Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 1 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 2 
 
 
Como funciona o CFC de A a Z? 
1 – O Curso é TOTALMENTE FOCADO na sua prova! 
2 – Haverá vídeos (blocos de 30 a 45 minutos) com teoria e resolução de questões. Totalmente 
atualizados. 
3 – Haverá Livros Digitais (PDFs), em módulos de 50 a 70 páginas, objetivos, enxutos e com aquilo 
que será cobrado no Exame de Suficiência. 
Cada aula conterá, além da teoria, um resumo da matéria e questões comentadas, todas do Exame. 
4 – Além disso, teremos um Grupo Exclusivo no Telegram para debater as questões, conteúdo, 
avisos de aulas, entre outros. 
5 – Periodicamente, farei LIVES para os alunos a fim de tirar dúvidas sobre a preparação e 
conteúdo. 
6 – Na semana da prova, haverá uma SEMANA EXCLUSIVA DE REVISÃO, de segunda à sexta, com os 
conteúdos mais relevantes para você levar para a prova. 
7 – As dúvidas serão respondidas por mim, em cada um dos módulos. Todas as dúvidas serão 
respondidas. 
8 – Todas as questões serão comentadas. 
9 – Teremos pelo menos cinco SIMULADOS EXCLUSIVOS para nossos alunos. 
10- Mais de 20 horas de provas anteriores comentada e MUITO mais . 
Para saber um pouco mais basta entrar no nosso site: cfcdeaaz.com 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 3 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 4 
 
Sumário 
CPC 00 – Estrutura Conceitual .......................................................................................................................................... 7 
Fundação Carlos Chagas (FCC) .......................................................................................................................................... 7 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ........................................................................................................................................ 8 
CESPE ............................................................................................................................................................................... 10 
Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 11 
CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos ........................................................................................................ 14 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 14 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 26 
CESPE ............................................................................................................................................................................... 30 
Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 32 
CPC 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis ............................... 35 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 35 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 44 
CESPE ............................................................................................................................................................................... 45 
Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 46 
Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 49 
CPC 04 – Ativo Intangível ................................................................................................................................................ 52 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 52 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 57 
CESPE ............................................................................................................................................................................... 61 
Outras .............................................................................................................................................................................. 63 
CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil .......................................................................................................... 65 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 65 
Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 67 
Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 68 
CPC 07- Subvenções ........................................................................................................................................................ 69 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 69 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 72 
CESPE ............................................................................................................................................................................... 75 
Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 76 
Outras Bancas ................................................................................................................................................................. 78 
CPC 08 – Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários ................................................. 80 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ........................................................................................................................................ 80 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) ...................................................................................................................................... 87 
Questões Inéditas ........................................................................................................................................................... 88 
CPC 12 – Ajuste a Valor Presente .................................................................................................................................... 92 
Fundação Carlos Chagas .................................................................................................................................................92 
Fundação Getúlio Vargas .............................................................................................................................................. 100 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 101 
CESGRANRIO ................................................................................................................................................................. 101 
CPC 15 - Fusão, Cisão e Incorporação de Empresas ..................................................................................................... 105 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 105 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 108 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 110 
CPC 16 – Estoques ......................................................................................................................................................... 113 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 113 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 113 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 115 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 5 
 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 116 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 117 
CPC 18 – Investimento em Coligada e em Controlada ................................................................................................. 119 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 119 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 123 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 127 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 129 
CPC 20 – Custo de Empréstimos ................................................................................................................................... 130 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 130 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 131 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 132 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 132 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 135 
CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. .............................................................. 136 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 136 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 137 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 140 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 140 
CPC 24 – Eventos Subsequentes ................................................................................................................................... 145 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 145 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 148 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 148 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 149 
CPC 25 – Provisões, Passivo Contingente e Ativo Contingente. ................................................................................... 151 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 151 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 156 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 160 
CPC 26 – Apresentação das Demonstrações Contábeis ............................................................................................... 165 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 165 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 166 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 167 
CPC 27 – Ativo Imobilizado ........................................................................................................................................... 171 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 171 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 176 
CESPE .............................................................................................................................................................................181 
CPC 28 – Propriedade para Investimento ..................................................................................................................... 183 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 183 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 184 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 188 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 189 
CPC 29 – Ativos Biológicos ............................................................................................................................................ 191 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 191 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 191 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 192 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 192 
CPC 31 – Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada ....................................................... 194 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 194 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 194 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 197 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 197 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 198 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 6 
 
CPC 32 – Tributos sobre o Lucro ................................................................................................................................... 203 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 203 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 204 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 205 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 206 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 206 
CPC 36 – Consolidação das Demonstrações Contábeis ................................................................................................ 212 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 212 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 220 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 222 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 224 
CPC 46 – Mensuração do Valor Justo ........................................................................................................................... 226 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 226 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 226 
Outras Bancas ............................................................................................................................................................... 229 
CPC 47 – Receita de Contrato de Clientes .................................................................................................................... 230 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 230 
Questões Inéditas ......................................................................................................................................................... 230 
Outras Questões ........................................................................................................................................................... 232 
CPC 48 – Instrumentos Financeiros .............................................................................................................................. 233 
Fundação Carlos Chagas (FCC) ...................................................................................................................................... 233 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) .................................................................................................................................... 237 
CESPE ............................................................................................................................................................................. 238 
GABARITO ..................................................................................................................................................................... 239 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 7 
 
CPC 00 – Estrutura Conceitual 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
1. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) Sobre as características qualitativas fundamentais da 
informação contábil-financeira, considere: 
I. Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser 
tomadas pelos usuários. 
II. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e materialidade são características qualitativas que 
melhoram a utilidade da informação que é relevante e que é representada com fidedignidade. 
III. Comparabilidade refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período 
para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período 
entre entidades. 
IV. Verificabilidade significa que diferentes observadores, cônscios e independentes, podem chegara um 
consenso, embora não cheguem necessariamente a um completo acordo, quanto ao retrato de uma 
realidade econômica em particular ser uma representação fidedigna. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
A) I, III e IV. 
B) I e II. 
C) II e III. 
D) I e IV. 
E) III e IV. 
2. (FCC/TCE GO/Contabilidade/2014) Os três atributos para que uma demonstração financeira seja 
considerada fidedigna são: 
A) Completa, neutra e livre de erro. 
B) Suficiente, prudente e livre de fraude. 
C) Limitada, suficiente e livre de erro. 
D) Integral, prudente e livre de fraude. 
E) Adequada, possível e livre de erro. 
3. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) Sobre as características qualitativas fundamentais da 
informação contábil-financeira, considere: 
I. Informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam ser 
tomadas pelos usuários. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 8 
 
II. Comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e materialidade são características qualitativas que 
melhoram a utilidade da informação que é relevante e que é representada com fidedignidade. 
III. Comparabilidade refere-se ao uso dos mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período 
para outro considerando a mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período 
entre entidades. 
IV. Verificabilidade significa que diferentes observadores, cônscios e independentes, podem chegar a um 
consenso, embora não cheguem necessariamente a um completo acordo, quanto ao retrato de uma 
realidade econômica em particular ser uma representação fidedigna. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
A) I, III e IV. 
B) I e II. 
C) II e III. 
D) I e IV. 
E) III e IV. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
4. (FGV/Técnico Contábil/AL/BA/2014) Os investidores, credores por empréstimo e outros credores, 
existentes e em potencial, representam os usuários primários dos relatórios contábil‐financeiros de 
propósito geral. 
Neste sentido, assinale a afirmativa correta. 
a) Esses usuários individuais possuem as mesmas necessidades de informação. 
b) Esses usuários podem requerer que as entidades, que reportam a informação, prestem as informações 
de que necessitam, diretamente. 
c) Os relatórios contábil‐financeiros de propósito geral devem atender a todas as informações que esses 
usuários necessitam. 
d) Esses usuários precisam considerar informação pertinente de outras fontes, como condições 
econômicas gerais e expectativas, eventos políticos e clima político, e perspectivas e panorama para a 
indústria e para a entidade. 
e) Os relatórios contábil‐financeiros de propósito geral devem divulgar o valor da entidade que reporta a 
informação. 
 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 9 
 
5. (FGV/Analista/DPE MT/2015) Assinale a opção que não representa a liquidação de um passivo de uma 
entidade. 
a) Renúncia do credor. 
b) Prestação de serviços de valores já recebidos. 
c) Conversão da obrigação em item do patrimônio líquido. 
d) Transferência de outros ativos. 
e) Recebimento de mercadorias que haviam sido encomendadas. 
6. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura 
Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da 
informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. 
Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. 
a) Confiabilidade e materialidade. 
b) Relevância e representação fidedigna. 
c) Essência sobre a forma e neutralidade. 
d) Comparabilidade e tempestividade. 
e) Compreensibilidade e verificabilidade. 
7. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura 
Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da 
informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. 
Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. 
a) Confiabilidade e materialidade. 
b) Relevância e representação fidedigna. 
c) Essência sobre a forma e neutralidade. 
d) Comparabilidade e tempestividade. 
e) Compreensibilidade e verificabilidade. 
8. (FGV/Analista/ALE RO/2018) De acordo com o Pronunciamento Conceitual Básico (R1)- Estrutura 
Conceitual para elaboração e divulgação de relatório contábil- financeiro, as características qualitativas da 
informação contábil- financeira podem ser divididas em fundamentais e de melhoria. 
Assinale a opção que indica as características qualitativas fundamentais. 
a) Confiabilidade e materialidade. 
b) Relevância e representação fidedigna. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 10 
 
c) Essência sobre a forma e neutralidade. 
d) Comparabilidade e tempestividade. 
e) Compreensibilidade e verificabilidade. 
CESPE 
9. (CESPE/Perito Criminal– Ciências Contábeis/PC/PE/2016) 
As decisões dos usuários da informação contábil implicam, muitas vezes, a escolha entre alternativas, 
como vender ou manter um investimento, ou, ainda, investir em uma entidade ou em outra. Conforme a 
NBC TG 1374/2011, essa necessidade dos usuários reforça, em especial, a importância da característica 
qualitativa de melhoria denominada 
a) comparabilidade. 
b) compreensibilidade. 
c) representação fidedigna. 
d) relevância. 
e) verificabilidade. 
10. (CESPE/Auditor de Controle Externo/TCE/SC/2016) O público-alvo dos relatórios contábil-financeiros 
de propósito geral são, primariamente, os órgãos reguladores. 
11. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) Com relação aos pronunciamentos técnicos do Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis (CPC), julgue o item a seguir. 
A intenção ou necessidade de uma entidade entrar em processo de liquidação não é condição suficiente 
para que suas demonstrações contábeis sejam elaboradas em bases distintas das utilizadas pelas entidades 
que têm a continuidade como premissa. 
12. (CESPE/MPU/Atuarial/2015) Julgue o item seguinte, acerca dos componentes patrimoniais, suas 
características e contabilização. 
Segundo a atual perspectiva contábil, o patrimônio líquido representa o valor justo econômico mínimo de 
uma empresa, caso os seus sócios desejem comercializá-la sem sofrer perda econômica. 
13. (CESPE/Auditor Federal de Controle Externo/TCU/2013) A característica qualitativa da 
comparabilidade é obtida quando são usados os mesmos métodos para os mesmos itens, pressupondo-se 
que as características qualitativas de melhoria tenham sido satisfeitas. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 11 
 
Outras Bancas 
14. (CESGRANRIO/Auditor Júnior/Petrobras/2018) O entendimento da importância da elaboração das 
demonstrações contábeis em IFRS passa pelo pronunciamento da estrutura conceitual para a elaboração 
das demonstrações contábeis, conhecido na prática por CPC 00, correspondente ao framework, do IFRS. 
Nesse entendimento são reportadas, dentre os aspectos técnico-conceituais, características qualitativas 
das demonstrações contábeis. 
Nesse contexto das características qualitativas das demonstrações contábeis e de acordo com o IFRS 8, 
uma informação da empresa sobre seus segmentos operacionais, que permita a potenciais usuários 
identificar quais são suas áreas de atuação e negócios, é um exemplo prático da característica qualitativa 
da 
a) relevância 
b) materialidade 
c) verificabilidade 
d) comparabilidade 
e) compreensibilidade 
15. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) A NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – Estrutura Conceitual 
para Elaboração e Divulgaçãode Relatório Financeiro, aprovada pela Resolução CFC no 1.374/2011, tem 
como um de seus objetivos suportar e promover a harmonização das regulações, das normas contábeis e 
dos procedimentos relacionados à apresentação das demonstrações contábeis, visando a reduzir o número 
de tratamentos contábeis alternativos permitidos pelas normas, interpretações e comunicados técnicos. 
Nesse contexto, a norma apresenta as características qualitativas da informação contábil financeira útil, 
destacando, dentre elas, a característica da Verificabilidade, que ajuda a assegurar aos usuários que a 
informação 
(A) é classificada e apresentada de forma clara e concisa. 
(B) está disponível para os tomadores de decisão, a tempo de influenciar suas decisões. 
(C) possibilita fazer escolhas entre alternativas igualmente válidas. 
(D) representa, fidedignamente, o fenômeno econômico que se propõe representar. 
(E) tem capacidade para fazer diferença nas decisões que o usuário possa tomar (relevância). 
16. (CESPE/CAGE-RS/Auditor do Estado/2018) Assinale a opção que apresenta a premissa subjacente para 
a elaboração das demonstrações contábeis, de acordo com a NBC TG Estrutura Conceitual. 
relevância 
tempestividade 
essência econômica sobre a forma jurídica 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 12 
 
representação fidedigna 
continuidade 
17. (CONSULPLAN/Analista/TRF 2/2017) A Resolução CFC nº 1.374/2011 apresenta, entre outros, os 
conceitos das características qualitativas da informação contábil-financeira útil; uma destas características 
é a relevância. Sobre esta característica, a Resolução afirma que uma informação, para ser relevante, deve 
ter valor preditivo, valor confirmatório ou ambos. De acordo com a Resolução CFC nº 1.374/2011, a 
informação contábil-financeira tem valor preditivo se: 
a) Somente for uma predição ou uma projeção. 
b) For confirmada pela informação confirmatória. 
c) Retroalimentar – servir de feedback – avaliações prévias (confirmá-las ou alterá-las). 
d) Puder ser utilizada como dado de entrada em processos empregados pelos usuários para predizer 
futuros resultados. 
18. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) A empresa Patrimônio S.A. efetuou a depreciação 
utilizando os percentuais fiscais, ainda que soubesse que a vida econômica do bem era maior do que as 
taxas fiscais. A decisão foi tomada em função das dificuldades em controlar as duas depreciações, o que 
levaria a empresa a ter custos de controle não suportáveis pelo porte e situação financeira da empresa, 
inviabilizando o negócio. Referida situação 
a) afeta diretamente a neutralidade na apresentação de uma demonstração contábil fidedigna, não sendo 
possível considerar a demonstração fidedigna. 
b) altera a demonstração contábil de forma material, impedindo o reconhecimento como uma 
demonstração contábil fidedigna. 
c) permite considerar a demonstração contábil fidedigna, uma vez que o custo para geração de uma 
informação com melhor qualidade não justificaria o benefício. 
d) atende ao princípio da prudência, visto que a decisão de adotar a depreciação que atribui maior valor ao 
resultado permite a geração de uma demonstração conservadora mais fidedigna. 
e) distorce a possibilidade do usuário em analisar a demonstração contábil, sendo necessário o ajuste para 
considerá-la fidedigna. 
19. (ESAF/AFRFB/2012) Entre as características qualitativas de melhoria, a comparabilidade está entre as 
que os analistas de demonstrações contábeis mais buscam. Dessa forma, pode-se definir pela estrutura 
conceitual contábil que comparabilidade é a característica que: 
a) permite que os usuários identifiquem e compreendam similaridades dos itens e diferenças entre eles 
nas Demonstrações Contábeis. 
b) utiliza os mesmos métodos para os mesmos itens, tanto de um período para outro, considerando a 
mesma entidade que reporta a informação, quanto para um único período entre entidades. 
c) considera a uniformidade na aplicação dos procedimentos e normas contábeis, onde, para se obter a 
comparabilidade, as entidades precisam adotar os mesmos métodos de apuração e cálculo. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 13 
 
d) garante que usuários diferentes concluam de forma completa e igual, quanto à condição econômica e 
financeira da empresa, sendo levados a um completo acordo. 
e) estabelece procedimentos para a padronização dos métodos e processos aplicados em demonstrações 
contábeis de mesmo segmento. 
20. (FBC/Exame Suficiência/CFC/2016.2) Uma Sociedade Empresária mensura suas propriedades para 
investimento ao Valor Justo, tal como previsto pela NBC TG 28 (R3) – PROPRIEDADES PARA 
INVESTIMENTO, mas deixou de apresentar, em sua nota de conciliação dos valores contábeis da 
Propriedade de Investimento no início e no fim do período, o item “ganhos ou perdas líquidos 
provenientes de ajustes de valor justo”. 
Essa omissão restringiu a capacidade analítica do usuário e, entre outras perdas de qualidade, prejudicou o 
valor confirmatório. 
De acordo com o disposto pela NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – ESTRUTURA CONCEITUAL PARA 
ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE RELATÓRIO CONTÁBIL-FINANCEIRO, o valor confirmatório é uma das 
marcas da característica qualitativa da: 
a) Materialidade. 
b) Relevância. 
c) Representação Fidedigna. 
d) Tempestividade. 
21. (FBC/Exame de Suficiência/2016.1) De acordo com a NBC TG Estrutura Conceitual – Estrutura 
Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro, é INCORRETO afirmar que: 
a) as características qualitativas fundamentais são comparabilidade, verificabilidade, tempestividade e 
compreensibilidade, pois tornam a informação útil. A utilidade da informação contábil-financeira é 
melhorada se ela for relevante e representar com fidedignidade o que se propõe a representar. Portanto, 
relevância e representação fidedigna são características qualitativas de melhoria. 
b) a informação contábil-financeira relevante é aquela capaz de fazer diferença nas decisões que possam 
ser tomadas pelos usuários. A informação pode ser capaz de fazer diferença em uma decisão mesmo no 
caso de alguns usuários decidirem não a levar em consideração, ou já tiverem tomado ciência de sua 
existência por outras fontes. 
c) as características qualitativas de melhoria podem também auxiliar a determinar qual de duas 
alternativas, que sejam consideradas equivalentes em termos de relevância e fidedignidade de 
representação, deve ser usada para retratar um fenômeno. 
d) a informação contábil-financeira é capaz de fazer diferença nas decisões se tiver valor preditivo, valor 
confirmatório ou ambos. A informação contábil financeira tem valor preditivo se puder ser utilizada como 
dado de entrada em processos empregados pelos usuários para predizer futuros resultados. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 14 
 
CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
22. (FCC/Prefeitura do Recife/Analista/2019) A Cia. Incorpórea tinha registrado, em 31/12/17, um ativo 
intangível com vida útil indefinida (marca X), cujo valor contábil de R$ 520.000,00 era composto por: 
Custo de aquisição R$ 650.000,00. 
Perda por desvalorização (reconhecida em 2016) R$ 130.000,00. 
Nesta data, antes de elaborar as demonstrações contábeis, a Cia. realizou o teste de recuperabilidade do 
ativo intangível e obteve as seguintes informações: 
Valor em uso R$ 470.000,00. 
Valor justo líquido de despesas de venda R$ 670.000,00. 
Com base nas informações acima, a Cia. Incorpórea, em 31/12/17, 
(A) reconheceu um ganho no valor de R$ 150.000,00. 
(B) não fez nenhum registro contábil. 
(C) reconheceu um ganho no valor de R$ 130.000,00.(D) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 50.000,00. 
(E) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 180.000,00. 
23. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Uma empresa adquiriu uma marca que poderá ser 
explorada pelo prazo de 10 anos, não podendo ser revendida no final deste prazo. O preço pago foi R$ 
5.000.000,00 e a aquisição ocorreu em 31/12/2016. Em 31/12/2017, antes do fechamento das 
Demonstrações Contábeis, a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de 
“impairment”) e obteve as seguintes informações sobre a marca adquirida: 
− Valor em uso da marca: R$ 4.200.000,00. 
− Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 4.000.000,00. 
Com base nessas informações, no resultado de 2017 a empresa deveria ter reconhecido uma 
(A) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00, apenas. 
(B) perda por desvalorização no valor de R$ 1.000.000,00, apenas. 
(C) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 
500.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 15 
 
(D) despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no valor de R$ 
300.000,00. 
(E) perda por desvalorização no valor de R$ 800.000,00, apenas. 
24. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Em 28/02/2017, a empresa Monta e Desmonta 
comprou uma nova máquina no valor de R$ 160.000,00, à vista, com vida útil econômica estimada de 5 
anos e valor residual de R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, após utilizar a máquina por 10 meses, a empresa 
Monta e Desmonta reavaliou a vida útil econômica remanescente da máquina em 40 meses e valor 
residual de R$ 15.000,00. Em 31/10/2018, a empresa Monta e Desmonta decidiu vender esta máquina por 
R$ 130.000,00, à vista. Com base nessas informações, o resultado obtido pela empresa Monta e Desmonta 
com a venda da máquina foi, em reais, 
(A) 25.000,00, de ganho. 
(B) 28.000,00, de ganho. 
(C) 5.000,00, de prejuízo. 
(D) 5.000,00, de ganho. 
(E) 40.000,00, de ganho. 
25. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) A Cia. das Tintas apresentava, em seu balanço 
patrimonial de 31/12/2017, um ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil 
era R$ 880.000,00 e composto por: 
Custo: R$ 990.000,00. 
Perda por desvalorização reconhecida (em 2016): R$ 110.000,00. 
Em 31/12/2017, a Cia. realizou o teste de recuperabilidade do ágio (teste de “impairment”) e obteve as 
seguintes informações: 
− Valor em uso: R$ 1.050.000,00. 
− Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 830.000,00. 
Com base nessas informações, o valor que a Cia. das Tintas apresentou em seu Balanço Patrimonial de 
31/12/2017 para este ativo (ágio) foi, em reais, 
A) 1.050.000,00. 
B) 830.000,00. 
C) 990.000,00. 
D) 770.000,00. 
E) 880.000,00. 
26. (FCC/Prefeitura de São Luís /Auditor de Tributos Municipais/2018) Uma empresa adquiriu o direito 
sobre uma tecnologia e definiu que a vida útil esperada pela sua utilização será de 15 anos. O valor pago 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 16 
 
foi R$ 30.000.000,00 e, quando terminar o prazo de vida útil, o ativo não apresentará valor para 
negociação. O início de utilização do direito foi em 31/12/2014 e no final de 2015 a empresa realizou o 
teste de redução ao valor recuperável (teste de “impairment”), utilizando-se das seguintes informações: 
− Valor em uso da tecnologia R$ 25.700.000,00. 
− Valor justo líquido das despesas de venda da tecnologia R$ 24.000.000,00. 
Na demonstração do resultado do ano de 2015 a empresa 
(A) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00 e uma perda por desvalorização 
no valor de R$ 2.300.000,00. 
(B) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00 e uma perda por desvalorização 
no valor de R$ 4.000.000,00. 
(C) não reconheceu nenhuma despesa de amortização e reconheceu uma perda por desvalorização no 
valor de R$ 1.700.000,00. 
(D) reconheceu uma despesa de amortização no valor de R$ 2.000.000,00, apenas. 
(E) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 4.300.000,00, apenas. 
27. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) A Cia. Papa Legus possuía, em 31/12/2016, um 
ativo intangível com vida útil indefinida, cujo valor contábil de R$ 1.200.000,00 era composto dos seguintes 
valores em reais: 
Custo de Aquisição 1.500.000,00 
Perda por Desvalorização (300.000,00) 
Em dezembro de 2017, a Cia. realizou novamente o teste de recuperabilidade do ativo (Teste de 
Impairment) e obteve as seguintes informações, com valores em reais: 
Valor em uso 1.100.000,00 
Valor justo líquido das despesas de venda 1.600.000,00 
As evidências indicaram que a vida útil desse ativo continua indefinida. 
Com base nestas informações, a Cia. Papa Legus, em dezembro de 2017, 
(A) não fez nenhum registro. 
(B) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 100.000,00. 
(C) reconheceu um ganho no valor de R$ 400.000,00. 
(D) reconheceu um ganho no valor de R$ 300.000,00. 
(E) reconheceu um ganho no valor de R$ 100.000,00 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 17 
 
28. (FCC/SABESP/Analista Contabilidade/2018) A Cia. de Águas Marítimas adquiriu um estoque de 
mercadorias para revenda no valor de R$ 500.000,00. A compra foi realizada no dia 30/12/2017, o prazo 
para pagamento concedido pelo fornecedor foi de 300 dias e sabe-se que o preço das mercadorias seria R$ 
453.000,00 se a compra fosse efetuada à vista. A Cia. de Águas Marítimas pagou, adicionalmente, R$ 
7.000,00 referente a frete e seguro para retirada das mercadorias junto ao fornecedor. A Cia. possui um 
estudo estatístico confiável e auditado por empresa independente e avalia, por este modelo, que as perdas 
de estoque, em função do seu processo de armazenagem e distribuição, representa 2% do valor total de 
cada compra. Com base nestas informações, os valores líquidos reconhecidos pela Cia. de Águas Marítimas 
nas demonstrações contábeis de 2017 foram: 
(A) Estoque = 453.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00; Despesa com Frete = 7.000,00; Despesa 
Financeira = 47.000,00. 
(B) Estoque = 443.940,00; Fornecedores a Pagar = 453.000,00; Despesa com Frete = 7.000,00; Despesa com 
Impairment = 9.060,00. 
(C) Estoque = 507.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00. 
(D) Estoque = 450.800,00; Fornecedores a Pagar = 453.000,00; Despesa com Impairment = 9.200,00. 
(E) Estoque = 460.000,00; Fornecedores a Pagar = 500.000,00; Despesa Financeira = 47.000,00. 
29. (FCC/Analista/TRT 2ª/2018) A Cia. dos Direitos possuía, em 31/12/16, um ativo intangível com vida 
útil indefinida correspondente a ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil 
era R$ 730.000,00 composto por: 
− Custo de aquisição: R$ 880.000,00 
− Perda por desvalorização reconhecida em 2016: R$ 150.000,00 
Em 31/12/17, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: 
− Valor em uso: R$ 900.000,00 
− Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 700.000,00 
Com base nas informações acima, a Cia. dos Direitos, em 31/12/17, 
(A) manteve o valor contábil de R$ 730.000,00. 
(B) reconheceu um ganho no valor de R$ 150.000,00. 
(C) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 30.000,00. 
(D) reconheceu um ganho no valor de R$ 170.000,00. 
(E) reconheceu um ganho no valor de R$ 20.000,00. 
30. (FCC/SABESP/Analista Contabilidade/2018) Em 31/12/2015 uma empresa adquiriu uma patente por 
R$ 10.000.000,00 e poderá explorá-la pelo prazo de 20 anos. No final do prazo de exploração a patente 
passa a ser de domínio público e, portanto,não terá valor residual para a empresa. No final do ano de 2016 
a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de “impairment”) e obteve as seguintes 
informações sobre a patente: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 18 
 
− Valor em uso da patente R$ 8.750.000,00. 
− Valor justo líquido das despesas de venda da patente R$ 8.000.000,00. 
Na demonstração do resultado do ano de 2016, a empresa deveria 
(A) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00, apenas. 
(B) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 1.250.000,00, apenas. 
(C) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no 
valor de R$ 750.000,00. 
(D) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 500.000,00 e uma perda por desvalorização no 
valor de R$ 1.500.000,00. 
(E) não reconhecer nenhuma despesa por se tratar de ativo intangível que não deve ser amortizado. 
31. (FCC/Analista/TRF 5ª/2017) A Cia. Investidora possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida 
útil indefinida − ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 
550.000,00, o qual era composto por: 
Custo de aquisição: R$ 740.000,00 
Perda por desvalorização reconhecida (em 2015): R$ 190.000,00 
Em 31/12/16, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ágio (teste de impairment) e obteve as 
seguintes informações: 
Valor em uso: R$ 580.000,00. 
Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 480.000,00. 
O valor que a Cia. Investidora apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2016, para este ativo 
(ágio) foi, em reais, 
(A) 450.000,00. 
(B) 580.000,00. 
(C) 550.000,00. 
(D) 480.000,00. 
(E) 740.000,00.. 
32. (FCC/Especialista/ARTESP/2017) A Cia. Débito e Crédito S.A. possuía um imobilizado para suas 
atividades operacionais. Os saldos das contas referentes ao ativo, em 31/12/2016, estão demonstrados 
abaixo. 
Imobilizado (custo total de aquisição): R$ 400.000,00 
(−) Depreciação acumulada: R$ 100.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 19 
 
(=) Valor do ativo: R$ 300.000,00 
Em 31/12/2016 foi realizado o teste de impairment, obtendo os seguintes valores: 
Valor em uso do ativo: R$ 350.000,00 
Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 320.000,00 
Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao ano de 2016, a empresa 
(A) reconheceu um ganho por valorização no valor de R$ 20.000,00. 
(B) reconheceu um ganho por valorização no valor de R$ 50.000,00. 
(C) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 80.000,00. 
(D) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 50.000,00. 
(E) não reconheceu perda ou ganho por impairment. 
33. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A Cia. Industrial possuía, em 31/12/2016, um 
ativo intangível com vida útil indefinida. Os valores evidenciados para este ativo, nesta data, são 
apresentados a seguir: 
Custo de aquisição R$ 800.000,00 
(−) Ajuste por “impairment” (calculada em 2015) (R$ 300.000,00) 
(=) Valor contábil do ativo R$ 500.000,00 
Ao realizar o teste de redução ao valor recuperável de ativos (teste de “impairment”), a Cia. obteve as 
seguintes informações a respeito desse ativo em 31/12/2016: 
Valor em uso R$ 650.000,00 
Valor justo líquido das despesas de venda R$ 550.000,00 
O valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo foi, em reais, 
a) 600.000,00 
b) 650.000,00 
c) 550.000,00 
d) 500.000,00 
e) 800.000,00 
34. (FCC/Contador/AL MS/2016) A Cia. Só Ativos possuía, em 30/06/2016, uma patente classificada como 
ativo Intangível com vida útil indefinida cujo valor contábil era R$ 1.300.000,00, o qual era composto por: 
Custo de aquisição R$ 1.500.000,00. 
Perda por desvalorização (reconhecida em junho 2015) R$ 200.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 20 
 
Em junho de 2016, a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: 
Valor em uso R$ 1.550.000,00. 
Valor justo líquido das despesas de venda R$ 1.280.000,00. 
Complementarmente, as evidências indicaram que a vida útil desse ativo continuava indefinida. Com base 
nestas informações, a Cia. Só Ativos, em junho de 2016, 
a) não fez qualquer registro. 
b) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 20.000,00. 
c) reconheceu uma receita no valor de R$ 250.000,00. 
d) reconheceu uma receita no valor de R$ 200.000,00. 
e) reconheceu uma receita no valor de R$ 50.000,00. 
35. (FCC/Auditor Tributário/SEFAZ PI/2015) Em 30/09/2012, uma empresa adquiriu veículos pelo valor de 
R$ 180.000,00. Todos os veículos têm vida útil econômica de 5 anos para a empresa e o valor residual 
estimado para todos os veículos, em conjunto, no final do 5º ano é R$ 30.000,00. A empresa adota o 
método das quotas constantes para o cálculo da despesa mensal de depreciação. No final de 2012, a 
empresa realizou o teste de recuperabilidade do custo (“impairment”) para os bens do ativo imobilizado e 
identificou os valores disponíveis, conforme a tabela a seguir, referentes aos veículos adquiridos em 
30/09/2012: 
Data Valor Justo Valor em uso 
31/12/2012 R$ 155.000,00 R$ 170.000,00 
O valor contábil dos veículos, considerados em conjunto, evidenciado no Balanço Patrimonial de 
31/12/2012 foi, em reais: 
 a) 172.500,00 
 b) 180.000,00 
 c) 155.000,00 
 d) 170.000,00 
 e) 171.000,00 
36. (FCC/Auditor de Controle Externo/TCM – GO/2015) A Cia. PAR possuía, em 31/12/2013, um ativo 
imobilizado para o qual as seguintes informações, após o reconhecimento da despesa de depreciação para 
o ano de 2013, eram conhecidas: 
Custo de aquisição R$ 700.000,00 
(−) Depreciação acumulada -R$ 300.000,00 
(=) Valor contábil do ativo R$ 400.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 21 
 
Nesta mesma data (31/12/2013) a Cia. realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo (teste 
de impairment) e obteve as seguintes informações: 
Valor em uso do ativo R$ 380.000,00 
Valor justo líquido das despesas de venda R$ 350.000,00 
Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao ano de 2013, o valor contábil deste ativo que a Cia. 
PAR evidenciou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, 
 a) 400.000,00. 
 b) 380.000,00. 
 c) 350.000,00. 
 d) 700.000,00. 
 e) 370.000,00. 
37. (FCC/CNMP/Controle Interno/2015) Um equipamento foi adquirido por uma empresa pelo valor de 
R$ 1.000.000,00 e o pagamento foi realizado à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2013, a empresa 
definiu sua vida útil em 5 anos e o valor líquido de venda do equipamento no final do 5º ano foi estimado 
em R$ 400.000,00. A empresa adota o método das quotas constantes para o cálculo da despesa mensal de 
depreciação, tendo em vista que o equipamento é utilizado 24 horas por dia, ininterruptamente. Sabe-se, 
ainda, que para fins fiscais a vida útil é definida em 10 anos. No final de 2013 a empresa realizou o teste de 
recuperabilidade do custo (impairment) para o equipamento, utilizando-se dos seguintes valores 
disponíveis em 31/12/2013: 
− Valor justo líquido das despesas de venda = R$ 930.000,00 
− Valor em uso = R$ 945.000,00 
O valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais, 
a) 950.000,00. 
b) 940.000,00. 
c) 945.000,00. 
d) 930.000,00. 
e) 970.000,00. 
38. (FCC/TCE – CE/Auditor/2015) Em 10/10/2009, uma empresa adquiriu uma marca pelo valor de R$ 
14.000.000,00.Em 31/12/2011, registrou para esta marca uma perda por desvalorização 
(“impairment”) no valor de R$ 4.000.000,00. Em 31//12/2014, a empresa realizou novamente o teste de 
recuperabilidade (“impairment”) para a mesma marca e obteve as seguintes informações: 
Valor em uso da marca: R$ 10.800.000,00. 
Valor justo líquido das despesas de venda da marca: R$ 9.400.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 22 
 
Como a marca apresenta naturalmente uma vida útil indefinida, a empresa, nas Demonstrações Contábeis 
do ano de 2014, deveria 
A) reconhecer, no resultado do ano de 2014, um ganho no valor de R$ 800.000,00 decorrente da reversão 
da perda por desvalorização. 
B) manter o valor contábil de R$ 10.000.000,00 no balanço patrimonial de 31/12/2014. 
C) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 600.000,00 no resultado do ano de 2014. 
D) reconhecer, no resultado do ano de 2014, um ganho no valor de R$ 4.000.000,00 decorrente da 
reversão da perda por desvalorização. 
E) reconhecer, no resultado do ano de 2014, uma perda por desvalorização no valor de R$ 3.200.000,00. 
39. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) A Cia. Sofitel possuía, em 31/12/2014, em seu ativo 
intangível, uma patente com vida útil indefinida, com as seguintes informações em reais: 
Custo de aquisição............................................ 1.200.000,00 
(−) Perda por impairment.................................... 200.000,00 
(=) Valor contábil do ativo.................................1.000.000,00 
Ao realizar o Teste de Recuperabilidade do Ativo (teste de impairment) em 31/12/2014, a Cia. obteve as 
seguintes informações em reais: 
Valor em uso do Ativo......................................1.050.000,00. 
Valor justo líquido das despesas de venda .......900.000,00. 
Com base nestas informações, em 31/12/2014, a Cia. Sofitel reconheceu 
A) um ganho por reavaliação de R$ 50.000,00. 
B) uma perda por impairment de R$ 150.000,00. 
C) uma reversão da perda por impairment de R$ 50.000,00. 
D) uma perda por impairment de R$ 100.000,00. 
e) uma reversão da perda por impairment de R$ 200.000,00. 
40. (FCC/Analista Judiciário/Contabilidade/TRT/16/2014) A empresa Marcas & Patentes S.A. possuía, em 
31/12/12, um ativo intangível com vida útil indefinida (correspondente ao ágio derivado da expectativa de 
rentabilidade futura), cujo valor contábil de R$ 280.000,00 era composto por: 
- Custo de aquisição: R$ 320.000,00. 
- Perda por desvalorização (impairment) reconhecida em 2012: R$ 40.000,00. 
Em 31/12/13, a empresa realizou o Teste de Recuperabilidade do Ativo (impairment) e obteve as seguintes 
informações: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 23 
 
- Valor em uso: R$ 240.000,00. 
- Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 330.000,00. 
Com base nas informações acima, a empresa Marcas & Patentes, em 31/12/13, 
a) não fez nenhum registro contábil. 
b) reconheceu um ganho no valor de R$ 50.000,00. 
c) reconheceu uma perda por desvalorização no valor de R$ 40.000,00. 
d) reverteu a perda por desvalorização reconhecida no valor de R$ 40.000,00. 
e) reverteu a perda por desvalorização reconhecida no valor de R$ 40.000,00 e reconheceu um ganho no 
valor de R$ 10.000,00. 
41. (FCC/SABESP/Contabilidade/2014) Atenção: Para responder à questão, considere as informações 
abaixo. 
A empresa Boas Ideias adquiriu, em 02/01/2013, uma Marca por R$ 300.000 à vista. Adicionalmente, a 
empresa incorreu em gastos de R$ 50.000 para registro dessa Marca. Na data da aquisição, a empresa 
Boas Ideias estimou que a vida útil da Marca era indefinida. 
Em 31/12/2013, ao realizar o teste de recuperabilidade do ativo (impairment), a empresa Boas Ideias 
obteve as seguintes informações: 
Valor em uso da Marca: R$ 320.000. 
Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 290.000. 
Pela análise do teste de impairment, a empresa Boas Ideias 
A) não fez nenhum ajuste. 
B) reconheceu uma perda de R$ 10.000. 
C) reconheceu um ganho de R$ 20.000. 
D) reconheceu uma perda de R$ 60.000. 
E) reconheceu uma perda de R$ 30.000. 
42. (FCC/TRT 19/Contabilidade/2014) Determinada empresa adquiriu, em 31/12/2010, um equipamento 
por R$ 300.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada do equipamento, na data da aquisição, foi de 10 
anos e o valor residual esperado era R$ 20.000,00. Em 01/01/2012, a empresa reavaliou a vida útil do 
equipamento e determinou que a vida útil remanescente era de 6 anos e o valor residual reestimado de R$ 
41.000,00. Em 31/12/2012, antes de encerrar o exercício social, a empresa realizou o Teste de 
Recuperabilidade do Ativo e obteve as seguintes informações: 
− Valor em uso: R$ 230.000,00. 
− Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 225.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 24 
 
Com base nestas informações, o valor da Perda por Desvalorização (impairment) reconhecida em 2012 e o 
valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial da empresa, em 31/12/2012, foram, respectivamente, 
em reais, 
A) zero; 233.500,00. 
B) 3.500,00; 230.000,00. 
C) 8.500,00; 225.000,00. 
D) zero; 226.000,00. 
E) zero; 192.500,00. 
43. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP/2013) O Balanço Patrimonial da Cia. Conservadora, apurado 
em 31/12/2012, após o reconhecimento da depreciação do exercício social de 2012 e antes de proceder 
aos testes de recuperabilidade de seus ativos, apresentou: 
Ativo Imobilizado R$ 
Máquina 45.000,00 
Depreciação Acumulada (25.000,00) 
Valor Contábil 20.000,00 
Para realizar o teste de recuperabilidade da máquina, foram identificados: 
- Valor justo da máquina em 31/12/2012: R$ 19.000,00 
- Gastos estimados para a retirada e venda da máquina (despesa de venda em 31/12/2012: R$ 2.000,00) 
- Tempo de vida útil remanescente estimado para a máquina em 31/12/2012: 3 anos 
- Valor em uso em 31/12/2012: R$ 18.000,00 
- Valor de venda estimado da máquina, no final de sua vida útil: R$ 1.500,00 
- Gastos estimados para a retirada e venda da máquina (despesa de venda), no final de sua vida útil: R$ 
500,00. - Taxa de desconto: 10% a.a. 
Nessas condições, o valor registrado como perda por redução ao valor recuperável foi, em 31/12/2012, em 
R$, 
A) 0,00 
B) 1000,00 
C) 1.248,69 
D) 2.000,00 
E) 3.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 25 
 
44. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) A Cia. Inoxidável possuía, em 31/12/2012, em seu ativo 
imobilizado, um Auto Forno utilizado na produção de aço, com as seguintes informações, após o 
reconhecimento da despesa de depreciação referente ao exercício de 2012: 
Custo de aquisição: R$ 1.000.000,00 
(-) Depreciação acumulada: R$ 200.000,00 
(=) Valor contábil do ativo: R$ 800.000,00 
Ao realizar o teste de impairment, a Cia. obteve as seguintes informações: 
Valor em uso do Auto Forno: R$ 720.000,00. 
Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 500.000,00. 
Ao elaborar as Demonstrações Contábeis referentes ao exercício financeiro de 2012, a Cia. Inoxidável: 
(A) não fez nenhum ajuste (não reconheceu perda por impairment). 
(B) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 80.000,00. 
(C) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 280.000,00. 
(D) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 300.000,00. 
(E) reconheceu uma perda por impairment no valor de R$ 500.000,00. 
45. (FCC/Analista Judiciário/STJ/2012) Uma determinada empresa apresentava, em 31/12/2011, as 
seguintes informações a respeito de um imobilizado: 
Custo de aquisição: R$ 200.000,00 
Depreciação acumulada: R$ 50.000,00 
Perda por Impairment: R$ 40.000,00A empresa decidiu vender este imobilizado, em 31/12/2011, por R$ 100.000,00 à vista. Com base nestas 
informações, o resultado obtido com a venda do imobilizado foi, em reais, 
 a) 100.000 de lucro. 
 b) 50.000 de prejuízo. 
 c) 60.000 de prejuízo. 
 d) 10.000 de prejuízo. 
 e) 0 (zero). 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 26 
 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
46. (FGV/Auditor Fiscal/SEFIN RO/2018) Em 01/01/2013, a Cia. K iniciou a pesquisa e o desenvolvimento 
do projeto de um sistema capaz de gerar maior controle sobre as suas atividades. O projeto durou três 
anos, tendo os seguintes gastos: 
2013- R$ 200.000. 
2014- R$ 300.000. 
2015- R$ 500.000. 
Além disso, sabe-se que: 
- Em 2013, o projeto ainda estava na fase inicial da pesquisa e a empresa considerava a possibilidade de 
não ter sucesso com ele. 
- Em 2014, a empresa iniciou a fase de desenvolvimento. Ao efetuar uma pesquisa de mercado, percebeu 
que não haveria demanda para o sistema, devido ao preço. No entanto, decidiu manter o projeto em curso 
normal, esperando que mudanças pudessem ocorrer. 
- Em 2015, há repercussão mundial e a empresa consegue projetar uma demanda suficiente para justificar 
a produção em larga escala. Além disso, todos os critérios de reconhecimento dos gastos com 
desenvolvimento do Pronunciamento Técnico CPC 04 - Ativo Intangível foram atendidos. No final do ano o 
projeto é concluído. 
- Em 2016, o projeto é lançado ao mercado. Na data, a empresa estima que o sistema irá trazer benefícios 
econômicos durante os cinco anos seguintes, a partir de 01/01/2016. Em 31/12/2016, a empresa efetua 
um teste de recuperabilidade e constata que o valor recuperável na data é de R$ 550.000. 
- Em 2017, as vendas melhoraram e no teste de recuperabilidade, de 31/12/2017, a empresa considera 
que terá retorno de R$ 600.000 nos anos remanescentes de venda. 
Assinale a opção que indica o valor contábil do sistema, em 01/01/2018. 
(A) R$ 200.000. 
(B) R$ 300.000. 
(C) R$ 412.500. 
(D) R$ 440.000. 
(E) R$ 600.000. 
47. (FGV/SEFIN-RO/Contador/2018) Em 01/07/2014, um clube de futebol adquiriu os direitos federativos 
de um jogador por R$ 200 milhões, assinando um contrato de 4 anos. 
Em 31/12/2014, o clube recebeu uma oferta de R$ 400 milhões pelo jogador. O clube, no entanto, recusou 
a oferta. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 27 
 
