.000,00; Despesa com Impairment = 9.200,00. (E) Estoque = 460.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00; Despesa Financeira = 47.000,00. 29. (FCC/Analista/TRT 2ª/2018) A Cia. dos Direitos possuía, em 31/12/16, um ativo intangível com vida útil indefinida correspondente a ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 730.000,00 composto por: − Custo de aquisição: R$ 880.000,00 − Perda por desvalorização reconhecida em 2016: R$ 150.000,00 Em 31/12/17, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: − Valor em uso: R$ 900.000,00 − Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 700.000,00 Com base nas informações acima, a Cia. dos Direitos, em 31/12/17, (A) manteve o valor contábil de R$ 730.000,00. (B) reconheceu um ganho no valor de R$ 150.000,00. (C) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 30.000,00. (D) reconheceu um ganho no valor de R$ 170.000,00. (E) reconheceu um ganho no valor de R$ 20.000,00. 30. (FCC/SABESP/Analista Contabilidade/2018) Em 31/12/2015 uma empresa adquiriu uma patente por R$ 10.000.000,00 e poderá explorá-la pelo prazo de 20 anos. No final do prazo de exploração a patente passa a ser de domínio público e, portanto,não terá valor residual para a empresa. No final do ano de 2016 a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de “impairment”) e obteve as seguintes informações sobre a patente: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 18 − Valor em uso da patente R$ 8.750.000,00. − Valor justo líquido das despesas de venda da patente R$ 8.000.000,00. Na demonstração do resultado do ano de 2016, a empresa deveria (A) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00, apenas. (B) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 1.250.000,00, apenas. (C) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 750.000,00. (D) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 1.500.000,00. (E) não reconhecer nenhuma despesa por se tratar de ativo intangível que não deve ser amortizado. 31. (FCC/Analista/TRF 5ª/2017) A Cia. Investidora possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida útil indefinida − ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 550.000,00, o qual era composto por: Custo de aquisição: R$ 740.000,00 Perda por desvalorização reconhecida (em 2015): R$ 190.000,00 Em 31/12/16, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ágio (teste de impairment) e obteve as seguintes informações: Valor em uso: R$ 580.000,00. Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 480.000,00. O valor que a Cia. Investidora apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2016, para este ativo (ágio) foi, em reais, (A) 450.000,00. (B) 580.000,00. (C) 550.000,00. (D) 480.000,00. (E) 740.000,00.. 32. (FCC/Especialista/ARTESP/2017) A Cia. Débito e Crédito S.A. possuía um imobilizado para suas atividades operacionais. Os saldos das contas referentes ao ativo, em 31/12/2016, estão demonstrados abaixo. Imobilizado (custo total de aquisição): R$ 400.000,00 (−) Depreciação acumulada: R$ 100.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 19 (=) Valor do ativo: R$ 300.000,00 Em 31/12/2016 foi realizado o teste de impairment, obtendo os seguintes valores: Valor em uso do ativo: R$ 350.000,00 Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 320.000,00 Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao ano de 2016, a empresa (A) reconheceu um ganho por valorização no valor de R$ 20.000,00. (B) reconheceu um ganho por valorização no valor de R$ 50.000,00. (C) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 80.000,00. (D) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 50.000,00. (E) não reconheceu perda ou ganho por impairment. 33. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A Cia. Industrial possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida útil indefinida. Os valores evidenciados para este ativo, nesta data, são apresentados a seguir: Custo de aquisição R$ 800.000,00 (−) Ajuste por “impairment” (calculada em 2015) (R$ 300.000,00) (=) Valor contábil do ativo R$ 500.000,00 Ao realizar o teste de redução ao valor recuperável de ativos (teste de “impairment”), a Cia. obteve as seguintes informações a respeito desse ativo em 31/12/2016: Valor em uso R$ 650.000,00 Valor justo líquido das despesas de venda R$ 550.000,00 O valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo foi, em reais, a) 600.000,00 b) 650.000,00 c) 550.000,00 d) 500.000,00 e) 800.000,00 34. (FCC/Contador/AL MS/2016) A Cia. Só Ativos possuía, em 30/06/2016, uma patente classificada como ativo Intangível com vida útil indefinida cujo valor contábil era R$ 1.300.000,00, o qual era composto por: Custo de aquisição R$ 1.500.000,00. Perda por desvalorização (reconhecida em junho 2015) R$ 200.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 20 Em junho de 2016, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: Valor em uso R$ 1.550.000,00. Valor justo líquido das despesas de venda R$ 1.280.000,00. Complementarmente, as evidências indicaram que a vida útil desse ativo continuava indefinida. Com base nestas informações, a Cia. Só Ativos, em junho de 2016, a) não fez qualquer registro. b) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 20.000,00. c) reconheceu uma receita no valor de R$ 250.000,00. d) reconheceu uma receita no valor de R$ 200.000,00. e) reconheceu uma receita no valor de R$ 50.000,00. 35. (FCC/Auditor Tributário/SEFAZ PI/2015) Em 30/09/2012, uma empresa adquiriu veículos pelo valor de R$ 180.000,00. Todos os veículos têm vida útil econômica de 5 anos para a empresa e o valor residual estimado para todos os veículos, em conjunto, no final do 5º ano é R$ 30.000,00. A empresa adota o método das quotas constantes para o cálculo da despesa mensal de depreciação. No final de 2012, a empresa realizou o teste de recuperabilidade do custo (“impairment”) para os bens do ativo imobilizado e identificou os valores disponíveis, conforme a tabela a seguir, referentes aos veículos adquiridos em 30/09/2012: Data Valor Justo Valor em uso 31/12/2012 R$ 155.000,00 R$ 170.000,00 O valor contábil dos veículos, considerados em conjunto, evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2012 foi, em reais: a) 172.500,00 b) 180.000,00 c) 155.000,00 d) 170.000,00 e) 171.000,00 36. (FCC/Auditor de Controle Externo/TCM – GO/2015) A Cia. PAR possuía, em 31/12/2013, um ativo imobilizado para o qual as seguintes informações, após o reconhecimento da despesa de depreciação para o ano de 2013, eram conhecidas: Custo de aquisição R$ 700.000,00 (−) Depreciação acumulada -R$ 300.000,00 (=) Valor contábil do ativo R$ 400.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 21 Nesta mesma data (31/12/2013) a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo (teste de impairment) e obteve as seguintes informações: Valor em uso do ativo R$ 380.000,00 Valor justo líquido das despesas de venda R$ 350.000,00 Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao ano de 2013, o valor contábil deste ativo que a Cia. PAR evidenciou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, a) 400.000,00. b) 380.000,00. c) 350.000,00. d) 700.000,00. e) 370.000,00. 37. (FCC/CNMP/Controle Interno/2015) Um equipamento foi adquirido por uma empresa pelo valor de R$ 1.000.000,00 e o pagamento foi realizado à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2013, a empresa definiu sua vida útil em 5 anos e o valor líquido de venda do equipamento no final do 5º ano foi estimado em R$ 400.000,00. A empresa adota o método das quotas constantes para o cálculo da despesa mensal de depreciação, tendo em vista que o equipamento é utilizado 24 horas por dia, ininterruptamente. Sabe-se, ainda, que para fins fiscais a vida útil é definida em 10 anos. No final de 2013 a empresa realizou o teste de recuperabilidade do custo (impairment) para o equipamento, utilizando-se dos seguintes valores disponíveis em 31/12/2013: − Valor justo líquido das despesas de venda = R$ 930.000,00 − Valor em uso = R$ 945.000,00 O valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, a) 950.000,00. b) 940.000,00. c) 945.000,00. d) 930.000,00. e) 970.000,00. 38. (FCC/TCE – CE/Auditor/2015) Em 10/10/2009, uma empresa adquiriu uma marca pelo valor de R$ 14.000.000,00.Em 31/12/2011, registrou para esta marca uma perda por desvalorização (“impairment”) no valor de R$ 4.000.000,00. Em 31//12/2014, a empresa realizou novamente o teste de recuperabilidade (“impairment”) para a mesma marca e obteve as seguintes informações: Valor em uso da marca: R$ 10.800.000,00. Valor justo líquido das despesas de venda da marca: R$ 9.400.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 22 Como a marca apresenta naturalmente uma vida útil indefinida, a empresa, nas Demonstrações Contábeis do ano de 2014, deveria A) reconhecer, no resultado do ano de 2014, um ganho no valor de R$ 800.000,00 decorrente da reversão da perda por desvalorização. B) manter o valor contábil de R$ 10.000.000,00 no balanço patrimonial de 31/12/2014. C) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 600.000,00 no resultado do ano de 2014. D) reconhecer, no resultado do ano de 2014, um ganho no valor de R$ 4.000.000,00 decorrente da reversão da perda por desvalorização. E) reconhecer, no resultado do ano de 2014, uma perda por desvalorização no valor de R$ 3.200.000,00. 39. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) A Cia. Sofitel possuía, em 31/12/2014, em seu ativo intangível, uma patente com vida útil indefinida, com as seguintes informações em reais: Custo de aquisição............................................ 1.200.000,00 (−) Perda por impairment.................................... 200.000,00 (=) Valor contábil do ativo.................................1.000.000,00 Ao realizar o Teste de Recuperabilidade do Ativo (teste de impairment) em 31/12/2014, a Cia. obteve as seguintes informações em reais: Valor em uso do Ativo......................................1.050.000,00. Valor justo líquido das despesas de venda .......900.000,00. Com base nestas informações, em 31/12/2014, a Cia. Sofitel reconheceu A) um ganho por reavaliação de R$ 50.000,00. B) uma perda por impairment de R$ 150.000,00. C) uma reversão da perda por impairment de R$ 50.000,00. D) uma perda por impairment de R$ 100.000,00. e) uma reversão da perda por impairment de R$ 200.000,00. 40. (FCC/Analista Judiciário/Contabilidade/TRT/16/2014) A empresa Marcas & Patentes S.A. possuía, em 31/12/12, um ativo intangível com vida útil indefinida (correspondente ao ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura), cujo valor contábil de R$ 280.000,00 era composto por: - Custo de aquisição: R$ 320.000,00. - Perda por desvalorização (impairment) reconhecida em 2012: R$ 40.000,00. Em 31/12/13, a empresa realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo (impairment) e obteve as seguintes informações: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 23 - Valor em uso: R$ 240.000,00. - Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 330.000,00. Com base nas informações acima, a empresa Marcas & Patentes, em 31/12/13, a) não fez nenhum registro contábil. b) reconheceu um ganho no valor de R$ 50.000,00. c) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 40.000,00. d) reverteu a perda por desvalorização reconhecida no valor de R$ 40.000,00. e) reverteu a perda por desvalorização reconhecida no valor de R$ 40.000,00 e reconheceu um ganho no valor de R$ 10.000,00. 41. (FCC/SABESP/Contabilidade/2014) Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo. A empresa Boas Ideias adquiriu, em 02/01/2013, uma Marca por R$ 300.000 à vista. Adicionalmente, a empresa incorreu em gastos de R$ 50.000 para registro dessa Marca. Na data da aquisição, a empresa Boas Ideias estimou que a vida útil da Marca era indefinida. Em 31/12/2013, ao realizar o teste de recuperabilidade do ativo (impairment), a empresa Boas Ideias obteve as seguintes informações: Valor em uso da Marca: R$ 320.000. Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 290.000. Pela análise do teste de impairment, a empresa Boas Ideias A) não fez nenhum ajuste. B) reconheceu uma perda de R$ 10.000. C) reconheceu um ganho de R$ 20.000. D) reconheceu uma perda de R$ 60.000. E) reconheceu uma perda de R$ 30.000. 42. (FCC/TRT 19/Contabilidade/2014) Determinada empresa adquiriu, em 31/12/2010, um equipamento por R$ 300.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada do equipamento, na data da aquisição, foi de 10 anos e o valor residual esperado era R$ 20.000,00. Em 01/01/2012, a empresa reavaliou a vida útil do equipamento e determinou que a vida útil remanescente era de 6 anos e o valor residual reestimado de R$ 41.000,00. Em 31/12/2012, antes de encerrar o exercício social, a empresa realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: − Valor em uso: R$ 230.000,00. − Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 225.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 24 Com base nestas informações, o valor da Perda por Desvalorização (impairment) reconhecida em 2012 e o valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial da empresa, em 31/12/2012, foram, respectivamente, em reais, A) zero; 233.500,00. B) 3.500,00; 230.000,00. C) 8.500,00; 225.000,00. D) zero; 226.000,00. E) zero; 192.500,00. 43. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP/2013) O Balanço Patrimonial da Cia. Conservadora, apurado em 31/12/2012, após o reconhecimento da depreciação do exercício social de 2012 e antes de proceder aos testes de recuperabilidade de seus ativos, apresentou: Ativo Imobilizado R$ Máquina 45.000,00 Depreciação Acumulada (25.000,00) Valor Contábil 20.000,00 Para realizar o teste de recuperabilidade da máquina, foram identificados: - Valor justo da máquina em 31/12/2012: R$ 19.000,00 - Gastos estimados para a retirada e venda da máquina (despesa de venda em 31/12/2012: R$ 2.000,00) - Tempo de vida útil remanescente estimado para a máquina em 31/12/2012: 3 anos - Valor em uso em 31/12/2012: R$ 18.000,00 - Valor de venda estimado da máquina, no final de sua vida útil: R$ 1.500,00 - Gastos estimados para a retirada e venda da máquina (despesa de venda), no final de sua vida útil: R$ 500,00. - Taxa de desconto: 10% a.a. Nessas condições, o valor registrado como perda por redução ao valor recuperável foi, em 31/12/2012, em R$, A) 0,00 B) 1000,00 C) 1.248,69 D) 2.000,00 E) 3.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 25 44. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) A Cia. Inoxidável possuía, em 31/12/2012, em seu ativo imobilizado, um Auto Forno utilizado na produção de aço, com as seguintes informações, após o reconhecimento da despesa de depreciação referente ao exercício de 2012: Custo de aquisição: R$ 1.000.000,00 (-) Depreciação acumulada: R$ 200.000,00 (=) Valor contábil do ativo: R$ 800.000,00 Ao realizar o teste de impairment, a Cia. obteve as seguintes informações: Valor em uso do Auto Forno: R$ 720.000,00. Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 500.000,00. Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao exercício financeiro de 2012, a Cia. Inoxidável: (A) não fez nenhum ajuste (não reconheceu perda por impairment). (B) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 80.000,00. (C) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 280.000,00. (D) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 300.000,00. (E) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 500.000,00. 45. (FCC/Analista Judiciário/STJ/2012) Uma determinada empresa apresentava, em 31/12/2011, as seguintes informações a respeito de um imobilizado: Custo de aquisição: R$ 200.000,00 Depreciação acumulada: R$ 50.000,00 Perda por Impairment: R$ 40.000,00A empresa decidiu vender este imobilizado, em 31/12/2011, por R$ 100.000,00 à vista. Com base nestas informações, o resultado obtido com a venda do imobilizado foi, em reais, a) 100.000 de lucro. b) 50.000 de prejuízo. c) 60.000 de prejuízo. d) 10.000 de prejuízo. e) 0 (zero). Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 26 Fundação Getúlio Vargas (FGV) 46. (FGV/Auditor Fiscal/SEFIN RO/2018) Em 01/01/2013, a Cia. K iniciou a pesquisa e o desenvolvimento do projeto de um sistema capaz de gerar maior controle sobre as suas atividades. O projeto durou três anos, tendo os seguintes gastos: 2013- R$ 200.000. 2014- R$ 300.000. 2015- R$ 500.000. Além disso, sabe-se que: - Em 2013, o projeto ainda estava na fase inicial da pesquisa e a empresa considerava a possibilidade de não ter sucesso com ele. - Em 2014, a empresa iniciou a fase de desenvolvimento. Ao efetuar uma pesquisa de mercado, percebeu que não haveria demanda para o sistema, devido ao preço. No entanto, decidiu manter o projeto em curso normal, esperando que mudanças pudessem ocorrer. - Em 2015, há repercussão mundial e a empresa consegue projetar uma demanda suficiente para justificar a produção em larga escala. Além disso, todos os critérios de reconhecimento dos gastos com desenvolvimento do Pronunciamento Técnico CPC 04 - Ativo Intangível foram atendidos. No final do ano o projeto é concluído. - Em 2016, o projeto é lançado ao mercado. Na data, a empresa estima que o sistema irá trazer benefícios econômicos durante os cinco anos seguintes, a partir de 01/01/2016. Em 31/12/2016, a empresa efetua um teste de recuperabilidade e constata que o valor recuperável na data é de R$ 550.000. - Em 2017, as vendas melhoraram e no teste de recuperabilidade, de 31/12/2017, a empresa considera que terá retorno de R$ 600.000 nos anos remanescentes de venda. Assinale a opção que indica o valor contábil do sistema, em 01/01/2018. (A) R$ 200.000. (B) R$ 300.000. (C) R$ 412.500. (D) R$ 440.000. (E) R$ 600.000. 47. (FGV/SEFIN-RO/Contador/2018) Em 01/07/2014, um clube de futebol adquiriu os direitos federativos de um jogador por R$ 200 milhões, assinando um contrato de 4 anos. Em 31/12/2014, o clube recebeu uma oferta de R$ 400 milhões pelo jogador. O clube, no entanto, recusou a oferta. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 27 Em 2015, o jogador sofreu uma contusão. Em 31/12/2015 os diretores do clube se reuniram e constataram que não havia certeza sobre uma transferência. No entanto, o clube poderia ganhar R$ 100 milhões até o final do contrato com publicidade, caso o jogador permanecesse no clube. Em 2016, o jogador se recuperou. Em 31/12/2016, o clube recebeu uma proposta formal, pela compra dos direitos federativos do jogador, de R$150 milhões. Assinale a opção que indica o valor contábil do jogador, em 01/01/2017. a) R$ 60 milhões. b) R$ 75 milhões. c) R$ 90 milhões. d) R$ 100 milhões. e) R$ 150 milhões. 48. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 01 de janeiro de 2012, um restaurante adquiriu uma moto, no valor de R$ 22.000,00, para otimizar o serviço de entregas. O restaurante pretendia utilizar a moto durante cinco anos e depois vendê-la por R$ 2.000,00. No momento da compra, o sócio do restaurante estimava que, por meio das entregas, a moto poderia trazer retorno de R$ 4.500,00 (a valor presente) em cada ano de uso. Em 31 de dezembro de 2012, o restaurante refez suas projeções, estimando que, em cada um dos anos seguintes, os retornos trazidos pela moto seriam de R$ 2.750,00. Além disso, o valor da moto no mercado era de R$ 9.000,00. Após os anos de uso, o restaurante não mais pretendia ter retorno com a moto. Considerando que, em 31 de dezembro de 2013, não havia indícios de perdas adicionais, o valor contábil da moto era de: a) R$ 7.000,00. b) R$ 8.250,00. c) R$ 11.250,00. d) R$ 14.000,00. e) R$ 15.250,00. 49. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 01/01/2011, um banco comprou, por R$ 180.000,00, o direito de processar a folha de pagamentos de uma empresa por seis anos. Em 31/12/2012, o banco constatou que os funcionários da empresa não estavam utilizando os serviços do banco e verificou que poderia ter retorno total de R$ 100.000,00 com a folha de pagamento nos anos remanescentes. Já em 31/12/2013, o banco realizou um novo estudo e verificou que, nos anos seguintes, poderia obter retorno total de R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, o valor contábil do direito era de (A) R$ 50.000,00. (B) R$ 53.333,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 28 (C) R$ 60.000,00. (D) R$ 75.000,00. (E) R$ 83.333,00 50. (FGV/Analista/DPE MT/2015) Para mensurar o valor em uso no teste de impairment, uma entidade deve fazer estimativas de fluxos de caixa futuros. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, as estimativas de fluxos de caixa futuros devem incluir: a) os recebimentos ou pagamentos de tributos sobre a renda. b) as entradas ou saídas de caixa provenientes de atividades de financiamento c) as saídas de caixa que se referem a obrigações que já foram reconhecidas como passivos, como contas a pagar. d) as entradas de caixa advindas de ativos que geram outras entradas de caixa que são, em grande parte, independentes das entradas de caixa do ativo sob revisão. e) as projeções de saídas de caixa que são necessariamente incorridas para gerar as entradas de caixa advindas do uso contínuo do ativo e que podem ser diretamente alocadas, em base consistente e razoável, ao ativo. 51. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) Em 30/06/2011, uma entidade adquiriu um carro para utilizar em seus negócios por R$ 50.000,00. No momento da compra, o carro tinha vida econômica de oito anos, no entanto, a entidade pretendia utilizá-lo por seis anos e depois vendê-lo por R$ 8.000,00. Em 31/12/2014, a administração da entidade observou fatores externos negativos e realizou o teste de recuperabilidade do carro. Nesta avaliação, ela determinou que o valor de uso do carro era de R$ 20.000,00 e o valor de venda de R$ 27.000,00, sendo que, para vender, a entidade precisaria pintar o carro, o que lhe custaria R$ 2.000,00. O valor contábil do carro, em 01/01/2015, era de (A) R$ 20.000,00. (B) R$ 22.000,00. (C) R$ 25.000,00. (D) R$ 25.500,00. (E) R$ 27.000,00. 52. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Armazéns Gerais Épsilon S.A. é proprietária de diversas instalações ao redor do Brasil. Uma dessas instalações está localizada próximo a uma rodovia que dá acesso a um porto, e foi inaugurada em 1º de março de 2008, quando se estimava que essa instalação teria uma vida útil de 30 anos e nenhum valor residual. Desde então essas estimativas não se modificaram, nem tampouco houve o reconhecimento de quaisquer ajustes para perdas, e a Armazéns Gerais Épsilon S.A. vem depreciando o custo de R$60.000.000 da instalação pelo método da linha reta. Porém, em fevereiro Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 29 de 2015, foi anunciado que o porto ao qual a rodovia próxima a essa instalação da companhia dá acesso deverá passar por uma longa reforma. Considerando desde a licitação do projeto até a conclusão das obras, o processo de reforma do porto poderá se estender por mais de 5 anos. Em virtude disso, a administração da Armazéns Gerais Épsilon S.A. acredita que o volume de negócios dessa instalação será comprometido, e decidiu aplicar um teste de redução ao valor recuperável desse ativo. O teste foi concluído em 1º de março de 2015, data em que o valor justo da instalação foi avaliadoem R$47.000.000, e o valor em uso foi avaliado em R$40.000.000. Como a administração da Armazéns Gerais Épsilon S.A. estima que a venda dessa instalação acarretaria despesas de R$3.000.000, o valor líquido pelo qual esse ativo deve ser apresentado em 1º de março de 2015 é de: (A) R$40.000.000; (B) R$43.000.000; (C) R$44.000.000; (D) R$46.000.000; (E) R$47.000.000. 53. (FGV/TCM SP/Contador/2015) No exercício de 20x4, a Cia. Norte apurou perdas de R$12.000,00 por redução ao valor recuperável de um ativo imobilizado, cujo custo de aquisição foi de R$80.000,00 e estava 40% depreciado. Os lançamentos contábeis da Cia. Norte ao final do exercício de 20x4 relativos à redução do imobilizado ao seu valor recuperável são os seguintes: (A) D – Perda por desvalorização (resultado do exercício) –R$12.000,00 C – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) –R$12.000,00; (B) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$12.000,00 C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$12.000,00; (C) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$ 36.000,00 C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$ 36.000,00 (D) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$20.000,00 C – Depreciação acumulada – R$ 8.000,00 C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$12.000,00 (E) D – Perda por desvalorização (resultado do exercício) –R$ 44.000,00 C – Depreciação acumulada – R$32.000,00 C – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$ 12.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 30 54. (FGV/Auditor Fiscal da Receita Estadual/SEFAZ/RJ/2009) Em 01.04.2009, a Cia. Platina adquiriu um equipamento para ser utilizado em sua fábrica no valor de $ 113.000. Os seguintes custos adicionais são diretamente relacionados ao ativo: Frete................................................................... $5.000 Seguro do transporte.........................................$ 2.000 Seguro anual...................................................$12.000 O equipamento tem vida útil estimada em 12 anos. Após esse período, o valor residual é estimado em zero. Para atendimento do CPC 01, aprovado pelo CFC, deve ser efetuada em 31.12.2009 a avaliação do valor recuperável do ativo. As informações obtidas nesta data são as seguintes: Valor líquido de venda...................................................$ 90.000 Valor presente dos benefícios futuros em uso.......... $ 140.000 Em 31.12.2009, o valor líquido do equipamento que deve ser apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Platina será: (A) $ 120.063. (B) $ 112.500. (C) $ 111.500. (D) $ 140.000. (E) $ 90.000. CESPE 55. (CESPE/Técnico/SEFAZ RS/2018) Um ativo torna-se desvalorizado quando o valor contábil excede o valor recuperável. Nesse caso, o Pronunciamento Técnico n.º 01 (CPC-01) estabelece que o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) em combinação de negócios deve ser testado a cada três anos. cinco anos. semestre. ano. dois anos. 56. (CESPE/Técnico/SEFAZ RS/2018) Sabe-se que o valor recuperável de uma unidade geradora de caixa é o maior valor entre valor justo líquido de despesas de venda e valor em uso. Nesse sentido, assinale a Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 31 opção que apresenta uma possível unidade geradora de caixa, no caso de se determinar o montante recuperável. empréstimo financiamento capital social receita de vendas veículo 57. (CESPE/Analista/STM/2018) A respeito de avaliação de itens patrimoniais diversos, julgue o item subsequente. A provisão para perda de valor recuperável de ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) só será revertida, em período posterior ao de sua constituição, se ficar comprovado que houve recomposição das expectativas de rentabilidade. 58. (CESPE/Analista/STM/2018) A respeito de avaliação de itens patrimoniais diversos, julgue o item subsequente. Situação hipotética: Um equipamento industrial em uso foi adquirido, pela indústria Alfa, por R$ 300 mil e, no final do exercício de 20XX, o equipamento já tinha sofrido depreciação de 60% de seu valor depreciável. A indústria considera um valor residual de 10% para esse equipamento. No final do exercício de 20XX, o valor em uso do equipamento foi estimado em R$ 136 mil, e seu valor para venda estimado em R$ 120 mil. Assertiva: Nessa situação, a indústria Alfa deveria contabilizar, para esse equipamento, no encerramento do exercício de 20XX, uma provisão para perda de valor recuperável superior a R$ 5 mil. 59. (CESPE/Analista/EBSERH/2018) A constatação de que o valor de mercado das ações de uma empresa é inferior ao seu valor patrimonial é um indicativo externo de que seus ativos podem estar sobreavaliados, sinalizando a necessidade de realização de teste de recuperabilidade do valor patrimonial desses ativos. 60. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) possui, no rol de seus ativos imobilizados, um bem de custo histórico igual a R$ 50.000 e cuja depreciação acumulada equivale a 30% desse valor. Para esse ativo, o TRE/PE apurou um valor justo líquido de despesas de venda de R$ 20.000 e um valor de uso de R$ 28.000. Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta de acordo com a NBC TG 01 (redução ao valor recuperável de ativos). A Na contabilização da depreciação do ativo imobilizado, faz-se necessário deduzir a perda por desvalorização do ativo, que na situação apresentada é igual a R$ 28.000. B Na situação apresentada, o custo histórico do ativo equivale a R$ 15.000. C O tribunal deverá registrar como perda por desvalorização do ativo o valor de R$ 7.000. D Por ser o custo histórico superior ao valor recuperável, a perda não deve ser contabilizada. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 32 E O valor recuperável do ativo é igual ao valor mínimo entre o valor justo e o valor de uso, ou seja, R$ 20.000 nessa situação 61. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) Determinada empresa adquiriu um equipamento produtivo, com vida útil estimada de dez anos, pelo valor de R$ 250 mil. A empresa trabalha com um valor residual de 10% para todos os seus ativos produtivos. Ao final do quinto ano de uso, após apurada e contabilizada a depreciação correspondente de todos os ativos da empresa, avaliou-se o valor em uso do referido equipamento produtivo em R$ 125 mil, e o seu valor justo, líquido das despesas de venda, em R$ 135 mil. Nessa situação hipotética, a empresa deverá reconhecer uma perda por desvalorização do equipamento no valor de a) R$ 2,5 mil. b) R$ 10,0 mil. c) R$ 12,5 mil. d) R$ 22,5 mil. 62. (CESPE/SEDF/Analista de Gestão Educacional - Contabilidade/2017) Julgue o item subsequente, a respeito dos procedimentos para registro, mensuração e avaliação de ativos. Situação hipotética: Um ativo que possui valor contábil líquido de R$ 100.000 pode ser alienado em mercado concorrencial por R$ 95.000, livre de despesas de venda, ou pode ser mantido em atividade, quando então gerará um fluxo de caixa a valor presente de R$ 102.000. Assertiva: Nessas condições, cabe à entidade detentora do referido ativo constituir uma provisão para perda de valor recuperável. 63. (CESPE/SEDF/Analista de Gestão Educacional - Contabilidade/2017) Julgue o item subsequente, a respeito dos procedimentos para registro, mensuração e avaliação de ativos. Caso tenha sido reconhecida uma perda de valor realizável em um goodwill e se constate, em exercício subsequente, quehouve recuperação do valor realizável, a perda reconhecida deverá ser revertida até o montante do valor originalmente reconhecido como perda. Outras Bancas 64. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Avalie as seguintes proposições. I. Ativos Intangíveis com vida útil indefinida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). II. Ativos Intangíveis com vida útil definida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). III. O "Goodwill" (ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura) gerado internamente não deve ser reconhecido como um ativo. Assinale a opção correta. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 33 a) I e III, apenas. b) I e II, apenas. c) II e III, apenas. d) Todas as proposições estão corretas. e) Nenhuma proposição está correta. 65. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com relação à Redução ao Valor Recuperável de Ativos, pode-se afirmar que: A) a esta técnica estão sujeitos à aplicação desse processo todos os ativos sem qualquer tipo de exceção. B) é esse tipo de procedimento aplicável somente aos ativos intangíveis e aos ativos resultantes de Contratos de Construção. C) apenas aos ativos resultantes de Contratos de Construção e aqueles sujeitos à aplicação do valor justo como os ativos biológicos são passíveis da aplicação dessa redução. D) tem como objetivo assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por valor maior do que o passível de ser recuperado por uso ou venda. E) não é aplicada aos imobilizados em razão dos mesmos já estarem sujeitos à depreciação, amortização ou a exaustão que cobrem possíveis divergências no valor de custo do ativo e o seu valor recuperável. 66. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2012) A empresa Highlith S.A. implantou nova unidade no norte do país. Os investimentos na unidade foram de R$ 1.000.000,00, registrados no ativo imobilizado. No primeiro ano, a empresa contabilizou um ajuste de perda de valor recuperável de R$ 15.000,00. No segundo ano, o valor da unidade, caso fosse vendida para o concorrente e único interessado na aquisição, seria de R$ 950.000,00. Ao analisar o valor do fluxo de caixa descontado da unidade, apurou-se um valor de R$ 980.000,00. Dessa forma, deve o contador da empresa: a) manter o valor do investimento, visto não haver perda de valor recuperável. b) reconhecer um complemento de perda de valor recuperável de R$ 5.000,00. c) reverter parte da perda de valor recuperável no valor de R$ 25.000,00. d) registrar um complemento de perda de valor recuperável de R$ 15.000,00. e) estornar o total da perda de valor recuperável de R$ 50.000,00. 67. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Uma indústria adquiriu três máquinas para compor a linha de produção de um dos seus produtos, pelo valor total de R$ 27 milhões. A vida útil estimada das máquinas adquiridas é de doze anos, com valor residual de 5% do valor de aquisição. Ao final do sétimo ano de uso, a indústria apurou indícios internos de desvalorização decorrentes de baixo desempenho e optou por realizar o teste de recuperabilidade das máquinas componentes daquela linha de produção. A companhia estimou um fluxo de caixa descontado para os próximos cinco anos associado à operação das máquinas de R$ 10 milhões, enquanto o valor justo das máquinas em suas condições atuais é de R$ 8 milhões, com 5% de custos associados Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 34 Considerando, exclusivamente, essas informações, o valor recuperável e a perda a ser reconhecida para o conjunto das máquinas, representam, respectivamente, em reais (A) 7.600.000,00 e 3.087.500,00 (B) 7.600.000,00 e 4.437.500,00 (C) 8.000.000,00 e 4.037.500,00 (D) 10.000.000,00 e 687.500,00 (E) 10.000.000,00 e 2.037.500,00 68. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contador/2018) A empresa Produz&Vende S.A. possui uma máquina em sua fábrica de produção, que foi comprada em 02/01/2014 por R$ 300.000,00. Sabe-se que a depreciação acumulada da máquina é de R$ 50.000,00. O valor justo da máquina em 31/12/2017 era de R$ 200.000,00, ao passo que os custos e despesas de venda foram estimados em 20% do valor justo. Seu valor em uso, correspondente ao Fluxo de Caixa Descontado era de R$ 255.000,00 na mesma data. Com base nas informações, a empresa Produz&Vende S.A. ao analisar seus dados com relação ao valor recuperável dos ativos, deve (A) não registrar a perda por impairment no período, visto que o valor em uso é maior do que o valor contábil. (B) não registrar a perda por impairment no período, visto que o valor justo líquido das despesas de venda é menor do que o valor contábil. (C) registrar a perda por impairment de R$ 90.000,00, pois o valor justo líquido das despesas de venda é menor do que o valor contábil. (D) registrar a perda por impairment de R$ 5.000,00, visto que o valor em uso é maior do que o valor contábil. (E) registrar a perda por impairment de R$ 140.000,00, pois o valor contábil de R$ 300.000,00 excede o valor recuperável, que é de R$ 160.000,00. 69. (CESGRANRIO/Liquigás/Contador/2018) O Pronunciamento CPC 01 aborda questões relacionadas à contabilização de ajuste para perdas por desvalorização de ativos. Um dos ativos, cuja desvalorização pode ser reconhecida no âmbito das disposições do CPC 01, é: (A) estoques (B) ativos intangíveis (C) ativos biológicos relacionados à atividade agrícola (D) ativos relativos a planos de benefícios a empregados (E) propriedade para investimento mensurada ao valor justo Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 35 CPC 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Fundação Carlos Chagas (FCC) 70. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal da Receita Municipal/2018) A empresa American Products Corporation atua nos Estados Unidos da América e sua moeda funcional é o dólar americano. Esta empresa é controlada da empresa brasileira Brasil Importados S.A., cuja moeda funcional é o Real. O Balanço Patrimonial da empresa American Products Corporation, em 31/12/2016, apresentava os seguintes saldos nas diversas contas, com os valores expressos em dólar americano: O resultado líquido obtido em 2016 pela empresa American Products Corporation, após a conversão para a moeda funcional da empresa brasileira, foi R$ 6.000,00, e a conta Reservas de Lucros da empresa, em 31/12/2015, convertida para Reais, apresentava o saldo de R$ 4.000,00. As seguintes informações adicionais são conhecidas: − Os Estoques foram adquiridos em 30/11/2016. − O Imobilizado e os Intangíveis foram adquiridos em 31/12/2015. − O Capital foi integralizado em 31/12/2012. As cotações do dólar para diversas datas são as seguintes: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 36 Após a conversão do Balanço Patrimonial da empresa American Products Corporation para Reais, o valor (A) Total do Ativo é R$ 68.000,00. (B) da conta Ajustes Acumulados de Conversão é R$ 18.000,00. (C) do Patrimônio Líquido é R$ 37.400,00. (D) da conta Ajustes Acumulados de Conversão é R$ 28.000,00. (E) do Patrimônio Líquido é R$ 29.560,00 71. (FCC/DRE-RS/Contabilidade/2017) Em 1/7/2017 uma empresa realizou uma venda a prazo, para um cliente no exterior, no valor total de US$ 200.000,00. Sabendo que a taxa de câmbio em 1/7/2017 era R$ 3,20/US$, em 31/7/2017 era R$ 3,00/US$ e a taxa de câmbio média do mês de julho de 2017 foi R$ 3,10/US$, a empresa reconheceu no resultado do mês de julho de 2017 Receita de vendas de a) R$ 600.000,00, apenas. b) R$ 640.000,00, apenas. c)R$ 620.000,00 e despesa financeira de R$ 20.000 d) R$ 640.000,00 e despesa financeira de R$ 40.000,00 e) R$ 620.000,00, apenas. 72. (FCC/TRT-20/Analista Judiciário/Contabilidade/2016) Em 30/12/20x1, a Cia Endividada contrata um empréstimo de U$ 3 milhões, nas seguintes condições: prazo total de 60 meses, juros de 1% ao mês, com carência de principal e juros de 2 anos e pagamento em 3 parcelas anuais de principal e juros, após o período de carência pagos no primeiro dia útil do período seguinte. Nessas condições a empresa deverá a) registrar como Despesa Financeira os juros incidentes sobre o contrato a partir de 30/12/20x3 logo após a extinção do período de carência dos juros. b) somente atualizar o saldo devedor e iniciar o registro da variação cambial do contrato por ocasião do efetivo pagamento do principal e dos juros. c) reconhecer a variação cambial do valor do principal como encargos a apropriar no período de carência. d) identificar e registrar a variação cambial incidente sobre os valores da operação apropriando mensalmente os juros contratuais mesmo quando não pagos. e) no período de carência de juros, registrar em conta devedora de juros a apropriar o valor mensal desses encargos. 73. (FCC/AL-MS/Contabilidade/2016) Em 10/05/2016, a Cia. Brasileira realizou uma venda a prazo no valor total de US$ 200.000,00. Sabendo que a taxa de câmbio em 10/05/2016 era R$ 3,50/US$, em 30/05/2016 era R$ 3,30/US$ e a taxa de câmbio média do mês de maio de 2016 foi R$ 3,40/US$, a Cia. Brasileira reconheceu, no mês de maio de 2016, Receita de Vendas de a) R$ 700.000,00, apenas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 37 b) R$ 660.000,00 apenas. c) R$ 680.000,00 apenas. d) R$ 680.000,00 e despesa financeira de R$ 20.000,00. e) R$ 700.000,00 e despesa financeira de R$ 40.000,00. 74. (FCC/ Prefeitura de Teresina / Auditor Fiscal da Receita Municipal /2016) A Cia. Brasileira atua no mercado nacional e sua moeda funcional é o Real. Em 30/11/2015 a Cia. Brasileira constituiu a subsidiária Cia. Americana para atuar nos Estados Unidos, e integralizou 100% do Capital Social no valor de US$100.000,00 (cem mil dólares). A moeda funcional da Cia. Americana é o dólar e, em 31/12/2015, apresentou o seguinte Balanço Patrimonial: A receitas e despesas da Cia. Americana ocorreram de maneira uniforme no mês de dezembro de 2015 e as informações sobre a taxa de câmbio são as seguintes: Com base nestas informações, o saldo credor da conta Ajustes Acumulados de Conversão apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Americana em 31/12/2015 foi, em reais, a) 28.000,00. b) 14.000,00. c) 4.000,00. d) 24.000,00. e) 20.