Prévia do material em texto
Dupla Vista *Justiça das aflições * Causas atuais das aflições * Causas anteriores das aflições * Esquecimento do passado * Motivos de resignação * O suicídio e a loucura * Bem e mal sofrer * O mar e o remédio * A felicidade não é deste mundo BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Grupo Espírita Trabalho e Amor "GETA" Elaborado pela comissão de comunicação AGOSTO/2024 ANO: XXVII Av.: Eng.Manoel Ferramenta Jr. Nº 88 Areia Branca- Santos ZonaNoroeste "O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem". Lacordaire. (INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS. Bem Sofrer e Mal Sofrer. Havre, 1863). Claro que não meus amigos, o correto é entender que o Espiritismo, alinhado com o pensamento e moral de Jesus, tem como proposta fazermos da dor e das dificuldades um desafio para aprendermos, e para amadurecermos, para avançarmos mais. A Doutrina Espírita não nos estimula a ficarmos paralisados na dor; ao contrário, nos ensina a seguirmos em frente a partir dela. O capítulo V do Evangelho Segundo o Espiritismo – Bem aventurados os Aflitos, é bastante extenso, e necessita de reflexões e bastante estudo para um bom entendimento e assimilar para colocarmos na prática. A situação de aflição não é uma situação que se almeje. Almejamos sim a alegria, a felicidade, o bem estar, a paz interior. No entanto Jesus disse com suplicio e os Espíritos nos ajudam a entender o porquê. Cada um dos itens que estamos estudando e ouvimos nas segundas feiras tem um autor diferente, mas ambos abordam praticamente com os mesmos argumentos. Nos textos ambos reconhecem que: A escala evolutiva, no planeta que vivemos ainda está num patamar inferior, sendo considerado um mundo de Provas e Expiações. Nós seres de terceira ordem estamos passando por diversas situações por “n” razões: decorrentes do passado, para nos fortalecer e fazer com que nos aprendemos a nos portar bem diante das provas. Desta forma os instrutores espirituais salientam que o sofrimento é um estado comum para todos. Realmente, neste mundo que vivemos, sem exceção estamos sujeitos a: Perdas de entes queridos, da saúde, da estabilidade, dos bens que nos foram dados por empréstimo, das posições de destaque. E ainda, devido a nossa natureza inferior estamos sujeitos às obsessões, consequências de atos infelizes de nosso passado recente ou remoto. Todos são fatores que nos fazem sofrer. A felicidade plena, portanto, não existe nesse nosso nível evolutivo, exatamente por que: Nele precisamos expiar nossos erros e aprender. Depois precisamos provar que aprendemos mesmo, na prática. Quando Jesus fala : CONTINUA... É o Espiritismo uma doutrina que faz elogios à dor? https://evangelhokardec.com.br/evangelho-segundo-o-espiritismo/capitulo-5-bem-aventurados-os-aflitos/instrucoes-dos-espiritos-capitulo-5-bem-aventurados-os-aflitos/i-bem-sofrer-e-mal-sofrer/ Dupla Vista Grupo Espírita Trabalho e Amor "GETA" “Haveria choro e ranger de dentes”, certamente estava se referindo a forma pela qual nós encaramos a situação de sofrimento. Existem aqueles que diante das situações difíceis, dolorosas, sejam elas expiações ou provas choram, humildemente aceitando e reconhecendo que faz parte das “n” razões como consequência da nossa escolha e nosso modo de ser, e do nível evolutivo a que pertencemos. Outros se revoltam, brigam, não aceitam e rangem os dentes. No item , "O mal e o remédio " (Santo Agostinho,Paris, 1863. Extraído do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec.) um personagem bíblico nos incita a seguirmos seu exemplo: Jó chegando ao último grau do sofrimento, das perdas, da miséria, dizia estendido sobre um monturo, ele clamou a Deus: “Senhor! Conheci todas as alegrias da opulência, e vós me reduzistes a mais profunda miséria! - Graças, graças, meu Deus, por terdes querido provar o vosso servo!” Santo