Em 2015, o jogador sofreu uma contusão. Em 31/12/2015 os diretores do clube se reuniram e constataram 
que não havia certeza sobre uma transferência. No entanto, o clube poderia ganhar R$ 100 milhões até o 
final do contrato com publicidade, caso o jogador permanecesse no clube. 
Em 2016, o jogador se recuperou. Em 31/12/2016, o clube recebeu uma proposta formal, pela compra dos 
direitos federativos do jogador, de R$150 milhões. 
Assinale a opção que indica o valor contábil do jogador, em 01/01/2017. 
a) R$ 60 milhões. 
b) R$ 75 milhões. 
c) R$ 90 milhões. 
d) R$ 100 milhões. 
e) R$ 150 milhões. 
48. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 01 de janeiro de 2012, um restaurante adquiriu uma moto, no 
valor de R$ 22.000,00, para otimizar o serviço de entregas. 
O restaurante pretendia utilizar a moto durante cinco anos e depois vendê-la por R$ 2.000,00. No 
momento da compra, o sócio do restaurante estimava que, por meio das entregas, a moto poderia trazer 
retorno de R$ 4.500,00 (a valor presente) em cada ano de uso. 
Em 31 de dezembro de 2012, o restaurante refez suas projeções, estimando que, em cada um dos anos 
seguintes, os retornos trazidos pela moto seriam de R$ 2.750,00. Além disso, o valor da moto no mercado 
era de R$ 9.000,00. Após os anos de uso, o restaurante não mais pretendia ter retorno com a moto. 
Considerando que, em 31 de dezembro de 2013, não havia indícios de perdas adicionais, o valor contábil 
da moto era de: 
a) R$ 7.000,00. 
b) R$ 8.250,00. 
c) R$ 11.250,00. 
d) R$ 14.000,00. 
e) R$ 15.250,00. 
49. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 01/01/2011, um banco comprou, por R$ 180.000,00, o direito de 
processar a folha de pagamentos de uma empresa por seis anos. Em 31/12/2012, o banco constatou que 
os funcionários da empresa não estavam utilizando os serviços do banco e verificou que poderia ter 
retorno total de R$ 100.000,00 com a folha de pagamento nos anos remanescentes. Já em 31/12/2013, o 
banco realizou um novo estudo e verificou que, nos anos seguintes, poderia obter retorno total de R$ 
80.000,00. Em 31/12/2014, o valor contábil do direito era de 
(A) R$ 50.000,00. 
(B) R$ 53.333,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 28 
 
(C) R$ 60.000,00. 
(D) R$ 75.000,00. 
(E) R$ 83.333,00 
50. (FGV/Analista/DPE MT/2015) Para mensurar o valor em uso no teste de impairment, uma entidade 
deve fazer estimativas de fluxos de caixa futuros. 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, as estimativas 
de fluxos de caixa futuros devem incluir: 
a) os recebimentos ou pagamentos de tributos sobre a renda. 
b) as entradas ou saídas de caixa provenientes de atividades de financiamento 
c) as saídas de caixa que se referem a obrigações que já foram reconhecidas como passivos, como contas a 
pagar. 
d) as entradas de caixa advindas de ativos que geram outras entradas de caixa que são, em grande parte, 
independentes das entradas de caixa do ativo sob revisão. 
e) as projeções de saídas de caixa que são necessariamente incorridas para gerar as entradas de caixa 
advindas do uso contínuo do ativo e que podem ser diretamente alocadas, em base consistente e razoável, 
ao ativo. 
51. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) Em 30/06/2011, uma entidade adquiriu um carro para utilizar em seus 
negócios por R$ 50.000,00. No momento da compra, o carro tinha vida econômica de oito anos, no 
entanto, a entidade pretendia utilizá-lo por seis anos e depois vendê-lo por R$ 8.000,00. Em 31/12/2014, a 
administração da entidade observou fatores externos negativos e realizou o teste de recuperabilidade do 
carro. 
Nesta avaliação, ela determinou que o valor de uso do carro era de R$ 20.000,00 e o valor de venda de R$ 
27.000,00, sendo que, para vender, a entidade precisaria pintar o carro, o que lhe custaria R$ 2.000,00. O 
valor contábil do carro, em 01/01/2015, era de 
(A) R$ 20.000,00. 
(B) R$ 22.000,00. 
(C) R$ 25.000,00. 
(D) R$ 25.500,00. 
(E) R$ 27.000,00. 
52. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Armazéns Gerais Épsilon S.A. é proprietária de diversas instalações 
ao redor do Brasil. Uma dessas instalações está localizada próximo a uma rodovia que dá acesso a um 
porto, e foi inaugurada em 1º de março de 2008, quando se estimava que essa instalação teria uma vida 
útil de 30 anos e nenhum valor residual. Desde então essas estimativas não se modificaram, nem 
tampouco houve o reconhecimento de quaisquer ajustes para perdas, e a Armazéns Gerais Épsilon S.A. 
vem depreciando o custo de R$60.000.000 da instalação pelo método da linha reta. Porém, em fevereiro 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 29 
 
de 2015, foi anunciado que o porto ao qual a rodovia próxima a essa instalação da companhia dá acesso 
deverá passar por uma longa reforma. 
Considerando desde a licitação do projeto até a conclusão das obras, o processo de reforma do porto 
poderá se estender por mais de 5 anos. Em virtude disso, a administração da Armazéns Gerais Épsilon S.A. 
acredita que o volume de negócios dessa instalação será comprometido, e decidiu aplicar um teste de 
redução ao valor recuperável desse ativo. O teste foi concluído em 1º de março de 2015, data em que o 
valor justo da instalação foi avaliadoem R$47.000.000, e o valor em uso foi avaliado em R$40.000.000. 
Como a administração da Armazéns Gerais Épsilon S.A. estima que a venda dessa instalação acarretaria 
despesas de R$3.000.000, o valor líquido pelo qual esse ativo deve ser apresentado em 1º de março de 
2015 é de: 
(A) R$40.000.000; 
(B) R$43.000.000; 
(C) R$44.000.000; 
(D) R$46.000.000; 
(E) R$47.000.000. 
53. (FGV/TCM SP/Contador/2015) No exercício de 20x4, a Cia. Norte apurou perdas de R$12.000,00 por 
redução ao valor recuperável de um ativo imobilizado, cujo custo de aquisição foi de R$80.000,00 e estava 
40% depreciado. Os lançamentos contábeis da Cia. Norte ao final do exercício de 20x4 relativos à redução 
do imobilizado ao seu valor recuperável são os seguintes: 
(A) D – Perda por desvalorização (resultado do exercício) –R$12.000,00 
C – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) –R$12.000,00; 
(B) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$12.000,00 
C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$12.000,00; 
(C) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$ 36.000,00 
C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$ 36.000,00 
(D) D – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$20.000,00 
C – Depreciação acumulada – R$ 8.000,00 
C – Perda por desvalorização (resultado do exercício) – R$12.000,00 
(E) D – Perda por desvalorização (resultado do exercício) –R$ 44.000,00 
C – Depreciação acumulada – R$32.000,00 
C – Perdas estimadas por valor não recuperável (redutora do Ativo) – R$ 12.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 30 
 
54. (FGV/Auditor Fiscal da Receita Estadual/SEFAZ/RJ/2009) Em 01.04.2009, a Cia. Platina adquiriu um 
equipamento para ser utilizado em sua fábrica no valor de $ 113.000. Os seguintes custos adicionais são 
diretamente relacionados ao ativo: 
Frete................................................................... $5.000 
Seguro do transporte.........................................$ 2.000 
Seguro anual...................................................$12.000 
O equipamento tem vida útil estimada em 12 anos. Após esse período, o valor residual é estimado em 
zero. Para atendimento do CPC 01, aprovado pelo CFC, deve ser efetuada em 31.12.2009 a avaliação do 
valor recuperável do ativo. 
As informações obtidas nesta data são as seguintes: 
Valor líquido de venda...................................................$ 90.000 
Valor presente dos benefícios futuros em uso.......... $ 140.000 
Em 31.12.2009, o valor líquido do equipamento que deve ser apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. 
Platina será: 
(A) $ 120.063. 
(B) $ 112.500. 
(C) $ 111.500. 
(D) $ 140.000. 
(E) $ 90.000. 
CESPE 
55. (CESPE/Técnico/SEFAZ RS/2018) Um ativo torna-se desvalorizado quando o valor contábil excede o 
valor recuperável. Nesse caso, o Pronunciamento Técnico n.º 01 (CPC-01) estabelece que o ágio pago por 
expectativa de rentabilidade futura (goodwill) em combinação de negócios deve ser testado a cada 
três anos. 
cinco anos. 
semestre. 
ano. 
dois anos. 
56. (CESPE/Técnico/SEFAZ RS/2018) Sabe-se que o valor recuperável de uma unidade geradora de caixa é 
o maior valor entre valor justo líquido de despesas de venda e valor em uso. Nesse sentido, assinale a 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 31 
 
opção que apresenta uma possível unidade geradora de caixa, no caso de se determinar o montante 
recuperável. 
empréstimo 
financiamento 
capital social 
receita de vendas 
veículo 
57. (CESPE/Analista/STM/2018) A respeito de avaliação de itens patrimoniais diversos, julgue o item 
subsequente. 
A provisão para perda de valor recuperável de ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) só 
será revertida, em período posterior ao de sua constituição, se ficar comprovado que houve recomposição 
das expectativas de rentabilidade. 
58. (CESPE/Analista/STM/2018) A respeito de avaliação de itens patrimoniais diversos, julgue o item 
subsequente. 
Situação hipotética: Um equipamento industrial em uso foi adquirido, pela indústria Alfa, por R$ 300 mil e, 
no final do exercício de 20XX, o equipamento já tinha sofrido depreciação de 60% de seu valor depreciável. 
A indústria considera um valor residual de 10% para esse equipamento. No final do exercício de 20XX, o 
valor em uso do equipamento foi estimado em R$ 136 mil, e seu valor para venda estimado em R$ 120 mil. 
Assertiva: Nessa situação, a indústria Alfa deveria contabilizar, para esse equipamento, no encerramento 
do exercício de 20XX, uma provisão para perda de valor recuperável superior a R$ 5 mil. 
59. (CESPE/Analista/EBSERH/2018) A constatação de que o valor de mercado das ações de uma empresa 
é inferior ao seu valor patrimonial é um indicativo externo de que seus ativos podem estar sobreavaliados, 
sinalizando a necessidade de realização de teste de recuperabilidade do valor patrimonial desses ativos. 
60. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) 
possui, no rol de seus ativos imobilizados, um bem de custo histórico igual a R$ 50.000 e cuja depreciação 
acumulada equivale a 30% desse valor. Para esse ativo, o TRE/PE apurou um valor justo líquido de 
despesas de venda de R$ 20.000 e um valor de uso de R$ 28.000. 
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção correta de acordo com a NBC TG 01 (redução ao 
valor recuperável de ativos). 
A Na contabilização da depreciação do ativo imobilizado, faz-se necessário deduzir a perda por 
desvalorização do ativo, que na situação apresentada é igual a R$ 28.000. 
B Na situação apresentada, o custo histórico do ativo equivale a R$ 15.000. 
C O tribunal deverá registrar como perda por desvalorização do ativo o valor de R$ 7.000. 
D Por ser o custo histórico superior ao valor recuperável, a perda não deve ser contabilizada. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 32 
 
E O valor recuperável do ativo é igual ao valor mínimo entre o valor justo e o valor de uso, ou seja, R$ 
20.000 nessa situação 
61. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) Determinada empresa adquiriu um equipamento produtivo, com vida 
útil estimada de dez anos, pelo valor de R$ 250 mil. A empresa trabalha com um valor residual de 10% para 
todos os seus ativos produtivos. Ao final do quinto ano de uso, após apurada e contabilizada a depreciação 
correspondente de todos os ativos da empresa, avaliou-se o valor em uso do referido equipamento 
produtivo em R$ 125 mil, e o seu valor justo, líquido das despesas de venda, em R$ 135 mil. 
Nessa situação hipotética, a empresa deverá reconhecer uma perda por desvalorização do equipamento 
no valor de 
a) R$ 2,5 mil. 
b) R$ 10,0 mil. 
c) R$ 12,5 mil. 
d) R$ 22,5 mil. 
62. (CESPE/SEDF/Analista de Gestão Educacional - Contabilidade/2017) Julgue o item subsequente, a 
respeito dos procedimentos para registro, mensuração e avaliação de ativos. 
Situação hipotética: Um ativo que possui valor contábil líquido de R$ 100.000 pode ser alienado em 
mercado concorrencial por R$ 95.000, livre de despesas de venda, ou pode ser mantido em atividade, 
quando então gerará um fluxo de caixa a valor presente de R$ 102.000. 
Assertiva: Nessas condições, cabe à entidade detentora do referido ativo constituir uma provisão para 
perda de valor recuperável. 
63. (CESPE/SEDF/Analista de Gestão Educacional - Contabilidade/2017) Julgue o item subsequente, a 
respeito dos procedimentos para registro, mensuração e avaliação de ativos. 
Caso tenha sido reconhecida uma perda de valor realizável em um goodwill e se constate, em exercício 
subsequente, quehouve recuperação do valor realizável, a perda reconhecida deverá ser revertida até o 
montante do valor originalmente reconhecido como perda. 
Outras Bancas 
64. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Avalie as seguintes proposições. 
I. Ativos Intangíveis com vida útil indefinida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). 
II. Ativos Intangíveis com vida útil definida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). 
III. O "Goodwill" (ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura) gerado internamente não deve ser 
reconhecido como um ativo. 
Assinale a opção correta. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 33 
 
a) I e III, apenas. 
b) I e II, apenas. 
c) II e III, apenas. 
d) Todas as proposições estão corretas. 
e) Nenhuma proposição está correta. 
65. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) Com relação à Redução ao Valor Recuperável de 
Ativos, pode-se afirmar que: 
A) a esta técnica estão sujeitos à aplicação desse processo todos os ativos sem qualquer tipo de exceção. 
B) é esse tipo de procedimento aplicável somente aos ativos intangíveis e aos ativos resultantes de 
Contratos de Construção. 
C) apenas aos ativos resultantes de Contratos de Construção e aqueles sujeitos à aplicação do valor justo 
como os ativos biológicos são passíveis da aplicação dessa redução. 
D) tem como objetivo assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por valor maior do 
que o passível de ser recuperado por uso ou venda. 
E) não é aplicada aos imobilizados em razão dos mesmos já estarem sujeitos à depreciação, amortização 
ou a exaustão que cobrem possíveis divergências no valor de custo do ativo e o seu valor recuperável. 
66. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2012) A empresa Highlith S.A. implantou nova unidade no 
norte do país. Os investimentos na unidade foram de R$ 1.000.000,00, registrados no ativo imobilizado. No 
primeiro ano, a empresa contabilizou um ajuste de perda de valor recuperável de R$ 15.000,00. No 
segundo ano, o valor da unidade, caso fosse vendida para o concorrente e único interessado na aquisição, 
seria de R$ 950.000,00. Ao analisar o valor do fluxo de caixa descontado da unidade, apurou-se um valor 
de R$ 980.000,00. Dessa forma, deve o contador da empresa: 
a) manter o valor do investimento, visto não haver perda de valor recuperável. 
b) reconhecer um complemento de perda de valor recuperável de R$ 5.000,00. 
c) reverter parte da perda de valor recuperável no valor de R$ 25.000,00. 
d) registrar um complemento de perda de valor recuperável de R$ 15.000,00. 
e) estornar o total da perda de valor recuperável de R$ 50.000,00. 
67. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Uma indústria adquiriu três máquinas para compor a linha 
de produção de um dos seus produtos, pelo valor total de R$ 27 milhões. A vida útil estimada das 
máquinas adquiridas é de doze anos, com valor residual de 5% do valor de aquisição. Ao final do sétimo 
ano de uso, a indústria apurou indícios internos de desvalorização decorrentes de baixo desempenho e 
optou por realizar o teste de recuperabilidade das máquinas componentes daquela linha de produção. A 
companhia estimou um fluxo de caixa descontado para os próximos cinco anos associado à operação das 
máquinas de R$ 10 milhões, enquanto o valor justo das máquinas em suas condições atuais é de R$ 8 
milhões, com 5% de custos associados 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 34 
 
Considerando, exclusivamente, essas informações, o valor recuperável e a perda a ser reconhecida para o 
conjunto das máquinas, representam, respectivamente, em reais 
(A) 7.600.000,00 e 3.087.500,00 
(B) 7.600.000,00 e 4.437.500,00 
(C) 8.000.000,00 e 4.037.500,00 
(D) 10.000.000,00 e 687.500,00 
(E) 10.000.000,00 e 2.037.500,00 
68. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contador/2018) A empresa Produz&Vende S.A. possui uma máquina em sua 
fábrica de produção, que foi comprada em 02/01/2014 por R$ 300.000,00. Sabe-se que a depreciação 
acumulada da máquina é de R$ 50.000,00. O valor justo da máquina em 31/12/2017 era de R$ 200.000,00, 
ao passo que os custos e despesas de venda foram estimados em 20% do valor justo. Seu valor em uso, 
correspondente ao Fluxo de Caixa Descontado era de R$ 255.000,00 na mesma data. 
Com base nas informações, a empresa Produz&Vende S.A. ao analisar seus dados com relação ao valor 
recuperável dos ativos, deve 
(A) não registrar a perda por impairment no período, visto que o valor em uso é maior do que o valor 
contábil. 
(B) não registrar a perda por impairment no período, visto que o valor justo líquido das despesas de venda 
é menor do que o valor contábil. 
(C) registrar a perda por impairment de R$ 90.000,00, pois o valor justo líquido das despesas de venda é 
menor do que o valor contábil. 
(D) registrar a perda por impairment de R$ 5.000,00, visto que o valor em uso é maior do que o valor 
contábil. 
(E) registrar a perda por impairment de R$ 140.000,00, pois o valor contábil de R$ 300.000,00 excede o 
valor recuperável, que é de R$ 160.000,00. 
69. (CESGRANRIO/Liquigás/Contador/2018) O Pronunciamento CPC 01 aborda questões relacionadas à 
contabilização de ajuste para perdas por desvalorização de ativos. Um dos ativos, cuja desvalorização pode 
ser reconhecida no âmbito das disposições do CPC 01, é: 
(A) estoques 
(B) ativos intangíveis 
(C) ativos biológicos relacionados à atividade agrícola 
(D) ativos relativos a planos de benefícios a empregados 
(E) propriedade para investimento mensurada ao valor justo 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 35 
 
CPC 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de 
Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
70. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal da Receita Municipal/2018) A empresa American Products 
Corporation atua nos Estados Unidos da América e sua moeda funcional é o dólar americano. Esta empresa 
é controlada da empresa brasileira Brasil Importados S.A., cuja moeda funcional é o Real. O Balanço 
Patrimonial da empresa American Products Corporation, em 31/12/2016, apresentava os seguintes saldos 
nas diversas contas, com os valores expressos em dólar americano: 
 
O resultado líquido obtido em 2016 pela empresa American Products Corporation, após a conversão para a 
moeda funcional da empresa brasileira, foi R$ 6.000,00, e a conta Reservas de Lucros da empresa, em 
31/12/2015, convertida para Reais, apresentava o saldo de R$ 4.000,00. 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
− Os Estoques foram adquiridos em 30/11/2016. 
− O Imobilizado e os Intangíveis foram adquiridos em 31/12/2015. 
− O Capital foi integralizado em 31/12/2012. 
As cotações do dólar para diversas datas são as seguintes: 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 36 
 
Após a conversão do Balanço Patrimonial da empresa American Products Corporation para Reais, o valor 
(A) Total do Ativo é R$ 68.000,00. 
(B) da conta Ajustes Acumulados de Conversão é R$ 18.000,00. 
(C) do Patrimônio Líquido é R$ 37.400,00. 
(D) da conta Ajustes Acumulados de Conversão é R$ 28.000,00. 
(E) do Patrimônio Líquido é R$ 29.560,00 
71. (FCC/DRE-RS/Contabilidade/2017) Em 1/7/2017 uma empresa realizou uma venda a prazo, para um 
cliente no exterior, no valor total de US$ 200.000,00. Sabendo que a taxa de câmbio em 1/7/2017 era R$ 
3,20/US$, em 31/7/2017 era R$ 3,00/US$ e a taxa de câmbio média do mês de julho de 2017 foi R$ 
3,10/US$, a empresa reconheceu no resultado do mês de julho de 2017 Receita de vendas de 
a) R$ 600.000,00, apenas. 
b) R$ 640.000,00, apenas. 
c)R$ 620.000,00 e despesa financeira de R$ 20.000 
d) R$ 640.000,00 e despesa financeira de R$ 40.000,00 
e) R$ 620.000,00, apenas. 
72. (FCC/TRT-20/Analista Judiciário/Contabilidade/2016) Em 30/12/20x1, a Cia Endividada contrata um 
empréstimo de U$ 3 milhões, nas seguintes condições: prazo total de 60 meses, juros de 1% ao mês, com 
carência de principal e juros de 2 anos e pagamento em 3 parcelas anuais de principal e juros, após o 
período de carência pagos no primeiro dia útil do período seguinte. Nessas condições a empresa deverá 
a) registrar como Despesa Financeira os juros incidentes sobre o contrato a partir de 30/12/20x3 logo após 
a extinção do período de carência dos juros. 
b) somente atualizar o saldo devedor e iniciar o registro da variação cambial do contrato por ocasião do 
efetivo pagamento do principal e dos juros. 
c) reconhecer a variação cambial do valor do principal como encargos a apropriar no período de carência. 
d) identificar e registrar a variação cambial incidente sobre os valores da operação apropriando 
mensalmente os juros contratuais mesmo quando não pagos. 
e) no período de carência de juros, registrar em conta devedora de juros a apropriar o valor mensal desses 
encargos. 
73. (FCC/AL-MS/Contabilidade/2016) Em 10/05/2016, a Cia. Brasileira realizou uma venda a prazo no 
valor total de US$ 200.000,00. Sabendo que a taxa de câmbio em 10/05/2016 era R$ 3,50/US$, em 
30/05/2016 era R$ 3,30/US$ e a taxa de câmbio média do mês de maio de 2016 foi R$ 3,40/US$, a Cia. 
Brasileira reconheceu, no mês de maio de 2016, Receita de Vendas de 
a) R$ 700.000,00, apenas. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 37 
 
b) R$ 660.000,00 apenas. 
c) R$ 680.000,00 apenas. 
d) R$ 680.000,00 e despesa financeira de R$ 20.000,00. 
e) R$ 700.000,00 e despesa financeira de R$ 40.000,00. 
 
 
74. (FCC/ Prefeitura de Teresina / Auditor Fiscal da Receita Municipal /2016) A Cia. Brasileira atua no 
mercado nacional e sua moeda funcional é o Real. Em 30/11/2015 a Cia. Brasileira constituiu a subsidiária 
Cia. Americana para atuar nos Estados Unidos, e integralizou 100% do Capital Social no valor de 
US$100.000,00 (cem mil dólares). A moeda funcional da Cia. Americana é o dólar e, em 31/12/2015, 
apresentou o seguinte Balanço Patrimonial: 
 
A receitas e despesas da Cia. Americana ocorreram de maneira uniforme no mês de dezembro de 2015 e 
as informações sobre a taxa de câmbio são as seguintes: 
 
Com base nestas informações, o saldo credor da conta Ajustes Acumulados de Conversão apresentado no 
Balanço Patrimonial da Cia. Americana em 31/12/2015 foi, em reais, 
a) 28.000,00. 
b) 14.000,00. 
c) 4.000,00. 
d) 24.000,00. 
e) 20.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 38 
 
75. (FCC/ CNMP/Analista/2015) No dia 01/12/2013 a empresa Endividada S.A. obteve um empréstimo do 
exterior no valor total de US$ 1.000.000,00 (um milhão de dólares), para ser pago integralmente (principal 
e juros) em 01/12/2014. A taxa de juros contratada foi 1% ao mês e as informações sobre as cotações da 
taxa de câmbio, em várias datas, eram as seguintes: 
 
Com base nestas informações, o valor apresentado no Balanço Patrimonial da empresa Endividada S.A., em 
31/12/2013, referente a este empréstimo foi, em reais, 
a) 2.650.000,00. 
b) 2.727.000,00. 
c) 2.706.800,00. 
d) 2.676.500,00. 
e) 2.929.000,00. 
76. (FCC/Julgador Administrativo Tributário/SEFAZ PE/2015) A Cia. Empréstimos S.A. obteve, em 
01/12/2014, um empréstimo de US$ 500.000,00, para ser pago integralmente em 01/12/2015. Não há 
incidência de juros sobre o empréstimo e na data da obtenção a taxa de câmbio era R$ 2,65/US$ 1,00. Em 
31/12/2014, a taxa de câmbio era R$ 2,70/US$ 1,00 e a taxa de câmbio média do mês de dezembro de 
2014 foi R$ 2,68/US$ 1,00. 
Em 31/12/2014, a taxa de câmbio projetada para 01/12/2015 era R$ 2,90/US$ 1,00. Com base nestas 
informações, o valor apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Empréstimos S.A. referente a este 
empréstimo foi 
(A) R$ 1.325.000,00, em 31/12/2014. 
(B) R$ 1.350.000,00, em 31/12/2014. 
(C) R$ 1.340.000,00, em 31/12/2014. 
(D) R$ 1.450.000,00, em 31/12/2014. 
(E) R$ 1.340.000,00, em 01/12/2014. 
77. (FCC/TRT-16/Analista Judiciário – contabilidade/2014) A Cia. Internacional S.A. obteve, em 
31/12/2013, um empréstimo de US$300.000,00 atualizado apenas pela variação cambial, para ser 
liquidado em uma única parcela em 31/12/2015. Na data da obtenção do empréstimo a taxa de câmbio era 
R$2,40/US$1,00 e em 31/01/2014, a taxa de câmbio era R$2,45/US$1,00. A taxa de câmbio média do mês 
de janeiro de 2014 foi R$2,50 /US$1,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 39 
 
Sabendo que em 31/01/2014 a taxa de câmbio projetada para 31/12/2015 era R$2,35/US$1,00, é correto 
afirmar que o valor apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Internacional S.A., referente a este 
empréstimo, foi 
A) R$ 705.000,00, em 31/01/2014. 
B) R$ 705.000,00, em 31/12/2013. 
C) R$ 720.000,00, em 31/01/2014. 
D) R$ 735.000,00, em 31/01/2014. 
E) R$ 750.000,00, em 31/01/2014. 
78. (FCC/Analista/TRE-RO/2013) Desconsiderando economia hiperinflacionária, em relação ao processo 
de conversão das demonstrações contábeis, é correto afirmar que: 
A) o balanço patrimonial e a demonstração de resultados são convertidos à taxa de câmbio de fechamento 
na data da respectiva demonstração. 
B) as receitas e as despesas devem ser convertidas à taxa de câmbio de fechamento na data da respectiva 
demonstração. 
C) os ativos e os passivos devem ser convertidos às taxas de câmbio históricas nas datas das respectivas 
operações. 
D) os ativos e os passivos devem ser convertidos à taxa de câmbio de fechamento na data do respectivo 
balanço. 
E) os aumentos de capital devem ser convertidos à taxa média anual em que a operação foi realizada. 
79. (FCC/AFR SP/Gestão Tributária/2013) A Cia. ABC (Investidora) adquiriu, em 01 de dezembro de 20x1, 
90% das ações da Cia. XYZ (Investida), que se encontra instalada em Portugal. Em 31 de dezembro de 20x1, 
a Cia. XYZ apresentou a seguinte posição financeira: 
Contas Saldo (€ euros) 
Ativos 40.000,00 
Passivos 30.000,00 
Patrimônio Líquido 
Capital Social 8.500,00 
Lucro líquido, referente a dezembro de 20x1 1.500,00 
 
Taxas Cotação € euro Observações 
Taxa Histórica R$ 2,00 em 01/12/20x1 
Taxa Média R$ 2,25 de 01/12 a 31/12/20x1 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
https://www.tecconcursos.com.br/conteudo/concursos/1166
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 40 
 
Taxa de Fechamento R$ 2,50 em 31/12/20x1 
A conversão do Balanço Patrimonial da Cia. XYZ (para Reais), em 31/12/20x1, gera um registro na Conta 
Ajuste Acumulado de Conversão, na Cia. ABC, no valor de, em R$, 
1.912,50. 
B) 2.500,00. 
C) 4.162,50. 
D) 4.500,00. 
E) 5.000,00. 
80. (FCC/AFR SP/Gestão Tributária/2013) A Cia. ABC (Investidora) adquiriu, em 01 de dezembro de 20x1, 
90% das ações da Cia. XYZ (Investida), que se encontra instalada em Portugal. Em 31 de dezembro de 20x1, 
a Cia. XYZ apresentou a seguinte posição financeira: 
Contas Saldo (€ euros) 
Ativos 40.000,00 
Passivos 30.000,00 
Patrimônio Líquido 
Capital Social 8.500,00 
Lucro líquido, referente a dezembro de 20x1 1.500,00 
 
Taxas Cotação € euro Observações 
Taxa Histórica R$ 2,00 em 01/12/20x1 
Taxa Média R$ 2,25 de 01/12 a 31/12/20x1 
Taxa de Fechamento R$ 2,50 em 31/12/20x1 
 
Com base nos dados contábeis fornecidos pela Cia. XYZ (Investida) e as cotações do € euro após a 
conversão, o valor do investimento da Cia. ABC (investidora) é, em 31 de dezembro de 20x1, em R$, 
a) 15.300,00. 
b) 18.000,00.c) 19.125,00. 
d) 22.500,00. 
e) 25.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
https://www.tecconcursos.com.br/conteudo/concursos/1166
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 41 
 
81. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) A Empresa Devedora S.A. adquiriu um financiamento 
de US$ 10,000.00 (dez mil dólares), em 1 de dezembro de 2012, e deverá quitá-lo, em 1 de outubro de 
2013. Na data da aquisição do financiamento, a taxa do dólar (cotação) era R$ 1,70. Sabendo-se que, em 
31 de dezembro de 2012, o dólar estava cotado a R$ 1,45, a variação cambial, referente ao período de 
01/12/2012 a 31/12/2012, foi: 
(A) ativa de R$ 2.500,00, que aumenta o ativo circulante da empresa. 
(B) ativa de R$ 2.500,00, que reduz o passivo circulante da empresa. 
(C) passiva de R$ 2.500,00, que reduz o passivo circulante da empresa. 
(D) passiva de R$ 2.500,00, que aumenta o passivo circulante da empresa. 
(E) ativa de R$ 2.500,00, que reduz o saldo da conta Ajustes de Avaliação Patrimonial. 
82. (FCC/Infraero/Contador/2009) Na ocasião da elaboração do balanço, os saldos de passivos, tomados 
em moeda estrangeira, cujo contrato seja efetuado com cláusula de paridade cambial deverão ser: 
(A) vertidos em reais pela taxa de câmbio funcional na data da operação. 
(B) convertidos em reais pela variação média da taxa de apresentação. 
(C) transformados em reais à taxa de fechamento da operação. 
(D) convertidos em reais à taxa de câmbio em vigor na data do balanço. 
(E) atualizados pelo valor médio do período encerrado da taxa funcional. 
83. (FCC/Infraero/Contador/2009) Os dividendos distribuídos decorrentes de investimentos societários 
no exterior reconhecidos pelo método de equivalência patrimonial devem ser 
(A) reconhecidos pelo valor de mercado e registrados a débito da conta de investimentos pelo valor 
recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio média do período. 
(B) registrados como redução da conta de investimentos pelo valor recebido em moeda estrangeira 
convertido para reais à taxa de câmbio vigente na data do recebimento. 
(C) lançados como receitas pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido para reais à taxa de 
câmbio vigente na data do recebimento. 
(D) reconhecidos pelo valor de mercado e registrados a débito de investimentos pelo valor recebido em 
moeda estrangeira convertido para reais à taxa de câmbio funcional. 
(E) creditado em conta de receita não operacional pelo valor recebido em moeda estrangeira convertido 
para reais à taxa de câmbio média do mercado. 
84. (FCC/Infraero/Contador/2009) No processo de conversão, a moeda do ambiente econômico principal 
no qual a entidade opera é denominada moeda 
(A) equivalente. 
(B) externa. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 42 
 
(C) de apresentação. 
(D) funcional. 
(E) do fechamento 
85. (FCC/Infraero/Auditor/2009) A Cia. Omega importou uma máquina no valor CIF (Cost, Insurance and 
Freight) de 100.000,00 dólares americanos. Na ocasião do desembaraço da mercadoria, houve incidência 
de imposto de importação à alíquota 10% sobre o valor aduaneiro, este último correspondente a R$ 
215.000,00. Todos os demais impostos pagos sobre a importação são recuperáveis para a companhia. 
Houve pagamento de despesas de armazenagem e outras taxas no valor de R$ 23.000,00. A Cia. gastou de 
frete e seguro internos para remoção da mercadoria do local de entrada no Brasil para suas instalações 
fabris o valor de R$ 38.000,00. A importação foi feita a prazo e, no vencimento, o fornecedor estrangeiro 
cobrou juros de 2%, no período, sobre o valor da aquisição em dólares. Na data do pagamento ao credor, a 
taxa de câmbio era U$ 1.00 = R$ 2,36. Ao final da operação, o valor da máquina no Ativo da companhia 
ficou registrado por, em R$, 
(A) 323.220,00. 
(B) 318.500,00. 
(C) 303.220,00. 
(D) 307.500,00. 
(E) 297.500,00. 
86. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP/2013) Em 31/10/2012, a Cia. Endividada, com operações 
apenas no Brasil, obteve um empréstimo em moeda estrangeira no valor de US$ 100.000,00. Este 
empréstimo deve ser apresentado no Balanço Patrimonial, em 31/12/2012, à taxa de câmbio: 
(A) do dia da obtenção do empréstimo. 
(B) da data do Balanço Patrimonial. 
(C) média do mês em que o empréstimo foi obtido. 
(D) do dia da obtenção do empréstimo mais correção monetária. 
(E) determinada entre as partes envolvidas. 
 
Para responder às questões a seguir, considere as seguintes instruções: 
A empresa brasileira ABC possui 100 % da controlada EFG, localizada na França. A controlada EFG 
apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em euros: 
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/X2 
Ativo Euros Passivo Euros 
Caixa / bancos 6.500 Fornecedores 8.500 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 43 
 
Clientes 18.000 Aluguéis a pagar 1.100 
Estoque 10.000 Tributos a recolher 900 
 Capital Social 15.000 
 Lucro Líquido 9.000 
Total Ativo 34.500 Total Passivo + PL 34.500 
 
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 
Vendas 32.000 
(-) CMV -16.450 
Lucro bruto 15.550 
Salários -3.150 
Despesas vendas -1.500 
Despesas aluguéis -1.000 
Lucro antes Tributos 9.900 
Tributos -900 
Lucro líquido 9.000 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 44 
 
COTAÇÃO DO EURO 
Data Valor R$ 
Maio/X1 1,50 
31/12/X1 1,60 
Taxa média X2 1,70 
31/12/X2 2,00 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
87. (FGV/Auditor/TCM RJ/2008) Com base na Resolução CFC 1.120/08, analise as afirmativas a seguir: 
I. As variações cambiais resultantes de conversão das demonstrações contábeis para moeda diferente da 
moeda funcional devem ser reconhecidas em conta específica no resultado não-operacional. 
II. As variações cambiais que surgem da liquidação de itens monetários ao converter itens monetários por 
taxas diferentes daquelas pelas quais foram inicialmente convertidas durante o período, ou em 
demonstrações contábeis anteriores, devem ser reconhecidas como receita ou despesa no período em que 
surgirem, com exceção das variações cambiais de itens monetários que fazem parte do investimento 
líquido da entidade que reporta em uma entidade no exterior. 
III. Uma entidade pode apresentar suas demonstrações contábeis em qualquer moeda (ou moedas). 
Assinale: 
a) se somente a afirmativa I estiver correta. 
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
d) se somente a afirmativa II estiver correta. 
e) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 45 
 
CESPE 
88. (CESPE/BACEN/Analista – área 4/2013) No item a seguir é apresentada uma situação hipotética acerca 
do processo contábil de reconhecimento, mensuração e evidenciação, seguida de uma assertiva a ser 
julgada. 
Para conversão de participações de entidades no exterior, deve-se utilizar a taxa de câmbio mais próxima 
da taxa vigente na data da transação, que pode ser expressa pela taxa média semanal ou mensal, mesmo 
em períodos de significativa flutuação de câmbio. 
89. (CESPE/PF/ÁREA 1/2013) No item a seguir é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma 
assertiva a ser julgada. 
Uma companhia brasileira é investidora de uma companhia estrangeira, que elabora suas demonstrações 
financeiras usando o dólar norte-americano. Nessa situação, para realizar a conversão das demonstraçõespara a moeda funcional da investidora, utilizando o método da taxa corrente, a investidora deverá 
converter os valores dos ativos e passivos pela taxa de fechamento do dólar na data do respectivo balanço. 
As receitas e as despesas deverão ser convertidas pelas taxas cambiais em vigor nas datas das transações 
ou pela taxa média do período, sendo reconhecidas as variações cambiais resultantes em conta específica 
do patrimônio líquido. 
90. (CESPE/MJ/Contabilidade/2013) Julgue o item a seguir, referente aos impactos provocados por fatos 
contábeis no patrimônio de uma companhia aberta. 
No caso de disponibilidades em moeda estrangeira, a variação cambial decorrente do ajuste do saldo em 
moeda nacional à taxa de câmbio vigente na data de atualização da demonstração contábil deve ser 
reconhecida na conta ajustes de avaliação patrimonial, no patrimônio líquido. 
Julgue o item a seguir, referente à avaliação de itens patrimoniais. 
91. (CESPE/TCE – RO/ACE/2013) Considere que, em novembro de 2012, determinada empresa tenha 
comprado mercadoria do exterior pelo valor de 50.000 euros, com a paridade da moeda de €1,00 = R$ 
3,00. Considere, ainda, que, no final do exercício, essa mercadoria continue em estoque e que a cotação do 
euro tenha sido igual a R$ 2,80. Nessa situação, é correto afirmar que, no final do exercício, período em 
que foi realizado um lançamento para registrar o efeito da variação cambial, o balanço patrimonial 
evidenciou o estoque da referida mercadoria no valor de R$ 140.000,00. 
92. (CESPE/CADE/Contador/2014) Com base nos pronunciamentos do CPC e nos seus reflexos na 
elaboração e divulgação das demonstrações contábeis, julgue o item a seguir. 
Empresas que possuem itens não monetários mensurados pelo valor justo em moeda estrangeira devem 
realizar a conversão monetária utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas em que o valor justo tiver 
sido mensurado e for evidenciado no balanço patrimonial em moeda funcional. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 46 
 
Questões Inéditas 
Para responder às questões a seguir, considere as seguintes instruções: 
A empresa brasileira ABC possui 100 % da controlada EFG, localizada na França. A controlada EFG 
apresentou as seguintes demonstrações contábeis, em euros: 
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31/12/X2 
Ativo Euros Passivo Euros 
Caixa / bancos 6.500 Fornecedores 8.500 
Clientes 18.000 Aluguéis a pagar 1.100 
Estoque 10.000 Tributos a recolher 900 
 Capital Social 15.000 
 Lucro Líquido 9.000 
Total Ativo 34.500 Total Passivo + PL 34.500 
 
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 
Vendas 32.000 
(-) CMV -16.450 
Lucro bruto 15.550 
Salários -3.150 
Despesas vendas -1.500 
Despesas aluguéis -1.000 
Lucro antes Tributos 9.900 
Tributos -900 
Lucro líquido 9.000 
 
COTAÇÃO DO EURO 
Data Valor R$ 
Maio/X1 1,50 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 47 
 
31/12/X1 1,60 
Taxa média X2 1,70 
31/12/X2 2,00 
93. (Questões inéditas) O Capital Social foi integralizado em maio de X1. 
O valor a ser lançado no Resultado do Exercício da Controladora ABC em Reais: 
A) 10.200 
B) 15.300 
C) 18.000 
D) 48.000 
E) 69.000 
94. (Questões inéditas) O valor do Investimento da Controladora ABC em reais é: 
A) 10.200 
B) 15.300 
C) 18.000 
D) 48.000 
E) 69.000 
95. (Questões inéditas) O valor da conta Ajuste Acumulado de Conversão na Controladora ABC em reais é 
de: 
A) 10.200 
B) 15.300 
C) 18.000 
D) 48.000 
E) 69.000 
96. (Questões inéditas) O valor do Ativo Total da Controlada EFG, convertido para reais, é de: 
A) 10.200 
B) 15.300 
C) 18.000 
D) 48.000 
E) 69.000 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 48 
 
 
Uma empresa foi constituída em julho/X1 com capital social de 100.000 reais, totalmente integralizado em 
dinheiro. 
Em setembro, a empresa importou um equipamento no valor de 20.000 dólares, para pagamento em 
fevereiro / X2. 
Em outubro, a empresa importou mercadorias para revenda, no valor de 8.000 dólares, para pagamento 
em janeiro /X2. 
Considere as seguintes taxas de câmbio: 
Julho/X1 1,60 
Setembro/X1 1,75 
Outubro/X1 1,85 
Dezembro/X1 2,00 
97. (Questões inéditas) O valor total do ativo é de: 
A) 49.800 
B) 56.000 
C) 100.000 
D) 149.800 
E) 156.000 
98. (Questões inéditas) O valor da variação cambial será 
A) 1.200 
B) 5.000 
C) 6.200 
D) 8.400 
E) 10.200 
99. (Questões inéditas) O lançamento da variação cambial será: 
A) D - Estoque 
 D – Ativo imobilizado 
 C - Receita com variação cambial 
B) D – Ativo 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 49 
 
 C – Ajuste acumulado de conversão 
C) D – Despesa com variação cambial 
 C – Ajuste acumulado de conversão 
D) D – Ajuste acumulado de conversão 
 C – ativo 
E) D – Despesa com variação cambial 
 C – Passivo (importações a pagar) 
100. (Questão inédita) Assinale a alternativa incorreta: 
a) Taxa de câmbio é a relação de troca entre duas moedas. 
b) Taxa de câmbio a vista é a taxa de câmbio vigente na data do balanço. 
c) Valor justo é o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de 
um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração 
d) Grupo econômico é uma entidade controladora e todas as suas controladas. 
e) Itens monetários são unidades de moeda mantidas em caixa e ativos e passivos a serem recebidos ou 
pagos em um número fixo ou determinado de unidades de moeda. 
101. (Questão inédita) Assinale a alternativa incorreta: 
A) Moeda de apresentação é a moeda na qual as demonstrações contábeis são apresentadas. 
B) Moeda estrangeira é qualquer moeda diferente da moeda funcional da entidade. 
C) Moeda funcional é a moeda do ambiente econômico principal no qual a entidade opera. 
D) Investimento líquido em uma entidade no exterior é o montante que representa o interesse 
(participação na maior parte das vezes) da entidade investida nos ativos líquidos dessa entidade. 
E) Variação cambial é a diferença resultante da conversão de um número específico de unidades em uma 
moeda para outra moeda, a diferentes taxas cambiais. 
Outras Bancas 
102. (UEL/Auditor Fiscal/ICMS PR/2012) A moeda funcional reflete as transações, os eventos e as 
condições subjacentes que são relevantes para a entidade. Portanto, uma vez que ela seja determinada, 
somente pode ser alterada se houver mudança nas transações, nos eventos e nas condições subjacentes. 
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, como o efeito da alteração na moeda funcional deve 
ser tratado, contabilmente, pela entidade. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 50 
 
a) Converter todos os itens para a nova moeda funcional, utilizando a taxa de câmbio observada na data da 
alteração. 
b) Manter a escrituração pelo valor contábil histórico, considerando que a moenda funcional inaltera a 
estrutura contábil. 
c) Manter inalteradas as demonstrações contábeis, pois a legislação vigente proíbe o uso de outra moeda 
que não o real. 
d) Preparar duas demonstrações contábeis, uma demonstrando os valores na moeda funcional antiga e a 
outra com a nova moeda funcional. 
e) Preparar suas demonstrações contábeis, apresentando, em colunas distintas, os valores em moeda de 
apresentação e em moeda funcional. 
103. (FEMPERJ/Analistade Controle Externo/TCE RJ/2012) A Cia. Import In fez uma compra de matérias-
primas por US$ 10.000 no dia 10/12/X1 e pagará ao fornecedor estrangeiro no dia 10/01/X2. As matérias-
primas adquiridas ficarão armazenadas para serem utilizadas ao longo de X2. 
Considerar as seguintes cotações do Dólar: 
Em 10/12/X1: US$ 1,00 = R$ 2,00; 
Em 31/12/X1: US$ 1,00 = R$ 2,20; 
Em 10/01/X2: US$ 1,00 = R$ 1,80. 
Com base nas informações acima, o lançamento feito pela Cia em 10/12/X1 foi: 
Débito – estoques (ativo) – R$ 20.000,00 
Crédito – fornecedores estrangeiros (Passivo) – R$ 20.000. 
Para elaborar as demonstrações contábeis anuais, em 31/12/X1, a Cia. deverá fazer em relação à operação 
supracitada os seguintes lançamentos: 
A) débito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00 
 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000; 
B) débito - variação cambial (DRE) - R$ 2.000,00 
 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000,00; 
C) débito - variação cambial (DRE) - R$ 2.000,00 
 crédito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00; 
D) débito - variação cambial (ativo) - R$ 2.000,00 
 crédito - fornecedores estrangeiros (passivo) - R$ 2.000,00; 
E) débito - estoques (ativo) - R$ 2.000,00 
 crédito - variação cambial (passivo) - R$ 2.000. 
104. (CETRO/ISS-SP/AFTM/2014) Uma sociedade empresária adquiriu, em 22/06/2013, mercadorias para 
revenda de um fornecedor estrangeiro no valor de US$200.000,00 para pagamento em 15/07/2013, sendo 
que a sua moeda funcional é o Real. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 51 
 