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 38 75. (FCC/ CNMP/Analista/2015) No dia 01/12/2013 a empresa Endividada S.A. obteve um empréstimo do exterior no valor total de US$ 1.000.000,00 (um milhão de dólares), para ser pago integralmente (principal e juros) em 01/12/2014. A taxa de juros contratada foi 1% ao mês e as informações sobre as cotações da taxa de câmbio, em várias datas, eram as seguintes: Com base nestas informações, o valor apresentado no Balanço Patrimonial da empresa Endividada S.A., em 31/12/2013, referente a este empréstimo foi, em reais, a) 2.650.000,00. b) 2.727.000,00. c) 2.706.800,00. d) 2.676.500,00. e) 2.929.000,00. 76. (FCC/Julgador Administrativo Tributário/SEFAZ PE/2015) A Cia. Empréstimos S.A. obteve, em 01/12/2014, um empréstimo de US$ 500.000,00, para ser pago integralmente em 01/12/2015. Não há incidência de juros sobre o empréstimo e na data da obtenção a taxa de câmbio era R$ 2,65/US$ 1,00. Em 31/12/2014, a taxa de câmbio era R$ 2,70/US$ 1,00 e a taxa de câmbio média do mês de dezembro de 2014 foi R$ 2,68/US$ 1,00. Em 31/12/2014, a taxa de câmbio projetada para 01/12/2015 era R$ 2,90/US$ 1,00. Com base nestas informações, o valor apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Empréstimos S.A. referente a este empréstimo foi (A) R$ 1.325.000,00, em 31/12/2014. (B) R$ 1.350.000,00, em 31/12/2014. (C) R$ 1.340.000,00, em 31/12/2014. (D) R$ 1.450.000,00, em 31/12/2014. (E) R$ 1.340.000,00, em 01/12/2014. 77. (FCC/TRT-16/Analista Judiciário – contabilidade/2014) A Cia. Internacional S.A. obteve, em 31/12/2013, um empréstimo de US$300.000,00 atualizado apenas pela variação cambial, para ser liquidado em uma única parcela em 31/12/2015. Na data da obtenção do empréstimo a taxa de câmbio era R$2,40/US$1,00 e em 31/01/2014, a taxa de câmbio era R$2,45/US$1,00. A taxa de câmbio média do mês de janeiro de 2014 foi R$2,50 /US$1,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 39 Sabendo que em 31/01/2014 a taxa de câmbio projetada para 31/12/2015 era R$2,35/US$1,00, é correto afirmar que o valor apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Internacional S.A., referente a este empréstimo, foi A) R$ 705.000,00, em 31/01/2014. B) R$ 705.000,00, em 31/12/2013. C) R$ 720.000,00, em 31/01/2014. D) R$ 735.000,00, em 31/01/2014. E) R$ 750.000,00, em 31/01/2014. 78. (FCC/Analista/TRE-RO/2013) Desconsiderando economia hiperinflacionária, em relação ao processo de conversão das demonstrações contábeis, é correto afirmar que: A) o balanço patrimonial e a demonstração de resultados são convertidos à taxa de câmbio de fechamento na data da respectiva demonstração. B) as receitas e as despesas devem ser convertidas à taxa de câmbio de fechamento na data da respectiva demonstração. C) os ativos e os passivos devem ser convertidos às taxas de câmbio históricas nas datas das respectivas operações. D) os ativos e os passivos devem ser convertidos à taxa de câmbio de fechamento na data do respectivo balanço. E) os aumentos de capital devem ser convertidos à taxa média anual em que a operação foi realizada. 79. (FCC/AFR SP/Gestão Tributária/2013) A Cia. ABC (Investidora) adquiriu, em 01 de dezembro de 20x1, 90% das ações da Cia. XYZ (Investida), que se encontra instalada em Portugal. Em 31 de dezembro de 20x1, a Cia. XYZ apresentou a seguinte posição financeira: Contas Saldo (€ euros) Ativos 40.000,00 Passivos 30.000,00 Patrimônio Líquido Capital Social 8.500,00 Lucro líquido, referente a dezembro de 20x1 1.500,00 Taxas Cotação € euro Observações Taxa Histórica R$ 2,00 em 01/12/20x1 Taxa Média R$ 2,25 de 01/12 a 31/12/20x1 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 https://www.tecconcursos.com.br/conteudo/concursos/1166 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 40 Taxa de Fechamento R$ 2,50 em 31/12/20x1 A conversão do Balanço Patrimonial da Cia. XYZ (para Reais), em 31/12/20x1, gera um registro na Conta Ajuste Acumulado de Conversão, na Cia. ABC, no valor de, em R$, 1.912,50. B) 2.500,00. C) 4.162,50. D) 4.500,00. E) 5.000,00. 80. (FCC/AFR SP/Gestão Tributária/2013) A Cia. ABC (Investidora) adquiriu, em 01 de dezembro de 20x1, 90% das ações da Cia. XYZ (Investida), que se encontra instalada em Portugal. Em 31 de dezembro de 20x1, a Cia. XYZ apresentou a seguinte posição financeira: Contas Saldo (€ euros) Ativos 40.000,00 Passivos 30.000,00 Patrimônio Líquido Capital Social 8.500,00 Lucro líquido, referente a dezembro de 20x1 1.500,00 Taxas Cotação € euro Observações Taxa Histórica R$ 2,00 em 01/12/20x1 Taxa Média R$ 2,25 de 01/12 a 31/12/20x1 Taxa de Fechamento R$ 2,50 em 31/12/20x1 Com base nos dados contábeis fornecidos pela Cia. XYZ (Investida) e as cotações do € euro após a conversão, o valor do investimento da Cia. ABC (investidora) é, em 31 de dezembro de 20x1, em R$, a) 15.300,00. b) 18.000,00.c) 19.125,00. d) 22.500,00. e) 25.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 https://www.tecconcursos.com.br/conteudo/concursos/1166 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 41 81. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) A Empresa Devedora S.A. adquiriu um financiamento de US$ 10,000.00 (dez mil dólares), em 1 de dezembro de 2012, e deverá quitá-lo, em 1 de outubro de 2013. Na data da aquisição do financiamento, a taxa do dólar (cotação) era R$ 1,70. Sabendo-se que, em 31 de dezembro de 2012, o dólar estava cotado a R$ 1,45, a variação cambial, referente ao período de 01/12/2012 a 31/12/2012, foi: (A) ativa de R$ 2.500,00, que aumenta o ativo circulante da empresa. (B) ativa de R$ 2.500,00, que reduz o passivo circulante da empresa. (C) passiva de R$ 2.500,00, que reduz o passivo circulante da empresa. (D) passiva de R$ 2.500,00, que aumenta o passivo circulante da empresa. (E) ativa de R$ 2.500,00, que reduz o saldo da conta Ajustes de Avaliação Patrimonial. 82. (FCC/Infraero/Contador/2009) Na ocasião da elaboração do balanço, os saldos de passivos, tomados em moeda estrangeira, cujo contrato seja efetuado com cláusula de paridade cambial deverão ser: (A) vertidos em reais pela taxa de câmbio funcional na data da operação. (B) convertidos em reais pela variação média da taxa de apresentação. (C) transformados em reais à taxa de fechamento da operação. (D) convertidos em reais à taxa de câmbio em vigor na data do balanço. (E) atualizados pelo valor médio do período encerrado da taxa funcional. 83. (FCC/Infraero/Contador/2009) Os dividendos distribuídos decorrentes de investimentos societários no exterior reconhecidos pelo método de equivalência patrimonial devem ser (A) reconhecidos pelo valor de mercado e registrados a débito da conta de investimentos pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio média do período. (B) registrados como redução da conta de investimentos pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio vigente na data do recebimento. (C) lançados como receitas pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio vigente na data do recebimento. (D) reconhecidos pelo valor de mercado e registrados a débito de investimentos pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio funcional. (E) creditado em conta de receita não operacional pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio média do mercado. 84. (FCC/Infraero/Contador/2009) No processo de conversão, a moeda do ambiente econômico principal no qual a entidade opera é denominada moeda (A) equivalente. (B) externa. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 42 (C) de apresentação. (D) funcional. (E) do fechamento 85. (FCC/Infraero/Auditor/2009) A Cia. Omega importou uma máquina no valor CIF (Cost, Insurance and Freight) de 100.000,00 dólares americanos. Na ocasião do desembaraço da mercadoria, houve incidência de imposto de importação à alíquota 10% sobre o valor aduaneiro, este último correspondente a R$ 215.000,00. Todos os demais impostos pagos sobre a importação são recuperáveis para a companhia. Houve pagamento de despesas de armazenagem e outras taxas no valor de R$ 23.000,00. A Cia. gastou de frete e seguro internos para remoção da mercadoria do local de entrada no Brasil para suas instalações fabris o valor de R$ 38.000,00. A importação foi feita a prazo e, no vencimento, o fornecedor estrangeiro cobrou juros de 2%, no período, sobre o valor da aquisição em dólares. Na data do pagamento ao credor, a taxa de câmbio era U$ 1.00 = R$ 2,36. Ao final da operação, o valor da máquina no Ativo da companhia ficou registrado por, em R$, (A) 323.220,00. (B) 318.500,00. (C) 303.220,00. (D) 307.500,00. (E) 297.500,00. 86. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP/2013) Em 31/10/2012, a Cia. Endividada, com operações apenas no Brasil, obteve um empréstimo em moeda estrangeira no valor de US$ 100.000,00. Este empréstimo deve ser apresentado no Balanço Patrimonial, em 31/12/2012, à taxa de câmbio: (A) do dia da obtenção do empréstimo. (B) da data do Balanço Patrimonial. (C) média do mês em que o empréstimo foi obtido. (D) do dia da obtenção do empréstimo mais correção monetária. (E) determinada entre as partes envolvidas. Para responder às questões a seguir, considere as seguintes instruções: A empresa brasileira ABC possui 100 % da controlada EFG, localizada na França. A controlada EFG apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em euros: BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/X2 Ativo Euros Passivo Euros Caixa / bancos 6.500 Fornecedores 8.500 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 43 Clientes 18.000 Aluguéis a pagar 1.100 Estoque 10.000 Tributos a recolher 900 Capital Social 15.000 Lucro Líquido 9.000 Total Ativo 34.500 Total Passivo + PL 34.500 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Vendas 32.000 (-) CMV -16.450 Lucro bruto 15.550 Salários -3.150 Despesas vendas -1.500 Despesas aluguéis -1.000 Lucro antes Tributos 9.900 Tributos -900 Lucro líquido 9.000 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 44 COTAÇÃO DO EURO Data Valor R$ Maio/X1 1,50 31/12/X1 1,60 Taxa média X2 1,70 31/12/X2 2,00 Fundação Getúlio Vargas (FGV) 87. (FGV/Auditor/TCM RJ/2008) Com base na Resolução CFC 1.120/08, analise as afirmativas a seguir: I. As variações cambiais resultantes de conversão das demonstrações contábeis para moeda diferente da moeda funcional devem ser reconhecidas em conta específica no resultado não-operacional. II. As variações cambiais que surgem da liquidação de itens monetários ao converter itens monetários por taxas diferentes daquelas pelas quais foram inicialmente convertidas durante o período, ou em demonstrações contábeis anteriores, devem ser reconhecidas como receita ou despesa no período em que surgirem, com exceção das variações cambiais de itens monetários que fazem parte do investimento líquido da entidade que reporta em uma entidade no exterior. III. Uma entidade pode apresentar suas demonstrações contábeis em qualquer moeda (ou moedas). Assinale: a) se somente a afirmativa I estiver correta. b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. d) se somente a afirmativa II estiver correta. e) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 45 CESPE 88. (CESPE/BACEN/Analista – área 4/2013) No item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser julgada. Para conversão de participações de entidades no exterior, deve-se utilizar a taxa de câmbio mais próxima da taxa vigente na data da transação, que pode ser expressa pela taxa média semanal ou mensal, mesmo em períodos de significativa flutuação de câmbio. 89. (CESPE/PF/ÁREA 1/2013) No item a seguir é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Uma companhia brasileira é investidora de uma companhia estrangeira, que elabora suas demonstrações financeiras usando o dólar norte-americano. Nessa situação, para realizar a conversão das demonstraçõespara a moeda funcional da investidora, utilizando o método da taxa corrente, a investidora deverá converter os valores dos ativos e passivos pela taxa de fechamento do dólar na data do respectivo balanço. As receitas e as despesas deverão ser convertidas pelas taxas cambiais em vigor nas datas das transações ou pela taxa média do período, sendo reconhecidas as variações cambiais resultantes em conta específica do patrimônio líquido. 90. (CESPE/MJ/Contabilidade/2013) Julgue o item a seguir, referente aos impactos provocados por fatos contábeis no patrimônio de uma companhia aberta. No caso de disponibilidades em moeda estrangeira, a variação cambial decorrente do ajuste do saldo em moeda nacional à taxa de câmbio vigente na data de atualização da demonstração contábil deve ser reconhecida na conta ajustes de avaliação patrimonial, no patrimônio líquido. Julgue o item a seguir, referente à avaliação de itens patrimoniais. 91. (CESPE/TCE – RO/ACE/2013) Considere que, em novembro de 2012, determinada empresa tenha comprado mercadoria do exterior pelo valor de 50.000 euros, com a paridade da moeda de €1,00 = R$ 3,00. Considere, ainda, que, no final do exercício, essa mercadoria continue em estoque e que a cotação do euro tenha sido igual a R$ 2,80. Nessa situação, é correto afirmar que, no final do exercício, período em que foi realizado um lançamento para registrar o efeito da variação cambial, o balanço patrimonial evidenciou o estoque da referida mercadoria no valor de R$ 140.000,00. 92. (CESPE/CADE/Contador/2014) Com base nos pronunciamentos do CPC e nos seus reflexos na elaboração e divulgação das demonstrações contábeis, julgue o item a seguir. Empresas que possuem itens não monetários mensurados pelo valor justo em moeda estrangeira devem realizar a conversão monetária utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas em que o valor justo tiver sido mensurado e for evidenciado no balanço patrimonial em moeda funcional. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 46 Questões Inéditas Para responder às questões a seguir, considere as seguintes instruções: A empresa brasileira ABC possui 100 % da controlada EFG, localizada na França. A controlada EFG apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em euros: BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/X2 Ativo Euros Passivo Euros Caixa / bancos 6.500 Fornecedores 8.500 Clientes 18.000 Aluguéis a pagar 1.100 Estoque 10.000 Tributos a recolher 900 Capital Social 15.000 Lucro Líquido 9.000 Total Ativo 34.500 Total Passivo + PL 34.500 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Vendas 32.000 (-) CMV -16.450 Lucro bruto 15.550 Salários -3.150 Despesas vendas -1.500 Despesas aluguéis -1.000 Lucro antes Tributos 9.900 Tributos -900 Lucro líquido 9.000 COTAÇÃO DO EURO Data Valor R$ Maio/X1 1,50 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 47 31/12/X1 1,60 Taxa média X2 1,70 31/12/X2 2,00 93. (Questões inéditas) O Capital Social foi integralizado em maio de X1. O valor a ser lançado no Resultado do Exercício da Controladora ABC em Reais: A) 10.200 B) 15.300 C) 18.000 D) 48.000 E) 69.000 94. (Questões inéditas) O valor do Investimento da Controladora ABC em reais é: A) 10.200 B) 15.300 C) 18.000 D) 48.000 E) 69.000 95. (Questões inéditas) O valor da conta Ajuste Acumulado de Conversão na Controladora ABC em reais é de: A) 10.200 B) 15.300 C) 18.000 D) 48.000 E) 69.000 96. (Questões inéditas) O valor do Ativo Total da Controlada EFG, convertido para reais, é de: A) 10.200 B) 15.300 C) 18.000 D) 48.000 E) 69.000 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 48 Uma empresa foi constituída em julho/X1 com capital social de 100.000 reais, totalmente integralizado em dinheiro. Em setembro, a empresa importou um equipamento no valor de 20.000 dólares, para pagamento em fevereiro / X2. Em outubro, a empresa importou mercadorias para revenda, no valor de 8.000 dólares, para pagamento em janeiro /X2. Considere as seguintes taxas de câmbio: Julho/X1 1,60 Setembro/X1 1,75 Outubro/X1 1,85 Dezembro/X1 2,00 97. (Questões inéditas) O valor total do ativo é de: A) 49.800 B) 56.000 C) 100.000 D) 149.800 E) 156.000 98. (Questões inéditas) O valor da variação cambial será A) 1.200 B) 5.000 C) 6.200 D) 8.400 E) 10.200 99. (Questões inéditas) O lançamento da variação cambial será: A) D - Estoque D – Ativo imobilizado C - Receita com variação cambial B) D – Ativo Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 49 C – Ajuste acumulado de conversão C) D – Despesa com variação cambial C – Ajuste acumulado de conversão D) D – Ajuste acumulado de conversão C – ativo E) D – Despesa com variação cambial C – Passivo (importações a pagar) 100. (Questão inédita) Assinale a alternativa incorreta: a) Taxa de câmbio é a relação de troca entre duas moedas. b) Taxa de câmbio a vista é a taxa de câmbio vigente na data do balanço. c) Valor justo é o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração d) Grupo econômico é uma entidade controladora e todas as suas controladas. e) Itens monetários são unidades de moeda mantidas em caixa e ativos e passivos a serem recebidos ou pagos em um número fixo ou determinado de unidades de moeda. 101. (Questão inédita) Assinale a alternativa incorreta: A) Moeda de apresentação é a moeda na qual as demonstrações contábeis são apresentadas. B) Moeda estrangeira é qualquer moeda diferente da moeda funcional da entidade. C) Moeda funcional é a moeda do ambiente econômico principal no qual a entidade opera. D) Investimento líquido em uma entidade no exterior é o montante que representa o interesse (participação na maior parte das vezes) da entidade investida nos ativos líquidos dessa entidade. E) Variação cambial é a diferença resultante da conversão de um número específico de unidades em uma moeda para outra moeda, a diferentes taxas cambiais. Outras Bancas 102. (UEL/Auditor Fiscal/ICMS PR/2012) A moeda funcional reflete as transações, os eventos e as condições subjacentes que são relevantes para a entidade. Portanto, uma vez que ela seja determinada, somente pode ser alterada se houver mudança nas transações, nos eventos e nas condições subjacentes. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, como o efeito da alteração na moeda funcional deve ser tratado, contabilmente, pela entidade. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 50 a) Converter todos os itens para a nova moeda funcional, utilizando a taxa de câmbio observada na data da alteração. b) Manter a escrituração pelo valor contábil histórico, considerando que a moenda funcional inaltera a estrutura contábil. c) Manter inalteradas as demonstrações contábeis, pois a legislação vigente proíbe o uso de outra moeda que não o real. d) Preparar duas demonstrações contábeis, uma demonstrando os valores na moeda funcional antiga e a outra com a nova moeda funcional. e) Preparar suas demonstrações contábeis, apresentando, em colunas distintas, os valores em moeda de apresentação e em moeda funcional. 103. (FEMPERJ/Analistade Controle Externo/TCE RJ/2012) A Cia. Import In fez uma compra de matérias- primas por US$ 10.000 no dia 10/12/X1 e pagará ao fornecedor estrangeiro no dia 10/01/X2. As matérias- primas adquiridas ficarão armazenadas para serem utilizadas ao longo de X2. Considerar as seguintes cotações do Dólar: Em 10/12/X1: US$ 1,00 = R$ 2,00; Em 31/12/X1: US$ 1,00 = R$ 2,20; Em 10/01/X2: US$ 1,00 = R$ 1,80. Com base nas informações acima, o lançamento feito pela Cia em 10/12/X1 foi: Débito – estoques (ativo) – R$ 20.000,00 Crédito – fornecedores estrangeiros (Passivo) – R$ 20.000. Para elaborar as demonstrações contábeis anuais, em 31/12/X1, a Cia. deverá fazer em relação à operação supracitada os seguintes lançamentos: A) débito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000; B) débito - variação cambial (DRE) - R$ 2.000,00 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000,00; C) débito - variação cambial (DRE) - R$ 2.000,00 crédito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00; D) débito - variação cambial (ativo) - R$ 2.000,00 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000,00; E) débito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00 crédito - variação cambial (passivo) - R$ 2.000. 104. (CETRO/ISS-SP/AFTM/2014) Uma sociedade empresária adquiriu, em 22/06/2013, mercadorias para revenda de um fornecedor estrangeiro no valor de US$200.000,00 para pagamento em 15/07/2013, sendo que a sua moeda funcional é o Real. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 51 Informações complementares: TAXAS DE CÂMBIO: 22/06/2013 – R$2,10. 30/06/2013 – R$2,25. 15/07/2013 – R$2,15. Com base somente nas informações apresentadas, admitindo que não ocorreu venda dos estoques, e considerando o que determina a NBC TG 02 – Efeito das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Contábeis –, o saldo apresentado nas contas Mercadorias e Fornecedores, no balanço de 30/06/2013, foi, respectivamente, de R$430.000,00 e R$430.000,00. B) R$420.000,00 e R$430.000,00. C) R$450.000,00 e R$450.000,00. D) R$420.000,00 e R$450.000,00. E) R$420.000,00 e R$420.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 52 CPC 04 – Ativo Intangível Fundação Carlos Chagas (FCC) 105. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Sobre Ativos Intangíveis, considere: I. Os gastos incorridos com pesquisa devem ser reconhecidos como ativo em desenvolvimento, uma vez que gerarão benefícios futuros para a entidade. II. O ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura gerado internamente não deve ser reconhecido como ativo. III. Um ativo intangível com vida útil definida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, deve ser amortizado e não está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável, existindo ou não qualquer indicação de redução ao valor recuperável. IV. Um ativo intangível com vida útil indefinida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, não sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável anualmente, existindo ou não qualquer indicação de redução ao valor recuperável. Está correto o que se afirma APENAS em (A) III e IV. (C) I, II e III. (E) I, II e IV. (B) I e III. (D) II e IV. 106. (FCC/ARTESP-SP/Técnico em Contabilidade/2017) A empresa AliCaCo S. A. iniciou, em julho de 2016, um projeto de sistemas coordenado pela sua área de TI para venda futura. Até o final de novembro de 2016, a empresa tinha incorrido em gastos no valor de R$ 500.000,00. Em 01/12/2016, a empresa conseguiu demonstrar a viabilidade econômica desse projeto. Em dezembro de 2016, os gastos com o desenvolvimento do sistema foram R$ 300.000,00, totalizando um gasto de R$ 800.000,00 para o desenvolvimento do referido projeto. Sabendo-se que o valor recuperável estimado, em 31/12/2016, foi R$ 400.000,00, o valor que a empresa deveria ter apresentado na conta Intangível, referente a este projeto, é, em reais, a) 800.000,00. b) 500.000,00. c) 100.000,00. d) 400.000,00. e) 300.000,00. 107. (FCC/ARTESP-SP/Técnico em Contabilidade/2017) Ativos Intangíveis com vida útil indefinida são mensurados pelo valor a) de custo, menos a amortização acumulada. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 53 b) justo e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. c) de custo, menos a eventual perda acumulada por redução ao valor recuperável. d) justo, sofrem amortização e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. e) de custo, menos a amortização acumulada e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. 108. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A Cia. Industrial possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida útil indefinida. Os valores evidenciados para este ativo, nesta data, são apresentados a seguir: Custo de aquisição R$ 800.000,00 (−) Ajuste por “impairment” (calculada em 2015) (R$ 300.000,00) (=) Valor contábil do ativo R$ 500.000,00 Ao realizar o teste de redução ao valor recuperável de ativos (teste de “impairment”), a Cia. obteve as seguintes informações a respeito desse ativo em 31/12/2016: Valor em uso R$ 650.000,00 Valor justo líquido das despesas de venda R$ 550.000,00 O valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo foi, em reais, a) 600.000,00 b) 650.000,00 c) 550.000,00 d) 500.000,00 e) 800.000,00 109. (FCC/TST/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A empresa Só Rodovias S.A. ganhou a concessão para administrar uma rodovia federal e pagou pelo direito de exploração da atividade o valor de R$ 90.000.000,00. O prazo da concessão é 30 anos e, no final do prazo do contrato, o governo reassume a administração da rodovia. A concessão iniciou-se em 01/01/2015 e no final de 2016 a Só Rodovias S.A. identificou que o valor em uso da concessão havia sofrido uma grande redução, pois a quantidade de usuários da rodovia estava bem abaixo do que havia sido projetado quando a concessão foi adquirida. Em 31/12/2016 a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de impairment) e o valor em uso calculado para a concessão foi R$75.000.000,00. Na demonstração do resultado do ano de 2016 a empresa deveria a) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00, apenas. b) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 12.000.000,00. c) não reconhecer nenhuma despesa por se tratar de ativo intangível que não deve ser amortizado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 54 d) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 15.000.000,00, apenas. e) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 9.000.000,00. 110. (FCC/Contabilidade/ARTESP/2017) A Cia. Só Softwares iniciou em 2012 um projeto de pesquisa e desenvolvimento de um novo software. Os gastos incorridos com a pesquisa e desenvolvimento deste novo produto estão apresentados abaixo: Em 2012, o projeto estava na fase inicial de pesquisa. Em 2013, a Cia. iniciou a fase de desenvolvimento, mas ainda não conseguiu demonstrar como o novo produto iria gerar benefícios econômicos futuros para a empresa. Em 2014, conseguiu demonstrar que havia viabilidade técnica para concluir o projeto, mas ainda não conseguiu demonstrar que haveria demanda para tornar o produto economicamente viável. No início de 2015, a Cia. Conseguiudemonstrar que o software era economicamente viável. A expectativa era de que o software fosse concluído no início de 2015, no entanto, acabou sendo concluído no final de 2016, cuja comercialização se iniciou em 2017. Com base nestas informações, o valor que a Cia. Só Softwares apresentou no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este novo produto foi, em reais, (A) 310.000,00. (B) 380.000,00. (C) 50.000,00. (D) 130.000,00. (E) 250.000,00. 111. (FCC/TRF 3ª Região/Contabilidade/2014) A Empresa Fin S.A. adquiriu uma Marca por R$ 80.000,00 à vista, cuja vida útil econômica foi estimada em 20 anos. Com base nestas informações, este ativo é mensurado ao. A) custo e não sofre amortização. B) valor justo e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. C) custo e não está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. D) valor justo, sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. E) custo, sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 55 112. (FCC/TRT 13/Contabilidade/2014) Um ativo intangível adquirido com vida útil indefinida (por exemplo, Direito Autoral), é mensurado inicialmente pelo A) custo, devendo ser amortizado ao longo da vida útil e estando sujeito ao teste de recuperabilidade de custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo intangível possa ter perdido valor. B) custo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil, mas estando sujeito ao teste de recuperabilidade de custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo intangível possa ter perdido valor. C) valor justo, devendo ser amortizado ao longo da vida útil e estando sujeito ao teste de recuperabilidade de custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo intangível possa ter perdido valor. D) valor justo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil e não estando sujeito ao teste de recuperabilidade de custo (“impairment”). E) custo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil e não estando sujeito ao teste de recuperabilidade de custo (“impairment”). 113. (FCC/TRT 19/Contabilidade/2014) Determinada empresa iniciou um projeto de pesquisa e desenvolvimento de um novo medicamento. Os gastos incorridos com a pesquisa e desenvolvimento deste novo produto, nos anos de 2010 a 2013, são: Ano Valor (R$) 2010 35.000 2011 50.000 2012 40.000 2013 70.000 Em 2010, o projeto estava na fase inicial de pesquisa. Em 2011, a empresa iniciou a fase de desenvolvimento, mas ainda não conseguiu demonstrar como o ativo iria gerar benefícios econômicos futuros para a empresa. Em 2012, a empresa conseguiu demonstrar que havia viabilidade técnica para concluir o projeto, mas ainda não conseguiu demonstrar que haveria demanda para tornar o produto economicamente viável. No início de 2013, a empresa conseguiu demonstrar que o produto é economicamente viável e concluiu o projeto, o qual começará a ser produzido em larga escala em 2014. Com base nestas informações, o valor do ativo apresentado no Balanço Patrimonial da empresa em 2013, é, em reais, de A) 195.000,00. B) 160.000,00. C) 110.000,00. D) 70.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 56 E) 125.000,00. 114. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) A Empresa GAMA S.A. incorreu, durante o exercício social de 2012, em gastos com I. Atividades pré-operacionais e treinamento de pessoal. II. Aquisição de softwares, licenças e franquias. III. Aquisição de marcas, patentes e direitos de propriedade. IV. Publicidade e reorganização da sociedade. Com base na Resolução no 1.303/2010 do CFC, enquadram-se na definição de Ativo Intangível e podem ser reconhecidos no Balanço Patrimonial de uma empresa os gastos relacionados em (A) I, II, III e IV. (C) II e III, apenas. (E) III e IV, apenas. (B) I, III e IV, apenas. (D) II e IV, apenas. 115. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) Considere as seguintes assertivas sobre Ativos Intangíveis: I. O custo de um ativo intangível (identificado e separável) adquirido em uma combinação de negócios é o seu valor justo na data da aquisição. II. Os ativos intangíveis gerados internamente, resultantes da fase de pesquisa, devem ser reconhecidos, uma vez que o custo pode ser determinado com segurança. III. Um ativo intangível com vida útil indefinida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, não sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. Está correto o que se afirma em (A) III, apenas. (C) I e III, apenas. (E) I, II e III. (B) I e II, apenas. (D) II e III, apenas. 116. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2009) São características necessárias para a identificação de um ativo Intangível (A) apresentar a possibilidade concreta de reconhecimento futuro e ser indivisível. (B) permitir a utilização de base confiável de controle, mesmo que a mensuração de seu custo não possa ser feita em bases fidedignas, e ter indivisibilidade patrimonial. (C) ser identificável, controlado e gerar benefícios econômicos futuros. (D) ter indivisibilidade patrimonial e financeira e utilização econômica limitada. (E) ter indivisibilidade patrimonial e não resultar de direitos contratuais. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 57 Fundação Getúlio Vargas (FGV) 117. (FGV/SEFIN-RO/Auditor Fiscal de Tributos Estaduais/2018) Em 01.01.2017, uma empresa adquiriu uma autorização para exploração da rota entre São Paulo e Brasília por R$ 100.000,00. A autorização pode ser renovada a cada 4 anos e a companhia aérea sinaliza que deseja a renovação nas próximas oportunidades. A renovação de autorização de todas tem custo insignificante para a empresa. Assinale a opção que indica o correto tratamento contábil da autorização de rota pela empresa aérea, no momento em que adquiriu a autorização e nos anos seguintes. a) Reconhecimento de despesa operacional de R$ 100.000,00 b) Reconhecimento de R$ 25.000,00 no ativo circulante e de R$ 75.000,00 no ativo realizável a longo prazo. Deve-se reconhecer despesa operacional de R$ 25.000,00, ao final de cada um dos próximos quatro anos. c) Reconhecimento de R$ 100.000,00 no ativo realizável a longo prazo, Deve-se reconhecer despesa operacional de R$ 400.000,00, após quatro anos. d) Reconhecimento de um ativo intangível no valor de R$ 100.000,00, que não deve ser amortizado. e) Reconhecimento de um ativo intangível no valor de R$ 100.000,00. Deve-se reconhecer amortização de R$ 25.000,00, ao final de cada um dos próximos quatro anos. 118. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) A Cia. Gama adquiriu, em 31.03.X1, o controle das Linhas Aéreas Epsilon S.A, que era titular de direitos de operação em aeroportos das regiões Sudeste e Centro- Oeste do Brasil. Ao contabilizar a aquisição da Linhas Aéreas Epsilon S.A., a Coa Gama deverá reconhecer esses direitos: a) como ativo intangível, mensurado pelo valor justo na data de aquisição. b) como ativo intangível, se sua concessão for por um prazo limitado. c) como ativo intangível, se puderem ser separados da Linhas Aéreas Epsilon S.A. e vendidos, transferidos, licenciados, alugados ou trocados. d) como ativo intangível, se a Linhas Aéreas Epsilon S.A. assim os tiver reconhecido em suas demonstrações financeiras anteriores à aquisição. e) como parte do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) dessa aquisição. 119. (FGV/Câmara de Caruaru/Analista – Contabilidade /2015) Em01/01/2011, um banco comprou, por R$ 180.000,00, o direito de processar a folha de pagamentos de uma empresa por seis anos. Em 31/12/2012, o banco constatou que os funcionários da empresa não estavam utilizando os serviços do banco e verificou que poderia ter retorno total de R$ 100.000,00 com a folha de pagamento nos anos remanescentes. Já em 31/12/2013, o banco realizou um novo estudo e verificou que, nos anos seguintes, poderia obter retorno total de R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, o valor contábil do direito era de (A) R$ 50.000,00. (B) R$ 53.333,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 58 (C) R$ 60.000,00. (D) R$ 75.000,00. (E) R$ 83.333,00 120. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) A empresa de softwares Marcosoft S.A. adquiriu, pelo valor de $ 7.600.000,00, todos os sistemas desenvolvidos por sua concorrente Sopa Ltda. O valor justo dos sistemas é de $ 6.100.000,00. Nas demonstrações financeiras da Sopa era possível identificar que o custo para desenvolver os sistemas correspondia ao valor líquido de $ 3.000.000,00. Considerando as informações acima, a Marcosoft deve classificar essa aquisição da seguinte forma: a) $ 6.100.000,00 como investimento e $ 1.500.000,00 como goodwill; b) $ 3.000.000,00 como intangível e $ 4.600.000,00 como goodwill; c) $ 6.100.000,00 como investimento e $ 1.500.000,00 como despesa; d) $ 3.000.000,00 como investimento e $ 4.600.000,00 como intangível; e) $ 7.600.000,00 como intangível. 121. (FGV/Auditor Tributário/ISS Recife/2014) Em 31/12/2011, uma entidade encerrou a criação de um software. Na criação, gastou R$ 100.000,00 em pesquisas e R$ 200.000,00 no desenvolvimento, já comprovada a viabilidade para produzir e utilizar o ativo. Depois de pronto o novo software, a entidade gastou R$ 80.000,00 em publicidade a fim de promovê-lo. A entidade começou a utilizar o software em 01/01/2012, estimando que ele seria utilizado por cinco anos. Já em 31/12/2012, a entidade constatou que poderia ter retorno de R$ 150.000,00 com o software. Em 31/12/2013, o valor contábil do software era de a) R$ 112.500,00. b) R$ 120.000,00. c) R$ 150.000,00. d) R$ 180.000,00. e) R$ 228.000,00. 122. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) No dia 01/01/X1 a empresa XYZ contratou a empresa ABC para desenvolver um sistema de informática integrado. O valor orçado inicialmente para o desenvolvimento do sistema foi de $ 600.000, com o prazo de 12 meses para a conclusão. O pagamento do serviço ocorrerá seis meses após a conclusão do trabalho e será feito em parcela única. No transcorrer da implantação do sistema, o valor foi reduzido para $ 580.000 e o sistema foi entregue em 31/10/X1. No dia 01/11/X1 foram identificados problemas em sua utilização, dado o envio incompleto de informações por parte da empresa XYZ. Isso gerará mais dois meses de trabalho para que o sistema funcione adequadamente. A empresa ABC cobrará mais R$ 30.000,00 pelos ajustes. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 59 O registro da operação no mês de outubro é (A) D – ativo intangível – R$ 580.000 C – contas a pagar – R$ 580.000 (B) D – ativo intangível – R$ 600.000 C – contas a pagar – R$ 600.000 (C) D – ativo intangível – R$ 610.000 C – contas a pagar – R$ 610.000 (D) D – ativo intangível – R$ 600.000 C – outras despesas operacionais – R$ 10.000 C – contas a pagar – R$ 610.000 (E) D – ativo intangível – R$ 580.000 C – outras despesas operacionais – R$ 30.000 C – contas a pagar – R$ 610.000 123. (FGV/Contador/SUDENE/PE/2013) Quanto ao reconhecimento de um ativo intangível, é correto afirmar que ocorrerá quando (A) for provável que os benefícios econômicos atribuíveis ao ativo forem gerados em favor da entidade ou daquela a quem se pretende vender. (B) o custo for mensurado com confiabilidade. (C) o método de custo aplicado for o de recuperabilidade. (D) for pelo valor justo a data de reavaliação com a contrapartida na reserva de reavaliação do patrimônio líquido. (E) a entidade adquirir o bem intangível pelo custo histórico deduzido da depreciação acumulada. 124. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2013, uma empresa adquiriu os direitos para uso de uma marca por cinco anos. O contrato é renovável a cada cinco anos a custo insignificante, e a empresa pretende renová-lo por mais quinze anos, acreditando que, após este período, a marca não terá mais retorno. A vida útil a ser estabelecida pelo direito de utilização da marca, em 01/01/2013, é (A) de cinco anos (B) de dez anos. (C) de quinze anos. (D) de vinte anos. (E) indefinida. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 60 125. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A Companhia Acima, líder no setor de brinquedos, está em processo para adquirir o controle da empresa concorrente Aolado. A ideia da Companhia Acima é adquirir 100% das ações da empresa e retirar o mais rápido possível de circulação a marca “Aolado”. O valor da marca, registrado como um intangível no balanço da Aolado, é de R$ 550.000. Todavia, especialistas constataram que outras empresas do setor de brinquedos estariam dispostas a pagar R$ 2.500.000 pela marca “Aolado”, considerando-se esse, portanto, o valor justo para o referido ativo. Caso a operação ocorra, o Balanço Patrimonial da Companhia Acima (A) não identificará a marca Aolado como Intangível em suas demonstrações individuais, mas sim no grupo de Investimentos em Controladas. Por outro lado, nas demonstrações consolidadas, a marca Aolado será apresentada no grupo de Intangível com o valor de R$ 2.500.000. (B) não identificará a marca Aolado como Intangível em suas demonstrações individuais, mas sim no grupo de Investimentos em Controladas. Por outro lado, nas demonstrações consolidadas, a marca Aolado será apresentada como ativo intangível com o valor de R$ 550.000 e ágio no valor de R$ 1.950.000. (C) não identificará a marca Aolado em nenhuma de suas demonstrações contábeis, uma vez que pretende descontinuar seu uso. (D) identificará a marca no valor de R$ 550.000 e como Ágio no valor de R$ 1.950.000, ambos no grupo de Intangível, tanto em suas demonstrações individuais como nas consolidadas. (E) identificará a marca no valor de R$ 550.000 no grupo intangível e como ganho por compra vantajosa (Demonstração de Resultado) no valor de R$ 1.950.000, ambos em suas demonstrações consolidadas. 