Agostinho, aponta a fé, como sendo o remédio para situações difíceis, para os sofrimentos de toda ordem. As teorias espiritualistas de uma única existência não respondem a perguntas como estas: Por que uns sofrem mais do que os outros? Por que nascem uns em ambiente de extrema miséria sem oportunidade de uma vida digna e outros nascem na riqueza com todas as oportunidades em mãos? Por que uns se esforçam e nada conseguem, ao passo que para outros tudo sorri ? E principalmente: Por que sofrem as criancinhas? A fé numa vida futura sem a ideia da reencarnação, pode até infundir paciência ao sofredor, mas “desmente a justiça de Deus” para usar a expressão do próprio Kardec. Sendo Deus bom e justo, o sofrimento tem que ter uma causa justa, forjada nesta mesma existência ou em existências anteriores. Quanto às faltas desta existência, a lei humana pune algumas, mas não todas. Ela incide principalmente sobre as que trazem prejuízo à sociedade e não ao próprio indivíduo que a pratica. E há ainda os crimes ocultos e as criminosas omissões. Muitas vezes nós praticamos a delinquência mas conseguimos escapar das punições humanas porque não houve provas suficientes, ou porque certas faltas não são previstas no código penal, ou porque a crueldade e a ingratidão foram praticadas dentro do lar, não havendo denúncia. Isso não ocorre com a justiça divina porque esta incide sobre todas as faltas. Allan Kardec, no livro “O Céu e o Inferno” resume a questão do sofrimento humano numa única frase: “O sofrimento é inerente à imperfeição”. Toda imperfeição e toda falta que dela decorre, traz o seu próprio castigo nas suas conseqüências naturais e inevitáveis, como a doença decorre dos excessos, o tédio da ociosidade, sem que haja necessidade de uma condenação especial para cada falta e cada indivíduo. Quem, de boa vontade, corrige suas próprias imperfeições, poupa a si mesmo do sofrimento que decorre dessas imperfeições. “A cada um segundo as suas obras, tanto (encarnado) como (desencarnado)” – Kardec. Analisando a dor humana é preciso lembrar também aqueles sofrimentos que não denotam a existência de determinada falta. São as provas buscadas pelos espíritos para concluir sua depuração e ativar o progresso. Em doutrina espírita, uma expiação sempre serve de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação, embora ambas sejam atestado de uma relativa inferioridade. Há ainda o sofrimento de pessoas que lutam por causas, missões, e propósitos, estas sofrem pela incompreensão das pessoas a quem desejam ajudar. CONTINUA... https://www.umcaminho.com/2010/11/o-mal-e-o-remedio/ Dupla Vista De qualquer forma, o sofrimento que não provoca "queixumes" constitui já uma prova de forte resolução, o que é sinal de progresso moral. Há pessoas que se dizem espíritas ainda muito imaturos ou sem estudos e conhecimento que esperam muito pela intervenção dos espíritos guardiões, pedindo-lhes a remoção do sofrimento. E para finalizar fica a reflexão: Para dias cinzentos, frios, chuvosos, com o céu carregado de nuvens escuras e ameaçadoras, raramente nos lembramos de que, acima de todas as nuvens, nasce e brilha o Sol. Do mesmo modo, o amor divino brilha e paira sobre todas as dificuldades. Ao invés de revolta e desalento, ofereçamos paz ao companheiro que chora, para que o bem prevaleça sobre todo o mal. Bibliografia: KARDEC, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo KARDEC, Allan – O Céu e o Inferno Aniversariantes do Tiago 03/08 mês de Agosto Grupo Espírita Trabalho e Amor "GETA" Ana mariano 05/08 Claudemir Santos 08/08 Maristela Vilela 26/08 Andreia Feitosa 21/08 Orlando Magalhães 11/08 Dupla Vista Grupo Espírita Trabalho e Amor "GETA" LIVRO GÊNESES CAPÍTULO 14 - REUNIÕES NO 3º E 4º SÁBADOS DE CADA MÊS Nossos ganhadores da rifaNossa noite de Caldos e Sopas @geta_grupo_espirita www.youtube.com/@Geta.Duplavista Grupo de Estudos