Informações complementares: 
TAXAS DE CÂMBIO: 
22/06/2013 – R$2,10. 
30/06/2013 – R$2,25. 
15/07/2013 – R$2,15. 
Com base somente nas informações apresentadas, admitindo que não ocorreu venda dos estoques, e 
considerando o que determina a NBC TG 02 – Efeito das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão das 
Demonstrações Contábeis –, o saldo apresentado nas contas Mercadorias e Fornecedores, no balanço de 
30/06/2013, foi, respectivamente, de 
R$430.000,00 e R$430.000,00. 
B) R$420.000,00 e R$430.000,00. 
 C) R$450.000,00 e R$450.000,00. 
 D) R$420.000,00 e R$450.000,00. 
 E) R$420.000,00 e R$420.000,00. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 52 
 
CPC 04 – Ativo Intangível 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
105. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Sobre Ativos Intangíveis, considere: 
I. Os gastos incorridos com pesquisa devem ser reconhecidos como ativo em desenvolvimento, uma vez 
que gerarão benefícios futuros para a entidade. 
II. O ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura gerado internamente não deve ser reconhecido 
como ativo. 
III. Um ativo intangível com vida útil definida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, deve ser 
amortizado e não está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável, existindo ou não qualquer 
indicação de redução ao valor recuperável. 
IV. Um ativo intangível com vida útil indefinida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, não sofre 
amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável anualmente, existindo ou não 
qualquer indicação de redução ao valor recuperável. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
(A) III e IV. (C) I, II e III. (E) I, II e IV. 
(B) I e III. (D) II e IV. 
106. (FCC/ARTESP-SP/Técnico em Contabilidade/2017) A empresa AliCaCo S. A. iniciou, em julho de 2016, 
um projeto de sistemas coordenado pela sua área de TI para venda futura. Até o final de novembro de 
2016, a empresa tinha incorrido em gastos no valor de R$ 500.000,00. Em 01/12/2016, a empresa 
conseguiu demonstrar a viabilidade econômica desse projeto. Em dezembro de 2016, os gastos com o 
desenvolvimento do sistema foram R$ 300.000,00, totalizando um gasto de R$ 800.000,00 para o 
desenvolvimento do referido projeto. Sabendo-se que o valor recuperável estimado, em 31/12/2016, foi 
R$ 400.000,00, o valor que a empresa deveria ter apresentado na conta Intangível, referente a este 
projeto, é, em reais, 
a) 800.000,00. 
b) 500.000,00. 
c) 100.000,00. 
d) 400.000,00. 
e) 300.000,00. 
107. (FCC/ARTESP-SP/Técnico em Contabilidade/2017) Ativos Intangíveis com vida útil indefinida são 
mensurados pelo valor 
a) de custo, menos a amortização acumulada. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 53 
 
b) justo e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. 
c) de custo, menos a eventual perda acumulada por redução ao valor recuperável. 
d) justo, sofrem amortização e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. 
e) de custo, menos a amortização acumulada e estão sujeitos ao teste de redução ao valor recuperável. 
108. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A Cia. Industrial possuía, em 31/12/2016, um 
ativo intangível com vida útil indefinida. Os valores evidenciados para este ativo, nesta data, são 
apresentados a seguir: 
Custo de aquisição R$ 800.000,00 
(−) Ajuste por “impairment” (calculada em 2015) (R$ 300.000,00) 
(=) Valor contábil do ativo R$ 500.000,00 
Ao realizar o teste de redução ao valor recuperável de ativos (teste de “impairment”), a Cia. obteve as 
seguintes informações a respeito desse ativo em 31/12/2016: 
Valor em uso R$ 650.000,00 
Valor justo líquido das despesas de venda R$ 550.000,00 
O valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo foi, em reais, 
a) 600.000,00 
b) 650.000,00 
c) 550.000,00 
d) 500.000,00 
e) 800.000,00 
109. (FCC/TST/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) A empresa Só Rodovias S.A. ganhou a concessão 
para administrar uma rodovia federal e pagou pelo direito de exploração da atividade o valor de R$ 
90.000.000,00. O prazo da concessão é 30 anos e, no final do prazo do contrato, o governo reassume a 
administração da rodovia. A concessão iniciou-se em 01/01/2015 e no final de 2016 a Só Rodovias S.A. 
identificou que o valor em uso da concessão havia sofrido uma grande redução, pois a quantidade de 
usuários da rodovia estava bem abaixo do que havia sido projetado quando a concessão foi adquirida. Em 
31/12/2016 a empresa realizou o teste de redução ao valor recuperável (teste de impairment) e o valor em 
uso calculado para a concessão foi R$75.000.000,00. 
Na demonstração do resultado do ano de 2016 a empresa deveria 
a) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00, apenas. 
b) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00 e uma perda por desvalorização 
no valor de R$ 12.000.000,00. 
c) não reconhecer nenhuma despesa por se tratar de ativo intangível que não deve ser amortizado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 54 
 
d) reconhecer uma perda por desvalorização no valor de R$ 15.000.000,00, apenas. 
e) reconhecer uma despesa de amortização no valor de R$ 3.000.000,00 e uma perda por desvalorização 
no valor de R$ 9.000.000,00. 
110. (FCC/Contabilidade/ARTESP/2017) A Cia. Só Softwares iniciou em 2012 um projeto de pesquisa e 
desenvolvimento de um novo software. Os gastos incorridos com a pesquisa e desenvolvimento deste 
novo produto estão apresentados abaixo: 
 
Em 2012, o projeto estava na fase inicial de pesquisa. Em 2013, a Cia. iniciou a fase de desenvolvimento, 
mas ainda não conseguiu demonstrar como o novo produto iria gerar benefícios econômicos futuros para a 
empresa. Em 2014, conseguiu demonstrar que havia viabilidade técnica para concluir o projeto, mas ainda 
não conseguiu demonstrar que haveria demanda para tornar o produto economicamente viável. No início 
de 2015, a Cia. Conseguiudemonstrar que o software era economicamente viável. A expectativa era de 
que o software fosse concluído no início de 2015, no entanto, acabou sendo concluído no final de 2016, 
cuja comercialização se iniciou em 2017. 
Com base nestas informações, o valor que a Cia. Só Softwares apresentou no Balanço Patrimonial de 
31/12/2016 para este novo produto foi, em reais, 
(A) 310.000,00. 
(B) 380.000,00. 
(C) 50.000,00. 
(D) 130.000,00. 
(E) 250.000,00. 
111. (FCC/TRF 3ª Região/Contabilidade/2014) A Empresa Fin S.A. adquiriu uma Marca por R$ 80.000,00 à 
vista, cuja vida útil econômica foi estimada em 20 anos. Com base nestas informações, este ativo é 
mensurado ao. 
A) custo e não sofre amortização. 
B) valor justo e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. 
C) custo e não está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. 
D) valor justo, sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. 
E) custo, sofre amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 55 
 
112. (FCC/TRT 13/Contabilidade/2014) Um ativo intangível adquirido com vida útil indefinida (por 
exemplo, Direito Autoral), é mensurado inicialmente pelo 
A) custo, devendo ser amortizado ao longo da vida útil e estando sujeito ao teste de recuperabilidade de 
custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo intangível possa ter 
perdido valor. 
B) custo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil, mas estando sujeito ao teste de 
recuperabilidade de custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo 
intangível possa ter perdido valor. 
C) valor justo, devendo ser amortizado ao longo da vida útil e estando sujeito ao teste de recuperabilidade 
de custo (“impairment”) anualmente e sempre que existirem indícios de que o ativo intangível possa ter 
perdido valor. 
D) valor justo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil e não estando sujeito ao teste de 
recuperabilidade de custo (“impairment”). 
E) custo, não devendo ser amortizado ao longo da vida útil e não estando sujeito ao teste de 
recuperabilidade de custo (“impairment”). 
113. (FCC/TRT 19/Contabilidade/2014) 
Determinada empresa iniciou um projeto de pesquisa e desenvolvimento de um novo medicamento. Os 
gastos incorridos com a pesquisa e desenvolvimento deste novo produto, nos anos de 2010 a 2013, são: 
Ano Valor (R$) 
2010 35.000 
2011 50.000 
2012 40.000 
2013 70.000 
Em 2010, o projeto estava na fase inicial de pesquisa. Em 2011, a empresa iniciou a fase de 
desenvolvimento, mas ainda não conseguiu demonstrar como o ativo iria gerar benefícios econômicos 
futuros para a empresa. Em 2012, a empresa conseguiu demonstrar que havia viabilidade técnica para 
concluir o projeto, mas ainda não conseguiu demonstrar que haveria demanda para tornar o produto 
economicamente viável. No início de 2013, a empresa conseguiu demonstrar que o produto é 
economicamente viável e concluiu o projeto, o qual começará a ser produzido em larga escala em 2014. 
Com base nestas informações, o valor do ativo apresentado no Balanço Patrimonial da empresa em 2013, 
é, em reais, de 
A) 195.000,00. 
B) 160.000,00. 
C) 110.000,00. 
D) 70.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 56 
 
E) 125.000,00. 
114. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) A Empresa GAMA S.A. incorreu, durante o exercício 
social de 2012, em gastos com 
I. Atividades pré-operacionais e treinamento de pessoal. 
II. Aquisição de softwares, licenças e franquias. 
III. Aquisição de marcas, patentes e direitos de propriedade. 
IV. Publicidade e reorganização da sociedade. 
Com base na Resolução no 1.303/2010 do CFC, enquadram-se na definição de Ativo Intangível e podem ser 
reconhecidos no Balanço Patrimonial de uma empresa os gastos relacionados em 
(A) I, II, III e IV. (C) II e III, apenas. (E) III e IV, apenas. 
(B) I, III e IV, apenas. (D) II e IV, apenas. 
115. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) Considere as seguintes assertivas sobre Ativos Intangíveis: 
I. O custo de um ativo intangível (identificado e separável) adquirido em uma combinação de negócios é o 
seu valor justo na data da aquisição. 
II. Os ativos intangíveis gerados internamente, resultantes da fase de pesquisa, devem ser reconhecidos, 
uma vez que o custo pode ser determinado com segurança. 
III. Um ativo intangível com vida útil indefinida deve ser reconhecido inicialmente pelo custo, não sofre 
amortização e está sujeito ao teste de redução ao valor recuperável. 
Está correto o que se afirma em 
(A) III, apenas. (C) I e III, apenas. (E) I, II e III. 
(B) I e II, apenas. (D) II e III, apenas. 
116. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2009) São características necessárias para a identificação de um ativo Intangível 
(A) apresentar a possibilidade concreta de reconhecimento futuro e ser indivisível. 
(B) permitir a utilização de base confiável de controle, mesmo que a mensuração de seu custo não possa 
ser feita em bases fidedignas, e ter indivisibilidade patrimonial. 
(C) ser identificável, controlado e gerar benefícios econômicos futuros. 
(D) ter indivisibilidade patrimonial e financeira e utilização econômica limitada. 
(E) ter indivisibilidade patrimonial e não resultar de direitos contratuais. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 57 
 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
117. (FGV/SEFIN-RO/Auditor Fiscal de Tributos Estaduais/2018) Em 01.01.2017, uma empresa adquiriu 
uma autorização para exploração da rota entre São Paulo e Brasília por R$ 100.000,00. A autorização pode 
ser renovada a cada 4 anos e a companhia aérea sinaliza que deseja a renovação nas próximas 
oportunidades. A renovação de autorização de todas tem custo insignificante para a empresa. 
Assinale a opção que indica o correto tratamento contábil da autorização de rota pela empresa aérea, no 
momento em que adquiriu a autorização e nos anos seguintes. 
a) Reconhecimento de despesa operacional de R$ 100.000,00 
b) Reconhecimento de R$ 25.000,00 no ativo circulante e de R$ 75.000,00 no ativo realizável a longo prazo. 
Deve-se reconhecer despesa operacional de R$ 25.000,00, ao final de cada um dos próximos quatro anos. 
c) Reconhecimento de R$ 100.000,00 no ativo realizável a longo prazo, Deve-se reconhecer despesa 
operacional de R$ 400.000,00, após quatro anos. 
d) Reconhecimento de um ativo intangível no valor de R$ 100.000,00, que não deve ser amortizado. 
e) Reconhecimento de um ativo intangível no valor de R$ 100.000,00. Deve-se reconhecer amortização de 
R$ 25.000,00, ao final de cada um dos próximos quatro anos. 
118. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) A Cia. Gama adquiriu, em 31.03.X1, o controle das Linhas 
Aéreas Epsilon S.A, que era titular de direitos de operação em aeroportos das regiões Sudeste e Centro-
Oeste do Brasil. Ao contabilizar a aquisição da Linhas Aéreas Epsilon S.A., a Coa Gama deverá reconhecer 
esses direitos: 
a) como ativo intangível, mensurado pelo valor justo na data de aquisição. 
b) como ativo intangível, se sua concessão for por um prazo limitado. 
c) como ativo intangível, se puderem ser separados da Linhas Aéreas Epsilon S.A. e vendidos, transferidos, 
licenciados, alugados ou trocados. 
d) como ativo intangível, se a Linhas Aéreas Epsilon S.A. assim os tiver reconhecido em suas 
demonstrações financeiras anteriores à aquisição. 
e) como parte do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) dessa aquisição. 
119. (FGV/Câmara de Caruaru/Analista – Contabilidade /2015) Em01/01/2011, um banco comprou, por 
R$ 180.000,00, o direito de processar a folha de pagamentos de uma empresa por seis anos. Em 
31/12/2012, o banco constatou que os funcionários da empresa não estavam utilizando os serviços do 
banco e verificou que poderia ter retorno total de R$ 100.000,00 com a folha de pagamento nos anos 
remanescentes. Já em 31/12/2013, o banco realizou um novo estudo e verificou que, nos anos seguintes, 
poderia obter retorno total de R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, o valor contábil do direito era de 
(A) R$ 50.000,00. 
(B) R$ 53.333,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 58 
 
(C) R$ 60.000,00. 
(D) R$ 75.000,00. 
(E) R$ 83.333,00 
120. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) A empresa de softwares Marcosoft S.A. adquiriu, pelo valor 
de $ 7.600.000,00, todos os sistemas desenvolvidos por sua concorrente Sopa Ltda. O valor justo dos 
sistemas é de $ 6.100.000,00. Nas demonstrações financeiras da Sopa era possível identificar que o custo 
para desenvolver os sistemas correspondia ao valor líquido de $ 3.000.000,00. 
Considerando as informações acima, a Marcosoft deve classificar essa aquisição da seguinte forma: 
a) $ 6.100.000,00 como investimento e $ 1.500.000,00 como goodwill; 
b) $ 3.000.000,00 como intangível e $ 4.600.000,00 como goodwill; 
c) $ 6.100.000,00 como investimento e $ 1.500.000,00 como despesa; 
d) $ 3.000.000,00 como investimento e $ 4.600.000,00 como intangível; 
e) $ 7.600.000,00 como intangível. 
121. (FGV/Auditor Tributário/ISS Recife/2014) Em 31/12/2011, uma entidade encerrou a criação de um 
software. Na criação, gastou R$ 100.000,00 em pesquisas e R$ 200.000,00 no desenvolvimento, já 
comprovada a viabilidade para produzir e utilizar o ativo. Depois de pronto o novo software, a entidade 
gastou R$ 80.000,00 em publicidade a fim de promovê-lo. 
A entidade começou a utilizar o software em 01/01/2012, estimando que ele seria utilizado por cinco anos. 
Já em 31/12/2012, a entidade constatou que poderia ter retorno de R$ 150.000,00 com o software. 
Em 31/12/2013, o valor contábil do software era de 
a) R$ 112.500,00. 
b) R$ 120.000,00. 
c) R$ 150.000,00. 
d) R$ 180.000,00. 
e) R$ 228.000,00. 
122. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) No dia 01/01/X1 a empresa XYZ contratou 
a empresa ABC para desenvolver um sistema de informática integrado. O valor orçado inicialmente para o 
desenvolvimento do sistema foi de $ 600.000, com o prazo de 12 meses para a conclusão. O pagamento do 
serviço ocorrerá seis meses após a conclusão do trabalho e será feito em parcela única. No transcorrer da 
implantação do sistema, o valor foi reduzido para $ 580.000 e o sistema foi entregue em 31/10/X1. 
No dia 01/11/X1 foram identificados problemas em sua utilização, dado o envio incompleto de 
informações por parte da empresa XYZ. Isso gerará mais dois meses de trabalho para que o sistema 
funcione adequadamente. A empresa ABC cobrará mais R$ 30.000,00 pelos ajustes. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 59 
 
O registro da operação no mês de outubro é 
(A) D – ativo intangível – R$ 580.000 
C – contas a pagar – R$ 580.000 
(B) D – ativo intangível – R$ 600.000 
C – contas a pagar – R$ 600.000 
(C) D – ativo intangível – R$ 610.000 
C – contas a pagar – R$ 610.000 
(D) D – ativo intangível – R$ 600.000 
C – outras despesas operacionais – R$ 10.000 
C – contas a pagar – R$ 610.000 
(E) D – ativo intangível – R$ 580.000 
C – outras despesas operacionais – R$ 30.000 
C – contas a pagar – R$ 610.000 
123. (FGV/Contador/SUDENE/PE/2013) Quanto ao reconhecimento de um ativo intangível, é correto 
afirmar que ocorrerá quando 
(A) for provável que os benefícios econômicos atribuíveis ao ativo forem gerados em favor da entidade ou 
daquela a quem se pretende vender. 
(B) o custo for mensurado com confiabilidade. 
(C) o método de custo aplicado for o de recuperabilidade. 
(D) for pelo valor justo a data de reavaliação com a contrapartida na reserva de reavaliação do patrimônio 
líquido. 
(E) a entidade adquirir o bem intangível pelo custo histórico deduzido da depreciação acumulada. 
124. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2013, uma empresa adquiriu os direitos para uso de 
uma marca por cinco anos. O contrato é renovável a cada cinco anos a custo insignificante, e a empresa 
pretende renová-lo por mais quinze anos, acreditando que, após este período, a marca não terá mais 
retorno. A vida útil a ser estabelecida pelo direito de utilização da marca, em 01/01/2013, é 
(A) de cinco anos 
(B) de dez anos. 
(C) de quinze anos. 
(D) de vinte anos. 
(E) indefinida. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 60 
 
125. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A Companhia Acima, líder no setor de 
brinquedos, está em processo para adquirir o controle da empresa concorrente Aolado. A ideia da 
Companhia Acima é adquirir 100% das ações da empresa e retirar o mais rápido possível de circulação a 
marca “Aolado”. O valor da marca, registrado como um intangível no balanço da Aolado, é de R$ 550.000. 
Todavia, especialistas constataram que outras empresas do setor de brinquedos estariam dispostas a pagar 
R$ 2.500.000 pela marca “Aolado”, considerando-se esse, portanto, o valor justo para o referido ativo. 
Caso a operação ocorra, o Balanço Patrimonial da Companhia Acima 
(A) não identificará a marca Aolado como Intangível em suas demonstrações individuais, mas sim no grupo 
de Investimentos em Controladas. Por outro lado, nas demonstrações consolidadas, a marca Aolado será 
apresentada no grupo de Intangível com o valor de R$ 2.500.000. 
(B) não identificará a marca Aolado como Intangível em suas demonstrações individuais, mas sim no grupo 
de Investimentos em Controladas. Por outro lado, nas demonstrações consolidadas, a marca Aolado será 
apresentada como ativo intangível com o valor de R$ 550.000 e ágio no valor de R$ 1.950.000. 
(C) não identificará a marca Aolado em nenhuma de suas demonstrações contábeis, uma vez que pretende 
descontinuar seu uso. 
(D) identificará a marca no valor de R$ 550.000 e como Ágio no valor de R$ 1.950.000, ambos no grupo de 
Intangível, tanto em suas demonstrações individuais como nas consolidadas. 
(E) identificará a marca no valor de R$ 550.000 no grupo intangível e como ganho por compra vantajosa 
(Demonstração de Resultado) no valor de R$ 1.950.000, ambos em suas demonstrações consolidadas. 
126. (FGV/Contador/Niterói/2015) Em 02/01/x1, a divisão de pesquisa da Indústria Farmacêutica Zeta 
S.A. deu início a um projeto de desenvolvimento de um novo medicamento para atender um segmento de 
mercado considerado importante pela direção da companhia. Na execução desse projeto foram incorridos 
os seguintes gastos: 
 
Findos os testes do medicamento, a direção da companhia concluiu que sua produção era tecnicamente 
viável, e que os recursos demandados para tanto eram compatíveis com as possibilidades de investimento 
da companhia e com o retorno comercial esperado do medicamento. Após adequar seu processo 
produtivo para que pudesse produzir o medicamento da forma pretendida, a Indústria Farmacêutica Zeta 
S.A. lançou uma campanha de marketing para divulgar o novo medicamento junto aos consumidores. Do 
total de gastos incorridos nesse projeto, será incluído no custo do ativo intangível gerado internamente o 
montante de: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 61 
 
(A) R$ 150.000; 
(B) R$ 350.000; 
(C) R$ 650.000; 
(D) R$ 1.500.000; 
(E) R$ 2.150.000. 
CESPE 
127. (CESPE/EBSERH/Tec.Contabilidade/2018) Acerca do Decreto n.º 5.450/2005, da Lei nº 6.404/1976 e 
dos reflexos de ambos nos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. 
O ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura constitui um ativo intangível. 
128. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência /2018) Acerca dos Pronunciamentos Contábeis do 
Comitê de Pronunciamentos, julgue o item a seguir. 
Software em fase de desenvolvimento de projeto interno é exemplo de ativo intangível a ser reconhecido, 
em que os custos incorridos só podem ser capitalizados após a possibilidade de determinação da 
viabilidade tecnológica, se for possível medir os fluxos de benefícios econômicos futuros atribuídos a esse 
ativo, e ainda, se houver a intenção de uso ou venda. 
129. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência /2018) Acerca dos Pronunciamentos Contábeis do 
Comitê de Pronunciamentos, julgue o item a seguir. 
Para que um item seja classificado como ativo intangível, o seu custo deve ser mensurado com 
confiabilidade e os fluxos de benefícios econômicos futuros esperados atribuíveis ao uso desse ativo 
devem ser gerados em favor da entidade. 
130. (CESPE/TRE-BA/Analista Judiciário/Ciências Contabilidade/2017) Por meio de um contrato de 
cessão de direitos autorais, uma editora que está sujeita às regras contábeis estabelecidas pelo CPC 
adquire o direito de publicar, com exclusividade, determinada obra pelo prazo de cinco anos, esperando 
um retorno de 10% ao ano sobre o capital investido. Considerando os preceitos do pronunciamento 
contábil do CPC que disciplinam o reconhecimento, a mensuração e a evidenciação de ativos intangíveis, 
assinale a opção correta a respeito da situação apresentada. 
A) O reconhecimento inicial dos direitos autorais adquiridos pela editora deve ser feito com base no valor 
de mercado, independentemente do valor negociado entre as partes no momento da transação. 
B) Dada a expectativa de retorno de 10% ao ano, permite-se que não se aplique o teste de valor 
recuperável de ativo aos direitos autorais adquiridos pela editora. 
C) Os direitos autorais adquiridos não estão sujeitos à amortização periódica de seu valor. 
D) As características dos direitos autorais adquiridos revelam que eles não podem ser considerados ativos 
identificáveis para fins de reconhecimento contábil desses ativos. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 62 
 
E) As condições da contratação indicam que a editora passou a ter o controle sobre os direitos autorais por 
ela adquiridos 
131. (CESPE/TRT - 7ª Região/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Assinale a opção correspondente 
a elemento que é classificado no ativo intangível. 
a) benfeitorias em imóveis de terceiros 
b) despesas pré-operacionais 
c) participações em fundos de investimentos 
d) ágio pago por rentabilidade futura (goodwill) 
132. (CESPE/Analista Contábil/MPU/2015) 
 O ativo intangível gerado internamente não deve ser reconhecido nas demonstrações contábeis. 
133. (CESPE/Agende de Polícia Federal/2014) O direito que uma empresa detém para a exploração de 
recursos minerais de jazida que não seja de sua propriedade é considerado bem incorpóreo 
134. (CESPE/TJ CE/Técnico – Ciências Contábeis/2014) 
 
Suponha que a Cia. ABC mantenha três projetos internos em fase de pesquisa e apresente os gastos 
incorridos e estimados expostos na tabela acima. Suponha, ainda, que a Cia. ABC tenha encerrado o 
exercício social em 31 de dezembro de 2013. Com base nessa situação hipotética e considerando os 
pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, os relatórios contábil-financeiros de 
2013 da Cia. ABC apresentarão o reconhecimento de 
A) R$ 850.000 em ativos intangíveis — projetos internos em fase de pesquisa. 
B) R$ 850.000 em ativos intangíveis — projetos internos—e R$ 650.000 em despesas a realizar. 
C) R$ 600.000 em despesas de projetos internos em fase de pesquisa. 
D) R$ 850.000 em despesas de projetos internos em fase de pesquisa. 
E) R$ 600.000 em ativos intangíveis — projetos internos em fase de pesquisa. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 63 
 
135. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) Ativos monetários identificáveis e sem substância física devem ser 
classificados contabilmente como ativos intangíveis. 
136. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Um ativo intangível consiste em um direito monetário não 
identificável e não dotado de substância física. 
137. (CESPE/CADE/Contador/2014) Os benefícios econômicos futuros gerados por ativo intangível podem 
influenciar a DRE em contas de receitas ou despesas/custos. Tal flexibilidade ocorre porque esses 
benefícios podem aumentar a receita da venda de produtos ou serviços ou reduzir os custos resultantes do 
uso do ativo pela entidade. 
138. (CESPE/PF/Contabilidade/2014) O intangível gerado internamente somente deve ser reconhecido 
como ativo quando se encontrar na fase de desenvolvimento e a entidade que detiver o seu controle 
puder demonstrar uma série de aspectos exigidos pelo CPC, destinados a indicar que esse intangível é 
capaz de gerar benefícios econômicos futuros. 
139. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Os gastos com pesquisa e desenvolvimento de um ativo 
intangível são tratados, respectivamente, como despesa no resultado do período e ativo, caso 
demonstrem, entre outros aspectos, capacidade de gerar benefícios econômicos futuros. 
Outras 
140. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Avalie as seguintes proposições. 
I. Ativos Intangíveis com vida útil indefinida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). 
II. Ativos Intangíveis com vida útil definida estão sujeitos ao teste de recuperabilidade (impairment test). 
III. O "Goodwill" (ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura) gerado internamente não deve ser 
reconhecido como um ativo. 
Assinale a opção correta. 
a) I e III, apenas. 
b) I e II, apenas. 
c) II e III, apenas. 
d) Todas as proposições estão corretas. 
e) Nenhuma proposição está correta. 
141. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) Não é um gasto atribuível ao custo do intangível 
gerado internamente: 
a) materiais e serviços consumidos pelo ativo intangível. 
b) gastos com treinamento de pessoal para operar o ativo intangível. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 64 
 
c) custos de benefícios a empregados, relacionado ao ativo intangível. 
d) amortização de licenças utilizadas na geração do ativo intangível. 
e) taxas de registro de direito legal. 
142. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) O valor desembolsado para o registro de uma 
nova patente deve ser reconhecido: 
a) em despesas antecipadas. 
b) como um intangível. 
c) no ativo imobilizado. 
d) em gasto de investimento. 
e) na conta de outra despesa operacional. 
143. (ESAF/Contador/MTUR/2014) A respeito do reconhecimento e contabilização dos ativos intangíveis, 
é correto afirmar: 
a) ativos intangíveis podem ser produzidos internamente pela entidade. 
b) a mensuração do custo não é fator primordial no seu reconhecimento. 
c) os ativos intangíveis podem ser inseparáveis da entidade que o possui. 
d) a especialização do corpo técnico pode ser reconhecida como ativo intangível. 
e) ativos intangíveis não podem estar contidos em elementos que contêm substância física. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 65 
 
CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
144. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PE/2015 - adaptada) Em 31/12/2013, a Cia. Transportadora adquiriu um 
caminhão por meio de um contrato de arrendamentomercantil. O contrato será pago em 5 parcelas 
anuais, iguais e consecutivas de R$ 80.000,00, vencendo a primeira parcela em 31/12/2014. Sabe-se que o 
valor presente das prestações, na data de início do contrato de arrendamento, era R$ 288.000,00 e que, se 
a Cia. Transportadora tivesse adquirido o caminhão à vista, teria pagado R$ 300.000,00 (valor justo). A vida 
útil do caminhão é 5 anos, o valor residual esperado no final deste prazo será zero e a empresa utiliza o 
método das cotas constantes para cálculo da depreciação. 
Com base nestas informações, a Cia. Transportadora reconheceu 
a) um ativo no valor de R$ 300.000,00 em 31/12/2013. 
b) um passivo no valor de R$ 400.000,00 em 31/12/2013. 
c) um ativo no valor de R$ 288.000,00 em 31/12/2013. 
d) despesa no valor de R$ 80.000,00 em 2014. 
e) receita financeira no valor de R$ 12.000,00 em 31/12/2013. 
145. (FCC/Analista Judiciário/TRF 4/2014 - adaptada) Uma empresa efetuou um contrato de 
arrendamento mercantil de um equipamento industrial nas seguintes condições: 
− Data da aquisição: 01/12/2010. 
− 24 parcelas mensais de R$ 30.000,00. 
− Uma parcela de R$ 52.406,48 a título de valor residual garantido que deverá ser paga junto com a última 
parcela mensal. 
− A taxa de juros incluída no contrato é 2% a.m. e a empresa pretende ficar com o bem ao final do prazo do 
contrato de arrendamento. 
O valor presente das parcelas do contrato de leasing, em 01/12/2010, era R$ 600.000,00 e o valor justo da 
máquina na data de início do contrato era R$ 630.000,00. Sabendo-se que a empresa pretende utilizar a 
máquina por 8 anos, que, ao final deste prazo, a máquina não terá valor de mercado e a empresa adota o 
método das quotas constantes para depreciação de todos os seus ativos, o resultado do mês de dezembro 
de 2010, será: 
a) Despesa de arrendamento = R$ 30.000,00. 
b) Despesa de depreciação = R$ 6.250,00 e Despesa financeira = R$ 12.000,00. 
c) Despesa de depreciação = R$ 6.562,50 e Despesa financeira = R$ 12.600,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 66 
 
d) Despesa de depreciação = R$ 6.250,00 e Despesa financeira = R$ 5.000,00. 
e) Despesa de depreciação = R$ 25.000,00 e Despesa financeira = R$ 12.000,00. 
 
146. (FCC/Contador/SABESP/2018 - adaptada) A empresa Não Compro Nada S.A. realizou um contrato de 
arrendamento mercantil financeiro para a aquisição de um caminhão. O contrato será pago em 36 parcelas 
mensais de R$ 16.067,50 e uma parcela adicional no valor de R$ 50.000,00 que deverá ser paga 
juntamente com a 24a parcela mensal. As demais informações sobre o contrato são as seguintes: 
− Data do contrato: 01/12/2016 
− Taxa implícita de juros do contrato: 1,2% ao mês 
− Valor presente das parcelas em 01/12/2016: R$ 500.000,00 
− Valor justo do caminhão em 01/12/2016: R$ 550.000,00 
− Vida útil do caminhão para a empresa: 7 anos 
− Valor residual esperado de venda do caminhão: R$ 164.000,00 
O valor total das despesas que afetaram o resultado de dezembro de 2016, decorrentes do contrato de 
arrendamento mercantil financeiro citado foi, em reais, 
(A) 64.600,00. 
(B) 10.600,00. 
(C) 16.067,50. 
(D) 6.000,00. 
(E) 10.000,00. 
147. (FCC/TRF 1ª/Analista Judiciário/2011 - adaptada) Uma operação de arrendamento mercantil 
efetuada no prazo de cinco anos, na qual não ocorre a transferência substancial dos riscos e benefícios 
inerentes ao bem objeto do contrato, e cuja propriedade não será transferida ao arrendatário no final do 
contrato, deverá ser registrada na contabilidade do arrendatário: 
(A) no Realizável de Longo Prazo. 
(B) em conta de Ajustes Patrimoniais. 
(C) como item do Ativo Diferido. 
(D) em conta do Imobilizado. 
(E) como uma Despesa Diferida. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 67 
 
Questões Inéditas 
148. (Inéditas/2019) Um empreendedor resolveu alugar uma loja, num shopping. O espaço estava vazio há 
2 anos. O administrador do shopping mencionou que a locação anterior era de 10.000 por mês. O futuro 
locatário reclamou, dizendo que a situação estava difícil para todo mundo, que esse valor estava muito 
alto, e acertaram o seguinte: o contrato seria de 36 meses, com valor inicial de $7.000 por mês; após 12 
meses, o contrato seria reajustado pelo INPC; nos meses em que o faturamento da loja fosse maior que 
$150.000, haveria um pagamento extra do aluguel de $3.000. O aumento do aluguel pelo reajuste pelo 
INPC e o pagamento extra nos meses em que o faturamento ultrapasse 150.000, quando ocorrerem, 
devem ser contabilizados como aumento do passivo e, respectivamente: 
A) como aumento do ativo e aumento do ativo 
B) como aumento do ativo e na demonstração do resultado 
C) na demonstração do resultado e como aumento do ativo 
D) ambos na demonstração do resultado como despesa de aluguel. 
E) Por serem cláusulas eventuais, não devem ser contabilizados. 
149. (Inéditas/2019) Uma empresa tem os seguintes contratos de arrendamento: 
1 – Uso de um veículo, com prazo de 10 meses, sem opção de compra; 
2 – Uso de um computador com baixa capacidade de processamento e pequeno valor; 
3 – Uso de um veículo, com prazo de 6 meses, com opção de compra; 
 4 – Uso de um veículo usado. 
Indique quais devem ser obrigatoriamente contabilizados como arrendamentos que transferem direito de 
uso de um ativo. 
A) Apenas 1 e 2 
B) Apenas 2 e 3 
C) Apenas 3 e 4 
D) 1, 2 e 3 
E) 1, 2 e 4 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 68 
 
Outras Bancas 
150. (FUNCAB/Contador/Cariacica/ES/2015 - adaptada) De acordo com a NBC TG 06 – Operações de 
Arrendamento Mercantil, a soma dos pagamentos do arrendamento a receber pelo arrendador em 
arrendamento financeiro e de qualquer valor residual não garantido de responsabilidade do arrendador, é 
denominada: 
a) custos diretos iniciais. 
b) receita financeira não auferida. 
c) investimento bruto no arrendamento mercantil. 
d) pagamento variável de arrendamento. 
e) investimento líquido no arrendamento mercantil. 
151. (UEL/Auditor Fiscal/ICMS PR/2012 - adaptada) A resolução que trata de operações de 
arrendamento mercantil define o termo arrendamento como sendo o contrato, ou parte do contrato, que 
A) transfere, mediante um contrato de comodato sem uma contraprestação de remuneração, o direito de 
usar um ativo por um período de tempo acordado. 
B) transfere, em troca de um pagamento ou série de pagamentos, o direito de usar um ativo por um 
período de tempo acordado nunca inferior a um ano, nem superior a cinco anos. 
C) transfere o direito de usar um ativo (ativo subjacente) por um período de tempo em troca de 
contraprestação. 
D) transfere, mediante um contrato de comodato sem uma contraprestação de remuneração, o direito de 
usar um ativo por um período de tempo acordado. 
E) transfere, em troca de um pagamento ou série de pagamentos, o direito de usar um ativo por um 
período de tempo acordado. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 69 
 
CPC 07- Subvenções 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
152. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ SC/2018) Considere as seguintes assertivas: 
I. Uma subvenção governamental recebida deve ser reconhecida diretamente no patrimônio líquido, desde 
que não haja obrigações a serem cumpridas pela entidade. 
II. Subvenção relacionada a ativo depreciável deve ser reconhecida como receita ao longo do período da 
vida útil do bem e na mesma proporção de sua depreciação. 
III. Caso uma subvenção governamental não possa ser distribuída aos acionistas, ela deve ser reconhecida 
diretamente na conta Reserva de Incentivos Fiscais, no Patrimônio Líquido. 
IV. A subvenção governamentalrelacionada a ativos não monetários e com obrigações a serem cumpridas 
deve ser apresentada no balanço patrimonial em conta de passivo, como receita diferida, ou deduzindo o 
valor contábil do ativo relacionado. 
Está correto o que se afirma em 
a) II e III, apenas. 
b) I e IV, apenas. 
c) II e IV, apenas. 
d) I, II e III, apenas. 
e) I, II, III e IV. 
153. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Considere as seguintes assertivas em relação às Subvenções e 
Assistências Governamentais: 
I. Uma subvenção governamental gratuita deve ser reconhecida diretamente no Patrimônio Líquido. 
II. Uma subvenção governamental não gratuita deve ser reconhecida como receita na demonstração do 
resultado nos períodos ao longo dos quais a entidade reconhece os custos relacionados à subvenção que 
são objeto de compensação. 
III. Caso a subvenção governamental recebida não possa ser distribuída como dividendos, após ser 
reconhecida no resultado, deve ser destinada para reserva de Incentivos Fiscais. 
Está correto o que se afirma em 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 70 
 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
154. (FCC/Auditor de Controle Externo/TCE CE/2015) A Cia. Patrimonial realizou, durante 2014, as 
seguintes operações: 
I. Vendeu por R$ 100.000,00 ações em tesouraria que haviam sido adquiridas em 2012 por R$ 30.000,00. 
II. Apurou, em 2014, lucro líquido de R$ 230.000,00 e distribuiu dividendos mínimos obrigatórios de R$ 
50.000,00. 
III. Recebeu em doação um terreno com restrições a serem cumpridas. O valor justo do terreno na data do 
recebimento era R$ 60.000,00. 
IV. Aumentou o capital social em R$ 70.000,00, sendo 50% com Reservas de Lucros existentes em 2013 e 
50% com imóveis. 
Após o registro dessas operações, o aumento no Patrimônio Líquido da Cia. Patrimonial ocorrido em 2014 
foi, em reais, 
a) 350.000,00. 
b) 285.000,00. 
c) 315.000,00. 
d) 345.000,00. 
e) 375.000,00. 
155. (FCC/Auditor Substituto/TCE/SP/2013) Considere as seguintes assertivas: 
I. A contrapartida de uma subvenção governamental recebida deve ser reconhecida diretamente no 
patrimônio líquido, desde que não haja obrigações a serem cumpridas pela entidade. 
II. Uma obrigação julgada como possível deve ser reconhecida como Provisão, desde que o seu valor exato 
possa ser determinado e decorra de evento passado. 
III. Por proposta dos órgãos da administração, a assembleia geral poderá deliberar a retenção de parcela 
do lucro líquido do exercício prevista em orçamento de capital por ela previamente aprovado. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
(A) I. 
(B) I e III. 
 (C) III. 
(D) II e III. 
(E) I e II. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 71 
 
156. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2013) A empresa Expansão S.A. recebeu um terreno, como subvenção 
governamental, para se instalar na cidade Nova. Estabeleceu-se como condição somente a construção da 
fábrica. Dessa forma, em condições normais, o terreno deve ser lançado no ativo: 
(A) não circulante pelo valor nominal. 
(B) imobilizado por custo zero. 
(C) não circulante pelo valor justo. 
(D) imobilizado pelo valor em uso. 
(E) imobilizado pelo valor justo. 
157. (FCC/SEFAZ SP/AFR/2013) A Empresa Alfa S.A. recebeu do Município Beta uma área de 150.000 
metros quadrados para a construção de uma unidade de produção, cujo valor justo era de R$ 350,00 o 
metro quadrado. A lei municipal que autorizou a subvenção governamental (doação) da respectiva área 
impôs a seguinte restrição: a empresa deverá gerar 150 empregos diretos, consecutivamente, por um 
período, mínimo, de 15 anos. No momento do recebimento da doação, a empresa deve debitar: 
A) R$ 52.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no resultado do exercício. 
B) R$ 3.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no passivo não circulante. 
C) R$ 52.500.000,00 no ativo intangível como direitos sobre subvenções e creditar reservas de lucros no 
patrimônio líquido. 
D) R$ 3.500.000,00 no ativo intangível como direitos sobre subvenções e creditar receita diferida 
(subvenção) no resultado do exercício. 
E) R$ 52.500.000,00 no ativo imobilizado e creditar receita diferida (subvenção) no passivo não circulante. 
158. (FCC/Analista/TCE/PR/2011) Considere as seguintes assertivas: 
I. A receita reconhecida de uma subvenção governamental recebida e não distribuída na forma de 
dividendos foi destinada para a Reserva de Incentivos Fiscais. 
II. Pagamentos de caixa decorrentes do resgate de ações da própria entidade devem ser classificados como 
fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimento. 
III. Em relação às provisões, a entidade deve reconhecer todas as obrigações presentes prováveis e 
possíveis, cujos valores possam ser estimados com confiança, além de reavaliá-las em cada data de 
balanço, cujas mudanças impactam o resultado. 
Está correto o que se afirma em 
(A) I, apenas. 
(B) III, apenas. 
(C) I e II, apenas. 
(D) II e III, apenas. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 72 
 
(E) I, II e III. 
A Cia. Poente recebe da prefeitura do município X um terreno avaliado em R$ 1.000.000,00, assumindo o 
compromisso de instalar nessa propriedade um parque fabril modular no valor de R$ 15.000.000,00, com 
vida útil estimada em 10 anos. 
159. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2009) O registro contábil da subvenção deve ser débito em 
conta: 
(A) de Imobilizado pelo registro do terreno e crédito em conta de Passivo pela obrigação assumida em 
razão da subvenção recebida. 
(B) do Ativo Intangível pelo registro do terreno e crédito em conta de Provisão Contingencial Passiva pelo 
valor do terreno recebido. 
(C) de Imobilizado pelo registro do terreno e crédito em conta de Patrimônio Líquido no valor do terreno 
recebido. 
(D) de Provisão para Contingência Ativa e crédito em conta de Passivo de Longo Prazo pelo valor do 
terreno recebido. 
(E) de Diferido pelo registro do terreno e crédito em conta de Patrimônio Líquido no valor do terreno 
recebido. 
160. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2009) No resultado da empresa, esse evento 
(A) acarretará apenas o registro da despesa depreciação relativa ao parque fabril. 
(B) acarretará a transferência da despesa de depreciação para conta do patrimônio líquido. 
(C) não acarretará impacto porque o registro da subvenção recebida não tramita no resultado. 
(D) acarretará a reversão da depreciação acumulada para a conta de ajuste de resultado. 
(E) acarretará o reconhecimento de receita de subvenção no mesmo percentual utilizado para a despesa 
de depreciação anual. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
161. (FGV/AL-RO/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) Em 02/01/2017, uma entidade recebeu um 
terreno para instalar uma fábrica a título de subvenção governamental. Na data, o valor justo do terreno 
era de R$500.000. A entidade tinha outro terreno semelhante a esse em seu ativo, que estava 
contabilizado pelo valor de custo, de R$200.000. 
Em 31/12/2017, o valor justo do terreno era de R$700.000. 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) Subvenção e Assistência Governamentais assinale a 
opção que indica a classificação e a mensuração do terreno recebido nas demonstrações contábeis da 
entidade, em 31/12/2017, 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 73 
 
a) Ativo Imobilizado / R$200.000. 
b) Ativo Imobilizado / R$500.000. 
c) Ativo Imobilizado / R$700.000. 
d) Propriedade para Investimento / R$500.000.e) Propriedade para Investimento / R$700.000. 
162. (FGV/MPE-AL/Contabilidade/2018) Uma entidade recebeu uma subvenção governamental por 
meio de um terreno para uso em suas atividades. 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) - Subvenção e Assistência Governamentais, o 
terreno deve ser reconhecido pelo 
a) custo. 
b) custo histórico corrigido. 
c) custo corrente de reposição. 
d) valor justo. 
e) valor realizável líquido. 
163. (FGV/Contador/ALERJ/2017) Certa entidade tem uma obrigação tributária a pagar, no montante de 
R$ 100.000,00 com juros de 5% ao ano, sem correção monetária, com pagamento em parcela única ao 
final de 24 meses. A taxa de juros do mercado é de 10% ao ano. 
De acordo com as normas do CPC 12, o valor presente inicial dessa obrigação é: 
a) R$ 110.250,00; 
b) R$ 109.750,57; 
c) R$ 100.000,00; 
d) R$ 91.115,70; 
e) R$ 82.644,63. 
164. (FGV/TJ-BA/Contabilidade/2015) O CPC 07 (R1) orienta que as subvenções governamentais 
relacionadas a ativos, inclusive ativos não monetários mensurados ao valor justo, devem ser apresentadas: 
a) na Demonstração do Resultado do Exercício, como outras receitas operacionais; 
b) na Demonstração do Resultado do Exercício, dependendo da forma de recebimento da subvenção; 
c) no Balanço Patrimonial, em adição à conta do ativo correspondente; 
d) no Balanço Patrimonial, em conta de passivo, como receita diferida; 
e) no Balanço Patrimonial, dependendo da forma de recebimento da subvenção. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 74 
 