126. (FGV/Contador/Niterói/2015) Em 02/01/x1, a divisão de pesquisa da Indústria Farmacêutica Zeta S.A. deu início a um projeto de desenvolvimento de um novo medicamento para atender um segmento de mercado considerado importante pela direção da companhia. Na execução desse projeto foram incorridos os seguintes gastos: Findos os testes do medicamento, a direção da companhia concluiu que sua produção era tecnicamente viável, e que os recursos demandados para tanto eram compatíveis com as possibilidades de investimento da companhia e com o retorno comercial esperado do medicamento. Após adequar seu processo produtivo para que pudesse produzir o medicamento da forma pretendida, a Indústria Farmacêutica Zeta S.A. lançou uma campanha de marketing para divulgar o novo medicamento junto aos consumidores. Do total de gastos incorridos nesse projeto, será incluído no custo do ativo intangível gerado internamente o montante de: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 61 (A) R$ 150.000; (B) R$ 350.000; (C) R$ 650.000; (D) R$ 1.500.000; (E) R$ 2.150.000. CESPE 127. (CESPE/EBSERH/Tec.Contabilidade/2018) Acerca do Decreto n.º 5.450/2005, da Lei nº 6.404/1976 e dos reflexos de ambos nos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. O ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura constitui um ativo intangível. 128. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência /2018) Acerca dos Pronunciamentos Contábeis do Comitê de Pronunciamentos, julgue o item a seguir. Software em fase de desenvolvimento de projeto interno é exemplo de ativo intangível a ser reconhecido, em que os custos incorridos só podem ser capitalizados após a possibilidade de determinação da viabilidade tecnológica, se for possível medir os fluxos de benefícios econômicos futuros atribuídos a esse ativo, e ainda, se houver a intenção de uso ou venda. 129. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência /2018) Acerca dos Pronunciamentos Contábeis do Comitê de Pronunciamentos, julgue o item a seguir. Para que um item seja classificado como ativo intangível, o seu custo deve ser mensurado com confiabilidade e os fluxos de benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao uso desse ativo devem ser gerados em favor da entidade. 130. (CESPE/TRE-BA/Analista Judiciário/Ciências Contabilidade/2017) Por meio de um contrato de cessão de direitos autorais, uma editora que está sujeita às regras contábeis estabelecidas pelo CPC adquire o direito de publicar, com exclusividade, determinada obra pelo prazo de cinco anos, esperando um retorno de 10% ao ano sobre o capital investido. Considerando os preceitos do pronunciamento contábil do CPC que disciplinam o reconhecimento, a mensuração e a evidenciação de ativos intangíveis, assinale a opção correta a respeito da situação apresentada. A) O reconhecimento inicial dos direitos autorais adquiridos pela editora deve ser feito com base no valor de mercado, independentemente do valor negociado entre as partes no momento da transação. B) Dada a expectativa de retorno de 10% ao ano, permite-se que não se aplique o teste de valor recuperável de ativo aos direitos autorais adquiridos pela editora. C) Os direitos autorais adquiridos não estão sujeitos à amortização periódica de seu valor. D) As características dos direitos autorais adquiridos revelam que eles não podem ser considerados ativos identificáveis para fins de reconhecimento contábil desses ativos. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 62 E) As condições da contratação indicam que a editora passou a ter o controle sobre os direitos autorais por ela adquiridos 131. (CESPE/TRT - 7ª Região/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Assinale a opção correspondente a elemento que é classificado no ativo intangível. a) benfeitorias em imóveis de terceiros b) despesas pré-operacionais c) participações em fundos de investimentos d) ágio pago por rentabilidade futura (goodwill) 132. (CESPE/Analista Contábil/MPU/2015) O ativo intangível gerado internamente não deve ser reconhecido nas demonstrações contábeis. 133. (CESPE/Agende de Polícia Federal/2014) O direito que uma empresa detém para a exploração de recursos minerais de jazida que não seja de sua propriedade é considerado bem incorpóreo 134. (CESPE/TJ CE/Técnico – Ciências Contábeis/2014) Suponha que a Cia. ABC mantenha três projetos internos em fase de pesquisa e apresente os gastos incorridos e estimados expostos na tabela acima. Suponha, ainda, que a Cia. ABC tenha encerrado o exercício social em 31 de dezembro de 2013. Com base nessa situação hipotética e considerando os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, os relatórios contábil-financeiros de 2013 da Cia. ABC apresentarão o reconhecimento de A) R$ 850.000 em ativos intangíveis — projetos internos em fase de pesquisa. B) R$ 850.000 em ativos intangíveis — projetos internos—e R$ 650.000 em despesas a realizar. C) R$ 600.000 em despesas de projetos internos em fase de pesquisa. D) R$ 850.000 em despesas de projetos internos em fase de pesquisa. E) R$ 600.000 em ativos intangíveis — projetos internos em fase de pesquisa. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 63 135. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) Ativos monetários identificáveis e sem substância física devem ser classificados contabilmente como ativos intangíveis. 136. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Um ativo intangível consiste em um direito monetário não identificável e não dotado de substância física. 137. (CESPE/CADE/Contador/2014) Os benefícios econômicos futuros gerados por ativo intangível podem influenciar a DRE em contas de receitas ou despesas/custos. Tal flexibilidade ocorre porque esses benefícios podem aumentar a receita da venda de produtos ou serviços ou reduzir os custos resultantes do uso do ativo pela entidade. 138. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) O intangível gerado internamente somente deve ser reconhecido como ativo quando se encontrar na fase de desenvolvimento e a entidade que detiver o seu controle puder demonstrar uma série de aspectos exigidos pelo CPC, destinados a indicar que esse intangível é capaz de gerar benefícios econômicos futuros. 139. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Os gastos com pesquisa e desenvolvimento de um ativo intangível são tratados, respectivamente, como despesa no resultado do período e ativo, caso demonstrem, entre outros aspectos, capacidade de gerar benefícios econômicos futuros. Outras 140. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Avalie as seguintes proposições. I. Ativos Intangíveis com vida útil indefinida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). II. Ativos Intangíveis com vida útil definida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). III. O "Goodwill" (ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura) gerado internamente não deve ser reconhecido como um ativo. Assinale a opção correta. a) I e III, apenas. b) I e II, apenas. c) II e III, apenas. d) Todas as proposições estão corretas. e) Nenhuma proposição está correta. 141. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) Não é um gasto atribuível ao custo do intangível gerado internamente: a) materiais e serviços consumidos pelo ativo intangível. b) gastos com treinamento de pessoal para operar o ativo intangível. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 64 c) custos de benefícios a empregados, relacionado ao ativo intangível. d) amortização de licenças utilizadas na geração do ativo intangível. e) taxas de registro de direito legal. 142. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) O valor desembolsado para o registro de uma nova patente deve ser reconhecido: a) em despesas antecipadas. b) como um intangível. c) no ativo imobilizado. d) em gasto de investimento. e) na conta de outra despesa operacional. 143. (ESAF/Contador/MTUR/2014) A respeito do reconhecimento e contabilização dos ativos intangíveis, é correto afirmar: a) ativos intangíveis podem ser produzidos internamente pela entidade. b) a mensuração do custo não é fator primordial no seu reconhecimento. c) os ativos intangíveis podem ser inseparáveis da entidade que o possui. d) a especialização do corpo técnico pode ser reconhecida como ativo intangível. e) ativos intangíveis não podem estar contidos em elementos que contêm substância física. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 65 CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil Fundação Carlos Chagas (FCC) 144. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PE/2015 - adaptada) Em 31/12/2013, a Cia. Transportadora adquiriu um caminhão por meio de um contrato de arrendamentomercantil. O contrato será pago em 5 parcelas anuais, iguais e consecutivas de R$ 80.000,00, vencendo a primeira parcela em 31/12/2014. Sabe-se que o valor presente das prestações, na data de início do contrato de arrendamento, era R$ 288.000,00 e que, se a Cia. Transportadora tivesse adquirido o caminhão à vista, teria pagado R$ 300.000,00 (valor justo). A vida útil do caminhão é 5 anos, o valor residual esperado no final deste prazo será zero e a empresa utiliza o método das cotas constantes para cálculo da depreciação. Com base nestas informações, a Cia. Transportadora reconheceu a) um ativo no valor de R$ 300.000,00 em 31/12/2013. b) um passivo no valor de R$ 400.000,00 em 31/12/2013. c) um ativo no valor de R$ 288.000,00 em 31/12/2013. d) despesa no valor de R$ 80.000,00 em 2014. e) receita financeira no valor de R$ 12.000,00 em 31/12/2013. 145. (FCC/Analista Judiciário/TRF 4/2014 - adaptada) Uma empresa efetuou um contrato de arrendamento mercantil de um equipamento industrial nas seguintes condições: − Data da aquisição: 01/12/2010. − 24 parcelas mensais de R$ 30.000,00. − Uma parcela de R$ 52.406,48 a título de valor residual garantido que deverá ser paga junto com a última parcela mensal. − A taxa de juros incluída no contrato é 2% a.m. e a empresa pretende ficar com o bem ao final do prazo do contrato de arrendamento. O valor presente das parcelas do contrato de leasing, em 01/12/2010, era R$ 600.000,00 e o valor justo da máquina na data de início do contrato era R$ 630.000,00. Sabendo-se que a empresa pretende utilizar a máquina por 8 anos, que, ao final deste prazo, a máquina não terá valor de mercado e a empresa adota o método das quotas constantes para depreciação de todos os seus ativos, o resultado do mês de dezembro de 2010, será: a) Despesa de arrendamento = R$ 30.000,00. b) Despesa de depreciação = R$ 6.250,00 e Despesa financeira = R$ 12.000,00. c) Despesa de depreciação = R$ 6.562,50 e Despesa financeira = R$ 12.600,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 66 d) Despesa de depreciação = R$ 6.250,00 e Despesa financeira = R$ 5.000,00. e) Despesa de depreciação = R$ 25.000,00 e Despesa financeira = R$ 12.000,00. 146. (FCC/Contador/SABESP/2018 - adaptada) A empresa Não Compro Nada S.A. realizou um contrato de arrendamento mercantil financeiro para a aquisição de um caminhão. O contrato será pago em 36 parcelas mensais de R$ 16.067,50 e uma parcela adicional no valor de R$ 50.000,00 que deverá ser paga juntamente com a 24a parcela mensal. As demais informações sobre o contrato são as seguintes: − Data do contrato: 01/12/2016 − Taxa implícita de juros do contrato: 1,2% ao mês − Valor presente das parcelas em 01/12/2016: R$ 500.000,00 − Valor justo do caminhão em 01/12/2016: R$ 550.000,00 − Vida útil do caminhão para a empresa: 7 anos − Valor residual esperado de venda do caminhão: R$ 164.000,00 O valor total das despesas que afetaram o resultado de dezembro de 2016, decorrentes do contrato de arrendamento mercantil financeiro citado foi, em reais, (A) 64.600,00. (B) 10.600,00. (C) 16.067,50. (D) 6.000,00. (E) 10.000,00. 147. (FCC/TRF 1ª/Analista Judiciário/2011 - adaptada) Uma operação de arrendamento mercantil efetuada no prazo de cinco anos, na qual não ocorre a transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes ao bem objeto do contrato, e cuja propriedade não será transferida ao arrendatário no final do contrato, deverá ser registrada na contabilidade do arrendatário: (A) no Realizável de Longo Prazo. (B) em conta de Ajustes Patrimoniais. (C) como item do Ativo Diferido. (D) em conta do Imobilizado. (E) como uma Despesa Diferida. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 67 Questões Inéditas 148. (Inéditas/2019) Um empreendedor resolveu alugar uma loja, num shopping. O espaço estava vazio há 2 anos. O administrador do shopping mencionou que a locação anterior era de 10.000 por mês. O futuro locatário reclamou, dizendo que a situação estava difícil para todo mundo, que esse valor estava muito alto, e acertaram o seguinte: o contrato seria de 36 meses, com valor inicial de $7.000 por mês; após 12 meses, o contrato seria reajustado pelo INPC; nos meses em que o faturamento da loja fosse maior que $150.000, haveria um pagamento extra do aluguel de $3.000. O aumento do aluguel pelo reajuste pelo INPC e o pagamento extra nos meses em que o faturamento ultrapasse 150.000, quando ocorrerem, devem ser contabilizados como aumento do passivo e, respectivamente: A) como aumento do ativo e aumento do ativo B) como aumento do ativo e na demonstração do resultado C) na demonstração do resultado e como aumento do ativo D) ambos na demonstração do resultado como despesa de aluguel. E) Por serem cláusulas eventuais, não devem ser contabilizados. 149. (Inéditas/2019) Uma empresa tem os seguintes contratos de arrendamento: 1 – Uso de um veículo, com prazo de 10 meses, sem opção de compra; 2 – Uso de um computador com baixa capacidade de processamento e pequeno valor; 3 – Uso de um veículo, com prazo de 6 meses, com opção de compra; 4 – Uso de um veículo usado. Indique quais devem ser obrigatoriamente contabilizados como arrendamentos que transferem direito de uso de um ativo. A) Apenas 1 e 2 B) Apenas 2 e 3 C) Apenas 3 e 4 D) 1, 2 e 3 E) 1, 2 e 4 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 68 Outras Bancas 150. (FUNCAB/Contador/Cariacica/ES/2015 - adaptada) De acordo com a NBC TG 06 – Operações de Arrendamento Mercantil, a soma dos pagamentos do arrendamento a receber pelo arrendador em arrendamento financeiro e de qualquer valor residual não garantido de responsabilidade do arrendador, é denominada: a) custos diretos iniciais. b) receita financeira não auferida. c) investimento bruto no arrendamento mercantil. d) pagamento variável de arrendamento. e) investimento líquido no arrendamento mercantil. 151. (UEL/Auditor Fiscal/ICMS PR/2012 - adaptada) A resolução que trata de operações de arrendamento mercantil define o termo arrendamento como sendo o contrato, ou parte do contrato, que A) transfere, mediante um contrato de comodato sem uma contraprestação de remuneração, o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado. B) transfere, em troca de um pagamento ou série de pagamentos, o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado nunca inferior a um ano, nem superior a cinco anos. C) transfere o direito de usar um ativo (ativo subjacente) por um período de tempo em troca de contraprestação. D) transfere, mediante um contrato de comodato sem uma contraprestação de remuneração, o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado. E) transfere, em troca de um pagamento ou série de pagamentos, o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 69 CPC 07- Subvenções Fundação Carlos Chagas (FCC) 152. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ SC/2018) Considere as seguintes assertivas: I. Uma subvenção governamental recebida deve ser reconhecida diretamente no patrimônio líquido, desde que não haja obrigações a serem cumpridas pela entidade. II. Subvenção relacionada a ativo depreciável deve ser reconhecida como receita ao longo do período da vida útil do bem e na mesma proporção de sua depreciação. III. Caso uma subvenção governamental não possa ser distribuída aos acionistas, ela deve ser reconhecida diretamente na conta Reserva de Incentivos Fiscais, no Patrimônio Líquido. IV. A subvenção governamentalrelacionada a ativos não monetários e com obrigações a serem cumpridas deve ser apresentada no balanço patrimonial em conta de passivo, como receita diferida, ou deduzindo o valor contábil do ativo relacionado. Está correto o que se afirma em a) II e III, apenas. b) I e IV, apenas. c) II e IV, apenas. d) I, II e III, apenas. e) I, II, III e IV. 153. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Considere as seguintes assertivas em relação às Subvenções e Assistências Governamentais: I. Uma subvenção governamental gratuita deve ser reconhecida diretamente no Patrimônio Líquido. II. Uma subvenção governamental não gratuita deve ser reconhecida como receita na demonstração do resultado nos períodos ao longo dos quais a entidade reconhece os custos relacionados à subvenção que são objeto de compensação. III. Caso a subvenção governamental recebida não possa ser distribuída como dividendos, após ser reconhecida no resultado, deve ser destinada para reserva de Incentivos Fiscais. Está correto o que se afirma em a) I, apenas. b) II, apenas. c) I e III, apenas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 70 d) II e III, apenas. e) I, II e III. 154. (FCC/Auditor de Controle Externo/TCE CE/2015) A Cia. Patrimonial realizou, durante 2014, as seguintes operações: I. Vendeu por R$ 100.000,00 ações em tesouraria que haviam sido adquiridas em 2012 por R$ 30.000,00. II. Apurou, em 2014, lucro líquido de R$ 230.000,00 e distribuiu dividendos mínimos obrigatórios de R$ 50.000,00. III. Recebeu em doação um terreno com restrições a serem cumpridas. O valor justo do terreno na data do recebimento era R$ 60.000,00. IV. Aumentou o capital social em R$ 70.000,00, sendo 50% com Reservas de Lucros existentes em 2013 e 50% com imóveis. Após o registro dessas operações, o aumento no Patrimônio Líquido da Cia. Patrimonial ocorrido em 2014 foi, em reais, a) 350.000,00. b) 285.000,00. c) 315.000,00. d) 345.000,00. e) 375.000,00. 155. (FCC/Auditor Substituto/TCE/SP/2013) Considere as seguintes assertivas: I. A contrapartida de uma subvenção governamental recebida deve ser reconhecida diretamente no patrimônio líquido, desde que não haja obrigações a serem cumpridas pela entidade. II. Uma obrigação julgada como possível deve ser reconhecida como Provisão, desde que o seu valor exato possa ser determinado e decorra de evento passado. III. Por proposta dos órgãos da administração, a assembleia geral poderá deliberar a retenção de parcela do lucro líquido do exercício prevista em orçamento de capital por ela previamente aprovado. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. (B) I e III. (C) III. (D) II e III. (E) I e II. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 71 156. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2013) A empresa Expansão S.A. recebeu um terreno, como subvenção governamental, para se instalar na cidade Nova. Estabeleceu-se como condição somente a construção da fábrica. Dessa forma, em condições normais, o terreno deve ser lançado no ativo: (A) não circulante pelo valor nominal. (B) imobilizado por custo zero. (C) não circulante pelo valor justo. (D) imobilizado pelo valor em uso. (E) imobilizado pelo valor justo. 157. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2013) A Empresa Alfa S.A. recebeu do Município Beta uma área de 150.000 metros quadrados para a construção de uma unidade de produção, cujo valor justo era de R$ 350,00 o metro quadrado. A lei municipal que autorizou a subvenção governamental (doação) da respectiva área impôs a seguinte restrição: a empresa deverá gerar 150 empregos diretos, consecutivamente, por um período, mínimo, de 15 anos. No momento do recebimento da doação, a empresa deve debitar: A) R$ 52.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no resultado do exercício. B) R$ 3.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no passivo não circulante. C) R$ 52.500.000,00 no ativo intangível como direitos sobre subvenções e creditar reservas de lucros no patrimônio líquido. D) R$ 3.500.000,00 no ativo intangível como direitos sobre subvenções e creditar receita diferida (subvenção) no resultado do exercício. E) R$ 52.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no passivo não circulante. 158. (FCC/Analista/TCE/PR/2011) Considere as seguintes assertivas: I. A receita reconhecida de uma subvenção governamental recebida e não distribuída na forma de dividendos foi destinada para a Reserva de Incentivos Fiscais. II. Pagamentos de caixa decorrentes do resgate de ações da própria entidade devem ser classificados como fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimento. III. Em relação às provisões, a entidade deve reconhecer todas as obrigações presentes prováveis e possíveis, cujos valores possam ser estimados com confiança, além de reavaliá-las em cada data de balanço, cujas mudanças impactam o resultado. Está correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) III, apenas. (C) I e II, apenas. (D) II e III, apenas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 72 (E) I, II e III. A Cia. Poente recebe da prefeitura do município X um terreno avaliado em R$ 1.000.000,00, assumindo o compromisso de instalar nessa propriedade um parque fabril modular no valor de R$ 15.000.000,00, com vida útil estimada em 10 anos. 159. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2009) O registro contábil da subvenção deve ser débito em conta: (A) de Imobilizado pelo registro do terreno e crédito em conta de Passivo pela obrigação assumida em razão da subvenção recebida. (B) do Ativo Intangível pelo registro do terreno e crédito em conta de Provisão Contingencial Passiva pelo valor do terreno recebido. (C) de Imobilizado pelo registro do terreno e crédito em conta de Patrimônio Líquido no valor do terreno recebido. (D) de Provisão para Contingência Ativa e crédito em conta de Passivo de Longo Prazo pelo valor do terreno recebido. (E) de Diferido pelo registro do terreno e crédito em conta de Patrimônio Líquido no valor do terreno recebido. 160. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2009) No resultado da empresa, esse evento (A) acarretará apenas o registro da despesa depreciação relativa ao parque fabril. (B) acarretará a transferência da despesa de depreciação para conta do patrimônio líquido. (C) não acarretará impacto porque o registro da subvenção recebida não tramita no resultado. (D) acarretará a reversão da depreciação acumulada para a conta de ajuste de resultado. (E) acarretará o reconhecimento de receita de subvenção no mesmo percentual utilizado para a despesa de depreciação anual. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 161. (FGV/AL-RO/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) Em 02/01/2017, uma entidade recebeu um terreno para instalar uma fábrica a título de subvenção governamental. Na data, o valor justo do terreno era de R$500.000. A entidade tinha outro terreno semelhante a esse em seu ativo, que estava contabilizado pelo valor de custo, de R$200.000. Em 31/12/2017, o valor justo do terreno era de R$700.000. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) Subvenção e Assistência Governamentais assinale a opção que indica a classificação e a mensuração do terreno recebido nas demonstrações contábeis da entidade, em 31/12/2017, Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 73 a) Ativo Imobilizado / R$200.000. b) Ativo Imobilizado / R$500.000. c) Ativo Imobilizado / R$700.000. d) Propriedade para Investimento / R$500.000.e) Propriedade para Investimento / R$700.000. 162. (FGV/MPE-AL/Contabilidade/2018) Uma entidade recebeu uma subvenção governamental por meio de um terreno para uso em suas atividades. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) - Subvenção e Assistência Governamentais, o terreno deve ser reconhecido pelo a) custo. b) custo histórico corrigido. c) custo corrente de reposição. d) valor justo. e) valor realizável líquido. 163. (FGV/Contador/ALERJ/2017) Certa entidade tem uma obrigação tributária a pagar, no montante de R$ 100.000,00 com juros de 5% ao ano, sem correção monetária, com pagamento em parcela única ao final de 24 meses. A taxa de juros do mercado é de 10% ao ano. De acordo com as normas do CPC 12, o valor presente inicial dessa obrigação é: a) R$ 110.250,00; b) R$ 109.750,57; c) R$ 100.000,00; d) R$ 91.115,70; e) R$ 82.644,63. 164. (FGV/TJ-BA/Contabilidade/2015) O CPC 07 (R1) orienta que as subvenções governamentais relacionadas a ativos, inclusive ativos não monetários mensurados ao valor justo, devem ser apresentadas: a) na Demonstração do Resultado do Exercício, como outras receitas operacionais; b) na Demonstração do Resultado do Exercício, dependendo da forma de recebimento da subvenção; c) no Balanço Patrimonial, em adição à conta do ativo correspondente; d) no Balanço Patrimonial, em conta de passivo, como receita diferida; e) no Balanço Patrimonial, dependendo da forma de recebimento da subvenção. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 74 165. (FGV/Contador/CODEMIG/2015) A Cia. Beta recebeu em janeiro de 20x3 um terreno do Governo do Estado para construção de uma fábrica de bicicletas, que irá criar empregos diretos e indiretos e incentivar o desenvolvimento da região. No termo de transferência, o valor informado do terreno foi de R$ 4,2 milhões, mas a Cia. Beta apurou que o valor justo do terreno era de R$ 8 milhões. A construção da fábrica durou dois anos, a partir do recebimento do terreno. Após a conclusão da obra, a fábrica entrou em operação, cujo período é estimado em 25 anos. De acordo com as orientações do CPC 07 (R1), a Cia. Beta deve: a) apresentar uma subvenção governamental, de R$ 4,2 milhões, como receita diferida no passivo; b) reconhecer uma receita de subvenção, de R$ 4,2 milhões, quando do recebimento do terreno por se tratar de um item não monetário; c) reconhecer uma receita de subvenção, de R$ 8 milhões, ao longo do tempo de operação da fábrica; d) registrar uma subvenção no Patrimônio Líquido, de R$ 4,2 milhões, por se tratar de subvenção para investimento; e) registrar uma subvenção no Patrimônio Líquido, de R$ 8 milhões, como Reserva de capital. 166. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) Um grupo de pessoas resolveu dar início a um negócio utilizando a Internet. Os companheiros, agora sócios da mais nova “.com” do território nacional foram ousados e com menos de 2 anos já haviam realizado I.P.O. na bolsa de valores. O nome fantasia escolhido diz tudo sobre a empresa: Doefácil Brasil. Para construir sua sede, a empresa contou com aporte de recursos do governo no montante de R$ 1,5 mil. O recurso foi depositado na conta da empresa em uma única parcela, no ato da assinatura do termo de subvenção. O governo brasileiro entendeu que a atividade da empresa seria benéfica para a economia local e adicionou uma cláusula condicional ao contrato para estimular o seu crescimento. Caso não cumpra a decisão, o pagamento do empréstimo acontecerá ao final de 36 meses, em cota única. Em síntese, caso conseguisse empregar 3 presos condenados pela Justiça ao regime semiaberto no prazo de 1 ano, receberia perdão da dívida. O contrato foi celebrado com taxas de juros de 3% ao mês. Ocorre que a empresa ainda aguarda a decisão do Juiz sobre a oferta de emprego ao terceiro condenado. Entretanto, o prazo dado pelo governo para cumprir a condição de geração de empregos venceu ontem. Assim, sobre os recursos provenientes dessa transação, as demonstrações contábeis da Doefácil, hoje deveriam reportar (A) uma nota explicativa informando que seu corpo jurídico aconselhou que o passivo não foi reconhecido por julgar que ainda é possível o perdão da dívida. (B) R$ 1,5 mil em seu passivo circulante, mensurado a valor justo. (C) um passivo não circulante, ajustado ao valor presente. (D) um ativo imobilizado decorrente da aplicação do montante de R$ 1,5 mil, acompanhado de conta redutora da respectiva subvenção governamental. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 75 (E) uma perda de R$ 1,5 mil em seu resultado, decorrente do descumprimento da condição colocada para subvenção governamental. CESPE 167. (CESPE/Especialista em Regulação/2014) No que diz respeito a normas contábeis e a registros/evidenciação das informações contábeis das EPST, julgue o item que se segue. O recebimento de uma subvenção caracteriza prova conclusiva de que as condições a ela associadas sejam cumpridas, não importando, no método de contabilização a ser adotado, a forma como essa subvenção é recebida. Assim, o reconhecimento da receita de subvenção governamental no momento de seu recebimento será admitido independentemente do cumprimento das condições necessárias à sua efetivação. 168. (CESPE/Especialista em Regulação/2014) As subvenções recebidas por uma entidade serão reconhecidas no resultado da companhia somente quando forem atendidas as condições estabelecidas na contraprestação. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 76 Questões Inéditas 169. (Inéditas) A Empresa KLS recebeu do Governo Estadual a doação de um terreno, com as seguintes características: A) Valor do terreno: $10.000.000,00 B) Condições: construção de uma fábrica com a geração de, pelo menos, 500 empregos diretos durante os primeiros 5 anos de operação. A empresa poderá perder o terreno doado, se não cumprir esta condição. A verificação será feita ao final deste prazo. C) A empresa estima que a construção da fábrica custará $ 30.000.000,00. D) Serão necessários 3 anos para a construção da fábrica, que terá vida útil estimada de 25 anos. Considerando que o contrato referente a tal doação foi assinado em 31/12/X1, indique: A contabilização na data de assinatura do contrato (31/12/X1) a) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Reserva de incentivos fiscais (PL) 10.000.000 b) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 d) A doação não teve custo para a empresa; portanto, não há valor algum a ser atribuído ao terreno. Assim, não será feita nenhuma contabilização. e) D – Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 170. (Inéditas) A empresa construiu a fábrica durante os anos de X2 a X4. Indique a contabilização referente à doação do terreno, em dez / X4, data do término da construção da fábrica. a) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 C – Reserva de incentivos fiscais.(PL) 10.000.000 b) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Receita Diferida (PNC) 10.000.000 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 77 d) A empresa ainda não cumpriu as condições para reconhecimento do terreno. Assim, não será feita nenhuma contabilização. e) D – Terrenos (imobilizado)10.000.000 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 171. (Inéditas) Considerando que a empresa manteve mais de 500 empregos diretos na fábrica durante os primeiros 5 anos de operação (X5 a X9), indique a contabilização em dez/X9: a) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 C – Reserva de incentivos fiscais (PL) 10.000.000 b) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 C – Receita Diferida (PNC) 10.000.000 d) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 C – Receitas Diferidas 10.000.000 e) D – Terrenos ( imobilizado) 10.000.000 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 172. (Inéditas) Sabendo que a fábrica deprecia em 25 anos, a contar do término da construção, indique a alternativa incorreta, considerando a data de 31/12/X10 : a) D - Receita Diferida (PNC) 500.000 C – Despesa de depreciação (resultado) 500.000 b) D - Receita Diferida (PNC) 500.000 C – Outras receitas (resultado) 500.000 c) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 d) A receita será reconhecida durante os próximos 20 anos. e) No Balanço Patrimonial, o valor da subvenção pode ficar registrado como receita diferida, no passivo, ou como dedução do valor do terreno, no imobilizado Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 78 Outras Bancas 173. (FBC/Exame CFC/2017/1) Uma Prefeitura Municipal doou um terreno para uma Sociedade Empresária, o que foi enquadrado como uma subvenção governamental. Para esse evento, constam as seguintes informações: Valor constante do termo de doação: R$1.800.000,00. Valor Justo do terreno: R$2.000.000,00. Terreno com as mesmas dimensões já registrado na contabilidade da Sociedade Empresária: R$1.500.000,00, sobre o qual há estimativa de redução ao valor recuperável de R$200.000,00. Os gestores da Sociedade Empresária têm razoável segurança de que cumprirão todas as condições estabelecidas e de que a Sociedade Empresária receberá a subvenção. De acordo com a NBC TG 07 (R1) – SUBVENÇÃO E ASSISTÊNCIA GOVERNAMENTAIS, o terreno recebido da Prefeitura deve ser reconhecido pela Sociedade Empresária pelo valor de: a) R$1.300.000,00. b) R$1.500.000,00. c) R$1.800.000,00. d) R$2.000.000,00. 174. (CESGRANRIO/InnovaProva/Contador Júnior/2012) A indústria de caminhões pesados, para instalar uma nova unidade fabril num determinado município, recebeu da respectiva Prefeitura uma subvenção para investimento, na forma de um terreno, tendo como contraprestação, além da construção do parque fabril e das obras de contenção e saneamento do riacho que passa perto do local, a geração de 1.500 empregos para moradores da cidade e arredores. No mercado local, esse terreno, fartamente documentado, tem avaliação potencial de R$ 4.000.000,00 e, para venda, nas condições atuais, o valor justo é de R$ 1.500.000,00. A indústria aceitou as contrapartidas impostas pela Prefeitura. Emitida na posse do terreno, iniciou, em seguida, as obras de preparo do terreno para a instalação do seu parque fabril. Considerando, exclusivamente, as informações recebidas, a indústria deve realizar o seguinte lançamento: a) Débito: Terrenos (Ativo/Investimento) 1.500.000,00 Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 1.500.000,00 b) Débito: Terrenos (Ativo/Imobilizado) 1.500.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 79 Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 1.500.000,00 c) Débito: Terrenos (Ativo/ Imobilizado) 1.500.000,00 Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 1.500.000,00 d) Débito: Terrenos (Ativo/Investimento) 4.000.000,00 Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 4.000.000,00 e) Débito: Terrenos (Ativo/Imobilizado) 4.000.000,00 Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 2.500.000,00 Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 1.500.000,00 175. (FBC/Exame de Suficiência/2012) Uma sociedade empresária recebeu uma subvenção governamental, destinada a compensar as despesas com contratação, treinamento e manutenção de uma quantidade mínima de empregados durante os três primeiros anos de funcionamento. O recebimento da subvenção se deu mediante depósito em conta corrente de livre movimentação, no momento da assinatura do protocolo com o governo do estado. De acordo com a NBC TG 07 – Subvenção e Assistência Governamentais, o valor recebido pela sociedade empresária deverá ser: a) reconhecido imediatamente no Patrimônio Líquido, na conta Reserva de Incentivos Fiscais. b) reconhecido imediatamente no resultado do período e, uma vez apurado o resultado, registrado na conta Reserva de Incentivos Fiscais. c) registrado no passivo e reconhecido como receita ao longo do período e confrontada com as despesas que pretende compensar, em base sistemática. d) registrado no patrimônio líquido e reconhecido como receita ao final do período em que deverão. 176. (FEPESE/Auditor Fiscal/SEFAZ/SC/2010) De acordo com o CPC-07 (Subvenção e Assistência Governamentais), quando da contabilização, pode-se afirmar: a) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada com as despesas que pretende compensar, em base sistemática, desde que atendidas as condições do CPC-07. A subvenção governamental pode ser creditada diretamente no patrimônio líquido. b) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada com as despesas que pretende compensar, em base sistemática. A subvenção governamental deve ser creditada diretamente no patrimônio líquido. c) Uma subvenção governamental não pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada com as despesas que pretende compensar. A subvenção governamental deve ser creditada diretamente no patrimônio líquido. d) Uma subvenção governamental deve ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada com as despesas que pretende compensar, em base sistemática, desde que atendidas as condições do CPC-07. A subvenção governamental não pode ser creditada diretamente no patrimônio líquido. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 80 e) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como uma receita ou despesa ao longo do período confrontada com as despesas ou receitas que pretende compensar, em base sistemática. A subvenção governamental pode eventualmente ser creditada diretamente no patrimônio líquido, desde de que atendidas as exigências do CPC-07. CPC 08 – Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Fundação Carlos Chagas (FCC) 177. (FCC/TST/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Um empréstimo no valor de R$ 5.000.000,00 foi obtido à taxa de juros compostos de 1,4% ao mês para ser liquidado em uma única parcela no final de 15 meses. A data de obtenção do empréstimo foi 01/12/2016 e nesta mesma data a empresa pagou despesas relacionadas com o contrato (custos de transação) no valor de R$ 300.000,00. Sabendo-se que a taxa de custo efetivo da operação era 1,82% ao mês, o valor evidenciado na demonstração do resultado de 2016, correspondente exclusivamente ao empréstimo obtido foi, em reais, a) 85.540,00. b) 91.000,00. c) 70.000,00. d) 65.800,00. e) 370.000,00. 178. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Em 31/12/2015 uma empresa obteve um empréstimo no valor de R$ 1.000.000,00 com as seguintes características:− Prazo total: 6 anos − Taxa de juros compostos: 10% ao ano − Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 229.607,00 Para a obtenção do empréstimo a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 30.000,00, pagos no ato da assinatura, fazendo com que a taxa de custo efetivo do empréstimo fosse 11% ao ano. Sabendo que a empresa efetuou o pagamento da primeira parcela na data do vencimento, o a) saldo total apresentado para as contas de passivo (circulante e não circulante) no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 foi R$ 847.093,00. b) valor dos encargos financeiros de 2016 foi R$ 100.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 81 c) valor dos encargos financeiros de 2016 foi R$ 229.607,00. d) impacto total no passivo, no momento da captação, foi R$ 1.000.000,00. e) saldo total apresentado para as contas de passivo (circulante e não circulante) no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 foi R$ 870.393,00. 179. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Em 30/09/2013, uma empresa obteve um empréstimo no valor de R$ 200.000,00 que será liquidado integralmente (principal e juros) em 30/09/2016. A taxa de juros compostos contratada foi 1% ao mês e o saldo do empréstimo é corrigido por um índice de preços que variou 3% entre a data da obtenção do empréstimo e a data de 31/12/2013. Considere que os meses são de 30 dias corridos. O valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 deste empréstimo foi, em reais: a) 206.000,00 b) 212.242,01 c) 212.180,00 d) 272.000,00 e) 280.160,00 180. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Em 31/12/2013, a Cia. Financiada realizou a emissão de debêntures para captação de recursos no valor de R$ 10.000.000,00. As debêntures apresentaram as seguintes características: Prazo total: 5 anos Taxa de juros: 10% ao ano Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 2.637.974,81 Para a emissão e colocação das debêntures no mercado, a Cia. incorreu em custos de transação no valor total de R$ 150.000,00. No entanto, a expectativa do mercado futuro de juros era que ocorreria um aumento nas taxas de juros nos próximos anos e a Cia. obteve um valor inferior ao da emissão, vendendo os títulos por R$ 9.500.000,00. A taxa de custo efetivo da emissão foi 12,6855% ao ano. O valor dos encargos financeiros apropriados no resultado de 2014 foi, em reais, 2.637.974,81. B) 1.150.000,00. C) 1.268.550,00. D) 1.355.122,50. E) 1.186.094,25. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 82 181. (FCC/Analista/CNMP/2015) No dia 01/12/2014 uma empresa obteve um empréstimo bancário no valor total de R$ 2.000.000,00 que será liquidado da seguinte forma: − Principal: pagamento integral em 01/12/2017 − Juros: pagamentos trimestrais, com a primeira parcela vencendo em 01/03/2015 As demais características do empréstimo são as seguintes: − Taxa de juros contratada: 1,3% ao mês − Valor dos juros trimestrais: R$ 79.018,39 − Despesas iniciais cobradas pelo Banco (custos de transação): R$ 150.000,00 − A taxa de custo efetivo da operação: 1,57% ao mês Os valores da despesa com encargos financeiros apropriada no resultado de 2014 e do saldo apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2014 para o empréstimo obtido foram, respectivamente, em reais, a) 29.045,00 e 1.879.045,00. b) 31.400,00 e 2.031.400,00. c) 26.339,46 e 2.026.339,46. d) 33.755,00 e 2.183.755,00. e) 24.050,00 e 1.874.050,00. 182. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) Uma empresa fez a emissão de 10.000.000 de debêntures pelo valor nominal unitário de R$ 3,00 para obtenção de um total de recursos no valor de R$30.000.000,00. As características dos títulos emitidos foram as seguintes: − Data da emissão: 31/12/2012 − Prazo total: 10 anos − Taxa de juros: 10% ao ano − Pagamentos: parcelas anuais de R$ 4.882.361,85 − Gastos incorridos para a emissão e colocação das debêntures: R$ 666.672,90 Tendo em vista que havia expectativa de que as taxas de juros sofreriam uma queda nos próximos anos, houve uma grande demanda pelas debêntures emitidas e a empresa conseguiu vendê-las pelo valor total de R$ 32.000.000,00 e, com isto, a taxa de custo efetivo da emissão foi 9% ao ano. O valor total das despesas apropriadas no resultado de 2013 e o saldo apresentado no balanço patrimonial em 31/12/2013 para as debêntures emitidas foram, respectivamente, em reais, A) 3.666.672,90 e 28.117.638,15. B) 2.700.000,00 e 27.817.638,15. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 83 C) 2.880.000,00 e 29.997.638,15. D) 3.546.672,90 e 29.997.638,15. E) 2.819.999,44 e 29.270.964,69. 183. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) A Cia. Alfa obteve, em 01/12/2014, um empréstimo bancário para financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi R$ 3.000.000,00, para pagamento integral (principal e juros) em 01/02/2015, e a taxa de juros compostos contratada foi 10% ao mês. Os custos de transação pagos, em 01/12/2014, para a obtenção deste empréstimo foram R$ 100.000,00. Em 01/12/2014, ao reconhecer este empréstimo, a Cia. Alfa aumentou o A) ativo total em R$ 3.000.000,00. B) passivo total em R$ 2.900.000,00. C) passivo total em R$ 3.630.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 630.000,00. D) passivo total em R$ 3.000.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 100.000,00. E) ativo total em R$ 2.900.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 100.000,00. 184. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) Determinada empresa obteve, em 01/12/2014, um empréstimo para financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi de R$ 8.000.000,00 para pagamento integral (principal e juros) em 01/12/2015 e a taxa de juros compostos contratada foi 12% ao ano. Os custos de transação incorridos e pagos para a obtenção deste empréstimo foram R$ 160.000,00. Sabendo-se que este empréstimo é mensurado pelo custo amortizado, o valor reconhecido no Balanço Patrimonial, em 01/12/2014, foi, em reais, a) 8.000.000,00 no ativo. b) 8.000.000,00 no passivo. c) 8.160.000,00 no ativo. d) 8.000.000,00 no passivo e 160.000,00 no resultado do período. e) 7.840.000,00, no passivo. 185. (FCC/Analista Júnior/Metrô/SP/2014) Em 31/12/2011 uma empresa obteve um empréstimo no valor de R$ 20.000.000,00 com as seguintes características: - Prazo total: 10 anos. - Taxa de juros compostos: 9% ao ano. - Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 3.116.401,80. Para a obtenção do empréstimo a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 850.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 84 A taxa de custo efetivo da emissão foi 10% ao ano. O valor dos encargos financeiros reconhecido no resultado de 2012 e o saldo líquido apresentado no balanço patrimonial referente à transação, em 31/12/2012, foram, respectivamente, em reais, a) 1.800.000,00 e 18.683.598,20. b) 2.000.000,00 e 18.883.598,20. c) 1.915.000,00 e 17.948.598,20. d) 1.800.000,00 e 17.833.598,20. e) 1.915.000,00 e 18.798.598,20. 186. (FCC/Analista Contábil/SABESP/2014) A Cia. Bem Gelada S.A. obteve, em 01/11/2013, um empréstimo para financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi de R$ 5.000.000, para pagamento integral (principal e juros) em 31/10/2014 e taxa de juros compostos de 7% ao ano. Os custos incorridos e pagos para a obtenção deste empréstimo foram R$ 125.000. Sabendo-se que este empréstimo é mensurado pelo custo amortizado, ao reconhecer este empréstimo obtido, em 01/11/2013, a Cia. Bem Gelada S.A. aumentou o a) passivo total em R$ 4.875.000. b) ativo total em R$ 5.000.000. c) passivo total em R$ 5.000.000. d) passivototal em R$ 5.350.000 e reduziu o resultado do período em R$ 475.000. e) ativo total em R$ 4.875.000 e reduziu o resultado do período em R$ 125.000. 187. (FCC/SABESP/Contabilidade/2014) Uma empresa obteve recursos por meio da emissão de debêntures no valor de R$ 40.000.000. As debêntures apresentaram as seguintes características: − Data da emissão: 31/12/2011. − Taxa de juros contratada: 12% ao ano. − Prazo total de resgate: 8 anos. − Pagamentos: parcelas anuais de R$ 8.052.114. Para a colocação das debêntures no mercado a empresa incorreu em custos de serviços de assessoria jurídica e financeira que totalizaram R$ 800.000. A taxa de custo efetivo da emissão foi 12,6% ao ano. O valor dos encargos financeiros apropriados no resultado de 2012 foi, em reais, A) 4.800.000. B) 5.040.000. C) 4.704.000. D) 8.052.114. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 85 E) 4.939.200. 188. (FCC/Analista/Contabilidade/DPE/RS/2013) Considere as seguintes assertivas: I. Os custos de transação de captação de recursos de terceiros não efetivada devem ser reconhecidos como despesa no resultado do período em que se frustrar essa captação. II. Os custos de transação incorridos na aquisição de ações de emissão da própria entidade devem ser tratados como acréscimo do custo de aquisição de tais ações. III. Os custos de transação incorridos na captação de recursos por meio da contratação de instrumento de dívida devem ser contabilizados como redução do valor justo inicialmente reconhecido do instrumento financeiro emitido. Está correto o que se afirma APENAS em a) I b) II c) III d) I, II e III. e) II e III. 189. (FCC/Auditor Fiscal/ISS SP/2012) Em 30/12/X1, a empresa Beta, sociedade anônima de capital aberto, fez uma captação de recursos, via debêntures, cujo valor de emissão foi R$ 2,2 milhões com taxa de juros anual contratada de 5,0% e com prazo de 10 anos. Para isso, incorreu em custos de transação no montante de R$ 100 mil pagos em 30/12/X1. Todavia, dadas as condições vantajosas em relação ao mercado, houve prêmio na emissão das debêntures de R$ 200 mil. Com base nessas informações, a empresa Beta reconheceu, em 30/12/X1, (A) ativo de R$ 2,1 milhões. (B) despesa financeira de R$ 100 mil. (C) passivo de R$ 2,3 milhões. (D) receita financeira de R$ 200 mil. (E) reserva de capital de R$ 200 mil. 190. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE/PR/2012) A Cia. Financia Tudo S.A foi constituída, em 30/06/X10, mediante integralização de 100% de seu Capital Social, no valor de R$ 150.000,00, em dinheiro. Durante o mês de julho de X10, a Cia. realizou as seguintes operações: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 86 Após o registro das operações acima, o Passivo da Cia. Financia Tudo S.A., em 31/07/X10, era, em reais, (A) 137.000. (B) 137.892. (C) 137.292. (D) 152.000. (E) 152.292. 191. (FCC/APOFP/2010) A empresa Gama S.A. emitiu 1.000 debêntures a R$ 10,00 cada, com taxa de juros compostos de 6% ao ano, com prazo de 5 anos e pagamentos anuais de R$ 2.374,00. Os custos de transação incorridos e pagos foram de R$ 100,00 e houve prêmio na emissão desses títulos, no valor de R$ 278,00. Na data de emissão das debêntures, a empresa: (A) debitou na conta Disponível o valor de R$ 10.000,00. (B) debitou na conta Despesa Financeira o valor de R$ 100,00. (C) creditou no Passivo o valor de R$ 10.000,00. (D) creditou na conta Receita Financeira o valor de R$ 278,00. (E) creditou no Passivo o valor de R$ 10.178,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 87 Fundação Getúlio Vargas (FGV) 192. (FGV/Prefeitura de Salvador/Técnico em Contabilidade/2017) A Cia. ABC emitiu, em 2016, títulos patrimoniais no valor de R$ 200.000,00, tendo procura satisfatória. No processo de captação de recursos, a empresa incorreu em custos de transação vinculados à emissão no valor de R$ 10.000,00. Os custos de transação devem ser contabilizados como a) despesa financeira. b) despesa operacional. c) ativo intangível. d) redutores do patrimônio líquido e) outros resultados abrangentes 193. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES (CNAI) do CFC – 2009) De acordo com a Resolução n.º 1.142/08, que aprovou a norma NBC T 19.14, quando a operação de captação de recursos por intermédio da emissão de títulos patrimoniais não for concluída, inexistindo aumento de capital ou emissão de bônus de subscrição, os custos de transação devem ser: a) baixados como perda contra lucros/prejuízos acumulados. b) baixados como perda em conta do resultado do exercício. c) mantidos em conta de ativo para apropriação ao custo de futura operação. d) apropriados ao ativo intangível, sujeitos ao teste de recuperabilidade. 194. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES (CNAI) do CFC – 2009) Os custos de transação na emissão de títulos e valores mobiliários de que trata a Resolução CFC n.º 1.142, que aprovou a NBC T 19.14, enquanto não captados os recursos a que se referem, devem ser: a) apropriados e mantidos em conta transitória e específica do ativo como pagamento antecipado. b) apropriados de imediato ao resultado do período, pois são despesas a partir do momento de sua ocorrência. c) transferidos para o ativo intangível tão logo concluído o processo de captação. d) apropriados a conta de lucros ou prejuízos acumulados Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 88 Questões Inéditas 195. (Questão Inédita) Nos itens abaixo, assinale o único que se classifica como “Despesa Financeira”, nos temos no Pronunciamento CPC 08: A) Descontos B) Prêmios C) Variação cambial D) Taxas E) Honorários 196. (Questão Inédita) Uma empresa incorreu em despesas com honorários de advogados e com consultoria especializada, ao realizar o lançamento de novas ações. Tais despesas deverão ser contabilizadas: A) No resultado do exercício em que ocorrerem B) No Patrimônio Líquido C) No Ativo Circulante D) No Passivo Circulante E) No Ativo Intangível A empresa KLR captou recursos de terceiros no valor de R$100.000,00, com taxa de juros nominal de 10,0% anuais, 3 pagamentos anuais e consecutivos de $ 40.211,00 e custos de transação de $ 6.644,00. 197. (Questão inédita) A contabilização no momento da captação é: A) D – Caixa (pela captação líquida) $ 100.000.00 C – Custos de transações (redutora do ativo) $ 6.644,00 C – Empréstimos e financiamentos $ 93.356,00 B) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 D – Custos de transações (resultado do exercício) $ 6.644,00 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 C) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 C – Empréstimos e financiamentos $ 93.356,00 D) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 89 D – Custos a amortizar (redutora do passivo) $ 6.644,00 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 C) D – Caixa (pela captação líquida) $ 100.000,00 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 198. (Continuação da questão anterior): O fluxo de caixa a ser considerado na captação é o seguinte:Ano Valor 0 93.356 1 (40.211) 2 (40.211) 3 (40.211) O fluxo acima apresenta uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 14% ao ano. O valor dos Encargos financeiros que afetarão a DRE no ano 2 é de: A) 9.270 B) 9.660 C) 10.230 D) 11.500 E) 12.340 199. (Questão Inédita) A despesa financeira com juros no segundo ano é: A) 4.979 B) 5.459 C) 5.799 D) 6.359 E) 6.979 200. (Questão Inédita) O valor do custo de transação apropriado no segundo ano é de: A) 991 B) 1.491 C) 1.991 D) 2.291 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 90 E) 2.391 OBS: reproduzimos abaixo os quadros de controle da apropriação dos encargos financeiros e dos juros. ENCARGOS FINANCEIROS Ano Principal TIR 14% Total Pagamento Saldo final 1 93.356 13.070 106.426 40.211 66.214 2 66.214 9.270 75.484 40.211 35.273 3 35.273 4.938 40.211 40.211 0 TOTAL 27.278 DESPESAS FINANCEIRAS (JUROS) Ano Principal Juros 10% Total Pagamento Saldo final 1 100.000 10.000 110.000 40.211 69.789 2 69.789 6.979 76.767 40.211 36.556 3 36.556 3.656 40.211 40.211 0 TOTAL 20.634 201. (Questão inédita) O valor dos juros de um empréstimo incorridos durante a construção ou formação de um ativo imobilizado qualificado deve ser: A) Lançado como despesa do exercício em que ocorrer. B) Lançado no Patrimônio Líquido C) Lançado no Imobilizado D) Lançado no Intangível E) Lançado em conta redutora do passivo 202. (Questão inédita) A empresa KLS planeja emitir ações e lançar debêntures, para captação de recursos destinados a financiar a expansão prevista da empresa. No ano de X1, ocorreram os seguintes gastos: 1 – contratação de advogados para analisar e adequar o estatuto da empresa, antes da emissão de ações - $ 20.000,00. 2 – Contratação de empresa especializada para orientar sobre o lançamento das debêntures e realizar o estudo de viabilidade - $ 35.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 91 Indique a contabilização correta dos gastos acima, no balanço de 31.12.X1: A) Despesa, no Resultado do Exercício B) No Ativo Intangível C) No Patrimônio Líquido D) Como Pagamentos Antecipados, no Ativo E) Como Ajuste de Avaliação Patrimonial 203. (Questão inédita) Suponha que em X2 a empresa KLS desistiu da emissão das ações e do lançamento das debêntures, sem qualquer captação de recursos. Nesse caso, os gastos efetuados com advogados e empresa de assessoria devem ser: A) Reconhecidos como perda no resultado do exercício de X2. B) Contabilizados como Ajustes de Exercícios anteriores, no PL C) Transferidos de pagamentos antecipados para Ativo intangível. D) Transferidos para Ajuste de Avaliação Patrimonial E) Contabilizados como Reserva de Capital Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 92 CPC 12 – Ajuste a Valor Presente Fundação Carlos Chagas 204. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal de Tributos Municipais/2018) Em 31/12/2016, uma empresa realizou vendas totais no valor de R$ 1.075.000,00, sendo que R$ 500.000,00 foram vendidos à vista e o saldo remanescente será recebido integralmente após 15 meses. A empresa praticava a taxa de juros de 11,83% ao ano para as suas vendas a prazo, que equivale a uma taxa de 15% no prazo de 15 meses. Em relação às vendas efetuadas em 31/12/2016, a empresa reconheceu Receita de Vendas no valor de (A) R$ 1.075.000,00 no resultado do ano de 2016, apenas. (B) R$ 500.000,00 no resultado do ano de 2016 e Receita de Vendas no valor de R$ 575.000,00 no resultado do ano de 2017. (C) R$ 1.000.000,00 no resultado do ano de 2016 e Receita Financeira no valor de R$ 59.150,00 no resultado do ano de 2017. (D) R$ 537.500,00 no resultado do ano de 2016 e Receita de Vendas no valor de R$ 537.500,00 no resultado do ano de 2017. (E) R$ 1.000.000,00 e Receita Financeira no valor de R$ 75.000,00, ambas no resultado do ano de 2016. 205. (FCC/Analista/DPE AM/2018) A Cia. Fantástica possuía em seu estoque um lote de mercadoria e, em 01/12/2016, vendeu 60% desse lote por R$ 650.000,00 para ser recebido em 30/03/2018. Sabe-se que se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pago R$ 554.333,00, que não há incidência de qualquer tributo na compra nem na venda das mercadorias e que a taxa de juros cobrada pela empresa foi 1% ao mês. Com base nestas informações, a Cia. Fantástica reconheceu na Demonstração do Resultado de 2016, Receita de vendas no valor de a) R$ 554.333,00 e Receita financeira no valor de R$ 95.667,00. b) R$ 650.000,00 e Despesa financeira no valor de R$ 95.667,00. c) R$ 554.333,00 e Receita financeira no valor de R$ 5.543,33. d) R$ 650.000,00, apenas. e) R$ 554.333,00, apenas. 206. (ARTESP/Especialista em Regulação/2017) A Cia. Rapidinha realizou as seguintes vendas de mercadorias, em 01/12/2016: − Vendas à vista: R$ 1.500.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 93 − Vendas realizadas no longo prazo: R$ 1.608.437,25 (valor nominal). A taxa de juros efetiva praticada pela Cia. nas vendas a prazo foi 2% ao mês e o valor presente da venda realizada a prazo, na data da venda, era R$ 1.000.000,00. Com base nestas informações, a Cia. Rapidinha reconheceu (A) R$ 3.108.437,25 como Receita de Vendas, em 01/12/2016. (B) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016, e Receita Financeira de R$ 608.437,25, em 31/12/2016. (C) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016, e Receita Financeira de R$ 50.000,00, em 31/12/2016. (D) R$ 3.108.437,25 como Receita de Vendas e Receita Financeira a Apropriar de R$ 608.437,25, em 01/12/2016. (E) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016. 207. (FCC/ARETESP/Técnico em Regulação/2017) A Cia. de Concessões realizou, em 05/01/2017, uma venda no valor de R$ 1.200.000,00, cujo valor será recebido integralmente em 31/01/2019. Sabe-se que o prazo, normalmente, concedido pela empresa é de 50 dias e que, se a venda tivesse sido à vista, seu valor total seria R$ 980.000,00 (valor presente). Com base nestas informações, no momento da venda, a Cia. de Concessões reconheceu receita de venda, em reais, de a) 1.200.000,00. b) 1.200.000,00 e ajuste a valor presente referente à conta de Clientes no valor de R$ 220.000,00. c) 980.000,00 e receita financeira no valor de R$ 220.000,00. d) 1.200.000,00 e despesa financeira no valor de R$ 220.000,00. e) 980.000,00. 208. (FCC/TST/Analista Contabilidade/2017) A empresa Enfeites de Natal S.A. realizou, em 31/12/2015, as seguintes vendas de mercadorias: − Vendas à vista no valor de R$ 1.500.000,00. − Vendas a prazo no valor de R$ 1.650.000,00, para ser recebido em 31/12/2016. Na data da venda, a taxa de juros que estava sendo praticada pela empresa nas vendas a prazo era 10% ao ano. A empresa deveria reconhecer, exclusivamente em relação às vendas efetuadas em 31/12/2015, receita de vendas no valor, em R$, de (A) 3.150.000,00 no resultado do ano de 2015. (B) 1.500.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita de Vendas no valor de R$ 1.650.000,00 no resultado do ano de 2016. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 94 (C) 1.575.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita de Vendas no valor de R$ 1.575.000,00 no resultado do ano de 2016. (D) 1.500.000,00 no resultado do ano de 2015, Receita de Vendas no valor de R$ 1.500.000,00 no resultado do ano de 2016 e Receita Financeira no valor de R$ 150.000,00 no resultadodo ano de 2016. (E) 3.000.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita Financeira no valor de R$ 150.000,00 no resultado do ano de 2016. 209. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) No dia 01/12/2014, a empresa comercial Facilito A Venda S.A. realizou vendas de mercadorias no valor total de R$ 12.800.000,00, sendo que R$ 5.000.000,00 foram recebidos à vista e o restante para ser recebido integralmente em 01/12/2016. Na data da venda, a empresa estava praticando, para as suas vendas a prazo, a taxa de juros de 1,099% ao mês que corresponde a 30% em 2 anos. No Balanço Patrimonial da empresa Facilito A Venda S.A. de 31/12/2014, o valor evidenciado para o saldo a receber das vendas efetuadas em 01/12/2014 foi, em reais: (A) 6.065.940,00. (B) 12.940.672,00. (C) 7.800.000,00. (D) 7.885.722,00. (E) 6.000.000,00. 210. (FCC/Técnico Tributário/SEFAZ-MA/2016) A Cia. Compra & Revende realizou as seguintes vendas de mercadorias, em 01/06/2016: − Vendas à vista: R$ 2.000.000,00. − Vendas realizadas no longo prazo: R$ 3.517.735,94 (valor nominal). A taxa de juros praticada pela empresa nas vendas a prazo foi 1% ao mês e o valor presente da venda realizada a prazo, na data da venda, era R$ 3.000.000,00. Com base nestas informações e na regulamentação vigente, a Cia. Compra & Revende reconheceu, no momento da venda, receita de vendas, em reais, de a) 5.000.000,00. b) 5.517.735,94 c) 5.000.000,00 e Receita Financeira de R$ 517.735,94. d) 5.000.000,00 e Receita Financeira de R$ 30.000,00. e) 5.517.735,94 e Receita Financeira a apropriar de R$ 517.735,94. 211. (FCC/TCM GO/ACE/2015) Em 01/12/2013, uma empresa constituída na forma de sociedade por ações realizou as seguintes transações de vendas de mercadorias: − Venda à vista: R$ 400.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 95 − Venda a prazo no valor de R$ 598.073,74 que será recebido 18 meses após a data da venda. A taxa de juros vigente na data da venda era 1% ao mês e se a venda efetuada a prazo tivesse sido realizada à vista o valor total das vendas seria R$ 900.000,00. Sabendo que o financiamento a clientes não é uma atividade operacional da empresa e de acordo com as normas contábeis vigentes, a empresa reconheceu na Demonstração do Resultado de 2013, especificamente com relação às vendas efetuadas em 01/12/2013: A) Receita de Vendas = R$ 998.073,74, apenas. B) Receita de Vendas = R$ 900.000,00, apenas. C) Receita de Vendas = R$ 998.073,74 e Receita Financeira = R$ 5.980,74. D) Receita de Vendas = R$ 900.000,00 e Receita Financeira = R$ 5.000,00. E) Receita de Vendas = R$ 500.000,00 e Receita Financeira = R$ 5.000,00. 212. (FCC/SEFAZ-PI/Auditor Fiscal/2015) A Cia. Vende & Recompra adquiriu, em 30/04/2014, mercadorias para serem comercializadas. Em função de sua situação financeira, a Cia. fez essa aquisição a prazo, para pagamento em 30/06/2016. O valor a ser pago na data do vencimento é R$ 380.000,00, mas se a Cia. tivesse adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 330.000,00. Em 20/05/2014, a Cia. Vende & Recompra vendeu 80% dessas mercadorias por R$ 820.000,00, para serem recebidos integralmente em 15/07/2016. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pagado R$ 730.000,00. Com base nestas informações, é correto afirmar que o resultado bruto com vendas que a Cia. Vende & Recompra reconheceu, na data da venda, foi, em reais, a) 516.000,00. b) 426.000,00. c) 556.000,00. d) 400.000,00. e) 466.000,00. 213. (FCC/SEFAZ PI/Auditor/2015) A Cia. Vende & Recompra adquiriu, em 30/04/2014, mercadorias para serem comercializadas. Em função de sua situação financeira, a Cia. fez essa aquisição a prazo, para pagamento em 30/06/2016. O valor a ser pago na data do vencimento é R$ 380.000,00, mas se a Cia. tivesse adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 330.000,00. Em 20/05/2014, a Cia. Vende & Recompra vendeu 80% dessas mercadorias por R$ 820.000,00, para serem recebidos integralmente em 15/07/2016. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pagado R$ 730.000,00. Com base nestas informações, é correto afirmar que o resultado bruto com vendas que a Cia. Vende & Recompra reconheceu, na data da venda, foi, em reais, A) 400.000,00. B) 466.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 96 C) 516.000,00. D) 426.000,00. E) 556.000,00. 214. (FCC/TCM RJ/Auditor/2015) Um lote de mercadorias para comercialização foi adquirido a prazo em 30/09/2014 pelo valor de R$ 1.900.000,00, para pagamento em dezembro de 2015. Se a compra fosse realizada à vista, o preço de aquisição teria sido R$ 1.200.000,00. No mês de outubro de 2014 a empresa realizou a venda de 70% dessas mercadorias pelo valor de R$ 1.500.000,00, para recebimento em novembro de 2015. Se a venda das mercadorias tivesse sido feita à vista o preço de venda seria R$ 1.000.000,00. Em 31/12/2014 o valor que a empresa deveria pagar para o fornecedor era R$ 1.250.000,00 e o valor que seria cobrado do cliente era R$ 1.300.000,00. Nesse caso, a empresa reconheceu, no resultado de 2014, Resultado Bruto com Vendas no valor de a) R$ 170.000,00. b) R$ 660.000,00 e Despesa Financeira = R$ 50.000,00, apenas. c) R$ 160.000,00; Receita Financeira = R$ 300.000,00 e Despesa Financeira = R$ 50.000,00. d) R$ 330.000,00 (prejuízo) e Receita Financeira = R$ 300.000,00, apenas. e) R$ 160.000,00, apenas. 215. (FCC/TCE-CE/Auditor/2015) A empresa Comercial de Produtos Populares S.A. adquiriu, em 31/10/2013, mercadorias para serem comercializadas. A aquisição foi realizada a prazo para pagamento em junho de 2015 e o valor a ser pago na data do vencimento é R$ 980.000,00, mas se a empresa tivesse adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 800.000,00. Em 30/11/2013, a Comercial de Produtos Populares S.A. vendeu 50% dessas mercadorias por R$ 700.000,00, para serem recebidos integralmente em julho de 2015. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista a empresa venderia por R$ 480.000,00. Sabe-se que, se a empresa fosse liquidar a dívida com o fornecedor em 31/12/2013 pagaria R$ 808.000,00 e se o cliente antecipasse o pagamento do valor da venda nesta data a empresa receberia R$ 489.600,00. Com base nestas informações, é correto afirmar que a Comercial de Produtos Populares S.A. reconheceu, no resultado de 2013, A) Resultado Bruto com Vendas = R$ 210.000,00. B) Resultado Bruto com Vendas = R$ 300.000,00 e Despesa Financeira = R$ 8.000,00. C) Resultado Bruto com Vendas = R$ 80.000,00; Receita Financeira = R$ 9.600,00 e Despesa Financeira = R$ 8.000,00. D) Resultado Bruto com Vendas = −R$ 10.000,00 (prejuízo) e Receita Financeira = R$ 9.600,00. E) Resultado Bruto com Vendas = R$ 81.600,00. 216. (FCC/TRT 16/Contabilidade/2014) A Cia. Longo Prazo realizou, em 31/12/2013, uma venda no valor total de R$ 400.000,00. Recebeu R$ 100.000,00 à vista e o restante será recebido em 30/04/2015, embora o prazo normalmente concedido pela empresa fosse de 120 dias. Se o cliente tivesse efetuado a compra à Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 97 vista, ele pagaria R$ 345.000,00. Com base nestas informações e na regulamentação vigente, a Cia. Longo Prazo reconheceu, no momento da venda, uma receita de vendas de R$ 100.000,00. R$ 345.000,00. R$ 400.000,00. R$ 400.000,00 e uma despesa financeira de R$ 55.000,00. R$ 345.000,00 e uma receita financeira de R$ 55.000,00. 217. (FCC/TCE GO/ACE/2014) Considerando as normas pertinentes ao ajuste a valor presente, as características abaixo estão sujeitas à mensuração prevista na norma: I. a transação que dá origem a um ativo, a um passivo, a umareceita ou a uma despesa ou outra mutação do patrimônio líquido, cuja contrapartida é um ativo ou um passivo com liquidação financeira (recebimento ou pagamento) em data diferente da data do reconhecimento desses elementos. II. o reconhecimento periódico de mudanças de valor, utilidade ou substância de ativos ou passivos similares emprega método de alocação de descontos. III. o conjunto particular de fluxos de caixa estimados, claramente associado a um ativo ou a um passivo. Está correto o que se afirma em A) I, II e III. B) I, apenas. C) II, apenas. D) III, apenas. E) I e II, apenas. 218. (FCC/MPE PB/Analista Ministerial/2015) Para que ativos e passivos sejam ajustados a valor presente eles devem: I. Ser uma transação que dá origem a um ativo, a um passivo, a uma receita ou a uma despesa ou outra mutação do patrimônio líquido cuja contrapartida é um ativo ou um passivo com liquidação financeira (recebimento ou pagamento) em data igual a da data do reconhecimento desses elementos. II. Ter reconhecimento periódico de mudanças de valor, utilidade ou substância de ativos ou passivos similares e empregar método de alocação de descontos. III. Ser um conjunto particular de fluxos de caixa exatos e claramente associado a um ativo ou a um passivo. Está correto o que se afirma APENAS em a) II. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 98 b) I. c) III. d) I e II. e) II e III. 219. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) A empresa Vende Tudo SA realizou, em 31/12/2012, uma venda no valor total de R$ 120.000,00. A condição de recebimento pactuada com o cliente foi R$ 40.000,00 à vista e o restante (R$ 80.000,00) para ser recebido em 31/10/2014, embora o prazo normalmente concedido pela empresa fosse de 90 dias. Sabe-se que se o cliente efetuasse a compra à vista, ele pagaria, no total, R$ 106.000,00 (valor presente). Com base nestas informações e na regulamentação vigente, no momento da venda a empresa deve reconhecer receita de venda de (A) R$ 106.000,00. (B) R$ 120.000,00. (C) R$ 106.000,00 e receita financeira de R$ 14.000,00. (D) R$ 120.000,00 e despesa financeira de R$ 14.000,00. (E) R$ 120.000,00 e despesa financeira a apropriar de R$ 14.000,00. 220. (FCC/Auditor Fiscal/ISS SP/2012) O auditor da empresa Ômega S.A. constatou que os valores registrados em Contas a Receber no Circulante tinham seus valores ajustados a valor presente e que os valores registrados em Contas a Receber, no Não Circulante, apresentavam os seus valores sem o ajuste a valor presente. Essa situação poderia ser validada pelo auditor (A) se os contas a receber o Circulante e no Não Circulante possuírem encargos financeiros embutidos que gerem ajustes significativos. (B) visto que não há regra para realização do ajuste a valor presente, podendo a entidade avaliar o impacto nas demonstrações contábeis. (C) se os valores registrados no contas a receber forem significativos e os valores registrados no Não Circulante não tiverem encargos financeiros embutidos. (D) se as vendas registradas no curto prazo forem feitas com as mesmas condições de venda a vista e no longo prazo as vendas não causarem ajustes relevantes. (E) visto que as contas a receber registradas no Circulante devem ser sempre ajustadas a valor presente e as registradas no Não Circulante não podem ser ajustadas. 221. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP /2013) NÃO é uma conta que deve ser ajustada a valor presente: A) Provisão para passivo previdenciário. B) Contas a receber não circulante, com juros. C) Contas a pagar não circulante, indexado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 99 D) Empréstimos concedidos com juros prefixados de longo prazo. E) Adiantamento em dinheiro para recebimento em bens. 222. (FCC/ICMS SP/2009) Uma empresa tem inscrito um saldo relevante em seus ativos, na conta valores a receber. Nesse caso, a empresa deverá (A) ajustar os recebíveis a valor presente, lançando os ajustes a valor presente em conta de despesa financeira. (B) provisionar o ajuste a valor presente, criando uma retificadora da conta que originou a operação inicial. (C) ajustar os recebíveis pela taxa Selic, lançando o valor do ajuste em conta de Patrimônio Líquido. (D) calcular proporcionalmente o valor do desconto a valor presente mediante aplicação de taxa média anual praticada pela empresa e creditar direto no saldo de recebíveis. (E) ajustar os recebíveis, calculando seu valor presente e registrando-o em conta de receita financeira. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 100 Fundação Getúlio Vargas 223. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) Um grupo de pessoas resolveu dar início a um negócio utilizando a Internet. Os companheiros, agora sócios da mais nova “.com” do território nacional foram ousados e com menos de 2 anos já haviam realizado I.P.O. na bolsa de valores. O nome fantasia escolhido diz tudo sobre a empresa: Doefácil Brasil. Para construir sua sede, a empresa contou com aporte de recursos do governo no montante de R$ 1,5 mil. O recurso foi depositado na conta da empresa em uma única parcela, no ato da assinatura do termo de subvenção. O governo brasileiro entendeu que a atividade da empresa seria benéfica para a economia local e adicionou uma cláusula condicional ao contrato para estimular o seu crescimento. Caso não cumpra a decisão, o pagamento do empréstimo acontecerá ao final de 36 meses, em cota única. Em síntese, caso conseguisse empregar 3 presos condenados pela Justiça ao regime semiaberto no prazo de 1 ano, receberia perdão da dívida. O contrato foi celebrado com taxas de juros de 3% ao mês. Ocorre que a empresa ainda aguarda a decisão do Juiz sobre a oferta de emprego ao terceiro condenado. Entretanto, o prazo dado pelo governo para cumprir a condição de geração de empregos venceu ontem. Assim, sobre os recursos provenientes dessa transação, as demonstrações contábeis da Doefácil, hoje deveriam reportar (A) uma nota explicativa informando que seu corpo jurídico aconselhou que o passivo não foi reconhecido por julgar que ainda é possível o perdão da dívida. (B) R$ 1,5 mil em seu passivo circulante, mensurado a valor justo. (C) um passivo não circulante, ajustado ao valor presente. (D) um ativo imobilizado decorrente da aplicação do montante de R$ 1,5 mil, acompanhado de conta redutora da respectiva subvenção governamental. (E) uma perda de R$ 1,5 mil em seu resultado, decorrente do descumprimento da condição colocada para subvenção governamental. 224. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2013, uma empresa apresentava os seguintes saldos em seu balanço patrimonial: Caixa: R$ 10.000,00 Estoques: R$ 200.000,00 Terreno: R$ 30.000,00 Capital Social: R$ 240.000,00 No mês de janeiro, a empresa vendeu metade de seu estoque por R$ 160.000,00, o que é considerado relevante. Do valor, metade será recebida em 30 dias, e a outra metade, em 60 dias. A empresa considera a taxa para desconto a valor presente de 4% ao mês. Além disso, estima o risco de inadimplência de 2%. Considerando que essa foi a única transação de janeiro, o valor do Patrimônio Líquido da empresa em 31/01/2013, de acordo com a legislação societária, era, aproximadamente, de (A) R$ 56.800,00. (B) R$ 287.688,00. (C) R$ 287.870,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 101 (D) R$ 290.888,00. (E) R$ 296.800,00. CESPE 225. (CESPE/Contador/TCE/RO/2013) Os direitos decorrentes de vendas a prazo classificados no ativo realizável a longo prazo estão sujeitosa ajuste a valor presente, cujo efeito contábil é a redução simultânea do ativo e do resultado da empresa detentora desses direitos. 226. (CESPE/CADE/Contador/2014) Com base no pronunciamento técnico de ajuste a valor presente, do CPC, julgue o item subsequente. O desconto a valor presente é requerido no caso de passivos contratuais, devendo a taxa de desconto considerar o risco de crédito da entidade. Quanto aos passivos não contratuais, não ocorre a apuração do valor presente apesar do seu registro como provisões futuras. 227. (CESPE/Contador/ANTAQ/2014) O ajuste a valor presente de venda a longo prazo enseja redução na conta de receita bruta de vendas. CESGRANRIO 228. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior/2014) Considere os dados a seguir para responder à questão. Em 5 de janeiro de 2013, uma companhia obteve um financiamento para adquirir um novo equipamento para seu ativo imobilizado nas seguintes condições: • Entrada de 200.000,00, no ato da operação, efetuada em cheque. • 3 parcelas anuais iguais e sucessivas de 200.000,00 cada uma, pactuadas à taxa de 8% ao ano, vencendo a primeira em 5 de janeiro de 2014. Concluída a negociação, a companhia elaborou a seguinte planilha da operação realizada: Vencimento Histórico Valor Original Taxa de desconto Valor Presente 05/01/2013 Entrada R$ 200.000,00 0 R$ 200.000,00 05/01/2014 1ª Parcela R$ 200.000,00 0,9259 R$ 185.180,00 05/01/2015 2ª Parcela R$ 200.000,00 0,8573 R$ 171.460,00 05/01/2016 3ªParcela R$ 200.000,00 0,7938 R$ 158.760,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 102 Totais R$ 800.000,00 R$ 715.400,00 De acordo com a legislação societária e as normas contábeis vigentes, o registro contábil da operação, feito pela companhia, no dia da operação, é o seguinte: a) D. Equipamentos 715.400,00 C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 C. Contas a Pagar 515.400,00 b) D. Equipamentos 715.400,00 D. Juros a Apropriar (redutora de contas a pagar 69.780,00 D. Juros Passivos (despesa) 14.820,00 C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 C. Contas a Pagar 600.000,00 c) D. Equipamentos 715.400,00 D. Juros a Apropriar (redutora de contas a pagar) 84.600,00 C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 C. Contas a Pagar 600.000,00 d) D. Equipamentos 800.000,00 C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 C. Contas a Pagar 600.000,00 e) D. Equipamentos 800.000,00 C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 C. Encargos Financeiros Futuros a Pagar 84.600,00 C. Contas a Pagar 515.400,00 229. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Contabilidade/2013) Uma companhia, ao realizar os devidos cálculos de ajuste a valor presente do valor de uma Duplicata a Receber classificada no Ativo Não Circulante / Realizável a Longo prazo, fez as seguintes anotações. Valor inicial da Duplicata a Receber 15.000,00 Valor da Duplicata ajustada a valor presente 10.800,00 Considerando exclusivamente as informações recebidas e a boa técnica contábil, o registro contábil que a companhia vai realizar, para reconhecer o valor presente da duplicata a receber, é Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 103 a) D Despesa de Ajuste a Valor Presente 4.200,00 C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 b) D Duplicatas a Receber 4.200,00 C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 c) D Receita de Financiamento de Vendas 4.200,00 C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 d) D Despesa de Ajuste a Valor Presente 10.800,00 C Duplicatas a Receber 10.800,00 e) D Receita de Financiamento de Vendas 10.800,00 C Duplicatas a Receber 10.800,00 230. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Contabilidade/2012) Admita para todos os efeitos que uma sociedade anônima de grande porte, do ramo comercial que compra e vende equipamentos pesados, vendeu a prazo um desses equipamentos, para recebimento a longo prazo, nas seguintes condições: • data da venda: 31 de dezembro de 2010 • valor da venda a prazo: R$ 72.450,00 • condições da venda: quitação em uma só parcela ao final de 24 meses • taxa de juros: 2% ao mês • taxa de juros para 24 meses: capitalizada a juros compostos 61% Considerando exclusivamente as informações recebidas, a boa técnica contábil e as determinações vigentes para a avaliação dos ativos de longo prazo, qual é, em reais, o valor líquido desse direito a receber, representado pelo saldo contábil evidenciado no Ativo Não Circulante / Ativo Realizável a Longo Prazo / Duplicatas a Receber, no balanço elaborado na data da operação, em 31 de dezembro de 2010? a) 27.450,00 b) 28.255,50 c) 44.194,50 d) 45.000,00 e) 71.001,00 231. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contabilidade/2011) Os itens monetários classificados no Ativo, decorrentes de operações prefixadas, com taxas de juros explícitas, devem ser expressos a valor presente nas demonstrações contábeis. No cálculo deste valor presente deve ser utilizada a taxa de juros vigente na data da(o) Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 104 a) competência do ativo b) origem da transação c) elaboração das demonstrações contábeis d) vencimento do ativo e) término da transação. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 105 CPC 15 - Fusão, Cisão e Incorporação de Empresas Fundação Carlos Chagas (FCC) 232. (FCC/ISS-SP/Auditor/2012) Na combinação de negócios, o adquirente deve mensurar os ativos identificáveis adquiridos pelos seus respectivos A) custos históricos corrigidos na data de aquisição. B) valores justos da data de aquisição. C) valores justos do último balanço patrimonial anterior à aquisição. D) valores de liquidação. E) custos históricos. 233. (FCC/TRF-5ª Região/Analista Contábil/2008) A Cia. A possui ações da Cia. B e as assembleias gerais das duas sociedades aprovaram a incorporação da Cia. B pela Cia. A, com base nos seguintes balanços patrimoniais: No decorrer do exercício, a Cia. B vendeu R$ 80.000,00 de mercadorias para a Cia. A pelo preço de custo, cujo pagamento não tinha sido efetuado pela investidora até o final do exercício. Após a operação de incorporação, que foi feita com base nos valores contábeis, o valor total do Ativo da Cia. A passou a ser A) 2.290.000,00 B) 2.210.000,00 C) 2.130.000,00 D) 2.090.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 106 E) 2010.000,00 234. (FCC/Metro-SP/Analista Trainee/Contabilidade/2008) Fusão é a operação na qual A) duas ou mais companhias se juntam com o objetivo de submeterem-se à concorrência para execução de um bem ou serviço público, ficando cada uma responsável por determinada parcela da obra a ser executada. B) uma sociedade absorve o patrimônio de outra, sucedendo-lhe os direitos e obrigações. C) uma sociedade realiza seus ativos, paga seus passivos e restitui o capital a seus sócios ou acionistas. D) uma sociedade transfere parcelas de seu patrimônio para outra que lhe sucederá em todos os direitos e obrigações. E) duas ou mais companhias se unem para formar uma sociedade nova, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações. 