165. (FGV/Contador/CODEMIG/2015) A Cia. Beta recebeu em janeiro de 20x3 um terreno do Governo do 
Estado para construção de uma fábrica de bicicletas, que irá criar empregos diretos e indiretos e incentivar 
o desenvolvimento da região. No termo de transferência, o valor informado do terreno foi de R$ 4,2 
milhões, mas a Cia. Beta apurou que o valor justo do terreno era de R$ 8 milhões. A construção da fábrica 
durou dois anos, a partir do recebimento do terreno. Após a conclusão da obra, a fábrica entrou em 
operação, cujo período é estimado em 25 anos. 
De acordo com as orientações do CPC 07 (R1), a Cia. Beta deve: 
a) apresentar uma subvenção governamental, de R$ 4,2 milhões, como receita diferida no passivo; 
b) reconhecer uma receita de subvenção, de R$ 4,2 milhões, quando do recebimento do terreno por se 
tratar de um item não monetário; 
c) reconhecer uma receita de subvenção, de R$ 8 milhões, ao longo do tempo de operação da fábrica; 
d) registrar uma subvenção no Patrimônio Líquido, de R$ 4,2 milhões, por se tratar de subvenção para 
investimento; 
e) registrar uma subvenção no Patrimônio Líquido, de R$ 8 milhões, como Reserva de capital. 
166. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) Um grupo de pessoas resolveu dar início a 
um negócio utilizando a Internet. Os companheiros, agora sócios da mais nova “.com” do território 
nacional foram ousados e com menos de 2 anos já haviam realizado I.P.O. na bolsa de valores. 
O nome fantasia escolhido diz tudo sobre a empresa: Doefácil Brasil. 
Para construir sua sede, a empresa contou com aporte de recursos do governo no montante de R$ 1,5 mil. 
O recurso foi depositado na conta da empresa em uma única parcela, no ato da assinatura do termo de 
subvenção. O governo brasileiro entendeu que a atividade da empresa seria benéfica para a economia 
local e adicionou uma cláusula condicional ao contrato para estimular o seu crescimento. 
Caso não cumpra a decisão, o pagamento do empréstimo acontecerá ao final de 36 meses, em cota única. 
Em síntese, caso conseguisse empregar 3 presos condenados pela Justiça ao regime semiaberto no prazo 
de 1 ano, receberia perdão da dívida. O contrato foi celebrado com taxas de juros de 3% ao mês. 
Ocorre que a empresa ainda aguarda a decisão do Juiz sobre a oferta de emprego ao terceiro condenado. 
Entretanto, o prazo dado pelo governo para cumprir a condição de geração de empregos venceu ontem. 
Assim, sobre os recursos provenientes dessa transação, as demonstrações contábeis da Doefácil, hoje 
deveriam reportar 
(A) uma nota explicativa informando que seu corpo jurídico aconselhou que o passivo não foi reconhecido 
por julgar que ainda é possível o perdão da dívida. 
(B) R$ 1,5 mil em seu passivo circulante, mensurado a valor justo. 
(C) um passivo não circulante, ajustado ao valor presente. 
(D) um ativo imobilizado decorrente da aplicação do montante de R$ 1,5 mil, acompanhado de conta 
redutora da respectiva subvenção governamental. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 75 
 
(E) uma perda de R$ 1,5 mil em seu resultado, decorrente do descumprimento da condição colocada para 
subvenção governamental. 
CESPE 
167. (CESPE/Especialista em Regulação/2014) No que diz respeito a normas contábeis e a 
registros/evidenciação das informações contábeis das EPST, julgue o item que se segue. 
O recebimento de uma subvenção caracteriza prova conclusiva de que as condições a ela associadas sejam 
cumpridas, não importando, no método de contabilização a ser adotado, a forma como essa subvenção é 
recebida. 
Assim, o reconhecimento da receita de subvenção governamental no momento de seu recebimento será 
admitido independentemente do cumprimento das condições necessárias à sua efetivação. 
168. (CESPE/Especialista em Regulação/2014) As subvenções recebidas por uma entidade serão 
reconhecidas no resultado da companhia somente quando forem atendidas as condições estabelecidas na 
contraprestação. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 76 
 
Questões Inéditas 
169. (Inéditas) A Empresa KLS recebeu do Governo Estadual a doação de um terreno, com as seguintes 
características: 
A) Valor do terreno: $10.000.000,00 
B) Condições: construção de uma fábrica com a geração de, pelo menos, 500 empregos diretos durante os 
primeiros 5 anos de operação. A empresa poderá perder o terreno doado, se não cumprir esta condição. A 
verificação será feita ao final deste prazo. 
C) A empresa estima que a construção da fábrica custará $ 30.000.000,00. 
D) Serão necessários 3 anos para a construção da fábrica, que terá vida útil estimada de 25 anos. 
Considerando que o contrato referente a tal doação foi assinado em 31/12/X1, indique: 
A contabilização na data de assinatura do contrato (31/12/X1) 
a) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Reserva de incentivos fiscais (PL) 10.000.000 
b) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 
c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 
d) A doação não teve custo para a empresa; portanto, não há valor algum a ser atribuído ao terreno. 
Assim, não será feita nenhuma contabilização. 
e) D – Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 
170. (Inéditas) A empresa construiu a fábrica durante os anos de X2 a X4. Indique a contabilização 
referente à doação do terreno, em dez / X4, data do término da construção da fábrica. 
a) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 
 C – Reserva de incentivos fiscais.(PL) 10.000.000 
b) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 
 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 
c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Receita Diferida (PNC) 10.000.000 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 77 
 
d) A empresa ainda não cumpriu as condições para reconhecimento do terreno. Assim, não será feita 
nenhuma contabilização. 
e) D – Terrenos (imobilizado)10.000.000 
 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 
171. (Inéditas) Considerando que a empresa manteve mais de 500 empregos diretos na fábrica durante os 
primeiros 5 anos de operação (X5 a X9), indique a contabilização em dez/X9: 
a) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 
 C – Reserva de incentivos fiscais (PL) 10.000.000 
b) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 
 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 
c) D - Terrenos (imobilizado) 10.000.000 
 C – Receita Diferida (PNC) 10.000.000 
d) D - Doações e subvenções com encargos (PNC) 10.000.000 
 C – Receitas Diferidas 10.000.000 
e) D – Terrenos ( imobilizado) 10.000.000 
 C – Ajuste de Avaliação Patrimonial (PL) 10.000.000 
172. (Inéditas) Sabendo que a fábrica deprecia em 25 anos, a contar do término da construção, indique a 
alternativa incorreta, considerando a data de 31/12/X10 : 
a) D - Receita Diferida (PNC) 500.000 
 C – Despesa de depreciação (resultado) 500.000 
b) D - Receita Diferida (PNC) 500.000 
 C – Outras receitas (resultado) 500.000 
c) D - Receita Diferida (PNC) 10.000.000 
 C – Outras receitas (resultado) 10.000.000 
d) A receita será reconhecida durante os próximos 20 anos. 
e) No Balanço Patrimonial, o valor da subvenção pode ficar registrado como receita diferida, no passivo, ou 
como dedução do valor do terreno, no imobilizado 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 78 
 
Outras Bancas 
173. (FBC/Exame CFC/2017/1) Uma Prefeitura Municipal doou um terreno para uma Sociedade 
Empresária, o que foi enquadrado como uma subvenção governamental. 
 Para esse evento, constam as seguintes informações: 
Valor constante do termo de doação: R$1.800.000,00. 
Valor Justo do terreno: R$2.000.000,00. 
Terreno com as mesmas dimensões já registrado na contabilidade da 
Sociedade Empresária: R$1.500.000,00, sobre o qual há estimativa de redução ao valor recuperável de 
R$200.000,00. 
 Os gestores da Sociedade Empresária têm razoável segurança de que cumprirão todas as condições 
estabelecidas e de que a Sociedade Empresária receberá a subvenção. 
 De acordo com a NBC TG 07 (R1) – SUBVENÇÃO E ASSISTÊNCIA GOVERNAMENTAIS, o terreno recebido da 
Prefeitura deve ser reconhecido pela Sociedade Empresária pelo valor de: 
a) R$1.300.000,00. 
b) R$1.500.000,00. 
c) R$1.800.000,00. 
d) R$2.000.000,00. 
 
174. (CESGRANRIO/InnovaProva/Contador Júnior/2012) A indústria de caminhões pesados, para instalar 
uma nova unidade fabril num determinado município, recebeu da respectiva Prefeitura uma subvenção 
para investimento, na forma de um terreno, tendo como contraprestação, além da construção do parque 
fabril e das obras de contenção e saneamento do riacho que passa perto do local, a geração de 1.500 
empregos para moradores da cidade e arredores. 
No mercado local, esse terreno, fartamente documentado, tem avaliação potencial de R$ 4.000.000,00 e, 
para venda, nas condições atuais, o valor justo é de R$ 1.500.000,00. 
A indústria aceitou as contrapartidas impostas pela Prefeitura. Emitida na posse do terreno, iniciou, em 
seguida, as obras de preparo do terreno para a instalação do seu parque fabril. 
Considerando, exclusivamente, as informações recebidas, a indústria deve realizar o seguinte lançamento: 
a) Débito: Terrenos (Ativo/Investimento) 1.500.000,00 
Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 1.500.000,00 
b) Débito: Terrenos (Ativo/Imobilizado) 1.500.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 79 
 
Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 1.500.000,00 
c) Débito: Terrenos (Ativo/ Imobilizado) 1.500.000,00 
Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 1.500.000,00 
d) Débito: Terrenos (Ativo/Investimento) 4.000.000,00 
Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 4.000.000,00 
e) Débito: Terrenos (Ativo/Imobilizado) 4.000.000,00 
Crédito: Receita de Subvenções (Resultado) 2.500.000,00 
Crédito: Receita Diferida de Subvenções (Passivo) 1.500.000,00 
175. (FBC/Exame de Suficiência/2012) Uma sociedade empresária recebeu uma subvenção 
governamental, destinada a compensar as despesas com contratação, treinamento e manutenção de uma 
quantidade mínima de empregados durante os três primeiros anos de funcionamento. O recebimento da 
subvenção se deu mediante depósito em conta corrente de livre movimentação, no momento da 
assinatura do protocolo com o governo do estado. 
 De acordo com a NBC TG 07 – Subvenção e Assistência Governamentais, o valor recebido pela sociedade 
empresária deverá ser: 
a) reconhecido imediatamente no Patrimônio Líquido, na conta Reserva de Incentivos Fiscais. 
b) reconhecido imediatamente no resultado do período e, uma vez apurado o resultado, registrado na 
conta Reserva de Incentivos Fiscais. 
c) registrado no passivo e reconhecido como receita ao longo do período e confrontada com as despesas 
que pretende compensar, em base sistemática. 
d) registrado no patrimônio líquido e reconhecido como receita ao final do período em que deverão. 
176. (FEPESE/Auditor Fiscal/SEFAZ/SC/2010) De acordo com o CPC-07 (Subvenção e Assistência 
Governamentais), quando da contabilização, pode-se afirmar: 
a) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada 
com as despesas que pretende compensar, em base sistemática, desde que atendidas as condições do 
CPC-07. A subvenção governamental pode ser creditada diretamente no patrimônio líquido. 
b) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada 
com as despesas que pretende compensar, em base sistemática. A subvenção governamental deve ser 
creditada diretamente no patrimônio líquido. 
c) Uma subvenção governamental não pode ser reconhecida como receita, ao longo do período, 
confrontada com as despesas que pretende compensar. A subvenção governamental deve ser creditada 
diretamente no patrimônio líquido. 
d) Uma subvenção governamental deve ser reconhecida como receita, ao longo do período, confrontada 
com as despesas que pretende compensar, em base sistemática, desde que atendidas as condições do 
CPC-07. A subvenção governamental não pode ser creditada diretamente no patrimônio líquido. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 80 
 
e) Uma subvenção governamental pode ser reconhecida como uma receita ou despesa ao longo do 
período confrontada com as despesas ou receitas que pretende compensar, em base sistemática. A 
subvenção governamental pode eventualmente ser creditada diretamente no patrimônio líquido, desde de 
que atendidas as exigências do CPC-07. 
 
CPC 08 – Custos de Transação e Prêmios na 
Emissão de Títulos e Valores Mobiliários 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
177. (FCC/TST/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Um empréstimo no valor de R$ 5.000.000,00 foi 
obtido à taxa de juros compostos de 1,4% ao mês para ser liquidado em uma única parcela no final de 15 
meses. A data de obtenção do empréstimo foi 01/12/2016 e nesta mesma data a empresa pagou despesas 
relacionadas com o contrato (custos de transação) no valor de R$ 300.000,00. Sabendo-se que a taxa de 
custo efetivo da operação era 1,82% ao mês, o valor evidenciado na demonstração do resultado de 2016, 
correspondente exclusivamente ao empréstimo obtido foi, em reais, 
a) 85.540,00. 
b) 91.000,00. 
c) 70.000,00. 
d) 65.800,00. 
e) 370.000,00. 
178. (FCC/DRE-RS/Analista Judiciário – Contabilidade/2017) Em 31/12/2015 uma empresa obteve um 
empréstimo no valor de R$ 1.000.000,00 com as seguintes características:− Prazo total: 6 anos 
− Taxa de juros compostos: 10% ao ano 
− Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 229.607,00 
Para a obtenção do empréstimo a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 
30.000,00, pagos no ato da assinatura, fazendo com que a taxa de custo efetivo do empréstimo fosse 
11% ao ano. Sabendo que a empresa efetuou o pagamento da primeira parcela na data do vencimento, 
o 
a) saldo total apresentado para as contas de passivo (circulante e não circulante) no Balanço 
Patrimonial de 31/12/2016 foi R$ 847.093,00. 
b) valor dos encargos financeiros de 2016 foi R$ 100.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 81 
 
c) valor dos encargos financeiros de 2016 foi R$ 229.607,00. 
d) impacto total no passivo, no momento da captação, foi R$ 1.000.000,00. 
e) saldo total apresentado para as contas de passivo (circulante e não circulante) no Balanço 
Patrimonial de 31/12/2016 foi R$ 870.393,00. 
179. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Em 30/09/2013, uma empresa obteve um empréstimo no valor 
de R$ 200.000,00 que será liquidado integralmente (principal e juros) em 30/09/2016. A taxa de juros 
compostos contratada foi 1% ao mês e o saldo do empréstimo é corrigido por um índice de preços que 
variou 3% entre a data da obtenção do empréstimo e a data de 31/12/2013. Considere que os meses são 
de 30 dias corridos. 
O valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 deste empréstimo foi, em reais: 
a) 206.000,00 
b) 212.242,01 
c) 212.180,00 
d) 272.000,00 
e) 280.160,00 
180. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Em 31/12/2013, a Cia. Financiada realizou a emissão de debêntures para 
captação de recursos no valor de R$ 10.000.000,00. As debêntures apresentaram as seguintes 
características: 
Prazo total: 5 anos 
Taxa de juros: 10% ao ano 
Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 2.637.974,81 
Para a emissão e colocação das debêntures no mercado, a Cia. incorreu em custos de transação no valor 
total de R$ 150.000,00. 
No entanto, a expectativa do mercado futuro de juros era que ocorreria um aumento nas taxas de juros 
nos próximos anos e a Cia. obteve um valor inferior ao da emissão, vendendo os títulos por R$ 
9.500.000,00. A taxa de custo efetivo da emissão foi 12,6855% ao ano. O valor dos encargos financeiros 
apropriados no resultado de 2014 foi, em reais, 
 2.637.974,81. 
B) 1.150.000,00. 
C) 1.268.550,00. 
D) 1.355.122,50. 
E) 1.186.094,25. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 82 
 
181. (FCC/Analista/CNMP/2015) No dia 01/12/2014 uma empresa obteve um empréstimo bancário no 
valor total de R$ 2.000.000,00 que será liquidado da seguinte forma: 
− Principal: pagamento integral em 01/12/2017 
− Juros: pagamentos trimestrais, com a primeira parcela vencendo em 01/03/2015 
As demais características do empréstimo são as seguintes: 
− Taxa de juros contratada: 1,3% ao mês 
− Valor dos juros trimestrais: R$ 79.018,39 
− Despesas iniciais cobradas pelo Banco (custos de transação): R$ 150.000,00 
− A taxa de custo efetivo da operação: 1,57% ao mês 
Os valores da despesa com encargos financeiros apropriada no resultado de 2014 e do saldo apresentado 
no balanço patrimonial em 31/12/2014 para o empréstimo obtido foram, respectivamente, em reais, 
a) 29.045,00 e 1.879.045,00. 
b) 31.400,00 e 2.031.400,00. 
c) 26.339,46 e 2.026.339,46. 
d) 33.755,00 e 2.183.755,00. 
e) 24.050,00 e 1.874.050,00. 
182. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) Uma empresa fez a emissão de 10.000.000 de debêntures pelo valor 
nominal unitário de R$ 3,00 para obtenção de um total de recursos no valor de R$30.000.000,00. As 
características dos títulos emitidos foram as seguintes: 
− Data da emissão: 31/12/2012 
− Prazo total: 10 anos 
− Taxa de juros: 10% ao ano 
− Pagamentos: parcelas anuais de R$ 4.882.361,85 
− Gastos incorridos para a emissão e colocação das debêntures: R$ 666.672,90 
Tendo em vista que havia expectativa de que as taxas de juros sofreriam uma queda nos próximos anos, 
houve uma grande demanda pelas debêntures emitidas e a empresa conseguiu vendê-las pelo valor total 
de R$ 32.000.000,00 e, com isto, a taxa de custo efetivo da emissão foi 9% ao ano. 
O valor total das despesas apropriadas no resultado de 2013 e o saldo apresentado no balanço patrimonial 
em 31/12/2013 para as debêntures emitidas foram, respectivamente, em reais, 
A) 3.666.672,90 e 28.117.638,15. 
B) 2.700.000,00 e 27.817.638,15. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 83 
 
C) 2.880.000,00 e 29.997.638,15. 
D) 3.546.672,90 e 29.997.638,15. 
E) 2.819.999,44 e 29.270.964,69. 
183. (FCC/MANAUSPREV/Contabilidade/2015) A Cia. Alfa obteve, em 01/12/2014, um empréstimo 
bancário para financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi R$ 3.000.000,00, para 
pagamento integral (principal e juros) em 01/02/2015, e a taxa de juros compostos contratada foi 10% ao 
mês. Os custos de transação pagos, em 01/12/2014, para a obtenção deste empréstimo foram R$ 
100.000,00. Em 01/12/2014, ao reconhecer este empréstimo, a Cia. Alfa aumentou o 
A) ativo total em R$ 3.000.000,00. 
B) passivo total em R$ 2.900.000,00. 
C) passivo total em R$ 3.630.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 630.000,00. 
D) passivo total em R$ 3.000.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 100.000,00. 
E) ativo total em R$ 2.900.000,00 e reduziu o resultado do período em R$ 100.000,00. 
184. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) Determinada empresa obteve, em 01/12/2014, um empréstimo para 
financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi de R$ 8.000.000,00 para pagamento integral 
(principal e juros) em 01/12/2015 e a taxa de juros compostos contratada foi 12% ao ano. Os custos de 
transação incorridos e pagos para a obtenção deste empréstimo foram R$ 160.000,00. Sabendo-se que 
este empréstimo é mensurado pelo custo amortizado, o valor reconhecido no Balanço Patrimonial, em 
01/12/2014, foi, em reais, 
a) 8.000.000,00 no ativo. 
b) 8.000.000,00 no passivo. 
c) 8.160.000,00 no ativo. 
d) 8.000.000,00 no passivo e 160.000,00 no resultado do período. 
e) 7.840.000,00, no passivo. 
185. (FCC/Analista Júnior/Metrô/SP/2014) Em 31/12/2011 uma empresa obteve um empréstimo no 
valor de R$ 20.000.000,00 com as seguintes características: 
- Prazo total: 10 anos. 
- Taxa de juros compostos: 9% ao ano. 
- Pagamentos: parcelas iguais e anuais de R$ 3.116.401,80. 
Para a obtenção do empréstimo a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 
850.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 84 
 
A taxa de custo efetivo da emissão foi 10% ao ano. O valor dos encargos financeiros reconhecido no 
resultado de 2012 e o saldo líquido apresentado no balanço patrimonial referente à transação, em 
31/12/2012, foram, respectivamente, em reais, 
a) 1.800.000,00 e 18.683.598,20. 
b) 2.000.000,00 e 18.883.598,20. 
c) 1.915.000,00 e 17.948.598,20. 
d) 1.800.000,00 e 17.833.598,20. 
e) 1.915.000,00 e 18.798.598,20. 
186. (FCC/Analista Contábil/SABESP/2014) A Cia. Bem Gelada S.A. obteve, em 01/11/2013, um 
empréstimo para financiar seu capital de giro. O valor do empréstimo obtido foi de R$ 5.000.000, para 
pagamento integral (principal e juros) em 31/10/2014 e taxa de juros compostos de 7% ao ano. Os custos 
incorridos e pagos para a obtenção deste empréstimo foram R$ 125.000. Sabendo-se que este empréstimo 
é mensurado pelo custo amortizado, ao reconhecer este empréstimo obtido, em 01/11/2013, a Cia. Bem 
Gelada S.A. aumentou o 
a) passivo total em R$ 4.875.000. 
b) ativo total em R$ 5.000.000. 
c) passivo total em R$ 5.000.000. 
d) passivototal em R$ 5.350.000 e reduziu o resultado do período em R$ 475.000. 
e) ativo total em R$ 4.875.000 e reduziu o resultado do período em R$ 125.000. 
187. (FCC/SABESP/Contabilidade/2014) Uma empresa obteve recursos por meio da emissão de 
debêntures no valor de R$ 40.000.000. As debêntures apresentaram as seguintes características: 
− Data da emissão: 31/12/2011. 
− Taxa de juros contratada: 12% ao ano. 
− Prazo total de resgate: 8 anos. 
− Pagamentos: parcelas anuais de R$ 8.052.114. 
Para a colocação das debêntures no mercado a empresa incorreu em custos de serviços de assessoria 
jurídica e financeira que totalizaram R$ 800.000. A taxa de custo efetivo da emissão foi 12,6% ao ano. O 
valor dos encargos financeiros apropriados no resultado de 2012 foi, em reais, 
A) 4.800.000. 
B) 5.040.000. 
C) 4.704.000. 
D) 8.052.114. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 85 
 
E) 4.939.200. 
188. (FCC/Analista/Contabilidade/DPE/RS/2013) Considere as seguintes assertivas: 
I. Os custos de transação de captação de recursos de terceiros não efetivada devem ser reconhecidos 
como despesa no resultado do período em que se frustrar essa captação. 
II. Os custos de transação incorridos na aquisição de ações de emissão da própria entidade devem ser 
tratados como acréscimo do custo de aquisição de tais ações. 
III. Os custos de transação incorridos na captação de recursos por meio da contratação de instrumento de 
dívida devem ser contabilizados como redução do valor justo inicialmente reconhecido do instrumento 
financeiro emitido. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I 
b) II 
c) III 
d) I, II e III. 
e) II e III. 
189. (FCC/Auditor Fiscal/ISS SP/2012) Em 30/12/X1, a empresa Beta, sociedade anônima de capital 
aberto, fez uma captação de recursos, via debêntures, cujo valor de emissão foi R$ 2,2 milhões com taxa 
de juros anual contratada de 5,0% e com prazo de 10 anos. Para isso, incorreu em custos de transação no 
montante de R$ 100 mil pagos em 30/12/X1. Todavia, dadas as condições vantajosas em relação ao 
mercado, houve prêmio na emissão das debêntures de R$ 200 mil. 
Com base nessas informações, a empresa Beta reconheceu, em 30/12/X1, 
(A) ativo de R$ 2,1 milhões. 
(B) despesa financeira de R$ 100 mil. 
(C) passivo de R$ 2,3 milhões. 
(D) receita financeira de R$ 200 mil. 
(E) reserva de capital de R$ 200 mil. 
190. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE/PR/2012) A Cia. Financia Tudo S.A foi constituída, em 
30/06/X10, mediante integralização de 100% de seu Capital Social, no valor de R$ 150.000,00, em dinheiro. 
Durante o mês de julho de X10, a Cia. realizou as seguintes operações: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 86 
 
 
Após o registro das operações acima, o Passivo da Cia. Financia Tudo S.A., em 31/07/X10, era, em reais, 
(A) 137.000. 
(B) 137.892. 
(C) 137.292. 
(D) 152.000. 
(E) 152.292. 
191. (FCC/APOFP/2010) A empresa Gama S.A. emitiu 1.000 debêntures a R$ 10,00 cada, com taxa de 
juros compostos de 6% ao ano, com prazo de 5 anos e pagamentos anuais de R$ 2.374,00. Os custos de 
transação incorridos e pagos foram de R$ 100,00 e houve prêmio na emissão desses títulos, no valor de R$ 
278,00. Na data de emissão das debêntures, a empresa: 
(A) debitou na conta Disponível o valor de R$ 10.000,00. 
(B) debitou na conta Despesa Financeira o valor de R$ 100,00. 
(C) creditou no Passivo o valor de R$ 10.000,00. 
(D) creditou na conta Receita Financeira o valor de R$ 278,00. 
(E) creditou no Passivo o valor de R$ 10.178,00. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 87 
 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
192. (FGV/Prefeitura de Salvador/Técnico em Contabilidade/2017) A Cia. ABC emitiu, em 2016, títulos 
patrimoniais no valor de R$ 200.000,00, tendo procura satisfatória. No processo de captação de recursos, a 
empresa incorreu em custos de transação vinculados à emissão no valor de R$ 10.000,00. 
Os custos de transação devem ser contabilizados como 
a) despesa financeira. 
b) despesa operacional. 
c) ativo intangível. 
d) redutores do patrimônio líquido 
e) outros resultados abrangentes 
193. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES 
INDEPENDENTES (CNAI) do CFC – 2009) De acordo com a Resolução n.º 1.142/08, que aprovou a norma 
NBC T 19.14, quando a operação de captação de recursos por intermédio da emissão de títulos 
patrimoniais não for concluída, inexistindo aumento de capital ou emissão de bônus de subscrição, os 
custos de transação devem ser: 
a) baixados como perda contra lucros/prejuízos acumulados. 
b) baixados como perda em conta do resultado do exercício. 
c) mantidos em conta de ativo para apropriação ao custo de futura operação. 
d) apropriados ao ativo intangível, sujeitos ao teste de recuperabilidade. 
194. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES 
INDEPENDENTES (CNAI) do CFC – 2009) 
 Os custos de transação na emissão de títulos e valores mobiliários de que trata a Resolução CFC n.º 1.142, 
que aprovou a NBC T 19.14, enquanto não captados os recursos a que se referem, devem ser: 
a) apropriados e mantidos em conta transitória e específica do ativo como pagamento antecipado. 
b) apropriados de imediato ao resultado do período, pois são despesas a partir do momento de sua 
ocorrência. 
c) transferidos para o ativo intangível tão logo concluído o processo de captação. 
d) apropriados a conta de lucros ou prejuízos acumulados 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 88 
 
Questões Inéditas 
195. (Questão Inédita) Nos itens abaixo, assinale o único que se classifica como “Despesa Financeira”, nos 
temos no Pronunciamento CPC 08: 
A) Descontos 
B) Prêmios 
C) Variação cambial 
D) Taxas 
E) Honorários 
196. (Questão Inédita) Uma empresa incorreu em despesas com honorários de advogados e com 
consultoria especializada, ao realizar o lançamento de novas ações. 
Tais despesas deverão ser contabilizadas: 
A) No resultado do exercício em que ocorrerem 
B) No Patrimônio Líquido 
C) No Ativo Circulante 
D) No Passivo Circulante 
E) No Ativo Intangível 
A empresa KLR captou recursos de terceiros no valor de R$100.000,00, com taxa de juros nominal de 
10,0% anuais, 3 pagamentos anuais e consecutivos de $ 40.211,00 e custos de transação de $ 6.644,00. 
197. (Questão inédita) A contabilização no momento da captação é: 
A) D – Caixa (pela captação líquida) $ 100.000.00 
 C – Custos de transações (redutora do ativo) $ 6.644,00 
 C – Empréstimos e financiamentos $ 93.356,00 
B) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 
 D – Custos de transações (resultado do exercício) $ 6.644,00 
 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 
C) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 
 C – Empréstimos e financiamentos $ 93.356,00 
D) D – Caixa (pela captação líquida) $ 93.356,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 89 
 
 D – Custos a amortizar (redutora do passivo) $ 6.644,00 
 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 
C) D – Caixa (pela captação líquida) $ 100.000,00 
 C – Empréstimos e financiamentos $ 100.000,00 
198. (Continuação da questão anterior): O fluxo de caixa a ser considerado na captação é o seguinte:Ano Valor 
 0 93.356 
 1 (40.211) 
 2 (40.211) 
 3 (40.211) 
O fluxo acima apresenta uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 14% ao ano. 
O valor dos Encargos financeiros que afetarão a DRE no ano 2 é de: 
A) 9.270 
B) 9.660 
C) 10.230 
D) 11.500 
E) 12.340 
199. (Questão Inédita) A despesa financeira com juros no segundo ano é: 
A) 4.979 
B) 5.459 
C) 5.799 
D) 6.359 
E) 6.979 
200. (Questão Inédita) O valor do custo de transação apropriado no segundo ano é de: 
A) 991 
B) 1.491 
C) 1.991 
D) 2.291 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 90 
 
E) 2.391 
OBS: reproduzimos abaixo os quadros de controle da apropriação dos encargos financeiros e dos 
juros. 
 
ENCARGOS FINANCEIROS 
Ano Principal TIR 14% Total Pagamento Saldo final 
1 93.356 13.070 106.426 40.211 66.214 
2 66.214 9.270 75.484 40.211 35.273 
3 35.273 4.938 40.211 40.211 0 
TOTAL 27.278 
 
DESPESAS FINANCEIRAS (JUROS) 
Ano Principal Juros 10% Total Pagamento Saldo final 
1 100.000 10.000 110.000 40.211 69.789 
2 69.789 6.979 76.767 40.211 36.556 
3 36.556 3.656 40.211 40.211 0 
TOTAL 20.634 
 
201. (Questão inédita) O valor dos juros de um empréstimo incorridos durante a construção ou formação 
de um ativo imobilizado qualificado deve ser: 
A) Lançado como despesa do exercício em que ocorrer. 
B) Lançado no Patrimônio Líquido 
C) Lançado no Imobilizado 
D) Lançado no Intangível 
E) Lançado em conta redutora do passivo 
202. (Questão inédita) A empresa KLS planeja emitir ações e lançar debêntures, para captação de 
recursos destinados a financiar a expansão prevista da empresa. No ano de X1, ocorreram os seguintes 
gastos: 
1 – contratação de advogados para analisar e adequar o estatuto da empresa, antes da emissão de ações - 
$ 20.000,00. 
2 – Contratação de empresa especializada para orientar sobre o lançamento das debêntures e realizar o 
estudo de viabilidade - $ 35.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 91 
 
Indique a contabilização correta dos gastos acima, no balanço de 31.12.X1: 
A) Despesa, no Resultado do Exercício 
B) No Ativo Intangível 
C) No Patrimônio Líquido 
D) Como Pagamentos Antecipados, no Ativo 
E) Como Ajuste de Avaliação Patrimonial 
203. (Questão inédita) Suponha que em X2 a empresa KLS desistiu da emissão das ações e do lançamento 
das debêntures, sem qualquer captação de recursos. Nesse caso, os gastos efetuados com advogados e 
empresa de assessoria devem ser: 
A) Reconhecidos como perda no resultado do exercício de X2. 
B) Contabilizados como Ajustes de Exercícios anteriores, no PL 
C) Transferidos de pagamentos antecipados para Ativo intangível. 
D) Transferidos para Ajuste de Avaliação Patrimonial 
E) Contabilizados como Reserva de Capital 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 92 
 
CPC 12 – Ajuste a Valor Presente 
Fundação Carlos Chagas 
204. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal de Tributos Municipais/2018) Em 31/12/2016, uma 
empresa realizou vendas totais no valor de R$ 1.075.000,00, sendo que R$ 500.000,00 foram vendidos à 
vista e o saldo remanescente será recebido integralmente após 15 meses. A empresa praticava a taxa de 
juros de 11,83% ao ano para as suas vendas a prazo, que equivale a uma taxa de 15% no prazo de 15 
meses. 
Em relação às vendas efetuadas em 31/12/2016, a empresa reconheceu Receita de Vendas no valor de 
(A) R$ 1.075.000,00 no resultado do ano de 2016, apenas. 
(B) R$ 500.000,00 no resultado do ano de 2016 e Receita de Vendas no valor de R$ 575.000,00 no 
resultado do ano de 2017. 
(C) R$ 1.000.000,00 no resultado do ano de 2016 e Receita Financeira no valor de R$ 59.150,00 no 
resultado do ano de 2017. 
(D) R$ 537.500,00 no resultado do ano de 2016 e Receita de Vendas no valor de R$ 537.500,00 no 
resultado do ano de 2017. 
(E) R$ 1.000.000,00 e Receita Financeira no valor de R$ 75.000,00, ambas no resultado do ano de 2016. 
205. (FCC/Analista/DPE AM/2018) A Cia. Fantástica possuía em seu estoque um lote de mercadoria e, em 
01/12/2016, vendeu 60% desse lote por R$ 650.000,00 para ser recebido em 30/03/2018. Sabe-se que se o 
cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pago R$ 554.333,00, que não há incidência de 
qualquer tributo na compra nem na venda das mercadorias e que a taxa de juros cobrada pela empresa foi 
1% ao mês. 
Com base nestas informações, a Cia. Fantástica reconheceu na Demonstração do Resultado de 2016, 
Receita de vendas no valor de 
a) R$ 554.333,00 e Receita financeira no valor de R$ 95.667,00. 
b) R$ 650.000,00 e Despesa financeira no valor de R$ 95.667,00. 
c) R$ 554.333,00 e Receita financeira no valor de R$ 5.543,33. 
d) R$ 650.000,00, apenas. 
e) R$ 554.333,00, apenas. 
206. (ARTESP/Especialista em Regulação/2017) A Cia. Rapidinha realizou as seguintes vendas de 
mercadorias, em 01/12/2016: 
− Vendas à vista: R$ 1.500.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 93 
 
− Vendas realizadas no longo prazo: R$ 1.608.437,25 (valor nominal). 
A taxa de juros efetiva praticada pela Cia. nas vendas a prazo foi 2% ao mês e o valor presente da venda 
realizada a prazo, na data da venda, era R$ 1.000.000,00. 
Com base nestas informações, a Cia. Rapidinha reconheceu 
(A) R$ 3.108.437,25 como Receita de Vendas, em 01/12/2016. 
(B) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016, e Receita Financeira de R$ 608.437,25, em 
31/12/2016. 
(C) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016, e Receita Financeira de R$ 50.000,00, em 
31/12/2016. 
(D) R$ 3.108.437,25 como Receita de Vendas e Receita Financeira a Apropriar de R$ 608.437,25, em 
01/12/2016. 
(E) R$ 2.500.000,00 como Receita de Vendas, em 01/12/2016. 
207. (FCC/ARETESP/Técnico em Regulação/2017) A Cia. de Concessões realizou, em 05/01/2017, uma 
venda no valor de R$ 1.200.000,00, cujo valor será recebido integralmente em 31/01/2019. Sabe-se que o 
prazo, normalmente, concedido pela empresa é de 50 dias e que, se a venda tivesse sido à vista, seu valor 
total seria R$ 980.000,00 (valor presente). Com base nestas informações, no momento da venda, a Cia. de 
Concessões reconheceu receita de venda, em reais, de 
a) 1.200.000,00. 
b) 1.200.000,00 e ajuste a valor presente referente à conta de Clientes no valor de R$ 220.000,00. 
c) 980.000,00 e receita financeira no valor de R$ 220.000,00. 
d) 1.200.000,00 e despesa financeira no valor de R$ 220.000,00. 
e) 980.000,00. 
208. (FCC/TST/Analista Contabilidade/2017) A empresa Enfeites de Natal S.A. realizou, em 31/12/2015, 
as seguintes vendas de mercadorias: 
− Vendas à vista no valor de R$ 1.500.000,00. 
− Vendas a prazo no valor de R$ 1.650.000,00, para ser recebido em 31/12/2016. 
Na data da venda, a taxa de juros que estava sendo praticada pela empresa nas vendas a prazo era 10% ao 
ano. A empresa deveria reconhecer, exclusivamente em relação às vendas efetuadas em 31/12/2015, 
receita de vendas no valor, em R$, de 
(A) 3.150.000,00 no resultado do ano de 2015. 
(B) 1.500.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita de Vendas no valor de R$ 1.650.000,00 no 
resultado do ano de 2016. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 94 
 
(C) 1.575.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita de Vendas no valor de R$ 1.575.000,00 no 
resultado do ano de 2016. 
(D) 1.500.000,00 no resultado do ano de 2015, Receita de Vendas no valor de R$ 1.500.000,00 no resultado 
do ano de 2016 e Receita Financeira no valor de R$ 150.000,00 no resultadodo ano de 2016. 
(E) 3.000.000,00 no resultado do ano de 2015 e Receita Financeira no valor de R$ 150.000,00 no resultado 
do ano de 2016. 
209. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) No dia 01/12/2014, a empresa comercial Facilito A Venda S.A. 
realizou vendas de mercadorias no valor total de R$ 12.800.000,00, sendo que R$ 5.000.000,00 foram 
recebidos à vista e o restante para ser recebido integralmente em 01/12/2016. Na data da venda, a 
empresa estava praticando, para as suas vendas a prazo, a taxa de juros de 1,099% ao mês que 
corresponde a 30% em 2 anos. No Balanço Patrimonial da empresa Facilito A Venda S.A. de 31/12/2014, o 
valor evidenciado para o saldo a receber das vendas efetuadas em 01/12/2014 foi, em reais: 
(A) 6.065.940,00. 
(B) 12.940.672,00. 
(C) 7.800.000,00. 
(D) 7.885.722,00. 
(E) 6.000.000,00. 
210. (FCC/Técnico Tributário/SEFAZ-MA/2016) A Cia. Compra & Revende realizou as seguintes vendas de 
mercadorias, em 01/06/2016: 
− Vendas à vista: R$ 2.000.000,00. 
− Vendas realizadas no longo prazo: R$ 3.517.735,94 (valor nominal). 
A taxa de juros praticada pela empresa nas vendas a prazo foi 1% ao mês e o valor presente da venda 
realizada a prazo, na data da venda, era R$ 3.000.000,00. 
Com base nestas informações e na regulamentação vigente, a Cia. Compra & Revende reconheceu, no 
momento da venda, receita de vendas, em reais, de 
a) 5.000.000,00. 
b) 5.517.735,94 
c) 5.000.000,00 e Receita Financeira de R$ 517.735,94. 
d) 5.000.000,00 e Receita Financeira de R$ 30.000,00. 
e) 5.517.735,94 e Receita Financeira a apropriar de R$ 517.735,94. 
211. (FCC/TCM GO/ACE/2015) Em 01/12/2013, uma empresa constituída na forma de sociedade por 
ações realizou as seguintes transações de vendas de mercadorias: 
− Venda à vista: R$ 400.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 95 
 
− Venda a prazo no valor de R$ 598.073,74 que será recebido 18 meses após a data da venda. 
A taxa de juros vigente na data da venda era 1% ao mês e se a venda efetuada a prazo tivesse sido 
realizada à vista o valor total das vendas seria R$ 900.000,00. 
Sabendo que o financiamento a clientes não é uma atividade operacional da empresa e de acordo com as 
normas contábeis vigentes, a empresa reconheceu na Demonstração do Resultado de 2013, 
especificamente com relação às vendas efetuadas em 01/12/2013: 
A) Receita de Vendas = R$ 998.073,74, apenas. 
B) Receita de Vendas = R$ 900.000,00, apenas. 
C) Receita de Vendas = R$ 998.073,74 e Receita Financeira = R$ 5.980,74. 
D) Receita de Vendas = R$ 900.000,00 e Receita Financeira = R$ 5.000,00. 
E) Receita de Vendas = R$ 500.000,00 e Receita Financeira = R$ 5.000,00. 
212. (FCC/SEFAZ-PI/Auditor Fiscal/2015) A Cia. Vende & Recompra adquiriu, em 30/04/2014, 
mercadorias para serem comercializadas. Em função de sua situação financeira, a Cia. fez essa aquisição a 
prazo, para pagamento em 30/06/2016. O valor a ser pago na data do vencimento é R$ 380.000,00, mas se 
a Cia. tivesse adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 330.000,00. Em 20/05/2014, a Cia. Vende 
& Recompra vendeu 80% dessas mercadorias por R$ 820.000,00, para serem recebidos integralmente em 
15/07/2016. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pagado R$ 730.000,00. Com base 
nestas informações, é correto afirmar que o resultado bruto com vendas que a Cia. Vende & Recompra 
reconheceu, na data da venda, foi, em reais, 
a) 516.000,00. 
b) 426.000,00. 
c) 556.000,00. 
d) 400.000,00. 
e) 466.000,00. 
213. (FCC/SEFAZ PI/Auditor/2015) A Cia. Vende & Recompra adquiriu, em 30/04/2014, mercadorias para 
serem comercializadas. Em função de sua situação financeira, a Cia. fez essa aquisição a prazo, para 
pagamento em 30/06/2016. O valor a ser pago na data do vencimento é R$ 380.000,00, mas se a Cia. 
tivesse adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 330.000,00. 
Em 20/05/2014, a Cia. Vende & Recompra vendeu 80% dessas mercadorias por R$ 820.000,00, para serem 
recebidos integralmente em 15/07/2016. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista teria pagado 
R$ 730.000,00. 
Com base nestas informações, é correto afirmar que o resultado bruto com vendas que a Cia. Vende & 
Recompra reconheceu, na data da venda, foi, em reais, 
A) 400.000,00. 
B) 466.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 96 
 
C) 516.000,00. 
D) 426.000,00. 
E) 556.000,00. 
214. (FCC/TCM RJ/Auditor/2015) Um lote de mercadorias para comercialização foi adquirido a prazo em 
30/09/2014 pelo valor de R$ 1.900.000,00, para pagamento em dezembro de 2015. Se a compra fosse 
realizada à vista, o preço de aquisição teria sido R$ 1.200.000,00. No mês de outubro de 2014 a empresa 
realizou a venda de 70% dessas mercadorias pelo valor de R$ 1.500.000,00, para recebimento em 
novembro de 2015. Se a venda das mercadorias tivesse sido feita à vista o preço de venda seria R$ 
1.000.000,00. Em 31/12/2014 o valor que a empresa deveria pagar para o fornecedor era R$ 1.250.000,00 
e o valor que seria cobrado do cliente era R$ 1.300.000,00. 
Nesse caso, a empresa reconheceu, no resultado de 2014, Resultado Bruto com Vendas no valor de 
 a) R$ 170.000,00. 
 b) R$ 660.000,00 e Despesa Financeira = R$ 50.000,00, apenas. 
 c) R$ 160.000,00; Receita Financeira = R$ 300.000,00 e Despesa Financeira = R$ 50.000,00. 
 d) R$ 330.000,00 (prejuízo) e Receita Financeira = R$ 300.000,00, apenas. 
 e) R$ 160.000,00, apenas. 
215. (FCC/TCE-CE/Auditor/2015) A empresa Comercial de Produtos Populares S.A. adquiriu, em 
31/10/2013, mercadorias para serem comercializadas. A aquisição foi realizada a prazo para pagamento 
em junho de 2015 e o valor a ser pago na data do vencimento é R$ 980.000,00, mas se a empresa tivesse 
adquirido estas mercadorias à vista teria pagado R$ 800.000,00. Em 30/11/2013, a Comercial de Produtos 
Populares S.A. vendeu 50% dessas mercadorias por R$ 700.000,00, para serem recebidos integralmente 
em julho de 2015. Se o cliente tivesse adquirido as mercadorias à vista a empresa venderia por R$ 
480.000,00. Sabe-se que, se a empresa fosse liquidar a dívida com o fornecedor em 31/12/2013 pagaria R$ 
808.000,00 e se o cliente antecipasse o pagamento do valor da venda nesta data a empresa receberia R$ 
489.600,00. Com base nestas informações, é correto afirmar que a Comercial de Produtos Populares S.A. 
reconheceu, no resultado de 2013, 
A) Resultado Bruto com Vendas = R$ 210.000,00. 
B) Resultado Bruto com Vendas = R$ 300.000,00 e Despesa Financeira = R$ 8.000,00. 
C) Resultado Bruto com Vendas = R$ 80.000,00; Receita Financeira = R$ 9.600,00 e Despesa Financeira = R$ 
8.000,00. 
D) Resultado Bruto com Vendas = −R$ 10.000,00 (prejuízo) e Receita Financeira = R$ 9.600,00. 
E) Resultado Bruto com Vendas = R$ 81.600,00. 
216. (FCC/TRT 16/Contabilidade/2014) A Cia. Longo Prazo realizou, em 31/12/2013, uma venda no valor 
total de R$ 400.000,00. Recebeu R$ 100.000,00 à vista e o restante será recebido em 30/04/2015, embora 
o prazo normalmente concedido pela empresa fosse de 120 dias. Se o cliente tivesse efetuado a compra à 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 97 
 
vista, ele pagaria R$ 345.000,00. Com base nestas informações e na regulamentação vigente, a Cia. Longo 
Prazo reconheceu, no momento da venda, uma receita de vendas de 
R$ 100.000,00. 
R$ 345.000,00. 
R$ 400.000,00. 
R$ 400.000,00 e uma despesa financeira de R$ 55.000,00. 
R$ 345.000,00 e uma receita financeira de R$ 55.000,00. 
217. (FCC/TCE GO/ACE/2014) Considerando as normas pertinentes ao ajuste a valor presente, as 
características abaixo estão sujeitas à mensuração prevista na norma: 
I. a transação que dá origem a um ativo, a um passivo, a umareceita ou a uma despesa ou outra mutação 
do patrimônio líquido, cuja contrapartida é um ativo ou um passivo com liquidação financeira 
(recebimento ou pagamento) em data diferente da data do reconhecimento desses elementos. 
II. o reconhecimento periódico de mudanças de valor, utilidade ou substância de ativos ou passivos 
similares emprega método de alocação de descontos. 
III. o conjunto particular de fluxos de caixa estimados, claramente associado a um ativo ou a um passivo. 
Está correto o que se afirma em 
A) I, II e III. 
B) I, apenas. 
C) II, apenas. 
 D) III, apenas. 
 E) I e II, apenas. 
218. (FCC/MPE PB/Analista Ministerial/2015) Para que ativos e passivos sejam ajustados a valor presente 
eles devem: 
I. Ser uma transação que dá origem a um ativo, a um passivo, a uma receita ou a uma despesa ou outra 
mutação do patrimônio líquido cuja contrapartida é um ativo ou um passivo com liquidação financeira 
(recebimento ou pagamento) em data igual a da data do reconhecimento desses elementos. 
II. Ter reconhecimento periódico de mudanças de valor, utilidade ou substância de ativos ou passivos 
similares e empregar método de alocação de descontos. 
III. Ser um conjunto particular de fluxos de caixa exatos e claramente associado a um ativo ou a um 
passivo. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
 a) II. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 98 
 
 b) I. 
 c) III. 
 d) I e II. 
 e) II e III. 
219. (FCC/Analista Contábil/DPE/RS/2013) A empresa Vende Tudo SA realizou, em 31/12/2012, uma 
venda no valor total de R$ 120.000,00. A condição de recebimento pactuada com o cliente foi R$ 
40.000,00 à vista e o restante (R$ 80.000,00) para ser recebido em 31/10/2014, embora o prazo 
normalmente concedido pela empresa fosse de 90 dias. Sabe-se que se o cliente efetuasse a compra à 
vista, ele pagaria, no total, R$ 106.000,00 (valor presente). Com base nestas informações e na 
regulamentação vigente, no momento da venda a empresa deve reconhecer receita de venda de 
(A) R$ 106.000,00. 
(B) R$ 120.000,00. 
(C) R$ 106.000,00 e receita financeira de R$ 14.000,00. 
(D) R$ 120.000,00 e despesa financeira de R$ 14.000,00. 
(E) R$ 120.000,00 e despesa financeira a apropriar de R$ 14.000,00. 
220. (FCC/Auditor Fiscal/ISS SP/2012) O auditor da empresa Ômega S.A. constatou que os valores 
registrados em Contas a Receber no Circulante tinham seus valores ajustados a valor presente e que os 
valores registrados em Contas a Receber, no Não Circulante, apresentavam os seus valores sem o ajuste a 
valor presente. Essa situação poderia ser validada pelo auditor 
(A) se os contas a receber o Circulante e no Não Circulante possuírem encargos financeiros embutidos que 
gerem ajustes significativos. 
(B) visto que não há regra para realização do ajuste a valor presente, podendo a entidade avaliar o impacto 
nas demonstrações contábeis. 
(C) se os valores registrados no contas a receber forem significativos e os valores registrados no Não 
Circulante não tiverem encargos financeiros embutidos. 
(D) se as vendas registradas no curto prazo forem feitas com as mesmas condições de venda a vista e no 
longo prazo as vendas não causarem ajustes relevantes. 
(E) visto que as contas a receber registradas no Circulante devem ser sempre ajustadas a valor presente e 
as registradas no Não Circulante não podem ser ajustadas. 
221. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS/SP /2013) NÃO é uma conta que deve ser ajustada a valor 
presente: 
A) Provisão para passivo previdenciário. 
B) Contas a receber não circulante, com juros. 
C) Contas a pagar não circulante, indexado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 99 
 
D) Empréstimos concedidos com juros prefixados de longo prazo. 
E) Adiantamento em dinheiro para recebimento em bens. 
222. (FCC/ICMS SP/2009) Uma empresa tem inscrito um saldo relevante em seus ativos, na conta valores 
a receber. Nesse caso, a empresa deverá 
(A) ajustar os recebíveis a valor presente, lançando os ajustes a valor presente em conta de despesa 
financeira. 
(B) provisionar o ajuste a valor presente, criando uma retificadora da conta que originou a operação inicial. 
(C) ajustar os recebíveis pela taxa Selic, lançando o valor do ajuste em conta de Patrimônio Líquido. 
(D) calcular proporcionalmente o valor do desconto a valor presente mediante aplicação de taxa média 
anual praticada pela empresa e creditar direto no saldo de recebíveis. 
(E) ajustar os recebíveis, calculando seu valor presente e registrando-o em conta de receita financeira. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 100 
 
Fundação Getúlio Vargas 
223. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) Um grupo de pessoas resolveu dar início a 
um negócio utilizando a Internet. Os companheiros, agora sócios da mais nova “.com” do território 
nacional foram ousados e com menos de 2 anos já haviam realizado I.P.O. na bolsa de valores. 
O nome fantasia escolhido diz tudo sobre a empresa: Doefácil Brasil. 
Para construir sua sede, a empresa contou com aporte de recursos do governo no montante de R$ 1,5 mil. 
O recurso foi depositado na conta da empresa em uma única parcela, no ato da assinatura do termo de 
subvenção. O governo brasileiro entendeu que a atividade da empresa seria benéfica para a economia 
local e adicionou uma cláusula condicional ao contrato para estimular o seu crescimento. 
Caso não cumpra a decisão, o pagamento do empréstimo acontecerá ao final de 36 meses, em cota única. 
Em síntese, caso conseguisse empregar 3 presos condenados pela Justiça ao regime semiaberto no prazo 
de 1 ano, receberia perdão da dívida. O contrato foi celebrado com taxas de juros de 3% ao mês. 
Ocorre que a empresa ainda aguarda a decisão do Juiz sobre a oferta de emprego ao terceiro condenado. 
Entretanto, o prazo dado pelo governo para cumprir a condição de geração de empregos venceu ontem. 
Assim, sobre os recursos provenientes dessa transação, as demonstrações contábeis da Doefácil, hoje 
deveriam reportar 
(A) uma nota explicativa informando que seu corpo jurídico aconselhou que o passivo não foi reconhecido 
por julgar que ainda é possível o perdão da dívida. 
(B) R$ 1,5 mil em seu passivo circulante, mensurado a valor justo. 
(C) um passivo não circulante, ajustado ao valor presente. 
(D) um ativo imobilizado decorrente da aplicação do montante de R$ 1,5 mil, acompanhado de conta 
redutora da respectiva subvenção governamental. 
(E) uma perda de R$ 1,5 mil em seu resultado, decorrente do descumprimento da condição colocada para 
subvenção governamental. 
224. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2013, uma empresa apresentava os seguintes 
saldos em seu balanço patrimonial: Caixa: R$ 10.000,00 Estoques: R$ 200.000,00 Terreno: R$ 30.000,00 
Capital Social: R$ 240.000,00 No mês de janeiro, a empresa vendeu metade de seu estoque por R$ 
160.000,00, o que é considerado relevante. Do valor, metade será recebida em 30 dias, e a outra metade, 
em 60 dias. A empresa considera a taxa para desconto a valor presente de 4% ao mês. Além disso, estima o 
risco de inadimplência de 2%. Considerando que essa foi a única transação de janeiro, o valor do 
Patrimônio Líquido da empresa em 31/01/2013, de acordo com a legislação societária, era, 
aproximadamente, de 
(A) R$ 56.800,00. 
(B) R$ 287.688,00. 
(C) R$ 287.870,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 101 
 
(D) R$ 290.888,00. 
(E) R$ 296.800,00. 
CESPE 
225. (CESPE/Contador/TCE/RO/2013) Os direitos decorrentes de vendas a prazo classificados no ativo 
realizável a longo prazo estão sujeitosa ajuste a valor presente, cujo efeito contábil é a redução simultânea 
do ativo e do resultado da empresa detentora desses direitos. 
226. (CESPE/CADE/Contador/2014) Com base no pronunciamento técnico de ajuste a valor presente, do 
CPC, julgue o item subsequente. 
O desconto a valor presente é requerido no caso de passivos contratuais, devendo a taxa de desconto 
considerar o risco de crédito da entidade. Quanto aos passivos não contratuais, não ocorre a apuração do 
valor presente apesar do seu registro como provisões futuras. 
227. (CESPE/Contador/ANTAQ/2014) O ajuste a valor presente de venda a longo prazo enseja redução na 
conta de receita bruta de vendas. 
CESGRANRIO 
228. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Profissional Júnior/2014) Considere os dados a seguir para responder à 
questão. 
Em 5 de janeiro de 2013, uma companhia obteve um financiamento para adquirir um novo equipamento 
para seu ativo imobilizado nas seguintes condições: 
• Entrada de 200.000,00, no ato da operação, efetuada em cheque. 
• 3 parcelas anuais iguais e sucessivas de 200.000,00 cada uma, pactuadas à taxa de 8% ao ano, vencendo 
a primeira em 5 de janeiro de 2014. 
Concluída a negociação, a companhia elaborou a seguinte planilha da operação realizada: 
Vencimento Histórico Valor Original 
Taxa de 
desconto 
Valor Presente 
05/01/2013 Entrada R$ 200.000,00 0 R$ 200.000,00 
05/01/2014 1ª Parcela R$ 200.000,00 0,9259 R$ 185.180,00 
05/01/2015 2ª Parcela R$ 200.000,00 0,8573 R$ 171.460,00 
05/01/2016 3ªParcela R$ 200.000,00 0,7938 R$ 158.760,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 102 
 
Totais 
 
 R$ 800.000,00 
 
 R$ 715.400,00 
 
De acordo com a legislação societária e as normas contábeis vigentes, o registro contábil da operação, 
feito pela companhia, no dia da operação, é o seguinte: 
a) D. Equipamentos 715.400,00 
C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 
C. Contas a Pagar 515.400,00 
b) D. Equipamentos 715.400,00 
D. Juros a Apropriar (redutora de contas a pagar 69.780,00 
D. Juros Passivos (despesa) 14.820,00 
C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 
C. Contas a Pagar 600.000,00 
 c) D. Equipamentos 715.400,00 
D. Juros a Apropriar (redutora de contas a pagar) 84.600,00 
C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 
C. Contas a Pagar 600.000,00 
d) D. Equipamentos 800.000,00 
C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 
C. Contas a Pagar 600.000,00 
e) D. Equipamentos 800.000,00 
C. Bancos c/ Movimento 200.000,00 
C. Encargos Financeiros Futuros a Pagar 84.600,00 
C. Contas a Pagar 515.400,00 
229. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Contabilidade/2013) Uma companhia, ao realizar os devidos cálculos de 
ajuste a valor presente do valor de uma Duplicata a Receber classificada no Ativo Não Circulante / 
Realizável a Longo prazo, fez as seguintes anotações. 
Valor inicial da Duplicata a Receber 15.000,00 
Valor da Duplicata ajustada a valor presente 10.800,00 
Considerando exclusivamente as informações recebidas e a boa técnica contábil, o registro contábil que a 
companhia vai realizar, para reconhecer o valor presente da duplicata a receber, é 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 103 
 
a) D Despesa de Ajuste a Valor Presente 4.200,00 
C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 
b) D Duplicatas a Receber 4.200,00 
C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 
c) D Receita de Financiamento de Vendas 4.200,00 
C Provisão para Ajuste a Valor Presente 4.200,00 
d) D Despesa de Ajuste a Valor Presente 10.800,00 
C Duplicatas a Receber 10.800,00 
e) D Receita de Financiamento de Vendas 10.800,00 
C Duplicatas a Receber 10.800,00 
230. (CESGRANRIO/LIQUIGÁS/Contabilidade/2012) Admita para todos os efeitos que uma sociedade 
anônima de grande porte, do ramo comercial que compra e vende equipamentos pesados, vendeu a prazo 
um desses equipamentos, para recebimento a longo prazo, nas seguintes condições: 
• data da venda: 31 de dezembro de 2010 
• valor da venda a prazo: R$ 72.450,00 
• condições da venda: quitação em uma só parcela ao final de 24 meses 
• taxa de juros: 2% ao mês 
• taxa de juros para 24 meses: capitalizada a juros compostos 61% 
Considerando exclusivamente as informações recebidas, a boa técnica contábil e as determinações 
vigentes para a avaliação dos ativos de longo prazo, qual é, em reais, o valor líquido desse direito a 
receber, representado pelo saldo contábil evidenciado no Ativo Não Circulante / Ativo Realizável a Longo 
Prazo / Duplicatas a Receber, no balanço elaborado na data da operação, em 31 de dezembro de 2010? 
a) 27.450,00 
b) 28.255,50 
c) 44.194,50 
d) 45.000,00 
e) 71.001,00 
231. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contabilidade/2011) Os itens monetários classificados no Ativo, 
decorrentes de operações prefixadas, com taxas de juros explícitas, devem ser expressos a valor presente 
nas demonstrações contábeis. 
No cálculo deste valor presente deve ser utilizada a taxa de juros vigente na data da(o) 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 104 
 
a) competência do ativo 
b) origem da transação 
c) elaboração das demonstrações contábeis 
d) vencimento do ativo 
e) término da transação. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 105 
 
CPC 15 - Fusão, Cisão e Incorporação de 
Empresas 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
232. (FCC/ISS-SP/Auditor/2012) Na combinação de negócios, o adquirente deve mensurar os ativos 
identificáveis adquiridos pelos seus respectivos 
A) custos históricos corrigidos na data de aquisição. 
B) valores justos da data de aquisição. 
C) valores justos do último balanço patrimonial anterior à aquisição. 
D) valores de liquidação. 
E) custos históricos. 
233. (FCC/TRF-5ª Região/Analista Contábil/2008) A Cia. A possui ações da Cia. B e as assembleias gerais 
das duas sociedades aprovaram a incorporação da Cia. B pela Cia. A, com base nos seguintes balanços 
patrimoniais: 
 
No decorrer do exercício, a Cia. B vendeu R$ 80.000,00 de mercadorias para a Cia. A pelo preço de custo, 
cujo pagamento não tinha sido efetuado pela investidora até o final do exercício. Após a operação de 
incorporação, que foi feita com base nos valores contábeis, o valor total do Ativo da Cia. A passou a ser 
A) 2.290.000,00 
B) 2.210.000,00 
C) 2.130.000,00 
D) 2.090.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 106 
 
E) 2010.000,00 
 
 
234. (FCC/Metro-SP/Analista Trainee/Contabilidade/2008) Fusão é a operação na qual 
A) duas ou mais companhias se juntam com o objetivo de submeterem-se à concorrência para execução de 
um bem ou serviço público, ficando cada uma responsável por determinada parcela da obra a ser 
executada. 
B) uma sociedade absorve o patrimônio de outra, sucedendo-lhe os direitos e obrigações. 
C) uma sociedade realiza seus ativos, paga seus passivos e restitui o capital a seus sócios ou acionistas. 
D) uma sociedade transfere parcelas de seu patrimônio para outra que lhe sucederá em todos os direitos e 
obrigações. 
E) duas ou mais companhias se unem para formar uma sociedade nova, que lhes sucederá em todos os 
direitos e obrigações. 
235. (FCC/TRF-2ª Região/Analista Contábil/2008) De acordo com a Lei no 6404/76, a operação pela qual 
uma companhia transfere parcelas de seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para esse 
fim ou já existentes, é denominada deA) incorporação. 
B) fusão. 
C) cisão. 
D) dissolução. 
E) encampação. 
236. (FCC/CEAL/Contador/2005) A fusão é uma operação em que 
A) uma companhia transfere parcelas de seu patrimônio para uma ou mais companhias, já existentes ou 
criadas para tal fim. 
B) duas ou mais companhias se unem para formar uma nova que lhes sucederá em todos os direitos e 
obrigações. 
C) a companhia muda seu objeto social com a finalidade de obtenção de créditos incentivados. 
D) uma companhia absorve o patrimônio de outra, sucedendo-lhe em todos seus direitos e obrigações. 
E) uma companhia se une a uma ou mais companhias com a finalidade de participar da concorrência em 
uma obra pública. 
237. (FCC/CEAL/Contador/2005)A Cia. Alpha incorporou a Cia. Beta, da qual detinha 30% das ações. Os 
balanços patrimoniais das duas companhias estão reproduzidos abaixo. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 107 
 
 
Supondo-se que a incorporação seja feita pelos valores contábeis, o patrimônio líquido da Cia. Alpha, após 
a operação, corresponderá (em R$) a 
A) 500 000,00 
B) 600 000,00 
C) 605 000,00 
D) 705 000,00 
E) 750 000,00 
238. (FCC/ISS-SP/Auditor/2007) Em relação aos aspectos fiscais dos processos de reorganização e 
reestruturação de empresas, é correto afirmar que 
A) apenas as sociedades extintas nos processos de incorporação, fusão e cisão terão que apresentar 
declaração de informações da pessoa jurídica e tributar o lucro correspondente. 
B) a incorporadora poderá compensar os prejuízos fiscais da incorporada, observando o limite de redução 
de 30% do lucro real, antes de tal compensação. Há uma exceção, que veremos a seguir. 
C) a sociedade cindida parcialmente não mais terá direito a compensar seus prejuízos fiscais, devendo dar 
baixa dos mesmos na parte B do LALUR. 
D) as sociedades resultantes da cisão total de uma companhia terão direito de compensar os prejuízos 
fiscais da sucedida na proporção do acervo líquido recebido por cada uma. 
E) a reserva de reavaliação terá na sucessora o mesmo tratamento tributário que teria na sucedida. 
239. (FCC/SEFAZ PI/ATE/2015) O valor do Patrimônio Líquido da Cia. Bons Negócios, em determinada 
data, era R$ 36.000.000,00 e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era, na mesma 
data, R$ 45.000.000,00. A Cia. Investidora adquiriu, nesta data, 60% das ações da Cia. Bons Negócios por 
R$ 33.000.000,00. 
Sabendo que a Cia. Investidora passou a deter o controle da Cia. Bons Negócios e que a participação dos 
não controladores é mensurada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos 
identificáveis da Cia. Bons Negócios, os valores reconhecidos no grupo Investimentos (no balanço 
individual da Cia. Investidora) e no grupo Intangíveis (no balanço consolidado) foram, respectivamente, em 
reais: 
A) 21.600.000,00 e 11.400.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 108 
 
B) 33.000.000,00 e 6.000.000,00 
C) 33.000.000,00 e 11.400.000,00 
D) 27.000.000,00 e 0,00 (zero) 
E) 27.000.000,00 e 18.000.000 
240. (FCC/TRT 6/Contabilidade/2012) A Cia. Investidora adquiriu 90% das ações da Cia. Gama por R$ 
5.000.000,00. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Gama era de R$ 3.500.000,00 e o valor 
justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da Cia. era de R$ 4.500.000,00. Com base nessas 
informações e sabendo que a Participação dos Não Controladores é avaliada pela parte que lhes cabe no 
valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da adquirida, o valor do ágio pago pela Cia. 
Investidora em função de rentabilidade futura foi, em reais, 
A) 1.850.000 
B) 1.500.000 
C) 1.000.000 
D) 950.000 
E) 500.000 
CESPE 
Julgue os itens subsequentes, relativos à fusão, cisão e incorporação de empresas. 
241. (CESPE/TJ-AC/Contador/2012) Na operação de incorporação, apenas o passivo (obrigações) será 
absorvido pela empresa incorporadora. 
242. (CESPE/TJ-AC/Contador/2012) Considere que as empresas ALFA e BETA têm, respectivamente, R$ 
20 milhões e R$ 10 milhões em ativos, e R$ 10 milhões e R$ 8 milhões em passivos. Nesse caso, se ocorrer 
um operação de fusão dessas duas empresas, o patrimônio líquido da nova empresa será de R$ 12 
milhões. 
Considerando os princípios fundamentais de contabilidade, os pronunciamentos contábeis do CPC, a Lei 
n.º 6.404/1976, alterações posteriores e legislação complementar, assinale a opção correta. 
243. (CESPE/TJ-AL/Analista contabilidade/2012 - adaptada) Em uma operação de incorporação, as 
empresas envolvidas são extintas para dar lugar a uma nova sociedade e, na operação de fusão, a empresa 
controladora absorve a(s) empresa(s) controlada(s) ou coligada(s), fazendo com que deixe(m) de existir. 
244. (CESPE/TJ-AL/Analista contabilidade/2012 - adaptada) A cisão é a operação em que a empresa 
cindida pode ser extinta ou continuar existindo com patrimônio inferior, gerando uma ou mais empresas 
com ativos e passivos transferidos para nova entidade. 
Julgue os itens a seguir, a respeito de fusão, incorporação e cisão de empresas. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 109 
 
245. (CESPE/TJ-RR/Contador/2012) Se a companhia X deixa de existir ao transferir seu patrimônio para a 
companhia Y, já existente, e para as companhias Z e W, que foram constituídas especialmente para esse 
fim, diz-se que ocorreu um processo de fusão total de empresas. 
246. (CESPE/TJ-RR/Contador/2012) Considere que as sociedades empresariais Alfa e Beta, que atuam no 
mesmo ramo de negócios e estão sob controle acionário comum, não tenham nenhuma participação de 
uma na outra, e que, em um processo de incorporação envolvendo essas empresas, a sociedade Alfa tenha 
efetuado corretamente um lançamento contábil, debitando a conta transitória conta de incorporação e 
creditando ativos circulantes e ativos não circulantes. Nesse caso, a sociedade Alfa é a incorporadora e 
Beta, a incorporada. 
Julgue os itens subsequentes, relativos às operações de transformação, conforme a legislação societária 
247. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) A incorporação, fusão ou cisão podem ser 
operadas apenas entre sociedades de tipos iguais. 
248. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) Em uma operação de incorporação, a empresa 
incorporada é absorvida por outra, a incorporadora, que lhe sucede somente em todas as obrigações. 
249. (CESPE/Banco da Amazônia/Contabilidade/2010) Em caso de fusão de companhia emissora de 
debêntures em circulação, uma assembleia de debenturistas, convocada especialmente para esse fim, 
deverá aprovar previamente a transformação. 
Quanto aos processos de fusão, cisão e incorporação previstos na Lei n.º 6.404/1976, julgue o seguintes 
item. 
250. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) A incorporação, fusão ou cisão podem ser operadas entre 
sociedades de tipos iguais ou diferentes. 
No tocante aos processos de concentração e desdobramento de sociedades e à consolidação das 
demonstrações contábeis, julgue os itens que se seguem. 
251. (CESPE/SEGER-ES/Analista - Ciências Contábeis/2007) Na incorporação, não há criação de nova 
sociedade; na fusão, obrigatoriamente, se cria uma nova sociedade; na cisão, pode ou não haver criação de 
nova sociedade. 
Sobre fusão, cisão e incorporação de empresas, julgue os seguintes itens. 
252. (CESPE/SEBRAE/Analista Contábil/2007) Extinguem-se, na fusão, todas as sociedades que se uniram; 
na incorporação, somente as incorporadas; na cisão, a cindida, no caso de cisão total. 
253. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) 
valor da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida R$299.700 
valor justo dos ativos identificáveis R$ 495.500 
custo histórico corrigido dos ativos identificáveis R$ 490.300 
valor justo dos passivos assumidos R$ 195.800 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 110 
 
Considerando os dados da tabela acima, julgue o item subsequente a respeito da combinação de negócios, 
fusão, incorporação e cisão. 
O goodwill identificado na operação é zero. 
254. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Considerando os dados da tabela abaixo, julgue o item 
subsequente a respeito da combinação de negócios, fusão, incorporação e cisão. 
valor da contraprestação transferida em troca do controle da adquirida R$ 299.700 
valor justo dos ativos identificáveis R$ 495.500 
custo histórico corrigido dos ativos identificáveis R$ 490.300 
valor justo dos passivos assumidos R$ 195.800 
 
O valor dos ativos líquidos a ser considerado para o cálculo do goodwill é de R$ 495.500,00. 
255. (CESPE/ANATEL/Contabilidade/2014) Em relação à consolidação das demonstrações contábeis e 
demonstrações separadas, julgue o item a seguir. 
 O goodwill decorrente de aquisição de uma controlada será classificado como uma conta do grupo ativo 
não circulante, subgrupo investimentos, quando a empresa controladora apresentar balanços 
consolidados. 
256. (CESPE/SUFRAMA/Contabilidade/2014) Acerca dos itens tratados nos pronunciamentos técnicos do 
Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), julgue o item a seguir. 
Na aquisição de um investimento em controlada, o ágio como fundamentado em rentabilidade futura 
(goodwill) é parte do valor contábil do investimento, vedada a sua amortização. 
257. (CESPE/MPU/2010) A mensuração, o registro e a avaliação de componentes patrimoniais obedecem 
a normas específicas. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir. 
O ágio por rentabilidade futura (goodwill) é determinado pela diferença positiva entre a soma do valor da 
contraprestação transferida em troca do controle da adquirida (mensurada a valor justo) e o valor justo 
dos ativos líquidos identificáveis na adquirida. 
Outras Bancas 
258. (CESGRANRIO/EPE/AGC-Contabilidade/2010) Sobre os conceitos de transformações societárias, 
analise as afirmações a seguir. 
I - Fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova, que a elas 
sucederá em todos os direitos e obrigações. 
II - Quando uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que a elas sucede em todos os direitos e 
obrigações, ocorre a cisão total. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 111 
 
III - A incorporação é a operação pela qual a sociedade passa, independente de dissolução e liquidação, de 
um tipo para outro. 
Está correto o que se afirma em 
A) I, apenas. 
B) II, apenas. 
C) III, apenas. 
D) II e III, apenas. 
E) I, II e III. 
259. (CESGRANRIO/PETROBRAS/Auditor Jr./2010) De acordo com a legislação societária atual, existem 
três tipos de operação que possibilitam a reorganização da estrutura de uma empresa, seja por 
crescimento, mudança de ramo, planejamento fiscal, ou necessidade de caixa, entre outros. Essas 
operações são: incorporação, cisão e fusão. 
A incorporação é caracterizada por ser a operação pela qual 
A) duas ou mais Sociedades se unem para formar uma Sociedade nova que a elas sucederá em todos os 
direitos e obrigações. 
B) duas ou mais Companhias se unem para combinação dos preços de seus produtos e domínio do 
mercado consumidor. 
C) uma ou mais Sociedades são absorvidas por outra, que a elas sucede em todos os direitos e obrigações. 
D) uma Companhia transfere parcelas do seu patrimônio para uma ou mais Sociedades constituídas para 
esse fim, ou já existentes. 
E) uma empresa familiar resolve abrir capital, colocando parte de seu patrimônio para ser negociado na 
bolsa de valores. 
260. (INSTITUTO MOVENS/DNPM/Contabilidade/2010) Os balanços a seguir apresentam a situação 
patrimonial das Companhias A e B. 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 112 
 
Considerando que a Companhia C resultará do processo de fusão entre os saldos contábeis das empresas A 
e B, apresentados acima, assinale a opção correta. 
A) O valor inicial do patrimônio líquido da Companhia C será de R$10.700,00. 
B) O saldo inicial da conta Depreciação acumulada, na contabilidade da nova companhia, será de 
R$3.100,00. 
C) O valor inicial do passivo circulante da Companhia C será de R$400,00. 
D) Os saldos contábeis iniciais da nova empresa serão idênticos ao da empresa com maior patrimônio 
líquido. 
E) O valor inicial do ativo não circulante da nova companhia será de R$2.900,00. 
261. (FBC/CFC/Exame de Suficiência/2014 - 1) Uma sociedade empresária adquiriu o controle de duas 
outras sociedades durante o ano de 2013. 
Na aquisição do controle da sociedade “A”, foi apurado um ágio por expectativa de rentabilidade futura -
 goodwill no valor de R$2.000.000,00. 
Na aquisição do controle da sociedade “B”, foi apurada uma compra vantajosa no valor de R$200.000,00. 
O registro contábil dos valores apurados irá gerar: 
um aumento de R$2.000.000,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$200.000,00 no Resultado do 
Período. 
 b) um aumento de R$2.200.000,00 no Ativo Não Circulante. 
c) uma redução de R$1.800.000,00 no Resultado do Período. 
d) uma redução de R$2.000.000,00 no Ativo Não Circulante e um aumento de R$200.000,00 no Resultado 
do Período. 
262. (FBC/CFC/Exame de Suficiência/2012 – 1) A Sociedade Investidora A adquiriu 100% do Capital da 
Sociedade Investida B, por R$1.000.000,00 pagos em dinheiro. Na data da aquisição, o valor líquido dos 
ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos da Sociedade Investida B, mensurados de acordo 
com a NBC TG 15 – Combinações de Negócios, somava R$1.200.000,00. Na mesma data, o saldo contábil 
do Patrimônio Líquido da Sociedade Investida B era de R$800.000,00. 
Como resultado desta combinação de negócios, a Sociedade Investidora A deverá registrar: 
um Ágio por expectativa de rentabilidade futura – goodwill – de R$200.000,00, em conta do Ativo Não 
Circulante. 
 b) uma compra vantajosa de R$200.000,00 em conta do Ativo Não Circulante. 
 c) um Ágio por expectativa de rentabilidade futura – goodwill – de R$200.000,00, no resultado do 
período. 
 d) uma compra vantajosa de R$200.000,00 no resultado do período. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 113 
 
CPC 16 – Estoques 
 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
263. (FCC/TRF 1ª Região/Analista Judiciário/2011) Em relação ao tratamento dos estoques, é correto 
afirmar que 
(A) todos os tipos de estoques, independentemente da forma ou uso, quando evidenciados no balanço, 
devem estar mensurados pelo valor realizável líquido. 
(B) aos custos dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços, 
produzidos e segregados para projetos específicos, devem ser atribuídos valores pelo método Primeiro a 
Entrar, Primeiro a Sair (PEPS). 
(C) a prática de reduzir o valor de custo dos estoques (write down) para o valor realizável líquido é 
consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores 
àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso. 
(D) o custo dos estoques de prestador de serviços deve incluir as margens de lucro e os gastos gerais não 
atribuíveis que são frequentemente incluídos nos preços cobrados pelos prestadores de serviços. 
(E) o custo de aquisição dos estoques,em conformidade com o estabelecido nas normas contábeis atuais, 
compreende o preço de compra, os impostos de importação, os tributos, recuperáveis ou não, demais 
gastos atribuíveis à aquisição de produtos acabados, os materiais e serviços, os descontos comerciais, os 
abatimentos e outros itens semelhantes inerentes ao processo de realização. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
264. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 30/12/2013, uma empresa localizada em Cuiabá possuía 
em seu estoque vinte unidades do produto YMM. O estoque estava avaliado a R$ 4.000,00. O produto era 
vendido em Brasília e, na data, o preço de venda unitário era de R$ 190,00. Pelo transporte dos produtos 
até Brasília, a empresa deveria pagar R$ 60,00. Além disso, a empresa pagava comissão de 10% do preço 
de venda aos vendedores. Em 31/12/2013, o estoque de YMM deve estar contabilizado no balanço 
patrimonial da empresa por 
(A) R$ 2.220,00. 
(B) R$ 3.360,00. 
(C) R$ 3.740,00 
(D) R$ 3.800,00. 
(E) R$ 4.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 114 
 
265. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2011) De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade, no que 
tange à avaliação dos estoques (Res. CFC 1.170, atualizada pela Resolução 1.273/10), assinale a alternativa 
incorreta. 
(A) Os estoques compreendem bens adquiridos e destinados à venda, incluindo, por exemplo, mercadorias 
compradas por um varejista para revenda ou terrenos e outros imóveis para revenda. 
(B) O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e 
outros tributos (exceto os recuperáveis perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, 
manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. 
Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do 
custo de aquisição. 
(C) A alocação de custos fixos indiretos de fabricação às unidades produzidas deve ser baseada na 
capacidade normal de produção. A capacidade normal é a produção média que se espera atingir ao longo 
de vários períodos em circunstâncias normais; com isso, leva-se em consideração, para a determinação 
dessa capacidade normal, a parcela da capacidade total não utilizada por causa de manutenção preventiva, 
de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade. O nível real de 
produção pode ser usado se aproximar-se da capacidade normal. Como consequência, o valor do custo fixo 
alocado a cada unidade produzida não pode ser aumentado por causa de um baixo volume de produção ou 
ociosidade. 
(D) Outras formas para mensuração do custo de estoque, tais como o custo-padrão ou o método de varejo, 
podem ser usadas por conveniência se os resultados se aproximarem do custo. 
(E) O custo dos estoques deve ser atribuído pelo custo médio ponderado, em detrimento do PEPS e do 
UEPS, consoante a estabilização da economia brasileira e o disposto na norma acima. 
266. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Expec comercializa projetores multimídia e, no início do mês de 
janeiro de 20x4, tinha um estoque de 25 unidades ao custo unitário de R$1.100. Durante esse mês foram 
realizadas as seguintes movimentações: 
03/01 – Compra a prazo de seis unidades a R$1.180 cada uma; 
07/01 – Devolução de uma das unidades adquiridas na compra anterior, por defeito; 
09/01 – Venda à vista de treze unidades, pelo preço unitário de R$2.150; 
16/01 – Compra à vista de sete unidades pelo valor unitário de R$1.150; 
21/01 – Venda a prazo de dezesseis unidades, pelo preço unitário de R$2.100. 
Considerando apenas as informações apresentadas, após os registros no controle de estoque durante o 
mês de janeiro de 20x4 na Cia. Expec, é correto afirmar que: 
(A) o custo médio ponderado apresentou o menor custo das mercadorias vendidas; 
(B) o custo da venda do dia 09/01, pelo método UEPS, foi R$14.300; 
(C) pelo método PEPS, o custo da venda do dia 21/01 foi R$ 17.950; 
(D) a devolução da compra do dia 07/01 não afetou o custo médio dos estoques; 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 115 
 
(E) o uso do método UEPS implica menor valor do estoque final de mercadorias. 
267. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Recife/2014) Uma loja de bolas apresentava, em 31/12/2013, estoque inicial 
de trinta unidades, contabilizadas a R$ 40,00 cada. No mês de janeiro, a loja comprou vinte bolas ao 
mesmo valor e vendeu quarenta unidades a R$ 60,00 cada. Além disso, concedeu abatimento de 10%. 
 O custo das mercadorias vendidas em janeiro de 2014 foi de 
a) R$ 400,00. 
b) R$ 800,00. 
c) R$ 1.600,00. 
d) R$ 2.000,00. 
e) R$ 2.400,00. 
268. (FGV/Contador/Caruaru/2015) Em 31/12/2013, a Cia. Z adquiriu 60 unidades da boneca baby por R$ 
1.800,00. Na compra, ela incorreu em R$ 120,00 de frete. Além disso, adquiriu uma nova estante para 
expor as bonecas por R$ 240,00, contratou um profissional para elaborar a publicidade das bonecas, cujos 
honorários foram de R$ 480,00 e um vitrinista para arrumá-las, com honorários de R$ 600,00. 
Em 10/01/2014, as bonecas baby começaram a ser comercializadas por R$ 60,00 cada. 
Dois terços das bonecas foram vendidos no mês de janeiro. No entanto, em 01/02/2014, uma nova boneca 
foi introduzida no mercado, de modo que a baby passou a ser vendida por R$ 35,00. Em fevereiro cinco 
bonecas baby foram vendidas. 
Em 28/02/2014 o estoque total de bonecas baby estava contabilizado a 
a) R$ 450,00. 
b) R$ 480,00. 
c) R$ 525,00. 
d) R$ 540,00. 
e) R$ 810,00. 
CESPE 
269. (CESPE/Polícia Federal/Contador/2013) Uma empresa comercial adquiriu, a prazo, mercadorias para 
revenda. O preço à vista dessas mercadorias, à época da transação, era de R$ 200.000,00. Por se tratar de 
uma compra a prazo, a empresa adquirente acabou se comprometendo a pagar R$ 210.000,00 pelas 
mercadorias. Nessa situação, conforme o regime de competência, o procedimento contábil correto a ser 
adotado pela adquirente para o registro contábil da diferença entre o preço à vista e o preço a prazo das 
mercadorias é reconhecer tal valor como despesa financeira durante o período do financiamento 
concedido pelo fornecedor. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 116 
 
Questões Inéditas 
270. (Questão inédita) Com base no CPC 16 – Estoques e no que diz respeito à doutrina sobre o assunto, 
marque a alternativa correta: 
a) Os estoques podem ser compostos apenas de ativos tangíveis. 
b) O importante para determinar se um item integra o estoque é a sua posse. 
c) Os estoques devem ser classificados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o 
menor. 
d) As expressões valor realizável líquido e valor justo são necessariamente sinônimas. 
e) O valor de custo dos estoques deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, exceto 
outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. 
271. (Questão inédita) Analise os itens a seguir: 
I) Os ativos mantidos para venda no curso normal dos negócios são considerados estoques; 
II) Os ativos em processo de produção para venda não são considerados estoques; e 
III) Os ativos na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de 
produção ou na prestação de serviços também se encaixam no conceito de estoque. 
Assinale a alternativa correta: 
Apenas o item I está correto. 
Apenas o item II está correto. 
Os itens I, II e III estão corretos. 
O item III está incorreto. 
I e III estão corretos. 
272. (Questão inédita) Analise as assertivas a seguir e assinale a resposta incorreta: 
a) O custo dos estoques de itens que não são normalmente intercambiáveis e de bens ou serviços 
produzidose segregados para projetos específicos deve ser atribuído pelo uso da identificação específica 
dos seus custos individuais. 
b) Ao custo dos estoques deve ser atribuído pelo uso do critério Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair (PEPS) ou 
pelo critério do custo médio ponderado. Uma entidade deve usar o mesmo critério de custeio para todos 
os estoques que tenham uma natureza e um uso semelhantes para a entidade. Para os estoques que 
tenham outra natureza ou uso, poderão justificar-se diferentes critérios de valoração. 
c) Os estoques usados num segmento de negócio podem ter um uso para a entidade diferente do mesmo 
tipo de estoques usados num outro segmento de negócio. Porém, uma diferença na localização geográfica 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 117 
 
dos estoques (ou nas respectivas normas fiscais), por si só, não é suficiente para justificar o uso de 
diferentes critérios de valoração dos estoques. 
d) O critério PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) pressupõe que os itens de estoque que foram 
comprados ou produzidos por último sejam vendidos em primeiro lugar e, consequentemente, os itens 
que permanecerem em estoque no fim do período sejam os mais recentemente comprados ou produzidos. 
e) Pelo critério do custo médio ponderado, o custo de cada item é determinado a partir da média 
ponderada do custo de itens semelhantes no começo de um período e do custo dos mesmos itens 
comprados ou produzidos durante o período. A média pode ser determinada numa base periódica ou à 
medida que cada lote seja recebido, dependendo das circunstâncias da entidade. 
273. (Questão inédita) Julgue os itens seguinte: 
I. O custo dos estoques pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se se tornarem 
total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. O custo dos estoques 
pode também não ser recuperável se os custos estimados de acabamento ou os custos estimados a serem 
incorridos para realizar a venda tiverem aumentado. A prática de reduzir o valor de custo dos estoques 
para o valor realizável líquido é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser 
escriturados por quantias superiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso. 
Essa prática é também conhecida como write down. 
II. Os estoques são geralmente reduzidos para o seu valor realizável líquido em agrupamento de unidades 
semelhantes ou relacionadas. 
III. Os materiais e outros bens de consumo mantidos para uso na produção de estoques ou na prestação de 
serviços serão reduzidos abaixo do custo mesmo se for previsível que os produtos acabados em que eles 
serão incorporados ou os serviços em que serão utilizados sejam vendidos pelo custo ou acima do custo. 
IV - Quando os estoques são vendidos, o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como uma 
despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida. 
A quantidade de itens corretos é: 
a) 0; 
b) 1; 
c) 2; 
d) 3; 
e) 4. 
Outras Bancas 
274. (FUNDATEC/Auditor/CAGE/RS/2014.1)Desconsiderando os tributos envolvidos nas operações de 
compra e venda de mercadorias e que foi utilizado o método de controle permanente de estoques com 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 118 
 
avaliação pelo custo médio ponderado, observe as seguintes transações ocorridas no estoque da empresa 
Repaport Ltda. 
Compras 
Em 05 de outubro de 2013, 150 unidades a R$ 8,00 cada. 
Em 18 de outubro de 2013, 60 unidades a R$ 11,00 cada. 
Vendas 
Em 15 de outubro de 2013, 120 unidades por R$ 12,00 cada. 
Sabendo-se que em 30 de setembro de 2013 havia 100 unidades em estoque a um custo total de R$ 
500,00, é correto afirmar que o custo das mercadorias vendidas em outubro foi de: 
a) 660,00. 
b) 816,00. 
c) 884,00. 
d) 1.544,00. 
e) 1.700,00. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 119 
 
CPC 18 – Investimento em Coligada e em 
Controlada 
 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
275. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal/2018) Com base nestas informações, o valor que a Cia. Brasileira 
reconheceu na conta Investimentos em Coligadas, no Balanço Patrimonial individual de 31/12/2016, e o 
valor do ágio que foi pago na aquisição foram, respectivamente, em reais, 
(A) 7.000.000,00 e 3.000.000,00. 
(B) 4.000.000,00 e 1.000.000,00. 
(C) 7.000.000,00 e 1.000.000,00. 
(D) 4.000.000,00 e 3.000.000,00. 
(E) 6.000.000,00 e 1.000.000,00. 
276. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal/2018) O impacto reconhecido na Demonstração do Resultado 
individual de 2017 da Cia. Brasileira, referente ao investimento na Cia. Francesa, foi, em reais, 
(A) 167.000,00. 
(B) 126.800,00. 
(C) 120.000,00. 
(D) 180.000,00. 
(E) 186.800,00. 
277. (FCC/ISS TERESINA/2016) No dia 30/04/2015, a empresa Sempre Comprando S.A. adquiriu 80% das 
ações da empresa Perspectiva S.A. por R$ 80.000.000,00 e passou a deter controle sobre esta. O valor pago 
corresponde a 80% do valor justo líquido dos ativos e passivos adquiridos pela empresa Sempre 
Comprando S.A. No ano de 2015, a empresa Perspectiva S.A. apurou um lucro líquido de R$ 24.000.000,00. 
Os valores evidenciados no Balanço Patrimonial de 31/12/2015 e na Demonstração do Resultado do ano 
de 2015, nas demonstrações contábeis individuais da empresa Sempre Comprando S.A., foram, 
respectivamente, em reais, 
(A) Investimentos = 80.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 0. 
(B) Dividendos a Receber = 19.200.000,00 e Resultado de Participação Societária = 19.200.000,00. 
(C) Investimentos = 99.200.000,00 e Resultado de Participação Societária = 19.200.000,00. 
(D) Dividendos a Receber = 24.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 24.000.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 120 
 
(E) Investimentos = 104.000.000,00 e Resultado de Participação Societária = 24.000.000,00. 
278. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) A Cia. Mineira adquiriu, em 31/12/2013, 90% das ações da Cia. 
Montanhosa por R$ 12.600.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da 
aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Montanhosa era R$ 10.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos 
e passivos identificáveis desta Cia. era R$ 12.000.000,00, sendo a diferença entre os valores decorrente da 
atualização do valor de um terreno que a Cia. Montanhosa havia adquirido em 2011. A participação dos 
acionistas não controladores na Cia. Montanhosa foi avaliada pela parte que lhes cabe no valor justo 
líquido dos ativos e passivos identificáveis da empresa. 
No período de 01/01/2014 a 31/12/2014, a Cia. Montanhosa reconheceu as seguintes mutações em seu 
Patrimônio Líquido: 
Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 
Distribuição de dividendos: R$ 300.000,00 
Ajustes acumulados de conversão de investida no exterior: R$ 150.000,00 (credor) 
O valor que a Cia. Mineira reconheceu em seu Balanço Patrimonial individual como investimentos em 
Controladas na data da aquisição da Cia. Montanhosa foi, em reais, 
A) 9.000.000,00. 
B) 10.000.000,00. 
C) 10.800.000,00 
D) 12.000.000,00. 
E) 12.600.000,00. 
279. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) A Cia. Mineira adquiriu, em 31/12/2013, 90% das ações da Cia. 
Montanhosa por R$ 12.600.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da 
aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Montanhosa era R$ 10.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos 
e passivos identificáveis desta Cia. era R$ 12.000.000,00, sendo a diferença entre os valores decorrente da 
atualização do valor de um terreno que a Cia. Montanhosa havia adquirido em 2011. A participação dos 
acionistas não controladores na Cia. Montanhosafoi avaliada pela parte que lhes cabe no valor justo 
líquido dos ativos e passivos identificáveis da empresa. 
No período de 01/01/2014 a 31/12/2014, a Cia. Montanhosa reconheceu as seguintes mutações em seu 
Patrimônio Líquido: 
Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 
Distribuição de dividendos: R$ 300.000,00 
Ajustes acumulados de conversão de investida no exterior: R$ 150.000,00 (credor) 
Sabendo que não há resultados não realizados entre a controladora e a controlada, a variação positiva 
reconhecida, em 2014, na Demonstração do Resultado individual da Cia. Mineira referente ao 
Investimento na Cia. Montanhosa foi, em reais, 
A) 900.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 121 
 