235. (FCC/TRF-2ª Região/Analista Contábil/2008) De acordo com a Lei no 6404/76, a operação pela qual uma companhia transfere parcelas de seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para esse fim ou já existentes, é denominada deA) incorporação. B) fusão. C) cisão. D) dissolução. E) encampação. 236. (FCC/CEAL/Contador/2005) A fusão é uma operação em que A) uma companhia transfere parcelas de seu patrimônio para uma ou mais companhias, já existentes ou criadas para tal fim. B) duas ou mais companhias se unem para formar uma nova que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações. C) a companhia muda seu objeto social com a finalidade de obtenção de créditos incentivados. D) uma companhia absorve o patrimônio de outra, sucedendo-lhe em todos seus direitos e obrigações. E) uma companhia se une a uma ou mais companhias com a finalidade de participar da concorrência em uma obra pública. 237. (FCC/CEAL/Contador/2005)A Cia. Alpha incorporou a Cia. Beta, da qual detinha 30% das ações. Os balanços patrimoniais das duas companhias estão reproduzidos abaixo. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 107 Supondo-se que a incorporação seja feita pelos valores contábeis, o patrimônio líquido da Cia. Alpha, após a operação, corresponderá (em R$) a A) 500 000,00 B) 600 000,00 C) 605 000,00 D) 705 000,00 E) 750 000,00 238. (FCC/ISS-SP/Auditor/2007) Em relação aos aspectos fiscais dos processos de reorganização e reestruturação de empresas, é correto afirmar que A) apenas as sociedades extintas nos processos de incorporação, fusão e cisão terão que apresentar declaração de informações da pessoa jurídica e tributar o lucro correspondente. B) a incorporadora poderá compensar os prejuízos fiscais da incorporada, observando o limite de redução de 30% do lucro real, antes de tal compensação. Há uma exceção, que veremos a seguir. C) a sociedade cindida parcialmente não mais terá direito a compensar seus prejuízos fiscais, devendo dar baixa dos mesmos na parte B do LALUR. D) as sociedades resultantes da cisão total de uma companhia terão direito de compensar os prejuízos fiscais da sucedida na proporção do acervo líquido recebido por cada uma. E) a reserva de reavaliação terá na sucessora o mesmo tratamento tributário que teria na sucedida. 239. (FCC/SEFAZ PI/ATE/2015) O valor do Patrimônio Líquido da Cia. Bons Negócios, em determinada data, era R$ 36.000.000,00 e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era, na mesma data, R$ 45.000.000,00. A Cia. Investidora adquiriu, nesta data, 60% das ações da Cia. Bons Negócios por R$ 33.000.000,00. Sabendo que a Cia. Investidora passou a deter o controle da Cia. Bons Negócios e que a participação dos não controladores é mensurada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Cia. Bons Negócios, os valores reconhecidos no grupo Investimentos (no balanço individual da Cia. Investidora) e no grupo Intangíveis (no balanço consolidado) foram, respectivamente, em reais: A) 21.600.000,00 e 11.400.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 108 B) 33.000.000,00 e 6.000.000,00 C) 33.000.000,00 e 11.400.000,00 D) 27.000.000,00 e 0,00 (zero) E) 27.000.000,00 e 18.000.000 240. (FCC/TRT 6/Contabilidade/2012) A Cia. Investidora adquiriu 90% das ações da Cia. Gama por R$ 5.000.000,00. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Gama era de R$ 3.500.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Cia. era de R$ 4.500.000,00. Com base nessas informações e sabendo que a Participação dos Não Controladores é avaliada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da adquirida, o valor do ágio pago pela Cia. Investidora em função de rentabilidade futura foi, em reais, A) 1.850.000 B) 1.500.000 C) 1.000.000 D) 950.000 E) 500.000 CESPE Julgue os itens subsequentes, relativos à fusão, cisão e incorporação de empresas. 241. (CESPE/TJ-AC/Contador/2012) Na operação de incorporação, apenas o passivo (obrigações) será absorvido pela empresa incorporadora. 242. (CESPE/TJ-AC/Contador/2012) Considere que as empresas ALFA e BETA têm, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 10 milhões em ativos, e R$ 10 milhões e R$ 8 milhões em passivos. Nesse caso, se ocorrer um operação de fusão dessas duas empresas, o patrimônio líquido da nova empresa será de R$ 12 milhões. Considerando os princípios fundamentais de contabilidade, os pronunciamentos contábeis do CPC, a Lei n.º 6.404/1976, alterações posteriores e legislação complementar, assinale a opção correta. 243. (CESPE/TJ-AL/Analista contabilidade/2012 - adaptada) Em uma operação de incorporação, as empresas envolvidas são extintas para dar lugar a uma nova sociedade e, na operação de fusão, a empresa controladora absorve a(s) empresa(s) controlada(s) ou coligada(s), fazendo com que deixe(m) de existir. 244. (CESPE/TJ-AL/Analista contabilidade/2012 - adaptada) A cisão é a operação em que a empresa cindida pode ser extinta ou continuar existindo com patrimônio inferior, gerando uma ou mais empresas com ativos e passivos transferidos para nova entidade. Julgue os itens a seguir, a respeito de fusão, incorporação e cisão de empresas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 109 245. (CESPE/TJ-RR/Contador/2012) Se a companhia X deixa de existir ao transferir seu patrimônio para a companhia Y, já existente, e para as companhias Z e W, que foram constituídas especialmente para esse fim, diz-se que ocorreu um processo de fusão total de empresas. 246. (CESPE/TJ-RR/Contador/2012) Considere que as sociedades empresariais Alfa e Beta, que atuam no mesmo ramo de negócios e estão sob controle acionário comum, não tenham nenhuma participação de uma na outra, e que, em um processo de incorporação envolvendo essas empresas, a sociedade Alfa tenha efetuado corretamente um lançamento contábil, debitando a conta transitória conta de incorporação e creditando ativos circulantes e ativos não circulantes. Nesse caso, a sociedade Alfa é a incorporadora e Beta, a incorporada. Julgue os itens subsequentes, relativos às operações de transformação, conforme a legislação societária 247. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) A incorporação, fusão ou cisão podem ser operadas apenas entre sociedades de tipos iguais. 248. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) Em uma operação de incorporação, a empresa incorporada é absorvida por outra, a incorporadora, que lhe sucede somente em todas as obrigações. 249. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) Em caso de fusão de companhia emissora de debêntures em circulação, uma assembleia de debenturistas, convocada especialmente para esse fim, deverá aprovar previamente a transformação. Quanto aos processos de fusão, cisão e incorporação previstos na Lei n.º 6.404/1976, julgue o seguintes item. 250. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) A incorporação, fusão ou cisão podem ser operadas entre sociedades de tipos iguais ou diferentes. No tocante aos processos de concentração e desdobramento de sociedades e à consolidação das demonstrações contábeis, julgue os itens que se seguem. 251. (CESPE/SEGER-ES/Analista - Ciências Contábeis/2007) Na incorporação, não há criação de nova sociedade; na fusão, obrigatoriamente, se cria uma nova sociedade; na cisão, pode ou não haver criação de nova sociedade. Sobre fusão, cisão e incorporação de empresas, julgue os seguintes itens. 252. (CESPE/SEBRAE/Analista Contábil/2007) Extinguem-se, na fusão, todas as sociedades que se uniram; na incorporação, somente as incorporadas; na cisão, a cindida, no caso de cisão total. 253. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) valor da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida R$299.700 valor justo dos ativos identificáveis R$ 495.500 custo histórico corrigido dos ativos identificáveis R$ 490.300 valor justo dos passivos assumidos R$ 195.800 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 110 Considerando os dados da tabela acima, julgue o item subsequente a respeito da combinação de negócios, fusão, incorporação e cisão. O goodwill identificado na operação é zero. 254. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Considerando os dados da tabela abaixo, julgue o item subsequente a respeito da combinação de negócios, fusão, incorporação e cisão. valor da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida R$ 299.700 valor justo dos ativos identificáveis R$ 495.500 custo histórico corrigido dos ativos identificáveis R$ 490.300 valor justo dos passivos assumidos R$ 195.800 O valor dos ativos líquidos a ser considerado para o cálculo do goodwill é de R$ 495.500,00. 255. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Em relação à consolidação das demonstrações contábeis e demonstrações separadas, julgue o item a seguir. O goodwill decorrente de aquisição de uma controlada será classificado como uma conta do grupo ativo não circulante, subgrupo investimentos, quando a empresa controladora apresentar balanços consolidados. 256. (CESPE/SUFRAMA/Contabilidade/2014) Acerca dos itens tratados nos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), julgue o item a seguir. Na aquisição de um investimento em controlada, o ágio como fundamentado em rentabilidade futura (goodwill) é parte do valor contábil do investimento, vedada a sua amortização. 257. (CESPE/MPU/2010) A mensuração, o registro e a avaliação de componentes patrimoniais obedecem a normas específicas. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir. O ágio por rentabilidade futura (goodwill) é determinado pela diferença positiva entre a soma do valor da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida (mensurada a valor justo) e o valor justo dos ativos líquidos identificáveis na adquirida. Outras Bancas 258. (CESGRANRIO/EPE/AGC-Contabilidade/2010) Sobre os conceitos de transformações societárias, analise as afirmações a seguir. I - Fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova, que a elas sucederá em todos os direitos e obrigações. II - Quando uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que a elas sucede em todos os direitos e obrigações, ocorre a cisão total. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 111 III - A incorporação é a operação pela qual a sociedade passa, independente de dissolução e liquidação, de um tipo para outro. Está correto o que se afirma em A) I, apenas. B) II, apenas. C) III, apenas. D) II e III, apenas. E) I, II e III. 259. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Auditor Jr./2010) De acordo com a legislação societária atual, existem três tipos de operação que possibilitam a reorganização da estrutura de uma empresa, seja por crescimento, mudança de ramo, planejamento fiscal, ou necessidade de caixa, entre outros. Essas operações são: incorporação, cisão e fusão. A incorporação é caracterizada por ser a operação pela qual A) duas ou mais Sociedades se unem para formar uma Sociedade nova que a elas sucederá em todos os direitos e obrigações. B) duas ou mais Companhias se unem para combinação dos preços de seus produtos e domínio do mercado consumidor. C) uma ou mais Sociedades são absorvidas por outra, que a elas sucede em todos os direitos e obrigações. D) uma Companhia transfere parcelas do seu patrimônio para uma ou mais Sociedades constituídas para esse fim, ou já existentes. E) uma empresa familiar resolve abrir capital, colocando parte de seu patrimônio para ser negociado na bolsa de valores. 260. (INSTITUTO MOVENS/DNPM/Contabilidade/2010) Os balanços a seguir apresentam a situação patrimonial das Companhias A e B. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 112 Considerando que a Companhia C resultará do processo de fusão entre os saldos contábeis das empresas A e B, apresentados acima, assinale a opção correta. A) O valor inicial do patrimônio líquido da Companhia C será de R$10.700,00. B) O saldo inicial da conta Depreciação acumulada, na contabilidade da nova companhia, será de R$3.100,00. C) O valor inicial do passivo circulante da Companhia C será de R$400,00. D) Os saldos contábeis iniciais da nova empresa serão idênticos ao da empresa com maior patrimônio líquido. E) O valor inicial do ativo não circulante da nova companhia será de R$2.900,00. 261. (FBC/CFC/Exame de Suficiência/2014 - 1) Uma sociedade empresária adquiriu o controle de duas outras sociedades durante o ano de 2013. Na aquisição do controle da sociedade “A”, foi apurado um ágio por expectativa de rentabilidade futura - goodwill no valor de R$2.000.000,00. Na aquisição do controle da sociedade “B”, foi apurada uma compra vantajosa no valor de R$200.000,00. O registro contábil dos valores apurados irá gerar: um aumento de R$2.000.000,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$200.000,00 no Resultado do Período. b) um aumento de R$2.200.000,00 no Ativo Não Circulante. c) uma redução de R$1.800.000,00 no Resultado do Período. d) uma redução de R$2.000.000,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$200.000,00 no Resultado do Período. 262. (FBC/CFC/Exame de Suficiência/2012 – 1) A Sociedade Investidora A adquiriu 100% do Capital da Sociedade Investida B, por R$1.000.000,00 pagos em dinheiro. Na data da aquisição, o valor líquido dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos da Sociedade Investida B, mensurados de acordo com a NBC TG 15 – Combinações de Negócios, somava R$1.200.000,00. Na mesma data, o saldo contábil do Patrimônio Líquido da Sociedade Investida B era de R$800.000,00. Como resultado desta combinação de negócios, a Sociedade Investidora A deverá registrar: um Ágio por expectativa de rentabilidade futura – goodwill – de R$200.000,00, em conta do Ativo Não Circulante. b) uma compra vantajosa de R$200.000,00 em conta do Ativo Não Circulante. c) um Ágio por expectativa de rentabilidade futura – goodwill – de R$200.000,00, no resultado do período. d) uma compra vantajosa de R$200.000,00 no resultado do período. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 113 CPC 16 – Estoques Fundação Carlos Chagas (FCC) 263. (FCC/TRF 1ª Região/Analista Judiciário/2011) Em relação ao tratamento dos estoques, é correto afirmar que (A) todos os tipos de estoques, independentemente da forma ou uso, quando evidenciados no balanço, devem estar mensurados pelo valor realizável líquido. (B) aos custos dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços, produzidos e segregados para projetos específicos, devem ser atribuídos valores pelo método Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS). (C) a prática de reduzir o valor de custo dos estoques (write down) para o valor realizável líquido é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso. (D) o custo dos estoques de prestador de serviços deve incluir as margens de lucro e os gastos gerais não atribuíveis que são frequentemente incluídos nos preços cobrados pelos prestadores de serviços. (E) o custo de aquisição dos estoques,em conformidade com o estabelecido nas normas contábeis atuais, compreende o preço de compra, os impostos de importação, os tributos, recuperáveis ou não, demais gastos atribuíveis à aquisição de produtos acabados, os materiais e serviços, os descontos comerciais, os abatimentos e outros itens semelhantes inerentes ao processo de realização. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 264. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 30/12/2013, uma empresa localizada em Cuiabá possuía em seu estoque vinte unidades do produto YMM. O estoque estava avaliado a R$ 4.000,00. O produto era vendido em Brasília e, na data, o preço de venda unitário era de R$ 190,00. Pelo transporte dos produtos até Brasília, a empresa deveria pagar R$ 60,00. Além disso, a empresa pagava comissão de 10% do preço de venda aos vendedores. Em 31/12/2013, o estoque de YMM deve estar contabilizado no balanço patrimonial da empresa por (A) R$ 2.220,00. (B) R$ 3.360,00. (C) R$ 3.740,00 (D) R$ 3.800,00. (E) R$ 4.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 114 265. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2011) De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, no que tange à avaliação dos estoques (Res. CFC 1.170, atualizada pela Resolução 1.273/10), assinale a alternativa incorreta. (A) Os estoques compreendem bens adquiridos e destinados à venda, incluindo, por exemplo, mercadorias compradas por um varejista para revenda ou terrenos e outros imóveis para revenda. (B) O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição. (C) A alocação de custos fixos indiretos de fabricação às unidades produzidas deve ser baseada na capacidade normal de produção. A capacidade normal é a produção média que se espera atingir ao longo de vários períodos em circunstâncias normais; com isso, leva-se em consideração, para a determinação dessa capacidade normal, a parcela da capacidade total não utilizada por causa de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade. O nível real de produção pode ser usado se aproximar-se da capacidade normal. Como consequência, o valor do custo fixo alocado a cada unidade produzida não pode ser aumentado por causa de um baixo volume de produção ou ociosidade. (D) Outras formas para mensuração do custo de estoque, tais como o custo-padrão ou o método de varejo, podem ser usadas por conveniência se os resultados se aproximarem do custo. (E) O custo dos estoques deve ser atribuído pelo custo médio ponderado, em detrimento do PEPS e do UEPS, consoante a estabilização da economia brasileira e o disposto na norma acima. 266. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Expec comercializa projetores multimídia e, no início do mês de janeiro de 20x4, tinha um estoque de 25 unidades ao custo unitário de R$1.100. Durante esse mês foram realizadas as seguintes movimentações: 03/01 – Compra a prazo de seis unidades a R$1.180 cada uma; 07/01 – Devolução de uma das unidades adquiridas na compra anterior, por defeito; 09/01 – Venda à vista de treze unidades, pelo preço unitário de R$2.150; 16/01 – Compra à vista de sete unidades pelo valor unitário de R$1.150; 21/01 – Venda a prazo de dezesseis unidades, pelo preço unitário de R$2.100. Considerando apenas as informações apresentadas, após os registros no controle de estoque durante o mês de janeiro de 20x4 na Cia. Expec, é correto afirmar que: (A) o custo médio ponderado apresentou o menor custo das mercadorias vendidas; (B) o custo da venda do dia 09/01, pelo método UEPS, foi R$14.300; (C) pelo método PEPS, o custo da venda do dia 21/01 foi R$ 17.950; (D) a devolução da compra do dia 07/01 não afetou o custo médio dos estoques; Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 115 (E) o uso do método UEPS implica menor valor do estoque final de mercadorias. 267. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Recife/2014) Uma loja de bolas apresentava, em 31/12/2013, estoque inicial de trinta unidades, contabilizadas a R$ 40,00 cada. No mês de janeiro, a loja comprou vinte bolas ao mesmo valor e vendeu quarenta unidades a R$ 60,00 cada. Além disso, concedeu abatimento de 10%. O custo das mercadorias vendidas em janeiro de 2014 foi de a) R$ 400,00. b) R$ 800,00. c) R$ 1.600,00. d) R$ 2.000,00. e) R$ 2.400,00. 268. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 31/12/2013, a Cia. Z adquiriu 60 unidades da boneca baby por R$ 1.800,00. Na compra, ela incorreu em R$ 120,00 de frete. Além disso, adquiriu uma nova estante para expor as bonecas por R$ 240,00, contratou um profissional para elaborar a publicidade das bonecas, cujos honorários foram de R$ 480,00 e um vitrinista para arrumá-las, com honorários de R$ 600,00. Em 10/01/2014, as bonecas baby começaram a ser comercializadas por R$ 60,00 cada. Dois terços das bonecas foram vendidos no mês de janeiro. No entanto, em 01/02/2014, uma nova boneca foi introduzida no mercado, de modo que a baby passou a ser vendida por R$ 35,00. Em fevereiro cinco bonecas baby foram vendidas. Em 28/02/2014 o estoque total de bonecas baby estava contabilizado a a) R$ 450,00. b) R$ 480,00. c) R$ 525,00. d) R$ 540,00. e) R$ 810,00. CESPE 269. (CESPE/Polícia Federal/Contador/2013) Uma empresa comercial adquiriu, a prazo, mercadorias para revenda. O preço à vista dessas mercadorias, à época da transação, era de R$ 200.000,00. Por se tratar de uma compra a prazo, a empresa adquirente acabou se comprometendo a pagar R$ 210.000,00 pelas mercadorias. Nessa situação, conforme o regime de competência, o procedimento contábil correto a ser adotado pela adquirente para o registro contábil da diferença entre o preço à vista e o preço a prazo das mercadorias é reconhecer tal valor como despesa financeira durante o período do financiamento concedido pelo fornecedor. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 116 Questões Inéditas 270. (Questão inédita) Com base no CPC 16 – Estoques e no que diz respeito à doutrina sobre o assunto, marque a alternativa correta: a) Os estoques podem ser compostos apenas de ativos tangíveis. b) O importante para determinar se um item integra o estoque é a sua posse. c) Os estoques devem ser classificados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor. d) As expressões valor realizável líquido e valor justo são necessariamente sinônimas. e) O valor de custo dos estoques deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, exceto outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. 271. (Questão inédita) Analise os itens a seguir: I) Os ativos mantidos para venda no curso normal dos negócios são considerados estoques; II) Os ativos em processo de produção para venda não são considerados estoques; e III) Os ativos na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços também se encaixam no conceito de estoque. Assinale a alternativa correta: Apenas o item I está correto. Apenas o item II está correto. Os itens I, II e III estão corretos. O item III está incorreto. I e III estão corretos. 272. (Questão inédita) Analise as assertivas a seguir e assinale a resposta incorreta: a) O custo dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços produzidose segregados para projetos específicos deve ser atribuído pelo uso da identificação específica dos seus custos individuais. b) Ao custo dos estoques deve ser atribuído pelo uso do critério Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS) ou pelo critério do custo médio ponderado. Uma entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos os estoques que tenham uma natureza e um uso semelhantes para a entidade. Para os estoques que tenham outra natureza ou uso, poderão justificar-se diferentes critérios de valoração. c) Os estoques usados num segmento de negócio podem ter um uso para a entidade diferente do mesmo tipo de estoques usados num outro segmento de negócio. Porém, uma diferença na localização geográfica Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 117 dos estoques (ou nas respectivas normas fiscais), por si só, não é suficiente para justificar o uso de diferentes critérios de valoração dos estoques. d) O critério PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) pressupõe que os itens de estoque que foram comprados ou produzidos por último sejam vendidos em primeiro lugar e, consequentemente, os itens que permanecerem em estoque no fim do período sejam os mais recentemente comprados ou produzidos. e) Pelo critério do custo médio ponderado, o custo de cada item é determinado a partir da média ponderada do custo de itens semelhantes no começo de um período e do custo dos mesmos itens comprados ou produzidos durante o período. A média pode ser determinada numa base periódica ou à medida que cada lote seja recebido, dependendo das circunstâncias da entidade. 273. (Questão inédita) Julgue os itens seguinte: I. O custo dos estoques pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. O custo dos estoques pode também não ser recuperável se os custos estimados de acabamento ou os custos estimados a serem incorridos para realizar a venda tiverem aumentado. A prática de reduzir o valor de custo dos estoques para o valor realizável líquido é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso. Essa prática é também conhecida como write down. II. Os estoques são geralmente reduzidos para o seu valor realizável líquido em agrupamento de unidades semelhantes ou relacionadas. III. Os materiais e outros bens de consumo mantidos para uso na produção de estoques ou na prestação de serviços serão reduzidos abaixo do custo mesmo se for previsível que os produtos acabados em que eles serão incorporados ou os serviços em que serão utilizados sejam vendidos pelo custo ou acima do custo. IV - Quando os estoques são vendidos, o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como uma despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida. A quantidade de itens corretos é: a) 0; b) 1; c) 2; d) 3; e) 4. Outras Bancas 274. (FUNDATEC/Auditor/CAGE/RS/2014.1)Desconsiderando os tributos envolvidos nas operações de compra e venda de mercadorias e que foi utilizado o método de controle permanente de estoques com Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 118 avaliação pelo custo médio ponderado, observe as seguintes transações ocorridas no estoque da empresa Repaport Ltda. Compras Em 05 de outubro de 2013, 150 unidades a R$ 8,00 cada. Em 18 de outubro de 2013, 60 unidades a R$ 11,00 cada. Vendas Em 15 de outubro de 2013, 120 unidades por R$ 12,00 cada. Sabendo-se que em 30 de setembro de 2013 havia 100 unidades em estoque a um custo total de R$ 500,00, é correto afirmar que o custo das mercadorias vendidas em outubro foi de: a) 660,00. b) 816,00. c) 884,00. d) 1.544,00. e) 1.700,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 119 CPC 18 – Investimento em Coligada e em Controlada Fundação Carlos Chagas (FCC) 275. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal/2018) Com base nestas informações, o valor que a Cia. Brasileira reconheceu na conta Investimentos em Coligadas, no Balanço Patrimonial individual de 31/12/2016, e o valor do ágio que foi pago na aquisição foram, respectivamente, em reais, (A) 7.000.000,00 e 3.000.000,00. (B) 4.000.000,00 e 1.000.000,00. (C) 7.000.000,00 e 1.000.000,00. (D) 4.000.000,00 e 3.000.000,00. (E) 6.000.000,00 e 1.000.000,00. 276. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal/2018) O impacto reconhecido na Demonstração do Resultado individual de 2017 da Cia. Brasileira, referente ao investimento na Cia. Francesa, foi, em reais, (A) 167.000,00. (B) 126.800,00. (C) 120.000,00. (D) 180.000,00. (E) 186.800,00. 277. (FCC/ISS TERESINA/2016) No dia 30/04/2015, a empresa Sempre Comprando S.A. adquiriu 80% das ações da empresa Perspectiva S.A. por R$ 80.000.000,00 e passou a deter controle sobre esta. O valor pago corresponde a 80% do valor justo líquido dos ativos e passivos adquiridos pela empresa Sempre Comprando S.A. No ano de 2015, a empresa Perspectiva S.A. apurou um lucro líquido de R$ 24.000.000,00. Os valores evidenciados no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 e na Demonstração do Resultado do ano de 2015, nas demonstrações contábeis individuais da empresa Sempre Comprando S.A., foram, respectivamente, em reais, (A) Investimentos = 80.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 0. (B) Dividendos a Receber = 19.200.000,00 e Resultado de Participação Societária = 19.200.000,00. (C) Investimentos = 99.200.000,00 e Resultado de Participação Societária = 19.200.000,00. (D) Dividendos a Receber = 24.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 24.000.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 120 (E) Investimentos = 104.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 24.000.000,00. 278. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) A Cia. Mineira adquiriu, em 31/12/2013, 90% das ações da Cia. Montanhosa por R$ 12.600.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Montanhosa era R$ 10.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis desta Cia. era R$ 12.000.000,00, sendo a diferença entre os valores decorrente da atualização do valor de um terreno que a Cia. Montanhosa havia adquirido em 2011. A participação dos acionistas não controladores na Cia. Montanhosa foi avaliada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da empresa. No período de 01/01/2014 a 31/12/2014, a Cia. Montanhosa reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 Distribuição de dividendos: R$ 300.000,00 Ajustes acumulados de conversão de investida no exterior: R$ 150.000,00 (credor) O valor que a Cia. Mineira reconheceu em seu Balanço Patrimonial individual como investimentos em Controladas na data da aquisição da Cia. Montanhosa foi, em reais, A) 9.000.000,00. B) 10.000.000,00. C) 10.800.000,00 D) 12.000.000,00. E) 12.600.000,00. 279. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) A Cia. Mineira adquiriu, em 31/12/2013, 90% das ações da Cia. Montanhosa por R$ 12.600.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Montanhosa era R$ 10.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis desta Cia. era R$ 12.000.000,00, sendo a diferença entre os valores decorrente da atualização do valor de um terreno que a Cia. Montanhosa havia adquirido em 2011. A participação dos acionistas não controladores na Cia. Montanhosafoi avaliada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da empresa. No período de 01/01/2014 a 31/12/2014, a Cia. Montanhosa reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 Distribuição de dividendos: R$ 300.000,00 Ajustes acumulados de conversão de investida no exterior: R$ 150.000,00 (credor) Sabendo que não há resultados não realizados entre a controladora e a controlada, a variação positiva reconhecida, em 2014, na Demonstração do Resultado individual da Cia. Mineira referente ao Investimento na Cia. Montanhosa foi, em reais, A) 900.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 121 B) 630.000,00. C) 700.000,00. D) 270.000,00. E) 765.000,00. 280. (FCC/SEFAZ PI/ATE/2015) O valor do Patrimônio Líquido da Cia. Bons Negócios, em determinada data, era R$ 36.000.000,00 e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era, na mesma data, R$ 45.000.000,00. A Cia. Investidora adquiriu, nesta data, 60% das ações da Cia. Bons Negócios por R$ 33.000.000,00. Sabendo que a Cia. Investidora passou a deter o controle da Cia. Bons Negócios e que a participação dos não controladores é mensurada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Cia. Bons Negócios, os valores reconhecidos no grupo Investimentos (no balanço individual da Cia. Investidora) e no grupo Intangíveis (no balanço consolidado) foram, respectivamente, em reais: A) 21.600.000,00 e 11.400.000,00 B) 33.000.000,00 e 6.000.000,00 C) 33.000.000,00 e 11.400.000,00 D) 27.000.000,00 e 0,00 (zero) E) 27.000.000,00 e 18.000.000,00 281. (FCC/TCM GO/ACE/2015) A empresa Participa em Tudo S.A. adquiriu, em 02/01/2013, uma participação societária de 60% na Cia. Vendida S.A., passando a deter o seu controle. O Patrimônio Líquido contábil da Cia. Vendida S.A. era R$ 50.000.000,00 na data da aquisição e a Participa em Tudo S.A. pagou R$ 36.000.000,00 pela participação adquirida. O valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Cia. Vendida S.A., em 02/01/2013, era R$ 60.000.000,00 e a diferença para o seu Patrimônio Líquido contábil se referia ao valor justo de um terreno que estava registrado pelo valor de custo. No ano de 2013, a Cia. Vendida S.A. apurou um lucro líquido de R$ 8.000.000,00 e sabe-se que o terreno não foi vendido. Nas demonstrações contábeis individuais da empresa Participa em Tudo S.A., o valor do Resultado de Participação apresentado na Demonstração do Resultado do ano de 2013 e o valor do investimento apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foram, respectivamente, em reais, A) 8.000.000,00 e 38.000.000,00. B) 4.800.000,00 e 40.800.000,00. C) 4.800.000,00 e 34.800.000,00. D) 8.000.000,00 e 44.000.000,00. E) 0,00 e 30.000.000,00. 282. (FCC/CNMP/Contabilidade/2015) O Patrimônio Líquido contábil da Empresa Riacho Fundo S.A., em 31/12/2012, era R$ 10.000.000,00. A Cia. Grande Rio adquiriu, em 31/12/2012, 40% das ações da Empresa Riacho Fundo S.A., pagando à vista o valor de R$ 6.000.000,00 e passando a ter influência significativa Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 122 sobre a empresa investida. Sabe-se que na data da aquisição das ações, o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Empresa Riacho Fundo S.A. era R$ 12.000.000,00, e a diferença para o Patrimônio Líquido contábil decorre do valor contabilizado pelo custo e o valor justo de um terreno. No período de 01/01/2013 a 31/12/2013, a Empresa Riacho Fundo S.A. reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: − Lucro líquido de 2014: ................................... R$ 900.000,00 − Pagamento de dividendos: ................................ R$ 200.000,00 Com base nestas informações, o valor reconhecido em investimentos em Coligadas, no Balanço Patrimonial individual da Cia. Grande Rio, em 31/12/2014, foi, em reais, A) 4.280.000,00. B) 6.280.000,00. C) 5.080.000,00. D) 4.360.000,00. E) 6.360.000,00. 283. (FCC/TCM RJ/2015) A Cia. Riacho Fundo adquiriu, em 31/12/2012, 60% das ações da Cia. Rio Raso por R$ 30.000.000,00 à vista. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido contábil da Cia. Rio Raso era R$ 55.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis dessa Cia. era R$ 60.000.000,00. A diferença entre o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis e o valor do Patrimônio Líquido era decorrente da variação entre o valor contabilizado pelo custo e o valor justo de um terreno. No período de 01/01/2013 a 31/12/2013, a Cia. Rio Raso reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: − Lucro líquido de 2013: R$ 3.000.000,00 − Pagamento total de dividendos distribuídos em 2013: R$ 1.000.000,00 O valor reconhecido na conta Investimentos, no Balanço Patrimonial individual da Cia. Riacho Fundo, em 31/12/2013, foi, em reais, A) 37.200.000,00. B) 31.200.000,00. C) 36.800.000,00. D) 34.200.000,00. E) 32.000.000,00. 284. (FCC/TRT/Contabilidade/2015) A Cia. Horizonte adquiriu, em 31/12/2013, 80% das ações da Cia. Verdejante por R$ 16.000.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Verdejante era R$ 18.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 123 passivos identificáveis desta empresa era R$ 19.000.000,00. A diferença entre estes dois últimos valores foi decorrente da atualização do valor de um terreno que a Cia. Verdejante havia adquirido em 2012. No exercício de 2014, a Cia. Verdejante reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 Distribuição de dividendos: R$ 200.000,00 Com base nestas informações e sabendo que não ocorreram resultados não realizados entre a controladora e a controlada, o valor evidenciado como Investimentos em Controladas, no Balanço Patrimonial individual da Cia. Horizonte de 31/12/2014, foi, em reais, A) 17.000.000,00 B) 19.960.000,00 C) 15.840.000,00 D) 15.040.000,00 E) 16.640.000,00 285. (FCC/ISS-SP/Auditor Fiscal/2012) A empresa Alfa, sociedade anônima de capital aberto, possui 30% de participação no capital social de uma empresa coligada (empresa Gama). Durante o exercício financeiro de X1, a investida obteve Lucro Líquido de R$ 100.000,00, distribuiu Dividendos no valor de R$ 20.000,00 e teve o saldo da conta Ajuste de Avaliação Patrimonial aumentado em R$ 10.000,00. Em decorrência deste investimento, a empresa Alfa, em X1, (A) reconheceu receita de equivalência patrimonial no valor de R$ 30.000,00. (B) manteve o valor do investimento avaliado pelo custo de aquisição. (C) teve uma variação no saldo da conta Investimento em Coligadas referente à empresa Gama de R$ 24.000,00. (D) reconheceu receita de dividendos no valor de R$ 6.000,00. (E) teve seu patrimônio líquido aumentado em R$ 30.000,00. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 286. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A empresa Jogajunto possui uma participação de 40% na empresa Senjogo. Outros 15% do capital da Senjogo estão pulverizados nas bolsas de valores BM&F Bovespa e na de Nova York. Os demais 45% estão em posse do banco Investidolar. Desses 45% da Investidolar, a Jogajunto possui uma opção de compra de 20% e que pode ser realizada a qualquer momento. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 124 No ano de X1 a Senjogo obteve um lucro de R$ 100.000,00. Além disso, a Senjogo possui em seu estoque R$60.000,00 em mercadorias adquiridas da Jogajunto. No balancete da Jogajunto é possível encontrar os seguintes saldos Venda de Mercadorias 500.000 Venda de Mercadorias para a Senjogo 60.000 Total de Vendas 560.000 Custo das Mercadorias Vendidas 380.000 Custo das Mercadorias Vendidas para a Senjogo 45.000 Total do CMV 425.000 Considerando apenas as informações acima e desconsiderando qualquer efeito de impostos, o resultado de equivalência patrimonial é (A) R$ 34.000,00. (B) R$ 40.000,00. (C) R$ 45.000,00. (D) R$ 54.000,00. (E) R$ 25.000,00. 287. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Industrial Iota tem uma participação de 25% no capital social da Comercial Kapa S.A., que é composto exclusivamente por ações ordinárias. Os demais investidores da Comercial Kapa S.A. são independentes do grupo econômico ao qual a Cia. Industrial Iota pertence. Em 30/11/x1, a Cia. Industrial Iota vendeu produtos à Comercial Kapa S.A. por um total de R$1.000.000. Esses produtos tiveram um custo para a Cia. Industrial Iota de R$800.000. Até 31/12/x1, a Comercial Kapa S.A. havia vendido metade desses produtos a clientes que não eram partes relacionadas nem dela nem da Cia. Industrial Iota. Sabendo que essas transações não são tributadas, que não houve outras operações entre ambas as companhias durante x1, e que ao final desse exercício a Comercial Kapa S.A. obteve um lucro líquido de R$1.200.000, o efeito líquido no resultado da Cia. Industrial Iota de sua participação nos resultados de x1 da Comercial Kapa S.A. será de: (A) R$100.000; (B) R$200.000; (C) R$250.000; (D) R$275.000; (E) R$300.000. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 125 288. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Industrial Lambda tem uma participação de 75% no capital social da Comercial Mi S.A., que é composto exclusivamente por ações ordinárias. Os demais investidores da Comercial Mi S.A. são independentes do grupo econômico ao qual a Cia. Industrial Lambda pertence. Em 30/11/x1, a Cia. Industrial Lambda vendeu produtos à Comercial Mi S.A. por um total de R$1.000.000. Esses produtos tiveram um custo para a Cia. Industrial Lambda de R$800.000. Até 31/12/x1, a Comercial Mi S.A. havia vendido metade desses produtos, por R$750.000, a clientes que não eram partes relacionadas nem dela nem da Cia. Industrial Lambda. Sabendo que essas transações não são tributadas e que não houve outras operações entre ambas as companhias durante x1, o efeito líquido das transações descritas no resultado consolidado do exercício de x1 da Cia. Industrial Lambda será de: (A) R$100.000; (B) R$200.000; (C) R$250.000; (D) R$350.000; (E) R$450.000. 289. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Um investimento avaliado pelo método de custo deve: a) ter periodicamente seu valor justo mensurado e os ganhos ou perdas reconhecidos no resultado; b) com base na Lei nº 6.404/76, e suas alterações, ser baixado para resultado ou avaliado ao valor justo; c) ser avaliado por equivalência patrimonial; d) ter seu valor recuperável testado quando houver evidência de perda; e) ser ajustado pela deliberação sobre a distribuição de dividendos. 290. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Uma empresa controladora possui uma controlada com patrimônio líquido negativo. A prática contábil aplicável nesse caso é: (A) deve reconhecer passivos contingentes e outras obrigações cabíveis nas demonstrações separadas; (B) nas demonstrações consolidadas, as controladas com patrimônio líquido igual a zero ou negativo não devem ser consolidadas por terem efeito nulo; (C) nas demonstrações individuais, deverá ser refletido o mesmo resultado líquido e o mesmo patrimônio líquido que são obtidos a partir das demonstrações consolidadas do grupo econômico; (D) quando a participação do investidor nos prejuízos do período se igualar ou exceder o saldo contábil de sua participação na investida, o investidor deve descontinuar o reconhecimento de sua participação em perdas futuras; (E) reduzir o investimento até zero e um passivo deve ser reconhecido somente na extensão em que o investidor tiver incorrido em obrigações legais. 