B) 630.000,00. 
C) 700.000,00. 
D) 270.000,00. 
E) 765.000,00. 
280. (FCC/SEFAZ PI/ATE/2015) O valor do Patrimônio Líquido da Cia. Bons Negócios, em determinada 
data, era R$ 36.000.000,00 e o valor justo líquido dos seus ativos e passivos identificáveis era, na mesma 
data, R$ 45.000.000,00. A Cia. Investidora adquiriu, nesta data, 60% das ações da Cia. Bons Negócios por 
R$ 33.000.000,00. 
Sabendo que a Cia. Investidora passou a deter o controle da Cia. Bons Negócios e que a participação dos 
não controladores é mensurada pela parte que lhes cabe no valor justo líquido dos ativos e passivos 
identificáveis da Cia. Bons Negócios, os valores reconhecidos no grupo Investimentos (no balanço 
individual da Cia. Investidora) e no grupo Intangíveis (no balanço consolidado) foram, respectivamente, em 
reais: 
A) 21.600.000,00 e 11.400.000,00 
B) 33.000.000,00 e 6.000.000,00 
C) 33.000.000,00 e 11.400.000,00 
D) 27.000.000,00 e 0,00 (zero) 
E) 27.000.000,00 e 18.000.000,00 
281. (FCC/TCM GO/ACE/2015) A empresa Participa em Tudo S.A. adquiriu, em 02/01/2013, uma 
participação societária de 60% na Cia. Vendida S.A., passando a deter o seu controle. O Patrimônio Líquido 
contábil da Cia. Vendida S.A. era R$ 50.000.000,00 na data da aquisição e a Participa em Tudo S.A. pagou 
R$ 36.000.000,00 pela participação adquirida. O valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da 
Cia. Vendida S.A., em 02/01/2013, era R$ 60.000.000,00 e a diferença para o seu Patrimônio Líquido 
contábil se referia ao valor justo de um terreno que estava registrado pelo valor de custo. No ano de 2013, 
a Cia. Vendida S.A. apurou um lucro líquido de R$ 8.000.000,00 e sabe-se que o terreno não foi vendido. 
Nas demonstrações contábeis individuais da empresa Participa em Tudo S.A., o valor do Resultado de 
Participação apresentado na Demonstração do Resultado do ano de 2013 e o valor do investimento 
apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foram, respectivamente, em reais, 
A) 8.000.000,00 e 38.000.000,00. 
B) 4.800.000,00 e 40.800.000,00. 
C) 4.800.000,00 e 34.800.000,00. 
D) 8.000.000,00 e 44.000.000,00. 
E) 0,00 e 30.000.000,00. 
282. (FCC/CNMP/Contabilidade/2015) O Patrimônio Líquido contábil da Empresa Riacho Fundo S.A., em 
31/12/2012, era R$ 10.000.000,00. A Cia. Grande Rio adquiriu, em 31/12/2012, 40% das ações da Empresa 
Riacho Fundo S.A., pagando à vista o valor de R$ 6.000.000,00 e passando a ter influência significativa 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 122 
 
sobre a empresa investida. Sabe-se que na data da aquisição das ações, o valor justo líquido dos ativos e 
passivos identificáveis da Empresa Riacho Fundo S.A. era R$ 12.000.000,00, e a diferença para o 
Patrimônio Líquido contábil decorre do valor contabilizado pelo custo e o valor justo de um terreno. 
No período de 01/01/2013 a 31/12/2013, a Empresa Riacho Fundo S.A. reconheceu as seguintes mutações 
em seu Patrimônio Líquido: 
− Lucro líquido de 2014: ................................... R$ 900.000,00 
− Pagamento de dividendos: ................................ R$ 200.000,00 
Com base nestas informações, o valor reconhecido em investimentos em Coligadas, no Balanço 
Patrimonial individual da Cia. Grande Rio, em 31/12/2014, foi, em reais, 
A) 4.280.000,00. 
B) 6.280.000,00. 
C) 5.080.000,00. 
D) 4.360.000,00. 
E) 6.360.000,00. 
283. (FCC/TCM RJ/2015) A Cia. Riacho Fundo adquiriu, em 31/12/2012, 60% das ações da Cia. Rio Raso 
por R$ 30.000.000,00 à vista. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido contábil da Cia. Rio Raso era R$ 
55.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis dessa Cia. era R$ 60.000.000,00. A 
diferença entre o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis e o valor do Patrimônio Líquido era 
decorrente da variação entre o valor contabilizado pelo custo e o valor justo de um terreno. 
No período de 01/01/2013 a 31/12/2013, a Cia. Rio Raso reconheceu as seguintes mutações em seu 
Patrimônio Líquido: 
− Lucro líquido de 2013: R$ 3.000.000,00 
− Pagamento total de dividendos distribuídos em 2013: R$ 1.000.000,00 
O valor reconhecido na conta Investimentos, no Balanço Patrimonial individual da Cia. Riacho Fundo, em 
31/12/2013, foi, em reais, 
A) 37.200.000,00. 
B) 31.200.000,00. 
C) 36.800.000,00. 
D) 34.200.000,00. 
E) 32.000.000,00. 
284. (FCC/TRT/Contabilidade/2015) A Cia. Horizonte adquiriu, em 31/12/2013, 80% das ações da Cia. 
Verdejante por R$ 16.000.000,00 à vista, passando a deter o controle da empresa adquirida. Na data da 
aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. Verdejante era R$ 18.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 123 
 
passivos identificáveis desta empresa era R$ 19.000.000,00. A diferença entre estes dois últimos valores foi 
decorrente da atualização do valor de um terreno que a Cia. Verdejante havia adquirido em 2012. 
 No exercício de 2014, a Cia. Verdejante reconheceu as seguintes mutações em seu Patrimônio Líquido: 
Lucro líquido: R$ 1.000.000,00 
Distribuição de dividendos: R$ 200.000,00 
Com base nestas informações e sabendo que não ocorreram resultados não realizados entre a 
controladora e a controlada, o valor evidenciado como Investimentos em Controladas, no Balanço 
Patrimonial individual da Cia. Horizonte de 31/12/2014, foi, em reais, 
A) 17.000.000,00 
B) 19.960.000,00 
C) 15.840.000,00 
D) 15.040.000,00 
E) 16.640.000,00 
285. (FCC/ISS-SP/Auditor Fiscal/2012) A empresa Alfa, sociedade anônima de capital aberto, possui 30% 
de participação no capital social de uma empresa coligada (empresa Gama). Durante o exercício financeiro 
de X1, a investida obteve Lucro Líquido de R$ 100.000,00, distribuiu Dividendos no valor de R$ 20.000,00 e 
teve o saldo da conta Ajuste de Avaliação Patrimonial aumentado em R$ 10.000,00. Em decorrência deste 
investimento, a empresa Alfa, em X1, 
(A) reconheceu receita de equivalência patrimonial no valor de R$ 30.000,00. 
(B) manteve o valor do investimento avaliado pelo custo de aquisição. 
(C) teve uma variação no saldo da conta Investimento em Coligadas referente à empresa Gama de R$ 
24.000,00. 
(D) reconheceu receita de dividendos no valor de R$ 6.000,00. 
(E) teve seu patrimônio líquido aumentado em R$ 30.000,00. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
286. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A empresa Jogajunto possui uma 
participação de 40% na empresa Senjogo. Outros 15% do capital da Senjogo estão pulverizados nas bolsas 
de valores BM&F Bovespa e na de Nova York. Os demais 45% estão em posse do banco Investidolar. Desses 
45% da Investidolar, a Jogajunto possui uma opção de compra de 20% e que pode ser realizada a qualquer 
momento. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 124 
 
No ano de X1 a Senjogo obteve um lucro de R$ 100.000,00. Além disso, a Senjogo possui em seu estoque 
R$60.000,00 em mercadorias adquiridas da Jogajunto. No balancete da Jogajunto é possível encontrar os 
seguintes saldos 
Venda de Mercadorias 500.000 
Venda de Mercadorias para a Senjogo 60.000 
Total de Vendas 560.000 
Custo das Mercadorias Vendidas 380.000 
Custo das Mercadorias Vendidas para a Senjogo 45.000 
Total do CMV 425.000 
 
Considerando apenas as informações acima e desconsiderando qualquer efeito de impostos, o resultado 
de equivalência patrimonial é 
(A) R$ 34.000,00. 
(B) R$ 40.000,00. 
(C) R$ 45.000,00. 
(D) R$ 54.000,00. 
(E) R$ 25.000,00. 
287. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Industrial Iota tem uma participação de 25% no capital social da 
Comercial Kapa S.A., que é composto exclusivamente por ações ordinárias. Os demais investidores da 
Comercial Kapa S.A. são independentes do grupo econômico ao qual a Cia. Industrial Iota pertence. Em 
30/11/x1, a Cia. Industrial Iota vendeu produtos à Comercial Kapa S.A. por um total de R$1.000.000. 
Esses produtos tiveram um custo para a Cia. Industrial Iota de R$800.000. Até 31/12/x1, a Comercial Kapa 
S.A. havia vendido metade desses produtos a clientes que não eram partes relacionadas nem dela nem da 
Cia. Industrial Iota. Sabendo que essas transações não são tributadas, que não houve outras operações 
entre ambas as companhias durante x1, e que ao final desse exercício a Comercial Kapa S.A. obteve um 
lucro líquido de R$1.200.000, o efeito líquido no resultado da Cia. Industrial Iota de sua participação nos 
resultados de x1 da Comercial Kapa S.A. será de: 
(A) R$100.000; 
(B) R$200.000; 
(C) R$250.000; 
(D) R$275.000; 
(E) R$300.000. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 125 
 
288. (FGV/TCM SP/Contador/2015) A Cia. Industrial Lambda tem uma participação de 75% no capital 
social da Comercial Mi S.A., que é composto exclusivamente por ações ordinárias. Os demais investidores 
da Comercial Mi S.A. são independentes do grupo econômico ao qual a Cia. Industrial Lambda pertence. 
Em 30/11/x1, a Cia. Industrial Lambda vendeu produtos à Comercial Mi S.A. por um total de R$1.000.000. 
Esses produtos tiveram um custo para a Cia. Industrial Lambda de R$800.000. Até 31/12/x1, a Comercial 
Mi S.A. havia vendido metade desses produtos, por R$750.000, a clientes que não eram partes 
relacionadas nem dela nem da Cia. Industrial Lambda. Sabendo que essas transações não são tributadas e 
que não houve outras operações entre ambas as companhias durante x1, o efeito líquido das transações 
descritas no resultado consolidado do exercício de x1 da Cia. Industrial Lambda será de: 
(A) R$100.000; 
(B) R$200.000; 
(C) R$250.000; 
(D) R$350.000; 
(E) R$450.000. 
289. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Um investimento avaliado pelo método de custo deve: 
a) ter periodicamente seu valor justo mensurado e os ganhos ou perdas reconhecidos no resultado; 
b) com base na Lei nº 6.404/76, e suas alterações, ser baixado para resultado ou avaliado ao valor justo; 
c) ser avaliado por equivalência patrimonial; 
d) ter seu valor recuperável testado quando houver evidência de perda; 
e) ser ajustado pela deliberação sobre a distribuição de dividendos. 
290. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Uma empresa controladora possui uma controlada com 
patrimônio líquido negativo. A prática contábil aplicável nesse caso é: 
(A) deve reconhecer passivos contingentes e outras obrigações cabíveis nas demonstrações separadas; 
(B) nas demonstrações consolidadas, as controladas com patrimônio líquido igual a zero ou negativo não 
devem ser consolidadas por terem efeito nulo; 
(C) nas demonstrações individuais, deverá ser refletido o mesmo resultado líquido e o mesmo patrimônio 
líquido que são obtidos a partir das demonstrações consolidadas do grupo econômico; 
(D) quando a participação do investidor nos prejuízos do período se igualar ou exceder o saldo contábil de 
sua participação na investida, o investidor deve descontinuar o reconhecimento de sua participação em 
perdas futuras; 
(E) reduzir o investimento até zero e um passivo deve ser reconhecido somente na extensão em que o 
investidor tiver incorrido em obrigações legais. 
291. (FGV/Analista Contábil/DPE MT/2015) Em 31/12/2013, a Cia. “X” possuía 80% de participação da 
Cia. “Z”. Na data, as empresas apresentavam os seguintes balanços patrimoniais: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 126 
 
 Cia A Cia B 
Caixa R$ 500,00 R$ 1.100,00 
Investimentos Cia B R$ 800,00 
Total R$ 1.300,00 R$ 1.100,00 
Financiamentos R$ 1.300,00 R$ 100,00 
Capital R$ 1.100,00 
Total R$ 1.300,00 R$ 1.100,00 
 
Em 2014, a Cia. “Z” reconheceu receitas à vista com terceiros no valor de R$ 200,00 e despesa à vista com 
terceiros no valor de R$ 150,00, enquanto a Cia. “X” não teve transações. De acordo com o 
Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3) – Demonstrações Consolidadas, com base somente nos dados 
apresentados, o valor do patrimônio líquido consolidado, em 31/12/2014, era de 
(A) R$ 1.050,00. 
(B) R$ 1.300,00. 
(C) R$ 1.340,00. 
(D) R$ 1.550,00. 
(E) R$ 1.650,00. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 127 
 
CESPE 
292. (CESPE/Perito Criminal – Ciências Contábeis/PC/PE/2016) A propósito de investimento em sociedade 
coligada, assinale a opção correta. 
a) A participação de membro da investidora no conselho de administração da investida não representa 
uma influência significativa. 
b) Sociedade com investimento em coligada deve consolidar as demonstrações contábeis. 
c) A influência significativa da investidora sobre a investida pode ser verificada pela participação nos 
processos de criação de políticas, até em decisões sobre dividendos e outras distribuições. 
d) Um investidor que detiver, direta ou indiretamente, até 20% do poder de voto de uma investida será 
detentor de influência significativa sobre esta. 
e) O investimento em sociedade coligada deve ser avaliado pelo método do custo amortizado. 
293. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Acerca de investimento em sociedade 
controlada, assinale a opção correta. 
A) Os lucros não realizados entre controlada e controladora não afetam o resultado da equivalência 
patrimonial reconhecido pela investidora. 
B) O intercâmbio de diretores ou gerentes entre investidora e investida caracteriza o controle sobre as 
operações da investida. 
C) Pelo método da equivalência patrimonial, o investimento em sociedade controlada deve ser 
inicialmente reconhecido pelo custo no balanço da investidora e posteriormente deve ser ajustado pelas 
variações do patrimônio líquido da investida. 
D) O lançamento contábil de ajuste de avaliação patrimonial no patrimônio líquido da investida não é 
reconhecido no balanço patrimonial da investidora. 
E) Os dividendos distribuídos pela investidora reduzem o valor do investimento na controlada. 
294. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Se uma investidora tem 40% de 
participação no capital da investida e influência significativa, e, em 2015, a investida obteve um lucro de R$ 
200.000 e distribuiu dividendos no valor de R$ 100.000, então 
A) a variação na conta investimento na investidora foi inferior a R$ 55.000. 
B) o valor dos dividendos recebidos pela investidora foi superior ao valor da receita de equivalência 
patrimonial. 
C) a receita de equivalência foi inferior a R$ 70.000. 
D) o fato de a investidora possuir influência significativa permite concluir que a investida é uma controlada 
da investidora. 
E) o valor da despesa de equivalência reconhecido pela investidora foi inferior a R$ 40.000. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Contabeis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 128 
 
295. (CESPE/FUNPRESP/Contabilidade/2016) Os investimentos avaliados pelo método de equivalência 
patrimonial devem figurar no ativo circulante do balanço patrimonial, em razão da alta liquidez que 
possuem. 
296. (CESPE/Secont/ES/Auditor/Ciências contábeis/2009) No balanço patrimonial de uma companhia, os 
investimentos em coligadas ou controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo, 
ou que estejam sob controle comum, são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. 
297. (CESPE/Secont/ES/Auditor/ciências contábeis/2009) O valor do investimento é determinado 
mediante a aplicação, sobre o valor do patrimônio líquido de uma investidora, da porcentagem de 
participação no capital da coligada ou controlada. 
Quanto ao critério de avaliação do investimento em coligadas ou em controladas, previsto na Lei n.º 
6.404/1976, julgue os itens que se seguem. 
298. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) No balanço patrimonial da companhia, os investimentos 
em coligadas ou em controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam 
sob controle comum são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. 
299. (CESPE/EMBASA/Ciências Contábeis/2010) Para cálculo do método da equivalência patrimonial na 
investidora, a sociedade coligada deverá elaborar e fornecer o balanço ou balancete de verificação, sempre 
que solicitada pela companhia. 
300. (CESPE/TCE-AC/Analista Controle Externo/2009) Nas sociedades por ações, os investimentos em 
participação no capital social de outras sociedades, que não estejam sujeitos à aplicação do método de 
equivalência patrimonial, serão avaliados pelo 
A) custo de aquisição, acrescido da valorização das ações conforme valor de negociação em bolsa. 
B) custo de aquisição, acrescido das bonificações recebidas e deduzido das perdas pela queda nas 
cotações. 
C) valor patrimonial da data de aquisição, deduzido dos dividendos distribuídos desde aquela data. 
D) custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis na sua realização, desde que 
permanentes. 
E) valor de mercado à data da aquisição, deduzido de provisão para perdas eventuais. 
A respeito das demonstrações contábeis, julgue os itens subsequentes. 
301. (CESPE/MDIC/Analista/2008) Caso uma empresa adquira 20% das ações de outra, pelo valor de R$ 
16.000.000,00, e o patrimônio líquido da investida seja composto pelo capital social de R$ 50.000.000,00, e 
por reservas, no valor de R$ 30.000.000,00, nessa situação, de acordo com o critério da equivalência 
patrimonial, a investidora deverá registrar em seu ativo R$ 10.000.000,00 a título de participação 
societária e R$ 6.000.000,00 a título de ágio. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 129 
 
Outras Bancas 
302. (ESAF/ANAC/2016) O art. 248 da Lei n.º 6.404/1976 dispõe que os investimentos permanentes em 
participação no capital social de sociedades coligadas, controladas, controladas em conjunto e sociedades 
que estejam sob controle comum sejam avaliados segundo o Método de Equivalência Patrimonial. 
Considere a seguinte situação: uma empresa "A" possui 40% do capital votante em sua investida, a 
companhia "B". A companhia "C" possui 20% do capital votante e 20% do capital não votante da 
companhia "B". 
Avalie as seguintes proposições, segundo o Método de Equivalência Patrimonial previsto na lei. 
I. A companhia "A" tem direito a receber 40% dos dividendos que porventura sejam distribuídos pela 
companhia "B". 
II. Uma eventual redução do Patrimônio Líquido da investida, a companhia "B", em 20% refletiria no 
Balanço da companhia "A" como uma redução correspondente a 8% do capital investido. 
III. Uma eventual redução do Patrimônio Líquido da investida, a companhia "B", em 20% refletiria no 
Balanço da companhia "C" como uma redução correspondente a 4% do capital investido. 
Sobre as proposições acima, é correto afirmar que: 
A) todas estão corretas. 
B) nenhuma está correta. 
C) I e II estão corretas, apenas. 
D) I e III estão corretas, apenas. 
E) apenas a III está correta. 
303. (SMA/CGM RJ/Contabilidade/2015) No início do exercício, a Cia. ABC adquiriu à vista sem ágio, 30% 
do capital social da Cia. XYZ, que correspondia a R$ 140.000,00. Em 31 de dezembro, o lucro líquido 
apurado da Cia. XYZ foi equivalente a R$ 70.000,00 e, conforme seu estatuto, foram distribuídos aos seus 
acionistas 40% desse lucro apurado. Sabendo-se que esta é a única participação da companhia e que as 
companhias são coligadas, o balanço patrimonial da Cia. ABC, em 31/12, demonstrava o investimento 
realizado com o seguinte valor: 
A) R$ 50.400,00 
B) R$ 54.600,00 
C) R$ 63.000,00 
D) R$ 70.000,00 
304. (UFG/2016) O método de contabilização por meio do qual o investimento é inicialmente reconhecido 
pelo custo e, a partir daí, é ajustado para refletir a alteração pós-aquisição na participação do investidor 
sobre os ativos líquidos da investida é denominado: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 130 
 
A) rentabilidade futura. 
B) valor recuperável. 
C) valor contábil líquido. 
D) equivalência patrimonial. 
CPC 20 – Custo de Empréstimos 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
305. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE GO/2014) 
O montante dos custos dos empréstimos elegíveis à capitalização que são tomados sem que a entidade 
identifique de forma específica para quais ativos qualificáveis serão utilizados para aquisição deve utilizar 
como taxa de capitalização 
a) a variação da taxa SELIC vigente durante o período dos empréstimos, que não sejam os empréstimos 
feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. 
b) o custo total de empréstimos da entidade que estiveram vigentes durante o período, que não sejam os 
empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. 
c) a média ponderada dos custos dos empréstimos aplicáveis aos empréstimos da entidade que estiveram 
vigentes durante o período, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de 
obter um ativo qualificável. 
d) a variação da TJLP vigente durante o período dos empréstimos, que não sejam os empréstimos feitos 
especificamente com o propósito de obter um ativo qualificável. 
e) a média ponderada dos custos do total de empréstimos da entidade que estiveram vigentes durante o 
período, que não sejam os empréstimos feitos especificamente com o propósito de obter um ativo 
qualificável. 
306. (FCC/TRO-RO/Contabilidade/2013) A Cia. Tetra comercializa equipamentos de informática e, em 
01/01/2013, obteve um empréstimo bancário para compra de mercadorias para revenda no valor de R$ 
105.000,00 para ser pago em 4 prestações mensais de R$ 27.575,49 cada, com vencimento da primeira 
parcela em 31/01/2013. A empresa adquiriu mercadorias no valor de R$ 100.000,00 em 01/02/2013, 
sendo totalmente revendidas para um único cliente em 31/03/2013 para recebimento em abril de 2013. 
Sabendo que a taxa efetiva de juros do empréstimo é de 2% ao mês, é correto afirmar que a Cia. Tetra 
A) deveria capitalizar R$ 2.000,00 de custos dos empréstimos para os estoques. 
B) deveria capitalizar R$ 2.100,00 de custos dos empréstimos para os estoques. 
C) deveria capitalizar R$ 4.040,00 de custos dos empréstimos para os estoques. 
D) deveria capitalizar R$ 2.661,28 de custos dos empréstimos para os estoques. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 131 
 
E) não poderia capitalizar custos dos empréstimos para os estoques. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
307. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Em 01/02/X0, a Cia. Digama adquiriu, por R$ 
3.000.000,00, um terreno destinadoà construção de um novo armazém. De 01/02/X0 a 30/04/X0 o 
terreno foi utilizado como estacionamento, e a companhia faturou R$ 70.000,00 durante esse período com 
a locação de vagas. 
Em 01/05/X0, a companhia pagou R$ 25.000,00 de honorários aos engenheiros responsáveis pelo projeto 
do armazém e deu início à sua construção. 
Para isso, ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000,00 junto ao Banco Zeta S.A. Até 01/12/X0 data em 
que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do armazém R$ 850.000,00 com mão de obra, R$ 
150.000,00 com a preparação do terreno, R$ 300.000,00 com frete e R$ 5.000.000,00 com materiais de 
construção. 
Os juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A, durante esse período foram de 
R$ 40.000,00, e a companhia obteve receitas financeiras de R$ 8.000,00 pela aplicação desses recursos 
antes de efetuar os pagamentos necessários à condução da obra. De 01/12/X0 a 15/12/X0, data em que o 
armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000,00 para transferir os equipamentos de um 
armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da 
Cia. Digama pelo custo de: 
a) 6.287.000 
b) 6.325.000 
c) 6.357.000 
d) 6.365.000 
e) 6.407.000 
308. (FGV/Contabilidade/CODEMIG/2015) A Cia. Invest, após criterioso estudo de demanda e viabilidade, 
decidiu construir um edifício empresarial na principal avenida da cidade, com custos estimados em R$ 7 
milhões, e prazo de três anos para construção. Como não dispunha do capital para o investimento, a Cia. 
Invest recorreu ao crédito bancário. Não obtendo aprovação integral em nenhum dos bancos, a entidade 
optou por aceitar as taxas e condições de três instituições diferentes para levantar os recursos necessários. 
Os empréstimos foram obtidos conforme apresentado no quadro em janeiro de 20x5. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 132 
 
A Cia. Invest iniciou a construção do edifício empresarial logo após a liberação do empréstimo e para isso 
destinou R$ 7 milhões. A Cia. Invest pretende destinar o restante do valor obtido com o empréstimo para 
outras finalidades. 
Nas demonstrações contábeis de 20x5, o valor que poderá ser capitalizado como custo de construção do 
edifício empresarial, de acordo com o CPC 20 (R1) - Custos de Empréstimos é: 
a) R$ 901.250,00; 
b) R$ 987.500,00; 
c) R$ 1.287.500,00; 
d) R$ 2.703.750,00; 
e) não deverá reconhecer os juros no custo de construção, pois o edifício empresarial não é um ativo 
qualificável. 
CESPE 
309. (CESPE/Câmara dos Deputados/Analista/2014) A empresa que obtiver um empréstimo de longo 
prazo para a construção de um ativo qualificável deve reconhecer os juros desse empréstimo como 
despesa do período em que o empréstimo tiver sido autorizado. 
Questões Inéditas 
310. (Questão Inédita) Ativo Qualificável ou Qualificado é: 
(A) Um ativo que, devido à intensa utilização, qualifica-se a sofrer depreciação acelerada. 
(B) Um ativo que pode ter valorização acelerada em curto espaço de tempo. Também chamado de Blue 
Chip. 
(C) Um ativo que demora um tempo substancial para ficar pronto. 
(D) Um ativo que apresenta indícios de desvalorização, qualificando-se assim ao teste de recuperabilidade. 
(E) Um ativo que não tem substância física, sendo também chamado de “Ativo Intangível”. 
311. (Questão Inédita) Na construção de um ativo qualificável, que demorou 6 meses, foram identificados 
os seguintes custos: 
-Material aplicado na construção do ativo: 30.000 
- Mão de obra diretamente envolvida com a construção: 12.000 
- Depreciação de máquinas utilizadas na construção: 5.000 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 133 
 
- Contratação de um empréstimo para financiar a construção: 7.000 
- Custo do empréstimo incorrido durante a construção: 1.000 
Considere ainda que o restante do valor do ativo foi financiado com capital próprio. A empresa possui um 
custo de oportunidade do capital próprio de 10% ao ano. Considere juros simples. 
Ao final da construção, o valor do ativo será de: 
(A) 47.000. 
(B) 48.000. 
(C) 49.000. 
(D) 74.000. 
(C) 75.000. 
312. (Questão Inédita) A empresa produtos alimentícios KLR construiu diversos ativos que demoraram um 
período de tempo substancial para ficarem prontos. A empresa contratou um empréstimo global para 
financiá-los. Apresentamos abaixo a relação de bens construídos e o valor dos custos de empréstimo 
(juros) atribuídos a cada um: 
- Nova planta para processamento de suco de laranja. Juros: 10.000. 
- Plantação de laranjeiras em fazenda própria. A produção deverá iniciar em cerca de três anos. Juros: 
11.000. 
- Aproveitando as férias de verão, a empresa lançou novo produto, que consiste numa embalagem 
individual de suco de laranja, pronto para consumo, e que será produzido de outubro a março. Juros do 
empréstimo para financiar o estoque: 12.000. 
- Construção de máquina para embalar automaticamente o novo produto. Juros: 13.000. 
Com base nas informações acima, calcule o valor do custo de empréstimos que deverá ser capitalizado: 
(A) 46.000. 
(B) 35.000. 
(C) 33.000. 
(D) 34.000. 
(E) 10.000. 
313. (Questão Inédita) No caso de construção de ativos qualificáveis, os custos de empréstimos devem ser 
capitalizados: 
(A) Em qualquer caso. 
(B) Apenas no caso de bens que serão classificados no ativo imobilizado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 134 
 
(C) Quando a empresa optar pela utilização das normas internacionais na sua contabilidade. 
(D) Quando for provável que os ativos resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade, ainda 
que os custos de empréstimos não possam ser mensurados com segurança. 
(E) Quando for provável que os ativos resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade e que 
os custos de empréstimos possam ser mensurados com segurança. 
314. (Questão Inédita) A empresa KLR contrai um financiamento de 10 milhões de dólares, com prazo de 
5 anos, juros de 12% ao ano, amortizações semestrais, após 18 meses de carência. O financiamento 
destina-se à construção das novas instalações industriais e à aquisição de máquinas e equipamentos, 
fabricadas sob encomenda, com tecnologia de ponta, necessárias para a empresa aumentar sua produção 
no final de dois anos, quando o novo empreendimento entrará em operação. O tratamento contábil dado 
aos encargos financeiros incidentes sobre este financiamento nos dois primeiros anos deve ser 
(A) contabilizar a variação cambial e os juros em conta de resultado específica a cada variação de moeda 
ocorrida. 
(B) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, bem como as 
variações cambiais ocorridas. 
(C) lançar os juros para resultado, à medida que ocorrerem, e a variação cambial diretamente no 
Patrimônio Líquido, na conta Ajuste Acumulado de Conversão. 
(D) lançar, de acordo com a competência do exercício, os juros e a variação cambial para resultado, de 
acordo com a sua ocorrência, até quitação final do financiamento. 
(E) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, e registrar no 
resultado as variações cambiais ocorridas. 
315. (Questão Inédita) Considerando o enunciado da questão anterior, qual deve ser o tratamento dado 
aos juros e variações cambiais durante os últimos 3 anos do financiamento: 
(A) contabilizar a variação cambial e os juros em conta de resultado específica, de acordo com o 
pagamento de cada parcela do empréstimo. 
(B) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, bem como as 
variações cambiais ocorridas. 
(C) lançar os juros para resultado, àmedida que ocorrerem, e a variação cambial diretamente no 
Patrimônio Líquido, na conta Ajuste Acumulado de Conversão. 
(D) lançar, de acordo com a competência do exercício, os juros e a variação cambial para resultado, de 
acordo com a sua ocorrência, até quitação final do financiamento. 
(E) incorporar ao ativo imobilizado os juros pagos ou creditados, no decorrer do projeto, e registrar no 
resultado as variações cambiais ocorridas. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 135 
 
Outras Bancas 
316. (FUNCAB/PRODAN/Contabilidade/2014) Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis 
à aquisição, à construção ou à produção de ativo qualificável formam parte do custo de tal ativo. Com 
relação aos aspectos relativos aos custos de empréstimos, é correto afirmar: 
A) Dependendo das circunstâncias, uma usina de geração de energia pode ser considerada um ativo 
qualificável 
B) Os custos de empréstimos incluem os dividendos pagos em que a entidade incorre em conexão com o 
empréstimo de recursos. 
C) Os custos de empréstimos incluem as variações cambiais decorrentes de empréstimos em moeda 
estrangeira na medida em que elas são consideradas como provisões, para mais ou para menos, do custo 
dos juros. 
D) Os estoques que são manufaturados, ou produzidos, ao longo de um curto período de tempo, são ativos 
qualificáveis. 
E) Os custos de empréstimos que são diretamente atribuíveis à aquisição, à construção ou à produção de 
ativo qualificável devem ser capitalizados como parte do custo do ativo, quando for improvável que eles 
resultarão em benefícios econômicos futuros para a entidade e que tais custos possam ser mensurados 
com segurança. 
317. (CESGRANRIO/BNDES/Profissional Básico/2013) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 
20(R1), aprovado pela Deliberação CVM no 672, de 20 de outubro de 2011, que trata de custos de 
empréstimos, um ativo qualificável é aquele que: 
a) é utilizado de imediato, mas somente como ativo de renda. 
b) é financiado integralmente por capitais de terceiros de longo prazo. 
c) demora um período substancial para ficar pronto para uso ou venda. 
d) fica pronto em curto prazo, sendo financiado por capital de terceiros de longo prazo. 
e) tem prazo curto para ficar pronto, desde que financiado a curto prazo. 
318. (ESAF/AFRFB/2009/Adaptada) A firma comercial Alvorada Mineira Ltda. construiu um ativo 
qualificado durante o ano de x1 por R$ 6.000,00, pagando 25% com recursos próprios, e financiando o 
restante com juros de 10% durante o período de construção. O financiamento mais os juros serão pagos no 
exercício seguinte. 
Ao ser contabilizada a operação acima, o patrimônio da firma Alvorada evidenciará um aumento no ativo 
no valor de: 
(A) R$ 1.500,00. 
(B) R$ 4.500,00. 
(C) R$ 4.950,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 136 
 
(D) R$ 6.000.00. 
(E) R$ 6.450,00. 
 
CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de 
Estimativa e Retificação de Erro. 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
319. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS RO/2010) Uma empresa adquiriu uma máquina, em 01/01/X1, pelo valor 
de R$ 240.000,00 para utilização em suas operações. A vida útil econômica, estimada pela empresa, para 
esta máquina foi de 6 anos, sendo que a empresa esperava vendê-la por R$ 60.000,00 ao final deste prazo. 
No entanto, no início do segundo ano de uso, a empresa reavaliou que a vida útil remanescente da 
máquina era de três anos e o valor estimado de venda ao final do período era R$ 45.000,00. A empresa 
utiliza o método das quotas constantes e, ao final de X1, não houve ajuste no valor do ativo pelo teste de 
recuperabilidade. Sendo assim, os valores das despesas de depreciação nos anos X1 e X2, em relação a 
essa máquina, foram, respectivamente, e em reais: 
A) 30.000,00 e 55.000,00 
B) 30.000,00 e 65.000,00 
C) 40.000,00 e 40.000,00 
D) 40.000,00 e 70.000,00 
E) 45.000,00 e 50.000,00 
320. (FCC/TRT 13ª/Contabilidade/2014) Em 15/04/2014, a Cia. Amarela verificou que a despesa de 
depreciação de seu ativo imobilizado, referente ao ano de 2013, foi calculada considerando o valor 
residual incorreto. Sabendo que a diferença entre os valores (calculado e o que deveria ter sido calculado 
como despesa de depreciação) é material, a Cia. Amarela 
A) não faz nenhum ajuste em suas demonstrações contábeis. 
B) corrige suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva, apenas. 
C) divulga o erro nas demonstrações contábeis de 2014, apenas. 
D) corrige suas demonstrações contábeis de forma prospectiva e divulga o erro em 2014. 
E) corrige suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva e divulga o erro em 2014. 
321. (FCC/TCE-RS/Ciências Contábeis/2014) Em abril de 2014, a Cia. Revisão verificou que o valor da 
despesa com Provisões, reconhecidas em 2013 e decorrentes de seus processos tributários, foi calculado 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 137 
 
considerando informações incorretas do departamento jurídico. Considerando que a diferença entre os 
valores (calculado e o que deveria ter sido calculado) é material, a Cia. Revisão 
A) não precisa fazer nenhum ajuste nas demonstrações contábeis nem divulgar tal fato, considerando que 
é apenas um erro. 
B) precisa apenas divulgar o erro nas demonstrações contábeis de 2014. 
C) precisa divulgar o erro em 2014 e corrigir suas demonstrações contábeis de forma prospectiva. 
D) precisa divulgar o erro em 2014 e corrigir suas demonstrações contábeis de forma retrospectiva. 
E) precisa apenas ajustar suas demonstrações contábeis de 2013 para fins de comparação com as de 2014. 
322. (FCC/TRT 5ª/Contabilidade/2013) Considere as seguintes assertivas sobre retificações de erros: 
I. Um erro de período anterior deve ser corrigido por reapresentação retrospectiva, salvo quando for 
impraticável determinar os efeitos específicos do período ou o efeito cumulativo do erro. 
II. A retificação de erro de período anterior deve ser excluída dos resultados do período em que o erro é 
descoberto. 
III. As mudanças nas estimativas contábeis à medida que se conhece informação adicional, se constitui 
retificação de erro. 
Está correto o que se afirma em 
A) I e II, apenas. 
B) II, apenas. 
C) III, apenas. 
D) I, apenas. 
E) I, II e III. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
323. (FGV/AL-BA/Ciências Contábeis/2014) Uma empresa avaliava seus estoques de acordo com método 
PEPS. Em 2014 os contadores da empresa julgaram que a avaliação por custo médio correspondia melhor à 
realidade da empresa, portanto, mudaram o critério de avaliação. 
Nesse caso, a empresa deve 
A) refazer as demonstrações contábeis de 2013, calculando o valor dos estoques de 2013 de acordo com o 
custo médio e contabilizar a diferença como ajuste patrimonial. 
B) refazer as demonstrações contábeis de 2013 e de 2012, calculando o valor dos estoques de acordo com 
o custo médio e contabilizar a diferença como resultado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 138 
 
C) refazer as demonstrações contábeis de 2013, calculando o valor dos estoques de 2013 de acordo com o 
custo médio e contabilizar a diferença como outros resultados abrangentes. 
D) manter o cálculo dos estoques em 2013 e em 2014 calcular de acordo com o custo médio e com o PEPS, 
de modo a garantir a comparabilidade, sendo a diferença contabilizada como resultado. 
E) manter o cálculo dos estoques em 2013 e em 2014 calcular de acordo com o custo médio e com o PEPS, 
de modo a garantir a comparabilidade, sendo a diferença contabilizada como ajuste patrimonial. 
324. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) Um grupo de ativo imobilizado tinha como critériode 
depreciação o número de unidades produzidas. Sua produção variava entre 950 e 1050 unidades por mês. 
Após perder um cliente, a produção reduziu para 700 unidades ao mês. 
Entretanto a depreciação continuou considerando uma produção de 950 unidades por 14 meses, o que 
ocasionou uma distorção expressiva do valor líquido contábil. 
Nessa situação, a empresa deve adotar o seguinte procedimento: 
(A) estornar a diferença imediatamente, creditando a conta de resultados acumulados; 
(B) suspender o reconhecimento da depreciação desse ativo para que o valor líquido contábil retrate a 
situação econômica do bem; 
(C) alterar o critério de depreciação para o método de quotas constantes; 
(D) manter o nível histórico de depreciação, conforme estabelece o princípio do conservadorismo; 
(E) manter a despesa de depreciação, levando em conta a possibilidade de retomada dos níveis anteriores. 
325. (FGV/CM-Caruaru/Contabilidade/2015) Em 31/12/1013, a Cia. W reconhecia em seu balanço 
patrimonial, por R$ 50.000,00, softwares que haviam sido comprados de terceiros por R$ 30.000,00. Estes 
estavam avaliados a valor justo. Em 2014 a empresa passou a avaliar os seus ativos intangíveis ao custo. 
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e 
Retificação de Erro, assinale a opção que indica o procedimento contábil a ser efetuado pela empresa e o 
efeito decorrente da aplicação. 
A) Retificação de Erro; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. 
B) Mudança de Estimativa; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. 
C) Mudança de Política Contábil; deve-se refazer o balanço patrimonial do ano anterior. 
D) Mudança de Política Contábil; deve-se utilizar a nova avaliação a partir de 2014. 
E) Incorreção material; deve-se utilizar a nova avaliação a partir de 2014. 
326. (FGV/TJ BA/Contabilidade/2015) A Cia Bons Tempos apresenta preponderância de itens de natureza 
intangível em seu ativo. No segundo trimestre de um dado exercício, em decorrência de mudanças no 
cenário econômico e no mercado em que opera, a companhia contratou um especialista independente 
para avaliar os seus ativos. Após o trabalho, o especialista informou à empresa acerca de mudança 
relevante e material no valor contábil de suas patentes. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 139 
 
A partir das orientações do CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, a 
empresa deverá: 
A) alterar a taxa de amortização a partir do próximo exercício; 
B) alterar a taxa de amortização a partir do trimestre anterior; 
C) alterar a taxa de amortização a partir do exercício corrente; 
D) reapresentar as demonstrações contábeis do exercício anterior com os valores atualizados; 
E) reapresentar as demonstrações contábeis, com valores corrigidos, até onde for praticável. 
327. (FGV/Auditor/SEFIN/RO/2018) Em 31/12/2016, a Cia. X apresentava os seguintes ativos em seu 
balanço patrimonial: 
2016 
Caixa 100.000 
Estoques 40.000 
Clientes 50.000 
PECLD - 1.500 
Terreno para aluguel 120.000 
Ativo Total 308.500 
Na data, o estoque era composto por 100 unidades do produto P, sendo que cada unidade era vendida por 
R$ 450. Além disso, o terreno era avaliado ao valor justo, enquanto seu custo era de R$ 100.000. 
Na elaboração do balanço patrimonial da Cia X, em 31/12/2017, verificou-se que 
• a conta-caixa não havia considerado uma receita à vista em 2016 no valor de R$ 25.000; 
• o produto P estava sendo vendido por R$ 380; 
• a previsão para as perdas estimadas em créditos de liquidação duvidosa era de 5%; 
• o valor justo do terreno era de R$ 130.000; 
• o terreno passou a ser avaliado ao custo. 
Assinale a opção que indica o valor do ativo total em 31/12/2017, em comparação ao de 31/12/2016, de 
acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação 
de Erro. 
(A) R$ 310.500 e R$ 308.500. 
(B) R$ 315.500 e R$ 308.500. 
(C) R$ 310.500 e R$ 313.500. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 140 
 
(D) R$ 310.500 e R$ 333.500. 
(E) R$ 312.500 e R$ 333.500. 
328. (FGV/Alerj/Analista Legislativo/2017) Certa entidade revisou os cálculos das perdas com créditos de 
liquidação duvidosa ao final de um determinado exercício com base em novas informações disponíveis e 
confiáveis. 
De acordo com as definições do CPC 23, essa revisão constitui uma: 
a) mudança de estimativa e deve ser aplicada prospectivamente; 
b) mudança de estimativa e deve ser aplicada retrospectivamente; 
c) mudança de prática contábil e deve ser aplicada prospectivamente; 
d) mudança de política contábil e deve ser aplicada retrospectivamente; 
e) retificação de erro e deve ser aplicada retrospectivamente. 
CESPE 
329. (CESPE/BACEN/Contabilidade/2013) Não constitui mudança nas políticas contábeis nem a adoção de 
política contábil para transações, outros eventos ou condições que difiram em essência daqueles que 
ocorriam anteriormente nem a adoção de nova política contábil para transações, outros eventos ou 
condições que não ocorriam anteriormente ou eram imateriais. 
330. (CESPE/TCU/Auditor/2013) Quando determinada entidade corrige, retrospectivamente, erro 
material de períodos anteriores, a entidade deve divulgar nas notas explicativas que acompanham o 
primeiro conjunto de demonstrações contábeis publicado após a descoberta desse erro, entre outras 
informações, a natureza do erro e o montante da retificação para cada período anterior apresentado, na 
medida em que seja praticável, para cada item afetado da demonstração contábil. 
Outras Bancas 
331. (CFC/Exame CNAI/2010) Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, ao corrigir 
os erros materiais de períodos anteriores, retrospectivamente, no primeiro conjunto de demonstrações 
contábeis cuja autorização para publicação ocorra após a descoberta de tais erros, a entidade deve 
divulgar, EXCETO: 
a) a natureza do erro de período anterior. 
b) o montante da retificação para cada período anterior apresentado, na medida em que seja praticável, 
para cada item afetado da demonstração contábil; e se a NBC TS sobre Resultado por Ação se aplicar à 
entidade, para resultados por ação básicos e diluídos. 
c) o recálculo dos dividendos propostos para cada período anterior apresentado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 141 
 
d) as circunstâncias que levaram à existência dessa condição e uma descrição de como e desde quando o 
erro foi corrigido, se a reapresentação retrospectiva for impraticável para um período anterior em 
particular. 
332. (EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA PARA REGISTRO NO CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES 
INDEPENDENTES (CNAI) DO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE (CFC) 2008 - (ADAPTADA) 
 De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e 
Retificação de Erro, a aplicação prospectiva de uma mudança em política contábil representa: 
a) a utilização de uma nova política contábil, como se essa política estivesse sempre em uso. 
b) a aplicação da nova política contábil a transações, a outros eventos e a condições que ocorrerem após a 
adoção da nova política. 
c) o registro e a divulgação do efeito da mudança em estimativa contábil nos exercícios correntes e futuros 
afetados pela mudança. 
d) correção do registro original, da valorização ou da divulgação de elementos das demonstrações 
contábeis. 
333. (CFC/Exame CNAI/2008) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 – Políticas Contábeis, 
Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, o processo de determinação das estimativas contábeis 
envolve julgamentos baseados nas últimas informaçõesdisponíveis. Assim, uma mudança identificada nas 
bases de avaliação: 
a) corresponde a uma mudança na estimativa contábil. 
b) ocorre em decorrência da identificação de erro no cálculo da estimativa. 
c) corresponde a uma mudança em política contábil. 
d) pode tornar difícil distinguir entre mudança de política contábil e de estimativa contábil. Neste caso a 
mudança deve ser tratada como de política contábil. 
334. (CESGRANRIO/BNDES/Contabilidade/2013) Nos termos do CPC 23 do Comitê de Pronunciamentos 
Contábeis, que trata de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erros, a entidade deve 
selecionar suas políticas contábeis e aplicá-las de modo uniforme em transações semelhantes. Entretanto, 
o próprio CPC oferece à entidade a probabilidade de fazer mudança nas práticas contábeis. 
Nesse aspecto da mudança de práticas contábeis, o CPC informa que a entidade deve alterar uma política 
contábil apenas se a mudança 
A) atender às necessidades gerenciais de ordem interna. 
B) contribuir de forma mais relevante para a evidenciação e segurança dos ativos. 
C) for imposta pela Assembleia Geral dos Acionistas, controladores e não controladores. 
D) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos de 
transações, posição patrimonial e financeira, desempenho ou dos fluxos de caixa. 
E) ocorrer por livre decisão dos órgãos administrativos para gerar informações gerenciais mais confiáveis e 
relevantes para a tomada de decisão. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 142 
 
335. (ESAF/RFB/AFRF/2012) Na identificação e determinação de erro contábil de períodos anteriores, 
devem ser consideradas as omissões e incorreções nas demonstrações contábeis da entidade de um ou 
mais períodos anteriores que 
A) não estavam disponíveis quando da autorização para divulgação das demonstrações contábeis desses 
períodos e não retroagissem a prazo superior a dois exercícios contábeis. 
B) somente quando se verifica efetivamente fraudes administrativas nos cálculos e informações que 
respaldaram as informações sobre as quais as demonstrações retrospectivas foram baseadas. 
C) na avaliação de seus efeitos incluíssem os efeitos decorrentes de cálculos matemáticos ou aplicação 
equivocada de políticas contábeis que não retroagissem a cinco períodos contábeis. 
D) contivessem informações que pudessem ter sido razoavelmente obtidas e levadas em consideração na 
elaboração e na apresentação dessas demonstrações contábeis. 
E) a necessidade de uma reapresentação retrospectiva exigir premissas baseadas no que teria sido a 
intenção da Administração naquele momento passado e não produzissem efeitos fiscais. 
336. (CESGRANRIO/Petrobrás/Tec. Contabilidade/2011-adaptada) Em termos de informações 
comparativas, quando a entidade aplica uma política contábil retrospectivamente ou faz a divulgação 
retrospectiva de itens de suas demonstrações contábeis, ou ainda, quando reclassifica itens de suas 
demonstrações contábeis, deve apresentar 
a) somente o balanço patrimonial correspondente ao término do período corrente. 
b) somente o balanço patrimonial correspondente ao término do período anterior (que corresponde ao 
início do período corrente). 
c) somente o balanço patrimonial correspondente ao início do mais antigo período comparativo 
apresentado. 
d) somente os balanços patrimoniais correspondentes ao término do período corrente e ao término do 
período anterior (que corresponde ao início do período corrente). 
e) os balanços patrimoniais relativos ao término do período corrente, ao término do período anterior (que 
corresponde ao início do período corrente) e ao início do período precedente. 
337. (FEPESE/TCE-SC/Contabilidade/2014) De acordo com o CPC 23, erros podem ocorrer: 
1. Na mensuração. 
2. No registro. 
3. Na conceituação. 
4. Na divulgação. 
5. Na apresentação. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
A) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 143 
 
B) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. 
C) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. 
D) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 5. 
E) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5. 
338. (FEPESE/MPE SC/Auditoria/2014) Sobre a divulgação de erro no registro, na mensuração, na 
apresentação ou na divulgação de elementos de demonstrações contábeis de período anterior, é correto 
afirmar que a empresa deve divulgar: 
1. a natureza do erro de período anterior. 
2. o montante da retificação para cada período anterior apresentado à medida que seja praticável. 
3. o montante da retificação no início do período anterior mais antigo apresentado. 
4. as circunstâncias que levaram à existência dessa condição e uma descrição de como e desde quando o 
erro foi corrigido, se a reapresentação retrospectiva for impraticável para um período anterior em 
particular. 
5. a retificação de erro de período anterior que deve ser adicionada, preferencialmente, aos resultados do 
período em que o erro é descoberto. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
A) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. 
B) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 5. 
C) São corretas apenas as afirmativas 1, 3, 4 e 5. 
D) São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5. 
E) São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5. 
339. (CESGRANRIO/BNDES/Contabilidade/2013) Nos termos do CPC 23 do Comitê de Pronunciamentos 
Contábeis, que trata de políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erros, a entidade deve 
selecionar suas políticas contábeis e aplicá-las de modo uniforme em transações semelhantes. Entretanto, 
o próprio CPC oferece à entidade a probabilidade de fazer mudança nas práticas contábeis. 
Nesse aspecto da mudança de práticas contábeis, o CPC informa que a entidade deve alterar uma política 
contábil apenas se a mudança 
a) atender às necessidades gerenciais de ordem interna. 
b) contribuir de forma mais relevante para a evidenciação e segurança dos ativos. 
c) for imposta pela Assembleia Geral dos Acionistas, controladores e não controladores. 
d) resultar em informação confiável e mais relevante nas demonstrações contábeis sobre os efeitos de 
transações, posição patrimonial e financeira, desempenho ou dos fluxos de caixa. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 144 
 
e) ocorrer por livre decisão dos órgãos administrativos para gerar informações gerenciais mais confiáveis e 
relevantes para a tomada de decisão. 
340. (CESGRANRIO/Petrobrás/Contabilidade/2015) No entendimento do Pronunciamento Técnico CPC 
23 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, aprovado pela Deliberação CVM n° 592/2009, a informação 
incorreta que puder, individual ou coletivamente, influenciar as decisões econômicas que os usuários das 
demonstrações contábeis tomam com base nessas demonstrações é a definição técnico-conceitual de 
a) aplicações prospectivas 
b) aplicações retrospectivas 
c) erros de períodos anteriores 
d) reapresentação retrospectiva 
e) omissões ou incorreções materiais 
341. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Em 01/01/2011, uma companhia adquiriu uma máquina 
para a linha de produção por R$ 720.000,00. A política de uso da máquina definida pela companhia é 
compatível com as estimativas do fabricante, com uma vida útil esperada de 12 anos. 
O valor residual estimado é 5% do valor de aquisição. A máquina é depreciada pelo método linear. 
Em 31/12/2017, após 7 anos de uso, a companhia decidiu revisar a vida útil da máquina e o seu valor 
residual. Técnicos especializados no assunto foram contratados. De acordo com eles, a vida útilremanescente da máquina em 31/12/2017 era de 8 anos, e o valor residual foi estimado em R$ 25.000,00. 
Com essas novas estimativas, o novo valor da depreciação anual é 
(A) R$ 34.375,00, aplicado retrospectivamente 
(B) R$ 37.000,00, aplicado prospectivamente 
(C) R$ 37.000,00, aplicado retrospectivamente 
(D) R$ 37.500,00, aplicado prospectivamente 
(E) R$ 40.125,00, aplicado prospectivamente 
342. (CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Uma entidade precisa aplicar uma nova política contábil. 
Todavia, não pode determinar o efeito cumulativo da aplicação da política a todos os períodos anteriores. 
Dessa forma, segundo o pronunciamento técnico CPC 23, que trata das políticas contábeis, mudança de 
estimativa e retificação de erro, a nova política contábil deve ser aplicada 
(A) retrospectivamente a todos os períodos, considerando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, 
passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. 
(B) prospectivamente desde o início do período mais antigo praticável, ignorando-se a parcela do ajuste 
cumulativo em ativos, passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 145 
 
(C) inicialmente a partir do período atual, mesmo que seja praticável aplicar, de forma prospectiva, a nova 
política a qualquer período anterior. 
(D) a partir do período atual, ignorando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, passivos e patrimônio 
líquido correspondente a períodos anteriores. 
(E) retrospectivamente a todos os períodos, ignorando-se a parcela do ajuste cumulativo em ativos, 
passivos e patrimônio líquido correspondente a períodos anteriores. 
 
CPC 24 – Eventos Subsequentes 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
343. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) Em janeiro de 2010, a Cia Teresópolis preparava suas 
Demonstrações Contábeis de 2009, quando um fato negativo e significativo ocorreu na empresa, 
obrigando-a a uma mudança nos critérios contábeis para a elaboração das Demonstrações Contábeis. De 
acordo com as normas do CPC, aprovadas pelo CFC, assinale a alternativa que indique a causa para que 
esse fato tenha ocorrido. 
(A) A identificação de que a empresa não mais poderá se manter em continuidade. 
(B) A empresa adquiriu controle de uma nova sociedade de grande porte. 
(C) A empresa tinha passivos em moeda estrangeira e houve uma acentuada desvalorização da moeda 
nacional. 
(D) A ocorrência de uma mudança significativa na carga tributária incidente para a empresa. 
(E) O principal depósito de mercadorias da empresa sofreu um incêndio de grandes proporções. 
344. (FGV/TJ - BA/Analista Judiciário/2015) Os eventos subsequentes ao período a que se referem as 
demonstrações contábeis podem originar ou não ajustes nas demonstrações. Constitui um exemplo de 
evento subsequente que não origina ajustes nas demonstrações contábeis: 
(A) alteração significativamente grande nos preços dos ativos ou nas taxas de câmbio após o período 
contábil a que se referem as demonstrações contábeis; (B) decisão ou pagamento em processo judicial 
após o final do período contábil a que se referem as demonstrações contábeis; 
(C) determinação, após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis, do valor 
referente ao pagamento de participação nos lucros; 
(D) falência de cliente ocorrida após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis; 
(E) obtenção de informação após o período contábil a que se referem as demonstrações contábeis, 
indicando que um ativo estava desvalorizado ao final daquele período contábil. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 146 
 
345. (FGV/CODEMIG/Contador/2015) A Cia. Ômega opera no setor de geração de energia elétrica e 
possui um conjunto de cinco usinas geradoras. Em 10 de novembro de 20x8, ocorreu uma falha em uma 
das usinas que gerava energia para os estados da Região Oeste, de forma que a região ficou quatro horas 
sem energia elétrica. Os contratos de geração da Cia. Ômega preveem parâmetros para aplicação de multa 
em caso de descontinuidade e falhas na geração de energia. Em 10 de janeiro de 20x9, a Cia. Ômega 
recebeu notificação de multa por parte do órgão regulador, no valor de R$ 53,7 milhões, em decorrência 
da falha ocorrida em novembro de 20x8. Em decorrência de previsão contratual, há significativa 
probabilidade de que a Cia. Ômega pague efetivamente a multa. As demonstrações contábeis de 20x8 da 
Cia. Ômega foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 24 de março de 20x9. 
Considerando a situação apresentada e as orientações do CPC 24 - Eventos Subsequentes, a Cia. Ômega 
deveria: 
A) ajustar as demonstrações contábeis de 20x8, pelo valor aplicado da multa; 
B) ajustar as demonstrações contábeis de 20x8, considerando 50% do valor aplicado da multa, pois 
pretende recorrer; 
C) divulgar o fato em notas explicativas, pela falta de elementos que comprovem se tratar de uma 
obrigação presente; 
D) não ajustar as demonstrações contábeis e nem divulgar em notas explicativas, por não se tratar de 
evento subsequente; 
E) não ajustar as demonstrações contábeis, por se tratar de evento ocorrido após o encerramento do 
exercício. 
346. (FGV/TJ - BA/Analista Judiciário/2015) A Cia Belos Tempos concluiu a preparação das 
demonstrações contábeis do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2013 no dia 23 de fevereiro de 
2014. A administração autorizou a emissão das demonstrações em 07 de março de 2014. As 
demonstrações contábeis foram disponibilizadas aos acionistas em 17 de março de 2014. A assembleia 
aprovou as demonstrações em 26 de março de 2014. As demonstrações foram arquivadas junto ao órgão 
de regulação do mercado em 31 de março de 2014. De acordo com o CPC 24, as demonstrações da Cia 
Belos Tempos deverão considerar os eventos subsequentes ocorridos até: 
(A) 23 de fevereiro de 2014; 
(B) 07 de março de 2014; 
(C) 17 de março de 2014; 
(D) 26 de março de 2014; 
(E) 31 de março de 2014 
347. (FGV/Câmara de Caruaru/Analista – Contabilidade /2015) Em 01 de março de 2013, os diretores da 
Cia. X autorizaram a emissão de suas demonstrações contábeis para o seu conselho de administração, 
formado integralmente por não executivos. Em 10 de março, as demonstrações foram aprovadas pelo 
conselho de administração, e, em 15 de março, foram disponibilizadas para seus acionistas. Os acionistas 
as aprovaram em 31 de março, e, por fim, estas foram encaminhadas para registro na Comissão de Valores 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 147 
 
Mobiliários, em 05 de abril. De acordo com o pronunciamento técnico CPC 24 – Eventos Subsequentes, os 
eventos subsequentes da Cia. X são os que ocorreram entre 31/12/2012 e 
(A) 01 de março de 2013. 
(B) 10 de março de 2013. 
(C) 15 de março de 2013. 
(D) 31 de março de 2013. 
(E) 05 de abril de 2013. 
348. (FGV/Analista Contábil/DPE MT/2015) Em 20 de fevereiro de 2014 um incêndio destruiu a fábrica de 
uma filial da empresa “X”, que teve perda de parte importante de suas máquinas. 
Em 01 de março de 2014, a administração da empresa autorizou a divulgação das demonstrações 
contábeis de 31 de dezembro de 2013. 
Assinale o posicionamento correto da empresa, em relação ao incêndio, nas demonstrações contábeis 
publicadas em março de 2014. 
a) Gerar um ajuste no patrimônio líquido das demonstrações contábeis de 31/12/2013, mas não evidenciar 
nas notas explicativas. 
b) Não gerar ajuste nas demonstrações contábeis, mas evidenciar nas notas explicativas. 
c) Não gerar ajustes e nem evidenciar nas notas explicativas 
d) Mencionar o fato no Relatório da Administração apenas. 
e) Divulgar um fato relevante para o mercado acionário. 
349.(FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) O departamento de contabilidade da 
Computerbios finalizou todos os lançamentos e conciliações contábeis de 31/12/X1 em 16/01/X2. Duas 
semanas depois, no dia 30/01/X2, o conjunto das demonstrações contábeis ficaram prontas para 
apreciação da auditoria externa. A administração examina e autoriza a emissão das demonstrações 
contábeis no dia 03/02/X2. As demonstrações são disponibilizadas aos acionistas em 15/02/X2 que a 
aprovam na sua reunião anual de 03/03/X2. 
Considerando os fatos acima, os eventos subsequentes ao período contábil a que se referem as 
demonstrações contábeis incluem todos os eventos até a data de 
(A) 16/01/X2 
(B) 03/02/X2 
(C) 30/01/X2 
(D) 15/02/X2 
(E) 03/03/X2 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 148 
 
CESPE 
350. (CESPE/BACEN/Analista – Contabilidade/2013) A respeito do Pronunciamento Técnico CPC 24, que 
trata de evento subsequente, julgue o próximo item. 
Considere que determinada instituição financeira tenha identificado significativos eventos subsequentes 
ao período contábil e que, dada a natureza deles, não tenha havido ajustes nas demonstrações contábeis. 
Nesse caso, a instituição financeira poderá evidenciar, ou não, estes eventos subsequentes. 
Questões Inéditas 
351. (Questão Inédita) Considere os seguintes eventos, ocorridos entre a data final do período a que se 
referem as demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a emissão dessas demonstrações: 
1) Descoberta de fraude relevante. 
2) Um incêndio destrói a maior parte das instalações fabris da empresa. 
3) A empresa perdeu um importante processo judicial, que se arrastava a 5 anos. 
4) A empresa anuncia um plano para descontinuar uma operação. 
5) As alíquotas de imposto incidente sobre o principal produto da empresa sofreram aumento substancial. 
Indique quantos eventos deveriam ser ajustados nas demonstrações contábeis: 
A) 1 
B) 2 
C) 3 
D) 4 
E) 5 
352. (Questão Inédita) A administração da entidade conclui, em 20 de fevereiro de 20x2, a sua minuta das 
demonstrações contábeis referentes ao período contábil encerrado em 31 de dezembro de 20x1. Em 21 de 
março de 20x2, a diretoria examina as demonstrações e autoriza a sua emissão. A entidade anuncia, em 25 
de março de 20x2, o seu lucro e outras informações financeiras selecionadas. As demonstrações contábeis 
são disponibilizadas aos acionistas e a outras partes interessadas em 29 de março de 20x2. Os acionistas 
aprovam as demonstrações contábeis na sua reunião anual em 25 de abril de 20x2, e as demonstrações 
contábeis aprovadas são em seguida encaminhadas para registro no órgão competente em 17 de maio de 
20x2. 
O período no qual devem ser examinados os eventos subsequentes vai de 31/12/X1 a 
A) 20 de fevereiro de 20X2 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 149 
 
B) 21 de março de 20X2 
C) 25 de março de 20x2 
D) 29 de março de 20x2 
E) 25 de abril de 20x2 
353. (Questão Inédita) A Cia ABC encerrou seu exercício social em 31/12/X1 e concluiu suas 
demonstrações contábeis em 02 de março de 20X2. Nessa data, os acionistas da empresa decidiram 
encerrar as atividades. Assinale a alternativa correta: 
A) Como a decisão foi tomada após o encerramento do exercício, e portanto não evidencia uma condição 
pré-existente, não há necessidade de nenhum ajuste nas demonstrações. 
B) A empresa deve divulgar tal decisão em nota explicativa, não sendo necessário alterar as 
demonstrações. 
C) A empresa deve alterar as demonstrações contábeis, abandonando o pressuposto da continuidade. 
D) Se a decisão for comunicada ao mercado e os seus efeitos relevantes, a empresa deve alterar apenas a 
Demonstração do Resultado do Exercício, incluindo uma provisão para perdas por descontinuidade. 
E) A empresa deve levantar, na data da decisão de encerrar as atividades, demonstrações especiais, sem o 
pressuposto da continuidade, mas não deve alterar as demonstrações de dezembro de X1. 
Outras Bancas 
354. (CESGRANRIO/Petrobras/Contador Jr./2011) Evento subsequente é a situação favorável ou 
desfavorável que ocorre entre a data final do período a que se referem as demonstrações contábeis da 
empresa e a data da 
A) aprovação das demonstrações pela Assembleia Geral pertinente 
B) assinatura das demonstrações contábeis por quem de direito 
C) autorização para emissão das demonstrações contábeis 
D) proposta da administração para a distribuição do resultado 
E) publicação das demonstrações contábeis 
355. (Qualificação Técnica Geral – CFC 2009) Considerando os eventos subsequentes abaixo 
mencionados, ocorridos após a data do balanço, determine qual não implica ajuste das Demonstrações 
Contábeis, nos termos da NBC T 19.12? 
a) A determinação do custo de ativos comprados ou do valor de ativos recebidos em troca de ativos 
vendidos antes da data do balanço. 
b) A venda de estoques com prejuízo. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 150 
 
c) O declínio do valor de mercado de investimentos. 
d) A descoberta de fraudes ou erros relevantes 
356. (CFC/Exame de Qualificação Técnica/2008/Adaptada) Conforme o Pronunciamento CPC 24, a 
entidade deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis para que estas reflitam 
eventos subsequentes à data do balanço que venham a confirmar condições existentes até aquela data. A 
seguir, são apresentados exemplos de eventos subsequentes à data do balanço que exigem que a entidade 
ajuste os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis ou reconheça itens que não tenham sido 
previamente reconhecidos, exceto: 
a) Declínio do valor de mercado de investimentos ocorrido no período entre a data do balanço e a data de 
autorização de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. 
b) A obtenção de informação, após a data do balanço, indicando que um ativo estava deteriorado na data 
do balanço ou que o montante de um prejuízo por deterioração previamente reconhecido em relação 
àquele ativo precisa ser ajustado. 
c) A falência de um cliente ocorrida subsequentemente à data do balanço normalmente confirma que já 
existia um prejuízo em uma conta a receber na data do balanço, e que a entidade precisa ajustar o valor 
contábil da conta a receber. 
d) O pagamento ou a divulgação de uma decisão definitiva, após a data do balanço, relacionado a um 
processo judicial, confirmando que a entidade já tinha uma obrigação presente na data do balanço. 
357. (CFC/Exame de ordem/2009/Adaptada) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 24, os 
eventos subsequentes à data do balanço são aqueles que ocorrem entre: 
a) o encerramento do exercício e a data da publicação das demonstrações contábeis. 
b) a data do balanço e a data da aprovação das demonstrações contábeis pela assembleia geral dos 
acionistas da companhia. 
c) a data do balanço e a data na qual é autorizada a conclusão da elaboração das demonstrações 
contábeis. 
d) o encerramento do exercício e a entrega do parecer de auditoria à entidade auditada. 
 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 151 
 
CPC 25 – Provisões, Passivo Contingente e Ativo 
Contingente. 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
358. (FCC/Sabesp/Analista Contábil/2018) O saldo da conta Provisões evidenciado no Balanço Patrimonial 
de uma empresa, em 31/12/2016, era composto dos seguintes valores: 
 
Em 31/12/2017 a empresa obteve as seguintes informações sobre os diversos processos a que está 
respondendo: 
 
Na Demonstração do Resultado de 2017, o efeito total que a empresa reconheceu, em função das 
provisões necessárias, foi 
(A) despesa totalno valor de R$ 1.040.000,00. 
(B) receita total no valor de R$ 400.000,00. 
(C) despesa total no valor de R$ 1.440.000,00. 
(D) despesa total no valor de R$ 140.000,00. 
(E) despesa total no valor de R$ 540.000,00. 
359. (FCC/Sabesp/Analista Contábil/2018) A empresa Novos Problemas S.A. nunca teve problemas com 
ações de qualquer natureza, mas no ano de 2017 se deparou com alguns processos movidos contra ela. 
Até o dia 31/12/2017 não ocorreu nenhuma audiência ou julgamento para qualquer dos processos. A 
assessoria jurídica apresentou para a diretoria da empresa, em 31/12/2017, as informações constantes da 
tabela a seguir, onde constam a avaliação feita quanto à possibilidade de perda dos diversos processos e os 
valores prováveis que poderão ser desembolsados pela empresa: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 152 
 
 
Sabendo que os valores estimados para as ações são confiáveis e as probabilidades de perda foram 
avaliadas com critérios adequados, o valor total que deveria ser evidenciado como provisão no passivo, no 
Balanço Patrimonial de 31/12/2017 da empresa Novos Problemas S.A. é, em reais, 
(A) 17.000.000,00. 
(B) 21.000.000,00. 
(C) 50.000.000,00. 
(D) 38.000.000,00. 
(E) 0,00 (zero). 
360. (FCC/Analista/DPE AM/2018) O Balanço Patrimonial de 31/12/2014 de uma empresa apresentava o 
saldo de R$ 1.100.000,00 na conta Provisões. A composição desta conta era a seguinte: 
 
Reavaliando a situação dos dois processos, a empresa identificou, em 31/12/2015, alterações nos valores 
prováveis, em função de novos fatos analisados. Os novos valores prováveis para estes processos são: 
 
Dois novos processos judiciais surgiram em 2015 contra a empresa e as informações sobre eles são 
apresentadas a seguir: 
 
O efeito líquido no resultado de 2015 da empresa, relacionado com as provisões necessárias foi, em reais, 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 153 
 
a) redução de 80.000,00. 
b) aumento de 150.000,00. 
c) redução de 180.000,00. 
d) redução de 30.000,00. 
e) aumento de 70.000,00 
361. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) A Cia. Desenrola está respondendo a 
processos em diversas áreas. Em 31/12/2016, apresentava as seguintes informações sobre seus processos, 
com valores em reais: 
 
Para o fechamento do Balanço Patrimonial em 31/12/2017, a Cia. reavaliou os processos nos quais estava 
envolvida e obteve as seguintes informações, com valores em reais: 
 
Com base nas informações, o impacto no resultado de 2017 decorrente da reavaliação dos processos 
judiciais foi, em reais, 
(A) 100.000,00 negativo. 
(B) 720.000,00 negativo. 
(C) 40.000,00 positivo. 
(D) 320.000,00 negativo. 
(E) 580.000,00 negativo. 
362. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) O Balanço Patrimonial de uma empresa, em 31/12/2014, 
apresentou o saldo de R$ 1.200.000,00 na conta representativa das provisões que era composta dos 
seguintes valores: 
 
Para a elaboração do Balanço Patrimonial de 31/12/2015, as informações obtidas pela empresa sobre os 
processos existentes em 31/12/2014 e sobre outros que surgiram durante o ano de 2015 são apresentadas 
na tabela a seguir: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 154 
 
 
O efeito líquido causado na Demonstração do Resultado de 2015 da empresa relacionado com as provisões 
foi, em reais: 
(A) aumento de 350.000,00. 
(B) aumento de 450.000,00. 
(C) redução de 850.000,00. 
(D) aumento de 650.000,00. 
(E) redução de 550.000,00. 
363. (FCC/Julgador Administrativo Tributário/SEFAZ PE/2015) A empresa Processos & Cia. S.A. estava 
respondendo a alguns processos judiciais, cujas informações estão apresentadas a seguir: 
 
Com base nestas informações, a empresa Processos & Cia. S.A. reconheceu, na Demonstração do 
Resultado de 2014, 
(A) despesa com provisão no valor de R$ 40.000,00. 
(B) despesa com provisão no valor de R$ 120.000,00. 
(C) ganho líquido com provisão no valor de R$ 160.000,00. 
(D) ganho líquido com provisão no valor de R$ 80.000,00. 
(E) despesa com provisão no valor de R$ 20.000,00. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 155 
 
 
364. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) O departamento jurídico da Empresa Arriscada S.A. apresentou 
as informações, constantes no quadro abaixo, relativas a diversos processos movidos contra a empresa. 
Estas informações serão utilizadas para a elaboração do Balanço Patrimonial em 31/12/2013: 
 
Sabendo-se que todos os valores estimados são confiáveis e com base nas informações apresentadas, o 
valor a ser evidenciado como provisão no passivo, no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 é, em reais, 
a) 9.300.000,00. 
b) 8.300.000,00. 
c) 4.000.000,00. 
d) 1.000.000,00. 
e) 4.300.000,00. 
365. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) A empresa Alpha S.A. possuía alguns processos judiciais em 
andamento, conforme os dados a seguir: 
 
Com base nestas informações, a empresa Alpha S.A. deve, em 30/06/2013, complementar o saldo 
(A) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão para os processos 3 e 4 e reverter a 
provisão constituída para o processo 2. 
(B) da provisão constituída para o processo 1, constituir provisão somente para o processo 4 e manter a 
provisão já constituída para o 
processo 2. 
(C) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisões para os processos 3 e 4. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 156 
 
(D) das provisões constituídas para os processos 1 e 2 e constituir provisão somente para o processo 4. 
(E) da provisão constituída para o processo 1, constituir a provisão para o processo 4 e reverter a provisão 
constituída para o processo 2. 
366. (FCC/TRF 3ª Região/Contabilidade/2014) A empresa Enroscada S.A. está respondendo a diversos 
processos em diversas áreas. Para o fechamento do Balanço Patrimonial em 31/12/12 a contabilidade 
obteve as seguintes informações: 
Processo Processo Probabilidade Perda 
Processo Trabalhista 200.000,00 Provável 
Processo Fiscal 1 370.000,00 Possível 
Processo Fiscal 2 440.000,00 Provável 
Processo Cível 230.000,00 Possível 
Processo Ambiental 160.000,00 Remota 
Com base nas informações acima, o valor a ser contabilizado como provisão no passivo é, em R$, 
A) 1.400.000,00. 
B) 600.000,00. 
C) 1.240.000,00 
D) 760.000,00 
E) 640.000,00 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
367. (FGV/Auditor/CGM/Niterói/2018) A diretoria de uma entidade, em 31.01.2017, tomou a decisão de 
encerrar suas atividades no Estado de Minas Gerais. Em 31.03.2017, um plano para a reestruturação foi 
concluído e a ação foi comunicada aos funcionários, clientes e fornecedores da entidade. 
O encerramento das atividade em Minas Gerais ocorreu em 31.05.2017, quando os ativos localizados no 
Estado foram colocados à venda. Em 31.07.2017 os ativos da entidade foram vendidos para uma entidade 
do mesmo ramo que estava se instalando em Minas Gerais. O valor da venda foi recebido em 31.08.2017. 
No balanço patrimonial da entidade que encerrou suas atividade, um passivo foi constituído em 
a) 31.01.2017 
b) 31.03.2017 
c) 31.05.2017 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 157 
 
d) 31.07.2017 
e) 31.08.2017 
368. (FGV/Agente de Fiscalização/TCM SP/2015) A Cia. Delta é uma corporação de grande porte, com 
negócios em diversos países. Nos últimos anos a companhia tem sido duramente criticada por políticos e 
ativistas, pois adota uma estrutura societária quelhe permite reduzir a carga de impostos recolhidos ao 
Fisco do país que constitui seu principal mercado de atuação. A repercussão dessas críticas junto aos 
consumidores prejudicou severamente a reputação da companhia, tendo forte impacto em seus negócios. 
A fim de mitigar esses danos, em 2015 a Cia. Delta voluntariamente aderiu a um código de conduta 
empresarial, comprometendo-se a destinar a entidades de assistência social, anualmente, o equivalente a 
no mínimo um terço a mais de recursos do que sua principal concorrente neste país. Ao final do exercício 
de 2015, para que a Cia. Delta reconheça uma provisão relativa a esse compromisso, é necessário que ela 
tenha: 
(A) criado expectativas válidas em terceiros de que cumprirá esse compromisso; 
(B) identificado as entidades assistenciais para as quais pretende destinar esses recursos; 
(C) se comprometido através de contratos com as entidades assistenciais para as quais pretende destinar 
esses recursos; 
(D) ciência do montante exato que destinará a essas entidades; 
(E) estabelecido um cronograma para o pagamento desses valores. 
369. (FGV/Analista Contábil/ DPE – RO/2015) Nas demonstrações financeiras do ano de X1, a companhia 
de automóveis japonesa Cainaxon apresentou o maior prejuízo de sua história. Pressionado pelo Conselho 
de Administração, o presidente da companhia apresentou um plano de reestruturação: 
1) Encerramento das unidades deficitárias nos anos de X2 e X3; 
2) Programa de demissão da metade dos executivos com início em 01/01/X3; 
3) Construção de um prédio administrativo; 
4) Encerramento do contrato de aluguel do prédio administrativo no momento em que o novo prédio ficar 
pronto. 
Considerando que todas as medidas foram aprovadas pelo conselho de administração no primeiro 
semestre de X2, deverão ser provisionadas no balanço do segundo trimestre de X2 a(s) seguinte(s) 
medidas: 
(A) nenhuma; 
(B) apenas 1 e 4; 
(C) apenas a 2; 
(D) apenas a 4; 
(E) todas as medidas com mensuração confiável 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 158 
 
370. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A Companhia Revender vendeu um 
serviço de instalação elétrica à empresa Sem Luz. Para a execução do serviço, a Revender contratou a 
empresa Azarada para prestar o serviço. Durante a prestação de serviço, por descuido dos funcionários da 
Azarada, houve um curto circuito, ocasionando um incêndio no prédio da Sem Luz. Devido ao ocorrido, a 
Sem Luz entrou com um processo judicial indenizatório cobrando o valor de $ 200.000 por danos materiais 
contra a Revender. Por sua vez, a Revender entrou com um processo no mesmo valor contra a Azarada. 
O advogado da Revender informou que o processo movido pela Sem Luz é uma contingência com perda 
provável de $ 100.000. Quanto ao processo judicial contra a Azarada, segundo a avaliação do advogado, é 
possível que a integralidade da indenização seja recebida pela Revender. 
Considerando o caso acima, o registro na contabilidade da Revender é 
(A) D – Despesas operacionais (DRE) - $ 200.000 
C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000 
(B) D – Despesas operacionais (DRE) - $ 100.000 
C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 
(C) D – Contingências ativas (Ativo) - $ 200.000 
C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 200.000 
(D) D – Contingências ativas - $ 100.000 
C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 
(E) D – Contingências ativas - $ 200.000 
C – Provisões para riscos cíveis (Passivo) - $ 100.000 
C – Outras receitas operacionais (DRE) - $ 100.000 
371. (FGV/Técnico Nível Superior/AL/BA/2014) O empregado de determinada entidade entrou na Justiça 
em 2012, cobrando horas extras não remuneradas relativas ao ano de 2011. No julgamento realizado pela 
administração, com apoio dos consultores jurídicos, foi definido que o risco de perda era remoto. 
Em 2013, a Justiça determinou que a entidade deve pagar as horas extras trabalhas para o empregado. 
Estas foram pagas em 2014. 
O fato gerou uma diminuição no resultado da entidade no ano de: 
a) 2011. 
b) 2012. 
c) 2013. 
d) 2014. 
e) Não há diminuição no resultado da entidade em nenhum ano. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 159 
 
372. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) A Cia Nova Friburgo recebeu em dezembro de 2009 uma 
intimação de um cliente por um produto comprado ter apresentado defeito. Os departamentos contábil e 
jurídico da empresa analisaram a intimação, apresentaram a defesa e julgaram que a perda da causa é 
possível. Ao mesmo tempo, foi verificado que se a Cia Friburgo tiver que pagar a indenização ao cliente, ela 
poderá exigir o ressarcimento de cerca de 80% do valor da indenização cobrada para a empresa 
fornecedora de matéria prima. No momento da elaboração das Demonstrações Contábeis de 31.12.2009 a 
empresa, de acordo com as normas contábeis brasileiras apresentadas no Pronunciamento CPC25, 
aprovado pelo CFC, analisou a situação e adotou o seguinte procedimento: 
(A) a empresa efetuou a Provisão para Contingências pelo valor de 100% da indenização cobrada. 
(B) a empresa apresentou sua posição em notas explicativas. 
(C) a empresa não teve obrigação de evidenciar o fato. 
(D) a empresa efetuou a Provisão para Contingências pelo valor de 20% da indenização cobrada. 
(E) a empresa constituiu uma Reserva para Contingência pelo valor de 100% da indenização cobrada. 
373. (FGV/Analista de Controle Interno/SEFAZ/RJ/2011) Assinale o tratamento contábil que deve ser 
aplicado de acordo com as normas contábeis brasileiras. 
A) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada possível e reconhece uma Reserva para Contingência. 
B) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada remota e reconhece uma Reserva para Contingência. 
C) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada provável e constitui uma Reserva para Contingência. 
D) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada provável e constitui uma Provisão para Contingências. 
E) Uma empresa tem uma causa trabalhista julgada remota e reconhece uma Provisão para Contingências. 
374. (FGV/Contador/SUDENE/PE/2013) O termo a ser utilizado para o julgamento de contingências ativas 
referente a decisões judiciais favoráveis para a entidade, sobre as quais não cabem mais recursos é 
(A) remota. 
(B) provável. 
(C) possível. 
(D) praticamente certo. 
(E) certo. 
375. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em dezembro de 2013, a administração de determinada 
empresa decidiu encerrar as atividades em uma de suas unidades a partir de 2014, a fim de cortar custos. 
A notícia foi mantida em sigilo, sendo que apenas os diretores e o contador sabiam dos planos para esta 
unidade. Dado que os custos com rescisões trabalhistas eram estimados em R$ 300.000,00 e, com outros 
gastos, em R$ 150.000,00, o procedimento correto em 31/12/2013 foi 
(A) contabilizar uma provisão de R$ 150.000,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 160 
 
(B) contabilizar uma provisão de R$ 225.000,00. 
(C) contabilizar uma provisão de R$ 300.000,00. 
(D) contabilizar uma provisão de R$ 450.000,00. 
(E) não contabilizar a provisão. 
376. (FGV/Técnico Nível Superior/AL/BA/2014) Uma empresa possuía escritórios em cinco estados 
brasileiros. Em 01/12/2013, a alta direção desta empresa decidiu pela descontinuidade de suas operações 
em dois importantes estados, com a transferência das operações para outros estados, inclusive deslocando 
pessoal. Na ocasião, as principais linhas do plano foram aprovadas e, na semana seguinte, divulgadas para 
as partes envolvidas. 
A empresa contabilizou uma provisão para reestruturação. Nessa provisão deve estar incluído:a) o remanejamento da equipe para os três outros polos. 
b) o pagamento de indenização para os empregados desligados das unidades descontinuadas. 
c) o investimento em novos sistemas e redes de distribuição. 
d) o pagamento de treinamento para os empregados das unidades que irão ter sua carga de trabalho 
ampliada. 
e) o marketing realizado nos três estados remanescentes. 
CESPE 
377. (CESPE/Auditor/TCM BA/2018) Segundo o CPC 25, um passivo deve ser reconhecido quando a sua 
ocorrência for provável, isto é, quando a probabilidade da sua ocorrência for: 
A) igual a 20% 
B) superior a 20% e inferior a 30%. 
C) superior a 30% e inferior a 40%. 
D) superior a 40% e inferior a 50%. 
E) superior a 50%. 
378. (CESPE/SEDF/Analista/2017) Um fabricante deve registrar um passivo líquido e certo relativo às 
garantias de reparo ou troca de seus produtos, dadas aos compradores, se, pela sua experiência passada, 
for provável — ou seja, mais provável que sim do que não — que algumas garantias serão executadas 
pelos compradores. 
379. (CESPE/Perito Criminal Ciências Contábeis/PC-PE/2016) Acerca do reconhecimento e da divulgação 
de ativos e passivos, assinale a opção correta. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 161 
 
a) Um passivo trabalhista só será objeto de registro contábil quando do trânsito em julgado da sentença 
condenatória. 
b) Registra-se em passivo não circulante a existência de uma obrigação presente com remota 
probabilidade de saída de recursos. 
c) Existindo uma obrigação presente, mas que apenas provavelmente vá requerer uma saída de recursos 
para sua liquidação, não se registra uma provisão, porém divulga-se informação pertinente em nota 
explicativa. 
d) Se um ingresso de benefícios econômicos for praticamente certo, um ativo contingente deverá ser 
reconhecido. 
e) Caso uma entrada de benefício econômico não seja provável, nenhum ativo deverá ser reconhecido ou 
divulgado. 
380. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências 
passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. 
O contador de uma empresa que tenha sido multada por haver causado danos ambientais deverá 
reconhecer uma provisão para contingências no valor da multa a ser paga. 
381. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências 
passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. 
Passivo contingente corresponde a um passivo de prazo ou valor incerto; provisão caracteriza uma 
obrigação possível, resultante de eventos passados, que será confirmada pela ocorrência ou não de 
eventuais acontecimentos futuros, sobre os quais a entidade não terá controle. 
382. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Acerca de provisões, passivos e contingências 
passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. 
Sendo identificada uma contingência ativa na fase final de uma ação impetrada por uma empresa contra 
outra empresa, os valores a serem convertidos para a impetrante deverão ser reconhecidos. 
Uma empresa do setor farmacêutico que atua em diversos países realiza atividades que causam poluição 
ambiental. Embora estejam conscientes desse problema, os administradores dessa empresa se 
comprometem a despoluir áreas impactadas por suas atividades apenas nos locais em que houver 
determinação legal para isso. Há anos essa empresa tem causado poluição ambiental em áreas públicas de 
um país onde, atualmente, está em curso o processo de votação de um projeto de lei antipoluição. Se esse 
projeto for aprovado, como se estima, a lei entrará em vigor após o término do exercício social em curso. 
Prevendo que terá de arcar com a despoluição das áreas impactadas, a empresa estabeleceu uma 
estimativa do valor que deverá desembolsar. 
Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte, que trata de provisões, passivos 
contingentes e ativos contingentes. 
383. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Na situação apresentada, a saída de recursos 
que incorporam benefícios econômicos é considerada possível, pois a probabilidade de a saída de recursos 
ocorrer é superior à de ela não ocorrer. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 162 
 
384. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Se o efeito do valor do dinheiro no tempo for 
considerado imaterial, o valor da estimativa feita pela empresa não estará sujeito a ajuste com base em 
valor presente, quando do seu reconhecimento pela contabilidade. 
385. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) No término do exercício social em curso, a 
empresa deverá reconhecer um passivo contingente. 
386. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Se, independentemente da aprovação da lei 
antipoluição, a empresa aceitar publicamente a responsabilidade pela reparação do dano causado ao meio 
ambiente, estará configurada a existência de um evento passado que conduziu a uma obrigação presente. 
387. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) Caso a empresa tenha direito ao reembolso, 
por terceiro, do total a ser desembolsado para reparação da área poluída, esse direito a reembolso deverá 
ser registrado em uma conta retificadora de passivo. 
Em outubro de 2010, uma empresa acionou judicialmente seu principal fornecedor de matérias-primas 
reivindicando um direito. Até o final de 2014, o desfecho da ação ainda era incerto, embora se 
considerasse provável uma entrada de benefícios econômicos. No final de 2015, quando o processo 
tramitava em última instância, foi proferida decisão judicial a favor da empresa, ficando o fornecedor 
comprometido a honrar o pagamento do direito reivindicado à empresa no ano de 2016. 
Com base nessa situação hipotética, julgue o próximo item, acerca de provisões, passivos contingentes e 
ativos contingentes. 
388. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) 
No final de 2015, a empresa teve de reconhecer, em suas demonstrações contábeis, o ativo e os ganhos 
decorrentes da decisão judicial proferida a seu favor. 
389. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade e Finanças/2016) No período de 2010 a 2014, a empresa teve a 
obrigação de divulgar, nas datas de cada balanço, informações acerca da natureza dos ativos contingentes 
e, quando praticáveis, as estimativas dos efeitos financeiros dos referidos ativos. 
390. (CESPE/Funpresp-JUD/Contabilidade/2016) 
Acerca de provisões, passivos e contingências passivas e ativas, julgue o item subsecutivo. 
O contador de uma empresa que tenha sido multada por haver causado danos ambientais deverá 
reconhecer uma provisão para contingências no valor da multa a ser paga. 
391. (CESPE/TCE-PR/Analista de Controle – Contábil/2016) Em 2015, a Cia. Alfa foi autuada pelo não 
recolhimento de R$ 3.000.000, referentes a determinado imposto. Em 31/12/2015, foi reconhecida 
contabilmente uma provisão de apenas R$ 1.500.000, por sugestão do setor jurídico da companhia. 
Simultaneamente, a Cia. Alfa impetrou recurso junto ao órgão fiscal. Em 25/1/2016, após julgamento do 
recurso, o órgão fiscal entendeu que era devido o recolhimento do valor de R$ 2.000.000. A companhia 
optou por não recorrer dessa decisão. Em seguida, em 18/3/2016, foi autorizada a emissão das 
demonstrações contábeis referentes ao exercício de 2015. 
Nesse caso hipotético, o procedimento contábil correto a ser adotado pela Cia. Alfa consiste em 
reconhecer, nas demonstrações contábeis 
a) de 2015, uma provisão complementar de R$ 1.500.000. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 163 
 
b) de 2016, uma provisão de R$ 1.500.000. 
c) do ano em que ocorrer o efetivo recolhimento, uma despesa tributária de R$ 2.000.000. 
d) de 2015, uma provisão complementar de R$ 500.000. 
e) de2016, uma provisão de R$ 500.000. 
392. (CESPE/DPU/Contador/2016) Com relação ao reconhecimento e à mensuração de itens patrimoniais 
e de resultado, julgue o item subsecutivo. 
Caso determinada sociedade empresária estime uma provisão, em virtude de garantia oferecida por 
problema no funcionamento inadequado de produto vendido, essa sociedade deverá reconhecer um 
passivo e uma despesa no momento da venda, pelo valor estimado. 
393. (CESPE/Auditor Federal de Controle Externo/TCU/2015) No fim do exercício social, determinada 
empresa estimou os seguintes valores para os processos judiciais em que figurava como ré em relação aos 
quais os especialistas consideravam haver probabilidades de perda. 
 