291. (FGV/Analista Contábil/DPE MT/2015) Em 31/12/2013, a Cia. “X” possuía 80% de participação da Cia. “Z”. Na data, as empresas apresentavam os seguintes balanços patrimoniais: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 126 Cia A Cia B Caixa R$ 500,00 R$ 1.100,00 Investimentos Cia B R$ 800,00 Total R$ 1.300,00 R$ 1.100,00 Financiamentos R$ 1.300,00 R$ 100,00 Capital R$ 1.100,00 Total R$ 1.300,00 R$ 1.100,00 Em 2014, a Cia. “Z” reconheceu receitas à vista com terceiros no valor de R$ 200,00 e despesa à vista com terceiros no valor de R$ 150,00, enquanto a Cia. “X” não teve transações. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3) – Demonstrações Consolidadas, com base somente nos dados apresentados, o valor do patrimônio líquido consolidado, em 31/12/2014, era de (A) R$ 1.050,00. (B) R$ 1.300,00. (C) R$ 1.340,00. (D) R$ 1.550,00. (E) R$ 1.650,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 127 CESPE 292. (CESPE/Perito Criminal – Ciências Contábeis/PC/PE/2016) A propósito de investimento em sociedade coligada, assinale a opção correta. a) A participação de membro da investidora no conselho de administração da investida não representa uma influência significativa. b) Sociedade com investimento em coligada deve consolidar as demonstrações contábeis. c) A influência significativa da investidora sobre a investida pode ser verificada pela participação nos processos de criação de políticas, até em decisões sobre dividendos e outras distribuições. d) Um investidor que detiver, direta ou indiretamente, até 20% do poder de voto de uma investida será detentor de influência significativa sobre esta. e) O investimento em sociedade coligada deve ser avaliado pelo método do custo amortizado. 293. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Acerca de investimento em sociedade controlada, assinale a opção correta. A) Os lucros não realizados entre controlada e controladora não afetam o resultado da equivalência patrimonial reconhecido pela investidora. B) O intercâmbio de diretores ou gerentes entre investidora e investida caracteriza o controle sobre as operações da investida. C) Pelo método da equivalência patrimonial, o investimento em sociedade controlada deve ser inicialmente reconhecido pelo custo no balanço da investidora e posteriormente deve ser ajustado pelas variações do patrimônio líquido da investida. D) O lançamento contábil de ajuste de avaliação patrimonial no patrimônio líquido da investida não é reconhecido no balanço patrimonial da investidora. E) Os dividendos distribuídos pela investidora reduzem o valor do investimento na controlada. 294. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Se uma investidora tem 40% de participação no capital da investida e influência significativa, e, em 2015, a investida obteve um lucro de R$ 200.000 e distribuiu dividendos no valor de R$ 100.000, então A) a variação na conta investimento na investidora foi inferior a R$ 55.000. B) o valor dos dividendos recebidos pela investidora foi superior ao valor da receita de equivalência patrimonial. C) a receita de equivalência foi inferior a R$ 70.000. D) o fato de a investidora possuir influência significativa permite concluir que a investida é uma controlada da investidora. E) o valor da despesa de equivalência reconhecido pela investidora foi inferior a R$ 40.000. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Contabeis – 600 Questo es Pa gina 128 295. (CESPE/FUNPRESP/Contabilidade/2016) Os investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial devem figurar no ativo circulante do balanço patrimonial, em razão da alta liquidez que possuem. 296. (CESPE/Secont/ES/Auditor/Ciências contábeis/2009) No balanço patrimonial de uma companhia, os investimentos em coligadas ou controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo, ou que estejam sob controle comum, são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. 297. (CESPE/Secont/ES/Auditor/ciências contábeis/2009) O valor do investimento é determinado mediante a aplicação, sobre o valor do patrimônio líquido de uma investidora, da porcentagem de participação no capital da coligada ou controlada. Quanto ao critério de avaliação do investimento em coligadas ou em controladas, previsto na Lei n.º 6.404/1976, julgue os itens que se seguem. 298. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) No balanço patrimonial da companhia, os investimentos em coligadas ou em controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. 299. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) Para cálculo do método da equivalência patrimonial na investidora, a sociedade coligada deverá elaborar e fornecer o balanço ou balancete de verificação, sempre que solicitada pela companhia. 300. (CESPE/TCE-AC/Analista Controle Externo/2009) Nas sociedades por ações, os investimentos em participação no capital social de outras sociedades, que não estejam sujeitos à aplicação do método de equivalência patrimonial, serão avaliados pelo A) custo de aquisição, acrescido da valorização das ações conforme valor de negociação em bolsa. B) custo de aquisição, acrescido das bonificações recebidas e deduzido das perdas pela queda nas cotações. C) valor patrimonial da data de aquisição, deduzido dos dividendos distribuídos desde aquela data. D) custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis na sua realização, desde que permanentes. E) valor de mercado à data da aquisição, deduzido de provisão para perdas eventuais. A respeito das demonstrações contábeis, julgue os itens subsequentes. 301. (CESPE/MDIC/Analista/2008) Caso uma empresa adquira 20% das ações de outra, pelo valor de R$ 16.000.000,00, e o patrimônio líquido da investida seja composto pelo capital social de R$ 50.000.000,00, e por reservas, no valor de R$ 30.000.000,00, nessa situação, de acordo com o critério da equivalência patrimonial, a investidora deverá registrar em seu ativo R$ 10.000.000,00 a título de participação societária e R$ 6.000.000,00 a título de ágio. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 129 Outras Bancas 302. (ESAF/ANAC/2016) O art. 248 da Lei n.º 6.404/1976 dispõe que os investimentos permanentes em participação no capital social de sociedades coligadas, controladas, controladas em conjunto e sociedades que estejam sob controle comum sejam avaliados segundo o Método de Equivalência Patrimonial. Considere a seguinte situação: uma empresa "A" possui 40% do capital votante em sua investida, a companhia "B". A companhia "C" possui 20% do capital votante e 20% do capital não votante da companhia "B". Avalie as seguintes proposições, segundo o Método de Equivalência Patrimonial previsto na lei. I. A companhia "A" tem direito a receber 40% dos dividendos que porventura sejam distribuídos pela companhia "B". II. Uma eventual redução do Patrimônio Líquido da investida, a companhia "B", em 20% refletiria no Balanço da companhia "A" como uma redução correspondente a 8% do capital investido. III. Uma eventual redução do Patrimônio Líquido da investida, a companhia "B", em 20% refletiria no Balanço da companhia "C" como uma redução correspondente a 4% do capital investido. Sobre as proposições acima, é correto afirmar que: A) todas estão corretas. B) nenhuma está correta. C) I e II estão corretas, apenas. D) I e III estão corretas, apenas. E) apenas a III está correta. 303. (SMA/CGM RJ/Contabilidade/2015) No início do exercício, a Cia. ABC adquiriu à vista sem ágio, 30% do capital social da Cia. XYZ, que correspondia a R$ 140.000,00. Em 31 de dezembro, o lucro líquido apurado da Cia. XYZ foi equivalente a R$ 70.000,00 e, conforme seu estatuto, foram distribuídos aos seus acionistas 40% desse lucro apurado. Sabendo-se que esta é a única participação da companhia e que as companhias são coligadas, o balanço patrimonial da Cia. ABC, em 31/12, demonstrava o investimento realizado com o seguinte valor: A) R$ 50.400,00 B) R$ 54.600,00 C) R$ 63.000,00 D) R$ 70.000,00 304. (UFG/2016) O método de contabilização por meio do qual o investimento é inicialmente reconhecido pelo custo e, a partir daí, é ajustado para refletir a alteração pós-aquisição na participação do investidor sobre os ativos líquidos da investida é denominado: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 130 A) rentabilidade futura. B) valor recuperável. C) valor contábil líquido. D) equivalência patrimonial. CPC 20 – Custo de Empréstimos Fundação Carlos Chagas (FCC) 305. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE GO/2014) O montante dos custos dos empréstimos elegíveis à capitalização que são tomados sem que a entidade identifique de forma específica para quais ativos qualificáveis serão utilizados para aquisição deve utilizar como taxa de capitalização a) a variação da taxa SELIC vigente durante o período dos empréstimos, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. b) o custo total de empréstimos da entidade que estiveram vigentes durante o período, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. c) a média ponderada dos custos dos empréstimos aplicáveis aos empréstimos da entidade que estiveram vigentes durante o período, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. d) a variação da TJLP vigente durante o período dos empréstimos, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. e) a média ponderada dos custos do total de empréstimos da entidade que estiveram vigentes durante o período, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. 306. (FCC/TRO-RO/Contabilidade/2013) A Cia. Tetra comercializa equipamentos de informática e, em 01/01/2013, obteve um empréstimo bancário para compra de mercadorias para revenda no valor de R$ 105.000,00 para ser pago em 4 prestações mensais de R$ 27.575,49 cada, com vencimento da primeira parcela em 31/01/2013. A empresa adquiriu mercadorias no valor de R$ 100.000,00 em 01/02/2013, sendo totalmente revendidas para um único cliente em 31/03/2013 para recebimento em abril de 2013. Sabendo que a taxa efetiva de juros do empréstimo é de 2% ao mês, é correto afirmar que a Cia. Tetra A) deveria capitalizar R$ 2.000,00 de custos dos empréstimos para os estoques. B) deveria capitalizar R$ 2.100,00 de custos dos empréstimos para os estoques. C) deveria capitalizar R$ 4.040,00 de custos dos empréstimos para os estoques. D) deveria capitalizar R$ 2.661,28 de custos dos empréstimos para os estoques. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 131 E) não poderia capitalizar custos dos empréstimos para os estoques. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 307. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Em 01/02/X0, a Cia. Digama adquiriu, por R$ 3.000.000,00, um terreno destinadoà construção de um novo armazém. De 01/02/X0 a 30/04/X0 o terreno foi utilizado como estacionamento, e a companhia faturou R$ 70.000,00 durante esse período com a locação de vagas. Em 01/05/X0, a companhia pagou R$ 25.000,00 de honorários aos engenheiros responsáveis pelo projeto do armazém e deu início à sua construção. Para isso, ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000,00 junto ao Banco Zeta S.A. Até 01/12/X0 data em que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do armazém R$ 850.000,00 com mão de obra, R$ 150.000,00 com a preparação do terreno, R$ 300.000,00 com frete e R$ 5.000.000,00 com materiais de construção. Os juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A, durante esse período foram de R$ 40.000,00, e a companhia obteve receitas financeiras de R$ 8.000,00 pela aplicação desses recursos antes de efetuar os pagamentos necessários à condução da obra. De 01/12/X0 a 15/12/X0, data em que o armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000,00 para transferir os equipamentos de um armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da Cia. Digama pelo custo de: a) 6.287.000 b) 6.325.000 c) 6.357.000 d) 6.365.000 e) 6.407.000 308. (FGV/Contabilidade/CODEMIG/2015) A Cia. Invest, após criterioso estudo de demanda e viabilidade, decidiu construir um edifício empresarial na principal avenida da cidade, com custos estimados em R$ 7 milhões, e prazo de três anos para construção. Como não dispunha do capital para o investimento, a Cia. Invest recorreu ao crédito bancário. Não obtendo aprovação integral em nenhum dos bancos, a entidade optou por aceitar as taxas e condições de três instituições diferentes para levantar os recursos necessários. Os empréstimos foram obtidos conforme apresentado no quadro em janeiro de 20x5. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 132 A Cia. Invest iniciou a construção do edifício empresarial logo após a liberação do empréstimo e para isso destinou R$ 7 milhões. A Cia. Invest pretende destinar o restante do valor obtido com o empréstimo para outras finalidades. Nas demonstrações contábeis de 20x5, o valor que poderá ser capitalizado como custo de construção do edifício empresarial, de acordo com o CPC 20 (R1) - Custos de Empréstimos é: a) R$ 901.250,00; b) R$ 987.500,00; c) R$ 1.287.500,00; d) R$ 2.703.750,00; e) não deverá reconhecer os juros no custo de construção, pois o edifício empresarial não é um ativo qualificável. CESPE 309. (CESPE/Câmara dos Deputados/Analista/2014) A empresa que obtiver um empréstimo de longo prazo para a construção de um ativo qualificável deve reconhecer os juros desse empréstimo como despesa do período em que o empréstimo tiver sido autorizado. Questões Inéditas 310. (Questão Inédita) Ativo Qualificável ou Qualificado é: (A) Um ativo que, devido à intensa utilização, qualifica-se a sofrer depreciação acelerada. (B) Um ativo que pode ter valorização acelerada em curto espaço de tempo. Também chamado de Blue Chip. (C) Um ativo que demora um tempo substancial para ficar pronto. (D) Um ativo que apresenta indícios de desvalorização, qualificando-se assim ao teste de recuperabilidade. (E) Um ativo que não tem substância física, sendo também chamado de “Ativo Intangível”. 311. (Questão Inédita) Na construção de um ativo qualificável, que demorou 6 meses, foram identificados os seguintes custos: -Material aplicado na construção do ativo: 30.000 - Mão de obra diretamente envolvida com a construção: 12.000 - Depreciação de máquinas utilizadas na construção: 5.000 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 133 - Contratação de um empréstimo para financiar a construção: 7.000 - Custo do empréstimo incorrido durante a construção: 1.000 Considere ainda que o restante do valor do ativo foi financiado com capital próprio. A empresa possui um custo de oportunidade do capital próprio de 10% ao ano. Considere juros simples. Ao final da construção, o valor do ativo será de: (A) 47.000. (B) 48.000. (C) 49.000. (D) 74.000. (C) 75.000. 312. (Questão Inédita) A empresa produtos alimentícios KLR construiu diversos ativos que demoraram um período de tempo substancial para ficarem prontos. A empresa contratou um empréstimo global para financiá-los. Apresentamos abaixo a relação de bens construídos e o valor dos custos de empréstimo (juros) atribuídos a cada um: - Nova planta para processamento de suco de laranja. Juros: 10.000. - Plantação de laranjeiras em fazenda própria. A produção deverá iniciar em cerca de três anos. Juros: 11.000. - Aproveitando as férias de verão, a empresa lançou novo produto, que consiste numa embalagem individual de suco de laranja, pronto para consumo, e que será produzido de outubro a março. Juros do empréstimo para financiar o estoque: 12.000. - Construção de máquina para embalar automaticamente o novo produto. Juros: 13.000. Com base nas informações acima, calcule o valor do custo de empréstimos que deverá ser capitalizado: (A) 46.000. (B) 35.000. (C) 33.000. (D) 34.000. (E) 10.000. 313. (Questão Inédita) No caso de construção de ativos qualificáveis, os custos de empréstimos devem ser capitalizados: (A) Em qualquer caso. (B) Apenas no caso de bens que serão classificados no ativo imobilizado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 134 (C) Quando a empresa optar pela utilização das normas internacionais na sua contabilidade. (D) Quando for provável que os ativos resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade, ainda que os custos de empréstimos não possam ser mensurados com segurança. (E) Quando for provável que os ativos resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade e que os custos de empréstimos possam ser mensurados com segurança. 314. (Questão Inédita) A empresa KLR contrai um financiamento de 10 milhões de dólares, com prazo de 5 anos, juros de 12% ao ano, amortizações semestrais, após 18 meses de carência. O financiamento destina-se à construção das novas instalações industriais e à aquisição de máquinas e equipamentos, fabricadas sob encomenda, com tecnologia de ponta, necessárias para a empresa aumentar sua produção no final de dois anos, quando o novo empreendimento entrará em operação. O tratamento contábil dado aos encargos financeiros incidentes sobre este financiamento nos dois primeiros anos deve ser (A) contabilizar a variação cambial e os juros em conta de resultado específica a cada variação de moeda ocorrida. (B) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, bem como as variações cambiais ocorridas. (C) lançar os juros para resultado, à medida que ocorrerem, e a variação cambial diretamente no Patrimônio Líquido, na conta Ajuste Acumulado de Conversão. (D) lançar, de acordo com a competência do exercício, os juros e a variação cambial para resultado, de acordo com a sua ocorrência, até quitação final do financiamento. (E) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, e registrar no resultado as variações cambiais ocorridas. 315. (Questão Inédita) Considerando o enunciado da questão anterior, qual deve ser o tratamento dado aos juros e variações cambiais durante os últimos 3 anos do financiamento: (A) contabilizar a variação cambial e os juros em conta de resultado específica, de acordo com o pagamento de cada parcela do empréstimo. (B) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, bem como as variações cambiais ocorridas. (C) lançar os juros para resultado, àmedida que ocorrerem, e a variação cambial diretamente no Patrimônio Líquido, na conta Ajuste Acumulado de Conversão. (D) lançar, de acordo com a competência do exercício, os juros e a variação cambial para resultado, de acordo com a sua ocorrência, até quitação final do financiamento. (E) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, e registrar no resultado as variações cambiais ocorridas. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 135 Outras Bancas 316. (FUNCAB/PRODAN/Contabilidade/2014) Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, à construção ou à produção de ativo qualificável formam parte do custo de tal ativo. Com relação aos aspectos relativos aos custos de empréstimos, é correto afirmar: A) Dependendo das circunstâncias, uma usina de geração de energia pode ser considerada um ativo qualificável B) Os custos de empréstimos incluem os dividendos pagos em que a entidade incorre em conexão com o empréstimo de recursos. C) Os custos de empréstimos incluem as variações cambiais decorrentes de empréstimos em moeda estrangeira na medida em que elas são consideradas como provisões, para mais ou para menos, do custo dos juros. D) Os estoques que são manufaturados, ou produzidos, ao longo de um curto período de tempo, são ativos qualificáveis. E) Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, à construção ou à produção de ativo qualificável devem ser capitalizados como parte do custo do ativo, quando for improvável que eles resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade e que tais custos possam ser mensurados com segurança. 317. (CESGRANRIO/BNDES/Profissional Básico/2013) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 20(R1), aprovado pela Deliberação CVM no 672, de 20 de outubro de 2011, que trata de custos de empréstimos, um ativo qualificável é aquele que: a) é utilizado de imediato, mas somente como ativo de renda. b) é financiado integralmente por capitais de terceiros de longo prazo. c) demora um período substancial para ficar pronto para uso ou venda. d) fica pronto em curto prazo, sendo financiado por capital de terceiros de longo prazo. e) tem prazo curto para ficar pronto, desde que financiado a curto prazo. 318. (ESAF/AFRFB/2009/Adaptada) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda. construiu um ativo qualificado durante o ano de x1 por R$ 6.000,00, pagando 25% com recursos próprios, e financiando o restante com juros de 10% durante o período de construção. O financiamento mais os juros serão pagos no exercício seguinte. Ao ser contabilizada a operação acima, o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo no valor de: (A) R$ 1.500,00. (B) R$ 4.500,00. (C) R$ 4.950,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 136 (D) R$ 6.000.00. (E) R$ 6.450,00. CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Fundação Carlos Chagas (FCC) 319. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS RO/2010) Uma empresa adquiriu uma máquina, em 01/01/X1, pelo valor de R$ 240.000,00 para utilização em suas operações. A vida útil econômica, estimada pela empresa, para esta máquina foi de 6 anos, sendo que a empresa esperava vendê-la por R$ 60.000,00 ao final deste prazo. No entanto, no início do segundo ano de uso, a empresa reavaliou que a vida útil remanescente da máquina era de três anos e o valor estimado de venda ao final do período era R$ 45.000,00. A empresa utiliza o método das quotas constantes e, ao final de X1, não houve ajuste no valor do ativo pelo teste de recuperabilidade. Sendo assim, os valores das despesas de depreciação nos anos X1 e X2, em relação a essa máquina, foram, respectivamente, e em reais: A) 30.000,00 e 55.000,00 B) 30.000,00 e 65.000,00 C) 40.000,00 e 40.000,00 D) 40.000,00 e 70.000,00 E) 45.000,00 e 50.000,00 320. (FCC/TRT 13ª/Contabilidade/2014) Em 15/04/2014, a Cia. Amarela verificou que a despesa de depreciação de seu ativo imobilizado, referente ao ano de 2013, foi calculada considerando o valor residual incorreto. Sabendo que a diferença entre os valores (calculado e o que deveria ter sido calculado como despesa de depreciação) é material, a Cia. Amarela A) não faz nenhum ajuste em suas demonstrações contábeis. B) corrige suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva, apenas. C) divulga o erro nas demonstrações contábeis de 2014, apenas. D) corrige suas demonstrações contábeis de forma prospectiva e divulga o erro em 2014. E) corrige suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva e divulga o erro em 2014. 321. (FCC/TCE-RS/Ciências Contábeis/2014) Em abril de 2014, a Cia. Revisão verificou que o valor da despesa com Provisões, reconhecidas em 2013 e decorrentes de seus processos tributários, foi calculado Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 137 considerando informações incorretas do departamento jurídico. Considerando que a diferença entre os valores (calculado e o que deveria ter sido calculado) é material, a Cia. Revisão A) não precisa fazer nenhum ajuste nas demonstrações contábeis nem divulgar tal fato, considerando que é apenas um erro. B) precisa apenas divulgar o erro nas demonstrações contábeis de 2014. C) precisa divulgar o erro em 2014 e corrigir suas demonstrações contábeis de forma prospectiva. D) precisa divulgar o erro em 2014 e corrigir suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva. E) precisa apenas ajustar suas demonstrações contábeis de 2013 para fins de comparação com as de 2014. 322. (FCC/TRT 5ª/Contabilidade/2013) Considere as seguintes assertivas sobre retificações de erros: I. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva, salvo quando for impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. II. A retificação de erro de período anterior deve ser excluída dos resultados do período em que o erro é descoberto. III. As mudanças nas estimativas contábeis à medida que se conhece informação adicional, se constitui retificação de erro. Está correto o que se afirma em A) I e II, apenas. B) II, apenas. C) III, apenas. D) I, apenas. E) I, II e III. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 323. (FGV/AL-BA/Ciências Contábeis/2014) Uma empresa avaliava seus estoques de acordo com método PEPS. Em 2014 os contadores da empresa julgaram que a avaliação por custo médio correspondia melhor à realidade da empresa, portanto, mudaram o critério de avaliação. Nesse caso, a empresa deve A) refazer as demonstrações contábeis de 2013, calculando o valor dos estoques de 2013 de acordo com o custo médio e contabilizar a diferença como ajuste patrimonial. B) refazer as demonstrações contábeis de 2013 e de 2012, calculando o valor dos estoques de acordo com o custo médio e contabilizar a diferença como resultado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 138 C) refazer as demonstrações contábeis de 2013, calculando o valor dos estoques de 2013 de acordo com o custo médio e contabilizar a diferença como outros resultados abrangentes. D) manter o cálculo dos estoques em 2013 e em 2014 calcular de acordo com o custo médio e com o PEPS, de modo a garantir a comparabilidade, sendo a diferença contabilizada como resultado. E) manter o cálculo dos estoques em 2013 e em 2014 calcular de acordo com o custo médio e com o PEPS, de modo a garantir a comparabilidade, sendo a diferença contabilizada como ajuste patrimonial. 324. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Um grupo de ativo imobilizado tinha como critériode depreciação o número de unidades produzidas. Sua produção variava entre 950 e 1050 unidades por mês. Após perder um cliente, a produção reduziu para 700 unidades ao mês. Entretanto a depreciação continuou considerando uma produção de 950 unidades por 14 meses, o que ocasionou uma distorção expressiva do valor líquido contábil. Nessa situação, a empresa deve adotar o seguinte procedimento: (A) estornar a diferença imediatamente, creditando a conta de resultados acumulados; (B) suspender o reconhecimento da depreciação desse ativo para que o valor líquido contábil retrate a situação econômica do bem; (C) alterar o critério de depreciação para o método de quotas constantes; (D) manter o nível histórico de depreciação, conforme estabelece o princípio do conservadorismo; (E) manter a despesa de depreciação, levando em conta a possibilidade de retomada dos níveis anteriores. 325. (FGV/CM-Caruaru/Contabilidade/2015) Em 31/12/1013, a Cia. W reconhecia em seu balanço patrimonial, por R$ 50.000,00, softwares que haviam sido comprados de terceiros por R$ 30.000,00. Estes estavam avaliados a valor justo. Em 2014 a empresa passou a avaliar os seus ativos intangíveis ao custo. De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, assinale a opção que indica o procedimento contábil a ser efetuado pela empresa e o efeito decorrente da aplicação. A) Retificação de Erro; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. B) Mudança de Estimativa; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. C) Mudança de Política Contábil; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. D) Mudança de Política Contábil; deve-se utilizar a nova avaliação a partir de 2014. E) Incorreção material; deve-se utilizar a nova avaliação a partir de 2014. 326. (FGV/TJ BA/Contabilidade/2015) A Cia Bons Tempos apresenta preponderância de itens de natureza intangível em seu ativo. No segundo trimestre de um dado exercício, em decorrência de mudanças no cenário econômico e no mercado em que opera, a companhia contratou um especialista independente para avaliar os seus ativos. Após o trabalho, o especialista informou à empresa acerca de mudança relevante e material no valor contábil de suas patentes. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 139 A partir das orientações do CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, a empresa deverá: A) alterar a taxa de amortização a partir do próximo exercício; B) alterar a taxa de amortização a partir do trimestre anterior; C) alterar a taxa de amortização a partir do exercício corrente; D) reapresentar as demonstrações contábeis do exercício anterior com os valores atualizados; E) reapresentar as demonstrações contábeis, com valores corrigidos, até onde for praticável. 327. (FGV/Auditor/SEFIN/RO/2018) Em 31/12/2016, a Cia. X apresentava os seguintes ativos em seu balanço patrimonial: 2016 Caixa 100.000 Estoques 40.000 Clientes 50.000 PECLD - 1.500 Terreno para aluguel 120.000 Ativo Total 308.500 Na data, o estoque era composto por 100 unidades do produto P, sendo que cada unidade era vendida por R$ 450. Além disso, o terreno era avaliado ao valor justo, enquanto seu custo era de R$ 100.000. Na elaboração do balanço patrimonial da Cia X, em 31/12/2017, verificou-se que • a conta-caixa não havia considerado uma receita à vista em 2016 no valor de R$ 25.000; • o produto P estava sendo vendido por R$ 380; • a previsão para as perdas estimadas em créditos de liquidação duvidosa era de 5%; • o valor justo do terreno era de R$ 130.000; • o terreno passou a ser avaliado ao custo. Assinale a opção que indica o valor do ativo total em 31/12/2017, em comparação ao de 31/12/2016, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. (A) R$ 310.500 e R$ 308.500. (B) R$ 315.500 e R$ 308.500. (C) R$ 310.500 e R$ 313.500. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 140 (D) R$ 310.500 e R$ 333.500. (E) R$ 312.500 e R$ 333.500. 328. (FGV/Alerj/Analista Legislativo/2017) Certa entidade revisou os cálculos das perdas com créditos de liquidação duvidosa ao final de um determinado exercício com base em novas informações disponíveis e confiáveis. De acordo com as definições do CPC 23, essa revisão constitui uma: a) mudança de estimativa e deve ser aplicada prospectivamente; b) mudança de estimativa e deve ser aplicada retrospectivamente; c) mudança de prática contábil e deve ser aplicada prospectivamente; d) mudança de política contábil e deve ser aplicada retrospectivamente; e) retificação de erro e deve ser aplicada retrospectivamente. CESPE 329. (CESPE/BACEN/Contabilidade/2013) Não constitui mudança nas políticas contábeis nem a adoção de política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que ocorriam anteriormente nem a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais. 330. (CESPE/TCU/Auditor/2013) Quando determinada entidade corrige, retrospectivamente, erro material de períodos anteriores, a entidade deve divulgar nas notas explicativas que acompanham o primeiro conjunto de demonstrações contábeis publicado após a descoberta desse erro, entre outras informações, a natureza do erro e o montante da retificação para cada período anterior apresentado, na medida em que seja praticável, para cada item afetado da demonstração contábil. Outras Bancas 331. (CFC/Exame CNAI/2010) Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, ao corrigir os erros materiais de períodos anteriores, retrospectivamente, no primeiro conjunto de demonstrações contábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descoberta de tais erros, a entidade deve divulgar, EXCETO: a) a natureza do erro de período anterior. b) o montante da retificação para cada período anterior apresentado, na medida em que seja praticável, para cada item afetado da demonstração contábil; e se a NBC TS sobre Resultado por Ação se aplicar à entidade, para resultados por ação básicos e diluídos. c) o recálculo dos dividendos propostos para cada período anterior apresentado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 141 d) as circunstâncias que levaram à existência dessa condição e uma descrição de como e desde quando o erro foi corrigido, se a reapresentação retrospectiva for impraticável para um período anterior em particular. 332. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES (CNAI) DO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE (CFC) 2008 - (ADAPTADA) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, a aplicação prospectiva de uma mudança em política contábil representa: a) a utilização de uma nova política contábil, como se essa política estivesse sempre em uso. b) a aplicação da nova política contábil a transações, a outros eventos e a condições que ocorrerem após a adoção da nova política. c) o registro e a divulgação do efeito da mudança em estimativa contábil nos exercícios correntes e futuros afetados pela mudança. d) correção do registro original, da valorização ou da divulgação de elementos das demonstrações contábeis. 333. (CFC/Exame CNAI/2008) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, o processo de determinação das estimativas contábeis envolve julgamentos baseados nas últimas informaçõesdisponíveis. Assim, uma mudança identificada nas bases de avaliação: a) corresponde a uma mudança na estimativa contábil. b) ocorre em decorrência da identificação de erro no cálculo da estimativa. c) corresponde a uma mudança em política contábil. d) pode tornar difícil distinguir entre mudança de política contábil e de estimativa contábil. Neste caso a mudança deve ser tratada como de política contábil. 334. (CESGRANRIO/BNDES/Contabilidade/2013) Nos termos do CPC 23 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erros, a entidade deve selecionar suas políticas contábeis e aplicá-las de modo uniforme em transações semelhantes. Entretanto, o próprio CPC oferece à entidade a probabilidade de fazer mudança nas práticas contábeis. Nesse aspecto da mudança de práticas contábeis, o CPC informa que a entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança A) atender às necessidades gerenciais de ordem interna. B) contribuir de forma mais relevante para a evidenciação e segurança dos ativos. C) for imposta pela Assembleia Geral dos Acionistas, controladores e não controladores. D) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos de transações, posição patrimonial e financeira, desempenho ou dos fluxos de caixa. E) ocorrer por livre decisão dos órgãos administrativos para gerar informações gerenciais mais confiáveis e relevantes para a tomada de decisão. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 142 335. (ESAF/RFB/AFRF/2012) Na identificação e determinação de erro contábil de períodos anteriores, devem ser consideradas as omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou mais períodos anteriores que A) não estavam disponíveis quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses períodos e não retroagissem a prazo superior a dois exercícios contábeis. B) somente quando se verifica efetivamente fraudes administrativas nos cálculos e informações que respaldaram as informações sobre as quais as demonstrações retrospectivas foram baseadas. C) na avaliação de seus efeitos incluíssem os efeitos decorrentes de cálculos matemáticos ou aplicação equivocada de políticas contábeis que não retroagissem a cinco períodos contábeis. D) contivessem informações que pudessem ter sido razoavelmente obtidas e levadas em consideração na elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. E) a necessidade de uma reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a intenção da Administração naquele momento passado e não produzissem efeitos fiscais. 336. (CESGRANRIO/Petrobrás/Tec. Contabilidade/2011-adaptada) Em termos de informações comparativas, quando a entidade aplica uma política contábil retrospectivamente ou faz a divulgação retrospectiva de itens de suas demonstrações contábeis, ou ainda, quando reclassifica itens de suas demonstrações contábeis, deve apresentar a) somente o balanço patrimonial correspondente ao término do período corrente. b) somente o balanço patrimonial correspondente ao término do período anterior (que corresponde ao início do período corrente). c) somente o balanço patrimonial correspondente ao início do mais antigo período comparativo apresentado. d) somente os balanços patrimoniais correspondentes ao término do período corrente e ao término do período anterior (que corresponde ao início do período corrente). e) os balanços patrimoniais relativos ao término do período corrente, ao término do período anterior (que corresponde ao início do período corrente) e ao início do período precedente. 337. (FEPESE/TCE-SC/Contabilidade/2014) De acordo com o CPC 23, erros podem ocorrer: 1. Na mensuração. 2. No registro. 3. Na conceituação. 4. Na divulgação. 5. Na apresentação. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. A) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 143 B) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. C) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. D) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 5. E) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5. 338. (FEPESE/MPE SC/Auditoria/2014) Sobre a divulgação de erro no registro, na mensuração, na apresentação ou na divulgação de elementos de demonstrações contábeis de período anterior, é correto afirmar que a empresa deve divulgar: 1. a natureza do erro de período anterior. 2. o montante da retificação para cada período anterior apresentado à medida que seja praticável. 3. o montante da retificação no início do período anterior mais antigo apresentado. 4. as circunstâncias que levaram à existência dessa condição e uma descrição de como e desde quando o erro foi corrigido, se a reapresentação retrospectiva for impraticável para um período anterior em particular. 5. a retificação de erro de período anterior que deve ser adicionada, preferencialmente, aos resultados do período em que o erro é descoberto. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. A) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. B) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 5. C) São corretas apenas as afirmativas 1, 3, 4 e 5. D) São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5. E) São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. 339. (CESGRANRIO/BNDES/Contabilidade/2013) Nos termos do CPC 23 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erros, a entidade deve selecionar suas políticas contábeis e aplicá-las de modo uniforme em transações semelhantes. Entretanto, o próprio CPC oferece à entidade a probabilidade de fazer mudança nas práticas contábeis. Nesse aspecto da mudança de práticas contábeis, o CPC informa que a entidade deve alterar uma política contábil apenas se a mudança a) atender às necessidades gerenciais de ordem interna. b) contribuir de forma mais relevante para a evidenciação e segurança dos ativos. c) for imposta pela Assembleia Geral dos Acionistas, controladores e não controladores. d) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos de transações, posição patrimonial e financeira, desempenho ou dos fluxos de caixa. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 144 e) ocorrer por livre decisão dos órgãos administrativos para gerar informações gerenciais mais confiáveis e relevantes para a tomada de decisão. 340. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contabilidade/2015) No entendimento do Pronunciamento Técnico CPC 23 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, aprovado pela Deliberação CVM n° 592/2009, a informação incorreta que puder, individual ou coletivamente, influenciar as decisões econômicas que os usuários das demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações é a definição técnico-conceitual de a) aplicações prospectivas b) aplicações retrospectivas c) erros de períodos anteriores d) reapresentação retrospectiva e) omissões ou incorreções materiais 341. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Em 01/01/2011, uma companhia adquiriu uma máquina para a linha de produção por R$ 720.000,00. A política de uso da máquina definida pela companhia é compatível com as estimativas do fabricante, com uma vida útil esperada de 12 anos. O valor residual estimado é 5% do valor de aquisição. A máquina é depreciada pelo método linear. Em 31/12/2017, após 7 anos de uso, a companhia decidiu revisar a vida útil da máquina e o seu valor residual. Técnicos especializados no assunto foram contratados. De acordo com eles, a vida útilremanescente da máquina em 31/12/2017 era de 8 anos, e o valor residual foi estimado em R$ 25.000,00. Com essas novas estimativas, o novo valor da depreciação anual é (A) R$ 34.375,00, aplicado retrospectivamente (B) R$ 37.000,00, aplicado prospectivamente (C) R$ 37.000,00, aplicado retrospectivamente (D) R$ 37.500,00, aplicado prospectivamente (E) R$ 40.125,00, aplicado prospectivamente 342. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Uma entidade precisa aplicar uma nova política contábil. Todavia, não pode determinar o efeito cumulativo da aplicação da política a todos os períodos anteriores. Dessa forma, segundo o pronunciamento técnico CPC 23, que trata das políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro, a nova política contábil deve ser aplicada (A) retrospectivamente a todos os períodos, considerando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. (B) prospectivamente desde o início do período mais antigo praticável, ignorando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 145 (C) inicialmente a partir do período atual, mesmo que seja praticável aplicar, de forma prospectiva, a nova política a qualquer período anterior. (D) a partir do período atual, ignorando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. (E) retrospectivamente a todos os períodos, ignorando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. CPC 24 – Eventos Subsequentes Fundação Getúlio Vargas (FGV) 343. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) Em janeiro de 2010, a Cia Teresópolis preparava suas Demonstrações Contábeis de 2009, quando um fato negativo e significativo ocorreu na empresa, obrigando-a a uma mudança nos critérios contábeis para a elaboração das Demonstrações Contábeis. De acordo com as normas do CPC, aprovadas pelo CFC, assinale a alternativa que indique a causa para que esse fato tenha ocorrido. (A) A identificação de que a empresa não mais poderá se manter em continuidade. (B) A empresa adquiriu controle de uma nova sociedade de grande porte. (C) A empresa tinha passivos em moeda estrangeira e houve uma acentuada desvalorização da moeda nacional. (D) A ocorrência de uma mudança significativa na carga tributária incidente para a empresa. (E) O principal depósito de mercadorias da empresa sofreu um incêndio de grandes proporções. 344. (FGV/TJ - BA/Analista Judiciário/2015) Os eventos subsequentes ao período a que se referem as demonstrações contábeis podem originar ou não ajustes nas demonstrações. Constitui um exemplo de evento subsequente que não origina ajustes nas demonstrações contábeis: (A) alteração significativamente grande nos preços dos ativos ou nas taxas de câmbio após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis; (B) decisão ou pagamento em processo judicial após o final do período contábil a que se referem as demonstrações contábeis; (C) determinação, após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis, do valor referente ao pagamento de participação nos lucros; (D) falência de cliente ocorrida após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis; (E) obtenção de informação após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis, indicando que um ativo estava desvalorizado ao final daquele período contábil. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 146 345. (FGV/CODEMIG/Contador/2015) A Cia. Ômega opera no setor de geração de energia elétrica e possui um conjunto de cinco usinas geradoras. Em 10 de novembro de 20x8, ocorreu uma falha em uma das usinas que gerava energia para os estados da Região Oeste, de forma que a região ficou quatro horas sem energia elétrica. Os contratos de geração da Cia. Ômega preveem parâmetros para aplicação de multa em caso de descontinuidade e falhas na geração de energia. Em 10 de janeiro de 20x9, a Cia. Ômega recebeu notificação de multa por parte do órgão regulador, no valor de R$ 53,7 milhões, em decorrência da falha ocorrida em novembro de 20x8. Em decorrência de previsão contratual, há significativa probabilidade de que a Cia. Ômega pague efetivamente a multa. As demonstrações contábeis de 20x8 da Cia. Ômega foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 24 de março de 20x9. Considerando a situação apresentada e as orientações do CPC 24 - Eventos Subsequentes, a Cia. Ômega deveria: A) ajustar as demonstrações contábeis de 20x8, pelo valor aplicado da multa; B) ajustar as demonstrações contábeis de 20x8, considerando 50% do valor aplicado da multa, pois pretende recorrer; C) divulgar o fato em notas explicativas, pela falta de elementos que comprovem se tratar de uma obrigação presente; D) não ajustar as demonstrações contábeis e nem divulgar em notas explicativas, por não se tratar de evento subsequente; E) não ajustar as demonstrações contábeis, por se tratar de evento ocorrido após o encerramento do exercício. 346. (FGV/TJ - BA/Analista Judiciário/2015) A Cia Belos Tempos concluiu a preparação das demonstrações contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013 no dia 23 de fevereiro de 2014. A administração autorizou a emissão das demonstrações em 07 de março de 2014. As demonstrações contábeis foram disponibilizadas aos acionistas em 17 de março de 2014. A assembleia aprovou as demonstrações em 26 de março de 2014. As demonstrações foram arquivadas junto ao órgão de regulação do mercado em 31 de março de 2014. De acordo com o CPC 24, as demonstrações da Cia Belos Tempos deverão considerar os eventos subsequentes ocorridos até: (A) 23 de fevereiro de 2014; (B) 07 de março de 2014; (C) 17 de março de 2014; (D) 26 de março de 2014; (E) 31 de março de 2014 347. (FGV/Câmara de Caruaru/Analista – Contabilidade /2015) Em 01 de março de 2013, os diretores da Cia. X autorizaram a emissão de suas demonstrações contábeis para o seu conselho de administração, formado integralmente por não executivos. Em 10 de março, as demonstrações foram aprovadas pelo conselho de administração, e, em 15 de março, foram disponibilizadas para seus acionistas. Os acionistas as aprovaram em 31 de março, e, por fim, estas foram encaminhadas para registro na Comissão de Valores Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 147 Mobiliários, em 05 de abril. De acordo com o pronunciamento técnico CPC 24 – Eventos Subsequentes, os eventos subsequentes da Cia. X são os que ocorreram entre 31/12/2012 e (A) 01 de março de 2013. (B) 10 de março de 2013. (C) 15 de março de 2013. (D) 31 de março de 2013. (E) 05 de abril de 2013. 348. (FGV/Analista Contábil/DPE MT/2015) Em 20 de fevereiro de 2014 um incêndio destruiu a fábrica de uma filial da empresa “X”, que teve perda de parte importante de suas máquinas. Em 01 de março de 2014, a administração da empresa autorizou a divulgação das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2013. Assinale o posicionamento correto da empresa, em relação ao incêndio, nas demonstrações contábeis publicadas em março de 2014. a) Gerar um ajuste no patrimônio líquido das demonstrações contábeis de 31/12/2013, mas não evidenciar nas notas explicativas. b) Não gerar ajuste nas demonstrações contábeis, mas evidenciar nas notas explicativas. c) Não gerar ajustes e nem evidenciar nas notas explicativas d) Mencionar o fato no Relatório da Administração apenas. e) Divulgar um fato relevante para o mercado acionário. 349.(FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) O departamento de contabilidade da Computerbios finalizou todos os lançamentos e conciliações contábeis de 31/12/X1 em 16/01/X2. Duas semanas depois, no dia 30/01/X2, o conjunto das demonstrações contábeis ficaram prontas para apreciação da auditoria externa. A administração examina e autoriza a emissão das demonstrações contábeis no dia 03/02/X2. As demonstrações são disponibilizadas aos acionistas em 15/02/X2 que a aprovam na sua reunião anual de 03/03/X2. Considerando os fatos acima, os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as demonstrações contábeis incluem todos os eventos até a data de (A) 16/01/X2 (B) 03/02/X2 (C) 30/01/X2 (D) 15/02/X2 (E) 03/03/X2 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 148 CESPE 350. (CESPE/BACEN/Analista – Contabilidade/2013) A respeito do Pronunciamento Técnico CPC 24, que trata de evento subsequente, julgue o próximo item. Considere que determinada instituição financeira tenha identificado significativos eventos subsequentes ao período contábil e que, dada a natureza deles, não tenha havido ajustes nas demonstrações contábeis. Nesse caso, a instituição financeira poderá evidenciar, ou não, estes eventos subsequentes. Questões Inéditas 351. (Questão Inédita) Considere os seguintes eventos, ocorridos entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações: 1) Descoberta de fraude relevante. 2) Um incêndio destrói a maior parte das instalações fabris da empresa. 3) A empresa perdeu um importante processo judicial, que se arrastava a 5 anos. 4) A empresa anuncia um plano para descontinuar uma operação. 5) As alíquotas de imposto incidente sobre o principal produto da empresa sofreram aumento substancial. Indique quantos eventos deveriam ser ajustados nas demonstrações contábeis: A) 1 B) 2 C) 3 D) 4 E) 5 352. (Questão Inédita) A administração da entidade conclui, em 20 de fevereiro de 20x2, a sua minuta das demonstrações contábeis referentes ao período contábil encerrado em 31 de dezembro de 20x1. Em 21 de março de 20x2, a diretoria examina as demonstrações e autoriza a sua emissão. A entidade anuncia, em 25 de março de 20x2, o seu lucro e outras informações financeiras selecionadas. As demonstrações contábeis são disponibilizadas aos acionistas e a outras partes interessadas em 29 de março de 20x2. Os acionistas aprovam as demonstrações contábeis na sua reunião anual em 25 de abril de 20x2, e as demonstrações contábeis aprovadas são em seguida encaminhadas para registro no órgão competente em 17 de maio de 20x2. O período no qual devem ser examinados os eventos subsequentes vai de 31/12/X1 a A) 20 de fevereiro de 20X2 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 149 B) 21 de março de 20X2 C) 25 de março de 20x2 D) 29 de março de 20x2 E) 25 de abril de 20x2 353. (Questão Inédita) A Cia ABC encerrou seu exercício social em 31/12/X1 e concluiu suas demonstrações contábeis em 02 de março de 20X2. Nessa data, os acionistas da empresa decidiram encerrar as atividades. Assinale a alternativa correta: A) Como a decisão foi tomada após o encerramento do exercício, e portanto não evidencia uma condição pré-existente, não há necessidade de nenhum ajuste nas demonstrações. B) A empresa deve divulgar tal decisão em nota explicativa, não sendo necessário alterar as demonstrações. C) A empresa deve alterar as demonstrações contábeis, abandonando o pressuposto da continuidade. D) Se a decisão for comunicada ao mercado e os seus efeitos relevantes, a empresa deve alterar apenas a Demonstração do Resultado do Exercício, incluindo uma provisão para perdas por descontinuidade. E) A empresa deve levantar, na data da decisão de encerrar as atividades, demonstrações especiais, sem o pressuposto da continuidade, mas não deve alterar as demonstrações de dezembro de X1. Outras Bancas 354. (CESGRANRIO/Petrobras/Contador Jr./2011) Evento subsequente é a situação favorável ou desfavorável que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis da empresa e a data da A) aprovação das demonstrações pela Assembleia Geral pertinente B) assinatura das demonstrações contábeis por quem de direito C) autorização para emissão das demonstrações contábeis D) proposta da administração para a distribuição do resultado E) publicação das demonstrações contábeis 355. (Qualificação Técnica Geral – CFC 2009) Considerando os eventos subsequentes abaixo mencionados, ocorridos após a data do balanço, determine qual não implica ajuste das Demonstrações Contábeis, nos termos da NBC T 19.12? a) A determinação do custo de ativos comprados ou do valor de ativos recebidos em troca de ativos vendidos antes da data do balanço. b) A venda de estoques com prejuízo. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 150 c) O declínio do valor de mercado de investimentos. d) A descoberta de fraudes ou erros relevantes 356. (CFC/Exame de Qualificação Técnica/2008/Adaptada) Conforme o Pronunciamento CPC 24, a entidade deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis para que estas reflitam eventos subsequentes à data do balanço que venham a confirmar condições existentes até aquela data. A seguir, são apresentados exemplos de eventos subsequentes à data do balanço que exigem que a entidade ajuste os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis ou reconheça itens que não tenham sido previamente reconhecidos, exceto: a) Declínio do valor de mercado de investimentos ocorrido no período entre a data do balanço e a data de autorização de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. b) A obtenção de informação, após a data do balanço, indicando que um ativo estava deteriorado na data do balanço ou que o montante de um prejuízo por deterioração previamente reconhecido em relação àquele ativo precisa ser ajustado. c) A falência de um cliente ocorrida subsequentemente à data do balanço normalmente confirma que já existia um prejuízo em uma conta a receber na data do balanço, e que a entidade precisa ajustar o valor contábil da conta a receber. d) O pagamento ou a divulgação de uma decisão definitiva, após a data do balanço, relacionado a um processo judicial, confirmando que a entidade já tinha uma obrigação presente na data do balanço. 357. (CFC/Exame de ordem/2009/Adaptada) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 24, os eventos subsequentes à data do balanço são aqueles que ocorrem entre: a) o encerramento do exercício e a data da publicação das demonstrações contábeis. b) a data do balanço e a data da aprovação das demonstrações contábeis pela assembleia geral dos acionistas da companhia. c) a data do balanço e a data na qual é autorizada a conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. d) o encerramento do exercício e a entrega do parecer de auditoria à entidade auditada. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 151 CPC 25 – Provisões, Passivo Contingente e Ativo Contingente. Fundação Carlos Chagas (FCC) 358. (FCC/Sabesp/Analista Contábil/2018) O saldo da conta Provisões evidenciado no Balanço Patrimonial de uma empresa, em 31/12/2016, era composto dos seguintes valores: Em 31/12/2017 a empresa obteve as seguintes informações sobre os diversos processos a que está respondendo: Na Demonstração do Resultado de 2017, o efeito total que a empresa reconheceu, em função das provisões necessárias, foi (A) despesa totalno valor de R$ 1.040.000,00. (B) receita total no valor de R$ 400.000,00. (C) despesa total no valor de R$ 1.440.000,00. (D) despesa total no valor de R$ 140.000,00. (E) despesa total no valor de R$ 540.000,00. 359. (FCC/Sabesp/Analista Contábil/2018) A empresa Novos Problemas S.A. nunca teve problemas com ações de qualquer natureza, mas no ano de 2017 se deparou com alguns processos movidos contra ela. Até o dia 31/12/2017 não ocorreu nenhuma audiência ou julgamento para qualquer dos processos. A assessoria jurídica apresentou para a diretoria da empresa, em 31/12/2017, as informações constantes da tabela a seguir, onde constam a avaliação feita quanto à possibilidade de perda dos diversos processos e os valores prováveis que poderão ser desembolsados pela empresa: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 152 Sabendo que os valores estimados para as ações são confiáveis e as probabilidades de perda foram avaliadas com critérios adequados, o valor total que deveria ser evidenciado como provisão no passivo, no Balanço Patrimonial de 31/12/2017 da empresa Novos Problemas S.A. é, em reais, (A) 17.000.000,00. (B) 21.000.000,00. (C) 50.000.000,00. (D) 38.000.000,00. (E) 0,00 (zero). 360. (FCC/Analista/DPE AM/2018) O Balanço Patrimonial de 31/12/2014 de uma empresa apresentava o saldo de R$ 1.100.000,00 na conta Provisões. A composição desta conta era a seguinte: Reavaliando a situação dos dois processos, a empresa identificou, em 31/12/2015, alterações nos valores prováveis, em função de novos fatos analisados. Os novos valores prováveis para estes processos são: Dois novos processos judiciais surgiram em 2015 contra a empresa e as informações sobre eles são apresentadas a seguir: O efeito líquido no resultado de 2015 da empresa, relacionado com as provisões necessárias foi, em reais, Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 153 a) redução de 80.000,00. b) aumento de 150.000,00. c) redução de 180.000,00. d) redução de 30.000,00. e) aumento de 70.000,00 361. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) A Cia. Desenrola está respondendo a processos em diversas áreas. Em 31/12/2016, apresentava as seguintes informações sobre seus processos, com valores em reais: Para o fechamento do Balanço Patrimonial em 31/12/2017, a Cia. reavaliou os processos nos quais estava envolvida e obteve as seguintes informações, com valores em reais: Com base nas informações, o impacto no resultado de 2017 decorrente da reavaliação dos processos judiciais foi, em reais, (A) 100.000,00 negativo. (B) 720.000,00 negativo. (C) 40.000,00 positivo. (D) 320.000,00 negativo. (E) 580.000,00 negativo. 362. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) O Balanço Patrimonial de uma empresa, em 31/12/2014, apresentou o saldo de R$ 1.200.000,00 na conta representativa das provisões que era composta dos seguintes valores: Para a elaboração do Balanço Patrimonial de 31/12/2015, as informações obtidas pela empresa sobre os processos existentes em 31/12/2014 e sobre outros que surgiram durante o ano de 2015 são apresentadas na tabela a seguir: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 154 O efeito líquido causado na Demonstração do Resultado de 2015 da empresa relacionado com as provisões foi, em reais: (A) aumento de 350.000,00. (B) aumento de 450.000,00. (C) redução de 850.000,00. (D) aumento de 650.000,00. (E) redução de 550.000,00. 363. (FCC/Julgador Administrativo Tributário/SEFAZ PE/2015) A empresa Processos & Cia. S.A. estava respondendo a alguns processos judiciais, cujas informações estão apresentadas a seguir: Com base nestas informações, a empresa Processos & Cia. S.A. reconheceu, na Demonstração do Resultado de 2014, (A) despesa com provisão no valor de R$ 40.000,00. (B) despesa com provisão no valor de R$ 120.000,00. (C) ganho líquido com provisão no valor de R$ 160.000,00. (D) ganho líquido com provisão no valor de R$ 80.000,00. (E) despesa com provisão no valor de R$ 20.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 155 364. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) O departamento jurídico da Empresa Arriscada S.A. apresentou as informações, constantes no quadro abaixo, relativas a diversos processos movidos contra a empresa. Estas informações serão utilizadas para a elaboração do Balanço Patrimonial em 31/12/2013: Sabendo-se que todos os valores estimados são confiáveis e com base nas informações apresentadas, o valor a ser evidenciado como provisão no passivo, no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 é, em reais, a) 9.300.000,00. b) 8.300.000,00. c) 4.000.000,00. d) 1.000.000,00. e) 4.300.000,00. 365. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) A empresa Alpha S.A. possuía alguns processos judiciais em andamento, conforme os dados a seguir: Com base nestas informações, a empresa Alpha S.A. deve, em 30/06/2013, complementar o saldo (A) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão para os processos 3 e 4 e reverter a provisão constituída para o processo 2. (B) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão somente para o processo 4 e manter a provisão já constituída para o processo 2. (C) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisões para os processos 3 e 4. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 156 (D) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisão somente para o processo 4. (E) da provisão constituída para o processo 1, constituir a provisão para o processo 4 e reverter a provisão constituída para o processo 2. 366. (FCC/TRF 3ª Região/Contabilidade/2014) A empresa Enroscada S.A. está respondendo a diversos processos em diversas áreas. Para o fechamento do Balanço Patrimonial em 31/12/12 a contabilidade obteve as seguintes informações: Processo Processo Probabilidade Perda Processo Trabalhista 200.000,00 Provável Processo Fiscal 1 370.000,00 Possível Processo Fiscal 2 440.000,00 Provável Processo Cível 230.000,00 Possível Processo Ambiental 160.000,00 Remota Com base nas informações acima, o valor a ser contabilizado como provisão no passivo é, em R$, A) 1.400.000,00. B) 600.000,00. C) 1.240.000,00 D) 760.000,00 E) 640.000,00 Fundação Getúlio Vargas (FGV) 367. (FGV/Auditor/CGM/Niterói/2018) A diretoria de uma entidade, em 31.01.2017, tomou a decisão de encerrar suas atividades no Estado de Minas Gerais. Em 31.03.2017, um plano para a reestruturação foi concluído e a ação foi comunicada aos funcionários, clientes e fornecedores da entidade. O encerramento das atividade em Minas Gerais ocorreu em 31.05.2017, quando os ativos localizados no Estado foram colocados à venda. Em 31.07.2017 os ativos da entidade foram vendidos para uma entidade do mesmo ramo que estava se instalando em Minas Gerais. O valor da venda foi recebido em 31.08.2017. No balanço patrimonial da entidade que encerrou suas atividade, um passivo foi constituído em a) 31.01.2017 b) 31.03.2017 c) 31.05.2017 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 157 d) 31.07.2017 e) 31.08.2017 368. (FGV/Agente de Fiscalização/TCM SP/2015) A Cia. Delta é uma corporação de grande porte, com negócios em diversos países. Nos últimos anos a companhia tem sido duramente criticada por políticos e ativistas, pois adota uma estrutura societária quelhe permite reduzir a carga de impostos recolhidos ao Fisco do país que constitui seu principal mercado de atuação. A repercussão dessas críticas junto aos consumidores prejudicou severamente a reputação da companhia, tendo forte impacto em seus negócios. A fim de mitigar esses danos, em 2015 a Cia. Delta voluntariamente aderiu a um código de conduta empresarial, comprometendo-se a destinar a entidades de assistência social, anualmente, o equivalente a no mínimo um terço a mais de recursos do que sua principal concorrente neste país. Ao final do exercício de 2015, para que a Cia. Delta reconheça uma provisão relativa a esse compromisso, é necessário que ela tenha: (A) criado expectativas válidas em terceiros de que cumprirá esse compromisso; (B) identificado as entidades assistenciais para as quais pretende destinar esses recursos; (C) se comprometido através de contratos com as entidades assistenciais para as quais pretende destinar esses recursos; (D) ciência do montante exato que destinará a essas entidades; (E) estabelecido um cronograma para o pagamento desses valores. 369. (FGV/Analista Contábil/ DPE – RO/2015) Nas demonstrações financeiras do ano de X1, a companhia de automóveis japonesa Cainaxon apresentou o maior prejuízo de sua história. Pressionado pelo Conselho de Administração, o presidente da companhia apresentou um plano de reestruturação: 1) Encerramento das unidades deficitárias nos anos de X2 e X3; 2) Programa de demissão da metade dos executivos com início em 01/01/X3; 3) Construção de um prédio administrativo; 4) Encerramento do contrato de aluguel do prédio administrativo no momento em que o novo prédio ficar pronto. Considerando que todas as medidas foram aprovadas pelo conselho de administração no primeiro semestre de X2, deverão ser provisionadas no balanço do segundo trimestre de X2 a(s) seguinte(s) medidas: (A) nenhuma; (B) apenas 1 e 4; (C) apenas a 2; (D) apenas a 4; (E) todas as medidas com mensuração confiável Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 158 370. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A Companhia Revender vendeu um serviço de instalação elétrica à empresa Sem Luz. Para a execução do serviço, a Revender contratou a empresa Azarada para prestar o serviço. Durante a prestação de serviço, por descuido dos funcionários da Azarada, houve um curto circuito, ocasionando um incêndio no prédio da Sem Luz. Devido ao ocorrido, a Sem Luz entrou com um processo judicial indenizatório cobrando o valor de $ 200.000 por danos materiais contra a Revender. Por sua vez, a Revender entrou com um processo no mesmo valor contra a Azarada. O advogado da Revender informou que o processo movido pela Sem Luz é uma contingência com perda provável de $ 100.000. Quanto ao processo judicial contra a Azarada, segundo a avaliação do advogado, é possível que a integralidade da indenização seja recebida pela Revender. Considerando o caso acima, o registro na contabilidade da Revender é (A) D – Despesas operacionais (DRE) - $ 200.000 C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000 (B) D – Despesas operacionais (DRE) - $ 100.000 C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 (C) D – Contingências ativas (Ativo) - $ 200.000 C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000 (D) D – Contingências ativas - $ 100.000 C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 (E) D – Contingências ativas - $ 200.000 C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 C – Outras receitas operacionais (DRE) - $ 100.000 371. (FGV/Técnico Nível Superior/AL/BA/2014) O empregado de determinada entidade entrou na Justiça em 2012, cobrando horas extras não remuneradas relativas ao ano de 2011. No julgamento realizado pela administração, com apoio dos consultores jurídicos, foi definido que o risco de perda era remoto. Em 2013, a Justiça determinou que a entidade deve pagar as horas extras trabalhas para o empregado. Estas foram pagas em 2014. O fato gerou uma diminuição no resultado da entidade no ano de: a) 2011. b) 2012. c) 2013. d) 2014. e) Não há diminuição no resultado da entidade em nenhum ano. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 159 372. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) A Cia Nova Friburgo recebeu em dezembro de 2009 uma intimação de um cliente por um produto comprado ter apresentado defeito. Os departamentos contábil e jurídico da empresa analisaram a intimação, apresentaram a defesa e julgaram que a perda da causa é possível. Ao mesmo tempo, foi verificado que se a Cia Friburgo tiver que pagar a indenização ao cliente, ela poderá exigir o ressarcimento de cerca de 80% do valor da indenização cobrada para a empresa fornecedora de matéria prima. No momento da elaboração das Demonstrações Contábeis de 31.12.2009 a empresa, de acordo com as normas contábeis brasileiras apresentadas no Pronunciamento CPC25, aprovado pelo CFC, analisou a situação e adotou o seguinte procedimento: (A) a empresa efetuou a Provisão para Contingências pelo valor de 100% da indenização cobrada. (B) a empresa apresentou sua posição em notas explicativas. (C) a empresa não teve obrigação de evidenciar o fato. (D) a empresa efetuou a Provisão para Contingências pelo valor de 20% da indenização cobrada. (E) a empresa constituiu uma Reserva para Contingência pelo valor de 100% da indenização cobrada. 373. (FGV/Analista de Controle Interno/SEFAZ/RJ/2011) Assinale o tratamento contábil que deve ser aplicado de acordo com as normas contábeis brasileiras. A) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada possível e reconhece uma Reserva para Contingência. B) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada remota e reconhece uma Reserva para Contingência. C) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada provável e constitui uma Reserva para Contingência. D) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada provável e constitui uma Provisão para Contingências. E) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada remota e reconhece uma Provisão para Contingências. 374. (FGV/Contador/SUDENE/PE/2013) O termo a ser utilizado para o julgamento de contingências ativas referente a decisões judiciais favoráveis para a entidade, sobre as quais não cabem mais recursos é (A) remota. (B) provável. (C) possível. (D) praticamente certo. (E) certo. 375. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em dezembro de 2013, a administração de determinada empresa decidiu encerrar as atividades em uma de suas unidades a partir de 2014, a fim de cortar custos. A notícia foi mantida em sigilo, sendo que apenas os diretores e o contador sabiam dos planos para esta unidade. Dado que os custos com rescisões trabalhistas eram estimados em R$ 300.000,00 e, com outros gastos, em R$ 150.000,00, o procedimento correto em 31/12/2013 foi (A) contabilizar uma provisão de R$ 150.000,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 160 (B) contabilizar uma provisão de R$ 225.000,00. (C) contabilizar uma provisão de R$ 300.000,00. (D) contabilizar uma provisão de R$ 450.000,00. (E) não contabilizar a provisão. 376. (FGV/Técnico Nível Superior/AL/BA/2014) Uma empresa possuía escritórios em cinco estados brasileiros. Em 01/12/2013, a alta direção desta empresa decidiu pela descontinuidade de suas operações em dois importantes estados, com a transferência das operações para outros estados, inclusive deslocando pessoal. Na ocasião, as principais linhas do plano foram aprovadas e, na semana seguinte, divulgadas para as partes envolvidas. A empresa contabilizou uma provisão para reestruturação. Nessa provisão deve estar incluído:a) o remanejamento da equipe para os três outros polos. b) o pagamento de indenização para os empregados desligados das unidades descontinuadas. c) o investimento em novos sistemas e redes de distribuição. d) o pagamento de treinamento para os empregados das unidades que irão ter sua carga de trabalho ampliada. e) o marketing realizado nos três estados remanescentes. CESPE 377. (CESPE/Auditor/TCM BA/2018) Segundo o CPC 25, um passivo deve ser reconhecido quando a sua ocorrência for provável, isto é, quando a probabilidade da sua ocorrência for: A) igual a 20% B) superior a 20% e inferior a 30%. C) superior a 30% e inferior a 40%. D) superior a 40% e inferior a 50%. E) superior a 50%. 378. (CESPE/SEDF/Analista/2017) Um fabricante deve registrar um passivo líquido e certo relativo às garantias de reparo ou troca de seus produtos, dadas aos compradores, se, pela sua experiência passada, for provável — ou seja, mais provável que sim do que não — que algumas garantias serão executadas pelos compradores. 379. (CESPE/Perito Criminal Ciências Contábeis/PC-PE/2016) Acerca do reconhecimento e da divulgação de ativos e passivos, assinale a opção correta. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 161 a) Um passivo trabalhista só será objeto de registro contábil quando do trânsito em julgado da sentença condenatória. b) Registra-se em passivo não circulante a existência de uma obrigação presente com remota probabilidade de saída de recursos. c) Existindo uma obrigação presente, mas que apenas provavelmente vá requerer uma saída de recursos para sua liquidação, não se registra uma provisão, porém divulga-se informação pertinente em nota explicativa. d) Se um ingresso de benefícios econômicos for praticamente certo, um ativo contingente deverá ser reconhecido. e) Caso uma entrada de benefício econômico não seja provável, nenhum ativo deverá ser reconhecido ou divulgado. 380. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. O contador de uma empresa que tenha sido multada por haver causado danos ambientais deverá reconhecer uma provisão para contingências no valor da multa a ser paga. 381. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. Passivo contingente corresponde a um passivo de prazo ou valor incerto; provisão caracteriza uma obrigação possível, resultante de eventos passados, que será confirmada pela ocorrência ou não de eventuais acontecimentos futuros, sobre os quais a entidade não terá controle. 382. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. Sendo identificada uma contingência ativa na fase final de uma ação impetrada por uma empresa contra outra empresa, os valores a serem convertidos para a impetrante deverão ser reconhecidos. Uma empresa do setor farmacêutico que atua em diversos países realiza atividades que causam poluição ambiental. Embora estejam conscientes desse problema, os administradores dessa empresa se comprometem a despoluir áreas impactadas por suas atividades apenas nos locais em que houver determinação legal para isso. Há anos essa empresa tem causado poluição ambiental em áreas públicas de um país onde, atualmente, está em curso o processo de votação de um projeto de lei antipoluição. Se esse projeto for aprovado, como se estima, a lei entrará em vigor após o término do exercício social em curso. Prevendo que terá de arcar com a despoluição das áreas impactadas, a empresa estabeleceu uma estimativa do valor que deverá desembolsar. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte, que trata de provisões, passivos contingentes e ativos contingentes. 383. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Na situação apresentada, a saída de recursos que incorporam benefícios econômicos é considerada possível, pois a probabilidade de a saída de recursos ocorrer é superior à de ela não ocorrer. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 162 384. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Se o efeito do valor do dinheiro no tempo for considerado imaterial, o valor da estimativa feita pela empresa não estará sujeito a ajuste com base em valor presente, quando do seu reconhecimento pela contabilidade. 385. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) No término do exercício social em curso, a empresa deverá reconhecer um passivo contingente. 386. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Se, independentemente da aprovação da lei antipoluição, a empresa aceitar publicamente a responsabilidade pela reparação do dano causado ao meio ambiente, estará configurada a existência de um evento passado que conduziu a uma obrigação presente. 387. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Caso a empresa tenha direito ao reembolso, por terceiro, do total a ser desembolsado para reparação da área poluída, esse direito a reembolso deverá ser registrado em uma conta retificadora de passivo. Em outubro de 2010, uma empresa acionou judicialmente seu principal fornecedor de matérias-primas reivindicando um direito. Até o final de 2014, o desfecho da ação ainda era incerto, embora se considerasse provável uma entrada de benefícios econômicos. No final de 2015, quando o processo tramitava em última instância, foi proferida decisão judicial a favor da empresa, ficando o fornecedor comprometido a honrar o pagamento do direito reivindicado à empresa no ano de 2016. Com base nessa situação hipotética, julgue o próximo item, acerca de provisões, passivos contingentes e ativos contingentes. 388. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) No final de 2015, a empresa teve de reconhecer, em suas demonstrações contábeis, o ativo e os ganhos decorrentes da decisão judicial proferida a seu favor. 389. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) No período de 2010 a 2014, a empresa teve a obrigação de divulgar, nas datas de cada balanço, informações acerca da natureza dos ativos contingentes e, quando praticáveis, as estimativas dos efeitos financeiros dos referidos ativos. 390. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. O contador de uma empresa que tenha sido multada por haver causado danos ambientais deverá reconhecer uma provisão para contingências no valor da multa a ser paga. 391. (CESPE/TCE-PR/Analista de Controle – Contábil/2016) Em 2015, a Cia. Alfa foi autuada pelo não recolhimento de R$ 3.000.000, referentes a determinado imposto. Em 31/12/2015, foi reconhecida contabilmente uma provisão de apenas R$ 1.500.000, por sugestão do setor jurídico da companhia. Simultaneamente, a Cia. Alfa impetrou recurso junto ao órgão fiscal. Em 25/1/2016, após julgamento do recurso, o órgão fiscal entendeu que era devido o recolhimento do valor de R$ 2.000.000. A companhia optou por não recorrer dessa decisão. Em seguida, em 18/3/2016, foi autorizada a emissão das demonstrações contábeis referentes ao exercício de 2015. Nesse caso hipotético, o procedimento contábil correto a ser adotado pela Cia. Alfa consiste em reconhecer, nas demonstrações contábeis a) de 2015, uma provisão complementar de R$ 1.500.000. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 163 b) de 2016, uma provisão de R$ 1.500.000. c) do ano em que ocorrer o efetivo recolhimento, uma despesa tributária de R$ 2.000.000. d) de 2015, uma provisão complementar de R$ 500.000. e) de2016, uma provisão de R$ 500.000. 392. (CESPE/DPU/Contador/2016) Com relação ao reconhecimento e à mensuração de itens patrimoniais e de resultado, julgue o item subsecutivo. Caso determinada sociedade empresária estime uma provisão, em virtude de garantia oferecida por problema no funcionamento inadequado de produto vendido, essa sociedade deverá reconhecer um passivo e uma despesa no momento da venda, pelo valor estimado. 393. (CESPE/Auditor Federal de Controle Externo/TCU/2015) No fim do exercício social, determinada empresa estimou os seguintes valores para os processos judiciais em que figurava como ré em relação aos quais os especialistas consideravam haver probabilidades de perda. Assertiva: Nesse caso, o montante de R$ 124.971 milhões deverá ser reconhecido no balanço patrimonial do exercício, em contas classificadas no passivo exigível, em subgrupos de provisões e de acordo com os prazos de liquidação. 394. (CESPE/Telebras/Analista Superior-Auditoria/2015) Com relação aos componentes do patrimônio e ao conceito de receita, julgue o próximo item, de acordo com os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. O ativo contingente não deve ser reconhecido no balanço patrimonial da entidade, pois, entre outros motivos, não é um evento totalmente sob o controle da empresa. 395. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Com relação ao tratamento contábil de itens patrimoniais, julgue o item a seguir. O tempo é um fator que diferencia provisões para contingências de reservas para contingências: as primeiras referem-se a eventos passados, e as últimas, a futuros. 396. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Julgue o item subsequente, relativo aos procedimentos contábeis de mensuração de ativos e passivos que devem ser efetuados pela UnB. Não é possível o reconhecimento de provisão caso não possa ser feita estimativa confiável do valor da obrigação. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 164 397. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) O item apresenta uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada em relação ao reconhecimento e à mensuração contábil, de acordo com os pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. A empresa X está sendo acusada pela concorrente Y de prática desleal, por combinar preços com as demais concorrentes. A empresa Y pede judicialmente uma indenização de R$ 1 milhão. Nessa situação, a empresa X deve reconhecer uma obrigação no passivo, pelo valor requerido, mesmo que seja remota a probabilidade de saída de recursos que incorporem benefícios econômicos. Uma companhia aberta que fabrica aparelhos celulares vende o seu produto oferecendo garantia ao cliente no momento da venda. No contrato de venda, o fabricante compromete-se a consertar, por meio de reparo ou substituição do aparelho, defeitos que vierem a se tornar aparentes dentro de três anos, a partir da data da venda. A experiência passada revela que é provável que haja reclamações dentro do período de cobertura da garantia. O fabricante tem condições de fazer uma estimativa confiável do valor com o qual terá que arcar em caso de danos nos aparelhos. Com base na situação hipotética apresentada e nos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, julgue o item que se segue. 398. (CESPE/STJ/Apoio Especializado/Contadoria/2015) A restrição, nesse caso, para o reconhecimento contábil de uma provisão está relacionada à inexistência de uma obrigação presente. 399. (CESPE/STJ/Apoio Especializado/Contadoria/2015) O fabricante está diante de uma situação que configura a existência de um passivo contingente. Nesse caso, o procedimento contábil apropriado é a divulgação desse passivo contingente em notas explicativas. 400. (CESPE/DPF/Contabilidade/2014) A diferença entre as contas provisão para imposto de renda e imposto de renda a pagar está em que a primeira representa um passivo de prazo ou valor incerto enquanto que a segunda consiste em um passivo que não contempla tal incerteza. 401. (CESPE/DPF/Contabilidade/2014) As provisões e os passivos contingentes devem ser reconhecidos e registrados pela contabilidade, uma vez que, apesar de serem resultantes de eventos passados, constituem obrigações presentes, sendo provável a saída de recursos a fim de liquidar a obrigação no futuro. 