Assertiva: Nesse caso, o montante de R$ 124.971 milhões deverá ser reconhecido no balanço patrimonial 
do exercício, em contas classificadas no passivo exigível, em subgrupos de provisões e de acordo com os 
prazos de liquidação. 
394. (CESPE/Telebras/Analista Superior-Auditoria/2015) Com relação aos componentes do patrimônio e 
ao conceito de receita, julgue o próximo item, de acordo com os pronunciamentos técnicos do Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis. 
O ativo contingente não deve ser reconhecido no balanço patrimonial da entidade, pois, entre outros 
motivos, não é um evento totalmente sob o controle da empresa. 
395. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Com relação ao tratamento contábil de itens patrimoniais, julgue 
o item a seguir. 
O tempo é um fator que diferencia provisões para contingências de reservas para contingências: as 
primeiras referem-se a eventos passados, e as últimas, a futuros. 
396. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Julgue o item subsequente, relativo aos procedimentos contábeis 
de mensuração de ativos e passivos que devem ser efetuados pela UnB. 
Não é possível o reconhecimento de provisão caso não possa ser feita estimativa confiável do valor da 
obrigação. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 164 
 
397. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) O item apresenta uma situação hipotética seguida de uma 
assertiva a ser julgada em relação ao reconhecimento e à mensuração contábil, de acordo com os 
pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. 
A empresa X está sendo acusada pela concorrente Y de prática desleal, por combinar preços com as demais 
concorrentes. A empresa Y pede judicialmente uma indenização de R$ 1 milhão. Nessa situação, a empresa 
X deve reconhecer uma obrigação no passivo, pelo valor requerido, mesmo que seja remota a 
probabilidade de saída de recursos que incorporem benefícios econômicos. 
Uma companhia aberta que fabrica aparelhos celulares vende o seu produto oferecendo garantia ao 
cliente no momento da venda. No contrato de venda, o fabricante compromete-se a consertar, por meio 
de reparo ou substituição do aparelho, defeitos que vierem a se tornar aparentes dentro de três anos, a 
partir da data da venda. A experiência passada revela que é provável que haja reclamações dentro do 
período de cobertura da garantia. O fabricante tem condições de fazer uma estimativa confiável do valor 
com o qual terá que arcar em caso de danos nos aparelhos. 
Com base na situação hipotética apresentada e nos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos 
Contábeis, julgue o item que se segue. 
398. (CESPE/STJ/Apoio Especializado/Contadoria/2015) 
A restrição, nesse caso, para o reconhecimento contábil de uma provisão está relacionada à inexistência de 
uma obrigação presente. 
399. (CESPE/STJ/Apoio Especializado/Contadoria/2015) O fabricante está diante de uma situação que 
configura a existência de um passivo contingente. Nesse caso, o procedimento contábil apropriado é a 
divulgação desse passivo contingente em notas explicativas. 
400. (CESPE/DPF/Contabilidade/2014) A diferença entre as contas provisão para imposto de renda e 
imposto de renda a pagar está em que a primeira representa um passivo de prazo ou valor incerto 
enquanto que a segunda consiste em um passivo que não contempla tal incerteza. 
401. (CESPE/DPF/Contabilidade/2014) As provisões e os passivos contingentes devem ser reconhecidos e 
registrados pela contabilidade, uma vez que, apesar de serem resultantes de eventos passados, constituem 
obrigações presentes, sendo provável a saída de recursos a fim de liquidar a obrigação no futuro. 
402. (CESPE/TRE ES/Contabilidade/2011) No item, é apresentada uma situação hipotética, seguida de 
uma assertiva a ser julgada. 
Uma empresa, após ter apurado lucro de R$ 100.000,00, destinou um terço desse valor para contingências 
futuras. Nessa situação, a empresa contabilizará, no mesmo exercício, R$ 30.000,00 a crédito de uma conta 
de provisão para contingências. 
403. (CESPE/TRE ES/Contabilidade/2011) Julgue o item que se segue, acerca da utilização das técnicas 
contábeis no registro e controle do patrimônio das entidades. 
Se as circunstâncias justificarem, as provisões devem ser constituídas ainda que a entidade correspondente 
esteja operando com prejuízo. 
 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 165 
 
CPC 26 – Apresentação das Demonstrações 
Contábeis 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
404. (FGV/Técnico Contábil/AL BA/2014) Determinada empresas opta por elaborar sua Demonstração do 
Resultado do Exercício por função. 
Assinale a opção que apresenta apenas contas classificadas de acordo com a função. 
a) Despesas de vendas e despesas de depreciação. 
b) Despesa de salários e custo dos produtos vendidos. 
c) Imposto de renda e contribuição social e materiais consumidos. 
d) Despesas de propaganda e despesas de depreciação. 
e) Custo dos serviços prestados e despesas comerciais. 
405. (FGV/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2010) No momento da elaboração das demonstrações contábeis, o 
profissional de contabilidade responsável deverá definir a estrutura do balanço patrimonial, considerando 
a normatização contábil. Esse procedimento tem como objetivo principal: 
(A) aprimorar a capacidade informativa para os usuários das demonstrações contábeis. 
(B) atender às determinações das autoridades tributárias. 
(C) seguir as cláusulas previstas nos contratos de financiamento com os bancos. 
(D) acompanhar as características aplicadas no setor econômico de atuação da empresa. 
(E) manter a consistência com os exercícios anteriores. 
406. (FGV/Analista Contábil/DPE/RO/2015) De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 - 
Apresentação das Demonstrações Contábeis, uma entidade deve divulgar, para cada classe de ações do 
capital, a quantidade de ações autorizadas, a quantidade de ações subscritas e inteiramente integralizadas 
e as subscritas não integralizadas. 
Além de divulgar nota explicativa, essa divulgação deve ser feita: 
a) no balanço patrimonial ou na demonstração das mutações do patrimônio líquido. 
b) na demonstração do resultado do exercício ou na demonstração das mutações do patrimônio líquido. 
c) no balanço patrimonial ou na demonstração do valor adicionado. 
d) na demonstração do resultado do exercício ou na demonstração do valor adicionado. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 166 
 
e) no balanço patrimonial ou na demonstração do resultado do exercício. 
407. (FGV/Contador/AL/MA/2013) A informação acerca da elaboração das demonstrações contábeis e 
das políticas contábeis específicas utilizadas pela contabilidade, bem como a divulgação da informação 
requerida pelas normas, interpretações e comunicados técnicos, que não tenha sido apresentada nas 
demonstrações contábeis, consta 
(A) dos pareceres de auditoria. 
(B) das notas explicativas. 
(C) dos relatórios da diretoria. 
(D) dos relatórios da auditoria interna. 
(E) das notas de rodapé às demonstrações 
408. (FGV/Auditor/SEFINRO/2018) No conjunto completo das Demonstrações Contábeis, de acordo com 
o Pronunciamento Técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, está a Demonstração do 
Resultado Abrangente. 
Assinale a opção que indica o item que deve ser evidenciado na Demonstração como “Outros Resultados 
Abrangentes”. 
a) O valor de mercado dos instrumentos financeiros mantidos para negociação. 
b) O efeito cambial sobre as dívidas no exterior. 
c) Os ganhos e as perdas na remensuração de ativos não circulante mantidos para venda. 
d) Os ganhos e as perdas advindos de instrumentos de hedge, em operação de hedge de valor justo. 
Os ganhos e as perdas atuariais em planos de pensão com benefícios definidos reconhecidos. 
CESPE 
409. (CESPE/MPU/Controle Interno/2010) Com as mudanças na legislação societária, a estrutura de 
algumas demonstrações contábeis modificou-se; foram incluídos, por exemplo, demonstrativos financeiros 
que não estavam previstos como obrigatórios anteriormente. Acerca desse assunto, julgue o item 
subsequente. 
Atualmente, a demonstração do resultado abrangente (DRA) apresenta o resultado do exercício acrescido 
de ganhos ou perdas, que eram reconhecidos direta e temporariamente na demonstração das mutações 
do patrimônio líquido (DMPL); dessa forma, a DRA é evidenciada tanto separadamente como dentro da 
DMPL. 
410. (CESPE/Contador/MTE/2014) A demonstração do resultado abrangente integra, obrigatoriamente, a 
demonstração das mutações do patrimônio líquido (DMPL). 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 167 
 
411. (CESPE/FUB/Contabilidade/2015) Julgue o seguinte item, acerca da elaboração das principais 
demonstrações contábeis previstas pelo CPC. 
A demonstração do resultado abrangente pode ser incorporada à demonstração de mutações do 
patrimônio líquido; nesse caso, a demonstração do resultado abrangente deve ser iniciada pelo resultado 
líquido do período, conforme apurado na demonstração do resultado do exercício. 
412. (CESPE/Analista/MPU/2015) As notas explicativas que contêm informações sobre a base para a 
elaboração das demonstrações contábeis e as políticas contábeis específicas podem ser apresentadas 
como seção separada das demonstrações contábeis. 
413. (CESPE/Contador/CADE/2014) Ao apresentar a demonstração das mutações do patrimônio líquido, 
uma entidade controlada deverá desmembrar, no resultado abrangente do período, o montante total 
atribuível aos proprietários da entidade controladora e o montante correspondente à participação de não 
controladores. 
414. (CESPE/Auditor/TCM BA/2018) Conforme alteração introduzida na Lei n.º 6.404/1976 pela Lei n.º 
11.638/2007, determinada demonstração contábil passou a ser optativa para as companhias abertas. A 
referida demonstração contábil é o(a) 
a) balanço patrimonial. 
b) demonstração de resultado do exercício. 
c) demonstração dos fluxos de caixa. 
d) demonstração de origens e aplicações de recursos. 
e) demonstração do valor adicionado. 
415. (CESPE/Oficial de Inteligência/ABIN/2010) Obrigações decorrentes de custos operacionais são 
classificadas como passivos circulantes, ainda que estejam para ser liquidadas em prazo superior ao ciclo 
operacional da entidade, que, normalmente, é de doze meses. 
416. (CESPE/Oficial de Inteligência/ABIN/2010) Toda entidade é obrigada a apresentar ativos circulantes 
e não circulantes e passivos circulantes e não circulantes como grupos de contas separados no balanço 
patrimonial. 
Outras Bancas 
417. (AOCP/Analista/UFSM/2014) De acordo com o CPC 26, a DRE deve iniciar com 
a) Lucros acumulados (saldo anterior). 
b) Lucro Bruto 
c) Faturamento Bruto 
d) Receita Bruta de Vendas 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 168 
 
e) Receita Líquida de Vendas. 
418. (CESGRANRIO/Contabilidade/Petrobras/2015) O Pronunciamento Técnico CPC 26(R2), ao tratar da 
classificação dos passivos, informa que as competências relativas a gastos com empregados e a outros 
custos operacionais são parte do capital circulante usado no ciclo operacional normal da entidade. 
Com relação à falta de identificação clara do ciclo operacional, o aludido CPC 26(R2) estabelece que o 
mesmo deva ser considerado com a duração de 
a) 3 meses 
b) 6 meses 
c) 12 meses 
d) 18 meses 
e) 24 meses 
419. (CESGRANRIO/Profissional Básico/BNDES/2011) De acordo com os dizeres do pronunciamento 
técnico CPC 26, que trata de apresentação das demonstrações contábeis, aprovado pela Deliberação CVM 
no 595/09 com as alterações introduzidas pela Deliberação CVM no 624/10, as demonstrações contábeis 
são uma representação estruturada das posições 
a) patrimonial e financeira e do desempenho da entidade 
b) patrimonial e econômico-financeira da entidade 
c) patrimonial e econômica da entidade 
d) econômica e financeira da entidade 
e) econômica e do desempenho da entidade 
420. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) De acordo com a legislação, o conjunto completo das 
Demonstrações Contábeis é composto por: 
a) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, 
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do 
Valor Adicionado e Notas Explicativas. 
b) Relatório da Administração, Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do 
Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de 
Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas. 
c) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, 
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa Indireto, 
Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas 
d) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, 
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do 
Valor Adicionado, Notas Explicativas, Parecer da Auditoria. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 169 
 
e) Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, 
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do 
Valor Adicionado, Notas Explicativas e Parecer do Conselho Fiscal. 
421. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) As Demonstrações Contábeis devem ser divulgadas com as 
seguintes informações destacadas: 
a) Nome da entidade; atividade econômica da entidade; a data-base de elaboração e período abrangido; 
moeda de apresentação; e nível de arredondamento. 
b) Nome da entidade; se são individuais ou de um grupo de entidades; a data-base de elaboração e 
período abrangido; moeda de apresentação; nível de arredondamento; e local de publicação. 
c) Nome da entidade; se são individuais ou de um grupo de entidades; a data-base de elaboração e período 
abrangido; moeda de apresentação; e nível de arredondamento. 
d) Nome da entidade; a data-base de elaboração e período abrangido; moeda de apresentação; cidade 
sede da entidade; e nível de arredondamento. 
e) Nome da entidade; a data-base de elaboração; moeda de apresentação; nível de arredondamento; e 
valor da marca. 
422. (FEPESE/Analista Contábil/MPE SC/2014) O ativo deve ser classificado como circulante quando 
satisfizer qualquer dos seguintes critérios: 
1. espera-se que seja realizado, ou pretende-se que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo 
operacional da entidade. 
2. está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado. 
3. espera-se que seja realizado até doze meses após a data do balanço. 
4. é caixa ou equivalente de caixa, a menos que sua trocaou uso para liquidação de passivo se encontre 
vedada durante pelo menos doze meses após a data do balanço. 
5. é caixa ou equivalente de caixa, independentemente de qualquer vedação ou vinculação legal. 
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
a) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4. 
b) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 5. 
c) São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5. 
d) São corretas apenas as afirmativas 1, 3, 4 e 5. 
e) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. 
423. (ESAF/Analista de Mercado de Capitais/CVM/2010) As demonstrações contábeis são uma 
representação estruturada da posição patrimonial e financeira e do desempenho da entidade. Para 
satisfazer a seus objetivos, as demonstrações contábeis proporcionam informação da entidade acerca do 
seguinte: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 170 
 
a) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital próprio e fluxos de caixa. 
b) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital próprio e valor 
adicionado. 
c) ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas e despesas, alterações no capital de giro e fluxos de caixa. 
d) ativos, passivos, patrimônio líquido, resultados do período, alterações no capital de giro, fluxos de caixa 
e valor adicionado. 
e) ativos circulantes e não circulantes, passivos, circulantes e não circulantes, patrimônio líquido, 
resultados do período, ganhos e perdas, alterações no capital de giro próprio, fluxos de caixa e valor 
adicionado. 
424. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2012) O conjunto completo das demonstrações contábeis 
exigidas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade inclui 
a) o relatório do Conselho de Administração e as Notas Explicativas, compreendendo um resumo das 
políticas contábeis significativas. 
b) o resumo das políticas Contábeis e o Valor Adicionado obrigatoriamente a todos os tipos de entidade. 
c) a Demonstração do Valor Adicionado, se entidade prestadora de serviços, e de Resultado Abrangente, se 
instituição financeira. 
d) as Demonstrações dos Fluxos de Caixa e das Mutações do Patrimônio Líquido do período. 
e) a Demonstração da Conta Lucros / Prejuízos Acumulados e o Relatório de Impacto Ambiental. 
425. (UFG/Contador/SANEAGO/2018) As contas do balanço patrimonial devem ser incluídas sempre que o 
tamanho, a natureza ou função de um item ou agregação de itens similares apresentados separadamente 
sejam relevantes na compreensão 
a) do contexto das classes de transações. 
b) do ciclo operacional corrente identificável. 
c) da posição financeira da entidade. 
d) da estrutura de itens monetários. 
426. (CESGRANRIO/Contador Júnior/Transpetro/2018) O CPC 26 (R1) Apresentação das Demonstrações 
Contábeis, aprovado pela Deliberação CVM 676/2011, estabelece, como um dos critérios para a 
classificação dos ativos no balanço patrimonial, o ciclo operacional da empresa. 
Nesse contexto, entende-se que o ciclo operacional de uma indústria é o período decorrente entre a 
compra de matéria-prima, seu processamento e a 
a) venda e recebimento da venda 
b) emissão da nota fiscal de venda 
c) transformação em produto acabado 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 171 
 
d) venda e transferência da propriedade 
e) saída do produto do estoque de produtos acabados 
 
CPC 27 – Ativo Imobilizado 
Fundação Carlos Chagas (FCC) 
427. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) A empresa Monta e Desmonta adquiriu, em 
01/01/2016, uma máquina no valor de R$ 150.000,00, à vista. Para a aquisição e colocação em 
funcionamento, a empresa incorreu adicionalmente nos seguintes gastos: 
− Tributos recuperáveis no valor de R$ 20.000,00. 
− Gastos com transporte e seguro no valor de R$ 8.000,00. 
− Gastos com instalação no valor de R$ 6.000,00. 
A empresa estima que incorrerá em gastos no valor de R$ 12.000,00 (equivalentes à vista) para desinstalar 
esta máquina ao final de sua vida útil. A vida útil da máquina era 5 anos, sendo que essa máquina ficou 
disponível para o uso apenas em 31/03/2016. Ademais, espera-se que ao final do período de vida útil a 
máquina valha R$ 14.000,00. 
Sabendo que a empresa utiliza o método das cotas constantes, o valor contábil da máquina, em 
31/12/2017, era, em reais, 
(A) 132.300,00. 
(B) 119.300,00. 
(C) 111.200,00. 
(D) 105.300,00. 
(E) 111.500,00. 
428. (FCC/ICMS-SC/Auditoria e Fiscalização/2018) Em 28/02/2017, a empresa Monta e Desmonta 
comprou uma nova máquina no valor de R$ 160.000,00, à vista, com vida útil econômica estimada de 5 
anos e valor residual de R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, após utilizar a máquina por 10 meses, a empresa 
Monta e Desmonta reavaliou a vida útil econômica remanescente da máquina em 40 meses e valor 
residual de R$ 15.000,00. Em 31/10/2018, a empresa Monta e Desmonta decidiu vender esta máquina por 
R$ 130.000,00, à vista. Com base nessas informações, o resultado obtido pela empresa Monta e Desmonta 
com a venda da máquina foi, em reais, 
(A) 25.000,00, de ganho. 
(B) 28.000,00, de ganho. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 172 
 
(C) 5.000,00, de prejuízo. 
(D) 5.000,00, de ganho. 
(E) 40.000,00, de ganho. 
429. (FCC/CLDF/Consultor Legislativo/2018) Em 31/12/2015, a Cia. dos Esportes adquiriu um 
equipamento por R$ 320.000,00 à vista. Estimou que a vida útil econômica era 6 anos e o valor residual 
esperado era R$ 20.000,00. Em 01/01/2017, a empresa reavaliou a vida útil econômica remanescente do 
equipamento para 4 anos e o valor residual para R$ 10.000,00. Em 31/12/2017, a Cia. dos Esportes 
resolveu trocar o equipamento e o vendeu por R$ 200.000,00, à vista. O resultado obtido pela Cia. dos 
Esportes com a venda do equipamento foi 
(A) prejuízo no valor de R$ 120.000,00. 
(B) prejuízo no valor de R$ 5.000,00. 
(C) lucro no valor de R$ 5.000,00. 
(D) lucro no valor de R$ 4.000,00. 
(E) lucro no valor de R$ 14.000,00 
430. (FCC/Analista/DPE AM/2018) A empresa Profile S.A. adquiriu, em 31/12/2015, uma máquina por R$ 
420.000,00 à vista. Adicionalmente, a empresa incorreu em gastos para instalação adequada da mesma no 
valor de R$ 60.000,00. Na data da aquisição, a empresa definiu que a vida útil econômica da máquina seria 
6 anos e o valor residual esperado no final da vida útil seria R$ 30.000,00. A empresa adota o método das 
cotas constantes para cálculo da depreciação. 
Em 30/06/2017, a empresa Profile S.A. vendeu esta máquina por R$ 350.000,00 à vista. O resultado 
apurado na venda da máquina foi, em reais, 
a) 27.500,00 positivos. 
b) 17.500,00 negativos. 
c) 12.500,00 positivos. 
d) 57.500,00 positivos. 
e) 70.000,00 negativos. 
431. (FCC/TST/Contabilidade/2017) Uma máquina foi adquirida em 30/06/2013 pelo valor de R$ 
17.700.000,00, o qual foi pago após 18 meses da data da aquisição. A taxa de juros implícita na compra foi 
0,924% ao mês que corresponde a 18% no prazo concedido pelo vendedor da máquina. A empresa definiu 
a vida útil da máquina em 10 anos de utilização e calcula a despesa de depreciação em função do tempo 
decorrido. No início do prazo de utilização da máquina a empresa identificou que o valor residual estimado 
para sua venda no final da vida útil seria R$ 3.000.000,00. No início do ano de 2016 a empresa identificou 
que o valor residual no final da vida útil foi reduzido para R$ 1.500.000,00. Sabendo-se que não houve 
necessidade de redução do valor contábil da máquina e que a vida útil da mesma para fins fiscais é definida 
em 8 anos, o valor contábil evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para esta máquina foi, em 
reais, 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 173 
 
A) 9.750.000,00. 
B) 12.555.000,00. 
C) 12.355.000,00. 
D) 10.600.000,00. 
E) 8.437.500,00 
432. (FCC/TRE PR/Contabilidade/2017) No dia 02/01/2013 uma empresa adquiriu um equipamento de 
produção pelo valor de R$ 30.000.000,00 e efetuou o pagamento à vista. A vida útil definida pela empresa 
para o equipamento foi 12 anos e a vida útil para fins fiscais é 10 anos. A despesa de depreciação é 
calculada em função do tempo decorrido e no início do prazo de utilização a empresa estimou o valor 
residual para venda do equipamento no final da vida útil em R$ 3.000.000,00. No início do ano de 2016 foi 
identificado que o valor residual no final da vida útil estimada originalmente pela empresa foi reduzido 
para R$ 2.550.000,00, em decorrência de mudanças no mercado secundário para este tipo de 
equipamento. O valor contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para 
este equipamento era, em reais, 
(A) 19.200.000,00. 
(B) 20.000.000,00. 
(C) 18.000.000,00. 
(D) 20.950.000,00. 
(E) 21.000.000,00. 
433. (FCC/DPE RS/Contabilidade/2017) A Cia. de Minérios adquiriu o direito de exploração de uma mina 
de zinco por R$ 3.960.000,00 que foram pagos à vista. A capacidade total esperada de extração da mina foi 
estimada em 80.000 toneladas e no primeiro ano de exploração a Cia. extraiu 8.000 toneladas. No início do 
segundo ano, ao reanalisar a capacidade de produção da mina, a Cia. de Minérios estimou que ainda havia 
80.000 toneladas remanescentes e, durante o segundo ano, fez a extração de 6.000 toneladas. O valor 
contábil apresentado para esta mina, no final do segundo ano, foi, em reais, 
A) 3.296.700,00 
B) 3.330.000,00 
C) 3.267.000,00 
D) 3.960.000,00 
E) 3.564.000,00 
434. (FCC/ARTESP/Contabilidade/2017) A empresa Metais Pesados S.A. adquiriu, em 31/12/2014, um 
imobilizado por R$ 50.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada da máquina, na data de aquisição, foi 
10 anos e o valor residual estimado foi R$ 5.000,00. Em 31/12/2015, a empresa reavaliou a vida útil e 
determinou que a vida útil econômica remanescente da máquina era 5 anos e o valor residual era R$ 
8.000,00. Com base nestas informações e sabendo que a empresa utiliza o critério de quotas constantes 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 174 
 
para cálculo da depreciação, o valor da depreciação acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial da 
empresa, em 31/12/2016, foi, em reais, 
(A) 11.000,00. 
(B) 12.000,00. 
(C) 16.800,00. 
(D) 9.000,00. 
(E) 14.000,00 
435. (FCC/SEGEP-MA/Auditor/2016) O preço de aquisição de um equipamento de produção foi R$ 
9.000.000,00, o pagamento da compra ocorreu à vista em 31/12/2013 e o mesmo entrou em 
funcionamento na mesma data. A empresa definiu a vida útil do equipamento em 8 anos de utilização e 
calcula sua despesa de depreciação em função do tempo decorrido. Na data da aquisição o valor residual 
no final do prazo de vida útil foi estimado em R$ 1.120.000,00. 
No início do ano de 2015, a empresa reavaliou a vida útil remanescente do equipamento para 5 anos, em 
função de alteração na sua política de substituição do equipamento, e estimou que o valor residual no final 
desta nova vida útil seria R$ 1.205.000,00. A análise feita pela empresa no final de 2014 identificou que 
não havia necessidade de redução do valor contábil do equipamento. Para fins fiscais a vida útil do 
equipamento é definida em 10 anos. O valor contábil que deveria ser evidenciado no Balanço Patrimonial 
de 31/12/2015 para este equipamento foi, em reais: 
A) R$ 7.030.000,00. 
B) R$ 6.750.000,00. 
C) R$ 7.200.000,00. 
D) R$ 6.653.000,00. 
E) R$ 5.757.000,00. 
436. (FCC/SEGEP-MA/Tecnologia da Informação/2016) A Cia. Máquinas Pesadas adquiriu, em 
31/12/2013, um equipamento por R$ 680.000,00 à vista. Na data da aquisição, a Cia. estimou a vida útil 
econômica deste equipamento em 20 anos e o valor residual em R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, após o 
reconhecimento da depreciação referente ao ano de 2014, a Cia. reavaliou a vida útil do equipamento para 
15 anos e reestimou o valor residual para R$ 50.000,00. Com base nestas informações sabendo que a 
empresa utiliza o método das cotas constantes para calcular a despesa com depreciação, o valor da 
Depreciação Acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial da Cia. Máquinas Pesadas, em 31/12/2015, 
foi, em reais, de 
A) 60.000,00. 
B) 78.750,00. 
C) 84.000,00. 
D) 67.500,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 175 
 
E) 70.000,00. 
437. (FCC/TRF 3ª/Contadoria/2016) Uma empresa adquiriu um equipamento de produção pelo valor de 
R$ 12.000.000,00 que foi pago à vista. A aquisição ocorreu em 30/06/2010, a empresa definiu a vida útil do 
equipamento em 10 anos de utilização e calcula sua despesa de depreciação em função do tempo 
decorrido (método das quotas constantes), tendo em vista que o mesmo funciona sem qualquer 
interrupção. No início do prazo de utilização do equipamento o valor residual estimado para sua venda no 
final da vida útil era R$ 1.500.000,00. No final de 2013, a empresa identificou que o valor residual no final 
da vida útil foi reduzido para R$ 1.175.000,00, em decorrência do aparecimento de novos equipamentos 
com tecnologia mais atual, o que fez com que o valor de mercado dos equipamentos utilizados pela 
empresa diminuísse. A análise feita pela empresa neste momento (final de 2013) identificou que não havia 
necessidade de redução do valor contábil do equipamento (o valor recuperável era maior que o valor 
contábil). Se a vida útil do equipamento para fins fiscais é definida em 8 anos, o valor contábil que deveria 
ter sido evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2014 para este equipamento era, em reais, 
A) 5.250.000,00. 
B) 6.600.000,00. 
C) 5.775.000,00. 
D) 7.225.000,00. 
E) 7.275.000,00. 
438. (FCC/Analista de Controle Externo/TCE/CE/2015) A Cia. Imobi & Liza adquiriu, em 31/12/2012, um 
equipamento por R$ 238.000,00, à vista. A vida útil econômica estimada do equipamento na data de 
aquisição foi 20 anos e o valor residual R$ 18.000,00. Em 31/12/2013, a empresa revisou a vida útil 
remanescente da máquina para 10 anos e estimou um novo valor residual em R$ 10.000,00. Com base 
nestas informações, o valor contábil do equipamento evidenciado no Balanço Patrimonial da Cia. Imobi & 
Liza, em 31/12/2014, foi, em reais, 
a) 216.000,00. 
b) 205.300,00. 
c) 179.100,00. 
d) 195.300,00. 
e) 188.100,00. 
439. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ PI/2015) Uma empresa adquiriu, em 02/01/2013, um edifício pelo valor 
de R$ 10.000.000,00 e estimou que a vida útil esperada de utilização era 10 anos e valor residual igual a 
zero. A empresa decidiu, então, fazer uma grande reforma cujo valor total foi R$ 3.000.000,00, o que 
aumentou a vida útil esperada do edifício para 30 anos, sendo que, ao final deste novo prazo de vida útil, o 
valor residual esperado passou a ser R$ 4.000.000,00. Sabendo-se que o edifício ficou pronto e começou a 
ser utilizado em 30/09/2013, a empresa apresentará na Demonstração do Resultado de 2013, em reais, 
a) Despesa de Depreciação = 1.000.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 
b) Despesa de Depreciação = 250.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 176 
 
c) Despesa de Depreciação = 75.000,00 
d) Despesa de Depreciação = 825.000,00 
e) Despesa de Depreciação = 200.000,00 e Despesa com Reforma = 3.000.000,00 
440. (FCC/Auditor/TCM GO/2015) O valor original de um ativo deduzido do seu valor residual denomina-
se valor: 
a) líquido Contábil. 
b) contábil Original Líquido. 
c) depreciável, amortizável ou exaurido.d) realizável Líquido. 
e) realizável. 
441. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/PE/2014) Em 31/12/2009, a empresa Equipamentos Pesados S.A. 
adquiriu uma máquina pelo valor de R$ 800.000,00, para ser pago integralmente em 2012. Se a empresa 
tivesse adquirido o equipamento à vista o preço teria sido R$ 650.000,00. A empresa tem como política 
utilizar suas máquinas por um período de 8 anos e o valor residual esperado para venda da máquina no 
final do prazo de utilização corresponde a 20% do valor à vista da máquina comprada. Em 30/06/2011, a 
empresa vendeu esta máquina por R$ 500.000,00 à vista. Com base nestas informações, o resultado obtido 
na venda da máquina que será evidenciado na Demonstração de Resultados é: 
a) prejuízo de R$ 150.000,00. 
b) prejuízo de R$ 300.000,00. 
c) prejuízo de R$ 28.125,00. 
d) lucro de R$ 77.500,00. 
e) prejuízo de R$ 52.500,00. 
Fundação Getúlio Vargas (FGV) 
442. (FGV/Analista/IBGE/2017) Certa entidade adquiriu um equipamento para ser utilizado no serviço de 
diagnóstico por imagem em 01/06/2013 e o equipamento começou a ser utilizado no mês de julho daquele 
ano. O equipamento só realiza um número limitado de procedimentos, por isso foi definido que sua 
depreciação seria pelo método das unidades produzidas. O custo de aquisição do equipamento foi de $ 
490.000,00. O valor residual foi estimado em $ 10.000,00. O equipamento foi concebido para produzir um 
número máximo de 30.000 unidades. A entidade pretende usar o equipamento por seis anos. 
Nos primeiros anos, as quantidades de procedimentos realizados foram as seguintes: 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 177 
 
 
Ao final do exercício de 2015, o valor da depreciação acumulada no equipamento era: 
a) 182.400,00; 
b) 186.200,00; 
c) 200.000,00; 
d) 204.166,67; 
e) 216.000,00. 
Ainda com base na questão anterior, responda. 
443. (FGV/Analista/IBGE/2017) Se o método de depreciação utilizado fosse o das cotas constantes, o valor 
contábil líquido do equipamento após dois anos de uso seria: 
a) 330.000,00; 
b) 326.666,67; 
c) 320.000,00; 
d) 316.666,67; 
e) 303.800,00. 
444. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Em 01/02/X0, a Cia. Digama adquiriu, por R$ 
3.000.000,00, um terreno destinado à construção de um novo armazém. De 01/02/X0 a 30/04/X0 o 
terreno foi utilizado como estacionamento, e a companhia faturou R$ 70.000,00 durante esse período com 
a locação de vagas. 
Em 01/05/X0, a companhia pagou R$ 25.000,00 de honorários aos engenheiros responsáveis pelo projeto 
do armazém e deu início à sua construção. 
Para isso, ela tomou um empréstimo de R$ 6.000.000,00 junto ao Banco Zeta S.A. Até 01/12/X0 data em 
que foi concluída, a Cia. Digama gastou na construção do armazém R$ 850.000,00 com mão de obra, R$ 
150.000,00 com a preparação do terreno, R$ 300.000,00 com frete e R$ 5.000.000,00 com materiais de 
construção. 
Os juros incorridos sobre o empréstimo tomado junto ao Banco Zeta S.A, durante esse período foram de 
R$ 40.000,00, e a companhia obteve receitas financeiras de R$ 8.000,00 pela aplicação desses recursos 
antes de efetuar os pagamentos necessários à condução da obra. De 01/12/X0 a 15/12/X0, data em que o 
armazém foi inaugurado, a Cia. Digama gastou R$ 50.000,00 para transferir os equipamentos de um 
armazém antigo para esse novo armazém. Esse novo armazém deverá ser reconhecido no imobilizado da 
Cia. Digama pelo custo de: 
a) 6.287.000 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 178 
 
b) 6.325.000 
c) 6.357.000 
d) 6.365.000 
e) 6.407.000 
445. (FGV/DPE RJ/Técnico superior – Ciências Contábeis/2014) A empresa Gatunos SA adquiriu um 
elevador por R$ 12.000,00, com vida útil estimada de 10 anos. Para atender às exigências de segurança 
estabelecidas pela empresa, o elevador, apesar de recebido em 31 de março de 2014, só entrará em 
operação quando a equipe de TI da Gatunos SA concluir o projeto de um sistema capaz de reconhecer as 
intenções do usuário do elevador. Uma peculiaridade exigida para a finalização do software, e sua efetiva 
entrada em operação, é que ele seja capaz de alertar os diretores da empresa na eventualidade de um cão 
da raça Rottweiller entrar no elevador. Nesse caso, o software, além de avisar os diretores, deve ser capaz 
de desativar a movimentação do elevador, retendo-o no 13º andar. 
O contrato de trabalho com a equipe de TI, que conta com 10 engenheiros formados no M.I.T., vai até 31 
de março de 2016, mas não há garantias de que poderá concluí-lo, sequer cogita-se entregá-lo 
parcialmente. Apesar disso, a empresa gastou em abril de 2014 o total de R$ 1.000.000,00 com o salário da 
equipe, além de outros R$ 1.000.000,00 com a parte física (câmera, infravermelho e fios de ouro, por ser 
um ótimo condutor) para elaboração do software. A empresa tem expectativa de que, se concluído, o 
projeto poderá ser vendido para uma das gigantes de tecnologia por R$ 100.000.000,00 e, inclusive, afirma 
que já possui compradores interessados. Em relação aos fatos aqui narrados, as demonstrações contábeis 
da Gatunos referentes ao dia 30 de abril de 2014, devem apresentar ao menos 
(A) i) depreciação acumulada do elevador, no montante de R$ 100,00; ii) ativo intangível em elaboração, 
totalizando R$ 2.000.000,00. 
(B) i) ativo imobilizado em andamento – elevador, no montante de R$ 12.000,00; ii) despesa com salários 
da equipe de TI, no montante de R$ 1.000.000,00. 
(C) i) ativo intangível em elaboração, totalizando R$ 1.000.000,00; ii) despesa com salários da equipe de TI, 
no montante de R$ 1.000.000,00. 
(D) i) ativo imobilizado em andamento – elevador, no montante de R$ 12.000,00; ii) depreciação 
acumulada do elevador, no montante de R$ 100,00. 
(E) i) material de consumo (câmera, infravermelho e fios de ouro), totalizando R$ 1.000.000,00; ii) despesa 
com salários da equipe de TI, no montante de R$ 1.000.000,00 
446. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Recife/2014) Uma entidade adquiriu, em 31/12/2012, dois prédios no 
Recife. 
O prédio A foi adquirido por R$ 1.000.000,00. Fica localizado ao lado da sede da entidade e é mantido para 
futura valorização. Enquanto isso não acontece, ela utiliza o prédio para suas atividades, alocando uma 
parte de seu pessoal nele. 
O prédio B foi adquirido por R$ 500.000,00 para valorização de capital, não sendo utilizado no momento. 
Na data da compra, a entidade pretendia utilizar os prédios durante 40 anos e não considerava valor 
residual. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 179 
 
Em 31/12/2013, ela avaliou o valor justo de seus prédios a fim de começar a aplicá-los, quando permitido 
por lei. Ela constatou que o prédio A tinha valor justo de R$ 1.000.000,00, e o prédio B, de R$ 480.000,00. 
Com base nas informações acima, os valores contábeis do prédio A e do prédio B, no balanço patrimonial 
da entidade, em 31/12/2013, eram, respectivamente, de: 
a) R$ 1.000.000,00 e R$ 500.000,00. 
b) R$ 1.000.000,00 e R$ 480.000,00. 
c) R$ 975.000,00 e R$ 500.000,00. 
d) R$ 975.000,00 e R$ 470.500,00. 
e) R$ 975.000,00 e R$ 480.000,00. 
447. (FGV/Auditor Tributário Municipal/ISS Recife/2014) Uma entidade comprou, em 01/07/2011, 
numerosas máquinas para utilizar em seu negócio, no valor de R$ 40.000,00. O frete da entrega foi de R$ 
400,00, pagos pelo fornecedor. Adicionalmente, a entidade incorreu em R$ 800,00 para instalar as 
máquinas, R$ 500,00 para desmontar as máquinas que já estavam na fábrica e R$ 200,00 para um 
caminhão levar as máquinas antigas até um depósito. 
Além disso, uma vez que as máquinas eram novas no mercado, a entidade contratou um especialista para 
orientar e treinar os funcionários sobre tal uso durante o primeiro mês de funcionamento. Os honorários 
foram de R$2.000,00. 
Na data da compra, a entidade pretendia utilizar as máquinas por cinco anos e, depois desses anos, doá-
las. É estimado que o valor da remoção das máquinas seja de R$ 1.400,00. 
O valor contábil das máquinas em 31/12/2013 era de 
a) R$ 16.880,00. 
b) R$ 21.100,00. 
c) R$ 21.450,00. 
d) R$ 22.100,00. 
e) R$ 22.450,00. 
448. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2014) Em 01/01/2011, uma entidade adquiriu móveis para seu 
escritório no valor de R$ 50.000,00. Os móveis têm vida útil estimada em seis anos e, ao final do sexto ano, 
a entidade pretende doá-los. Na data, são estimados gastos de R$ 2.000,00 (a valor presente) com a 
remoção. O frete para a entrega dos móveis é de R$ 500,00, e os custos de montagem, de R$ 400,00. No 
entanto, no momento em que a entrega foi feita, o funcionário da loja arranhou a parede, e a entidade 
incorreu em gastos de R$ 1.000,00 para pintá-la novamente. Como pedido de desculpas, o funcionário não 
cobrou pela montagem dos móveis. O valor contábil dos móveis, em 31/12/2013, era de: 
(A) R$ 25.250,00. 
(B) R$ 26.250,00. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 180 
 
(C) R$ 26.950,00. 
(D) R$ 26.450,00. 
(E) R$ 23.750,00. 
449. (FGV/DPE RJ/Técnico superior/Ciências Contábeis/2014) A Companhia Lentidão S.A. adquiriu uma 
máquina para fabricação de meias para vender junto com os tênis que a empresa já vende. A máquina foi 
entregue na sede da empresa no dia 05/05/X1. No dia 12/05/X1 a máquina foi instalada e ficou pronta 
para ser utilizada. Como demorou para chegar a matéria-prima, a máquina só foi utilizada pela primeira 
vez em 20/05/X1. 
A produção na capacidade máxima só ocorreu a partir do dia 01/06/X1. As vendas ficaram acima do 
esperado. Então a administração da empresa, no dia 14/07/X1, decidiu terceirizar a produção e desativar a 
máquina. A produção do último lote de meias ocorreu no dia 30/07/X1, porém a máquina permaneceu 
instalada para atender pedidos adicionais até o dia 15/08/X1, quando a administração decidiu que o 
melhor negócio seria vender a máquina. 
A máquina permaneceu na empresa até o dia 20/11/X1, quando finalmente foi vendida e a propriedade foi 
repassada para outra empresa. 
Considerando os fatos acima e que a empresa utiliza o critério de período de tempo para estimar a vida útil 
de seus imobilizados, a data inicial e a data final em que a empresa depreciou o ativo, respectivamente, 
são 
(A) 05/05/X1 e 14/07/X1 
(B) 05/05/X1 e 30/07/X1 
(C) 12/05/X1 e 15/08/X1 
(D) 20/05/X1 e 20/11/X1 
(E) 01/06/X1 e 20/11/X1 
450. (FGV/Analista Contábil/DPE RO/2015) Um grupo de ativo imobilizado tinha como critério de 
depreciação o número de unidades produzidas. Sua produção variava entre 950 e 1050 unidades por mês. 
Após perder um cliente, a produção reduziu para 700 unidades ao mês. 
Entretanto a depreciação continuou considerando uma produção de 950 unidades por 14 meses, o que 
ocasionou uma distorção expressiva do valor líquido contábil. 
Nessa situação, a empresa deve adotar o seguinte procedimento: 
(A) estornar a diferença imediatamente, creditando a conta de resultados acumulados; 
(B) suspender o reconhecimento da depreciação desse ativo para que o valor líquido contábil retrate a 
situação econômica do bem; 
(C) alterar o critério de depreciação para o método de quotas constantes; 
(D) manter o nível histórico de depreciação, conforme estabelece o princípio do conservadorismo; 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 181 
 
(E) manter a despesa de depreciação, levando em conta a possibilidade de retomada dos níveis anteriores. 
451. (FGV/Contador/Niterói/2015) Em 22/07/x0, a Mineradora Delta S.A. recebeu 10 navios cargueiros 
que havia encomendado junto ao Estaleiro Épsilon S.A.. A vida útil desses navios é estimada em 20 anos, 
exceto a dos motores e a das hélices, cujos custos são significativos em relação ao total dos navios e têm 
vidas úteis estimadas em 10 anos. A recomendação do Estaleiro Épsilon S.A. é de que a cada três anos os 
navios passem por uma inspeção completa, a fim de identificar possíveis falhas em suas peças, para que 
possam operar com segurança ao longo de toda sua vida útil. A frota teve um custo de R$ 230 milhões de 
reais, e foi financiada pela Mineradora Delta S.A. através de um empréstimo tomado junto ao Banco 
Digama S.A., nesse mesmo valor, com uma taxa de juros de 10% a.a., a ser quitado em 20 parcelas 
semestrais. Ao aplicar a essa frota os critérios de reconhecimento e mensuração de ativos imobilizados, 
segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Mineradora Delta S.A. deve: 
(A) reconhecer os juros do empréstimo junto ao Banco Digama S.A. no custo dos navios; 
(B) desconsiderar quaisquer valores residuais que os navios possam ter ao final de suas vidas úteis; 
(C) depreciar os navios pelo método da linha reta; 
(D) depreciar os motores e as hélices dos navios separadamente; 
(E) reconhecer os valores gastos com as inspeções dos navios no resultado do período em que forem 
efetuadas 
CESPE 
452. (CESPE/SEDF/AGE/Contabilidade/2017) Em relação aos mecanismos contábeis para avaliação de 
ativos, passivos, impostos e custos, julgue o item que se segue. 
A depreciação de um ativo somente deve ser contabilizada a partir do momento em que o ativo estiver 
efetivamente em uso. 
453. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) Com base na NBC TG 27 (ativo imobilizado), assinale a 
opção correta, em relação à depreciação, ao valor depreciável e ao período de depreciação. 
a) Os normativos contábeis não permitem que o valor residual de um ativo imobilizado seja aumentado 
depois de estabelecido. 
b) A obsolescência técnica proveniente de mudanças ou as melhorias na produção não são consideradas 
na determinação de vida útil de um ativo. 
c) O valor depreciável de um ativo imobilizado deve ser apropriado de forma eventual ao longo de sua vida 
útil. 
d) A depreciação de um ativo imobilizado deve ser interrompida caso ele seja classificado como ativo 
mantido para venda. 
e) O valor depreciável dos ativos imobilizados é determinado pelo seu valor histórico, antes da dedução de 
seu valor residual. 
Cristiano de Lima Silva - cristhiano-lima@hotmail.com - CPF: 047.147.193-35
Ebook Pronunciamentos Conta beis – 600 Questo es 
 
 Pa gina 182 
 
454. (CESPE/FUNPRESP/Contabilidade e Finanças/2016) Julgue o seguinte item, relativo à reavaliação de 
ativos. 
Se fosse aplicável a reavaliação de ativos tangíveis, após a elaboração e aprovação do laudo de avaliação 
dos itens de mesma natureza, a contabilização da reavaliação desses itens aumentaria o resultado do 
exercício pela diferença entre o valor contábil líquido registrado anteriormente e o novo valor avaliado. 
455. (CESPE/Perito Criminal–Ciências Contábeis/PC/PE/2016) Tendo em vista que, de acordo com o CPC 
27, do Comitê dos Pronunciamentos Contábeis, quando permitida por lei, a reavaliação de um item do 
ativo imobilizado a valor justo, mensurado de maneira confiável, poderá ser reconhecida no balanço 
patrimonial, assinale a opção correta. 
a) A redução do valor contábil do ativo em decorrência de reavaliação deverá ser reconhecida em conta 
específica de resultado, independentemente de haver saldo na conta de reserva de reavaliação no 
patrimônio líquido. 
b) Poderá ser reconhecido no balanço patrimonial o valor reavaliado de um bem correspondente ao seu 
valor justo na data da reavaliação menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável 
que tenham sido acumuladas subsequentemente. 
c) Após o item do imobilizado ser reavaliado, não são necessárias futuras atualizações a valor justo, mesmo 
que o valor apresente divergência relevante em relação ao seu valor justo na data do balanço. d) A 
reavaliação poderá ser realizada em um único item de um grupo