402. (CESPE/TRE ES/Contabilidade/2011) No item, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Uma empresa, após ter apurado lucro de R$ 100.000,00, destinou um terço desse valor para contingências futuras. Nessa situação, a empresa contabilizará, no mesmo exercício, R$ 30.000,00 a crédito de uma conta de provisão para contingências. 403. (CESPE/TRE ES/Contabilidade/2011) Julgue o item que se segue, acerca da utilização das técnicas contábeis no registro e controle do patrimônio das entidades. Se as circunstâncias justificarem, as provisões devem ser constituídas ainda que a entidade correspondente esteja operando com prejuízo. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 165 CPC 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis Fundação Getúlio Vargas (FGV) 404. (FGV/Técnico Contábil/AL BA/2014) Determinada empresas opta por elaborar sua Demonstração do Resultado do Exercício por função. Assinale a opção que apresenta apenas contas classificadas de acordo com a função. a) Despesas de vendas e despesas de depreciação. b) Despesa de salários e custo dos produtos vendidos. c) Imposto de renda e contribuição social e materiais consumidos. d) Despesas de propaganda e despesas de depreciação. e) Custo dos serviços prestados e despesas comerciais. 405. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) No momento da elaboração das demonstrações contábeis, o profissional de contabilidade responsável deverá definir a estrutura do balanço patrimonial, considerando a normatização contábil. Esse procedimento tem como objetivo principal: (A) aprimorar a capacidade informativa para os usuários das demonstrações contábeis. (B) atender às determinações das autoridades tributárias. (C) seguir as cláusulas previstas nos contratos de financiamento com os bancos. (D) acompanhar as características aplicadas no setor econômico de atuação da empresa. (E) manter a consistência com os exercícios anteriores. 406. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, uma entidade deve divulgar, para cada classe de ações do capital, a quantidade de ações autorizadas, a quantidade de ações subscritas e inteiramente integralizadas e as subscritas não integralizadas. Além de divulgar nota explicativa, essa divulgação deve ser feita: a) no balanço patrimonial ou na demonstração das mutações do patrimônio líquido. b) na demonstração do resultado do exercício ou na demonstração das mutações do patrimônio líquido. c) no balanço patrimonial ou na demonstração do valor adicionado. d) na demonstração do resultado do exercício ou na demonstração do valor adicionado. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 166 e) no balanço patrimonial ou na demonstração do resultado do exercício. 407. (FGV/Contador/AL/MA/2013) A informação acerca da elaboração das demonstrações contábeis e das políticas contábeis específicas utilizadas pela contabilidade, bem como a divulgação da informação requerida pelas normas, interpretações e comunicados técnicos, que não tenha sido apresentada nas demonstrações contábeis, consta (A) dos pareceres de auditoria. (B) das notas explicativas. (C) dos relatórios da diretoria. (D) dos relatórios da auditoria interna. (E) das notas de rodapé às demonstrações 408. (FGV/Auditor/SEFINRO/2018) No conjunto completo das Demonstrações Contábeis, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, está a Demonstração do Resultado Abrangente. Assinale a opção que indica o item que deve ser evidenciado na Demonstração como “Outros Resultados Abrangentes”. a) O valor de mercado dos instrumentos financeiros mantidos para negociação. b) O efeito cambial sobre as dívidas no exterior. c) Os ganhos e as perdas na remensuração de ativos não circulante mantidos para venda. d) Os ganhos e as perdas advindos de instrumentos de hedge, em operação de hedge de valor justo. Os ganhos e as perdas atuariais em planos de pensão com benefícios definidos reconhecidos. CESPE 409. (CESPE/MPU/Controle Interno/2010) Com as mudanças na legislação societária, a estrutura de algumas demonstrações contábeis modificou-se; foram incluídos, por exemplo, demonstrativos financeiros que não estavam previstos como obrigatórios anteriormente. Acerca desse assunto, julgue o item subsequente. Atualmente, a demonstração do resultado abrangente (DRA) apresenta o resultado do exercício acrescido de ganhos ou perdas, que eram reconhecidos direta e temporariamente na demonstração das mutações do patrimônio líquido (DMPL); dessa forma, a DRA é evidenciada tanto separadamente como dentro da DMPL. 410. (CESPE/Contador/MTE/2014) A demonstração do resultado abrangente integra, obrigatoriamente, a demonstração das mutações do patrimônio líquido (DMPL). Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 167 411. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Julgue o seguinte item, acerca da elaboração das principais demonstrações contábeis previstas pelo CPC. A demonstração do resultado abrangente pode ser incorporada à demonstração de mutações do patrimônio líquido; nesse caso, a demonstração do resultado abrangente deve ser iniciada pelo resultado líquido do período, conforme apurado na demonstração do resultado do exercício. 412. (CESPE/Analista/MPU/2015) As notas explicativas que contêm informações sobre a base para a elaboração das demonstrações contábeis e as políticas contábeis específicas podem ser apresentadas como seção separada das demonstrações contábeis. 413. (CESPE/Contador/CADE/2014) Ao apresentar a demonstração das mutações do patrimônio líquido, uma entidade controlada deverá desmembrar, no resultado abrangente do período, o montante total atribuível aos proprietários da entidade controladora e o montante correspondente à participação de não controladores. 414. (CESPE/Auditor/TCM BA/2018) Conforme alteração introduzida na Lei n.º 6.404/1976 pela Lei n.º 11.638/2007, determinada demonstração contábil passou a ser optativa para as companhias abertas. A referida demonstração contábil é o(a) a) balanço patrimonial. b) demonstração de resultado do exercício. c) demonstração dos fluxos de caixa. d) demonstração de origens e aplicações de recursos. e) demonstração do valor adicionado. 415. (CESPE/Oficial de Inteligência/ABIN/2010) Obrigações decorrentes de custos operacionais são classificadas como passivos circulantes, ainda que estejam para ser liquidadas em prazo superior ao ciclo operacional da entidade, que, normalmente, é de doze meses. 416. (CESPE/Oficial de Inteligência/ABIN/2010) Toda entidade é obrigada a apresentar ativos circulantes e não circulantes e passivos circulantes e não circulantes como grupos de contas separados no balanço patrimonial. Outras Bancas 417. (AOCP/Analista/UFSM/2014) De acordo com o CPC 26, a DRE deve iniciar com a) Lucros acumulados (saldo anterior). b) Lucro Bruto c) Faturamento Bruto d) Receita Bruta de Vendas Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 168 e) Receita Líquida de Vendas. 418. (CESGRANRIO/Contabilidade/Petrobras/2015) O Pronunciamento Técnico CPC 26(R2), ao tratar da classificação dos passivos, informa que as competências relativas a gastos com empregados e a outros custos operacionais são parte do capital circulante usado no ciclo operacional normal da entidade. Com relação à falta de identificação clara do ciclo operacional, o aludido CPC 26(R2) estabelece que o mesmo deva ser considerado com a duração de a) 3 meses b) 6 meses c) 12 meses d) 18 meses e) 24 meses 419. (CESGRANRIO/Profissional Básico/BNDES/2011) De acordo com os dizeres do pronunciamento técnico CPC 26, que trata de apresentação das demonstrações contábeis, aprovado pela Deliberação CVM no 595/09 com as alterações introduzidas pela Deliberação CVM no 624/10, as demonstrações contábeis são uma representação estruturada das posições a) patrimonial e financeira e do desempenho da entidade b) patrimonial e econômico-financeira da entidade c) patrimonial e econômica da entidade d) econômica e financeira da entidade e) econômica e do desempenho da entidade 420. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) De acordo com a legislação, o conjunto completo das Demonstrações Contábeis é composto por: a) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas. b) Relatório da Administração, Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas. c) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa Indireto, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas d) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Notas Explicativas, Parecer da Auditoria. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 169 e) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Notas Explicativas e Parecer do Conselho Fiscal. 421. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) As Demonstrações Contábeis devem ser divulgadas com as seguintes informações destacadas: a) Nome da entidade; atividade econômica da entidade; a data-base de elaboração e período abrangido; moeda de apresentação; e nível de arredondamento. b) Nome da entidade; se são individuais ou de um grupo de entidades; a data-base de elaboração e período abrangido; moeda de apresentação; nível de arredondamento; e local de publicação. c) Nome da entidade; se são individuais ou de um grupo de entidades; a data-base de elaboração e período abrangido; moeda de apresentação; e nível de arredondamento. d) Nome da entidade; a data-base de elaboração e período abrangido; moeda de apresentação; cidade sede da entidade; e nível de arredondamento. e) Nome da entidade; a data-base de elaboração; moeda de apresentação; nível de arredondamento; e valor da marca. 422. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) O ativo deve ser classificado como circulante quando satisfizer qualquer dos seguintes critérios: 1. espera-se que seja realizado, ou pretende-se que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo operacional da entidade. 2. está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado. 3. espera-se que seja realizado até doze meses após a data do balanço. 4. é caixa ou equivalente de caixa, a menos que sua trocaou uso para liquidação de passivo se encontre vedada durante pelo menos doze meses após a data do balanço. 5. é caixa ou equivalente de caixa, independentemente de qualquer vedação ou vinculação legal. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. a) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4. b) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 5. c) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. d) São corretas apenas as afirmativas 1, 3, 4 e 5. e) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. 423. (ESAF/Analista de Mercado de Capitais/CVM/2010) As demonstrações contábeis são uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira e do desempenho da entidade. Para satisfazer a seus objetivos, as demonstrações contábeis proporcionam informação da entidade acerca do seguinte: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 170 a) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital próprio e fluxos de caixa. b) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital próprio e valor adicionado. c) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital de giro e fluxos de caixa. d) ativos, passivos, patrimônio líquido, resultados do período, alterações no capital de giro, fluxos de caixa e valor adicionado. e) ativos circulantes e não circulantes, passivos, circulantes e não circulantes, patrimônio líquido, resultados do período, ganhos e perdas, alterações no capital de giro próprio, fluxos de caixa e valor adicionado. 424. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2012) O conjunto completo das demonstrações contábeis exigidas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade inclui a) o relatório do Conselho de Administração e as Notas Explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas. b) o resumo das políticas Contábeis e o Valor Adicionado obrigatoriamente a todos os tipos de entidade. c) a Demonstração do Valor Adicionado, se entidade prestadora de serviços, e de Resultado Abrangente, se instituição financeira. d) as Demonstrações dos Fluxos de Caixa e das Mutações do Patrimônio Líquido do período. e) a Demonstração da Conta Lucros / Prejuízos Acumulados e o Relatório de Impacto Ambiental. 425. (UFG/Contador/SANEAGO/2018) As contas do balanço patrimonial devem ser incluídas sempre que o tamanho, a natureza ou função de um item ou agregação de itens similares apresentados separadamente sejam relevantes na compreensão a) do contexto das classes de transações. b) do ciclo operacional corrente identificável. c) da posição financeira da entidade. d) da estrutura de itens monetários. 426. (CESGRANRIO/Contador Júnior/Transpetro/2018) O CPC 26 (R1) Apresentação das Demonstrações Contábeis, aprovado pela Deliberação CVM 676/2011, estabelece, como um dos critérios para a classificação dos ativos no balanço patrimonial, o ciclo operacional da empresa. Nesse contexto, entende-se que o ciclo operacional de uma indústria é o período decorrente entre a compra de matéria-prima, seu processamento e a a) venda e recebimento da venda b) emissão da nota fiscal de venda c) transformação em produto acabado Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 171 d) venda e transferência da propriedade e) saída do produto do estoque de produtos acabados CPC 27 – Ativo Imobilizado Fundação Carlos Chagas (FCC) 427. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) A empresa Monta e Desmonta adquiriu, em 01/01/2016, uma máquina no valor de R$ 150.000,00, à vista. Para a aquisição e colocação em funcionamento, a empresa incorreu adicionalmente nos seguintes gastos: − Tributos recuperáveis no valor de R$ 20.000,00. − Gastos com transporte e seguro no valor de R$ 8.000,00. − Gastos com instalação no valor de R$ 6.000,00. A empresa estima que incorrerá em gastos no valor de R$ 12.000,00 (equivalentes à vista) para desinstalar esta máquina ao final de sua vida útil. A vida útil da máquina era 5 anos, sendo que essa máquina ficou disponível para o uso apenas em 31/03/2016. Ademais, espera-se que ao final do período de vida útil a máquina valha R$ 14.000,00. Sabendo que a empresa utiliza o método das cotas constantes, o valor contábil da máquina, em 31/12/2017, era, em reais, (A) 132.300,00. (B) 119.300,00. (C) 111.200,00. (D) 105.300,00. (E) 111.500,00. 428. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Em 28/02/2017, a empresa Monta e Desmonta comprou uma nova máquina no valor de R$ 160.000,00, à vista, com vida útil econômica estimada de 5 anos e valor residual de R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, após utilizar a máquina por 10 meses, a empresa Monta e Desmonta reavaliou a vida útil econômica remanescente da máquina em 40 meses e valor residual de R$ 15.000,00. Em 31/10/2018, a empresa Monta e Desmonta decidiu vender esta máquina por R$ 130.000,00, à vista. Com base nessas informações, o resultado obtido pela empresa Monta e Desmonta com a venda da máquina foi, em reais, (A) 25.000,00, de ganho. (B) 28.000,00, de ganho. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 172 (C) 5.000,00, de prejuízo. (D) 5.000,00, de ganho. (E) 40.000,00, de ganho. 429. (FCC/CLDF/Consultor Legislativo/2018) Em 31/12/2015, a Cia. dos Esportes adquiriu um equipamento por R$ 320.000,00 à vista. Estimou que a vida útil econômica era 6 anos e o valor residual esperado era R$ 20.000,00. Em 01/01/2017, a empresa reavaliou a vida útil econômica remanescente do equipamento para 4 anos e o valor residual para R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, a Cia. dos Esportes resolveu trocar o equipamento e o vendeu por R$ 200.000,00, à vista. O resultado obtido pela Cia. dos Esportes com a venda do equipamento foi (A) prejuízo no valor de R$ 120.000,00. (B) prejuízo no valor de R$ 5.000,00. (C) lucro no valor de R$ 5.000,00. (D) lucro no valor de R$ 4.000,00. (E) lucro no valor de R$ 14.000,00 430. (FCC/Analista/DPE AM/2018) A empresa Profile S.A. adquiriu, em 31/12/2015, uma máquina por R$ 420.000,00 à vista. Adicionalmente, a empresa incorreu em gastos para instalação adequada da mesma no valor de R$ 60.000,00. Na data da aquisição, a empresa definiu que a vida útil econômica da máquina seria 6 anos e o valor residual esperado no final da vida útil seria R$ 30.000,00. A empresa adota o método das cotas constantes para cálculo da depreciação. Em 30/06/2017, a empresa Profile S.A. vendeu esta máquina por R$ 350.000,00 à vista. O resultado apurado na venda da máquina foi, em reais, a) 27.500,00 positivos. b) 17.500,00 negativos. c) 12.500,00 positivos. d) 57.500,00 positivos. e) 70.000,00 negativos. 431. (FCC/TST/Contabilidade/2017) Uma máquina foi adquirida em 30/06/2013 pelo valor de R$ 17.700.000,00, o qual foi pago após 18 meses da data da aquisição. A taxa de juros implícita na compra foi 0,924% ao mês que corresponde a 18% no prazo concedido pelo vendedor da máquina. A empresa definiu a vida útil da máquina em 10 anos de utilização e calcula a despesa de depreciação em função do tempo decorrido. No início do prazo de utilização da máquina a empresa identificou que o valor residual estimado para sua venda no final da vida útil seria R$ 3.000.000,00. No início do ano de 2016 a empresa identificou que o valor residual no final da vida útil foi reduzido para R$ 1.500.000,00. Sabendo-se que não houve necessidade de redução do valor contábil da máquina e que a vida útil da mesma para fins fiscais é definida em 8 anos, o valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para esta máquina foi, em reais, Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 173 A) 9.750.000,00. B) 12.555.000,00. C) 12.355.000,00. D) 10.600.000,00. E) 8.437.500,00 432. (FCC/TRE PR/Contabilidade/2017) No dia 02/01/2013 uma empresa adquiriu um equipamento de produção pelo valor de R$ 30.000.000,00 e efetuou o pagamento à vista. A vida útil definida pela empresa para o equipamento foi 12 anos e a vida útil para fins fiscais é 10 anos. A despesa de depreciação é calculada em função do tempo decorrido e no início do prazo de utilização a empresa estimou o valor residual para venda do equipamento no final da vida útil em R$ 3.000.000,00. No início do ano de 2016 foi identificado que o valor residual no final da vida útil estimada originalmente pela empresa foi reduzido para R$ 2.550.000,00, em decorrência de mudanças no mercado secundário para este tipo de equipamento. O valor contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este equipamento era, em reais, (A) 19.200.000,00. (B) 20.000.000,00. (C) 18.000.000,00. (D) 20.950.000,00. (E) 21.000.000,00. 433. (FCC/DPE RS/Contabilidade/2017) A Cia. de Minérios adquiriu o direito de exploração de uma mina de zinco por R$ 3.960.000,00 que foram pagos à vista. A capacidade total esperada de extração da mina foi estimada em 80.000 toneladas e no primeiro ano de exploração a Cia. extraiu 8.000 toneladas. No início do segundo ano, ao reanalisar a capacidade de produção da mina, a Cia. de Minérios estimou que ainda havia 80.000 toneladas remanescentes e, durante o segundo ano, fez a extração de 6.000 toneladas. O valor contábil apresentado para esta mina, no final do segundo ano, foi, em reais, A) 3.296.700,00 B) 3.330.000,00 C) 3.267.000,00 D) 3.960.000,00 E) 3.564.000,00 434. (FCC/ARTESP/Contabilidade/2017) A empresa Metais Pesados S.A. adquiriu, em 31/12/2014, um imobilizado por R$ 50.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada da máquina, na data de aquisição, foi 10 anos e o valor residual estimado foi R$ 5.000,00. Em 31/12/2015, a empresa reavaliou a vida útil e determinou que a vida útil econômica remanescente da máquina era 5 anos e o valor residual era R$ 8.000,00. Com base nestas informações e sabendo que a empresa utiliza o critério de quotas constantes Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 174 para cálculo da depreciação, o valor da depreciação acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial da empresa, em 31/12/2016, foi, em reais, (A) 11.000,00. (B) 12.000,00. (C) 16.800,00. (D) 9.000,00. (E) 14.000,00 435. (FCC/SEGEP-MA/Auditor/2016) O preço de aquisição de um equipamento de produção foi R$ 9.000.000,00, o pagamento da compra ocorreu à vista em 31/12/2013 e o mesmo entrou em funcionamento na mesma data. A empresa definiu a vida útil do equipamento em 8 anos de utilização e calcula sua despesa de depreciação em função do tempo decorrido. Na data da aquisição o valor residual no final do prazo de vida útil foi estimado em R$ 1.120.000,00. No início do ano de 2015, a empresa reavaliou a vida útil remanescente do equipamento para 5 anos, em função de alteração na sua política de substituição do equipamento, e estimou que o valor residual no final desta nova vida útil seria R$ 1.205.000,00. A análise feita pela empresa no final de 2014 identificou que não havia necessidade de redução do valor contábil do equipamento. Para fins fiscais a vida útil do equipamento é definida em 10 anos. O valor contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 para este equipamento foi, em reais: A) R$ 7.030.000,00. B) R$ 6.750.000,00. C) R$ 7.200.000,00. D) R$ 6.653.000,00. E) R$ 5.757.000,00. 436. (FCC/SEGEP-MA/Tecnologia da Informação/2016) A Cia. Máquinas Pesadas adquiriu, em 31/12/2013, um equipamento por R$ 680.000,00 à vista. Na data da aquisição, a Cia. estimou a vida útil econômica deste equipamento em 20 anos e o valor residual em R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, após o reconhecimento da depreciação referente ao ano de 2014, a Cia. reavaliou a vida útil do equipamento para 15 anos e reestimou o valor residual para R$ 50.000,00. Com base nestas informações sabendo que a empresa utiliza o método das cotas constantes para calcular a despesa com depreciação, o valor da Depreciação Acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial da Cia. Máquinas Pesadas, em 31/12/2015, foi, em reais, de A) 60.000,00. B) 78.750,00. C) 84.000,00. D) 67.500,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 175 E) 70.000,00. 437. (FCC/TRF 3ª/Contadoria/2016) Uma empresa adquiriu um equipamento de produção pelo valor de R$ 12.000.000,00 que foi pago à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2010, a empresa definiu a vida útil do equipamento em 10 anos de utilização e calcula sua despesa de depreciação em função do tempo decorrido (método das quotas constantes), tendo em vista que o mesmo funciona sem qualquer interrupção. No início do prazo de utilização do equipamento o valor residual estimado para sua venda no final da vida útil era R$ 1.500.000,00. No final de 2013, a empresa identificou que o valor residual no final da vida útil foi reduzido para R$ 1.175.000,00, em decorrência do aparecimento de novos equipamentos com tecnologia mais atual, o que fez com que o valor de mercado dos equipamentos utilizados pela empresa diminuísse. A análise feita pela empresa neste momento (final de 2013) identificou que não havia necessidade de redução do valor contábil do equipamento (o valor recuperável era maior que o valor contábil). Se a vida útil do equipamento para fins fiscais é definida em 8 anos, o valor contábil que deveria ter sido evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2014 para este equipamento era, em reais, A) 5.250.000,00. B) 6.600.000,00. C) 5.775.000,00. D) 7.225.000,00. E) 7.275.000,00. 438. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE/CE/2015) A Cia. Imobi & Liza adquiriu, em 31/12/2012, um equipamento por R$ 238.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada do equipamento na data de aquisição foi 20 anos e o valor residual R$ 18.000,00. Em 31/12/2013, a empresa revisou a vida útil remanescente da máquina para 10 anos e estimou um novo valor residual em R$ 10.000,00. Com base nestas informações, o valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial da Cia. Imobi & Liza, em 31/12/2014, foi, em reais, a) 216.000,00. b) 205.300,00. c) 179.100,00. d) 195.300,00. e) 188.100,00. 439. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Uma empresa adquiriu, em 02/01/2013, um edifício pelo valor de R$ 10.000.000,00 e estimou que a vida útil esperada de utilização era 10 anos e valor residual igual a zero. A empresa decidiu, então, fazer uma grande reforma cujo valor total foi R$ 3.000.000,00, o que aumentou a vida útil esperada do edifício para 30 anos, sendo que, ao final deste novo prazo de vida útil, o valor residual esperado passou a ser R$ 4.000.000,00. Sabendo-se que o edifício ficou pronto e começou a ser utilizado em 30/09/2013, a empresa apresentará na Demonstração do Resultado de 2013, em reais, a) Despesa de Depreciação = 1.000.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 b) Despesa de Depreciação = 250.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 176 c) Despesa de Depreciação = 75.000,00 d) Despesa de Depreciação = 825.000,00 e) Despesa de Depreciação = 200.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 440. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) O valor original de um ativo deduzido do seu valor residual denomina- se valor: a) líquido Contábil. b) contábil Original Líquido. c) depreciável, amortizável ou exaurido.d) realizável Líquido. e) realizável. 441. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/PE/2014) Em 31/12/2009, a empresa Equipamentos Pesados S.A. adquiriu uma máquina pelo valor de R$ 800.000,00, para ser pago integralmente em 2012. Se a empresa tivesse adquirido o equipamento à vista o preço teria sido R$ 650.000,00. A empresa tem como política utilizar suas máquinas por um período de 8 anos e o valor residual esperado para venda da máquina no final do prazo de utilização corresponde a 20% do valor à vista da máquina comprada. Em 30/06/2011, a empresa vendeu esta máquina por R$ 500.000,00 à vista. Com base nestas informações, o resultado obtido na venda da máquina que será evidenciado na Demonstração de Resultados é: a) prejuízo de R$ 150.000,00. b) prejuízo de R$ 300.000,00. c) prejuízo de R$ 28.125,00. d) lucro de R$ 77.500,00. e) prejuízo de R$ 52.500,00. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 442. (FGV/Analista/IBGE/2017) Certa entidade adquiriu um equipamento para ser utilizado no serviço de diagnóstico por imagem em 01/06/2013 e o equipamento começou a ser utilizado no mês de julho daquele ano. O equipamento só realiza um número limitado de procedimentos, por isso foi definido que sua depreciação seria pelo método das unidades produzidas. O custo de aquisição do equipamento foi de $ 490.000,00. O valor residual foi estimado em $ 10.000,00. O equipamento foi concebido para produzir um número máximo de 30.000 unidades. A entidade pretende usar o equipamento por seis anos. Nos primeiros anos, as quantidades de procedimentos realizados foram as seguintes: Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 177 Ao final do exercício de 2015, o valor da depreciação acumulada no equipamento era: a) 182.400,00; b) 186.200,00; c) 200.000,00; d) 204.166,67; e) 216.000,00. Ainda com base na questão anterior, responda. 443. (FGV/Analista/IBGE/2017) Se o método de depreciação utilizado fosse o das cotas constantes, o valor contábil líquido do equipamento após dois anos de uso seria: a) 330.000,00; b) 326.666,67; c) 320.000,00; d) 316.666,67; e) 303.800,00. 444. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Em 01/02/X0, a Cia. Digama adquiriu, por R$ 3.000.000,00, um terreno destinado à construção de um novo armazém. De 01/02/X0 a 30/04/X0 o terreno foi utilizado como estacionamento, e a companhia faturou R$ 70.000,00 durante esse período com a locação de vagas. Em 01/05/X0, a companhia pagou R$ 25.000,00 de honorários aos engenheiros responsáveis pelo projeto do armazém e deu início à sua construção. Para isso, ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000,00 junto ao Banco Zeta S.A. Até 01/12/X0 data em que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do armazém R$ 850.000,00 com mão de obra, R$ 150.000,00 com a preparação do terreno, R$ 300.000,00 com frete e R$ 5.000.000,00 com materiais de construção. Os juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A, durante esse período foram de R$ 40.000,00, e a companhia obteve receitas financeiras de R$ 8.000,00 pela aplicação desses recursos antes de efetuar os pagamentos necessários à condução da obra. De 01/12/X0 a 15/12/X0, data em que o armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000,00 para transferir os equipamentos de um armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da Cia. Digama pelo custo de: a) 6.287.000 Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 178 b) 6.325.000 c) 6.357.000 d) 6.365.000 e) 6.407.000 445. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A empresa Gatunos SA adquiriu um elevador por R$ 12.000,00, com vida útil estimada de 10 anos. Para atender às exigências de segurança estabelecidas pela empresa, o elevador, apesar de recebido em 31 de março de 2014, só entrará em operação quando a equipe de TI da Gatunos SA concluir o projeto de um sistema capaz de reconhecer as intenções do usuário do elevador. Uma peculiaridade exigida para a finalização do software, e sua efetiva entrada em operação, é que ele seja capaz de alertar os diretores da empresa na eventualidade de um cão da raça Rottweiller entrar no elevador. Nesse caso, o software, além de avisar os diretores, deve ser capaz de desativar a movimentação do elevador, retendo-o no 13º andar. O contrato de trabalho com a equipe de TI, que conta com 10 engenheiros formados no M.I.T., vai até 31 de março de 2016, mas não há garantias de que poderá concluí-lo, sequer cogita-se entregá-lo parcialmente. Apesar disso, a empresa gastou em abril de 2014 o total de R$ 1.000.000,00 com o salário da equipe, além de outros R$ 1.000.000,00 com a parte física (câmera, infravermelho e fios de ouro, por ser um ótimo condutor) para elaboração do software. A empresa tem expectativa de que, se concluído, o projeto poderá ser vendido para uma das gigantes de tecnologia por R$ 100.000.000,00 e, inclusive, afirma que já possui compradores interessados. Em relação aos fatos aqui narrados, as demonstrações contábeis da Gatunos referentes ao dia 30 de abril de 2014, devem apresentar ao menos (A) i) depreciação acumulada do elevador, no montante de R$ 100,00; ii) ativo intangível em elaboração, totalizando R$ 2.000.000,00. (B) i) ativo imobilizado em andamento – elevador, no montante de R$ 12.000,00; ii) despesa com salários da equipe de TI, no montante de R$ 1.000.000,00. (C) i) ativo intangível em elaboração, totalizando R$ 1.000.000,00; ii) despesa com salários da equipe de TI, no montante de R$ 1.000.000,00. (D) i) ativo imobilizado em andamento – elevador, no montante de R$ 12.000,00; ii) depreciação acumulada do elevador, no montante de R$ 100,00. (E) i) material de consumo (câmera, infravermelho e fios de ouro), totalizando R$ 1.000.000,00; ii) despesa com salários da equipe de TI, no montante de R$ 1.000.000,00 446. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Recife/2014) Uma entidade adquiriu, em 31/12/2012, dois prédios no Recife. O prédio A foi adquirido por R$ 1.000.000,00. Fica localizado ao lado da sede da entidade e é mantido para futura valorização. Enquanto isso não acontece, ela utiliza o prédio para suas atividades, alocando uma parte de seu pessoal nele. O prédio B foi adquirido por R$ 500.000,00 para valorização de capital, não sendo utilizado no momento. Na data da compra, a entidade pretendia utilizar os prédios durante 40 anos e não considerava valor residual. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 179 Em 31/12/2013, ela avaliou o valor justo de seus prédios a fim de começar a aplicá-los, quando permitido por lei. Ela constatou que o prédio A tinha valor justo de R$ 1.000.000,00, e o prédio B, de R$ 480.000,00. Com base nas informações acima, os valores contábeis do prédio A e do prédio B, no balanço patrimonial da entidade, em 31/12/2013, eram, respectivamente, de: a) R$ 1.000.000,00 e R$ 500.000,00. b) R$ 1.000.000,00 e R$ 480.000,00. c) R$ 975.000,00 e R$ 500.000,00. d) R$ 975.000,00 e R$ 470.500,00. e) R$ 975.000,00 e R$ 480.000,00. 447. (FGV/Auditor Tributário Municipal/ISS Recife/2014) Uma entidade comprou, em 01/07/2011, numerosas máquinas para utilizar em seu negócio, no valor de R$ 40.000,00. O frete da entrega foi de R$ 400,00, pagos pelo fornecedor. Adicionalmente, a entidade incorreu em R$ 800,00 para instalar as máquinas, R$ 500,00 para desmontar as máquinas que já estavam na fábrica e R$ 200,00 para um caminhão levar as máquinas antigas até um depósito. Além disso, uma vez que as máquinas eram novas no mercado, a entidade contratou um especialista para orientar e treinar os funcionários sobre tal uso durante o primeiro mês de funcionamento. Os honorários foram de R$2.000,00. Na data da compra, a entidade pretendia utilizar as máquinas por cinco anos e, depois desses anos, doá- las. É estimado que o valor da remoção das máquinas seja de R$ 1.400,00. O valor contábil das máquinas em 31/12/2013 era de a) R$ 16.880,00. b) R$ 21.100,00. c) R$ 21.450,00. d) R$ 22.100,00. e) R$ 22.450,00. 448. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2011, uma entidade adquiriu móveis para seu escritório no valor de R$ 50.000,00. Os móveis têm vida útil estimada em seis anos e, ao final do sexto ano, a entidade pretende doá-los. Na data, são estimados gastos de R$ 2.000,00 (a valor presente) com a remoção. O frete para a entrega dos móveis é de R$ 500,00, e os custos de montagem, de R$ 400,00. No entanto, no momento em que a entrega foi feita, o funcionário da loja arranhou a parede, e a entidade incorreu em gastos de R$ 1.000,00 para pintá-la novamente. Como pedido de desculpas, o funcionário não cobrou pela montagem dos móveis. O valor contábil dos móveis, em 31/12/2013, era de: (A) R$ 25.250,00. (B) R$ 26.250,00. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 180 (C) R$ 26.950,00. (D) R$ 26.450,00. (E) R$ 23.750,00. 449. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) A Companhia Lentidão S.A. adquiriu uma máquina para fabricação de meias para vender junto com os tênis que a empresa já vende. A máquina foi entregue na sede da empresa no dia 05/05/X1. No dia 12/05/X1 a máquina foi instalada e ficou pronta para ser utilizada. Como demorou para chegar a matéria-prima, a máquina só foi utilizada pela primeira vez em 20/05/X1. A produção na capacidade máxima só ocorreu a partir do dia 01/06/X1. As vendas ficaram acima do esperado. Então a administração da empresa, no dia 14/07/X1, decidiu terceirizar a produção e desativar a máquina. A produção do último lote de meias ocorreu no dia 30/07/X1, porém a máquina permaneceu instalada para atender pedidos adicionais até o dia 15/08/X1, quando a administração decidiu que o melhor negócio seria vender a máquina. A máquina permaneceu na empresa até o dia 20/11/X1, quando finalmente foi vendida e a propriedade foi repassada para outra empresa. Considerando os fatos acima e que a empresa utiliza o critério de período de tempo para estimar a vida útil de seus imobilizados, a data inicial e a data final em que a empresa depreciou o ativo, respectivamente, são (A) 05/05/X1 e 14/07/X1 (B) 05/05/X1 e 30/07/X1 (C) 12/05/X1 e 15/08/X1 (D) 20/05/X1 e 20/11/X1 (E) 01/06/X1 e 20/11/X1 450. (FGV/Analista Contábil/DPE RO/2015) Um grupo de ativo imobilizado tinha como critério de depreciação o número de unidades produzidas. Sua produção variava entre 950 e 1050 unidades por mês. Após perder um cliente, a produção reduziu para 700 unidades ao mês. Entretanto a depreciação continuou considerando uma produção de 950 unidades por 14 meses, o que ocasionou uma distorção expressiva do valor líquido contábil. Nessa situação, a empresa deve adotar o seguinte procedimento: (A) estornar a diferença imediatamente, creditando a conta de resultados acumulados; (B) suspender o reconhecimento da depreciação desse ativo para que o valor líquido contábil retrate a situação econômica do bem; (C) alterar o critério de depreciação para o método de quotas constantes; (D) manter o nível histórico de depreciação, conforme estabelece o princípio do conservadorismo; Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 181 (E) manter a despesa de depreciação, levando em conta a possibilidade de retomada dos níveis anteriores. 451. (FGV/Contador/Niterói/2015) Em 22/07/x0, a Mineradora Delta S.A. recebeu 10 navios cargueiros que havia encomendado junto ao Estaleiro Épsilon S.A.. A vida útil desses navios é estimada em 20 anos, exceto a dos motores e a das hélices, cujos custos são significativos em relação ao total dos navios e têm vidas úteis estimadas em 10 anos. A recomendação do Estaleiro Épsilon S.A. é de que a cada três anos os navios passem por uma inspeção completa, a fim de identificar possíveis falhas em suas peças, para que possam operar com segurança ao longo de toda sua vida útil. A frota teve um custo de R$ 230 milhões de reais, e foi financiada pela Mineradora Delta S.A. através de um empréstimo tomado junto ao Banco Digama S.A., nesse mesmo valor, com uma taxa de juros de 10% a.a., a ser quitado em 20 parcelas semestrais. Ao aplicar a essa frota os critérios de reconhecimento e mensuração de ativos imobilizados, segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Mineradora Delta S.A. deve: (A) reconhecer os juros do empréstimo junto ao Banco Digama S.A. no custo dos navios; (B) desconsiderar quaisquer valores residuais que os navios possam ter ao final de suas vidas úteis; (C) depreciar os navios pelo método da linha reta; (D) depreciar os motores e as hélices dos navios separadamente; (E) reconhecer os valores gastos com as inspeções dos navios no resultado do período em que forem efetuadas CESPE 452. (CESPE/SEDF/AGE/Contabilidade/2017) Em relação aos mecanismos contábeis para avaliação de ativos, passivos, impostos e custos, julgue o item que se segue. A depreciação de um ativo somente deve ser contabilizada a partir do momento em que o ativo estiver efetivamente em uso. 453. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) Com base na NBC TG 27 (ativo imobilizado), assinale a opção correta, em relação à depreciação, ao valor depreciável e ao período de depreciação. a) Os normativos contábeis não permitem que o valor residual de um ativo imobilizado seja aumentado depois de estabelecido. b) A obsolescência técnica proveniente de mudanças ou as melhorias na produção não são consideradas na determinação de vida útil de um ativo. c) O valor depreciável de um ativo imobilizado deve ser apropriado de forma eventual ao longo de sua vida útil. d) A depreciação de um ativo imobilizado deve ser interrompida caso ele seja classificado como ativo mantido para venda. e) O valor depreciável dos ativos imobilizados é determinado pelo seu valor histórico, antes da dedução de seu valor residual. Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35 Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es Pa gina 182 454. (CESPE/FUNPRESP/Contabilidade e Finanças/2016) Julgue o seguinte item, relativo à reavaliação de ativos. Se fosse aplicável a reavaliação de ativos tangíveis, após a elaboração e aprovação do laudo de avaliação dos itens de mesma natureza, a contabilização da reavaliação desses itens aumentaria o resultado do exercício pela diferença entre o valor contábil líquido registrado anteriormente e o novo valor avaliado. 455. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Tendo em vista que, de acordo com o CPC 27, do Comitê dos Pronunciamentos Contábeis, quando permitida por lei, a reavaliação de um item do ativo imobilizado a valor justo, mensurado de maneira confiável, poderá ser reconhecida no balanço patrimonial, assinale a opção correta. a) A redução do valor contábil do ativo em decorrência de reavaliação deverá ser reconhecida em conta específica de resultado, independentemente de haver saldo na conta de reserva de reavaliação no patrimônio líquido. b) Poderá ser reconhecido no balanço patrimonial o valor reavaliado de um bem correspondente ao seu valor justo na data da reavaliação menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável que tenham sido acumuladas subsequentemente. c) Após o item do imobilizado ser reavaliado, não são necessárias futuras atualizações a valor justo, mesmo que o valor apresente divergência relevante em relação ao seu valor justo na data do balanço. d) A reavaliação poderá ser realizada em um único item de um grupo